Programação de férias do Museu Paranaense foca nos povos originários do Paraná

preparou uma programação especial para o público infantil durante os meses de janeiro e fevereiro de 2020. A partir do dia 9 de janeiro até 20 de fevereiro, todas as quintas-feiras, das 14h30 às 16h, o Departamento Educativo do museu realiza visitas medidas às exposições relacionadas aos povos originários do Paraná além de atividades como contação de histórias, brincadeiras indígenas e curiosidades sobre palavras de origem indígena. A programação é gratuita e destinada a crianças de 6 a 10 anos acompanhadas de um adulto. Inscrições no site www.museuparanaense.pr.gov.br.
ETNOLOGIA INDÍGENA – Desde o início de suas atividades no século XIX, o Museu Paranaense teve como objetivo formar, organizar e expor um acervo que expressasse as características do território e da população paranaense. Naturalmente, o interesse pelas populações indígenas, os primeiros habitantes do território, se refletiu no acervo e nas primeiras exposições da instituição, conforme registrado no guia do Museu Paranaense publicado em 1900.
Em relação à etnologia indígena, tem sido dada atenção especial ao estudo do acervo imagético da coleção Vladimir Kozák, pesquisador responsável pelo registro em filmes, fotografias e desenhos de diversos grupos indígenas brasileiros entre as décadas de 1940 e 1950. Desde 2017, esse recorte do acervo de Kozák ligado aos indígenas é patrimônio documental da humanidade e do Brasil pelo Programa Memória do Mundo da UNESCO.
SERVIÇO
Programação de férias no Museu Paranaense | Povos Originários
De 9 de janeiro a 20 de fevereiro de 2020
Toda quinta-feira, das 14h30 às 16h
Faixa etária: 6 a 10 anos (acompanhadas de um responsável)
Inscrições gratuitas: www.museuparanaense.pr.gov.br
Museu Paranaense
Rua Kellers, 289, São Francisco – Curitiba/PR
Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 17h30.
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 16h.
www.museuparanaense.pr.gov.br | (41) 3304-3300

Foto
Crédito: Amanda Sanches/Museu Paranaense
Legenda: Kadjaj (Gambá com filhotes). Escultura em cerume de abelha. Década de 1950. Coleção Vladimir Kozák. Museu Paranaense.

MON tem programação especial no fim de semana e na Quarta Gratuita

No primeiro domingo do ano, 5/1, o Museu Oscar Niemeyer (MON) terá uma programação especial, com oficina de esculturas. A primeira Quarta Gratuita, 8/1, também retomará as atividades oferecidas aos visitantes, com oficina e visita mediada.

No domingo, 5/1, das 11h às 17h, acontecerá a “Oficina de escultura com encaixe de papel”. Conduzida pela Equipe do Educativo do MON, a atividade trabalhará a técnica tridimensional.

Na quarta-feira, 8/1, a atividade será oferecida aos visitantes no mesmo horário. Às 16h30, na Sala 9, haverá uma mediação à “14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba”.

Além da programação, o Museu Oscar Niemeyer está com todas as salas expositivas ocupadas, oito delas com exposições da “14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba”.

As atividades são gratuitas, mas acontecem no interior do MON, portanto, para participar, é necessário adquirir a entrada, que custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Menores de 12 e maiores de 60 anos têm entrada gratuita.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção de arte asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, mantidas num espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Domingo e Quarta – 5 e 8/1
Oficina: “Oficina de escultura com encaixe de papel”
Técnica: tridimensional
Horário: das 11h às 17h
Local: Sala de Oficinas – Subsolo

Quarta-feira – 8/1
Visita mediada
“Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba”
Horário: 16h30
Local: Sala 9

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h
Entrada: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Quartas gratuitas (oferecimento: Governo do Estado do Paraná)
Informações: (41) 3350-4468
www.museuoscarniemeyer.org.br

Verão em Curitiba? A capital paranaense oferece opções incríveis para quem quer fugir das férias tradicionais

Com programas para toda família, a cidade de Curitiba está atraindo cada vez mais turistas brasileiros e estrangeiros

CURITIBA, 03/01/2020 – O principal período de férias dos brasileiros chegou e milhões de pessoas estão planejando viagens incríveis nos próximos meses. Que tal aproveitar a pausa para conhecer os encantos de Curitiba durante o Verão? Nos últimos anos, a capital paranaense tem se destacado pelo seu apelo turístico e gastronômico. De acordo com números do Airbnb, a cidade é a 9ª mais procurada do país pelos turistas que viajam em família. São inúmeros parques e pontos turísticos que fazem os moradores e visitantes sentirem-se em casa. Programas perfeitos para compartilhar com os amigos e familiares, mergulhando na cultura e na gastronomia local.

Entre os locais de maior visitação da capital paranaense está a Ópera de Arame, que foi inaugurada em 1992. Em meio a lagos, vegetação típica e cascatas, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com a Pedreira Paulo Leminski. Outro lugar de destaque é o Museu Oscar Niemeyer, mais conhecido como MON. Ele é um dos maiores museus da América Latina e seu acervo abriga mais de 2.200 obras de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente, e atualmente conta com obras da 14ª Bienal de Curitiba, que ficarão expostas até o mês de março de 2020. O espaço foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, onde a forma do anexo conferiu ao MON o apelido de “Museu do Olho”.

No meio da tarde, que tal uma parada para um café? Curitiba é a capital brasileira dos cafés especiais. Baristas curitibanos e de outras regiões do país transformaram a cidade em um paraíso para os amantes da bebida, que ganhou várias releituras preparadas com muita excelência em dezenas de cafeterias espalhadas pela cidade. Entre os destaques estão o Café do Moço, comandado pelo premiadíssimo barista Leo Moço; o Coffee Box, que aposta no conceito “to go” no Centro da cidade, e o Supernova. E é lógico que não dá para esquecer da principal chocolateria artesanal do Brasil: a Cuore di Cacao. Ainda para quem gosta de doces, a Cookie Stories, primeira casa do Brasil especializada em cookies é parada obrigatória.

