Estresse e ansiedade provocados pela pandemia aumentam fatores de risco para infarto do coração

Hipertensão arterial, aumento dos níveis de gordura no sangue e da glicemia são alguns dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares que podem ser descontrolados com alterações emocionais

A pandemia da Covid-19 causou muitas mudanças repentinas na rotina das pessoas, principalmente, em relação ao trabalho e ao estilo de vida, trazendo também como consequência impactos para a saúde mental. Sintomas como estresse, alteração no sono, medo, ansiedade e preocupação excessiva passaram a aparecer em pessoas que nunca antes tinham relatado esses problemas. Um estudo realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em meados de 2020, mostrou que 80% da população brasileira tornou-se mais ansiosa depois da pandemia.

Segundo o cardiologista do Hospital Santa Cruz, Dr. Rafael Luis Marchetti (CRM-PR 27.361, RQE 26.361/26.367), o estresse e outras alterações emocionais provocadas pelas situações vividas durante a pandemia contribuem para o descontrole dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, principalmente o infarto do coração.

“O confinamento, o isolamento social e a falta de atividade física geralmente estão associados à mudança para pior no padrão alimentar e no hábito do sono. O estresse também provoca aumento dos níveis de adrenalina circulando, o que por sua vez aumenta os níveis da pressão arterial. Como consequência disso tudo, surge a hipertensão arterial, o aumento dos níveis de gordura no sangue, obesidade e aumento da glicemia, que são fatores de risco para infarto e AVC”, explica o cardiologista.

Outros estudos também mostram que, durante a pandemia, o número de mortes por doenças cardiovasculares aumentou significativamente, assim como o número de paradas cardíacas fora do ambiente hospitalar. O cardiologista explica que a demanda por consultas eletivas ou exames de acompanhamentos cardíacos nos últimos meses diminuiu.

“No início da pandemia houve uma forte recomendação para ficar em casa e evitar o hospital a qualquer custo. Boa parte da população evitou fazer consultas eletivas neste período, o que implicou em um descontrole das doenças de base como hipertensão, diabete e hiperlipidemia. Muitos pacientes também evitaram o hospital, mesmo sentindo sintomas de alerta como a dor no peito”, relata.

Diante das recomendações dos órgãos competentes para evitar o contágio da Covid-19, o cardiologista ainda reforça que os portadores de doenças cardiovasculares precisam ter cautela, mas lembra que as doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de mortalidade no mundo.

Atenção aos sinais

Além das complicações dos fatores de risco em pacientes cardiopatas, o estresse e a ansiedade, considerados fatores psicossociais, também desencadeiam outros efeitos negativos no corpo que podem aumentar a incidência de infartos. De acordo com coordenador da Cardiologia do Hospital Santa Cruz, Dr. Guilherme Barreto (CRM-PR 28.621, RQE 22.974/22.995), o reconhecimento precoce de um infarto pode salvar vidas e até mesmo prevenir incapacidades no futuro.

“É possível sim que um paciente tenha um infarto de forma assintomática. Contudo, os principais sintomas de alerta são dor no peito e falta de ar. Eles também podem surgir como sensação de peso no peito, irradiado para a ombros e braços, dores inespecíficas no estômago e associados a sudorese e náuseas. Nestes casos, a probabilidade de ser infarto do coração é alta”, detalha o coordenador.

O especialista ainda explica que pacientes com muitos fatores de risco como hipertensão, obesidade, tabagismo e, até mesmo, histórico de infartos na família, precisam ficar ainda mais atentos. “Em caso de algum sintoma de alerta, a primeira atitude é chamar ajuda médica o mais rápido possível ou procurar a emergência de um hospital”, ressalta.

Mudança de hábitos

Para preservar o corpo e a mente, a recomendação dos especialistas é manter hábitos saudáveis como alimentação, exercício físico e a prática de hobbies. Segundo a psicóloga do Hospital Santa Cruz, Jenima Prestes, o isolamento social privou severamente a socialização entre as pessoas e a prática de atividades, mas que existem outros métodos de tratamento para as disfunções psicológicas.

“Mesmo estando em casa, podemos fazer coisas das quais gostamos e, até mesmo, dar oportunidade para novas experiências como, por exemplo, fazer um curso de violão online, visitar um museu pela internet. Ou até mesmo exercícios físicos simples de alongamentos e fortalecimento muscular. Isso também é sair da zona de conforto”, exemplifica a psicóloga.

No caso dos pacientes cardiopatas, a orientação é manter uma alimentação balanceada com frutas, legumes e verduras, evitando o excesso de gordura e alimentos que contenham muito açúcar. Assim também como evitar sentimentos e situações que tragam mais ansiedade.

Sobre o Hospital Santa Cruz

Fundado em 1966, o Hospital Santa Cruz está localizado no bairro Batel, em Curitiba (PR), e, desde junho de 2020, é unidade integrante da Rede D'Or São Luiz - maior rede de hospitais privados do país com atuação no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Pernambuco, Maranhão, Bahia, Sergipe e Paraná. O Hospital Santa Cruz é considerado um centro de alta complexidade no atendimento das áreas de Oncologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Neurologia, Ortopedia, Pronto-Atendimento e Maternidade. Com estrutura e equipe multidisciplinares, equipamentos de última geração e um moderno centro cirúrgico, oferece cuidado de alta qualidade centrado no paciente, segurança assistencial e humanização do atendimento. É reconhecido com o selo de Acreditação com Excelência Nível III, entregue pela ONA, sendo a instituição acreditada nesta categoria por mais tempo no Estado. Mais informações em www.hospitalsantacruz.com.

Sobre a Rede D'Or São Luiz

Fundada em 1977, a Rede D'Or São Luiz é a maior rede de hospitais privados do Brasil, com presença em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Distrito Federal, Pernambuco, Maranhão, Sergipe, Bahia e Ceará. O Grupo opera com 52 hospitais, sendo 51 próprios e um hospital sob gestão. Atualmente a Rede D'Or contabiliza 7 mil leitos operacionais, e tem planos de chegar a 11 mil até 2022. São, ao todo, 51,1 mil colaboradores e 87 mil médicos credenciados, que realizaram 1,2 milhão de atendimentos de emergência, 254 mil cirurgias, 32 mil partos e 383 mil internações nos últimos 12 meses, além de 9,6 mil cirurgias robóticas desde o início do serviço, há cinco anos. A Rede D'Or São Luiz também conta com a Oncologia D'Or, rede de clínicas especializadas em tratamento oncológico em que está presente oito estados brasileiros.

Supermercados paranaenses doam respiradores e monitores para UTI ao Governo do Estado

Com o objetivo de colaborar com o Paraná para enfrentar esta crise de saúde em função do agravamento da pandemia, a Apras (Associação Paranaense de Supermercados) mobilizou o setor do estado para a compra de respiradores e monitores para a UTI. Praticamente R$ 700 mil foram arrecadados por 34 redes supermercadistas, o que possibilitou a compra de 28 monitores para UTI e 4 respiradores, conforme demanda repassada pelo Governo. O repasse será realizado conforme a demanda.

“Supermercados de diversos portes e de diversas regiões participaram desta mobilização, o que demonstra o quanto é importante que o setor privado se una para ajudar a população no enfrentamento da Covid”, afirma o presidente da Apras, Carlos Beal.

Além destas doações, desde o início da pandemia, as redes supermercadistas do estado estão doando alimentos, máscaras e materiais de higiene e limpeza, além de estreitar a parceria com o poder público em projetos e ações sociais.

