A TRANSIÇÃO

Em íntima conexão com processos de distintas naturezas, a artista Lizete Zem realiza composições nas quais se manifestam as passagens, cujo sentido inerente vincula-se à relação entre o passado e o presente, mas também pode apontar para o atemporal.
O elemento primordial que descreve tanto seu processo quanto seu conjunto de obras consiste, portanto, na TRANSIÇÃO, que acontece por meio de diferentes aspectos.
Num primeiro sentido, transição possui caráter amplo e conceitual. Refere-se, mais precisamente, à mudança poética da obra como um todo, e muito bem marcada pelas peças de cerâmica expostas nessa mostra de 2022, no Museu Guido Viaro.
Nessas peças estão contidos resquícios de reflexões anteriores sobre os orgânicos, que trazem, em essência, as concepções de estrutura e base consistente, vinculadas à natureza corpórea e simbolizadas por formas ósseas, tons de vermelhos terrosos ou sanguíneos, assim como, pela terra propriamente dita. Agora, rompidas com quaisquer bases sólidas, as peças sugerem-se em conjunto como uma estrutura flexível e, por conseguinte, passível de ser modificada.
Mobilidade tal que surge com muita força nas pinturas mais recentes, inaugurando o trabalho pictórico com as velaturas. Em consonância com a atmosfera sutil, ao invés da terra, a base que se apresenta no chão, abaixo das composições pictóricas, consiste na esvoaçante areia, sugerindo a ideia de vínculos entre matérias mais delicadas.
Pinturas que manifestam, portanto, outros tipos de transições, diretamente evidenciadas nas relações sensíveis. Durante o processo de composição, a artista, em conexão sensível com sua obra, observa as vivas transformações cromáticas e formais ocorrentes durante a secagem da tinta a óleo, que, assim como a observação das mutações dos fenômenos da natureza, são capazes de transformá-la intimamente.
Quando finalizadas, as composições pictóricas, cada qual a sua maneira, oferecem ao espectador a possibilidade de perceber as variadas perspectivas e formas produzidas pelas passagens entre os campos cromáticos e transparentes, e, portanto, de conduzir simultaneamente quem as bem observa ao encontro com atmosferas delicadas e espaços transcendentes, como espécies de labirintos, portais, etc.
Enfim, na presença imediata do que há de mais sutilmente sensível e, por que não dizer, naturalmente mágico, indagamo-nos se seria possível algo mais nos surpreender nesta exposição: “Pergunte ao vento”...

Ana Carolina Mondini é Dr.ª em Filosofia e Crítica de Arte – Curitiba, 2022

Parque Estadual de Vila Velha convida a imprensa para voo de balão durante a Expo Turismo Paraná

Vivência será possível nos dias 9 e 10 de junho, em Curitiba

Durante os dias 9 e 10 de junho, o Parque Vila Velha disponibilizará à imprensa uma experiência única, um passeio de balão estacionário que traz a possibilidade de desfrutar da bela paisagem do entorno do local da Expo Turismo Paraná, a uma altura de até 40m.

A Expo Turismo Paraná é um evento oficial da Associação Brasileira das Agências de Viagens do Paraná (ABAV-PR) e acontece na Expo Unimed Curitiba.

Serão cerca de seis subidas por hora, com um intervalo de aproximadamente dez minutos entre cada uma, sendo limitado a no máximo três pessoas. O passeio de balão estacionário é uma das atrações do parque e permite a vista dos arenitos e das paisagens dos Campos Gerais do Paraná sob outro ponto de vista – das alturas!

As subidas* para a imprensa devem ser agendadas por meio do WhatsApp 41 9 9692-4573, com Janaína, até quarta-feira, dia 8 de junho, com as seguintes informações:

Nome do jornalista:
Veículo:

*Vale ressaltar que a operação ocorrerá de acordo com a disponibilidade de agendamentos, apenas com todas as condições climáticas favoráveis e atendendo a todas as normas de segurança.

Serviço:
Balão Estacionário Parque Vila Velha na Expo Turismo Paraná
Quando: 9 e 10 de junho de 2022
Horário: Quinta-feira, dia 9, das 12h às 19h30
Sexta-feira, dia 10, das 13h30 às 19h30
Onde: Expo Unimed Curitiba – Av. Pedro V. Parigot de Souza, 5300.
Ingressos: exclusivo para imprensa mediante agendamento / passeio para até 3 pessoas no Balão.

Dia Mundial do Fusca: exposição em Curitiba reúne modelos clássicos do carro

Evento acontece no dia 26 de Junho e contará com 1.500 Fuscas e derivados. Ingressos para exposição estão à venda a partir de R$ 55.

O evento que comemora o Dia Mundial do Fusca deve reunir quase 20 mil pessoas e cerca de 1.500 carros no dia 26 de junho, no bairro Pinheirinho, em Curitiba. O público poderá curtir também shows de bandas, praça de alimentação, barraquinhas com comidas típicas de festa junina e espaço pet. Os ingressos para a exposição estão à venda a partir de R$ 55 e a entrada é gratuita para o público. O evento ainda sorteará um Fusca placa preta para os inscritos com os aircooleds.

No dia 22 de junho é comemorado o Dia Mundial do Fusca, data em que Ferdinand Porsche assinou o contrato que deu início ao desenvolvimento e fabricação do Sedan, em 1934. Para não deixar esta data tão especial passar em branco, a Unicuritiba (linha verde) será palco de um evento em comemoração ao aircooled mais querido do mundo. São esperados 1.500 Fuscas e derivados. “Preparamos um evento para os amantes do Fusca com uma estrutura pensada para toda a família. A exposição de carros antigos contará com veículos raros e de colecionadores. Somos o único evento no país que irá sortear um Fusca placa preta para os inscritos na exposição”, afirma Fabiano Souza, um dos organizadores do DMF.

O VW Fusca tem uma legião de fãs ao redor do mundo. Estima-se que mais de 20 milhões de unidades foram fabricadas em todo o mundo. O nome oficial do modelo é Volkswagen Sedan, embora ele tenha recebido diversos apelidos. No Brasil, virou Fusca. Na Alemanha, terra natal do modelo, Käfer. Em vários países de língua espanhola, ele virou Escarabajo. Na Itália, Maggiolino, enquanto nos EUA virou Beetle. Em Cuba, o Fusca virou Huevito. Esses são alguns exemplos, já que a lista é extensa. A palavra Fusca surgiu de maneira informal: a versão mais aceita é a de que é uma corruptela de Volks. O fabricante só passou a adotá-lo de maneira oficial com direito até a emblema na tampa traseira em 1984.
Seja pela emoção de poder manter o Fusca na família ou pela paixão de guardar um carro antigo cheio de histórias, os brasileiros são apaixonados por essas relíquias cada vez mais procuradas por entusiastas e colecionadores.
O Dia Mundial do Fusca ainda contará com arrecadação de agasalhos, presença dos principais influenciadores do automobilismo e atrações para a família inteira. O evento acontece no dia 26 de junho a partir das 8h. A entrada para o público é gratuita e os ingressos para expor os Fuscas e derivados estão à venda a partir de R$ 55 no diamundialdofusca.com.br.

