Campanha que mobilizou grandes nomes do futebol entra em nova fase para ajudar famílias durante pandemia

Ação do Instituto Futebol de Rua conta com apoio de ídolos da música, como Nando Reis, para que a mensagem chegue além do âmbito do futebol

Grandes nomes do futebol e da música estão se unindo para ajudar crianças e famílias em situação de vulnerabilidade social numa campanha promovida pelo Instituto Futebol de Rua, ONG nascida na Comunidade de Heliópolis (SP) e que atende mais de duas mil e quinhentas crianças, de 34 cidades, de 19 estados brasileiros. Alex, Alexandre Pato, Jô, Rogério Ceni, Kaká, Amoroso, Dorival Júnior e outras estrelas do futebol ajudaram na primeira fase da campanha Virando o Jogo, iniciada em abril de 2020, que realizou 37 ações no decorrer do ano.

Apenas no ano passado, foram distribuídas mais de 14 toneladas de alimentos, sopas, lanches, além de gás de cozinha, produtos de higiene pessoal, produtos de limpeza e outros itens essenciais para famílias impactadas pela pandemia. Porém, com o agravamento da situação no Brasil, a necessidade de auxílio nas comunidades em situação de vulnerabilidade social aumentou. Por isso, o Instituto acaba de dar o pontapé inicial na segunda fase do projeto.

Para o fundador do Futebol de Rua, Alceu Natal Neto, a iniciativa faz parte dos valores da instituição. "Desde que nascemos, há 14 anos, sempre trabalhamos para ajudar as crianças a construírem um futuro melhor. É um trabalho gratificante e foi mais gratificante ainda vermos o apoio que recebemos no ano passado. A ideia dessa nova etapa é aumentar o número de pessoas beneficiadas. Todas as doações são bem-vindas, desde alimentos e produtos, até o suporte de empresas que podem ajudar com quantias em dinheiro", ressalta.

Além de grandes nomes do futebol, a campanha "Virando o Jogo - Segundo Tempo" também contará com a ajuda de estrelas da música, como o cantor Nando Reis, que vão divulgar a iniciativa para seus fãs, nas redes sociais. “Nosso embaixador Carlinhos Neves foi quem trouxe a ideia de mobilizar jogadores, técnicos e até artistas nessa causa. Nesse momento, precisamos usar a influência e o alcance de todas as pessoas para fazer o bem”, explica Alceu. Os vídeos das estrelas que apoiam a campanha são postados nas redes sociais do Instituto Futebol de Rua e nos próprios perfis dos ídolos.

Quem quiser ajudar nessa causa, pode realizar as doações com data e horário marcados na sede do Instituto, em Curitiba. Além disso, a instituição também recebe contribuições financeiras para a compra de donativos, além de oferecer a possibilidade de parcerias com empresas e indústrias.

Confira os vídeos dos apoiadores da campanha nas redes sociais:

Instagram @institutofutebolderua

Facebook www.facebook.com/futebolderua.org/

Serviço:

Campanha Solidária - Instituto Futebol de Rua

Doações: alimentos não-perecíveis, itens de higiene pessoal, produtos de limpeza.

Data: de acordo com agendamento ou atraves do link https://ebanxbeep.com/instituto-futebol-de-rua/virando-o-jogo-2-tempo

Local: Sede do Instituto - Rua Antônio Moreira Lopes, 190 - Cajuru, Curitiba - PR.

Conta bancária: Instituto Futebol de Rua

CNPJ: 08.607.847/0001-40

Banco do Brasil

Agência: 1518-0

Conta Corrente: 28234-0

Sobre o Instituto Futebol de Rua

Criado em 2006, o Instituto Futebol de Rua é uma organização sem fins lucrativos que utiliza o esporte, a educação e a cultura como ferramentas para o desenvolvimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Presente em 19 estados, 34 cidades e com mais de dois mil e quinhentos beneficiários, o Instituto conta com metodologia exclusiva que alia aulas de formação humana ao futebol de rua.

Renato Cavalher é o homenageado do 15° Festival do CCPR

O Head of Creative Strategy do Grupo OM Marketing & Comunicação, Renato Cavalher, foi homenageado na 15ª edição do Festival do Clube de Criação do Paraná (CCPR), realizada de forma remota na noite desta quinta-feira (08).

Ao final da divulgação dos resultados do festival, a entidade apresentou depoimentos de familiares e de profissionais que já atuaram com o publicitário, como a dupla Renato e Roberto Fernandez, Marcos Zanatti, Victor Amorim, James Feeler, Luis Henrique Groff, Celinha Camargo, Alexandre Catarino e Laila Rotter Schmidt.
“O fato do Clube ter resistido todo este tempo já é um motivo de muita satisfação, por teu ajudado a colocar os primeiros tijolinhos lá no começo. Fico muito feliz em ver o CCPR fazer 15 anos, uma criança que eu vi nascer e que carreguei no colo. É uma honra receber esta homenagem”, diz Cavalher, que é sócio fundador do CCPR e foi presidente da entidade de 2004 a 2008.

Foto: Felipe de Souza

Sobre o Grupo OM – O Grupo OM Marketing & Comunicação é o maior do Sul do Brasil, formado por seis empresas: OpusMúltipla (especializada em planejamento de comunicação integrada e na criação de propaganda), Brainbox (consultoria estratégica de marcas e design, com atuação em branding, packaging e retail), HouseCricket (empresa de comunicação dirigida com foco em engajamento), TailorMedia (especializada em planejamento, comercialização e distribuição de mídia em escala nacional), Senso Performance Omnichannel (especializada em performance de vendas, aquisição de leads e melhoria de experiência de compra multicanal) e AirPromo (especializada na entrega de soluções de comunicação para eventos, desde a concepção, criação e logística).

O Grupo OM se propõe a elaborar planos de marketing, comunicação e vendas para ajudar no aumento de vendas no curto prazo e no aumento das margens de lucro no longo prazo. Com mais de 200 funcionários, o Grupo OM faz parte da rede mundial TAAN e atende clientes como ANJ, Banco CNHi, Brevant, Casa Nissei, Corteva Agriscience, Digital & Print Premium Jornais, DSM, FCA, Frimesa, Grupo Alfa, Hebron Farmacêutica, Hiperfarma, Mili, Mosaic Fertilizantes, O Boticário, Prata Fina, Recco, Renault, Schulz, Shopping Mueller, Subway, Talken, TIM Sul, Uninter e Volvo. Contato: (41) 3362-1919 /http://www.grupoom.com.br

Araucária recebe 6 toneladas de alimentos da Corrente de Esperança Condor

Com o objetivo de ajudar Araucária neste momento difícil de pandemia, o Condor Super Center realizou a entrega de 6 toneladas de alimentos para o município, neste dia 6 de abril. A doação faz parte da Campanha “Corrente de Esperança Condor”, que segue até o dia 4 de maio e vai destinar parte da venda dos produtos anunciados nos tabloides específicos da ação.

Viabilizada em parceria com os fornecedores da rede, a “Corrente de Esperança Condor” já doou 14 toneladas de alimentos até o momento.

Segundo o diretor de operações do Condor, Maurício Bendixen, a campanha tem como objetivo ajudar as comunidades a enfrentarem este momento difícil. “No ano passado, já fizemos uma campanha semelhante, mas como a pandemia continua e os reflexos dela estão ainda mais fortes, decidimos criar uma corrente que ajude a população a passar por essas dificuldades com mais esperança e tranquilidade”.

A secretária de ação social de Araucária, Leonice Lara Lacerda, disse que a doação chega em boa hora. “Hoje, temos 8 regionais através do CRAS, que possuem critérios de vulnerabilidade que são avaliados por nossas assistentes sociais da linha de frente, por isso, agradeço o carinho do Condor por estar tendo este olhar neste momento difícil que estamos passando”.