Segue abaixo relação dos supermercados que participaram:
Agricer
Angeloni
Araupack
Bahniuk
Bavaresco
Bom Dia
Camilo
Canteri
Center Supermercados
Comercial Zonta
Condor Super Center
CSD
Dalpar
Festval
Irmãos Muffato
Ítalo
Jacomar
Molinis
Muffatão
Paraná Supermercados
Rickli
Saviski
Supermercado Boza
Supermercados Cisne
Supermercado Cristal de Tibagi
Supermercados Irani
Supermercados Ivasko
Supermercado Larissa
Supermercado Tissi
Supermercado Vilagge Paulista
Supermercado Trento
Superpão
Tozetto
Verona

Marca brasileira lança protetor solar natural e vegano

Desenvolvido pela NESH Cosméticos, Sunnature Nesh tem óleos essenciais e vegetais e extratos naturais e orgânicos em sua composição, é totalmente livre de toxinas que prejudicam a saúde e o meio ambiente, além de estimular o colágeno para manter a pele jovem e saudável

CURITIBA, 05/03/2021 – Combater o envelhecimento precoce e o câncer de pele são razões mais do que suficientes para justificar o uso diário de um protetor potente contra os raios solares e a luz azul. No entanto, a grande maioria das fórmulas atualmente disponíveis no mercado são eficientes na proteção, mas causam danos irreversíveis ao meio ambiente, em especial aos rios e mares, e até mesmo à pele.

Muitas pessoas não sabem, mas os protetores solares não biodegradáveis são um dos principais poluidores dos oceanos. Os cerca de 20 ingredientes químicos presentes na composição da maioria das fórmulas – como parabenos, talco, perfume sintético, paba, benzofenona, óleo mineral e derivados de silicone – contaminam as águas e agridem os ecossistemas marinhos. Entre os compostos mais utilizados, está a oxibenzona, que atua como bloqueadora dos raios ultravioletas e compõe mais de 3,5 mil produtos de proteção solar. O resultado são 14 mil toneladas de protetor solar que vão parar anualmente nos rios e oceanos. Não à toa, o uso de protetores solares químicos é proibido nos principais berçários naturais do Brasil, como o arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco, e o Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins.

Por isso, ao escolher um produto para proteger a pele, é também importante optar por uma alternativa sem substâncias químicas nocivas, mais saudável para você e também para o meio marinho. Com essa ideia em mente, a marca curitibana NESH Cosméticos, especializada em produtos veganos com ativos naturais e orgânicos, desenvolveu o protetor solar Sunnature Nesh.
Com toque seco e fator de proteção solar FPS 30 contra as radiações UVB e UVA, o Sunnature Nesh é indicado para todos os tipos de pele, para rosto, colo e mãos. Sua fórmula mais biodegradável, sem silicone ou filtros hidrossolúveis, é mais difícil de ser assimilada por organismos marinhos, limitando assim os danos ambientais causados pela sua utilização. Além disso, o Sunnature Nesh é livre de toxinas, hipoalergênico, dermatologicamente testado, com efeito antioxidante que combate os radicais livres e é feito com ingredientes orgânicos certificados.

Desenvolvida com ativos de origem natural e vegetal, com uma combinação exclusiva de filtros físicos, a fórmula do protetor solar vegano da NESH contém ingredientes como óleo de coco, extrato de algas marinhas, óleos de oliva e calêndula, extratos de chá verde, camomila e sálvia, vitamina E e aloe vera. Assim como todos os itens cosméticos da NESH indicados para uso diário, o Sunnature Nesh também possui Óleos Essenciais em sua composição, que traz um blend dos OEs capim-limão, alecrim e lavanda.

“Nossos produtos trazem toda a essência da natureza. Desenvolvemos linhas muito especiais, que não agridem o corpo humano e o meio ambiente, pois até a embalagem é biodegradável, com o selo 100% Eco Friendly, sendo 100% reciclável. Nos preocupamos com cada etapa do processo de produção, para que nossos cosméticos alcancem um altíssimo nível de qualidade”, explica Talita Rinaldi, idealizadora da NESH.

Até que seja implementada uma regulamentação proibindo a comercialização de protetores solares que contenham oxibenzona e outros componentes semelhantes, a escolha recai no consumidor. “Ao evitar protetores solares com esses elementos, você contribui para a proteção do meio marinho e a redução dos danos causados aos recifes de corais, além, é claro, de proteger sua pele de forma consciente”, completa Thiago Pissaia, também idealizador e consultor do projeto.

Os produtos da NESH estão disponíveis no site www.neshstore.com.br, com entrega em todo Brasil. Mais informações e dicas no perfil oficial da marca no Instagram (@nesh.eco.cosmeticos).

22:25

Nos últimos meses o home office imposto pela pandemia do coronavírus levou muitos profissionais a ficarem muito mais tempo com os seus pets. A mudança repentina na rotina familiar é um componente perigoso para o desenvolvimento de um transtorno de comportamento. Essa alteração na rotina pode deixá-los ansiosos e desencadear a “ansiedade por separação”, que pode ocorrer tanto pelo distanciamento como pela alteração de estar mais tempo presente. Os especialistas alertam que com a vacinação, muitas pessoas vão deixar o home office para voltarem ao ambiente de trabalho, essa mudança repentina deverá ser observada se não irá alterar o comportamento do seu pet.

De acordo com veterinária psiquiátrica da Jeito Animal, Fran Paese Cherobim, têm pets que não lidam bem com o fato de estarem sozinhos em casa e podem sofrer estresse e ter problemas sérios de saúde, além de comportamentos indesejados. “Cães que sofrem de ansiedade podem fazer lambeduras em excesso, perseguir a própria cauda, roer móveis, chorar e latir constantemente. Alguns cachorros se machucam de tanto arranhar portas. Também há relatos de casos de cães que pulam janelas de edifícios”, exemplifica a veterinária. Ela ressalta ainda que, embora os gatos tenham um temperamento mais independente, também podem sofrer com as alterações de rotina e ter comportamentos compulsivos e destrutivos. Os sinais mais comuns são: mudanças no apetite, arranhar móveis, miados em excesso, lambeduras e agressividade.

Para a especialista, o transtorno pode ser evitado com medidas simples. “As mudanças devem ser feitas de forma gradual, quando possível, e o tempo longe de casa ser aumentado gradativamente. Além disso, o tutor deve manter uma rotina de brincadeiras e brinquedos interativos para que os pets gastem energia. Para os cães, os passeios são muito importantes. Mas, quando o problema já está instaurado, a ajuda profissional é imprescindível”, ressalta.

O educador da Jeito Animal, Pedro Luiz Fontoura, conta que os tutores devem ter alguns cuidados para não piorar o transtorno e que o trabalho dele consiste em ensinar os clientes a se comunicarem com os pets e a conduzirem os treinamentos. “Algumas das coisas que ensinamos nestes casos é que o tutor não deve valorizar a saída de casa com grandes despedidas e não fazer festa no retorno ao lar”, exemplifica o educador. Mas, segundo ele, o transtorno de ansiedade por separação é bastante complexo e os casos devem ser avaliados individualmente.

Ele ressalta ainda como é feito o professor para identificar o transtorno. “Avaliamos o cão ou gato, a rotina da família e as condições do ambiente para desenvolver o protocolo. Nós trabalhamos também com florais e aromaterapia para auxiliar o processo. Em casos mais graves é necessário acompanhamento de um médico veterinário psiquiatra”, afirma Fontoura.

Casos onde o Home office evidencia a ansiedade dos pets

Antes da pandemia, a auditora Elize Dubliela trabalhava muitas horas fora de casa e viajava com frequência, por isso, a poodle Mel, de 9 anos, ficava muito mais na casa dos pais dela. Mel desenvolveu ansiedade por separação, mas foi durante o home office que Elize percebeu que o problema era grave. Os latidos excessivos fizeram com que ela procurasse ajuda dos educadores da Jeito Animal.

