Vale a pena empreender durante a pandemia?

Consultor de carreira e negócios fala sobre os mitos e verdades do empreendedorismo

Em um cenário desafiador do mercado de trabalho, frente à pandemia da COVID-19, muitas pessoas saíram do seu emprego e começaram a empreender. Segundo pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), em 2020, o Brasil deve registrar o maior número de novos empreendedores dos últimos 20 anos, com aproximadamente 25% da população adulta envolvida na abertura de um novo negócio, ou nova empresa com até 3,5 anos de atividade.

A pesquisa estima que existam um total de 53,4 milhões de brasileiros frente à alguma atividade empreendedora, envolvidos na criação de um novo empreendimento, consolidando um novo negócio ou realizando esforços para manter um empreendimento já estabelecido. Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), foram abertas mais de uma loja virtual por minuto desde o início do isolamento social, em março. Mais de 107 mil novas empresas foram criadas na internet, em pouco mais de dois meses.

O consultor de carreira e negócios da ESIC Internacional, Alexandre Weiler, mostra os mitos e verdades para quem quer começar a empreender:

1- Você não terá um grande salário no começo.

Verdade! Quem começa a empreender precisa estruturar a empresa, investir e plantar uma boa base para colher frutos no futuro. Então, sua renda será gradativa e, no começo, talvez seja necessário reinvestir todos os seus ganhos.

2- Para empreender, é preciso ter muito dinheiro.

Mito! Você pode começar um negócio com pouco investimento e, assim que for ganhando escala, pode usar as receitas para investir e crescer.

3- Empreendedorismo é sinônimo de liberdade.

Mito! Empreender requer muita dedicação, muitas vezes mais tempo do que era dedicado em um emprego.

4- É difícil encontrar um equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Verdade! Sem horários fixos, o empreendedor precisa organizar sua vida profissional para não misturar com a pessoal. Estabelecer horários para o trabalho e também para a vida pessoal, organizando a rotina para ser produtivo no tempo estabelecido para o novo negócio.

5- O mais importante é ter uma boa sorte.

Mito! Empreender requer dedicação, conhecimento, estudo, capacidade para gerenciar tempo e adquirir novas habilidades. Mesmo que o negócio seja da sua área de atuação, o empreendedor terá que ter controle sobre outras áreas, como financeira, marketing, vendas e estar preparado para ter domínio sobre todas elas.

6- Empreender requer muito trabalho e esforço.

Verdade! Para iniciar um novo negócio, é preciso primeiramente planejamento. Quais habilidades serão necessárias nos novos negócios? O que é preciso aprender para seguir em frente? No início, o esforço e dedicação precisam ser intensos para que o empreendedor esteja preparado para as adversidades no caminho e não perca fácil todo o seu investimento inicial.

7- É importante testar o produto ou serviço.

Verdade! Comece com um Produto Mínimo Variável (MVP). Teste seu negócio com familiares e amigos. Depois disso, trace um plano para escalar o negócio para os demais clientes.

Sobre a ESIC:

A ESIC é uma Business School Internacional especializada em Gestão de Negócios e Marketing. Com mais de 50 anos de experiência, possui matriz em Madrid e Barcelona, 10 campus na Europa, campus brasileiro em Curitiba, acordos e convênios nos 5 continentes, especialmente E.U.A., Índia e China. A instituição atua em oito áreas: Graduação, Pós-Graduação (Master e MBA), Executive Education (cursos avançados e sob medida para empresas e formação in company), Módulos e Missões Empresariais Internacionais, ESIC Idiomas (Escola de idiomas Internacional), Colégio Internacional, Simuladores/Competições Empresariais Globais e ESIC Editora (com tradição em publicações renomadas, atualizadas e especializadas em Gestão de Negócios e Marketing). Para garantir respaldo internacional aos certificados de seus alunos, a ESIC está entre o seleto grupo que segue os padrões do Executive MBA Council (Conselho Internacional de MBAs), é membro da EFMD (European Foundation for Management Development), AACSB (Associationto Advance Collegiate Schools of Business of USA), AMBA (International Association of MBAs) e CLADEA (ConsejoLatinoamericano de Escuelas de Administración).

Aplicativo de mercado facilita a compra para idosos durante pandemia

Supermercado de Curitiba aposta em aplicativo próprio para ter mais contato com o cliente e agilidade na entrega. O app Meu Telêmaco é fácil de usar e tem agilidade na entrega, podendo a compra ser realizada pelo próprio usuário ou por terceiros.

Hábitos de consumo que há poucos meses nem passavam pela cabeça das pessoas, tornaram-se importantes neste momento de distanciamento social para conter a proliferação do Coronavírus. A tecnologia passou a ser a grande aliada, inclusive dos idosos, que estão no grupo de risco e precisam redobrar os cuidados. Com o isolamento social fazer compras está sendo um grande desafio para eles, e está exigindo que os filhos ou eles mesmos tenham novos aprendizados, como por exemplo, aprender a utilizar aplicativos de smartphones, para facilitar esse processo.

E essa tendência de apps só cresce principalmente neste período. O mercado curitibano, o Super Telêmaco, localizado no Portão, tem sentido este crescimento através do seu aplicativo “Meu Telêmaco”, lançado no início da crise, em março deste ano. Os dados mostram que as vendas pelo app representam atualmente 12% do faturamento do mercado.

Carlos Alberto Gomes, diretor do Super Telêmaco, comenta que esta modalidade de compra é uma tendência do setor, pois além das pessoas estarem cada vez mais conectadas, buscam alternativas para facilitar o dia a dia, para proporcionar comodidade, podendo ser realizada pelo próprio usuário ou por terceiros. “Os clientes têm gostado da novidade, pois o aplicativo veio para dar mais segurança, agilidade e conforto com essa nova experiência. O seu fácil e intuitivo modo de uso oferece um mix de produtos que podem ser acessados, por item na busca ou por suas categorias como: hortifruti, açougue, bebidas, biscoito, e muitos outros. É ter o mercado todo nas mãos. E os filhos também podem acessar o aplicativo e enviar a compra para os pais no endereço selecionado, tudo de uma forma rápida e ágil” finaliza.

Desde início da pandemia Priscila da Silva Duarte, tem se apoiado no aplicativo para fazer as compras para ela e seus pais idosos. “Eu utilizo muito o aplicativo Meu Telêmaco, pois é bem fácil de usar e tem agilidade na entrega. No início da crise eu fazia as minhas compras e as dos meus pais, pois eles estavam morando em outro lugar, e eu selecionava no app para entregar lá no endereço deles, e isso me ajudou muito naquele momento. Agora eles estão morando comigo, mas continuo comprando pelo aplicativo, pois adorei a praticidade e a segurança para todos nós. Outra coisa que gosto muito é da pontualidade nas entregas”.

Diferenciais da compra pelo app "Meu Telêmaco"

O diretor comenta que os clientes têm elogiado o app Meu Telêmaco, pela entrega rápida e bom atendimento prestado pelo mercado. “Temos recebido elogios pelo novo serviço, pois sabemos que quando a pessoa compra algo é porque precisa, e por isso buscamos entregar as compras em até 3 horas, para toda a Curitiba, se a venda for realizada até às 18h, e este é um dos grandes diferenciais do app do Super Telêmaco. Além disso, prezamos pela segurança, pois quem entrega são os nossos próprios funcionários, não terceirizamos, temos uma equipe que cuida só dessas demandas o que torna a resolução de qualquer contratempo de forma ágil e rápida.”

SERVIÇO:

Mercado Super Telêmaco

Endereço: Rua Agostinho Merlin, 586 – Portão

Informações: (41) 3085 4800

Aplicativo Meu Telêmaco

Baixe o aplicativo “Meu Telêmaco” que está disponível gratuitamente nas lojas virtuais disponíveis no seu smartphone.

