Jockey Plaza Shopping lança catálogo digital para o Dia dos Pais

Pesquisa aponta que 87% dos brasileiros pretendem presentear na data

O isolamento social, causado pela pandemia da COVID-19, não vai impedir a comemoração de Dia dos Pais, celebrado esse ano no dia 9 de agosto. Uma pesquisa realizada pela Behup, especialista em entendimento do comportamento humano, mostra que 87% dos brasileiros vão presentear os pais. 61% dos entrevistados afirmaram que a importância da data aumentou com o isolamento social. Ainda, nove em cada 10 pessoas acreditam que presentear o pai é uma forma de estar presente, mesmo que distante.

O Jockey Plaza Shopping lança para a data um catálogo virtual, com inúmeras opções de vestuário, acessórios, cosméticos, eletrônicos, calçados, gastronomia e serviços. Para quem deseja presentear, mais de 130 lojas apresentam opções de presentes para todos os gostos. O catálogo está disponível no site jockeyplaza.com.br e também nas redes sociais (facebook: @jockeyplazashopping e Instagram: @jockeyplazacuritiba).

Para os pais que estão em casa, tem pijama, da AnyAny (R$259,00), roupão Recco (R$ 269,00) e bandeja de apoio para Notebook, da Tok&Stok (R$115,90). A gastronomia também é uma ótima opção para a data: kit cerveja Blumenau, da Beer & Wine (R$56), cesta de Dia dos Pais, da Ana Tereza Chocolates (R$89,90), caixa de trufas - La Creme, da Cacau Show (R$44,90) ou a cesta de presentes + vinho da Casa Bauducco (R$150,00).

Para os ligados na tecnologia, o Apple Watch, da iPlace (a partir de R$1.599,98) e o fone Wireless, da Selfie Cell (R$ 99,90) são ótimas opções. Os esportistas vão amar o tênis XPLR da Adidas (R$349,90), bolsa Nike da Centauro (R$139,99), casaco corta-vento Oneill, da Sumatra (R$ 172 ,43) ou camiseta esportiva da Live! (R$74,95).

E tem aqueles presentes que agradam a todos, como suéter da Cotton On (R$129,90), cinto dupla face, da Frischmann’s (R$29,90), óculos aviador da Chilli Beans (R$259,98), calça masculina 511 Levi’s (R$ 179,90), colete Aleatory (R$259) ou carteira masculina Miniso (R$ 39,99). Que tal encher seu pai de estilo e cuidados com o kit presente cabelo + barba do Expert Beauty Center (R$100) ou a depilação à laser para a barda, da Via Laser (R$590,00)?

Respeitando o tempo de cada um de frequentar shoppings, o Jockey oferece diferentes canais para a compra do presente. As lojas estão abertas de segunda a sexta, das 12h às 20h. É possível também realizar a compra online diretamente com as lojas e retirar pelo drive-thru, localizado na entrada C do empreendimento, na Rua Konrad Adenauer - local destinado aos carros de aplicativo. O cliente pode retirar suas compras com segurança, sem nem sair do carro. A entrega por delivery também está sendo usada por diversas operações. No site, é possível acessar a lista das lojas que estão operando por essas modalidades.

No final de julho, o empreendimento lançou também o Jotapê, seu amigo virtual de compras: um atendimento exclusivo para cada cliente, que seleciona produtos de sua necessidade, entre as inúmeras opções disponíveis no shopping. É só imaginar qual o produto que gostaria para presentear, entrar em contato pelo WhatsApp (41) 99678-0106, que o assistente virtual vai até a loja e manda opções de produtos com fotos e valores. Quando a solicitação for atendida, é enviado o contato para que o cliente finalize a compra e o pagamento, e selecione a forma de entrega, que pode ser física (na própria loja, se o cliente não for do grupo de risco da COVID-19), pelo drive-thru ou delivery, por meio das plataformas de venda online adotadas em cada operação.

Em todos os formatos, shopping e lojistas estão respeitando o decreto municipal 940/2020 da Prefeitura de Curitiba. O Jockey funciona de segunda a sexta, das 12h às 20h, e está fechado nos fins de semana. O shopping fica no Tarumã, na Rua Konrad Adenauer, 370 e tem estacionamento com valor fixo de R$10 para automóveis e R$ 5 para motos, por todo o período de utilização dentro da mesma diária.

Link do catálogo:

https://www.jockeyplaza.com.br/site/regulamento/catalogo-dia-dos-pais-2020

Sobre o Jockey Plaza Shopping:

Inaugurado em junho de 2019, o Jockey Plaza Shopping possui mais de 200 mil m² de área construída, com 400 operações, sendo 28 opções na praça de alimentação, além de um boulevard gastronômico com vista panorâmica para a pista de corridas do Jockey Club do Paraná. O empreendimento conta ainda com oito salas de cinema Cinépolis e espaços para jogos e lazer, que tornam o local ainda mais completo. Com um vasto mix de lojas e serviços, é um shopping que se propõe a atender de forma democrática todos os seus perfis de público. O projeto arquitetônico prioriza espaços amplos, iluminação natural e muita área verde, e busca ressignificar o lazer, remetendo o local a uma extensão de um espaço externo. O Jockey Plaza Shopping é um empreendimento do Grupo Tacla Shopping, Casteval, Paysage e GRCA.

www.jockeyplaza.com.br

Neurologista da UFPR indica que perda de olfato e paladar por covid-19 pode permanecer após eliminação do vírus

Perda de olfato e de paladar são alguns dos sintomas mais comuns da covid-19, ocorrendo até com mais frequência que outras manifestações características da doença como tosse, febre e cansaço, e têm auxiliado no diagnóstico inicial de pessoas infectadas pelo coronavírus. Esses sintomas são corriqueiros também em outros tipos de resfriado e gripe, porém sempre de forma transitória e reversível. O que tem se observado com relação à covid-19 são relatos de perda de olfato e paladar sem retorno mesmo após o desaparecimento dos demais sintomas e da criação de anticorpos pelo organismo.

Esse é o caso de Viviane Flumignan Zétola, que está há quatro meses sem sentir gosto e cheiro de praticamente nada. Médica neurologista e professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), ela descobriu que havia sido infectada pelo vírus logo no início da pandemia no Brasil, em 17 de março, e, após a perda súbita desses sentidos, passou a pesquisar mais sobre o assunto que está dentro de sua especialidade médica. Seu autorrelato foi publicado na revista internacional Crimson Publishers.

Viviane explica que a maioria das infecções respiratórias apresenta um neurotropismo, ou seja, um vírus que tem habilidade de infectar o sistema nervoso periférico, acometendo a parte respiratória. Por isso é comum a manifestação de anosmia (perda da capacidade do olfato) por um curto espaço de tempo coexistente com outros sintomas respiratórios como congestão nasal e coriza. “Com o coronavírus, o desenvolvimento da anosmia é diferente, pois pode acontecer independentemente do comprometimento respiratório alto e da congestão nasal. No meu caso não tive nenhum desses sintomas, o que me diz que essa via de entrada para o sistema nervoso pode ocasionar um processo inflamatório comprometendo a via olfatória. Ainda estamos aprendendo de que maneira isso pode acontecer”.

Estudos recentes revelam que cerca de 36% dos pacientes infectados pelo coronavírus desenvolvem complicações neurológicas, das quais as mais comuns relativas ao sistema nervoso periférico são a disgeusia, isto é, a diminuição da capacidade de paladar (5,6%) e a hiposmia, ou baixa sensibilidade olfativa, (5,1%). Porém como os testes olfativos e de sabor não fazem parte dos exames gerais de saúde, os médicos precisam confiar nos relatórios de pacientes, o que pode levar a uma análise estatística subestimada desses sintomas.

