LIDE Paraná apoia a quarta edição de um dos maiores eventos de inovação e cultura corporativa do Paraná

Com nova roupagem, o Lidere 2020 promovido pela Associação Comercial e Industrial de Londrina está na quarta geração e vai acontecer no formato digital e gratuito, ampliando seu alcance e sendo ainda mais democrático ao público empreendedor
O ano de 2020 gerou a necessidade de inovação e mudança de mindset de empresários, mas nem sempre é fácil assimilar tantas mudanças. Com o objetivo de provocar discussões para gerar inspiração sobre gestão, inovação, liderança e empreendedorismo, um dos maiores eventos do Paraná, o Lidere 2020 realizado pela Acil - Associação Comercial e Industrial de Londrina, começa dia 20 de outubro e conta com o apoio do LIDE Paraná.

O evento que já impactou milhares de pessoas em edições presenciais nos anos anteriores, traz agora a possibilidade de troca de experiências, vivências e aprendizados, além de uma grande oportunidade de networking. "O LIDE está ampliando sua atuação para todo o estado e a ACIL é um parceiro importante para nós. O conteúdo do evento está fantástico e com certeza fará diferença para nossos filiados e para toda a comunidade empresarial", destaca a presidente do LIDE Paraná, Heloisa Garrett.

Devido a pandemia de Covid-19, o Lidere 2020 e este ano o evento será online e contará com a presença de Marcio Fabbris, Vp Sales And Marketing Vivo; Amaury Couto, Presidente Do Grupo Lowçucar; Pedro César, Co Founder Miss Pink; Felipe Meldonian, Cfo Chilli Beans; Tania Maranha, Talent Management La Director Na Electrolux; Silvana Romagnole, Cfeg Cambridge Family Enterprise Group; Flávio Huf, Fundador E Diretor Executivo Da Ast Facilities E We Can Br; Nelson De Lorenzi Campelo, Chief Executive Officer South America Na Atos; Bill Moraes, Franklincovey Enterprise Brasil; Tiago Dalvi, Ceo E Fundador Do Olist; Guilherme Abbud, Ex Diretor Hsbc | Fundador Da Persevera Fundo De Destaque Na Xp Investimentos; Eduardo Ribeiro Bueno Netto, Mediador; Simone Millan Shavarski, Mediadora; Lucas Ferreira, Mediador; e Dr. Hitendra Patel, Fundador E Ceo Da Ixl Center E Da Global Innovation Management Institute.

Para a inscrição e maiores informações, acesse: https://www.lidereacil.com.br/

Crédito do texto: LIDE Paraná

União Brasileira de Compositores convida artistas para série de lives que apoiam a campanha “Juntos Pela Música”

Russo Passapusso, do grupo BaianaSystem e Hyldon são alguns dos participantes desta semana. A programação colabora com fundo financeiro criado para auxiliar profissionais do meio musical durante a pandemia.

Desenvolvida no início do período de quarentena pela União Brasileira de Compositores com transmissões em seu perfil do Instagram, a Janela UBC é uma série de lives que conecta profissionais de diferentes áreas da indústria musical ao grande público. De 12 a 15 de outubro, receberá sempre às 16h Sandra de Sá, Russo Passapusso, Hyldon e Iuri Freiberger no link http://www.instagram.com/ubcmusica/ .

Criado pela UBC, o fundo Juntos Pela Música visa auxiliar financeiramente profissionais da indústria musical que foram severamente prejudicados pelas consequências da pandemia da Covid-19. Em seis meses de campanha, a organização arrecadou mais de R﹩ 1,7 milhão através de doações realizadas via Benfeitoria, plataforma brasileira de crowdfunding. Aqueles que quiserem continuar ajudando a iniciativa podem doar diretamente para a instituição, por meio de depósito. O valor conquistado tem sido capaz de ajudar aproximadamente 1.057 famílias pelo curso de 4 meses, e foi alcançado graças à parceria de matchfunding feita com o Spotify, que como parte de seu programa global de suporte, intitulado Covid-19 Music Relief, dobrou as doações recebidas pela UBC até agosto.

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Abrindo a programação da semana, na segunda-feira, 12/10, às 16h, a cantora Sandra de Sá entrevistará o produtor, compositor e cantor baiano Hyldon, responsável por sucessos como "Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda" e "As Dores do Mundo", que foram popularizados por nomes como Kid Abelha e Jota Quest. O artista começou sua carreira musical aos 14 anos e ganhou reconhecimento na década de 1970, integrando a tríade da soul music brasileira juntamente com Tim Maia e Cassiano. A conversa faz parte do quadro "Música Preta Importa", no qual todas as segundas-feiras Sandra convida uma personalidade marcante para a cultura negra no país.

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As entrevistas prosseguem na terça-feira, 13/10, às 16h, quando Elisa Eisenlohr, Gerente de Comunicação da UBC conversa com Iuri Freiberger sobre aceleração de carreiras artísticas e o Projeto Impulso, iniciativa da organização para auxiliar artistas, a qual oferece mentoria, capacitação, networking e um aporte monetário para seguimento do trabalho. Iuri, além de ser produtor musical desde a década de 1990, é mestre em Design Estratégica, e também tem experiência como gestor público, professor universitário e gestor de projetos.

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Quarta-feira, 14/10, é a vez do cantor e compositor baiano Manno Goés receber o duo OutroEu, composto pelos músicos Mike Tulio e Guto Oliveira. O conjunto teve início no programa Superstar, da Rede Globo, e em sua formação inicial havia outros dois integrantes. O grupo ficou em terceiro lugar da edição de 2016 do reality show, assinando com o selo SLAP. Em 2017 lançaram seu primeiro álbum, "OutroEu" e passaram a se apresentar como uma dupla, tendo participado em um single da dupla Anavitória. No ano passado passaram a fazer parte do casting da Universal Music Brasil e lançaram o EP "Encaixe", que conta com a faixa "Não Olha Assim para Mim", parte da trilha sonora da novela "Amor Sem Igual", da emissora Record.

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Encerrando a programação desta semana, na quinta-feira, 15/10, às 16h, a cantora Paula Lima conversará com Russo Passapusso, frontman do grupo BaianaSystem. O músico é dono de uma voz e estilo marcantes que têm feito enorme sucesso ao redor do país nos últimos anos, tanto em seus trabalhos com a banda, vencedora do prêmio de melhor álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa da edição de 2019 do Grammy Latino, quanto em sua carreira solo. Desde 2008, Russo trabalhou juntamente com artistas como Margareth Menezes, Gilberto Gil, Curumin, Manu Chao e Elza Soares.

Sobre o fundo "Juntos Pela Música"

A pandemia do Covid-19 acertou em cheio a indústria da música. A proibição da realização de eventos estancou quase por inteira a fonte de renda de milhares de artistas. A crise afeta também a arrecadação de direitos autorais por execução pública, que terá queda de R﹩ 140 milhões em 3 meses, segundo o Ecad. Diante deste cenário, a União Brasileira de Compositores (UBC) e o Spotify lançam o fundo "Juntos Pela Música", que remunerará artistas que enfrentam dificuldades financeiras. O fundo nasceu com R﹩ 1 milhão, sendo R﹩ 500 mil da UBC e outros R﹩ 500 mil do Spotify, destinados a milhares de artistas afetados pela quarentena.

Para ampliar o alcance dos benefícios, as entidades abriram a campanha para doações da sociedade civil, através de uma plataforma de crowdfunding, a Benfeitoria, mas já alcançaram a meta estipulada no início do projeto, que conseguiu apoiar 1.057 famílias. Agora a campanha segue para a fase dois: aqueles que quiserem continuar contribuindo com a causa poderão fazer suas doações por meio de depósito direto para a organização, por meio da conta da UBC no Banco Santander: agência 0057, conta corrente 13005545-5, CNPJ 33.576.166/0001-00. Após a doação, solicita-se que seja enviado um comprovante para o e-mail comunicacao@ubc.org.br, para que o valor seja contabilizado.

O movimento faz parte do projeto global " Spotify COVID-19 Music Relief ". A empresa irá igualar as doações arrecadadas via crowdfunding, em parceria com a UBC, para atender os artistas. Neste caso, o Spotify se compromete a equiparar a doação em 1:1. Para cada real doado pela sociedade, a empresa doará o mesmo valor, além do aporte inicial de R﹩ 500 mil, até o limite do seu programa global de ajudas do gênero.

Atualmente, a campanha já soma mais de R﹩1,6 milhão. O valor arrecadado ajudará 1.057. 896 músicos já foram aprovados para receber o benefício de R﹩1.600, divididos em 4 parcelas.

Sobre a UBC

A União Brasileira de Compositores - UBC é uma associação sem fins lucrativos, dirigida por autores, que tem como objetivo principal a defesa e a promoção dos interesses dos titulares de direitos autorais de músicas e a distribuição dos rendimentos gerados pela utilização das mesmas, bem como o desenvolvimento cultural.

A UBC foi fundada em 1942 por autores e atua até hoje com dinamismo, excelência em tecnologia da informação e transparência, representando mais de 30 mil associados, entre autores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras. Para mais informações: Elisa Eisenlohr: elisa.eisenlohr@ubc.org.br / Whatsapp: (21) 99746-4047

SERVIÇO - JANELA UBC

Transmissão: http://www.instagram.com/ubcmusica/

Data: 12/10 (segunda-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Sandra de Sá e Hyldon

Data: 13/10 (terça-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Elisa Eisenlohr e Iuri Freiberger

Data: 14/10 (quarta-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Manno Goés e OutroEu

Data: 15/10 (quinta-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Paula Lima e Russo Passsapusso

Pesquisa aponta baixo risco de transmissão de COVID-19 a bordo das aeronaves

Estudos de fabricantes de aeronaves relatam pouquíssimos incidentes de infecção por
COVID-19 a bordo

8 de outubro de 2020 (Genebra) - A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA - International Air Transport Association) demonstrou a baixa incidência de transmissão de COVID-19 a bordo das aeronaves com o número atualizado de casos publicados. Desde o início de 2020, foram relatados 44 casos de COVID-19, cuja transmissão foi associada a uma viagem de avião (incluindo casos confirmados, prováveis e potenciais). No mesmo período, cerca de 1,2 bilhão de passageiros viajaram.