Gosta de cerveja artesanal? Então marque uma visita na fábrica da Way Beer, uma das mais premiadas cervejarias do país, que há quase 10 anos surpreende o país com sua produção 100% artesanal. Já os fãs de comida de boteco não podem deixar de conhecer o Bar Quermesse, que há mais de 10 anos encanta curitibanos e turistas que buscam comidinhas com inspiração regional. Se é apaixonado por hambúrguer, não deixe de conhecer as hamburguerias O Barba, que aposta em uma incrível temática pirata, e Soho Burger Gallery, que oferece os melhores smash burgers da cidade.

Para quem busca um pouco de agitação, a Rua Trajano Reis e a Avenida Vicente Machado são ótimas opções. Nelas, os curitibanos e turistas se reúnem na rua para saborear os mais variados preparos gastronômicos e chopes artesanais da região. Nos endereços, destaque para unidades do Porks – Porco & Chope, especializado em carne de porco, do Sirène, maior rede de Fish & Chips da América Latina. O Hauer Shopping é outro endereço indispensável para quem deseja curtir a noite curitibana rodeado por gente bonita, comidas saborosas, cervejas especiais e drinks autorais. São 18 operações, muitas delas exclusivas, atendendo milhares de pessoas diariamente com muita excelência e sabores de todo o Planeta em uma das principais regiões da capital.

Outros complexos gastronômicos que valem uma visita são a Vila Urbana, localizada no Centro de Curitiba, que conta com dezenas de operações focadas nas mais variadas vertentes da culinária mundial; a Vila Yamon, um point jovem que reúne muita gastronomia e música; e o Backyard Soho, que reúne o badaladíssimo Lolla Bar e o recém-inaugurado Smash! Burgers, comandado pelo badalado chef Vitor Bourguignon.

Quem busca as melhores baladas da capital paranaense, vale reservar uma noite para conhecer o Level Club, empreendimento que aposta em uma temática surrealista. Por fim, em meio a agitação do Centro, os turistas podem encontrar na Rua 24 Horas, um lugar para se alimentar e conhecer mais um ponto turístico tipicamente curitibano. Com um mix de sabores em seus mais variados restaurantes, a Rua 24 Horas se transformou em um polo gastronômico, onde é possível fazer todas as refeições durante o dia. No endereço, destaque para o Bávaro Chopperia & Hamburgueria, para o Pezzo Italian Food e para a casa de sanduíches artesanais James Hill.

Para mais detalhes sobre passeios turísticos em Curitiba, acesse o site www.turismo.curitiba.pr.gov.br.

MON realizará Colônia de Férias em janeiro

MON realizará Colônia de Férias em janeiro

O Museu Oscar Niemeyer (MON) convida as crianças de seis a 11 anos a participarem da Colônia de Férias do mês de janeiro. As atividades acontecerão entre os dias 28 e 31 de janeiro, sempre das 14h às 17h30. O tema será “A volta ao mundo em 80 obras”.

A Colônia de Férias contará com dinâmicas interativas, contação de histórias, apresentações teatrais, brincadeiras e oficinas artísticas. Haverá ainda visita às exposições “Ásia: a terra, os homens, os deuses”; “África: mãe de todos nós” e “Sensível por natureza” do projeto Artistas do Acervo.

Também serão visitadas as exposições “Mariana”, com fotografias de Christian Cravo sobre uma das maiores tragédias ambientais do Brasil, e “Bienal Internacional de Curitiba - Entremundos”, que apresenta o trabalho de 100 artistas de 40 países, distribuídos em dez salas e espaços do MON.

Serão 60 vagas a cada dia ao custo de R$ 50 diários, com possibilidade de um combo semanal por R$ 160. As crianças participantes irão ganhar aventais personalizados.

Teatro e contação de histórias
Duas atividades da Colônia de Férias também terão ingressos vendidos à parte: o espetáculo teatral infantil “Baquetinhá” e a contação de histórias com a Fafá Conta. Para ambas, os ingressos custam R$ 10 e poderão ser adquiridos na bilheteria do Museu (por quem não está participando da Colônia).

A peça “Baquetinhá”, com uma hora de duração, tem como base as expressões culturais populares de diversas regiões do Brasil, incluindo manifestações (histórias, danças e canções) dos povos indígenas, da população afro-brasileira e africanas. Haverá sessões nos dias 22 e 29/1, às 15h30. A contação de histórias, no universo divertido da Fafá Conta, acontecerá nos dias 24 e 31/1, às 16h40.

Numa parceria entre o MON e a 2ª Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Paraná – TJPR, crianças atendidas pelo projeto PIA (Projeto de Incentivo à Autonomia) também terão acesso a Colônia de Férias, numa edição extra que acontecerá entre os dias 21 e 24 de janeiro.

Serviço:
Colônia de Férias do MON
Para crianças de 6 a 11 anos
60 vagas disponíveis por dia
R$ 50 por criança. Combo semanal de R$ 160 por criança.
Das 14h às 17h30.
Entre os dias 28 e 31 de janeiro.
Inscrições: a partir do dia 2 de janeiro, na bilheteria do MON
De terça a domingo, das 10h às 18h
Informações pelo fone: 41 3350-4468

Haverá sessões do espetáculo “Baquetinhá” nos dias 22 e 29/1, às 15h30, e contação de histórias, no universo divertido da Fafá Conta, nos dias 24 e 31/1, às 16h40. Para ambas, haverá venda de ingressos avulsos, independente da participação na Colônia de Férias, a R$ 10.

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
Curitiba – Paraná
museuoscarniemeyer.org.br

MON tem programação especial no domingo

Para este domingo, 22/12, o Museu Oscar Niemeyer preparou atividades especiais para encerrar o ano com chave de ouro.

Das 11h às 17h, acontecerá a oficina “Gravura em pequenos formatos”, que trabalhará a técnica de gravura em caixa de leite. Já às 16h30, haverá uma visita mediada na Sala 2, que abriga uma das exposições da Bienal Internacional de Curitiba. Além da programação, o MON está com todas as salas expositivas ocupadas.

