Importações realizadas pelo Paraná ganham incentivo do governo

Diretor da ES Logistics acredita que mais de 300 empresas paranaenses realizam suas importações por outros estados

O programa Paraná Competitivo trouxe benefícios fiscais para as importações realizadas pelo estado, segundo o decreto nº 6.434/2017. Em abril, o governo estadual publicou atualizações do decreto e ampliou a abrangência dos benefícios para outras empresas. “Com números mais competitivos, acreditamos que muitas companhias que usavam portos e aeroportos de outros estados, como Santa Catarina e Espírito Santo, por exemplo, voltem a fazer suas importações pelo Paraná”, afirma o diretor da ES Logistics, Fabiano Ardigó.

O decreto também cria tratamento tributário diferenciado para as empresas que operam pelos portos e aeroportos paranaenses, concedendo o crédito presumido nas operações de saídas dos produtos. “Entramos no início de um novo ciclo econômico, com uma legislação muito mais simples e atrativa. O Paraná espera aumentar o volume de importação, com melhores condições para nossas empresas e maior arrecadação para o estado”, comemora Ardigó.

Com o novo benefício para as importações feitas pelo Paraná, a ES Logistcs, atualmente posicionada como quinto maior agente de carga da região Sul, já registra o interesse de empresas de voltarem a importar pelo nosso estado. “Estamos informando e incentivando empresas que levaram suas importações para outros estados para voltarem operarem pelo Paraná. O enquadramento é simples e os custos logísticos ficam bem mais atrativos. Nós temos o segundo maior porto do Brasil, e estados vizinhos ainda recebem um maior volume de containers”, afirma.

O diretor da ES Logistics acredita que hoje mais de 300 empresas paranaenses estão importando pelos estados vizinhos, em torno de R$5 bilhões de reais em mercadorias, que pagam impostos para outros estados. “Com o novo incentivo, o Paraná garante que a arrecadação de impostos fique aqui, e consequentemente, gere mais investimentos dentro do nosso estado”, afirma.

O programa Paraná Competitivo ainda contempla uma série de medidas, como o crédito presumido, incentivos para melhoria da infraestrutura, comércio exterior, desburocratização e de capacitação profissional, com objetivo de tornar o estado mais atrativo para novos empreendimentos produtivos que gerem emprego, renda, riqueza e desenvolvimento sustentável.

Sobre a ES Logistics:

Há 19 anos no mercado, a ES Logistics possui hoje um dos maiores portfólios de transporte de cargas do Brasil e é especialista em afretamentos marítimos e aéreos, transporte de parques fabris completos, e a movimentação de cargas superpesadas. A empresa possui nove filiais localizadas nos Estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo e mantém a certificação ISO 9001 atualizada desde 2015.

Leilão de grifes de luxo vai arrecadar recursos para compra de alimentos

Marcas desejo como Louboutin, Prada, Dolce & Gabbana e Louis Vuitton estão entre as selecionadas para a live leilão do Bazar do LIDE Mulher que acontece nesta terça-feira, 30 e vai arrecadar alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade social atendidas pelo Projeto Luz

Muitas mulheres abriram seu guarda-roupa para fazer o bem nas últimas semanas e o resultado da arrecadação das Madrinhas do Bem, iniciativa do LIDE Mulher Paraná, foi fantástico. Peças que são desejo de qualquer mulher serão vendidas online pela startup curitibana TROC, uma referência em e-commerce no ramo no Brasil.

"Conseguimos mobilizar nossas filiadas em uma grande campanha e teremos peças que são desejo de qualquer mulher em nosso bazar online. A ideia foi praticar uma ação de solidariedade, usando também a sustentabilidade na moda e o resultado de todas as vendas será revertido em alimento para pessoas que foram profundamente impactadas com a pandemia e estão sem o essencial, o alimento", destaca a presidente do LIDE Paraná e idealizadora da ação Heloisa Garrett.

Todas as peças que serão vendidas passaram pela curadoria e controle de qualidade da TROC e as "peças desejo" mais exclusivas e de grifes internacionais serão vendidas por meio de uma live leilão que acontece às 20h00 desta terça-feira, 30, pelo instagram da @trocreal. "Selecionamos peças incríveis, o engajamento das minhas amigas foi surpreendente e com certeza os lances serão disputadíssimos", destaca uma das Madrinhas do Bem e que teve a ideia de lançar as vendas com a live leilão, a empresária Michelle Jamur. Também vão participar da ação, tomando todas as medidas de orientação das autoridades sanitárias, Ana Claudia Michelin, representando o Projeto Luz, Emmanuele Mourão, representando o LIDE Mulher, e Luanna Toniolo, fundadora da TROC.

A iniciativa levantou uma grande corrente de solidariedade. "Agora vamos para a fase mais importante que é mobilizar para a compra das peças e assim atingirmos nosso objetivo que é arrecadar o máximo possível para converter em pratos de comida para população de rua e cestas básicas", complementa Garrett. A TROC não terá nenhum lucro sobre as vendas

Mais informações sobre as doações e sobre a campanha pelo concierge do LIDE Mulher Paraná (41) 99111-8248.

Serviço:
Live Leilão - Bazar do LIDE na TROC
Quando: 30/06 às 20h00
Local: perfil da TROC no Instagram @trocreal

Crédito do texto: LIDE Paraná

TCP Log recebe cargas projetos para expansão da fábrica da Klabin

Peças com origem na Finlândia seguem até Ortigueira (PR), onde serão utilizadas no projeto de ampliação da fábrica

A TCP Log, subsidiária logística da TCP (empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá), recebeu, em maio, um carregamento de peças que serão utilizadas na ampliação do Projeto Puma II da Klabin, localizado em Ortigueira, cidade a 226 quilômetros de distância de Curitiba. A operação, que incluiu a descarga, transporte e armazenagem das peças, teve a duração de aproximadamente 13 horas.