“Não basta fazer o treino semanal, mas sim ter uma dedicação diária para que ela possa incorporar os novos comportamentos aprendidos. Em um mês de treinos já percebi melhoras. O objetivo é que ela fique mais tranquila na minha ausência e, consequentemente, mais feliz”, comenta.

Sustos também alteram o comportamento

A golden retriever Bolacha, de seis anos, desenvolveu ansiedade por separação com comportamento destrutivo e agressividade. O problema começou após um evento traumático, um assalto na casa da empresária Cecília Bonaldi de Arruda. Esse caso também foi evidenciado durante o período de pandemia. Atualmente, Bolacha é acompanhada pela veterinária psiquiátrica Fran Paese Cherobim e está sendo medicada.

“O adestramento positivo ajuda nesse caso de ansiedade, pois brigar só piora a situação. Acaba virando um círculo vicioso entre a possível destruição que o cachorro fará e suas brigas”, ressalta Cecília. A tutora comenta, ainda, que o adestramento é muito importante pois ajuda a entender os limites e necessidades do cão.

Mais sobre Jeito Animal:
Site: ojeitoanimal.com.br
Instragram: jeitoanimalbr

Hospital Cardiológico Costantini realiza evento gratuito e on-line sobre Ciência do Esporte

No dia 25 de fevereiro, quinta-feira, o Hospital Cardiológico Costantini e a Academia do Coração realizam um seminário científico gratuito e on-line sobre Ciência do Esporte. O tema foi escolhido em homenagem ao Dia do Esportista, comemorado no último dia 19, e pela relevância para o momento, pois neste período atletas profissionais e amadores realizam suas avaliações pré-participação desportiva.

As palestras terão início às 19h de forma on-line e presencial (vagas limitadas conforme medidas de distanciamento) e contarão com a presença de médicos do corpo clínico do hospital, além de profissionais de equipes multidisciplinares envolvidos com futebol e esportes olímpicos. O evento é voltado para profissionais da área da saúde, educadores físicos, esportistas, jogadores e comunidade, em geral.

Sua transmissão ocorrerá pela plataforma ICostantini. Para acompanhar, acesse: www.icostantini.com.br e realize a sua inscrição. Para assistir presencialmente, ligue para (41) 3013-9074. O seminário é gratuito e será emitido certificado aos participantes.

SERVIÇO:
Seminário Científico sobre Ciência do Esporte - gratuito e on-line

Tema: Ciência do Esporte;
Data: 25/02/2021 (quinta-feira);
Horário: 19h
Local:
Presencial: (41) 3013-9074
Online - https://icostantini.com.br/
Gratuito
PROGRAMAÇÃO:

19h-19h05 – Abertura – Dr. Costantino Costantini;
19h05-19h35 – A importância da ciência esportiva na estrutura metodológica do trabalho no esporte profissional – Prof. Dr. José Carlos Brunoro (Diretor Executivo CEO do Coritiba Foot Ball Club);
19h35- 20h – Como levar a Ciência do Esporte até o atleta amador? – Prof PhD. Rafael Michel de Macedo (Diretor de Prevenção do Hospital Cardiológico Costantini);
20h- 21h – Mesa redonda: A importância da equipe multidisciplinar dentro do conceito da Ciência do Esporte – Coordenador: Prof PhD. Rafael Michel de Macedo | Prof. Dr. José Carlos Brunoro (Diretor Executivo CEO do Coritiba Foot Ball Club), Dr. Fernando Willington (Médico do Esporte do Hospital Cardiológico Costantini), Dra. Cristiane M. de Carvalho (Nutricionista do Esporte do Hospital Cardiológico Costantini), Dr. Paul André Alain Milcent (Ortopedista do Esporte do Hospital Cardiológico Costantini), Fst. Lucas Rafael Heleno (Clube Athletico Paranaense), Professor Marcos Walczak (Preparador Físico do Paraná Clube), Professor Andrey Paixão Silva (Preparador Físico de Natação do Clube Curitibano).

Align Technology lança nova versão do software para o planejamento de sistema Invisalign®

Ferramentas oferecem mais flexibilidade ao doutor e melhor experiência ao paciente

A Align Technology, empresa baseada no Vale do Silício, detentora da marca Invisalign® - líder mundial no mercado de alinhadores ortodônticos invisíveis - e do scanner intraoral iTero® Element, acaba de anunciar a nova versão de seu software de planejamento de casos, o ClinCheck® Pro 6.0.

O ClinCheck® Pro 6.0 é um software baseado em nuvem - aumentando a flexibilidade de acesso - que inclui controle 3D, em qualquer lugar e a qualquer hora, por meio de PC, Mac ou iPad.

O software também inclui uma interface mais intuitiva e a ferramenta In-Face Visualization, que permite a simulação do sorriso ao fim do tratamento na face do paciente.

"A ferramenta In-Face Visualization cria uma visão poderosa da simulação do sorriso dos pacientes que ajuda os doutores a engajá-los, aumentando o número de casos", diz o diretor clínico da Align Technology LATAM, Dr. Renato Mussa.

Para utilizar o In-Face Visualization, o Invisalign® Doctor precisa tirar uma foto do sorriso do paciente utilizando o Invisalign® Photo Uploader 4.6.0 ou versão superior ou utilizar o scanner iTero®. Após o planejamento ser finalizado no ClinCheck®, basta entrar em uma aba do software para ter acesso à simulação.

Todos os doutores credenciados no sistema Invisalign® terão acesso às novas ferramentas até o fim de 2020.

Sobre a Align Technology, Inc.

A Align Technology projeta e fabrica o sistema Invisalign®, o mais avançado sistema de alinhadores transparentes do mundo, o iTero® scanner e serviços intraoral e o software CAD/CAM. A Align tem ajudado a tratar mais de 8 milhões de pacientes com o sistema Invisalign e está impulsionando a evolução da odontologia digital com o scanner intraoral iTero e o software exocad CAD/CAM- modernizando as práticas atuais, permitindo melhorias na odontologia digital e nos fluxos de restauração para melhorar a experiência do paciente e as práticas eficientes.Visite https://www.aligntech.com para mais informações.

Para mais informações sobre o sistema Invisalign ou para achar um doutor Invisalign na sua região, visite https://www.invisalign.com. Para mais informações sobre iTero scanner digital, visite https://www.itero.com. Para mais informações sobre as ofertas de CAD/CAM dental exocad e lista de parceiros revendedores exocad, visite https://www.exocad.com.

Mais informações:

Agência A+

Atendimento: Laura Martins - laura@agenciaamais.com.br / (21) 98143-1113

Coordenação: Ana Carolina Hildebrandt - anacarolina@agenciaamais.com.br / (21) 98143-1113

Direção: Tatiana Marzullo - tatiana@agenciaamais.com.br / (21) 3150-3053

®2020 Align Technology, Inc. O dentista deve ser consultado. Os resultados podem variar de acordo com o paciente. Dr. Renato Mussa CRO-SP 79.328 - Align Technology do Brasil Ltda. CRO-SP 502. Casos raros de reação alérgica podem ocorrer. Visite invisalign.com.br
Cód. 106320

Pilar Hospital recebe certificação como referência no atendimento em AVC

O Pilar Hospital foi certificado, em dezembro de 2020, no Programa Angels (Angels Award). A premiação é uma iniciativa internacional da Boehringer Ingelheim para qualificar os centros de atendimento a Acidentes Vascular Cerebral (AVC) já existentes e auxiliar na implementação de novos centros. Mais de 150 hospitais no Brasil participam e mais de 2.800 hospitais no mundo.
O Pilar Hospital agora é um dos hospitais certificados com esse prêmio que foi lançado na Europa e acontece desde 2018 na América Latina, com o objetivo de reconhecer e honrar o comprometimento de profissionais e hospitais em qualificar o atendimento ao AVC, estimulando uma cultura de monitoramento de indicadores.
Para conquistar a certificação é necessário que a instituição de saída mantenha protocolos rígidos de atendimento, além de monitoramento constante, o que é fundamental para que os centros identifiquem possíveis déficits no seu atendimento, comparando-se com resultados de sua região e do mundo, e a partir dos déficits encontrados possam fazer melhorias em seu processo que vão repercutir em melhores resultados para seus pacientes.
O Angels Award classifica os hospitais como “Prontos para o atendimento do AVC” – quando tem a estrutura mínima e monitora os dados e estes hospitais recebem certificados e são reconhecidos nos grandes congressos nacionais e internacionais.