A rede também vai entregar no dia 8 de abril, às 14h, quase 5,5 toneladas de alimentos para Campo Largo (Avenida Padre Natal Pigatto, 925 - gabinete do Prefeito).

Mais informações sobre a dinâmica da campanha e os produtos participantes podem ser conferidos no site www.condor.com.br.

Piraquara recebe 6 toneladas de alimentos da Corrente de Esperança Condor

Para ajudar Piraquara no enfrentamento da pandemia, o Instituto Joanir Zonta realizou a entrega de 6 toneladas de alimentos para o município, neste dia 5 de abril. A doação faz parte da Campanha “Corrente de Esperança Condor”, que segue até o dia 4 de maio e vai destinar parte da venda dos produtos anunciados nos tabloides específicos da ação.

Viabilizada em parceria com os fornecedores da rede, a “Corrente de Esperança Condor” também doou 2 toneladas de alimentos no dia 3 de abril para a comunidade Iguaçu III, em Curitiba. A moradora da comunidade, Rita Cássia Ferreira, destacou que as doações vão ajudar as famílias que trabalham com reciclagem, boa parte idosos. ‘É gratificante ver uma empresa olhando para as famílias aqui de dentro”.

Segundo o diretor administrativo do Condor, Wanclei Said, essa campanha foi idealizada para contribuir com as comunidades onde a rede atua. “Esperamos que estas doações possam minimizar o sofrimento das pessoas afetadas pela pandemia e que leve um pouco de esperança na vida delas”.

Para o prefeito de Piraquara, Josimar Aparecido Knupp Fróes, além de gerar empregos no município, o Condor também está ajudando Piraquara a enfrentar o momento atual. “O Condor é um grande parceiro da cidade e já nos ajudou no ano passado. Agora, esta doação chega em um momento econômico difícil, com desemprego em alta e com muitas famílias precisando”.

A rede também vai entregar amanhã, às 10h, 6 toneladas de alimentos para Araucária (Avenida Brasil, 379, Centro, Araucária – CRAS Centro).

Mais informações sobre a dinâmica da campanha e os produtos participantes podem ser conferidos no site www.condor.com.br.

Condor lança “Corrente de Esperança” para minimizar os impactos da pandemia

Devido ao agravamento da pandemia no Paraná e Santa Catarina, o Condor Super Center lança a campanha “Corrente de Esperança Condor”, que segue até o dia 4 de maio e vai contribuir com os órgãos sociais municipais das regiões onde a rede atua. As doações serão destinadas às Secretarias Sociais das prefeituras para a compra de alimentos, remédios, oxigênio e demais materiais conforme a necessidade.

A “Corrente de Esperança Condor” é viabilizada em parceira com os fornecedores e vai doar parte da venda dos produtos anunciados no tabloide específico da campanha. As entregas serão realizadas via Instituto Joanir Zonta no decorrer da ação.

Segundo o vice-presidente do Condor, Ricardo Zonta, a campanha foi idealizada com o objetivo de minimizar os impactos da pandemia de acordo com a demanda real de cada região. “Pensamos em uma forma de ajudar exatamente de acordo com as necessidades de cada cidade que atuamos, pois elas geralmente variam entre alimentos, oxigênio ou outros materiais essenciais para o atendimento dos pacientes em tratamento”, afirma.

Mais informações sobre a dinâmica da campanha e os produtos participantes podem ser conferidos no site www.condor.com.br.

Empresários paranaenses se unem para agilizar a vacinação no Estado

Movimento Unidos pela Vacina pretende acelerar a imunização por meio do fornecimento de insumos como seringas, agulhas, jalecos e outros

O movimento Unidos pela Vacina, liderado nacionalmente pela empresária Luiza Trajano, chega ao Paraná mobilizando empresas e entidades civis para acelerar o processo de vacinação contra o coronavírus. O objetivo desta mobilização é contribuir de diferentes formas para que todos os brasileiros sejam vacinados até setembro de 2021.

Artur Grynbaum, vice-presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário e Regina Arns, líder do Grupo Mulheres do Brasil-PR na campanha UPV e diretora Executiva da Lapidus Network, se reuniram virtualmente na última quinta-feira (24) com mais de 60 executivos associados da Amcham Curitiba (Câmara Americana de Comércio). “Estamos fazendo um levantamento em todo o Estado para descobrir e mapear as necessidades locais. Algumas cidades precisam de seringas e agulhas, em outras, falta até jaleco e internet. O foco não é comprar vacinas. Nossa intenção é solucionar gargalos para abastecer todos os municípios com os insumos necessários e da forma mais rápida possível”, explica Grynbaum que é uma das lideranças do projeto no Paraná.

O movimento é apartidário e sem pretensão financeira, atua em diversas frentes de trabalho, em interfaces com o governo federal, com os estados, secretarias de saúde e municípios. “Um dos nossos pilares é a comunicação e a conscientização da importância da vacina, e acredito que reunindo forças conseguiremos passar esse recado adiante”, afirma Regina.

Os 399 municípios paranaenses já responderam ao questionário prestando informações sobre os insumos relacionados aos itens da vacinação. “O apoio direto de empresas será essencial, pois elas irão apadrinhar os municípios e auxiliar com as necessidades prioritárias”, reforça Grynbaum.

Empresários, líderes comunitários, entidades representativas e profissionais liberais que queiram contribuir com o movimento podem se cadastrar no https://unidospelavacina.miisy.com/login.

Sobre a Amcham

A Amcham (Câmara Americana de Comércio) é uma das maiores associações de empresas do Brasil, com 15 filiais em todo o País e mais de 5,2 mil empresas associadas. O objetivo da Amcham é criar um ambiente favorável de negócios por meio de boas práticas de mercado, capacitação profissional e cidadania empresarial. A Amcham visa facilitar relações empresariais, gerar negócios, ser ponte no relacionamento governamental e internacional, além de prover conteúdos que amplifiquem o conhecimento de seus associados.

Próxima etapa do Circuito das Estações Shopping Mueller é adiada

Curitiba recebe a segunda etapa do maior circuito de corrida da América Latina no dia 23 de maio

A etapa Outono do Circuito das Estações Shopping Mueller foi adiada para 23 de maio. As inscrições continuam abertas para a prova no estilo Reverse VR. O atleta tem das 7h às 11h, para passar na Arena Pit Stop no Shopping Mueller, pegar a sua medalha, evitando aglomerações, e continuar o seu percurso com a distância definida individualmente por cada participante.

Seguindo o tema "O mesmo desafio. Uma nova experiência. Um novo jeito de se superar", a corrida traz o conceito inovador de Reverse VR. Ao invés de todos os atletas largarem juntos como em uma corrida tradicional, cada corredor larga do seu ponto inicial. Pode ser de casa, do parque ou onde quiser. O intuito é que os atletas corram e passem pela Arena Pit Stop, localizada no Mueller, peguem a medalha e voltem para o ponto de largada. A distância também fica a critério do atleta. Depois é só subir o tempo no site.

Ao passar pela Arena Pit Stop o atleta encontrará uma estrutura similar as de provas tradicionais. Neste ponto acontece a entrega de medalhas, hidratação e fotos, tudo seguindo os protocolos de saúde e higienização. A Arena Pit Stop foi planejada para evitar aglomerações. As medalhas serão distribuídas em embalagens individuais e higienizadas.

Neste ano, Curitiba já recebeu a primeira edição do evento, nos dias 30 e 31 de janeiro, em que mais de 1.500 atletas passaram pelo Shopping Mueller com toda a segurança que o momento exige. As inscrições podem ser feitas no site https://www.circuitodasestacoes.com.br/curitiba/outono/.

