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Top Ten Reasons to Move to Miami

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TOP 10 REASONS TO MOVE TO MIAMI

ABOUT PETER GREEN

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Originally from New York City, he moved to Miami due to the lifestyle and amazing opportunities.

Peter speaks fluent Portuguese and Spanish and plays high level competitive Tennis. His team is very active in the current market and focuses a tremendous amount on Instagram Live and zoom chats to stay connected to his client during this new virtual age.

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Fortune International Realty

Café Bonblend faz dez anos, busca novos mercados e quer ampliar vendas em 50%

Marca catarinense foca na distribuição e na expansão para outros estados

A marca de cafés Bonblend – que reúne bebidas premium, superior, clássico e tradicional - surgiu há uma década na cidade de Joinville-SC e agora pretende ganhar novos mercados. A intenção da companhia fundada pelo casal Valéria e Claudimar Zomer é crescer 50% nos próximos 12 meses e os trabalhos para alcançar esses resultados já começaram.

Presente em dezenas de cafeterias, empresas e escritórios catarinenses e paranaenses, a marca chega em 2020 querendo ampliar a presença no mercado nacional. Diversos projetos estão sendo desenvolvidos para ampliar a rede de distribuição e os canais de vendas.

“Buscamos novos parceiros comerciais na região Sul e em outros estados”, fala Carlo Costa Gallinea, diretor comercial da CCG Representações, empresa com sede em Curitiba (PR) e responsável pela expansão comercial da Bonblend. Desde maio, a empresa está nos principais marketplaces do país e isso já contribuiu para aumentar o acesso dos consumidores, que antes era feita somente pelo site www.bonblend.com.br

As variedades que compõem a Bonblend envolvem anos de experiência, padrões excepcionais de qualidade, paixão e dedicação pela bebida. A companhia se estruturou e por isso consegue repetir a mesma qualidade do café em toda produção. Vem daí o slogan ‘a combinação perfeita’, ou seja, a mistura perfeita de grãos selecionados e desenvolvidos para equilibrar e harmonizar o sabor e aroma dos cafés.

Mercado em ascensão
Pesquisa recente da Associação Brasileira da Indústria de Torrefação e Moagem de Café (ABIC) mostra que 98% dos brasileiros consomem o grão. A tendência é que até 2021 a procura cresça mais de 3% quando se fala no tipo comum.

“Isso abre espaço para todo universo que gravita ao redor do produto, especialmente o segmento de cafeterias que gira em torno de 4 mil no Brasil e soma-se aos outros 13 mil estabelecimentos como bares, lanchonetes e padarias que ofertam o chamado ‘café especial’”, explica Gallinea.

Conforme a Organização Internacional do Café (OIC), o Brasil é o segundo maior consumidor mundial da bebida, logo atrás dos Estados Unidos, que possui 14% da demanda mundial. O Brasil representa 13% dessa procura, equivalente a 21 milhões de sacas ao ano.

Entre 2017 e 2018 houve um crescimento de 4,8% no consumo, comparado com período anterior. A projeção, segundo Gallinea, é que exista aumento pela busca de cafés mais exclusivos e pela experiência diferenciada do produto.

Quem bebe café?
Embora a maior parte do consumo doméstico ainda seja o produto tradicional, pesquisa da consultoria internacional Euromonitor mostra que o café premium tem ganhado espaço no Brasil, girando em torno de 70 mil toneladas – 5 a 10% do total no setor. Esse consumo também tem crescido com média de 15% ao ano, enquanto o do café tradicional sobe por volta de 3,5%.

A pesquisa mostra ainda que dos consumidores de café premium, 20% pertencem à classe A, 50% à classe B e 30% à classe C. A maior parte desse público vive na região Sudeste (45%), seguida pelo Nordeste (22%) e Sul (17%).

O perfil de apaixonados pela bebida revela um público eclético: 40% deles tem acima de 40 anos, 25% está na casa dos 31 aos 40 e 35% tem entre 18 e 30 anos.

Cafés de origem
A Bonblend também trabalha com os chamados “Cafés de Origem”, fornecendo grãos das principais regiões brasileiras e preservando as essências de cada terroir [extensão de terra cultivada e seu micro-clima], além de “Cafés de Edições Limitadas” – os chamados microlotes com perfis sensoriais únicos. Os microlotes são adquiridos em concursos de qualidade ou por meio do relacionamento direto com o produtor.

Diferenciais
Entre os diferenciais ofertados pela marca estão as embalagens da linha em grão, feitas em três camadas e válvula importada – o que garante o frescor, a qualidade, o sabor e o aroma do produto por muito mais tempo.

Outro cuidado da Bonblend - que garante o sucesso da marca e a diferencia dos cafés comuns - é o olhar sensível na produção e uma seleção qualificada dos grãos, controle da origem do produto in natura, certificado de qualidade e maior proximidade com os cafeicultores.

“Existe todo um conceito em volta dos nossos produtos para garantir sempre o mesmo sabor, acidez, corpo e fragrância. Isto nos permite atender clientes mais exigentes, que sabem apreciar uma bebida de mais qualidade e diferenciada dos cafés mais comuns do mercado”, finaliza Gallinea.

Quatro tipos, a mesma qualidade
A linha premium engloba blends com grãos padronizados, 100% arábicas, café suave, naturalmente doce com notas cítricas, acidez equilibrada e torra média. Na categoria superior, os grãos também são padronizados, 100% arábicas, café equilibrado com corpo e doçura presentes, enquanto a torra é media.

A versão clássica traz um café torrado, grãos 100% arábicas ou moído para filtro, com sabor suave, sem amargor e torra média. Já a linha tradicional traz café torrado e moído para filtro, com blend predominante de espécie arábica, resultando numa bebida encorpada, com aroma e sabor intenso e vigoroso que se destaca mesmo combinado ao leite.

Fondue de chocolate com frutas e delícias no La Basque Curitiba

O fondue sendo doce ou salgado é uma comida para ser saboreada com amigos. "Fondue de chocolate com frutas e delícias provoca ótimas conversas durante um ritual de espetar e mergulhar no chocolate cremoso e fumegante... não é possivel comer fondue com pressa, é preciso pelo menos uma hora e meia para “sentir” os sabores e perfumes. Não convém estar sozinho.
Também por todas essas características, a iguaria é mais convidativa nos fins de semana de inverno.
A Lá Basque em Curitiba já é tradicional nos crepes farnceses e agora oferece a carta de fondue aos fins de semana.
Nutella, chocolate branco, ou chocolate ao leite com kiwiu, marshmallows, maçã, banana, brownie, uvas e morangos.
Era essa iguaria franco Suissa que falava no cardápio de encher os olhos e alegrar o coração de Curitiba.

O IMPACTO DA PANDEMIA DO COVID-19 NAS RELAÇÕES JURÍDICAS

Diante da Declaração de Emergência em Saúde Pública pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ratificada pela Lei Federal nº 13.979/2020 e pelo Decreto Federal nº 10.282/2020, reconhecendo a propagação intercontinental (classificação como “pandemia”) pela COVID19 (Coronavírus), o que ocasionou o fechamento de fronteiras, estradas, aeroportos, fóruns e tribunais, proibição do funcionamento do comércio em geral (com exceção dos essenciais citados no Decreto Estadual nº 4317/2020), determinação para isolamento, quarentena, realização compulsória de exames médicos, vacinação, requisição de bens e serviços de pessoas físicas ou jurídicas, elencamos alguns apontamentos jurídicos que poderão ser aplicados nas mais diversas áreas das relações jurídicas.

RELAÇÕES DE CONSUMO: as relações de consumo são reguladas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), além de outras leis complementares e da própria Constituição Federal de 1988.
Prevalece o reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor, da interpretação contratual em favor do consumidor (aderente), do risco do negócio para o empresário e a responsabilidade objetiva do fornecedor pelos danos que ocasionar.

Contudo, diante da pandemia do COVID-19, o Direito do Consumidor não poderá ser aplicado exclusivamente de acordo com as regras e princípios protetivos estabelecidos no CDC, na medida em que milhares de contratos de consumo estão sendo interrompidos de forma praticamente simultânea, o que certamente provocará o fechamento (quebra) de inúmeros estabelecimentos comerciais, com repercussões negativas inclusive no emprego de milhares de trabalhadores.

Portanto, o caminho a ser encontrado na solução das demandas envolvendo os contratos de consumo é ao mesmo tempo a redução dos prejuízos dos consumidores, mas sem provocar o agravamento dos prejuízos dos fornecedores, ou seja, um caminho intermediário.

Exemplo prático dessa interpretação ocorreu em relação às companhias aéreas, as quais, segundo a Associação Internacional do Setor Aéreo, irão suportar um prejuízo de até U$ 113 bilhões durante a crise do COVID-19. Diante deste cenário caótico, ABEAR, SENACON e MPF firmaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), por meio do qual as cinco companhias aéreas (TAM, AZUL, GOL, MAP, PASSAREDO) reconhecem a situação presente como de caso fortuito e força maior, possibilitando, excepcionalmente, o estabelecimento de regras relativas aos cancelamentos de voos, política de remarcação e reembolso de passagens sem imposição de taxas ou multas aos consumidores.

Outro setor drasticamente atingido é o de turismo. De acordo com a OCDE, o turismo em geral está prevendo um prejuízo de 50 bilhões para empresas desse segmento. Diante disso, empresas atuantes na venda de viagens (CVC), reservas (BOOKING, DECOLAR) e aluguel (AIRBNB), estão possibilitando a remarcação ou cancelamento de datas de forma diferenciada para este momento que estamos passando, sem aplicação das multas previstas para situações normais.

Por outro lado, inúmeras abusividades vêm ocorrendo no mercado de consumo, dentre as quais o aumento injustificado nos preços de álcool em gel e máscaras cirúrgicas, dentre outros produtos escassos neste período de pandemia do COVID-19, chegando ao absurdo de 1000% de aumento, em manifesta violação as regras previstas no art. 39, incisos V e X do CDC e art. 187 do Código Civil, este último prevendo como ilícito o ato abusivo.

Outro setor que certamente será drasticamente afetado é o de Planos de Saúde. Embora apenas 15% da população tenha acesso aos planos de saúde (85% ainda dependem do SUS), o Governo Federal já informou que vai destinar R$ 10,6 bilhões para os planos de saúde adquirirem equipamentos, leitos e UTI para tratamento dos infectados pelo COVID-19.

Por outro lado, já se tem notícias[2] que os planos de saúde estão cancelando novas autorizações para exames e cirurgias que não se enquadrem em casos de urgência e emergência, até mesmo para liberar espaço nos hospitais para tratamento do coronavírus, situação que certamente será sopesada em eventuais demandas indenizatórias, haja vista o interesse público e as diretrizes da ANS editadas nesse sentido.

Ademais, diante das recentes notícias acerca dos resultados obtidos com novos testes em busca de uma vacina para o COVID-19, certamente o Poder Judiciário terá que decidir (em tutela de urgência) sobre a liberação de determinados medicamentos nessa fase, existindo inclusive informação no site[3] do CNJ acerca do Parecer Técnico nº 123 (elaborado pelo Hospital Sírio Libanês), onde se recomenda que a utilização da hidroxicloroquina e da cloroquina em pacientes com COVID-19 ocorra apenas em situações de necessidade/gravidade comprovadas, já que seus estudos (acerca da eficácia e segurança) ainda estão em desenvolvimento.