Construção civil lidera geração de empregos no Paraná em 2020, com saldo positivo de 9,2 mil novas contratações

Dados do último Caged registram que apenas os setores de construção e agropecuária registraram saldos positivos de vagas no estado no acumulado do ano

O setor de construção civil se mostrou o mais resiliente à crise gerada pela pandemia do novo coronavírus em todo o estado do Paraná, segundo os dados do último Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), lançado no final de agosto. Os números, que consideram o saldo de contratos de trabalho assinados e encerrados entre janeiro e julho, registraram saldo positivo apenas nos setores de construção civil (9.293 novas vagas) e agronegócio (3.247).

Com a demanda por imóveis em alta, diversas obras em andamento e novos lançamentos agendados, a tendência é que o setor siga investindo e gerando empregos no estado. Sozinha, a MRV, plataforma habitacional líder do mercado, já fez 285 contratações no Paraná entre janeiro e julho deste ano. A partir de setembro a empresa tem dez novos lançamentos previstos para o estado, empreendimentos que devem impulsionar o volume de contratações.

Sobre a MRV

Ao longo de 40 anos de história transformando a vida de milhares de pessoas por meio da casa própria, a MRV, maior construtora da América Latina, se tornou uma plataforma de soluções habitacionais capaz de fornecer a opção de moradia que melhor se adapte ao momento na vida dos brasileiros, seja com a aquisição de apartamentos prontos ou na planta, pela compra de um terreno em loteamentos completamente urbanizados pela Urba, ou mesmo alugando imóveis especialmente pensados, com inúmeros serviços, pela sua startup Luggo, totalmente digital e sem burocracia.

Setembro Amarelo: “Em meio a pandemia, nunca esta campanha de prevenção ao suicídio se tornou tão necessária,” diz profissional da saúde

O neurocientista e psicanalista Fabiano de Abreu dá dicas para pacientes com depressão.

Estamos no 'Setembro Amarelo', e nunca na história este tema se tornou tão relevante como no momento de pandemia que vivemos. A campanha iniciada em 2015 no Brasil escolheu o mês de setembro para que possamos nos conscientizar e ajudar contribuindo com a prevenção, assim é possível evitar que a depressão leve ao suicídio.

Após relatos de suicídios relacionado com o coronavírus e o confinamento a ele associada, o neurocientista, psicanalista, membro da Mensa e especialista em estudos da mente humana, Fabiano de Abreu, foi contactado. Após ter confirmado que o número de casos de depressão se acentuou com esta crise psicológica da pandemia, o pesquisador logo concentrou-se em pesquisas e análises para avaliar o que ele já previa ocorrer.

“Eu já temia a possibilidade de que pessoas com depressão e/ou ansiedade potencializada, no confinamento, sendo bombardeadas com notícias ruins e a má utilização da ansiedade, poderiam piorar o quadro depressivo ou chegar nele; e ter um aumento no número de suicídios. Tomando ciência do ocorrido, reuni o meu grupo de pesquisa para tentarmos contribuir de alguma maneira para que isso não eleve mais ainda o número de mortos por causa do coronavírus, seja diretamente ou indiretamente.

Pessoas com uma ansiedade potencializada e contínua podem entrar em depressão, e pessoas em depressão têm maior risco de suicídio. O risco é maior na vigência da doença e de comorbidades. Estamos imersos num cenário de incertezas e elas geram medos e angústias. É importante cuidar do equilíbrio emocional a fim de evitar ações definitivas para problemas transitórios. O suicídio não é solução; e sim mais um problema de saúde pública a ser tratado."

Fabiano encontra dificuldades em aprofundar a sua pesquisa no Brasil devido a burocracia para fazer pesquisas no país, mas como vive também em Portugal, aproveitou a maior facilidade em pesquisas na Europa para chegar às suas conclusões.

Sou registrado na ‘Plataforma Brasil’ onde preciso protocolar uma simples pesquisa e o procedimento é lento e burocrático e eu tenho pressa já que cada dia perdido podem significar vidas perdidas por falta de auxílio. Em Portugal, profissionais da saúde podem fazer pesquisas de forma independente assinando embaixo a responsabilidade. Minha pesquisa foi baseada em entrevistas com psicólogos membros do meu centro de pesquisas, também com base no Instituto Gaio, membro da Unesco onde fiz o meu mestrado em psicanálise e atendo pacientes sem condições financeiras de pagar tratamento, e com base na pesquisa que fiz em Portugal com portugueses e brasileiros que vivem no país. “

“Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor o prognóstico", diz o psicanalista.

Seguem as dicas do profissional para observar o caso mais próximo e tentar ajudar

Em momento de reclusão e isolamento social, por conta do cenário mundial - Pandemia de Coronavírus - se você é portador da doença “Depressão”, observe algumas questões “preventivas” bastante pertinentes:

Mantenha o seu tratamento psicoterápico via on-line, a grande maioria dos profissionais estão a trabalhar nessa modalidade.
Se faz uso de medicação, siga corretamente a prescrição médica. Não aumente a dosagem, nem faça desmame por conta própria.
Se a sua medicação está a findar, entre em contato com o seu Psiquiatra, todos estão a trabalhar sob novos protocolos.
Mantenha-se informado somente por vias sérias e éticas de notícias. Evite “Fake News”.
Trabalhe a sua respiração através da meditação. A respiração consciente e ritmada, mantém a homeostase do corpo.
Durma bem, o sono fisiológico possibilita uma “psicoprofilaxia”, filtragem e limpeza de metabólitos cerebrais.
Mantenha uma alimentação equilibrada. Alimentos funcionais, menos processados e coloridos. “Descasque mais e desembrulhe menos”
Beba água, mantenha-se hidratado para o melhor funcionamento de todo o sistema de filtragem e eliminação, mantendo o organismo em bom funcionamento.
Use a criatividade e o espaço possível para uma atividade física que goste.
Evite excesso de álcool, evite drogas. Mantenha-se lúcido.
Mantenha a rotina, isso faz com que você continue orientado no tempo.
Desenvolva um plano, e faça um planejamento para realizar uma “comemoração” quando tudo isso passar.
Traga para sua mente bons pensamentos e boas emoções. O que nós pensamos nós sentimos.
Pense coisas boas!
Sinta-se pertencendo a um grupo, o sentimento de pertença traz-nos importância.
Faça chamadas de vídeo ou mesmo videoconferência para reunir os amigos.
Não falta tempo, por isso organize a casa, os armários, leia os livros que guardou na estante, assista aos filmes e as séries que queria e não tinha “tempo”.
Descubra um talento oculto, e trabalhe-o como uma TO - Terapia Ocupacional: Escrever, desenhar, pintar, esculpir, cozinhar, bordar…

Para casos mais graves em que tenha ocorrido uma tentativa ou pensamentos de suicídio, trabalhe na “redução de danos”, seguindo orientações básicas:

Seja presente de forma integral na vida do sujeito portador do transtorno - depressão.
Aproxime-se de pessoas que estão em sofrimento emocional/psicológico.
Ofereça conversa com escuta de qualidade.
Conduza a conversa até perceber que a pessoa está segura e confiando em si.
Pergunte abertamente se ela já pensou na própria morte.
Com o terreno preparado, pergunte se ela já pensou em tirar a própria vida.
Pergunte que método ela escolheria e por que seria assim?
Deixe-a falar, chorar, contar todo o seu plano.
Após tomar conhecimento da idealização e do planeamento, mostra-se solidário.
Compreenda “sem julgar”, a partir daí ofereça um “pacto ou um contrato de preservação” à vida.
O desafio e a confissão trazem alívio. Deixando a pessoa com o recurso de procurar ajuda naquele confidente ou num grupo de ajuda.
Quando nos esvaziamos desse sentimento de angústia e desesperança, começamos a valorizar a vida.
Ter alguém que guarda o nosso segredo conecta-nos a um outro ser. Esse sentimento de confiança forma um elo e traz motivação para superar o momento.
Ter ciência do plano e do planeamento para a execução, podendo tirar da pessoa a ferramenta que ela utilizaria.
Recolha a medicação, retire o que puder ser feito de corda, lâminas cortantes, e não deixe a pessoa sozinha.
A presença traz a companhia e inibe a tentativa de atentar contra a própria vida.