Na experiência da neurologista, a perda de olfato e paladar aconteceu de forma súbita e total após o quarto dia do início dos demais sintomas, que de modo geral restringiram-se a febre e tosse. “Estava assistindo a um filme, minha filha fez pipoca e eu não senti nem o cheiro e nem o gosto da pipoca. Foi aí que percebi o sintoma e então passei a me observar”. Após 20 dias do início da doença, ela notou um retorno leve na percepção do sabor principalmente para alimentos condimentados, mas o olfato não melhorou. Depois de 30 dias sem melhora no olfato, Viviane realizou um teste de Sniffin Sticks, exame que submete o paciente a diferentes cheiros e produz um score de acertos e erros. O resultado foi compatível com hiposmia.

O mecanismo que converte os estímulos em olfato e paladar é uma sequência complexa de processos com mediadores bioquímicos induzidos pela presença de partículas. Segundo a especialista, as particularidades anatômicas tornam esses neurônios mais vulneráveis a lesões, no entanto eles geralmente são substituídos em poucos dias. “Apesar disso, certos medicamentos, radiação e infecções virais podem prejudicar esse sistema de renovação, que normalmente é rápido. Parece que nesse contexto, a renovação do neurônio no nervo craniano I não acontece porque a célula indiferenciada da lâmina basal foi atacada”.

Mesmo após a cura dos demais sintomas e a realização de diversos exames que demonstram uma boa resposta imunológica do organismo ao coronavírus, Viviane ainda persiste com perda de paladar e olfato. “Apresento recuperação para alguns olfatos e paladares específicos, porém para outros posso dizer que é zero. Tenho dois cachorros e me balizo pelo fato de não sentir cheiro algum proveniente deles”, comenta.

Recentemente, especialistas da Harvard Medical School, nos Estados Unidos, descobriram que o coronavírus ataca as células que fornecem suporte metabólico e estrutural aos neurônios sensoriais, bem como certas células-tronco e vasos sanguíneos. O estudo, publicado na revista científica Science Advances, indica que o vírus altera o sentido do olfato nos pacientes não infectando diretamente os neurônios, mas afetando a função das células de suporte.

A combinação de anosmia e ageusia pode impactar significativamente a qualidade de vida em pacientes sobreviventes e, de acordo com a neurologista, deve ser considerada uma bandeira vermelha para o diagnóstico diferencial de síndromes respiratórias agudas, sugestivo de coronavírus. “As razões para isso ainda não são claras. Esperamos que mais casos, séries e pesquisas se concentrem em informações prognósticas sobre sintomas e seu valor para o desenvolvimento de doenças específicas no futuro”.

Covid-19 e sistema nervoso
O estudo que aponta cerca de 36% de pacientes apresentando complicações neurológicas decorrentes da covid-19 revela que a maior parte dessas questões está relacionada ao comprometimento do sistema nervoso central, sendo mais frequentes as tonturas (16,8%) e dores de cabeça (13,1%). Segundo a publicação, os sintomas neurológicos são significativamente mais comuns em casos graves em comparação aos menos severos. “Esses pacientes também apresentavam alto nível de dímero D no sangue e menor número de linfócitos. Ambos foram implicados como tendo um papel potencial na fisiopatologia AVC em pacientes com covid-19 e como mecanismo de possível imunossupressão”, comenta a neurologista.

A atuação do sistema nervoso neurológico é bastante importante em todos os aspectos relacionados à doença provocada pelo novo coronavírus e Viviane alerta para outras consequências causadas por essa relação. “Temos visto também uma espécie de encefalopatia, um comprometimento do comportamento do encéfalo, que pode causar agitação quando o paciente é desligado do respirador. Essa conduta não é comumente vista em outras doenças que requerem auxílio do ventilador mecânico. Nesses casos, as pessoas precisam ser sedadas novamente e, muitas vezes, retornam ao respirador”. O relato da médica indica um dos motivos que têm contribuído para a escassez de algumas drogas sedativas e para a permanência prolongada em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

“Percebemos que a covid-19 pode afetar tanto o sistema nervoso central como o periférico. Há muitos eventos trombóticos e pró-trombóticos que têm capacidade de ocasionar microtromboses e até Acidente Vascular Cerebral (AVC)”, menciona a neurologista destacando que os estudos atuais estão bastante focados na sobrevivência do paciente, mas que em breve devem passar a relatar com mais profundidade as sequelas que a doença pode deixar.

Link para a matéria
https://bit.ly/3hRnCmW

Grupo de mulheres apaixonadas por cervejas artesanais comemora 5 anos com festa online

A Comadria Lulupulinhas inova e realiza primeiro encontro virtual para celebrar aniversário em meio à pandemia do novo coronavírus
Comando News, 30 de julho de 2020 - A Comadria Lulupulinhas, comunidade formada apenas por mulheres, se reúne todos os meses para aprender, degustar e compartilhar informações sobre cervejas artesanais, desde 2015. Com a pandemia do novo coronavírus, os encontros mensais foram suspensos. Porém, a necessidade de compartilhar e celebrar o 5° aniversário do grupo fez com que as participantes buscassem um jeito seguro de se encontrar. Por isso, organizaram uma festa online de aniversário que acontece na sexta-feira, dia 31 de julho, às 20h, via Google Meeting.
“Aos longos dos últimos 5 anos sempre nos esforçamos muito para estarmos juntas, conversando, apreciando e aprendendo sobre o mundo das cervejas artesanais. Não poderíamos deixar nosso 5° aniversário passar em branco, então veio a ideia de elaborarmos um kit de aniversário com uma cerveja artesanal e um bolinho para nos reunirmos e celebrarmos virtualmente”, conta Lindslei Antunes, coordenadora das Lulupulinhas Comadria.

Para ajudar na missão de organizar o aniversário online, o grupo contou com a ajuda do projeto Cerveja Fora da Caixa. “O kit de aniversário das Lulupulinhas foi elaborado pensando em um brinde. Para isso, escolhemos uma cerveja à base de trigo de origem belga do estilo witbier, a Vitti Whatever Cervejaria harmonizada com um cupcake de laranja especialmente concebido para o evento”, explica Carolina Scheibe, beer sommelière do Cerveja fora da Caixa.
O evento organizado pelas Lulupulinhas com apoio do Cerveja Fora da Caixa tem o apoio da Comando News - Comunicação & Conteúdo, Whatever Cervejaria, Di Mari Doceria Artesanal, Celebrar Bebidas de Luxo, Vinvino Loja Online, Cervejaria Klein e Belclinic Dermoativos.
Sobre o Cerveja fora da Caixa

O projeto criado pela jornalista Nina Machado, da Comando News - Comunicação & Conteúdo, pela beer sommelière Carolina Scheibe, da Whatever Cervejaria e Mariana Celestrino, confeiteira da Di Mari Doceria Artesanal visa popularizar o acesso à experiências de harmonizações de cerveja com comida.
Para mais informações sobre o Cerveja fora da Caixa acesse www.instagram.com/cervejaforadacaixa
Sobre as Lulupulinhas
Criada em 2015, a comadria Lulupulinhas tem o intuito de estimular e criar um ambiente de amizade e aprendizado em torno da cerveja artesanal. Quando a sommelière Lindslei Monteiro Antunes, reuniu um grupo de amigas pela primeira vez a cerveja artesanal ainda era um assunto dominado pelos homens.
“Há 5 anos lancei um desafio à donos de bares e cervejarias artesanais de Curitiba: receber um grupo mulheres curiosas ávidas por conhecer e provar os mais variados estilos de cervejas artesanais que começavam a despontar no Brasil”, lembra Lindslei. A iniciativa deu tão certo que hoje o grupo é formada por mais de 80 mulheres, já passou por mais de 40 estabelecimentos entre bares e cervejarias artesanais do Paraná e Santa Catarina.
Para conhecer um pouco mais sobre as Lulupulinhas: https://www.facebook.com/lulupulinhas/
https://www.instagram.com/lulupulinhas/