CONTRATOS ADMINISTRATIVOS. Em relação aos contratos administrativos, vigora a previsão contida nos arts. 40, XI e 50, III da Lei 8.666/93 e art. 3º da Lei 10.192/2001, por meio da qual se entende que o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato está vinculado à previsão contratual.
Contudo, diante da situação pandêmica vivenciada por conta do COVID-19, existem precedentes jurisprudenciais que permitem a alteração de cláusula referente ao preço por força da teoria da imprevisão e fato do príncipe, tal como se sucedeu em janeiro de 1999, em decorrência da drástica desvalorização do real frente ao dólar, nesse sentido:

“2. O episódio ocorrido em janeiro de 1999, consubstanciado na súbita desvalorização da moeda nacional (real) frente ao dólar norte-americano, configurou causa excepcional de mutabilidade dos contratos administrativos, com vistas à manutenção do equilíbrio econômico-financeiro das partes.
3. Rompimento abrupto da equação econômico-financeira do contrato.
Impossibilidade de início da execução com a prevenção de danos maiores. (ad impossibilia nemo tenetur).
4. Prevendo a lei a possibilidade de suspensão do cumprimento do contrato pela verificação da exceptio non adimpleti contractus imputável à administração, a fortiori, implica admitir sustar-se o "início da execução", quando desde logo verificável a incidência da "imprevisão" ocorrente no interregno em que a administração postergou os trabalhos. Sanção injustamente aplicável ao contratado, removida pelo provimento do recurso.
5. Recurso Ordinário provido.”
(STJ, RMS 15154/PE, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em 19/11/2002, DJ 02/12/2002, p. 222)[4]

Portanto, forte nessas premissas, será possível rever contratos administrativos para:
a) Reequilíbrio do contrato (valores);
b) Negociação de prazo de vigência e de execução;
c) Isenção temporária de tributos ou prorrogação;
d) Antecipação de recebíveis;
e) Rescisão contratual;
f) Alteração de metas e cronograma de execução;
g) Alteração de plano de trabalho, dentre outras situações congêneres.

RELAÇÕES TRABALHISTAS. Outro segmento drasticamente atingido é o das relações de trabalho, seja sob o ponto de vista do empregador (que se vê impedido de continuar sua atividade), como sob o ponto de vista dos trabalhadores, que além do risco de perda do emprego, estão sujeitos a férias impositivas, redução de jornada e salário, dentre outros cortes.
O Governo Federal está editando Medida Provisória com medidas trabalhistas para tentar regulamentar as relações do trabalho durante a pandemia, dentre as quais:

- permite às empresas mudar o regime de trabalho presencial para o teletrabalho ou qualquer outro tipo de trabalho à distância;
- regula, para o período de emergência, a antecipação de férias individuais, a concessão de férias coletivas, o aproveitamento e antecipação de feriados, o banco de horas;
- possibilita a redução proporcional de salários e jornadas, a suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde do trabalho, o direcionamento do trabalhador para qualificação;
- permite o adiamento do recolhimento do FGTS e a redução temporária do recolhimento de contribuições sociais que incidem sobre a folha de pagamentos;
- não considera doença de trabalho a infecção pelo COVID-19, saldo nos casos de médicos e enfermeiros, cujo trabalho possui clara conexão com a doença.[5]

Enquanto isso não ocorrer, no Direito do trabalho vigora a previsão contida no Art. 2º da CLT, para o qual o risco da atividade é do empregador, de forma que estão sendo permitidas (antes mesmo da referida MP), as seguintes providências:

- FÉRIAS. Art. 136 da CLT. O período de férias é de escolha do empregador. Sobre o aviso antecipado de férias, por analogia, deve-se considerar o fundamento do art. 8º da CLT, uma vez que há interesse coletivo superior ao individual.

- FÉRIAS COLETIVAS. Igualmente, diante do estado de pandemia, somado ao art. 8º da CLT, poderá servir de fundamento para a flexibilização da prévia comunicação ao Ministério da Economia. Caso opte por essa alternativa, o empregador deverá comunicar a concessão de férias coletivas imediatamente e concedê-las com pagamento antecipado previsto no art. 145 da CLT.

- LICENÇA REMUNERADA. A Lei 13.979/20 dispõe que quarentena e isolamento são considerados como falta justificada. Nesses casos, portanto, o trabalhador fará jus ao salário que lhe seria devido, assim como nos casos de falta justificada por outros motivos já previstos em lei ou norma coletiva.

- BANCO DE HORAS. Para as empresas que adotam o banco de horas e existir saldo credor dos funcionários, poderá ser utilizado o saldo de horas para abater o período em que não houver demanda de trabalho e de prestação de serviços pelos funcionários.

- COMPENSAÇÃO DE HORAS. O empregador poderá ajustar, por escrito com o empregado, que o período de licenciamento servirá como compensação das horas extras antes laboradas. Poderá ainda, considerando-se que o estado de emergência configura a força maior prevista no Art. 501 da CLT, se utilizar da faculdade prevista no §3° do Art. 61 da CLT.

- TELETRABALHO / HOME OFFICE. Nos casos em que o trabalho puder ser executado a distância através da telemática ou da informática, poderá ocorrer o ajuste entre empregador e empregado para que o serviço neste período seja exercido a distância (Art. 75-C, § 1º da CLT), dispensando o ajuste escrito, por aplicação do art. 61, §3°, da CLT, diante da força maior presente.

- NORMA COLETIVA – SUSPENSÃO DO CONTRATO OU REDUÇÃO DO SALÁRIO
Acordo coletivo ou convenção coletiva poderão estabelecer a suspensão contratual ou a redução do salário do empregado durante o período de afastamento decorrente das medidas de contenção da epidemia (Art. 7º, VI da CF c/c Art. 611-A da CLT), ou mesmo através de norma coletiva, a compensação dos dias parados com o labor.

- EMPREGADO INFECTADO. Ao empregado infectado se aplicam as mesmas regras trabalhistas e previdenciárias dos demais casos de afastamento por doença: primeiros 15 dias a cargo do empregador e os demais pela previdência.
Caso tenha ocorrido a infecção no ambiente de trabalho, o afastamento deverá ser tratado como acidente de trabalho atípico (Art. 19 e 20 da Lei 8.213/91).
É importante esclarecer que esse afastamento não se confunde com o afastamento preventivo (isolamento e quarentena - Lei 13.979/20).

- PODER DISCIPLINAR DO EMPREGADOR. Mais que um direito, é dever do empregador adotar medidas que visem proteger seus trabalhadores. Portanto, para evitar contágio no ambiente de trabalho, o empregador poderá impor medidas de higiene e segurança do trabalho que visem conter a pandemia do coronavírus. A recusa do empregado ou o descumprimento das medidas impostas pelo empregador são passíveis de punição disciplinar (advertência, suspensão ou justa causa).

Lado outro, o empregador que deixar de cumprir suas obrigações e não adotar medidas preventivas de contágio, estará sujeito a aplicação de justa causa, caso em que o trabalhador poderá requerer a aplicação da rescisão indireta do contrato de trabalho.

DIREITO DAS FAMÍLIAS. No âmbito do Direito das famílias, a crise econômica decorrente do COVID-19 impactará fortemente nas obrigações alimentares, já que, para fixação dos alimentos, parte-se da premissa da necessidade de quem recebe e das possibilidades de quem paga (binômio necessidade x possibilidade – Art. 1.694, § 1º CC).
Uma vez ocorrendo a redução da renda do alimentante em decorrência de situações diversas (algumas citadas no tópico supra ref. as relações trabalhistas), caberá pedido de revisão judicial da pensão.

Por outro lado, ocorrendo incapacidade do alimentante em decorrência do COVID-19, pode ser pleiteado alimentos dos avós (paternos e maternos), filhos, netos, bisnetos etc., solidariamente responsáveis na forma dos arts. 1.696 e 1.697 do CC.

De igual forma, os idosos (com mais de 60 anos) também poderão pleitear alimentos aos filhos, já que obrigados na forma do Art. 229 da Constituição Federal.

Ainda, por conta da pandemia do COVID-19, o CNJ já autorizou (Recomendação nº 62/2020, art. 6º) a adoção de medidas preventivas à propagação da infecção pelo coronavírus, com a substituição do regime de prisão fechada pelo regime de prisão domiciliar para devedores de obrigação alimentar.

Conquanto o Poder Judiciário paranaense não esteja funcionando normalmente até o dia 30/04/2020 (por força do Decreto Judiciário nº 172/2020 – TJPR), com a dispensa do trabalho presencial dos seus integrantes e fechamento dos cartórios, ações que demandem provimento urgente poderão ser ingressadas por meio do Plantão Judiciário, na forma da Resolução nº 186/2017 do TJPR. Procedimentos que não demandem provimento urgente (p. ex. distribuição de ações de divórcio) terão andamento normal após o retorno das atividades jurisdicionais, ao término da pandemia.

DIREITO CONTRATUAL E EMPRESARIAL. Como esperado, o impacto da pandemia do COVID-19 deverá provocar um inadimplemento generalizado e em cadeia de inúmeros contratos e obrigações contraídas, desde contratos de locação, como contratos de franquia, contratos de seguro, contratos de empréstimos e financiamentos imobiliários, parcerias empresariais, cartões de crédito etc.
Conforme demonstrado anteriormente, alguns segmentos do poder público e do segmento privado já reconheceram a situação vivenciada hodiernamente como de emergência de saúde pública, apta a justificar a aplicação das causas excludentes de responsabilidade civil como o caso fortuito e a força maior, previstas no Art. 393 do Código Civil.

Neste contexto, certamente um número expressivo de contratos serão descumpridos, dando início a pedidos de revisão das condições contratadas (reequilíbrio contratual) por parte dos inadimplentes, e de execução (cumprimento) dos contratos e suas penalidades por parte dos credores.

Entende-se que boa parte das relações contratuais poderá ser dirimida por aplicação do princípio da função social do contrato e seus deveres anexos (art. 421 CC), reconhecido como princípio de ordem pública pelo art. 2.035, parágrafo único do CC, por meio da qual se busca proteger:
os vulneráveis;
vedação da onerosidade excessiva ou desequilíbrio contratual (efeito gangorra);
proteção da dignidade humana e dos direitos da personalidade do contrato;
nulidade de cláusulas antissociais ou abusivas;
conservação do contrato sempre que possível.[6]
Ou seja, o princípio da força obrigatória dos contratos deverá ser relativizado em situações como as vivenciadas durante a pandemia do COVID-19, podendo-se requerer a resolução ou revisão[7] do contrato, com fundamento na teoria da imprevisão, prevista no art. 478 do CC, como causa da onerosidade excessiva verificada no contrato.

Igualmente, também se poderá buscar a aplicação do dever duty to mitigate the loss, por meio do qual se impõe ao credor mitigar suas próprias perdas, ou seja, seu prejuízo, por inspiração da Convenção de Viena (1980), já que “a parte que invoca a quebra do contrato deve tomar as medidas razoáveis, levando em consideração as circunstâncias, para limitar a perda, nela compreendido o prejuízo resultante da quebra. Se ela negligencia em tomar tais medidas, a parte faltosa pode pedir a redução das perdas e danos, em proporção igual ao montante da perda que poderia ter sido diminuída”.[8]

Com efeito, é possível inclusive cogitar o surgimento de novos institutos e previsões legislativas durante e após o término da pandemia do COVID-19, aptas a solução de situações até então desconhecidas do direito contemporâneo, contudo, os presentes apontamentos foram fixados em premissas legislativas conhecidas e aplicáveis, já que, nas palavras de Walt Whitman, “o futuro não é mais incerto que o presente”.

