Requinte celebra 42 anos com sete novos pães

Fundada em Curitiba em 1984, a Padaria Requinte comemora 42 anos de história com a coleção “Pães Celebração 42 anos Requinte – O Sabor de Curitiba”, que reúne sete receitas: Pão de Cebola, Pão de Alho com Queijo Parmesão, Baguete Tradicional de Provolone, Pão Integral de Espelta, Pão de Abóbora, Pão de Tapioca e Pão Alemão Multigrãos.

Criada por Regina Cazella, a Requinte nasceu no bairro Champagnat e cresceu mantendo a produção artesanal e a tradição familiar. Hoje, possui unidades no Champagnat e no Cabral e conta também com a participação da filha de Regina, Gabriella Dreher Baptista, na gestão.

Entre os lançamentos, estão opções que combinam ingredientes tradicionais e novas propostas, como o Pão Integral de Espelta, feito com farinha integral de espelta, castanhas e sementes; o Pão de Abóbora, com abóbora cabotiá e sementes; e o Pão Alemão Multigrãos, preparado com farinha de trigo e centeio, sementes, cereais e 17% de ingredientes integrais.

A comemoração também celebra os reconhecimentos conquistados pela padaria. Em 2024, a Requinte foi eleita Melhor Padaria no Prêmio Destaque Abrasel & TopView. Em 2025, venceu o Prêmio Bom Gourmet com o tradicional sonho de zabaione. Já em 2026, recebeu o reconhecimento na categoria especial Sabor que Salva by Erasto Gaertner, pela contribuição à arrecadação destinada ao hospital.

Aos 42 anos, a Requinte celebra sua trajetória com aquilo que está presente em sua história desde o início: o pão, unindo tradição, receitas consagradas e novidades.

Serviço
Padaria Requinte
📍 Cabral: Rua Recife, 34
📍 Champagnat: Rua Francisco Rocha, 1809
Curitiba – PR
WhatsApp: (41) 3335-3134
Site: padariarequinte.com.br
Instagram: @padariarequinte

Reinventar um ícone sem apagar sua história: o desafio por trás do novo Cine Lido

Responsável pela arquitetura de interiores da futura casa de espetáculos, André Henning aposta em uma linguagem contemporânea que preserva referências do antigo cinema de rua e resgata a memória afetiva de um dos endereços mais emblemáticos de Curitiba

Curitiba, agosto de 2026 – Alguns edifícios carregam muito mais do que concreto e estrutura. Guardam lembranças, encontros e parte da história de uma cidade. É o caso do Cine Lido, um dos cinemas de rua mais emblemáticos de Curitiba, que se prepara para iniciar uma nova fase como casa de espetáculos. Para o arquiteto André Henning, responsável pela arquitetura de interiores do empreendimento, o maior desafio do projeto não foi apenas adaptar o edifício às exigências de um espaço contemporâneo de entretenimento, mas encontrar um equilíbrio entre inovação e memória, fazendo com que o público reconheça a essência do antigo Lido enquanto vivencia uma experiência completamente nova.

Convidado inicialmente para desenvolver o projeto dos bares da casa, Henning acabou assumindo toda a arquitetura de interiores do empreendimento, em um trabalho realizado em coautoria com o arquiteto João Uchôa, responsável pela concepção arquitetônica geral do novo Cine Lido. A partir dessa integração, o escritório passou a desenvolver os ambientes internos, áreas de convivência, camarins, anexo, elementos da fachada e a requalificação do acesso principal ao espaço.

"Projetar um lugar como o Cine Lido exige respeito pela memória que ele carrega. Nossa intenção nunca foi reproduzir o passado, mas reinterpretá-lo. Queríamos que quem conheceu o antigo cinema reconhecesse algumas referências, mas percebesse que está entrando em um espaço preparado para o futuro", explica o arquiteto.

Essa proposta aparece em diversos elementos do projeto. O vermelho, por exemplo, presente nas antigas pastilhas que marcavam a arquitetura do edifício, retorna de forma contemporânea no mobiliário e em detalhes dos ambientes. As formas curvas fazem referência ao desenho característico do antigo cinema, enquanto concreto aparente, granitina, aço, iluminação cênica e grandes planos criam uma atmosfera atual, de inspiração brutalista, sem abrir mão do acolhimento.

"O projeto tem uma linguagem bastante contemporânea, mas ao mesmo tempo traz uma leitura retrô em diversos detalhes. Está nos espelhos, na iluminação, nas formas arredondadas e em elementos inspirados na estética das décadas em que o Cine Lido se consolidou como referência cultural da cidade. É uma homenagem sutil, sem cair na nostalgia", afirma o arquiteto.

A experiência começa antes do espetáculo

Mais do que criar um espaço bonito, o projeto foi pensado para transformar toda a experiência do público. A proposta parte do princípio de que uma casa de espetáculos começa a ser vivida muito antes de as luzes do palco se acenderem.

Por isso, a arquitetura dedica atenção especial aos percursos, às áreas de convivência e aos ambientes de permanência. Os seis bares distribuídos pelo empreendimento, os camarins, os espaços de apoio e as áreas comuns foram concebidos para estimular encontros, proporcionar conforto e tornar a circulação mais fluida, acompanhando uma tendência observada nos principais espaços de entretenimento do mundo.

"Hoje, as pessoas não vão apenas assistir a um show. Elas querem viver o lugar. A arquitetura precisa acompanhar essa mudança de comportamento, criando ambientes que convidem à permanência e façam parte da experiência do evento", destaca Henning. Essa mesma lógica orientou o desenvolvimento dos interiores, que abandonam a ideia de espaços compartimentados para privilegiar ambientes integrados e uma leitura arquitetônica contínua, valorizando materiais, iluminação e diferentes perspectivas ao longo do percurso do visitante.

Um novo capítulo para um patrimônio da cidade

Para André Henning, participar da transformação do Cine Lido representa também a oportunidade de contribuir para a preservação de um espaço que faz parte da memória coletiva de Curitiba. “Existem edifícios que contam a história de uma cidade. O Cine Lido é um deles. Nosso compromisso foi preservar essa identidade, mas mostrando que é possível atualizar esses espaços para novas formas de viver a cultura, sem perder aquilo que os tornou especiais”, completa.

Ao unir referências históricas e soluções contemporâneas, o projeto propõe uma nova leitura para um dos endereços mais conhecidos do Centro de Curitiba. “Mais do que recuperar um edifício, a proposta busca devolver à cidade um espaço preparado para receber uma nova geração de experiências culturais, mantendo viva a memória de um lugar que marcou diferentes gerações de curitibanos”, completa Henning.

Programação da semana de inauguração do Cine Lido:

● 26/08 – Caetano Veloso: últimos ingressos

● 27/08 – Marisa Monte: esgotado

● 28/08 – Sven Väth: últimos ingressos

● 29/08 – Fresno: últimos ingressos

Sobre André Henning

À frente do André Henning Studio, o arquiteto e empresário construiu uma trajetória sólida na chamada arquitetura de negócios, desenvolvendo projetos que articulam estratégia, identidade de marca e experiência do usuário. Com mais de uma década de atuação e centenas de projetos executados em todo o Brasil, Henning se destaca especialmente nos segmentos de gastronomia, entretenimento e varejo, criando espaços que aliam conceito estético a desempenho comercial e operação eficiente.

Além da atuação autoral, o arquiteto também se destaca como empreendedor. É cofundador da Go Coffee, uma das redes de cafeterias que mais crescem no país, com centenas de unidades distribuídas em todos os estados brasileiros. Essa vivência prática no mercado se reflete diretamente em sua arquitetura, que combina sensibilidade criativa com visão estratégica, resultando em projetos que não apenas encantam visualmente, mas também respondem de forma objetiva às demandas de negócio. Para mais informações, acesse https://andrehstudio.com ou perfil oficial do arquiteto no Instagram: @andrehenning.

Parque Barigui terá manhã gratuita com yoga, corrida, ballet funcional e beach tennis

Programação acontece em 29 de agosto e marca a chegada da Body On, nova linha de snacks proteicos da Barion voltada a quem busca praticidade, nutrição e uma rotina mais ativa
A Body On realiza, no dia 29 de agosto, uma manhã dedicada ao bem-estar para apresentar sua linha de snacks proteicos. O evento acontece na Olaria do Parque Barigui, em Curitiba, com programação gratuita e aberta ao público, que inclui yoga, treinão de corrida, ballet funcional e beach tennis.
“A Body On nasceu para acompanhar um consumidor que valoriza equilíbrio, praticidade e sabor. Queremos que esse lançamento vá além dos produtos e proporcione uma experiência que incentive hábitos saudáveis e momentos de conexão entre as pessoas”, afirma Leonardo Barion, diretor comercial da marca.
A nova linha reúne diversas categorias de produtos sem açúcar e com alto índice de proteína por porção. As categorias abrangem desde rolinhos de wafer nos sabores chocolate e peanut butter; wafers recheados; sticks de chocolate ao leite; bombons protêicos, únicos no mercado; e creme de avelã com cacau produzido com whey protein isolado.
De acordo com a linha, os produtos fornecem entre 4,3 g e 20 g de proteína por porção e foram desenvolvidos como opções práticas para complementar a ingestão diária do nutriente em diferentes momentos da rotina, dos lanches intermediários ao pré e pós-treino.
Com a Body On, a Barion, especialista em snacks doces, amplia sua presença no segmento de alimentos voltados a consumidores que buscam conciliar conveniência, nutrição e sabor. Durante o evento, o público poderá conhecer e experimentar os produtos da linha em uma programação que aproxima a proposta da marca de um estilo de vida mais ativo.
O lançamento ocorre em um momento de maior interesse por produtos associados à saúde, ao bem-estar e à ingestão de proteínas. Segundo levantamento da BRASNUTRI, com base em dados da Euromonitor International, o mercado brasileiro de suplementos alimentares movimentou cerca de R$ 7,6 bilhões em 2025 e deve alcançar R$ 13,8 bilhões até 2030.
Linha proteica acompanha avanço da cultura do autocuidado
A chegada da Body On também reflete mudanças nos hábitos de consumo e o fortalecimento da cultura do autocuidado. A proposta é atender quem busca escolhas mais equilibradas no cotidiano sem abrir mão do prazer associado ao consumo de chocolates e snacks.
Com mais de 65 anos de experiência no desenvolvimento de chocolates e snacks, a Barion leva sua expertise para uma categoria que vem ganhando espaço nas prateleiras e na rotina dos brasileiros, impulsionada pela procura por alimentos que combinem atributos nutricionais, conveniência e sabor.
Nesse cenário, ganha força a chamada indulgência equilibrada, tendência que busca conciliar prazer e benefícios nutricionais. A proposta se traduz em produtos que mantêm características associadas à indulgência, como chocolate, wafers e cremes, ao mesmo tempo em que incorporam atributos valorizados pelo consumidor contemporâneo, como maior teor de proteínas e opções sem adição de açúcar.
Sobre a Barion
Fundada em 1960, a Barion é uma das marcas mais tradicionais do setor de chocolates e produtos derivados de cacau do Brasil, com uma trajetória marcada por inovação e qualidade. A empresa possui sua fábrica em Colombo (PR), lojas próprias e está presente em milhares de pontos de varejo. A marca oferece um portfólio amplo que inclui chocolates, wafers, biscoitos, Pão de Mel, creme de avelã e itens sazonais, como os tradicionais ovos de Páscoa. A empresa emprega mais de 400 colaboradores.

Serviço:

Lançamento Body On - Barion
Data: 29 de agosto, das 8h às 11h.
Local: Olaria do Parque (unidade Barigui)
Alameda Professor Rubens Requião, s/n (na antiga chaminé da olaria) – Parque Barigui | Curitiba (PR)

Atividades abertas ao público:

Yoga com Mia (@miaayoga) - 8h às 9h
Treinão de corrida com Paola Carrijo (@paolacarrijo) 8h30 às 9h30
Beach tennis - Super 8 mista D - 9h às 11h
Ballet Funcional com Paola Cavalcanti (@fer_cavalcanti)

Participação gratuita, com vagas limitadas. Inscrições via Sympla

Artefacto Curitiba celebra 50 anos com Mostra 2026

Com o tema “Maturidade”, nova edição reúne nomes da arquitetura e do design de interiores, apresenta a coleção Edition 2026 – Cosmos e marca um novo momento da operação da marca na capital paranaense.