"O risco de um passageiro contrair a COVID-19 a bordo parece muito baixo. Com apenas 44 casos potenciais identificados de transmissão relacionada à voos entre 1,2 bilhão de viajantes, isso significa um caso para cada 27 milhões de viajantes. Reconhecemos que esse número pode estar subestimado, mas mesmo se 90% dos casos não fossem relatados, seria um caso para cada 2,7 milhões de viajantes. Achamos esses números extremamente reconfortantes. Além disso, a grande maioria dos casos publicados ocorreu antes da obrigatoriedade do uso de coberturas faciais a bordo", disse o Dr. David Powell, Conselheiro Médico da IATA.

A nova conclusão de números tão baixos está baseada na publicação conjunta da Airbus, Boeing e Embraer sobre as pesquisas de dinâmica de fluidos computacional (CFD) realizadas por cada fabricante em suas aeronaves. Embora as metodologias sejam um pouco diferentes, cada simulação detalhada confirmou que os sistemas de fluxo de ar da aeronave controlam o movimento das partículas na cabine, limitando a propagação de vírus. Os dados das simulações produziram resultados semelhantes:

• Os sistemas de fluxo de ar da aeronave, filtros de ar de alta eficiência (HEPA), a barreira natural do encosto dos assentos, o fluxo do ar para baixo e as altas taxas de renovação de ar reduzem com eficiência o risco de transmissão de doenças a bordo em tempos normais.

• A adição do uso de máscara em meio às preocupações com a pandemia representa uma camada de proteção adicional significativa, aumentando a segurança de sentar-se próximo a outro passageiro na cabine de uma aeronave em relação à maioria dos outros ambientes fechados.

Coleta de dados

A coleta de dados da IATA e os resultados das simulações separadas estão alinhados aos baixos números relatados em um estudo r recentemente publicado por Freedman e Wilder-Smith no Journal of Travel Medicine. Não é possível estabelecer uma contagem exata de possíveis casos associados aos voos, mas o contato da IATA com as companhias aéreas e autoridades de saúde pública, além da revisão completa da literatura disponível, não mostraram qualquer indicação de que a transmissão a bordo seja comum ou generalizada. Além disso, o estudo de Freedman e Wilder-Smith reforça a eficácia do uso de máscara para reduzir ainda mais o risco.

Abordagem em camadas de medidas preventivas

O uso de máscara a bordo foi recomendado pela IATA em junho, além de ser um requisito comum na maioria das companhias aéreas desde a publicação e implementação das orientações lançadas no documento Takeoff pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), que adicionam várias camadas de proteção além dos sistemas de fluxo de ar que já garantem um ambiente de cabine seguro com riscos muito baixos de transmissão de doenças a bordo.

"As orientações abrangentes da ICAO para viagens aéreas seguras em meio à crise da COVID-19 contam com várias camadas de proteção tanto para os aeroportos quanto para as aeronaves. O uso de máscara é uma dessas proteções mais evidentes. Filas gerenciadas, processamento sem contato, movimento reduzido na cabine e serviços simplificados a bordo estão entre as várias medidas que a indústria da aviação está tomando para manter as viagens aéreas seguras. Além disso, os sistemas de fluxo de ar são desenvolvidos para evitar a propagação de doenças com altas taxas de fluxo de ar, taxas de renovação de ar e filtragem altamente eficaz de qualquer ar reciclado", disse Powell.

As características do design da aeronave incluem uma camada adicional de proteção, contribuindo para a baixa incidência de transmissão durante o voo, que incluem:

• Interações face a face limitadas, pois os passageiros se sentam olhando para frente e se movem lateralmente muito pouco.
• O encosto atua como uma barreira física evitando o movimento do ar de uma fileira para outra.
• Minimização do fluxo de ar para frente e para trás, com fluxo segmentado direcionado do teto para o chão.
• Alta taxa de ar fresco que entra na cabine. O ar é trocado 20-30 vezes por hora a bordo da maioria das aeronaves, que se compara muito favoravelmente com o espaço médio de um escritório (média de 2-3 vezes por hora) ou de escolas (média de 10-15 vezes por hora).
• Uso de filtros HEPA com mais de 99,9% de taxa de eficiência na remoção de bactérias/vírus, garantindo que o ar que entra na cabine não seja uma via de penetração de micróbios.

Estudos dos fabricantes

A interação desses fatores de disposição disign da aeronave para a criação de um ambiente de baixo risco foi intuitivamente compreendida, mas não modelada antes das simulações de CFD pelos três principais fabricantes nas suas cabines de aeronaves. A seguir estão os destaques da pesquisa de cada fabricante:

Airbus

A Airbus usou CFD para criar uma simulação altamente precisa do ar em uma cabine A320, para ver como as gotículas resultantes de uma tosse se movem pelo fluxo de ar na cabine. A simulação calculou parâmetros como velocidade do ar, direção e temperatura em 50 milhões de pontos na cabine, até 1.000 vezes por segundo.
Depois, a Airbus usou as mesmas ferramentas para modelar um ambiente diferente de aeronave, com vários indivíduos mantendo 1,8 metros de distância entre eles. O resultado indicou que a exposição potencial era menor quando sentados lado a lado em uma aeronave do que quando estavam a dois metros de distância um do outro em um ambiente como de escritório, sala de aula ou supermercado.
"Após várias simulações detalhadas usando os métodos científicos mais precisos disponíveis, temos dados concretos que revelam que a cabine da aeronave oferece um ambiente muito mais seguro do que espaços públicos fechados", disse Bruno Fargeon, do departamento de engenharia da Airbus e líder da Keep Trust in Air Travel Initiative da Airbus. "A forma como ocorrem a circulação, a filtragem e a troca do ar nas aeronaves cria um ambiente absolutamente único no qual você tem tanta proteção sentado lado a lado quanto se estivesse a dois metros de distância no solo."

Boeing

Com a CFD, os pesquisadores da Boeing rastrearam como as partículas da tosse e da respiração se movem pela cabine do avião. Vários cenários foram estudados incluindo: passageiro com tosse com e sem máscara; passageiro com tosse em diferentes assentos, incluindo o assento do meio; e diferentes variações de passagens de ar individuais superiores (conhecidas como gaspers) ligadas e desligadas.

"Essa modelagem determinou o número de partículas de tosse que entraram no espaço respiratório dos outros passageiros", disse Dan Freeman, engenheiro-chefe da Confident Travel Initiative da Boeing. "Depois, comparamos um cenário semelhante em outros ambientes, como uma sala de reunião de um escritório. Com base na contagem de partículas transmitidas pelo ar, os passageiros sentados lado a lado em um avião correspondem a manter dois metros de distância em um ambiente típico de um prédio comercial."

Embraer

Usando modelos de CFD, fluxo de ar da cabine e dispersão de gotículas validados em testes de ambiente de cabine em escala real, a Embraer analisou o ambiente da cabine considerando um passageiro com tosse em diferentes assentos e condições do fluxo de ar em diferentes aeronaves para medir essas variáveis e seus efeitos. A pesquisa realizada pela Embraer mostra que o risco de transmissão a bordo é extremamente baixo. Os dados reais sobre as transmissões que podem ter ocorrido durante os voos corroboram esses achados.

Luis Carlos Affonso, vice-presidente sênior de engenharia, tecnologia e estratégia da Embraer, disse: "A necessidade das pessoas de viajar, se conectar e ver seus entes queridos não desapareceu. Na verdade, em momentos como este, precisamos ainda mais dos nossos familiares e amigos. Nossa mensagem hoje reforça que, com a tecnologia e os procedimentos em vigor, você pode voar com segurança - todas as pesquisas mostram isso. Na verdade, a cabine de uma aeronave comercial é um dos espaços mais seguros disponíveis em qualquer lugar durante esta pandemia."

A segurança é sempre prioridade máxima

Estes estudos mostram a cooperação e a dedicação à segurança de todos os envolvidos no transporte aéreo e fornecem evidências de que o ar da cabine é seguro.

A reputação da aviação está baseada na segurança oferecida em cada voo. Isso não muda em tempos de COVID-19. Um estudo recente da IATA relatou que 86% dos viajantes recentes se sentiram seguros com as medidas de combate à COVID-19 do setor e que tinham sido bem implementadas.

"Não existe uma solução única que permitirá viver e viajar com segurança na era da COVID-19. Mas a combinação das medidas implementadas garante aos viajantes do mundo todo que a COVID-19 não acabou com a liberdade de voar. Nada é 100% livre de riscos. Mas com apenas 44 casos publicados de potencial transmissão da COVID-19 a bordo entre 1,2 bilhão de viajantes, o risco de contrair o vírus a bordo parece ser igual ao risco de ser atingido por um raio", disse Alexandre de Juniac, diretor geral e CEO da IATA.

"A pesquisa detalhada de dinâmica de fluidos computacional dos fabricantes de aeronaves mostra que a combinação dos recursos atuais de design da aeronave e o uso de máscara cria um ambiente de baixo risco para a transmissão da COVID-19. Como sempre, as companhias aéreas, os fabricantes e todas as entidades envolvidas na aviação serão guiados pela ciência e pelas melhores práticas globais para manter o voo seguro para os passageiros e tripulantes", disse de Juniac.

