Contrabaixo e mulheres na Capela Santa Maria

Bruna Buschle lança álbum dedicado às compositoras

Grandão, pesado, com tons graves, o contrabaixo acústico é quase sempre associado ao universo masculino. Quase. Há no entanto um movimento feminino que vem, aos poucos, quebrando esse paradigma. Aqui em Curitiba a contrabaixista Bruna Buschle sistematicamente mostra que o instrumento pode e deve ser tocado por mulheres. Ela vai apresentar na próxima quarta-feira, dia 2, às 20 horas, o concerto de lançamento do seu álbum ONDAS – Compositoras para Contrabaixo, na Capela Santa Maria (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro). No repertório ela reúne obras de compositoras da música de concerto, popular e contemporânea para diferentes formações camerísticas, tendo o contrabaixo como protagonista. O recital marca o lançamento de seu trabalho nas plataformas de streaming. Os ingressos custam R$20 e R$10 (meia) e podem ser adquiridos no site comprenozet.
Bruna Buschle lembra que o projeto Ondas nasceu a partir da conclusão de seu curso. Ela é graduada em Música pela FAP e foi a primeira mulher a concluir o curso de Contrabaixo Acústico da EMBAP. “O contrabaixo é como qualquer instrumento, exige técnica, estudo, e não tem nada que incapacite as mulheres de tocar. Quando você estuda o repertório tradicional, a maior parte dos autores são homens. Então me questionei e comecei a pesquisa sobre as mulheres compositoras. No meu recital de formatura, eu toquei ‘Pantomime’, música da russa Sofia Gubaidulina, que é uma grande referência da música contemporânea”. A composição, que completa 60 anos em 2026, foi o embrião do projeto que foi gravado e será apresentado no recital da Capela.
Na sua pesquisa Bruna tinha outra certeza. Gravar a composição “Ondas”, da compositora brasileira Sônia Ray, para contrabaixo solo, que acabou nomeando o álbum. “Essa obra é bem conhecida fora do Brasil, e eu a escolhi por ser uma referência brasileira”. Com mais de 20 anos de atuação na cena musical de Curitiba, Bruna recorreu então às suas amigas compositoras e encomendou três obras inéditas para incluir no repertório do projeto. Tainá Caldeira (“The Empress”), Maria Betânia Hernandez (“Atlântico”) e Ana Lima (“Canto nº1"). “Essas compositoras transitam no universo erudito e popular. A proposta era música de câmara, contemporânea, e elas colocaram as influências delas”.
No recital de lançamento Bruna será acompanhada pelas musicistas Lilian Nakahodo (piano), Camila Cardoso (marimba), Gabriela Bruel (bateria) e Denusa Castellain (flauta). “A ideia do projeto era para ser compositoras, mas foi se formando, naturalmente, um grupo de feminino que eu toco faz tempo. Pessoas que eu confio e são super profissionais. E foi muito legal fazer esse trabalho ao lado de mulheres que eu admiro e que são amigas e parceiras de outros projetos”.
Para a gravação do álbum Ondas, que foi realizada no estúdio Brasil Nativo, pelo selo Ars Magna, ela convidou a contrabaixista Maria Eliana Salomão, sua orientadora na Belas Artes, “Além de minha professora, ela durante anos foi contrabaixista da Orquestra Sinfônica do Paraná. Sua ajuda foi fundamental para minha carreira. E, para esse trabalho, ela fez minha orientação técnica e estou muito feliz de ter ela junto”, reconhece. O álbum estará disponível gratuitamente nas plataformas digitais a partir do dia 2 de setembro.

Serviço: Ondas – Compositoras para Contrabaixo – Recital de lançamento álbum da contrabaixista Bruna Buschle.
Dia 02 de setembro, quarta-feira.
Horário: 20 horas
Local: Capela Santa Maria (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)
Entrada: R$20 e R$10 (meia entrada).
Ingressos à venda pelo site comprenozet.
Classificação 12 anos
Duração: 60 minutos

Crédito fotográfico: Miriane Figueira/divulgação

Programa do Recital:
“Ondas” - Sonia Ray
‘Pantomime’, - Sofia Gubaidulina
“Atlântico” - Maria Betânia Hernandez
“The Empress” - Tainá Caldeira
“Canto nº1” - Ana Lima

Bruna Buschle CLIPE:
“Ondas” (Sonia Ray)
https://youtu.be/JuaKG8_kfd4?si=o4ScWs3eybuO6FF9

Musical “Diana – A Princesa do Povo” leva superprodução ao Teatro Guaíra, em Curitiba

Após temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, a montagem dirigida por Tadeu Aguiar chega à capital paranaense nos dias 25 e 26 de setembro, dentro de sua turnê nacional.

Depois de temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, o musical “Diana – A Princesa do Povo” chega a Curitiba nos dias 25 e 26 de setembro. A superprodução apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros ocupará o palco do Teatro Guaíra como parte da turnê nacional que percorrerá seis cidades brasileiras entre setembro e novembro de 2026, ampliando o alcance de uma história que, décadas depois, continua despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo.

Com versão e direção de Tadeu Aguiar, o espetáculo é uma realização da Estamos Aqui Produções, responsável por sucessos premiados como “Quase Normal”, “A Cor Púrpura” e “Querido Evan Hansen”. Em uma montagem brasileira não-réplica, o musical propõe um olhar próprio para a trajetória de Diana Spencer, aproximando o público da mulher que existia para além dos palácios, das manchetes e da imagem que correu o mundo.

A produção mergulha em suas relações familiares, nos conflitos vividos dentro da monarquia britânica, na exposição provocada pela imprensa e na busca por autonomia de uma figura que transformou sua própria vulnerabilidade em uma poderosa forma de conexão com milhões de pessoas.

Na turnê, Mavi Carpin será Diana; Lucas Britto interpretará o príncipe Charles; Simone Centurione viverá a rainha Elizabeth; e Giselle de Prattes dará vida a Camilla Parker Bowles. Juntos, esses personagens conduzem os principais conflitos afetivos, institucionais e públicos que atravessam a trajetória da princesa e da Família Real britânica.

Completam o elenco Rosana Penna (Barbara Cartland), Beto Marquee (James Hewitt), Duda Carvalho (Sarah Spencer), Fábio Brazile (Paul), Matheus Boa (Andrew Parker e Andrew Morton) e Rhuan Santos (Colin). A montagem conta ainda com Fabi Figueiredo, Daruã Goes, André Sigom, Nicole Cavalcante, Bia Bahia, Maria Vitória Rodrigues, Celso Till, Cris Mont e André Ulo, além de Lua Soares como swing.

A dimensão da produção também se revela nos números. A estrutura cenográfica é formada por mais de 320 barras de metal, sustentadas por 400 metros de cabo de aço, extensão que, se colocada verticalmente, supera a altura do Pão de Açúcar e da Torre Eiffel. O cenário utiliza ainda 170 m² de tela galvanizada, mais de 750 metros de telas de viveiro e agrícolas e 560 metros de tecidos nobres, entre veludo, oxford e jacquard, empregados na construção visual do universo da realeza britânica.

A grandiosidade se estende à iluminação e aos elementos tecnológicos. O espetáculo reúne mais de 200 equipamentos de iluminação, sendo 100 refletores utilizados apenas no cenário, além de um céu formado por mais de 2 mil pontos de fibra ótica, responsável por criar diferentes atmosferas ao longo da narrativa. Lustres monumentais, desenvolvidos especialmente para a montagem pela Dropiron, foram produzidos de forma totalmente artesanal em um processo de 20 dias e utilizaram, juntos, mais de 1,5 quilômetro de correntes.

O figurino reforça a escala da montagem. São aproximadamente 1,5 quilômetro de tecidos, mais de 250 figurinos, 850 botões, 60 metros de zíper, 15 quilos de pedrarias e mais de 100 pares de sapatos, compondo um guarda-roupa que atravessa diferentes épocas, estilos e códigos visuais associados à realeza britânica.

O trabalho de visagismo conta ainda com 58 perucas. Para a representação de Diana, foram confeccionadas quatro perucas naturais, feitas fio a fio e submetidas a cinco processos de descoloração até que se alcançasse o tom mais próximo possível dos cabelos da princesa.

É toda essa estrutura que agora deixa o eixo Rio-São Paulo para percorrer o país e chegar ao público de diferentes regiões brasileiras. A turnê nacional representa uma nova etapa na trajetória do espetáculo e envolve uma operação de grande porte para desmontar, transportar e remontar cenário, equipamentos, figurinos e elementos técnicos em cada uma das seis cidades, preservando a concepção artística e a experiência visual desenvolvidas para a produção.

Mais do que reconstruir acontecimentos conhecidos da biografia de Diana, “Diana – A Princesa do Povo” investe nas nuances emocionais de uma mulher atravessada por contradições, afetos, pressões e escolhas. A figura que desafiou protocolos, redefiniu a relação entre a Família Real britânica e a sociedade e fez da empatia uma das marcas de sua atuação pública ganha corpo e voz em uma encenação que combina emoção, música e grandiosidade cênica.

Ao acompanhar diferentes momentos de sua vida, o espetáculo também lança luz sobre as engrenagens de uma instituição secular e sobre o impacto provocado pela chegada de uma jovem que, aos poucos, percebe a dimensão do papel que lhe foi atribuído. Amor, casamento, maternidade, solidão, exposição pública, amadurecimento e liberdade atravessam uma narrativa que revela como Diana deixou de ser apenas uma integrante da monarquia para se transformar em um dos grandes símbolos populares do século XX.

A direção musical é de Thalyson Rodrigues, com cenografia de Natália Lana, figurinos de Ney Madeira e Dani Vidal, coreografias e direção de movimento de Sueli Guerra e visagismo de Anderson Bueno e Cristiane Regis. O desenho de luz é assinado por Serginho, e o desenho de som por Paulo Altafim e Gabriel D’Ângelo. A coordenação de produção é de Norma Thiré, e a produção geral, de Eduardo Bakr.

Depois de Curitiba, “Diana – A Princesa do Povo” seguirá sua circulação por outras cidades brasileiras. As próximas paradas da turnê, assim como datas, teatros, horários e informações sobre a venda de ingressos, serão anunciadas de acordo com o calendário de cada etapa.

Saiba mais:

Instagram oficial: @dianaomusicaloficial
Instagram Estamos Aqui Produções: @estamosaquiproducoes

SERVIÇO:

“Diana – A Princesa do Povo”

Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) – Teatro Guaíra
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, s/n, em frente à Praça Santos Andrade, Centro, Curitiba (PR)
Temporada: 25 e 26 de setembro de 2026
Sessões: Sexta-feira, às 20h30 | Sábado, às 16h e às 20h30

Ingressos:

Plateia VIP: R$ 250 (inteira) | R$ 125 (meia-entrada)
Plateia: R$ 200 (inteira) | R$ 100 (meia-entrada)
1º balcão: R$ 120 (inteira) | R$ 60 (meia-entrada)
1º balcão popular: R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia-entrada)

Capacidade: 2.088 lugares
Duração: 150 minutos, com intervalo de 15 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
LINK para compra de ingressos: https://www.diskingressos.com.br/grupo/3475/2026-09-26/pr/curitiba/diana-a-princesa-do-povo

BARÃO VERMELHO ENCONTRO CHEGA A CURITIBA

“No sábado, dia 29 de agosto, grupo desembarca na cidade paranaense com a formação clássica da banda e celebra mais de quarenta anos de carreira revisitando todas as suas fases no repertório da nova turnê. A apresentação inédita no palco do Igloo Super Hall”.