Fabiano de Abreu - Neurofilósofo - neurocientista, neuropsicólogo, neuropsicanalista, neuroplasticista, psicanalista, psicopedagogo, jornalista, filósofo, nutricionista clínico, poeta e empresário.

Registro e currículo como pesquisador: http://lattes.cnpq.br/1428461891222558

Créditos de: Divulgação / MF Press Global
Para entrevistas e dúvidas eu respondo no whatsapp +351 939 895 966 / +55 21 999 989 695

Cúrcuma e sálvia são estudadas em pesquisa da UFPR como possíveis opções fitoterápicas contra a covid-19

Estudo é interdisciplinas e vai envolver também a inovação da nanotecnologia

Uma pesquisa realizada na UFPR vai investigar produtos e inovações terapêuticas naturais para propor o uso de quatro fitoterápicos do Sistema Único de Saúde (SUS) como opções para tratamento e enfrentamento da covid-19 e de síndromes respiratórias agudas graves (SRAG). O estudo utilizará formulações terapêuticas produzidas com nanotecnologia e teve início com duas espécies medicinais: Curcuma longa e Salvia officinalis L.

A professora Juliana Bello Baron Maurer, do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular e do Núcleo Paranaense de Pesquisa Científica e Educacional de Plantas Medicinais (NUPPLAMED) é uma das líderes da equipe, que é interdisciplinar. De acordo com ela, as plantas medicinais investigadas ao longo da pesquisa fazem parte das 54 espécies disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

A seleção foi feita a partir dos dados da literatura que apontavam para propriedades antivirais das plantas. ” As plantas medicinais e os produtos naturais, representam uma fonte imensa para a descoberta de novas drogas, que podem ser utilizadas como tratamento complementar aos convencionais”, explica a professora.Ela explica que os compostos sintéticos antivirais perdem sua eficiência pelo rápido aparecimento à resistência, custo elevado e também pelos efeitos secundários relacionados com a terapia medicamentosa. Como os fitoterápicos são uma mistura de constituintes, o que se chama de fitocomplexo, podem apresentar propriedades diferentes, sendo capazes de contribuir com o tratamento.

Além da ação antiviral que se espera no combate à covid-19, os fitocomplexos também são capazes de ter ação anti-inflamatória, imunomoduladora e antimicrobiana, entre outras. “Como são muitas moléculas, a chance de apresentarem mais de uma propriedade é grande”, resume Juliana. Por isso, mesmo em fase inicial as expectativas para a pesquisa são otimistas. “Estes compostos também poderiam atuar nas comorbidades e na síndrome respiratória grave”, sugere.

A investigação está, neste momento, em sua primeira etapa, que consiste justamente na caracterização química e padronização de formas terapêuticas dos fitocompostos. Depois disso, passa-se à fase de desenvolvimento e caracterização de formulações terapêuticas com nanotecnologia, seguidos dos ensaios pré-clínicos in vitro, que não exigem testes em humanos.

A nanotecnologia é um dos recursos de inovação do projeto e pode potencializar a ação do fitoterápico, pois trabalha com unidades moleculares e pode dar mais precisão às formulações. “Já há resultados de estudos recentemente publicados que mostram que os fitocomplexos são mais eficientes com formulações de nanotecnologia”, diz. “Como muitas vezes a forma como se ingere o fitoterápico não é tão eficiente, a proposta é testar também o desenvolvimento de uma formulação”, explica.

Além da sálvia e da cúrcuma, que já começaram a ser estudadas, outras espécies também serão estudadas, como Mentha x piperita L. e Trifolium pratense L. Fazem parte da equipe o professor Marcelo Molento, do departamento de Ciências Veterinárias, a doutoranda Camila Peitz, a professora Selma Faria Zawadzki-Baggio, do departamento de Bioquímica e Biologia Molecular, além de parceiros dos departamentos de Patologia e Farmácia, do Instituto Federal Catarinense (IFC) e da Epagri (SC).

Links:
Opção de imagem para download gratuito: https://pixabay.com/pt/photos/s%C3%A1lvia-salvia-flores-roxas-erva-3520814/
Texto no portal: https://www.ufpr.br/portalufpr/noticias/curcuma-e-salvia-sao-estudadas-em-pesquisa-da-ufpr-como-possiveis-opcoes-fitoterapicas-contra-a-covid-19/

Estudo revela que teste rápido para Covid-19 criado na UFPR é mais preciso e rápido que padrão ouro

Pesquisadores do Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Setor Litoral, compararam a performance do teste imunológico para a Covid-19 desenvolvido pela equipe com a do teste Elisa tradicional (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay), considerado padrão ouro para ensaios imunológicos. A conclusão foi de que o método paranaense é mais preciso e mais rápido. Além disso, o estudo revela que a nova tecnologia tem potencial para ser utilizada em pontos de atendimento de saúde e pode ser adaptada para o diagnóstico de outras doenças. O coordenador do Laboratório, professor Luciano Fernandes Huergo, é responsável por conduzir a pesquisa.

O teste criado pelos cientistas da UFPR é uma adaptação do método Elisa tradicional. A diferença é que em vez de o processo ocorrer na superfície de uma placa de plástico, ele acontece em nanopartículas magnéticas revestidas com antígenos virais. A técnica permite a redução no tempo de reação (interação entre antígeno e anticorpo) proporcionando um procedimento mais rápido. Enquanto o Elisa tradicional leva cerca de três horas para apresentar o resultado, o novo método precisa de apenas 12 minutos e pode ser adaptado para testar até 96 amostras simultâneas, com o auxílio de sistemas robotizados disponíveis comercialmente, mantendo esse tempo para o resultado.

Como funciona
Para a realização do teste, é necessário um volume muito baixo de sangue, que pode ser coletado com uma lanceta igual à utilizada para o exame de glicose. São necessários apenas dois microlitros de fração solúvel, conhecida como soro, também sendo possível utilizar o sangue bruto do paciente.

Essa amostra é incubada com os antígenos virais que estão mobilizados na superfície de nanopartículas magnéticas. Após cerca de dois minutos nessa fase, são feitas etapas de lavagens e, em seguida, acrescenta-se um revelador, que é o responsável por alterar a cor do material caso haja reação positiva. Assim, se o paciente tiver desenvolvido anticorpos contra o coronavírus, a amostra apresentará uma coloração indicando o resultado positivo.

Geralmente, os anticorpos contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) atingem uma estabilização entre 11 a 16 dias após o início dos sintomas. No entanto, alguns pacientes produzem anticorpos detectáveis já entre dois a quatro dias após os primeiros sinais da doença. Por isso, esses testes imunológicos podem ser úteis como ferramentas adicionais para identificar pacientes na fase aguda da Covid-19 ou os que testaram como falso negativo no exame PCR. “A grande vantagem em relação ao teste rápido tradicional de imunocromatografia é que o resultado da cor no teste da UFPR é diretamente proporcional à quantidade de anticorpos. Ou seja, o ensaio fornece dados da quantidade de anticorpos e não apenas da presença ou ausência, como é o caso do teste rápido tradicional”, revela Huergo.

Comparação e metodologia
Para comprovar a eficiência do novo teste, os pesquisadores coletaram amostras de pacientes do Complexo Hospital de Clínicas (CHC) da UFPR que tiveram a Covid-19 confirmada por PCR. As amostras negativas foram obtidas no banco de doadores do hospital a partir do sangue coletado de indivíduos saudáveis em 2018.

O material colhido passou tanto pelo teste Elisa tradicional quanto pelo método criado na UFPR. De acordo com Huergo, no Elisa regular os testes dos pacientes positivos para Covid-19 mostraram forte reação com os antígenos, enquanto os negativos apresentaram uma pequena reação cruzada. Já na tecnologia baseada em nanopartículas magnéticas, os soros positivos mostraram forte reação com os antígenos e os negativos não apresentaram reação cruzada detectável.