Serviço – DMF (DIA MUNDIAL DO FUSCA) 2022
Quando: 26 de Junho de 2022 (domingo)
Local: Unicuritiba (Linha Verde) - Rodovia BR-116, Km 106,5, 18805 - Pinheirinho, Curitiba/PR
Horário: Das 8h às 20h
Vendas: Diamundialdofusca.com.br (https://diamundialdofusca.com.br/)
Classificação: Livre
Capacidade: 3.500 Fuscas e derivados
Público: Acima de 20 mil pessoas

MON inaugura exposição do artista Juarez Machado

A exposição comemorativa “Juarez Machado – Volta ao Mundo em 80 Anos”, que será inaugurada no Museu Oscar Niemeyer no dia 2 de junho, apresenta a obra de um dos mais representativos e importantes artistas brasileiros.

O multiartista catarinense Juarez Machado tem sua história ligada a Curitiba, para onde se mudou no início dos anos 1960 para estudar na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Ele completou 80 anos em 2021.

A exposição reúne 166 obras em diversos suportes: pintura, desenhos, fotos, escultura e instalação. A coletânea abrange desde o início da carreira do pintor na capital paranaense até sua fase internacional com a mudança para Paris, em 1986 — passando pelos períodos no Rio de Janeiro, onde se destacou também como ilustrador, cenógrafo para televisão e teatro, figurinista, escultor e cartunista, entre outros ofícios criativos. A curadoria é de Edson Busch Machado.

“Lúdica e poética como tudo o que Juarez Machado produz, a mostra percorre com interatividade diferentes décadas, estilos, localidades, materiais, técnicas, mídias e vertentes artísticas”, afirma a diretora-presidente do Museu Oscar Niemeyer (MON), Juliana Vosnika. “Artista com obra no acervo, ele escreve agora o seu nome definitivamente na história do MON, num importante momento em que completa 20 anos e se consolida entre os principais museus da América Latina”, comenta.

Curitiba
A exposição inclui trabalhos que remetem ao início da carreira de Juarez Machado em Curitiba. “Seu despertar como artista teve início em Joinville. Mas foi em Curitiba que ele fundamentou esse trabalho antes de seguir pelo mundo”, diz Busch, que é também irmão do artista.

A mostra conta, por exemplo, com desenhos feitos com graxa para sapato na Rua XV de Novembro, no início dos anos 1960, quando Juarez nem sequer tinha recursos para comprar tintas. “O público de Curitiba irá se identificar com o Juarez que viveu em Curitiba de 1961 a 1964, quando também fez grandes amizades com nomes como Fernando Velloso, João Osorio Brzezinski, Fernando Calderari e Domício Pedroso”, lembra o curador.

Ateliês
O nome da exposição — uma referência ao clássico de Júlio Verne “A Volta ao Mundo em 80 Dias” — traduz, em parte, o movimento constante de Juarez Machado, que nasceu em Joinville (SC), em 1941, e hoje se divide entre seus ateliês nas capitais fluminense e francesa depois de correr o mundo.

A mostra inclui obras produzidas em diferentes locais — sobretudo em ateliês em Paris, mas também em locais temporários para o artista, como Veneza e Saint Paul de Vence, na França. “Cada ateliê é representado com cores, códigos e uma linha pictórica diferente, que a exposição reúne muito didaticamente”, explica Busch.

Influência
A obra de Juarez Machado tornou-se patrimônio mundial, colecionando prêmios de arte nacionais e internacionais. Suas criações, ricas em ousadia, complexidade e humor, influenciaram gerações de artistas no Brasil e no exterior.

Entre os artistas influenciados por Juarez Machado está o diretor francês de cinema Jean-Pierre Jeunet, que se inspirou no inconfundível universo de cores do pintor para criar o visual do famoso filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001). O diretor conheceu o artista no início dos anos 2000, comprou quadros e estudou seu estilo.

“É possível relacionar a temática, as paletas de cores e diversas nuances do filme com todas as pinturas da exposição, pois Jeunet se inspirou diretamente nas obras do artista”, explica Busch. “O público conseguirá identificar cores como o verde veronese e o vermelho terral que são vistos em ‘Amélie’”, explica Busch.

Mímica
No Brasil, o artista multimídia também deixou sua marca em referências da cultura popular como o semanário impresso “O Pasquim” e a TV Globo, onde criou quadros humorísticos e musicais, além de assinar a criação de cenários e figurinos. Muitos ainda se lembram dos vídeos de mímica que Juarez Machado criou e estrelou para o programa “Fantástico” nos anos 1970.

A exposição fará referência a este famoso personagem nacional com a exibição de alguns desses vídeos em dois monitores. “É realmente uma figura significativa para muita gente que começou a conhecer Juarez a partir deste quadro do ‘Fantástico’”, lembra o curador.

Ilustração
Também tiveram a assinatura de Juarez Machado capas de livros e discos e projetos de design e arquitetura ao lado de nomes como Sergio Rodrigues e o próprio Oscar Niemeyer.

Algumas das mais de 200 capas de discos e livros criadas pelo artista poderão ser vistas na vitrine de artes gráficas da mostra, que ajudará a compor a retrospectiva da vida e obra de Juarez, juntamente com um painel de fotografias e informações biográficas.

Escultura
Entre os destaques da exposição estão dezenas de esculturas, suporte com o qual Juarez Machado se destacou logo no início da carreira. Há obras em bronze, metal e gesso, além da conhecida instalação criada com estátuas de Branca de Neve e os Sete Anões.

Também estará presente a famosa bicicleta com rodas quadradas que inspirou o logotipo do Instituto Juarez Machado.

Instituto
Mais recente empreendimento de Juarez Machado em Joinville, o instituto que leva seu nome foi fundado pelo artista em 2014, com a ideia de estimular a arte na cidade catarinense. A instituição, sediada em uma antiga casa da família construída em meados da década de 1930, desenvolve pesquisas, resgate e promoção de obras de Juarez e de outros artistas locais.

O instituto vem desenvolvendo mostras paralelas a partir da aprofundada pesquisa sobre a trajetória de Juarez Machado para a exposição que será aberta agora no Museu Oscar Niemeyer.

Bicicleta
Segundo o curador da exposição, Edson Busch Machado, a ideia é que o público percorra a mostra como se estivesse fazendo um passeio de bicicleta — um dos ícones do universo pictórico de Juarez. Esse é o tema da projeção de vídeo que encerra a exposição.

“Juarez mescla a bicicleta, um elemento da infância em sua cidade natal, com a descoberta da figura humana, seja no estudo da anatomia na Belas Artes ou das belas mulheres que ele tão bem retrata em suas pinturas. E, a partir desses dois elementos, a curadoria parte para suas demais obras”, explica. “É uma viagem de bicicleta que percorre esses 80 anos e relembra todos esses elementos — os ateliês, as paisagens, as mulheres”, explica Busch.