Veja a apresentação da IATA (pdf)

Veja a apresentação da Airbus (pdf)

Veja a apresentação da Boeing (pdf)

Veja a apresentação da Embraer (pdf)

Notas aos editores:
• A IATA (International Air Transport Association) representa cerca de 290 companhias aéreas, que compõem 82% do tráfego aéreo global.

• Siga-nos no http://twitter.com/iata para acompanhar anúncios, posicionamentos e outras informações úteis sobre o setor.

Sobre a IATA

A IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) representa cerca de 290 empresas aéreas que abrangem 82% do tráfego aéreo global. Para mais informações sobre a IATA visite www.iata.org.

A campanha Valor da Aviação

A campanha Valor da Aviação é uma iniciativa da IATA para mostrar a importância da indústria da aviação para o desenvolvimento do Brasil, um país de dimensões continentais, que depende de rapidez e eficiência para levar pessoas e mercadorias pelo país e pelo mundo. No website da campanha, a IATA divulga números e informações sobre o impacto da aviação, bem como as notícias e comunicados da associação.

Para mais informações visite: www.valordaaviacao.org.br.

Limpar a casa não precisa sujar o planeta

Linha de produtos de limpeza biodegradáveis, hipoalergênicos, veganos e com embalagens de plástico reciclado dos mares e oceanos, é aposta da Onda Eco, marca acaba de chegar ao mercado

Nunca se falou tanto sobre limpeza e higiene como em 2020. A pandemia da Covid-19 nos deixou em alerta sobre os cuidados básicos com a nossa saúde, como lavar as mãos ou higienizar a casa. Porém, o uso excessivo de agentes esterilizadores também nos mostrou o quanto eles podem ser agressivos à nossa pele, ao nosso organismo e também ao meio ambiente. Pensando nisso, as irmãs Stefania e Nicole Bonetti decidiram lançar a Onda Eco, uma marca de produtos de limpeza sustentáveis que preza pela saudabilidade das pessoas e da natureza.

Com um conceito minimalista, a linha chega ao mercado em outubro oferecendo três produtos: lava-roupas, lava-louças e multiuso. Com formulações biodegradáveis, veganas (à base de plantas e sem testes em animais), totalmente produzidas com ingredientes naturais e sem substâncias tóxicas, os itens são vendidas em embalagens feitas com plástico reciclado dos oceanos, uma grande sacada para tornar o produto ainda mais sustentável.

Os produtos são concentrados, o que gera um rendimento três vezes maior do que as versões tradicionais do mercado. Economia, aliás, é um dos principais pilares da visão de sustentabilidade da empresa. O principal investimento da Onda Eco foi em tecnologia para reduzir custos e oferecer ao cliente um produto diferenciado e acessível, com preço que compete diretamente com os produtos tradicionais e foge da ideia de que produtos sustentáveis precisam custar mais caro. “Queremos dar opção aos consumidores que querem fazer a diferença, mas muitas vezes não possuem condições financeiras para investir mais de 30 reais em um lava-roupas, por exemplo”, reforça Stefania Bonetti, fundadora da Onda Eco.

A ideia da marca e dos produtos vem de dois eixos complementares: A paixão pelo mar associada à busca por estilo de vida mais saudável e ecologicamente sustentável e o empreendedorismo. A família é do segmento industrial químico, e já havia um movimento em direção a projetos mais sustentáveis, pensando a química para um novo tempo. “Estávamos diante de um desafio, mas sabíamos que era possível fazer diferente. Quando utilizamos produtos de limpeza, raramente visualizamos o seu despejo nos oceanos e o quanto eles podem ser prejudiciais para o ecossistema. Elucidar isso ao consumidor e propor uma alternativa às opções já existentes, são alguns dos nossos objetivos com a criação da marca”, revela Stefania.

A Onda Faz Eco

Desde o início do projeto, as idealizadoras sabiam que o trabalho iria além da venda de produtos. A Onda Eco é também um movimento. Uma Onda. Assim nasceu a plataforma “A Onda Faz Eco”, que, através dos produtos e de uma base de comunicação, promove soluções de sustentabilidade para empresas de todos os portes. O programa é uma solução imediata para empresas e estabelecimentos comerciais que buscam ações que traduzam as preocupações com o meio ambiente e bem-estar das pessoas, e gerem impacto positivo, tanto para o planeta, como para os negócios. Um estudo divulgado pelo Observatório da FIEP-PR, realizado pela Union + Webster, aponta que 87% da população brasileira prefere comprar produtos e serviços de empresas sustentáveis, por isso o selo faz tanto sentido e agrega valor aos estabelecimentos parceiros.

Hotéis e pousadas, marcas de moda e movimentos engajados na causa ambiental, aderiram ao movimento e, juntos, estão promovendo a conscientização de seus consumidores e clientes. “A conscientização é um ponto chave do nosso trabalho. Pois ao mesmo tempo em que explicamos o impacto dos produtos tradicionais à saúde e meio ambiente, oferecemos e promovemos soluções para uma mudança de cenário”, complementa a fundadora da empresa.

Sobre os produtos
Os produtos chegam ao mercado nas versões de 500 ml e 5L – lava-louças e multiuso pronto para uso, e o lava-roupas e o Multiuso concentrado nas opções de tamanho: 1L e 5L. Os preços sugeridos aos revendedores são:

Multiuso pronto para uso 500 ml - R$13,90;
Lava-louças 500 ml - R$8,90;
Lava-roupas concentrado 1L - R$19,90;
Multiuso concentrado 1 L - R$ 17,50.

As versões em refil de 5 litros oferecem o melhor custo benefício ao consumidor (dica do fabricante).

www.ondaeco.com.br
Instagram @aondaeco

PUCPR promove live musical com Alexandre Nero

Festival “Revele Seu Talento” terá edição 2020 em formato virtual,

com show transmitido ao vivo para o público

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Há 18 anos, um dos maiores festivais universitários de música do Brasil tem despertado talentos entre jovens estudantes do Estado. O “Revele Seu Talento” é um evento promovido anualmente pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). A ação já lançou no cenário nacional nomes como Tiago Iorc e, a cada edição, oferece ao público de Curitiba shows musicais gratuitos com a participação de artistas renomados. Este ano, a iniciativa expande suas fronteiras com uma edição virtual, que conta com a apresentação do cantor e ator Alexandre Nero no dia 9 de outubro.

O novo formato da 18ª edição do “Revele Seu Talento” surge por medida de segurança diante da pandemia da COVID-19. A seleção dos jovens artistas foi toda realizada por meio da avaliação de vídeos inscritos no site oficial (reveleseutalento.pucpr.br) e apreciados por uma banca especializada de maneira remota.

A esperada final, sempre coroada com um show gratuito de celebração, se transformou em uma live com cara de programa de auditório comandado pelo ator global e cantor Alexandre Nero – que também se apresenta musicalmente. No teatro, apenas os vencedores revelam seus talentos, subindo ao palco um por vez e acompanhados de um trio musical que seguirá um protocolo de distanciamento e segurança. A plateia, se transformará em um telão onde aparecerão familiares e amigos que acompanharão o evento de suas casas.

A Orquestra da PUCPR, que sempre abrilhantou o evento, não ficará de fora. O grupo composto por estudantes e músicos da comunidade participará com a apresentação, em primeira mão, de um vídeo gravado com cada componente de sua casa.

“Em tempos difíceis, a arte se faz ainda mais necessária. E, diante do fato de as mídias sociais já fazerem parte do dia a dia desses jovens, a iniciativa ganhou um fôlego ainda maior”, enfatiza André Turbay, Diretor de Cultura e Esporte da PUCPR.

A live musical que vai apresentar os vencedores da 18ª edição do Revele Seu Talento e contará com a participação de Alexandre Nero acontece no dia 9 de outubro, às 20h, e será transmitida ao vivo do palco do TUCA (Teatro da PUCPR). O público em geral poderá acompanhar pelo canal oficial da PUCPR no youtube: https://www.youtube.com/user/canalpucpr

SERVIÇO

Grande Live de Celebração do

XVIII Revele Seu Talento – edição virtual

Data: dia 9 de outubro

Hora: 20h

Local: https://www.youtube.com/user/canalpucpr

Participação especial: Alexandre Nero

No Dia Mundial do Coração especialistas alertam para cuidados preventivos

Durante a pandemia do coronavírus, houve aumento no número de mortes por doenças cardiovasculares em todo o Brasil

Comemorado anualmente no dia 29 de setembro, o Dia Mundial do Coração faz parte do mês de prevenção e de atividades de alerta e conscientização sobre as doenças cardiovasculares, que são umas das principais causas de morte no Brasil e no mundo. A importância destas ações justifica-se pelos dados apresentados pelo Cardiômetro, ferramenta da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) que exibe em tempo real o número de óbitos por doenças do coração no país. Em 2020, até o momento, o Brasil já registra mais de 295 mil mortes.

Além dos dados do Cardiômetro, outra importante ferramenta — criada durante a pandemia do coronavírus pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Brasil (Arpen-Brasil) em parceria com a SBC — traz informações ainda mais preocupantes. O Portal da Transparência mostra que desde o dia 12 de março, data do primeiro óbito por Covid-19 no Brasil, houve um aumento de 27% nas mortes por doenças cardiovasculares em relação ao mesmo período do ano passado. No Paraná, este número chega a quase 11%.

De acordo com o diretor do Hospital Cardiológico Costantini, Dr. Costantino Costantini, as pessoas estão deixando de procurar atendimento médico por medo de sair de casa e, consequentemente, acabam adiando procedimentos que deveriam ser feitos com imediatismo. “Por conta da pandemia, estamos vendo muitas pessoas deixar de lado o controle cardiovascular. Notamos um aumento de mais de 50% em número de infartos em nossa instituição, comparado ao ano anterior. Alguns chegam com dores no peito que já duram quatro ou cinco meses. Isso acontece porque os pacientes deixaram de fazer os check-ups anuais necessários”.

