Hospital Pediátrico garante educação e cultura há mais de 20 anos

Pioneira, a instituição oferece atendimento educacional aos pacientes internados desde os anos 1980 e celebra 20 anos de formalização do setor

Já imaginou uma escola que não tem salas de aula ou horários fixos, na qual a cada minuto um corredor, um setor ou um leito se tornam locais de aprendizagem? Esse é o Hospital Pequeno Príncipe, que além de promover saúde integral com excelência técnico-científica também garante o direito à educação e à cultura desde a década de 1980 e que formalizou o Setor de Educação e Cultura (Educ) em 2002. Nesta quarta, dia 2 de março, o Educ completa 20 anos, e o Pequeno Príncipe tem muito a comemorar.

O pioneirismo na educação hospitalar é uma marca registrada do Pequeno Príncipe, que foi o primeiro hospital do Paraná a assinar, em 1988, um convênio com a Secretaria Municipal da Educação, que passou a ceder professores da rede de ensino para atender os pacientes em tratamento na instituição. Isso faz com que as crianças e adolescentes possam continuar com sua educação formal sem perder o ano letivo ou ficarem com seus conteúdos atrasados. Em 2007, foi estabelecido um convênio também com a Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed), e, desde então, professoras e pedagogas do Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar (SAREH) atuam no Educ.

Atendimento individualizado e personalizado

O Setor de Educação e Cultura também valoriza as necessidades, potencialidades e desejos de cada paciente, fazendo com que cada um tenha um atendimento personalizado. Esse é o caso de Vitor Prust, do Serviço de Transplante de Medula Óssea, que perdeu a visão e precisou de novos estímulos durante o processo de sua educação, e um deles foi a música. O interesse surgiu com apresentações de piano que aconteciam na Praça do Bibinha do Hospital, tornando a curiosidade pelas canções uma maneira de aprendizado.

Hoje, aos 14 anos, Vitor aprendeu a ler partituras em braile e toca teclado. “A equipe do Setor de Educação e Cultura foi imprescindível para o tratamento dele. Além das atividades práticas e dos conteúdos didáticos que a escola encaminhava para ele, a gente percebia também que cada profissional que estava ali presente fazia de tudo para que meu filho se sentisse bem. Então as atividades eram bem direcionadas conforme o estado de saúde e o ânimo dele, sempre de uma maneira respeitosa. Tudo isso fez muita diferença na vida dele e durante o período de internamento”, ressalta Janira Prust, mãe do Vitor.

Entre as iniciativas do Setor de Educação e Cultura também se destacam a presença dos pais em todos os momentos, o incentivo à leitura, a realização de oficinas de arte e cultura, e o estímulo à saúde. “O tempo todo a criança está aqui pensando no tratamento, no cuidado e na cura, e quando eles estão com a gente isso muda. É uma janela aberta para o que está lá fora, para o mundo, para a vida”, fala o coordenador do setor, Claudio Teixeira.

Coronavírus

Com pandemia da COVID-19, a preocupação com a continuação dos estudos formais dos pacientes incentivou o atendimento a distância e uma articulação ainda mais cuidadosa entre família e escola de origem. Na parte cultural, todas as ações foram adaptadas para os meios virtuais, de acordo com as suas particularidades: contações de histórias foram feitas todas as semanas; aulas de musicalização foram voluntariamente oferecidas por uma escola de música; aulas de jardinagem viraram apresentações sobre plantas nativas e plantas alimentares não convencionais. Tudo por videochamada, até que, aos poucos, as atividades culturais presenciais começaram a ser retomadas. Um projeto de música e teatro percorreu os ambulatórios e jardins do Pequeno Príncipe no final de 2021, atendendo aos pacientes ambulatoriais e seus familiares. Neste ano, a biblioteca do quinto andar voltou a funcionar para empréstimos e leitura no local. A biblioteca ambulante também voltou a circular pelas enfermarias, com o empréstimo de livros para as crianças e os adolescentes internados, bem como às suas famílias.

Parte do DNA do Pequeno Príncipe

Ao longo dos anos, o Setor de Educação e Cultura conseguiu aperfeiçoar cada vez mais seus serviços. Além do poder público, parcerias com arte-educadores e grupos culturais diversificaram o planejamento de atividades – fazendo da promoção à saúde uma prática ainda mais ampla. Já foram milhares de crianças e adolescentes do Paraná e de todo o Brasil atendidos e dezenas de projetos educacionais e culturais ofertados.

O coordenador do setor não consegue imaginar o Pequeno Príncipe sem o trabalho do Educ, que, segundo ele, tornou-se parte do DNA da instituição. “É um ganho que espero e acredito que realmente vai permanecer, vai se sedimentar, solidificar, porque é um caminho sem volta. Não basta cuidar da doença, há que se estimular a saúde. E para isso, educação e cultura são fundamentais. É vida pulsando, é o que move a gente, é o que mobiliza forças internas, é o que nos faz vibrar por dentro, e isso já é um tanto de saúde. Se a gente está motivado, está feliz, o tratamento dá mais certo, as crianças ficam mais receptivas às intervenções clínicas e as acolhem de uma maneira mais tranquila. Tudo tende a correr melhor”, completa Teixeira.

Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo utiliza tecnologia assistiva para desenvolver habilidades de pessoas com deficiência

Pequeno Cotolengo utiliza diversos métodos de aprendizado e acessibilidade para promover inclusão social

Prevista pela Lei nº 13.146/2015, sendo conhecida como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, a tecnologia assistiva engloba todos e quaisquer produtos, equipamentos, recursos, metodologias, estratégias e práticas que promovam a funcionalidade e a participação da pessoa com deficiência na sociedade, promovendo mais independência e inclusão. No Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo, as tecnologias assistivas estão presentes em vários contextos.

Entende-se como tecnologia assistiva recursos que auxiliam pessoas com deficiência a terem mais autonomia, como objetos tecnológicos, tradutores de língua de sinais, acessibilidade digital como a audiodescrição, teclados alternativos, rampas de acesso, andadores, aparelhos de surdez, entre outros.

Atualmente, o Pequeno Cotolengo atende 230 Assistidos com múltiplas deficiências, que dependem dos serviços de acolhimento, saúde e educação ofertados. Toda estrutura do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo é adaptada com acessibilidade para cadeirantes, rampas de acesso e corredores largos para a passagem de cadeiras de rodas ou Assistidos com bengalas e andadores.

Um dos locais que mais utiliza as tecnologias assistivas na Organização é a Escola Pequeno Cotolengo, em que os profissionais de educação utilizam essas tecnologias como ferramentas e estratégias de ensino, conforme explica a diretora da Escola, Alessandra Marquete. “As tecnologias assistivas tornaram-se, de forma crescente, importantes instrumentos de nossa cultura, e o acesso a elas é um meio concreto de inclusão e interação com o mundo. A utilização das tecnologias em sala de aula propicia um ambiente estimulador e diferenciado de aprendizagem despertando o interesse do estudante”, comentou.

A Escola Pequeno Cotolengo conta com lousas interativas, playtables, aplicativos para comunicação alternativa e tablets. Durante as atividades escolares dos Assistidos, foi elaborado um cronograma de execução para acompanhamento das atividades, desde o treinamento dos profissionais até a aplicação das atividades tecnológicas em sala de aula. “Independentemente de suas deficiências, nossos Assistidos interagem com as ferramentas de acordo com suas possibilidades e assimilações, alguns precisando de mais apoio, outros menos, mas todos se sentindo parte deste mundo tecnológico”, enfatizou a diretora da Escola.