No ano em que celebra cinco décadas de história, a Artefacto anuncia a Mostra Curitiba 2026, que tem como tema “Maturidade”. A edição reúne renomados arquitetos e designers de interiores convidados a desenvolver ambientes autorais que traduzem diferentes interpretações sobre o tempo, a permanência e as experiências acumuladas — e seus reflexos na evolução do morar contemporâneo.

Em Curitiba, o conceito ganha um significado particular. A abertura da Mostra coincide com um importante momento de expansão da operação local, marcado pela aquisição da Villa Margarethe, um dos casarões históricos da Rua Comendador Araújo. Construída em 1917, a residência integra a memória arquitetônica da capital paranaense e passa a fazer parte de um novo capítulo da presença da marca na cidade.

A incorporação de um imóvel centenário à operação estabelece um diálogo natural com o tema da Mostra. Maturidade, neste contexto, também se traduz na valorização do tempo, da memória e da permanência, abrindo novas possibilidades a partir de uma história já construída. A expansão reforça a presença da Artefacto no mercado paranaense e integra o atual ciclo de investimentos da empresa em endereços estratégicos no país.

Mais do que uma exposição de arquitetura e interiores, a Mostra reafirma um dos pilares construídos pela Artefacto ao longo de sua trajetória: o estreito e bem-sucedido relacionamento com os profissionais locais. Nesta edição, os ambientes exploram diferentes perspectivas sobre a maturidade, valorizando escolhas conscientes, identidade, memória, autenticidade e permanência — conceitos que dialogam tanto com as novas formas de morar quanto com o momento vivido pela própria marca em seu cinquentenário.

Em paralelo, a Artefacto apresenta a Edition 2026 – Cosmos, coleção assinada por sua diretora criativa, Patricia Anastassiadis. Inspirada na ideia de ordem e totalidade que estrutura o universo, a coleção reúne móveis marcados por linhas puras, volumes definidos e proporções exatas, em um equilíbrio entre forma, técnica e função. A pesquisa de materiais combina pedra, vidro martelado, metal, couro e camurça em peças de presença serena, concebidas para atravessar o tempo e permanecer relevantes.

“Celebrar 50 anos é reconhecer nossa trajetória e continuar olhando para o futuro. Em Curitiba, esse movimento ganha um significado especial com a Villa Margarethe, um imóvel que carrega mais de um século de história. Sua incorporação à operação da Artefacto dialoga com o tema Maturidade e reforça nossa presença na cidade. É também um gesto para Curitiba, um presente que valoriza e ajuda a preservar sua memória”, declara Paulo Bacchi, CEO da Artefacto.
Da Villa Margarethe
A Villa Margarethe está inserida no Conjunto Urbano da Rua Comendador Araújo, oficialmente tombado pelo Estado do Paraná em 2004. Pela qualidade de sua arquitetura e estado de conservação, é considerada um dos exemplares residenciais remanescentes mais representativos da Curitiba das primeiras décadas do século XX, período em que a prosperidade da erva-mate e o avanço da indústria contribuíram para transformar a paisagem urbana da cidade.

Erguida originalmente para Oscar Charles Mueller, a residência recebeu o nome Villa Margarethe em homenagem à sua esposa, Margarethe Lepper. O imóvel remonta ao período de prosperidade econômica impulsionado pela erva-mate e preserva características da arquitetura residencial da Curitiba do início do século XX, reunindo referências do Art Nouveau, ecletismo europeu e da arquitetura germânica.

Segue abaixo os ambientes da Mostra.

Ana Letícia Virmond / @analeticiavirmond

Serenidade conquistada ao longo da vida: é assim que Ana Letícia Viermond define maturidade. Experiência que se transforma em repertório e conduz a escolhas conscientes e assertivas. O projeto Casa Lounge traduz essa ideia em um espaço gourmet que convida a desacelerar, compartilhar momentos e celebrar o prazer das boas escolhas. Para Ana, o verdadeiro luxo está no que permanece, no que desperta emoções e, acima de tudo, resiste ao tempo. Como os móveis. Cada um deles respeitando a essência da Artefacto e valorizando a excelência técnica e artesanal de seus produtos. A integração entre as áreas, por exemplo, é plena e natural, favorecida pelo módulo Lounge, peça protagonista, que segundo a profissional sintetiza o próprio conceito do projeto, ao colocar arte, matéria e permanência em perfeita harmonia. Nos demais móveis, materiais como madeira, mármore, tecido e couro reforçam a sensação de atemporalidade, enquanto o desenho limpo evidencia a simplicidade das formas. Como ocorre, por exemplo, com a mesa de jantar Jud, a cadeira Lille, a banqueta Hara e a poltrona Calix que se unem ao lounge em uma composição equilibrada onde cada detalhe dialoga com o todo.

André Bertoluci / @andrebertoluciarquitetura

Maturidade é compreender que o tempo e o silêncio revelam a essência das coisas. Fiel à máxima, Living & Convívio, projeto de Andre Bertolucci reflete exatamente isso: espaços que não seguem tendências, mas que acolhem histórias, fortalecem vínculos e permanecem atuais pela verdade de cada escolha. Para o arquiteto, o tempo não diminui o valor das coisas, mas as revela. Uma visão que se materializa em uma sequência de ambientes – living, sala de jantar, lounge e estar bar – que traduzem diferentes momentos da convivência: receber e compartilhar. Privilegiando materiais naturais – madeira, mármore, fibras naturais e cerâmica artesanal – a atmosfera é serena e atemporal. A iluminação combina luz natural, filtrada pelas cortinas, com camadas de iluminação artificial, reforça a sensação de permanência e bem-estar. Escolhido pela sua capacidade de equilibrar design e longevidade, o mobiliário traz como destaque o módulo Evans e o sofá Direc, coluna de jantar Sabang e poltronas como a Mayu e a Arua. Entre todas as peças, porém, a poltrona Arua, ocupa lugar especial no projeto, por sua linguagem, a um só tempo, artesanal e contemporânea.

Angela Chinasso Arquitetura / @angelachinasso

O projeto de Angela Chinasso e Carlos Reichmann é quase uma licença poética: transformar o sótão em uma suíte com três ambientes –quarto de vestir, sala de banho e hall de distribuição–, no qual a habilidade da profissional se revela na liberdade criativa e na harmonia entre espaço e indivíduo. A luz natural que entra pelas mansardas foi preservada, mantendo paredes e tetos brancos para dar respiro aos olhos e permitir que cores, texturas e mobiliário assumam protagonismo. Para a dupla, a maturidade pode ser definida como o silêncio do excesso e a permanência do essencial e o projeto confirma a tese.

Escolhido não apenas pelo seu componente estético, mas pela capacidade de emocionar e criar vínculos, o mobiliário traz peças de perfil atemporal e dimensões compatíveis com as dimensões do ambiente, tais como o buffet Kep e a coluna de jantar Maniang, que organizam e equilibram o espaço; a cabeceira Talalla que imprime continuidade ao quarto, sem obstruir a entrada da luz natural; a mesa de centro Pandia e a mesa componível Kentar: móveis que funcionam como pontos de apoio versáteis, capazes de se adaptar a diferentes momentos.

Ary Jacobs e Renan Mutao / @architetonika

Tempo Vivo, loft com jardim, que leva a assinatura da dupla Ary Jacobs e Renan Mutão, nasce da compreensão de que amadurecer não é imobilidade, nem apego ao passado. Mas sim a segurança de acolher o novo sem perder a identidade. Para os arquitetos, maturidade é permitir que o tempo nos transforme sem apagar aquilo que nos identifica. Dessa forma, integrando living, suíte e varanda, o espaço traduz essa filosofia ao criar uma base sólida sobre a qual novas histórias possam ser incorporadas. E revelando por meio do confronto de épocas, linguagens e estilo, que a verdadeira sofisticação está na continuidade e na autenticidade. A paleta de tons terrosos, marrons profundos e nuances minerais é pontuada por verdes intensos e inesperados. A iluminação em camadas valoriza volumes e texturas, destacando obras e objetos, enquanto zonas de luz e sombra reforçam o caráter cenográfico. Selecionado com critério, o mobiliário, integralmente especificado para compor essa atmosfera, traz móveis como o módulo Coltrane e a cama com cabeceira Talalla. Peças escolhidas pela capacidade de atravessar diferentes momentos, sem perder relevância.

Camila Picoli / @volarque

Um espaço que acolhe, desperta os sentidos e transforma a arquitetura em cenário de memórias, encontros e escolhas que permanecem. Assim pode ser definido Essência: quarto criado por Camila Picoli que traduz maturidade como a expressão do tempo vivido com significado. Uma ideia que se manifesta por meio de escolhas precisas – uma paleta de cores neutra e terrosa, a iluminação indireta e cênica – além de uma profusão de texturas, que ajudam a transformar o ambiente em uma autêntica experiência sensorial. Especificado para sustentar essa visão de sofisticação, o mobiliário marca presença, mas sem excessos: o sofá Illi e a cama Brasília estabelecendo o eixo de conforto, acompanhados por mesas como a Boyang, Vide e Nambu, que oferecem um tipo de apoio a um só tempo funcional e elegante. A estante Apex organizando o espaço com leveza e precisão, enquanto peças como o banco Emile e a mesa bar Lena acrescentam versatilidade. Entre todos os móveis, porém, a poltrona Pollux ocupa lugar especial: seu desenho baixo sugere pleno acolhimento, enquanto um detalhe na parte posterior, em material distinto, a torna escultural sob qualquer ângulo.

Caroline Andrusko Arquitetos / @carolineandruskoarquitetos

Compreender que a verdadeira riqueza está naquilo que permanece. Nos vínculos que construímos, nas histórias que compartilhamos e nas memórias que levamos. Tudo isso é o que define a essência da maturidade, segundo a arquiteta Caroline Andrusko. O projeto Capítulos surge assim como uma celebração da passagem do tempo: um espaço que acolhe o presente e preserva o futuro. Mais do que um espaço residencial, o ambiente foi concebido para acolher experiências que atravessam o tempo: refeições compartilhadas, conversas prolongadas, risadas que fortalecem vínculos. A curadoria do mobiliário reforça essa percepção. Módulo Orfei, mesas de centro como a Jud e a caixa bar Manhattan traduzem leveza e atemporalidade. Em contraponto, peças de personalidade como a mesa de jantar Radix e a cama Tassel revelam expressão artesanal. Essa composição de contrastes, segundo Caroline, resume a própria maturidade: razão e sensibilidade, matéria e memória. Entre todas as peças, porém, a mesa Radix e as cadeiras Nori são, para ela, as que carregam maior significado: representam o gesto de compartilhar alimentos e fortalecer vínculos.

Cris Daros / @crisdaros_arquitetura

Silenciar o excesso para revelar o essencial: é nesse gesto que Cris Daros encontra a maturidade. O projeto O Tempo que Transforma traduz essa filosofia em dois ambientes que dialogam com fluidez e onde o luxo não se impõe, mas acolhe. living e estar íntimo/escritório se conectam em um exercício de amplitude e sofisticação. Mármore, camurça, boiserie e tecidos texturizados criam uma composição elegante que convida à contemplação, à pausa e ao habitar a melhor versão de si mesmo. A paleta em branco e verde, por sua vez, reforça a atmosfera de serenidade, enquanto a iluminação cenográfica transforma o espaço em um oásis de conforto e acolhimento. O sofá Evans surge como o coração do living, com suas proporções generosas e linhas limpas. As poltronas Mayu imprimem movimento ao espaço, com seu design giratório que permite múltiplas interações. A mesa lateral Stewart, com seu desenho preciso e acabamento refinado, funcionando como ponto de apoio e elemento escultórico. E por fim, o buffet Sanur, com suas linhas suaves e acabamento que valorizam a materialidade, tornando-se peça-chave para o equilíbrio visual do ambiente.