Legenda: Diretor técnico do Pilar Hospital, Paulo Sergio Matschinske, a diretora de enfermagem Mariangela Toledo Czornei (ao centro) e a gerente de enfermagem Débora Cordeiro de Melo.
Crédito: Divulgação

‘Novo normal’ do Brasil em pandemia da Covid-19 joga luz sobre o público sênior

• Temática central da Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum 2020, a maturidade no cenário durante e pós-Covid-19 é debatida por médicos e especialistas
• Evento digital acontece até domingo (22)

Teve início nesta sexta-feira, 20, a Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum 2020, com painéis, palestras, talkshows, atividades e experiências que seguirão até domingo, 22. O evento online é direcionado para o público sênior 50+ e ao mercado que atende a esse segmento e tem como temática central a maturidade no cenário durante e pós-Covid-19.

"A pandemia de coronavírus jogou luz na 'velhofobia' e tirou da invisibilidade os idosos. É preciso lutar contra esse preconceito 24 horas por dia e não só em nossas casas, mas em nós mesmos. Temos que entender que o público sênior pode tudo, até o último dia das suas vidas", declarou a antropóloga e escritora brasileira, Mirian Goldenberg. Ela participou do primeiro painel da Maratona Digital, que abordou o equilíbrio do bem-estar pessoal dos longevos com os fatores que foram adicionados neste ‘novo normal’ que estamos vivenciando.

Miriam está ativamente em contato com grupo de superidosos 90+ que são fontes da sua nova pesquisa. Ela aproveitou esse conhecimento diário para elencar cinco pontos que observou como essenciais para estes idosos no que diz respeito ao viver o agora e o futuro.

O primeiro é a valorização da liberdade de ir e vir e do tempo. Em seguida, o amor, afeto, confiança e apoio das pessoas próximas, mesmo que à distância. O terceiro é aprender coisas novas todos os dias. E o quarto é viver uma vida com significado, com o sentimento de serem úteis, ativos e produtivos. Por último, a vontade de viver acima de tudo. "Os idosos serão os protagonistas de uma transformação da sociedade, mais amorosa, digna e compreensiva", afirmou Miriam.

O painel contou ainda com a participação do autor e fundador do Makers - plataforma de educação e inovação - Ricardo Cavallini e o arquiteto e professor de Planejamento Urbano da Universidade de São Paulo (USP), Nabil Bonduki. A conversa foi mediada pelo diretor executivo da UNIBES Cultural, Bruno Assami.

Cavallini abordou uma outra reflexão da infinidade de transformações que foram aceleradas pela pandemia e como isso está ‘obrigando’ a sociedade a evoluir mais rápido para acompanhar o ritmo. Um exemplo é o home-office, que já existia em alguma capacidade, mas que hoje é considerado uma realidade que vai seguir no pós-pandemia. "O motor das transformações pode até ser a tecnologia, mas o maior impacto no ambiente de negócios é cultural. Estamos vivendo cinco anos em cinco meses", disse ele, que ainda acrescentou: esse momento em que estamos mais abertos às mudanças é o ideal para colocar em pauta a questão da idade e aproveitarmos a oportunidade para achar novos caminhos, mais interessantes para o longevo".

Já Bonduki chamou a atenção para as políticas públicas que devem garantir os direitos dos idosos de diferentes classes sociais, uma vez que vivemos em uma sociedade desigual. Ele explicou alguns pontos fundamentais para que as cidades estejam preparadas para os longevos, entre eles, a mobilidade física para a circulação sem dificuldades nas ruas e mobilidade digital com o acesso à internet, algo que ganhou ainda mais importância no cenário atual.

Outras questões centrais apontadas pelo arquiteto são as políticas públicas que incluem os programas habitacionais e a integração de espaços de entretenimento, de cultura, lazer e esportes em um único ambiente. E também o aspecto da saúde, que vai além do atendimento médico e é estendida a outros fatores, traduzidos em qualidade de vida, como uma alimentação saudável, saneamento básico e a disponibilidade de espaços verdes com ar puro.

Cerimônia de abertura com o anfitrião Ronnie Von

A Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum 2020 foi pensada como uma alternativa ao evento original devido à nova realidade de distanciamento social. O Longevidade Expo + Fórum teve uma exitosa edição conceito no ano passado, com mais de 150 expositores e um público superior a 10 mil pessoas, em São Paulo. Em meio à pandemia do Covid-19, o encontro virtual pretende manter unida a comunidade de longevos em todo o país, que está conectada à internet e interagindo ativamente no ambiente online.

A abertura oficial do evento aconteceu com a apresentação dos dirigentes de instituições parceiras, que deram as visões deles sobre a longevidade e o conteúdo programado para o evento - que será baseado em saúde, comportamento e consumo. A conversa no formato talkshow foi liderada pelo apresentador, ator e cantor, Ronnie Von e o empreendedor, idealizador e presidente da Longevidade Expo + Fórum, Francisco Santos.

Entre os convidados, o diretor executivo da União Brasileira Israelita do Bem Estar Social (UNIBES) Cultural, Bruno Assami, apontou que o preconceito contra o envelhecimento é o grande desafio do século 21. Já o presidente da Seguros Unimed, Dr. Helton Freitas, comentou que a longevidade só tem sentido quando acompanhada de qualidade de vida, e que não é possível imaginar uma vida longeva sem a completa inclusão digital que deve ser acompanhada de ferramentas mais intuitivas e pensadas para o público sênior.

Participou da conversa também a presidente da Associação Brasileira de Gerontologia (ABG), Eva Bettine, que é uma entidade formada por vários especialistas que estudam o processo de envelhecimento. Ela salientou que a importância do público sênior escrever a história da qual é protagonista e que as 27 horas de conteúdo da maratona vão demonstrar como fazer isso. Para finalizar, o bate-papo com a gerente de Programas Sociais do Sesc São Paulo, Cristina Madi, lembrou que são muitas as possibilidades de reinventar-se em qualquer momento da vida e revelou que divulgará, em primeira mão, durante a programação da Maratona Digital, os resultados de uma pesquisa sobre os idosos no Brasil que foi concluída em março deste ano.

Os aspectos do atendimento médico ao público longevo

Outro assunto que ganhou destaque neste primeiro dia da Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum 2020 foi o atendimento médico ao público longevo. Para abordar o tema, foram convidados os médicos da especialidade de geriatria, Dr. Venceslau Coelho, Dra. Maísa Kairalla, Dr. Luiz Antônio Gil e Dra. Kellen Negreiros.

Dra. Maísa falou sobre o envelhecimento sustentável, que engloba, entre os principais pilares, a imunização por meio de vacinas. "Estamos de frente à uma revolução no envelhecimento, em que hoje, no mundo, já existem mais pessoas com 65 anos do que crianças com menos de 5 anos de idade", destacou e ainda acrescentou: "é preciso compreender que 30% do envelhecimento é genética e os outros 70% são consequências das nossas atitudes e do meio externo".