Educativo
Ao longo do período expositivo, estão previstas seis oficinas para escolas públicas de Curitiba. Também haverá duas visitas mediadas, realizadas pelo curador da exposição para o público visitante, com tradução em libras, conforme o cronograma a seguir:

– Oficinas com público espontâneo: dias 8 e 22 junho, das 15h às 17h
– Oficinas com público agendado: dias 6 e 20 de julho: das 15h às 17h
– Oficinas com escola pública: dias 10 e 24 de agosto, das 15h às 17h
– Visitas mediadas ao público espontâneo com o curador, Edson Busch Machado: dia 24 de agosto, às 11h e às 15h

Catálogo
No dia 23 de agosto, às 19h, será lançado ao público o catálogo da exposição contendo texto curatorial, linha do tempo do artista e imagens de obras. O lançamento será marcado por uma mesa redonda no miniauditório do MON com a participação do curador da exposição, Edson Busch Machado, e do crítico de arte Fernando Bini.

A exposição “Juarez Machado – Volta ao Mundo em 80 Anos” foi concebida pelo Instituto Juarez Machado e fica em cartaz até 18 de setembro. A mostra é uma realização da Secretaria Especial da Cultura (Ministério do Turismo) e do MON e tem patrocínio da Vonder.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço
Exposição “Juarez Machado – Volta ao Mundo em 80 Anos”
De 2 de junho a 18 de setembro de 2022
Sala 3
Museu Oscar Niemeyer (R. Marechal Hermes, 999), (41) 3350-4400. De terça a domingo, das 10h às 17h30 (permanência até 18h). R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada). Toda quarta-feira, entrada gratuita.
www.museuoscarniemeyer.org.br

Foto de Juarez: Max Schwoelk
Fotos das obras: Dico Kremer
Legendas:
"Verão em Deauville" – Óleo sobre tela (40x100) – Paris, 1999
"Lembranças do Piano de Tom Jobim" – Óleo sobre tela (73x100) – Paris, 1994
"Diretas Já" – Óleo sobre tela (70x95) – 1984
Sem título – Escultura em bronze (35,2 x 26,6 x 12,8) – 2000

TEKA BRAGA CÔRTES EXPÕE EM NOVA GALERIA DE ARTE EM ITAJAÍ

ARTISTAS DO PARANÁ PARTICIPAM DA EXPOSIÇÃO DE GALERIA DE ARTE EM ITAJAÍ

Estamos a menos de uma semana da inauguração e da exposição de arte da SAVE GLOBAL ART GALLERY do fotógrafo e empreendedor Luiz Todeschi (Tod) que acontece no próximo dia 31 de Maio, em Itajaí, Santa Catarina.

O Luiz Todeschi é um artista premiado em diversos salões e concursos internacionais mostrando e retratando o que de melhor sabe fazer a fotografia. Sempre com uma preocupação com o mundo e a sustentabilidade, é um ser de sensibilidade apurada. Agora a abertura da Save Global Arte Gallery é a realização de um dos seus muitos projetos. O paranaense, durante a pandemia foi morar em Balneário e região, por lá encontrou um lugar que transformou totalmente, com o propósito de ser um ponto de encontro e de conversa sobre arte, cultura e economia criativa, também com um portfólio repleto de potenciais artistas e suas criações.

Participam da primeira exposição alguns artistas do Paraná, entretanto vou destacar em especial as obras da artista visual e gravadora TEKA Braga Côrtes.

TEKA, participa com uma dezena de gravuras selecionadas pessoalmente por Luiz Todeschi no atelier da artista em Curitiba, no início do ano.

Um ímpeto da vontade

Repleta de expressividade e sutilezas, as obras, leia-se Gravuras de Teka Braga Côrtes, nos conduzem por técnicas e meios que surgiram no período medieval e quando processadas pelas mãos da artista, nos trazem o traço significativo da contemporaneidade. São relevos, linhas e cores que com a predominância do preto, que aqui não é a ausência de luz, mas sim a luz gráfica, estabelecem um diálogo aberto e direto com o espectador. Segundo Gaston Barchelard “o poeta é um estado d´alma, a paisagem do gravador é um caráter, um ímpeto da vontade, uma ação impaciente por agir sobre o mundo.” Estamos diante de uma artista paranaense que cheia de ímpeto e vontade nos trás suas ações sobre o mundo. Suas Obras.

A Save Global Art Gallery, acertou em cheio ao trazer para seu espaço os trabalhos de Teka Braga Côrtes uma das mais representativas gravadoras contemporâneas do Brasil.

Carlos Henrique Tullio, Curitiba 26, de maio de 2022. -------------------------------------------------------------------------------

Serviço: A Save Global Art Gallery será inaugurada na próxima terça-feira, dia 31 de Maio, às 20 horas, na Rua Ernesto Schneider, 210 – Itajaí – SC.

Contatos com a artista e gravadora Teka Braga Côrtes em Curitiba @tekabragacortes

EM ANEXO:

- A artista Teka Braga Côrtes. | Fotografia: Carlos Henrique Tullio.

Uultis apresenta móveis com design brasileiro em Nova Iorque

Marca gaúcha de móveis de alto padrão estará presente em dois eventos na América do Norte

Apresentar móveis com matéria-prima brasileira e design de alto padrão são características que estão no DNA da Uultis, marca de Dois Irmãos (RS). De 15 a 17 de maio, a empresa estará na ICFF - The International Contemporary Furniture Fair, maior feira no segmento de móveis contemporâneos da América do Norte. Além disso, alguns produtos da marca também estarão expostos na CASA BRASIL NY 2022, evento que acontece em paralelo à feira, de 11 a 25 de maio, buscando dar visibilidade aos produtos brasileiros no país norte-americano.

Uultis significa “desejo” em latim e é este conceito de “desejo natural pelo o que há de melhor” que a empresa busca agregar em sua participação em ambos os eventos. Por ser uma marca inspirada na natureza, a Uultis apresenta produtos que valorizam a riqueza e força da flora brasileira - conceito que vai ao encontro da proposta da CASA BRASIL NY, que busca reforçar a diversidade da flora, fauna e etnografia brasileira para ressaltar o conceito de “brasilidade”.

Na CASA BRASIL NY, a Uultis marcará presença com três produtos. Um deles é a Mesa de Jantar Dáblio, que possui traços suaves, pés em madeira maciça e tampo com bordas chanfradas, proporcionando um aspecto de flutuação sob a base. Já a Cadeira Sotto possui design vintage, arestas suaves e trabalhadas em madeira maciça, oferecendo versatilidade nas opções de encosto. A última peça é a Poltrona Turn, também em madeira maciça, com acabamento natural e encosto em palha natural de algodão trançada ou tingida.

Já na ICFF, a Uultis estará presente em um estande com uma variedade maior de móveis, entre mesas, cadeiras, poltronas e racks. O espaço contará com peças que aliam o estilo contemporâneo e a alta tecnologia característica da marca, sem deixar de lado a delicadeza dos acabamentos e texturas naturais para proporcionar a “alma brasileira” que assina os produtos da Uultis.

Atualmente, a presença da Uultis no exterior vai além da participação em feiras, já que a marca exporta para mais de 20 países e possui um showroom e armazém em Miami/USA, localizando no endereço 2410 NW 116th St, suite 100 - Miami FL 33167.

Sobre a CASA BRASIL NY e ICFF: A CASA BRASIL NY acontece de 11 a 25 de maio, na 277 Broadway/ 52 Mercer, New York. Já a ICFF acontece de 15 a 17 de maio, Javits Center, NYC, 429 11th Ave, New York.