“O nosso teste teve um desempenho melhor do que o Elisa clássico, especialmente para amostras com baixo título de anticorpos. O método classificou corretamente 49 das 50 amostras positivas de Covid-19 testadas e mostrou que não houve falsos positivos nas mais de 140 amostras negativas analisadas”, conta o professor. Apesar de uma maior precisão ser obtida com o uso de um leitor de microplaca, os resultados positivos e negativos podem ser observados por inspeção visual, sem a necessidade de instrumentação.Após uma revisão recente de diferentes técnicas sorológicas para o diagnóstico da doença, os pesquisadores concluíram que todos os métodos descritos exigiram muito mais tempo para fornecer resultados do que a tecnologia desenvolvida por eles. “Na literatura não há registros de um teste rápido imunológico para Covid-19 que forneça dados quantitativos tão rápido, com alta acurácia e com baixo custo. Acreditamos que a técnica possa representar um novo marco em testes imunológicos e que em breve deva substituir o Elisa tradicional, que já é empregado desde os anos 70 quando foi descrito pela primeira vez”, avalia Huergo.

Após uma revisão recente de diferentes técnicas sorológicas para o diagnóstico da doença, os pesquisadores concluíram que todos os métodos descritos exigiram muito mais tempo para fornecer resultados do que a tecnologia desenvolvida por eles. “Na literatura não há registros de um teste rápido imunológico para Covid-19 que forneça dados quantitativos tão rápido, com alta acurácia e com baixo custo. Acreditamos que a técnica possa representar um novo marco em testes imunológicos e que em breve deva substituir o Elisa tradicional, que já é empregado desde os anos 70 quando foi descrito pela primeira vez”, avalia Huergo.

Vantagens
Para a equipe de cientistas, o teste criado por eles tem muitas vantagens com relação ao teste imunológico padrão ouro utilizado atualmente. A primeira delas está associada à quantidade de material necessário para a análise: apenas de uma gota contendo dois microlitros de soro. É possível, ainda, utilizar o sangue total, ou seja, sem precisar passar pela etapa de separação da parte solúvel do sangue.

As reações podem ser interpretadas por inspeção visual, o que facilita a análise em pontos de atendimento, não sendo necessário levar para laboratório nem instrumentação específica. O tempo total de reação é 15 vezes menor que o do teste clássico, resultando em um exame muito mais rápido, que leva 12 minutos no total e pode processar centenas de amostras em poucas horas.

O antígeno, criado no laboratório da equipe, pode ser reproduzido em larga escala, sem a necessidade de instrumentação laboratorial sofisticada e com um custo muito baixo. Isso barateia o valor do teste, cujos insumos para produção devem custar aproximadamente R$5,00.

“Acreditamos que o método barato, rápido e quantitativo para detectar anticorpos humanos contra o SARS-CoV-2 descrito neste estudo pode ajudar a rastrear casos de Covid-19, especialmente em países em desenvolvimento como o Brasil. O ensaio requer instrumentação mínima em todas as fases da produção e está pronto para ser avaliado com maior número de amostras, bem como para produção em massa”, defende o pesquisador.

A tecnologia – que está disponível para parcerias de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) e para transferência de tecnologia via Agência de Inovação UFPR – já teve o registro de patente depositado. Os cientistas estão em busca de parceiros para que a produção seja feita em grande escala.

Links úteis:Matéria UFPR: https://tinyurl.com/y5vxfe87
Artigo: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.07.26.20162255v1
Fotos: https://tinyurl.com/y3fhwz4n

Máscaras de tecido precisam respeitar as recomendações da OMS para serem eficazes

Grupo Arquitetizze produz 200 mil máscaras com tecido protect, que inibe a proliferação de bactérias, fungos e contém propriedades de repelência à água

A máscara já virou objeto indispensável no dia a dia dos brasileiros e em diversos países do mundo. Há quem tem uma de cada cor, para combinar com o look, quem faça suas próprias máscaras e quem produza em casa para revender.

A máscara caseira ou artesanal precisa seguir alguns critérios, seja dos tecidos utilizados, como também sobre a limpeza e descarte do material. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), todos os indivíduos devem usar a máscara onde houver transmissão ampla da doença e em situações em que o distanciamento social não é possível, como no transporte público, por exemplo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indica que as máscaras devem cobrir totalmente a boca e o nariz, sem deixar espaços nas laterais, além de serem confeccionadas com tecido confortável e adaptar-se bem ao rosto, para evitar sua recolocação toda hora. Para a confecção da máscara, são recomendados tecidos 100% algodão ou cotton. O coronavírus pode ser espalhado por gotículas suspensas no ar quando pessoas infectadas conversam, tossem ou espirram e essas gotículas podem ter sua formação diminuída pelo uso de máscaras não profissionais.

O Grupo Arquitetizze, que atua importação e comercialização de produtos inovadores de diferentes segmentos, fez a produção de 200 mil máscaras com o tecido protect. Fabricado pela Tecidos Fiama, indústria têxtil de Campinas, o material apresenta acabamento em alta performance que inibe a proliferação de bactérias, fungos e contém propriedades de repelência à água. Indicado para uso doméstico, a máscara é reutilizável e a proteção tem duração atestada pelo fabricante de até 30 lavagens. O acabamento possui tecnologia antimicrobiana, que evita o crescimento desses microrganismos e colabora da diminuição da propagação da COVID-19.

“A grande demanda dessas máscaras se dá pela proteção oferecida. Muitas máscaras vendidas no mercado são de tecidos não recomendados pela Anvisa e não oferecem uma proteção para quem utiliza”, afirma o diretor de negócios do grupo, Franklin Freiberger. As máscaras da Arquitetizze são vendidas tanto para pessoas físicas, a partir de cinco unidades, quanto para empresas. O grupo tem capacidade de produção em alta escala e é possível personalizá-las com logomarca de empresas.

Sobre o Grupo Arquitetizze:
Design inovador e produtos de qualidade - essa é a premissa do Grupo Arquitetizze, referência em sua área de atuação desde 2011. O grupo engloba a Arquitetizze, especializada em venda e importação de lustres, e a Design Chair - ícone no mercado de cadeiras para escritório e decorativas. Com sede em Pinhais, no Paraná, e Araquari em Santa Catarina, o Grupo atua também na importação e comercialização de produtos inovadores de diferentes segmentos.

BelClinic doa 300 frascos de álcool em gel para Hospital Pequeno Príncipe

Empresa paranaense entrega doação para auxiliar profissionais da área de saúde no combate ao novo coronavírus, na quarta-feira (20).

Comando News, agosto de 2020 - A BelClinic Dermoativos entrega 300 frascos de 130 ml de álcool em gel 70% com aloe vera para o Hospital Pequeno Príncipe. À doação aconteceu na quarta-feira, 20 de agosto. Cleyton Ogura, CEO da empresa, conta que tem uma ligação muito forte e especial com o hospital infantil.

“Minha filha mais velha ficou internada por um mês na UTI do Hospital Pequeno Príncipe sob os cuidados de profissionais incríveis que não mediram esforços para salvar a vida dela. Dessa forma, como pai, presenciei o comprometimento de médicos, enfermeiros e funcionários com a saúde e o bem-estar dela e de tantas outras crianças que passam por lá diariamente. Então, nesse momento de pandemia, em que todos esses profissionais estão tão expostos ao risco de contaminação pelo novo coronavírus precisava retribuir de forma prática todo cuidado que eles tiveram com a Luisa”, explica Ogura. Além da doação dos frascos de álcool em gel, a BelClinic Dermoativos contribui mensalmente com o Hospital Pequeno Príncipe há dois anos.

Sobre o Álcool em Gel 70% com Aloe Vera

A versão de álcool gel 70% com alta concentração Aloe Vera com fórmula exclusiva e hidratante da BelClinic Dermoativos é um aliado de profissionais de saúde, para quem precisa trabalhar ou sair de casa e de das pessoas que precisam desinfetar as mãos diversas vezes por dia, pois estão em movimento.