A médica apontou as três vacinas que são imprescindíveis para o público sênior: pneumonia, influenza e herpes-zoster. "80% das mortes causadas pela pneumonia são com pacientes idosos. E a vacinação contra a influenza pode reduzir o risco de infarto do miocárdio em pacientes com coronariopatia", salientou. Sobre a vacinação contra herpes-zoster, uma infecção viral pouco conhecida, a Dra. Maísa revelou que a incidência e nível de gravidade da doença aumentam com a idade. "Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que, dos estimados 1 milhão de casos por ano, aproximadamente 70% ocorrem em adultos com mais de 50 anos de idade".

Na sequência, o Dr. Luiz Antônio Gil fez uma apresentação sobre o atendimento geriátrico em emergências. Ele ressaltou que a expectativa de vida além dos 60+ e 80+ anos serão uma regra e não excepcionalidade nas próximas décadas. Por isso, é importante que os hospitais, postos de saúde e clínicas estejam preparados para atender esse público.

"Os idosos são responsáveis por cerca de 16% de todas as visitas recebidas nos pronto-socorros", afirmou o médico. Ele apontou que, entre as mudanças para alcançar um atendimento geriátrico de qualidade, o aspecto prioritário é o olhar diferenciado para cada idoso. Além disso, também são fundamentais a educação e o treinamento das equipes de médicos, enfermeiros e todo o pessoal que trabalha nesses lugares, além de protocolos de avaliação para pontos específicos.

Já a Dra. Kellen Negreiros falou sobre como o atendimento geriátrico personalizado é a chave para a prevenção de quedas em idosos. Segundo ela, os malefícios que as quedas podem trazer às pessoas longevas podem ser, desde lesões e fraturas, à restrição de atividades, à síndrome de ansiedade pós-queda (o medo de cair novamente) até a hospitalização e óbito.

A médica explicou que a prevenção de quedas é atingida com uma intervenção multidimensional, que leva em conta as circunstâncias da queda, o inventário de medicamentos utilizados, o histórico de doenças prévias e a avaliação de acuidade visual. "A população idosa tem suas fragilidades individuais e muitas vezes não recebe o tratamento potencialmente adequado. Por isso, é importante a personalização", afirmou.

Para finalizar, o painel do Dr. Venceslau Coelho abordou a importância da inclusão digital para melhorar os cuidados com a saúde. "A inclusão digital é apenas um galho em uma árvore frondosa, uma gama multifatorial que precisamos debater", afirmou. Ele destacou que o acesso ao dispositivo tecnológico e à internet não são suficientes para incluir digitalmente. O mais importante é a capacidade das pessoas em usar essas tecnologias para se engajarem em práticas sociais significativas e cuidados com a saúde.

O poder transformador do Mindfull Eating

Ainda no bloco da manhã desta sexta-feira, 20, a Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum 2020 recebeu o médico especialista em Nutrologia, Dr. Andrea Bottoni, para falar sobre o conceito de mindfull eating, que é a prática de alimentação consciente que demanda a atenção plena à comida no momento das refeições.

O médico chamou a atenção para o conceito de mindfullness - que derivou o mindfull eating - que permite uma vida fora do piloto automático, o que favorece o contato com a sabedoria interna e a possibilidade de construir uma vida mais plena. "É uma abordagem simples, não fácil e profunda, em que os alicerces são a autocompaixão, não julgamento, presença, consciência, entre outros", apontou.

O Dr. Bottoni explicou que a alimentação consciente envolve a experiência de beber e comer, com toda a atenção necessária para sentir os efeitos sobre o corpo, a atenção para os aromas, cores, sabores, texturas e temperatura do alimento. Também comentou que a perda de peso pode ser uma consequência da prática, mas não é o objetivo.

Para participar da Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum e interagir com os speakers, enviando perguntas pelo WhatsApp, é necessária inscrição prévia no site www.longevidade.com.br. As inscrições são gratuitas.

Serviço:
Longevidade Expo+Fórum 2020 - Maratona Digital
Data: 20 a 21 de novembro de 2020, das 9 às 21 horas.
22 de novembro de 2020, das 9 às 13 horas.
Onde: Plataforma Zoom, com transmissão simultânea pelo Facebook, Instagram e YouTube.
Inscrições: www.longevidade.com.br
Para conhecer a programação completa, acesse:
www.longevidade.com.br/maratonadigital

Prefeitura de Curitiba abre diálogo com bares e restaurantes para controlar a Covid-19

A ideia é promover campanhas educativas para que os jovens da capital paranaense entendam que a pandemia ainda é um grande perigo

CURITIBA, 16/11/2020 - Nas últimas semanas, os números da Covid-19 voltaram a assustar os paranaenses. Em Curitiba, a preocupação com uma segunda onda da doença começou a ganhar força e preocupar as autoridades. Pensando nisso, no final da tarde desta segunda-feira (16), um dia após a reeleição do prefeito Rafael Greca, a Secretaria Municipal de Saúde recebeu representantes de bares e restaurantes da capital paranaense e abriu um diálogo importante sobre formas para controlar a Covid-19.

Entre os participantes do encontro estavam a secretária municipal da saúde, Márcia Huçulak; Alcides de Oliveira, diretor do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba; e Luciano Bartolomeu, diretor executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Paraná (Abrasel – PR). A ideia das entidades é desenvolver campanhas educativas para que os jovens saibam a importância da prevenção de dos cuidados relacionados ao coronavírus.

“A secretária Márcia Huçulak deixou claro que a prefeitura ainda não pensa em medidas mais restritivas na cidade de Curitiba. Mas para que o cenário não se agrave, é preciso que os curitibanos tenham noção de que ainda estamos vivendo em um período de pandemia, sendo fundamental a manutenção dos cuidados básicos que envolvem higienização constante, uso de máscaras e distanciamento social”, comenta Luciano Bartolomeu, que representou, também, o Sindicato dos Trabalhadores no Comércio Hoteleiro, Meios de Hospedagem e Gastronomia de Curitiba e Região (Sindehotéis) e o Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares do Município de Curitiba (SindiAbrabar).

A Abrasel – PR se comprometeu, juntamente com outras entidades do setor, a elaborar e executar as campanhas, que terão como foco o público jovem. “Vamos envolver os bares e restaurantes na criação de ações especiais que destaquem assuntos relacionados ao coronavírus. As pessoas precisam entender que é possível se divertir de maneira segura. Todos estamos em busca de entretenimento seguro, e isso está ao nosso alcance, basta um pouco mais de responsabilidade”, explica Bartolomeu.

Nos próximos dias, o diretor executivo da Abrasel – PR irá se reunir com outros representantes do segmento para discutir os próximos passos da ação conjunta. “Precisamos agir com urgência, e afirmo com toda certeza que os empresários do setor da alimentação fora do lar e do entretenimento estão dispostos a contribuir para que a nossa cidade mantenha a Covid controlada. Até o final da semana já quero ter ações definidas para apresentarmos para a prefeitura”, completa Luciano Bartolomeu.

Spazio Iva Galvan Estética e Bem Estar

Votamos com nossos atendimentos seguindo todas as normas de segurança estabelecidas pela OMS. Estamos com nossa agenda reduzida e alternando os dias de atendimentos entre os colaboradores. Pedimos para nossas pacientes evitar chegar antes do horário agendado e não trazer acompanhantes para as sessões de atendimentos. Uso de máscara e a disponibilização de álcool em gel para nossos colaboradores e pacientes, além de intensificar a assepsia dos espaços da clínica. E importante lembrar que a Dermato Funcional vai além do tratamento focado somente na estética, nós ajudamos a elevar a auto estima e o bem estar das nossas pacientes. Principalmente nesses dias de isolamento social, nota-se um aumento da ansiedade, do estresse, e a somatização de outros fatores que levam o desgaste físico e mental. Por isso estamos aqui para ajudar nossas pacientes seja, com uma boa massagem relaxante, um detox corporal, tratar aquela celulite que a está incomodando. Além de procurar mostrar a elas, o tão importantes elas são, e que para poderem cuidar dos outros primeiramente precisam cuidar de si mesma !