Quando o jornalista e produtor Ezequiel Neves ouviu a primeira fita do Barão Vermelho, ele sentenciou: “É rock puro, escrachado e demencial, imperfeito e carnívoro. Trombetas selvagens anunciando o começo de um novo mundo”. Ao emoldurar o sentimento de rebeldia e liberdade dos anos 1980 com a “voz de Cazuza cuspindo fogo em doses avassaladoras” (como bem disse Ezequiel), o grupo revolucionou o cenário musical da época. As canções, com poesia e irreverência, deram conta de se tornar a trilha sonora de um país complexo como o Brasil. E ultrapassaram gerações pela atemporalidade das letras. Com realização da 30e e apresentação pelo Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco, agora começa a turnê Barão Vermelho Encontro, que reúne a formação original do grupo: Roberto Frejat (guitarra e voz), Guto Goffi (bateria), Mauricio Barros (teclados) e Dé Palmeira (baixo) – e terá ainda como convidado especial o guitarrista Fernando Magalhães, que ingressou no grupo em 1985. Após anunciar shows no Rio de Janeiro e em São Paulo, o projeto confirma novas datas pelo país, com direito a uma escala em Curitiba. Com realização local da Prime, a parada na capital paranaense acontece no sábado, dia 29 de agosto em única apresentação no Igloo Super Hall (R: Dino Bertoldi,740), novo espaço para shows e eventos que integra o complexo da Arena Jockey Eventos, às 21horas.

O Barão Vermelho resultou da fusão das referências de seus integrantes. Dé Palmeira trouxe a música brasileira (com menção importante aos Novos Baianos), Frejat flertava com o blues, enquanto Mauricio e Guto vinham com o rock. “Era uma banda disfuncional que funcionava", definiu Mauricio no documentário “Barão Vermelho: Por que a gente é assim?”. Cazuza era uma mistura de todas essas inspirações e, na contramão dos movimentos anteriores, como a Jovem Guarda e os próprios Mutantes, que tinham o inglês latente em seus gritos de “yeah", ele definiu o que seria a atitude de um rock and roll brasileiro, cantado em português “É”. Não à toa, o Barão se estabeleceu como um dos nomes que abriram caminho para o BRock.

A turnê Barão Vermelho Encontro faz parte da label “Encontro”, criada pela promotora 30e, e que teve como primeira iniciativa o Titãs Encontro, responsável por reunir Arnaldo Antunes, Branco Mello, Charles Gavin, Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto e Tony Bellotto. Quem pôde ir a alguma das apresentações dos Titãs sabe o que esperar do projeto da vez: uma superprodução capaz de transportar o público para a atmosfera da banda, com telões de ponta, além de cenografia e sistema de luz que dão a sensação de imersão no espetáculo. “Estamos certos de que o Barão Vermelho Encontro vai repetir o sucesso da turnê histórica do Titãs Encontro. É a oportunidade de ver novamente o que essa banda é ao vivo, e muitas pessoas poderão vivenciar essa experiência pela primeira vez", afirma Alexandre Wesley, VP de Global Touring da 30e.

“O Barão Vermelho é uma banda que atravessa gerações e simboliza nosso compromisso em transformar momentos culturais em plataformas estratégicas de relacionamento, unindo emoção, relevância e impacto de marca. Ao oferecer pré-venda exclusiva e condições especiais, buscamos entregar benefícios concretos aos nossos clientes. Dessa forma, conectamos cultura, produto e experiência de maneira integrada, reforçando o papel do Itaú como parceiro em todas as jornadas e como um banco que gera valor real para as pessoas”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e Conexões de Marcas do Itaú.

Mauricio Barros e Guto Goffi, que, atualmente, rodam o país com o Barão na turnê “Do Tamanho da Vida” (tendo Fernando Magalhães e Rodrigo Suricato na formação), farão uma pausa para se dedicar ao Barão Vermelho Encontro. Logo após o tour Encontro, eles retornam à estrada com a formação atual da banda e com a previsão de lançar material inédito. Ambos estão entusiasmados com a oportunidade de realizar uma turnê com o quarteto original do grupo. “É especial fazer essa série de shows com nossos amigos Dé e Frejat. Será como no início, nos primeiros ensaios, ainda na sala da minha casa, mesmo antes da chegada do Cazuza. Apesar de não o termos no palco, ele estará bem representado por suas letras e músicas", comenta Mauricio Barros.

“Esse encontro da formação original me traz muitas boas lembranças daquela época de 1982, quando estreamos nacionalmente. Os bons filhos à casa tornam e confesso que o Cazuza não estar entre nós hoje em dia ainda mexe bastante conosco. Vamos viver isso para o nosso bem e para o de todos", complementa Guto Goffi, há 44 anos no Barão Vermelho.

“Estou completando 44 anos de carreira e tenho planejado projetos para celebrar esse marco. Não tenho como comemorar essa data sem passar pelo Barão Vermelho, que foi o início de tudo. Essa turnê de encontro tem um sabor especial e é o ponto de partida para outros voos", comenta Frejat, que celebrará sua trajetória com o projeto Quatro Décadas e Um Pouco Mais.

O repertório do Barão Vermelho Encontro vai abranger todas as fases do grupo. De “Todo Amor Que Houver Nessa Vida", parceria de Cazuza e Frejat, que, após ser cantada por Caetano Veloso em um show no Canecão, projetou o nome da banda, a outros hinos, entre eles "Por Você", “Bete Balanço", “Pro Dia Nascer Feliz", “Maior Abandonado”, “Puro Êxtase" e “Codinome Beija-Flor”. O espetáculo se torna ainda mais emocionante por contar com a participação especial de Ney Matogrosso nas apresentações do Rio de Janeiro e São Paulo.

"Considero esse projeto um presente da vida. Poder subir ao palco junto com Frejat, Mauricio Barros e Guto Goffi para celebrarmos aquele encontro que aconteceu há mais de quarenta anos e que transformou as nossas vidas é uma alegria imensa. Acho que o público que acompanha as nossas trajetórias pode esperar um show como o Barão sempre entregou. Só que dessa vez, de um jeito especial", afirma Dé Palmeira.

Barão Vermelho Encontro é a materialização do texto de Ezequiel Neves: “[Eles] querem apenas tocar rock e seguir em frente, mas é justamente por quererem apenas isso que transcendem as teorias caducas e instalam sua verdade através de vozes e guitarras incendiárias”. Uma experiência para amplificar o que, agora, é legado!

Os ingressos estão à venda pela plataforma http://eventim.com.br/baraovermelhoencontrocom valores a partir de R$160,00 (meia-entrada) + taxa adm., de acordo com o setor. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. PISTA – R$320,00 (inteira)/R$160,00 (meia-entrada) + taxa adm | ÁREA VIP ITAÚ PERSONNALITE (área em frente ao palco com banheiro e bares exclusivos) - R$560,00 (inteira)/R$280,00 (meia-entrada) + taxa adm | BISTRÔS (área reservada dentro na área vip em frente ao palco com banheiros e bares exclusivos. Total por bistrô 6 lugares sem banquetas) - R$400,00 por pessoa. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. Benefício para clientes Itaú - 15% de desconto na compra do ingresso. INGRESSO SOLIDÁRIO – doadores de 1kg de alimento não-perecível, possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento e as doações serão recebidas por entidades específicas a serem cadastradas e definidas. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.

SERVIÇO
Turnê Barão Vermelho Encontro
Realização nacional: 30e
Apresentado por: Itaú Live
Realização Local: Prime
Quando: 29 de agosto de 2026 (sábado)
Local: Igloo Super Hall (R: Dino Bertoldi, 740 - Tarumã)
Horários: Abertura da casa: 19horas / Início do show: 21horas
Ingressos: a partir de R$160,00 (meia-entrada) + taxa adm., de acordo com o setor. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.
PISTA – R$320,00 (inteira)/R$160,00 (meia-entrada) + taxa adm;
ÁREA VIP ITAÚ PERSONNALITE (área em frente ao palco com banheiro e bares exclusivos) - R$560,00 (inteira)/R$280,00 (meia-entrada) + taxa adm;
BISTRÔS (área reservada dentro na área vip em frente ao palco com banheiros e bares exclusivos. Total por bistrô 6 lugares sem banquetas) - R$400,00 por pessoa.
A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. Benefício para clientes Itaú - 15% de desconto na compra do ingresso. INGRESSO SOLIDÁRIO – doadores de 1kg de alimento não-perecível, possuem 40% de desconto sobre o valor da inteira. A entrega será feita na entrada do evento e as doações serão recebidas por entidades específicas a serem cadastradas e definidas. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.
Vendas online: http://eventim.com.br/baraovermelhoencontro
Bilheteria oficial: Hard Rock Café Curitiba (R: Buenos Aires, 50 – Batel) Funcionamento: Segunda a sexta-feira das 10h às 19h | Sábados, domingos e feriados não abre. | *Sujeito a taxa de processamento, exceto para pagamentos em dinheiro
FORMA DE PAGAMENTO: Dinheiro, Pix e cartões de crédito/débito
Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Informações: @maisumadaprime

José Carreras vem a Curitiba, em setembro, com sua turnê de despedida

MCA Concerts

Apresentação acontece no dia 23 de setembro no Teatro Positivo; ingressos em Disk Ingressos

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O lendário tenor espanhol José Carreras traz sua turnê mundial de despedida ao Brasil, a Farewell Tour, com a regência de David Giménez. Curitiba recebe a primeira apresentação da turnê no dia 23 de setembro, no Teatro Positivo. Os ingressos estão à venda, pelo Disk Ingressos.

Além de Curitiba, a turnê ainda passa no dia 26 de setembro em São Paulo (Vibra São Paulo) e 29 de setembro em Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna). A turnê brasileira é uma realização da Infinito Entretenimento e MCA Concerts.

Com um repertório cuidadosamente selecionado e que abrange os momentos mais marcantes de sua carreira, irá interpretar árias de ópera famosas, clássicos da música popular e suas canções mais renomadas.

Sobre José Carreras

José Carreras ocupa uma posição privilegiada no mundo da música. Nascido em Barcelona, estudou música em sua cidade natal. Em 1970, iniciou sua carreira profissional no Gran Teatre del Liceu de Barcelona, interpretando Nabuco e Lucrécia Borgia. Sua meteórica carreira musical resultou em estreias precoces nos mais prestigiados teatros e festivais de ópera do mundo, incluindo o Théâtre alla Scala de Milão; o Metropolitan Opera House de Nova York; a Ópera de São Francisco; a Ópera Estatal de Viena; a Royal Opera House de Londres; a Ópera de Munique; a Lyric Opera de Chicago; e os festivais de Salzburgo; Aix-en-Provence; Edimburgo e Verona.

foto: Brian Hallett

José Carreras colaborou com os mais conceituados maestros de orquestra, incluindo Herbert von Karajan (uma relação artística e pessoal que durou mais de doze anos e incluiu actuações em Salzburgo, Berlim e Viena), Claudio Abbado, Riccardo Muti, Lorin Maazel, Riccardo Chailly, Colin Davis, Giuseppe Sinopoli, James Levine, Carlo Maria Giulini, Leonard Bernstein e Zubin Metha, e com encenadores de destaque como: Franco Zeffirelli, Jean Pierre Ponnelle, Giorgio Strehler, Luigi Comencini e Harold Prince.