SERVIÇO:
Shopping Mueller
Local: Avenida Cândido de Abreu, 127 - Centro Cívico, Curitiba (PR)
Telefone: 41 3074-1000
Informações: www.shoppingmueller.com.br
Facebook: www.facebook.com/MuellerCtba
Instagram: @muellercwb

Docway anuncia trabalho remoto e tem vagas abertas para todo o país

Referência em soluções de saúde digital para empresas e operadoras de saúde,
a startup está à procura de profissionais multifuncionais

CURITIBA, 26/02/2021 – Referência em soluções de saúde digital para empresas e operadoras de saúde, a Docway cresceu 600% em 2020 na comparação com o faturamento do ano anterior. A expansão aconteceu na esteira do isolamento social, que acelerou a transformação digital em muitos segmentos, incluindo o da saúde, com destaque para a telemedicina. O crescimento exponencial da companhia fez também dobrar seu quadro de funcionários. Além de romper as fronteiras do cuidado da vida com a digitalização da saúde, a empresa optou também por derrubar as fronteiras geográficas na contratação dos seus colaboradores. Atualmente, 25% dos funcionários contratados não moram na capital paulista, cidade sede do escritório da Docway.

A liberdade de poder morar em qualquer lugar do mundo, combinada com a possibilidade de aumentar a diversidade e cultura da empresa, ampliando sua visão de negócio, é uma estratégia de atração de talentos na visão de Marcello Alvarenga, CFO e Diretor de Gente e Gestão. Com processos de recrutamento adaptados para a versão online, a startup está com vagas abertas para todas as regiões do país, incluindo oportunidades para quem deseja trabalhar de casa, no modelo home working, mesmo após o fim da pandemia. “Estamos à procura de profissionais que possam contribuir no desenvolvimento da Docway, independentemente de suas origens e formações. Desta forma, promovemos times diversos, porém com valores compartilhados”, conta Marcello.

Para viabilizar o recrutamento de pessoas de Norte a Sul do Brasil, a Docway firmou parceria com uma empresa de entregas, garantindo mais segurança e transparência às negociações. “Mesmo à distância, conseguimos contratar pessoas, enviar o kit de boas-vindas e fazer toda a gestão da equipe”, explica. “Dependendo do cargo, definimos uma periodicidade de visitas à sede, sempre com todas as despesas custeadas pela empresa. Buscamos um modelo sustentável e coerente com as necessidades e expectativas do gestor e dos colaboradores”, complementa.

Além das vagas já abertas para home working, diversos funcionários já contratados também tiveram a oportunidade de voltar para suas cidades de origem. “Não é mais necessário morar na capital paulista para trabalhar em uma empresa de saúde e tecnologia referência no país”, aponta. Atualmente, a Docway conta com colaboradores atuando à distância, nas áreas de tecnologia, enfermagem, jurídico, marketing e gestão de pessoas. Segundo Marcello, a expectativa é quebrar todas as fronteiras na contratação e, em breve, expandir também para a atuação no exterior. “Ainda que proporcionalmente não tenhamos muita gente de fora, as portas estão abertas”, afirma.

Pós-pandemia

“Até 2020, precisávamos estar no escritório porque lá estavam todos os equipamentos e recursos necessários para viabilizar nosso trabalho. Hoje, tudo o que precisamos é portátil e tem custo razoavelmente acessível”, diz. Marcello conta que ainda estão analisando a necessidade – ou não – de manter a sede fixa no pós-pandemia. “A gente ainda vai ter equipes médicas realizando atendimento, temos uma grande equipe de operação, então o que estamos observando é se faz sentido ter um escritório para alguns casos. Outra ideia é ter uma sede com posições rotativas, na qual apenas duas pessoas de cada cargo estarão atuando presencialmente a cada dia”, explica.

Neste momento, o principal objetivo da empresa é usufruir dos polos tecnológicos localizados nas demais regiões do país, principalmente no Nordeste. “O maior desafio da Docway é romper barreiras tecnológicas”, aponta. “Se temos a oportunidade de aproveitar as demais regiões do Brasil, porque se ater apenas ao mercado paulistano? Essa nova forma de contratação nos propiciou atrair novos talentos em regiões com menos oportunidade de emprego, por exemplo”, complementa.

Vagas abertas

A Docway está com oportunidades abertas para colaboradores de todas as regiões do país, em diversas áreas: Back end Pleno; Executivo Comercial (Closer); Back end Sênior; Engenheiro de Dados Pleno; Product Owner Pleno; Analista de Dados Sênior; e UI Design Pleno. Para saber de todas as vagas, acompanhe a página oficial da Docway no LinkedIn. Para se candidatar, os interessados devem enviar um e-mail para vagas@docway.com.br, colocando o nome da vaga no título.

Para mais informações, acesse o site www.docway.com.br.

Imposto de Renda: o que você precisa saber antes de declarar

Especialista dá dicas importantes sobre o processo anual que, apesar de fazer parte da vida dos brasileiros, exige muitos cuidados

CURITIBA, 24/02/2021 – Faltando poucos dias para o início da entrega da declaração do Imposto de Renda 2021, previsto para 1º de março, algumas dúvidas já começam a surgir. Quem precisa declarar? Como funciona a restituição? Ou até mesmo, o que é o Imposto de Renda? De acordo com Pedro Salanek, coordenador dos cursos de finanças do ISAE Escola de Negócios, o imposto de renda é o valor anual recolhido pelo Governo Federal descontado do rendimento de pessoas físicas e jurídicas. O processo precisa ser finalizado e entregue até o dia 30 de abril.

Durante o período, quem possui renda inferior ao valor mínimo definido pelo governo (R$ 1.999,18 por mês) e não possuir outras fontes de renda, não precisam fazer a declaração comprovativa dos rendimentos. “Pessoas que possuem imóvel com valor acima de R$ 300 mil, independente se receberam ou não o rendimento mínimo, precisam declarar”, explica o especialista. “Outros tipos de capital e atividade rural também precisam ser declaradas”, complementa.

Neste período anterior ao prazo de entrega, o especialista sugere que as pessoas busquem ter todos os documentos necessários para a declaração do imposto de renda em mãos, como comprovantes de rendimento, extratos bancários, despesas essenciais e dados de alteração de patrimônio, como compra e venda de imóveis e carros. “Se a pessoa paga todos os seus impostos e, com o ajuste da declaração no final do ano, em função das suas despesas médicas, com educação, com seus dependentes, o valor pago acabou sendo maior do que deveria, ela ainda tem direito a restituir parte dessa quantia”, explica.

Porém, é necessário que a declaração esteja preenchida corretamente. Caso não exista nenhuma irregularidade e nenhum questionamento a respeito de suas tributações, esse dinheiro é liberado pelo governo. Para a declaração, o contribuinte deve fornecer, por exemplo, dados como rendimentos tributáveis, saldo bancário, bens que adquiriu durante o ano, pagamentos, doações efetuadas e renda variável.

É necessário enviar uma série de documentos, como dados da conta bancária para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja, CPF, grau de parentesco dos dependentes e data de nascimento, endereço atualizado, cópia da última Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (completa) entregue, atividade profissional exercida atualmente, entre outros diversos.

Segundo o especialista, dentro do site da Receita Federal, a cada mês é possível saber quais as declarações que já estão liberadas para a restituição. “As restituições serão feitas entre junho e dezembro para declarações dentro do prazo e que não caíram na malha fina. Assim o contribuinte pode passar a fazer essa consulta todo dia 15 de cada mês, para ver quais os lotes o governo vai liberar”, completa Pedro Salanek.

Maior rede de corretoras de seguros independentes produz R$ 735 milhões em 2020

Montante representa prêmio líquido emitido por meio de seguros, consórcios e demais segmentos da Lojacorr

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O fechamento de 2020 chegou a R$ 735 milhões de produção em prêmio líquido emitido pela Rede Lojacorr, maior rede de corretoras de seguros independentes do País. A quantia refere-se à produção de seguros, consórcios e demais segmentos, por meio de um time de 4.500 profissionais de seguros, apoiados por 220 colaboradores espalhados de Norte a Sul do País.