“A BelClinic possui um histórico de quase 30 anos cuidando da pele e do bem-estar das pessoas. Neste momento, não poderia ser diferente. Por isso, formulamos um álcool em gel de alta qualidade que, além de desinfetar as mãos, garante conforto e hidratação da pele. A diferença na hidratação da pele com o nosso álcool gel é perceptível no toque, no deslizar e na hidratação das mãos”, revela Cleyton Ogura, CEO da BelClinic Dermoativos.

BelClinic Álcool em Gel com Alta Concentração de Aloe Vera - 130ml
Composição: álcool etílico 70% INPM
Mais informações: https://www.belclinicbrasil.com.br/

Sobre Cleyton Ogura

Cleyton Ogura é engenheiro formado pela Unicamp, pós-graduado em administração pela FGV/SP e CEO da BelClinic Dermoativos. Profissional focado, Ogura está à frente da BelClinic desde janeiro de 2017, tem como principal missão inspirar pessoas a empreender. Cleyton também atuou na área de tecnologia da informação, desenvolvimento de pólos ecoturísticos e foi responsável técnico e comercial de diversas empresas no Brasil, quase sempre sendo dono ou o principal executivo do negócio www.instagram/cleyton.ogura.

Sobre a BelClinic Dermoativos
A empresa fundada em 1991 por Mutsumi Ogura, imigrante japonesa, é conduzida por Cleyton Ogura desde 2017. Referência em tratamento de pele, com presença em 11 estados por meio de uma rede de distribuidores.

Cleyton Ogura é palestrante e engenheiro formado pela Unicamp e pós-graduado em administração pela FGV-SP. Para mais informações sobre a BelClinic Dermoativos www.belclinicbrasil.com.br

10º BRAZIL WINE CHALLENGE Uma volta ao mundo pelos vinhos

Vinícolas e importadoras têm menos de um mês para inscrever suas amostras na maior vitrine da América Latina que será realizada em outubro com a chancela da OIV

As amostras estão chegando de diversas partes do mundo, mas a Associação Brasileira de Enologia (ABE) chama a atenção das vinícolas e importadoras para o prazo limite das inscrições que encerra dia 15 de agosto. O 10º Brazil Wine Challenge, hoje a maior vitrine de vinhos da América Latina, acontecerá de 13 a 16 de outubro, em Bento Gonçalves, seguindo todos os protocolos de segurança e regras de distanciamento social. As inscrições devem ser feitas pelo site www.brazilwinechallenge.com.br, onde também está disponível o regulamento completo.

Único do país com a patronagem da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da Associação Internacional de Enólogos (UIOE), o concurso busca superar as 611 amostras da edição anterior. “O vinho está em evidência no mundo todo e o Brazil Wine Challenge tem um importante papel de avaliar a produção mundial, promovendo e divulgando a qualidade disponível no mercado”, destaca o presidente da ABE, enólogo Daniel Salvador.

A cada três amostras inscritas, a quarta é gratuita. Para cada vinho inscrito é necessário enviar quatro garrafas rotuladas, laudo analítico assinado e cópia da Ficha de Inscrição online. Mais informações podem ser obtidas pelos e-mails enologia@terra.com.br e info@brazilwinechallenge.com.br. As degustações, que acontecerão de 13 a 15 de outubro, assim como o Jantar de Premiação no dia 16, serão no Centro Empresarial de Bento Gonçalves, integrando a programação paralela da Fenavinho 2020, numa parceria firmada com o Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG).

A pandemia da Covid-19 não mudou apenas o calendário de eventos do setor vitivinícola no mundo inteiro, mas também o comportamento dos consumidores de vinho. O consumo em casa aumentou, ampliando e qualificando o tempo de pesquisa e, com isso, incrementando as vendas nos supermercados e no e-commerce, além de abrir novas possibilidades. Ou seja, o interesse por vinhos finos e espumantes vem aumentando, o que torna o 10º Brazil Wine Challenge ainda mais importante na promoção e divulgação da bebida.

Fotos: Jeferson Soldi

Tudo o que você fazia antes da pandemia e que está morrendo de saudades… será que vai voltar ao normal?

Todos sabemos que estamos vivendo uma situação crítica, apesar do abrandamento dos casos de COVID-19 em muitas cidades e estados do país. Embora muitas mudanças tenham acontecido nos últimos meses, tudo isso vai passar!

Isso quer dizer que hoje você ainda não pode aproveitar suas férias no verão europeu ou simplesmente assistir àquele lançamento nos cinemas, mas assim que a maior parte da população estiver imune ao novo coronavírus, vamos voltar às atividades que costumávamos fazer.

Enquanto morremos de saudades da normalidade da vida pré-corona, relembre o que está liberado com muita segurança para evitar que você se contamine e não prejudique outras pessoas:
Tomar um vinho com os amigos em casa
As reuniões sociais, como aquele vinho no fim da semana ou o almoço em família aos domingos, devem ser evitados.

No entanto, caso prefira manter a atividade, o ideal é convidar apenas aquelas pessoas que também estão cumprindo à risca a quarentena, recebê-las em um local aberto e evitar beijos e abraços. E todas devem usar máscara quando não estiverem comendo ou bebendo. O que você pode fazer é comprar os vinhos online e já garantir aquele saboroso exemplar, sem sair de casa.
Passear no parque
Fazer uma caminhada ou andar de bicicleta é muito importante para manter o corpo saudável. Por isso, ir ao parque usando a máscara é muito benéfico. Porém, apenas atividades individuais ou com pessoas que moram com você, sempre em movimento - nada de piqueniques por enquanto.
Ir às compras
Os aplicativos de delivery viraram um grande quebra-galho nessa quarentena, mas ainda é muito mais barato frequentar mercados, shoppings e lojas perto de casa na hora de comprar os mantimentos para casa.

Antes de ir às compras, a recomendação é se planejar: faça uma lista daquilo que precisa para evitar deslocamentos desnecessários. A máscara deve ser usada por todo o tempo, e o álcool em gel deve ser aplicado periodicamente.
Ter aulas
Em muitas regiões, as aulas via internet, TV ou rádio substituíram as presenciais, mas não com o mesmo aproveitamento por parte dos estudantes.

Algumas localidades estão tentando voltar à normalidade com alunos usando máscaras e turmas reduzidas, mas a atividade é uma das mais delicadas nessa retomada. Por isso, quem puder continuar estudando (e mantendo a qualidade dos estudos) em casa, pode priorizar essa opção.
Ir a um restaurante ou bar
A saudades de ir ao seu restaurante ou bar favorito está apertada? Confira as regras locais antes de voltar a frequentar o local.

Estabelecimentos de determinadas regiões já estão atendendo seguindo protocolos sanitários e regras da casa, como distanciamento entre mesas, atendimento mediante reserva, cardápio digital e uso de máscaras.
Eventos como casamento, formatura e aniversário
O setor de eventos foi um dos mais afetados pela pandemia e ainda não tem perspectivas de voltar a operar como antigamente, já que aglomerações representam um risco à saúde pública nesse momento.

Esse tipo de atividade, no entanto, já está se adaptando: casamentos apenas com os noivos (mascarados), formaturas feitas à distância e parabéns via chamada de vídeo já são realidade.
Curtir um filme no cinema
Permanecer fechado por horas em uma sala com desconhecidos para assistir a um filme também é uma atividade arriscada. Dê preferência aos serviços de streaming, pelo menos por enquanto, ou ao cine drive-in, se estiver disponível na sua localização.
Assistir a um show
Aglomerar-se para ver o show do seu artista favorito está fora de cogitação! Para não deixar os fãs na mão, o setor se adaptou para proporcionar esse entretenimento: é possível acompanhar as apresentações online com diversas lives ou de dentro do seu carro, no formato drive-in, que também pede o uso de máscara para proteção.
Viajar
Esse é um assunto delicado. Diversos países fecharam as fronteiras para turistas brasileiros, e até mesmo dentro do Brasil há restrições aos viajantes. Ou seja, se puder, não viaje!

Quem deseja viajar com segurança deve dar preferência às viagens feitas em carro particular, apenas com membros da família, e para locais pouco movimentados, como casas de campo.
Mudar-se
Se puder, segure um pouco mais a sua mudança, seja de casa ou de escritório. Se for inevitável, procure fazer um tour virtual pelo imóvel e visitá-lo apenas se realmente pretende fechar o negócio.

