LIDE Paraná apoia a quarta edição de um dos maiores eventos de inovação e cultura corporativa do Paraná

Com nova roupagem, o Lidere 2020 promovido pela Associação Comercial e Industrial de Londrina está na quarta geração e vai acontecer no formato digital e gratuito, ampliando seu alcance e sendo ainda mais democrático ao público empreendedor
O ano de 2020 gerou a necessidade de inovação e mudança de mindset de empresários, mas nem sempre é fácil assimilar tantas mudanças. Com o objetivo de provocar discussões para gerar inspiração sobre gestão, inovação, liderança e empreendedorismo, um dos maiores eventos do Paraná, o Lidere 2020 realizado pela Acil - Associação Comercial e Industrial de Londrina, começa dia 20 de outubro e conta com o apoio do LIDE Paraná.

O evento que já impactou milhares de pessoas em edições presenciais nos anos anteriores, traz agora a possibilidade de troca de experiências, vivências e aprendizados, além de uma grande oportunidade de networking. "O LIDE está ampliando sua atuação para todo o estado e a ACIL é um parceiro importante para nós. O conteúdo do evento está fantástico e com certeza fará diferença para nossos filiados e para toda a comunidade empresarial", destaca a presidente do LIDE Paraná, Heloisa Garrett.

Devido a pandemia de Covid-19, o Lidere 2020 e este ano o evento será online e contará com a presença de Marcio Fabbris, Vp Sales And Marketing Vivo; Amaury Couto, Presidente Do Grupo Lowçucar; Pedro César, Co Founder Miss Pink; Felipe Meldonian, Cfo Chilli Beans; Tania Maranha, Talent Management La Director Na Electrolux; Silvana Romagnole, Cfeg Cambridge Family Enterprise Group; Flávio Huf, Fundador E Diretor Executivo Da Ast Facilities E We Can Br; Nelson De Lorenzi Campelo, Chief Executive Officer South America Na Atos; Bill Moraes, Franklincovey Enterprise Brasil; Tiago Dalvi, Ceo E Fundador Do Olist; Guilherme Abbud, Ex Diretor Hsbc | Fundador Da Persevera Fundo De Destaque Na Xp Investimentos; Eduardo Ribeiro Bueno Netto, Mediador; Simone Millan Shavarski, Mediadora; Lucas Ferreira, Mediador; e Dr. Hitendra Patel, Fundador E Ceo Da Ixl Center E Da Global Innovation Management Institute.

Para a inscrição e maiores informações, acesse: https://www.lidereacil.com.br/

Crédito do texto: LIDE Paraná

ESIC Internacional oferece orientação e planejamento gratuito de carreira

O Counseling de Carreira direciona o profissional para os próximos passos profissionais e ajuda a planejar sua carreira de acordo com os objetivos pessoais

A ESIC Internacional oferece gratuitamente em Curitiba o serviço de Counseling de Carreira para alunos e a comunidade. O trabalho, que é feito em três etapas, contempla testes de aptidão e personalidade, que avaliam a vocação e perfil comportamental do profissional, uma segunda etapa de planejamento e uma entrevista com o consultor de carreira da instituição.

Counseling é uma palavra de origem inglesa, que significa aconselhamento, e tem como objetivo ajudar a pessoa a fazer escolhas acertadas no âmbito profissional. O serviço pode ser realizado por profissionais de todas as idades e etapas da carreira, desde estudantes que ainda irão dar os primeiros passos, até profissionais que já tem caminho trilhado, mas que estão buscando redirecionamento ou aprimoramento.

Segundo o consultor de carreira da instituição, Alexandre Weiler, o atual momento que estamos vivendo pela pandemia da COVID-19 traz uma preocupação maior com o futuro profissional. “Estamos acompanhando uma transformação global, tanto nas empresas quanto nas qualidades e skills profissionais exigidas pelo mercado. Saber onde se quer chegar é essencial para aprimorar as habilidades e estar preparado para enfrentar as exigências do futuro”, afirma.

As três etapas duram, em média, de 30 a 40 minutos cada, e o profissional recebe uma análise e direcionamento da carreira, com base nos seus objetivos profissionais. O processo de participação é extremamente facilitado, basta agendar o Counseling de Carreira entrando em contato com o Departamento de Atenção ao Aluno e ao Candidato - DAAC, no telefone (41) 3094-7775, ou pelo e-mail daac@esic.br. Não há nenhum tipo de restrição.

Sobre a ESIC:
A ESIC é uma Business School Internacional especializada em Gestão de Negócios e Marketing. Com mais de 50 anos de experiência, possui matriz em Madrid e Barcelona, 10 campus na Europa, campus brasileiro em Curitiba, acordos e convênios nos 5 continentes, especialmente E.U.A., Índia e China. A instituição atua em oito áreas: Graduação, Pós-Graduação (Master e MBA), Executive Education (cursos avançados e sob medida para empresas e formação in company), Módulos e Missões Empresariais Internacionais, ESIC Idiomas (Escola de idiomas Internacional), Colégio Internacional, Simuladores/Competições Empresariais Globais e ESIC Editora (com tradição em publicações renomadas, atualizadas e especializadas em Gestão de Negócios e Marketing). Para garantir respaldo internacional aos certificados de seus alunos, a ESIC está entre o seleto grupo que segue os padrões do Executive MBA Council (Conselho Internacional de MBAs), é membro da EFMD (European Foundation for Management Development), AACSB (Associationto Advance Collegiate Schools of Business of USA), AMBA (International Association of MBAs) e CLADEA (ConsejoLatinoamericano de Escuelas de Administración).

Quer estender a sua marca para outros países? Conheça o protocolo de Madrid

Registrar a sua marca dentro do protocolo é o primeiro passo

Muitas pessoas podem pensar que ao possuírem o direito de uma marca aqui no Brasil, esse se estende para os outros países mundo a fora, mas na verdade não é bem assim. Por isso se você quer levar o seu produto para o exterior você precisa entender mais sobre o Protocolo de Madrid.

Vale lembrar que o registro de marca no exterior é uma proteção adicional para a sua empresa, já que ele garante o direito exclusivo de uso para além do território nacional.

O protocolo
O Protocolo de Madri é caracterizado por um tratado internacional para o registro de marcas, basicamente, para que você não precise sair registrando-a em todos os países para os quais você quer expandir.

Apesar deste ter sido assinado no ano de 1998, a adesão do Brasil só foi formalizada em 2019.