SEPAC confirma participação na APAS SHOW 2022

A SEPAC, indústria que atua na produção de papéis tissue há mais de 40 anos, estará presente na APAS SHOW, maior evento supermercadista do mundo, que será realizada de 16 a 19 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo. A empresa está inovando a indústria de papel tissue desde a década de 70 e não será diferente na edição 2022 da APAS, e a empresa prepara diversas novidades para os supermercadistas.

14 de maio/sábado-Curitiba sediará Exposição de Ônibus Novos e Antigos

Uma das mais tradicionais mostras sobre preservação de ônibus antigos do país, a EXPONI 10 – Exposição de Ônibus Novos e Antigos, será realizada em Curitiba no próximo dia 14 de maio. Tendo como local a garagem da Auto Viação Redentor, uma das maiores empresas de transporte coletivo de Curitiba, a exposição em sua décima edição, “foi feito, ao longo dos anos, pensando nos pioneiros. Naqueles que ajudaram a erguer as primeiras empresas de transporte coletivo do Brasil. E que, sobretudo, ajudaram a construir o país, desbravando regiões, abrindo estradas e novas fronteiras, transportando junto com as pessoas, também os sonhos de uma vida melhor”, enfatiza Osvaldo Born, um dos responsáveis pela exposição.
Já Reinaldo Penhalves, também idealizador da mostra, salienta que “muitos destes pioneiros trabalharam como mecânicos, motoristas, fiscais, cobradores até alcançar a posição de grandes empresários do setor de transportes. A Exponi também tem o objetivo do reencontro.”
A expectativa dos organizadores da 10.ª Exposição de Ônibus Novos e Antigos, denominada Exponi 10, “é apresentar cerca de 80 ônibus, desde veículos antigos preservados e restaurados por empresas até modelos recém incorporados às frotas de operação de linhas regulares e turismo. O evento será uma oportunidade para os visitantes conhecerem as tendências tecnológicas e de conforto dos veículos mais modernos disponíveis no mercado, e ainda recordar os pioneiros do transporte coletivo no Brasil”, comenta Eduardo Tows, também integrante do grupo que promove a mostra.
A garagem da Auto Viação Redentor, local da exposição, fica no bairro CIC na Região Sul de Curitiba, na Av. Juscelino K. de Oliveira, 14295. De acordo com a programação, a exposição no dia 14 de maio vai ocorrer das 09h30min às 16h30min. Contará com um Espaço Kids para as crianças, o Espaço Rosa de acolhimento do público feminino, uma Praça de Alimentação e apresentações culturais ao longo do período de abertura ao público. O ingresso para o evento são 2 quilos de alimentos, que serão encaminhados a instituições de assistência social de Curitiba e região metropolitana. Mais informações podem ser obtidas no site www.omnibus.com.br

Auto Viação Redentor faz parte da história

Foto 2 Sueli Gulin Calabrese diretora de Recursos Humanos da Auto Viação Redentor
Segundo a diretora de Recursos Humanos da Auto Viação Redentor, Sueli Gulin Calabrese, “para a Diretoria e os colaboradores da Auto Viação Redentor, é uma honra e alegria de sediar a EXPONI 10 – Exposição Nacional de Ônibus Novos e Antigos. E ao mesmo tempo ficamos muito felizes por fazer parte da história da mobilidade urbana em Curitiba, que já serviu de modelo para muitos países”.
A Auto Viação Redentor, uma das maiores empresa de transporte coletivo de Curitiba, é a empresa líder do Consórcio Transbus, e juntamente com todo o sistema transporta em média 337 mil passageiros / dia, e em torno de 10 milhões por mês.
E acrescenta Sueli: “nós participamos de ações sociais com doações de roupas e alimentos em regiões carentes onde atendemos com nossas linhas. Possuimos uma Equipe de Instrutores de Treinamento para motoristas e cobradores, bem como a Escolinha para Motoristas, onde são tratados a Integração, a Direção Defensiva, a Excelência Operacional, a Direção Econômica para reduzir o consumo de combustível. ”

Inauguração da exposição “Insólitos” no MAC-PR

Inaugurou na noite desta quarta-feira, 4 de maio, a exposição “Insólitos” no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), em Curitiba. A abertura contou com presenças da Superintendente-geral da Cultura do Paraná, Luciana Casagrande, da idealizadora do projeto, Malu Meyer, da diretora do MAC-PR, Ana Rocha, da curadoria Pollyanna Quintella, do artista expositor Tony Camargo e do público apreciador de arte contemporânea. A mostra, que segue até 31 de julho, marca o início do Clube de Colecionadores do MAC-PR e a primeira ação da Associação de Amigos do MAC (AAMAC). “Insólitos” reúne obras de cinco artistas convidados: Daniel Acosta, Mano Penalva, Maya Weishof, Tony Camargo e Washington Silvera que trazem a temática do incomum, o anormal, o que não é habitual, o infrequente e o raro. Também estão em exposição outras importantes obras de António Manuel, Cybele Varela, Henrique Fuhro, Pietrina Checcacci, Vera Chaves Barcellos, Solange Escosteguy e Ubi Bava, do acervo do museu.
No dia 10 de maio (terça-feira) será feito o lançamento do Clube de Colecionadores do MAC-PR na SOMA Galeria, dirigida por Malu Meyer, a partir das 19h. O endereço é Av. 7 de Setembro, 5708, Curitiba.
Mais informações sobre “Insólitos”: www.mac.pr.gov.br.
Fotos: Maringas Maciel

Legendas das Fotos:
01
Malu Meyer (ao centro, idealizadora do projeto Insólitos) e Pedro Amin (foto Maringas Maciel)

02
Pollyanna Quintella (Curadora), Ana Rocha (Diretora do MAC-PR), Tony Camargo (artista expositor) e Luciana Casagrande (Superintendente-geral de Cultura) (foto Maringas Maciel)

03
Ana Rocha (Diretora do MAC-PR), Pollyanna Quintella (Curadora) e Luciana Casagrande (Superintendente-geral de Cultura) (foto Maringas Maciel)

04
Pollyanna Quintella (curadora) com Vilma Slomp (artista) (foto Maringas Maciel)

05
Tony Camargo (artista expositor) (foto Maringas Maciel)

06
Luciana Casagrande (Superintendente-geral de Cultura) e Karina Amadori Insólitos 05 - Tony Camargo (artista expositor) (foto Maringas Maciel)

07
Ana Rocha com Tuca Nissel e Fabiane Queiroz (ambas da Ybakatu Galeria de Arte) (foto Maringas Maciel)

08
Os artistas Hugo Mendes (esq.) e Tony Camargo (foto Maringas Maciel)

09
Ale Mazzarolo (artista) com Milena Kovalczuk (foto Maringas Maciel)

10
Maurício Pinheiro Lima com Karina Amadori (foto Maringas Maciel)

UM JARDIM ENCANTADO EM CURITIBA

“A capital paranaense é palco de estreia da exposição de artes visuais ‘Jardim Sensorial’, que fica em cartaz até 03 de julho na Ópera de Arame. A mostra recria elementos do universo da fauna e da flora brasileira e mundial a partir de esculturas do artista plástico e designer carioca Marcos Scorzelli. Um jardim pensado para criar encantamento e também para instigar a curiosidade de quem o visita, com formas tridimensionais e uma explosão de cores vibrantes, que se propõe mostrar mais do que os olhos estão acostumados a ver”.