Além disso, contrate fornecedores, como imobiliárias e carretos, que estejam seguindo os protocolos sanitários de distanciamento social, uso de máscaras e álcool gel e equipes reduzidas.
Primeiro encontro
Quem deseja encontrar um amor no meio da pandemia deve começar o flerte online. Se o sentimento aflorar, combine um primeiro encontro em casa. Mas atenção: para ser seguro, ambos os pretendentes devem estar cumprindo a quarentena à risca por duas semanas.
Humor
Sim, estamos todos mais mal-humorados, sensíveis e exaustos nesta pandemia. Felizmente, essa é uma situação temporária.

Se você já perdeu a paciência e o riso, procure se lembrar que logo menos você voltará à sua rotina, e, com ela, seu humor também vai voltar ao normal! Enquanto isso, faça atividades dentro de casa que proporcionam um pouco de prazer, como um banho relaxante ou exercícios físicos.

Ainda não é hora de baixar a guarda e voltar à normalidade, mas, seguindo todas as recomendações possíveis para minimizar o risco, já dá para matar a saudades de muitas atividades que você fazia. Cuide-se bem!

Núcleo de Ensino de Libras da UFPR discute mitos da acessibilidade para surdos em lives diárias de 24 a 26/8

Docentes e pesquisadores surdos falarão sobre assuntos que ficaram em evidência com a pandemia de covid-19, entre eles a chamada "máscara inclusiva"

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Na fala de quatro docentes e pesquisadores surdos, questões da comunidade surda brasileira que se tornaram mais visíveis durante a pandemia de Covid-19 serão discutidas nas lives promovidas pelo Núcleo de Ensino de Libras (Nel) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) entre os dias 24 e 26 de agosto, pelo YouTube. A participação é gratuita e a inscrição será realizada por meio de link que será disponibilizado antes do início de cada transmissão, a partir das 19h30.

Dos quatro convidados, três são professores do curso de Letras Libras da UFPR: Jefferson Jesus, Daiane Ferreira (também vice-coordenadora do curso) e Marcelo Porto, que fará a mediação. A quarta convidada é a professora Fernanda Brito, mestra em Educação pela UFPR e professora de Libras da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

A ideia das lives é destacar o protagonismo dos pesquisadores surdos na produção de conhecimento e fortalecer a políticas de educação bilíngue para surdos, de modo que cada professor fale da sua história como estudante, docente e pesquisador da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da educação bilíngue, que inclui a língua de sinais e a nacional.

Acessibilidade

O debate central será em torno de controvérsias que associam a acessibilidade para surdos à aprendizagem da oralidade e da leitura labial. O tema abrange, por exemplo, as chamadas "máscaras inclusivas", feitas com material transparente na parte da peça que fica na altura da boca para permitir leitura labial. “Existem preconceitos e mitos capacitistas ainda predominantes no senso comum, e um deles é o de que todos os surdos se comunicam por meio da leitura labial”, afirma a professora Sueli Fernandes, do curso de Letras Libras da UFPR. Estima-se que apenas 15% dos 2,3 milhões de surdos no Brasil sejam oralizados.

Segundo a visão predominante entre estudiosos do tema, essas percepções criam obstáculos à disseminação da Língua Brasileira de Sinais (Libras), que compõe a educação bilíngue para surdos e permite também a preservação da cultura desse grupo social. No Brasil, a educação bilíngue é considerada um direito da comunidade surda desde a aprovação da Lei nº 10.436 (Lei da Libras), em 2002. “A acessibilidade em Libras é o principal meio de acesso à comunicação e ao conhecimento, potencializando tecnologias de comunicação e informação para os surdos”, diz Sueli.

Histórico

A questão é sensível porque permeia a história da educação para surdos, marcada do século XIX até os anos 1970 por políticas de caráter clínico. As principais características dessas políticas eram a obrigatoriedade da reabilitação da fala (oralização) e o uso de tecnologias auditivas (próteses e implantes cocleares) — ainda que seus resultados não fossem efetivos na comunicação.

“O oralismo perpetuou por décadas uma concepção da identidade entre ‘deficiência auditiva e problemas de linguagem’, levando ao apagamento de produções culturais das comunidades surdas, como é o caso da proibição da língua de sinais nas famílias e nas escolas”, explica Sueli.

Nesse sentido, a professora ressalta que as transmissões terão foco na defesa da educação bilíngue como a de mais capacidade de promover a inclusão desse grupo social. Esse princípio está no centro da licenciatura em Libras da UFPR, criada em 2015 e que formou sua primeira turma em dezembro de 2019. “O curso de Letras Libras é um legado dos movimentos sociais nas duas últimas décadas pelo reconhecimentos dos surdos como minoria linguística nacional”.

Sobre o núcleo

O Nel é uma unidade da UFPR, ligada ao curso de licenciatura em Letras Libras, que atua em atividades de pesquisa e extensão no campo de ensino de Libras em Curitiba.

Uma das atividades do núcleo é a oferta de cursos gratuitos da língua. Desde 2016 uma média de 240 ouvintes aprendem Libras no núcleo por ano.

SERVIÇO
Evento “Educação bilíngue ou acessibilidade? Reflexões para além da pandemia
Quando: dias 24, 25 e 26/8, a partir das 19h30
Onde: via YouTube, no canal do NEL/UFPR (https://www.youtube.com/channel/UCoJkjjxCUqQmk_yaQIWibgA)

LINKS

Matéria no Portal da UFPR: https://bit.ly/31iZbZS

Matéria sobre o trabalho do Nel/UFPR: https://bit.ly/3l4bAJb

Evento na fanpage do Nel no Facebook: https://www.facebook.com/198957070496381/posts/1286517871740290

Motoristas devem redobrar os cuidados ao voltar à rotina das estradas

Diversas cidades e estados começam a liberar a retomada da rotina de trabalhos e viagens. Motoristas precisam voltar aos cuidados básicos com a checagem dos veículos, planejamento adequado de viagens e respeito aos controles de velocidade

Curitiba, agosto de 2020 – Com a diminuição das restrições para locomoção devido à pandemia, em diversos estados do país, muitas pessoas começam a encarar novamente as estradas. Seja para visitar aquele familiar que há meses não vê pessoalmente, ou para retomar as atividades profissionais. Sem descuidar com as recomendações de prevenção à covid-19, os motoristas precisam também controlar a empolgação e fazer um planejamento de viagem segura.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) alguns cuidados básicos devem ser tomados por quem vai encarar as estradas. O primeiro passo é fazer um planejamento da viagem, buscando informações sobre as distâncias que vai percorrer, as condições de tempo que vai enfrentar, os pontos de parada para descanso, opções de comércios para alimentação nas estradas e, ainda, os postos de combustíveis disponíveis em caso de necessidade. Para muitos motoristas essas são atitudes cotidianas, mas, quem ficou mais de cinco ou seis meses em casa, sem poder viajar, na ansiedade de visitar seus familiares, pode esquecer das recomendações básicas. E o esquecimento pode custar caro para o motorista.
“Precisamos lembrar aos motoristas que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no artigo 180, prevê que se o veículo ficar imobilizado na vida, por falta de combustível, é considerada uma infração média, com perda de 4 pontos na carteira e habilitação e multa”, explica o advogado Aureliano Caron, da Consilux Tecnologia, empresa brasileira com mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento de soluções para a gestão de trânsito. E quem entende de fiscalização do trânsito recomenda atenção redobrada para os limites de velocidade. “O condutor precisa redobrar a atenção nas estradas e observar as placas que indicam os limites de velocidade, os equipamentos de fiscalização eletrônica e as condições de ultrapassagem. Nos trechos em obras, o motorista deve reduzir a velocidade e obedecer a sinalização local”, orienta Caron.
A ansiedade do retorno às estradas pode provocar esquecimentos, por isso, o motorista não pode esquecer da documentação pessoal e do veículo, além de providenciar toda a checagem do veículo. Ainda mais se ele ficou parado na garagem. A PRF recomenda que os condutores chequem o automóvel mesmo para pequenas viagens. Faróis acesos para ver e ser visto; pneus calibrados e em bom estado; motor revisado, com óleo e nível da água do radiador em dia. Não esquecer de verificar a presença e estado dos equipamentos de porte obrigatório, principalmente pneu estepe, macaco, triângulo e chave de roda, além dos limpadores de parabrisa e luzes do veículo.
Lembrando que é sempre importante sair de casa e chegar ao destino com segurança e bem. Por isso, obedecer às leis de trânsito, seguir as recomendações de segurança, os limites de velocidade e usar sempre o cinto de segurança, que é obrigatório para todos os ocupantes do veículo.
Sobre a Consilux:
A Consilux Tecnologia, empresa brasileira, fundada em 1988 em Curitiba (PR), foi criada com objetivo inicial de prestar serviços na área de construções elétricas através da elaboração e execução de projetos de instalações prediais, iluminação pública, distribuição e transmissão de energia. Ampliou suas atividades no setor de Engenharia, através da participação no segmento de Construção Civil, compreendendo a implantação de conjuntos habitacionais, execução de controle e monitoramento automático e em tempo real de refinarias, oleodutos e gasodutos, bem como sua extração e refino. Acompanhando o desenvolvimento do mercado e a incrível evolução tecnológica global, a empresa passou a desenvolver soluções para Gestão de Trânsito investindo em tecnologia de ponta e garantindo qualidade na prestação de seus serviços. Mais informações: https://www.consilux.com.br/