Grupo de empresários se une para ajudar na recuperação da hotelaria e turismo no Brasil

Com foco em atender demandas do setor de forma estruturada, grupo de empresários dá vida ao Reconex, uma força-tarefa para ajudar a recuperar uma das principais indústrias nacionais

A pandemia do COVID-19 afetou toda a economia mundial, mas um dos setores mais duramente atingidos foi o de viagens, hotelaria e turismo. Pela primeira vez de forma global, a indústria do turismo, que respondia por mais de 10% do PIB mundial, 7% das exportações globais e detinha 1 em cada 10 empregos ao redor do planeta, parou. No Brasil não foi diferente. Dados do Ministério do Turismo mostram que o setor respondia por 8,1% do PIB e gerava em torno de 7 milhões de empregos em 2019. Porém, um estudo da FGV Projetos publicado em abril deste ano estima que o turismo apresentará uma expressiva queda de 39% em 2020, compondo R$ 165,5 bilhões. Em 2021, a estimativa de acordo com o mesmo estudo é de recuperação, podendo chegar a R$ 259,4 bilhões, número ainda assim 4% inferior ao registrado em 2019, quando o setor atingiu R$ 270,8 bilhões.

Para que seja possível uma retomada dos negócios, hotelaria e toda a cadeia de empresas do setor de hospitalidade terão que se reinventar para o novo normal. Não apenas hotéis, mas bares, cafés, restaurantes, espaços e serviços de eventos, entre outros negócios que figuram dentro da categoria, estão reabrindo suas portas, com desafios de sanitização, marketing, finanças, infraestrutura, comunicação, entre outros. Como garantir e transmitir segurança aos clientes e conseguir resgatar o funcionamento? E o que esperar do consumidor, que está ainda mais plural, com parte da população ativista para o isolamento e parte propensa ao consumo?

Ações coordenadas para o turismo

Para contribuir para a retomada do setor, um grupo de empresários uniu forças para atender empresas do setor nas três principais respostas que Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) identifica como vitais para que haja uma retomada das operações:

1. proteger as pessoas (turistas e trabalhadores do setor);

2. garantir a sobrevivências das empresas turísticas;

3. colocar em prática mecanismos de cooperação para apoiar o setor.

Assim nasceu em Curitiba (PR) um novo modelo de negócios, o Reconex. “Trata-se de um ecossistema empresarial formado por empreendedores com diferentes expertises, unidos para oferecer serviços estruturados e personalizados às empresas do setor”, explica Danton Távora, presidente do Reconex.

As empresas membro do Reconex são independentes e atuam em áreas distintas, mas se reúnem semanalmente para trabalhar de forma coordenada e cooperada nos projetos encomendados ao grupo. O resultado são soluções ainda mais completas e já amplamente testadas.

“Acreditamos que a indústria do Turismo será vital para a recuperação econômica não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Somos apaixonados pela indústria de hospitalidade e poder contribuir para que essa recuperação seja feita de forma segura, profissional e sustentável é algo que nos enche de motivação. A questão aqui não é apenas fazer negócios. É algo que envolve propósito e muita experiência. Essa indústria fará diferença” completa Távora.

Ao envolver experts de áreas distintas para trabalhar de forma conjunta, o Reconex traz soluções mais criativas e eficazes para o setor. “Queremos olhar os desafios de cada empresa de uma forma mais holística e criar soluções mais assertivas e sustentáveis, com melhor custo benefício do que se conseguiria contratando fornecedores de diversas áreas, mas que não trabalhassem de forma coordenada”, pontua Távora. Além das atuações em conjunto, o grupo já está em andamento com uma pesquisa para entender os principais impactos e demandas do setor.

Há uma vasta gama de serviços oferecidos pelo Reconex, entre eles: consultoria hoteleira e assessoria para implementação dos protocolos sanitários; consultoria financeira, tributária e de crédito; gestão de riscos e contingências; consultoria em tecnologia e inovação; planejamento estratégico; assessoria para programas de sustentabilidade e compliance; branding & design; criação de conteúdo, fotografia profissional, produção de vídeos, marketing digital, relações públicas e assessoria de imprensa; representação comercial e consultoria de vendas; gestão de processos, educação executiva, treinamentos e intermediação de mão de obra, gestão de alimentos e bebidas, assessoria jurídica e arquitetura e retrofit.

Empresas membro do projeto, em ordem alfabética: Accio Comunicação, Avila$ Consultoria, Belinkers Business Skills, Bravo! Fotografia, CaetanoTech, DTávora Branding Design, Fuego Hub, Guppy Comunicação Interativa, HG Hotelaria & Destinos, Kilogram Studios, Lanton Consultoria e Gestão, Mandaji Consultoria Hoteleira, Priscilla Paggiaro Fotografia, Soma Consultoria e Implantação.

Para saber mais sobre a iniciativa, acesse: reconex.com.br

UFPR assina protocolo para início de testes da vacina contra a Covid-19

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) assinou na última sexta-feira, dia 24, um acordo de parceria técnico-cientifica com o Instituto Butantan, de São Paulo. Essa cooperação permitirá o início da fase 3, em humanos, dos testes da vacina contra o novo coronavírus no Complexo Hospital de Clínicas (CHC).

O complexo é uma das 12 instituições brasileiras que serão responsáveis pelos testes da CoronaVac, uma vacina produzida na China e que é uma das mais promissoras contra o novo coronavírus em todo o mundo. O Butantan enviará ao CHC as doses da vacina produzida pela empresa Sinovac Biotech para a realização de testes clínicos em voluntários, com o objetivo de demonstrar sua eficácia e segurança.

Participaram da assinatura o reitor da UFPR, Ricardo Marcelo Fonseca; a vice-reitora Graciela Bolzon de Muniz; a superintendente do CHC, Claudete Reggiani; a professora do Departamento de Saúde Coletiva e chefe da Unidade de Infectologia do CHC, Sonia Raboni; e Rosires Pereira de Andrade, gerente de ensino e pesquisa do CHC.

Um grupo de pesquisadores liderados por Raboni selecionará 850 voluntários entre trabalhadores da linha de frente contra a Covid-19. Metade dos voluntários receberá a vacina, feita com o vírus inativado quimicamente, para estimular a produção de anticorpos. Outra metade receberá um placebo, substância sem efeito direto para a doença. Depois de 14 dias, haverá uma segunda dose.

Após esse período, a equipe do CHC acompanhará os voluntários por até 16 meses, monitorando quem desenvolveu sintomas de Covid ou anticorpos contra o vírus nos dois grupos, em consultas e coletas de sangue. “Se houver maior prevalência de doentes entre os que não receberam a vacina, será possível constatar a eficácia da vacina para quem a recebeu”, explica Raboni. O estudo é duplo-cego, ou seja, nem o profissional do CHC responsável pela aplicação, nem os voluntários saberão se a aplicação é de vacina ou de placebo.

Os interessados em participar dos testes podem acessar a página do Instituto Butantan em que há uma série de perguntas e respostas para triagem. Se a pessoa se encaixar no perfil, é orientada a entrar em contato com o grupo do CHC para agendamento da consulta presencial, pelo email sinovac@hc.ufpr.br e pelo whatsapp (41) 98522-5146.
Durante a consulta, a equipe analisará as respostas do questionário e realizará outros exames para verificar se o voluntário pode participar da pesquisa. A triagem dos voluntários e a aplicação da vacina começam na próxima segunda-feira, dia 03 de agosto.