O uso das tecnologias assistivas visa otimizar a funcionalidade de pessoas com deficiência, proporcionando independência, estímulo cognitivo, melhor qualidade de vida, desenvolvimento de novas habilidades e interação social. A comunicação alternativa utilizada na Escola é um exemplo de otimização da autonomia. Ela é desenvolvida para pessoas sem fala ou sem escrita funcional que, por meio de tecnologias assistivas como cartões e pranchas de comunicação, conseguem expressar suas vontades, posicionamentos e opiniões.

Além das tecnologias assistivas utilizadas na educação especial, todo material de auxílio para a vida diária empregado nas atividades das equipes de terapia ocupacional e fisioterapia é adaptado, assim como as cadeiras de rodas e veículos utilizados pelos Assistidos do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo, que se valem da tecnologia para proporcionar mais segurança e inclusão.

Escola | Prótese Clube proteseclub.com.br by Ricardo Von

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Já estamos com material aqui 90% pronto para divulgação dos captadores só tá faltando um vídeozinho aqui animado e o robô de atendimento que todos terão o lance é captar o aluno nome completo e telefone entrar no site para cadastrar o aluno e aí sim liberar o aluno o acesso ao site não passe o site antes de cadastrar ele para ele não furar o teu olho

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E aí funciona assim você contrata o site que custa r$ 200 só paga depois que tiver pronto de um parceiro nosso aqui fica com a mesma cara do site principal que é o meu igual só adiciona o nome da escola a sua cidade por exemplo prótese club Teresópolis aí vai ter um outro site que é direcionado a área de construção a gente vai colocar o nome fantasia que tem a ver mas a mesma coisa tem o nome do segmento e a cidade e aí você pode ir comprando site toda funcionalidade igual ao principal replicando o conteúdo

Pilar Hospital participará, ao vivo, do maior congresso de cirurgias robóticas

O Pilar Hospital, em parceria com Instituto Falke, participará, nos dias 29 e 30 de outubro, do maior congresso de cirurgias robóticas ao vivo da América Latina. O evento, de forma inédita, transmitirá mais de 20 cirurgias robóticas em 2 canais simultâneos nas áreas de urologia, cirurgia geral e do aparelho digestivo, ginecologia, cirurgia oncológica e torácica.
O encontro será 100% online e transmitido do Pilar Hospital, contando com grandes nomes da cirurgia robótica do Brasil e do Mundo, oportunidade para o debate cientifico dentro de uma das áreas que mais cresce e se desenvolve na medicina, a cirurgia robótica.
Contando com sua equipe de cirurgia oncológica, o Pilar Hospital participará do evento com os cirurgiões, Dra. Audrey Tsunoda, coordenadora do programa de cirurgia robótica e Dr. Bruno Azevedo, e mais uma vez se posiciona como Instituição de referência em cirurgia minimamente invasiva/robótica.
No final de 2020, o Pilar recebeu um dos mais tradicionais sistemas de cirurgia robótica do mundo: o robô Da Vinci, a tecnologia mais testada, com maior número de estudos científicos publicados, e o mais utilizado nos países de primeiro mundo, como nos Estados Unidos, e em diversas regiões da Europa e da Ásia. O robô é o que há de mais avançado em termos de tecnologia na atualidade, oferece todos os benefícios da cirurgia minimamente invasiva para o paciente e traz até mais conforto para o cirurgião que irá realizar o procedimento.

Com 600 atletas, Volta CWB 10K marca retomada de corridas de rua em Curitiba neste domingo

Corrida com 5 km e 10 km tem largada em frente ao Shopping Mueller e percurso pelo Centro Cívico da capital paranaense - Crédito das fotos: Sportion/Divulgação
Curitiba, 20 de outubro de 2021 - A Volta CBW 10K, neste domingo (24), marca a retomada das corridas de rua em Curitiba. A partir das 7 horas, em ondas, 600 atletas largam em frente ao Shopping Muller para os percursos de 5 e 10 quilômetros pelo Centro Cívico da capital paranaense. Será o primeiro evento esportivo do segmento após o arrefecimento da pandemia de Covid-19 e, ainda, servirá para balizar os próximos na cidade.

A Volta CWB 10K segue uma série de protocolos estabelecidos pelos órgãos de saúde e também as orientações da Associação Brasileira dos Organizadores de Corrida de Rua e Eventos Outdoor (ABRACEO), que criou os documentos para a retomada de corridas de rua em todo o país. Os atletas precisam usar máscaras nas áreas comuns do evento, na largada e chegada. Somente durante o percurso poderão correr sem máscara facial. Além disso, haverá recipientes com álcool gel e marcações para evitar aglomerações.

“Estamos contentes com a retomada das corridas presenciais em Curitiba, e também muito cientes da responsabilidade que temos para que tudo transcorra de forma segura para todos. Quem vive o esporte, seja da forma que for, está ansioso com a volta depois de tanto tempo. Começou com algumas modalidades, alguns segmentos, e agora chegou a vez das corridas de rua”, celebra Marcos Pinheiro, sócio da Sportion, idealizadora do evento, e vice-presidente da ABRACEO.

Retirada de kits
Os cuidados começam já na entrega dos kits, na sexta-feira (22) e sábado (23), das 10h às 22h, horário de funcionamento do Shopping Muller, local da retirada. Os atletas precisam apresentar a carteira de vacinação com pelo menos uma dose de qualquer vacina contra a Covid-19. Além disso, devem levar 2 quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados para a Associação de Moradores do Bairro São João, que ampara famílias vulneráveis da região.

Percurso pelo Centro Cívico
O percurso das duas distâncias, 5 e 10 quilômetros, será todo no Centro Cívico. Em frente ao Shopping Muller, na Avenida Cândido de Abreu, as largadas serão em ondas, para evitar aglomerações, a partir das 7h. Os atletas do 5 km têm um bom trecho na Avenida Mateus Leme, passam ao lado do Bosque Papa João Paulo II e voltam à Avenida Cândido de Abreu, alternando com outras ruas. Ainda passam em frente à Prefeitura de Curitiba, antes de retornarem ao Shopping Muller para cruzar a linha de chegada.

Já no trajeto dos 10 km, após o contorno do Bosque Papa João Paulo II, os corredores voltam para a Avenida Mateus Leme até passarem pelas ruas José Komamm, Cap. Manoel Pacheco da Costa, quando tomam a direção de retorno ao Shopping Muller. Ainda passam cruzam diferentes ruas e avenidas Centro Cívico antes de cruzarem a linha de chegada em solo curitibano, após mais de um ano e meio sem corridas de rua na cidade.

Sobre o evento
O desejo pela retomada das corridas de rua em Curitiba, com segurança, mobilizou atletas. As 600 inscrições disponíveis para a Volta CWB 10k foram esgotadas em um intervalo de apenas 30 horas desde a abertura. Uma surpresa para a idealizadora do evento, a Sportion, que previa que acabassem em pouco tempo, mas não tão rapidamente. O evento esportivo deste domingo é o quarto da retomada de corridas presenciais no Brasil.