Um passeio sensorial que recria elementos do universo da fauna e da flora brasileira e mundial a partir de esculturas do artista e designer carioca Marcos Scorzelli será aberto aos paranaenses. Curitiba foi o cenário escolhido para a estreia da exposição de artes visuais ´Jardim Sensorial´, que chega a um dos cartões-postais da cidade, a Ópera de Arame (R: João Gava, 920) e fica em cartaz até 03 de julho. Idealizado e realizado pela Guanabara Produções Culturais por meio da Lei de Incentivo à Cultura, a mostra traz obras que estarão em um jardim pensado para criar encantamento e também para instigar a curiosidade de quem o visita, com formas tridimensionais e uma explosão de cores vibrantes, que se propõe mostrar mais do que os olhos estão acostumados a ver. A visitação é aberta de terça a domingo, das 10h às 18h e tem o valor simbólico para entrar no espaço de R$15,00 (inteira)/ R$7,50 (meia-entrada).

O Jardim Sensorial busca estimular as percepções dos visitantes de forma lúdica e surpreendente. A fauna será representada por uma série de dezesseis esculturas tridimensionais de animais e cinco peças que representam a flora da cidade. Criadas a partir do universo da geometria, as peças gigantes seguem uma técnica de dobradura e são resultantes do vinco e corte da chapa de aço sem soldas, recortes ou sobra de material.

O Marcos tem um trabalho fantástico em que ele traz a chapa metálica com dobraduras, como se fossem origamis em tamanho gigante. São peças que têm alma, que têm identidade e que conversam com a gente. E mais do que isso, são peças que permitem a interatividade, que as crianças podem manipular. Elas conversam e criam uma conexão forte com as pessoas, são peças com expressão e com alma. Nada mais interessante do que trazê-las para a Ópera de Arame”., revela Felipe Guerra, que assina a curadoria da mostra. “A Ópera de Arame foi uma obra de arquitetura construída 100% em estrutura metálica, dentro de uma antiga pedreira de Curitiba, em apenas três meses, para abrigar o primeiro Festival de Teatro de Curitiba. Então, essa arquitetura metálica vai conversar perfeitamente com as obras metálicas do Marcos. E os espaços entre a arquitetura e a natureza vão servir perfeitamente como pano de fundo para essas peças. Teremos uma conexão, uma conversa direta entre a arquitetura, a natureza e as artes”, completa Felipe.

Os bichos de Scorzelli são todos desenvolvidos a partir de uma forma geométrica inicial – um círculo ou retângulo – para em seguida serem transformados pelo designer em um objeto espacial complexo, apenas com a interferência de movimentos precisos. O resultado é uma fauna minimalista e muito colorida, formada por diversos bichos que chegam até três metros de altura, como girafas, polvo, ema, elefante, beija-flor, bicho preguiça, touro, coelho e capivaras, que propiciam inúmeras conexões imaginativas e inventivas e estimulam de forma divertida a cognição de pessoas de todas as idades e classes sociais.

“Meus animais são ao mesmo tempo a continuidade do sentido lúdico e a problematização da geometria. Nesse sentido, adequam-se ao desenvolvimento de um viés educativo, explorado agora nessa exposição. A aparente simplicidade da transformação de uma forma geométrica plana em um volume espacial complexo, travestido de figuras de bichos coloridos, dinâmicos e cheios de personalidade, vai certamente encantar toda a família. Desde que eu pisei em Curitiba, estou inquieto para criar um dos símbolos da cidade – a capivara, que será feita especialmente para esta mostra.”, comenta o artista e designer Marcos Scorzelli.

Com movimentos precisos surgem formas tridimensionais da flora que complementa e dialoga com a fauna e estarão representadas por cinco peças, como a flor da bracatinga, flor do manacá, vitória régia, pinha e mandacaru. Ela traz um diferencial em que o artista vai trabalhar com positivo (presença da chapa) e negativo (ausência da chapa). Primeiro a projeção da sombra que vai dar no ambiente com o sol incidindo sobre essas esculturas. As sombras são muito geométricas, assim como são as esculturas. E segundo, o negativo que é a ausência da chapa. Esse vazio vai proporcionar uma visibilidade através da escultura e a textura de fundo será preenchida sempre por um elemento pertencente a Ópera de Arame, principalmente a natureza ao redor, como a arquitetura metálica do espaço, a água, rocha, vegetação e céu. “Essa sobreposição de planos geométricos estimula a observação do movimento e da geometria das sombras projetadas pelos elementos vazados. Estimula a observação entre o bi e o tridimensional. Será algo surpreendente!”, explica Marcos.

Scorzelli sempre parte da premissa de usar cores primárias e muito saturadas. Em um espaço como a Ópera de Arame, que tem essa leitura de uma arquitetura metálica integrada à natureza, com rochas e muita vegetação, é um ambiente perfeito para essas esculturas, porque elas têm cores complementares. Por serem cores muito saturadas, têm um contraste muito grande com a vegetação, com o cinza, com o espelho d'água. “A gente já teve experiências assim no Rio de Janeiro, no Museu do Açude, em que a observação é muito interessante. Eu digo que são crianças de todas as idades porque não são só crianças. Os adultos também ficam muito estimulados, porque como são objetos muito simples e muito lúdicos, a observação desperta uma curiosidade de tentar buscar uma desconstrução e tentar entender de onde surgiu aquele movimento que gerou aquela forma. Acho que a Ópera de Arame é o ambiente perfeito para receber essas peças. São esculturas que estimulam muito a integração da família, de passeios, de visualização, de observação, é um ambiente realmente muito favorável para receber esse material todo”, conta Marcos.

“A ideia é aproveitar o espaço, o silêncio e o respiro entre a natureza e a arquitetura, aproveitar esse pano de fundo, esses pequenos interstícios, para acrescentar a obra do Marcos. Então, a gente tem a água, o próprio metal, as esculturas, as estruturas, as pedras, as árvores, tudo isso será aproveitado para que cada peça seja abraçada ou pela arquitetura ou pela natureza ou pelos dois”, finaliza Felipe.

Acessibilidade e Social
Pensada para ser totalmente acessível, a exposição Jardim Sensorial conta com QR codes de audiodescrição em todas as esculturas. Além disso, uma versão on-line da mostra em 3D ficará disponível para visitação gratuita no site da produtora (www.montenegroproducoes.com/projeto/casa-dos-sentidos).

Em paralelo à exposição, serão realizadas também ações sociais externas, como uma oficina criativa com materiais da natureza para 500 alunos de escolas da rede pública de Curitiba, além de palestras para professores.

O projeto Jardim Sensorial tem patrocínio Tetra Pak, Grupo Barigüi, Britânia, Celepar e Da Magrinha; além de parcerias com Instituto Barigüi e Montenegro Produções Culturais.