Curitiba, 22 de março de 2020.[9]

[1] Advogados integrantes da sociedade Andersen & Vianna Advogados.
[2] https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/03/crise-do-coronavirus-faz-planos-de-saude-cancelarem-autorizacoes-para-exames-e-cirurgias.shtml
[3] https://www.cnj.jus.br/hidroxicloroquina-cnj-divulga-parecer-para-orientar-juizes/
[4] No mesmo sentido: (STJ, AgRg no Ag 1300508/DF, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 17/08/2010, DJe 26/08/2010)
[5] https://www.oantagonista.com/brasil/medida-provisoria-trabalhista-emergencial-esta-pronta-covid-19-nao-sera-considerada-doenca-do-trabalho/
[6] TARTUCE, Flávio. Manual de direito civil: vol. único. 3ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2013, p. 542-544.
[7] Embora a lei fale apenas em resolução contratual, entende-se que também se pode pedir a revisão por onerosidade excessiva, com fundamento nas cláusulas gerais do contrato (art. 421 CC), da boa-fé objetiva (art. 422 CC) e da base objetiva do negócio (art. 422). (NERY JUNIOR, Nelson. Código civil comentado. 11ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2014, p. 870).
[8] TARTUCE, Flávio. Manual..., p. 564.
[9] Texto publicado no site do escritório: www.andersenevianna.com.br

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Campanha do Instituto TMO arrecada recursos para compra de medicamento para o Hospital de Clínicas

Instituto TMO - casa-malice.jpg

O Instituto TMO, que há 31 anos realiza ações em prol do transplante de medula óssea (também conhecido como TMO), está realizando uma campanha que tem como objetivo arrecadar R$ 20.000,00 para a doação da medicação Ciclosporina, necessária para os pacientes do serviço de TMO do Hospital de Clínicas da UFPR (HC).

A campanha, chamada “Ajude o Instituto TMO na compra de Medicamento” está em andamento na plataforma Vakinha, conhecido site destinado a financiar projetos através de doações. Desde seu lançamento, conseguiu arrecadar 70% do valor necessário e precisa de novas contribuições para atingir a meta e também para salvar vidas.

Os colaboradores podem concorrer a uma pulseira de ouro branco com diamantes negros, no modelo Riviera, gentilmente doada pela joalheira Vera Guimarães.

Para participar, é necessário entrar no site http://vaka.me/1078803, fazer uma doação (cada R$ 100,00 dá direito a um número para concorrer) e seguir as instruções. O sorteio será realizado por este sistema online durante uma live no instagram do @institutotmocasamalice com toda a transparência.

Sobre o Instituto TMO
Em atividade desde 1988, o Instituto TMO é uma associação de apoio sem fins lucrativos que concentra seu esforço, trabalho e dedicação a ações em prol do transplante de medula óssea, tais como ações beneficentes, jornadas e encontros nacionais, lançamentos de campanhas solidárias, além de levantar recursos para aquisição de equipamentos médicos e de insumos que beneficiam profissionais de saúde e pacientes em tratamento de TMO no HC-UFPR/EBSERH.

Para conhecer outras campanhas do Instituto TMO, basta acessar www.institutotmo.org.br/apoie

Redes sociais do Instituto TMO:
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Sistema de Transmissão Gralha Azul movimentará 5 mil vagas de emprego

Vagas de trabalho serão distribuídas entre municípios que receberão as obras

Curitiba, julho de 2020 - As obras do Sistema de Transmissão Gralha Azul, da Engie, estão em execução no Paraná desde o mês de setembro de 2019. Com investimento de R$ 2 bilhões, o projeto irá movimentar cinco mil vagas de emprego quando no pico de execução, ainda em 2020. Ao todo, são cinco novas subestações, cinco ampliações de subestações e quinze linhas de transmissão, o Sistema deverá estar concluído em 2021, com a operação escalonada prevista para iniciar em julho.
Com aproximadamente 1.000 km de extensão, o ST Gralha Azul passará por 27 municípios do Centro-Sul e Centro-Oriental paranaense, sendo sua maior parte na região dos Campos Gerais. Em Ponta Grossa, por exemplo, na região da Colônia Moema, entre o rio Tibagi e a estrada de terra que liga a Estrada José Kalinoski e a BR-373, está sendo construída a maior subestação do Gralha Azul, a Subestação Ponta Grossa, que receberá um investimento de aproximadamente R$ 200 milhões para sua construção. Em um terreno de quase 230 mil m², será implantado o pátio da subestação (SE), com aproximadamente 62 mil m². Essas dimensões são necessárias porque a SE Ponta Grossa será constituída por dois setores, um em 525 kV e outro em 230 kV. “Essa é uma subestação muito grande e por dar condição de escoamento a todas as demais linhas de transmissão foi a primeira a ser iniciada. As obras civis da subestação Ponta Grossa seguem em ritmo acelerado em 2020, sendo que no segundo semestre deve ser iniciada a montagem eletromecânica dos equipamentos”, informa Márcio Daian Neves, diretor de implementação do Sistema de Transmissão Gralha Azul.
Somente no município de Ponta Grossa, são mais de mil colaboradores trabalhando no momento – na implantação das linhas de transmissão e da subestação. As obras estão sendo realizadas pela construtora Tabocas, empresa especializada na construção de linhas de transmissão, e no caso das subestações, também contam com a atuação da Siemens, multinacional com grande expertise no setor elétrico. “O projeto prevê que no pico das obras teremos em torno de 5 mil trabalhadores, diretos e indiretos, distribuídos em diferentes frentes de serviços”, destaca Marcio Neves.

Vagas de trabalho serão ‘pulverizadas’ junto aos municípios que receberão as obras
As vagas estão sendo geradas de forma gradativa e ‘pulverizadas’ junto aos municípios que receberão as obras. Hoje temos mais de 2.800 trabalhadores atuando, e esse número deve crescer com o aumento do volume das obras ao longo do ano”, destaca o diretor.
As vagas de trabalho estão sendo ofertadas por agências e o processo de contratação vem sendo feito pela empresa construtora, a Tabocas. A empresa geralmente aproveita os bancos de currículos do SINE e Agências do Trabalhado locais. “A construtora está consolidando as parcerias com as agências de intermediação de mão-de-obra locais desde o início de janeiro, fazendo ampla divulgação pelos quais os candidatos podem acessar as vagas”, relata.
Quanto à qualificação dos profissionais demandados, no primeiro semestre as contratações focaram em trabalhadores da construção civil. “Já para o segundo semestre, quando se iniciam as atividades de montagem eletromecânica das linhas de transmissão e subestações elétricas, devem iniciar as contratações de eletrotécnicos e montadores, vagas que requerem um pouco mais de conhecimentos específicos”, afirma Neves.

Aumenta a necessidade de energia no Estado do Paraná

O Sistema de Transmissão Gralha Azul vem ao encontro da necessidade crescente de energia no Estado do Paraná. “O objetivo do projeto é melhorar a oferta e a qualidade de energia para o Centro-Sul do estado, principalmente. O projeto é oriundo de um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), liderado pela ANEEL, que estuda carências energéticas. Realizado em 2016, esse estudo mostra que aqui existe uma lacuna no sistema local de transmissão que dificulta o escoamento. Por exemplo: toda a geração da usina de Itaipu, atualmente, vai para São Paulo e depois volta para o Paraná. Por isso, o projeto interligará Ponta Grossa à Ivaiporã, trazendo essa energia para a subestação Ponta Grossa, de onde sairão diversas outras linhas de transmissão permitindo maior capilaridade”, explica o diretor.
O estudo da EPE mostrou que já em 2018 o Estado do Paraná enfrentaria uma grande dificuldade energética. Essa carência pode ser percebida, ao longo dos últimos anos, principalmente no setor de agronegócios e industrial, que têm sofrido grandes oscilações. “Com o sistema em operação, além do reforço energético, que trará mais qualidade e maior oferta de energia ao Estado, o ST Gralha azul também oportunizará que aquelas regiões nas quais a oferta de energia era baixa, passem a ter condições de atender às necessidades de indústrias e empreendimentos trazendo, com isso, novos negócios, geração de empregos e desenvolvimento para os municípios”, destaca Neves. “O ST Gralha Azul é sim um grande projeto, um projeto importante e necessário não só para os paranaenses, mas para os brasileiros. Com a demanda energética crescendo – e todos vemos esse impacto diariamente em nossas casas, empresas, escolas, hospitais – é preciso que o sistema de transmissão seja efetivo, seguro e confiável para garantir não só uma energia mais barata para a sociedade, mas, sim, que não falte energia e que as cidades do estado possam se desenvolver”, completa.

Preocupação Ambiental

O Sistema de Transmissão Gralha Azul foi projetado, assim como todos os projetos da Engie, com todo zelo e cuidado na preservação do meio ambiente, que além das matas nativas se preocupou também na salvaguarda das espécies de fauna e flora, bem como a proteção da cultura e história do Paraná.
A preocupação da empresa é causar o menor impacto possível. O respeito ao meio ambiente está entre os compromissos fundamentais da ENGIE, refletido em suas políticas e práticas – o que inclui o desenvolvimento de todos os seus projetos, como o ST Gralha Azul. Por isso, a Companhia conta com dezenas de profissionais, das mais diversas formações, dedicados exclusivamente à área socioambiental, de modo a garantir a conformidade legal das atividades e também a adoção de boas práticas, que ultrapassam o exigido pela legislação, em caráter voluntário.
No caso do Sistema de Transmissão Gralha Azul, por se tratar de um projeto de Utilidade Pública, a ENGIE obteve, junto aos órgãos responsáveis todas as autorizações e licenças ambientais necessárias, as quais permitem a supressão de vegetação que porventura seja necessária para a implantação do Sistema de Transmissão, onde não houver alternativa locacional. Quando necessária, essa atividade é realizada com a devida autorização do órgão ambiental, acompanhada de uma série de cuidados para minimizar o impacto ao meio ambiente, à comunidade e aos proprietários das áreas envolvidas.
Conforme preveem as licenças ambientais concedidas ao ST Gralha Azul, ao longo de toda a implantação do projeto, diversos programas ambientais estão sendo implantados nas regiões de implantação. “Como, por exemplo, o monitoramento de flora, fauna e resgate de germoplasma, resgate e monitoramento arqueológico, gestão ambiental, educação ambiental, programas ambientais que supervisionam a construção, programas de recuperação de áreas degradadas, entre outros, de forma a minimizar, mitigar ou compensar os impactos do projeto”, explica Marcio Neves. O acompanhamento dos trabalhos de recuperação é contínuo, tanto nas áreas a serem recuperadas, quanto nas áreas já em processo de recuperação.
O diretor de implementação do projeto destaca que, adicionalmente, será efetuada compensação ambiental, por meio de desenvolvimento de ação a ser definida pelo órgão licenciador em conformidade com as diretrizes previstas na Lei nº 9.985/2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Além desta, ressalta-se também a execução de compensação ambiental estabelecida pela Lei nº 11.428/2006, denominada Lei da Mata Atlântica, que trata das compensações decorrentes da supressão de vegetação primária ou secundária nos estágios médio ou avançado de regeneração do Bioma Mata Atlântica, bem como a reposição florestal, determinada pela Lei n° 12.651/2012, que institui o Código Florestal
Entre os impactos sociais positivos do Sistema de Transmissão Gralha Azul – para além da contribuição ao desenvolvimento econômico por meio do suprimento de energia – está a geração de oportunidades de emprego nas áreas de construção civil, saúde e segurança do trabalho, ambiental e do terceiro setor, com priorização para a contratação de mão de obra local. “Cabe ressaltar também que empreendimento está sendo realizado com total transparência, principalmente junto às comunidades adjacentes por onde as linhas passam, que desde a fase de estudos puderam esclarecer dúvidas e vêm sendo informadas sobre as etapas de construção, por meio do desenvolvimento dos programas de comunicação social e sensibilização ambiental. Para tanto, foram realizadas audiências e reuniões públicas e implantadas diversos mecanismos de comunicação social, incluindo ouvidorias”, complementa o diretor.