A Volta CWB 10K é uma realização da Sportion, com apoio da Nosso Time Eventos Esportivos, Glpromo Eventos Esportivos, Global Vita Sports, Thomé e Santos e Kenya Sports. A corrida conta com a supervisão da ABRACEO, apresentação do Shopping Mueller, patrocínio da Foxlux/Famastil, além do apoio da Unimed Curitiba, Jasmine, Voit, Best For You, Laura, Airtrak, Live, Phosfato, AmendoBirl e Fotop.

Jantar do Bem celebra 102 anos do Hospital Pequeno Príncipe

Os pratos serão entregues no sistema delivery para serem degustados em casa com todo conforto e segurança

Foto: Camila Hampf Mendes/Hospital Pequeno Príncipe

Curitiba, 15 de outubro de 2021 – Nos dias 19, 20, 21, 26, 27 e 28 de outubro o Pequeno Príncipe realiza a 2º edição do Jantar do Bem em comemoração aos 102 anos do maior hospital exclusivamente pediátrico do país. A iniciativa é uma das fontes de arrecadação para as atividades de assistência e pesquisa da instituição e reunirá sabor, solidariedade e união em prol da causa saúde infantojuvenil.

O menu que serve duas pessoas, criado pelo Buffet Nuvem de Coco, pode ser adquirido por WhatsApp ou e-mail no valor de R$340 e será entregue no sistema delivery, na data escolhida, para que seja degustado no conforto e segurança de casa. “Ações como essa e contar com o apoio da sociedade fazem possível o nosso dia a dia acontecer em prol das crianças. Nos permitem ousar, sonhar e fazer mais por nossos pacientes ”, explica a diretora executiva do Hospital Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro.

Confira o menu preparado para essa celebração

– Entrada: burrata com miniverdes ao molho de limão siciliano

– Prato principal: mignon na manteiga Paris com bolacha de gnocchi à romana com molho de queijos

– Sobremesa: ravióli de chocolate com calda de chocolate branco

Valor: R$ 340, com frete incluso.

Data: As entregas ocorrerão nos dias 19, 20, 21, 26, 27 ou 28 de outubro, das 19h30 às 21h conforme a ordem de compra.

Para adquirir o menu: WhatsApp número (41) 98885-7018 ou e-mail para sarah.santos@hpp.org.br.

Sobre o Pequeno Príncipe
O Hospital Pequeno Príncipe é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que desde 1919 se dedica à causa da saúde infantojuvenil. Possibilita desde consultas até tratamentos complexos, como transplantes de rim, fígado, coração, ossos e medula óssea. Oferece atendimento em 32 especialidades, com equipes multiprofissionais especializadas. Com 384 leitos, sendo 68 em UTIs, destina cerca de 70% da sua capacidade de atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Junto com a Faculdades Pequeno Príncipe e o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, forma o Complexo Pequeno Príncipe e mantém-se como um centro de referência no qual se pratica, ensina e pesquisa, com excelência técnico-científica, o que há de mais moderno para o diagnóstico e o tratamento de crianças e adolescentes de todo o país.
Em 2020, realizou 159 mil atendimentos ambulatoriais e 12 mil cirurgias, mesmo com a pandemia de coronavírus, dispondo de sua estrutura única pensada exclusivamente para oferecer o melhor e aliando a tecnologia à humanização em prol do bem-estar e da garantia dos direitos de seus pequenos pacientes.

Selo de Qualidade Técnica para ópticas é lançado no Paraná como um benefício para a população e para o mercado de saúde visual

Iniciativa do Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná e do SINDIÓPTICA/PR auxilia os consumidores na busca de bons serviços, qualifica o trabalho dos profissionais da área e promove a percepção de que as óticas são estabelecimentos de saúde

Os paranaenses que necessitam de óculos e o mercado de óticas do estado vão contar com um benefício na busca pela qualidade em lentes para correção visual. O Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná – CROO/PR e o Sindicato do Comércio Varejista de Material Óptico, Fotográfico e Cinematográfico no Estado do Paraná – SINDIÓPTICA/PR lançarão um Selo de Qualidade Técnica, que será conferido aos estabelecimentos que cumprirem com as exigências da categoria para oferecer produtos de qualidade e apropriados para a saúde dos olhos.

“A visão é o mais importante dos sentidos humanos, merece ser tratada com respeito e cuidado. A ideia do selo nasceu da necessidade de sinalizar, tanto para o consumidor, quanto para o próprio setor óptico, que estabelecimentos trabalham de acordo com os critérios técnicos e éticos exigidos para o setor”, explica Franklin Kerber, vice-presidente do CROO/PR e optometrista. O selo será concedido a estabelecimentos que contam com profissionais ópticos aptos para garantir: a interpretação correta da prescrição, armações adequadas para o rosto, medidas para uma perfeita adaptação dos óculos e as melhores lentes.

O lançamento do selo está marcado para 1º de outubro (sexta-feira) às 19h, no Senac Centro (Curitiba/PR), em um evento para convidados. Na ocasião, será realizado um coffee break seguido de uma apresentação, que contará com cinco profissionais envolvidos na iniciativa: Reginaldo Alberto Pereira (bacharel em optometria e pós-graduado em ortóptica e reabilitação visual), Carlos Eduardo Scarpim Winnikes (bacharel em optometria), Arlindo Mitsuo Tsumanuma, (técnico óptico e optometria), Fabio Prestes Barbosa Meger (assessor jurídico do CROO/PR) e José Alberto Pereira (presidente do SINDIÓPTICA/PR).

Esta ação conjunta entre os representantes dos profissionais técnicos em óptica e dos comércios varejistas de artigos ópticos visa valorizar aqueles que trabalham de forma adequada, bem como dar visibilidade aos consumidores sobre a importância de escolher bem os estabelecimentos em que irão adquirir suas lentes. “O selo é ao mesmo tempo uma forma de certificar as boas práticas do estabelecimento óptico, e um compromisso de que a óptica aplica com rigor critérios técnicos e éticos estabelecidos por lei e pelo código de ética profissional do Conselho Brasileiro de Óptica e Optometria. Para o consumidor, é a garantia de receber o melhor para suas necessidades de saúde visual. Para o profissional de óptica, a segurança de uma concorrência leal, balizada nas melhores práticas”, aponta Franklin Kerber.

Óticas precisam ser encaradas como lojas de saúde
Não existe hoje a percepção de que uma óptica seja uma casa de saúde, tanto quanto uma farmácia. No entanto, esta é uma visão que precisa ser mudada, e a criação do Selo de Qualidade Técnica pode contribuir com essa mudança. “De fato não há como negar que a escolha dos óculos, das armações, têm um grande impacto sobre a imagem pessoal, e estes são sim itens de moda. Porém, o propósito principal desses itens não pode ser ignorado. Óculos bem adaptados, lentes produzidas com material de qualidade, construídas com precisão, são essenciais para um bom desempenho no trabalho, nos estudos, e na vida em geral. Especialmente em tempos onde tanto da visão tem sido exigido. Boa parte de nós passa horas a frente de uma tela, dependemos cada vez mais de nossa capacidade de enxergar bem e com conforto. Então é preciso encarar a óptica como estabelecimento de saúde, e que a escolha adequada das lentes, dos óculos, é uma responsabilidade compartilhada entre o óptico e o cliente, aliando um excelente design com perfeição técnica que o sentido da visão merece”, afirma Franklin Kerber.