FICHA TÉCNICA
Coordenação Geral: Guanabara Produções Culturais
Direção Artística: Carolina Montenegro
Produção Executiva: Camila Guanabara
Coordenação Técnica: Renato Hollanda Cavalcant
Design Gráfico: Caio Vitoriano
Assistente de Criação: Janine Bello, Patrick Miguel
Assistentes de Produção: Ruan Brito
Coordenação de Comunicação: Juliana Girardi
Curadoria: Felipe Guerra e Carolina Montenegro
Artista Convidado: Marcos Scorzelli
Concepção da Expografia: Marcos Scorzelli
Assessoria de Imprensa: Ana Paulla Righetto
Fotografia: Brunno Covello
Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Lei Federal de Incentivo à Cultura

Serviço:
Idealizado e realizado pela Guanabara Produções Culturais por meio da Lei de Incentivo à Cultura
JARDIM SENSORIAL - Exposição de arte visual
QUANDO: de 03 de maio a 03 de julho de 2022
LOCAL: Ópera de Arame (R. João Gava,920)
HORÁRIOS PARA VISITAÇÃO: de terça-feira a domingo, das 10h às 18h.
Entrada para Ópera de Arame: R$15,00 (inteira) e R$7,50 (meia-entrada). Meia-entrada válida para moradores de Curitiba e região metropolitana, crianças entre 05 e 11 anos, estudantes e professores, pessoas com mais de 60 anos, portadores de necessidades especiais e acompanhante, doadores de sangue e jovens de baixa renda que possuam o CadÚnico.
Isenção de entrada: estudantes do ensino público e crianças até 05 anos
Classificação indicativa: livre

Exposição Silêncios revela em traços e cores as incertezas que o período de confinamento trouxe às pessoas

Os últimos dois anos foram diferentes e inconstantes, pois a pandemia trouxe muitas mudanças e circunstâncias incertas para todos nós. Há pessoas que continuaram na ativa incansavelmente e há aquelas que se beneficiaram desse período para estudar, refletir, mudar algo em si, exercer outras atividades que até então não exerciam, e assim por diante. A exposição coletiva Silêncios revela um pouco disso, ela propõem uma reflexão sobre o período de confinamento. Essa produção foi desenvolvida nesses últimos dois anos, momento em que os artistas buscaram na arte o refúgio para passar esse período tão difícil. Ela constituiu-se no lar e traz para o visitante a perspectiva de um olhar contemplativo sobre objetos afetivos ao redor da casa. Está aberta para visitação no Espaço de Arte Francis Bacon até o dia 27 de maio.
Mais de 20 pinturas sobre tela, 10 colagens e uma instalação com mais de 50 desenhos e aquarelas de tamanhos variados compõem o ambiente que tem a curadoria do professor de pintura e desenho do Museu Alfredo Andersen, em Curitiba, Luiz Lavalle. Ele explica que para idealizar essa mostra foram estudados vários artistas contemporâneos que exploram a temática da casa, entre eles o artista curitibano João Paulo de Carvalho, que foi usado como referência nos trabalhos. “A exposição corresponde à produção dos artistas do ateliê do Museu Casa Alfredo Andersen, sob minha orientação no período pandêmico. As produções correspondem a pinturas de médio e pequeno formato, em suma monocromáticas, desenvolvidas a partir de cenas de interiores, em torno da casa e objetos afetivos, retratando a ausência, o silêncio e a transitoriedade do tempo.”
Essa exposição se enquadra no contexto da arte contemporânea porque explora suportes diferentes, além da pintura tradicional, como colagens, desenhos, poesias, anotações e uma instalação coletiva de grandes dimensões. E a mensagem que o grupo de artistas quer transmitir revela muito mais do que os olhos podem ver. “Essas obras refletem o universo pessoal de cada artista, suas incertezas, medos, crenças e também a esperança em dias melhores. A exposição é como um grande diário coletivo aberto e desmembrado, propondo uma visão otimista de mundo, onde o coletivo e a arte são fundamentais para o desenvolvimento humano”, finaliza Lavalle.

Artistas:
Adriana Joaquim
Andrea Gotti
Anna Petraglia
Claudete Farhat
Graciela Scandurra
Graziela Borche
Káthia Coelho
Miriam Saad
Nori Roseira
Regina J. Oleski
Rosângela Soares Pinto
Sissi Kleuser
Sônia M. Romaniuk

Sobre o curador:
Lavalle é graduado em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas pela FAP. Tem pós-graduação em Artes Visuais pelo SENAC. É professor de pintura e desenho no Museu Alfredo Andersen. Como artista visual, pesquisa as linguagens da pintura, desenho e fotografia.

Serviço
Exposição Silêncios
Local: Espaço de Arte Francis Bacon – Ordem Rosacruz (AMORC)
Endereço: Rua Nicarágua, 2620 - Bacacheri - 82515-260 - Curitiba, Paraná.
Entrada: Franca
Data: até 27 de maio de 2022.
Horário: de terça a sexta-feira das 13h30 às 17h. O Espaço não abre nos feriados.

“Insólitos”, nova mostra do MAC Paraná, inaugura Clube de Colecionadores do museu

Exposição marca primeiro evento do Clube de Colecionadores do MAC Paraná com trabalhos de Daniel Acosta, Mano Penalva, Maya Weishof, Tony Camargo e Washington Silvera

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O Museu de Arte Contemporânea do Paraná inaugura no dia 04 de maio (quarta-feira) a exposição "Insólitos". Com a curadoria de Pollyanna Quintella, a exposição, aborda o incomum, o anormal, o que não é habitual, o infrequente e o raro na visão de cinco artistas convidados: Daniel Acosta, Mano Penalva, Maya Weishof, Tony Camargo e Washington Silvera e outros artistas importantes do acervo do MAC Paraná.

Junto aos cinco artistas convidados, estarão na exposição importantes obras históricas de António Manuel, Cybele Varela, Henrique Fuhro, Pietrina Checcacci, Vera Chaves Barcellos, Solange Escosteguy e Ubi Bava, produzidas nos anos 1960 e 1970 e que fazem parte do acervo do MAC Paraná. Artes que trazem produções revolucionárias e um grande papel de experimentação no campo artístico em uma época de luta sociopolítica.

A abertura, na próxima quarta-feira (04), será a partir das 19h com entrada gratuita. O MAC está funcionando atualmente nas salas 8 e 9 no Museu Oscar Niemeyer. “Insólitos” fica em exibição até 31 de julho.

Clube de Colecionadores
Além de dar continuidade ao projeto de remixar obras do acervo do MAC Paraná com artistas convidados, “Insólitos” traz em si uma potente novidade: os artistas convidados nesta exposição inauguram o Clube de Colecionadores do MAC Paraná, que visa incentivar o colecionismo de arte contemporânea e a arrecadação de fundos para novas aquisições de obras que serão, futuramente, incorporadas ao acervo da instituição. Essa é a primeira ação da Associação de Amigos do MAC (AAMAC), uma organização sem fins lucrativos criada exclusivamente para arrecadar fundos para a preservação do acervo do MAC Paraná.

Historicamente, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná é um espaço de fomento e preservação da arte produzida no Brasil desde a década de 1940. Para Ana Rocha, diretora do museu, “o Clube de Colecionadores reforça ainda mais profundamente essa vocação do museu e fortalece a preservação da memória artística contemporânea que é salvaguardada aqui”. Mais informações sobre como participar do Clube serão divulgadas em breve, na página do AAMAC dentro do site: www.mac.pr.gov.br.