As atividades são gratuitas, mas acontecem no interior do Museu, portanto, é necessário adquirir os ingressos de entrada, que custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Menores de 12 e maiores de 60 anos têm direito a entrada gratuita todos os dias.

Sobre o MON

O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção de arte asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, mantidas num espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Oficina: Gravura em pequenos formatos
Técnica: gravura em caixa de leite
Horário: das 11h às 17h
Local: Sala de Oficinas – Subsolo

Visita mediada
Exposição: Bienal Internacional de Curitiba
Horário: 16h30
Local: Sala 2

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Quartas gratuitas (oferecimento: Governo do Estado do Paraná)
Informações: (41) 3350-4468
www.museuoscarniemeyer.org.br

Museus do Estado funcionam em horário especial entre Natal e Ano-Novo

Museus do Estado funcionam em horário especial entre Natal e Ano-Novo
Aproveite para conhecer as novas exposições do MUPA e do MIS-PR. MON e MAC-PR abrem na véspera de cada feriado

Os museus do Governo do Estado estão abertos para visitação em horário especial no período que abrange a véspera de Natal até o Ano-Novo. Quem busca uma programação cultural em Curitiba pode aproveitar a época para conhecer os espaços expositivos do Estado ou mesmo revisitá-los. A maioria fecha nos dias 23, 24, 31 de dezembro e 1º de janeiro, com exceção do Museu Oscar Niemeyer (MON) e do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), que estarão abertos para visitação nos dias 24 e 31 de dezembro das 10h às 14h. Confira a programação horários de funcionamento dos espaços.

No Museu Oscar Niemeyer (MON) destaque para a mostra “Fronteiras em Aberto” da 14ª Bienal Internacional de Curitiba, que reúne o trabalho de cerca de cem artistas nas salas 1, 2, 4, 9, 11, Espaço Araucária, Torre, Olho e Espaço Externo. O MON é a maior sede do evento, que também marca presença em todos os demais museus do Estado. Também estão em cartaz as mostras “Mariana – Christian Cravo”, “O mundo mágico dos Ningyos”, “Luz ≅ Matéria” e “África: mãe de todos nós”.

No Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), a exposição “Pequenos gestos: memórias disruptivas” apresenta obras de artistas do acervo em diferentes conjunturas e territórios, que desmantelaram narrativas que buscavam normalizar e naturalizar discursos e mecanismos de opressão. O MAC-PR funciona temporariamente no MON enquanto sua sede no centro de Curitiba passa por reforma. A entrada custa R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada). Maiores de 60 e menores de 12 anos têm entrada franca. Nas quartas a entrada é sempre gratuita.

NOVAS EXPOSIÇÕES - A exposição “Ephemera/Perpétua” ocupa três salas do andar superior do prédio histórico do Museu Paranaense (MUPA). Multidisciplinar, a mostra reúne cerca de 180 peças do acervo do museu e instituições parcerias, apresentando um conjunto de exsicatas, pinturas, fotografias, vídeos, zoólitos milenares, livros, manuscritos, além de plumárias, adornos e lanças de diferentes etnias indígenas. É possível conferir também: “Ocupação do território paranaense”, “Dinheiro e Honraria: o acervo de numismática do Museu Paranaense”, “Imigração no Paraná”, “Igrejas ucranianas no Paraná”, “Em foco: Iria Corrêa” e “Aproximações: ucranianos e poloneses nas fronteiras agrícolas do Paraná”, do fotógrafo João Urban.

Recém inaugurada, a exposição “Ilhas da Imaginação” do Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) faz um recorte no acervo tridimensional da instituição, composto por mais de mil itens, entre câmeras fotográficas, filmadoras, moviolas, toca-discos, vitrolas, televisões, projetores e muitos outros equipamentos ligados às áreas de cinema, fotografia, rádio e televisão. A mostra propõe um percurso que parte desse acervo, passa por dados históricos, técnicos e curiosidades, fomentando a imaginação ao guiar o visitante pelas memórias de cada objeto.

MOSTRAS PERMANENTES - Vivenciar o cotidiano do artista norueguês Alfredo Andersen é a experiência que o visitante pode experimentar no Museu Casa Alfredo Andersen (MCAA). O espaço exibe parte do acervo do pintor, além de objetos e documentos da escola-ateliê.

E no Museu do Expedicionário (MEXP), o acervo de fotografias, mapas, documentos, peças, ilustrações, filmes e livros retrata a participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial.

Confira os horários de funcionamento de cada espaço

MUSEUS

23/12

24/12

25/12

26/12

27/12

28-29/12

MCAA

Fechado

Fechado

Fechado

9h-18h

9h-18h

10h-16h

MAC-PR

Fechado

10h-14h

Fechado

10h-18h

10h-18h

10h-18h

MEXP

Fechado

Fechado

Fechado

9h-12h
14h-17h

9h-12h
14h-17h

10h-12h
14h-17h

MIS-PR

Fechado

Fechado

Fechado

9h-18h

9h-18h

10h-16h

MON

Fechado

10h-14h

Fechado

10h-18h

10h-18h

10h-18h

MP

Fechado

Fechado

Fechado

9h-17h30

9h-17h30

10h-16h

MUSEUS

30/12

31/12

01/01

02/01

03/01

04-05/01

MCAA

Fechado

Fechado

Fechado

9h-18h

9h-18h

10h-16h

MAC-PR

Fechado

10h-14h

Fechado

10h-18h

10h-18h

10h-18h

MEXP

Fechado

Fechado

Fechado

9h-12h
14h-17h

9h-12h
14h-17h

10h-12h
14h-17h

MIS-PR

Fechado

Fechado

Fechado

9h-18h

9h-18h

10h-16h

MON

Fechado

10h-14h

Fechado

10h-18h

10h-18h

10h-18h

MP

Fechado

Fechado

Fechado

9h-17h30

9h-17h30

10h-16h

*Lembrando que os dias 23/12 e 30/12 caem em uma segunda-feira, dia em que todos os museus fecham normalmente para manutenção.