Camargo Alfaiataria realiza live musical e leilão beneficente em prol do Hospital de Amor de Barretos

Sodré Santoro, leiloeira oficial do evento, já deu início ao pregão virtual, que será encerrado durante a cerimônia

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No dia 10 de outubro, a Camargo Alfaiataria reunirá diversos artistas da música brasileira, dentre eles Toni Garrido, Samantha Schmutz, Afonso Nigro e Rodrigo Faro para uma live beneficente em prol do Hospital de Amor de Barretos, dirigido por Henrique Prata. A transmissão será realizada pela Camargo Alfaiataria, no canal oficial da marca no Youtube.

"Não poderíamos deixar de comemorar os 15 anos de nossa marca da melhor maneira: Cantando para o Hospital de amor, que faz parte da vida da Camargo Alfaiataria e da minha vida", diz João Camargo, fundador da Camargo.

Para arrecadar fundos para a doação, as leiloeiras Mariana e Carolina, da Sodré Santoro, maior organização de leilões da América Latina, conduzirão o leilão de um exclusivo terno sob medida com tecido da marca Dormeuil, fabricante de tecidos reconhecida mundialmente pelo mercado da alfaiataria.

"Será um grande prazer fazer parte dessa iniciativa, ajudando a arrecadar fundos para uma causa tão essencial e urgente por meio do leilão, que é o nosso ofício", explica Carolina Sodré Santoro.

O lance inicial foi de R﹩10 mil e os próximos lances com valor mínimo de R﹩ 500, já podem ser realizados no site da leiloeira. O pregão continuará durante a live e o arrematador será anunciado ao final da cerimônia.

O leilão pode ser acompanhado pelo site: http://www.sodresantoro.com.br/camargo15anos/

Serviço:

Live de amor Camargo 15 anos

Data: 10 de outubro

Horário: 19h00

Local: Canal da Alfaiataria Camargo no Youtube /CamargoAlfaiatariaOficial

Leilão: http://www.sodresantoro.com.br/.

Sobre a Camargo Alfaiataria

Criada em 2005, a Camargo Alfaiataria constrói uma história de sucesso a cada ano. Comandada pelo alfaiate João Camargo, a missão da marca é transformar o comportamento do homem moderno através de uma experiência de moda, estilo e qualidade de vida. Tudo por meio do compromisso com a excelência de roupas sob medida e coleções sofisticadas.

Em 2020, em seu 15º aniversário, caminha para se tornar a maior marca de moda masculina do Brasil.

Sobre a Sodré Santoro Leilões

A Sodré Santoro é a maior organização de leilões presenciais e online da América Latina. Entre os principais produtos oferecidos estão imóveis, automóveis, materiais de construção, móveis para casa, eletrodomésticos, informática, telefonia e comunicação.

Conta com seis pátios localizados em Guarulhos, Ribeirão Preto, Monte Mor, Bauru, Cesário Lange e Caçapava, que totalizam mais de 3 milhões de metros quadrados e armazenam mais de 3 mil tipos de materiais a serem leiloados.

Sobre o Hospital de Amor

Excelência em oncologia, o Hospital de Amor (atual nome do Hospital de Câncer de Barretos) registra mais de 6.000 atendimentos por dia, 100% gratuitos, acolhendo pacientes de todo o Brasil, com profissionalismo e humanização. Com 58 anos de história, o hospital possui diversas unidades fixas de tratamento e prevenção espalhadas pelo país. Nas cidades de Barretos (SP), Jales (SP) e Porto Velho (RO), encontram-se as unidades de tratamento oncológico. Já os institutos de prevenção, que realizam exames para o diagnóstico precoce da doença, estão presentes nas seguintes cidades: Barretos (SP), Campinas (SP), Fernandópolis (SP), Macapá (AP), Irecê (BA), Juazeiro (BA), Guanambi (BA), Jequié (BA), Teixeira de Freitas (BA), Campo Grande (MS), Dourados (MS), Nova Andradina (MS), Porto Velho (RO), Ji-Paraná (RO) e Lagarto (SE). Em Palmas (TO), o HA está construindo uma nova unidade para o tratamento do câncer. A entidade fechou o ano de 2019 tendo oferecido 1.047.440 atendimentos a 224.883 pacientes, vindos de 2.167 municípios de todos os estados brasileiros - um recorde de cobertura. Foram realizadas 24.351 internações, 252.544 quimioterapias e 9.500 refeições foram servidas por dia nas unidades da instituição. Atualmente, o HA conta com cerca de 560 médicos e mais de 5.300 funcionários, trabalhando com um déficit operacional de mais R﹩ 29,5 milhões mensais e com o apoio dos mais diversos segmentos da sociedade na busca para supri-lo.

No Dia Mundial do Coração especialistas alertam para cuidados preventivos

Durante a pandemia do coronavírus, houve aumento no número de mortes por doenças cardiovasculares em todo o Brasil

Comemorado anualmente no dia 29 de setembro, o Dia Mundial do Coração faz parte do mês de prevenção e de atividades de alerta e conscientização sobre as doenças cardiovasculares, que são umas das principais causas de morte no Brasil e no mundo. A importância destas ações justifica-se pelos dados apresentados pelo Cardiômetro, ferramenta da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) que exibe em tempo real o número de óbitos por doenças do coração no país. Em 2020, até o momento, o Brasil já registra mais de 295 mil mortes.

Além dos dados do Cardiômetro, outra importante ferramenta — criada durante a pandemia do coronavírus pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Brasil (Arpen-Brasil) em parceria com a SBC — traz informações ainda mais preocupantes. O Portal da Transparência mostra que desde o dia 12 de março, data do primeiro óbito por Covid-19 no Brasil, houve um aumento de 27% nas mortes por doenças cardiovasculares em relação ao mesmo período do ano passado. No Paraná, este número chega a quase 11%.

De acordo com o diretor do Hospital Cardiológico Costantini, Dr. Costantino Costantini, as pessoas estão deixando de procurar atendimento médico por medo de sair de casa e, consequentemente, acabam adiando procedimentos que deveriam ser feitos com imediatismo. “Por conta da pandemia, estamos vendo muitas pessoas deixar de lado o controle cardiovascular. Notamos um aumento de mais de 50% em número de infartos em nossa instituição, comparado ao ano anterior. Alguns chegam com dores no peito que já duram quatro ou cinco meses. Isso acontece porque os pacientes deixaram de fazer os check-ups anuais necessários”.

Além disso, o confinamento e as restrições sociais agravam alguns fatores de risco para o coração, como o estresse, o sedentarismo e a obesidade. “Percebemos que essa mudança brusca na rotina faz com que os pacientes se exercitem menos. O exercício é a mola-mestra para eliminarmos as condições que levam pessoas cada vez mais jovens a ter problemas cardiovasculares. É importante controlar a obesidade, a glicemia e a hipertensão”, explica o Dr. Costantini.

Quando procurar ajuda?

O Hospital Cardiológico Costantini afirma que intensificou todos os protocolos de cuidados necessários para a não proliferação do vírus no ambiente hospitalar e que os pacientes não podem deixar o tratamento de lado. Além da prevenção, é importante buscar ajuda médica quando tiver com dores no peito que podem irradiar pelo braço e região do estômago, suor excessivo, tontura, falta de ar, indisposição gástrica, braço amortecido, dores nas costas ou na mandíbula.

“Temos que respeitar as orientações das autoridades em relação ao coronavírus para a doença não se proliferar ainda mais, porém não podemos ter medo de procurar atendimento médico quando necessitamos. É importante ressaltar que a doença cardiovascular continua sendo a principal causa de morte no Brasil”, reforça o Dr. Costantini.

