Apras lança Campanha #SuperUnidos contra a Covid-19

Os supermercados paranaenses estão engajados na Campanha #SuperUnidos contra a Covid-19, criada pela Apras (Associação Paranaense de Supermercados) com o objetivo de promover a conscientização e divulgar as medidas de combate ao coronavírus. A entidade desenvolveu uma comunicação clara, concisa e informativa direcionada tanto para os consumidores quanto para os colaboradores das lojas.

A Campanha #SuperUnidos foi desenvolvida pela Agência Zero para selar uma parceria entre a Apras e a Prefeitura Municipal de Curitiba, mas, devido à importância da ação, ela também será direcionada para todo o Paraná.

Os materiais da campanha estão disponíveis em vários formatos para que as lojas fixem os comunicados em diversos pontos estratégicos, como vestiários e frentes de caixa. O conteúdo também será postado nas redes sociais da Apras para intensificar os cuidados e incentivar o engajamento.

“Desde o início da pandemia, os supermercados estão unidos e engajados no combate ao Coronavírus, por isso, decidimos criar uma campanha que mostre o quanto é fundamental a união das lojas e dos consumidores para vencermos esta guerra contra a Covid-19”, afirma o presidente da Apras, Carlos Beal.

Entre os cuidados que a Apras vai enfatizar na campanha estão:

Pedir para que vá apenas uma pessoa por família ao supermercado;
Uso adequado da máscara e do álcool-gel 70%;
Manter o distanciamento das pessoas, tanto nas filas quanto em outros ambientes;
Estimular os horários de menor fluxo;
Estimular as compras solidárias para as pessoas que não tenham como ir ao supermercado.

Dia Internacional do Aperto de Mão (21/6): “Soquinho” não é cumprimento ideal na pandemia

No ambiente corporativo, aperto de mão, que é sinal de confiança e negócio fechado, precisou ser ressignificado e deu lugar a novas formas de fortalecer vínculos e engajar

A pandemia da Covid-19 impôs novas formas de trabalho, convivência e até mesmo de cumprimentar as pessoas. O tão utilizado aperto de mão que já foi sinônimo de boas-vindas, confiança e negócio fechado também precisou ser deixado de lado. O gesto, que segundo historiadores, já é utilizado há mais de 3 mil anos, acabou se tornando um risco maior de contaminação pelo coronavírus. A maioria das pessoas acaba adotando o “soquinho” para substituir esse gesto que é sinônimo de reciprocidade e confiança. Mas, ele também pode ser um risco à saúde.

Os médicos alertam que as mãos oferecem muitos perigos porque “capturam” as bactérias e vírus presentes em objetos manipulados. “O habitual soquinho que substituiu o aperto de mão apresenta risco menor. Mas o ideal é que, quando as pessoas se encontrarem, usem o cotovelo para cumprimentar ou apenas um aceno. Ainda precisamos ter paciência e manter os cuidados para evitar a infecção pela Covid-19”, alerta o cardiologista do Hospital Marcelino Champagnat, Gustavo Lenci.

Home office

E se há um ambiente em que o aperto de mão era rotina é o ambiente corporativo. Em reuniões entre equipes, negociações com clientes, fechamento de parcerias. Essa foi só mais uma das adaptações impostas pela Covid-19. Em 16 meses de pandemia e de trabalho remoto o gesto precisou ser ressignificado e deu lugar a novas formas que profissionais e gestores encontraram para fortalecer vínculos e engajar a equipe.

Reuniões virtuais que funcionam como “momento do cafezinho”, grupo de conversas voltadas para o compartilhamento de momentos familiares, dicas de vinhos e, até mesmo, a fabricação caseira de biscoito com direito a entrega “pessoal” de lembranças na casa dos colaboradores, mesmo dos que moram em outros estados. Essas foram algumas das formas que o diretor de Auditoria Interna, Riscos e Compliance do Grupo Marista, Renato Lara, encontrou para se aproximar da equipe na pandemia. “No último Natal, eu e meu filho fomos vestidos de Papai Noel entregar biscoitos para todos os colaboradores da minha equipe. Chegamos a ir até São Paulo e foi muito recompensador. Nosso grupo no whatsapp, que já existia antes da pandemia para compartilharmos assuntos mais pessoais, acabou ganhando ainda mais força. É uma maneira que encontramos de estarmos próximos”, explica.

Já o diretor financeiro do grupo, Maurício Zanforlin, aposta na verbalização dos sentimentos, no aumento da frequência das conversas com a equipe e na empatia para tentar amenizar a falta do aperto de mão e do convívio presencial. “Nós precisamos ser mais sensíveis e flexíveis à realidade do outro. Expressar nossos sentimentos de confiança e de agradecimento com palavras ou até mesmo ‘emojis’, que ganharam ainda mais espaço no mundo virtual”, argumenta. “Os momentos de espiritualização sobre o nosso papel, e como podemos ser melhores, ganharam uma importância muito grande em nossos encontros on-line”, complementa.

Segurança emocional

Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mais de 7,3 milhões de profissionais estão atuando de forma remota no Brasil. Garantir a estrutura organizacional, equipe engajada e produtiva tem sido cada vez mais desafiador para os gestores. E agora as empresas se dedicam novamente a pensar em como será a rotina num possível formato de trabalho híbrido.

Os desafios são muitos, mas a clareza e a profundidade da comunicação, o fortalecimento dos vínculos, os momentos de descontração e de criatividade também podem ser prejudicados nesses processos ainda incertos. “Não existe fórmula mágica, mas as empresas precisam criar cada vez mais espaços de segurança psicológica que sirvam de alicerce para que os indivíduos possam expressar seus sentimentos e pensamentos. Para que consigam se sentir inteiros dentro da organização, vistos e ouvidos não apenas como colaboradores, mas como pessoas”, ressalta a gestora de talentos do grupo, Lucia Lima Coelho.