Serviço
Museu Casa Alfredo Andersen – Rua Mateus Leme, 336. (41) 3222-8262. Curitiba/PR.

Museu de Arte Contemporânea do Paraná – Rua Marechal Hermes, 999. (41) 3323-5328. Curitiba/PR.

Museu do Expedicionário – Praça do Expedicionário, s/nº. (41) 3362-8231. Curitiba/PR.

Museu da Imagem e do Som do Paraná – Rua Barão do Rio Branco, 395. (41) 3232-9113. Curitiba/PR.

Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999. (41) 3350-4400. Curitiba/PR.

Museu Paranaense – Rua Kellers, 289. (41) 3304-3300. Curitiba/PR.

Crédito das fotos: Kraw Penas/SECC

MON têm programação especial na última quarta-feira gratuita do ano

MON têm programação especial na última quarta-feira gratuita do ano

Para a última quarta-feira gratuita do ano, no dia 18/12, o Museu Oscar Niemeyer preparou uma programação especial.

Das 11h às 17h, acontecerá a oficina “Vitral com celofane”, no Subsolo. Já às 16h30, na Sala 4, haverá uma mediação à exposição da Bienal Internacional de Curitiba.

Nas quartas-feiras a entrada no MON é gratuita, um oferecimento do Governo do Estado do Paraná. As atividades também não têm custo, nem precisam de inscrição prévia, basta chegar no local no horário indicado.

Sobre o MON

O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção de arte asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, mantidas num espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Quarta-feira gratuita – 18/12
Oficina: Vitral com celofane
Técnica: Recorte
Horário: das 11h às 17h
Local: Sala de Oficinas – Subsolo

Visita mediada
Exposição: Bienal Internacional de Curitiba
Horário: 16h30
Local: Sala 4

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Quartas gratuitas (oferecimento Governo do Estado do Paraná)
Informações: (41) 3350-4468
www.museuoscarniemeyer.org.br

Cultura e Unespar firmam acordo para fortalecer os museus no Estado

Cultura e Unespar firmam acordo para fortalecer os museus no Estado

O convênio permitirá uma maior qualificação técnica nas áreas de expografia, manutenção e conservação de acervos

A Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura (SECC) acaba de firmar com a Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR) um acordo de cooperação técnica, científica e cultural, visando à instalação de um centro de formação e ao fortalecimento do Sistema Estadual de Museus do Paraná. O convênio permitirá uma maior qualificação técnica nas áreas de expografia (conjunto de técnicas para o desenvolvimento de uma exposição), manutenção e conservação de acervos de museus público e particulares em todo o Estado, a partir de 2020. Assinaram o acordo o diretor-geral da comunicação Social e da Cultura, Fabrício Ferreira, e o reitor da Unespar, Antônio Carlos Aleixo.

Segundo Renê Wagner Ramos, coordenador do Sistema Estadual de Museus, há hoje no Paraná em torno de 300 instituições museológicas públicas e privadas e uma maior qualificação tanto de suas estruturas quanto dos profissionais ligados à área é uma reivindicação antiga. Ele relata que essa foi uma demanda recorrente no primeiro semestre de 2019, durante as Audiências Públicas, encontros promovidos pela SECC em todo o Estado, cujo principal objetivo foi mapear as demandas culturais de cada macrorregião, estabelecendo diálogo com os agentes.

A proposta, explica Ramos, é que a graduação em Museologia da UNESPAR, em Curitiba, promova cursos, palestras e oficinas com a participação de profissionais ligados aos diferentes museus, que voltarão às suas regiões e atuarão como agentes multiplicadores. Outra proposta do acordo é também fomentar a criação de centros de memórias nos municípios onde não há museus, mas haja o anseio de criar um espaço para a manutenção, preservação e exibição acervos locais.

Programação diversificada e acessível celebra o aniversário de Alfredo Andersen

Programação diversificada e acessível celebra o aniversário de Alfredo Andersen
De 18 a 26 de novembro o Museu Casa Alfredo Andersen promove oficinas, workshop, palestras e bate-papos gratuitos durante a Semana Andersen

Em comemoração ao aniversário de Alfredo Andersen, celebrado no dia 3 de novembro, o Museu Casa Alfredo Andersen promove uma série de atividades nas duas últimas semanas do mês, com oficinas, workshop, palestras e bate-papos conduzidos por professores da Academia Alfredo Andersen e artistas convidados, além da 1ª Exibição Coletiva da Academia, com a projeção dos trabalhos produzidos pelos alunos durante o segundo semestre de 2019. A programação é gratuita, mas as vagas são limitadas. Inscrições abertas na secretaria do museu.

“A Semana Andersen é, acima de tudo, um momento de confraternização para nós. Por isso buscamos uma programação diversificada e acessível, para atrair mais pessoas para dentro do museu e da academia. Fizemos questão que as atividades fossem gratuitas e voltadas para qualquer pessoa interessada nos temas, sem necessidade de conhecimento prévio em artes. Até mesmo crianças e adolescentes podem participar, desde que acompanhados dos pais ou responsáveis”, comenta o diretor do MCAA, Luiz Gustavo Vidal Pinto.

A Semana Andersen 2019 celebra o legado do artista e vai além, ao apresentar e discutir temas ligados a outros campos artísticos, como a residência artística com Alfi Vivern, a roda de conversa entre artistas e pensadores, a oficina inédita de master copy, a palestra do historiador e youtuber Robério Santos com participação de Danilo Caymmi, entre outros. “Os temas irreverentes não se distanciam da personalidade de Alfredo Andersen: desbravador, divertido e sociável, Andersen radicalizou ao mudar-se para o Brasil e casar-se com Ana, sua esposa parnanguara da tribo dos Carijós”, explica a responsável pela programação, Patrícia Mannarino.

Programação
Na segunda, dia 18/11, o artista plástico Sérgio Moura conduz a “Oficina básica de serigrafia: estampe sua bolsa”, das 14h às 17h30. Os participantes aprenderão técnicas iniciais de impressão serigráfica artística em papel e tecido e, em seguida, colocam em prática os conhecimentos adquiridos estampando uma bolsa de algodão. Todo o material será disponibilizado pelo museu.