Sobre o CROO/PR
Com sede em Curitiba, o Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná – CROO/PR é uma associação privada que representa no estado os técnicos em óptica (responsáveis pelos estabelecimentos que comercializam lentes e óculos) e os optometristas, que são profissionais da área da saúde visual que trabalham na atenção primária com prevenção de disfunções oculares e correção de erros refrativos, além de atuarem em terapia visual e adaptação de lentes de contato. O CROO/PR tem entre seus objetivos lutar pela regulamentação do exercício do profissional optometrista, esclarecer para a sociedade questões que envolvem o desenvolvimento da saúde visual da população paranaense, e também fazer propostas de readequação e reorganização dos atendimentos em saúde ocular.

Serviço:
Lançamento do Selo de Qualidade Técnica CROO/PR e SINDIÓPTICA/PR
Local: Senac Centro (Rua André de Barros, 750, 10º Andar – Curitiba/PR)
Data e horário: 1º de outubro (sexta-feira) às 19h

DAJU PRETENDE DOAR ATÉ 14 MIL TOUCAS PARA PACIENTES EM TRATAMENTO DE CANCÊR DO HOSPITAL DE CLÍNICAS

“Cadastre-se e doe” é o nome da campanha idealizada pela rede de lojas Daju, com o apoio dos Amigos do HC, que começou esta semana e vai até o dia 31 de julho.
O objetivo da campanha é aquecer o coração e a cabeça de quem está lutando contra o câncer, através da doação de toucas de microfibra.
Para a Daju, ajudar o próximo é fundamental, pois a solidariedade faz parte do DNA da empresa, desde a sua fundação, há 38 anos, e segue até hoje.
Por isso, a empresa promove diversas ações solidárias, como doação de cobertores, mantas, alimentos, e inclusive produtos indispensáveis no combate a pandemia, como máscaras e álcool gel.
E agora, segundo o marketing da Daju, o objetivo é chegar ao número de 14 mil toucas doadas ao setor de Oncologia do Hospital de Clínicas, através dos Amigos do HC, que serão destinadas às pessoas que estão lutando contra o câncer.
Para ajudar é muito fácil. Basta cadastrar o WhatsApp Daju (41) 98816-3655 ou através do link: https://bit.ly/2TRRdpV e enviar a mensagem: Eu ajudei
Depois é só compartilhar com seus amigos e familiares. Quanto mais mensagens chegarem ao WhatsApp Daju, mais toucas serão doadas.
Para conhecer mais sobre o trabalho realizado pelos Amigos do HC, acesse: www.amigosdohc.org.br
Atenção: ação válida até 31 de julho, para Curitiba e Região Metropolitana. 
Serão doadas até 14 mil toucas.
Compartilhe e Ajude!

Fonte: Cris Osike Nova Comunicação

Caneta preenchida de insulina

O dispositivo ajuda para que a condição não se agrave durante a pandemia. A campanha "Caneta da Saúde" chega à cidade do estado do Paraná nesta terça-feira (29) e ficará até quarta-feira, 30 de junho.

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~O Brasil conta com mais de 13 milhões de brasileiros vivendo com diabetes . 1Com eles, são milhares de famílias convivendo com uma doença crônica em uma rotina que exige cuidado intenso e atenção redobrada com a alimentação, além da prática de atividade física e a disciplina na manutenção do tratamento, especialmente em tempos de pandemia.2 É pensando nesses pacientes e suas famílias, e no complexo contexto da pandemia, que surge a campanha "Caneta da Saúde", uma iniciativa de saúde pública e fruto da soma dos esforços e da parceria entre a Associação de Diabetes Juvenil (ADJ), Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD) e da Novo Nordisk, além de contar com o apoio da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). O objetivo é informar e educar a população sobre as vantagens das canetas preenchidas de insulina, estimulando o uso do recurso que está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), em todo o Brasil, para pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2, preferencialmente jovens até 19 anos e adultos com 50 anos ou mais.3

Diferente das seringas, que precisam de frascos e ampolas, e com a agulha mais fina e curta, causando menos desconforto na aplicação, a "Caneta da Saúde" já vem preenchida com insulina e seletor de dose, o que garante maior precisão, oferecendo menos risco de erro na aplicação. Além disso, pode ser transportada com facilidade e manuseada com praticidade pelas pessoas com diabetes, seus cuidadores e familiares.4,2 "O diabetes não é uma condição individual. Trata-se de algo muito presente na vida de milhões de famílias. Neste novo cenário delicado de pandemia, há pessoas que estão no grupo de risco e podem desenvolver as formas mais graves da doença", explica a endocrinologista e diretora médica da Novo Nordisk, Priscilla Olim Mattar.

A campanha

Por se tratar de uma iniciativa de utilidade pública, a campanha "Caneta da Saúde" tem abrangência nacional e contará com diversas iniciativas no ambiente digital e presenciais. No site da Caneta da Saúde, dedicado à campanha, a população encontra informações e orientações sobre o diabetes, o uso de insulina, as vantagens e benefícios da utilização da caneta preenchida de insulina. Há também uma área destinada aos profissionais da saúde, com um exclusivo e-book e orientações técnicas sobre a utilização das canetas preenchidas de insulina no SUS.

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(O caminhão estará em vários estados durante três meses trazendo informações sobre o tratamento gratuito. Crédito: divulgação)

Ao longo de três meses, um caminhão circulará por diversos estados brasileiros, distribuindo material de orientação e esclarecendo dúvidas da população. Em Curitiba, o caminhão estará na cidade nos dias 29 e 20 de junho, das 8h às 18h, no intuito de reforçar a importância da campanha. O caminhão estará no estacionamento da Leroy Merlin, Endereço Av. Wenceslau Braz 88, Bairro Parolim.

Diabetes em tempos de Covid

A pandemia do novo coronavírus desponta no cenário como preocupação extra. Já se sabe que pessoas com diabetes não estão mais suscetíveis a se contaminar se tomarem os cuidados recomentados pelas autoridades de saúde. No entanto, estando no grupo de risco, elas são sim mais susceptíveis a desenvolver as formas mais graves da doença quando o diabetes não está devidamente controlado.5 Um tratamento adequado controla os picos glicêmicos evitando, por consequência, emergências médicas.4

IMPORTANTE: Não haverá distribuição de canetas preenchidas de insulina e tampouco elas estarão disponíveis no local. O objetivo da campanha é divulgar a existência desse benefício via SUS, educando e orientando pacientes, profissionais da saúde e familiares sobre o diabetes e suas opções de tratamento.

Para mais informações clique:

www.canetadasaude.com.br

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Rotina de inverno: Cães precisam de cuidados especiais de acordo com sua idade e raça

Veterinário dá dicas sobre frequência de banhos, cuidados, atividades físicas e alimentação para os dias frios

Embora o inverno ainda não tenha começado, os dias frios já anunciam que teremos uma estação rigorosa pela frente. E assim como os tutores, os pets podem sentir muito frio, principalmente de acordo com a idade e a pelagem: cães filhotes e idosos, assim como as raças que apresentam pelo mais curto - como Chiuahua, Pug, Bulldog, Boxer, Pinscher e Fox Paulistinha -, são mais suscetíveis ao frio e precisam de alguns cuidados especiais.