As 22 peças têm origem na Finlândia e pesos que variam entre 2.600 quilos a 22.500 quilos, exigindo uma preparação logística anterior à operação. “A TCP Log fez todo o planejamento prévio, desenhando e simulando toda a operação para que não houvesse nenhum imprevisto. Além do nosso planejamento rigoroso, seguimos SLAs que são previamente alinhados caso a caso e ao final de cada execução, comprovamos nossa eficiência através dos indicadores”, explica Thomas Limas, vice-diretor Comercial da TCP.

“A preparação de cada etapa permitiu que não nos deparássemos com dificuldades ou surpresa durante as execuções. A experiência do nosso time dedicado para essas operações, somada à nossa sensibilidade para compreender o que de fato importa para nossos clientes – com todas as suas peculiaridades, fazem com que as operações de carga projeto ocorram de modo natural e tranquilo para nós”, complementa.

Durante o processo de transbordo do navio para o cais, a equipe da TCP Log utilizou os guindastes de bordo e equipamentos próprios da TCP: dois guindastes MHC com capacidade de 100 toneladas e dois Reach Stacker. Já o transporte até o armazém foi realizado com carretas especiais, da frota própria do Terminal, e que têm capacidade para transportar cargas com excesso de dimensão e peso (acima de acima de 90 toneladas).

CARGA PROJETO

A TCP Log é referência na operação de carga projeto na região Centro-Sul do País, realizando a gestão e operação logística portuária de grandes equipamentos importados de países da Ásia, Europa e América do Norte. A subsidiária logística da TCP conquistou essa posição com amplos investimentos em infraestrutura e tecnologia, com parcerias com armadores e no treinamento contínuo da equipe operacional.

A empresa atende exportadores e importadores em serviços como armazenagem, movimentação e transporte, todos eles 100% gerenciados por SLAs e KPIs que buscam permanentemente segurança e excelência.

Sobre a TCP

A TCP é a empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá - um dos maiores terminais de contêineres da América do Sul - e a empresa de operações logísticos TCP Log, que oferece serviços de integração da cadeia logística para cargas localizadas no Sul e Sudeste do Brasil.

Responsável pelo maior investimento do setor portuário Brasil na atualidade, onde estão sendo aplicados mais de R$ 550 milhões nas obras de ampliação da capacidade de movimentação do terminal dos atuais 1,5 milhão de TEUs/ano para 2,5 milhões de TEUs/ano, a TCP está se preparando para atender a demanda de mercado brasileiro pelos próximos 30 anos.

Desde março de 2018, a TCP integra o portfólio da China Merchants Port Holding Company (CMPort), o maior e mais competitivo desenvolvedor, investidor e operador de portos públicos da China. Atualmente, as operações e investimentos da empresa se estendem pelas áreas costeiras em Hong Kong, Taiwan, Shenzhen, Ningbo, Shanghai, Qingdao, Tianjin, Dailian, Zhangzhou, Zhanjiang e Shantou. A empresa também vem ampliando sua presença no Sul da Ásia, na África, no Mediterrâneo e na Austrália.

Em março de 2020, o portfólio global de portos da CMPort abrangia 6 continentes, 26 países e regiões e 50 portos. Em 2019 a CMPort movimentou 110 milhões de TEUs.

CERCA DE 100 ECONOMISTAS PARANAENSES SÃO VOLUNTÁRIOS PARA ATENDER DÚVIDAS DA POPULAÇÃO DURANTE PANDEMIA

Eles integram o canal de comunicação criado pelo Conselho Regional de Economia do Paraná para esclarecer dúvidas econômicas e financeiras da população neste período de pandemia do novo coronavírus.

Juntos somos mais fortes. Para esclarecer dúvidas econômicas e financeiras da população, neste período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19), cerca de 100 economistas são voluntários e integram o Canal de Comunicação criado pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (CoreconPR), com o objetivo de auxiliar à sociedade paranaense através do conhecimento dos profissionais da área econômica.

O canal criado através do e-mail duvidaseconomia@coreconpr.gov.br continua aberto para receber perguntas e dúvidas da população em geral e também dos empresários, principalmente das micro, pequenas e médias empresas de todos os setores do estado.

De acordo com o presidente do CoreconPR, Carlos Magno Bittencourt, a ideia surgiu devido aos efeitos negativos que a pandemia vem trazendo na economia do estado e que está afetando diretamente a fonte de renda de milhares de paranaenses. Assim, a criação de uma plataforma para esclarecer e ajudar a população neste momento difícil é o meio que encontramos para contribuir de acordo com nossa profissão de economista, declara.

Quarentena de engenheiros da turma de 1964 do ITA resulta em propostas concretas para o Brasil

ATENÇÃO!

EDITORIA DE POLÍTICA/GERAL/ECONOMIA

Grupo movimentou o Congresso, o STF e chegou à Presidência da República

A quarentena de um grupo de 27 engenheiros formados na turma de 1964 do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) tem sido extremamente produtiva para o futuro do Brasil. Desde o dia 20 de março - quando se intensificou em todo o país a determinação da quarentena em função da pandemia do coronavírus - os engenheiros, todos próximos de completar 80 anos de idade, decidiram que era hora de movimentar o Brasil para a reconstrução econômica pós pandemia. Para isso, comunicaram-se com o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF), com todo o primeiro escalão do governo e com o próprio Presidente Jair Bolsonaro. Em momentos distintos, foram enviadas cartas abertas com medidas concretas que deveriam ser tomadas. Muitos assuntos levantados por eles - como a redução de salários e penduricalhos - repercutiram em diversos meios e já começam a ser adotados, ainda que parcialmente.

“Cada um de nós dedicou pelo menos 55 anos à profissão de engenheiro, em várias especialidades. Usando nosso conhecimento participamos dos principais empreendimentos que ocorreram no Brasil desde que nos formamos. Isto inclui obras espetaculares na infraestrutura de energia (como Itaipu), empreendimentos industriais de porte (como a Embraer) e refinarias (Paulínia), telecomunicações, TI, planos urbanos, entre outros. Angustiados com a "tempestade perfeita" que se materializou – pandemia, recessão mundial em patamares jamais vistos por nós, um Poder Público desviado para interesses da própria classe – resolvemos agir”, explica Luiz Esmanhoto que, junto com Eduardo Guy de Manuel, Cassio Taniguchi e Manoel Loyola, coordena o grupo. “Nosso apelo às autoridades é pela ética e para que a democracia prevaleça acima de tudo”, completa Taniguchi.