A abertura oficial da Semana Andersen será no mesmo dia, a partir das 18h45, com a apresentação do Conservatório de Música Popular Brasileira, uma performance do ator José Plínio como Alfredo Andersen e a 1ª Exibição Coletiva da Academia Alfredo Andersen, com a projeção dos trabalhos produzidos pelos alunos durante o segundo semestre de 2019.

Já na terça-feira, dia 19/11, das 14h às 17h, a artista e psicóloga Ivana Guimarães Vieira propõe a oficina “Uma tarde de arte e terapia”. A arte terapia é um método baseado no uso de várias formas de expressão artística com finalidade terapêutica. Nessa vivência, a professora conduz os participantes a observarem trabalhos de Alfredo Andersen e a reinterpretarem por meio da técnica de giz pastel seco. Ao final, haverá uma roda de conversa. O material será disponibilizado aos participantes.

Dia 20/11, das 14h às 17h, tem a “Oficina de master copy” com o artista João Paulo de Carvalho. Em belas artes, o trabalho do “copista” implica em entender a coleção de um artista. Na oficina de master copy, inédita em Curitiba, os alunos irão realizar um trabalho de pesquisa no acervo expositivo de Alfredo Andersen no Museu Casa e trabalhar uma de suas obras. Para essa atividade será necessário que os interessados tragam seu próprio material: tela, pincéis e tintas, preferencialmente a óleo.

O que a frase “você não é fotogênico” tem de verdade? Fotógrafos profissionais afirmam que o momento em que a pessoa é fotografada conta mais que a sua beleza. Essa é a proposta do “Workshop de fotografia: como fazer um retrato” que ocorre dia 21/11, das 14h às 17h, com o professor Christian Shoenhofen. Serão abordados tópicos importantes do retrato, desde sua perspectiva histórica, os retratos produzidos por Andersen, luz e perspectiva, até a realização de um pequeno retrato. Para participar, os interessados precisam levar um celular com câmera.

No mesmo dia, das 17h30 às 19h30, a “Roda de conversa: arte e encontro” reúne os artistas e pensadores de Curitiba Bruno Marcelino, Carlos Nigro, Charly, Didone, Francisco Borges Laranjal, Gleusa Salomão, Luiz Gustavo Vidal, Marcelo Conrado, Rogério Geraud e Sérgio Moura para um bate-papo que propõe o religar da arte com a vida, um momento de trocar ideias, de conversar pausadamente e escutar sem pressa.

Encerrando a Semana Andersen, dia 26/11, às 19h, o museu recebe o jornalista, professor e pesquisador Robério Santos e o músico Danilo Caymmi para a palestra “As Quatro Vidas de Volta Seca”. Autor do livro de mesmo nome, Robério se propõe a esclarecer muitos pontos da trajetória do cangaceiro Volta Seca, personagem que inspirou o livro Capitães de Areia, de Jorge Amado. Serão abordados temas como a infância do personagem, sua entrada no cangaço, a prisão e a reconstrução da vida em liberdade, e ainda composições de sucesso como Maria Bonita e Mulher Rendeira, com a participação de Danilo Caymmi.

Residência artística
A proposta da Residência Artística do MCAA é dar a oportunidade para que estudantes e admiradores de artes acompanhem de perto a produção de artistas. A cada mês um novo artista é convidado. A partir de 18 de novembro, sempre das 14h às 17h30, o artista argentino radicado em Curitiba Alfi Vivern estará no museu dando continuidade ao trabalho Submarino, apresentado na 14ª Bienal Internacional de Curitiba. Nascido em Buenos Aires, em 1948, Vivern mora no Brasil desde 1972. Seu trabalho já rodou cidades e países de diferentes continentes, da América à Ásia, e suas peças estão expostas em vários museus ao redor do mundo.

Serviço
Semana Andersen
De 18 a 26 de novembro de 2019
Programação completa: www.mcaa.pr.gov.br
Atividades gratuitas
Inscrições para as oficinas na secretaria do museu

Museu Casa Alfredo Andersen
Rua Mateus Leme, 336. Curitiba-PR
Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Sábado, domingo e feriado das 10h às 16h.
(41) 3222-8262 | (41) 3323-5148
maa@seec.pr.gov.br

Fotos: Créditos salvos no nome do arquivo.

“MAC-PR realiza a mesa-redonda “O engajamento artístico na ditadura e na contemporaneidade”

"MAC-PR realiza a mesa-redonda “O engajamento artístico na ditadura e na contemporaneidade”

Evento integra a programação da exposição “Pequenos gestos: memórias disruptivas”

Acontece nesta quarta-feira (13/11), no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), às 19 horas, a mesa-redonda “O engajamento artístico na ditadura e na coontemporaneidade”, com Caroline Schroeder e Emanuel Monteiro, evento que integra o ciclo de ativações da exposição “Pequenos gestos: memórias disruptivas”. O artista e professor Emanuel Monteiro aborda dois aspectos fundamentais desde a perspectiva da exposição: a exigência colonial da branquidade que engessa o artista negro em uma única forma de ativismo, e também faz um convite para a ampliação de noções e perspectivas do "lugar de fala". Já a pesquisadora Caroline Schroeder fala sobre seu compromisso em reescrever e inscrever criticamente, para além da pouca complexidade de discursos dicotômicos observados na historiografia sobre a relação entre arte/censura, artista/instituição durante a ditadura militar.

A ideia da mesa é explicitar o compromisso comum da plataforma curatorial e institucional do MAC-PR em construir e apresentar outras narrativas a partir e desde o seu acervo. Pensar uma contemporaneidade dialética que – como propõe o curador nigeriano Okwui Enwezor, morto em abril deste ano – possibilite uma ressignificação da história da arte, da arte moderna e contemporânea a partir das exigências do pensamento anticolonial na atualidade. Sem negar, excluir ou inviabilizar, tensionar e ampliar a base fundacional da história da arte e o modus operandi de suas instituições, pensada ainda hoje desde uma perspectiva branca, masculina e eurocêntrica.