A Lojacorr encerrou 2020 com 55 unidades de negócios, sendo 45 com estruturas físicas e 10 remotas, com atuação em 22 Estados e no Distrito Federal, abrangência de 3.800 municípios. De acordo com o diretor Comercial (CCO) da Rede Lojacorr, Geniomar Pereira, o montante produzido representa 25,15% a mais que 2019. “Outro ponto positivo foi a diversificação na carteira, em que a Rede teve produtos comercializados em 45 ramos distintos e mais de 200 diferentes produtos foram adquiridos. Como parâmetro dos expressivos resultados alcançados e da pujança da Rede, em números absolutos, a Lojacorr realizou R$ 130 milhões a mais que o ano anterior, só esse número já foi superior ao que foi produzido no ano de 2012 inteiro”, mensura o gestor.

O exclusivo modelo de negócios oferece produtos e serviços diferenciados e busca parcerias com as principais seguradoras do Brasil e com empresas que complementam o ecossistema de soluções, sendo que até o final do ano, foram disponibilizadas 63 parcerias. “Dessa forma, possibilitamos o acesso imediato junto às seguradoras a todos que fazem parte da Rede, bem como auxiliamos em muitos serviços complementares inerentes ao negócio”, valida o diretor.

O processo de expansão da Rede Lojacorr pelo território nacional continua sendo que entraram 229 novas corretoras de seguros e 236 prepostos. “Mesmo com períodos de instabilidade econômica, política e em meio à maior pandemia do século, os bons resultados de 2020 demonstraram a força da união, do compartilhamento, da colaboração e do sucesso do modelo de negócios criado pela Rede Lojacorr, reflexo de um trabalho sério e bem estruturado, regido com todo o cuidado no planejamento, investimento em tecnologias e nas parcerias com o mercado”, acrescenta Geniomar Pereira.

As Top 10 seguradoras do ano na Rede Lojacorr foram Bradesco, Tokio Marine, HDI, Liberty, Mapfre, SulAmérica, Mitsui Sumitomo, Zurich, Sompo e Alfa. Já as Unidades de destaque foram Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Brasília/DF, Maringá/PR, Campinas/SP, Porto Alegre/RS, Centro-Oeste/MG, Campos Gerais/PR, Blumenau/SC e São Paulo/SP.

As Corretoras de Seguros de destaque em 2020 foram Ouroseg (Curitiba-PR), M&K (São Luís-MA), Sacs (Tubarão-SC), Afirmativa (Ipatinga-MG), Rosa Tavares (Itumbiara-GO), Forte Brasil (Curitiba-PR), M&S RP (Ribeirão Preto-SP), Silveira (Santo Amaro da Imperatriz-SC), Sempre Bem (Belo Horizonte-MG) e A3MG (Governador Valadares-MG). Já os segmentos de destaque em toda a rede em 2020 foram Automóvel, Consórcio, Previdência Privada, Saúde, Vida, Empresarial, Rural, Residencial, RD Equipamentos e Condomínio.

Em números qualitativos, a Lojacorr atingiu 77,3 pontos na pesquisa de satisfação (NPS), realizada junto aos corretores da Rede, permanecendo na desejada zona de excelência. “De quebra, continuamos certificados, pelo terceiro ano consecutivo, pelo GPTW (Great Place To Work), como uma das melhores empresas para se trabalhar no Estado do Paraná, local da Sede Administrativa. Além disso, em 2020 a Rede Lojacorr no programa Scale-Up de aceleração da Endeavor, maior organização de apoio a empreendedores de alto impacto do mundo. Diante de tantas excelentes notícias, concluímos que juntos vencemos 2020, o ano mais desafiador da história moderna e seguiremos no firme propósito de ajudar o brasileiro a se proteger mais e melhor”, conclui o gestor.

Sobre a Rede Lojacorr: A Lojacorr é a maior Rede de Corretoras de Seguros Independentes do Brasil. Por meio do seu modelo de negócios disruptivo, realiza a intermediação entre corretoras de seguros e as seguradoras, disponibilizando suporte operacional, comercial e estratégico. Fundada em 1996, a empresa se dedica para oferecer as melhores soluções em distribuição de seguros e produtos financeiros às corretoras e clientes. Presente em 22 Estados e no Distrito Federal, por meio de 55 Unidades de Negócios (45 físicas e 10 remotas), as 400 mil apólices ativas, foram comercializadas por 4.500 profissionais de seguros, que atuam em mais de 3800 municípios, atendendo segurados em todos os Estados da Federação e Distrito Federal. Tendo como sede administrativa, Curitiba (PR) e sede comercial em São Paulo (SP), a Rede Lojacorr conta também com 220 colaboradores. A Rede Lojacorr está entre as empresas emergentes do Sul, é certificada pelo Great Place to Work, acelerada pela Endeavor e Net Promoter Score (NPS) com 77 pontos no 2º semestre de 2020.

Hotéis em Curitiba se preparam para receber mais de 100 mil pessoas para concurso da Polícia Civil

Protocolos de higiene são reforçados na rede hoteleira para garantir a segurança dos candidatos que farão a prova no próximo domingo (21)

O concurso da Polícia Civil do Paraná atraiu candidatos de diversas regiões do Brasil, além do interior do estado. No total, serão 106 mil pessoas realizando a prova no próximo domingo (21), em 300 locais diferentes, espalhados por Curitiba e Região Metropolitana. O grande fluxo de pessoas na cidade tem preocupado as autoridades locais, em função da disseminação do Covid-19.

Para garantir a segurança dos concurseis, a rede hoteleira da capital precisou reforçar os protocolos de higiene e desinfecção, além daqueles que já vinham sendo aplicados, conforme regras e orientações da Secretaria de Saúde. De acordo com a gerente geral do Lizon Curitiba, Denise França, essa é a primeira grande procura que o hotel tem durante a pandemia e, mesmo estando dentro da capacidade permitida, realizou diversas adaptações no café da manhã, serviço de quarto e disponibilidade da equipe, a fim de receber os hóspedes com mais segurança.

“Além dos protocolos já estabelecidos desde o início da pandemia, neste final de semana, nós abriremos mais dois salões para o café da manhã, ampliando ainda mais a área e espaçamento entre as mesas. O buffet, que é reverso e fechado com material acrílico, permite que o hóspede não tenha acesso direto ao alimento. Todos são servidos por uma equipe protegida com EPI” explica França.

Demanda específica

A gerente ainda reforça que o Hotel Lizon vem se preparando há algumas semanas para receber os candidatos, disponibilizando mais colaboradores para limpeza, serviço de quarto e recepção, preparados para dar instruções aos hóspedes sobre locais de prova, meios de transporte e opções de menor custo.

“Junto com a Chef de Cozinha, preparamos um cardápio mais light para o jantar de sábado, pensando nos candidatos que querem uma alimentação mais leve antes da prova. Eles poderão pedir no restaurante ou room service, caso queiram permanecer no quarto. Além disso, todas as frutas do café da manhã são esterilizadas e embaladas com filme plástico, bem como todos os itens do frigobar, caso o candidato queira levar um lanche para a hora da prova” ressalta.

Preocupações com rodizio de água

Uma das grandes preocupações da rede hoteleira é com o rodízio de água que acontece há quase um ano em Curitiba, em virtude da severa estiagem de 2020. Muitos hotéis chegaram a cogitar um pedido de cancelamento do rodizio de água à Prefeitura neste final de semana, propondo um ajuste do calendário nos próximos dias. “Nós contratamos um caminhão pipa que ficará em ‘stand by’, caso falte água na região central da cidade”, completa a gerente do Lizon Curitiba Hotel.