Sua extensa discografia inclui mais de 150 gravações, notadamente 50 óperas completas, oratórios, recitais populares e clássicos. Ele recebeu inúmeros discos de ouro e platina em todo o mundo.

O seu repertório inclui mais de sessenta óperas, das quais se destacam: Andrea Chenier, La Bohème, Tosca, Werther, Don Carlo, Carmen, La Forza del Destino, I Pagliacci, L’Elisir d’Amore e Un Ballo in Maschera.

José Carreras interpretou o papel principal em diversos filmes operísticos para televisão, cinema e vídeo. Paralelamente às suas atividades operísticas, apresentou-se frequentemente em recitais nas salas de concerto mais famosas do mundo. Apresentou-se no Carnegie Hall e no Avery Fisher Hall, em Nova Iorque; no Royal Festival Hall, no Barbican e no Royal Albert Hall, em Londres; na Salle Pleyel, em Paris; no Musikverein e no Konzerthaus, em Viena; na Filarmônica de Berlim, no Suntory Hall e no NHK Hall, em Tóquio; no Grosses Festspielhaus, em Salzburgo; na Filarmônica e no Hercules Saal, em Munique; no Palau de la Música, em Barcelona; no Teatro Real, em Madrid; e na Accademia Santa Cecilia, em Roma. Seu vasto repertório de concertos inclui mais de 600 obras dos mais diversos estilos, que vão do barroco à música contemporânea.

Entre os inúmeros prêmios e distinções nacionais e internacionais que foram concedido a José Carreras, há o Grand Prix du Disque da Academia de Paris; o Prêmio Luigi Illica; um Grammy Award de 1991; o Prêmio Sir Lawrence Olivier por sua performance em “Stiffelio” na Royal Opera House, Covent Garden; Kammersänger e Membro Honorário Vitalício do Staatsoper de Viena; Membro Honorário do Royal London Academia de Música, além de muitas outras premiações e condecorações.

Em 1992, José Carreras foi contratado como diretor musical dos Jogos Olímpicos realizados em Barcelona. Em “Os Três Tenores”, Carreras fez parte do projeto lendário ao lado de seus colegas Plácido Domingo e Luciano Pavarotti. Desde 1988, preside com total dedicação e entusiasmo o José Carreras Fundação Internacional da Leucemia estabelecida em Barcelona, com filiais nos Estados Unidos, Suíça e Alemanha.

Sobre David Giménez

Nascido em Barcelona, David Giménez estudou piano e composição no Conservatório del Liceu, em sua cidade natal. Posteriormente, especializou-se em regência na Hochschule für Musik de Viena com Karl Österreicher e na Royal Academy of Music de Londres com Sir Colin Davis.

foto: Divulgação

Desde sua estreia com a Orquestra NDR de Hannover em 1994, apresentou-se em todo o mundo, regendo as orquestras e solistas mais importantes em salas de concerto como o Royal Albert Hall, a Filarmônica de Berlim, a Salle Pleyel, o Konzerthaus de Viena, o Suntory Hall de Tóquio e o Carnegie Hall e o Avery Fisher Hall de Nova York. Ao longo de sua carreira, David Giménez regeu orquestras como a Filarmônica de Viena, a Sinfônica de Londres, a Philharmonia, a Filarmônica de Munique, a Orquestra de Paris e a Filarmônica da Scala.

A ópera ocupa um lugar importante na agenda de apresentações do Maestro Giménez. Apresentou um vasto repertório operístico em teatros como o Teatro alla Scala, a Staatsoper de Viena, a Royal Opera House de Covent Garden, a Ópera de Zurique, a Deutsche Oper de Berlim, o Théâtre du Champs Elysées, a Ópera de Washington, o Gran Teatre del Liceu de Barcelona, o Teatro Real de Madrid ou a Ópera de Sydney.

Com um excepcional conhecimento de vozes, o Maestro Giménez colabora regularmente com cantores como José Carreras, Plácido Domingo, Anna Netrebko, Angela Gheorghiu, Roberto Alagna, José Cura, Bryn Terfel, Joseph Calleja e Charles Castronovo.

O Maestro Giménez também fez parte do júri de vários concursos, como o concurso de canto Verdi em Parma, Operalia e o concurso de composição Reina Sofia em Madrid. Em 2022, tornou-se Diretor Artístico do Festival Sons de Oradea, em Oradea, Romênia, e em 2024, Maestro Titular da Filarmônica Podkarpacka, em Rzeszów, Polônia.

Nesta temporada, o Maestro Giménez apresentou-se, entre outros, nos pódios da Orquestra Filarmônica Real, da Orquestra Nacional da Bélgica, da Orquestra da Arena de Verona, da Orquestra Sinfônica Nacional da RAI, da Orquestra da Île-de-France, em Paris, e da Orquestra de Barcelona.

No campo da ópera, inaugurou recentemente a temporada da Ópera de Barcelona (Gran Teatre del Liceu) com uma série de concertos em homenagem a Giuseppe Verdi e foi escolhido como diretor musical da nova ópera El Juez, composta por Christian Kolonovits, que teve sua estreia mundial em Bilbao e no Festival Erl, na Áustria. O Maestro Giménez também fez sua estreia no novo Teatro Mariinsky em São Petersburgo e no Theater an der Wien com esta ópera.

Outros destaques recentes incluem produções de ópera como La Traviata, La Sonnambula e Carmen (Ópera de Sofia e Ópera de Las Palmas). O Maestro Giménez também se apresentou em diversos concertos ao redor do mundo na turnê de despedida de José Carreras e na recente turnê de Roberto Alagna na França e na Bélgica.

As gravações do Maestro David Giménez incluem obras para a Decca, BMG Classics, Koch-Schwann, Erato e Discmedi.

SERVIÇO – JOSÉ CARRERAS

CURITIBA

Data: Quarta-feira, 23 de setembro de 2026.

Local: TEATRO POSITIVO – Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido

Horário de abertura das portas: 20h00

Horário de início do show: 21h00

Classificação indicativa: 16 anos, menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.

VALORES

SETOR

INTEIRA

MEIA

PROMOCIONAL

Plateia Premium (Filas 1 a 8)

R$1.800,00

R$900,00

R$1.080,00

Plateia Inferior (Filas 9 a 15)

R$1.600,00

R$800,00

R$960,00

Plateia Superior Central

R$1.400,00

R$700,00

R$840,00

Plateia Superior Lateral

R$1.200,00

R$600,00

R$720,00

Plateia Superior Canto

R$900,00

R$450,00

R$540,00

MEIA-ENTRADA

A meia-entrada para estudantes, pessoas com deficiência e seu acompanhante, jovens de baixa renda e pessoas com 60 anos ou mais, são válidas em todos os estados e municípios brasileiros. Além de Leis regionais válidas apenas para pessoas naturais ou residentes da localidade do evento, em que a Lei é vigente.

DESCONTOS PROMOCIONAIS

Clube Disk Ingressos: Desconto de 40% (quarenta por cento) sobre o valor de inteira.
Clube Gazeta: Desconto de 40% (quarenta por cento) sobre o valor de inteira.
Clube Cult: Desconto de 40% (quarenta por cento) sobre o valor de inteira.
APP Você na RPC: Desconto de R$ 55% (cinquenta e cinco por cento) sobre o valor de inteira.
Obs.: Promoções não cumulativas entre si e com outros descontos previstos por Lei.

VENDAS

Internet: www.diskingressos.com.br

Loja Disk Ingressos Shopping Ventura

Horários: Segunda à sábado de 10h a 22h

Domingo de 12h a 20h

Bilheteria Teatro Positivo

Horário: Segunda-feira à sexta-feira: 11h às 15h / 16h às 20h

Sábado: 17h às 21h

Domingo: A bilheteria abrirá 02 (duas) horas antes do espetáculo.

Dia de espetáculo (segunda à sábado): A bilheteria ficará aberta até o início do espetáculo.

Informações para a Imprensa
Augusto Tortato: augustotortato@gmail.com
Natálie Iggnacio: niggnacio@gmail.com

Da tela para o palco: cinema de arte inspira novo concerto da Ladies Ensemble em projeto do Solar do Rosário

Música e cinema, duas artes que trocam inspirações, movem multidões e muitas vezes andam juntas, se encontram no novo concerto da orquestra Ladies Ensemble. Com realização do Solar do Rosário, o grupo estreia no sábado, dia 29 de agosto, a montagem “Cinema de Arte”, levando ao palco do Auditório Regina Casillo uma seleção de trilhas sonoras de filmes que marcaram época, com músicas que vão de Erik Satie e José Padilla a Ennio Morricone e Vangelis.

A apresentação integra o projeto Música e Literatura, do Solar do Rosário, realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e do Ministério da Cultura. Os ingressos custam R$ 20 (meia-entrada) e R$ 40 (inteira), mais taxas, e estão disponíveis no site Disk Ingressos.

O projeto Música e Literatura tem patrocínio das empresas Oregon, Brose, Cartório da Barreirinha, Grasp, Impextraco e Supermercados Tozetto. Conta com coordenação geral de Lucia Casillo Malucelli, diretora do Solar do Rosário, regência do maestro Alexandre Brasolim e direção artística e musical de Fabiola Bach Akel.

ARTES REUNIDAS

O chamado cinema de arte é aquele que privilegia a visão autoral do diretor, a linguagem cinematográfica e a exploração artística, mais do que fórmulas comerciais voltadas a angariar grandes bilheterias. É sobre esse universo que a Ladies Ensemble se debruçou para criar o novo espetáculo, que tem direção artística e musical de Fabiola Bach Akel e arranjos e regência de Alexandre Brasolim.

A seleção traz obras de compositores conhecidos pelas músicas criadas especialmente para filmes, como Ennio Morricone, Henry Mancini, Michel Legrand, Nino Rota e Vangelis, e também de autores que tiveram composições utilizadas em produções cinematográficas muitos anos depois, a exemplo de José Padilla e Erik Satie. Estão representadas no repertório diferentes épocas da história do cinema, passando por filmes como “La Dolce Vita”, “Os Girassóis da Rússia”, “A Missão”, “Cinema Paradiso”, “O Carteiro e o Poeta” e “Malèna”.

“O concerto nos leva por uma viagem ao mundo do cinema que vai muito além de Hollywood, destacando principalmente filmes europeus e algumas trilhas que não são tão conhecidas. Há desde compositores mais populares, como Ennio Morricone, até outros que talvez sejam uma surpresa para o grande público, mas têm um trabalho belíssimo que reforça a presença da música na sétima arte”, define Fabiola Bach Akel, que também é fundadora da orquestra, a primeira formada exclusivamente por mulheres no país. “Temos um caleidoscópio de artistas, culturas e países, garantindo um espetáculo com muita emoção. Recomendo até levar um lencinho para alguns momentos...”.

Para a diretora do Solar do Rosário, Lucia Casillo Malucelli, o concerto também reforça a iniciativa de integrar diferentes formas de arte, presente não só no projeto Música e Literatura como em muitas outras atividades do espaço cultural, mantido pela iniciativa privada desde 1992. “Atuamos em várias manifestações culturais, sempre com o objetivo de formar plateias e destacar a produção cultural paranaense e brasileira”, explica Lucia.