As principais vantagens que o protocolo apresenta, segundo o INPI, são:

- Simplificação burocrática;

- Redução de custos;

- Participação de 121 nações, entre estas estão o Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Japão, Canadá, Itália e China.

Entretanto, se o registro de patentes for negado em vários países, o empresário terá que entrar com um recurso em cada país.

Registrando a marca em outros países
Nós sempre lembramos que é muito importante que a sua marca seja registrada aqui no Brasil conforme orientado pelo INPI.

Após realizar o seu pedido no Brasil, você poderá estender a sua solicitação para todos os países pertencentes ao tratado, mas cada país, individualmente, analisará o pedido e decidirá sobre o deferimento da marca.

Assim, as oposições de pedido devem ser tratadas diretamente com o responsável pelo país, então será necessário contratar um representante que possa ajudar-lhe

O prazo para realizar esse pedido é de até 18 meses.

Passo a Passo
A) cadastro: para começar o seu pedido de registro de marca no exterior é necessário realizar um cadastro de usuário no e-INPI e pagar a devida taxa;

B) protocolo de pedido: com a guia paga em mãos, é necessário acessar o sistema e-Marcas e protocolar o pedido (em inglês ou espanhol) de registro internacional da sua marca;

C) preenchimento do formulário MM2: preencha o formulário disponível no idioma escolhido, indicando em quais países você deseja registrar sua marca. É importante ficar atento na etapa de preenchimento e seleção dos países já que alguns deles podem exigir o envio de formulários e documentos complementares. Depois de preencher, basta enviar e salvar o número de protocolo que será gerado;

D) acompanhamento: após o envio você pode acompanhar o andamento do seu pedido na Revista de Propriedade Industrial ou mediante notificação enviada pela Secretaria Internacional da OMPI.

Além disso, pressupõe-se que se a empresa gostaria de sair do Brasil, essa também realizará transações internacionais, por isso, além do registro da sua marca, é importante estar atento e em dia com um planejamento financeiro, para que nenhum prazo seja perdido ou alguma ilegalidade cometida. Processos que podem alcançar a sua criação negativamente.

Serviço: A Capelatto

Márcia Araújo da silva

Diretora executiva

Contato: (41) 3051-5551

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PROFISSIONAIS DA ÁREA DE EVENTOS SÃO RECEBIDOS NA PREFEITURA DE CURITIBA

“Eventos testes foram colocados em pauta e devem ser realizados na segunda quinzena de outubro”

Representantes da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos – ABRAPE, Mac Lovio Solek, vice-presidente da região Sul, Associação Brasileira de Empresas de Eventos – ABEOC PR, Fábio Skraba, Passeata Técnica CWB, Fabiano Wolochyn e Sandriane Fantinato foram recebidos na última sexta (18.09) na secretaria do governo na Prefeitura de Curitiba pelo Secretário de Governo, Luiz Fernando Jamur, pela Superintendente Executiva da Secretaria Municipal de Saúde, Beatriz Battistella Nadas, pelo vereador Pier Petruzziello, pela presidente do Instituto Municipal de Turismo, Tatiana Turra, e pela presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Ana Claudia de Castro, para discutir a retomada urgente do setor de eventos na cidade.

Durante a reunião, foi discutido a defesa de paliativos claros para que a subsistência do setor seja garantida até que os eventos possam retornar de forma ampla, como o auxílio emergencial e Lei Aldir Blanc; Os editais de linha de crédito voltada para o setor que necessitam ter uma divulgação ampla para atender todas as categorias, pois existe uma grande variedade e quantidade de profissionais inseridos nesse segmento. ‘’Os recursos federais e municipais são muito importantes nesse momento, para ajudar as empresas, principalmente, a garantir empregos aos colaboradores, como também ajudar aos profissionais de eventos e músicos, mas infelizmente muito pouca gente se beneficia de recursos anunciados que dificilmente chegam na ponta. Nesse momento se os governos nos deixassem trabalhar, empresas e profissionais, poderíamos de forma mais direta e efetiva minimizar um pouco a crise do setor que está em frangalhos”, fala Mac Lovio Solek, vice- presidente da Abrape na região Sul.

Também foi apresentado pela Abrape, um protocolo com as sugestões para a realização dos mais diversos tipos de eventos e de forma responsável e segura. Na conversa, foi abordado também o descaso de uma parte da população no consumo de serviços e produtos em alguns ramos de atividades, onde não são tomados os cuidados devidos pelos empresários, pelos consumidores e também não são fiscalizados de forma adequada pelos governos, o que colabora para esse retorno dos eventos ser ainda mais moroso. “Cada vez mais somos jogados para longe do nosso retorno. A desculpa são índices ruins impulsionados pelo descaso de órgãos públicos, empresários e consumidores irresponsáveis”, comenta Mac.

Assim como está acontecendo em algumas cidades, foi colocado em pauta ao final da reunião a realização de dois eventos testes na capital paranaense, com protocolos específicos, que devem ser realizados a partir da segunda quinzena do mês de outubro, que serão validados pelos gestores das secretarias que tratam diretamente do tema. A ideia é que um deles seja uma feira de negócios, e o outro será um show musical, pioneiro no Brasil."A partir da próxima semana, afinaremos isso, prevalecendo a excelência do modelo, que prima a saúde e integridade dos participantes e profissionais envolvidos na realização, com o objetivo de vislumbrar como seria uma possível retomada do setor diante de protocolos, normas, muito controle e seriedade", finaliza Mac Lovio Solek.

- Os números do impacto da pandemia no mercado nacional de shows
Com a recomendação de distanciamento social para combater a disseminação do novo coronavírus, o setor de eventos tem enfrentado estagnação, que pode trazer o pior ano em duas décadas. Empresários e representantes do setor ainda não conseguem estimar o prejuízo causado pela crise, mas o primeiro semestre foi morto. Levantamento indica que, desde o início da pandemia todos os eventos no país foram cancelados neste ano, com prejuízo. Ninguém duvida que a epidemia de coronavírus já causou prejuízos gigantescos nos shows e eventos do Brasil. Agora, seis meses depois do início das medidas de distanciamento social no país, surgem os dados concretos deste impacto. E eles são impressionantes.