Deborah Nicolau / @deborahnicolau

No ano em que celebra seus 50 anos, Deborah Nicolau apresenta o Home DNA, um espaço que traduz a maturidade como processo contínuo de evolução. Mais do que um home theater, o ambiente é concebido como refúgio: um lugar de silêncio e emoção, de leitura e contemplação, de encontros e memórias. Para Deborah, maturidade é viver com intencionalidade, cultivar gratidão e continuar evoluindo sem perder a essência. O Home DNA é a materialização dessa visão particular: um ambiente que emociona hoje e que pretende continuar fazendo sentido amanhã.

As curvas percorrem o espaço em movimento contínuo, inspiradas na ideia do infinito. Nada termina em si mesmo; cada gesto conduz ao próximo e o mobiliário vem reforçar essa filosofia. O módulo Baco, peça central do projeto, com suas proporções generosas e encostos móveis, adaptando-se aos mais diferentes momentos: de uma conversa a dois aos filmes assistidos com os amigos. Ao seu redor, poltronas como a Wiggins e a Times, mesas de centro Boyang e Lena, além da estante Apex, compõem uma escultura viva, onde forma e função coexistem em perfeito equilíbrio.

Denise Ribas e Carolina Ribas / @deniselribas / @carollealribas

Na Suíte Permanência, Carolina e Denise Ribas, mãe e filha, celebram a maturidade como a capacidade de fazer escolhas conscientes e valorizar aquilo que resiste ao tempo. Para as arquitetas, o verdadeiro luxo está no que permanece: materiais que envelhecem com dignidade e que atravessam gerações sem perder relevância. No ambiente, o pé-direito elevado amplia a sensação de liberdade e bem-estar, enquanto a madeira, presente no forro, e nos painéis das paredes, aquece o ambiente. Aparente, a estrutura do telhado reforça a honestidade construtiva, enquanto linho, pedra, couro e um grande tapete revelam uma arquitetura que merece ser experimentada pelos sentidos. A paleta cromática privilegia tons terrosos, beges e off-white, criando uma atmosfera serena e atemporal, ao passo que o mobiliário traduz maturidade em estética. Móveis como o sofá Argand e a cabeceira Maschio selecionados por suas linhas orgânicas e atemporais, privilegiando conforto e permanência. A poltrona Coquile simbolizando o equilíbrio conquistado ao longo do tempo, enquanto o módulo e puff Baco complementa a experiência com versatilidade.

Elaine Zanon e Claudia Machado / @arquitetareoficial

Inspiradas pela busca de bem-estar e pela valorização da experiência cotidiana, Elaine Zanon e Claudia Machado, do estúdio Arquitetare, reafirmam, neste projeto, que a verdadeira maturidade na arquitetura é construir espaços que permanecem significativos, revelando sua força na essência, e não na quantidade de elementos. Reflexo da experiência acumulada pelas profissionais na criação de ambientes que reúnem sofisticação e acolhimento, o projeto não apenas atende às necessidades práticas, mas também promove contemplação e pertencimento.

Desenvolvido para valorizar proporção e equilíbrio, o mobiliário foi escolhido com base em seu design atemporal e potencial de permanência como o sofá Patong e poltrona Zac, estruturam as áreas de convivência, enquanto mesas como a componível Lang, e a lateral Moh, traduzem funcionalidade com elegância. Como grande destaque a poltrona Eiru sinaliza a herança oriental da composição. Vistos em conjunto, cada elemento, segundo as arquitetas, foi integrado ao projeto para reforçar a ideia de maturidade como legado ou, em outras palavras, das escolhas que resistem ao tempo e, ainda assim, permanecem relevantes.

Guilherme Bez / @studioguilhermebez

Guilherme Bez parte da ideia de que maturidade é ousar com equilíbrio. Assim, seu espaço foi concebido como uma experiência sensorial, inspirado na superfície lunar e em sua materialidade moldada pelo tempo. Cada relevo é memória, cada textura é registro de transformação. Imperfeições são celebradas como expressão de autenticidade. Tudo nele convida à contemplação: o olhar feminino impresso na cortina sugerindo pausa, o poema em homenagem ao fundador da Artefacto, Albino Bacchi, oculto atrás de uma cortina translúcida.

Reforçando a atmosfera intimista e acolhedora da composição, o mobiliário explora ciclos e permanência. O sofá Papillon, a mesa de jantar Eclipse, as poltronas Ricci e as mesas Louise evocam formas orgânicas e circulares, remetendo às fases da Lua.

A mesa lateral Louise Plissê, em forma de ampulheta, sugere a passagem do tempo, enquanto as molduras Orbit e Aka evocam o movimento dos astros. Entre todas as peças, porém, as molduras Orbit e Aka ocupam lugar especial no imaginário do arquiteto. Além de ampliar o espaço por sua reflexão, elas criam dramaticidade – itens essenciais em seus projetos.

Gustavo Scaramella / @gustavoscaramella

O ambiente Déco Privé, assinado por Gustavo Scaramella, é uma declaração de autenticidade. Com perfume art déco e mistura de épocas e estilos, o projeto não teme sobrepor camadas. As linhas retas da marcenaria funcionam como pano de fundo para obras de arte, mobiliário e objetos compondo uma atmosfera marcante. O jogo de cheios e vazios, texturas e cores imprime intensidade, sem recorrer a falsos neutros. Para o arquiteto, maturidade é autenticidade, ousadia, repertório e segurança. E Déco Privé reproduz essa visão em um espaço marcante, onde moda, arte e arquitetura se encontram para sugerir experiências.

A iluminação é cênica e acolhedora, resolvida em grande parte com peças decorativas que criam uma atmosfera intimista e sofisticada. Escolhido, em função de suas proporções e escala, móveis como a poltrona Moh, a estante Jeri, a mesa de centro Trieste e o buffet Kep compõem um layout fluido e elegante. Juntos, cada item dialoga com a proposta, imprimindo profundidade visual ao espaço e estimulando uma abordagem sensorial. Entre todos, porém, o sofá Direc ocupa lugar especial: versátil, ele é um dos preferidos do arquiteto nos mais diversos projetos.

Ivan Wodzinsky / @ivanwodzinsky

Definições claras, diretas e conscientes. Um espaço residencial com dimensões reais, compatíveis com o mercado atual. O trabalho de Ivan Wodzinsky parte da ideia de que maturidade está nas experiências e no entendimento mais profundo das situações, tanto na vida pessoal quanto no exercício da profissão. Para Ivan, maturidade é continuar trabalhando com a mesma dedicação e entusiasmo dos 20 anos. E essa visão se torna perceptível em cada detalhe deste projeto. Camurça, madeira, couro e microtexturas criam uma atmosfera acolhedora, em tons de bege e marrom, enquanto a iluminação, intimista, divide o protagonismo com a luminosidade intensa das janelas do ambiente. Restrito ao essencial, o mobiliário foi escolhido por sua atemporalidade e pela predominância de materiais naturais na sua confecção. Entre os destaques estão a coluna de jantar Turen, com tampo em mármore marrom imperial, a poltrona Tanah giratória, a escrivaninha Moya e a poltrona Hobie. No living, o sofá Nocmii, a poltrona Tanah e o aparador Delray formam o triângulo conceitual que, segundo o arquiteto, sustenta a harmonia da composição.

Jacy Ebrahim, Cymara Ebrahim Largura e Camila Ebrahim Largura / @ebrahimarquitetura

Chegar à 15ª participação na Mostra Artefacto Curitiba é, para as arquitetas Camila, Cymara e Jacy Ebrahim, um marco de maturidade e continuidade. E, para comemorar a data, nada melhor do que celebrar as raízes da marca por meio da presença simbólica de uma jabuticabeira: árvore que evoca memória e permanência. Assim, foi em torno dela, que o trio projetou um lugar de encontros. Um espaço integrado a uma área gourmet e a uma grande varanda, pensado para receber e reunir. E foi assim que nasceu o Café e Varanda. Um ambiente projetado para reconhecer raízes, preservar memórias e criar novas camadas de encontro e convivência.

Reforçando essa narrativa de tempo e legado, o mobiliário foi escolhido em função de sua atemporalidade e capacidade de atravessar gerações sem perder relevância. A poltrona Kamari, com seu desenho orgânico e proporções generosas, sugerindo momentos de contemplação. O banco Hara adicionando versatilidade e, por fim, arrematando a composição, dois móveis essenciais: a imponente poltrona Indiana e a cadeira Molu, inspirada na cadeira diretor, convidando ao convívio em torno à mesa.

Jayme Bernardo / @jaymebernardoarquitetos

Para Jayme Bernardo, a maturidade não tem hora marcada para chegar: é um estado de espírito que acaba sendo alcançado por todos, cedo ou tarde, mas sempre com enorme valor. No projeto Vida Plena, concebido pelo arquiteto para ocupar a vitrine, essa visão se materializa em um loft inspirado pela cidade eterna de Roma. Uma composição na qual painéis e cortinas setorizam o espaço, produzindo uma atmosfera, ao mesmo tempo, sofisticada e acolhedora. Enquanto a iluminação, pensada em camadas, coloca em destaque volumes e materiais, conferindo profundidade e dramaticidade ao conjunto.

Tal qual a capital italiana, trata-se de um espaço que convida a desacelerar e apreciar o belo e, no qual, o mobiliário ocupa papel-chave, ampliando a sensação de requinte: os módulos Opus e Baco estabelecendo o tom exato de conforto. As mesas de centro como a Tarakan e a Lux criando pontos de apoio permanentes. Enquanto, a cama Capricórnio e as cômodas Ray e Greta reforçam a ideia de permanência. E, por fim, a Caixa Bar Pietra que ocupa um lugar especial no projeto, perfeitamente alinhado ao ideal de maturidade perseguido pelo arquiteto.

Jocymara Nicolau / @jocymaranicolauarq

Neste projeto, que leva a assinatura de Jocymara Nicolau, a maturidade é entendida como a capacidade de reconhecer o valor do essencial e transformar escolhas conscientes em espaços relevantes. Inspirada pela cultura nórdica, Jocymara valoriza o luxo silencioso: materiais naturais, conexão com a natureza e escolhas que transcendem tendências. Tal como ocorre no desenho neste loft, no qual a iluminação, desenvolvida por meio de automação, permite diferentes cenários que revelam camadas da arquitetura e transformam a percepção ao longo do tempo.

Pensado com base na sua capacidade de dialogar com a arquitetura, a escolha do mobiliário reforça a intenção de criar um ambiente sofisticado e, ao mesmo tempo, duradouro. Entre os destaques, estão o contemporâneo módulo Kadan – em versão atualizada que ampliou ainda mais as suas possibilidades de configuração –, a coluna de jantar Mulligan com tampo em cristal, a mesa de centro Lamai, de mármore, e a cama Zafra, com suas formas curvas e leveza visual. Entre todas elas, para a arquiteta, a cadeira Etta tem lugar especial. Segundo ela, por conta do equilíbrio e da precisão de seu desenho.

Juliana Meda / @julianamedaarquiteta

Juliana Meda entende maturidade como respeito ao tempo, às pessoas e às escolhas. Uma ideia que se materializa em um lounge concebido para convivência e criação e onde arquitetura e relacionamento se entrelaçam de forma natural. Em síntese, um espaço de trabalho pensado para receber clientes, promover encontros e apresentar projetos, transformando a convivência em eixo central da composição. Concebida em camadas, a iluminação valoriza texturas e reflexos, tendo por base uma combinação de madeira, mármore, couro e tecidos naturais, em permanente diálogo com os tons de vinho e de verde que envolve o espaço. No coração do ambiente, uma ampla ilha de mármore dialoga com a mesa Arco, apresentando o móvel como símbolo de convivência. Ao redor desse núcleo, diferentes atmosferas se revelam: o sofá Geta, as poltronas Nyx e a chaise longue Harrison oferecem acolhimento e pausa, enquanto mesas como Lena, Lux e Giocco imprimem versatilidade e sofisticação. Arrematando a composição, a escrivaninha Regia, acompanhada da poltrona Solis, configuram o espaço criativo, enquanto a caixa bar Pietra amplia a experiência de receber.