Na carta com as propostas ao presidente, os engenheiros comparam o Brasil a uma empresa e ele ao “principal executivo”, que deve cuidar de 210 milhões de vidas, com um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 2,1 trilhões. E veem na crise do coronavírus uma oportunidade. “Sugerimos que se olhe por um instante para um outro Brasil, o Brasil da iniciativa privada. Neste Brasil paralelo ao comandado pelo senhor, quem é ‘Executivo’ chamaria este evento de oportunidade. É esta transmutação no olhar, no sentir e no prever que precisa ser liderada por quem o Povo escolheu para ser Governo”, diz a carta. Entre as propostas concretas para o presidente e para o primeiro escalão do Governo estão Formalizar um Gabinete de Crise e uma consultoria para estratégias pós pandemia, fazer uma “Iniciativa Progresso e Ordem” ou uma IPO da empresa chamada Governo e apaziguar os Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia.

Para os presidentes do STF, Dias Tóffoli, do Senado, David Alcolumbre , e da Câmara Federal, Rodrigo Maia, e para todos os deputados, senadores e ministros do STF, os engenheiros se manifestaram, logo no início do isolamento social, mostrando a necessidade urgente de definições dos Ministros, deputados e senadores sobre ações propostas, como o fim do foro privilegiado.

“Estamos no grupo de risco de contaminação pelo coronavírus, mas isso não é motivo para pararmos. Sabemos do nosso papel para o futuro do Brasil e não é hora de esmorecer”, dizem os empresários Manoel Loyola e Eduardo Guy de Manuel. Todos se colocaram à disposição das autoridades para reuniões via vídeo conferências para auxiliar a executar as ações propostas. Agora, depois dessa grande ação na “quarentena” o grupo se articula para divulgar suas ideias nas mídias on line, já com o apoio de mais empresários e entidades de classe.

Abaixo, a lista completa dos signatários das correspondências e, em anexo, o conteúdo das três Cartas Abertas enviadas a Brasília e uma foto dos quatro coordenadores do grupo.

Nome e cidade de residência atual

1 Cassio Taniguchi- Curitiba PR

2 Cesar Salim- Rio de Janeiro RJ

3 Cláudio Manoel Campos de Oliveira- SJ dos Campos SP

4 Denis França Leite - Sete Lagoas MG

5 Eduardo Guy de Manuel - Curitiba PR

6 Gianfranco Biazzi - São Paulo SP

7 Jair dos Santos Lapa - Florianópolis SC

8 Joel de Lima Simão - Araras SP

9 José de Oliveira Freitas - Campinas SP

10 Koji Fukasawa - Rio de Janeiro RJ

11 Leiger Saukas - São Paulo SP

12 Luiz Cristiano de Lima Alves - São Paulo SP

13 Luiz Francisco Tenório Perrone - Rio de Janeiro RJ

14 Luiz Maria Guimarães Esmanhoto - São Paulo SP

15 Manoel A V Loyola e Silva - Curitiba PR

16 Manoel Regis Lima Verde Leal - Campinas SP

17 Mario Karpinskas - São Paulo SP

18 Pedro Wladimir Chvidchenko - Rio de Janeiro RJ

19 Plinio Freire Martins - Guararema SP

20 Renato Mascaretti - São Paulo SP

21 Rui Serruya - Belém PA

22 Ruy Korbivcher - São Paulo SP

23 Satoshi Yokota - SJ dos Campos SP

24 Saul Zimmermann - São Paulo SP

25 Sérgio Carlos Ricardo Bindel - São Paulo SP

26 Sergio Luiz Oliveira - SJ dos Campos SP

27 Walter Sacca - São Paulo SP

Centro Europeu lança mais de 20 cursos rápidos online para profissionais

A escola de profissões Centro Europeu, de Curitiba (PR), acaba de lançar a Live School (https://liveschool.centroeuropeu.com.br/), inteiramente voltada para a oferta de cursos online de curta duração. A iniciativa visa atender à demanda dos profissionais por esta modalidade, uma tendência do mercado acentuada pela crise do novo coronavírus.

Segundo o último Censo EAD.BR 2018, da Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância), o número de cursos totalmente a distância cresceu 266% entre 2017 e 2018 no país, saltando de 4.570 para 16.750.

Na Live School, os profissionais que desejam se atualizar e desenvolver habilidades específicas terão acesso a cursos com duração entre 4 e 24 horas, totalmente online. As aulas serão ministradas ao vivo e ficarão disponíveis para os alunos por dois meses.

O CEO do Centro Europeu, Ronaldo Cavalheri, explica que o grande objetivo da Live School é ampliar o acesso ao Centro Europeu para alunos de outros estados e países.

“Sempre tivemos solicitações de alunos do Brasil e de outros países que gostariam de estudar no Centro Europeu. Com todo esse movimento da pandemia, as pessoas se mostraram mais abertas, também para aprender online. Por isso, analisamos o que o mercado realmente precisará pós-pandemia e estamos oferecendo cursos rápidos e que terão retorno profissional e permitirão o reposicionamento ou melhor colocação”, explica.

Cursos e inscrições

As inscrições já estão abertas e alguns cursos têm o início previsto já para o mês de maio.

Ao todo, são mais de 20 cursos. Entre eles: Como se adaptar ao mercado e o novo estilo de vida no cenário atual, Como administrar suas finanças pessoais para superar a crise, Tendências de comportamento Pós-Covid-19 , Maquiagem em casa - Faça você mesmo, Relações jurídicas e coronavírus, Instagram sem segredos para Agências de Turismo, Mídias Digitais para Design de Interiores, Empreendendo em Tempos de Crise, Personal Shopping Online, Desenvolvimento de Carreira em Tempos de Crise e outros.

A lista completa de cursos está disponível no site da Live School (https://liveschool.centroeuropeu.com.br/cursos/).