A exposição “Pequenos gestos: memórias disruptivas”, aberta em 8 de outubro, é resultado da intensa pesquisa feita pela curadora Fabrícia Jordão no rico e diverso acervo do MAC-PR, que hoje reúne em torno de 1.800 obras.

A mostra se estrutura em três núcleos. Um deles, de caráter mais alegórico, revolve em torno da questão identitária brasileira, passando por percepções exóticas e simplificadoras da cultura nacional, muitas vezes vista por meio do olhar estrangeiro, embotado de clichês. Outro núcleo contém obras que compartilham entre si abordagens geopolíticas, propondo discussões a respeito de fronteiras e território. O terceiro, por sua vez, está voltado a questões de viés ambiental, ecológico, tão presente nos debates da contemporaneidade.

Focada em contranarrativas de criadores que questionam ou contrariam discursos hegemônicos, a curadora afirma que “em cada um dos três conjuntos de obras é possível perceber gestos que interrompem as narrativas que normatizam e naturalizam opressões e violências na constituição de uma identidade nacional”.

Fabrícia Jordão é doutora e mestre em Artes Visuais pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP). Professora titular do Departamento de Artes da Universidade Federal do Paraná (UFPR), é responsável pelas disciplinas de curadoria, mediação e educação.

Foram selecionadas para a mostra obras de 21 artistas que integram a coleção do MAC-PR: Alice Yamamura (PR), Antonio Henrique Amaral (SP), Aprígio Fonseca e Frederico (PE), Beto Schwafaty (SP), Carla Vendrami (PR), Danúbio Gonçalves (RS), Dulce Osinski (PR), Eduardo Freitas (PR), Estevão Machado (MG), Glauco Menta (PR), German Lorca (SP), José Carlos Sade (PR), Jorge Francisco Soto (Uruguai), Liz Szczepanski (PR), Marcelo Conrado (PR), Plínio César Bernhardt (RS), Rogério Ghomes (PR), Vera Chaves Barcellos (RS), Vera Rodrigues (SP) e Vilmar Nacimento (SC).

Serviço

Ciclo de ativações da exposição “Pequenos gestos: memórias disruptivas”

Ativação 1: Mesa-redonda | O engajamento artístico na ditadura e na contemporaneidade

Com Caroline Schroeder e Emanuel Monteiro

13 de novembro de 2019, às 19h

Participação gratuita

MAC no MON | Miniauditório

Rua Marechal Hermes, 999. Centro Cívico. Curitiba/PR

www.mac.pr.gov.br | (41) 3323-5328

IG: mac_parana | FB: macparana

O MAC-PR está em reforma. Durante o período de restauro de sua sede, inaugurada em 1974, o museu está funcionando no MON, com programação nas salas 8 e 9.

Programação especial no feriado da Proclamação da República

Programação especial no feriado da Proclamação da República

Espaços da SECC funcionam em horários especiais; Cotidiano Leitor realiza a primeira Festa Literária

Na sexta-feira, feriado da Proclamação da República, o público poderá visitar os espaços culturais da Superintendência da Cultura da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura (SECC), para conferir as exposições em cartaz nos museus, que funcionam em horários especiais. Com exceção do Centro Juvenil de Artes Plásticas (CJAP), que estará fechado na sexta-feira (15/11).

Na Superintendência da Cultura da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura (SECC), foi inaugurada recentemente na Sala Adalice Araújo a mostra "Fronteira sem Limites", que faz parte da programação da 14ª Bienal de Curitiba e reúne o trabalho de oito artistas paranaenses, com curadoria de Brugnera.

Além disso, o projeto Cotidiano Leitor realiza este ano a primeira Festa Literária, que acontece de 15 a 17 de novembro no Museu Oscar Niemeyer. São três dias de atividades gratuitas, entre contação de histórias, oficinas artísticas, rodas de leituras e diálogos com grandes escritores e ilustradores do cenário nacional. No dia 15 de novembro, às 16h, no Auditório Poty Lazzarotto, a escritora Marina Colasanti e a poeta, atriz, jornalista e cantora Elisa Lucinda participam da roda de conversa “Escrita feminina: lugar de escuta e lugar de fala”. Já no dia 16, o diálogo será com os premiados ilustradores Odilon Moraes e Roger Mello, com a temática “Discursos da imagem na literatura infantil brasileira”. E, no dia 17, os convidados Daniel Munduruku e Cidinha da Silva falam sobre “Literatura afro-brasileira e indígena”.

O Museu Oscar Niemeyer (MON) conta com as mostras inauguradas recentemente “Spider” (Aranha), da artista francesa Louise Bourgeois, e “Declaração de Princípios”, que reúne trabalhos recentes e inéditos do artista paranaense Geraldo Leão. Também estão em cartaz “África, mãe de todos nós: conexão entre mundos”, que reúne uma significativa coleção de máscaras africanas, e “Ásia: a terra, os homens, os deuses”, com uma seleção de 200 peças vindas de mais de dez países do continente.

Já no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), que está funcionando temporariamente nas salas 8 e 9 do MON por conta da reforma da sua sede no centro, o visitante pode ver a mostra "Pequenos gestos, memórias disruptivas", resultado da intensa pesquisa feita pela curadora Fabrícia Jordão no rico e diverso acervo da instituição, que hoje reúne em torno de 1.800 obras.

História

No Museu Paranaense, a novidade são as mostras que fazem parte da 14ª Bienal de Curitiba: “Animalis Imaginibvs”, de Mauro Espíndola com curadoria de Adolfo Montejo Navas, e a mostra coletiva “Além da Ética”, que tem curadoria de Massimo Scaringella. São trabalhos de 17 artistas, entre brasileiros e estrangeiros, apresentando seus olhares acerca dos mais diversos temas. Além disso, o museu conta com uma série de exposições históricas, como “Ocupação do território paranaense”, “Dinheiro e Honraria: o acervo de numismática do Museu Paranaense”, “Imigração no Paraná”, “Igrejas ucranianas no Paraná”, entre outras.

No Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR), o público pode conferir a “Exposição 6 x 6 Horizontes PR”, que também faz parte da 14ª Bienal de Curitiba, com cocuradoria de Eliane Prolik e que reúne artistas do Paraná de diversas linguagens e poéticas. O visitante também tem acesso à coleção tridimensional do MIS-PR, composta por rádios, radiolas, toca-discos, moviolas, câmeras fotográficas e projetores.

Vivenciar o cotidiano do artista norueguês Alfredo Andersen é a experiência que o visitante pode ter no Museu Casa Alfredo Andersen (MCAA). O espaço exibe parte do acervo do pintor, além de objetos e documentos da escola-ateliê.

E no Museu do Expedicionário (MEXP), o acervo de fotografias, mapas, documentos, peças, ilustrações, filmes e livros retrata a participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial.

Confira o horário de funcionamento dos museus da SEEC:

Espaços Culturais

15/11

Sexta

16/11

Sábado

17/11

Domingo

CJAP

Fechado

Fechado

Fechado

MCAA

10h-16h

10h-16h

10h-16h

MAC-PR

10h às 18h

10h às 18h

10h às 18h

MEXP

10h às 12h

14h às 17h

10h às 12h

14h às 17h

10h às 12h

14h às 17h

MIS-PR

10h-16h

10h-16h

10h-16h

MON

10h às 18h

10h às 18h

10h às 18h

MP

10h-16h

10h-16h

10h-16h

Serviço:

Museu Casa Alfredo Andersen – Rua Mateus Leme, 336. (41) 3222-8262. Curitiba/PR.

Museu de Arte Contemporânea do Paraná – Rua Marechal Hermes, 999. (41) 3323-5328. Curitiba/PR.

Museu do Expedicionário – Praça do Expedicionário, s/nº. (41) 3362-8231. Curitiba/PR.

Museu da Imagem e do Som do Paraná – Rua Barão do Rio Branco, 395. (41) 3232-9113. Curitiba/PR.

Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999. (41) 3350-4400. Curitiba/PR.

Museu Paranaense – Rua Kellers, 289. (41) 3304-3300. Curitiba/PR.

HOJE, 03 DE NOVEMBRO, COMEMORAMOS O ANIVERSÁRIO DE ALFREDO ANDERSEN . VIVA ALFREDO ANDERSEN !

HOJE, 03 DE NOVEMBRO, COMEMORAMOS O ANIVERSÁRIO DE ALFREDO ANDERSEN .
VIVA ALFREDO ANDERSEN !Alfred Emil Andersen nasceu em Khristiansand, sul da Noruega, dia 3 de novembro de 1860, único filho homem dentre os cinco do casal Tobias Andersen e Hanna Carina Andersen.

Sua formação artística ocorreu na Europa, em ateliês particulares na Noruega e Dinamarca, e na Academia Real de Belas Artes de Copenhagen; foi aluno de artistas e decoradores de destaque em seu tempo, como Wilhelm Krogh e Carl A. Andersen.

Entre as décadas de 1880 e 1890, Andersen atuou como artista profissional na Noruega e na Dinamarca, desempenhando atividades como pintor (com mostras individuais em Oslo e Copenhagen), professor, cenógrafo e jornalista. Aqueles eram anos conturbados no norte da Europa, particularmente para a Noruega, que após anos de dominação dinamarquesa e sueca conquistava sua independência política e cultural. Um grande movimento nacionalista e de busca por elementos que caracterizassem a identidade norueguesa impulsionou a criação artística e definiu essas décadas como umas das mais produtivas nas artes na Noruega.

É nesse contexto que encontramos aqueles que são considerados alguns dos maiores artistas noruegueses: o compositor Edvard Grieg (1843-1907), o dramaturgo Henrik Ibsen (1828-1906) e o escritor Knut Hamsun (1859-1952). Andersen foi impregnado por esse espírito nacionalista romântico, especialmente pelo contato que teve com Hamsun e com o pintor regionalista Olaf W. Isaachsen (1835-1893).

Sendo filho de um capitão da marinha mercante, Andersen teve a oportunidade de visitar vários locais do mundo e, devido a essa facilidade, em 1889 foi para Paris fazer a cobertura jornalística do Salão Oficial de Belas Artes, no ano em que a Torre Eiffel foi inaugurada como um marco da Exposição Universal de Paris.

Em 1892, após um longo período de viagens pela Europa e América, Andersen desembarcou no Paraná, fixando residência em Paranaguá, num período tenso da história do Brasil, marcado pela consolidação do regime republicano e por motins e levantes populares como a Revolução Federalista.

Apesar do desconhecimento da língua portuguesa e das diferenças culturais, Andersen se adaptou à sociedade brasileira. Primeiramente, ele se estabeleceu no litoral do Paraná, e lá residiu por cerca de dez anos, vivendo de retratos sob encomenda e de decorações cênicas para casas que fazia.

Com 42 anos, pouco tempo após casar com a parnanguara Ana de Oliveira (1882-1945), Andersen se mudou para Curitiba. Na capital do Paraná abriu um ateliê na Rua General Deodoro (atual Rua Marechal Deodoro) no espaço antes ocupado pelo fotógrafo alemão Adolpho Volk. Nos anos em que manteve seu ateliê, Andersen retomou suas atividades profissionais mais próximo o possível com o que fazia na Europa, realizando exposições individuais, participando de mostras coletivas e retomando seu papel como professor de desenho e pintura. Naqueles anos Andersen também buscou incentivar o desenvolvimento do mercado de obras de arte, entretanto, Curitiba ainda se encontrava muito aquém das localidades por onde havia passado. Esta era uma cidade em processo de implantação de infraestrutura urbana, (poucas ruas tinham pavimentação, com fornecimento deficitário de luz elétrica, e o transporte de pessoas, bens e produtos era feito basicamente por tração animal), cuja população se dividia entre agricultores (imigrantes de diferentes etnias assentados em colônias), comerciantes (que negociavam muitos produtos vindos de outras localidades), industriais (relacionados ao processo de produção de erva-mate e produtos alimentícios, ou à indústria gráfica e metalúrgica), políticos, religiosos, profissionais liberais e manufatureiros.