Os testes da CoronaVac no CHC juntam-se a outros 27 estudos sobre a Covid-19 que estão em andamento dentro do complexo, o que reforça a sua importância nas pesquisas da área de saúde, de acordo com a superintendente Claudete Reggiani. “Nesse momento, atuar em pesquisa nas áreas mais promissoras, é um grande orgulho”, sintetiza.Para o reitor da UFPR, a escolha da instituição para realização dos testes reflete o conhecimento científico já estabelecido pela universidade. “Os testes da vacina chinesa reforçam o protagonismo que a universidade pública tem em situações de emergência, contribuindo para uma solução de saída da crise da pandemia”, ressalta Ricardo Marcelo Fonseca.

Links

Matéria completa - https://www.ufpr.br/portalufpr/noticias/ufpr-assina-protocolo-para-inicio-de-testes-da-vacina-contra-a-covid-19/ Site de avaliação do Instituto Butantan - https://app.profiscov.com/avaliacao
Anexos

Participaram da assinatura (da esquerda para a direita) Rosires Pereira de Andrade, gerente de ensino e pesquisa do CHC; a vice-reitora da UFPR, Graciela Inês Bolzon de Muniz; o reitor da UFPR, Ricardo Marcelo Fonseca; a superintendente do CHC, Claudete Re
Convênio permitirá o início da fase 3 de testes no complexo CHC. Foto: Marcos Solivan

SANTA CASA PROMOVE CAMPANHA PARA ARRECADAR FUNDOS PARA ATENDIMENTO À COVID 19

Ocupação de leitos exclusivos para COVID aumentou nas últimas semanas e despesas com materiais e insumos também cresceu

A Santa Casa de Curitiba é um dos hospitais que está na linha de frente no atendimento a pacientes com o novo coronavírus e, com a abertura do novo Hospital especializado em tratamento da Covid, em julho, soma hoje 130 leitos exclusivos SUS para atendimento à doença, o maior de toda a cidade.

Para um atendimento desse porte, houve um aumento significativo nos custos do hospital, que precisou reforçar compra de EPIs, equipamentos e insumos, como álcool gel, além de intensificar os procedimentos de assepsia de leitos, enxovais e roupas usadas pelos profissionais – medidas essenciais para evitar a contaminação de pacientes e profissionais. Por isso, o hospital deu início à Campanha Santa Casa a Favor da Vida, cujo objetivo é arrecadar R$ 3 milhões que serão destinados ao custeio dessas despesas até o fim da pandemia. Até o momento, com ajuda de empresas, desde abril, quase metade deste valor já foi arrecadado, com o qual foi possível adquirir novos respiradores e monitores cardíacos e inaugurar uma nova UTI com 10 leitos.

Com o apoio do LIDE Paraná (Grupo de Líderes Empresariais), que abraçou a campanha e vem dialogando com empresários e outros representantes de segmentos da sociedade que podem contribuir neste momento, a meta é atingir a marca de 3 milhões. Para a presidente do Lide Paraná, Heloisa Garrett, "É fundamental que as empresas e a comunidade ajudem nesta situação emergencial. Vemos que os casos são crescentes e os insumos não estão sendo suficientes. Como entidade estamos mobilizados para levantar recursos para que a Santa Casa consiga atender todos os seus pacientes, sem faltar nenhum insumo", destaca.

NOVO HOSPITAL ESPECIALIZADO EM TRATAMENTO DA COVID

A Santa Casa assumiu neste mês de julho a gestão (em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba) do novo hospital especializado em tratamento da COVID - instalado no antigo Instituto de Medicina, no Alto XV. Nesta unidade, estão em funcionamento 110 leitos, sendo 60 de enfermaria e 50 de UTI, todos para pacientes do SUS.

Segundo o diretor-geral da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, Eduardo Otoni, a estimativa é de que em apenas um trimestre mais de 1.000 pacientes sejam assistidos nesta nova unidade. “Estruturamos o antigo Instituto de Medicina, que possui mais de 3,2 mil m2 de área construída, para atender em média 340 pacientes/mês. Foi um trabalho árduo e rápido, já que a necessidade de abertura desses leitos era urgente devido ao aumento de novos casos de covid nas últimas semanas”, destaca o diretor.

Até então, a Santa Casa já vinha atuando na linha de frente com 20 leitos exclusivos para atendimento covid a pacientes do SUS, sendo 10 de UTI e 10 em enfermaria. Com a queda das temperaturas no fim de maio, foram vários os dias em que a ocupação desses leitos atingiu 100%.

Hoje, somados, são 130 leitos exclusivos SUS, prontos para atender a população neste período de pico da pandemia na cidade.

DOAÇÕES

Para ajudar a Santa Casa na Campanha Santa Casa a Favor da Vida é simples. Pelo link http://santacasacuritiba.com.br/santacasaafavordavida/ é possível entrar em uma aba descrita como "Doação" em que o participante escolhe como prefere contribuir: pelo Botão pagseguro, Paypal, Conta bancária do Bradesco do Hospital ou Cartão. Podem doar pessoas físicas e jurídicas e não há valores fixos para a doação. Qualquer quantia é bem-vinda.

Com a abertura da nova unidade, a necessidade de compra de itens de proteção e segurança torna-se ainda mais importante. Por isso, o hospital continua contando com o apoio daqueles que puderem ajudar.

Serviço:
Setor de captação de recursos da Santa Casa
Telefone: (41) 3271-5721
Celular / WhatsApp: (41) 99177-6299
E-mail: doesantacasa@santacasacuritiba.com.br
Depósitos bancários:
Banco: Bradesco (237) Agência: 3645
Conta corrente: 6156-5
CNPJ: 76.613.835/0001-89
Razão Social: Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba

Oito capitais brasileiras, incluindo as do Sul, estão longe do pico de mortalidade de Covid-19, indica sistema ModInterv

Sistema baseado em modelo matemática desenvolvido por rede de pesquisadores da UFPR, UFPE e UFS aponta que Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre regrediram no combate à doença, enquanto Recife e Belém já ultrapassaram o pico de mortes

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Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis estão entre as capitais brasileiras que mostram, nesta segunda metade de julho, distância em relação ao pico da mortalidade por Covid-19, o que indica retração do combate à pandemia. A análise é baseada no ModInterv, sistema para projeções criado por pesquisadores de áreas de Exatas das universidades federais do Paraná (UFPR), Pernambuco (UFPE) e Sergipe (UFS). Segundo o sistema, a situação ocorre também com outras cinco capitais: Goiânia, Belo Horizonte, Campo Grande, João Pessoa e Brasília. A avaliação foi registrada em artigo no banco de pré-prints da Scielo e considera a situação das 27 capitais no dia 19 de julho (que vem se mantendo desde então).

Segundo os cientistas, as oito capitais mencionadas estão com a curva acumulada de mortalidade em ascensão, seja ela mais ou menos acentuada. Considerando que todos os estados brasileiros tinham mortes confirmadas por Covid-19 já na primeira quinzena de abril, o cenário sugere que as cidades estão falhando nas medidas de combate (o que faz com que a curva permaneça ascendente desde o início) ou houve retrocessos no combate ao vírus por causa do afrouxamento de medidas de prevenção.

Nesse último caso, é possível notar uma mudança de rumo na curva dos gráficos de mortalidade que os autores do trabalho chamaram de “relargada”.