Influência digital

Outra grande novidade do Centro Europeu é o curso de Digital Influencer Online. A escola está lançando o curso para pessoas que têm interesse em em usar técnicas de influência digital - uma das áreas mais promissoras do marketing e que pode ajudar tanto profissionais quanto empresas a turbinarem sua presença online.

O curso é ministrado por Leo Tramontin, responsável também pelo curso presencial, e a inscrição deve ser feita no site da Live School (https://liveschool.centroeuropeu.com.br/cursos/digital-influencer-online-com-leo-tramontin-2/).

Segundo Cavalheri, a ideia é levar a experiência da sala de aula para a casa das pessoas. “Nosso objetivo é oferecer complementação. Ou seja, nós temos os cursos de formação presencial e estamos trazendo conteúdos e ferramentas que complementam o conhecimento desses alunos e profissionais nas áreas que formamos”, completa.

Sucesso online

Em abril, o primeiro curso da Live School do Centro Europeu chegou à marca de mais de 4 mil alunos. O Curso de Inovação é ministrado pelos designers Maurício Noronha e Rodrigo Brenner, da Furf Design Studio, um dos estúdios de design mais premiados da atualidade.

O curso integra a Corrente do Bem do Centro Europeu, ação que faz parte de uma série de medidas para contribuir com o combate ao novo coronavírus.

As inscrições ainda estão abertas e seguem até o dia 25 de maio, pelo site (https://centroeuropeu.com.br/portal/inovacao/). O curso, inspirado na chamada “trajetória do herói”, aborda desde dicas para sair da zona de conforto à mensuração de resultados e técnicas de inovação e criatividade.

Palestra online discute o turismo no Brasil e táticas comerciais

A ESIC Internacional promove no dia 14 de maio, quinta-feira, às 15h, um bate papo sobre o turismo no Brasil e táticas comerciais para empresas do segmento.
A atualização e inovação sobre a abordagem comercial e de comunicação nortearão a palestra, que será realizada com o agente de turismo Jorge Eduardo Nunes. Ele é o proprietário da Jens Tours, agência especializada em turismo receptivo em Curitiba e região.
A participação é online e gratuita, e as inscrições limitadas, pelo link pages.esic.br/masterclass_140520.

Sobre a ESIC:

A ESIC é uma Business School Internacional especializada em Gestão de Negócios e Marketing. Com mais de 50 anos de experiência, possui matriz em Madrid e Barcelona, 10 campus na Europa, campus brasileiro em Curitiba, acordos e convênios nos 5 continentes, especialmente E.U.A., Índia e China. A instituição atua em oito áreas: Graduação, Pós-Graduação (Master e MBA), Executive Education (cursos avançados e sob medida para empresas e formação in company), Módulos e Missões Empresariais Internacionais, ESIC Idiomas (Escola de idiomas Internacional), Colégio Internacional, Simuladores/Competições Empresariais Globais e ESIC Editora (com tradição em publicações renomadas, atualizadas e especializadas em Gestão de Negócios e Marketing). Para garantir respaldo internacional aos certificados de seus alunos, a ESIC está entre o seleto grupo que segue os padrões do Executive MBA Council (Conselho Internacional de MBAs), é membro da EFMD (European Foundation for Management Development), AACSB (Associationto Advance Collegiate Schools of Business of USA), AMBA (International Association of MBAs) e CLADEA (ConsejoLatinoamericano de Escuelas de Administración).

Zezé Di Camargo doa máquina de um milhão para hospital de campanha em SP

O cantor e o amigo Júlio Aidar, diretor da Sterileasy, doam usina portátil para hospital de campanha do Ibirapuera, em SP

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Máquina doada por Zezé Di Camargo e Júlio Aidar para hospital de campanha do Ibirapuera

O Lixo hospitalar cresceu, nos últimos meses, pelo menos dez vezes, e se tornou bomba relógio da Covid-19. A pandemia do novo coronavírus não tem sido um desafio apenas para os profissionais de Saúde e cientistas. Os funcionários de empresas que lidam com resíduo hospitalar contaminado precisam, mais do que nunca, de muito cuidado, uma vez que estão correndo sérios riscos de contaminação de doenças.

No Brasil, hoje, cerca de 90% dos munícipios do país não tratam o seu lixo, um dado alarmante que resulta em uma baixa qualidade de vida para os habitantes. Tendo em vista este grande problema, o cantor Zezé Di Camargo e o seu amigo Júlio Aidar se uniram para promover uma ação do bem. Juntos, o artista e o empresário fazem este ato solidário, amanhã, dia 1º de maio, na inauguração do Hospital de Campanha, no Ibirapuera, em SP. Eles vão doar uma máquina de usina portátil de reciclagem.

A máquina, que será doada em comodato, é avaliada em 1 milhão de reais. Importada, ela traz consigo, através da modernidade e inovação, a solução para o tratamento do resíduo infectante hospitalar e de laboratórios, diretamente no local de geração do tal material. Isto é, não será necessário transporte dos resíduos hospitalares contaminados.

Os resíduos hospitalares não causam só danos para os seres humanos que possuem contato, mas também caos ambiental, quando em contato desses materiais com o solo ou a água, podendo resultar em danos à vegetação, por exemplo. Ou seja, visto que o vírus está no ambiente, a infecção se espalha de forma mais agressiva.

Se os resíduos forem parar em lixões comuns, o que na maioria das vezes acontece, os patógenos e agentes infectantes estão expostos, correndo o grave risco de alguém entrar em contato com eles. Os catadores de lixo ou mesmo os profissionais do local podem ser afetados. Além disso, até mesmo os animais que possam frequentar os aterros sanitários a céu aberto estão expostos a condições de risco.

Esse tipo de situação é bastante grave, configurando uma irresponsabilidade altíssima por parte dos geradores do resíduo. Quando não se toma o devido cuidado para onde vai o resíduo hospitalar contaminado, configura-se até mesmo um crime. Mesmo que seja por acidente, colocar outras pessoas e o meio ambiente em uma situação tão perigosa é algo que não deveria jamais acontecer. Esses casos, infelizmente, não são tão raros.