Além disso, o confinamento e as restrições sociais agravam alguns fatores de risco para o coração, como o estresse, o sedentarismo e a obesidade. “Percebemos que essa mudança brusca na rotina faz com que os pacientes se exercitem menos. O exercício é a mola-mestra para eliminarmos as condições que levam pessoas cada vez mais jovens a ter problemas cardiovasculares. É importante controlar a obesidade, a glicemia e a hipertensão”, explica o Dr. Costantini.

Quando procurar ajuda?

O Hospital Cardiológico Costantini afirma que intensificou todos os protocolos de cuidados necessários para a não proliferação do vírus no ambiente hospitalar e que os pacientes não podem deixar o tratamento de lado. Além da prevenção, é importante buscar ajuda médica quando tiver com dores no peito que podem irradiar pelo braço e região do estômago, suor excessivo, tontura, falta de ar, indisposição gástrica, braço amortecido, dores nas costas ou na mandíbula.

“Temos que respeitar as orientações das autoridades em relação ao coronavírus para a doença não se proliferar ainda mais, porém não podemos ter medo de procurar atendimento médico quando necessitamos. É importante ressaltar que a doença cardiovascular continua sendo a principal causa de morte no Brasil”, reforça o Dr. Costantini.

Como fortalecer sua marca online e vender mais

Especialista dá dicas para posicionar melhor a empresa online e atrair mais clientes

As vendas online, que já eram uma realidade em crescente e rápida ascensão no país, apresentaram números expressivos durante a pandemia da COVID-19. Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), foram abertas mais de uma loja virtual por minuto desde o início do isolamento social, em março. Mais de 107 mil novas empresas foram criadas na internet em pouco mais de dois meses.

Com a concorrência acirrada no mercado online, as empresas precisam estabelecer estratégias para se comunicar com seus públicos. Segundo o especialista em marketing e estratégia de negócios, Frederico Burlamaqui, a presença online precisa ser planejada, estruturada e embasada em pesquisas e conhecimento técnico. “Quem não é visto não é lembrado. As marcas precisam traçar estratégias para aparecer e estarem disponíveis para seus clientes”, explica. Confira as dicas do especialista para se manter presente no mundo online:

1- Tenha um site otimizado para os mecanismos de busca. Uma página na internet ainda é essencial para qualquer empresa. Ela é a sua casa e precisa estar organizada para ser funcional. Invista em ter um site com conteúdos otimizados com SEO, para conseguir ranqueamento e posicionar seu produto e serviço no topo dos resultados de busca;

2- Esteja presente nas redes sociais. Facebook, LinkedIn, Instagram, TikTok. Priorize a criação de conteúdo para as redes nas quais seu consumidor se encontra mais predisposto para a compra e/ou construção de afinidade com sua marca.

3 – Invista em Google Ads e tráfego pago. Sabe aquelas empresas que são destaque na página do Google, que aparecem primeiro nas pesquisas? Que surgem nas páginas das redes sociais sem você ser seguidor? Todas elas investem recursos no Google Ads e em tráfego pago nas redes sociais. Hoje, com pouco investimento, já é possível conseguir um bom alcance, posicionamento e impactar um maior número de clientes;

4 – Crie conteúdos exclusivos. Criar uma identificação com seu cliente, empatia e oferecer para ele informação de qualidade, são ações essenciais para gerar um vínculo e fidelidade com seu consumidor. Os conteúdos disponíveis da sua empresa, seja no site, redes sociais, e-mail marketing ou qualquer outra forma de comunicação, devem ser exclusivos e direcionados para os clientes;

5 – Defina seu público. Se você não sabe quem é o seu público, como vai se comunicar com essas pessoas? Conheça o seu mercado, tenha claro o que o seu produto ou serviço proporciona ao cliente e realize pesquisas. Sabendo quem é e onde está o seu consumidor, é possível criar campanhas e ações mais direcionadas para o negócio. Ferramentas digitais, como o Google Trends ou o Google Think Insights podem ajudar também nessas ações, porém é de maior importância conhecer o comportamento do seu consumidor no todo.

7 - Invista na relevância e no fortalecimento da sua marca. Tenha uma personalidade do negócio clara e bem definida, que seja relevante para o público que se destina a atender. Incentive recomendações públicas e crie afinidade com uma ótima entrega, pois as pessoas tendem a preferir marcas pelas quais sentem afinidade e/ou já tiveram experiências positivas.

O índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie, aponta que as vendas online mais que dobraram (137,35%) ao comparar maio de 2020 com o mesmo período do ano passado, e o faturamento do setor, no mesmo período, seguiu essa tendência, com alta de 127,77%.

Burlamaqui alerta para a importância de planejar de forma estruturada e embasada a presença digital das empresas. “Mais do que postar com frequência nas mídias sociais, o mais importante é se destacar positivamente na percepção do consumidor e gerar confiança", afirma, lembrando que pode levar anos para construir a reputação de uma empresa, mas segundos para acabar com ela. “O marketing deve ser focado na construção de uma marca forte, com o objetivo de encantar o cliente, gerando desejo pelo produto ou serviço que a empresa oferece”, finaliza.

Sobre Frederico Burlamaqui Marketing & Estratégia:

Consultoria de marketing e estratégia de negócios mais recomendada no Sul do Brasil, segundo o Google Places, a Frederico Burlamaqui Marketing & Estratégia atua nas áreas de marketing, estratégia de negócios, fortalecimento de marcas e inovação. Com metodologia única, atua capacitando empresas e estruturando processos para que os clientes sejam vistos e desejados pelo seu público alvo, ampliando assim o faturamento, com maior vantagem competitiva na área de atuação. A empresa conta com escritórios em Curitiba, São Bento do Sul e Porto Alegre.

www.marketingestrategia.com.br

Assaí Atacadista completa 46 anos e distribui R$ 6 milhões em prêmios

Ingrid Guimarães estrela campanha da rede, que irá transformar um cliente em milionário, premiar mais de 26 mil consumidores e apoiar 69 instituições parceiras pelo país com a ação Abrace uma Causa Com a Gente

A pandemia de Covid-19 e os decretos de quarentena em todo o mundo fizeram com que muitos projetos pessoais e profissionais fossem adiados. E é pensando em quem está refazendo planos que o Assaí Atacadista vai distribuir R$ 6 milhões em prêmios. A rede de atacado de autosserviço completa 46 anos em 2020 e quer incentivar a todos a traçarem novos objetivos. Com a campanha "Faça Uma Nova História", válida até 31 de outubro nas 174 lojas da rede, o Assaí irá premiar 25 mil clientes com vale-compras no valor de R$ 100,00, mais de mil clientes com três meses de compras grátis e um cliente com o prêmio de R$ 1 milhão.

"A capacidade de se reinventar está no DNA dos brasileiros. Por isso, queremos inspirar nossos clientes a retomarem seus planos ou construírem um futuro totalmente novo. Como parceiros, seguiremos lado a lado, ajudando-os a escrever esses novos capítulos de suas histórias. Durante 46 dias, seja com o prêmio de R$ 1 milhão ou apoiando-os no que é mais urgente, esperamos contribuir para as novas conquistas", explica Marly Yamamoto, Diretora de Marketing e Sustentabilidade do Assaí Atacadista.

Para espalhar essa corrente do bem por todo o país, o Assaí irá convidar seus clientes a também fazerem a diferença na vida de milhares de pessoas. Por meio da ação Abrace uma Causa Com a Gente, criada especialmente para o aniversário da rede, o Assaí irá doar, por meio do Instituto GPA, 460 toneladas de produtos de limpeza, itens de higiene pessoal e alimentos não perecíveis para instituições parceiras pelo Brasil. E é a votação dos clientes que irá definir quais receberão um volume maior de doações.

Os clientes poderão escolher entre três causas - Alimentação, Saúde ou Educação - e, em cada estado em que o Assaí está presente, além do Distrito Federal, cada uma das três causas será representada por uma instituição parceira. "O Assaí atua nas cinco regiões do Brasil e, para nós, era fundamental que essa ajuda chegasse em todos os cantos e cada cliente pudesse acompanhar as iniciativas em seu estado. No total, 69 instituições serão beneficiadas pela ação, que também é uma forma de retribuirmos pela confiança e parceria dos nossos clientes nesses 46 anos", afirma Marly.

Investimento histórico - A campanha "Faça Uma Nova História", assinada pela agência StarMKT, house da marca, com plano de mídia da BETC, será estrelada pela atriz Ingrid Guimarães, embaixadora Assaí, e contará com filmes para TV aberta e PayTV, spots para rádios, inserções em mídia impressa e online e ativações de marketing mobility, como distribuição de anúncios pelo Waze e envelopamento de vagões do metrô de Salvador (BA) e Recife (PE) e do VLT em Natal (RN), João Pessoa (PB) e Maceió (AL), além de conteúdo exclusivo para os perfis da marca nas redes.

"A campanha de aniversário da rede é sempre a principal data em nosso calendário anual. Neste ano, estamos fazendo o maior investimento da história da marca em uma campanha. Preparamos um plano de mídia forte, que nos permitirá marcar presença em diferentes canais durante todo o período da campanha atingindo os diferentes perfis de clientes que frequentam as lojas da rede", explica Marly.

No digital, o Assaí irá ativar mais de 50 microinfluenciadores, em 11 estados. Entre eles estão perfis cadastrados na Digital Favela, joint Venture da agência Peppery com a Favela Holding, cujo braço social é a Central Única das Favelas (CUFA). A empresa conecta marcas com influenciadores comunitários e selecionou nomes de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia especialmente para a campanha.