“Em Curitiba foi o que aconteceu, certamente, porque a curva de óbitos da cidade parecia perto de ponto de inflexão para formar o platô e houve a ‘relargada’ no fim de junho. É um quadro parecido como o das outras capitais do Sul”, avalia o professor Giovani Vasconcelos, do Departamento de Física da UFPR, que faz parte da Rede Cooperativa de Pesquisa em Modelagem da Epidemia de Covid-19 e Intervenções não Farmacológicas (Modinterv), criadora do sistema. “É diferente de cidades que estão na mesma situação porque a curva sempre mostrou crescimento, caso de João Pessoa”.

Saturação

Recife e Belém são as únicas capitais já na fase de saturação, ou seja, que atingiram o pico de mortes, o que significa que o gráfico de óbitos tende a formar um platô que aponta regressão da pandemia — a linha reta significa que as mortes pela pandemia pararam de se acumular. As outras 17 capitais se encontram em situação de combate à pandemia (curvas de óbitos em ritmo desacelerado, próximas do ponto de inflexão).

Desse último grupo, Maceió é a que parece mais propensa a alcançar a mesma situação das outras duas cidades nordestinas. É preciso cautela, porém, já que a piora do cenário tem se mostrado mais rápida e fácil do que o contrário. “O gráfico da capital alagoana é exemplo de como a situação é dinâmica: no domingo passado, o modelo que prevê saturação ainda não ‘convergia’ para Maceió”, explica Vasconcelos. A instabilidade fica mais clara quando se analisa o motivo pelo qual Maceió ainda não faz parte do mesmo grupo que Recife e Belém: aumentos esporádicos no número de mortes neste fim de julho, que têm adiado a inflexão da curva de óbitos e a formação do platô.

Mudanças bruscas

Da mesma forma Recife e Belém devem manter cautela, afirma o professor Raydonal Ospina, do Departamento de Estatística da UFPE e membro da rede de pesquisa. Entre as duas cidades, Recife tem números melhores no que diz respeito à taxa de mortalidade por milhão de habitantes (126,63 óbitos por 100 mil habitantes no último dia 26, contra 137,93 de Belém segundo a plataforma Brasil.io) e apresenta uma aproximação mais rápida em relação ao que se pode considerar o fim da pandemia. Ospina ressalta que a capital pernambucana Implementou em meados de maio um “lockdown”, com fechamento de escolas, comércio e serviços não essenciais, assim como do acesso às praias.

O município também fez campanhas de conscientização — obtendo altos índices de cidadãos adeptos do isolamento social — e criou grupos de trabalho com a participação de cientistas para planejar a reação à escalada de mortes. Para o professor, os resultados dessas medidas parecem se refletir nas estatísticas. Por outro lado, há o risco de uma reabertura precoce, como a decretada neste mês, suscitar uma “relargada” como a vivenciada pelas capitais sulistas.

“Ter chegado ao platô ou à fase de saturação não implica que estamos terminando. Indica que as medidas de prevenção têm sido adequadas a fim de manter o número de óbitos controlados. Mas isso assumindo que as condições se mantenham. Se mudar as medidas de contenção da doença, por exemplo, relaxando o quadro, a doença pode recrudescer. Sem vacina fica muito difícil pensar em fim de epidemia”, analisa.

Aplicativo

O sistema ModInterv se baseia em um modelo matemática descrito em um artigo científico publicado em maio na revista “PeerJ”, focada em ciências da vida e ambientais. A inovação do modelo é a capacidade de adaptação da sua fórmula, que permite fazer projeções em diferentes cenários e localidades, desde que a hipótese de um tratamento farmacológico específico para a doença esteja
fora da equação.

Em breve o ModInterv poderá ser acessado, por qualquer interessado, por meio de um aplicativo para celulares batizado com o nome do sistema. Assim como na ferramenta on-line, o aplicativo permitirá escolher curva (contágio ou óbitos) e localidade (cidade, estado ou país). Há ainda a opção de gerar imagens dos gráficos para download.

O aplicativo foi desenvolvido por pós-graduandos dos programas de Física da UFPE e pesquisadores dos Departamentos de Física da UFS e da UFPR. O lançamento ocorreu durante um seminário on-line, em junho. Atualmente o app está em fase de avaliação pela Google Play Store.

LINKS

Matéria no Portal da UFPR (com gráficos): https://bit.ly/3hJBOym

Acesso ao sistema: http://fisica.ufpr.br/modinterv/

Artigo "Recife and Belém are currently the only capitals that are already in the saturation phase of Covid-19 in Brazil" (2020), no Scielo Preprints: https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/1001

Matéria no Portal da UFPR com explicação da metodologia: https://bit.ly/2VTGyrH

Legenda da foto: "Para pesquisadores da Rede ModInterv, Curitiba teve retrocessos no combate à mortalidade por Covid-19 aparentes no gráfico no fim de junho e passou a ter um ritmo de crescimento ainda maior do que no início da pandemia. Foto: Luiz Costa/SMCS, 30/3/2020"

Centro de Oncologia do Paraná lança campanha “Faça a Diferença”

Colaboradores criaram vídeo para arrecadar doações e ajudar famílias em situação de vulnerabilidade social

O Centro de Oncologia do Paraná lançou a campanha “Faça a Diferença”. O objetivo é ajudar as famílias de Curitiba que estão em situação de vulnerabilidade social com alimentos não perecíveis, agasalhos e produtos de higiene. A iniciativa estará ativa durante os meses de julho e agosto.
Colaboradores da clínica se mobilizaram e produziram um vídeo para chamar atenção da comunidade sobre a importância da ação, principalmente neste momento de crise econômica causada pela pandemia da Covid-19.
A mobilização tem dado certo. Em menos de 15 dias já foram arrecadados mais de 200 quilos de alimentos e 100 peças de roupas. As doações estão vindo de pacientes, familiares e mesmo dos colaboradores da clínica, que fazem uma disputa saudável para ver quem leva mais donativos.
As doações estão sendo recebidas nas três unidades do Centro de Oncologia do Paraná: Saldanha Marinho, Oncoville e São José dos Pinhais, durante o horário normal de funcionamento.

Serviço
Campanha “Faça a Diferença”
Local: Centro de Oncologia do Paraná
- Unidade Oncoville
Endereço: BR 277, 1437, Ecoville - 2º Andar – Curitiba
Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h30.

- Unidade Saldanha Marinho
Endereço: Rua Saldanha Marinho, 2167 - Bigorrilho - Curitiba
Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h30.

- Unidade São José dos Pinhais
Endereço: Rua Alcídio Vianna, 916 - Centro - São José dos Pinhais - PR-
10º andar. Edifício The One
Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 18h.

COVID-19 Nova tecnologia de biodesinfecção de ambientes e superfícies chega ao país

A pandemia do novo coronavírus ligou o sinal de alerta da população em relação a cuidados que antes acabavam sendo tomados apenas por alguns setores, como o hospitalar e de alimentos. É o caso da desinfecção de ambientes e superfícies como estratégia para diminuir o contágio e frear a contaminação pela Covid-19.

Uma das soluções que vêm sendo utilizadas com sucesso na Europa é a Nocotech, um sistema de geração de vapor seco que libera nanopartículas e distribui de modo uniforme as soluções biodesinfetantes em cada centímetro quadrado sem deixar residual úmido, capaz de matar microorganismos, vírus, bastérias, com ação antimicrobiana e antifúngica, além de atuar no combate ao novo coronavírus. Sua formulação econ-friendly é biodegradável, não tóxica, não alérgica e não corrosiva.

O sistema já está disponível no Brasil através da DeVant Care, empresa especializada em soluções automatizadas de biodesinfecção de ambientes e superfícies, e foi reconhecido pela ANVISA.