"Fico curioso em saber como as autoridades ou ambientalistas estão tratando os resíduos hospitalares contaminados em seus municípios?", indaga Zezé Di Camargo, que, por preocupação, se juntou ao amigo para colaborar em um momento tão delicado mundialmente.

Crise, colapso ou tanto faz: o que importa é nosso papel em tudo isso

Por André Luis São Pedro Leal

Das diversas publicações que tenho lido neste momento, fora a participação nas conversas, lives e webinars, a pergunta posta que mais me inquietou foi: estamos diante de uma crise ou de um colapso? E, de fato, é uma excelente pergunta sobretudo porque a situação que se nos apresenta, além de inédita, toma de assalto uma sociedade global atônita, com crise em suas democracias e com um excesso de informação nas plataformas que nos leva mais à desinformação do que ao conhecimento.

Aqui, as respostas simplistas precisam ser afastadas porque o problema é bastante complexo. São muitas nuances, diversos aspectos envolvidos e, o mais importante, vidas sendo atingidas em cheio. Paralelo a isso, sinais do esgotamento de um modelo econômico de concentração de renda e riqueza que as gerações de hoje precisam repensar. Ou o preço negativo do WTI na cotação futura de 20 de abril indica algo diferente disto?

Outro dia ouvi que a ansiedade só traz para o presente os problemas do futuro, geralmente nos pressionando a tomar decisões de maneira errônea. Gostaria de ser propositivo na condução deste texto, contribuindo nas reflexões e fazendo menos barulho. O primeiro ponto de reflexão é que precisamos aceitar as limitações que nos envolvem e, sim, isso significa que alguns de nós perderá pessoas queridas. Muito fatalista da minha parte? Sim, até porque um de nós pode ser vítima. Além disso, o vírus não tem estrutura ética e moral para escolher quem levará.

Nova reflexão: que papel assumiremos aqui para contribuir com o pós (seja crise, seja colapso). Fato é que tudo isso passará, nenhuma novidade aqui. Seguir as recomendações médicas e das autoridades públicas neste momento de isolamento social é uma obrigação, nunca uma opção. Mas sempre virá o pós. Como vamos contribuir? Já se perguntou sobre isso? Você será chamado a contribuir. Cada um de um jeito, cada qual com o seu estilo, mas com capacidade de contribuir com o pós, seja ele com padrões alterados ou com retorno de sistemas do passado.

E, na área empresarial, fico me perguntando qual será a minha contribuição como executivo de finanças. Porque se antes o caixa era rei, agora ele é o supremo ditador do nosso cotidiano. E quando o tema é caixa, e a sua eficiência, o financeiro é chamado ao protagonismo. Verdade que o caixa é de todos, do CEO ao gestor da produção, mas é esperado que o financeiro consiga, via ferramentas de projeção e de uma visão sistêmica mais apurada, apontar quando, ou se, haverá problema. Seja capaz de aumentar o nível de tensão organizacional pela interpretação do caixa da companhia. E a contribuição não se restringe ao caixa. Como um timoneiro experiente, o financeiro precisa ajudar a organização a repensar os novos caminhos. Ousar nas proposições, mas mantendo os pés no chão sobre a capacidade de entrega delas.

E, sempre, e mais do que nunca, precisamos entender que operamos em um ambiente integrado, um ambiente em cadeia, no qual a preservação dos elos é de suprema importância para que o pós seja viável para todos. Estamos sendo chamados, em todas as esferas, a atuar não somente com responsabilidade, mas com empatia, colocando em nosso repertório palavras antigas e que estavam saindo de moda, como generosidade e bondade. Afinal de contas, sairmos todos da crise será melhor do que se só saírem alguns poucos. Pense nisso também.

*André Luis São Pedro Leal é CFO na Biotrop (investidas Aqua) e coordenador do Comitê de Finanças do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Paraná (IBEF-PR). Na próxima quinta-feira (30/04), a partir das 18h30, irá promover junto com o Comitê de Finanças do IBEF-PR uma webinar sobre as importantes contribuições que os CFO's podem oferecer na busca de alternativas para vencer a crise, através do seu trabalho sistêmico e cooperativo. Mais informações acesse:

https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_CKCik75CRPKPnoBCKElPLg

SOBRE O IBEF PR

O Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF é uma instituição sem fins lucrativos, que congrega executivos de finanças dos vários segmentos da atividade econômica do Paraná: executivos das áreas de indústria, comércio, consultorias, empresas de serviços, auditorias, instituições financeiras (bancárias e não-bancárias) e instituições governamentais.

Empresa sediada em Curitiba compra startup de solução digital voltada à Previdência e espera crescer 55% em 2020

Gateware anunciou a aquisição da Bexpo, criadora de um aplicativo que realiza provas de vida online para aposentados

Gateware espera aumentar a cartela de clientes e impulsionar crescimento mesmo durante a crise do Coronavírus. Crédito: Tatiane Abib / Arquivo Gateware

A empresa de tecnologia Gateware anunciou a aquisição da Bexpo, companhia especializada em soluções de inovação voltada para a área da Previdência Social. A transação colaborará para aumentar a cartela de clientes da Gateware em 50% e impulsionar o crescimento da empresa, previsto para 55% este ano. Atualmente, possui atuação em três estados do Brasil e também na Argentina. Com a compra, a Bexpo será incorporada pela Gateware.

“Essa operação vai nos permitir realizar um forte investimento na criação e desenvolvimento de novos produtos voltados para a inovação e transformação digital em diversos segmentos”, afirmou o CEO da Gateware, Francisco Ferreira. A Gateware é especialista em gestão de projetos, produção de softwares e com parceria estratégica com a SAP.

O principal produto da Bexpo é o aplicativo LivID, que permite que os idosos possam fazer a prova de vida de maneira totalmente digital, por meio de dispositivos móveis, para a obtenção de pagamentos de aposentadorias ou de pensão. A solução inclui tecnologias de inteligência artificial, reconhecimento facial e serviços antifraude. Atualmente fundações privadas de aposentadoria em diversos estados do Brasil já utilizam a solução.