"Era fundamental nos conectarmos também com esses influenciadores, que falam para uma parcela importante de clientes da rede. As comunidades abrigam milhares de micros e pequenos empreendedores, que têm no Assaí um parceiro para abastecerem seus negócios. Sem contar os consumidores finais, que também encontram produtos de qualidade e preços competitivos em nossas lojas todos os dias", finaliza Marly.

Mecânica - Para concorrer aos prêmios oferecidos pela rede, os clientes devem se cadastrar, uma única vez, pelo site www.aniversarioassai.com.br, pelos totens instalados nas lojas ou pelo app Assaí, disponível para download na Play Store e na App Store. Os consumidores que participaram da última campanha de aniversário da rede têm também a opção de apenas atualizar os dados cadastrados em 2019. Todos devem escolher, ainda, uma causa para abraçar - Alimentação, Saúde ou Educação. Depois, basta informar o CPF ou CNPJ direto no caixa, antes de cada compra.

A cada R$ 100,00 em produtos, o sistema irá gerar um número da sorte para concorrer aos prêmios. Pagando com o Cartão Passaí, ou comprando R$ 20,00 em produtos das marcas participantes da promoção, os clientes receberão números da sorte em dobro.

Sobre o Assaí Atacadista
Negócio de atacado de autosserviço do GPA, um dos maiores grupos varejistas do país, o Assaí atende pequenos e médios comerciantes e consumidores em geral que buscam economia em compras de grande volume. Atacadista que mais cresce no Brasil, a rede está presente nas cinco regiões do País, com 173 lojas distribuídas em 22 estados e no Distrito Federal. Conta com uma plataforma própria de serviços financeiros, o Passaí, composta por cartão próprio e uma maquininha de cartão de crédito e débito. Anualmente, o Assaí recebe mais de 250 milhões clientes em suas unidades. Em 2019, foi eleito o atacadista mais admirado do País pelo ranking IBEVAR-FIA.

Laboratório da UFPR oferece testes gratuitos a consumidores de todo Brasil para identificar álcool gel falsificado durante pandemia

Amostras podem ser entregues pessoalmente em Curitiba ou enviadas por correio; resultado da espectometria sai em minutos e serve para orientar sobre sanitizantes

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A pandemia elevou a procura por sanitizantes à base de álcool gel no Brasil em mais de seis vezes ainda no início da pandemia de Covid-19, em março, o que aponta mudança de hábitos dos brasileiros devido ao novo coronavírus. A escolha do produto também ficou mais difícil: o abrandamento nas regras de registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para suprir a demanda fez aumentar a quantidade de marcas nas prateleiras. Como agravante, o consumidor que desconfia da qualidade do álcool gel que está em mãos para combater o coronavírus tem um problema pela frente.

“É extremamente difícil saber se uma amostra de álcool gel contém realmente 70% de álcool etílico ou qualquer outra porcentagem sem análise laboratorial, porque as características físicas, como a consistência e o odor, são as mesmas”, explica o professor Andersson Barison, do Departamento de Química da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba. Isso explica a utilidade do serviço de testagem gratuito que o Laboratório de Ressonância Magnética Nuclear (RMN), do departamento, tem disponibilizado à sociedade.

O serviço de análise de álcool gel começou para apoiar as polícias Civil e Federal, que apuram casos de fraudes nessa indústria, e desde agosto foi aberto à comunidade em geral (pessoas físicas e pequenas empresas) de forma gratuita.

Para solicitar a análise, basta entregar entrar em contato através do e-mail alcoolgel@c3sl.ufpr.br e levar uma amostra do produto à guarita do Centro Politécnico da UFPR (Av. Cel. Francisco H. dos Santos, 100, Jardim das Américas). Quem não reside em Curitiba pode enviar amostra pelo correio — apenas um mililitro é suficiente para o teste --, informando dados pessoais e de contato. O resultado é encaminhado por e-mail.

Análise rápida

Em média, o laboratório tem recebido de 10 a 15 amostras por semana. Segundo a professora Caroline D’Oca, também do Departamento de Química, a análise realizada no equipamento, chamado espectômetro de ressonância magnética nuclear, leva cerca de dois minutos. O espectômetro é capaz de identificar de forma precisa a formulação química de compostos orgânicos por meio das propriedades magnéticas dos átomos dos elementos químicos.

É preciso, porém, prestar atenção ao aspecto orientativo do serviço, diz Caroline. “As análises não têm valor jurídico e guardam o sigilo das marcas. O nosso único objetivo é deixar o consumidor mais seguro com relação ao que está utilizando, seja no restaurante, na escola, no ambiente público, numa clínica ou numa farmácia. Assim damos retorno à sociedade pelo investimento feito na universidade, oferecendo um serviço público gratuito, para contribuir com esse momento tão delicado que todos estamos passando”, explica.

Ela ressalta que o percentual de fraudes nas amostras entregues pela comunidade tem sido baixo. Mas já houve casos de produtos com quantidades muito baixa de álcool etílico, não apropriados para uso sanitizante. “A gente encontrou amostras de álcool gel produzido de forma inadequada, em fundo de quintal. O álcool utilizava produtos de partida que não são adequados para uso farmacêutico, por exemplo, o álcool combustível”, conta.

A incerteza acaba sendo um fator que interfere não apenas individualmente, mas na saúde pública. ”A pessoa que usa um álcool gel falsificado tem a falsa impressão de estar protegida contra o vírus, quando na verdade está somente ajudando a disseminar ainda mais o vírus”, diz Barison.

Pesquisas

A experiência do Laboratório de RMN na análise de álcool gel também será usada em uma pesquisa no Departamento de Química da UFPR. O objetivo é desenvolver um método de análise da qualidade do produto que não seja vulnerável a alterações na composição dos produtos em caso de escassez de matérias-primas no mercado, por exemplo. Segundo Barison, que orienta a pesquisadora Maria de Fátima Costa Santos, além de mais aplicável, o método terá custo zero e poderá beneficiar indústria e governo. “É uma metodologia absoluta, sem erro. Além disso as análises são muito rápidas permitindo analisar diversas amostras por dia”, afirma ele.

Outro projeto dos pesquisadores é desenvolver um dispositivo de RMN portátil que permite averiguar a qualidade de álcool gel diretamente nos pontos de venda. O dispositivo atenderia a uma procura real dos consumidores, bem como agilizaria o controle de qualidade pelo produtor. “Estamos buscando recursos financeiros para esse projeto”, conta Barison, que atua no desenvolvimento de métodos de controle de qualidade usando a ferramenta de RMN há mais de 15 anos.

Centro de Ciências Forenses

Paralelamente a isso, o Laboratório de RMN fornece apoio aos peritos da Polícia Civil do Paraná e da Polícia Federal. O Laboratório de RMN é integrante do Centro de Ciências Forenses da UFPR, inaugurado em maio pelo Setor de Ciências Exatas da UFPR. Trata-se de um grupo multidisciplinar que atua em parceria com órgãos de segurança pública e controle na elaboração de estudos e nas ofertas de serviços e de apoio em geral. A meta é fortalecer a ciência forense no Brasil.

No caso do álcool gel, o apoio mais constante do laboratório tem sido em relação às denúncias de fraude investigadas pela Delegacia de Crimes Contra a Economia e Proteção ao Consumidor (Delcon), por meio da Polícia Científica do Paraná. Já foram avaliadas mais de dez amostras relativas a essas denúncias no Estado.

Já o suporte do Laboratório de RMN da UFPR à Polícia Federal ocorre há cerca de quatro anos e se estende a outras operações, como a análise de drogas. “Essas amostras, após confirmação, permanecem como material de referência para a gente utilizar em apreensões futuras”, explica o perito Ricardo Mascarenhas.

No fim de abril, a PF solicitou ao laboratório a análise de amostras de álcool gel apreendidas em uma operação que tratava de fornecedores da União, daí a competência da instituição federal. Foram entregues 15 amostras de cerca de 3,1 mil litros de álcool gel apreendidos.

Por que 70?

O álcool gel capaz de destruir o novo coronavírus, prevenindo contra a Covid-19, tem uma proporção delicada a ser seguida: 70% de álcool etílico (etanol) para 30% de água e eventuais substâncias emolientes, o chamado “álcool 70”. Segundo a Anvisa, concentrações menores ou maiores de álcool não são efetivas em destruir o vírus, seja pela falta da substância ativa ou porque ela, sem água suficiente, evapora antes de agir. O processo de evaporação explica por que o álcool gel é mais eficaz do que o álcool líquido contra o novo coronavírus.

A agência recomenda que consumidores em dúvida busquem saber se o produto é registrado pelo governo federal. A busca pode ser feita no site da agência, em "consultas" e, depois, em "consultas genéricas".

Além de potencialmente não proteger contra o vírus, o álcool gel falsificado apresenta risco à saúde, uma vez que pode apresentar contaminantes que não devem entrar em contato com a pele e nem serem aspirados ao evaporarem, por exemplo. O risco é maior quando crianças são atingidas. Segundo a Anvisa, o número de registros de intoxicação infantil por álcool de janeiro a abril deste ano foi dez vezes maior do que a média dos anos anteriores.