Na década de 1910, Andersen, então pai de três filhos, passou a lecionar desenho em instituições de ensino formal da cidade, como a Escola Alemã, o Colégio Paranaense e a Escola de Belas Artes e Indústrias (primeira instituição voltada para o ensino de técnicas artísticas do Paraná e que em 1893 causou grande impacto em Andersen). Além disso, ele estreitou seus laços com o Governo do Estado, executando o primeiro projeto para o brasão do Estado do Paraná. Naquela década, mais precisamente em 1915, um ano após o nascimento de sua última filha, Andersen mudou seu ateliê-escola para a edificação onde hoje é o Museu Alfredo Andersen, localizada na então Rua Assunguy, atual Rua Mateus Leme.

Nos anos seguintes àquela década, o trabalho de Andersen como pintor, educador e agente cultural foi extremamente rico, e sua reputação profissional solidificou-se, demonstrando como a classe burguesa que se estabelecia em Curitiba mantinha um gosto enraizado nas tradições artísticas europeias do século XIX.

Em 1927, Andersen retornou à Noruega para visitar a família e amigos e reencontrou seu antigo professor Wilhelm Krogh. Lá, recebeu um convite do governo norueguês para ficar e dirigir a Escola de Belas Artes de Oslo, mas Andersen declinou e retornou ao Brasil.

Os últimos anos de sua vida foram marcados pelo reconhecimento de seu trabalho e por homenagens, como o título de Cidadão Honorário de Curitiba que recebeu em 1931 da Câmara Municipal de Curitiba. O pintor, já então chamado de “Alfredo” Andersen, faleceu em Curitiba no dia 9 de agosto de 1935.
Meu bisavô, com muita honra! meus aplausos!

http://www.mcaa.pr.gov.br

*com divulgação

O Museu Casa Alfredo Andersen é uma instituição administrada pelo poder público estadual, vinculada à COSEM.

mcaa@seec.pr.gov.br

Rua Mateus Leme 336
Curitiba
m.me/museucasaalfredoandersen
(41) 3323-5148

Família Fardo leva novidade para o 2º Festival Vinopar

Família Fardo leva novidade para o 2º Festival Vinopar

Vermute será lançado durante o evento do vinho, que acontece nos próximos dias 19 e 20 no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba

Neste fim de semana, dias 19 e 20 de outubro, será realizado o 2º Festival Vinopar de Vinho Paranaense, no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, com a participação de sete vinícolas de Curitiba e Região Metropolitana.

Quem passar pelo quiosque da Família Fardo Vinícola terá a oportunidade de experimentar em primeira mão, o Vermute. A Vinícola aproveitará o momento para fazer o lançamento da bebida que consiste num vinho composto, elaborado com 80% de vinho branco chardonnay macerado e de 20% de infusão de ervas e especiarias, que utilizam como base a Grappa elaborada na própria vinícola e que passa por longa maturação em barricas de carvalho.

A recomendação do enólogo Renato Garcia é apreciá-lo à temperatura máxima de 20 graus, o que garante a riqueza aromática, embora possa ser consumida gelada. “Tanto como aperitivo quanto digestivo, o vermute vai bem”, destaca Renato. O lote único conta com apenas 700 garrafas.

O lançamento faz parte das festividades de 10 anos da Vinícola Família Fardo, que ao longo do ano apresentou novos rótulos aos amantes do vinho e, até o fim de 2019 ainda trará outras novidades para o mercado.

Além do primeiro vermute, quem passar pelo Museu Oscar Niemeyer, terá a oportunidade de degustar outros 11 rótulos, em taças com 20ml.

- Tinto Merlot

- Tinto Pinot Noir

- Branco Malvasia

- Branco Chardonnay

- Rosé Malbec

- Espumante Brut

- Espumante Extra Brut

- Espumante Moscatel

- Grappa

- Limoncello

- Cabernet Sauvignon 2011

Serviço:

O valor dos ingressos (lote promocional): Entrada com 20 Degustações (+ taça de brinde + 1 gf de água): R$ 50, com entrega gratuita em Curitiba e/ou retirada dos ingressos na vinícola até dia 18/10/2019.

Além da experiência enogastronomica, o festival contará com produtos típicos paranaenses e workshops educativos.

No sábado (19), o evento acontece das 11h às 19h30 e no domingo (20), das 11h às 17h.

Compre seu convite:

https://www.familiafardo.com.br/produtos

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Primeiro domingo do mês tem atividade com artista do acervo no MON

Primeiro domingo do mês tem atividade com artista do acervo no MON
 
Para este domingo, 6/10, o Museu Oscar Niemeyer preparou uma série de atividades gratuitas aos visitantes. Das 11h às 14h, acontecerá a oficina livre “Tecelando”, que ensinará a técnica de bordado com as mãos. Já às 14h30, inicia-se a oficina “Espelho, espelho meu”, parte do programa Artistas do Acervo. Na ação, a artista Fernanda Castro trabalhará com autorretrato através do espelho. Nesta segunda atividade haverá tradução para libras até as 16h30.
 
As ações são gratuitas. Para participar, basta chegar ao local no horário indicado. Por acontecerem no interior do Museu, é necessário adquirir o ingresso de entrada, que custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). 
 
Sobre o MON
 
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção de arte asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, mantidas num espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.
 
Serviço – Domingo 6/10
Oficina “Tecelando”
Técnica: bordado com as mãos
Horário: das 11h às 14h
Local: Sala de Oficinas – Subsolo
 
Oficina “Espelho, espelho meu” – Artistas do Acervo*
Técnica: autorretrato através do espelho, com a artista Fernanda Castro
Horário: das 14h30 às 17h
Local: Sala de Oficinas – Subsolo
*Com tradução para libras até as 16h30
 
Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Quartas gratuitas (oferecimento: Governo do Estado do Paraná)
Informações: (41) 3350-4468
www.museuoscarniemeyer.org.br