Lançamentos de eletromobilidade ampliam compromisso ambiental e combate ao novo coronavírus

Hitech Electric contribui simultaneamente para a contenção da pandemia e para o meio ambiente

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Pinhais, 20 de agosto de 2020. Com o lançamento do seu canal de e-commerce e ampliação do portfólio para diversas soluções que contemplam carros, bicicletas, patinetes e até caminhões e ônibus elétricos, a Hitech Electric, empresa paranaense dedicada a soluções de eletromobilidade, confirma seu compromisso ambiental com a meta de sustentabilidade de retirar das ruas 100 carros à combustão, que estejam antigos e defasados, a cada 100 veículos elétricos ou autônomos vendidos.

“Nós reutilizaremos os componentes dos carros recolhidos. As peças serão reaproveitadas e voltarão em outros formatos e funcionalidades. Assim, poderemos colaborar com a qualidade do ar, meio ambiente, poluição sonora e até com a economia. Reafirmamos, assim, o compromisso com a mobilidade urbana e com alternativas mais saudáveis para o meio ambiente e para as pessoas”, afirma Rodrigo Contin, CEO da Hitech Electric.

A paranaense vai realizar a retirada desses veículos por meio de parcerias com órgãos de trânsito, como os DETRANs, e empresas de desmanche veicular.

Essa iniciativa estende o projeto democratização e acessibilização de veículos elétricos e ainda contribui com as medidas de saúde e contenção do novo coronavírus, que serão parte do que se chama de o “novo normal”, que a pandemia deve gerar na vida das pessoas por um bom tempo, entre elas o distanciamento físico seguro até que a imunização seja possível.

Estudos e projeções dão conta de que a micromobilidade passará a ser uma importante tendência para transporte e saúde, como já está acontecendo em Bogotá e em outras cidades latino americanas e europeias. A capital colombiana criou 117 quilômetros de ciclovias muito rapidamente para acomodar o tráfego mais intenso de bicicletas, patinetes e segways para garantir o distanciamento social e, consequentemente, reduzir o risco de contágio no transporte público.

Segundo Contin, após o período crítico da pandemia, a demanda por transportes individuais deverá crescer bastante. O relato do executivo corrobora com especialistas em Epidemiologia, que dizem que as pessoas deverão buscar alternativas que evitem aglomerações depois desse momento exponencial do vírus, portanto, os cuidados para evitar o contágio e um novo surto de covid-19 serão discutidos por um longo período ainda.

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“Já é preocupação dos países e ambientalistas, que se faça a manutenção e continuidade dos ganhos conquistados neste período para o meio ambiente com redução de poluentes. Finalmente chegaremos a um cenário de concretizar a mobilidade sustentável como medida importante essencial para a sociedade o meio ambiente e os negócios”, completa o CEO.

Para saber outras informações sobre a iniciativa da empresa que faz parte do programa de Corporate Venture da Positivo Tecnologia, acesse: www.hitech-e.com.br

Sobre a Hitech Electric
Empresa fundada em 2017 pelo engenheiro mecânico Rodrigo Contin, a Hitech Electric oferece produtos e soluções em mobilidade elétrica de forma digital, através de seu e-commerce. Possui produtos de marcas próprias e terceiras, entre micromobilidade e motocicletas, carros e caminhões, offroad, barcos elétricos e motorização elétrica náutica. Possui centro de distribuição em Pinhais (PR) e laboratório de pesquisa e desenvolvimento em Manaus (AM). Saiba mais em www.hitech-e.com.br.

Tênis com vestido ainda está na moda? Como vão ser suas roupas do dia a dia pós pandemia

Depois de passar meses dentro de casa usando pijama, roupas de ginástica ou moletom, as pessoas recomeçam a sair na rua, e aí vem a dúvida: qual look usar para evitar o coronavírus e ainda, se sentir bonita?

A pandemia alterou absolutamente tudo em nossas vidas, inclusive a relação do consumidor com a moda. Ainda há muitas questões sem resposta, mas aqui vamos tentar entender algumas delas.
Menos é mais: o novo normal?
Entre as previsões da era pós-pandemia, não faltaram opiniões de especialistas e estudos de tendência afirmando que, a partir de agora, o consumidor passaria a comprar em menor quantidade, mas itens de mais qualidade, e o slow fashion seria a regra.

No entanto, não é isso que vimos em Paris, capital da moda, quando as lojas reabriram. Depois de 50 dias sem irem às compras, os franceses formaram filas em lojas de fast fashion e até mesmo nas lojas de luxo.

Fica a discussão: vale a pena arriscar a vida para comprar uma roupa ou um acessório novo? São itens urgentes, que alguém precisa muito? E se a resposta for sim, por que não comprar pela Internet?

Talvez, mais do que nunca, o hábito das compras esteja sendo usado para preencher a ansiedade, o vazio existencial deixado pelo coronavírus. Ou então as pessoas estejam desesperadas para sentir o mínimo de normalidade em suas vidas após tanto tempo confinadas.
Alta costura mais digital
Os últimos meses mostraram que a ostentação das semanas de moda internacionais podem estar quase no fim.

Já que as maiores casas de moda de todo o mundo não puderam desfilar suas coleções nas passarelas que atraem todos os olhares, elas tiveram que se reinventar: os desfiles virtuais foram a saída para exibir as novidades e lançar tendências, com a vantagem de tornar o show de moda acessível em todo o mundo.

Mesmo com a retomada das principais semanas de moda, como a Paris Fashion Week, que ocorrerá em setembro, grandes marcas já afirmaram que não vão participar. É uma oportunidade de explorar novas formas de divulgação e até mesmo fazer negócios.

Além da pandemia, uma possível debandada das semanas de moda acontece devido a prazos curtos entre os lançamentos. Agora, a questão considera também a situação da economia e da saúde da população mundial e mostra que a moda vai muito além de uma peça de roupa.
Roupas como forma de proteção
Camisetas, vestidos, calças, casacos… tudo com a promessa de ser antivírus. Esses itens começaram a pipocar nos e-commerces nos últimos meses, mostrando que a indústria têxtil está de olho nas demandas provocadas pela pandemia.

A promessa é o que determinados tipos de fios especiais inativam o coronavírus em apenas alguns minutos, após a realização de testes que comprovam a eficácia da tecnologia. A proteção resiste a um número elevado de lavagens, mas não é para sempre.