Segundo Francisco, a Gateware incorporará as soluções da Bexpo e ajudará a empresa a ganhar mais capilaridade no mercado. “O Brasil tem apresentado crescimento no número de idosos, assim como os serviços digitais têm se tornado cada vez mais comuns entre a população. Queremos aproveitar o diferencial tecnológico de um produto com grande potencial e utilizar a nossa estrutura comercial para potencializar seu crescimento. Além disso, teremos a expertise para novas ofertas de serviços e produtos para que a solução apresente novos benefícios ao público”, afirma.

Ação Civil Pública contra a China pede R$ 420 bilhões de indenização em favor do povo brasileiro por pandemia do coronavírus

Este artigo não é em primeira mão. Foi publicado na Folha de São Paulo hoje.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2020/04/associacao-de-cabo-frio-pede-r-420-bilhoes-da-china-por-danos-ao-povo-brasileiro-pelo-coronavirus.shtml

O Consultor e Advogado Dr. Anselmo Ferreira Melo Costa explica que essa ação judicial vem buscar reparar as perdas sofridas pelo povo brasileiro perante ao vírus produzido na China.

A Associação Comercial de Cabo Frio-RJ entrou com Ação Civil Pública contra a China e está pedindo na justiça uma indenização de 420 bilhões em favor do povo brasileiro devido aos desdobramentos da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) e os prejuízos à atividade comercial.

Segundo o advogado e consultor jurídico responsável pela ação, Dr. Anselmo Ferreira Melo Costa, a ação busca a reparação dos danos causados pelo SARS-CoV-2, ou, popularmente conhecido como novo coronavírus à economia e a atividade comercial no Brasil: "como podemos observar, a atividade mundial parou. As pessoas começaram a se isolar em suas casas, como medida de prevenção e para evitar a disseminação do novo coronavírus, levando a demissões em massa e crise financeira, sem contar ainda os danos à saúde pública e as milhares de vítimas do covid-19 que vieram a falecer.”

Ação pede R$ 420 bilhões em indenização ao povo brasileiro

Segundo o advogado, busca-se também reparar os danos que os cofres públicos sofrerão com a pandemia: "De acordo com o Ministério da Economia, foi feita a revisão da projeção do PIB, em 2020, de 2,1% para 0,02%, como reflexo direto na meta de resultado primário, o que aumentou a previsão de déficit nas contas públicas para R$ 419,2 bilhões, devendo então, quem deu causa a isso, no caso a China, reparar o dano material.”

Análise detalhada e exemplo estrangeiro

Antes de protocolar a ação, o Dr. Anselmo Melo conta que houve intensa pesquisa: "Tomou-se muito cuidado para o ajuizamento da ação popular. Em conversa com a parte autora, bem como com a minha equipe de advogados, incluímos estudos médicos já feitos em diversos países do mundo e analisamos o histórico da China em relação à origem de novas doenças. Buscou-se, também preceitos internacionais e ações que outros advogados em relação ao mesmo caso, como foi o caso de dois escritórios nos Estados Unidos, o que nos impulsionou a fazer o mesmo trabalho aqui no Brasil.”

Ainda nessa esfera, o Dr. Anselmo Ferreira Melo Costa aponta como fundamentou a sua argumentação: “Há evidências de que a China é a grande responsável por esse cenário caótico que estamos presenciando em todo mundo e que precisa sim ser responsabilizada. Sabemos que será uma grande inovação no mundo jurídico e que não há notícias de ações similares no histórico do Direito Brasileiro. A petição foi fundamentada por meio de provas técnicas e informativas não resta dúvida que o Governo chinês foi negligente e imprudente, com nenhuma cautela para evitar tal propagação mundial, adotando atitudes flagrantemente abusivas.”

Possibilidade de golpe político questionada

O advogado também levanta a possibilidade da pandemia do covid-19 ter sido parte de um conluio político: “Acredita-se que por conta do pavor que assola a população neste momento, que está com medo de ser infectada, as pessoas ainda não se deram conta em toda a possibilidade disso ter sido um perfeito golpe político da China. Isso porque, entre várias evidências que mencionamos na ação, como o fato dos médicos que tentaram avisar a população terem sido todos silenciados pelo governo chinês, merecendo destaque o Dr. Li Wenliang, que chegou a realizar alertas à população quanto à existência e a gravidade da doença e foi detido pela polícia chinesa, sendo acusado de propagar boatos. Dias após, o mesmo se tornou uma vítima fatal do coronavírus.”

Também são apontadas questões geopolíticas para embasar a possibilidade de uma ação planejada: "O vírus começou a se espalhar em larga escala em um dos países centrais da Europa, a Itália, que está listada em primeiro lugar do ranking mundial de maior população idosa no mundo (ou seja, mortes em escala para causar pânico na Europa e consequentemente do mundo). Outro fato que chama atenção é que Rússia, um dos maiores países do mundo e que faz fronteira com a China, ter pouquíssimos casos de covid-19. Sabe-se que a relação entre os presidentes de ambos países vêm de longa data assim como suas diferenças com os EUA.”

Governo Chinês responsabilizado

A ação cita nominalmente, em face da República Popular da China, o presidente Xi Jinping, e a representação do país no Brasil, a Embaixada da República Popular da China em Brasília e o Embaixador, Yang Wanming: “Devido a negligência do governo chinês, são nítidas que as consequências da covid-19 vão além da saúde da população, havendo grande desfalque econômico, déficits nos cofres públicos, desemprego em massa, o que deixará toda população à míngua e, muito provavelmente, crise na saúde pública. O governo chinês precisa indenizar a população brasileira, pois tudo isto é fruto da negligência deles.”

Desemprego e quarentena

Na petição, o Dr. Anselmo Melo aponta que nem todos os trabalhadores brasileiros podem estar em quarentena e trabalhar a partir de suas casas: “Existem diversos setores onde não é possível atuar em home office. Logo, as máquinas estão paradas, as vendas encerradas, o dinheiro não gira, e as dívidas aumentam a cada hora. O que temos como resultado é um colapso total da economia, desemprego, grandes perdas e sofrimento em nosso país.”