De acordo com o veterinário e proprietário do Clube de Cãompo, Aldo Macellaro Jr, medidas simples como colocar uma roupa no pet e aquecer sua pequena cama com mantas e cobertores podem ajudá-los a sentir menos frio, entretanto, a rotina de cuidados vai um pouco além disso. Pensando na saúde e bem-estar dos animais nesse período, a seguir, o especialista destaca uma série de dicas como orientação aos tutores.

Cachorro toma banho no inverno?

Os banhos no inverno podem acontecer com menos frequência, o que pode variar de acordo com a raça e ambiente que o pet habita. Em média, os banhos nesse período podem ser dados a cada 30 dias em cães de pelagem mais curta e que vivem em áreas externas. Já os cães de pelagem longa e que vivem dentro de casa, podem tomar banhos a cada 15 dias. "O mais importante é preservar a saúde do animal, eles não precisam estar sempre perfumados. Caso o tutor opte por uma frequência de banhos mais espaçada não há problema, mas alguns cuidados precisam ser mantidos como a limpeza dos ouvidos, escovação dos dentes e da pelagem, principalmente em cães de pelo longo que costumam sofrer com nós. Animais que tomam banho em pet shops não costumam ter problemas nesse período, mas caso o tutor opte por dar banho em casa, é muito importante escolher um horário mais quente do dia, evitar banhos ao ar livre, usar água morna, secar bem os pelos e proteger os ouvidos, para que não entre água. Cães da raça Cocker Spaniel, por exemplo, precisam de cuidados redobrados nesse sentido, pois apresentam problemas auriculares com maior frequência", explica Aldo Macellaro Jr.

Alimentação deve ser balanceada

Os pets devem receber uma alimentação balanceada ao longo do ano, independentemente das estações. Porém, com o inverno o animal acaba se exercitando menos e, consequentemente, gastando menos energia, o que pode levar ao aumento de peso. "Esse ponto merece bastante atenção, pois muitos tutores acabam compartilhando suas refeições, o que pode ser muito prejudicial para a saúde do cão. No inverno a dieta precisa ser seguida com ainda mais rigor, pois a obesidade abre portas para outras doenças mais graves", destaca o veterinário.

Está muito frio para fazer um passeio?

Mas saiba que a atividade física é essencial para a saúde física e psicológica do cão. Além de ajudar a controlar o peso, proteger de doenças cardíacas e articulares, os cachorros precisam estar em movimento, interagindo com outros animais e explorando novos ambientes. "Apesar do frio, os passeios precisam ser feitos pelo bem do pet. Quando eles passam muito tempo trancados em casa podem ficar ansiosos e até agressivos por manter a energia contida. Pode ser uma voltinha rápida pelo bairro e depois, complementar com mais alguma brincadeira de interação entre o pet e o tutor", exemplifica o especialista.

Vacinas precisam estar em dia

A vacinação do pet é fator importante para preservar sua saúde e deve estar sempre em dia. Mas no inverno, com as temperaturas mais baixas e possíveis quedas na imunidade, algumas doenças respiratórias infecciosas acometem os animais com mais frequência como a tosse dos canis, também conhecida como traqueobronquite infecciosa canina, e a vacinação é a melhor forma de prevenção. "Essa infecção pode ser causada por vírus ou bactérias e costuma apresentar sintomas como tosse frequente, espirros, secreções no nariz, boca e olhos, chiado na respiração, febre e vômitos. A tosse pode ser confundida com engasgos, por isso é preciso estar atento, alguns casos podem evoluir para pneumonia. As vacinas hoje disponíveis são indispensáveis para evitar essas contaminações e complicações", ressalta Aldo Macellaro Jr.

Frio, dor ou ambos?

Este é um ponto que requer muita atenção, especialmente quando diz respeito aos cães com idade mais avançada, que possuem massa muscular e camada de gordura reduzidas, um processo natural do envelhecimento. "Pode ser que o pet com mais idade durma por mais tempo e com o frio fique mais encolhido. Quando ele acorda, pode ser acometido por fortes dores articulares e agravar os casos de artrite e artrose, por exemplo. Nesses casos, é preciso estar atento ao que parece ser uma preguiça e ajudar o animal a se movimentar, para evitar que chegue a quadros mais críticos de dor e desconforto. Em alguns casos é preciso buscar ajuda veterinária para a realização de exames, diagnóstico e tratamento mais adequado", conclui Macellaro Jr.

Sobre o Clube de Cãompo
Fundado em 1996, o Clube de Cãompo é um hotel fazenda para cães localizado em Itu (SP), há 80 km da capital. Projetado para oferecer diferenciais em hospedagem, o espaço é uma verdadeira colônia de férias para animais, oferecendo diferenciais como amplos espaços em meio à natureza, chalés individuais, departamentos separados por porte de animal, ambientes higienizados e desinfetados diariamente. O espaço ainda conta com assistência integral de veterinários e a hospedagem inclui banho e passeios monitorados pelos 60.000 metros quadrados de área do Clube. Também podem ser contratados para os cães hóspedes os serviços de agility, natação, adestramento, obediência básica, solução de problemas comportamentais, condicionamento físico e Day Care, composto por um dia de atividades variadas, além do transporte porta a porta em veículos climatizados para maior comodidade e segurança.

Dia mundial da enfermagem: Voluntários homenageiam equipes em hospitais com mais de mil bonecas de fuxico

Gerente de enfermagem recebe homenagem da própria mãe, que participou do grupo de quase 40 costureiras voluntárias

Uma iniciativa que une 38 costureiras voluntárias a 1.021 profissionais de enfermagem que estão na linha de frente da pandemia. E, mais do que isso, uma ação que liga uma mãe e uma filha, que, há mais de um ano, estão mais distantes do que gostariam por causa da Covid-19. Foram mais de mil bonecas de fuxico produzidas ao longo de 2 meses para distribuir, como forma de homenagem, à equipe que tem se dedicado dia após dia aos pacientes. Entre as voluntárias, a dona de casa Ester do Carmo Gomes, que entrou para o grupo motivada pela filha enfermeira e viu no voluntariado um alento durante a pandemia.

“Sempre quis fazer algum trabalho assim, mas nunca dava certo. Aí veio a pandemia e o hospital perguntou se eu queria ajudar a fazer máscaras, tudo indicação da minha filha. Aceitei e fiz máscaras por 5 meses e continuamos com as bonecas de fuxico até hoje. Para mim, foi uma benção, principalmente nessa pandemia. Como sou do grupo de risco e tenho que ficar em casa, me apeguei ao voluntariado. Pra mim é uma terapia”, diz Ester.

Jhosy do Carmo Gomes é filha de Ester e gerente de enfermagem do Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), onde, junto com o Hospital Universitário Cajuru, serão entregues as bonecas de pano ao longo da semana em que se comemora o Dia da Enfermagem. “O sentimento de receber uma homenagem que minha mãe ajudou a fazer é de gratidão porque ela é tudo pra mim. E saber que minha mãe está participando de uma homenagem para a minha classe, me deixa sem palavras. É um presente com amor em dobro”, revela.

Mãe e filha precisaram se afastar durante a pandemia. “Nós nos vemos com muito menos frequência, mas ela é quem me ajuda em tudo e é meu suporte no dia a dia. Eu não posso mais abraçar, fazer as coisas que fazia antes e sinto muita falta disso. A gente não deixou de se ver, mas não ter aquele contato mãe e filha é muito difícil”, se emociona Jhosy.