Sobre o Grupo Marista

O Grupo Marista faz parte da Província Marista Brasil Centro-Sul, unidade administrativa do Instituto Marista, que foi idealizada em 1817 por Marcelino Champagnat, na França. Presente no Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e na cidade de Goiânia, o Grupo Marista atua nas áreas da educação – com Colégios Maristas, Escola Champagnat, Marista Escolas Sociais e FTD Educação - e saúde, por meio de seus Hospitais Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, trabalhando por um mundo melhor, mais humano e mais solidário, promovendo a vivência e a disseminação de valores humanos, cristão e Maristas. Mais informações: www.grupomarista.org.br

Mesmo ainda sob o efeito da pandemia, rede de intercâmbio cresceu mais de 20% em 2021

Rede em 2020 faturou 20 milhões e bateu a marca de 25 mil intercambistas

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Photo by Ilia Schelkanov on Unsplash

Estamos vivenciando o segundo ano de isolamento social e a crise trazida pela Covid-19. As empresas precisaram se reinventar e revolucionar para atender ao novo perfil do consumidor 4.0 que exige uma experiência de compra mesmo no online. Hoje, trabalhar com a tecnologia de forma integrada, pessoal e eficaz tem sido o caminho trilhado. Para o professor Moacir de Miranda Oliveira Junior, Diretor do departamento de Administração da FEA-USP e membro do comitê de direção do C4AI (Center for Artificial Intelligence), uma parceria IBM com a USP e a Fapesp, "existem setores e empresas que estão prosperando em plena crise e há outros setores que vão prosperar fortemente com as mudanças dos modelos mentais e comportamentais dos consumidores a partir das experiências testadas na pandemia".

O segmento de turismo, viagens e intercâmbio teve um forte impacto, por isso a Travelmate, inovou na comunicação e fez aporte em tecnologia para seguir os atendimentos dos intercambistas e fechar novos pacotes. A agência foi fundada em 2002, por Alexandre Argenta e Eduardo Heidemann e já levou 25 mil intercambistas para realizarem o sonho de estudar fora. Mesmo na pandemia, a Travelmate faturou em 2020 mais de 20 milhões de reais, e tem a previsão de crescimento de mais de 25% em 2021. Isso porque muitos países já estão abrindo as fronteiras para os estudantes e pesquisadores brasileiros, como foi o caso dos Estados Unidos em Maio de 2021.

A comemoração em 2022 dos 20 anos da TravelMate já é celebrada por Heidemann e Argenta que celebram os 200 funcionários e as 50 unidades espalhadas pelo Brasil e exterior. "Levamos a segurança e a maturidade, e a pandemia nos tornou ainda mais resilientes e com os pés no chão! Investimos nos canais de atendimento, chat e redes sociais, trazendo as experiências dos nossos clientes como norte para nossa estratégia de comunicação. Não há receita de bolo, mas fizemos a lição de casa e levamos o nosso lema muito a sério: Sua experiência é a nossa experiência!", pontua Alexandre Argenta.

Além disso, o primeiro semestre do ano ainda teve os pacotes de intercâmbio com os preços congelados de 2020, que fez com que o intercambista pagasse mais barato com os mesmos serviços oferecidos, impulsionando ainda mais a rede. "Tivemos que mudar nosso modus operandi para uma forma que não imaginávamos, mas sem perder a nossa essência. O jeito simples para resolver as coisas, a rapidez e a personalização de todos os atendimentos contribuíram para que o clientes ficassem e planejassem melhor seu intercâmbio. Acredito que o sonho de estudar fora se intensificou na pandemia, sentindo essa necessidade de buscar melhores oportunidades", finaliza Eduardo Heidemann, sócio-fundador da TravelMate .

Para saber mais sobre como ter uma franquia da Travelmate e/ou fechar um programa de intercâmbio, acesse: https://www.travelmate.com.br

Sobre a TravelMate
Criada há 19 anos, a TravelMate tem como objetivo promover a educação internacional, por meio de vários programas de intercâmbio que atendem pessoas em todas as fases da vida. O foco está em proporcionar segurança, atendimento e suporte durante toda a vivência desse intercambista em outro país. Como única rede de franquias de intercâmbio e turismo comandada por Alexandre Argenta e Eduardo Heidemann, toda a equipe, das 50 unidades do Brasil, são treinadas regularmente para promover qualidade de vida aos que embarcam com a TravelMate e para que a experiência de trabalhar na TM seja satisfatória para todos(a). Foram mais de 25 mil vidas transformadas pela rede TravelMate, 25 mil projetos tirados do papel e 25 mil embarques para o exterior. A rede ainda é associada da Belta - Associação das Agências de Intercâmbio do Brasil- que existe há 26 anos e é a única associação que tem como foco certificar com o Selo Belta agências confiáveis no setor de intercâmbio, por meio de um processo cuidadoso de análise financeira, técnica e ética das agências. Atualmente, as agências especializadas Selo Belta representam 75% do mercado de educação internacional.

Hilab realiza testes de Covid-19 para os passageiros do Aeroporto Internacional Afonso Pena

Viajantes devem apresentar cartão de embarque para realizar o exame

Curitiba, junho de 2021 - Os passageiros que estão embarcando e desembarcando no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba (PR), podem realizar testes de Covid-19 por meio da Hilab , health tech que desenvolveu o laboratório remoto Hilab. A startup montou um espaço localizado no 1º andar na área de embarque, próximo da entrada B e ao check-in das companhias aéreas LATAM e Azul.

No stand, ao apresentar o cartão de embarque, é possível ter acesso a três tipos de exames de Covid-19 e os resultados ficam prontos em aproximadamente uma hora. Os testes são: IgG/IgM para saber se já pegou Covid-19 (modalidade de coleta: sangue - furinho no dedo),PCR/LAMP que detecta se você tem ou não Covid-19 (modalidade de coleta: mucosa - swab nasal bem fininho), e o exame de Antígeno, voltado para saber se uma pessoa está transmitindo o vírus (modalidade de coleta: mucosa - swab nasal bem fininho). Esta é uma ação inédita na cidade de Curitiba que proporciona maior segurança para os passageiros e uma forma de prevenção na luta contra o Coronavírus.

"Para quem está chegando ao país, após uma viagem internacional, ou realizou algum voo doméstico é extremamente importante a realização do teste de Covid-19. O exame é a principal forma de detecção do vírus e suas variantes. Passageiros com casos positivos devem ficar isolados para que a cadeia de transmissão do coronavírus seja quebrada", explica o Dr. Bernardo Almeida, médico infectologista e chief medical officer na Hilab.

O espaço Hilab funciona de segunda a sábado, das 5h às 18h.Aos domingos, o atendimento é exclusivo para quem fez agendamento prévio presencialmente ou através do Whatsapp do UAU (unidade de atendimento ao usuário) - (41) 9 8764-5884. Os exames custam entre R﹩150,00 e 250,00. A realização do teste de Covid-19 para chegadas e partidas de voos internacionais é obrigatória.