O hotel já conta com um túnel de desinfecção para que todos os hóspedes passem por ele antes de entrarem na recepção e, desde o início da pandemia, estabeleceu uma dinâmica de limpeza com duas equipes distintas, a fim de evitar a contaminação cruzada.

Sobre o Lizon Curitiba Hotel

Com serviços de qualidade e elegância, o Lizon Curitiba Hotel oferece infra-estrutura para reuniões, seminários, workshops e treinamentos. É especializado em atendimento para núpcias, realização de recepções, espaço para o dia da noiva e pacotes especiais para convidados. Possui 78 apartamentos e suítes com hidromassagem, além de opções de quartos antialérgicos e adaptados para portadores com necessidades especiais. Visando atender às mais diversas expectativas, o Lizon Hotel Curitiba possui espaços diferenciados e personalizados para clientes e eventos. Mais informações em: www.lizon.com.br

Stone abre vagas de emprego em Curitiba

Fintech busca talentos para integrar o time comercial

Fevereiro de 2021 - A Stone, empresa de tecnologia em serviços financeiros, tem novas oportunidades de emprego abertas em Curitiba. As vagas são para o time comercial externo da fintech que busca pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Para se candidatar, é só acessar o site e se inscrever.

Não há data limite para realizar a inscrição no portal. As vagas contam com salário fixo + variável relacionada ao cumprimento de metas. Além disso, a empresa oferece vale alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia.

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Escritório da Stone - divulgação

"Curitiba é um polo estratégico para a companhia. Por isso estamos investindo em oportunidades de emprego na região que nos permita continuar crescendo e atendendo bem aos nossos clientes", explica Augusto Lins, presidente da Stone.

"Nosso modelo de atuação é diferenciado, pois sabemos que o Brasil vai muito além dos grandes centros. Somos movidos por empreendedores espalhados por todo o país. Precisamos reforçar ainda mais nossos times locais para atender com excelência nossos clientes", completa.

Diante do cenário de pandemia no país e seguindo as normas de segurança ditadas pela Vigilância Sanitária, a Stone está conduzindo os processos seletivos com todas as etapas de forma on-line, garantindo a saúde dos candidatos e dos recrutadores. O processo de contratação inclui testes on-line e entrevistas por videoconferência e não haverá a etapa presencial para conhecer as instalações da empresa, nesse primeiro momento.

A Stone está em busca de pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Além dessas oportunidades, empresa tem vagas abertas em outras cidades e áreas, todas elas estão listadas no portal Jornada Stone .

Sobre a Stone 
A Stone é uma empresa de tecnologia financeira que possui uma plataforma de soluções de venda e gestão cujo propósito é melhorar a vida do empreendedor brasileiro, ajudando-o a vender mais, gerir melhor o seu negócio e crescer sempre. Por meio de tecnologia e inovação, contribui para o fortalecimento e a evolução do mercado. Com clientes espalhados por todo o Brasil, desenvolve um relacionamento próximo e personalizado com cada um dos lojistas que atende.

Tendências do varejo em seis highlights

Na tradicional devolutiva ao mercado, Grupo OM pontuou destaques capturados na edição remota 2021 do NRF Retail´s Big Show

O especialista em varejo Zeh Henrique Rodrigues, diretor da Brainbox e VP de Planejamento do Grupo OM Marketing & Comunicação, apresentou nesta quinta-feira os principais highlights observados no NRF Retail´s Big Show, maior evento de varejo do mundo, realizado em Nova York, que pela primeira vez foi transmitido de forma digital.

Após fazer um recorte sobre o cenário geral dos impactos das restrições impostas pela Covid-19 no cotidiano mundial – e na realização presencial do NRF Retail´s Big Show – Zeh Henrique dividiu sua apresentação em seis insights, intitulados: nostalgia cura, higiene mental, simples e conveniente, smartstores, social & live & selling e metaverse (o novo canal).

O especialista falou para um público de mais de 150 pessoas, que acompanharam a devolutiva pelo Canal do Grupo OM no YouTube (a live está disponível em https://www.youtube.com/watch?v=j0eo-wf1UTI).

Nostalgia cura e higiene mental

Durante os lockdowns, as pessoas mudaram sua percepção sobre o tempo e a realidade. “Alusões saudosistas surgiram como recurso, uma muleta, uma forma encontrada para reduzir o estresse e sentirmos aquela sensação de pertencimento”, disse. Evocar lembranças e resgatar memórias faz da nostalgia a primeira das tendências para o varejo.

Como exemplo, ele citou a performance das vendas dos discos de vinil: um incremento de 50% em 2020 nos Estados Unidos; enquanto que no Reino Unido já se igualam aos números comercializados no começo da década de 90. Neste contexto, a Biblioteca Pública de Nova York resgatou os sons da cidade em um vinil intitulado The Missing Sounds of NY, buscando levar conforto aos ouvintes.

A busca por uma vida e alimentação mais saudáveis, bem como por experiências sensoriais e espirituais, também cresceu com a pandemia. Estes fatores geram oportunidades principalmente quanto ao desenvolvimento de produtos e serviços voltados a rituais de reconexão física e paz mental. “Nossa racionalidade despenca em momentos de stress. É por isso que serviços como academia, atendimento psicológico, meditação e tantos outros estão em alta”, fala.

A Garrett Leight, tradicional marca de acessórios, vislumbrou a oportunidade e criou um conjunto de lentes de óculos que, graças à cromoterapia, permite ao usuário atingir estados mais contemplativos.

Simples, conveniente e consciente

Zeh Henrique lembrou da era da simplicidade, onde as marcas assumem o papel de solucionar problemas diários dos consumidores, ampliando a sua relevância e promovendo a fidelização. “A simplificação de mix de produtos e serviços, das jornadas, de processos e dos meios de pagamento é imperativa para fidelizar clientes”, frisou.

Se já era desafiador manter a atenção do consumidor, em 2020 as marcas foram colocadas à prova. “Os consumidores ficaram ainda mais ansiosos, com menos paciência. Assim, uma jornada mais fluida, eficiente e eficaz faz com que o cliente saia satisfeito e retorne”, disse, citando dados que indicam que 7 a cada 10 compradores on-line no mundo têm abandonado o carrinho de compras em função das distrações do ambiente e do canal.

Na pegada da simplicidade e da solução de problemas, ele citou ideias como o auto-refill, serviços por assinatura e pre-order (compras antecipadas). Como exemplos, a Amazon Smart Dash, que lançou aplicativo para recompras automáticas de itens necessários; e a Freshly, com a proposta de oferecer por assinatura comidas prontas repaginadas, mais saudáveis e nutricionais. A marca, adquirida recentemente pela Nestlé, já vende cerca de 1 milhão de refeições por semana em 48 estados norte-americanos.

Também em alta serviços como a assinatura de automóvel, como oferecido pela Lynk & Co., com seguro e manutenção incluídos e com a possibilidade de sublocação. E a entrega de conveniência, praticidade e mobilidade da Gacha by Muji, uma espécie de carro autônomo e elétrico que leva diversas opções de serviço ao consumidor.

E entre as marcas com apelo verde, ele citou as marcas de vestuário Pangaia, a Ikea Spare Parts (que cria peças para reposição) e a chilena Algramo (que, em parceria com a Unilever, oferece refis de produtos de higiene e limpeza).

Smartstores e livestreamming

Segundo o especialista, estudos da KPMG apontam que em 2023, 25% do varejo físico deixará de existir. E, até 2025, 50% de todas as vendas do varejo serão on-line. “A tendência é transformar o e-commerce em experiências virtuais, onde o consumidor navega pela loja no ambiente on-line. É a digitalização da loja física”, observou.