Um censo realizado pela Abrape (Associação Brasileira de Promotores de Eventos), mostra que mais de 90% dos eventos previstos para ocorrer este ano foram cancelados, adiados ou estão em situação incerta. Outro dado assustador, também divulgado pela entidade, que reúne entre seus associados cerca de 60% do PIB de eventos do país, é o de que até o fim de abril, segundo o estudo, os cancelamentos e adiamentos de eventos fizeram com que mais de 240 mil pessoas perdessem os empregos. A tendência é que esse número possa chegar, em outubro, a 840 mil.

Outro dado relevante que a pesquisa apontou é que 92% das empresas associadas já relataram prejuízos que, juntos, somam R$ 290 milhões. A entidade estima ainda que esse número possa chegar à casa dos bilhões se somada toda a cadeia produtiva do setor de eventos, que envolve em torno de 60 mil empresas. O prejuízo frustrou as boas expectativas desse mercado para 2020, que estimava um aumento de receitas em shows e eventos de 6,15% em relação ao ano passado. Até outubro mais de 450 mil eventos deixarão de acontecer.

EXPECTATIVA 2020 (aumento da receita em shows)
+ 6,15% em relação a 2019
REALIDADE
+ de 90% dos eventos previstos foram cancelados, adiados ou situação incerta
+ de 450 mil eventos deixarão de acontecer até outubro
Estimativa Desemprego no setor
ABRIL 240 mil pessoas
AGOSTO 563 mil pessoas
OUTUBRO 841 mil pessoas

STF decide que o IPI incidente na revenda de produtos importados é constitucional

Empresário do setor lamenta a decisão e diz que ela vai contra a OMC

O STF julgou no final de agosto que é constitucional a incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) no desembaraço aduaneiro de bem industrializado e na saída do estabelecimento importador para comercialização no mercado interno. Com a decisão, os importadores pagam duas vezes o imposto: a primeira no desembaraço aduaneiro de produto industrializado e a segunda na saída do estabelecimento importador para comercialização no mercado interno, que representa violação ao princípio da isonomia, previsto no artigo 150, II, da Constituição.

No passado, alguns casos chegaram a ser julgados favoravelmente aos importadores pelo STJ, e estima-se que 14 mil empresas brasileiras tinham o processo finalizado ou estavam em processo com liminares para não pagar IPI em duplicidade. Com a queda dessa liminar, o impacto será de aumento de recolhimento de R$68,6 bilhões aos cofres públicos e, consequentemente, aumento de custos do produto final.

Segundo o advogado Alexandre Dalla Vecchia, o impacto imediato no setor de importação é a oneração do produto importado mesmo que pronto e acabado, em um setor que já sofre com a alta carga tributária e volatilidade do dólar. “É recomendável aguardar a finalização do julgamento e, até lá, certamente as empresas que ostentam decisões favoráveis com exclusão do IPI na revenda do produto vão se valer das decisões conquistadas no âmbito do STJ”, explica. “Os desdobramentos de cada caso é particular, e é provável que com o trânsito em julgado já conquistado por alguns importadores, que algum sigam em frente mesmo que com essa decisão contrária em face de todo esse contexto”, completa Vecchia.

A decisão foi recebida com repúdio pelos empresários do setor. O diretor da ES Logistics, Fabiano Ardigó, afirma que essa decisão vai contra a Organização Mundial do Comercio (OMC). “Vemos com preocupação o que aconteceu. O cancelamento da bitributação abriria uma nova perspectiva para o setor de importação no Brasil”, afirma. “Empresas que estavam com liminares com autorização de não recolher o IPI não terão condições de conquistar essa mesma vantagem. A reincidência do imposto na revenda de importados impacta diretamente no valor do produto final pago pelo contribuinte e essa bitributação é um retrocesso para o mercado de importação brasileiro”, completa Ardigó.

A advogada responsável pela área de comércio internacional da Catta-Preta & Salomão Advogados, Maria Eugênia Catta-Preta, dedicou sua dissertação de mestrado na FGV/SP ao tema da não incidência do IPI na revenda de mercadorias nacionalizadas já que, segundo ela, essa discussão é complexa e antiga no país, iniciando-se em 1999 nos tribunais. “Considero que foi uma perda muito grande no debate jurídico a realização de um julgamento virtual, e que não levou em consideração a criação de disparidade entre empresas, inclusive entre importadoras, gerada pelo Judiciário. Lutamos todos os dias para o direito acontecer da forma mais justa possível, mas o direito nos tribunais tem cada vez mais relação com política e economia, do que ele em si”, lamenta Maria Eugênia.

Segundo a advogada, a interpretação da lei precisa acompanhar a evolução do tempo. “Tanto no STF como no STJ, não houve uma análise adequada do contexto apresentado e dos acordos de comércio internacional firmados no âmbito da OMC pelo Brasil. Foi feita uma análise bem superficial que favorece a concorrência desleal e fora dos compromissos internacionais assumidos, o que abre espaço para mais discussões, inclusive nos organismos internacionais. A violação dos Acordos da OMC coloca o país em uma posição delicada que pode ter consequências para a economia como um todo”, alerta a especialista. “Para a indústria nacional, a múltipla incidência do IPI certamente desestimulará investimentos em tecnologia e modernização, e poderá colocar o país em posição ainda mais desfavorável no cenário do comercial internacional”, destaca.

Logística integrada, trilhos impulsionam negócios no Brasil

Benefícios em escala e redução de custos ganham a adesão de diferentes segmentos de produtos; websérie reúne líderes, fomentando soluções