REPERTÓRIO

O programa completo traz:

“Conquest of Paradise” (do filme “1492: A Conquista do Paraíso”, 1992 — Vangelis); “Gabriel’s Oboe” (“A Missão”, 1986 — Ennio Morricone); “Man of La Mancha” (musical “O Homem de La Mancha”, 1965 — Mitch Leigh); “Cinema Paradiso” (“Cinema Paradiso”, 1988 — Ennio Morricone); “Gnossienne nº 1” (Erik Satie, c. 1890), composição posteriormente utilizada no filme “O Despertar de uma Paixão” (“The Painted Veil”, 2006); “Il Postino” (“O Carteiro e o Poeta”, 1994 — Luis Bacalov); “Anonimo Veneziano” (“Anônimo Veneziano”, 1970 — Stelvio Cipriani); “Sunflower” (“Os Girassóis da Rússia”, 1970 — Henry Mancini); “Malèna” (“Malèna”, 2000 — Ennio Morricone); “La Dolce Vita” (“A Doce Vida”, 1960 — Nino Rota); “El Relicario” (José Padilla, 1914), composição posteriormente utilizada no filme “El Último Cuplé” (1957); “La Violetera” (José Padilla, 1914), composição posteriormente utilizada no filme “La Violetera” (1958); e “Les Uns et les Autres” (“Retratos da Vida”, 1981 — Michel Legrand e Francis Lai).

O projeto também conta com o apoio do Solar do Rosário, Cia da Roupa e Casillo Advogados.

SERVIÇO: “Cinema de Arte”, com a orquestra Ladies Ensemble

Quando: Sábado, dia 29 de agosto de 2026, às 18h30

Local: Auditório Regina Casillo

Endereço: Rua Lourenço Pinto, 500 — Centro, Curitiba - PR

Ingressos: R$ 20 (meia-entrada) e R$ 40 (inteira), mais taxas, no Disk Ingressos

Mais informações: (41) 3225-6232 Solar do Rosário – Espaço de Arte e Cultura

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE ESPETÁCULO DE DANÇA COM IMPROVISO E COMPOSIÇÕES EM TEMPO REAL

Peça do grupo goiano Ateliê do Gesto torna cada apresentação única

Espetáculo “Dança Boba”. Foto: Lu Barcelos

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 2 a 6 de setembro, o espetáculo Dança Boba, do grupo goiano Ateliê do Gesto. A montagem foi criada a partir de jogos de improvisação, nos quais os intérpretes desenvolvem movimentos e composições em tempo real durante cada apresentação.

A proposta cênica é estruturada a partir de regras previamente definidas, com as movimentações no palco construídas no instante da apresentação, permitindo aos artistas explorarem diferentes percursos dentro dessa estrutura e conferindo características próprias a cada uma das cinco sessões.

Serviço
[Dança] Dança Boba – Grupo Ateliê do Gesto
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Datas: de 2 a 6 de setembro de 2026
Horário: quarta a sábado, às 20h; domingo, às 19h
*Sessão com intérprete em Libras: 5 de setembro (sábado), às 20h
*Bate-papo com o elenco: após a apresentação de 5 de setembro (sábado)
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei)
Vendas: a partir de 29 de agosto de 2026, às 10h, na bilheteria física, e às 15h, na bilheteria digital
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: livre
Informações: CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba e @ateliedogesto | (41) 3041-2155
Evento acessível para pessoas com deficiência

Blue Moon anuncia patrocínio ao Cirque du Soleil no Brasil

Muito além de um patrocínio, a cerveja super premium do Grupo HEINEKEN leva seu icônico ritual com laranja para o universo do espetáculo “Alegría”, criando uma experiência sensorial de conexão com o público.

Divulgação/ Blue Moon

São Paulo, Agosto de 2026 - A Blue Moon, cerveja super premium do Grupo HEINEKEN no Brasil, anuncia sua presença na nova temporada do Cirque du Soleil no país. Com a ativação de um bar exclusivo aberto ao público, a marca leva seu universo sensorial para dentro de um dos espetáculos mais emblemáticos do mundo, reforçando sua conexão com arte, criatividade e experiências que despertam os sentidos.

Mais do que marcar presença, Blue Moon propõe um novo olhar sobre o consumo. Durante o espetáculo, a plateia poderá vivenciar o ritual “Perfeita com Laranja” — que envolve girar suavemente a garrafa, servir a cerveja em um copo inclinado a 45º e finalizar com uma rodela de laranja — transformando esse gesto em parte da experiência. Um momento simples que ganha outro significado quando inserido em um ambiente pensado para envolver o indivíduo com o espetáculo.

“O Cirque du Soleil é uma plataforma que traduz de forma muito potente o que acreditamos como marca: experiências que despertam os sentidos e valorizam os detalhes. Estar presente nesse universo reforça nossa estratégia de nos conectarmos com a arte de forma genuína, convidando o público a enxergar o consumo de Blue Moon como um momento de apreciação, quase como uma extensão da experiência artística”, afirma Marina Awada, gerente das marcas super premium do Grupo HEINEKEN no Brasil.

A conexão com o Cirque du Soleil acontece de forma natural. Assim como no espetáculo, a marca valoriza a construção de cada detalhe e acredita que a experiência é feita de pequenos elementos que, juntos, criam algo maior. É nesse encontro que o consumo deixa de ser apenas funcional e passa a ser também uma forma de apreciação.

A iniciativa reforça o posicionamento da marca em territórios que conectam arte, lifestyle e entretenimento, dialogando com um público que valoriza não apenas o produto, mas também o contexto e a experiência ao seu redor. A presença no Cirque du Soleil dá continuidade a esse movimento, de aproximação com plataformas culturais relevantes.

A temporada do espetáculo “Alegría - In A New Light” estreia em São Paulo no dia 21 de agosto de 2026, no Parque Villa-Lobos, sob a tradicional Grande Tenda. As apresentações acontecem até novembro, antes de seguir para outras cidades. Os ingressos estão disponíveis para compra no site e/ou aplicativo de celular da Eventim.

Sobre Blue Moon
Lançada em 1995 nos Estados Unidos, Blue Moon foi criada com o propósito de reinterpretar o estilo witbier de forma mais acessível ao paladar norte-americano. Parte da experiência de consumir Blue Moon está no seu ritual único, pensado para estimular todos os sentidos. Como a cerveja não é filtrada, recomenda-se rolar a garrafa ou a lata suavemente antes de servir, garantindo que os ingredientes se misturem de forma homogênea. O toque final é a tradicional rodela de laranja no copo, que intensifica os aromas cítricos e traz equilíbrio entre o frescor da fruta e as notas suaves do coentro.
Presente no Brasil desde 2019, inicialmente por meio de importação, Blue Moon passou a ser produzida localmente pelo Grupo HEINEKEN em 2022, seguindo os padrões de qualidade definidos pela Molson Coors, detentora global da marca, assegurando que o sabor e a experiência de Blue Moon permaneçam fiéis à sua receita original.

Sobre o Grupo HEINEKEN
O Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA. Em 2017, fortaleceu sua presença no país com a aquisição da Brasil Kirin, consolidando-se como o segundo maior player do mercado brasileiro de cervejas. Hoje, a companhia emprega mais de 13 mil pessoas e opera 13 unidades produtivas – sendo 12 cervejarias e duas microcervejarias – além de construir sua 14ª cervejaria em Passos (MG).
Com sede em São Paulo, o portfólio da companhia inclui marcas como Heineken®, Amstel, Amstel Ultra, Eisenbahn, Eisenbahn Unfiltered, Sol, Baden Baden, Blue Moon, Lagunitas, Devassa, Tiger, Bavaria, Glacial, Kaiser, No Grau, Schin e Amstel Vibes. No segmento de não alcoólicos, estão presentes Heineken® 0.0, Sol Zero, CLASH’D, FYS, Itubaína, Skinka e Água Schin.
O Grupo HEINEKEN no Brasil é subsidiário da HEINEKEN NV, maior cervejaria da Europa. Mais informações no site e nos perfis da companhia no LinkedIn e Instagram.

Letrux faz apresentação intimista do novo álbum ‘SadSexySillySongs’ no Guairinha, em 27 de agosto

Apostando em uma atmosfera intimista, novo disco transita entre pop, rock, MPB e música eletrônica e rompe hiato de três anos da artista.

Letrux, uma das artistas mais criativas da música brasileira contemporânea, vai retornar a Curitiba. Ela trará ao Teatro Guairinha, na quinta-feira, 27 de agosto, a turnê do seu mais recente trabalho de estúdio, que se chama “SadSexySillySongs” e inaugura uma nova fase da sua carreira.

Apostando em uma atmosfera intimista, o disco chegou aos serviços de streaming no final de março e interrompeu um hiato de três anos sem material inédito. Ao longo das 12 faixas de “SadSexySillySongs”, a cantora transita entre pop, rock, MPB e música eletrônica, equilibrando momentos confessionais, humor, sensualidade e vulnerabilidade.

No palco, Letrux vai estar acompanhada apenas por Cristine Ariel (violão) e pelo produtor do álbum, Thiago Rebello (guitarra acústica e programação eletrônica). A cantora ainda incluirá no repertório outras músicas que fazem parte da sua trajetória, refeitas com arranjos acústicos. “A concepção cênica dessa turnê é tentar criar um ambiente como se fosse o meu quarto, mantendo a intimidade das letras também no espetáculo”, define a artista.

Letrux

Letrux é o nome artístico de Letícia Novaes. Cantora, compositora, escritora e atriz, a carioca é uma das figuras mais criativas da música brasileira contemporânea. Antes da sua carreira solo, ela ganhou projeção como vocalista do Letuce, grupo que se destacou na cena alternativa nacional durante os anos 2000.

Em 2017, Letrux ampliou o seu reconhecimento com o lançamento de “Letrux em Noite de Climão”, álbum que rapidamente se tornou um sucesso de crítica e de público. O disco figurou em diversas listas de melhores do ano e consolidou a sua identidade artística, marcada pela mistura de estilos, pela teatralidade e pela experimentação sonora.

Nos anos seguintes, ela gravou outros trabalhos de boa repercussão, como “Letrux aos Prantos" (2020) e “Letrux como Mulher Girafa” (2023). A cantora excursionou por todo o nosso país e fez shows também no exterior. Com o recente “SadSexySillySongs” (2026), a artista apresenta mais um capítulo de uma carreira marcada pela liberdade criativa e pela constante reinvenção.

SERVIÇO – LETRUX EM CURITIBA

Onde: Teatro Guairinha - R. XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba/PR

Quando: 27 de agosto, quinta-feira, às 20h

Abertura da casa: 19 horas

Classificação: 16 anos

Realização: Music Tour, Lado C Ativadora Cultural e Todt Produções

Ingressos a partir de R$ 70 em https://www.diskingressos.com.br/event/3148

Espetáculo inspirado em José Saramago chega à CAIXA Cultural com Henri Pagnoncelli

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 25 a 30 de agosto de 2026, o espetáculo "CAIM", adaptação teatral do romance homônimo de José Saramago, único escritor de língua portuguesa a conquistar o Prêmio Nobel de Literatura. As apresentações acontecem de terça a sábado, às 20h, e no domingo, às 19h. No dia 26 de agosto haverá sessão com tradução em Libras. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) e estarão disponíveis na bilheteria do teatro a partir do dia 15 de agosto. Clientes CAIXA têm 50% de desconto na compra de ingressos.