Outra tendência são as chamadas dark stores, que passaram a atender exclusivamente os pedidos online; e o modelo de livestreaming, totalmente integrado com a tecnologia e com o conceito de merchaintment. Na China, marcas ajudam produtores rurais a migrar do off para o on, um universo com mais de 50 mil usuários cadastrados.

Encerrando a live Pós-NRF, Zeh Henrique falou sobre o metaverse como um novo canal. “A ideia do mundo virtual para trabalhar, jogar e socializar não é novidade, mas agora o próximo passo está na integração cada vez maior com o mundo real”, disse. A Microsoft e o Facebook são alguns dos gigantes investindo nos universos virtuais. “E o 5G vem aí, para botar pólvora nessa brincadeira”, acrescentou.

Aos espectadores, Zeh Henrique concluiu sua fala recomendando ao varejo possibilidades como a implementação de canais integrados com foco na simplicidade e convergência, a automatização do processo logístico, a integração de mídias sociais com soluções de pagamento, o desenvolvimento de delivery altamente eficiente, processos de frete e devolução grátis, além de espaços com menos mix e mais serviços.

CORECONPR defende o modelo de Menor Preço na nova concessão do pedágio no Paraná

O Conselho Regional de Economia do Paraná (CoreconPR), com o objetivo de contribuir com o seu conhecimento técnico em prol do desenvolvimento socioeconômico do Estado, tem participado ativamente das discussões sobre o novo modelo de concessão de pedágio a ser implantado nas rodovias paranaenses, com validade para 30 anos. O posicionamento da entidade é contrário ao projeto de concessão no chamado modelo Híbrido, com menor tarifa de pedágio, seguido de maior valor de outorga. No documento emitido pelo CoreconPR ao governador Carlos Massa Ratinho Junior, é defendida a adoção do modelo de Menor Preço.

O Governo de Estado abriu na quinta-feira (04/02) uma série de debates públicos, para ouvir sugestões da sociedade. Várias entidades já se posicionaram, assim como o CoreconPR na defesa para a adoção do modelo Menor Preço, sem cobrança de taxa de outorga, respeitando as melhores técnicas de projetos, para uma tarifa mais barata pelo custo benefício que irá oferecer para a sociedade. Ainda, alerta que a base produtiva do Estado é essencialmente do agronegócio, setor que emprega cerca de 40%, e qualquer sobrecusto impacta na renda do trabalhador e pode comprometer a competitividade dos diversos negócios.

Na carta enviada ao governador, o CoreconPR enfatiza os pontos negativos do modelo Híbrido, que prevê a licitação por menor tarifa, mas ocorrendo empate das empresas, levará quem pagar o maior valor de outorga. A entidade destaca que o valor proposto na primeira rodada com desconto de 15% a 17%, já poderá estar inflado para poder ter margem para uma outorga generosa ao Governo, em caso de empate, que poderá acarretar em preços maiores na cobrança do pedágio. Reafirma a defesa pelo modelo Menor Tarifa, para que não haja outorga nem para o Governo Federal e nem para o Governo do Paraná.

O documento redigido pelos economistas do CoreconPR, apresenta evidências técnicas, que apoiam um programa de pedagiamento que respeite as melhores técnicas de projetos, resultando no melhor custo/benefício para a sociedade, que é a licitação pelo modelo de Menor Preço para os usuários. Também se colocou à disposição para debater o assunto e colaborar para a grandeza do Estado do Paraná.

Acompanhe a Carta:

Carta do CoreconPR sobre a Concessão de Pedágios ao Governador

O Conselho Regional de Economia do Paraná (CoreconPR), dentro de suas preocupações com o desenvolvimento socioeconômico de nosso Estado e também do País, tem participado ativamente das discussões sobre o novo Programa de Concessões de Rodovias em nosso Estado. Diante de uma situação que impacta toda a cadeia produtiva do Estado do Paraná, que é o preço do pedágio, considerado um dos mais caros do País, a entidade vem manifestar o seu posicionamento contrário ao sistema defendido para as novas concessões, que é o Híbrido. A posição desta entidade é de que o melhor para a economia paranaense e para os usuários das rodovias é o modelo de Menor Preço. Por isso, enviou no dia 05 de fevereiro, o ofício que contém os dados técnicos abaixo, justificando a sua defesa ao Governo do Estado do Paraná.

Introdução

No dia 26 de janeiro do corrente ano ocorreu uma reunião na sede da FIEP com a participação presencial de autoridades do Ministério de Infraestrutura, do Governo Estadual, Parlamentares e Representantes de Entidades de Classe para uma apresentação final do referido Programa. A reunião foi transmitida ao vivo para o público.

Em função dos ocorridos na mesma, a entidade signatária da presente, tomou a decisão de reafirmar a sua posição pela manutenção do julgamento das licitações pelo chamado critério de Menor Tarifa e, fazer considerações sobre alguns pontos críticos do Programa e dos debates.

No início do ano passado foi reunido um grupo de representantes para discutir o Programa, envolvendo um grande número de Entidades, Câmaras Municipais, Prefeituras, Assembleia Legislativa e a Bancada Federal. Esta última apresentou um manifesto descrevendo o histórico da questão, adotando um posicionamento em favor do Modelo de Menor Tarifa, o qual foi endossado por toda a Comunidade referida.

Imediatamente resultou no apoio de diversas Entidades e Movimentos, inclusive com a criação de uma Comissão Especial na Assembleia Legislativa, resultando num respaldo ao Governo do Estado para que não abrisse mão da Menor Tarifa, especialmente porque a população do Estado já foi massacrada durante mais de duas décadas pelos pedágios dentre os mais caros do País e, em contrapartida desfrutando de uma malha rodoviária repleta de deficiências e obras não realizadas.

Se pudéssemos fazer a conta do quanto foi o sobrecusto pago pela nossa economia nesse período, chegaríamos a valores consideráveis (de vários bilhões de reais de diferença) a mais do que se tivéssemos as tarifas do tipo das BRs 116 e 376 que cruzam nosso Estado, as quais estão próximas de um quarto do valor das tarifas do Anel de Integração do Paraná, além de totalmente duplicadas.

Modelo

— Na reunião na FIEP com as Autoridades do Minfra, com atraso de cerca de um semestre, tivemos enfim o conhecimento do projeto, o qual traz efetivamente grandes avanços tecnológicos e estruturais para nossas vias. É evidente que alguns detalhes poderão ser melhorados, mas isso não desmerece sua alta qualidade e inovação.

— A grande divergência permanece no Modelo de Licitação, quando o Minfra insiste no Modelo Híbrido. Primeiramente é fundamental afirmar que neste Modelo ou no de Menor Tarifa, os Projetos de implantação não se alteram, pois é igual para qualquer dos casos. Assim, não se faz necessário misturar os conceitos dos projetos com os dos modelos.

— O que é o Modelo Híbrido? No julgamento das licitações ambos partem de um mesmo preço de referência para se atingir os objetivos, entretanto no modelo de Menor Tarifa os concorrentes que satisfaçam as exigências técnicas e legais apresentam suas propostas de desconto sobre o valor de referência e ganha quem oferecer o maior desconto, propondo a menor tarifa para os usuários.

No Modelo Híbrido os concorrentes também apresentam propostas de descontos, mas tendo um limite de 15% a 17% (quinze a dezessete por cento). Ocorrendo empate entre concorrentes passa-se para um segundo critério, aquele que oferece a maior outorga ao Governo. Ora, se algum concorrente se dispõe a dar maior valor de outorga mantendo o preço que vai cobrar dos usuários, é óbvio que o preço proposto na primeira rodada com desconto de 15% a 17% já é inflado e tem margem para permitir dar outorga generosa ao Governo, mas cobrando essa diferença nas tarifas do pedágio em caso de empate.