Otimizar processos, reduzir custos e aumentar a produtividade e a satisfação do cliente são objetivos da logística integrada. Aliada do reposicionamento de negócios durante e no pós-pandemia, esse sistema integrado de fluxos, serviços e informações tem na ampliação dos serviços ferroviários no Brasil um caminho concreto para o fortalecimento de diferentes marcas e segmentos. Unindo duas gigantes do mercado, Brado e Amaggi, a logística sobre trilhos e as perspectivas para o Brasil é o mote do 7º episódio da Websérie Especial Logística Integrada, promovida pelo LIDE Grupo de Líderes Empresariais do Paraná, Mato Grosso e Santos.
Com uma cobertura atual da ordem de 70% do território nacional, a Brado deu passos largos nos últimos anos para atender à alta demanda por competitividade e ganhos de escala no mercado brasileiro e internacional. A empresa que vem crescendo em média 20% ao ano incorporou aos serviços a oferta de vagões empilhados, os chamados double-stack, ampliando em 40% a capacidade de carregamento. Em "dois andares" repletos de diferentes mercadorias, muitas vezes num mix de commodities e subprodutos, os vagões carreiam pelos trilhos 70 tipos de produtos, todos os dias, entre Sumaré (SP) e Rondonópolis (MT).
Essa variedade é facilmente percebida na carteira de 230 clientes, que inclui marcas como ADM, Carrefour, Eldorado, JBS e Minerva Foods. "A gente não vende transporte, a gente proporciona solução, com benefícios de qualidade, segurança, controle. Nós podemos levar a soja, mas também o feijão, a glicerina, cerveja, vestuário. Isso é oportunidade para a construção de novos negócios. Hoje, por exemplo, boa parte do material de construção que chega a Mato Grosso vai pelos contêineres. O nosso business é oferecer soluções integradas a toda a cadeia", declara Douglas Goetten, diretor comercial da Brado.
Quando o assunto é o caminho das commodities pelos trilhos do Brasil, destaca-se que não apenas de soja se enchem os vagões. O algodão, que tem um processamento diferenciado, também aderiu à matriz ferroviária. Mostra desse movimento, pela quarta safra consecutiva, a Amaggi utiliza contêineres da Brado para a remessa de algodão até o Porto de Santos (SP).
"A Amaggi sempre vinha num tipo de escoamento muito tradicional. O algodão chegava em Santos, fazia a estufagem e processamento nos berços para ser exportado. Uma grande preocupação sempre foi a estrutura de preparo nos portos para a exportação. Após conversarmos bastante, a Brado trouxe essa inovação", pontua o supervisor de Logística da Amaggi, Alexandre Botter Fonzar.
Soluções em logística integrada podem ser consideradas um dos pilares que alçaram a Amaggi de produtora de grãos ao status de um dos grupos econômicos de maior projeção no Brasil e no mundo. O gerente de Logística Anilton Carmo observa que 80% das commodities movimentadas pela Amaggi são escoadas por meio de intermodais, associando as tradicionais carretas a hidrovias e ferrovias. O caminho mais ágil aos portos resguarda os prazos de embarque nos navios que levam grãos até diferentes compradores internacionais.
"A ferrovia é uma forma de chegar ao porto com a mercadoria mais preparada para embarcar no navio. Cada vez mais essa estrutura chega ao interior do Brasil. A intermodalidade não é o futuro. Para nós, já é o presente", destaca.

Logística integrada – Promovido pelo LIDE Mato Grosso, LIDE Santos e LIDE Paraná, o projeto "Logística Integrada – Debates e Soluções" reúne lideranças no objetivo de diagnosticar gargalos, oportunidades e soluções à logística e infraestrutura nacional. Para assistir aos episódios da websérie que compõe o projeto, basta acessar o canal do LIDE Paraná no Youtube. Os programas são apresentados por Heloisa Garrett, presidente do Lide Paraná, tendo a participação de presidente do LIDE Mato Grosso, Evandro César Santos, e do presidente do LIDE Santos, Jarbas Vieira Marques.

LOGÍSTICA INTEGRADA

Benefícios em escala e redução de custos ganham a adesão de diferentes segmentos de produtos; websérie reúne líderes, fomentando soluções

Por Íntegra Comunicação Estratégica / Mídia Partner LIDE MT

Otimizar processos, reduzir custos e aumentar a produtividade e a satisfação do cliente são objetivos da logística integrada. Aliada do reposicionamento de negócios durante e no pós-pandemia, esse sistema integrado de fluxos, serviços e informações tem na ampliação dos serviços ferroviários no Brasil um caminho concreto para o fortalecimento de diferentes marcas e segmentos. Unindo duas gigantes do mercado, Brado e Amaggi, a logística sobre trilhos e as perspectivas para o Brasil é o mote do 7º episódio da Websérie Especial Logística Integrada, promovida pelo LIDE Grupo de Líderes Empresariais do Paraná, Mato Grosso e Santos.

Com uma cobertura atual da ordem de 70% do território nacional, a Brado deu passos largos nos últimos anos para atender à alta demanda por competitividade e ganhos de escala no mercado brasileiro e internacional. A empresa que vem crescendo em média 20% ao ano incorporou aos serviços a oferta de vagões empilhados, os chamados double-stack, ampliando em 40% a capacidade de carregamento. Em “dois andares” repletos de diferentes mercadorias, muitas vezes num mix de commodities e subprodutos, os vagões carreiam pelos trilhos 70 tipos de produtos, todos os dias, entre Sumaré (SP) e Rondonópolis (MT).

Essa variedade é facilmente percebida na carteira de 230 clientes, que inclui marcas como ADM, Carrefour, Eldorado, JBS e Minerva Foods. “A gente não vende transporte, a gente proporciona solução, com benefícios de qualidade, segurança, controle. Nós podemos levar a soja, mas também o feijão, a glicerina, cerveja, vestuário. Isso é oportunidade para a construção de novos negócios. Hoje, por exemplo, boa parte do material de construção que chega a Mato Grosso vai pelos contêineres. O nosso business é oferecer soluções integradas a toda a cadeia”, declara Douglas Goetten, diretor comercial da Brado.

Quando o assunto é o caminho das commodities pelos trilhos do Brasil, destaca-se que não apenas de soja se enchem os vagões. O algodão, que tem um processamento diferenciado, também aderiu à matriz ferroviária. Mostra desse movimento, pela quarta safra consecutiva, a Amaggi utiliza contêineres da Brado para a remessa de algodão até o Porto de Santos (SP).

“A Amaggi sempre vinha num tipo de escoamento muito tradicional. O algodão chegava em Santos, fazia a estufagem e processamento nos berços para ser exportado. Uma grande preocupação sempre foi a estrutura de preparo nos portos para a exportação. Após conversarmos bastante, a Brado trouxe essa inovação”, pontua o supervisor de Logística da Amaggi, Alexandre Botter Fonzar.

Soluções em logística integrada podem ser consideradas um dos pilares que alçaram a Amaggi de produtora de grãos ao status de um dos grupos econômicos de maior projeção no Brasil e no mundo. O gerente de Logística Anilton Carmo observa que 80% das commodities movimentadas pela Amaggi são escoadas por meio de intermodais, associando as tradicionais carretas a hidrovias e ferrovias. O caminho mais ágil aos portos resguarda os prazos de embarque nos navios que levam grãos até diferentes compradores internacionais.