A boa notícia é que muitas das marcas que têm essas roupas tecnológicas estão comercializando-as por um preço acessível para que mais pessoas fiquem protegidas contra a doença, principalmente quando precisam sair de casa.
Máscaras obrigatórias
Um hábito comum nos países orientais talvez tenha vindo para ficar no Brasil: o uso de máscaras. Por lá, pessoas com sintomas de doenças respiratórias transmissíveis já estão acostumadas a usá-las, e o uso está sendo intensificado neste período crítico.

Na realidade brasileira, estados e cidades estão declarando a obrigatoriedade de máscaras em locais públicos, seja para fazer uma caminhada ao ar livre ou para ir ao mercado e até mesmo frequentar um restaurante. Ou seja, apesar do desrespeito às regras, é cada vez mais comum se deparar com pessoas vestindo esse novo item.

Para evitar a indisponibilidade para os hospitais e profissionais de saúde e também contribuir com o meio ambiente, as máscaras de tecido têm sido as mais usadas pela população.

Não à toa, marcas de moda já passaram a produzir seus modelos, que variam entre preços populares a valores exorbitantes.

A necessidade também tem ajudado a fomentar o DIY, ou seja, pessoas que aprendem a costurar para fabricar seu próprio modelo, e também tem sido o carro-chefe entre pequenos artesãos, que até personalizam os pedidos dos clientes.
Conforto é must have
Se o normcore, aquele estilo mais despojado, já estava em alta, com a pandemia de COVID-19 ele se tornou praticamente unânime. Quase todo mundo adotou como uniforme do dia a dia as roupas mais largas, confortáveis e aconchegantes do guarda-roupa, e a tendência veio para ficar.

Enquanto ainda não há segurança para realizar grandes eventos ou reuniões mais sociais, será muito difícil que os vestidos chiques e o salto alto voltem a ser destaque.

Por isso, a resposta para pergunta do título desse texto é: sim, o tênis com vestido ainda está na moda e assim continuará por mais algum tempo (provavelmente até termos uma boa parcela da população imunizada com uma vacina segura e eficaz).

Nos próximos meses, o conforto continuará sendo prioridade, mesmo com a flexibilização da quarentena. É o que já temos visto em outros países que estão em um estágio mais avançado de desconfinamento, inclusive com celebridades endossando o estilo.

Com tantas mudanças acontecendo e em meio a uma situação sem data para acabar, pensar no seu look de reestreia ao novo normal não seja mais a sua principal preocupação de moda, mas sim procurar reavaliar a sua relação com esse universo.

LIDE Paraná apoia iniciativas para o enfrentamento à pandemia na área da saúde

Durante um dos períodos mais difíceis que o Brasil vivencia, empresários se unem para ajudar no combate à prevenção do contágio seja na arrecadação de recursos e disseminação de informações para a população

Ultrapassamos a triste marca de mais de 110 mil óbitos e vemos uma série de iniciativas nas quais os empresários se mobilizaram para ajudar no combate à pandemia do Covid 19. O LIDE Paraná é um grande exemplo disso, já vinha apoiando as iniciativas da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba e passou também a apoiar o projeto Rooms Agains Covid Brasil.

Em evento realizado no último dia 13 de agosto o LIDE TALKS PARANÁ, recebeu Nastassia Romanó Leite de Castro, coordenadora do Rooms Against Covid Brasil e Eduardo Otoni, diretor geral da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. "Estamos promovendo uma pauta para acelerar nossa economia, mas proteger e saúde dos que estão na linha de frente do combate à pandemia e usar da força da nossa rede para alavancar recursos é essencial", destaca a presidente do LIDE, Heloisa Garrett, que coordenou o debate.

Iniciativas que salvam vidas

Com ínicio em Portugal e lançado no Brasil, inicialmente no estado do Paraná, o Rooms Against Covid Brasil é um projeto sem fins lucrativos do movimento tech4 COVID19 Brasil, que por meio de uma plataforma online, oferece acomodações individuais e temporárias para profissionais da saúde na linha de frente do combate ao novo coronavírus no país. Assim, o profissional consegue se manter isolado de sua família e evita qualquer chance de contaminação em seu domicílio. “Esse movimento voluntário que busca hotéis, parceiras e os profissionais da saúde, divulga a necessidade desse olhar à esse profissional da saúde, sobretudo em tempos de pandemia, provendo condições para que todos estejam em segurança. É algo solidário e necessário para mitigarmos os efeitos da pandemia pensando na saúde como foco, porém sem esquecer da economia”, conta Nastassia Romanó Leite de Castro, coordenadora do Rooms Against Covid Brasil.

O projeto já viabilizou 688 diárias e já atendeu 22 profissionais da linha de frente que estão dentro dos grupos mais vulneráveis, sendo dois deles da Santa Casa de Curitiba. O projeto atende a capital do Paraná, Porto Alegre, São Paulo, Campinas, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e Salvador. A startup Gear Up, filiada e patrocinadora do LIDE Paraná, também é parceira do projeto.

A Santa Casa de Curitiba é um dos hospitais que está na linha de frente no atendimento a pacientes com o novo coronavírus e, com a abertura do novo Hospital especializado em tratamento da Covid, soma 130 leitos exclusivos SUS para atendimento à doença, o maior do Paraná. “Em um momento complicado, conseguimos abrir mais leitos para ajudar a população. Temos 140 altas de pacientes que saíram do nosso instituto direto para sua família, são relatos lindíssimos. Isso é o que nos dá energia todos os dias para continuar”, declara Eduardo Otoni, diretor geral da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba.

Segundo Eduardo, a iniciativa privada por meio das empresas possui grande importância nessas conquistas. “Eles que nos deram condições de levar o nosso atendimento adiante, mesmo nos momentos mais críticos.”

Para manter os atendimentos, a Santa Casa teve um aumento significativo em seus custos. Foi preciso reforçar a compra de EPIs, equipamentos e insumos, como álcool gel, além de intensificar os procedimentos de assepsia de leitos, enxovais e roupas usadas pelos profissionais, medidas essenciais para evitar a contaminação. Para ajudar nas despesas até o fim da pandemia, o hospital deu início à Campanha Santa Casa a Favor da Vida, cujo objetivo é arrecadar R$ 3 milhões e conta mais uma vez com o apoio da sociedade.

“É uma função do poder público ajudar esses profissionais da linha de produção do atendimento hospitalar, mas os entes do poder executivo mal estão conseguindo manter medicamentos, quem dirá pensar no bem-estar destes colaboradores ou nesta cadeia de atendimento. Então, se nós como iniciativa privada conseguimos nos mobilizar para ajudar de alguma maneira, estaremos ajudando estes heróis de alguma forma”, conclui Heloisa.

LIDE Paraná Talks – A websérie criada pelo LIDE Paraná tem a finalidade de auxiliar os empresários neste momento de incertezas, trazendo uma rica agenda com participação de especialistas e autoridades em diversos assuntos. Assista o episódio complete em www.lideparana.com.br/talks

LANAC adquire equipamento que realiza mais de 1.200 exames/hora

O Laboratório de Análises Clínicas LANAC acaba de adquirir o Cobas e 801, equipamento com tecnologia de eletroquimioluminescência (ECL) capaz de duplicar a capacidade de testes de imunologia atualmente disponível sem aumentar a necessidade de espaço físico. Fabricado pela Roche e aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o novo equipamento realiza mais de 1.200 exames por hora, entre eles os testes sorológicos da COVID-19, exames de doenças infecciosas e hormônios.

O portfólo do equipamento é extenso: mais de 95 testes de imunologia, com tempo de reação de 18 minutos para testes de rotina e 9 minutos para testes de emergência. “Os resultados ágeis e assertivos beneficiam pacientes e profissionais de saúde, fornecendo resultados rápidos e precisos para suportar as decisões médicas para o melhor tratamento”, comemora o diretor técnico do LANAC, Marcos Kozlowski.

Com o novo equipamento, o LANAC atinge a capacidade de realização de mais de 550 mil teste mês, com a realização de mais de 2 mil tipos de exames.

Sobre o LANAC:

Há 29 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 62 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 500 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.