Sobre o empreendimento da Engie no Paraná
Trata-se de uma concessão federal. A Engie venceu o Leilão de Transmissão da Aneel em 2017 e conquistou a concessão. Após, iniciou diversas etapas para obter as licenças ambientais, declarações de utilidade pública e também começou as negociações com diversos proprietários e comunidades. Essa concessão é de 30 anos e começou com a assinatura do contrato em março de 2018. Até o término do projeto, previsto para setembro de 2021, as obras devem gerar aproximadamente 5 mil empregos diretos e indiretos por meio do investimento de aproximadamente R$ 2 bilhões.

Alunos de Curitiba arrecadam produtos de higiene para mulheres em situação de risco

Alunos de Curitiba arrecadam produtos de higiene para mulheres em situação de risco
A ação fez parte da Prova Solidária da Gincana organizada pelo Colégio Santo Anjo, e teve mais de 3.500 itens arrecadados
Em uma ação de solidariedade, os alunos do Colégio Santo Anjo, em Curitiba, arrecadaram mais de 3.500 itens de higiene pessoal para mulheres em situação de risco.
A arrecadação dos produtos foi um incentivo da Prova Solidária da Gincana Santo Anjo que, além de ser uma competição cheia de aprendizado, estimula a prática de diferentes virtudes.
Agora, os produtos serão destinados a duas instituições de Curitiba que atendem mulheres em situação de vulnerabilidade social. As escolhidas foram a Casa da Mulher Brasileira, que oferece apoio psicossocial a mulheres que sofreram violência, e a Pousada da Maria, que foi a primeira casa de acolhimento de mulheres em situação de risco social ou vítimas de violência doméstica do Brasil.
A equipe que mais arrecadou produtos saiu na frente da competição. Mas, o mais importante, é despertar nos alunos a vontade de ajudar e o conhecimento a respeito da realidade de centenas de mulheres na nossa cidade que precisam de ajuda.
Os itens foram levados ao Colégio Santo Anjo no dia agendado para as famílias irem buscar o material para o terceiro trimestre dos alunos. Tudo foi feito em sistema Drive Thru e com toda a segurança possível.

Sobre a Gincana Santo Anjo
Inspirado nos 10 anos de criação da ONU Mulheres, o Colégio Santo Anjo realiza, de maneira remota, a 6.ª edição da Gincana Santo Anjo.
O tema desta edição é “Mulheres que fizeram história” e participam da competição os alunos do 6.º ano do Ensino Fundamental II à 2.ª série do Ensino Médio.
Para participar dos desafios, cada sala formou uma equipe e recebeu o nome de uma personalidade feminina que marcou a história.
Os alunos participam de aulas especiais e realizam provas acerca da história de vida, feitos e atuação dentro da sociedade da mulher que representa a sua equipe. Além disso, terão atividades especiais como: criar documentários em vídeo, redações e participar de vários desafios sobre o tema.

Sobre o Colégio Santo Anjo

O Colégio Santo Anjo nasceu em Curitiba, no ano de 1999, do sonho de transformar o mundo por meio da educação. As unidades do colégio são planejadas, criativas, dinâmicas e percebem o aluno como indivíduo, desenvolvendo com excelência as suas habilidades. As quatro unidades do colégio estão localizadas nos bairros Campina do Siqueira, Mossunguê (Ecoville) e Bigorrilho, oferecendo Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.

A eficiência na testagem da Covid19 salva vidas

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*Patrícia Munerato

O surto de Covid19 tem afetado social e economicamente países do mundo todo. Por ser tão complexa a situação, há muitas discussões acerca do surgimento do vírus, maneiras de retardar a propagação e as pesquisas para se descobrir a vacina. Porém, há um ponto de concordância entre as autoridades de saúde: a testagem em maior número possível do novo coronavírus é essencial para seu controle.

Em países como o Brasil, onde a doença ainda está em ascensão em diversas regiões, é fundamental realizar testes que tenham uma precisão na detecção do vírus, uma vez que um indivíduo contaminado com o Sars-CoV-2, o vírus da COVID-19, pode transmiti-lo para cerca de seis pessoas, muitas vezes antes mesmo de apresentar os sintomas mais agudos, ampliando exponencialmente a propagação do vírus, segundo o Disease Control and Prevention, o principal instituto nacional de saúde pública dos Estados Unidos.

Em relação à tecnologia, há dois tipos principais de testes atualmente disponíveis para a diagnóstico do Sars-CoV-2: o RT-PCR (sigla em inglês que quer dizer Transcrição Reversa seguida de reação em Cadeia da Polimerase) e o Sorológico.

O RT-PCR consiste em um método laboratorial de diagnóstico molecular, ou seja, que detecta a presença do material genético do vírus. A amostra utilizada é obtida da mucosa das vias respiratórias. Ele é considerado o método padrão ouro, ou seja, o melhor e mais indicado para diagnóstico da COVID-19. E em meio a uma pandemia, com a enorme quantidade de casos confirmados e suspeitos, é imprescindível recorrer a um teste com qualidade e precisão diagnóstica.

A eficiência de um teste é avaliada por dois fatores: sensibilidade e especificidade. A primeira significa a capacidade de detectar o vírus mesmo em concentrações muito baixas. Em alguns infectados, especialmente aqueles em estágio pré-sintomático, a quantidade de partículas virais (ou cópias) pode ser muito baixa. O RT-PCR detecta a partir de 10 cópias do vírus, o que minimiza resultados falsos negativos. Já o conceito de especificidade está relacionado à capacidade de diferenciar “pedaços” do vírus da COVID-19 que não sejam semelhantes a de outros vírus. Em outras palavras, garantir resultado positivo quando houver a presença do Sars-CoV-2, apenas, e negativo em sua ausência, mesmo se houver infecção por outros vírus respiratórios. O RT-PCR tem a capacidade de detectar o vírus nos primeiros dias após o indivíduo o contrair, mesmo sem apresentar sintomas.

O outro tipo de teste, mencionado acima, é o Sorológico. E como ele funciona? Por meio da pesquisa de anticorpos (IgG e IgM) produzidos contra o SARS-CoV-2 numa amostra sanguínea.

O IgM, também chamado de anticorpo de fase aguda da doença, aparece quando a doença está em curso, e só é detectável após o oitavo ou décimo dia da infecção. O IgG, conhecido como anticorpo de memória imunológica, identifica se a pessoa foi exposta ao vírus e, por isso, produziu anticorpos em resposta à infecção. Embora capaz de distinguir infecção ativa (aguda) ou prévia (memória) da COVID-19, a sensibilidade dos testes sorológicos é bastante inferior à PCR. Por isso, a recomendação da OMS – Organização Mundial da Saúde e de autoridades de saúde, para diagnóstico da doença é o RT-PCR, descritos nos principais protocolos mundiais para detecção do novo coronavírus.

Atualmente, já é possível obter um resultado muito rápido do método RT-PCR – em menos de três horas, a partir da análise da amostra. Também há disponibilidade de testes para que o Brasil possa iniciar a testagem em larga escala, com o objetivo de auxiliar os governantes a tomarem as melhores medidas com relação à flexibilização do isolamento social, com um mapeamento preciso dos casos confirmados da Covd19 no país.

*Patrícia Munerato é diretora de Análises Genéticas da Thermo Fisher Scientific, empresa líder mundial em produtos e soluções científicas com presença no Brasil.

Méqui oferece promoção para o Dia Mundial do Chocolate

Para comemorar a data, consumidor poderá comprar dois McFlurry Exagero Kopenhagen pelo preço de um ou levar a sobremesa gratuita na compra de uma McOferta Média

Para celebrar o Dia Mundial do Chocolate (7/7), o Méqui preparou duas deliciosas promoções para o McDelivery via iFood ou UberEats. Para os amantes da sobremesa, a pedida é a promoção dois McFlurry Exagero Kopenhagen pelo preço de um. Já quem quer curtir um Méqui no Sofá completo, pode escolher uma McOferta Média Big Mac, Cheddar McMelt, Quarterão ou McChicken, e levar um McFlurry Exagero Kopenhagen gratuito para acompanhar.

Vale lembrar que não é à toa que a sobremesa foi escolhida para homenagear a data. Composto de mix de baunilha, pedaços de chocolate ao leite Kopenhagen, pepitas dark Kopenhagen e calda de chocolate, o McFlurry Exagero é a pedida certa para aproveitar o dia.

A promoção será válida em todas as regiões cobertas pelo UberEats e pelo iFood. Para conferir os restaurantes participantes, acesse: https://cupons.mcdonalds.com.br/ifood

https://cupons.mcdonalds.com.br/ubereats

Fique por dentro das novidades pelo site: https://www.mcdonalds.com.br.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui quase 2.300 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/3/2020). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com

Exercícios físicos e COVID-19: o que fazer e o que não fazer

Ricardo Souza, doutor em Educação Física e sócio do Marble Pro Studio, explica como usar o exercício físico como estratégia para fortalecer o sistema imune durante a pandemia
Nesse momento delicado, em que a saúde da humanidade está em risco por causa da COVID-19, é importante que o profissionais de diferentes áreas possam contribuir com informações com credibilidade. Por isso, Ricardo Souza, doutor em educação física e sócio do Marble Pro Studio, esclarece sobre o impacto positivo que a atividade física pode ter sobre a saúde e a possibilidade de reduzir outros efeitos da pandemia e do isolamento social como ansiedade, estresse e sedentarismo.

“Evitar completamente o contágio pelo novo coronavírus é muito improvável, principalmente por que a capacidade do vírus ser transmitido é bastante alta, bastando compartilhar o mesmo ambiente que uma pessoa infectada para que outra sadia possa ser contaminada, especialmente se tal ambiente for fechado e úmido”, explica Ricardo. Por isso, atividades físicas em ambientes fechados e em grupo foram as primeiras a ser proibidas pelas autoridades de saúde pública, logo que o surto do novo coronavírus chegou ao Brasil.

Logo, as recomendações de intensificar os cuidados com a higiene, atentar aos sintomas que podem indicar infecção e a reduzir aglomerações de pessoas têm, na verdade, apenas a intenção de reduzir a velocidade do contágio. “Essas medidas em si não inibem o contágio, mas permitem que ele aconteça de forma menos acelerada. Isso permite que o sistema de saúde ganhe tempo para cuidar dos pacientes já infectados antes de que novos apareçam”, diz o doutor em educação física.

Como os exercícios físicos podem ajudar o sistema imune

Pessoas que fazem atividades físicas de forma regular podem ser beneficiadas, já que ao longo do tempo seu sistema imunológico fica mais fortalecido. Entretanto, da mesma forma que o exercício pode ajudar no desenvolvimento desse sistema, dependendo da intensidade e duração do esforço, o sistema imune pode ser suprimido.

“Exercício de grande intensidade, grande volume ou atividades as quais você não está acostumado a realizar, acabam gerando um estresse muito grande, o que desloca muito da capacidade de nosso sistema de defesa para recuperar o sistema muscular e cardiovascular”, afirma Ricardo.