LINKS

Matéria no Portal da UFPR: https://bit.ly/3kmJ9F3
Fotos de divulgação: https://bit.ly/2QQM9g9 (crédito: Marcos Solivan/Sucom-UFPR)

Áudios de divulgação: https://bit.ly/2YSyolS

Legenda da foto: (Laboratório no Departamento de Química da UFPR, em Curitiba, tem recebido de dez a 15 amostras por semana de álcool gel para análise da qualidade. Na foto, amostra sendo preparada para o exame. Fotos: Marcos Solivan/Sucom-UFPR)

Rock in pandemia está no ar: série documental fala sobre os desafios da música durante a quarentena

No episódio X de ‘A tirania da minúscula coroa: Covid-19’, músicos contam como tiveram de se reinventar para buscar alternativas de renda com a impossibilidade de se apresentarem ao vivo
Tercio David Braga
São Paulo, 15 de setembro de 2020. A equipe de produção da Via d'Idea concluiu a montagem do episódio X da documental ‘A tirania da minúscula coroa: Covid-19’, que conta a história sobre como a pandemia e a quarenta atingiram em cheio o rock e, com turnês suspensas por tempo indeterminado, a rotina dos músicos mudou completamente. O capítulo traz depoimentos de nomes importantes do cenário brasileiro do rock n'roll. O novo episódio teve como orientador o jornalista Charley Gima, editor-chefe do Blog FuteRock, que trabalhou em conjunto na construção da narrativa. O vídeo completo está no link:
De acordo com Charley Gima, o mercado de entretenimento e o da música foram muito abalados pela pandemia do Covid-19. O setor de shows foi o primeiro a parar e, consequentemente, deve ser um dos últimos a voltar. Os músicos e bandas de Rock sentiram este efeito devastador em suas vidas e tiveram que se adaptar aos novos tempos, seja realizando lives, tocando covers em collabs ou criando novas músicas.
“A mídia especializada que cobre os lançamentos e os shows de rock também tiveram que ser muito criativos, pois os assuntos tornaram-se escassos. Por incrível que pareça, gravadoras especializadas encararam bem este momento, pois a venda online continuou e muitos fãs aproveitaram para garimpar os discos que faltavam em suas coleções”, conta Gima. “As produtoras, casas de shows e seus funcionários, terceirizados ou não, também sofrem com a escassez de shows, criando uma bola de neve econômico nunca antes visto no setor!
O ano de 2020 pode ser considerado um 'ano morto' para os artistas e produtoras, mas vamos pensar positivo e aprender com está situação, entender que fãs e artistas estão juntos na luta pela sobrevivência e ávidos pela vacina contra o coronavírus”, completa.
O documentário ouviu Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, Felipe Andreoli, baixista do Angra, Karma e Almah, Alírio Netto, vocalista do Shaman e Queen Extravaganz, Luis Mariutti, baixista do Shaman, Marcello Pompeu, vocalista do Korzus, Eduardo Parras, vocalista do Armored Dawn e dono da Prevent Senior, Aquiles Priester, baterista conhecido pelo seu trabalho no Angra, Freakeys, Hangar, Noturnall e W.A.S.P, Guilherme Rujão - guitarrista da banda inglesa Los Pepes (London-UK), Sílvio Golfetti, ex-guitarrista do Korzus e atual CEO da gravadora Voice Music e da loja virtual Black Rock, Guilherme 'Ziggy' Mendonça - guitarrista de Made in Brazil, Corazones Muertos, Screw’d, Zé Luís ‘Heavy’ Carrato - engenheiro de som e gravações, Felipe Machado, do Viper, Pedro Kaluf, técnico de som, Caio Bertti produtor musical do Korzus, empresário e integrante do movimento passeata com cases, daqueles que vivem dos shows.
Gustavo Girotto, diretor-geral da série, destaca que a passeata dos profissionais da área técnica de eventos, conhecidos nos bastidores como "graxa", levando os cases que usam para trabalhar em protesto em frente a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), acendeu ainda mais a discussão do episódio. “Como fã e frequentador de shows de rock, esse era um capítulo que estava sendo trabalhado há algum tempo. As aglomerações, parte indissociável dos espetáculos, agora passaram a ser sinônimo de risco à vida. Buscamos acompanhar os bastidores dos profissionais que vivem desta importante indústria nacional, que emprega e movimenta milhares de pessoas”, destacou Girotto, mencionado que o objetivo foi “tentar captar esse período também de introspecção dos músicos”.
Para Juliano Sartori, diretor de produção, e Ricardo Sartori, diretor de arte, o Brasil prometia muito aos fãs brasileiros do bom, do velho e do novo rock n'roll esse ano. “A agenda estava movimentada e, do dia para noite, o cenário mudou. Para não desamparar os admiradores, artistas decidiram levar sua arte para o mundo virtual, se aventurando em lives ou streaming de performances. Tentamos captar esse momento – até como proposta editorial do documentário – e esse que é um dos capítulos mais ricos em termos de imagem e edição”, destacam Sartoris.
Por fim, com edição de Via d’Ideia, trabalho jornalístico de Gustavo Girotto, com colaboração jornalística de Tercio David Braga e orientação de Adalberto Piotto – o episódio X, que conta com a mentoria de Charley Gima – “A tirania da minúscula coroa: Covid-19” já pode ser visto no
Ficha Técnica:
“A tirania da minúscula coroa: Covid-19”.
Título – série documental
Gustavo Girotto
Direção geral / Entrevistas
Ricardo Sartori
Diretor de arte
Juliano Sartori
Diretor de produção
Adalberto Piotto
Orientação/mentoria
Tercio David Braga
Estruturação de temas/Divulgação
Nana Santiago
Redes Sociais/Estratégia
Redes Sociais:
https://www.facebook.com/atiraniadaminusculacoroa
Instagram: @atiraniadaminusculacoroa
Twitter: @seriecovid19
Informações: Gustavo Girotto (11) 9.9602.1317

COEP BRASIL LANÇA O DESAFIO DA JORNADA CIDADANIA E INOVAÇÃO

Participantes devem realizar uma ação solidária relacionada aos impactos da Covid-19, oferecendo melhorias locais a pessoas vulneráveis, e concorrerão ao Prêmio Betinho – Atitude Cidadã 2020
O Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida (Coep Brasil), acaba de lançar o Desafio da Jornada Cidadania e Inovação, que consiste em uma ação solidária e inovadora relacionada aos impactos da pandemia da Covid-19. O desafio pode ser realizado individualmente ou em grupo, e os participantes que cumprirem concorrerão ao Prêmio Betinho – Atitude Cidadã 2020.

A Jornada Cidadania e Inovação, segundo o presidente do Coep Brasil, André Spitz, é uma iniciativa de cooperação solidária que busca incentivar a criação e a realização de ações inovadoras, promotoras da solidariedade e da dignidade humana, que incidam sobre as novas formas de lidar com os impactos ocasionados pela Covid-19 tanto agora, durante a pandemia, quanto no período pós-pandemia.

A Jornada acontece entre os dias 1º de setembro e 18 de dezembro de 2020, sendo esse o último dia para a submissão do desafio, e é aberta ao público. A proposta é o cumprimento de um desafio capaz de oferecer melhorias locais, especialmente aquelas voltadas a pessoas vulneráveis, a partir do enfrentamento à Covid-19. Os participantes devem colocar em prática ideias organizadas em três etapas: proposta, mobilização e ação. Todos os detalhes estão descritos no regulamento do desafio, ao qual todo participante inscrito terá acesso.

As ideias podem ser originais ou exemplos replicados de ideias cadastradas no Banco de Iniciativas da Sociedade Civil no Combate ao Coronavírus, que pode ser acessado no seguinte endereço: http://coepbrasil.org.br/iniciativas-da-sociedade-civil-no-combate-ao-coronavirus.

Os vencedores receberão o Prêmio Betinho 2020. Desde sua primeira edição, em 2008, o prêmio homenageia a memória de Herbert de Souza, um dos fundadores do COEP, e as pessoas que atuam no desenvolvimento de práticas de mobilização, de participação cidadã e de transformação social.

Como participar
Para cumprir o Desafio da Jornada Cidadania e Inovação, assim como demais informações sobre o prêmio, os participantes devem se inscrever no seguinte endereço: http://coepbrasil.org.br/covid-jornada-desafio.

Serviço:
Desafio da Jornada Cidadania e Inovação – Coep
Período: 1º de setembro e 18 de dezembro de 2020 (período de inscrição dos projetos)
Inscrições, regulamento e demais informações: http://coepbrasil.org.br/covid-jornada-desafio

Trabalho remoto na pandemia: servidores públicos são mais cobrados e mulheres estão sobrecarregadas

Trabalho remoto na pandemia: servidores públicos são mais cobrados e mulheres estão sobrecarregadas

Um relatório técnico baseado na pesquisa sobre o trabalho remoto na pandemia aponta que, em uma comparação entre setor público e privado, o número de servidores públicos que precisa cumprir metas de produtividade é maior que de trabalhadores de empresas privadas. O estudo também indica que profissionais do setor de educação têm apresentado dificuldades de adaptação à nova modalidade. Com relação ao gênero, o relatório destaca que a maior parte dos profissionais que diz estar trabalhando em um ritmo mais acelerado na pandemia é composta por mulheres. O trabalho foi realizado pelo Grupo Estudo Trabalho e Sociedade (GETS) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em parceria com a Rede de Monitoramento Interdisciplinar da Reforma Trabalhista (Remir).

O distanciamento social, medida necessária e mais eficaz para combater o avanço da pandemia de Covid-19, obrigou 8,3 milhões de pessoas a trabalharem remotamente nesse período, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD COVID19 IBGE). Com o objetivo de compreender as condições gerais dos trabalhadores e a adaptação quanto à mudança do trabalho presencial para o trabalho remoto em razão da crise causada pela doença, o GETS aplicou uma pesquisa a cerca de mil profissionais dos mais diferentes segmentos econômicos, categorias e funções. Após sistematizar os dados gerais dos participantes, os pesquisadores fizeram uma análise reorganizando as informações a partir de recortes específicos que englobam docentes; setor público e privado; e gênero.