Adaptado para o palco pela dramaturga Teresa Frota e dirigido por Jacyan Castilho e Teresa Frota, o monólogo é protagonizado por Henri Pagnoncelli e leva à cena uma das obras mais provocadoras de José Saramago. O autor utiliza a literatura para questionar temas como preconceito, arbitrariedade, injustiça, os horrores da guerra e os mecanismos de poder, estabelecendo um diálogo contundente com a realidade contemporânea.

Ao longo de 70 minutos, a história é narrada em primeira pessoa e todas as personagens são interpretadas por um único ator. A palavra assume papel central na encenação, preservando a ironia e o humor ácido característicos da escrita de Saramago. A dramaturgia condensa a força do romance em um solo de grande intensidade dramática, conduzindo o público por uma reflexão sobre a condição humana e as estruturas de poder que atravessam diferentes épocas.

Desde a estreia, em 2022, "CAIM" vem realizando uma trajetória de destaque no Brasil e em Portugal, com apresentações em diversas cidades e participação em festivais nacionais e internacionais. Em 2024, a montagem foi convidada para um importante festival internacional na Espanha, ampliando sua circulação no exterior.

O espetáculo integrou a programação oficial das comemorações do Centenário de José Saramago e foi indicado ao Prêmio Cenym Nacional na categoria Melhor Monólogo. Henri Pagnoncelli recebeu o prêmio de Melhor Ator na III Mostra Internacional de Teatro Sem Fronteiras, em Braga, Portugal. A parceria com a Fundação José Saramago reforça a dimensão internacional do projeto e seu compromisso com a difusão da arte, do pensamento crítico e de valores como solidariedade, justiça social e democracia.

Oficina e Palestra - Além das apresentações, dia 26, às 18h, será realizada palestra com a participação do ator Henri Pagnoncelli e a diretora Teresa Frota com entrada franca e classificação livre. A distribuição de ingressos acontecerá por ordem de chegada 30 minutos antes. No dia 27, das 15h às 17h, acontece a Oficina de iluminação, com a designer de luz Fernanda Mantovani (classificação indicativa: 16 anos). O link para as inscrições estará disponível a partir do dia 20 de agosto em https://www.instagram.com/caixaculturalcuritiba/ .

Serviço
CAIM
Baseado no romance de José Saramago
Temporada: 25 a 30 de agosto de 2026
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Horários: terça a sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Sessão com Libras: 26 de agosto
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada); clientes CAIXA têm 50% de desconto na compra realizada na bilheteria do teatro.
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Informações:(41) 2118-5111

Ficha técnica
Romance original: José Saramago
Dramaturgia: Teresa Frota
Direção: Jacyan Castilho e Teresa Frota
Atuação: Henri Pagnoncelli
Design de luz: Fernanda Mantovani
Dramaturgia sonora: Márcio Trigo
Direção assistente: Manuela Moog
Direção de arte: Analu Prestes
Design gráfico: Madame DE
Fotos de divulgação: Cristina Granato
Programação visual: Gil Filho
Fotos de registro em Curitiba: Wagner Melo
Intérprete de Libras: Nathan Sales
Técnico de montagem de luz: Victor Sabbag
Produção local Curitiba: Antonio Cava
Direção de produção: Celso Lemos
Apoio institucional: Fundação José Saramago
Realização: Prólogo Produções Artísticas

Espetáculo “Se A Memória Não Me Falha” reestreia no Teatro Novelas Curitibanas

Após temporada de sucesso e participações em importantes em festivais, a peça retorna a Curitiba com entrada franca e tradução em Libras
Absurdo, perda de memória, conflitos e humor em dose certa. Essa é a proposta do espetáculo “Se A Memória Não Me Falha”, que estreia no próximo dia 27 de agosto, no Teatro Novelas Curitibanas. A montagem fica em cartaz, em curtíssima temporada, com entrada franca e sessões em libras (nos dias 28 agosto e 04 de setembro), no bairro São Francisco, em Curitiba.
Com texto e atuação de Fábyo Rolywer e Jheny Goll, sob direção de Leo Campos, a obra acompanha a jornada de dois personagens que, em uma noite chuvosa, perdem misteriosamente a memória. Presos em casa, passam a traçar estratégias para recuperar suas lembranças e descobrir quem são.
A montagem estreou em 2024 no Mini Auditório Glauco Flores de Sá Britto, sempre com sessões esgotadas, e participou de festivais do Paraná, obtendo 10 indicações e conquistando seis prêmios, entre eles Melhor Atriz, Melhor Diretor, Melhor Dramaturgia e Melhor Espetáculo.
Resgatando um dos maiores gêneros do século XX — o Teatro do Absurdo — a peça se inspira em autores como Eugène Ionesco, Samuel Beckett e Fernando Arrabal. Com humor e estranhamento, aborda temas como memória, isolamento e identidade, propondo ao público uma experiência que mistura diversão e reflexão.
Para o ator e autor Fábyo Rolywer, o texto parte de uma provocação contemporânea:

“Na escrita do texto quisemos resgatar o Teatro do Absurdo e trazê-lo para um contexto atual. A dramaturgia parte de uma situação limite, onde dois personagens perdem a memória, e a partir daí constrói um labirinto de diálogos e ações que revelam fragilidades humanas, ironias e contradições. O Absurdo, ao meu entender, é um espelho distorcido da nossa realidade, que nos faz rir enquanto nos reconhecemos nos excessos e na falta de sentido das coisas. Nesse jogo entre riso e reflexão, a peça se sustenta e dialoga com o público. É um gênero que permanece atual justamente porque nossas inquietações continuam as mesmas, apenas mudam de cenário”, explica Fábyo.
A atriz e autora Jheny Goll destaca o trabalho em cena e a relação com o público:

“O Teatro do Absurdo é um gênero que aborda nossas fragilidades e a eterna busca por sentido em um mundo que, mesmo após décadas, ainda enfrenta crises de solidão e angústia. Ele utiliza o riso filosófico para provocar uma profunda reflexão. Atuar nesse gênero é um desafio que exige equilíbrio entre precisão técnica e liberdade criativa, permitindo que os personagens, em situações extremas, mantenham naturalidade e aproximem a plateia. É uma experiência que envolve o público em um jogo de diversão e reflexão sobre sua própria memória e identidade”, afirma Jheny.
Já o diretor Leo Campos sublinha a escolha da encenação:

“Eu sou um apaixonado pelo teatro clássico, então, quando recebi a proposta de dirigir um espetáculo inspirado no Teatro do Absurdo, e com uma dramaturgia original, aceitei imediatamente. A falta de memória é algo tão comum nos dias de hoje, principalmente depois da pandemia, quando ficamos isolados e muitas pessoas tiveram como sequela da COVID a falha da memória. Acho que é uma forma de tratar esse assunto com humor, utilizando a ferramenta da verossimilhança que a comédia nos possibilita”, conclui o diretor.
Serviço:
Espetáculo: Se A Memória Não Me Falha
Local: Teatro Novelas Curitibanas (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1222 - São Francisco, Curitiba (PR)
Datas: 27 de agosto à 06 de setembro de 2026
Dias e horários: quintas, sextas e sábados às 20h; domingos às 19h - dias 28/08 e 04/09 com tradução em libras

Ficha Técnica: Realização: Cia. de Teatro Autoral | Produção: Inspira Produções | Direção: Leo Campos | Direção de produção: Iara Elliz | Texto e atuação: Fábyo Rolywer e Jheny Goll | Sonoplastia: Célio Savi | Cenário: Guilherme Stuermer | Iluminação: Lucas Amado | Operação de Luz: Nathan Gabriel | Operação de som: Gabi Farias e Elisan Correia | Assistente de produção: Maria Elis | Figurino: Saulo Almeida | Artes: Luciano Maccio | Edições gráficas: Rodriano Souza | Assessoria de imprensa: Leandro Bertholini | Social Media: Gabi Coutinho | Intérpretes de Libras: Nathan Sales e Elaine Moreira

Alcione chega a Curitiba neste sábado (22) com show especial

Rainha do samba apresenta espetáculo completo no palco do Teatro Positivo, no dia 22 de agosto, em uma experiência única de proximidade com o público

foto: Vinicius Mochizuki

Uma das vozes mais conhecidas e amadas da música brasileira está de volta a Curitiba. Neste sábado, 22 de agosto, Alcione sobe ao palco do Teatro Positivo, às 21h15, para uma apresentação única que promete reunir emoção, grandes sucessos e a proximidade que apenas um espetáculo em teatro pode proporcionar. Os ingressos estão à venda a partir de R$ 120, pelo Disk Ingressos. A apresentação em Curitiba tem produção da RW7 Production & Entertainment.

Diferente dos grandes festivais e arenas, o show no Teatro Positivo oferece uma experiência mais intimista, permitindo que o público acompanhe de perto cada interpretação, cada história e toda a potência vocal da artista. Em um dos espaços mais confortáveis e prestigiados do país, os fãs terão a oportunidade de assistir ao espetáculo completo da Marrom em um formato especial, pensado para valorizar a conexão entre artista e plateia.

“Show em teatro é sempre muito especial. O público fica ali pertinho, e esse é um palco em que todo artista gosta de estar.”, revela a cantora.

A apresentação faz parte da turnê do álbum "Alcione", trabalho mais recente da cantora, e traz um repertório que combina novidades e clássicos que atravessam gerações. No setlist, o público poderá cantar junto sucessos que marcaram sua trajetória, além de conhecer as canções do novo projeto.

Entre os destaques estão “Evidências”, eternizada por Chitãozinho & Xororó, “Marra de Feroz”, primeiro single do álbum, “Não Mexe Comigo”, que já ultrapassa a marca de 680 mil ouvintes nas plataformas digitais, além de músicas compostas por nomes como Zeca Pagodinho, Arlindinho, Fred Camacho e Inácio Rios. O repertório também inclui uma regravação inédita em sua voz de uma composição de Arlindo Cruz.

foto: Vinicius Mochizuki

A produção musical e os arranjos são assinados por Alexandre Menezes, diretor musical da Banda do Sol, enquanto a direção geral fica a cargo de Solange Nazareth, empresária da artista.

Após as comemorações pelos 50 anos de carreira, Alcione retorna aos palcos renovada, mas mantendo a mesma entrega que a transformou em uma das maiores artistas da música brasileira.

“Cantar é ofício e paixão. Amo cantar e sempre sonhei em viver do canto. É, e sempre será, a minha maior paixão”, resume a artista.

SERVIÇO – ALCIONE EM CURITIBA

Quando: 22 de agosto de 2025 (sábado)

Onde: Teatro Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300)

Horário: abertura da casa às 20h15 e show às 21h15

Ingressos: os ingressos variam de R$ 120 a R$ 700, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos

Meia-entrada: Estudante, Idosos e os demais previstos em Lei, Ingresso solidário 1kg de alimento ou ração, Clube Cult, e outras parcerias.

FORMA DE PAGAMENTO

Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito.
Parcelamento em até 10x com juros
Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Classificação: 16 anos (Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial)

Realização: RW7 Production & Entertainment

Espetáculo “O Circo do Sol e da Lua” resgata a história dos palhaços brasileiros com apresentações gratuitas em Curitiba

Projeto une teatro, literatura, acessibilidade e sustentabilidade em homenagem à memória do circo nacional

O universo mágico do circo, a tradição dos grandes palhaços brasileiros e a importância da preservação da memória cultural são os fios condutores de "O Circo do Sol e da Lua", espetáculo teatral que chega a Curitiba com uma programação gratuita para todas as idades entre os meses de agosto e setembro. Além das apresentações, o projeto contempla o lançamento de um livro inspirado na peça, disponível também em e-book e audiolivro com recursos de acessibilidade, além da realização de oficinas de figurinos confeccionados com resíduos têxteis.