Segundo Ivam Cavalcante Pereira Jr, diretor executivo da DeVant Care, "Cuidar apenas de limpeza de superfície não foi suficiente para limitar o crescimento do número de infectados. A contaminação de ambientes e superfícies deve ser tratada com prioridade. É de extrema importância reforçar o combate à Covid-19, mas a solução não é algo somente para o momento pandêmico, é algo para sempre", diz Ivam, ressaltando que os produtos já eram requisitados antes da pandemia e devem atender às necessidades do futuro também. "Somos efetivos desinfetadores. A maioria das empresas proporciona a sanitização, que combate. A desinfecção mata", explica.

O conceito Nocotech é constituído do equipamento de aplicação automatizada aliado às soluções de biodesinfecção, desinsetização e desodorização. O processo de desinfecção de ambientes com tecnologia avançada dos produtos é intuitivo: é fácil de operar e pode ser programado por qualquer pessoa. O equipamento, móvel, libera um vapor seco com produto a base de peróxido de hidrogênio e prata, uma combinação balanceada, segura, cientificamente testada, analisada e comprovada ação desinfetante, com garantia e efetividade contra o coronavírus e outros vírus, bactérias, fungos e suas variações esporuladas. A biodesinfecção garante ambiente seguro e livre de vírus.

As soluções Nocotech da DeVant Care são projetadas para tratamento em ambientes que vão de 10 m³ a 20.000 m³ e o custo dos equipamentos variam entre R$ 50 mil e R$ 200 mil. "Temos clientes com interesse em compra dos equipamentos para operação dos mesmos com sua própria equipe, e também clientes que estão adquirindo o produto para depois prestar serviço a terceiros, pois o leque de possibilidades para a solução Nocotech é extenso", afirma Ivam. Pode-se fazer a biodesinfecção desde em residência e escritórios, até o varejo, hotéis, hostels, pousadas, ônibus, metrô, escolas, universidades, asilos, academias, clínicas, aeroportos, aeronaves e transatlânticos, restaurantes, shoppings, hospitais e indústrias, como a hospitalar, alimentícia e farmacêutica, entre tantas outras. "Vale para todas as áreas, hoje é uma necessidade até para constar como diferencial competitivo. O modelo de negócio, que inclui comodato do equipamento varia de acordo com o porte e objetivo do cliente", finaliza o executivo.

PERFIL - DEVANT CARE

A DeVant Care é uma empresa provedora de soluções de limpeza e desinfecção, com portfólio de consumíveis, containers, equipamentos, mobiliário, transporte de produtos para saúde, projetos, coletores de perfuro cortantes e biodesinfecção de ambientes e superfícies, fundada em 2017 pelo executivo Ivam Cavalcante. Noventa por cento do seu portfólio é importado de parceiros da Alemanha, França, Turquia e China e, em breve, dos EUA. Conta ainda com fornecedores nacionais e a maior parte dos seus produtos são exclusivos. Sua rede de distribuição está espalhada em todo o território nacional e tem hoje cerca de 600 clientes ativos, entre eles o Hospital Santa Catarina, Hospital Santa Joana e o Hospital do Coração (Hcor), em São Paulo. A DeVant Care é parceira exclusiva no Brasil da Oxy’pharm, empresa que desenvolveu a tecnologia Nocotech de biodesinfecção de ambientes e superfícies, já presente em mais de 85 países e que agora chega ao país.

Grupo solidário de arquitetos e designers já distribuiu 180 toneladas de alimentos em Curitiba e Região Metropolitana

Ao todo, a rede Somos + Arq. PR já distribuiu 180 toneladas de alimentos e 11.997 kits com itens de higiene, álcool gel e panfletos sobre o Covid-19.

Desde o início da pandemia, um grupo de arquitetos e designers de interiores tem mostrado que a união faz a força e a diferença. Chamado de “Somos + Arq. PR”, o grupo solidário que conta com mais de 200 profissionais e tem na liderança os arquitetos Jayme Bernardo, Elaine Zanon e Jorge Elmor se reúne semanalmente para fazer a distribuição de alimentos e kits de higiene para comunidades carentes de Curitiba e Região Metropolitana.

De abril até o último fim de semana, no dia 18 de julho, foram 180 toneladas de alimentos distribuídos e 11.997 kits entregues, com itens de higiene, álcool gel e panfletos com informações sobre o Covid-19. O grupo se reúne todos os sábados no estacionamento da loja parceira do projeto Florense Carlos de Carvalho, que gentilmente promove um café da manhã para os profissionais, antes da saída para as entregas.

Além da distribuição dos itens, os profissionais também se envolvem na produção de Álcool Gel, ação liderada pela arquiteta Caroline Bollmann em parceria com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Voluntários do grupo se reúnem semanalmente para ajudar a produzir, envazar e embalar o produto.

Segundo o arquiteto Jayme Bernardo, o grupo tem vivido uma experiência única com o projeto. “Fazer o bem é uma das maiores realizações que podemos ter. Estamos vendo na prática que a união faz a força e pode mudar a realidade de muitas famílias.”, comentou.

O projeto Somos + Arq. PR nasceu do grupo “Juntos Somos Mais Arquitetos”, que reúne arquitetos de São Paulo com o objetivo de angariar fundos, alimentos e itens de higiene para pessoas em situação vulnerável. A iniciativa se espalhou de forma rápida pelo Brasil e já conta com mais de 3800 envolvidos.

Os interessados em colaborar com o projeto, podem realizar depósitos de qualquer valor na conta conjunta: Bradesco (237), agência 5753 e conta corrente nº 20.861-2. O CPF para a transação é 462.689.369-49, do arquiteto Jayme Bernardo. As cestas básicas têm um custo médio de R$65, mas qualquer valor está sendo arrecadado. Para a doação do álcool líquido, para a produção do álcool gel, as empresas interessadas podem fazer contato com a arquiteta Caroline Bollmann pelo telefone (41) 99977-1943.

Sobre Somos + Arq. PR

O “Somos + Arq. PR” é uma rede de arquitetos e designers, liderados no Paraná por Jorge Elmor, Jayme Bernardo e Elaine Zanon, em uma ação nacional, buscando ajudar famílias carentes no período de pandemia. No Paraná, o grupo é formado por mais de 200 arquitetos e designers de todo o estado.

Somos + Arq. PR
Site: http://somosmaisparana.guimuller.com.br/
Instagram: https://www.instagram.com/pr.somosmais.arq/
Arrecadações:
Bradesco (237) | ag. 5753 | conta corrente 20.861-2 | CPF: 462.689.369-49

LANAC recebe teste para doenças respiratórias

Resultado em até duas horas facilita diagnóstico de síndromes respiratórias diferentes da causada pela COVID-19

O diagnóstico rápido é essencial para um tratamento assertivo de doenças respiratórias. Em meio a pandemia da COVID-19, sintomas como febre, cansaço, dor de garganta falta de ar, entre outros, trazem um alerta para o coronavírus. Porém, outras doenças respiratórias apresentam também os mesmos sintomas, como pneumonia, influenza, H1N1, entre outros.

O LANAC – Laboratório de Análises Clínicas passa a oferecer em julho o BioFire® FilmArray® Pneumonia Panel, exame exclusivo que detecta, em apenas uma hora, 19 bactérias e 8 tipos de vírus, com indicação não apenas do patógeno detectado, mas também da quantidade existente e ainda detecção de genes de resistência bacteriana a antibióticos. “Com o exame, é possível identificar qual é a doença específica, além de quantificar a quantidade de bactérias e eventual resistência a antibióticos ou ainda identificar infecções pulmonares virais”, afirma o especialista em bacteriologia do LANAC, Marcos Kozlowski. O exame possibilita a administração correta do antibiótico ou tratamento adequado, evitando assim maior tempo de exposição do paciente ao medicamento, com resposta mais rápida, além da redução dos custos de tratamento e a melhora do fluxo de trabalho do laboratório.