Larissa Galindo Arquitetura / @larissagalindoarq

Determinados espaços se limitam a abrigar, outros, a respirar. O Loft Equilíbrio, assinado pela arquiteta Larissa Galindo, nasce dessa intenção: ser um lugar para reunir, contemplar e permanecer. Em meio ao ritmo acelerado da vida contemporânea, o ambiente propõe devolver ao corpo a calma e à mente o equilíbrio. Para a profissional, maturidade é ter segurança para propor aquilo em que realmente acreditamos. O Loft Equilíbrio surge como materialização dessa ideia: um espaço que não remete apenas ao tempo, mas sobre como escolhemos vivê-lo. Como fio condutor, a própria matéria: o linho, que ganha personalidade com o uso; o revestimento das paredes, que celebra as marcas do tempo em vez de tentar escondê-las; e as pedras, que carregam em sua origem milhares de anos de existência. São escolhas que não almejam a perfeição, mas a autenticidade, assim como os móveis: o sofá Blossom, a poltrona Zac, a coluna de jantar Tibau e a cadeira Batar com suas proporções equilibradas e elegância silenciosa. A mesa componível Paloh e os bancos Kalao e Kawe, projetos adaptáveis às diferentes fases da vida, mas sem nunca perder significado.

Lisiê Pissetti / @lisiepissettiarquitetura

Uma paleta de cores claras, enriquecida por texturas sobrepostas, criando uma sofisticação discreta, silenciosa, que não precisa de excessos para se afirmar. Uma iluminação pensada para ser parte da arquitetura: protagonista durante o dia, intimista à noite. Apresentando três atmosferas distintas – sala de jantar, living e refúgio – Permanência, ambiente assinado por Lissiè Pissetti, é exatamente isso: um convite a ficar, a contemplar e a transformar o cotidiano em legado. Afinal, para ela, a maturidade está em valorizar o que permanece. Nesse contexto, a natureza se torna igualmente presente. Fibras naturais, pedras e vegetação compõem uma narrativa sensorial que celebra o tempo como aliado da beleza. Traduzindo acolhimento e permanência, o mobiliário reforça essa linguagem, por meio de suas formas fluídas e orgânicas: o sofá Nouvel, ponto de partida do projeto, com suas linhas arredondadas e estofamento em plumas de ganso. A coluna de jantar Sabang, a poltrona Luisa, o buffet Anyer, com as mesas componíveis Biak e Kentar, ao seu redor, construindo uma composição coesa e atemporal.

Luiz Mori Neto / @luizmorinetoarquiteto

Nas palavras do arquiteto Luiz Mori Neto, maturidade é olhar para trás. É reconhecer uma trajetória construída com disciplina e paixão. Mas, também olhar para frente e acreditar que os melhores projetos ainda estão por vir. Este escritório materializa essa filosofia: um ambiente que honra o passado, ousa nas cores e abre espaço para o futuro. Um espaço, a um só tempo clássico e contemporâneo, instalado em uma casa tombada pelo patrimônio histórico, concebido sem a preocupação de ser arquitetonicamente correto. Mas, sim, a expressão genuína de um instante criativo. Reforçando este ideal de maturidade, o mobiliário foi selecionado com base na sua qualidade atemporal: a caixa bar Chet, a poltrona Armstrong, o cavalete Manuk, o puff Kallady, a cadeira Miarin, a mesa componível Kentar e o aparador Manui. Todos escolhidos pela precisão de seus desenhos e pela capacidade de unir funcionalidade e permanência. Segundo o arquiteto, peças essenciais para a construção de um espaço que não busca apenas atender às necessidades práticas do dia a dia, mas também traduzir identidade e emoção ao longo do tempo.

Priscilla Muller / @primuller.arq

Em Origem, projeto que engloba living, biblioteca e hall, Priscila Muller explora a maturidade como leveza e confiança. Para a arquiteta, amadurecer é aceitar que não temos controle sobre tudo e, ainda assim, viver com serenidade, reconhecendo quem somos e, principalmente, quem não somos. É também reconhecer os aprendizados ao longo da jornada, mas sabendo que nunca seremos completamente maduros. Reflexo dessas convicções, seu ambiente ousa nas escolhas, valoriza o silêncio e transforma o ato de habitar em uma experiência leve e altamente significativa.

A cor terracota domina a paleta, trazendo calor e intensidade, enquanto a iluminação suave, e delicada, reforça o caráter acolhedor. O mobiliário prima por sua capacidade de produzir conforto e oferecer acolhimento. Assim, o módulo e puff Pluma, as poltronas Calisto e Mios, as mesas de centro Pandia e Davis, além do banco Lucero, compõem um espaço pensado para o uso cotidiano e o bem-estar permanente. Entre todos os móveis, a poltrona Calisto ocupa lugar especial: moderna e exclusiva, segundo a profissional, é ela que confere uma personalidade singular ao conjunto.

Samara Barbosa / @arq_samarabarbosa

Em meio à velocidade e às urgências da vida contemporânea, Samara Barbosa apresenta um espaço criado para celebrar a convivência: o café servido sem pressa, a taça de vinho compartilhada, a conversa que se prolonga, o livro aberto sobre a mesa. Em Tempo de Encontro a maturidade se traduz na escolha de materiais que envelhecem com beleza, uma vez que, para a arquiteta, o importante é perceber que o tempo não tira valor das coisas; pelo contrário, ele revela aquilo que realmente importa. Selecionado para compor essa atmosfera de permanência e acolhimento, o sofá Piero estrutura o living com linhas generosas e curvas que convidam ao relaxamento, criando um eixo de conforto e convivência. As poltronas Harrison e Carrie, por sua vez, acrescentam personalidade: a primeira com imponência e proporções marcantes, a segunda com suavidade e versatilidade, permitindo diferentes formas de uso. Entre todas as peças, porém, a caixa bar Pietra é o móvel que traduz a essência do projeto. Mais do que mobiliário, ela simboliza hospitalidade e acolhimento, afinal, abrir suas portas para servir um café ou um vinho oferece sempre a oportunidade de um novo encontro.

Suelen Parizotto Arquitetos / @suelen_parizotto_arquiteta

Há momentos na vida em que a maturidade se revela como liberdade de viver de acordo com nossos próprios valores, sem precisar da aprovação dos outros. Foi com base nessa visão que a arquiteta Suelen Parizotto concebeu o Living Raízes: um espaço criado para traduzir autenticidade e pertencimento, que presta uma homenagem às histórias que nos moldam e às memórias que nos acompanham. Com base em uma paleta de cores sóbria –, em tons de marrom, fendi e café – e materiais como madeira, couro e tecidos naturais para reforçar a ideia de permanência e essencialidade.

Dando corpo a essa narrativa, a escolha do mobiliário evoca valores perenes e essenciais: o módulo Maddox e as poltronas Kan e Luna estabelecendo o tom de acolhimento. As mesas de apoio como a Fylla, Croma e Nambu oferecendo versatilidade e leveza. E, finalmente, a mesa de centro Grid, tomada pela arquiteta como peça de contemplação, com seu interior de vidro trabalhado, produzindo uma sensação de profundidade acentuada, e surpreendendo o olhar. Para Suelen, um exemplo perfeito do melhor design contemporâneo: sofisticado e capaz de atravessar o tempo.

Talita Nogueira / @talitanogueiraarquitetura

Entre Tempos – espaço residencial híbrido que reúne living, quarto e jantar – criado pela arquiteta Talita Nogueira, é uma declaração sobre liberdade e desapego. Inspirado em referências artísticas locais, como o quadro da artista Ju Maia, o projeto celebra a história como patrimônio maior. É um espaço que aponta a maturidade como autonomia: reconhecer que nossa trajetória, com suas camadas e memórias, é o que nos torna verdadeiramente independentes. Reforçando a narrativa de que a construção de um ambiente não deve se limitar a tendências passageiras, mas sim, traduzir repertório e história, o mobiliário assume papel protagonista. O sofá Eos estabelece o eixo de conforto, enquanto mesas como a Yego, Moon e Brass oferecem versatilidade e sofisticação. A cabeceira Mira e o aparador Arco reforçam a ideia de permanência tão cara à arquiteta, ao mesmo tempo em que a moldura Orbit cria um ponto de contemplação. Entre as peças preferidas da profissional, a mesa Shah, a cadeira Vimen e a poltrona Pol ocupam lugar especial: são escolhas recorrentes, que se tornaram quase assinaturas em seus projetos, traduzindo pertencimento e autenticidade.

Viviane Loyola Arquitetos Associados / @viviane_loyola

Para a arquiteta Viviane Loyola, a maturidade, traduzida na criação de espaços contemporâneos, está em compreender que a verdadeira sofisticação não está em perseguir o novo indistintamente. Mas, sim, aquilo que, de fato, permanece. Em criar espaços que acolhem, equilibram elegância e conforto e, acima de tudo, continuam fazendo sentido ao longo do tempo. Tal como neste refúgio integrado – com living, jantar e suíte –, que celebra a chegada da maturidade não como um marco cronológico, de passagem do tempo, mas como conquista de um olhar mais atento e consciente sobre a vida. Um olhar capaz, por exemplo, de selecionar, em meio ao acervo Artefacto, os móveis mais afinados com a linguagem atemporal e as proporções equilibradas do seu projeto. Como o sofá São Paulo que organiza a área de estar, acompanhado pelas mesas de centro Ginza e Pandia e pelas mesas laterais Halston e Ginza. Assim como, no dormitório, a cabeceira Piet, a cômoda Ray e a mesa de cabeceira Berge que reforçam a ideia de permanência. Sem esquecer, claro, da mesa de jantar Circa que ocupa papel central na composição, sinalizando a troca de experiências e a construção de memórias.

Wolfgang Schlögel / @wolfgangschlogelpaisagista

No trabalho de Wolfgang Schlogel, maturidade significa respeito. Tanto no âmbito pessoal quanto profissional. Essa visão se reflete em seus projetos paisagísticos, concebidos para valorizar o que já existe na natureza e, quando necessário, apenas complementar com sensibilidade. Em seu jardim – que reúne espelho d'água, vegetações diversas, deck em madeira, vasos, esculturas, além de um painel artístico em cerâmica –, rochas e tons terrosos reforçam a conexão com a natureza, enquanto o verde predomina como cor essencial. A iluminação, pontual e calma destaca elementos-chave, criando uma atmosfera serena e acolhedora, adaptada aos mais diversos momentos.

Sintonizado com a proposta do paisagista, o mobiliário outdoor foi escolhido pela sua qualidade construtiva e capacidade de compor o projeto, sem no entanto interferir na leveza geral da composição. Entre os destaques módulos como o Zazah; poltronas como a Gap; e mesas de centro como a Lexter. A poltrona Calisto, porém, ocupa lugar especial: sua transparência e delicadeza permitem uso direto sobre o gramado, integrando-se, como poucas, ao desenho da área.

Serviço

Artefacto

Rua Comendador Araújo, 672 / Curitiba

Artefacto celebra 50 anos e novo momento em Florianópolis

A Artefacto reuniu arquitetos, designers de interiores, convidados e nomes da cena catarinense para a abertura da Mostra Artefacto Florianópolis 2026, em uma noite que marcou as celebrações dos 50 anos da marca e um novo capítulo de sua presença em Santa Catarina.

Com o tema “Maturidade”, a edição propõe um olhar sobre o tempo, a permanência e as experiências acumuladas, traduzidos em ambientes autorais assinados por profissionais da arquitetura e do design de interiores. A proposta ganha significado especial justamente no ano do cinquentenário da Artefacto, ao estabelecer um diálogo entre trajetória, identidade e as novas formas de morar.

A noite também celebrou a expansão da operação em Florianópolis, que ganha uma nova área e amplia a experiência oferecida a profissionais e clientes. O movimento integra o atual ciclo de investimentos da Artefacto em seus principais endereços no país e reforça a importância de Santa Catarina dentro da estratégia de crescimento da marca.

Outro destaque da Mostra é a Artefacto Edition 2026 – Cosmos, assinada pela diretora criativa Patricia Anastassiadis. Inspirada na ideia de ordem e totalidade do universo, a coleção explora linhas precisas e materiais como pedra, vidro martelado, metal, couro e camurça, em peças concebidas para atravessar o tempo.