A iniciativa foi aprovada pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura – Governo Federal, e propõe uma ampla imersão na história dos palhaços brasileiros, aproximando diferentes públicos da riqueza dessa manifestação artística.

Com texto de Paula Giannini e direção de Amauri Ernani, o espetáculo apresenta uma emocionante homenagem aos artistas que construíram a identidade do circo brasileiro. A narrativa acompanha Augusto Matheus, um velho palhaço que vive dentro de uma lata de lixo e, a partir desse espaço simbólico, revisita lembranças, histórias e personagens que marcaram gerações. A metáfora do descarte social dialoga com a proposta estética da montagem, criada a partir de resíduos industriais e domésticos, reforçando conceitos de sustentabilidade, reaproveitamento de materiais e consumo consciente.

Muito além de uma peça teatral, "O Circo do Sol e da Lua" é um convite para refletir sobre a preservação da memória cultural brasileira. A montagem recupera números clássicos da comicidade circense e homenageia artistas que ajudaram a construir o imaginário popular, como Benjamin de Oliveira, considerado o primeiro grande palhaço negro do Brasil; Piolin, celebrado pelos modernistas da Semana de Arte Moderna de 1922; a inesquecível dupla Torresmo e Pururuca; além de ícones da televisão e do circo como Carequinha, Arrelia e o paranaense Xique-Xique.

O espetáculo também amplia o olhar sobre manifestações populares presentes em diferentes regiões do país ao destacar personagens tradicionais como o Papangu, o Mateus e o Palhaço de Reis, reafirmando a diversidade cultural que moldou a linguagem dos palhaços brasileiros ao longo dos séculos.

Segundo os idealizadores, a proposta não pretende realizar uma pesquisa acadêmica sobre o circo, mas celebrar um repertório construído por inúmeras gerações de artistas e preservar cenas cômicas que marcaram a infância de milhões de brasileiros e que hoje correm o risco de desaparecer.

Além das apresentações abertas ao público, o projeto realiza sessões especiais em instituições de ensino e entidades sociais, fortalecendo o acesso democrático à cultura e promovendo ações de formação artística por meio das oficinas de figurinos sustentáveis.

O lançamento do livro que acompanha o projeto amplia essa experiência cultural. A publicação reúne o texto da peça com ilustrações inéditas e será disponibilizada também em formatos acessíveis, incluindo e-book e audiolivro com Libras, democratizando ainda mais o acesso ao conteúdo.

Programação aberta ao público

18 de agosto – 19h
Rua da Cidadania Bairro Novo
(Rua Tijucas do Sul, 1700 – Sítio Cercado)

22 de agosto – 10h
Sessão Infantil da Biblioteca Pública do Paraná
(Rua Cândido Lopes, 133 – Centro)

26 de agosto – 19h30
Auditório da Rua da Cidadania Pinheirinho
(Avenida Winston Churchill, 2033 – Capão Raso)

28 de agosto – 19h30
Auditório da Rua da Cidadania Fazendinha
(Rua Carlos Klemtz, 1700 – Fazendinha)

29 de agosto – 9h30
Auditório da Rua da Cidadania Fazendinha
(Rua Carlos Klemtz, 1700 – Fazendinha)

03 de setembro – 14h
Biblioteca Farol do Saber Gibran Khalil Gibran
(Avenida João Gualberto, 141 – Centro Cívico)

10 de setembro – 14h
Auditório da Rua da Cidadania Cajuru
(Avenida Prefeito Maurício Fruet, 2150 – Cajuru)

Agenda para instituições (fechada ao público)

19 de agosto – 15h – Lar ADONAI

20 de agosto – 11h e 13h30 – Colégio Estadual Natália Reginato

25 de agosto – 10h – CEI Frei São Miguel

27 de agosto – 13h30 e 14h45 – Escola LBV

1º de setembro – 14h – Espaço Conviver Portão

15 de setembro – 14h – Escola Estadual Loureiro Fernandes

Ficha Técnica

Texto: Paula Giannini

Direção: Amauri Ernani

Projeto: Andreza Crocetti

Elenco: Andreza Crocetti, Paula Giannini, Amauri Ernani, Edson Vanzo e Marwen Hd

Equipe Técnica: Eloah Petreca

Livro: Texto de Paula Giannini, com ilustrações de Fil Felix e Guilherme Bosque

Editora: Palco das Letras (2026)

Serviço

Espetáculo: O Circo do Sol e da Lua

Gênero: Comédia para todas as idades

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Atividade: Espetáculo teatral e lançamento de livro

Entrada: Gratuita

Realização: Projeto aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura – Governo Federal.

Peça teatral “Cabeça d’Água” leva ao palco memórias que permanecem mesmo quando a água baixa

Inspirado nas enchentes do Rio Grande do Sul em 2024, espetáculo da Sangá Coletiva de Arte mistura relatos reais, experiências pessoais e ficção para refletir sobre perdas, memória e as marcas das emergências climáticas.

O que permanece depois que a água baixa? É a partir dessa pergunta que nasce “Cabeça d’Água”, novo espetáculo da Sangá Coletiva de Arte, que estreia em Curitiba nos dias 21 e 23 de agosto, no Teatro Lala.

Inspirada nas histórias de pessoas afetadas pelas enchentes, especialmente pela tragédia que atingiu o Rio Grande do Sul em 2024, a montagem investiga as marcas deixadas pelas emergências climáticas não apenas nas cidades, mas também nos corpos, nas memórias e nas relações humanas.

Para o grupo, a tragédia gaúcha revelou que uma emergência ambiental também expõe desigualdades, fragilidades urbanas e histórias de pessoas que perderam casas, objetos, fotografias, referências e, em muitos casos, pessoas queridas. A partir desse contexto, o espetáculo busca olhar para além dos números e das notícias, valorizando as memórias e os afetos que permanecem. “Não é uma peça sobre a enchente, é sobre aquilo que permanece quando a água baixa. É desse território entre ausência e permanência que ‘Cabeça d’Água’ constrói sua narrativa,” afirma o diretor Gil Magalhães.

Com uma encenação baseada nos princípios do teatro contemporâneo, a dramaturgia mistura ficção, relatos pessoais, depoimentos reais e experiências dos próprios artistas. Cinco pessoas em cena atravessam situações de perda, memória e reconstrução, enquanto objetos cotidianos, imagens e elementos sonoros ajudam a criar uma narrativa simbólica sobre aquilo que a água não consegue levar.

Entre luto, denúncia, memória e esperança, “Cabeça d’Água” propõe uma reflexão sobre as tragédias ambientais a partir de sua dimensão mais humana e convida o público a pensar também sobre suas próprias “enchentes”: perdas, rupturas e momentos em que parece ter perdido o chão.

SERVIÇO

CABEÇA D’ÁGUA

📅 21 de agosto (sexta-feira), às 20h
📅 23 de agosto (domingo), às 19h30

📍 Teatro Lala
Rua Treze de Maio, 629 – São Francisco – Curitiba/PR

🎟️ Ingressos: R$ 20 / R$ 40
Disponíveis pelo site ou na bilheteria física.

Mais informações e ingressos: Teatro Lala – Cabeça d’Água

Instagram: @sangacoletiva

Realização: Sangá Coletiva de Arte

Com atuação de Danielle Winits, CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente estreia em Curitiba

Curta temporada acontece nos dias 11 e 12 de setembro no Teatro Fernanda Montenegro

Foto: Ariel Cavotti

Após temporadas de sucesso no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e no Teatro FAAP, em São Paulo, o espetáculo CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente, estrelado por Danielle Winits e dirigido por Gerald Thomas, chega a Curitiba pela primeira vez nos dias 11 e 12 de setembro, às 20h, no Teatro Fernanda Montenegro. A montagem mistura humor ácido e drama para refletir sobre as contradições da sociedade contemporânea. Os ingressos para o espetáculo já estão à venda pelo Disk Ingressos, a partir de R$ 80.

Com humor afiado e olhar crítico, em atuação solo de Danielle Winits dirigida por Gerald Thomas, a obra se estabelece como uma reflexão sobre as irracionais contradições humanas, o papel da mulher na sociedade e os dilemas da vida contemporânea. O título sugere uma busca extraterrestre, mas é, na verdade, uma metáfora para a busca de empatia, conexão e sentido no meio da confusão cotidiana da humanidade.

Escrita pela norte-americana Jane Wagner, originalmente encenada em 1985, nos EUA, e imortalizada pela atuação solo de Lily Tomlin, Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo – convertida por Thomas em CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente –, consolidou-se na ocasião como um marco para o teatro, especialmente pelo modo como mescla humor, crítica social e múltiplas vozes em uma única interpretação.

Estruturada como um monólogo múltiplo, uma só atriz (Danielle Winits) interpreta algumas das personagens da obra original sintetizados em uma única personagem e por meio desta voz constrói uma narrativa bem humorada questionando padrões sociais, a lógica capitalista, a superficialidade da cultura de massa e os limites das relações humanas, tudo isso por meio de observações sagazes e por vezes absurdas que provocam tanto o riso quanto a reflexão. Mas não é só isso. Gerald Thomas adicionou ao texto original as lacunas que as décadas perdidas ou passadas teriam que preencher.

Foto: Ariel Cavotti

“Sim, o mundo mudou muito rápido nesses últimos quarenta anos. Em 1985 não haviam redes sociais ou IA, a teoria de Andy Warhol de que todos iriam ter seus 15 minutos de fama ainda era uma fantasia longínqua e não um pesadelo psicopático. Se, em 1985 ainda se tinha amigos, hoje tem-se “seguidores” e a palavra lixo significava somente sujeira e não crise ou calamidade. O mundo de Huxley e Orwell eram temidos, mas agora, talvez, através dessa epidemia de “influencers”, os jovens estarão, de fato, condenados a desaprender tudo aquilo que a história nos ensinou. Entraremos em uma era de deletação, de apagamento. E isso não está na peça de Wagner.” – Gerald Thomas

O texto equilibra ironia e compaixão, pontuado por referências pop e filosóficas, e não hesita em abordar temas complexos com leveza e profundidade. A crítica social nunca é panfletária, emerge da experiência dos personagens e do confronto direto com as contradições do mundo moderno. A peça é também um exercício de metateatro – um espetáculo sobre o próprio fazer teatral e seu potencial transformador. Ao alternar rapidamente entre pontos de vista, desafia tanto a intérprete quanto o público, convocando uma escuta ativa e sensível.

“A personagem fio condutor da montagem é uma ex-consultora criativa de grandes empresas que acabou por enlouquecer (ou não…) e se tornou uma catadora de lixo nas ruas. Ela acredita que extraterrestres entraram em contato e querem descobrir, por meio dela, se ainda existem sinais de vida inteligente no universo. Simultaneamente, a personagem busca compreender quem são essas pessoas e o que elas representam no mundo de hoje. A dúvida que ela levanta é quase um paralelo ao ‘ser ou não ser, eis a questão’. Será que ela perdeu a sanidade? Ou foi a realidade que, de tão absurda, se tornou incompreensível?” – Danielle Winits

Em resumo, CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente é uma obra vibrante, multifacetada e atual. Mais do que uma peça feminista ou de crítica social, é uma reflexão espirituosa e comovente sobre o que nos torna humanos, e sobre os sinais de inteligência (afeto e empatia) que ainda podem ser encontrados entre nós.