Trabalho remoto na pandemia: servidores públicos são mais cobrados e mulheres estão sobrecarregadas

Trabalho remoto na pandemia: servidores públicos são mais cobrados e mulheres estão sobrecarregadas

Um relatório técnico baseado na pesquisa sobre o trabalho remoto na pandemia aponta que, em uma comparação entre setor público e privado, o número de servidores públicos que precisa cumprir metas de produtividade é maior que de trabalhadores de empresas privadas. O estudo também indica que profissionais do setor de educação têm apresentado dificuldades de adaptação à nova modalidade. Com relação ao gênero, o relatório destaca que a maior parte dos profissionais que diz estar trabalhando em um ritmo mais acelerado na pandemia é composta por mulheres. O trabalho foi realizado pelo Grupo Estudo Trabalho e Sociedade (GETS) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em parceria com a Rede de Monitoramento Interdisciplinar da Reforma Trabalhista (Remir).

O distanciamento social, medida necessária e mais eficaz para combater o avanço da pandemia de Covid-19, obrigou 8,3 milhões de pessoas a trabalharem remotamente nesse período, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD COVID19 IBGE). Com o objetivo de compreender as condições gerais dos trabalhadores e a adaptação quanto à mudança do trabalho presencial para o trabalho remoto em razão da crise causada pela doença, o GETS aplicou uma pesquisa a cerca de mil profissionais dos mais diferentes segmentos econômicos, categorias e funções. Após sistematizar os dados gerais dos participantes, os pesquisadores fizeram uma análise reorganizando as informações a partir de recortes específicos que englobam docentes; setor público e privado; e gênero.

Setor público e privado
Entre os respondentes da pesquisa, foram entrevistados 593 trabalhadores do setor público e 303 do setor privado. Questionados sobre e existência de metas, a maioria dos funcionários públicos (62%) disse que precisa cumprir critérios de produtividade, enquanto no setor privado 51% possuem metas. No trabalho remoto, 25% dos profissionais das duas categorias tiveram suas metas de produtividade aumentadas. Durante a pandemia, o ritmo de trabalho ficou mais acelerado para 47% dos servidores públicos e para 52% dos profissionais do setor privado.

O estudo também constatou que os trabalhadores do setor público tiveram mais gastos pessoais e menos recursos oferecidos pelas instituições para a execução das atividades em regime remoto do que aqueles que atuam na esfera privada. O resultado está alinhado com a diminuição de gastos que vem sendo constatada pelo setor público com a adoção dessa modalidade de serviço. Os pesquisadores concluíram que houve uma transferência de custos de trabalho para os próprios profissionais, que não estão recebendo ajuda dos órgãos públicos e precisam arcar com as despesas demandadas por recursos e estruturas necessárias para trabalhar em regime remoto.

“A impressão que tenho é que trabalho muito mais e rendo muito menos. Em apenas dois meses já senti algumas dores nas costas por conta de a estação de trabalho não ser a mais adequada. Sinto pressão para mostrar que estou presente através de produtividade, quando no trabalho presencial isso não existia. Saliento que estou em um setor com uma equipe muito boa e com uma chefia bastante compreensiva, o que tem tornado essa experiência bem melhor do que poderia ser”, avalia um dos funcionários públicos que respondeu a pesquisa.

Para os especialistas, as falas dos trabalhadores do setor público, no espaço aberto para comentários, refletem dificuldades em equilibrar a atividade profissional, geralmente com cobrança de metas, com as atividades domésticas e cuidados com filhos, que estão com as aulas suspensas. A falta de treinamento e de capacitação para execução do trabalho nessa modalidade são alguns dos fatores evidenciados pelos participantes.
Trabalho docente
Sobre os profissionais do setor educacional, os pesquisadores observaram que a maioria (72%) encontrou dificuldades ao realizar o trabalho de forma remota. A nova condição demanda dos trabalhadores novas habilidades e conhecimentos ausentes da dinâmica cotidiana de muitos docentes antes da pandemia. Soma-se a esse aspecto a característica de indissociabilidade dos espaços de trabalho e de vida privada, acentuada na modalidade.

Outros aspectos dificultados no trabalho remoto apontados por essa categoria foram o recebimento de demandas de trabalho a qualquer horário e dia da semana (53%), a falta de contato com os colegas e alunos (50%), a dificuldade em separar a vida familiar da atividade profissional (48%) e muitas interrupções durante o trabalho (45%). Nessa questão, a pesquisa permitia a escolha de múltiplas respostas.Para a maioria desses profissionais (60%), o ritmo de trabalho ficou mais acelerado durante a pandemia e quase metade deles (44%) passou a trabalhar mais de oito horas diárias. Houve aumento também no número de dias trabalhados na semana. Enquanto a quantidade de docentes que trabalham seis dias na semana aumentou em 27%, a daqueles que passam todos os dias executando funções profissionais teve um crescimento de 35%.

Nesse setor, a maioria dos profissionais (79%) acredita que a qualidade do trabalho é melhor quando realizado presencialmente. Já 16% dos entrevistados acham que não há prejuízo no trabalho remoto e, somente, 5% consideram o trabalho em home office melhor. A maioria (58%) teve gastos pessoais para adaptar as condições de trabalho ao ambiente residencial. Ainda assim, muitos (48%) acreditam que existem aspectos positivos e negativos nessa modalidade, enquanto 44% veem só pontos negativos e 7%, positivos.

Mulheres
O estudo revelou que homens e mulheres vivenciam o trabalho remoto de formas diferentes e que as desigualdades entre os gêneros persistem também nessa modalidade. Os pesquisadores destacam que as mulheres são incumbidas, historicamente, ao trabalho reprodutivo e de cuidados e, em um momento como esse em que essas atividades estão concentradas aos domicílios, elas estão ainda mais sobrecarregadas.

Das mulheres entrevistadas na pesquisa que deu origem ao relatório, mais da metade (51%) avalia que passou a trabalhar em um ritmo mais acelerado durante a pandemia. Com relação aos homens, essa percepção é menor: 43%. Paralelamente, mais homens relataram que o ritmo de trabalho não sofreu alterações (24%) ou que passaram a trabalhar em uma velocidade mais lenta (33%) durante o distanciamento social. Para as mulheres, esses quesitos correspondem a 43% e 17%, respectivamente.

Nesse período, o percentual de mulheres que têm trabalhado cinco dias na semana caiu de 83%, antes da pandemia, para 57%, assim como dos homens que passou de 78% para 55%. Isso se reflete no aumento de dias trabalhados semanalmente. Antes da pandemia, apenas 8% das mulheres exerciam atividades profissionais seis dias na semana. Durante a quarentena, na modalidade remota, esse percentual mais que dobrou, atingindo 19% do sexo feminino. Para os homens, trabalhar seis dias na semana passou de 10% para 16%. Já o trabalho sete dias na semana passou de uma taxa de 1% a 17% para as mulheres e de 4% a 18% para homens. Esses dados são relativos apenas ao trabalho remunerado.

De acordo com a pesquisa, 65% das mulheres e 53% dos homens tiveram dificuldades em executar o trabalho de modo remoto, enquanto 47% dos homens e 35% das mulheres disseram que não tiveram dificuldades.

“O grande problema é enfrentar sozinha questões emocionais. No meu caso, os sintomas de ansiedade generalizada retornaram. A angústia aumenta e não sinto tanta liberdade para conversar com meus gestores sobre isso por medo de perder o emprego”, declarou uma trabalhadora do setor privado casada e sem filhos.

“Acredito que o trabalho remoto impacte mais as mulheres, principalmente as mães solo como eu. Se as jornadas de trabalho já eram três ou quatro (trabalho fora, estudo, trabalho em casa, filhos), elas continuam as mesmas, mas com a diferença de estarem sendo realizadas no mesmo momento. Enquanto faço a janta, respondo e-mail, falo com a chefia, medico meu filho. Está pesado, estou cansada”, desabafa uma servidora pública mãe de dois filhos.