“A ferrovia é uma forma de chegar ao porto com a mercadoria mais preparada para embarcar no navio. Cada vez mais essa estrutura chega ao interior do Brasil. A intermodalidade não é o futuro. Para nós, já é o presente”, destaca.

Logística integrada – Promovido pelo LIDE Mato Grosso, LIDE Santos e LIDE Paraná, o projeto “Logística Integrada – Debates e Soluções” reúne lideranças no objetivo de diagnosticar gargalos, oportunidades e soluções à logística e infraestrutura nacional. Para assistir aos episódios da websérie que compõe o projeto, basta acessar o canal do LIDE Paraná no Youtube. Os programas são apresentados por Heloísa Garret, presidente do Lide Paraná, tendo a participação de presidente do LIDE Mato Grosso, Evandro César Santos, e do presidente do LIDE Santos, Jarbas Vieira Marques.

SANTA MÔNICA CLUBE DE CAMPO DEFINE NOVA DATA DA ELEIÇÃO PARA O TRIÊNIO 2020-2023

O Santa Mônica Clube de Campo realizará no próximo dia 27 de setembro, das 9h às 17h, na Área de Lazer, a Assembleia Geral Extraordinária para a eleição aos cargos de Presidentes e Membros dos Conselhos Deliberativo, Diretor e Fiscal com mandatos para gestão do triênio 2020 a 2023. O pleito que inicialmente estava agendado para o dia 22 de março, teve de ser adiado em decorrência da pandemia. Para a sua realização, o Santa Mônica tomará toda as medidas necessárias e protocolos de segurança e saúde, conforme orientações das autoridades competentes. Foram três chapas homologadas pelos membros da Junta Eleitoral

EMPRESAS E PROFISSIONAIS DE EVENTOS ORGANIZAM PASSEATA EM CURITIBA PARA REIVINDICAR PLANO EMERGENCIAL

“Manifesto acontece na terça (08), a partir das 10horas, durante o feriado da padroeira da cidade. São os profissionais que ninguém vê, mas sem o trabalho deles, nenhum evento acontece”.

Empresas e profissionais de eventos organizam uma passeata pacífica em Curitiba no próximo dia 08 de setembro, durante o feriado que celebra o dia de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira de Curitiba. O evento tem início às 10horas e o percurso será pela Avenida Cândido de Abreu (em frente a Fiep) com caminhada até o Palácio do Governo.

Segundo a organização, o ato cívico visa a defesa de paliativos claros para que a subsistência do setor seja garantida até que os eventos possam retornar de forma ampla. Sob orientação jurídica, juntamente com empreendedores e profissionais do meio, realizou-se a elaboração de um documento que representará as reivindicações, de forma coletiva e eficaz, por um plano emergencial junto ao Governo.

Existe uma grande variedade e quantidade de profissionais inseridos nesse setor. Para se ter uma breve ideia, é possível citar como exemplo os produtores, gerentes operacionais, diretores técnicos, cerimonialistas, técnicos, montadores, auxiliares técnicos, carregadores, músicos, recepcionistas, garçons, brigadistas, seguranças, bartenders, auxiliares da limpeza, promoters, motoristas, etc. Esses profissionais de eventos sempre foram praticamente invisíveis, justamente por sempre estarem nos bastidores dos eventos. Porém, sem eles nenhuma marca apresenta seu produto, nenhum artista sobe ao palco e nenhuma experiência é proporcionada. Empurram cases, carregam materiais, montam eventos surpreendentes, trabalham durante intensas horas e fazem o “show” acontecer!

Durante a passeata, os profissionais vão fazer todo o percurso empurrando os cases, que estão sendo utilizados como um símbolo, justamente por serem usados nos bastidores para guardar os equipamentos fundamentais para a montagem dos mais variados tipos de eventos que existem (shows, festivais, teatros, casamentos, festas, formaturas, corporativos, etc).

O Ato Cívico conta com a organização de Empresas e Profissionais de Eventos do Estado do Paraná. Apoio: Curitiba Convention & Visitors Bureau, Abrafesta (Associação Brasileira de Eventos), ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos) e da ABEOC BRASIL PR (Associação Brasileira de Empresas de Eventos).

Importações realizadas pelo Paraná ganham incentivo do governo

Diretor da ES Logistics acredita que mais de 300 empresas paranaenses realizam suas importações por outros estados

O programa Paraná Competitivo trouxe benefícios fiscais para as importações realizadas pelo estado, segundo o decreto nº 6.434/2017. Em abril, o governo estadual publicou atualizações do decreto e ampliou a abrangência dos benefícios para outras empresas. “Com números mais competitivos, acreditamos que muitas companhias que usavam portos e aeroportos de outros estados, como Santa Catarina e Espírito Santo, por exemplo, voltem a fazer suas importações pelo Paraná”, afirma o diretor da ES Logistics, Fabiano Ardigó.

O decreto também cria tratamento tributário diferenciado para as empresas que operam pelos portos e aeroportos paranaenses, concedendo o crédito presumido nas operações de saídas dos produtos. “Entramos no início de um novo ciclo econômico, com uma legislação muito mais simples e atrativa. O Paraná espera aumentar o volume de importação, com melhores condições para nossas empresas e maior arrecadação para o estado”, comemora Ardigó.

Com o novo benefício para as importações feitas pelo Paraná, a ES Logistcs, atualmente posicionada como quinto maior agente de carga da região Sul, já registra o interesse de empresas de voltarem a importar pelo nosso estado. “Estamos informando e incentivando empresas que levaram suas importações para outros estados para voltarem operarem pelo Paraná. O enquadramento é simples e os custos logísticos ficam bem mais atrativos. Nós temos o segundo maior porto do Brasil, e estados vizinhos ainda recebem um maior volume de containers”, afirma.

O diretor da ES Logistics acredita que hoje mais de 300 empresas paranaenses estão importando pelos estados vizinhos, em torno de R$5 bilhões de reais em mercadorias, que pagam impostos para outros estados. “Com o novo incentivo, o Paraná garante que a arrecadação de impostos fique aqui, e consequentemente, gere mais investimentos dentro do nosso estado”, afirma.

O programa Paraná Competitivo ainda contempla uma série de medidas, como o crédito presumido, incentivos para melhoria da infraestrutura, comércio exterior, desburocratização e de capacitação profissional, com objetivo de tornar o estado mais atrativo para novos empreendimentos produtivos que gerem emprego, renda, riqueza e desenvolvimento sustentável.