Aplicativo que conecta bares, pizzarias e restaurantes a grandes distribuidores adota medidas para ajudar parceiros durante pandemia do coronavírus

Menu criou uma página educacional com dicas práticas para auxiliar pequenos e médios comerciantes durante a crise

Com a pandemia do coronavírus, o governo de São Paulo determinou que estabelecimentos de food service, como bares, pizzarias e restaurantes, não abrissem as portas e, caso fossem continuar suas operações, deveriam adotar o sistema de delivery e entregas por aplicativos. Para ajudar os comerciantes neste momento inédito, a Menu - aplicativo que abastece restaurantes conectando os principais distribuidores e indústrias do mercado foodservice, criou um site (http://coronavirus.menu.com.br/) com dicas práticas para ajudar pequenos e médios comerciantes a superarem a crise.

Sem previsão para a abertura dos estabelecimentos, a Menu tem ajudado parceiros durante o período. Segundo Leonardo Almeida, diretor executivo e CEO da startup é importante unir esforços para colaborar com o setor food service. “Grandes empresas dependem desses comerciantes e agora, mais do que nunca, precisamos encontrar soluções e oferecer a esses pequenos empresários para limitarmos os efeitos da pandemia”, afirma.

Além da criação da página, a Menu está propondo a flexibilização no prazo padrão para pagamentos após finalizarem as compras na plataforma. A empresa separou algumas orientações para inspirar comerciantes a enxugarem as contas e iniciar um planejamento para os próximos meses.

Coloque no papel as suas despesas
Faça um levantamento de todos os gastos financeiros e receitas dos próximos meses. Assim, será possível saber quanto será preciso gastar com cada despesa e quanto dinheiro será necessário para manter o negócio nesse período. Priorize os gastos fixos e enxugue os variáveis.

Renegocie suas dívidas
Em tempos de baixa arrecadação, a primeira medida é reduzir os custos. Tente renegociar algumas despesas e contratos, diminuir a conta de energia, entre outras medidas para controlar o caixa; verifique também se é possível prolongar os prazos de pagamento com fornecedores, diminuir o prazo de recebimento e negociar as taxas cobradas por empresas de cartões de crédito, vouchers, tíquetes.

Controle o fluxo de caixa
Comece a lançar os valores de contas a receber de acordo com o novo cenário, faça uma previsão mais conservadora. Se o saldo for negativo em algum dos períodos futuros, avalie possibilidade de renegociação de prazos ou formas de aporte de capital de giro. Vale lembrar que o governo federal lançou algumas medidas emergenciais para financiar folhas de pagamento de pequenas e médias empresas.
Adote o delivery para continuar operando
Desde que respeitados os critérios de higiene e de controle da COVID-19, bares, pizzarias e restaurantes podem continuar operando a venda de produtos, por meio de delivery ou aplicativos que disponibilizam serviços de entrega. Ao contratar um app, fique atento às taxas e tempo de entrega, é importante avaliar o valor do investimento.

Use as redes sociais para divulgar as vendas
Invista em perfis no instagram e facebook; restaurantes que promovem suas redes sociais tem melhores retornos com a sua divulgação. Mas crie contas somente nas redes que poderá atualizar. Aposte também no impulsionamento (patrocínio) disponíveis nas redes sociais para alcançar sua clientela.

Sobre a Menu - Desde 2016 no mercado, a Menu (https://menu.com.br)- aplicativo que abastece os restaurantes conectando os principais distribuidores e indústrias do mercado foodservice com estabelecimentos comerciais, vem crescendo 50% ao mês. Por meio de aplicativo, oferece mais de 45 mil produtos com entregas em SP e RJ - os comerciantes têm acesso aos melhores fornecedores do país, preços mais baratos e entrega garantida em até 48 horas. A Menu já possui mais 16 mil usuários. Outros serviços que a startup oferece para os anunciantes são: agência digital, soluções de pagamento e frete. Em junho de 2019, a startup recebeu um investimento da Z-Tech - hub de inovação e tecnologia da AB - Inbev, que no Brasil atua em colaboração com a Ambev.

Sebrae/PR mapeia principais linhas de crédito disponíveis para enfrentar a crise

Documento reúne informações atualizadas de bancos públicos e privados, além de cooperativas financeiras, bancos regionais e Fomento Paraná

Crédito: Divulgação

A busca por linhas de crédito tem sido um dos temas mais recorrentes entre empreendedores de micro e pequenas empresas em meio à pandemia do Coronavírus. No âmbito econômico, instituições financeiras, a partir de autorizações do Banco Central, estão disponibilizando linhas de crédito específicas para que os pequenos negócios consigam atravessar o período de crise.

Para facilitar o acesso às informações sobre as linhas disponíveis, o Sebrae/PR produziu uma coletânea das principais linhas de crédito anunciadas pelos bancos públicos como BRDE, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, além de informações sobre os benefícios concedidos por bancos privados com atuação nacional, cooperativas financeiras e a Fomento Paraná. A listagem e informações estão no ambiente virtual e podem servir como base para a tomada de decisão sobre as melhores condições do mercado financeiro quando o assunto é “linha de crédito”.

Segundo o coordenador de Políticas Públicas do Sebrae/PR, Amberson Bezerra da Silva, o crédito sempre esteve entre os principais gargalos dos negócios. “O empresário precisa ter capital de giro para honrar folha de pagamento e compromissos com fornecedores, por exemplo. Como medidas de apoio na crise, observamos que novas linhas de crédito surgiram e muitas que não ofereciam carência passaram a ter”, explicou.

De acordo com Amberson, o material e as consultorias fornecidas pelo Sebrae/PR buscam orientar o empreendedor no cenário de crise. O consultor alerta que, antes da busca pelo crédito, é necessário verificar financeiro da empresa. “É preciso se planejar, analisar as finanças e depois optar pelo crédito, se necessário”, ressalta.