Para os pesquisadores, notam-se percepções sobre o trabalho remoto totalmente diferentes entre homens e mulheres, as quais estão relacionadas com seus papéis sociais. A conclusão do relatório aponta que, quando discorreram livremente sobre suas experiências em home office, as mulheres destacaram-se pela centralidade dos termos “casa”, “filho, “cuidado” e “criança”, enquanto os homens utilizaram mais as palavras “tempo”, “contrato”, “pandemia” e “casa”, sendo que esse último termo tem a ver, para os homens, com a gestão do tempo e não com cuidado dos filhos e trabalho doméstico.

Trabalho pós-pandemia
De acordo com a coordenadora da pesquisa e professora de Sociologia, Maria Aparecida da Cruz Bridi, o estudo sinaliza alterações no mundo do trabalho após a pandemia e uma possível ampliação da modalidade remota em distintos setores da economia. “Ele aponta os desafios para a classe trabalhadora e seus sindicatos: Como assegurar direitos e condições de trabalho que garantam a saúde física e mental dos trabalhadores? Como certificar que o trabalho seja realizado com jornadas que não ultrapassem as oito horas regulares, que foi uma conquista histórica da classe trabalhadora?”.

Para a pesquisadora, é importante garantir que as pessoas tenham vida para além do trabalho. “Como salvaguardar que a empresa não se estenda para todos os domínios da vida do trabalhador, agora também em seu espaço privado? Há a necessidade de uma regulamentação que assegure direitos e saúde. Os sindicatos estão desafiados também a enfrentar esse tema e atuar, sobretudo, na questão das jornadas de trabalho. Poder trabalhar a partir de casa é uma boa saída para os trabalhadores, mas os ganhos obtidos com a redução de custos pelas empresas, por exemplo, devem ser repartidos com os profissionais”, avalia Maria.

A pesquisa sobre trabalho remoto na pandemia e o relatório técnico que categorizou os resultados foram realizados pelos pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR): Alexandre Pilan Zanoni, Fernanda Ribas Bohler, Fernanda Landolfi Maia, Giovana Uheara Bezerra, Kelen Aparecida da Silva Bernardo, Mariana Bettega Braunert, Kelen Aparecida da Silva Bernardo, Zélia Freiberger e coordenados pela professora Maria Aparecida da Cruz Bridi.

Links úteis
Matéria completa no site UFPR: https://bit.ly/3kpOLyF

Relatório técnico completo: https://bit.ly/3mwp7tZ

BelClinic doa 300 frascos de álcool em gel para Hospital Pequeno Príncipe

Empresa paranaense entrega doação para auxiliar profissionais da área de saúde no combate ao novo coronavírus, na quarta-feira (20).

Comando News, agosto de 2020 - A BelClinic Dermoativos entrega 300 frascos de 130 ml de álcool em gel 70% com aloe vera para o Hospital Pequeno Príncipe. À doação aconteceu na quarta-feira, 20 de agosto. Cleyton Ogura, CEO da empresa, conta que tem uma ligação muito forte e especial com o hospital infantil.

“Minha filha mais velha ficou internada por um mês na UTI do Hospital Pequeno Príncipe sob os cuidados de profissionais incríveis que não mediram esforços para salvar a vida dela. Dessa forma, como pai, presenciei o comprometimento de médicos, enfermeiros e funcionários com a saúde e o bem-estar dela e de tantas outras crianças que passam por lá diariamente. Então, nesse momento de pandemia, em que todos esses profissionais estão tão expostos ao risco de contaminação pelo novo coronavírus precisava retribuir de forma prática todo cuidado que eles tiveram com a Luisa”, explica Ogura. Além da doação dos frascos de álcool em gel, a BelClinic Dermoativos contribui mensalmente com o Hospital Pequeno Príncipe há dois anos.

Sobre o Álcool em Gel 70% com Aloe Vera

A versão de álcool gel 70% com alta concentração Aloe Vera com fórmula exclusiva e hidratante da BelClinic Dermoativos é um aliado de profissionais de saúde, para quem precisa trabalhar ou sair de casa e de das pessoas que precisam desinfetar as mãos diversas vezes por dia, pois estão em movimento.

“A BelClinic possui um histórico de quase 30 anos cuidando da pele e do bem-estar das pessoas. Neste momento, não poderia ser diferente. Por isso, formulamos um álcool em gel de alta qualidade que, além de desinfetar as mãos, garante conforto e hidratação da pele. A diferença na hidratação da pele com o nosso álcool gel é perceptível no toque, no deslizar e na hidratação das mãos”, revela Cleyton Ogura, CEO da BelClinic Dermoativos.

BelClinic Álcool em Gel com Alta Concentração de Aloe Vera - 130ml
Composição: álcool etílico 70% INPM
Mais informações: https://www.belclinicbrasil.com.br/

Sobre Cleyton Ogura

Cleyton Ogura é engenheiro formado pela Unicamp, pós-graduado em administração pela FGV/SP e CEO da BelClinic Dermoativos. Profissional focado, Ogura está à frente da BelClinic desde janeiro de 2017, tem como principal missão inspirar pessoas a empreender. Cleyton também atuou na área de tecnologia da informação, desenvolvimento de pólos ecoturísticos e foi responsável técnico e comercial de diversas empresas no Brasil, quase sempre sendo dono ou o principal executivo do negócio www.instagram/cleyton.ogura.

Sobre a BelClinic Dermoativos
A empresa fundada em 1991 por Mutsumi Ogura, imigrante japonesa, é conduzida por Cleyton Ogura desde 2017. Referência em tratamento de pele, com presença em 11 estados por meio de uma rede de distribuidores.

Cleyton Ogura é palestrante e engenheiro formado pela Unicamp e pós-graduado em administração pela FGV-SP. Para mais informações sobre a BelClinic Dermoativos www.belclinicbrasil.com.br

Empresa de Curitiba fabrica totem higienizador álcool gel personalizado

A higienização das mãos é um dos principais fatores para a prevenção contra o Covid 19 em lugares públicos. A empresa Mídia Filmes de Curitiba aposta nesse nicho de mercado e passa a fabricar e distribuir totens higienizadores com álcool gel.

Acionado quando pressionado com um dos pés, o álcool 70%. é liberado no bico ejetor para a devida higienização das mãos, sem que haja a necessidade de tocar o frasco de álcool gel. Essa é a aposta da empresa Mídia Filmes de Curitiba que atua há mais de 30 anos no setor de comunicação e marketing e agora abriu uma divisão específica para fabricar os displays que, além de servir como um painel publicitário, também é utilizado na higienização preventiva e segura em ambientes de grande circulação de pessoas, tais como bares, restaurantes, supermercados, farmácias, lojas e shoppings, dentro dos mais rigorosos protocolos recomendados pela Organização Mundial de Saúde – OMS.

A troca de refil (frasco), também é realizada de forma prática, fácil e rápida, além de comportar até 1 litro de álcool gel, o que diminui consideravelmente o tempo de recarga do equipamento.

Fabricado em metal, o display possui o tamanho padrão de 1,20 x 0.30, porém a empresa disponibiliza projetos personalizados, com design específico e logomarca da empresa com impressão em PS, dentro da proposta e necessidade de cada cliente.

Serviço:

Totem higienizador álcool gel personalizado

Fabricante: Mídia Filmes Comunicação e Marketing

Dimensões 1,20 x 0.30

Contato/pedidos

Email: midiafilmes@gmail.com

Fone/WhatsApp: (41) 98464 – 1725

Curitiba - PR

Formas de pagamento:

À vista

Via transferência bancária (caixa/santanter/nubank ou boleto)

Mercado Livre (parcelado em até 12x c/ juros), PicPay.