Sobre a ES Logistics:

Há 19 anos no mercado, a ES Logistics possui hoje um dos maiores portfólios de transporte de cargas do Brasil e é especialista em afretamentos marítimos e aéreos, transporte de parques fabris completos, e a movimentação de cargas superpesadas. A empresa possui nove filiais localizadas nos Estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo e mantém a certificação ISO 9001 atualizada desde 2015.

Leilão de grifes de luxo vai arrecadar recursos para compra de alimentos

Marcas desejo como Louboutin, Prada, Dolce & Gabbana e Louis Vuitton estão entre as selecionadas para a live leilão do Bazar do LIDE Mulher que acontece nesta terça-feira, 30 e vai arrecadar alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade social atendidas pelo Projeto Luz

Muitas mulheres abriram seu guarda-roupa para fazer o bem nas últimas semanas e o resultado da arrecadação das Madrinhas do Bem, iniciativa do LIDE Mulher Paraná, foi fantástico. Peças que são desejo de qualquer mulher serão vendidas online pela startup curitibana TROC, uma referência em e-commerce no ramo no Brasil.

"Conseguimos mobilizar nossas filiadas em uma grande campanha e teremos peças que são desejo de qualquer mulher em nosso bazar online. A ideia foi praticar uma ação de solidariedade, usando também a sustentabilidade na moda e o resultado de todas as vendas será revertido em alimento para pessoas que foram profundamente impactadas com a pandemia e estão sem o essencial, o alimento", destaca a presidente do LIDE Paraná e idealizadora da ação Heloisa Garrett.

Todas as peças que serão vendidas passaram pela curadoria e controle de qualidade da TROC e as "peças desejo" mais exclusivas e de grifes internacionais serão vendidas por meio de uma live leilão que acontece às 20h00 desta terça-feira, 30, pelo instagram da @trocreal. "Selecionamos peças incríveis, o engajamento das minhas amigas foi surpreendente e com certeza os lances serão disputadíssimos", destaca uma das Madrinhas do Bem e que teve a ideia de lançar as vendas com a live leilão, a empresária Michelle Jamur. Também vão participar da ação, tomando todas as medidas de orientação das autoridades sanitárias, Ana Claudia Michelin, representando o Projeto Luz, Emmanuele Mourão, representando o LIDE Mulher, e Luanna Toniolo, fundadora da TROC.

A iniciativa levantou uma grande corrente de solidariedade. "Agora vamos para a fase mais importante que é mobilizar para a compra das peças e assim atingirmos nosso objetivo que é arrecadar o máximo possível para converter em pratos de comida para população de rua e cestas básicas", complementa Garrett. A TROC não terá nenhum lucro sobre as vendas

Mais informações sobre as doações e sobre a campanha pelo concierge do LIDE Mulher Paraná (41) 99111-8248.

Serviço:
Live Leilão - Bazar do LIDE na TROC
Quando: 30/06 às 20h00
Local: perfil da TROC no Instagram @trocreal

Crédito do texto: LIDE Paraná

TCP Log recebe cargas projetos para expansão da fábrica da Klabin

Peças com origem na Finlândia seguem até Ortigueira (PR), onde serão utilizadas no projeto de ampliação da fábrica

A TCP Log, subsidiária logística da TCP (empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá), recebeu, em maio, um carregamento de peças que serão utilizadas na ampliação do Projeto Puma II da Klabin, localizado em Ortigueira, cidade a 226 quilômetros de distância de Curitiba. A operação, que incluiu a descarga, transporte e armazenagem das peças, teve a duração de aproximadamente 13 horas.

As 22 peças têm origem na Finlândia e pesos que variam entre 2.600 quilos a 22.500 quilos, exigindo uma preparação logística anterior à operação. “A TCP Log fez todo o planejamento prévio, desenhando e simulando toda a operação para que não houvesse nenhum imprevisto. Além do nosso planejamento rigoroso, seguimos SLAs que são previamente alinhados caso a caso e ao final de cada execução, comprovamos nossa eficiência através dos indicadores”, explica Thomas Limas, vice-diretor Comercial da TCP.

“A preparação de cada etapa permitiu que não nos deparássemos com dificuldades ou surpresa durante as execuções. A experiência do nosso time dedicado para essas operações, somada à nossa sensibilidade para compreender o que de fato importa para nossos clientes – com todas as suas peculiaridades, fazem com que as operações de carga projeto ocorram de modo natural e tranquilo para nós”, complementa.

Durante o processo de transbordo do navio para o cais, a equipe da TCP Log utilizou os guindastes de bordo e equipamentos próprios da TCP: dois guindastes MHC com capacidade de 100 toneladas e dois Reach Stacker. Já o transporte até o armazém foi realizado com carretas especiais, da frota própria do Terminal, e que têm capacidade para transportar cargas com excesso de dimensão e peso (acima de acima de 90 toneladas).

CARGA PROJETO

A TCP Log é referência na operação de carga projeto na região Centro-Sul do País, realizando a gestão e operação logística portuária de grandes equipamentos importados de países da Ásia, Europa e América do Norte. A subsidiária logística da TCP conquistou essa posição com amplos investimentos em infraestrutura e tecnologia, com parcerias com armadores e no treinamento contínuo da equipe operacional.

A empresa atende exportadores e importadores em serviços como armazenagem, movimentação e transporte, todos eles 100% gerenciados por SLAs e KPIs que buscam permanentemente segurança e excelência.

Sobre a TCP

A TCP é a empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá - um dos maiores terminais de contêineres da América do Sul - e a empresa de operações logísticos TCP Log, que oferece serviços de integração da cadeia logística para cargas localizadas no Sul e Sudeste do Brasil.

Responsável pelo maior investimento do setor portuário Brasil na atualidade, onde estão sendo aplicados mais de R$ 550 milhões nas obras de ampliação da capacidade de movimentação do terminal dos atuais 1,5 milhão de TEUs/ano para 2,5 milhões de TEUs/ano, a TCP está se preparando para atender a demanda de mercado brasileiro pelos próximos 30 anos.

Desde março de 2018, a TCP integra o portfólio da China Merchants Port Holding Company (CMPort), o maior e mais competitivo desenvolvedor, investidor e operador de portos públicos da China. Atualmente, as operações e investimentos da empresa se estendem pelas áreas costeiras em Hong Kong, Taiwan, Shenzhen, Ningbo, Shanghai, Qingdao, Tianjin, Dailian, Zhangzhou, Zhanjiang e Shantou. A empresa também vem ampliando sua presença no Sul da Ásia, na África, no Mediterrâneo e na Austrália.