Drama ou comédia? A resposta vai depender da visão de mundo de cada espectador.

Foto: Ariel Cavotti

A respeito do ambiente da encenação

O cenário foi pensado como um ambiente que se transforma no decorrer do espetáculo. Há uma montanha de lixo em que a atriz inicia a peça, como se nascesse dela. Em seu entorno há uma série de cinco escadas que ligam o plano do espetáculo ao urdimento, sem fim aparente. Elementos da arte pop de Andy Warhol aparecem pelo palco na forma de latas de sopa Campbell's e reaparecem nos quadros de Rinaldo Escudeiro, seja como referência direta às latas, seja nas cores do Pop, na busca pelos elementos cotidianos como a geladeira, o post-it, o carrinho de supermercado, ou a imagem de uma atriz conhecida como é Danielle Winits, cujo rosto aparece em uma das pinturas. Esse mesmo rosto de Danielle irá retornar ao espaço de forma agigantada, como um casco ou uma mochila trazida por uma figura estranha contrarregrada. Portanto, o cenário visualmente trabalha entre o contraponto de cores, texturas e escalas. Ora o colorido do Pop aparece, ora o marrom, o antigo, o enferrujado, o estranho. O piso do palco é composto por uma textura de tecido e espumas tingidas que geram relevos. Tecidos aparecem no palco como seres que visitam Danielle. Ligados ao urdimento por cordas e ganchos, se penduram no ar como pedaços de couro em um curtume, ou pedaços de carne em um açougue. Esses elementos aéreos de tecido se mesclam a um conjunto de escadas finas e irregulares que se perdem na altura do urdimento. Elas estão presentes aqui e também nas obras e desenhos de Gerald Thomas.

Jane Wagner, dramaturga

Jane Wagner é uma premiada dramaturga, roteirista, diretora e produtora norte-americana, amplamente reconhecida por seu trabalho inovador nas artes cênicas e audiovisuais. Nascida em 1935, no Tennessee, construiu uma carreira marcada pela inteligência mordaz, pelo humor refinado e por uma profunda sensibilidade social. Seu nome está indissociavelmente ligado à atriz e comediante Lily Tomlin, com quem mantém uma parceria artística e pessoal há décadas. Juntas, criaram algumas das obras mais ousadas e sensíveis do teatro e da televisão americana, como o aclamado monólogo teatral Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo, um marco do teatro contemporâneo. Também escreveu para cinema e televisão, tendo vencido vários prêmios, incluindo o Emmy, e sido indicada ao Tony e ao Drama Desk Awards.

Seu estilo é caracterizado por diálogos ágeis, observações afiadas sobre a vida cotidiana e um olhar empático para as contradições humanas – especialmente no que diz respeito à identidade, à cultura e à condição feminina. Com uma obra que transita entre a crítica social e o lirismo, Jane Wagner se firmou como uma das vozes mais originais do teatro americano do século XX, e seu legado continua inspirando novas gerações de artistas e pensadores.

Danielle Winits, atriz

Danielle Winits é uma atriz, cantora e bailarina brasileira, reconhecida por sua versatilidade e trajetória marcante no teatro musical, na televisão e no cinema. Nascida no Rio de Janeiro, em 1973, iniciou sua formação artística ainda na infância, estudando balé clássico e jazz, antes de se dedicar à atuação. Sua carreira ganhou destaque na televisão a partir dos anos 1990, com participações em novelas e séries da TV Globo, como Sex Appeal, Uga Uga, Kubanacan e América, onde se consolidou como uma atriz popular, com forte presença cênica e carisma. Paralelamente, construiu uma sólida carreira nos palcos, especialmente no gênero do teatro musical.

No teatro, é considerada uma das pioneiras da chamada “era de ouro” dos musicais no Brasil. Protagonizou grandes produções como Chicago, Hairspray, Gypsy, Cabaret e Xanadu, demonstrando domínio em canto, dança e interpretação – um conjunto raro de habilidades que a colocou entre as principais atrizes de musicais do país. Além da performance artística, também atuou como diretora e produtora em projetos cênicos mais autorais, buscando ampliar sua atuação no campo cultural. Ao longo da carreira, transita com naturalidade entre a comédia, o drama e o musical, mostrando-se uma artista multifacetada e em constante reinvenção.

Com mais de três décadas de trajetória artística, Danielle Winits continua sendo um nome de referência nas artes cênicas brasileiras, unindo talento, disciplina e paixão pela cena.

Gerald Thomas, diretor

Gerald Thomas é um renomado diretor teatral, dramaturgo e encenador multimídia, reconhecido por sua linguagem cênica provocadora, experimental e intelectualmente desafiadora. Nascido em Nova York, em 1954, criado no Brasil, e atuando entre Estados Unidos, Brasil e Europa, Thomas construiu uma carreira internacional marcada pela ruptura de convenções estéticas e pela fusão entre teatro, filosofia, literatura, música e artes visuais. Sua obra é marcada pelo hibridismo e pela desconstrução de narrativas lineares. Em cena, explora o colapso da linguagem, o vazio da cultura de massas, a fragmentação da identidade e as tensões do mundo contemporâneo. Ele frequentemente mistura textos de autores clássicos com intervenções autorais, projeções, música ao vivo e elementos performáticos. Além do teatro, também atua como escritor e ilustrador, sempre com uma estética crítica, ácida e inquieta. Thomas tinha uma relação pessoal com Samuel Beckett, e parceria muito especial com o compositor Philip Glass e com o autor alemão Heiner Müller.

Nos anos 1980, fundou a Companhia de Ópera Seca, por meio da qual produziu espetáculos que se tornaram referência no teatro contemporâneo brasileiro e mundial, como: Eletra com Creta; CarmenComFiltro; a Trilogia Kafka, com Bete Coelho que, depois de um retumbante sucesso no Brasil, ganhou capa do New York Times, em outubro de 1988, uma longa temporada no La MaMa e foi a atração principal do Wiener Festwochen (Festival de Viena), em 1989, sendo televisionado na íntegra pela ORF, canal estatal Austríaco; também The Flash and Crash Days, com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, que viajou para 15 países e 12 premieres mundiais de Samuel Beckett no La MaMa e no Brasil. Em 2014 dirigiu Ney Latorraca em Entredentes. Seus espetáculos mais recentes no Brasil foram: Dilúvio, F.E.T.O. e Traidor, com Marco Nanini. Ao longo de sua carreira, Thomas dirigiu em grandes teatros da Europa e dos Estados Unidos, incluindo a Royal Opera House (Londres), a Brooklyn Academy of Music (Nova York), do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Gerald Thomas é uma figura central no teatro experimental de língua portuguesa e um artista que desafia os limites da cena, do texto e da representação, mantendo-se, ao longo das décadas, como um criador ousado e visceral.

Luciano Borges, produtor

Luciano Borges é um dos mais atuantes produtores do teatro brasileiro contemporâneo. Sua carreira é marcada por projetos que aliam relevância artística e força de comunicação com o público. Entre seus principais trabalhos estão produções como Você está aí?, Estranho Casal, Relações Aparentes, A Garota do Adeus, Vermelho, Vanya e Sônia e Masha e Spike, Ela é o cara, Job e Doce Pássaro da Juventude. Também está à frente da versão brasileira de Prima Facie, de Suzie Miller, espetáculo que coloca em debate questões urgentes sobre justiça, poder e a condição feminina, ampliando assim o diálogo entre teatro e sociedade. Sua atuação se destaca pela curadoria criteriosa de textos, a valorização de grandes intérpretes e o cuidado com a excelência artística e técnica das produções. O que reafirma seu compromisso em apresentar ao público obras que provocam pensamento crítico e ampliam o debate social, fortalecendo seu papel como articulador de projetos que ultrapassam os limites do entretenimento e se afirmam como experiências transformadoras no teatro brasileiro. Com uma trajetória que combina ousadia, qualidade e compromisso com o público, Luciano Borges consolidou-se como referência na produção teatral no Brasil.

Ficha técnica

CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente

Texto de Jane Wagner, com intervenções de Gerald Thomas

Atriz: Danielle Winits

Direção: Gerald Thomas

Tradução: Alexandre Tenório

Iluminação: Wagner Pinto

Figurinos: João Pimenta

Cenografia: Fernando Passetti

Pintura em tela: Rinaldo Escudeiro

Trilha sonora: Gerald Thomas

Sonoplastia: Marcelo Alonso Neves

Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Design gráfico: Bárbara Lana

Visagismo: Leila Turgante

Fotos de cena: Dalton Valério

Fotos de Danielle Winits em estúdio: Robert Schwenk

Marketing digital: Cultura Lab e Rica Conteúdo Audiovisual

Assistente de direção: Osni Silva

Elenco de apoio: Anita Mafra, Jovi Silva, Vinícius Duarte.

Coach de interpretação: Victor Winits

Operador de luz: Renato Lima

Operador de som: Kelson

Cenotécnicos: Denis Nascimento e André Sales

Diretor de palco: Leandro Brander

Contra-regras: Vinícius Duarte e Jovi Silva

Camareira: Lígia Soares da Silva

Diretor Geral de Produção: Luciano Borges

Direção de produção: Nilza Guimarães e Diogo Bastos

Coordenador financeiro: Edson Fieschi

Realização: Borges & Fieschi Produções e Winits Produções

Produção local: Polarize Entretenimento

SERVIÇO – CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente

Quando: 11 e 12 de setembro de 2026 (sexta-feira e sábado)

Onde: Teatro Fernanda Montenegro (Rua Coronel Dulcídio, 517)

Horário: abertura da casa às 19h40 e show às 20h

Ingressos: os ingressos variam de R$ 80 a R$ 180, variando de acordo com o setor e modalidade escolhidos

FORMA DE PAGAMENTO

Dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito.
Parcelamento em até 10x com juros
Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Classificação: 12 anos (Menores de 12 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial)

Pré-venda começa nesta quinta-feira (13)! Elvis Presley ganha show no Guairão e exposição inédita com mais de 400 itens em Curitiba

Aos 85 anos, Jerry Scheff, baixista de Elvis, virá ao país para abrilhantar as apresentações

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Elvis Presley será celebrado em grande estilo no Brasil com uma grande exposição e turnê. O país sai na frente e antecipa as homenagens que o Rei do Rock & Roll receberá por ocasião do cinquentenário de sua morte em 2027.

A partir de outubro deste ano, o espetáculo Elvis in Concert retorna ao país para sua maior turnê, quando visitará 6 capitais brasileiras: São Paulo (23/10), Belo Horizonte (30/10), Brasília (01/11), Rio de Janeiro (05/11), Porto Alegre (07/11) e Curitiba (09/11). Ingressos estão disponíveis em pré-venda a partir de 13 de agosto às 10h, com 10% de desconto. Para acessar a pré-venda, o público pode se inscrever no grupo VIP (acesso pela bio de @eusouwowexibicoes). A venda geral acontece a partir de 17 de agosto às 10h. Confira as informações em SERVIÇO abaixo.

Elvis estará presente nos telões com imagem e som renovados em apresentações memoráveis. O Rei do Rock & Roll será acompanhado ao vivo por uma orquestra de 30 músicos com a mesma configuração de seus shows, com a presença ilustre de Jerry Scheff, baixista da TCB Band entre 1969 e 1977, representando seus companheiros de época no palco. Além de Elvis Presley, Jerry colaborou com Bob Dylan, Roy Orbison e Neil Diamond. É ele também quem está tocando o baixo nas antológicas “L.A Woman” e “Riders on the Storm” do The Doors.