Serviço

Espaço Hilab no Aeroporto Internacional Afonso Pena

Local: 1º andar na área de embarque, próximo à entrada B

Horário: segunda a sábado, das 5h às 18h . Aos domingos, os exames somente são realizados com agendamento prévio presencial ou pelo telefone (41) 9 8764-5884.

Preço: R﹩ 150,00 a 250,00

Sobre a Hilab:

Fundada pelos empreendedores Marcus Figueredo e Sérgio Rogal, respectivamente CEO e CTO, a Hilab começou com poucos recursos, mas não fez da falta de verbas uma barreira para seguir seu propósito de reinventar a tecnologia médica, criando produtos e soluções que ajudem a democratizar o acesso à saúde. Seu carro-chefe é um inovador laboratório de "bolso" conectado à internet, serviço de exames laboratoriais que usa inteligência artificial para acelerar o diagnóstico médico. Este serviço foi vencedor do prêmio Inova e Saúde em 2018 pela ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos). A empresa também preza pela qualidade dos equipamentos, com certificações da ISO 9001:2015 e 13485:2016. Além de ter a Controllab como fornecedora de ensaios de proficiência e controles internos. Entre seus investidores, estão a Positivo Informática, a Qualcomm Ventures, a Monashees, Península Participações e a Endeavor Catalyst.

Turismo e lazer por um dia: uma alternativa viável para quem não abre mão de viajar

Adriana Czajkowski e Grazielle Ueno Maccoppi (*)

Ahhh viajar, passear, relaxar, conhecer novos lugares e se desligar da rotina. Sem dúvida estas são alternativas perfeitas para recarregarmos as energias, não é mesmo? Vale ir sozinho, com os amigos ou acompanhado da família. Como é bom desfrutar de uma boa paisagem, aproveitar os momentos de descanso e descobertas fora do nosso espaço habitual. Justamente por isso que o turismo é caracterizado como uma atividade completa de lazer.

Com tantos desafios impostos pela pandemia da COVID-19 é o reconhecimento da necessidade das atividades de lazer que está mantendo a cadeia de serviços turísticos ativa neste período de incertezas. De acordo com a Organização Mundial do Turismo, em dados divulgados esse ano, o turismo mundial sofreu, no ano de 2020, uma queda média de 70% no fluxo e movimentação de turistas, ocasionando uma reorganização do setor de forma ampla e estrutural.

Contudo, apesar do momento delicado para o setor, muitos empresários têm buscado alternativas viáveis aos seus empreendimentos para responder a necessidade da demanda reprimida, visando criar oportunidades de arrecadação coerentes aos seus negócios. Frente a esta nova realidade, também se tornaram premissas imprescindíveis aos empreendimentos do setor o cumprimento das medidas de prevenção da COVID-19, incluindo: atenção ao acesso de clientes, oferta de espaços exclusivos com pouca movimentação de pessoas, e observação das resoluções dos Órgãos Técnicos e Oficiais a respeito das questões higiênicas e sanitárias em vigor.

A partir disso, observa-se o crescimento dos deslocamentos e viagens com distâncias curtas e períodos reduzidos. Os atrativos e equipamentos turísticos próximos aos grandes polos emissores e livres das aglomerações caíram no gosto dos consumidores ávidos pelo turismo. E o serviço de day use está em pleno crescimento, sendo cada vez mais utilizado por diferentes empreendimentos que compõem a oferta turística. A expressão de origem inglesa significa “uso por um dia”, ou seja, uma “mini hospedagem” onde é possível usufruir de toda a infraestrutura e recursos oferecidos pelo empreendimento. Por exemplo: piscina, serviço de praia, SPA, restaurante, sauna, sala de jogos, espaço para eventos, entre outros. Mas o uso é durante um espaço de tempo mais reduzido, sem o pernoite.

Com a mudança de hábitos e a busca de locais seguros e próximos da própria residência, o day use se formata como uma importante alternativa de renda para os empreendimentos, trazendo retorno financeiro e garantia de lazer por um período de tempo viável aos visitantes. Este é um motivo em que é possível considerar o day use umas das grandes tendências atuais aos setores de turismo e hospedagem, destacando-se como uma opção segura para quem deseja uma boa experiência.

E para curtir um day use é importante se programar e reservar com antecedência: o controle do fluxo tem sido elemento fundamental para gerar segurança e conforto. Sendo assim, o limite no número de visitantes é essencial para empreendimento e visitante. Lembre-se, o conceito do day use está diretamente associado a sustentabilidade. Por esse motivo, aproveite as atividades e espaços de lazer de maneira consciente, respeitando o ambiente, cultura e raízes históricas locais.

Por fim, mas não menos importante: realize a confirmação do funcionamento das atividades antes de sair de casa. Com toda a dinâmica do momento, regras e decretos sobre o funcionamento dos empreendimentos podem comprometer a sua programação. Por isso, mesmo com reserva antecipada, é importante confirmar o seu passeio na véspera.

(*) Adriana Czajkowski é coordenadora dos Cursos de Secretariado e Assessoria Executiva Digital do Centro Universitário Internacional UNINTER

(*) Grazielle Ueno Maccoppi é coordenadora dos Cursos de Gestão de Turismo e Gestão Empreendedora de Serviços do Centro Universitário Internacional UNINTER

Petrobras inicia doação de cestas básicas no Paraná para população em vulnerabilidade por conta da pandemia

No estado serão doadas 2.270 cestas por intermédio da Associação de Proteção à Infância Vovô Vitorino, de Curitiba
24 de maio de 2021
A pandemia de Covid-19 agravou o desemprego no Brasil e aumentou o número de pessoas na linha da extrema pobreza. Para ajudar famílias que se encontram em estado de vulnerabilidade, a Petrobras inicia nesta semana a doação de 180 mil cestas básicas, sendo 2.270 no Paraná, por intermédio da Associação de Proteção à Infância Vovô Vitorino, de Curitiba. A doação totaliza R$ 22,7 milhões investidos e irá beneficiar, ao todo, 60 mil famílias, em 10 estados do país, que receberão a doação por três meses. Para definir as famílias contempladas foi realizado um mapeamento prévio em comunidades vizinhas de unidades de operações de refino e gás natural da companhia e dados de inscritos no Cadastro Único para programa sociais do Governo Federal.