Sobre as obras
As obras evidenciam uma visão de outro ponto de vista, a tradução do invisível, a interpretação fora do padrão e da obviedade daquilo que a imagem e um objeto representam. O artista baiano Mano Penalva utiliza a dualidade de significados por meio de obras feitas em materiais e utensílios presentes nos mercados populares, nos afazeres domésticos e na vida cotidiana. Entre elas, a intitulada “Namoradeira, Tramas”, exemplifica esse olhar além do óbvio. “As duas cadeiras unidas por uma única faixa de nylon representam o encontro dos corpos frente a frente”, explica ele.

A visão do oposto também é traduzida pelo artista Washington Silvera, que exibe nas esculturas a linguagem surrealista e a poética hercúlea. Em sua obra “Luva e Espelho”, ele revela o reflexo, a dualidade entre o leve e o pesado da luva e a direita e a esquerda das mãos.

Já a artista curitibana Maya Weishof, com o fascínio por imagens antigas, traz em suas pinturas a adaptação para a atualidade com traçados coloridos, delirantes, deformados e inusitados. Em “Noite Estrelada”, a artista debruça-se sobre a releitura do corpo da mulher, e relata que traz “erotismo e humor para uma imagem a princípio asséptica”.

Nas “Fotoplanopinturas” do artista paranaense Tony Camargo, há a captura através de luz e movimento, a marcação de um momento performático por meio da fotografia e sua passagem para o suporte tridimensional. Para ele, busca nesses trabalhos “reencarnar” vistas. “Talvez o sentido desses objetos, como arte, está na vontade de recombinar compactando imagens ou lugares narrativos”, explica.

O escultor gaúcho Daniel Acosta também visa dinamismo. Na mistura de arquitetura e design, trabalha com cores vibrantes, inspirado na arte oriental e traçando linhas em objetos. Segundo ele, “nos trabalhos a sobreposição dos elementos ornamentais sintéticos, que cruzam da direita para a esquerda e vice-versa, criam um dinamismo por contraposição”.

Serviço – Exposição “Insólitos”
Abertura: 04 de maio às 19h
Período de exposição: 05 de maio a 31 de julho
Horário de visitação: de terça a sexta-feira das 10h às 19h e sábado das 10h às 15h
Local: Museu de Arte Contemporânea do Paraná – MAC-PR (que atualmente está funcionando no Museu Oscar Niemeyer, nas salas 8 e 9)
Endereço: Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico (Curitiba, PR)
Ingressos: gratuito na abertura (04/05) e nas quartas-feiras, das 10h às 18h. Nos demais dias R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada). Gratuito para menores de 12 anos e maiores de 60 anos.

CURITIBA VOLKSFEST REÚNE EXPOSIÇÃO DE FUSCAS E DERIVADOS, GASTRONOMIA, ATRAÇÕES CIRCENSES E MUITO ROCK

A expectativa é que mais de 5 mil pessoas visitem o Bosque São Cristóvão, em Santa Felicidade

No Bosque São Cristóvão acontecerá a 3ª Edição do Curitiba Volksfest. Nos dias 30 de abril e 01 de maio, o público poderá conferir a exposição de fuscas e veículos refrigerados a ar (air cooled). A expectativa dos organizadores é de mais de 5 mil visitantes. O evento atrai expositores de todo o País.

Uma das atrações será o modelo KarmannGhia Lowlight 58 conversível. O carro foi importado dos Estados Unidos e existem apenas duas unidades no Brasil. Ele é um matching number, ou seja, os componentes principais do veículo (chassis, motor, câmbio) são originais ou se combinam. É um veículo que foi restaurado nos mínimos detalhes.

O festival contará com um palco fixo, que terá a apresentação de diversas bandas de rock. No sábado tocam Queen Immortal, Touché Ravel e Rota Meia Meia. Já no domingo a apresentação é por conta de Legião Urbana Cover PR, Museus & Damas de Paus e Mr. Gomes.

O evento também vai reunir feiras de peças e oficinas de performance. Uma grande área gastronômica e aberta, com várias opções de chope Gauden, estarão disponíveis nos dois dias do evento. Atrações circenses como palhaço, perna de pau, malabarista, sombra e mágico irão se apresentar no bosque.

É importante destacar que, este ano, a organização mudou a logística de entrada. Os visitantes poderão estacionar no Clube Mercês, que fica ao lado do Bosque. Já os expositores entrarão pela Rua Domingos Strapasson. “O objetivo é ampliar a exposição de carros e facilitar o estacionamento para os visitantes,” explica Renan Morais, um dos organizadores do evento.

Os ingressos antecipados para visitantes custam entre 25 e 40 reais para o final de semana. Adquirindo um ingresso, a pessoa concorre a um barril de Gauden Pilsen. Para expositores, o valor da entrada é de 100 reais para os dois dias com direito a acompanhante. Quem comprar antecipadamente poderá estacionar os veículos já na sexta-feira, dia 29.

No sábado, o evento acontece das 10h às 22h, e no domingo será das 10h às 20h. O festival é patrocinado pela Gauden Bier e tem o apoio da Bassul Tintas de Alta Performance, PPG Industries, VW Klassik e Volks Porsche.

3ª Edição Curitiba Volksfest

Data: 30 de abril e 01 de maio

Local: Bosque São Cristóvão

Estacionamento para visitantes: Clube Mercês

Estacionamento para expositores: Rua Domingos Strapasson.

Horário: das 10h às 22h no sábado e das 10h às 20h no domingo.

Ingressos: Visitante para 1 dia - R$ 25,00

Visitante para os 2 dias – R$ 40,00

Expositor para os 2 dias – R$100,00 (motorista e acompanhante)

Onde comprar: Para pedestres, ingressos à venda pelo https://www.sympla.com.br/evento/ingresso-visitantes-curitiba-volksfest/1518140

Maior jardim de esculturas público do Brasil, com obras de João Turin, vai completar um ano

Espaço de 8 mil m2 conta com 13 obras de bronze ampliadas com métodos que usaram tecnologias 3D avançadas, algumas chegam a 3 metros de altura
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Perto de completar seu primeiro aniversário de inauguração, o Memorial Paranista, espaço de preservação e difusão de obras de arte em Curitiba, tem entre seus atrativos o maior jardim de esculturas público do Brasil, com 13 obras ampliadas em bronze de João Turin (1878-1949) em um espaço de 8 mil m2 no Parque São Lourenço, local de grande circulação de pessoas na capital paranaense.

No Jardim de Esculturas, o público pode apreciar alguns dos trabalhos mais representativos deixados pelo artista, com destaque para animais selvagens, como onças, que o artista representou com grande realismo. Profundo conhecedor da anatomia animal, Turin destacou-se como o maior escultor animalista do Brasil. A obra de maior destaque no local é “Marumbi”, que apresenta a luta de duas onças. Completam o conjunto de obras expostas a céu aberto dois baixos relevos (um deles com a lendária imagem da fundação de Curitiba) e duas representações de indígenas do povo Guairacá, sendo que um deles tem 3 metros de altura, na entrada do parque.

Construído pela Prefeitura de Curitiba e inaugurado em 14 de maio de 2021, o Memorial Paranista conta com três edificações interligadas por uma galeria com cobertura de vidro. O local reúne cerca de 100 trabalhos de João Turin, sendo que 13 estão no Jardim de Esculturas, que possui obras ampliadas. Algumas ganharam proporções heróicas, sendo a maior de todas “Marumbi”, com 3 metros de altura e aproximadamente 700 quilos.