Gastronomia, cultura e biodiversidade em encontro com Bel Coelho no Pátio Batel

O Pátio Batel recebeu, nesta terça-feira (18), a chef Bel Coelho para um encontro especial em torno de Floresta na Boca Amazônia – Pessoas, Paisagens e Alimentos, livro de sua autoria que reúne histórias e descobertas de uma jornada pela Amazônia. No talk, Bel compartilhou com convidados, formadores de opinião e clientes Singular o processo de criação e as experiências que deram origem à publicação.

Mediado pela jornalista Carol Olinda, o bate-papo percorreu temas como gastronomia, cultura alimentar e biodiversidade, além da relação entre ingredientes como açaí, cacau, castanha e mandioca, os territórios e os saberes de povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas e agricultores familiares. Marina também falou sobre o processo de traduzir em imagens as paisagens, histórias e personagens encontrados ao longo desse percurso.

A ocasião contou ainda com um coquetel especialmente preparado para os convidados e uma sessão de autógrafos com Bel Coelho, em uma experiência intimista que aproximou o público das histórias, sabores e territórios que inspiraram a publicação.

FOTOS
Crédito: Pátio Content LAB
LAB_9887: Chef Bel Coelho, autora do livro Floresta na Boca.
LAB_0106: Carol Olinda, jornalista e mediadora do talk no Pátio Batel.
LAB_0099: Camila Seleme Fleischfresser, Head de Marketing do Pátio Batel.
LAB_0064: Chefs Celso Freire e Gabriela Freire.
LAB_0131: O talk no Pátio Batel reuniu convidados, formadores de opinião e clientes Singular.

Roadshow I Love Italian Wines Roadshow I Love Italian Wines apresenta, em setembro, cerca de 60 expositores e vinhos inéditos para o mercado brasileiro

Inscrições para os eventos já estão abertas

Compradores de bares, hotéis, restaurantes, supermercados, empórios, distribuidoras e importadoras, interessados em conhecer ou revisitar o melhor da produção vinícola italiana, vão ter uma oportunidade única para isso em setembro, quando serão realizados os roadshows I Love Italian Wines.

Organizados pela ICE - Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas (ITA – Italian Trade Agency), que atua no exterior como Departamento para a Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália, em parceria com as feiras Vinitaly e a Wine South America, os eventos vão passar por quatro capitais: Brasília, no dia 11 de setembro, Rio de Janeiro (14/9), São Paulo (16/9) e Curitiba (18/9).

A programação inclui degustações de vinhos, muitos dos quais ainda inéditos no Brasil, e masterclasses que serão conduzidas por profissionais reconhecidos no Brasil e no exterior por seu conhecimento e experiência nesse mercado. É o caso de Mário Márcio Lescano Júnior, Italian Wine Ambassador pela Vinitaly International Academy e Chief Academic Officer da International Sommelier Guild (Brasília); Marcelo Copello, um dos principais críticos e curadores de vinhos do País (Rio de Janeiro); Jorge Lucki, membro da Académie Internationale du Vin e colunista do jornal Valor Econômico e das revistas Valor Investe e Prazeres da Mesa (São Paulo); e Julio Kunz, sommelier, consultor internacional, palestrante e Italian Wine Ambassador pela Vinitaly International Academy (Curitiba).

Os profissionais interessados em participar do I Love Italian Wines precisam cadastrar-se previamente pelo site www.italianwines.com.br

As regiões produtoras presentes no ILIW

ILIW promete uma verdadeira viagem enológica por 16 das vinte regiões italianas. Serão cerca de 60 vinícolas do país europeu e importadoras brasileiras que apresentarão mais de 600 rótulos.

Uma dessas regiões é o Vêneto, um dos terroirs mais versáteis e influentes da Itália, reconhecido pelas uvas tintas Corvina, Corvinone e Rondinella — base do Amarone della Valpolicella e do Valpolicella —, com Merlot e Cabernet Sauvignon/Franc presentes principalmente no Bardolino e em diversos IGT regionais, além das brancas Glera (mínimo 85% no Prosecco DOC), Garganega (mínimo 70% no Soave DOC), Pinot Grigio e Sauvignon. O Vêneto abriga rótulos emblemáticos como Amarone, Prosecco, Bardolino e Soave. De lá participam do ILIW oito empresas, o maior grupo do evento.

Da Toscana chegam seis vinícolas. A região central é célebre por grandes tintos à base de Sangiovese e notáveis pela longa capacidade de evolução — Chianti (mínimo 70% no Chianti DOCG e 80% no Chianti Classico), Brunello di Montalcino (100% Sangiovese, com no mínimo 5 anos de envelhecimento) e Vino Nobile di Montepulciano (no mínimo 70% Sangiovese, chamado localmente de Prugnolo Gentile). Entre os brancos históricos, destaca-se o Vernaccia di San Gimignano, primeira DOCG italiana (1966), produzido a partir da casta Vernaccia (mínimo 85%). A região também cultiva o tradicional Trebbiano Toscano, branco predominante desde o século XVII e historicamente exigido no Chianti, e Vermentino como branca mediterrânea em expansão. As variedades internacionais Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc entraram na região no século XX e ganharam destaque principalmente nos chamados "Super Toscanos" (IGT Toscana), como Tignanello, Sassicaia e Ornellaia.

Com cinco participantes, a Emilia-Romagna combina os estilos frisantes e espumantes típicos da Emília com a tradição vitícola da Romagna. Tem no Lambrusco seu grande ícone regional — tinto leve, levemente efervescente, produzido a partir de um conjunto de castas aparentadas (Grasparossa, Sorbara, Salamino, Maestri e outras, com 8 DOCs próprias). Brancos relevantes incluem o Albana di Romagna DOCG (mínimo 95% Albana, primeira DOCG branca da Itália, em 1987), sobretudo do tipo passito doce (incluindo a categoria "Passito" e "Amabile", o lendário "Albana Passito") e o Pignoletto (Colli Bolognesi Pignoletto DOCG, mínimo 85% da casta localmente chamada Pignoletto — botanicamente próxima do Grechetto).

O Piemonte, terra do Barolo (100% Nebbiolo), estará presente com quatro vinícolas. A região assina uma gama que vai dos tintos de longa guarda — além do próprio Barolo, o Barbaresco (100% Nebbiolo), o Barbera d'Asti DOCG (≥ 90% Barbera) e o Dolcetto d'Alba DOC (100% Dolcetto) — aos brancos e espumantes marcantes do gênero, com destaque para o Gavi DOCG (100% Cortese), o Roero Arneis DOCG (100% Arneis) e os aromas de Moscato Bianco que dão origem ao Asti DOCG e ao Moscato d'Asti DOCG.

Também com quatro empresas participantes, Abruzzo apresenta o consagrado Montepulciano d'Abruzzo DOCG (da casta Montepulciano, distinta da Sangiovese toscana), complementado pela versão rosato do Cerasuolo d'Abruzzo DOC e pelo branco Trebbiano d'Abruzzo DOC.

Sinônimo dos grandes brancos italianos, que combinam limpidez aromática, textura e elegância em rótulos como o Friulano e a Malvasia Istriana, além de tintos de personalidade (Refosco) e doces raros como o Picolit, o Friuli-Venezia Giulia traz três vinícolas.

Outros três produtores chegam da Campânia, terroir de antiguidade e energia vulcânica. A uva Aglianico dá vida a tintos profundos e longevos (como o Taurasi, conhecido como o Barolo do Sul), enquanto uvas como Fiano, Greco e Falanghina geram brancos entre os mais nobres da Itália (Fiano di Avellino, Greco di Tufo e Falanghina).

Outro destaque do evento são as três vinícolas localizadas na Puglia, região que se destaca por tintos com notas de fruta madura, calor e intensidade. Entre as uvas tintas, destacam-se a Primitivo, a Negroamaro, a Malvasia Nera e a Susumaniello; entre as brancas, sobressaem a Trebbiano Giallo, a Bombino Bianco, a Verdeca e a Malvasia Bianca. Entre os vinhos mais icônicos da região estão o Primitivo di Manduria DOC, o Negroamaro e o Salice Salentino DOC.

Vales alpinos e encostas que dão origem a vinhos de refinamento técnico caracterizam a região do Trentino-Alto Ádige, que produz tintos intensos como o Teroldego Rotaliano DOC (100% Teroldego) e o Lagrein DOC, brancos tensos de Chardonnay, Pinot Grigio, Müller-Thurgau e Gewürztraminer, e a efervescência do Trento DOC. Para o evento virão duas vinícolas.

Sicília e Lombardia também mostrarão a produção de duas empresas, cada uma. A primeira é um mosaico mediterrâneo de solos e climas: brancos sápidos e aromáticos (Grillo, Catarratto, Inzolia) e tintos encorpados (Nero d'Avola), além do histórico Marsala DOC. A segunda combina a sofisticação do espumante e a tradição continental. Entre as uvas tintas, destacam-se a Croatina, a Pinot Nero, a Barbera e a Merlot; entre as brancas, sobressaem a Chardonnay, a Riesling Italico, a Pinot Grigio e a Trebbiano di Lugana. Entre os vinhos mais representativos da região estão o Franciacorta DOCG, Lugana DOC, Valtellina Superiore/Sforzato e Oltrepò Pavese.

As quatro outras regiões serão representadas por uma vinícola cada.

É o caso da Úmbria, com vinhos de expressão intensa, caso do Sagrantino di Montefalco DOCG (100% Sagrantino). Já o Grechetto e o Orvieto Bianco representam o lado gastronômico da região, marcado por frescor e tradição. Entre as uvas tintas, destacam-se a Sangiovese, a Merlot, a Sagrantino e a Cabernet Sauvignon; entre as brancas, sobressaem a Trebbiano Procanico.

A Sardenha conserva um patrimônio de castas e estilos muito próprios. Entre os vinhos mais representativos produzidos na Sardenha estão o Vernaccia di Oristano DOC, o Vermentino di Gallura DOCG (100% Vermentino) e o Cannonau di Sardegna DOC (Grenache local).

Tradicionalmente ligado aos brancos dos Castelli Romani, o Lazio combina vocação histórica e diversidade territorial e, entre os vinhos mais representativos da região, estão o Est!Est!Est! di Montefiascone DOC, o Cesanese del Piglio DOCG (≥ 85% Cesanese) e o Frascati DOCG (≥ 70% Malvasia/Bellone).

E, por fim, as Marche são uma terra de equilíbrio entre mar e colina, onde os brancos alcançam uma expressão particularmente refinada. Entre as uvas tintas cultivadas na região, destacam-se a Montepulciano, a Sangiovese, a Lacrima e a Merlot; entre as brancas, sobressaem a Verdicchio, a Biancame, a Passerina e a Pecorino. Entre os vinhos mais representativos figuram Verdicchio dei Castelli di Jesi DOC, o Verdicchio di Matelica DOCG, o Rosso Conero DOC (≥ 85% Montepulciano), o Lacrima di Morro d'Alba DOC e o Bianchello del Metauro DOC.

Além das vinícolas italianas, várias importadoras também vão marcar presença no I Love Italian Wines 2026: Aurora, Barrinhas, Casa Flora, Cecconello Vino, ItaliaMais, Italy Import, Domno do Brasil, Europa Distribuidora, Futura 2, Grand Cru Importadora, Italibras – Vinifera Import, Mondo Italy, Nine, OP Global, Parajú, Porto a Porto, Rosso & Rouge, Sicilianess e Tucano.

Crédito das fotos: Gladstone Campos

Novos acessos: veja como chegar ao Shopping Estação durante as obras na região

Intervenções no entorno da Praça Eufrásio Correia alteram o trânsito; Shopping Estação segue funcionando normalmente e orienta clientes sobre as melhores rotas de acesso

As obras de requalificação da Praça Eufrásio Correia e as intervenções do BRT Leste-Oeste avançam para uma nova etapa e provocam mudanças importantes no trânsito da região central de Curitiba. Com bloqueios e alterações no fluxo de algumas vias, o Shopping Estação orienta os clientes sobre os caminhos disponíveis para chegar ao empreendimento.