“Essas cestas básicas ajudarão as comunidades vizinhas às nossas operações nesse período ainda tão crítico da pandemia. Entendemos as dificuldades da população e buscamos maneiras de ajudar a amenizar a situação”, afirma a gerente executiva de Responsabilidade Social da Petrobras, Olinta Cardoso.

A ação será executada por instituições parceiras da Petrobras e sem fins lucrativos, que receberão recursos da companhia para fazer a aquisição e entrega dos mantimentos às famílias, seguindo todos os protocolos de prevenção à Covid-19. Dependendo da localidade, as famílias também poderão ser atendidas com a distribuição de cartões para a aquisição dos alimentos em comércios locais previamente cadastrados.

“Com a aquisição das cestas no comércio local fortalecemos os pequenos empreendedores, que também foram bastante afetados pela pandemia”, conclui Olinta.

OUTRAS INICIATIVAS

A Petrobras vem realizando uma série de ações voluntárias de apoio à sociedade no enfrentamento da pandemia da Covid-19. Foram realizadas, por exemplo, doações de testes para diagnóstico, EPIs, equipamentos hospitalares e de combustível, visando abastecer ambulâncias, veículos de transporte de equipes de saúde e geradores de hospitais públicos que atendem pacientes com Covid-19.

Para 2021, a Petrobras iniciou a doação de 2,5 mil cilindros de oxigênio para beneficiar as secretarias estaduais de saúde. Até o momento, Amazonas, Bahia, Paraná , Ceará e Rio Grande do Sul já receberam cilindros. A companhia também investiu na aquisição de 12 miniusinas de oxigênio para abastecer hospitais públicos, com capacidade de suprir cerca de 20 leitos de UTI cada uma. Os estados onde as usinas serão instaladas seguem os mesmos critérios adotados para a doação dos cilindros de oxigênio: possuírem unidades de operações da Petrobras e criticidade das taxas de contaminação e mortalidade pela Covid-19.

O valor destinado pela Petrobras para essas ações voluntárias de apoio à sociedade no enfrentamento da pandemia da Covid-19 já alcançou R$ 100 milhões. Parte do valor aprovado para a realização destas ações é procedente de recursos recuperados pela Petrobras em acordo de leniência assinado recentemente.

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REVELA O TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE CONTRA A COVID-19 EM UTI`S DE CURITIBA

O primeiro hospital de Curitiba, a Santa Casa de Misericórdia, comemora 141 anos com uma exposição mostrando a rotina dos profissionais na linha de frente

Em homenagem ao aniversário de 141 anos, o hospital Santa Casa de Misericórdia de Curitiba lançou, no último sábado (22), a exposição física e virtual “Vivendo a pandemia no ambiente hospitalar”. A exposição fotográfica é uma iniciativa do Museu da História da Medicina do Paraná. As fotos estão instaladas nas áreas comuns do prédio histórico da Santa Casa, como corredores e nos jardins. De forma virtual, elas poderão ser acessadas pelo site www.exposicaovivendoapandemia.com.br
Devido a pandemia mundial de Covid-19, desde março de 2020 o museu realiza apenas atividades internas. O local faz parte do Espaço Cultural da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. Segundo o curador do Museu da História da Medicina do Paraná, Fábio André Chedid, a exposição virtual é uma forma de aproximar os visitantes e o museu. “Estes registros também eternizam, do ponto de vista histórico, a perpetuação da função misericordiosa e protetora do Hospital Santa Casa de Curitiba”, disse Fábio.
A proposta é que, no futuro, o museu possa receber os visitantes externos. Por questões de segurança, em razão do último Decreto n.º 890/2021 da Prefeitura de Curitiba, apenas os pacientes e visitantes de pessoas internadas poderão ter acesso ao museu e à exposição, instalada nas alas comuns do prédio histórico. Vale destacar que o hospital foi completamente adaptado ao período de quarentena. A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba se tornou a maior instituição filantrópica do Paraná em atendimento a pacientes com COVID-19.
Em 2020, a Santa Casa reabriu o Instituto de Medicina do Paraná e o transformou em hospital de campanha, com 110 leitos dedicados ao atendimento de pacientes com COVID-19 do SUS. Ao todo, foram disponibilizados 70 leitos exclusivos de UTI’s. Mais de 1.500 vidas já foram salvas pela Santa Casa de vítimas de COVID-19. O trabalho destes profissionais na linha de frente foi registrado pelos fotógrafos Eduardo Kimmel e Guilherme Bressan.
A exposição revela dois ambientes distintos do hospital: as zonas quentes (como são chamadas as UTI’s) e as zonas frias (fora das UTI’s, com menor circulação do vírus). Segundo Guilherme, um dos fotógrafos da exposição, foram feitos registros fotográficos e também audiovisuais. A dupla conheceu o trabalho intenso da equipe médica. “A Santa Casa foi pioneira no registro histórico deste momento”, afirma Guilherme.
Cerca de 40 fotos e material audiovisual estão disponíveis no site. O lançamento da exposição também faz parte da 19° Semana de Museus, evento nacional promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus. A exposição é a 1ª fase de um projeto viabilizado por doações de imposto de renda, por meio da Lei de Incentivo a Cultura. As doações são fundamentais para a criação de novas exposições com alta tecnologia como realidade virtual, projeções mapeadas e interações com equipamentos hospitalares pelos visitantes.

Sobre o Hospital Santa Casa de Curitiba
O Hospital de Caridade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia foi o primeiro hospital de Curitiba e o segundo do Paraná. Com 141 anos, o hospital é voltado para o tratamento humanizado a pacientes e familiares. É considerado uma referência em especialidades médicas de média e alta complexidade. A Santa Casa é uma instituição filantrópica que conta com importantes apoiadores para manter os atendimentos médicos na Capital.
Exposição ‘Vivendo a Pandemia no Ambiente Hospitalar’
Data: 22 de maio até 31 de dezembro de 2021.
Local: www.exposicaovivendoapandemia.com.br. A exposição segue apenas assistida pelos públicos internos, respeitando o atual decreto da SMS (n.º 890/2021). Caso ocorra uma mudança de bandeira, que permita maior circulação de pessoas, será possível abrir a exposição para a entrada do grande público, que precisará agendar a visita pelo número (41) 3320-3502 e e-mail museu@santacasadecuritiba.com.br
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credito das imagens: Eduardo Kimmel e Guilherme Bressan.