O exame detecta inclusive a presença de outros tipos de coronavírus, e é essencial para um diagnóstico rápido da doença. “Como os sintomas são muito parecidos, é possível detectar de forma muito ágil se o paciente está com outra doença respiratória, e iniciar o tratamento. Caso não apresente nenhuma das doenças avaliadas, o médico poderá seguir o tratamento, considerando a possibilidade da presença da COVID-19 no organismo”, afirma.

Realizado pela coleta de secreção da garganta e vias aéreas, o exame apresenta sensibilidade de 96,2% e especificidade de 98,3%, e oferece agilidade para os médicos e emergências hospitalares. O exame pode ser realizado em qualquer uma das 62 unidades de coleta do laboratório, mediante agendamento, e não é coberto pelos planos de saúde.

Sobre o LANAC:

Há 29 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 62 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 500 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.

Na reabertura de bares e restaurantes, especialistas da Ecolab indicam medidas a serem tomadas no combate a Covid-19

A empresa disponibiliza conteúdo produzido por especialistas internacionais sobre os cuidados e protocolos preventivos de higiene e limpeza

São Paulo, julho de 2020 – A retomada das atividades, paralisadas devido à pandemia da Covid-19, já é uma realidade em muitos municípios. Em alguns, os restaurantes podem reabrir, porém com restrições no número de clientes e cuidados na higienização. Para auxiliá-los nesse momento de adaptação, a Ecolab, líder mundial em prevenção de infecções, soluções e serviços para água e higiene, mantém um portal de informações, dedicado ao tema do novo coronavírus, com recomendações de seus especialistas globais.

O portal disponibiliza, gratuitamente, webinars e conteúdos produzidos por PhDs sobre sanitização e prevenção de infecções em diversos tipos de ambiente, como por exemplo, bares e restaurantes.

“A retomada dos serviços de alimentação é um passo significativo para o pós-pandemia, assim como, os cuidados para a segurança de clientes e funcionários que devem ser redobrados e os protocolos constantemente revisitados”, explica Tatiana Schwanz, gerente de Marketing da Ecolab no Brasil para a divisão Institutional.

Veja alguns pontos de destaque:

· O primeiro ponto é reforçar a higiene pessoal: disponibilizar material, como lenços descartáveis e pontos para higiene das mãos, como álcool em gel e sabonete para as mãos;

· Utilizar produtos registrados na ANVISA e com eficácia comprovada contra vírus, germes e bactérias;

· Avaliar e analisar todos os ambientes do estabelecimento. Assim, ficará mais fácil realizar a higienização correta de cada espaço:

o Salão: higienizar mesas e cadeiras, a cada chegada de cliente, além de reforçar a desinfecção de maçanetas, batentes, corrimãos, cardápios, balcões e pontos de contato com latas de lixo;

o Cozinha: aumentar a frequência na higienização da cozinha. Além de utensílios e superfícies, é preciso higienizar também o piso e as paredes;

o Área de colaboradores: fornecer pontos com produtos para higiene das mãos, como álcool e sabonete para as mãos. Além disso, reforçar a desinfecção de pontos de muito contato, como maçanetas, corrimãos, bebedouros e latas de lixo;

o Banheiros: limpar e desinfetá-los conforme especificado no rótulo do produto utilizado e fornecer pontos de higienização para as mãos, na entrada e saída dos banheiros, à base de álcool.

· A higienização de pratos, talheres e copos deve ser redobrada. O manuseio de utensílios já utilizados também é um ponto de atenção, uma vez que o funcionário deve estar com os equipamentos de proteção individuais necessários;

· Apesar de não haver evidências sobre contaminação da Covid-19 por meio de alimentos, é importante seguir com uma boa higiene pessoal e práticas de segurança de alimentos adequadas, além de reforçar o cuidado com o manuseio;

· O estabelecimento deve estar sempre bem arejado. Em relação ao ar-condicionado, verificar se a manutenção está em dia e com os filtros limpos corretamente;

· Monitorar a saúde dos funcionários, reforçar o treinamento para a desinfecção correta do ambiente de trabalho e assegurar equipamentos de proteção individual são essenciais para garantir uma maior segurança ao estabelecimento.

Dentre as recomendações, é importante reforçar que o treinamento constante de funcionários é fundamental para prevenir a disseminação do vírus. As instalações devem garantir que os profissionais recebam informações atualizadas para manter o ambiente limpo e higienizado, seguindo as boas práticas do setor e as recomendações dos órgãos internacionais de saúde pública.

“Nossos pesquisadores estão se dedicando para oferecer soluções e programas confiáveis para combater a disseminação da COVID-19. Acreditamos que, além de oferecer nosso portfólio, compartilhar as informações que temos como especialistas mundiais em prevenção a infecções, é fundamental para combater a pandemia. Este é o momento para nos unirmos e trocarmos informações que podem ser vitais para proteger vidas”, afirma Orson Ledezma, vice-presidente e gerente geral das operações da Ecolab para o Brasil e América Latina.

Para mais informações acesse: https://pt-br.ecolab.com/pages/coronavirus

Sobre a Ecolab

Um parceiro de confiança para quase três milhões de clientes, a Ecolab é líder global em soluções e serviços para água, higiene e prevenção de infecções. Com vendas anuais de US$ 13 bilhões e mais de 45.000 associados, a Ecolab oferece soluções e serviços abrangentes, conhecimento específico e serviço personalizado para melhorar a segurança dos alimentos, manter ambientes limpos e seguros, otimizar o uso da água e energia, além de melhorar a eficiência operacional e a sustentabilidade dos clientes presentes nos setores industrial, de alimentos, saúde e hospitalidade, em mais de 170 países ao redor do mundo.

Para mais informações sobre a Ecolab, visite www.pt-br.ecolab.com.
Siga a Ecolab no Twitter @ecolab, Facebook facebook.com/ecolab ou LinkedIn Ecolab

Projeto irá ajudar bartenders desempregados por conta da pandemia

O projeto Adote um Bartender foi idealizado pela bartender Carina Slazar e o objetivo inicial é vender 500 coquetéis pelo preço de R$29

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A ideia surgiu após vários estabelecimentos fecharem ou reduzirem o número de funcionários devido à pandemia. De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), cerca de 40% dos estabelecimentos em São Paulo serão fechados e espera-se uma retomada econômica lenta do setor.

O projeto irá contar com o apoio de diversas marcas, como a Vodka Svarov, que é conhecida por ser feita com ingredientes selecionados, técnicas especiais de destilação e por evitar o mal-estar da ressaca.
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“Sabemos que a retomada não será de uma hora para outra, e muitas pessoas irão enfrentar dificuldades durante esse período, então nosso objetivo é ajudar e acolher os profissionais que fazem parte da nossa história e sempre contribuíram para o fortalecimento da nossa marca”, afirma Albert Lifschitz, sócio proprietário da Vodka Svarov.

O objetivo é vender 500 coquetéis pelo preço de R$29. Incialmente serão cinco opções de receitas disponíveis: Negroni, Manhattan, Vesper Martini, Rabo de Galo e Ramazzotti Tonic. Todos foram preparados no Soroko´s Bar, graças aos insumos e doações feitas por marcas e pessoas.

É possível comprar os coquetéis em São Paulo através do iFood do Graxa Pizzas (Sumaré), pelo delivery do Brechó Bar, pelo delivery da hamburgueria Black Trunk e pelo Whatsapp do restaurante Wafu Number 1.

Para mais informações, basta acessar o instagram @adoteumbartender.