Este fato se assemelha a uma tributação disfarçada que o governo tende a cobrar, intencionalmente ou não, justamente sobre um segmento deficiente de nossa economia, qual seja a infraestrutura de transportes terrestres, encarecendo o valor do esforço de investimento e levando a que se gaste muito mais para um mesmo resultado macroeconômico (maior custo benefício).

Estudo feito para a FAEP em 2005 avaliou que aproximadamente 40% do valor das tarifas pagas no Anel de Integração se referiam à amortização das outorgas. Outro elemento de custos significativo foi a absurda tributação dos pedágios pelo ISS das Prefeituras, que se torna maior se maior for a sua base (tarifa).

Algumas vozes se mobilizaram para ao menos ampliar o valor de desconto permitido na primeira fase, passando para a faixa de 20% a 30%, entretanto isso também é descabido por pelo menos dois pontos: é uma ofensa à livre concorrência e, nas licitações de BRs nos últimos dois anos pela Menor Tarifa, os descontos ultrapassaram 40%, pois muitos dos concorrentes têm “fatores externos” que lhes permitem cobrar menos e remunerar adequadamente os seus serviços, beneficiando a economia.

Os exemplos estão aos nossos olhos, usando a BR-116 entre Curitiba e São Paulo (± 400 km) se paga R$ 19,80, um valor total de pedágios menor do que de Curitiba a Paranaguá BR 277 (± 100 km) = R$ 21,70. A razão básica está em que na licitação BR-277 houve pagamento de Outorga, ou seja, foi o tal modelo do quem paga mais pela outorga ganha a concessão. Várias empresas e cooperativas que partem do interior do Estado para Paranaguá fizeram contas de avaliações sobre o impacto dessas diferenças de preços, demonstrando quanto às cadeias produtivas poderiam ter economizado se a BR 277 estivesse nos padrões de preços da BR 116. Os resultados são dramáticos.

— A garantia de cumprimento dos contratos tem sido usada como argumento de defesa do Modelo Híbrido, o que não tem propósito. O que realmente garante os resultados é a qualidade dos competidores, o volume e qualidade das garantias entregues, o histórico cadastral deles — ficha limpa — e a rigidez no controle da execução dos projetos.

A tentativa de dizer que o novo Modelo dá tal garantia é uma fantasia para tentar justificar a retomada do pagamento de outorgas. O tipo de garantia aqui defendida, a qual se considera mais consistente, é a criação de “depósitos financeiros de caução”, constituídos em valores fortes, em títulos de Governo e representativos na dimensão do projeto.

No formato proposto, 70% dos valores seriam paulatinamente liberados em sincronia com a execução dos investimentos previstos no edital, mas os restantes 30% do lastro só o seriam depois de executado e auditado o integral cumprimento dos investimentos. Como o Programa compreende grandes extensões de vias para cada concessão, somente grandes grupos terão condições de enfrentar o risco, logo não terão dificuldades em constituir as garantias. Aliás, a repartição em grandes extensões é uma questão que deveria ser revista nas próximas licitações, porque dificulta a formação e o ingresso de consórcios regionais e favorece a desnacionalização da atividade.

Projeto Técnico da Concessão

— O Modelo Híbrido apresentado tem uma questão interessante: se o ganhador da licitação recorrer a empréstimos em moeda estrangeira, poderá ser criado um acréscimo de tarifa para constituir um fundo de garantia para eventuais prejuízos em flutuações cambiais (hedge), o qual será incorporado à tarifa. Inicialmente deve-se registrar que quem não tiver lastro financeiro para suportar os riscos do negócio não pode concorrer, também vem a pergunta: Mas se não ocorrer o risco, o adicional pago pelos usuários será devolvido a cada um?

Os contratos de concessão usualmente preveem que periodicamente sejam feitas revisões tarifárias em função de fatos imprevistos, exatamente para cobrir tais casos, logo não cabe se estabelecer mais este ônus prévio e incabível. Adicionalmente, há pouco tempo tivemos em nosso Estado decisões judiciais que determinaram reduções tarifárias de pedágios — compliance — como punição por desvios de conduta em cobranças efetuadas, fato que está mobilizando especialmente empresas de maior porte e usuários frequentes a ingressarem com procedimentos judiciais para reaver os sobrepreços pagos, causando uma jurisprudência fazendo com que o Modelo Híbrido, além de onerar mais o custo Brasil e o custo Paraná, pode trazer mais desgaste político a esta governança, além de custos superiores ao benefício oferecido pela outorga.

— Os reajustes tarifários como propostos para a duplicação de trechos são uma impropriedade do projeto, pois entende-se que as tarifas são resultantes de uma fórmula que considera custos fixos e variáveis comparados aos volumes de tráfego. A proposta de permitir um reajuste automático de 40% quando da conclusão da melhoria projetada fere a relação técnica e provavelmente vai levar a que algumas tarifas fiquem próximas das atuais. O projeto já ampliou os prazos de concessão para os longínquos 30 anos, exatamente para permitir uma melhor condição de diluição de custos, atenuando impactos tarifários. O usual nesses casos é a adoção dos chamados gatilhos de compatibilização, para adequar a remuneração dos Concessionários paulatinamente às melhorias introduzidas na operação, levando em conta outros fatores, inclusive o aumento de tráfego que disparou o gatilho. A forma como é apresentada esta proposta conflita com os anseios da sociedade, do setor produtivo, logístico e dos princípios de sua governança.

A TIR — Para determinação do valor de referência da tarifa de pedágio, o Minfra, usando metodologia da ANTT, estabeleceu para as novas concessões de rodovias, a TIR, neste caso estabelecida como “não alavancada” e anual de 8,47%.

Aplicando-se a TIR de 8,47% em todo o período de 30 anos de duração da concessão de 30 anos, obtém-se 10,46 vezes o capital investido, isto é, R$ 100,00 após 30 anos, a valores atuais, serão R$ 1.146,00. O retorno do capital investido seria de: 9,06 vezes, caso da TIR não alavancada fosse reduzida para 8%, portanto qualquer redução na TIR, mesmo que centesimal, terá elevado impacto na tarifa de referência na nova concessão de rodovias.

Tal redução é factível e necessária. Acrescente-se ao fato de que a concessão será um monopólio, i.e., não existirá outra concessionária operando na mesma rodovia compartilhando ou angariando usuários, mas será decorrente da ínfima redução da TIR de 8,47% para 8%, aplicada ao CAPEX.

Novos investimentos no valor de R$ 0,2 bilhões poderiam ser realizados, ou mesmo aplicados na redução de tarifa para os usuários, se houvesse ínfima redução da TIR de 8,47% para 8% ao CAPEX do projeto de R$ 42 bilhões.

Na apresentação foi destacada a TJLP de 2,25% e 0,75% para financiamentos com prazo até 5 anos ou superior, respectivamente. Considerando-se na análise da TIR essas TJLP e a TIR não alavancada de 8,47%, resulta numa TIR anual alavancada pelo empréstimo superior a 15%. Essa TIR alavancada permite a redução da TIR não alavancada dos atuais 8,47%, para 8% e mesmo para 7%.

Duplicações — Também na proposta o Minfra fixou um acréscimo tarifário de 40% quando a rodovia passa de pista simples para pista dupla, o denominado grau tarifário. Esse acréscimo de um lado serve para assegurar com maior probabilidade para o futuro concessionário priorizar as obras de duplicação, de outro é uma carga adicional para os usuários. Acrescenta-se que o grau tarifário em outras concessões no Brasil é ao redor de 25%. Os 15% a mais no degrau tarifário no Paraná serão um valor a onerar os produtos transportados no Estado, espécie de tributo compulsório, que afetará a competitividade dos mesmos e o nosso desenvolvimento.