Complexo de Visitantes da NASA, próximo a Orlando, anuncia novas medidas de segurança

NASA Kennedy Space Center Visitor Complex atualizou as diretrizes de segurança de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC)

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Desde segunda-feira, 17 de maio de 2021, os visitantes que estiverem totalmente vacinados contra a COVID-19 não precisam mais usar protetores faciais ao ar livre. No entanto, todos, incluindo aqueles totalmente imunizados, seguem tendo que usar máscaras nas instalações internas. Locais que incluem as atrações, filas, áreas de exibição de espetáculos, restaurantes e transporte de ônibus para o Centro Apollo / Saturn V. O distanciamento social também continua a ser necessário em todos os locais internos e externos.

O complexo de visitantes mantém todas as medidas de precaução, incluindo assistência limitada, encorajando de compras antecipadas de admissão diária, bem como uma constante frequência de higienização e desinfecção.

De acordo com as orientações do CDC, o NASA Kennedy Space Center Visitor Complex preocupado com a segurança dos visitantes e funcionários, segue mantendo e tomando as medidas necessárias para ajudar a prevenir a disseminação do novo coronavírus. Existe um risco inerente de exposição à COVID-19 em qualquer local público onde haja pessoas. Essas precauções são temporárias e estão sujeitas a alterações a qualquer momento com base nas recomendações do CDC, do Estado da Flórida e do Condado de Brevard.

Detalhes adicionais podem ser encontrados em: www.kennedyspacecenter.com/info/coronavirus

Para mais informações sobre o Complexo de Visitantes da NASA, visite kennedyspacecenter.com

Sobre o NASA Kennedy Space Center Visitor Complex

O NASA Kennedy Space Center Visitor Complex dá vida à épica história do programa especial dos Estados Unidos, oferecendo um ou mais dias inteiros de diversão, inspiração e atividades educacionais. Atualmente aberto com capacidade e atrações limitadas devido ao COVID-19, inclui no ingresso admission o Heroes & Legends, apresentando o U.S. Astronaut Hall of Fame®, exibido pela Boeing, Ônibus Espacial Atlantis®, Jornada para Marte: Procuram-se Exploradores, filmes espaciais, o Jardim de Foguetes e o novíssimo Planet Play. A reabertura do Apollo/Saturn V Center está prevista para março de 2021. Apenas 45 minutos de Orlando, Flórida, o NASA Kennedy Space Center Visitor Complex abre diariamente das 10h a.m. e o horário de fechamento varia de acordo com a época do ano. Para mais informações visite KennedySpaceCenter.com.

O NASA Kennedy Space Center Visitor Complex desenvolveu o protocolo de saúde e segurança "Trusted Space" com medidas e procedimentos que estão em vigor para visitantes e funcionários, incluindo limitação de capacidade, máscaras faciais obrigatórias e medições de temperatura, promovendo o distanciamento social e aumentando a frequência de higienização. Saiba mais sobre o compromisso do complexo de visitantes em criar um espaço confiável para você e sua turma. Siga nas redes sociais Instagram, Twitter e Facebook.

Sobre a TM Latin America

TM Latin America é uma renomada empresa internacional de marketing turístico especializada no mercado de destinos e atrações de classe mundial para o mercado latino-americano.

Conta com uma equipe de profissionais trilíngues, especializados em diferentes áreas: marketing, vendas, comunicações, marketing digital e posicionamento de marcas. Tem sua sede em Orlando, Florida e está presente no Brasil, na Colômbia, no México e na Argentina, cobrindo toda a América Latina.

TM Latin America é a agência de marketing na América Latina para o NASA Kennedy Space Center Visitor Complex através da Delaware North.

Santa Felicidade arrecada doações para ajudar a comunidade afetada pela pandemia

A campanha vai durar dois meses e objetiva atingir famílias carentes de Santa Felicidade e região - Vila Torres, Caximba, Parolin e Portelinha.

O desemprego no Brasil atingiu mais de 14 milhões de brasileiros em janeiro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cenário causado pela crise decorrente da pandemia de Covid-19. E, em tempos em que famílias passam por necessidades, faltam itens básicos, ações de solidariedade fazem a diferença.

Pensando nisso, em Curitiba, os moradores de Santa Felicidade uniram-se e criaram o projeto “Santa Solidariedade”, com o objetivo de arrecadar alimentos não perecíveis e de higiene pessoal, para atender às famílias necessitadas do bairro e de outras regiões do seu entorno, como a comunidade Vila Torres, Caximba, Parolin e Portelinha, algumas das mais carentes da cidade.

A iniciativa se deu através da Sociedade Operária Beneficente Esportiva Iguaçu (SOBE Iguaçu), e logo se estendeu para a Associação do Comércio e Indústria de Santa Felicidade (ACISF), reunindo comerciantes, entidades religiosas e moradores, todos em prol da causa.

“O objetivo é arrecadar doações para suprir a necessidade de famílias vulneráveis, colocar comida na mesa de quem não tem nem o básico”, afirma o presidente da Sociedade Iguaçu, Sidnei Toaldo.

Lançamento da campanha, da esq. para a dir.: Marcus Bertoli (Presidente da ACISF), Daniela Brum (Advogada da ACISF) e Sidnei Toaldo (Presidente do Iguaçu).

Segundo ele, toda a campanha foi montada através de doações, como: a arte, o banner, as faixas, as caixas e as embalagens. A ação acontece pelo período de dois meses, podendo ser estendida, caso necessário.

“Esse é o primeiro projeto registrado em Curitiba, em que um bairro se uniu para uma mesma causa. Pretendemos fazer campanhas de agasalhos, arrecadação de móveis, em casos de força maior, produtos de higiene, brinquedos para crianças, e, também, ações em datas comemorativas, como o Natal”, destacou Toaldo.

As arrecadações serão destinadas às famílias carentes, cadastradas nas seguintes instituições: Paróquia Nossa Senhora da Conceição do Butiatuvinha, SOS Vila Torres, comunidade Damas de Caridade da Igreja matriz de Santa Felicidade e Igreja do Evangelho Quadrangular do bairro.

Para doar, basta ir aos pontos de comércio de Santa Felicidade. “Todas as doações serão muito bem-vindas”, diz Toaldo.

Para informações, entre em contato pelo telefone (41) 99582-1366 (ACISF).