Realidade que é enfrentada por muitos desses profissionais ao longo de todos esses meses, o que traz um significado ainda maior para a homenagem. “Essas pequenas ações são um motivador porque tiram a equipe da rotina e surpreendem. É um ato em que os profissionais se sentem reconhecidos e conseguem sentir que alguém está se preocupando com eles. E esse carinho agrega muito valor no dia a dia da equipe”, comenta a gerente.

Impacto na vida dos voluntários

Para Maria Regina Figueiredo Silva, voluntária há 9 anos no Hospital Universitário Cajuru, a ideia era exatamente essa: demonstrar, por meio das bonecas, todo o carinho e admiração que elas sentem pelos profissionais da enfermagem que têm se mostrado ainda mais essenciais durante a pandemia. “Resolvemos elaborar uma maneira de contribuir e homenagear as equipes mesmo à distância. Queríamos mostrar que estávamos pensando nas pessoas que estão trabalhando no hospital. As bonequinhas acabaram sendo uma ponte entre o nosso trabalho, naquele pequeno pedaço de pano, e os profissionais da saúde. O que eu espero com essas bonecas é que os enfermeiros percebam que eles não estão sozinhos”, afirma.

Sentimento de solidão que muitas vezes os voluntários também sentiam, por estarem com as atividades suspensas na pandemia. E até pensando em diminuir o impacto dessa ausência física, a entrega das bonecas nos hospitais é feita com o apoio de um tablet, para que os voluntários possam estar presentes por meio de uma videochamada. “Como a visita presencial dos voluntários está suspensa por causa da pandemia, decidimos usar um tablet para que a equipe de costureiras pudesse acompanhar a entrega das bonecas de forma remota e deixar uma mensagem para os profissionais”, diz a coordenadora do voluntariado dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat, Nilza Maria Brenny.

No meio dessa boa ação, o coração dos próprios voluntários foi aquecido pelo simples fato de fazer o bem. Para a costureira Masumi Fuji de Mello, a história no voluntariado começou após a aposentadoria e hoje percebe o impacto na pandemia. “Eu senti a necessidade de ocupar o tempo fazendo algo útil e ajudando quem precisava. E nesse momento, ao nos unirmos em um grupo de voluntários para atuar em um trabalho tão lindo em prol da equipe na área de saúde, compartilhamos atividades, conhecimento, dedicação e amor, mesmo em um momento tão difícil”, finaliza.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Estresse e ansiedade provocados pela pandemia aumentam fatores de risco para infarto do coração

Hipertensão arterial, aumento dos níveis de gordura no sangue e da glicemia são alguns dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares que podem ser descontrolados com alterações emocionais

A pandemia da Covid-19 causou muitas mudanças repentinas na rotina das pessoas, principalmente, em relação ao trabalho e ao estilo de vida, trazendo também como consequência impactos para a saúde mental. Sintomas como estresse, alteração no sono, medo, ansiedade e preocupação excessiva passaram a aparecer em pessoas que nunca antes tinham relatado esses problemas. Um estudo realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em meados de 2020, mostrou que 80% da população brasileira tornou-se mais ansiosa depois da pandemia.

Segundo o cardiologista do Hospital Santa Cruz, Dr. Rafael Luis Marchetti (CRM-PR 27.361, RQE 26.361/26.367), o estresse e outras alterações emocionais provocadas pelas situações vividas durante a pandemia contribuem para o descontrole dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, principalmente o infarto do coração.

“O confinamento, o isolamento social e a falta de atividade física geralmente estão associados à mudança para pior no padrão alimentar e no hábito do sono. O estresse também provoca aumento dos níveis de adrenalina circulando, o que por sua vez aumenta os níveis da pressão arterial. Como consequência disso tudo, surge a hipertensão arterial, o aumento dos níveis de gordura no sangue, obesidade e aumento da glicemia, que são fatores de risco para infarto e AVC”, explica o cardiologista.

Outros estudos também mostram que, durante a pandemia, o número de mortes por doenças cardiovasculares aumentou significativamente, assim como o número de paradas cardíacas fora do ambiente hospitalar. O cardiologista explica que a demanda por consultas eletivas ou exames de acompanhamentos cardíacos nos últimos meses diminuiu.

“No início da pandemia houve uma forte recomendação para ficar em casa e evitar o hospital a qualquer custo. Boa parte da população evitou fazer consultas eletivas neste período, o que implicou em um descontrole das doenças de base como hipertensão, diabete e hiperlipidemia. Muitos pacientes também evitaram o hospital, mesmo sentindo sintomas de alerta como a dor no peito”, relata.

Diante das recomendações dos órgãos competentes para evitar o contágio da Covid-19, o cardiologista ainda reforça que os portadores de doenças cardiovasculares precisam ter cautela, mas lembra que as doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de mortalidade no mundo.

Atenção aos sinais

Além das complicações dos fatores de risco em pacientes cardiopatas, o estresse e a ansiedade, considerados fatores psicossociais, também desencadeiam outros efeitos negativos no corpo que podem aumentar a incidência de infartos. De acordo com coordenador da Cardiologia do Hospital Santa Cruz, Dr. Guilherme Barreto (CRM-PR 28.621, RQE 22.974/22.995), o reconhecimento precoce de um infarto pode salvar vidas e até mesmo prevenir incapacidades no futuro.

“É possível sim que um paciente tenha um infarto de forma assintomática. Contudo, os principais sintomas de alerta são dor no peito e falta de ar. Eles também podem surgir como sensação de peso no peito, irradiado para a ombros e braços, dores inespecíficas no estômago e associados a sudorese e náuseas. Nestes casos, a probabilidade de ser infarto do coração é alta”, detalha o coordenador.

O especialista ainda explica que pacientes com muitos fatores de risco como hipertensão, obesidade, tabagismo e, até mesmo, histórico de infartos na família, precisam ficar ainda mais atentos. “Em caso de algum sintoma de alerta, a primeira atitude é chamar ajuda médica o mais rápido possível ou procurar a emergência de um hospital”, ressalta.

Mudança de hábitos

Para preservar o corpo e a mente, a recomendação dos especialistas é manter hábitos saudáveis como alimentação, exercício físico e a prática de hobbies. Segundo a psicóloga do Hospital Santa Cruz, Jenima Prestes, o isolamento social privou severamente a socialização entre as pessoas e a prática de atividades, mas que existem outros métodos de tratamento para as disfunções psicológicas.

“Mesmo estando em casa, podemos fazer coisas das quais gostamos e, até mesmo, dar oportunidade para novas experiências como, por exemplo, fazer um curso de violão online, visitar um museu pela internet. Ou até mesmo exercícios físicos simples de alongamentos e fortalecimento muscular. Isso também é sair da zona de conforto”, exemplifica a psicóloga.

No caso dos pacientes cardiopatas, a orientação é manter uma alimentação balanceada com frutas, legumes e verduras, evitando o excesso de gordura e alimentos que contenham muito açúcar. Assim também como evitar sentimentos e situações que tragam mais ansiedade.