Nesse momento, em que a população está muito exposta a um agente externo bastante perigoso, não é prudente sobrecarregar o sistema imunológico com tarefas que podem ser evitadas, por isso, a dica do especialista é manter-se ativo, mas escolher bem quais atividades praticar.

Quais tipos de exercícios físicos fazer nesse período

Qualquer tipo de atividade física pode ser praticada, pois não parece haver problema direto com uma modalidade específica, e sim com a forma com que ela é realizada. “Se você é da corrida, pode correr. Se você é da musculação, pode treinar força. Se você é do Yoga, do CrossFit, da ginástica, pode treinar sem nenhum problema. Mas não exagere nas cargas”, aconselha Ricardo Martins de Souza, doutor em educação física.

A escala de Percepção de Esforço Subjetivo, PSE, é um recurso muito simples que pode ajudar nesse momento. Normalmente, a escala vai de 1 a 10, onde 1 representa um esforço mínimo e 10 o maior esforço máximo para realizar em um determinado exercício.

“A ideia é que, nesse momento, ninguém passe do 7, pois os exercícios precisam se manter na zona considerada de esforço moderado, e que de forma alguma vai sobrecarregar seu sistema de defesa” completa Souza.

Como organizar a rotina de treino em isolamento social

Com a maioria das pessoas em casa por um bom tempo é importante organizar a rotina de exercício de uma forma um pouco diferente, recomenda o professor. “Normalmente nós separamos um período único, um pouco antes ou depois de nossos horários de trabalho, para conseguirmos executar toda nossa atividade física diária. Isso é legal, poupa tempo e nos mantém ativos. Entretanto, nesse momento temos uma maior ociosidade e confinamento, que aumenta a ansiedade e o estresse. Ajustar o treino a isso é fundamental”, aconselha Ricardo.

De acordo com Ricardo, uma forma interessante trabalhar nesse período de isolamento social é estabelecer “split-routines” ou treinos divididos. “Ao invés de você concentrar toda a sua atividade em um período único de 50-60min, dividida ela ao longo do dia”, ensina.

Uma sugestão para dividir o treino ao longo do dia é fazer uma caminhada de 10 a 15 minutos pela manhã, alguns alongamentos por 15 minutos a tarde e abdominais a noite, por exemplo. “Isso pode ocupar melhor seu tempo, sua cabeça, e você se mantém saudável e disposto para enfrentar essa barra” sugere o doutor em educação física.

Vale a pena pela saúde e segurança, acordar bem cedo e sair pra fazer exercício na rua, como caminhar, correr e pedalar, quando o fluxo de pessoas ainda é bem pequeno. Caso opte por fazer o exercício em companhia de alguém, procure manter um afastamento de pelo menos 1,5m-2,0m, e não precisa usar máscaras.

Isso mesmo, as últimas evidências sugerem que o uso de máscaras em atividades ao ar livre e sem aglomeração é desnecessário e pode ser muito desconfortável. "Isso não significa que as máscaras não nos protejam, muito pelo contrário, seu uso em todas as outras condições é muito importante. Mas, naquela corridinha sozinho, às 6h30, não é necessário usar”, indica Ricardo.

Caso algum sintoma apareça pegue ainda mais leve

A recomendação continua a mesma, em caso de sintomas leves de resfriado, por exemplo, é necessário diminuir ainda mais o ritmo dos treinos. Vale lembrar que agora não é o momento de bater recordes. A prioridade é manter o organismo em funcionamento. Porém, se os sintomas forem mais intensos, com dor de cabeça, febre, dores pelo corpo ou dificuldade de respirar é necessário interromper tudo e procurar assistência médica, recomenda Ricardo Souza.

Sobre RICARDO SOUZA (Msc. Dr.)

Professor de Educação Física, mestrado e doutorado na Biomecânica, trabalha com fitness a mais de 20 anos. Professor de Fisiologia do Exercício e Biomecânica na graduação e pós-graduação desde 2006, consultor científico de diversas empresas e academias no Brasil. No esporte, é preparador físico da equipe de basquete do Coxa Monsters e atleta da categoria master. É autor de diversos artigos, livros de biomecânica e treinamento, além de dezenas de matérias para portais envolvendo o universo fitness.

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Chitãozinho prepara seu filho Enrico para estrear no mercado sertanejo

Com a ajuda do pai, o Enrico gravou um EP com seis músicas, gravou a parte audiovisual usando a estrutura de uma das lives sertanejas que aconteceram em junho em Goiás.

Enrico é o filho caçula de Chitãozinho, tem 18 anos e já é conhecido no meio artístico, pois começou cedo como ator, participou da peça Menino Maluquinho com 11 anos, fez dois longas, Coração de Cowboy com 16 anos e o Melhor Verão das Nossas Vidas com 17 anos, todos com papéis de destaque na trama.

E se prepara para lançar sua carreira musical em breve, a gravação da voz em estúdio se deu semanas antes da paralisação total por conta da pandemia, já a gravação audiovisual só pode acontecer no final de junho, seguindo todas as normas de saúde recomendadas. A gravação aconteceu em Goiás usando a estrutura da live Modão Sertanejo.

“O EP com seis músicas tem a produção do Willian Santos, produtor musical e instrumentista renomado no meio sertanejo e contou com a ajuda e influência do meu pai Chitãozinho, ele ficou presente no projeto todo, principalmente na criação dos arranjos musicais, na colocação da voz, pois ele é muito experiente com a técnica vocal, ele está sempre muito presente e ouço muito o que ele tem a ensinar, pois ele tem muita experiência e é sempre bem vindo” revela Enrico.

Já Chitãozinho orgulhoso revela que sua influência no trabalho do filho é o toque sertanejo, que é a origem do Enrico e eu estou sempre por perto ajudando em tudo. O projeto do EP surgiu a partir do momento que nós começamos a pensar a lançar a carreira do Enrico como cantor.

“O projeto do Ep nasceu há um ano e meio, começamos a procurar composições com contatos que temos com compositores, são seis músicas, a escolha do repertório foi feita com a ajuda do Diego Papai, experiente na área sertaneja e grande amigo e incentivador da minha carreira. Escutei muitas músicas, até conseguir escolher e me conectar com as que passam a mensagem que a música traz da minha forma, a escolha foi baseada no sertanejo pop, é uma música moderna, na linguagem do pessoal da minha idade, dos jovens”, revela Enrico.

“Toda a programação para o lançamento da carreira teve que ser inovado por conta da pandemia, vamos focar nas plataformas digitais até a pandemia passar”, revela o cantor Enrico.

Sesc PR lança terceira edição de concurso de cartões postais

Lendas, mitos, personagens históricos e elementos culturais do Paraná são o tema da 3ª edição do Concurso Entre Lendas – uma seleção de ilustrações para compor uma coletânea de cartões postais inéditos – promovido pelo Sesc PR em parceria com a Academia Paranaense de Letras.
Em 2020, a seleção de ilustrações se propõe a incentivar a valorização dos aspectos culturais do Paraná, a despertar nas crianças o senso de pertencimento ao Paraná, por meio de suas lendas, personagens e histórias, e amplia as categorias do concurso. Agora, podem participar estudantes do Sesc, matriculados em algum projeto de educação da instituição no Paraná; trabalhadores do comércio e dependentes com cartão cliente válido, e o público em geral. Outra novidade é a categoria Ilustração Digital, em que o participante pode inscrever uma ilustração feita digitalmente, por meio de softwares.
Para o gerente de Educação do Sesc PR, Adriano Trentin, a proposta do concurso é “resgatar a cultura do Paraná, trabalhar elementos que são históricos, mas também contemporâneos e fortalecer a identidade regional. São várias as histórias que compõem o Paraná e pretendemos contá-las e levá-las ao maior número possível de pessoas, criando um relação de simpatia e de identidade.”
Serão selecionadas 105 ilustrações que serão impressas em cartões postais a serem produzidos pelo Sesc PR. As inscrições estão abertas até o dia 30 de setembro e o edital completo do concurso está disponível no site
https://www.sescpr.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Edital-Entre-Lendas-3%C2%BA-Edi%C3%A7ao.pdf

Campanha #JuntosPeloCinema

Une setor
e lança site e primeiro vídeo,
enquanto as salas ainda estão fechadas

Por mais de três meses, profissionais se uniram para colaborar num projeto que apoia as empresas na preparação para o momento em que as salas de cinema vierem a reabrir

Pela primeira vez no mercado brasileiro, exibidores, distribuidores, produtores, criativos e parceiros da indústria estão envolvidos em um projeto único com o intuito de preparar e implementar a retomada do cinema no Brasil, num movimento chamado #JuntosPeloCinema. É uma ação inédita que, respeitando a individualidade de cada empresa e mantendo a livre concorrência, busca ações para manter acesa a magia do cinema. Colaborando desde final de março, o grupo de profissionais voluntários envolvidos no projeto tem como meta retomar o diálogo entre a experiência da sala de cinema e o público, de agora até o momento de reabertura das salas pelas autoridades, respeitando os protocolos aplicáveis de segurança e bem-estar já determinados ou em elaboração pelos governos locais.

A ideia nasceu dos profissionais que atuam no meio audiovisual visando auxiliar o segmento de mercado de exibição no Brasil a reencontrar seu público. As ações concretas são mediadas pela Flix Media, empresa especializada em comercialização de espaços publicitários no cinema. Conforme o time da Flix comunicava a ideia da campanha #JuntosPeloCinema, diferentes profissionais e mais players aderiam ao projeto. Neste momento, o que importa é uma coisa: relembrar a experiência incomparável da exibição nas salas de cinema. Esse esforço coletivo e pro bono de mais de 200 profissionais do mercado em prol do cinema é fundado no propósito de oferecer um ambiente de segurança e bem-estar para o público e de preservar milhares de empregos ligados à indústria cinematográfica, do set de filmagem à sala de exibição.

Como resultado, o movimento faz grandes entregas: uma campanha de comunicação que visa fortalecer o vínculo entre o cinema e o seu público. Um estudo sobre os protocolos de segurança e bem-estar desenvolvidos por governos e autoridades de saúde dá apoio, especialmente, aos pequenos e médios exibidores para que possam reabrir as salas com pleno atendimento às diretrizes de biossegurança que são determinadas pelos governos. E o Festival De Volta Para O Cinema, que dará as boas-vindas para o público quando as salas reabrirem.

Na primeira fase da campanha – ainda com as salas sem atividades de exibição -, mais de 300 veículos de mídia abrem espaço em suas programações para divulgar um vídeo que reforça os laços do público com o cinema. O vídeo, concebido pela agência e produtora La Unión, estreia hoje, assista aqui. A campanha se inicia agora e segue pelas próximas semanas. Para download da logo do movimento, clique aqui. Para acessar o site do movimento: https://www.juntospelocinema.com.br/.

Na segunda fase, um pouco antes da data de reabertura das salas ao público – que é determinada pelas autoridades -, se inicia a comunicação sobre os novos procedimentos que acompanham toda a jornada do espectador dentro do cinema. Serão oferecidos aos exibidores materiais que explicam os protocolos elaborados pelos governos locais - eles variam de cidade para cidade ou de estado para estado. Para esta etapa, tem sido fundamental a participação de entidades do setor como a Federação Nacional das Empresas Exibidoras de Cinema (Feneec), os sindicatos estaduais, seus associados e a Associação Brasileira de Multiplex (Abraplex). Eles acompanham a divulgação das diretrizes das autoridades competentes e estão orientando a aplicação dos protocolos.