Processo de ampliação das obras
As obras originais deixadas por João Turin, em sua maioria eram gessos que tinham em média 40 centímetros de altura. Para se chegar às obras em grandes proporções do Jardim de Esculturas, foi feito um processo de ampliação, em que se fabrica o molde da obra no tamanho desejado, para em seguida fazer a fundição, que resulta na escultura ampliada. “É muito complexo fazer isso da forma tradicional. Existem métodos antigos de se fazer ampliação manualmente usando proporções e determinados instrumentos”, comenta Samuel Lago, um dos detentores dos direitos autorais do artista.

As obras ampliadas de João Turin foram feitas com tecnologias avançadas, aliadas com técnicas tradicionais. Os moldes foram produzidos com impressoras 3D a partir de um minucioso processo de digitalização tridimensional das esculturas originárias, com um scanner específico. Samuel Lago explica que as novas tecnologias trazem um resultado mais fiel à obra originária, além de poupar tempo na produção. “Os benefícios são imensos. Porém o que fizemos foi aliar os métodos mais modernos com as técnicas milenares como a da cera perdida, muito utilizada para fundições em bronze. Unimos o melhor dos dois mundos, sempre pensando pra frente, mas sem descartar métodos clássicos que funcionam bem. O resultado é notável”. Após a feitura dos moldes, foram realizadas as fundições das obras em bronze. Todo o processo foi feito por uma experiente empresa da Califórnia, nos EUA. As obras ampliadas foram transportadas de navio até o Brasil.

Obras em outros locais públicos do Paraná e Rio de Janeiro
João Turin foi um dos primeiros artistas a levar a arte de seu estado para o Brasil e o mundo. Suas esculturas estão em locais públicos de municípios paranaenses, no Rio de Janeiro e até na França, onde o artista tem exposta uma Pietá, feita em 1917, para a Igreja de Saint Martin, em Condé-sur-Noireau, uma verdadeira relíquia, que resistiu aos bombardeios da Segunda Guerra. Um exemplar desta obra estará exposto no Memorial.

Curitiba, onde Turin passou boa parte de sua vida, possui muitas obras do autor espalhadas por parques e praças da cidade, como “Tigre Esmagando a Cobra”, localizada próxima ao portal do bairro de Santa Felicidade, “Luar do Sertão”, em frente à Prefeitura Municipal e “Tiradentes”, na praça de mesmo nome. A cidade do Rio de Janeiro também conta com esculturas de João Turin a céu aberto. Um exemplar de “Luar do Sertão” está na Praça General Osório, no bairro Ipanema, enquanto a escultura de uma onça pode ser apreciada no Jardim Botânico.

Turin também está no acervo de arte do Vaticano. A escultura “Frade Lendo” foi entregue como presente do povo brasileiro para o Papa Francisco, em 2013, na primeira visita do pontífice ao Brasil.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do estado do Paraná, ele veio ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura na Bélgica. Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa. Foi premiado no salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses. Esta exposição também teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e na Pinacoteca de São Paulo.

Serviço:
Memorial Paranista João Turin: Rua Mateus Leme, 4700 (Curitiba, Paraná).
Entrada gratuita.
Agendamento de visitas guiadas no site www.curitiba.pr.gov.br/memorialparanista
Site sobre João Turin: joaoturin.com.br
Redes sociais: @escultorjoaoturin e facebook.com/escultorjoaoturin

Vídeo sobre o Memorial Paranista João Turin:
https://youtu.be/0ZevRuwdti8

Ernesto Ristorante promove Festival de Camarão com 5 pratos exclusivos

O evento, válido para o jantar, vai acontecer entre os dias 13 e 30 abril, no principal endereço da gastronomia italiana em Curitiba (PR)

CURITIBA, 08/04/2022 – A culinária italiana tem várias características específicas, conhecidas e replicadas mundialmente, entre elas a qualidade das massas frescas. Para celebrar o frescor das receitas italianas combinadas com o sabor único – e tão amado pelos brasileiros – do camarão, o Ernesto Ristorante, empreendimento comandado pelo renomado chef Dudu Sperandio, vai promover entre os dias 13 e 30 de abril o Festival de Camarão.

Durante os dezoito dias de festival, os clientes poderão desfrutar no jantar cinco deliciosos pratos que levam o camarão como protagonista, cada um pelo preço fixo de R$ 95. Entre as opções estão o Fettuccini com abobrinhas e tomate cereja salteados no azeite de oliva extra virgem e camarões; o Risoto de Alho Poró com Grana Padano e camarão grelhado; o Fettuccini com Grana Padano e camarão grelhado; o Maccherone com molho levemente picante e camarão grelhado; e o Risoto de Açafrão com camarão grelhado.

“O festival foi especialmente pensado para aqueles que desejam substituir a carne vermelha por frutos do mar em suas refeições, seja na Sexta-feira Santa ou após a quaresma”, explica o chef Dudu Sperandio. "Queremos propor uma experiência típica italiana, mas do jeito que o brasileiro gosta: com pratos que misturam massas frescas e camarões", complementa.

O Festival do Camarão vai acontecer entre os dias 13 e 30 de abril no Ernesto Ristorante (Rua Myltho Anselmo da Silva, 1483), no bairro Mercês. Mais informações pelo telefone (41) 4141-5477 ou no site www.dudusperandio.com.br.

MON abre normalmente nos feriados de abril

O Museu Oscar Niemeyer (MON) estará aberto normalmente ao público nos feriados de Sexta-feira Santa, Páscoa e Tiradentes, dias 15, 17 e 21 de abril. O horário de funcionamento é das 10h às 18h, sendo o último horário de acesso às 17h.

A MON Loja também abrirá nestes dias, seguindo o horário de funcionamento do Museu. Nela, o visitante encontra presentes, peças de design assinadas, livros de arte e livros infantis, além de catálogos e souvenirs de exposições de arte com a marca do Museu Oscar Niemeyer. Para mais informações, acesse www.museuoscarniemeyer.org.br/visite/ingressos-horarios.

O MON Café segue o horário de funcionamento das 9h às 19h.

Em cartaz
Várias exposições estão em cartaz atualmente no MON. São elas: “O Labirinto da Luz”; “África, Expressões Artísticas de um Continente”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Segunda Edição”; “O Mundo Mágico dos Ningyos”; “Lados Lados”; “Afinidades”; “Da Vinci Experience”; “Espaço Niemeyer”; “Cones” e obras do Pátio das Esculturas.

Ingressos
Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para professores e estudantes com identificação; doadores de sangue; pessoas com deficiência; titulares da ID Jovem; pessoas com câncer com documento comprovatório). Menores de 12 anos, maiores de 60 anos, jornalistas, taxistas credenciados à URBS, membros da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP) e membros do International Council of Museums (ICOM) têm direito à entrada gratuita, mediante apresentação de documento que comprove a condição.
Eles podem ser adquiridos online ou diretamente na bilheteria, sem a necessidade de fazer agendamento prévio.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 14 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço:
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Aberto nos feriados de abril, das 10h às 18h.
Rua Marechal Hermes, 999
www.museuoscarniemeyer.org.br