Sobre a Vodka Svarov

Fundada em 2016, a Vodka Svarov é feita com ingredientes selecionados e filtrada dez vezes em carvão ativado específico para esse processo importado da Europa. A bebida é produzida no Brasil com álcool etílico tri destilado e água desmineralizada potável. Sua fórmula suave esteve guardada por gerações e hoje pode ser apreciada por todos através de um portfólio amplo e completo. A empresa conseguiu se consolidar em pouco tempo de mercado por conta de seus produtos de alta qualidade, puros, ingredientes importados e técnicas especiais de destilação. Site: http://www.svarov.com.br/

Instituto de Medicina recebe posto de atendimento do LANAC

O LANAC – Laboratório de Análises Clínicas é a empresa responsável pelos exames laboratoriais do Instituto de Medicina, reaberto em julho pela prefeitura de Curitiba com leitos exclusivos para pacientes com COVID-19.

Administrado pela Santa Casa, onde o laboratório também é o responsável pela demanda hospitalar e ambulatorial da instituição, o novo hospital conta com 110 leitos, sendo 50 de UTI e 60 clínicos (para casos menos graves).

O LANAC é responsável também pelo atendimento ambulatorial, hospitalar e pronto atendimento do Hospital das Nações, Hospital Pilar, Instituto de Neurologia de Curitiba – Hospital INC, Hospital do Rocio, Hospital Vita Curitiba e Hospital Vita Batel, prestando atendimento de urgências e emergências.

Sobre o LANAC:

Há 29 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 62 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 500 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.

Leilão online vira febre entre brechózeiros

Vendas de brechós ganham novo formato durante a pandemia

Durante o período de isolamento devido à pandemia do COVID 19, muitos donos de brechós de Curitiba se viram obrigados a adaptar seu modelo de negócios. Agora, o que tem feito parte das vendas são os chamados “leilões online”.

As peças são leiloadas via vídeo ao vivo na internet, em que os clientes podem dar lances até arrematarem as peças desejadas. De acordo com Stacy Barbosa, organizadora do maior encontro de brechós de Curitiba, o Brechózeiros, a necessidade de se reinventar diante da crise acabou desenvolvendo essa tendência entre os brechós. “Foi um movimento que começou na internet, com poucos adeptos, mas que atualmente se tornou moda e, agora, acontece frequentemente”, conta.

Ela também comenta que com o fim dos eventos por conta da pandemia, os leilões são oportunidades para que os brechós consigam vender e os clientes possam garimpar. “Alguns brechós só estão conseguindo se manter no mercado graças aos leilões. E vale ressaltar que essa é uma oportunidade para que os clientes também atualizem o guarda roupa sem sair de casa – muitas vezes com valores em conta, que superam os próprios brechós”, diz.

No Instagram do Brechózeiros é possível ver no feed alguns dos leilões que já aconteceram. O modelo é bem simples: os lances são de R$5,00 em R$5,00 e quem der mais leva ao final do famoso “loule uma, loule duas, louse três”.

Segundo Luciane Domingues, proprietária do Brechó Stalu, os leilões tem sido de grande ajuda durante esse momento difícil. “Temos clientes que já são fieis aos leilões, mas a cada edição surgem novos interessados. É sempre um grande aprendizado para todos, além de ser muito divertido”, fala.

O tipo de leilão e de peças varia muito conforme o brechó. No caso dos leilões realizados pelo Brechózeiros, a cada edição, um brechó é convidado. A organização faz uma seleção juntamente com a proprietária da loja e as peças vão para leilão. Sempre peças de boa qualidade e todas higienizadas.

O próximo leilão via live, realizado pelo Brechózeiros, acontece hoje (16), a partir das 19h, no Instagram @_brechozeiros (https://www.instagram.com/_brechozeiros/?hl=pt-br). Todas as regras são explicadas no início, para os “novatos”, mas vale ressaltar que as compras possuem diversas formas de pagamento e de entrega, inclusive para outras partes do Brasil.

“Na edição de hoje, teremos peças de marcas conhecidas, como Marfino, Luz da Lua, Zara, Lafort, Ann Taylor, Banana Republic, Adidas, Le Lis Blanc, além de bolsas e calçados. É uma oportunidade para se conquistar peças de marca, com preços que se pode pagar”, finaliza Stacy.

SERVIÇO

LIVE - Leilão online Brechózeiros

Quando: 16 de Julho de 2020

Horário: a partir das 19h

Onde: Instagram @_brechozeiros

Secretaria de Saúde de Tijucas do Sul recebe doação de testes rápidos para COVID–19

O município de Tijucas do Sul recebeu na tarde de hoje (14 de julho) 25 kits de testes rápidos para o COVID -19 da empresa I.G. Transmissão e Distribuição de Energia S.A. (I.G.-TD).
Para a Secretaria de Saúde de Tijucas do Sul a doação é de extrema importância para o município, uma vez que nos últimos meses foram realizados cerca de 100 testes rápidos para a identificação de casos positivos do novo Coronavírus. Os kits disponíveis hoje para realização de testes rápidos são disponibilizados ao município através da Secretaria de Estado de Saúde.

“Vemos que esta é uma forma de reconhecimento e retorno de parte daquilo que as Secretarias de Saúde utilizam para o tratamento e combate ao Covid-19. É uma ajuda importantíssima, para que possamos continuar esta guerra contra o vírus, tendo insumos disponíveis para o combate”, comentou a secretária municipal de saúde, Edite Rocha.

A empresa realizou a doação com o objetivo de auxiliar a Secretaria de Saúde com insumos para que continue a realizar os exames e seja permitido identificar, antecipadamente, possíveis casos de contaminação pelo novo Coronavírus. “Queremos retribuir a atenção prestada à nossa equipe de colaboradores que atua na construção de linhas de transmissão de energia aqui no município”, explica o gerente do departamento de Segurança e Meio Ambiente da I.G.-TD, Silvio Cantieri.

Cuidados

No mês de junho, parte dos colaboradores da empresa fez os testes rápidos no município e alguns apresentaram resultados positivos. Para garantir a saúde dos trabalhadores e da população local, com a orientação da Vigilância Sanitária, a I.G.-TD fez com que todos os colaboradores realizassem novos testes mais avançados, os chamados de RT-PCR.

Após os resultados positivos de seus colaboradores, que foram isolados, cumpriram os protocolos de saúde e segurança e já se encontram aptos ao desempenho de suas atividades, a empresa reforçou ainda mais seus protocolos de segurança, higienizou e sanitizou as áreas de trabalho, reforçou a comunicação visual com informações sobre saúde e segurança, distribuiu máscaras e álcool gel a toda sua equipe, para evitar novos contágios.

Para o gestor da I.G “os testes são importantes, pois ajudam o poder público a compreender mais sobre a dinâmica deste novo vírus e a desenvolver formas de controle à pandemia. A saúde e a segurança dos colaboradores da empresa, assim como o respeito e a convivência harmônica com toda a comunidade na qual interage são valores inegociáveis e sobre os quais a companhia está firmemente comprometida”.

“A entrega dos kits utilizados com nosso público era um compromisso que assumimos com o município e ficamos satisfeitos em fazer isso nesta terça-feira. Esperamos que mais empresas possam submeter suas equipes aos testes, de modo que – juntos – possamos superar essa pandemia que compromete a saúde de toda a população”, finaliza Cantieri.

Sugestão de legenda

Da esquerda para a direita, o prefeito César Matucheski, o engenheiro de segurança da I.G.-TD, Daniel de Oliveira Bittencourt, a secretária de saúde Edite Rocha, equipe da vigilância sanitária: Hilna Bueno, Elaine Castro Neves e a coordenadora municipal da Vigilância Sanitária, Helen Aline Melo

Crédito da foto

Prefeitura de Tijucas do Sul| Gabriela de Lima Silva