Em março de 2020, o portfólio global de portos da CMPort abrangia 6 continentes, 26 países e regiões e 50 portos. Em 2019 a CMPort movimentou 110 milhões de TEUs.

CERCA DE 100 ECONOMISTAS PARANAENSES SÃO VOLUNTÁRIOS PARA ATENDER DÚVIDAS DA POPULAÇÃO DURANTE PANDEMIA

Eles integram o canal de comunicação criado pelo Conselho Regional de Economia do Paraná para esclarecer dúvidas econômicas e financeiras da população neste período de pandemia do novo coronavírus.

Juntos somos mais fortes. Para esclarecer dúvidas econômicas e financeiras da população, neste período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19), cerca de 100 economistas são voluntários e integram o Canal de Comunicação criado pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (CoreconPR), com o objetivo de auxiliar à sociedade paranaense através do conhecimento dos profissionais da área econômica.

O canal criado através do e-mail duvidaseconomia@coreconpr.gov.br continua aberto para receber perguntas e dúvidas da população em geral e também dos empresários, principalmente das micro, pequenas e médias empresas de todos os setores do estado.

De acordo com o presidente do CoreconPR, Carlos Magno Bittencourt, a ideia surgiu devido aos efeitos negativos que a pandemia vem trazendo na economia do estado e que está afetando diretamente a fonte de renda de milhares de paranaenses. Assim, a criação de uma plataforma para esclarecer e ajudar a população neste momento difícil é o meio que encontramos para contribuir de acordo com nossa profissão de economista, declara.

Quarentena de engenheiros da turma de 1964 do ITA resulta em propostas concretas para o Brasil

ATENÇÃO!

EDITORIA DE POLÍTICA/GERAL/ECONOMIA

Grupo movimentou o Congresso, o STF e chegou à Presidência da República

A quarentena de um grupo de 27 engenheiros formados na turma de 1964 do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) tem sido extremamente produtiva para o futuro do Brasil. Desde o dia 20 de março - quando se intensificou em todo o país a determinação da quarentena em função da pandemia do coronavírus - os engenheiros, todos próximos de completar 80 anos de idade, decidiram que era hora de movimentar o Brasil para a reconstrução econômica pós pandemia. Para isso, comunicaram-se com o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF), com todo o primeiro escalão do governo e com o próprio Presidente Jair Bolsonaro. Em momentos distintos, foram enviadas cartas abertas com medidas concretas que deveriam ser tomadas. Muitos assuntos levantados por eles - como a redução de salários e penduricalhos - repercutiram em diversos meios e já começam a ser adotados, ainda que parcialmente.

“Cada um de nós dedicou pelo menos 55 anos à profissão de engenheiro, em várias especialidades. Usando nosso conhecimento participamos dos principais empreendimentos que ocorreram no Brasil desde que nos formamos. Isto inclui obras espetaculares na infraestrutura de energia (como Itaipu), empreendimentos industriais de porte (como a Embraer) e refinarias (Paulínia), telecomunicações, TI, planos urbanos, entre outros. Angustiados com a "tempestade perfeita" que se materializou – pandemia, recessão mundial em patamares jamais vistos por nós, um Poder Público desviado para interesses da própria classe – resolvemos agir”, explica Luiz Esmanhoto que, junto com Eduardo Guy de Manuel, Cassio Taniguchi e Manoel Loyola, coordena o grupo. “Nosso apelo às autoridades é pela ética e para que a democracia prevaleça acima de tudo”, completa Taniguchi.

Na carta com as propostas ao presidente, os engenheiros comparam o Brasil a uma empresa e ele ao “principal executivo”, que deve cuidar de 210 milhões de vidas, com um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 2,1 trilhões. E veem na crise do coronavírus uma oportunidade. “Sugerimos que se olhe por um instante para um outro Brasil, o Brasil da iniciativa privada. Neste Brasil paralelo ao comandado pelo senhor, quem é ‘Executivo’ chamaria este evento de oportunidade. É esta transmutação no olhar, no sentir e no prever que precisa ser liderada por quem o Povo escolheu para ser Governo”, diz a carta. Entre as propostas concretas para o presidente e para o primeiro escalão do Governo estão Formalizar um Gabinete de Crise e uma consultoria para estratégias pós pandemia, fazer uma “Iniciativa Progresso e Ordem” ou uma IPO da empresa chamada Governo e apaziguar os Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia.

Para os presidentes do STF, Dias Tóffoli, do Senado, David Alcolumbre , e da Câmara Federal, Rodrigo Maia, e para todos os deputados, senadores e ministros do STF, os engenheiros se manifestaram, logo no início do isolamento social, mostrando a necessidade urgente de definições dos Ministros, deputados e senadores sobre ações propostas, como o fim do foro privilegiado.

“Estamos no grupo de risco de contaminação pelo coronavírus, mas isso não é motivo para pararmos. Sabemos do nosso papel para o futuro do Brasil e não é hora de esmorecer”, dizem os empresários Manoel Loyola e Eduardo Guy de Manuel. Todos se colocaram à disposição das autoridades para reuniões via vídeo conferências para auxiliar a executar as ações propostas. Agora, depois dessa grande ação na “quarentena” o grupo se articula para divulgar suas ideias nas mídias on line, já com o apoio de mais empresários e entidades de classe.

Abaixo, a lista completa dos signatários das correspondências e, em anexo, o conteúdo das três Cartas Abertas enviadas a Brasília e uma foto dos quatro coordenadores do grupo.