Central Press completa 23 anos com reposicionamento e campanha social

Gincana virtual com colaboradores, auxílio a ONGs e nova marca fazem parte da programação de aniversário da agência

Com o novo cenário do país e do mundo frente à pandemia da Covid-19, fazer o bem e praticar a solidariedade foram as formas que a Central Press, agência paranaense de comunicação corporativa, encontrou para comemorar 23 anos de história. Com uma campanha solidária para apoiar uma instituição social escolhida pelo voto popular via redes sociais, os colaboradores fazem parte de uma gincana virtual para celebrar e também praticar a caridade.

Segundo a sócia-fundadora da agência, Lorena Nogaroli, foi necessário adaptar a celebração ao momento. “Estamos muito felizes por completar mais um ano de história e, principalmente, por nos mantermos firmes e crescendo, mesmo durante a crise. Mas a celebração não faria sentido se não pudéssemos dar um pouco de nós e do nosso talento a quem realmente precisa”, explica.

Além disso, a empresa também investiu em um reposicionamento de marca e na modernização da logomarca. “Resolvemos usar o aniversário da agência para apresentar ao mercado nossa nova comunicação, que traduz um pouco do processo de internacionalização que a Central Press iniciou em outubro de 2019, quando abrimos uma unidade de negócios em Londres”, conta o sócio Claudio Stringari.

Além disso, a Central Press passa a utilizar uma "tagline" diferente. Na nova comunicação junto ao mercado, a empresa se posiciona como Agência de Reputação. "Sempre gostamos de contar as histórias das marcas e, ao longo desses 23 anos, nos especializamos em gerir crises. No momento em que vivemos, denominado por muitos de 'infodemia', as corporações precisam se comunicar de forma ágil, assertiva, transparente e humana. E nosso time de especialistas pode ajudar muito nesse processo de manutenção e reconstrução reputacional das marcas", ressalta Stringari.

Outro motivo que levou a agência a buscar uma nova apresentação ao mercado é a expansão de serviços e especialidades relacionadas ao segmento de marketing digital. “A Central Press investiu pesado em digitalização nos últimos anos, tanto em termos de infraestrutura, como de pessoal, e, nesse momento, estamos preparados para oferecer soluções completas de marketing digital e mídias sociais. Nascemos como assessoria de imprensa e nos tornamos uma agência 'full service'. Agora, podemos dizer que somos, também, uma agência digital. Porém, sem perder a essência do jornalismo, dos bons conteúdos e do poder das histórias verdadeiras”, completa Lorena.

Com a campanha social, o lançamento da nova identidade visual e o reposicionamento de marca, a Central Press estende as comemorações dos 23 anos até o final de 2021. Quem quiser acompanhar as novidades e fazer parte da ação solidária, basta seguir a agência nas redes sociais.

Atualmente o Estados Unidos é um dos países mais avançados na vacinação contra a Covid-19

Já foram aplicadas mais de 245 milhões de doses na ‘terra do Tio Sam’. Tal feito tem despertado interesse de brasileiros em viajar até o país para tomar a vacina, e, com as flexibilizações do governo estadunidense a respeito da entrada de estrangeiros no país, conseguir se vacinar nos Estados Unidos ficou mais fácil.

No início de maio foi liberada a entrada de estudantes, alguns acadêmicos, pessoas que forneçam apoio crítico de infraestrutura e jornalistas brasileiros no país e os agendamentos para o visto de estudante voltaram a acontecer no Consulado dos EUA, em Porto Alegre. A expectativa é que mais flexibilizações aconteçam nas próximas semanas.

Seguindo a onda de flexibilizações, o estado da Flórida não exige mais o comprovante de residência para obter a vacina COVID-19. A medida entrou em vigor na última segunda-feira (03). De acordo com um comunicado divulgado pelo Departamento de Saúde da Flórida, a vacina poderá ser aplicada em "qualquer indivíduo que esteja presente na Flórida com a finalidade de fornecer bens ou serviços para o benefício de residentes e visitantes do estado".

Cortina do Abraço aproxima profissionais da saúde e alivia rotina hospitalar

Estruturas foram espalhadas em alas de hospitais para que colaboradores pudessem se abraçar e se reencontrar em meio ao distanciamento exigido pela Covid-19

A gente nunca sentiu tanta falta de um abraço. Essa é uma realidade que a pandemia impôs com a necessidade do isolamento social. Imagina então para os profissionais da saúde que trabalham na linha de frente no atendimento aos pacientes Covid-19, que precisam manter o distanciamento da família, amigos e até dos colegas de trabalho.

A coordenadora de enfermagem das unidades de internação do Hospital Marcelino Champagnat, Vanessa Ramos, conta que, com a pandemia e a rotina mais puxada de trabalho, deixou de ter o contato diário com vários colegas. Ela, que iniciou sua jornada como técnica de enfermagem no Hospital Universitário Cajuru em 2001, tem a técnica Córdola Hinz como inspiração profissional. “Conheci a Córdola na UTI do hospital. Ela é uma pessoa que ajuda todo mundo, brigava muito pelos pacientes, por todos os cuidados que eles precisavam. Tem um amor muito grande pelo que faz e é um exemplo. Encontrei com ela esses dias no vestiário e quase não me contive. É muito difícil não poder dar um abraço apertado em quem a gente gosta e admira”, conta Vanessa.

Em comemoração à Semana da Enfermagem, a Vanessa e a Córdola poderão finalmente dar aquele abraço apertado que há tempos está guardado. Nos dias 12, 13 e 14 de maio, cortinas de abraços itinerantes serão colocadas em alas dos hospitais Marcelino Champagnat e Cajuru, em Curitiba (PR). A ideia é que profissionais da saúde possam finalmente se abraçar. A estrutura é fabricada com cortina de PVC transparente com adaptação dos braços dos dois lados, material que impede a propagação do vírus e são rigorosamente higienizadas após cada uso.

Rostos da linha de frente

Como forma de homenagear profissionais da enfermagem, fotos dos profissionais também serão projetadas na fachada do Hospital Marcelino Champagnat, junto com mensagens e os nomes de todos os hospitais de Curitiba. “Os profissionais da área da Saúde merecem nosso reconhecimento. Eles demonstram, por meio do testemunho diário, a mais profunda essência técnica, de amor e sabedoria”, frisa June Cruz, diretor executivo da Província Marista Brasil Centro-Sul, organizadora da homenagem juntamente com o Grupo Marista.

As projeções serão realizadas dos dias 12 a 16 de maio, das 19h às 21h.

Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Mercado foodtech deve movimentar US $250,4 bilhões até 2022 e uma das apostas é o mercado plant based com produtos inovadores

Com a pandemia, os consumidores tiveram que se adaptar à nova realidade e começaram a se preocupar ainda mais em manter a imunidade alta para enfrentar a Covid-19. Sendo assim, essa mudança de comportamento, reforçou tendências voltadas para a saúde e bem-estar, conveniência, transparência e mercado plant-based (produtos à base de plantas). De acordo com dados da Mintel (empresa global de inteligência de mercado), cerca de 51% das pessoas têm dado preferência a uma alimentação saudável.

E dentro deste nicho, destacam-se as foodtechs (ou food services), empresas que têm como base o uso da tecnologia no desenvolvimento de produtos alimentícios. Essa tecnologia é usada em toda a cadeia produtiva, inclusive servindo de base na elaboração de produtos inovadores.

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), o IBGE e as projeções da consultoria Food Consulting, o mercado de food service deve atingir um crescimento de 22% a 25% em 2021. Já outra projeção, feita pela Research and Markets o mercado global para as foodtechs deve movimentar US $250,4 bilhões até 2022.

Um bom exemplo é a N.Ovo, spin-off do Grupo Mantiqueira, que desenvolve produtos à base de plantas, como o N.Ovo Receitas - primeiro subistito de ovos em receitas no Brasil -; maioneses 100% plant based (em difenretes sabores) e o N.Ovo Mexido (usado para fazer omeletes ou ovos mexidos, com matéria-prima 100% vegetal também.

À frente do negócio, a jovem empresária Amanda Pinto, idealizadora e fundadora da N.Ovo, qie dedicou mais de 3 anos de viagens de pesquisa e desenvolvimento nos principais núcleos e simpósios mundiais de referências em inovação no Vale do Silício, até desenvolver e lançar o primero produto do portfólio da marca.

Amanda entrou recentemente na lista da FORBES Under 30, que destaca os principais empreendedores, criadores e game-changers nesta faixa etária que revolucionaram os mercados em que atuam. A empresária também recebeu um dos principais reconhecimentos internacionais de tecnologia da América Latina, como " A INVENTORA DO ANO " e como "INNOVATORS UNDER 35" de 2020, prêmio anual concedido pela revista MIT Technology Review, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, para os 35 principais inovadores da América Latina com menos de 35 anos.

“É possível reduzir o consumo de produtos com proteína animal, substituindo-os por alimentos à base de plantas, sem perda do sabor e da qualidade. Todo mundo ganha com isso: o consumidor, os animais e o planeta” ressalta Amanda Pinto.

Coronofobia: a nova vilã da saúde mental

Psiquiatra alerta para medo excessivo relacionado à Covid-19

O coronavírus continua trazendo muitos problemas nesses 17 meses de pandemia - o número de mortes por conta do vírus, juntamente com o medo da população mundial, continua crescendo. Essa aflição, quando excessiva, ganha um novo nome: coronofobia.

Sintomas de ansiedade e medo de contrair o vírus da Covid-19 têm feito com que pessoas se sintam inseguras em todo e qualquer lugar. Um estudo feito pela National Library of Medicine analisou 500 casos de ansiedade e depressão e certificou que todos estavam ligados à crise da Covid-19. O termo “coronofobia” foi criado no final de 2020 e traduz uma ansiedade grave diante do vírus e da pandemia, tanto em contraí-lo, quanto em disseminá-lo.

Segundo a psiquiatra e professora de Saúde Mental no curso de Medicina da Universidade Positivo, Raquel Heep, quem tem essa fobia não percebe e acredita que o seu comportamento está correto e os outros é que estão errados, causando um sofrimento muito grande para a pessoa. "É importante ressaltar que esse tipo de ansiedade não é saudável, fugindo dos padrões de incertezas que todos nós temos. É normal ter um certo grau de ansiedade, mas essa preocupação excessiva traz prejuízos físicos e funcionais. É claro que lavar as mãos, usar álcool em gel, máscara e manter o distanciamento social são atitudes necessárias, mas quem sofre com a coronofobia possui comportamentos como lavar as mãos a ponto de machucá-las e usar máscara dentro de casa, ou até mesmo para dormir. São pessoas que não saem de casa mesmo quando necessário", aponta.

Pessoas com coronofobia também dão muita importância a sintomas que não são preocupantes e acabam até mesmo se automedicando, podendo gerar crises de pânico e problemas físicos. A professora recomenda que, quem identificar sinais de medo excessivo deve agendar uma avaliação com um profissional especializado em saúde mental, principalmente psicólogo ou psiquiatra, que vai avaliar a necessidade, ou não, de medicação para o controle da ansiedade. "Esse segundo ciclo da pandemia trouxe mais inseguranças a todos nós, mas temos que nos manter esperançosos e não deixar que toda essa situação nos traga ainda mais prejuízos", salienta.

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em ensino superior entre as IES do estado do Paraná e uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta, mais de 400 mil m² de área verde no câmpus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de Graduação, centenas de programas de especialização e MBA, sete programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam mais de 3.500m². Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em universidade.up.edu.br/

170 mães da Vila Torres recebem 2,5 toneladas de alimentos da Corrente de Esperança Condor

Com a pandemia, diversas mães da Vila Torres, de Curitiba, acabaram perdendo os seus empregos e passaram a viver exclusivamente de doações. Uma das moradoras do bairro, Mara Aparecida, mora com seu esposo e neto de 11 anos e conta que a situação está bem difícil para a sua família. “Meu netinho é cadeirante, estamos sem fonte de renda e se não fossem as doações não sei como estaríamos vivendo. Agradeço muito, pois vou poder ter um Dia das Mães mais farto e mais feliz”.

Além de Mara, outras 169 mães da Vila Torres receberam uma cesta de alimentos da Corrente de Esperança Condor, neste dia 6 de maio, na Capela Nossa Senhora Aparecida. A ação, que é viabilizada em parceira com os fornecedores da rede, está doando 251.203 kg de alimentos, o equivalente a mais de 21 mil cestas e R$ 1.041.573,51. Os alimentos estão sendo repassados para todas as cidades onde o Condor atua.

Para a comunidade da Vila Torres, a rede doou 2,5 toneladas de alimentos, distribuídas em 170 cestas para as mães selecionadas pelo Padre Parron, da Congregação Missionário do Santíssimo Redentor. "Com a pandemia, tivemos muitas famílias sem ter nem o necessário para comer e essa doação do Condor vem nos ajudar no combate à fome", disse Parron.