Base legal

Em síntese específica, as propostas acima estão em sintonia com o que dispõe a Lei 10.233/2001, artigos 2º e 3º, in verbis:

Art. 2o O Sistema Nacional de Viação — SNV é constituído pela infraestrutura viária e pela estrutura operacional dos diferentes meios de transporte de pessoas e bens, sob jurisdição da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Parágrafo único. O SNV será regido pelos princípios e diretrizes estabelecidos em consonância com o disposto nos incisos XII, XX e XXI do art. 21 da Constituição Federal.

[ ... ]

Art. 4o São objetivos essenciais do Sistema Nacional de Viação:
I – dotar o País de infraestrutura viária adequada;
II – garantir a operação racional e segura dos transportes de pessoas e bens;
III – promover o desenvolvimento social e econômico e a integração nacional.

§ 1o Define-se como infraestrutura viária adequada a que torna mínimo o custo total do transporte, entendido como a soma dos custos de investimentos, de manutenção e de operação dos sistemas.

§ 2o Entende-se como operação racional e segura a que se caracteriza pela gerência eficiente das vias, dos terminais, dos equipamentos e dos veículos, objetivando tornar mínimos os custos operacionais e, consequentemente, os fretes e as tarifas, e garantir a segurança e a confiabilidade do transporte. (Grifo nosso)

Conclusões

Os Deputados Federais do Paraná em reunião no final de 2020 com a Empresa de Planejamento e Logística — EPL enfatizaram a posição de que não abrem mão de um leilão de menor tarifa para as Rodovias de Integração do Paraná. Segundo eles, a tarifa mais baixa é a pauta deles até convencerem o Governo Federal. Hoje está encaminhado um sistema misto (híbrido), com limite de desconto e cobrança de cessão onerosa.

Para nós, o modelo deve ser o de investimento em menor tarifa. Não pode ter outorga nem para o Governo Federal e nem para o Governo do Paraná. O paranaense já pagou demais por causa dos contratos firmados na década de 1990 e, por isso, não vamos aceitar outorga alguma neste novo processo.

Em procedimento similar, os Deputados Federais e os Senadores do Paraná foram signatários de ofício ao Ministro da Infraestrutura defendendo o modelo de concessão pela menor tarifa, pois as tarifas de pedágio se constituem hoje num fator de perda de renda e competitividade de nossas cadeias produtivas. Como nossa base produtiva é essencialmente do Agro, somente cerca de 40% do emprego está na lavoura, portanto qualquer sobrecusto impacta na renda de trabalhadores de uma infinidade de outros segmentos, além de comprometer a competitividade geral dos diversos negócios.

Hoje as tarifas dos pedágios do Paraná estão entre as mais caras do País, enquanto em contrapartida o padrão de nossa malha não condiz com a tarifa paga pelo paranaense, salvo raras exceções.

Diante das evidências técnicas, fizemos solicitações ao governador, que diante de tais fatos, lidere a implantação de um programa de pedagiamento de rodovias que respeite as melhores técnicas de projetos, resultando no melhor custo/benefício para nossa sociedade, que é a Licitação pelo modelo de Menor Tarifa para os Usuários e, assim passe para a história de nosso Estado como o Governador que fez a grande reforma do sistema rodoviário de nosso Estado, reduzindo custos operacionais e aumentando a competitividade de nossa economia.

Rafael Greca homenageia Zonta pelo Natal de Curitiba

O prefeito de Curitiba, Rafael Graça, homenageou o fundador e presidente do Condor Super Center, Pedro Joanir Zonta, pelo patrocínio ao Natal da cidade. Além de um certificado de agradecimento, também foi entregue um álbum de fotografias do fotógrafo Daniel Castellano com os registros das atrações natalinas de 2020.

O patrocínio da rede viabilizou o Caminho de Luz Condor no Parque Barigui, que ofereceu uma atração gratuita em formato drive thru. Durante o percurso, foram distribuídas 10 estações decorativas com apresentações de coral, banda e encenações que remetiam ao nascimento de Jesus. A rede também viabilizou o Natal Condor no Passeio, que contou com uma decoração e exibições natalinas transmitidas no coreto digital.

Vem aí o Open Banking, que deve ampliar competição e reduzir preços de serviços financeiros para consumidores

Implementação deve estar concluída até dezembro de 2021 e deve diminuir a concentração bancária e permitir que fintechs, como a Juno, ofereçam novos produtos e serviços

CURITIBA, 29/01/2021 - O Open Banking – plataforma digital que dará ao cidadão seus dados bancários e histórico de transações – deve se tornar realidade no Brasil em 2021. O início de sua implementação está previsto para 1º de fevereiro, com conclusão para 15 de dezembro deste ano, conforme o Banco Central. A mudança deve beneficiar os consumidores, com redução de preços de serviços bancários a partir do aumento da competitividade entre instituições financeiras e a ampliação da transparência de dados.

No Brasil, cerca de 5 bancos concentram 85% dos ativos do segmento. De 2019 para 2020, houve aumento de 34% de fintechs, saltando de 553 para 742, conforme o Distrito Fintech Report do ano passado. Estima-se que 1 em cada 3 brasileiros acima de 16 anos não tem conta bancária, o que representaria 45 milhões de pessoas, que movimentam mais de R$ 800 bilhões por ano, segundo dados do Instituto Locomotiva.

Com o Open Banking, as fintechs terão mais facilidade em competir com os bancos, visto que os próprios consumidores poderão compartilhar os seus dados em busca de preços mais atrativos e da maior circulação de informações no segmento, desde que com a anuência do consumidor. “Nós conseguimos enxergar uma sinergia com produtos que, hoje, não conseguimos oferecer por sermos uma empresa de pagamentos. Há tendência de que seja possível oferecer produtos e serviços de maneira tão competitiva quanto um banco com mais de 100 anos. Isso é incrível para uma empresa como a nossa. Costumávamos brincar que os bancos eram cruzeiros, e as fintechs eram barquinhos. O barquinho das fintechs está virando um grande navio”, ressalta o Product Manager da fintech Juno, especializada em desburocratização de serviços financeiros, Gabriel Falk.

Uma das grandes novidades, na opinião de Falk, é que haverá visibilidade entre as instituições – o que permitirá a comparação de taxas, algo mais complexo atualmente. Essa transparência vai impedir a manutenção de preços muito elevados. “Como haverá uma competitividade entre os preços, são grandes as possibilidades de que os preços de produtos caiam”, explica.
Como paralelo, o Product Manager da Juno cita o mercado de cartões e o de corretoras. Há dez anos, os pequenos investidores precisavam ter conta em um banco e ficavam sujeitos a taxas de corretagem para investir na bolsa de valores. Hoje, é possível ter custo zero neste serviço com a ampliação do número de corretoras. Da mesma forma, até 2009, o mercado de cartões tinha exclusividade de adquirentes e bandeiras. Muitas empresas tinham que ter duas ou mais máquinas para atender os consumidores. “Quando se quebrou o duopólio, houve maior acesso a este produto, com pulverização de empresas, mais concorrência e menos custos”, explica.

Padronização total

“O Open Banking se trata de um movimento do mercado financeiro. Mais de 1 mil instituições financeiras vão precisar aderir à plataforma. De certa forma, essa tendência começou pelo Pix, como um tipo de test-drive para implementar um processo como do Open Banking, visto que se trata de uma padronização da tecnologia para oferecer serviços financeiros”, explica o Product Manager da Juno, Gabriel Falk. Assim como ocorreu com o Pix, a documentação precisa ser padronizada. “A documentação precisa ser padronizada, assim como ocorre com o Pix. Dessa forma, as empresas mantêm um mesmo modelo, o que facilita para o consumidor, derrubando barreiras para saídas ou trocas de players dentro do mercado, como acontecia antigamente”, completa Falk.