E quando as salas de cinemas abrirem? O movimento #JuntosPeloCinema ainda irá ajudar a esclarecer as possíveis dúvidas dos espectadores, comunicará os filmes em cartaz ou a estrear e oferecerá um conteúdo muito especial: o Festival De Volta para o Cinema, idealizado pelo crítico, curador e apresentador Érico Borgo em parceria com distribuidores e exibidores, um projeto único na história do nosso cinema.

O Festival está programado para estrear junto com a reabertura das salas. Distribuidores nacionais e estrangeiros conseguiram os direitos e as cópias digitais de filmes que emocionaram os brasileiros. São clássicos, sucessos de bilheteria e crítica que integrarão com as estreias a programação de filmes nas duas primeiras semanas após a abertura. Uma pesquisa de opinião realizada pelo movimento apontou o interesse do moviegoer em rever filmes que marcaram a história do cinema.

Entre os parceiros que estão abrindo espaço para a divulgação dos materiais estão AdoroCinema, Adsmovil, AXN, Buzzfeed, Canal Brasil, Canal Like, Cineclick, Cinepop, Elemídia, Eletromídia, Facebook, Flix Media, Folha de S.Paulo, FSign, Gameloft, Globo através da Globo Filmes, Google, Ingresso.com, JCDecaux, Megapix, MPV7, O Globo, Omelete, OTIMA, Portal Hugo Gloss, Preshow, PrimePass, Rádio JB FM, Rádio Metropolitana, Rede Mix de Rádio, RedeTV!, SBT, Seedtag, Sony Channel, Spotify, Tastemade, Telecine, TV BANDEIRANTES, UOL, Veja Rio, Veja São Paulo, Velox Tickets, Viacom/CBS, Waze, Webedia. Apoio Institucional: Academia Brasileira de Cinema, Ancine, Ministério do Turismo e RioFilme.

Depoimentos:

“#Juntospelocinema. Um movimento de união de todo mercado, inédito, colaborativo e fundamental para garantir a volta da magia do cinema às nossas vidas, de maneira organizada e segura. Acreditamos na experiência irreplicável e transformadora que vivemos nos cinemas, nos unimos em torno disto.”
Adriana Cacace, diretora geral da Flix Media Latam

“Cada ida ao cinema é um evento. A sala escura, a tela grande, o som fazendo estremecer a cadeira... No cinema, você não só assiste ao filme, você o vivencia. O movimento #JuntosPeloCinema quer garantir que essa experiência única retorne com conforto e segurança para a vida do público.”
André Sala, diretor geral da Sony Pictures Brasil e VP sênior de distribuição na América Latina

“No escurinho do cinema,
O coração dispara, quando pega na mão.
Quase explode, no primeiro beijo,
No escurinho do cinema.
Lágrimas rolam, emoção desenfreada.
Doces lembranças,
Do fundo do coração.
Volta cinema.”
Caio Silva, Diretor da Abraplex

“A Paramount Pictures acredita na experiência do cinema e orgulha-se em fazer parte desta iniciativa de todo o mercado para uma retomada de atividades segura e responsável. O cinema faz parte da nossa vida, tem um papel importante na nossa cultura e assim como nós vai se adaptar aos novos tempos, cumprindo o seu papel de trazer informação, emoção e esperança para seus espectadores.”
Cesar Silva, VP & Diretor Geral da Paramount Pictures Brasil

“O cinema sempre fez parte da minha vida - e no âmbito profissional foi graças a essa paixão que consegui muito do que conquistei. Fazer parte desse movimento único na história, o #JuntosPeloCinema, e auxiliar no retorno do público a essa experiência sem igual através do Festival De Volta Para o Cinema é uma honra que carregarei para sempre.”
Érico Borgo, crítico, curador e apresentador

“Acreditamos que a experiência do cinema é única e insuperável. Estamos vivendo um período único na História, mas acreditamos que o papel social dessa experiência será ainda mais relevante. Como empresa atuante principalmente na produção nacional, nossos projetos são desenvolvidos por centenas de mãos trabalhadoras e dedicadas em transmitir nossa cultura para as grandes telas do mundo inteiro. Essa campanha mostra a força e união do nosso setor e é um enorme orgulho fazer parte dela.”
Gabriel Gurman, CEO da Galeria Distribuidora

“Na Warner Bros. Pictures, nós acreditamos no poder das histórias, e não há lugar melhor para contá-las do que nos cinemas. Estamos muito orgulhosos em participar do projeto #JuntosPeloCinema, para que a magia do cinema finalmente retorne e continue a encantar todos os brasileiros, como fazemos há quase 100 anos.”
Hernán Viviano, Diretor Geral da Warner Bros. Pictures Brasil

“O Sindicato das Empresas Exibidoras Cinematográficas do Estado do Rio de Janeiro está empenhado em unir e fortalecer o mercado, de modo a concretizar um projeto de reabertura das salas que seja sólido, seguro e promissor. A experiência dentro de um cinema é única graças à tela grande e à magia proporcionada por filmes criados especialmente para este momento. Ele é e sempre será o local onde os sonhos se tornam realidade.”
Gilberto Leal, Presidente do Sindicato das Empresas Exibidoras Cinematográficas do Estado do Rio de Janeiro

“A Paris Filmes estará sempre ao lado do cinema, com a qualidade da imagem nas telas grandes e o som imersivo e se orgulha em fazer parte desta iniciativa da união de todo o mercado cinematográfico em parceria com outros grandes profissionais, para uma retomada com segurança, a fim de receber muito bem nossos espectadores, e voltar a encantar, divertir e emocionar a todos com a experiência única do cinema”.
Jorge Assumpção, diretor da Divisão de Cinema da Paris Filmes

“Acreditamos desde o início na iniciativa. Apenas em uma sala de cinema se vive a experiência do cinema, é hora de começarmos a voltar com muita segurança e a Campanha e o Festival terão um papel importante nessa retomada.”
Juliano Russo, diretor de Marketing, Comercial e A&B da Cinépolis

“A UCI Cinemas tem seus clientes como foco principal e, em primeiro lugar, preza por sua saúde. Em todo o país, estamos trabalhando para garantir a reabertura das nossas salas de cinema e voltar a proporcionar ao público a experiência única que é assistir aos filmes e as grandes estreias na tela gigante, com a maior segurança possível.”
Monica Portella, diretora de marketing UCI Cinemas.

“O Kinoplex acredita no cinema há mais de cem anos e estamos seguros de que a união de nossa indústria, que constrói tantas histórias e ilumina a vida do seu público, vai nos permitir ultrapassar mais esse desafio. Com muita segurança e responsabilidade, estaremos prontos para receber nosso público, que de frente à tela gigante poderá viajar por universos repletos de aventura, magia e emoção, algo que só o cinema pode proporcionar.”
Patrícia Cotta, Gerente Nacional de Marketing da Kinoplex

“O amor pelo cinema juntou pela primeira vez os protagonistas da distribuição, da exibição e de conteúdo, brilhantemente conectados pela Flix Media e agências que doaram seu tempo e talento para a concepção e planejamento do movimento e campanha para reabertura dos cinemas da melhor forma possível. Evoluímos como indústria, como profissionais e reafirmamos que o cinema é uma experiência única, inigualável e Universal!”
Patricia Kamitsuji, Diretora Geral da Universal Pictures no Brasil

“Tão inédito quanto o momento que passamos, é o movimento de união e convergência dos agentes do setor, visando à retomada de suas atividades. O cinema é uma arte que encanta, emociona, diverte e educa há mais de cem anos, sendo imprescindível e insubstituível como prática social e de cidadania.”
Paulo Celso Lui, Presidente do Sindicato das Empresas Exibidoras Cinematográficas no Estado de São Paulo

“É em momentos tão difíceis como o que estamos vivenciando que percebemos a força e a união do nosso setor para a superação dos grandes obstáculos. Estamos ansiosos para voltarmos a proporcionar a magia do cinema aos nossos espectadores, e estamos trabalhando para que isto ocorra com a maior brevidade possível. As pessoas estão querendo muito retornar aos pequenos prazeres da vida, à confraternização com os amigos, o barzinho de chope, o jogo do time do seu coração e aquele cineminha com uma gostosa pipoca. Curtir a vida como antes – Breve em um cinema perto de você.”
Ricardo Difini Leite, Presidente da FENEEC (Federação Nacional das Empresas Exibidoras)

“Nós da Cinesystem, temos o maior orgulho de participar ativamente deste projeto de retomada, que será um marco no segmento de cinemas. Estamos vendo a sinergia, a riqueza de ideias e o trabalho altamente qualificado vindo de diversos profissionais do setor, de uma forma única e emocionante. Em breve, a magia do cinema vai voltar em grande estilo e o consumidor vai vivenciar a Experiência que só o cinema proporciona."
Sherlon Adley, Diretor Comercial & Marketing da Cinesystem

“Dá um enorme orgulho trabalhar ao lado de tantos colegas de indústria com um objetivo em comum, em um movimento único no mundo. Nem mesmo os melhores roteiristas poderiam escrever uma saída tão grandiosa para uma crise com tantos superlativos. O Festival De Volta Para o Cinema é o maior festival de cinema do mundo e coroa o trabalho de centenas de profissionais que amam o cinema. Assim como todo fã lembra da primeira vez que foi ao cinema, seguramente a primeira sessão da retomada será uma recordação pra toda vida.”
Vinícius Pagin, diretor de Programação da Cinemark

Salgadinho anuncia nova Live beneficente

Cantor apresenta sucessos da carreira solo e sucessos do primeiro álbum com o Katinguelê em ação que arrecadará doações para profissionais do entretenimento.

Canal oficial: https://www.youtube.com/CantorSalgadinhoOficial

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O cantor Salgadinho acaba de anunciar sua segunda live beneficente. A apresentação acontece no dia 12 de julho, domingo. Assim como a anterior, a transmissão tem como objetivo arrecadar dinheiro e alimentos para os profissionais da área de entretenimento, uma das mais afetadas devido ao COVID-19

O show acontece a partir das 16h no canal oficial do cantor no Youtube, trazendo no repertório sucessos da carreira solo, Katinguelê e hits do pagode dos anos 1990. Clássicos como "Inaraí", "Recado a Minha Amada", "No Compasso do Criador", e os novos sucessos como "Sorte de Aprendiz", que conta com participação especial do sertanejo Thiago Brava, e "Sol e Sal", gravada com o sambista Ferrugem, darão o tom da apresentação.

Dono de hits como como Inaraí e Recado à Minha Amada, precursor e idealizador do movimento pagode 90 e do projeto "Amigos do Pagode 90", Salgadinho completa 50 anos de idade em 2020 e a sua nova turnê, "Salgadinho Experience Tour", pausada devido à pandemia mundial, já levou 100 mil pessoas aos shows. Seus últimos lançamentos, "Sol e Sal" com Ferrugem, "Química do Amor" ao lado de Mumuzinho e Suel, e "Sorte de Aprendiz" com o cantor sertanejo Thiago Brava, nos apps de música, já somam mais de 3 milhões de streamings. No Youtube, as canções já somam mais de 3.5 milhões de visualizações.

DAY anuncia live beneficente pró-LGBTQIA+

Live tem como objetivo arrecadar doações para instituições de apoio á causa.

Cnal oficial: https://www.youtube.com/daylimns

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DAY (Edu Pimenta)

Dias após lançar o EP "A Culpa É do Meu Signo", sucesso nos apps de música, DAY segue surpreendendo seus fãs. A cantora anunciou sua primeira live para quarta-feira (8), 20h, em seu canal oficial. A apresentação, que contemplará as principais canções da carreira de DAY, tem como objetivo principal arrecadar doações para instituições de apoio á causa LGBTQIA+. Além de seu canal oficial, a transmissão poderá ser acompanhada também através do canal por assinatura Music Box Brazil.