Nome e cidade de residência atual

1 Cassio Taniguchi- Curitiba PR

2 Cesar Salim- Rio de Janeiro RJ

3 Cláudio Manoel Campos de Oliveira- SJ dos Campos SP

4 Denis França Leite - Sete Lagoas MG

5 Eduardo Guy de Manuel - Curitiba PR

6 Gianfranco Biazzi - São Paulo SP

7 Jair dos Santos Lapa - Florianópolis SC

8 Joel de Lima Simão - Araras SP

9 José de Oliveira Freitas - Campinas SP

10 Koji Fukasawa - Rio de Janeiro RJ

11 Leiger Saukas - São Paulo SP

12 Luiz Cristiano de Lima Alves - São Paulo SP

13 Luiz Francisco Tenório Perrone - Rio de Janeiro RJ

14 Luiz Maria Guimarães Esmanhoto - São Paulo SP

15 Manoel A V Loyola e Silva - Curitiba PR

16 Manoel Regis Lima Verde Leal - Campinas SP

17 Mario Karpinskas - São Paulo SP

18 Pedro Wladimir Chvidchenko - Rio de Janeiro RJ

19 Plinio Freire Martins - Guararema SP

20 Renato Mascaretti - São Paulo SP

21 Rui Serruya - Belém PA

22 Ruy Korbivcher - São Paulo SP

23 Satoshi Yokota - SJ dos Campos SP

24 Saul Zimmermann - São Paulo SP

25 Sérgio Carlos Ricardo Bindel - São Paulo SP

26 Sergio Luiz Oliveira - SJ dos Campos SP

27 Walter Sacca - São Paulo SP

Centro Europeu lança mais de 20 cursos rápidos online para profissionais

A escola de profissões Centro Europeu, de Curitiba (PR), acaba de lançar a Live School (https://liveschool.centroeuropeu.com.br/), inteiramente voltada para a oferta de cursos online de curta duração. A iniciativa visa atender à demanda dos profissionais por esta modalidade, uma tendência do mercado acentuada pela crise do novo coronavírus.

Segundo o último Censo EAD.BR 2018, da Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância), o número de cursos totalmente a distância cresceu 266% entre 2017 e 2018 no país, saltando de 4.570 para 16.750.

Na Live School, os profissionais que desejam se atualizar e desenvolver habilidades específicas terão acesso a cursos com duração entre 4 e 24 horas, totalmente online. As aulas serão ministradas ao vivo e ficarão disponíveis para os alunos por dois meses.

O CEO do Centro Europeu, Ronaldo Cavalheri, explica que o grande objetivo da Live School é ampliar o acesso ao Centro Europeu para alunos de outros estados e países.

“Sempre tivemos solicitações de alunos do Brasil e de outros países que gostariam de estudar no Centro Europeu. Com todo esse movimento da pandemia, as pessoas se mostraram mais abertas, também para aprender online. Por isso, analisamos o que o mercado realmente precisará pós-pandemia e estamos oferecendo cursos rápidos e que terão retorno profissional e permitirão o reposicionamento ou melhor colocação”, explica.

Cursos e inscrições

As inscrições já estão abertas e alguns cursos têm o início previsto já para o mês de maio.

Ao todo, são mais de 20 cursos. Entre eles: Como se adaptar ao mercado e o novo estilo de vida no cenário atual, Como administrar suas finanças pessoais para superar a crise, Tendências de comportamento Pós-Covid-19 , Maquiagem em casa - Faça você mesmo, Relações jurídicas e coronavírus, Instagram sem segredos para Agências de Turismo, Mídias Digitais para Design de Interiores, Empreendendo em Tempos de Crise, Personal Shopping Online, Desenvolvimento de Carreira em Tempos de Crise e outros.

A lista completa de cursos está disponível no site da Live School (https://liveschool.centroeuropeu.com.br/cursos/).

Influência digital

Outra grande novidade do Centro Europeu é o curso de Digital Influencer Online. A escola está lançando o curso para pessoas que têm interesse em em usar técnicas de influência digital - uma das áreas mais promissoras do marketing e que pode ajudar tanto profissionais quanto empresas a turbinarem sua presença online.

O curso é ministrado por Leo Tramontin, responsável também pelo curso presencial, e a inscrição deve ser feita no site da Live School (https://liveschool.centroeuropeu.com.br/cursos/digital-influencer-online-com-leo-tramontin-2/).

Segundo Cavalheri, a ideia é levar a experiência da sala de aula para a casa das pessoas. “Nosso objetivo é oferecer complementação. Ou seja, nós temos os cursos de formação presencial e estamos trazendo conteúdos e ferramentas que complementam o conhecimento desses alunos e profissionais nas áreas que formamos”, completa.

Sucesso online

Em abril, o primeiro curso da Live School do Centro Europeu chegou à marca de mais de 4 mil alunos. O Curso de Inovação é ministrado pelos designers Maurício Noronha e Rodrigo Brenner, da Furf Design Studio, um dos estúdios de design mais premiados da atualidade.

O curso integra a Corrente do Bem do Centro Europeu, ação que faz parte de uma série de medidas para contribuir com o combate ao novo coronavírus.

As inscrições ainda estão abertas e seguem até o dia 25 de maio, pelo site (https://centroeuropeu.com.br/portal/inovacao/). O curso, inspirado na chamada “trajetória do herói”, aborda desde dicas para sair da zona de conforto à mensuração de resultados e técnicas de inovação e criatividade.

Palestra online discute o turismo no Brasil e táticas comerciais

A ESIC Internacional promove no dia 14 de maio, quinta-feira, às 15h, um bate papo sobre o turismo no Brasil e táticas comerciais para empresas do segmento.
A atualização e inovação sobre a abordagem comercial e de comunicação nortearão a palestra, que será realizada com o agente de turismo Jorge Eduardo Nunes. Ele é o proprietário da Jens Tours, agência especializada em turismo receptivo em Curitiba e região.
A participação é online e gratuita, e as inscrições limitadas, pelo link pages.esic.br/masterclass_140520.

Sobre a ESIC:

A ESIC é uma Business School Internacional especializada em Gestão de Negócios e Marketing. Com mais de 50 anos de experiência, possui matriz em Madrid e Barcelona, 10 campus na Europa, campus brasileiro em Curitiba, acordos e convênios nos 5 continentes, especialmente E.U.A., Índia e China. A instituição atua em oito áreas: Graduação, Pós-Graduação (Master e MBA), Executive Education (cursos avançados e sob medida para empresas e formação in company), Módulos e Missões Empresariais Internacionais, ESIC Idiomas (Escola de idiomas Internacional), Colégio Internacional, Simuladores/Competições Empresariais Globais e ESIC Editora (com tradição em publicações renomadas, atualizadas e especializadas em Gestão de Negócios e Marketing). Para garantir respaldo internacional aos certificados de seus alunos, a ESIC está entre o seleto grupo que segue os padrões do Executive MBA Council (Conselho Internacional de MBAs), é membro da EFMD (European Foundation for Management Development), AACSB (Associationto Advance Collegiate Schools of Business of USA), AMBA (International Association of MBAs) e CLADEA (ConsejoLatinoamericano de Escuelas de Administración).