Nesta terça-feira (18/08), teve início uma nova etapa das obras no entorno da Praça Eufrásio Correia. A via lenta da Avenida Sete de Setembro, no sentido Praça do Japão, entre as ruas Barão do Rio Branco e Lourenço Pinto, será fechada definitivamente para a implantação de um novo calçadão.

O Shopping Estação continua funcionando normalmente e permanece acessível a pedestres e motoristas. Para facilitar o deslocamento, a recomendação é que os clientes fiquem atentos às novas rotas e à sinalização instalada na região.

Para quem está de carro
Com a nova configuração do trânsito, o único acesso é pela Avenida Silva Jardim, virando na Rua Rockefeller. A via passou por alterações no trânsito ao longo das obras e conta com circulação em dois sentidos em parte do trecho, facilitando a chegada à entrada do estacionamento do empreendimento.

Para quem chega de Uber e Táxi, o ponto de chegada e partida é pela entrada da Rua Rockfeller.

A orientação é que os motoristas reduzam a velocidade e observem a sinalização provisória e as indicações dos agentes de trânsito, já que as intervenções continuam em andamento e podem provocar alterações pontuais na circulação.
Shopping segue funcionando normalmente
As intervenções fazem parte do projeto de requalificação da Praça Eufrásio Correia e do BRT Leste-Oeste. Entre as melhorias previstas estão a ampliação do espaço destinado aos pedestres, implantação de ciclovia, nova iluminação, paisagismo, melhorias de acessibilidade e a reestruturação das estações-tubo da região.

O novo calçadão será implantado no espaço anteriormente ocupado pela pista lenta da Avenida Sete de Setembro, ampliando a área de circulação em frente à Praça Eufrásio Correia.

Durante todo o período de obras, o Shopping Estação permanece aberto normalmente, com lojas, gastronomia, cinema, serviços e estacionamento funcionando nos horários habituais.

Serviço
Shopping Estação
Avenida Sete de Setembro, 2775 – Rebouças

Imagem: divulgação Shopping Estação

Nutry amplia portfólio de barras com lançamento de Whey Soft

Novo produto chega ao mercado com 14 g de proteínas, zero açúcares adicionados e textura super macia, reforçando estratégia da marca para avançar no segmento de barras proteicas

A Nutrimental amplia e aprimora o portfólio da Nutry com o lançamento da Nutry Whey Soft, nova barra proteica desenvolvida para atender a uma demanda crescente por produtos que combinem maior aporte de proteína, conveniência e prazer no consumo. Com 14 g de proteína por unidade, zero açúcares adicionados e quantidade de proteína superior à de carboidratos, o lançamento reforça a estratégia da marca de avançar em categorias de maior valor agregado dentro do mercado de barras.

O movimento ocorre em um cenário de expansão, visto que o mercado brasileiro de barras alimentícias registrou crescimento de 19,5%, impulsionado principalmente pelo avanço das barras de proteína. Nesse contexto, a Nutry, referência nacional em barrinhas e líder no segmento de proteínas de entrada, amplia sua presença no grupo de produtos de maior concentração proteica, buscando acompanhar a evolução das necessidades do consumidor, entregando o que considera de “A melhor barra whey da história da Nutry”.

Com 40 gramas e três sabores - Chocolate, Avelã e Cookies & Cream -, a Nutry Whey Soft combina um blend de Whey Protein e colágeno, recheio cremoso e base extremamente macia. A proposta é entregar uma experiência sensorial diferenciada em uma categoria na qual textura, sabor e composição nutricional têm ganhado relevância na decisão de compra. “A Nutry Whey Soft representa a evolução da nossa categoria de barras e traduz uma demanda que identificamos no consumidor: ter mais proteína, menos carboidrato e zero açúcares adicionados, mas sem abrir mão de sabor e prazer. É uma barra pensada para quem busca praticidade e nutrição, mas também valoriza a experiência de consumo”, destaca Ricardo Schrappe, Gerente de Comunicação da Nutrimental.

Proteína e experiência de consumo

A formulação foi desenvolvida para responder a uma das principais oportunidades identificadas no segmento: oferecer maior concentração proteica sem reproduzir a percepção de barras excessivamente densas ou com textura massuda.

O posicionamento combina atributos nutricionais e sensoriais para ampliar as ocasiões de consumo, indo além do público estritamente ligado à prática esportiva. A proposta é associar conveniência, saciedade e aporte proteico a uma experiência mais próxima da indulgência, mantendo o foco em uma alimentação com maior densidade nutricional.

O lançamento terá início com distribuição em pontos de venda físicos de Curitiba, incluindo as redes Condor, Muffato e Festval, além da Morifarma. Além disso, o produto também já está disponível na loja oficial da Nutry no Mercado Livre. A expansão para outros canais de e-commerce está em negociação, ampliando gradualmente a disponibilidade do produto para diferentes regiões e formatos de varejo.

Para apoiar a chegada da Nutry Whey Soft ao varejo, a Nutrimental prepara uma campanha de comunicação em Curitiba durante o mês de setembro. A iniciativa terá o produto como foco central e trabalhará os principais diferenciais da nova barra. O lançamento integra o movimento da Nutrimental de ampliar o portfólio da Nutry e fortalecer sua atuação em diferentes segmentos da categoria de barras.

Sobre a Nutrimental: Fundada em 1968, a Nutrimental é uma empresa brasileira de alimentos e nutrição com atuação nas frentes de consumo, food solutions, exportação e e-commerce. A companhia opera duas plantas industriais, no Paraná e em Minas Gerais, e mantém escritório comercial em São Paulo, com presença em mais de 90 mil pontos de venda no país e exportações para mais de 30 países. Com certificações ISO 9001 e APPCC, a Nutrimental oferece um portfólio diversificado que inclui cereais infantis, ingredientes para a indústria, soluções para food service e barras nutricionais da marca Nutry, líder em vendas e lembrança de marca no segmento. Alinhada às melhores práticas de ESG, a empresa desenvolve iniciativas nas dimensões ambiental, social e de governança, reforçando seu compromisso com inovação, qualidade e sustentabilidade.

Feira gratuita reúne mais de 5 mil discos de vinil neste fim de semana

Neste fim de semana, 22 e 23 de agosto, os amantes de vinil têm um encontro marcado na 2ª Feira de Vinil da Capivara CWB. A feira, que acontece no piso L1 do Shopping Curitiba, e tem entrada gratuíta, reúne mais de 5 mil discos nacionais e importados de diversos gêneros musicais, como rock, MPB, jazz, samba, pop, entre outros.

Espaço de encontro para colecionadores experientes e para novos entusiastas do som analógico, a feira oferece muito mais do que o acesso a milhares de álbuns entre clássicos e raridades reunidos. Proporciona aos visitantes a oportunidade de garimpar, trocar experiências e fortalecer a comunidade apaixonada pela cultura e pelo encanto dos discos de vinil.

Serviço
Feira de Vinil – Shopping Curitiba
Evento: 2ª Feira de Vinil da Capivara CWB
Data: 22 e 23 de agosto de 2026 (sábado e domingo)
Horário: Das 10h às 22h
Local: Piso L1, em frente à Riachuelo
Organização: Capivara Discos e Vinil Project

Nayme apresenta menu especial de inverno com sopas artesanais e clássicos da culinária árabe

Novidade da temporada traz sopas artesanais inéditas e pratos clássicos da culinária árabe para aquecer os dias frios de Curitiba com tradição, afeto e hospitalidade.
A gente sabe que comida árabe combina com tudo, inclusive com o frio de Curitiba. E no Nayme, o inverno sempre ganha um significado especial. Todos os anos, o restaurante prepara um menu exclusivo para a estação, pensado para transformar os dias frios em momentos de aconchego, sabor e encontro à mesa.
Mais do que um cardápio sazonal, o Menu de Inverno do Nayme carrega a essência da história da família. A culinária da casa nasceu inspirada nas receitas, nos sabores e na hospitalidade da vó Nayme, figura que dá nome ao restaurante e cuja memória permanece presente em cada detalhe da experiência. Neste inverno, a proposta é resgatar essa mesma sensação de acolhimento que marcava os encontros à mesa da família, transformando os dias frios em momentos de conforto, partilha e boa comida.
Neste ano, a proposta apresenta um novo ritual gastronômico: começar a experiência com uma sopa artesanal e seguir a refeição explorando os clássicos da culinária árabe. A inspiração veio justamente das tradicionais mesas árabes, onde refeições completas costumam iniciar com preparações quentes, aromáticas e acolhedoras.
“O inverno sempre foi uma estação muito especial para o Nayme. Neste ano, queríamos criar uma experiência que permitisse ao cliente iniciar a refeição com uma sopa artesanal e depois seguir explorando os pratos clássicos da casa. O resultado foi um menu que valoriza o ritual de compartilhar a mesa e aproveitar o inverno com mais calma e conforto”, explica a chef Yasmin Zippin Nasser.
O grande destaque da temporada são as novas Entradas de Inverno, criadas especialmente para aquecer o paladar antes dos pratos principais:
Sopa Broummana – R$ 30
Sopa cremosa de tomates assados, finalizada com pesto de hortelã e toque defumado, acompanhada de torradinhas.
Sopa Barouk – R$ 36
Carne cozida lentamente com especiarias, lentilhas e espinafre, finalizada com coalhada e toque cítrico, acompanhada de torradinhas.
Canja Árabe – R$ 32
Frango desfiado, trigo bulghur e toque de gengibre em caldo perfumado, finalizada com cheiro-verde e acompanhada de torradinhas.
Sopa Alley – R$ 34
Sopa cremosa de pinhão com frango desfiado e lascas de pinhão no azeite de oliva, acompanhada de torradinhas.
Além das entradas, o menu reúne pratos tradicionais perfeitos para os dias mais frios:
Chich Barak de Abóbora – R$ 85
Massa artesanal recheada com refogado de abóbora e especiarias, servida com coalhada cremosa e finalizado com alho, hortelã e tâmaras. Acompanha pão árabe.
Chich Barak de Carne – R$ 92
Massa artesanal recheada com refogado de carne com especiarias, servida com coalhada quente cremosa, alho, hortelã e tâmaras. Acompanha pão árabe.
Chich Barak de Cordeiro – R$ 98
Massa artesanal recheada com refogado de cordeiro com especiarias, servida com coalhada quente cremosa, alho, hortelã e tâmaras. Acompanha pão árabe.
Fattet Hommus – R$ 128
Grão-de-bico com carne bovina ao caldo ferrugem, finalizado com coalhada e croutons de pão árabe, acompanhado de arroz de aletria.
Os ingredientes escolhidos para o menu refletem a essência da culinária árabe: lentilhas, trigo bulghur, grão-de-bico, coalhada artesanal, hortelã fresca, tâmaras e especiarias tradicionais. Ao mesmo tempo, elementos que remetem ao inverno curitibano, como o tomate assado lentamente, os caldos preparados por horas e o pinhão, criam uma conexão entre a tradição árabe e a cultura local.
“Neste inverno, o Nayme propõe um novo ritual à mesa: começar a refeição com uma sopa árabe autoral e seguir a experiência com os clássicos que consagraram a casa”, destaca Yasmin.
O Menu de Inverno já está disponível no Nayme. Com ambiente acolhedor, arquitetura inspirada nas raízes da família e mobiliário que preserva peças que pertenceram à vó Nayme, o restaurante convida clientes a reunir amigos e familiares para desfrutar de uma experiência marcada por tradição, afeto e boa gastronomia.
Serviço
Nayme Culinária Árabe
@restaurantenayme
Coronel Dulcídio, 572 - Batel. 
Funcionamento: de segunda a segunda, incluindo feriados, das 12h às 23h30.
Menu especial disponível por tempo limitado durante a temporada de inverno.