Atendimento Sebrae/PR

Desde que as medidas oficiais previstas para combater a pandemia do Coronavírus foram anunciadas, o Sebrae/PR promove uma força-tarefa para atender, digitalmente e sem custos, empreendedores de micro e pequenas empresas em todo estado. O contato pode ser feito pelo portal do Sebrae/PR. Nele é possível acessar canais como whatsapp, 0800 570 0800 e telefones regionais, onde o empresário tem acesso orientações, consultorias, exemplos de empreendedores que encontraram soluções inovadoras no momento de crise, além de cursos online com conteúdos diversos.

Idec cria plataforma para divulgar iniciativas que comercializam alimentos saudáveis durante a pandemia do Covid-19

Objetivo é apoiar a economia local e aproximar quem produz de quem consome

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) lança nesta quinta-feira (9) a plataforma da Comida de Verdade para que os consumidores possam ter acesso às iniciativas que comercializam alimentos saudáveis e sustentáveis e estejam funcionando durante a pandemia do Covid-19.

A ferramenta tem o objetivo de apoiar a economia local e estimular os circuitos curtos de abastecimento, aproximando quem produz de quem consome. Ao acessá-la, o usuário pode encontrar iniciativas da agricultura familiar, de pequenos produtores e dos sistemas de produção orgânica e agroecológica em todas as regiões do Brasil.

Para Rafael Arantes, analista de regulação do Idec, é importante informar as pessoas que, além dos mercados, existem canais alternativos para o abastecimento que estão funcionando, seja em pontos de venda físicos ou locais, na modalidade de entrega a domicílio.

“A lógica do atual sistema alimentar tem sido incapaz de gerar saúde respeitando os limites do planeta. Essa dinâmica tende a se intensificar ainda mais durante a pandemia. Por isso, é importante refletirmos sobre os padrões de produção e consumo de alimentos”, destaca.

Outra característica da plataforma é que os produtores, ou quem quiser contribuir, podem fazer novos cadastros. Basta acessar este formulário e completar as informações. Após o envio do cadastro, o Idec faz uma análise breve e já deixa a iniciativa visível.

A plataforma da Comida de Verdade é feita de forma colaborativa e com o apoio de diversas organizações parceiras, como ABA (Associação Brasileira de Agroecologia), Aliança Pela Alimentação Adequada e Saudável, ANA (Articulação Nacional de Agroecologia), CEPAGRO (Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo), Conexsus, Consea-RS (Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Rio Grande do Sul), Frutas Nativas Rio Grande do Sul, Gepad Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural, GIZ Mercados Verdes e Consumo sustentável, IBO (Instituto Brasil Orgânico), Lacaf (Laboratório de Comercialização da Agricultura Familiar) e Rede de Agroecologia Ecovida entre outras.

Veja outras ações do Idec durante a pandemia

Coronavouvher

Saiba se você se enquadra para receber o auxílio emergencial

Nesta última terça-feira 07/04, foi disponibilizado o site auxilio.caixa.gov.br e o aplicativo Caixa | Auxílio Emergencial, para quem precisa e quer receber o auxílio emergencial de R$ 600.

As pessoas que podem requisitar são:

Maiores de 18 anos;

Desempregados:

Trabalhadores informais como, por exemplo, motoristas de aplicativos;

Pessoas que não recebem benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou participam de programa de transferência de renda federal (exceto pelo Bolsa Família);

Pessoas que tem a renda mensal familiar por pessoa de até meio salário mínimo, ou no total, de até três salários mínimos;

Pessoas que não receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018;

Quem já recebe o bolsa família;

As mães chefes de família que sustentem seus filhos podem receber sozinhas até duas cotas, R$1.200.

O recebimento do dinheiro para quem fez o cadastro no App é de 48 horas, aqueles que fazem parte do Bolsa Família deverão receber a partir do dia 16, de acordo com o calendário regular de pagamento.

Para aqueles que já possuem conta nos bancos Caixa ou Banco do Brasil, o auxílio será disponibilizado direto na conta e poderá, também, ser sacado nas casas lotéricas.

Entretanto o Coronavouvher que deveria ser distribuído em três meses será efetivado em apenas 45 dias.

A previsão é que a primeira parcela fique disponível na próxima terça-feira (14) para saque, a segunda para 27 a 30 de abril, e a terceira entre 26 e 29 de maio.

“Na minha visão, deveria sim ser um auxílio distribuído por três meses, ou no mínimo 90 dias” afirma Cristiane Bernardes Administradora.

Algumas pessoas também apresentaram a preocupação de este ser um valor baixo, mas Cristiane comenta “Com R$600 não dá para se fazer milagre, mas já é uma ajuda a quem está desempregado”.

Diante da economia paralisada e os trabalhadores ficando em casa, em favor do pedido de isolamento social, o auxílio emergencial irá ajudar muitas famílias carentes a se sustentarem neste momento. É importante ressaltar que se você não precisa do auxílio deixe para quem precisa.

Por isso “É necessário praticar a empatia, o problema existe e aos poucos nós conseguiremos contornar ele, a gente vai reaprendendo a viver na economia atual” finaliza Cristiane Bernardes.

Serviço: Capital Humano Lapidando Talentos
Cristiane Bernardes
Presidente, gestora de talentos e palestrante

ww.lapidandotalentos.com.br
Insta: @lapidandotalentosoficial
Face: Cristiane Bernardes

Governo do Paraná libera abertura de revenda de veículos seminovos e usados

Depois de três semanas de isolamento social para combater a propagação do coronavírus, o Chefe da Casa Civil do Governo do Paraná, Guto Silva, libera através do ofício CEE/CC 898/20 assinado nesta quinta-feira (9), a abertura das atividades das revendas de automóveis seminovos e usados no Estado. As revendas voltam a funcionar, por ser um dos serviços considerados essenciais, mas com a implantação de cuidados necessários e correta utilização dos equipamentos de proteção por conta da pandemia.

O presidente da Associação Revendedores de Veículos Automotores no Estado Paraná (Assovepar), Cesar Lançoni Santos, comenta que o pleito veio em resposta às reivindicações da Associação desde o fechamento das lojas. E que para a reabertura das revendas serão adotadas todas as medidas necessárias de segurança para atender tanto os colaboradores como os clientes.