Sobre o Hospital Santa Cruz

Fundado em 1966, o Hospital Santa Cruz está localizado no bairro Batel, em Curitiba (PR), e, desde junho de 2020, é unidade integrante da Rede D'Or São Luiz - maior rede de hospitais privados do país com atuação no Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Pernambuco, Maranhão, Bahia, Sergipe e Paraná. O Hospital Santa Cruz é considerado um centro de alta complexidade no atendimento das áreas de Oncologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Neurologia, Ortopedia, Pronto-Atendimento e Maternidade. Com estrutura e equipe multidisciplinares, equipamentos de última geração e um moderno centro cirúrgico, oferece cuidado de alta qualidade centrado no paciente, segurança assistencial e humanização do atendimento. É reconhecido com o selo de Acreditação com Excelência Nível III, entregue pela ONA, sendo a instituição acreditada nesta categoria por mais tempo no Estado. Mais informações em www.hospitalsantacruz.com.

Sobre a Rede D'Or São Luiz

Fundada em 1977, a Rede D'Or São Luiz é a maior rede de hospitais privados do Brasil, com presença em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Distrito Federal, Pernambuco, Maranhão, Sergipe, Bahia e Ceará. O Grupo opera com 52 hospitais, sendo 51 próprios e um hospital sob gestão. Atualmente a Rede D'Or contabiliza 7 mil leitos operacionais, e tem planos de chegar a 11 mil até 2022. São, ao todo, 51,1 mil colaboradores e 87 mil médicos credenciados, que realizaram 1,2 milhão de atendimentos de emergência, 254 mil cirurgias, 32 mil partos e 383 mil internações nos últimos 12 meses, além de 9,6 mil cirurgias robóticas desde o início do serviço, há cinco anos. A Rede D'Or São Luiz também conta com a Oncologia D'Or, rede de clínicas especializadas em tratamento oncológico em que está presente oito estados brasileiros.

Supermercados paranaenses doam respiradores e monitores para UTI ao Governo do Estado

Com o objetivo de colaborar com o Paraná para enfrentar esta crise de saúde em função do agravamento da pandemia, a Apras (Associação Paranaense de Supermercados) mobilizou o setor do estado para a compra de respiradores e monitores para a UTI. Praticamente R$ 700 mil foram arrecadados por 34 redes supermercadistas, o que possibilitou a compra de 28 monitores para UTI e 4 respiradores, conforme demanda repassada pelo Governo. O repasse será realizado conforme a demanda.

“Supermercados de diversos portes e de diversas regiões participaram desta mobilização, o que demonstra o quanto é importante que o setor privado se una para ajudar a população no enfrentamento da Covid”, afirma o presidente da Apras, Carlos Beal.

Além destas doações, desde o início da pandemia, as redes supermercadistas do estado estão doando alimentos, máscaras e materiais de higiene e limpeza, além de estreitar a parceria com o poder público em projetos e ações sociais.

Segue abaixo relação dos supermercados que participaram:
Agricer
Angeloni
Araupack
Bahniuk
Bavaresco
Bom Dia
Camilo
Canteri
Center Supermercados
Comercial Zonta
Condor Super Center
CSD
Dalpar
Festval
Irmãos Muffato
Ítalo
Jacomar
Molinis
Muffatão
Paraná Supermercados
Rickli
Saviski
Supermercado Boza
Supermercados Cisne
Supermercado Cristal de Tibagi
Supermercados Irani
Supermercados Ivasko
Supermercado Larissa
Supermercado Tissi
Supermercado Vilagge Paulista
Supermercado Trento
Superpão
Tozetto
Verona

Marca brasileira lança protetor solar natural e vegano

Desenvolvido pela NESH Cosméticos, Sunnature Nesh tem óleos essenciais e vegetais e extratos naturais e orgânicos em sua composição, é totalmente livre de toxinas que prejudicam a saúde e o meio ambiente, além de estimular o colágeno para manter a pele jovem e saudável

CURITIBA, 05/03/2021 – Combater o envelhecimento precoce e o câncer de pele são razões mais do que suficientes para justificar o uso diário de um protetor potente contra os raios solares e a luz azul. No entanto, a grande maioria das fórmulas atualmente disponíveis no mercado são eficientes na proteção, mas causam danos irreversíveis ao meio ambiente, em especial aos rios e mares, e até mesmo à pele.

Muitas pessoas não sabem, mas os protetores solares não biodegradáveis são um dos principais poluidores dos oceanos. Os cerca de 20 ingredientes químicos presentes na composição da maioria das fórmulas – como parabenos, talco, perfume sintético, paba, benzofenona, óleo mineral e derivados de silicone – contaminam as águas e agridem os ecossistemas marinhos. Entre os compostos mais utilizados, está a oxibenzona, que atua como bloqueadora dos raios ultravioletas e compõe mais de 3,5 mil produtos de proteção solar. O resultado são 14 mil toneladas de protetor solar que vão parar anualmente nos rios e oceanos. Não à toa, o uso de protetores solares químicos é proibido nos principais berçários naturais do Brasil, como o arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco, e o Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins.

Por isso, ao escolher um produto para proteger a pele, é também importante optar por uma alternativa sem substâncias químicas nocivas, mais saudável para você e também para o meio marinho. Com essa ideia em mente, a marca curitibana NESH Cosméticos, especializada em produtos veganos com ativos naturais e orgânicos, desenvolveu o protetor solar Sunnature Nesh.
Com toque seco e fator de proteção solar FPS 30 contra as radiações UVB e UVA, o Sunnature Nesh é indicado para todos os tipos de pele, para rosto, colo e mãos. Sua fórmula mais biodegradável, sem silicone ou filtros hidrossolúveis, é mais difícil de ser assimilada por organismos marinhos, limitando assim os danos ambientais causados pela sua utilização. Além disso, o Sunnature Nesh é livre de toxinas, hipoalergênico, dermatologicamente testado, com efeito antioxidante que combate os radicais livres e é feito com ingredientes orgânicos certificados.

Desenvolvida com ativos de origem natural e vegetal, com uma combinação exclusiva de filtros físicos, a fórmula do protetor solar vegano da NESH contém ingredientes como óleo de coco, extrato de algas marinhas, óleos de oliva e calêndula, extratos de chá verde, camomila e sálvia, vitamina E e aloe vera. Assim como todos os itens cosméticos da NESH indicados para uso diário, o Sunnature Nesh também possui Óleos Essenciais em sua composição, que traz um blend dos OEs capim-limão, alecrim e lavanda.

“Nossos produtos trazem toda a essência da natureza. Desenvolvemos linhas muito especiais, que não agridem o corpo humano e o meio ambiente, pois até a embalagem é biodegradável, com o selo 100% Eco Friendly, sendo 100% reciclável. Nos preocupamos com cada etapa do processo de produção, para que nossos cosméticos alcancem um altíssimo nível de qualidade”, explica Talita Rinaldi, idealizadora da NESH.

Até que seja implementada uma regulamentação proibindo a comercialização de protetores solares que contenham oxibenzona e outros componentes semelhantes, a escolha recai no consumidor. “Ao evitar protetores solares com esses elementos, você contribui para a proteção do meio marinho e a redução dos danos causados aos recifes de corais, além, é claro, de proteger sua pele de forma consciente”, completa Thiago Pissaia, também idealizador e consultor do projeto.

Os produtos da NESH estão disponíveis no site www.neshstore.com.br, com entrega em todo Brasil. Mais informações e dicas no perfil oficial da marca no Instagram (@nesh.eco.cosmeticos).