Agosto musical no Jokers

Essa semana a casa mais eclética de Curitiba, o Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro Histórico), está cheia de atrações. A programação começa na terça-feira (18) com a tradicional noite de música celta com o Faroleste Duo com muita música de bucaneiros, folk e temas pop. Quarta-feira (19) tem o projeto D-Jazz, um movimento idealizado pelo baterista e produtor musical Daniel Argolo, que reúne diferentes nomes da cena instrumental para encontros sonoros únicos. Nesta edição ele será acompanhado por Paulinho Sabbag (piano) e Glauco Solter (baixo). No repertório standards do jazz e muitos improvisos. Na quinta-feira (20) a Banda Rádio K7, apresenta pop rock brasileiro da década de 70/80. Na sexta-feira (21) acontece uma noite com as bandas Syndics (especial The Killers) e Dolores (tributo Cranberries). E no sábado (22) a casa está fechada para evento.
Conhecida por abrigar vários gêneros musicais – a tradicional casa noturna de Curitiba comemora 25 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Até o final de agosto no Jardim de Inverno da casa está aberta ao público a exposição "Era Uma Vez no Contestado" com obras do quadrinista André Caliman que revisita a Guerra do Contestado, conflito ocorrido entre 1912 e 1916 na divisa entre Paraná e Santa Catarina.
A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. Os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.
Confira a programação até o dia 22 de agosto:

TERÇA 18 AGO, 20 horas – Terça Celta. Faroleste duo – No repertório muita música de bucaneiros, folk e temas pop com Marco Borgonhoni (violino) e Daniel Doria (violão). Entrada franca.

QUARTA 19 AGO, 20 horas – DJazz – Dum movimento idealizado pelo baterista e produtor musical Daniel Argolo, que reúne diferentes nomes da cena instrumental para encontros sonoros únicos. Ele será acompanhado por Paulinho Sabbag (piano) e Glauco Solter (baixo). No repertório standards do jazz e muitos improvisos. Entrada franca.

QUINTA 20 AGO, 20 horas – A Banda Rádio K7, apresenta pop rock brasileiro da década de 70/80 com sucessos de Secos e Molhados, Os Mutantes, Rita Lee, Jorge Benjor, Erasmo Carlos, Blindagem entre outros. Entrada franca.

SEXTA 21 AGO, 22 horas – – Syndics + Dolores – Apresentação das bandas numa noite com sucessos do indie rock. Syndics (especial The Killers) e Dolores Dolores (tributo Cranberries). Ingressos R$20 – a partir das 20 horas.

SÁBADO 22 AGO, 22 horas – Fechado para evento.

Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico
Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br
Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul - ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa.

Paradisíaca Morretes recebe quinta edição do LENDAA neste fim de semana

Festival acontece nos dias 21 e 22 de agosto e combina música eletrônica, Mata Atlântica, wellness e experiências imersivas em um dos principais destinos turísticos do Paraná

Curitiba, 17 de junho de 2026 - Cercada pela Serra do Mar e por uma das áreas mais preservadas de Mata Atlântica do país, Morretes se prepara para receber, nesta sexta-feira (21) e sábado (22), o LENDAA – Chapter V. Durante o fim de semana, a cidade histórica do litoral paranaense será destino para fãs de música eletrônica de diferentes regiões do Brasil, com uma programação que reúne artistas nacionais e internacionais, wellness, recovery e experiências de conexão com a natureza.

A pouco mais de 60 quilômetros de Curitiba, Morretes combina patrimônio histórico, gastronomia e paisagens naturais que fazem da viagem uma experiência por si só. Entre casarões históricos, montanhas, rios e cachoeiras, a cidade tem na Mata Atlântica um de seus principais patrimônios e encontra justamente nessa relação com a natureza um ponto de encontro com a proposta do LENDAA. Um dos símbolos locais é o Rio Nhundiaquara, que atravessa a cidade e ajuda a compor algumas de suas paisagens mais conhecidas. Na gastronomia, o destaque é o barreado, prato tradicional do Paraná que se tornou praticamente obrigatório para quem visita o município.

A viagem começa antes de chegar a Morretes

Para quem parte de Curitiba, existe ainda a possibilidade de transformar o próprio deslocamento em parte do roteiro. A histórica viagem de trem pela Serra do Mar atravessa a ferrovia centenária que liga a capital paranaense a Morretes, proporcionando vistas privilegiadas das montanhas e da Mata Atlântica.

Ao longo do trajeto, os passageiros passam por túneis, pontes, vales, rios e paredões da Serra do Mar, em uma viagem que se tornou uma das experiências turísticas mais conhecidas do Paraná. Para quem segue ao LENDAA, o percurso oferece uma maneira diferente de começar o fim de semana, trocando a estrada por uma imersão gradual na paisagem que também será protagonista do festival.

É nesse cenário que acontece o Chapter V. O LENDAA foi concebido para estabelecer uma relação direta entre música eletrônica e ambiente natural, transformando a ida ao festival em uma experiência que ultrapassa os limites tradicionais da pista de dança.

Grandes nomes da música eletrônica em Morretes

A programação de 2026 reúne artistas de diferentes vertentes da música eletrônica contemporânea. Entre os destaques internacionais está o francês Sébastien Léger, com mais de três décadas de carreira e passagens por Coachella, Tomorrowland e Loveland, além do emblemático live set para o Cercle nas Pirâmides de Gizé, no Egito. Outro nome de peso é o alemão D-Nox, referência do progressive house e artista que construiu ao longo da carreira uma relação especial com o público brasileiro. O time internacional se completa com Dor Danino, nome da cena underground que já recebeu suporte de artistas como RÜFÜS DU SOL, Diplo, Keinemusik, CamelPhat e Carlita.

Entre os brasileiros, Unfazed chega ao festival após alcançar o primeiro lugar geral do Beatport e do ranking Afro House com “A Gira”, faixa que ultrapassou 41 milhões de reproduções no Spotify e ganhou um remix de David Guetta. Também fazem parte da programação Carmelos, Dora Furlan, Felipe Poeta, JACKSON, Thibes & P.A., Riche e Yumi Project, completando uma curadoria que percorre diferentes sonoridades e propõe uma jornada de 12 horas de música.

O LENDAA também acontece fora da pista

A programação desta edição começa antes mesmo dos DJs assumirem o comando. No sábado (22), o festival promove o Wellness Day, desenvolvido em parceria com a LOFY. A agenda inclui caminhada pela Mata Atlântica, corrida, yoga, sound healing e experiências de recovery, incluindo estruturas para banho quente e banho de gelo. A proposta é aproveitar o cenário de Morretes para criar momentos de movimento, recuperação e contato com a natureza antes da programação musical. Ao longo da pré-festa e do festival também serão realizadas experiências holísticas e conectivas, conduzidas por profissionais de diferentes áreas e regiões do Brasil.

Outro destaque do Chapter V é a campanha “No Phones on the Dancefloor”, que incentiva o público a deixar o celular de lado por alguns momentos. Não se trata de uma proibição, mas de um convite para olhar diretamente para o palco, sentir a energia da pista e interagir com quem está ao redor sem a intermediação constante das telas.

Ao unir a paisagem da Serra do Mar, a atmosfera histórica de Morretes e uma programação dedicada à música eletrônica e às experiências imersivas, o LENDAA transforma o destino em parte essencial do próprio festival.

A quinta edição do LENDAA acontece nos dias 21 e 22 de agosto, no Santuário Nhundiaquara, em Morretes (PR). Os ingressos são limitadíssimos e estão disponíveis via plataforma Meaple (https://meaple.com.br/planeta-brasil/lendaa-v). Para mais informações, siga o perfil oficial do festival no Instagram: @seja.lendaa.

João Carlos Coutinho é a última atração do projeto Piano e Voz

O pianista e arranjador João Carlos Coutinho, que já tocou com Tom Jobim, Tony Bennett e foi maestro e arranjador de Maria Bethânia e Leny Andrade, é a última atração do projeto Piano e Voz – Uma jornada musical, série que a cantora Cristina El Tarran promove na Capela Santa Maria (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro). A apresentação acontece na próxima quinta-feira (20), às 19h30. No repertório do recital foram escolhidos temas jazzísticos como “500 miles High” (Chick Corea), clássicos da bossa nova “Tem dó” (Baden Powell/ Vinicius de Moraes), “Samba de Verão” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), “Ilusão à Toa” (Johnny Alf), entre outras surpresas musicais. Destaque para a participação especial do músico curitibano Jeff Sabbag (teclado). O projeto é dedicado à memória do pianista paranaense Fernando Montanari. Os ingressos, com preços populares de 15 e R$7,50, já estão à venda no site Comprenozet.
Cristina El Tarran lembra que este show encerra o projeto com seis pianistas, de gerações distintas, da linha de frente da música brasileira, que foram convidados para se apresentar com ela na Capela Santa Maria. “Nossa jornada musical começou em setembro do ano passado com Cristóvão Bastos parceiro de Chico, Aldir, Paulinho da Viola e tantos craques da música. Fizemos uma noite memorável. E a partir dali eu tive a certeza que tudo daria certo”. Ela conta que na sequência, em outubro, veio a juventude e o frescor de Davi Sartori com quem ela trabalha há alguns anos. “Além de nossa afinidade musical, nós dois nos entendemos no olhar”.
Depois de uma breve pausa, o projeto voltou em março desse ano com Gilson Peranzzetta, um dos maiores arranjadores do mundo, na opinião de Quincy Jones. “Cantar ao seu lado foi um presente que eu recebi nas vésperas dele completar 80 anos”. Em abril a série trouxe mais uma prata da casa, o pianista Fábio Cardoso. “Ele tem um jeito suave de tocar. Nosso amor pelo Chico Buarque nos aproximou ainda mais”, recorda a cantora. Em maio, a penúltima atração foi o pianista Osmar Barutti, que tocou no sexteto do Programa Jô durante anos. Nessa apresentação tivemos a participação especial do músico Derico Sciotti, seu parceiro de programa. “Foi uma noite de encontros, boas músicas e ótimas risadas” resume Cristina.
Na próxima quinta-feira, dia 20, a jornada musical termina com o pianista João Carlos Coutinho. “O João é um arranjador muito criativo, ele tem muito swing e trabalhou anos com a Maria Bethânia e com a Leny Andrade e, agora é um prazer dividir o palco com ele. Nós descobrimos recentemente uma paixão em comum pelo músico Chick Corea e, por isso, vamos fazer o tema ‘500 miles High’ durante o show. Juntos preparamos um repertório com muitas surpresas musicais que terá a participação especial de Jeff Sabbag, com quem tenho uma amizade linda, resultado de 40 anos de relação musical”.
Cantora e produtora Musical, Cristina El Tarran, com mais de 35 anos de carreira, domina repertórios variados da música brasileira ao mais puro Jazz. Sobre a homenagem ao pianista Fernando Montanari, ela conta que ele foi um nome fundamental no cenário da música instrumental em Curitiba. A cantora explica que em todos os concertos Montanari foi homenageado em reconhecimento ao seu talento e por sua contribuição significativa na origem do jazz em Curitiba. “Foi o Fernando que me incentivou a cantar o repertório jazzístico. E ele ensinava a todos de forma generosa e paciente. O projeto é dedicado a ele por ter construído uma história musical linda na cidade”, considera.
Dona de uma voz suave e acolhedora Cristina El Tarran apresenta sua arte com uma dedicação ímpar, traduzida na qualidade em tudo que faz. Em sua trajetória musical, Cristina dividiu o palco com grandes nomes da música nacional e mundial; Flora Purim e Airto Moreira, João Donato, José Neto, Rosa Maria Colin, Ayrton Montarroyos, Derico e Sérgio Sciotti, Fatima Guedes, Maestro Edson Frederico, Luiz Carlos Vinhas e, recentemente, com os pianistas Cristovão Bastos e Gilson Peranzetta. Agora é a vez de João Carlos Coutinho.
João Carlos Coutinho
Aclamado como pianista, arranjador, compositor e maestro, João Carlos Coutinho construiu uma trajetória marcada por colaborações com grandes nomes da música brasileira e internacional, como Leny Andrade, Tom Jobim, Maria Bethânia, Paquito D'Rivera e Tony Bennett. Durante muitos anos foi pianista de Leny Andrade e também atuou como arranjador e diretor musical em importantes projetos, entre eles o Prêmio da Música Brasileira, consolidando-se como uma das maiores referências do piano e dos arranjos no país.
O projeto Piano e Voz – Uma jornada musical Cristina El Tarran convida Grandes nomes do Piano Brasileiro é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo da Uninter.

