A recomendação da Organização Mundial da Saúde para ficar em casa

A recomendação da Organização Mundial da Saúde para ficar em casa como forma de prevenir a disseminação do novo coronavírus fez com que empresas expandissem a prática de home office ou a implementassem pela primeira vez. Reunimos depoimentos de profissionais que atuam nos setores de tecnologia e mobilidade elétrica para sabermos quais os pontos positivos e os desafios de se trabalhar de forma remota, principalmente para minimizar o avanço da covid-19. O importante é trabalhar. Não parar a economia. SÓ SAIR EM CASO DE URGÊNCIA  ou que o trabalho exija.


Douglas Klassen, analista de Negócios da Anker, marca americana de acessórios para carregamento de dispositivos e soluções portáteis de áudio.

“Evitar o trânsito e tempo de transporte são as principais vantagens do trabalho remoto. Isso permite com que eu acorde com mais disposição e contribui muito em todas as tarefas do dia.  Sinto a falta de contato pessoal, o que contorno bem com as ferramentas de comunicação digital, as mesmas que também ajudam na manutenção da produtividade. O principal desafio é entender que o novo local de trabalho é o mesmo do descanso. Por isso, é muito importante separá-los, de alguma maneira. Neste sentido, visto-me como se estivesse na empresa e tenho um espaço preparado especificamente para ser a minha estação de trabalho.”

 


Jonatan Alan, analista de projetos da unidade de tecnologias educacionais da Positivo.

“Minha produtividade melhorou. Fico muito mais focado estando em casa, mesmo com toda a família por aqui. Consigo ouvir música durante minhas atividades, o que potencializa a criatividade. Se algo gera estresse, posso abraçar meu cachorro. Isso é muito confortante. Em alguns momentos do dia sinto falta de conversar com as pessoas, por isso criei o hábito de convidá-las para um encontro on-line e, pouco a pouco, vamos nos acostumamos com essa interação virtual. Para um home office efetivo, ter atividades bem definidas e disciplina é fundamental. ”

 


Mateus Renosto, Relações Públicas da Hitech Electric, empresa especializada em soluções de mobilidade elétrica que lançou o primeiro carro autônomo elétrico do Brasil.

“O melhor do trabalho remoto é, sem sombra de dúvidas, o ganho de tempo. O que antes era gasto no deslocamento, agora pode ser utilizado para fazer outras coisas. Por outro lado, é desafiador manter a rotina, gerenciar as distrações e elevar a produtividade. É importante fixar um local de trabalho e seguir estabelecidos de expediente. A empresa segue funcionando nestes tempos de pandemia e a minha contribuição se torna ainda mais importante. A única diferença entre desempenhar o trabalho no escritório ou em casa é que as pessoas vão te ver com roupas informais e conhecer um pouco da sua residência. ”

 


Roberto Silva, gerente comercial da Accept, empresa especializada na produção e comercialização de Servidores, Storages, Workstations, GPUS Appliances de alta performance, Mini PCs, Desktops e Soluções em computação de alto desempenho.

“Trabalhando em São Paulo, o home office agrega ainda mais na economia de tempo. Você pode investir esse ganho na vida familiar, em hobbies, projetos pessoais e na saúde. Por sermos seres sociais, o isolamento é um desafio do home office, principalmente em função da covid-19. As ferramentas de comunicação on-line atenuam a necessidade de interação. Em termos financeiros, há impacto. A casa vai ficar um bom tempo mais ativa e isso aumenta gastos. A maior recomendação para um home office eficiente é organização. É necessário separar um espaço na residência e não se distrair. É preciso também comprometimento com as atividades, consigo e com a empresa. Só mudamos de ambiente. O restante segue no mesmo ritmo.”

 


Elton John Bonfim, especialista de produtos da VAIO, marca de computadores pessoais representada no Brasil pela Positivo Tecnologia.

“Percebi um ganho de produtividade e na qualidade do trabalho. Consigo ser mais eficiente quando estou sozinho, mas isso é bem pessoal. Outro ponto positivo é a qualidade vida. Sem deslocamentos, ganhamos tempo. Em casa, é preciso ter ainda mais disciplina, manter boa alimentação e tirar o pijama. Colocar uma roupa, mesmo que casual, faz parte do ritual. Nosso cérebro precisa desses sinais. Por outro lado, relacionamento com as pessoas fica menos frequente. Mas minimizo esse fato ao interagir on-line com minha equipe e outros colegas. Entendo que será um período diferente, em que vamos desenvolver outros hábitos e criar novas formas de se relacionar e trabalhar. Esse é o lado bom da crise mundial relacionada ao novo coronavírus”.

 

*com divulgação

 

 

 

 

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VanessaMalucelliAndersen

Colunista do Site — Divirta-se Curitiba!

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