Setor público e privado
Entre os respondentes da pesquisa, foram entrevistados 593 trabalhadores do setor público e 303 do setor privado. Questionados sobre e existência de metas, a maioria dos funcionários públicos (62%) disse que precisa cumprir critérios de produtividade, enquanto no setor privado 51% possuem metas. No trabalho remoto, 25% dos profissionais das duas categorias tiveram suas metas de produtividade aumentadas. Durante a pandemia, o ritmo de trabalho ficou mais acelerado para 47% dos servidores públicos e para 52% dos profissionais do setor privado.

O estudo também constatou que os trabalhadores do setor público tiveram mais gastos pessoais e menos recursos oferecidos pelas instituições para a execução das atividades em regime remoto do que aqueles que atuam na esfera privada. O resultado está alinhado com a diminuição de gastos que vem sendo constatada pelo setor público com a adoção dessa modalidade de serviço. Os pesquisadores concluíram que houve uma transferência de custos de trabalho para os próprios profissionais, que não estão recebendo ajuda dos órgãos públicos e precisam arcar com as despesas demandadas por recursos e estruturas necessárias para trabalhar em regime remoto.

“A impressão que tenho é que trabalho muito mais e rendo muito menos. Em apenas dois meses já senti algumas dores nas costas por conta de a estação de trabalho não ser a mais adequada. Sinto pressão para mostrar que estou presente através de produtividade, quando no trabalho presencial isso não existia. Saliento que estou em um setor com uma equipe muito boa e com uma chefia bastante compreensiva, o que tem tornado essa experiência bem melhor do que poderia ser”, avalia um dos funcionários públicos que respondeu a pesquisa.

Para os especialistas, as falas dos trabalhadores do setor público, no espaço aberto para comentários, refletem dificuldades em equilibrar a atividade profissional, geralmente com cobrança de metas, com as atividades domésticas e cuidados com filhos, que estão com as aulas suspensas. A falta de treinamento e de capacitação para execução do trabalho nessa modalidade são alguns dos fatores evidenciados pelos participantes.
Trabalho docente
Sobre os profissionais do setor educacional, os pesquisadores observaram que a maioria (72%) encontrou dificuldades ao realizar o trabalho de forma remota. A nova condição demanda dos trabalhadores novas habilidades e conhecimentos ausentes da dinâmica cotidiana de muitos docentes antes da pandemia. Soma-se a esse aspecto a característica de indissociabilidade dos espaços de trabalho e de vida privada, acentuada na modalidade.

Outros aspectos dificultados no trabalho remoto apontados por essa categoria foram o recebimento de demandas de trabalho a qualquer horário e dia da semana (53%), a falta de contato com os colegas e alunos (50%), a dificuldade em separar a vida familiar da atividade profissional (48%) e muitas interrupções durante o trabalho (45%). Nessa questão, a pesquisa permitia a escolha de múltiplas respostas.Para a maioria desses profissionais (60%), o ritmo de trabalho ficou mais acelerado durante a pandemia e quase metade deles (44%) passou a trabalhar mais de oito horas diárias. Houve aumento também no número de dias trabalhados na semana. Enquanto a quantidade de docentes que trabalham seis dias na semana aumentou em 27%, a daqueles que passam todos os dias executando funções profissionais teve um crescimento de 35%.

Nesse setor, a maioria dos profissionais (79%) acredita que a qualidade do trabalho é melhor quando realizado presencialmente. Já 16% dos entrevistados acham que não há prejuízo no trabalho remoto e, somente, 5% consideram o trabalho em home office melhor. A maioria (58%) teve gastos pessoais para adaptar as condições de trabalho ao ambiente residencial. Ainda assim, muitos (48%) acreditam que existem aspectos positivos e negativos nessa modalidade, enquanto 44% veem só pontos negativos e 7%, positivos.

Mulheres
O estudo revelou que homens e mulheres vivenciam o trabalho remoto de formas diferentes e que as desigualdades entre os gêneros persistem também nessa modalidade. Os pesquisadores destacam que as mulheres são incumbidas, historicamente, ao trabalho reprodutivo e de cuidados e, em um momento como esse em que essas atividades estão concentradas aos domicílios, elas estão ainda mais sobrecarregadas.

Das mulheres entrevistadas na pesquisa que deu origem ao relatório, mais da metade (51%) avalia que passou a trabalhar em um ritmo mais acelerado durante a pandemia. Com relação aos homens, essa percepção é menor: 43%. Paralelamente, mais homens relataram que o ritmo de trabalho não sofreu alterações (24%) ou que passaram a trabalhar em uma velocidade mais lenta (33%) durante o distanciamento social. Para as mulheres, esses quesitos correspondem a 43% e 17%, respectivamente.

Nesse período, o percentual de mulheres que têm trabalhado cinco dias na semana caiu de 83%, antes da pandemia, para 57%, assim como dos homens que passou de 78% para 55%. Isso se reflete no aumento de dias trabalhados semanalmente. Antes da pandemia, apenas 8% das mulheres exerciam atividades profissionais seis dias na semana. Durante a quarentena, na modalidade remota, esse percentual mais que dobrou, atingindo 19% do sexo feminino. Para os homens, trabalhar seis dias na semana passou de 10% para 16%. Já o trabalho sete dias na semana passou de uma taxa de 1% a 17% para as mulheres e de 4% a 18% para homens. Esses dados são relativos apenas ao trabalho remunerado.

De acordo com a pesquisa, 65% das mulheres e 53% dos homens tiveram dificuldades em executar o trabalho de modo remoto, enquanto 47% dos homens e 35% das mulheres disseram que não tiveram dificuldades.

“O grande problema é enfrentar sozinha questões emocionais. No meu caso, os sintomas de ansiedade generalizada retornaram. A angústia aumenta e não sinto tanta liberdade para conversar com meus gestores sobre isso por medo de perder o emprego”, declarou uma trabalhadora do setor privado casada e sem filhos.

“Acredito que o trabalho remoto impacte mais as mulheres, principalmente as mães solo como eu. Se as jornadas de trabalho já eram três ou quatro (trabalho fora, estudo, trabalho em casa, filhos), elas continuam as mesmas, mas com a diferença de estarem sendo realizadas no mesmo momento. Enquanto faço a janta, respondo e-mail, falo com a chefia, medico meu filho. Está pesado, estou cansada”, desabafa uma servidora pública mãe de dois filhos.

Para os pesquisadores, notam-se percepções sobre o trabalho remoto totalmente diferentes entre homens e mulheres, as quais estão relacionadas com seus papéis sociais. A conclusão do relatório aponta que, quando discorreram livremente sobre suas experiências em home office, as mulheres destacaram-se pela centralidade dos termos “casa”, “filho, “cuidado” e “criança”, enquanto os homens utilizaram mais as palavras “tempo”, “contrato”, “pandemia” e “casa”, sendo que esse último termo tem a ver, para os homens, com a gestão do tempo e não com cuidado dos filhos e trabalho doméstico.

Trabalho pós-pandemia
De acordo com a coordenadora da pesquisa e professora de Sociologia, Maria Aparecida da Cruz Bridi, o estudo sinaliza alterações no mundo do trabalho após a pandemia e uma possível ampliação da modalidade remota em distintos setores da economia. “Ele aponta os desafios para a classe trabalhadora e seus sindicatos: Como assegurar direitos e condições de trabalho que garantam a saúde física e mental dos trabalhadores? Como certificar que o trabalho seja realizado com jornadas que não ultrapassem as oito horas regulares, que foi uma conquista histórica da classe trabalhadora?”.

Para a pesquisadora, é importante garantir que as pessoas tenham vida para além do trabalho. “Como salvaguardar que a empresa não se estenda para todos os domínios da vida do trabalhador, agora também em seu espaço privado? Há a necessidade de uma regulamentação que assegure direitos e saúde. Os sindicatos estão desafiados também a enfrentar esse tema e atuar, sobretudo, na questão das jornadas de trabalho. Poder trabalhar a partir de casa é uma boa saída para os trabalhadores, mas os ganhos obtidos com a redução de custos pelas empresas, por exemplo, devem ser repartidos com os profissionais”, avalia Maria.

A pesquisa sobre trabalho remoto na pandemia e o relatório técnico que categorizou os resultados foram realizados pelos pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR): Alexandre Pilan Zanoni, Fernanda Ribas Bohler, Fernanda Landolfi Maia, Giovana Uheara Bezerra, Kelen Aparecida da Silva Bernardo, Mariana Bettega Braunert, Kelen Aparecida da Silva Bernardo, Zélia Freiberger e coordenados pela professora Maria Aparecida da Cruz Bridi.

Links úteis
Matéria completa no site UFPR: https://bit.ly/3kpOLyF

Relatório técnico completo: https://bit.ly/3mwp7tZ

ABRAPE E FETURISMO SÃO RECEBIDOS NA SECRETARIA DE SAÚDE DO PARANA

Representantes da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos – ABRAPE, Mac Lovio Solek, vice-presidente da região Sul, e da FETURISMO, Susan Klein, diretora de comunicação, estiveram presentes na tarde da última quinta (10.09) na Secretaria da Saúde com Geraldo Biesek, Diretor Executivo de Saúde e chefe do Gabinete do Secretário Beto Preto, e com Fabio Oliveira, diretor de administração e finanças do Paraná Projetos, para solicitar a retomada urgente do setor de eventos no Estado do Paraná.

Durante a reunião, foi apresentado pela Abrape, um protocolo com as sugestões para a realização de eventos responsáveis e seguros, o qual passará nos próximos dias, por uma avaliação interna da Secretaria da Saúde do Estado, como falou o diretor e também presidente interino do COI, Geraldo Biesek. Na conversa, Biesek explicou também como está a curva de novos casos do COVID-19 em relação ao descaso da população durante o feriado da Independência, além de se dispor para ajudar a desenvolver com sua equipe um documento técnico e seguro para o segmento.