O concerto é uma superprodução e foi recriado exatamente no mesmo formato musical desenhado por Elvis Presley. O espetáculo chegou a lotar os ginásios do Ibirapuera e Maracanãzinho em 2012 quando passou pelo Brasil pela primeira vez, sendo visto por mais de 50 mil pessoas.

Dividido em dois atos, o concerto desfila mais de 35 temas que passam pelas diversas fases da carreira do cantor e que incluem clássicos como “Burning Love”, “Don't Be Cruel”, “Blue Suede Shoes”, “Love Me Tender”, “Bridge Over Troubled Water”, “Suspicions Mind”, “My Way”, “Can’t Help Falling In Love”. entre outros. O espetáculo traz a voz do próprio artista em imagens históricas carregadas de carisma e emoção, retiradas dos especiais de TV “The 68 Comeback Special”, “Elvis: Aloha from Hawaii” de 1973 e dos filmes da MGM, “Elvis: That’s The Way It Is”, de 1970, e “Elvis On Tour”, de 1972.

Além da música, os fãs brasileiros ainda terão a oportunidade de prestigiar uma grande exposição com mais de 400 itens pessoais do astro, que incluem carros, motos, roupas, objetos pessoais, prêmios e muito mais. Uma mostra capaz de ilustrar e explicar o tamanho de seu legado e história.

A exposição oficial ELVIS - DIRETO DE GRACELAND visitará Porto Alegre, São Paulo e Curitiba entre 2026 e 2027. A estreia acontecerá no dia 02 de outubro de 2026 no Multiverso Experience, no Cais Embarcadero, em Porto Alegre. Ingressos também estarão disponíveis em pré-venda a partir de 13 de agosto às 10h, com 10% de desconto. Para acessar a pré-venda, o público pode se inscrever no grupo VIP (acesso pela bio de @eusouwowexibicoes). A venda geral começa a partir de 17 de agosto às 10h, ambas em Bilheteria Digital.

Trata-se da mais abrangente coleção que já atravessou os portões de Graceland nos últimos tempos e que ocupará uma área de 1.000 metros quadrados.

A exposição reunirá centenas de itens originais vindos diretamente dos Arquivos de Graceland, incluindo o uniforme militar de Elvis, uniforme de futebol americano, figurinos de palco e roupas de uso cotidiano, joias, móveis, livros, instrumentos musicais, sua Ferrari Dino GT4 de 1975 e o MG vermelho que aparece no filme Feitiço Havaiano (Blue Hawaii).

A mostra vai além da carreira de Elvis na música e no cinema ao apresentar um retrato mais íntimo de sua vida pessoal, por meio de roupas e acessórios usados ao longo de sua trajetória, objetos pessoais de Graceland, produtos licenciados vintage com a marca Elvis, figurinos, roteiros originais de filmes de Hollywood e muitas outras peças raras.

Angie Marchese, vice-presidente de Arquivos e Exposições da Elvis Presley Enterprises, comenta: “Através de nossos arquivos e acervo, mantemos o passado vivo, preservando e, principalmente, compartilhando as histórias que esses objetos representam por meio de exposições incríveis como essa. Elvis dedicou muito de si a seu trabalho e se comunicou profundamente com seu público em um nível íntimo. É maravilhoso poder compartilhar essa jornada através de sua história com seus fãs.”

A vinda dos eventos é fruto de uma parceria entre a Elvis Presley Enterprise e o grupo WOW do Brasil.

“O Brasil possui uma das maiores bases de fãs de Elvis no mundo, os brasileiros receberão dois dos maiores eventos internacionais assinados pela Elvis Presley Enterprises. Temos muito orgulho em poder levar a exposição para três grandes cidades do país, e o concerto para 6 capitais. Serão eventos históricos que mobilizarão diferentes gerações e todos aqueles que apreciam música e a história de ícones universais “, resume Sandro Horta, vice-presidente de conteúdo do grupo WOW.

ELVIS IN CONCERT

SÃO PAULO

Local: Espaço Unimed / R. Tagipuru, 795 - Barra Funda, São Paulo - SP

Data: 23 de outubro

Vendas: Bilheteria Digital

BELO HORIZONTE

Local: Arena Hall / Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 - Savassi, Belo Horizonte - MG

Data: 30 de outubro

Vendas: Sympla

BRASÍLIA

Local: Teatro Ulysses Guimarães / SGAS I SGAS 913 - Asa Sul, Brasília - DF

Data: 01 de novembro

Vendas: Bilheteria Digital

RIO DE JANEIRO

Local: Qualistage / Av. Ayrton Senna, 3000 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ

Data: 05 de novembro
Vendas: Ticketmaster

PORTO ALEGRE

Local: Auditório Araújo Vianna / Parque Farroupilha, 685 - Farroupilha, Porto Alegre - RS

Data: 07 de novembro

Vendas: Bilheteria Digital

CURITIBA

09 de novembro

Local: Teatro Guaíra / R. XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba - PR

Data: 09 de novembro

Vendas: Bilheteria Digital

OBS: Ingressos também estarão disponíveis em pré-venda a partir de 13 de agosto às 10h, com 10% de desconto. Para acessar a pré-venda, o público pode se inscrever no grupo VIP (acesso pela bio de @eusouwowexibicoes). A venda geral começa a partir de 17 de agosto às 10h

ELVIS - DIRETO DE GRACELAND

Local: Multiverso Experience / Cais Embarcadero / Av. Mauá, 1050 (Armazém 7) – Centro Histórico, Porto Alegre – RS

Data: A partir de 02 de outubro de 2026

Vendas: Bilheteria Digital

OBS: Ingressos também estarão disponíveis em pré-venda a partir de 13 de agosto às 10h, com 10% de desconto. Para acessar a pré-venda, o público pode se inscrever no grupo VIP (acesso pela bio de @eusouwowexibicoes). A venda geral começa a partir de 17 de agosto às 10h.

Teatro do Paiol recebe a turnê ´Eu Vou Ganhar o Mundo` com o cantor e compositor pernambucano PC Silva

Em única apresentação na capital, o artista faz sua estreia em Curitiba e anuncia o lançamento de documentário com shows na Europa

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Dez anos de trajetória e colaborações com Ney Matogrosso, Juliano Holanda, Zeca Baleiro, Mônica Salmaso, Ceumar, entre outros. PC Silva celebra a turnê e o primeiro show na capital. (Foto: Sidarta)
Em turnê pelo país com o show ´´Eu Vou Ganhar o Mundo``, o cantor e compositor pernambucano PC Silva faz sua estreia em Curitiba, no palco do Teatro do Paiol, em apresentação única, no dia 13 de agosto, às 20h. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla.

Compre seu ingresso aqui

Com mais de 800 mil visualizações em seu canal oficial no YouTube, três milhões de plays em seu top 10 no Spotify e mais de 45 mil ouvintes mensais, PC Silva constrói uma trajetória que mistura a poesia popular nordestina com arranjos modernos e percussivos.

O artista cria uma estética entre o tradicional e o contemporâneo, celebrada principalmente em colaborações com nomes como Ney Matogrosso, Juliano Holanda, Zeca Baleiro, Mônica Salmaso, Simone, Mariana Aydar, Ceumar e Juliana Linhares, reafirmando a força plural da música brasileira.

Em Curitiba, PC Silva apresenta um recorte de sua brasilidade. Em formato intimista, o pernambucano traz no repertório da turnê ´´Eu Vou Ganhar o Mundo`` canções que marcam mais de dez anos de carreira, especialmente as lançadas em seu primeiro álbum ´´Amor, Saudade e Tempo`` (2020) e no mais recente, o celebrado ´´Me Dê Notícias do Universo`` (2024).

“Nessa primeira ida até Curitiba levarei minhas canções e espero expandir o mapa sentimental com essa cidade que sempre desejei conhecer. Existe uma coisa em comum com quem faz música fora do eixo entre Rio e São Paulo: a força daquilo que sempre encontra uma maneira de atravessar os desafios para ser ouvido além dessa muralha dos eixos. É nesse sentido que acredito que Recife, Curitiba, Belo Horizonte, Fortaleza e tantas outras cidades convergem e devem (ou deveriam) encontrar pontos em comum”, reflete PC Silva.

Natural de Serra Talhada (PE), no Sertão do Pajeú, PC Silva vive há mais de 20 anos em Recife, onde desenvolveu sua carreira em diálogo com artistas e projetos como o coletivo Reverbo.

Produzida de forma independente, a turnê ´´Eu Vou Ganhar o Mundo`` nasce do desejo do artista de levar sua música para além de seu estado de origem e residência.

“Foram mais de seis meses planejando tudo, desde os contatos iniciais com os espaços até os detalhes de produção para a realização dessa turnê. Vou levar minhas canções para passear por lugares onde elas já estiveram e por novos espaços. É o principal momento da relação do meu trabalho com o público. Espero encontrar ouvidos e corações abertos, vai ser bonito.”

Sobre a turnê
Desde o início do ano, a turnê ´´Eu Vou Ganhar o Mundo`` já passou por Recife, Serra Talhada, Petrolina, Fortaleza, João Pessoa, Caruaru, Garanhuns, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Maceió, Salvador, Campinas, São Paulo e Ribeirão Preto.

No sul do país, as apresentações acontecem em Curitiba, no dia 13 de agosto, e na sequência, PC Silva segue para Porto Alegre (15 de agosto) e Olinda (12 de setembro).

Além do Brasil, ´´Eu Vou Ganhar o Mundo`` rompe fronteiras. O cantor e compositor leva a essência de Pernambuco em shows confirmados na Espanha (26 de setembro) e em Portugal (1º de outubro).

PC Silva reafirma sua condição de artista em movimento. ´´Eu Vou Ganhar o Mundo`` simboliza o alcance de sua música, mas fortalece também a abertura de novos horizontes em sua caminhada artística, traduzindo em palco a essência de sua obra.

“Você olha para esse projeto [Eu Vou Ganhar o Mundo] e analisa a quantidade e as localizações das cidades por onde irei tocar: é um mapa considerável. Ainda mais porque tudo isso foi organizado de forma independente, sem o suporte de aprovações em editais. Faremos um documentário sobre a circulação de um artista independente pelo mundo”, destaca.

A turnê ´´Eu Vou Ganhar o Mundo`` tem apoio da marca Ju Souto Store e da TCA Desenvolviment, com produção e realização da Ampliar Produções e Vivenda.Art. O show no Teatro do Paiol tem ingressos disponíveis pela plataforma Sympla, a partir de R$25.

Serviço - Eu Vou Ganhar o Mundo com PC SIlva
Quando: 13 de agosto (quinta-feira)
Horário: 20h
Onde: Teatro do Paiol
Endereço: Praça Professor Guido Viaro, s/nº - Prado Velho
Telefone: (41) 3213-1340
E-mail: teatropaiol@curitiba.pr.gov.br
Ingressos: A partir de R$25
Bilheteria oficial: Sympla (compre aqui)

Assessoria de imprensa PC Silva
Izabela Costa | izabelacosta.imprensa@gmail.com

Assessoria de imprensa local
Lucas Cabaña | cabanaassessoaira@gmail.com

Redes Sociais PC Silva
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