22:25

Nos últimos meses o home office imposto pela pandemia do coronavírus levou muitos profissionais a ficarem muito mais tempo com os seus pets. A mudança repentina na rotina familiar é um componente perigoso para o desenvolvimento de um transtorno de comportamento. Essa alteração na rotina pode deixá-los ansiosos e desencadear a “ansiedade por separação”, que pode ocorrer tanto pelo distanciamento como pela alteração de estar mais tempo presente. Os especialistas alertam que com a vacinação, muitas pessoas vão deixar o home office para voltarem ao ambiente de trabalho, essa mudança repentina deverá ser observada se não irá alterar o comportamento do seu pet.

De acordo com veterinária psiquiátrica da Jeito Animal, Fran Paese Cherobim, têm pets que não lidam bem com o fato de estarem sozinhos em casa e podem sofrer estresse e ter problemas sérios de saúde, além de comportamentos indesejados. “Cães que sofrem de ansiedade podem fazer lambeduras em excesso, perseguir a própria cauda, roer móveis, chorar e latir constantemente. Alguns cachorros se machucam de tanto arranhar portas. Também há relatos de casos de cães que pulam janelas de edifícios”, exemplifica a veterinária. Ela ressalta ainda que, embora os gatos tenham um temperamento mais independente, também podem sofrer com as alterações de rotina e ter comportamentos compulsivos e destrutivos. Os sinais mais comuns são: mudanças no apetite, arranhar móveis, miados em excesso, lambeduras e agressividade.

Para a especialista, o transtorno pode ser evitado com medidas simples. “As mudanças devem ser feitas de forma gradual, quando possível, e o tempo longe de casa ser aumentado gradativamente. Além disso, o tutor deve manter uma rotina de brincadeiras e brinquedos interativos para que os pets gastem energia. Para os cães, os passeios são muito importantes. Mas, quando o problema já está instaurado, a ajuda profissional é imprescindível”, ressalta.

O educador da Jeito Animal, Pedro Luiz Fontoura, conta que os tutores devem ter alguns cuidados para não piorar o transtorno e que o trabalho dele consiste em ensinar os clientes a se comunicarem com os pets e a conduzirem os treinamentos. “Algumas das coisas que ensinamos nestes casos é que o tutor não deve valorizar a saída de casa com grandes despedidas e não fazer festa no retorno ao lar”, exemplifica o educador. Mas, segundo ele, o transtorno de ansiedade por separação é bastante complexo e os casos devem ser avaliados individualmente.

Ele ressalta ainda como é feito o professor para identificar o transtorno. “Avaliamos o cão ou gato, a rotina da família e as condições do ambiente para desenvolver o protocolo. Nós trabalhamos também com florais e aromaterapia para auxiliar o processo. Em casos mais graves é necessário acompanhamento de um médico veterinário psiquiatra”, afirma Fontoura.

Casos onde o Home office evidencia a ansiedade dos pets

Antes da pandemia, a auditora Elize Dubliela trabalhava muitas horas fora de casa e viajava com frequência, por isso, a poodle Mel, de 9 anos, ficava muito mais na casa dos pais dela. Mel desenvolveu ansiedade por separação, mas foi durante o home office que Elize percebeu que o problema era grave. Os latidos excessivos fizeram com que ela procurasse ajuda dos educadores da Jeito Animal.

“Não basta fazer o treino semanal, mas sim ter uma dedicação diária para que ela possa incorporar os novos comportamentos aprendidos. Em um mês de treinos já percebi melhoras. O objetivo é que ela fique mais tranquila na minha ausência e, consequentemente, mais feliz”, comenta.

Sustos também alteram o comportamento

A golden retriever Bolacha, de seis anos, desenvolveu ansiedade por separação com comportamento destrutivo e agressividade. O problema começou após um evento traumático, um assalto na casa da empresária Cecília Bonaldi de Arruda. Esse caso também foi evidenciado durante o período de pandemia. Atualmente, Bolacha é acompanhada pela veterinária psiquiátrica Fran Paese Cherobim e está sendo medicada.

“O adestramento positivo ajuda nesse caso de ansiedade, pois brigar só piora a situação. Acaba virando um círculo vicioso entre a possível destruição que o cachorro fará e suas brigas”, ressalta Cecília. A tutora comenta, ainda, que o adestramento é muito importante pois ajuda a entender os limites e necessidades do cão.

Mais sobre Jeito Animal:
Site: ojeitoanimal.com.br
Instragram: jeitoanimalbr

Hospital Cardiológico Costantini realiza evento gratuito e on-line sobre Ciência do Esporte

No dia 25 de fevereiro, quinta-feira, o Hospital Cardiológico Costantini e a Academia do Coração realizam um seminário científico gratuito e on-line sobre Ciência do Esporte. O tema foi escolhido em homenagem ao Dia do Esportista, comemorado no último dia 19, e pela relevância para o momento, pois neste período atletas profissionais e amadores realizam suas avaliações pré-participação desportiva.

As palestras terão início às 19h de forma on-line e presencial (vagas limitadas conforme medidas de distanciamento) e contarão com a presença de médicos do corpo clínico do hospital, além de profissionais de equipes multidisciplinares envolvidos com futebol e esportes olímpicos. O evento é voltado para profissionais da área da saúde, educadores físicos, esportistas, jogadores e comunidade, em geral.

Sua transmissão ocorrerá pela plataforma ICostantini. Para acompanhar, acesse: www.icostantini.com.br e realize a sua inscrição. Para assistir presencialmente, ligue para (41) 3013-9074. O seminário é gratuito e será emitido certificado aos participantes.

SERVIÇO:
Seminário Científico sobre Ciência do Esporte - gratuito e on-line

Tema: Ciência do Esporte;
Data: 25/02/2021 (quinta-feira);
Horário: 19h
Local:
Presencial: (41) 3013-9074
Online - https://icostantini.com.br/
Gratuito
PROGRAMAÇÃO:

19h-19h05 – Abertura – Dr. Costantino Costantini;
19h05-19h35 – A importância da ciência esportiva na estrutura metodológica do trabalho no esporte profissional – Prof. Dr. José Carlos Brunoro (Diretor Executivo CEO do Coritiba Foot Ball Club);
19h35- 20h – Como levar a Ciência do Esporte até o atleta amador? – Prof PhD. Rafael Michel de Macedo (Diretor de Prevenção do Hospital Cardiológico Costantini);
20h- 21h – Mesa redonda: A importância da equipe multidisciplinar dentro do conceito da Ciência do Esporte – Coordenador: Prof PhD. Rafael Michel de Macedo | Prof. Dr. José Carlos Brunoro (Diretor Executivo CEO do Coritiba Foot Ball Club), Dr. Fernando Willington (Médico do Esporte do Hospital Cardiológico Costantini), Dra. Cristiane M. de Carvalho (Nutricionista do Esporte do Hospital Cardiológico Costantini), Dr. Paul André Alain Milcent (Ortopedista do Esporte do Hospital Cardiológico Costantini), Fst. Lucas Rafael Heleno (Clube Athletico Paranaense), Professor Marcos Walczak (Preparador Físico do Paraná Clube), Professor Andrey Paixão Silva (Preparador Físico de Natação do Clube Curitibano).