Para isso, foi entregue uma carta aberta com planos propostos sobre as ações de retomada do setor de eventos no Paraná, direcionada ao Secretário de Saúde, Carlos Alberto Gebrin, e ao Governador do Estado do PR, Carlos Roberto Massa Júnior.

A reunião é resultado direto do encontro das entidades, que aconteceu no dia 19/8 no Palácio Iguaçu, juntamente com o Vice Governador, Darci Piana, e o Secretário de Planejamento, Valdemar Bernardo Jorge.

"O setor já está parado há mais de 180 dias. Entende-se a impossibilidade neste momento da retomada de forma integral, mas é preciso urgente da sua viabilidade parcial e bem como um plano a ser seguido com o aval das autoridades. Durante os últimos dias, fomos impactados com fatos e acontecimentos pelo Brasil que geraram espanto pelo comportamento das pessoas, e revolta pelo fato de nós que temos a legalidade estarmos sendo impedidos de trabalhar e manter nossas empresas e empregos sejam eles diretos ou indiretos”, cita Mac Lovio Solek, vice-presidente da Abrape na região sul, na carta entregue. “O intuito dessa retomada é diminuir o impacto o quanto antes gerado pelo fechamento das atividades de serviços para empresas de organização de eventos, que alcança mais de 60 tipos de categorias profissionais de colaboradores diretos ou indiretos. Entende-se que retomar as atividades não é 'virar uma chave' e tudo vai voltar (a ser) como era antes. Mas já demorou muito para enxergar como um setor importante do Estado e assim planejar a volta, primando pela responsabilidade sanitária, social, técnica, mas também econômica”, completa Mac.

A vida doce como um tiramisù

O Tiramisù resiste. Está confirmada a quarta edição da Tiramisù World Cup no início de novembro em Treviso, na Itália. Além do país sede, estão inscritos concorrentes do Reino Unido, França, Polônia e Croácia para competir no torneio mais saboroso do mundo. A missão: preparar um Tiramisù irretocável seja da forma tradicional com os ingredientes clássicos: biscoitos savoiardi/pavesini, mascarpone, café, ovos, cacau e açúcar; ou dar asas à imaginação e criar um Tiramisù criativo. Os critérios de avaliação vão considerar a execução, o equilíbrio da montagem, a aparência, o sabor, a harmonia e a intensidade do paladar em cada Tiramisú.
Este ano, foi preciso redimensionar o evento para 200 vagas, seguindo as novas normas de segurança. As inscrições permanecem abertas enquanto houver vagas. “Foram quase todas preenchidas durante o período de lockdown. Mas ainda dá tempo de se inscrever!”, convoca Francesco Redi, CEO da Tiramisù World Cup, durante o lançamento oficial da quarta edição da Tiramisù World Cup, organizada pela agência de turismo gastronômico Twissen Group, no dia 9 deste mês, na Itália.
As inscrições são feitas diretamente pelo site da Tiramisù World Cup tiramisuworldcup.com/partecipa/, pagando uma taxa de 20 Euros, com provas presenciais na cidade sede italiana. O valor inclui o kit do concorrente: ingredientes do tiramisù original (biscoitos savoiardi/pavesini, mascarpone, café, ovos, cacau e açúcar), prato oficial do evento e um brinde surpresa.
A semifinal e a final da competição para amadores mantêm-se firmes, agendadas para 1 de novembro. Os campeões mundiais ganharão uma viagem a uma capital europeia, ainda não divulgada, além de participar de eventos exclusivos pela web. Haverá também um prêmio surpresa dos biscoitos Pavesini Barilla.
A grande final seguirá todas as normas de segurança exigidas pela OMS, para segurança do público, como uso de máscara e distanciamento: “Estamos nos esforçando para produzir um grande evento. Apesar das limitações impostas pelo período de pandemia, acreditamos que o público irá se surpreender novamente”, afirma Redi.
Este ano o Tiramisù World Cup vem com o tema “Treviso, cidade do esporte”, que inclui também estilo de vida, turismo esportivo (ciclismo, equitação, golf, canoagem). As principais marcas locais do esporte de Treviso estarão presentes, como Lotto, Nordica, Diadora e Barilla. É possível acompanhar todas as etapas do processo pelo site oficial do evento tiramisuworldcup.com/.
No lançamento oficial do evento, Redi salientou que, de acordo com pesquisas da Twissen, o Tiramisù World Cup ganhou mercados, nos últimos anos, em países como Indonésia, Turquia e Coreia do Sul: “E há muitas startups que nasceram da Copa do Mundo de Tiramisù. Entre concorrentes, campeões e finalistas, muitos já abriram seu próprio negócio”, comemora.
Durante o período de pandemia do Covid-19, os preparativos da competição mais doce do mundo, mantiveram-se a pleno vapor durante esses meses, pelas redes sociais. Devido à necessidade de isolamento físico, a organização criou uma programação especial de conteúdo e eventos multiplataforma pelo site, Instagram e Youtube. Tem receitas dos campeões mundiais, dicas exclusivas de pratos e entrevistas com personalidades italianas do setor.
Pelo Instagram, um evento chamado IG Festival dedicou-se a divulgar os ingredientes do tiramisù: açúcar, ovos, mascarpone, biscoitos savoiardi, café e cacau. Em cada episódio, foi trabalhado um ingrediente por vez, por exemplo, os ovos. Os participantes postavam uma foto do prato preparado com os ovos e a receita, que não precisava ser necessariamente o tiramisù: “A ideia era descobrir novas possibilidades de uso do ingrediente, bem como outros elementos que podem ser combinados com esse item.
“Além disso, queríamos gerar interação com o usuário”, explica Francesco Redi. Ele conta que o site do evento tiramisuworldcup.com/ traz um novo plano editorial, veiculando conteúdo exclusivo sobre estilo de vida e cultura gastronômica, além de combinação de ingredientes, conselhos culinários e receitas.
Já pelo Youtube, o programa “UnTiramisù con...” traz importantes personalidades da confeitaria italiana no canal da Tiramisù World Cup. Trata-se de uma série online de entrevistas que mostra diferentes realidades e ideias inspiradoras relacionadas ao famoso doce italiano.
O primeiro entrevistado é Roberto Lestani, cavaleiro de Ordem de Mérito da República Italiana e presidente da Federação Internacional de Pasticceria, Sorveteria e Chocolateria. A gravação foi feita no restaurante onde teria surgido o tiramisù original, em 1962, o Le Beccherie, de Roberto Linguanotto.
Outro convidado da série é o produtor teatral Ugo Massabò, italiano que vive em Cornwall, no interior da Inglaterra. Por lá, Massabò fundou a empresa TiramisUGO, preparando sua tradicional (e secreta) receita de família.
Um novo ciclo de entrevistas está previsto para outubro, mês em que também estreia o programa online “TWC Experience” tiramisuworldcup.com/esperienze/, por plataforma digital, com distribuição da Musement. Na atração, os campeões mundiais Fabio Peyla, Sara Arrigoni e Francesca Piovesana farão um show cooking, dando preciosas dicas para a preparação do tiramisù.
O famoso doce italiano ganhou ainda uma entidade para exaltá-lo, a Academia do Tiramisù, um braço cultural da Tiramisù World Cup. Trata-se de uma instituição de promoção social, sem fins lucrativos, criada em 2019, na Itália, em Treviso (Vêneto). Seu objetivo é resguardar a cultura gastronômica do tiramisù, difundindo informações sobre sua origem, preparação e degustação. Academia do Tiramisù foi reconhecida legalmente na Itália como uma iniciativa que valoriza e aprimora a cultura vêneta no mundo.

Etapa brasileira
No Brasil, a pré-seleção para a edição de 2020 da Tiramisù World Cup começou em novembro do ano passado, em Curitiba, com a presença dos dois campeões mundiais 2019: Fabio Peyla (Tiramisù Clássico) e Sara Arrigoni (Tiramisù Criativo), junto de Francesco Redi. Na ocasião, os campeões integraram o júri da pré-seleção brasileira e serviram o melhor tiramisù do mundo em um jantar de gala para 200 convidados, no Palácio Garibaldi, com presença da presidente Cida Borghetti e do cônsul geral da Itália naquele período, Raffaele Festa, entre outras autoridades.
A população de Curitiba também teve oportunidade de provar o tiramisù campeão em espaço público, quando Fabio e Sara serviram sua receita na Praça Osório, centro da cidade. Durante sua rápida passagem pelo Paraná, a dupla fez ainda um tour histórico por Curitiba e deu uma esticada até a Ilha do Mel, para conhecer as belezas naturais de lá.
Atualmente, devido à pandemia do Covid-19, a seleção nacional para eleger o representante do Brasil na Itália foi adiada temporariamente, ainda sem previsão de retomada.

Serviço
Tiramisù World Cup 2020
- Site oficial: tiramisuworldcup.com/
- Quando: Semifinal e Final – 1 de novembro
- Onde: Treviso, Itália – As provas são presenciais.
- Preço: 20 Euros (taxa de inscrição)
- Inscrições diretamente pelo link: tiramisuworldcup.com/partecipa/
Academia do Tiramisù
- Site oficial (em construção): www.tiramisuacademy.org

Com novas diretrizes e categorias, vem aí o 67º Salão Paranaense

Secretaria da Comunicação Social e da Cultura do Paraná e Museu de Arte Contemporânea do Paraná

Edital e formulário de inscrição: www.mac.pr.gov.br

Realização: Secretaria da Comunicação Social e da Cultura do Paraná e Museu de Arte Contemporânea do Paraná