Serviço: Piano & Voz – Uma jornada musical - Cristina El Tarran & João Carlos Coutinho.
Dia 20 de agosto, quinta-feira.
Horário: 19h30
Local: Capela Santa Maria (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)
Entrada: R$15 e R$7,50 (meia entrada).
Ingressos à venda no site Comprenozet pelo link: Piano & Voz.
Classificação 12 anos
Duração: 75 minutos

33ª Feira da Louça celebra conquista do título de Capital Nacional da Louça para Campo Largo

Evento será realizado de 3 a 13 de setembro, no City Center Outlet Premium, com 78 expositores, peças exclusivas, ofertas especiais e uma programação gastronômica com grandes chefs de destaque nacional

Campo Largo e toda a região se preparam para viver uma edição histórica da Feira da Louça. Entre os dias 3 e 13 de setembro, a 33ª edição do evento reunirá 78 expositores no City Center Outlet Premium, em uma estrutura ampliada para receber o grande público que, ano após ano, transforma a feira em um dos momentos mais aguardados do calendário paranaense.

A edição de 2026 ganha um significado ainda maior por acontecer no mesmo ano em que Campo Largo passou a ser oficialmente reconhecida como Capital Nacional da Louça. Para o público, a Feira da Louça continua mantendo sua principal característica, como a oportunidade de encontrar produtos de alta qualidade direto com as empresas e artesãos que fazem parte da tradição de Campo Largo, com peças selecionadas e promoções exclusivas para o evento.

Além de ampliar a área do evento, a organização trabalhou na distribuição dos espaços e na circulação interna para proporcionar uma experiência mais confortável aos visitantes. A expectativa é receber novamente um público expressivo, depois de uma edição de 2025 que ultrapassou a marca de 190 mil visitantes.

“Esta será uma edição muito especial porque acontece em um momento histórico para Campo Largo. O título de Capital Nacional da Louça reconhece uma trajetória construída por empresas, trabalhadores, empresários, artesãos e por toda uma comunidade que ajudou a transformar a louça na identidade do município. Nossa expectativa é fazer uma Feira à altura desse momento, com uma estrutura preparada para receber bem o público e uma programação que valorize ainda mais a indústria e a gastronomia”, afirma o presidente do Sindilouça-PR, Fábio Germano.

A Feira da Louça é promovida pelo Sindilouça-PR e se consolidou como uma importante vitrine para a produção de Campo Largo, atraindo visitantes de diferentes cidades do Paraná e também de outros estados. A força do evento acompanha a dimensão do polo industrial local, visto que Campo Largo responde por cerca de 75% da produção brasileira destinada aos setores de bar, hotel e restaurante

2ª Feira da Louça Gourmet

Se a indústria é a essência da Feira da Louça, a gastronomia será novamente um dos grandes destaques da programação. Em 2026, o evento recebe a segunda edição da Feira da Louça Gourmet, que durante os onze dias aproximará a produção de Campo Largo à gastronomia paranaense e de chefs reconhecidos nacionalmente.

A programação contará com a participação de nomes de destaque da gastronomia, incluindo o retorno do chef francês Claude Troisgros, que fez um grande sucesso na edição anterior. Entre as novidades, aula-show com a chef Manu Buffara, eleita Melhor Chef Mulher da América Latina pela premiação Latin America's 50 Best Restaurants em 2022; e ainda Celso Freire, um dos principais nomes da gastronomia paranaense e brasileira, considerado o chef dos chefs, que realizará uma noite com convidados da alta gastronomia, os chefs Igor Marquesini e Claudia Dotti. A programação ainda terá nomes de chefs que já passaram pelo MasterChef, como o Vitor Bourguignon e Johnlee Francis Steinsack. Campo-larguenses continuam nesta edição com novos pratos feitos pela chef Nathália Pianaro e os influenciadores Amandha Louise e Ademir Martinez.

A Feira da Louça Gourmet foi criada em parceria com o Sebrae e Senac para mostrar a conexão entre território, gastronomia e identidade, utilizando ingredientes que possuem Indicação Geográfica como protagonistas das preparações e representam diferentes regiões paranaenses e tradições. Para completar a experiência, as receitas serão apresentadas nas louças produzidas em Campo Largo, transformando cada prato também em uma demonstração da qualidade e da identidade da indústria que dá nome ao evento.

A Feira da Louça Gourmet será realizada em uma arena gastronômica montada pelo Senac especialmente preparada para a programação. Um dos elementos da estrutura será a bancada em fullstone, confeccionada especialmente para o evento pela Incepa, com a tecnologia BioSafe. O material incorpora, durante as etapas iniciais de produção do porcelanato, um aditivo à base de nanopartículas de prata com propriedades antimicrobianas, tecnologia desenvolvida para contribuir para um ambiente mais seguro e reduzir a presença de microrganismos na superfície.

Dama da Louça ganha novo conceito

A Dama da Louça, escultura criada pelo artista plástico campo-larguense Toto Lopes, está preparada para circular novamente por cidades da Região Metropolitana de Curitiba como parte da divulgação da 33ª edição. Para 2026, a Dama da Louça ganhará um novo conceito, mantendo a estrutura que já conquistou o público, mas apresentando uma proposta visual renovada, pensada para surpreender quem acompanhar o circuito de divulgação.

A obra, que se tornou um dos ícones visuais da Feira da Louça, é formada por cerca de 300 pratos e possui quase 500 quilos de estrutura. Desde que foi criada, nenhum dos pratos se quebrou ou apresentou lascas durante o transporte, um detalhe que acabou se tornando também uma demonstração simbólica da resistência e da durabilidade das louças produzidas em Campo Largo.

O evento

A 33ª Feira da Louça de Campo Largo será realizada de 03 a 13 de setembro de 2026, no City Center Outlet Premium. O espaço conta com estacionamento gratuito, praça de alimentação, espaço kids e dezenas de lojas nacionais e internacionais, que também estarão integradas ao movimento provocado pela Feira da Louça e com promoções especiais e bem atrativas para este período. A entrada para a Feira é gratuita.

O evento tem o patrocínio da Prefeitura Municipal de Campo Largo, do Sistema Fecomércio PR, do Sistema Fiep, Sebrae, da Compagás, Cocel, do BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e Caixa Econômica Federal; apoio da Secretaria de Turismo do Estado do Paraná, do City Center Outlet Premium e Clarim Imóveis; e promoção da RPC.

Serviço

33ª Feira da Louça de Campo Largo

Local: City Center Outlet Premium – Rua João Bertoja, nº 1995, Itaqui de Cima, Campo Largo (PR)

Data: 3 a 13 de setembro de 2026

Horários: 3 de setembro, das 17h às 22h. De 4 a 13 de setembro, das 10h às 22h.

Entrada e estacionamento: gratuitos

Mais informações pelo site www.feiradalouca.ind.br | Instagram: @feiradalouca | Facebook: @feiradaloucacampolargo.

Espetáculo “O Circo do Sol e da Lua” resgata a história dos palhaços brasileiros com apresentações gratuitas em Curitiba

Projeto une teatro, literatura, acessibilidade e sustentabilidade em homenagem à memória do circo nacional

O universo mágico do circo, a tradição dos grandes palhaços brasileiros e a importância da preservação da memória cultural são os fios condutores de "O Circo do Sol e da Lua", espetáculo teatral que chega a Curitiba com uma programação gratuita para todas as idades entre os meses de agosto e setembro. Além das apresentações, o projeto contempla o lançamento de um livro inspirado na peça, disponível também em e-book e audiolivro com recursos de acessibilidade, além da realização de oficinas de figurinos confeccionados com resíduos têxteis.

A iniciativa foi aprovada pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura – Governo Federal, e propõe uma ampla imersão na história dos palhaços brasileiros, aproximando diferentes públicos da riqueza dessa manifestação artística.

Com texto de Paula Giannini e direção de Amauri Ernani, o espetáculo apresenta uma emocionante homenagem aos artistas que construíram a identidade do circo brasileiro. A narrativa acompanha Augusto Matheus, um velho palhaço que vive dentro de uma lata de lixo e, a partir desse espaço simbólico, revisita lembranças, histórias e personagens que marcaram gerações. A metáfora do descarte social dialoga com a proposta estética da montagem, criada a partir de resíduos industriais e domésticos, reforçando conceitos de sustentabilidade, reaproveitamento de materiais e consumo consciente.

Muito além de uma peça teatral, "O Circo do Sol e da Lua" é um convite para refletir sobre a preservação da memória cultural brasileira. A montagem recupera números clássicos da comicidade circense e homenageia artistas que ajudaram a construir o imaginário popular, como Benjamin de Oliveira, considerado o primeiro grande palhaço negro do Brasil; Piolin, celebrado pelos modernistas da Semana de Arte Moderna de 1922; a inesquecível dupla Torresmo e Pururuca; além de ícones da televisão e do circo como Carequinha, Arrelia e o paranaense Xique-Xique.

O espetáculo também amplia o olhar sobre manifestações populares presentes em diferentes regiões do país ao destacar personagens tradicionais como o Papangu, o Mateus e o Palhaço de Reis, reafirmando a diversidade cultural que moldou a linguagem dos palhaços brasileiros ao longo dos séculos.

Segundo os idealizadores, a proposta não pretende realizar uma pesquisa acadêmica sobre o circo, mas celebrar um repertório construído por inúmeras gerações de artistas e preservar cenas cômicas que marcaram a infância de milhões de brasileiros e que hoje correm o risco de desaparecer.

Além das apresentações abertas ao público, o projeto realiza sessões especiais em instituições de ensino e entidades sociais, fortalecendo o acesso democrático à cultura e promovendo ações de formação artística por meio das oficinas de figurinos sustentáveis.

O lançamento do livro que acompanha o projeto amplia essa experiência cultural. A publicação reúne o texto da peça com ilustrações inéditas e será disponibilizada também em formatos acessíveis, incluindo e-book e audiolivro com Libras, democratizando ainda mais o acesso ao conteúdo.

Programação aberta ao público

18 de agosto – 19h
Rua da Cidadania Bairro Novo
(Rua Tijucas do Sul, 1700 – Sítio Cercado)

22 de agosto – 10h
Sessão Infantil da Biblioteca Pública do Paraná
(Rua Cândido Lopes, 133 – Centro)

26 de agosto – 19h30
Auditório da Rua da Cidadania Pinheirinho
(Avenida Winston Churchill, 2033 – Capão Raso)

28 de agosto – 19h30
Auditório da Rua da Cidadania Fazendinha
(Rua Carlos Klemtz, 1700 – Fazendinha)

29 de agosto – 9h30
Auditório da Rua da Cidadania Fazendinha
(Rua Carlos Klemtz, 1700 – Fazendinha)

03 de setembro – 14h
Biblioteca Farol do Saber Gibran Khalil Gibran
(Avenida João Gualberto, 141 – Centro Cívico)

10 de setembro – 14h
Auditório da Rua da Cidadania Cajuru
(Avenida Prefeito Maurício Fruet, 2150 – Cajuru)

Agenda para instituições (fechada ao público)

19 de agosto – 15h – Lar ADONAI

20 de agosto – 11h e 13h30 – Colégio Estadual Natália Reginato

25 de agosto – 10h – CEI Frei São Miguel

27 de agosto – 13h30 e 14h45 – Escola LBV

1º de setembro – 14h – Espaço Conviver Portão

15 de setembro – 14h – Escola Estadual Loureiro Fernandes

Ficha Técnica

Texto: Paula Giannini

Direção: Amauri Ernani

Projeto: Andreza Crocetti

Elenco: Andreza Crocetti, Paula Giannini, Amauri Ernani, Edson Vanzo e Marwen Hd

Equipe Técnica: Eloah Petreca

Livro: Texto de Paula Giannini, com ilustrações de Fil Felix e Guilherme Bosque

Editora: Palco das Letras (2026)

Serviço

Espetáculo: O Circo do Sol e da Lua

Gênero: Comédia para todas as idades

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Atividade: Espetáculo teatral e lançamento de livro

Entrada: Gratuita

Realização: Projeto aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura – Governo Federal.