Percussora do movimento POP underground brasileiro, coautora de poderosos hits nacionais como "Complicado", Vitão feat. Anitta, que também gravou o single "Não Perco Meu Tempo", dona de mais de 80 milhões de streamings nos apps de música, 25 milhões de visualizações no Youtube e finalista do The Voice pelo time de Lulu Santos, DAY é uma das principais apostas da música brasileira e está pronta para impressionar o Brasil mais uma vez.

Três receitas de coquetéis para curtir no Dia do Chocolate

Seja como ingrediente ou decoração, doce pode harmonizar muito bem nos drinks

São Paulo, 6 de julho de 2020 - O Cacau pode ser traduzido como Elixir dos Deuses. Reza a lenda Maia que foram os deuses quem deram o chocolate à humanidade e, no dia 7 de julho, é comemorado o dia mundial do chocolate. A iguaria, muito apreciada por Astecas e Maias nos primórdios, passou a integrar a alimentação contemporânea não só pelo sabor, mas também pelas propriedades nutricionais. De acordo com pesquisadores da Austrália, pessoas que comeram chocolate pelo menos uma vez por semana, em estudo, tiveram melhor desempenho em tarefas cognitivas. Chocolates meio amargos e amargos são ricos em cálcio, magnésio, ferro, fósforo, manganês e cobre. São também fonte de potássio, selênio e zinco, além de carboidratos, proteínas e fibras. Se consumido com parcimônia, pode ajudar a combater o estresse, ansiedade e melhorar o humor, já que ajuda o organismo a secretar serotonina [hormônio do bem-estar].

Pensando nisso, trouxemos aqui três receitas de coquetéis que levam chocolate, seja como harmonização, seja como ingrediente. O primeiro faz parte da nova carta de drinks da marca Quetzalli, o primeiro coquetel de alta qualidade pronto para servir e beber à base de tequila do Brasil. O drink foi criado por Milton Lopes, embaixador da marca e bartender do Estúdio Becca.

930b314d-052c-4c21-8416-998d72827908.jpgCafezin, por Mlton Lopes
50ml de Quetzalli
30ml de café
10ml de cointreau
Gelo

Modo de preparo: adicione todos os ingredientes na coqueteleira. Bata tudo e sirva em taça.

Guarnição de sonho de valsa
100ml de Quetzalli
2 bombons sonho de valsa
30ml de leite condensado

Modo de preparo: No liquidificador, coloque todos os ingredientes. Bata tudo, coloque na forma de gelo e sirva como sorvete ou sobremesa ao lado do drink.

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Negroni com borda de cacau, por Bianca Petrillo
30 ml de BEG Gin
30 ml de campari
30 ml de cinzano
Gelo grande
Cacau em pó
Casca de laranja

Como fazer: Pegue um copo baixo e "suje" uma parte da borda com o cacau em pó. Coloque a pedra grande de gelo dentro. Agora, adicione gin, campari e cinzano. Mexa o líquido com uma bailarina. Pegue a casca de laranja e aperte sobre o copo para liberar os óleos essenciais da fruta e perfumar o drink. Finalize com a casca dentro da bebida.

14b48b60-1ba9-4a60-94d7-2670339e4c9e.jpgChocolate Negroni
30 ml de BEG Gin
30 ml de vermute
30 ml de Brasilberg
15 ml de licor de chocolate
1 quadrado de chocolate meio amargo
Gelo grande

Como fazer: Em um copo baixo, coloque o gelo grande. Adicione todos os ingredientes e mexa com uma bailarina. Finalize com um quadrado de chocolate meio amargo sobre o gelo.

Inverno de novidades Kibon

Sabores e formatos inéditos marcam lançamentos da temporada

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São Paulo, julho de 2020 - Para aquecer a estação mais fria do ano, Kibon, marca de sorvetes sinônimo de felicidade da Unilever, apresenta um inverno de novidades que promete conquistar o coração do consumidor brasileiro. Entres os lançamentos estão duas inovações de Magnum e uma de Cornetto que já estão à venda em todo o país.

Alinhado a esse novo momento em que as pessoas estão dentro de suas casas, Kibon traz para o Brasil o Magnum Pote. Produzido com ingredientes selecionados, ele reúne a tradicional qualidade da marca nos sabores clássico e chocolate branco, mas agora em um formato inovador. O produto é a combinação perfeita de um sorvete cremoso de baunilha, rico em pedaços de chocolate, coberto com outra camada de chocolate Magnum que envolve todo o pote, uma verdadeira experiência única de consumo.

Feito para ser quebrado, o Magnum Pote é um convite da marca para que as pessoas quebrem o chocolate no topo do sorvete com uma colher e apertem o pote quebrando o restante de chocolate que vem dentro da embalagem. Único no mercado, ele traduz toda a essência de ser "Fiel ao Prazer", sendo perfeito para aquele dia mais frio embaixo do edredom assistindo sua série ou filme favorito.

"No inverno naturalmente as pessoas já passam mais tempo dentro de casa, e neste ano em especial, essa é a recomendação para enfrentarmos de forma segura o momento que estamos vivendo. Nesse contexto, o Magnum Pote chega para mostrar que todos merecem ter um momento de prazer que só a marca pode proporcionar. Só que agora é no sofá de casa, assistindo sua programação favorita", afirma Camila Conti, gerente de marketing de Kibon para linha de potes.

Outra grande novidade da marca é a estreia do Magnum Vegano. Sem ingredientes de origem animal, ele chega como uma nova opção para veganos e vegetarianos, além do público que busca uma alimentação mais equilibrada. Sorvete de baunilha com a famosa cobertura crocante de chocolate vegano e pedaços de amêndoas, o lançamento possui o selo de Produto Vegano da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), que certifica ainda toda a cadeia de suprimentos com rígidos critérios de um produto vegano.

Sucesso de público em diversos países, o UniCornetto é outro lançamento de Kibon para o inverno brasileiro. Explorando todo o encantamento dos unicórnios, a edição limitada brinca com a magia das cores e possui sabor morango com chantily, mas a cor do sorvete é azul em uma casquinha rosa. O novo Unicornetto promete deixar as redes sociais mais coloridas, já que é um produto muito diferente e super Instagramável.

"O UniCornetto chega para trazer um pouco da mágica do universo dos unicórnios, algo que cai bem nesse momento que estamos vivendo. Disponível em pré-lançamento, ele tem feito muito sucesso nas lojas de Kibon dos principais aplicativos de entrega do país, mostrando que as pessoas estão trazendo para dentro de casa o consumo dos sorvetes que normalmente elas tomavam fora do lar", ressalta Cristine Lu, gerente de marketing de Kibon para linha de picolés.

Todas as novidades de Kibon estão disponíveis nos principais pontos de venda do país, assim como nos principais aplicativos de delivery. Para ficar sempre atualizado sobre Kibon, acesse o site https://www.kibon.com.br.

Sobre Kibon

Kibon completa neste ano 78 anos de atuação no país, sendo a primeira indústria brasileira do segmento, líder absoluta de mercado e a mais lembrada pelos consumidores no prêmio Top Of Mind há mais de 25 anos. A marca tem como propósito derreter barreiras por um mundo mais feliz e inclusivo e tem investido cada vez mais em inovações para atender diferentes consumidores.

Sobre Magnum

Magnum é uma das marcas líderes de sorvete mundialmente, lançada em 1989, foi a primeira a se posicionar no mercado voltado para o público adulto com uma proposta premium e indulgente por meio de seus ingredientes selecionados por experts de chocolate e por todo cuidado envolvido em sua produção. A marca está presente na Europa, Ásia, América do Norte e América Latina, vendendo mais de 1 bilhão de unidades por ano.

Isolamento social aumenta prática de exercícios em casa

Especialista em fisiologia do exercício alerta para problemas na realização de atividades sem supervisão

Com academias fechadas pelo decreto municipal da SESA, devido a pandemia da COVID-19, muitas pessoas estão realizando as atividades físicas em casa. Fazer um alongamento, uma aula online e realizar exercícios por conta garantem a saúde em dia, certo? Errado. Segundo o educador físico, especialista em fisiologia do exercício da Eden Clinic, Rogerio Morizine, se o exercício for feito de maneira errada, pode fazer o efeito inverso, trazendo problemas de saúde para os praticantes.

Segundo o especialista, uma atividade realizada sem supervisão pode potencializar um erro. “Forçar o bíceps, por exemplo, de maneira errada pode ocasionar uma tendinite, epicondilite ou até mesmo uma bursite”, alerta. O especialista lembra que cada corpo possui sua individualidade biológica, e o exercício deve favorecer o padrão mecânico de cada um. “Ter uma consciência corporal é essencial para realizar os exercícios de forma correta”, afirma.

Em casa, é importante realizar alongamentos frequentes, e priorizar o alongamento das articulações de quadril, joelho e tornozelo, que dão mobilidade para o corpo. Morizine lembra que o corpo humano possui cadeias de músculos, que vão dos pés à cabeça, e forçar o tornozelo de maneira errada pode interferir nos músculos da mastigação, por exemplo.

A dica do especialista é fazer um alongamento dinâmico. “Diferente do alongamento comum, no qual o corpo fica parado, o alongamento dinâmico envolve a movimentação de partes do corpo que, gradualmente, aumentam sua amplitude, mobilidade e lubrificação das articulações”, explica. Existem vídeos desse tipo de alongamento para quem deseja fazer em casa. “O importante é sempre ter o acompanhamento de um educador físico, para ensinar o indivíduo a realizar o movimento corretamente, com consciência corporal, para daí ele começar a praticar sozinho, em casa”, finaliza.

Sobre a Eden Clinic:

Sob o comando da médica Márcia Simões Kornin, a Eden Clinic atua no desenvolvimento de um plano de ação individualizado para cada paciente, que prioriza a saúde, longevidade e qualidade de vida, por meio do tratamento da fisiologia e harmonização hormonal. A clínica oferece equipe multidisciplinar, com o objetivo principal do equilíbrio entre o corpo e a mente, com atendimento psicológico, nutricional e estético, e também consultoria esportiva presencial e online com personal trainer, além da técnica japonesa Seitai, que realiza a harmonização da estrutura óssea, auriculoterapia, e massoterapia, com o método Renata França e de liberação miofascial.

www.edenclinic.com.br

Roberto Macedo assume cargo de apresentador e porta-voz do Miss Brasil

No momento em que o país perde a baiana Martha Rocha, primeira Miss eleita no país e segunda colocada no concurso Miss Universo, em 1954, seu amigo de longa data e também baiano, Roberto Macedo, assume a apresentação do maior concurso de beleza do Brasil

Martha Rocha faleceu no dia 4 de julho, aos 87 anos de idade, após ter feito história no mundo da beleza. Enterrada no dia 5 de julho, no cemitério do Santíssimo Sacramento, em Niterói, Martha trilhou um caminho bastante próximo do seu conterrâneo Roberto Macedo.

Roberto Macedo, nasceu em Rio Real, no litoral norte da Bahia e desde os 8 anos de idade se interessou pelos concursos de beleza, tornando-se especialista no assunto. Formado em Jornalismo e em Arquitetura pela Universidade Federal da Bahia, trabalhou 12 anos como repórter de TV e depois com marketing político, momento em que as misses eram hobby na vida de Roberto, o que mudou quando começou a atuar como apresentador, jurado e coordenador de concursos de beleza.