“O Condor decidiu criar uma corrente que ajude a população a passar por essas dificuldades com mais esperança e tranquilidade e esta entrega é uma forma que encontramos para demonstrar toda a nossa gratidão pelas mães, além de proporcionar um dia mais farto e alegre para elas”, disse o diretor de operações do Condor, Maurício Bendixen.

O Condor já entregou 198.532 kg de alimentos para 16 municípios e ainda vai realizar outras entregas para as demais cidades onde a rede tem loja.

Segue relação das cidades beneficiadas pela Corrente de Esperança Condor até agora:
Almirante Tamandaré – 2,5 toneladas e 10 cilindros de oxigênio
Piraquara – 6 toneladas
Araucária – 6 toneladas
Campo Largo – 7 toneladas
Colombo – 7.275 kg
Curitiba – 60 toneladas
São José dos Pinhais – 10.818 kg
Fazenda Rio Grande – 4.139 kg
Pinhais – 5.354 kg
Lapa – 4.229 kg
Provopar Estadual – 10.152 kg
Mafra – 6 toneladas
Paranaguá – 7 toneladas
Castro – 8,5 toneladas
Ponta Grossa – 19.108 kg
Joinville - 23.817 kg
Jaraguá do Sul – 6 toneladas
Provopar Campo Magro – 1.951 kg
Paraná Cultura – 189 kg
Vila Torres – 2,5 toneladas

Pacientes com sequelas da Covid-19 recebem tratamento especializado pelo SUS em hospital de Curitiba

Ambulatório do Hospital Universitário Cajuru reúne profissionais de várias especialidades; fadiga e abalo psicológico estão entre os principais sintomas persistentes da doença

Muitos pacientes que recebem alta hospitalar da Covid-19 têm um novo desafio: superar as marcas deixadas pelo novo coronavírus. Para alguns, a dificuldade de andar e o cansaço extremo; para outros, a falta de ar. Falar e voltar a se alimentar da mesma maneira de meses atrás também pode ser um martírio para aqueles que precisaram de traqueostomia ou que seguem sem olfato e paladar; enquanto a dor de cabeça forte e os sinais de estresse pós traumático rondam a mente de muitas pessoas e até mesmo de seus familiares.

Para garantir uma melhora na qualidade de vida e para que os pacientes que venceram a Covid-19 superem as sequelas, o Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba (PR), em parceria com a PUCPR, montou um ambulatório especializado nesse tratamento para atender a população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Mais de 60 pessoas já receberam acompanhamento no local. São cerca de 6 a 8 pacientes por semana. O atendimento no ambulatório começou em novembro de 2020 como projeto piloto e, ao longo dos meses, novas especialidades entraram para a equipe.

Dependendo da sequela, os pacientes recebem atendimento especializado em pneumologia, fisioterapia respiratória e funcional, psicologia, neuropsicologia e cardiologia. Junto ao corpo clínico também atuam alunos de Medicina, Fisioterapia e Psicologia da PUCPR. São profissionais que, desde o começo da pandemia, formam uma força-tarefa de pesquisadores para entender o coronavírus e contribuir com formas de combater a Covid-19 e melhorar a assistência e a qualidade de vida dos pacientes infectados.

O serviço é oferecido às quintas-feiras no ambulatório do Cajuru, no período da tarde. Com o encaminhamento e agendamento de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou alta em hospital do SUS, o paciente passa por uma consulta e uma série de exames após avaliação médica.

Sintomas e tratamentos

O gerente médico do Hospital Cajuru, José Augusto Ribas Fortes, um dos responsáveis pela coordenação do ambulatório, conta que há um maior índice de pacientes com fadiga crônica, dificuldade cognitiva, persistência de dores no corpo e, principalmente, sequelas psicológicas como transtorno do estresse pós-traumático. “Essa doença tão nova tem nos mostrado desafios diários. No primeiro momento, passamos pela complexidade de entender as formas de contágio, depois veio a luta para encontrar os melhores tratamentos (situação que ainda segue) e agora precisamos avaliar as sequelas e as melhores formas de tratá-las”, analisa.

A manicure Ruthe Plefka, de 59 anos, recebeu a confirmação do contágio no dia 24 de fevereiro e, cerca de duas semanas depois, foi internada e ficou intubada por 8 dias. “Para mim, no começo, foi como uma crise de rinite alérgica. Fui até uma farmácia e fiz o exame que deu positivo. Depois disso, eu procurei o postinho e, por estar com falta de ar, fui internada e intubada. Duas semanas depois eu melhorei e fui para o quarto, mas com muita dificuldade devido ao tempo de internação”, diz.

No caso de pessoas que ficaram internadas para tratamento contra o coronavírus, as consequências também apresentam agravantes, como é o caso de Ruthe que, após receber alta da UTI, teve o novo desafio de recuperar o equilíbrio e voltar a andar. “Quando eu saí do hospital, eu não conseguia nem ficar em pé. Perdi muita massa muscular no tempo que fiquei internada e, com isso, só ia de um lugar para outro com ajuda de um andador ou cadeira de rodas. Nos primeiros dias em casa, até para tomar banho eu precisava de ajuda e o auxílio de uma cadeira apropriada”, conta.

Além do impacto físico, o abalo psicológico tem se mostrado uma das grandes sequelas para aqueles que passam pelos sintomas mais graves da Covid-19 e o acompanhamento especializado é essencial nessa nova fase. “Eu fui para o ambulatório do Hospital Cajuru algumas semanas após receber alta e me surpreendi com o atendimento. Foram cerca de oito médicos especializados em áreas diferentes que me atenderam da melhor forma possível. Para mim, foi extremamente importante ter esse acompanhamento porque eu estava muito preocupada com as sequelas que poderiam ficar e pude fazer todos os exames de forma gratuita. Para aqueles que não têm condições de pagar pelo serviço, é essencial. Além disso, pude conversar com a psicóloga. Hoje meu maior medo é pegar Covid-19 de novo e voltar para a UTI”, revela.

O gerente médico do hospital reforça a importância dos ambulatórios nesse momento, principalmente aqueles prestados pelo SUS. “Nós queremos permitir que essas pessoas superem os traumas, a dor, tanto as sequelas físicas quanto psicológicas. Com um serviço 100% SUS, alcançamos os pacientes que apresentam alguma sequela após o contágio, mas que não tem condições financeiras para fazer o tratamento e acompanhamento necessário”, revela o médico.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.