Presente em dez concursos de Miss Universo, Roberto atuou em novembro de 2019 como jurado do Miss Brasil-Europa, no Casino Estoril, em Portugal, tendo acumulado também o júri por duas vezes do Miss Brasil-USA em Miami (1998 e 2000), do Miss Brasil Internacional 1992, em Curitiba, entre outros concursos.

A relação do Roberto Macedo com o universo da moda e da beleza, estreitou sua amizade com Martha Rocha, juntos foram jurados no Miss Brasil-USA 2000, no Miss Bahia 2004, em Itabuna e no Miss São Carlos 2003, em São Carlos-SP. Como jornalista, Roberto entrevistou Martha diversas vezes e um detalhe que costumava virar brincadeira entre eles, era em relação à idade de Martha, que gostava de diminui-la em alguns anos e ficava brava quando Roberto lembrava que ela tinha nascido em 1932.

“Martha Rocha deve ter partido feliz, foi uma profissional excelente, com uma carreira brilhante, sem nunca ter deixado de lado suas raízes, também teve a oportunidade de ver, pela primeira vez, um amigo baiano assumir a coordenação do Miss Brasil”, completa Roberto.

Como missólogo (termo que denomina os amantes dos concursos de misses), Roberto já foi fonte de informação para muitas reportagens em jornais, revistas e programas televisivos de diversas emissoras, dentre elas Piauí, Superinteressante, Revista dos Curiosos, Metrópole, Caras, Flash, Programa do Jô Soares, Sem Censura, Vitrine com Marcelo TAS, Na Cama com Monique, Fantástico, entre outros.

Em 2015, Roberto lançou a biografia de Martha Vasconcellos, Miss Universo 1968, dentro do projeto Gente da Bahia, da Assembleia Legislativa do Estado. O livro foi lançado com sucesso numa noite de autógrafos no salão nobre da Associação Comercial da Bahia e está esgotado. São 698 páginas com 400 fotografias.

Sobre o Miss Brasil

O Miss Brasil é o mais tradicional concurso de beleza feminino realizado anualmente, elegendo, entre as mulheres de cada unidade federativa do país, a representante nacional da beleza da mulher brasileira. A vencedora de cada edição representa o país no Miss Universo.

O concurso existe desde 1954, quando a baiana Martha Rocha se tornou a primeira Miss Brasil. A atual Miss Brasil é a representante do estado de Minas Gerais, Júlia Horta.

O Brasil, desde então, só não participou do Miss Universo no ano de 1990. Em 2020, o Miss Brasil será realizado na segunda quinzena de agosto.

Redes sociais do Miss Brasil 2020:

Instagram: @u_missbrasil / Facebook: U_MissBrasil / Twitter: @u_missbrasil / YouTube: U_MissBrasil / LinkedIn: U Miss Brasil

Pesquisa sobre pós-pandemia identifica três cenários para Curitiba; solidariedade é chave para futuro melhor

Pesquisadores do Instituto Sivis descrevem possibilidade otimista, intermediária e pessimista para superação da crise. Intenção do prognóstico é estimular cultura de colaboração para que a cidade consiga viver o melhor cenário possível, pautado em soluções coletivas de longo prazo

Curitiba poderá superar a pandemia de Covid-19 de pelo menos três formas distintas, levando a cidade a diferentes efeitos pós-crise. É o que revela uma pesquisa de cenários futuros possíveis desenvolvida pelo Cidade da Gente, iniciativa coordenada pelo Instituto Sivis. Com metodologia de pesquisa envolvendo mais de 500 curitibanos, a organização traçou três perspectivas futuras, que podem conduzir a cidade a um patamar mais otimista e solidário ou a um futuro mais egoísta e pessimista; ou ainda a um caminho intermediário e passageiro, no qual a colaboração entre os cidadãos vai embora junto com a pandemia. O objetivo dos organizadores do panorama local é despertar o debate sobre o futuro e mobilizar diversos atores em prol da concretização do cenário mais positivo para a cidade.

A pesquisa desenvolvida em três etapas incluiu entrevistas em profundidade, questionários online e realização de grupos focais. No método de pesquisa a amostra foi constituída de forma a se aproximar das características demográficas da cidade, buscando manter a quantidade de respondentes por região, faixa etária e gênero proporcionais à realidade.

Cenários possíveis
Os pesquisadores encontraram três possibilidades para o futuro de Curitiba. As descrições tratam dos principais caminhos que a comunidade local pode percorrer para vencer os desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus e destacam a forma como os membros sociais vão interagir neste momento de incertezas. A pesquisa admite que hajam outros cenários possíveis, mas elencou aqueles que foram traçados a partir da percepção dos entrevistados.

Japona
O primeiro, nomeado “japona”, refere-se a um cenário intermediário entre o pessimismo e o otimismo com o futuro. Nele, a população vai usar de solidariedade e a colaboração para superar a crise - como usa uma japona nos dias frios. Mas depois que a tempestade passar, os bons hábitos serão esquecidos e a cidade voltará ao ritmo de vida sem aproveitar ações colaborativas de forma duradoura.

Gralha-azul
O segundo cenário - mais positivo, foi batizado “gralha-azul”, em alusão à ave símbolo na região, conhecida pela semeadura do pinhão. Nele, a cultura de colaboração será semeada durante a pandemia e surtirá efeitos de longo prazo, alterando o relacionamento entre os mais diversos atores sociais e deixando como legado geracional práticas mais solidárias e colaborativas. As pessoas vão se engajar e buscar soluções conjuntas que transformarão a miséria em prosperidade.

Farinha pouca, meu pirão primeiro
No último e pior cenário, o “farinha pouca, meu pirão primeiro”, o curitibano adotará uma postura egoísta, centrada em resolver emergências pessoais que alargarão as distâncias entre grupos sociais, aprofundando a polarização, prolongando a crise e agravando o desemprego e a vulnerabilidade social. Haverá maior impacto na saúde e a crise econômica será encarada no âmbito individual, sem perspectivas positivas para a coletividade. O poder público, sendo forçado a resolver o aqui e o agora, ficará sem conseguir se planejar para o futuro

Os apontamentos surgem da análise de dados encontrados tanto na coleta qualitativa quanto quantitativa. “Tivemos vários indicativos de que a cidade tornou-se mais solidária neste período, mas, em contrapartida, houve sinalização de aspectos negativos, mais ligados à economia, segurança e preocupação pessoal com familiares”, explica a pesquisadora Camila Mont’Alverne. Segundo a Doutora em Ciência Política, as informações que se repetem nas três etapas de pesquisa servem de confirmação dos indícios e, se nada for feito, a capital do Paraná pode viver em um futuro próximo uma superação paliativa e insuficiente. “A gente tem uma propensão grande para esse cenário, da japona: as pessoas das comunidades vulneráveis estão desassistidas em certa medida e a forma como a sociedade está lidando com o isolamento social indicam que a cultura de colaboração não está sendo sólida o suficiente”, alerta.

Em busca do melhor destino
Para encontrar o melhor cenário futuro, não há segredo: o caminho deve ser a solidariedade e a cultura de colaboração. “Tem um grande elemento que precisa ser reforçado, apesar do lugar comum: é a solidariedade. É a chave para que os mais vulneráveis sejam atendidos neste momento e depois da pandemia também, porque a recuperação da crise também é muito difícil”, comenta Jamil Assis, Relações Institucionais do Instituto Sivis. Para ele, a articulação entre diversos atores sociais, envolvendo políticas públicas e rede de apoio será fundamental para manter a solidariedade e a coesão social, quando diversas partes que compõem a sociedade interagem de forma construtiva e com objetivos coletivos. “No cenário gralha-azul vamos conseguir coordenar essa colaboração e manter o trabalho coletivo, pensando como a gente arrecada e direciona os recursos”.

Em termos democráticos, o ano de eleições municipais deve ser canalizado para um debate amplo e inclusivo sobre o futuro. “Não podemos pensar apenas em quem vai ganhar, ser eleito, mas sim o que o eleito vai fazer como liderança desse momento de superação, com diálogo com toda sociedade”. Os cidadãos interessados em colaborar neste processo, podem acessar o site do programa e consultar boas práticas, bem como conhecer a descrição completa de cada um dos cenários identificados: cidadedagente.org.br/cenariosparacuritiba/

Medo do amanhã
Além de indicar perspectivas futuras, a pesquisa de cenários capturou as principais impressões dos curitibanos: 65,8% dos entrevistados estão com medo de que eles mesmos ou seus entes queridos adoeçam e sofram muito por causa da Covid-19. Já 71% estão com medo de que eles mesmos ou seus entes queridos sofram por conta de uma recessão econômica após a pandemia, indicando que há mais apreensão sobre os impactos financeiros do que de risco à vida. A maior preocupação dos curitibanos é com a família. 98,4% dizem se preocupar muito ou algo com os familiares. Mas eles também demonstram preocupação com a comunidade de forma mais ampla. 60,3% afirmam que se preocupam muito ou algo com os desconhecidos. 71,2% veem algum grau de aumento de solidariedade entre as pessoas durante a pandemia.

Metodologia
A metodologia de cenários possíveis é recomendada para situações de crise e incerteza e já foi usado em pesquisas importantes na África do Sul, em 1992, na dissolução do apartheid, na Colômbia, quando se inclui as FARC no diálogo para solução de conflitos; e atualmente é método do projeto Europa 2040.

Sobre o Cidade da Gente
O Cidade da Gente une lideranças de diversos setores da cidade – comunitárias, sociais, empresariais e governamentais – para encontrar soluções para melhorar a confiança e a colaboração em Curitiba. Dessa forma, a iniciativa procura fortalecer a cultura democrática local ao mesmo tempo em que busca caminhos que sejam também relevantes para outras cidades do Brasil e do mundo. Saiba mais em: www.cidadedagente.org.br.

BBQ Mix atinge mais de 400 mil pessoas em picos simultâneos

O evento virtual aconteceu neste sábado (04), reunindo grandes nomes do sertanejo, no interior de Goiás

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Foto: Alisson Demetrio

Neste sábado (04), a partir das 16h, se iniciava mais uma edição do “BBQ Mix”, intitulado pelo “Guinness World Records” como o maior churrasco do mundo. Diretamente do interior de Goiás, e respeitando todas as normas da Organização Mundial da Saúde, astros da música sertaneja se uniram para animar a festança, que durou mais de onze horas, sendo transmitida através do canal oficial do festival VillaMix.

As apresentações de dar água na boca aconteceram em uma sequência de tirar o fôlego do público de casa. Davie foi quem abriu o churrasco com pé direito, apresentando country americano no melhor estilo. Em seguida, Edson e Hudson, Os Parazim, Leonardo, Bruno e Marrone e, para fechar com chave de ouro, Jefferson Moraes, que surpreendeu com as participações pra lá de especiais, Zé Felipe e Nicolas Muniz. Mas, em paralelo aos shows, para dar o tempero especial, o que chamou atenção foram os renomados assadores presentes, Panhoca, Paula Labaki e Roberto Barcellos, que mostraram ao mundo os seus dotes culinários, criando desejo nas milhões de pessoas que estavam conectadas.

Os números comprovam que esta foi mais uma edição bem sucedida, foram longas horas de entretenimento, música de qualidade e culinária ao vivo, tudo sob direção de Marlus Marcelus e Fábio LOPES, com concepção de Marcos Araújo, idealizador do evento. Simultaneamente, mais de 400 mil pessoas acompanharam a super live, que unificou em uma só transmissão tudo o que o ser humano gosta, por isso, milhares de novos inscritos no canal e uma única certeza, o churrasco online foi um sucesso.

Créditos: Alisson Demetrio