Turnê do KISS no Brasil Adiamento

Segundo Esclarecimento Público sobre a Turnê do KISS no Brasil: Adiamento

Prezados fãs e consumidores;

A produtora de eventos Mercury Concerts, responsável pela turnê da banda KISS, End Of The Road World Tour, no Brasil, juntamente com a banda e seus representantes, vêm a público informar que, em razão da crise do coronavírus, todos os shows da turnê foram adiados. Seguem abaixo as novas datas:

- em São Paulo/SP, dia 14/11/2020, no Allianz Parque; 

- em Brasília/DF, dia 10/11/2020, no Ginásio Nilson Nelson;

- em Uberlândia/MG, dia 12/11/2020, no Estádio Parque do Sabiá;

- em Ribeirão Preto/SP, dia 15/11/2020, na Arena Eurobike;

- em Curitiba/PR, dia 17/11/2020, na Pedreira Paulo Leminski; e

- em Porto Alegre/RS, dia 19/11/2020, local a definir. 

             

Por fim, destacamos que todos os ingressos já adquiridos serão válidos para as respectivas novas datas, não havendo necessidade de troca/substituição de nenhum ticket. 

São Paulo/SP, 30 de março de 2020

Como surgiu a Via-Sacra? E reze a Via-Sacra da Solidariedade de Padre Zezinho, scj, e convidados

Rezar a Via-Sacra é uma bela prática muito comum na Igreja há alguns séculos. Tradicionalmente, é rezada às sextas-feiras - dia em que se recorda a morte de Jesus - sobretudo durante a Quaresma.

E como surgiu e foi estruturada a Via-Sacra?

A partir do século XIII, os franciscanos começaram a guiar peregrinos oriundos do ocidente para visitar Jerusalém e percorrer o mesmo trajeto onde, segundo a tradição, Jesus seguiu até ao Calvário, localizado hoje dentro da Basílica do Santo Sepulcro.

Uma prática de piedade aceita como autêntica pela Igreja e baseada no Evangelho. Contudo, algumas estações da Via-Sacra não se encontram nos textos sagrados, sendo inseridas a partir da tradição construída na Cidade Santa. Entre os episódios não descritos nos Evangelhos estão, por exemplo, o encontro de Jesus com Verônica e a queda por três vezes.

O formato atual de 14 estações da Via Dolorosa foi construído, no decorrer dos séculos, com a presença dos franciscanos na Custódia da Terra Santa. O ponto de partida, onde seria o pretório de Pilatos, na Fortaleza Antônia, é hoje uma escola muçulmana, vizinha ao Convento da Flagelação. A primeira estação, a da condenação de Jesus, está a cerca de 600 metros do Santo Sepulcro e todo o percurso acontece dentro da Cidade Velha de Jerusalém, seguindo os passos dos locais por onde Jesus, provavelmente, passou em meio à multidão que o observava.

De Jerusalém para o mundo. A devoção de rezar a Via-Sacra se difundiu mais consideravelmente a partir da Itália com a atuação do franciscano São Leonardo de Porto Maurício, no século XVIII, em suas missões populares em diversas cidades italianas.

Na Terra Santa, mesmo fora do período quaresmal, os frades franciscanos, fiéis locais e peregrinos mantém o costume de percorrer e rezar as estações da Via Dolorosa todas às sextas, a partir das 15h.

“Via-Sacra da Solidariedade” de Padre Zezinho, scj, e convidados

A oração da Via-sacra é um convite a todos os cristãos para não somente recordar, mas unir a própria vida ao caminho de Cristo até a Cruz. Este é a proposta dos dehonianos Padre Zezinho, scj e Padre Joãozinho, scj, com a “Via-Sacra da Solidariedade”.

Além da participação de Padre Zezinho, scj na narração, a “Via-Sacra da Solidariedade” conta com convidados muito especiais: Solange Silva, Nikki Ramos, Marcelo Mattos e Elivânia Ferreira.

Esta agora é uma nova oportunidade para seguir os passos de Jesus no trajeto da solidariedade. Ele, ao longo de sua Via Crucis, encontrou quem lhe desse um conforto e suporte, como sua Mãe Maria Santíssima, Cirineu e Verônica. Era o Senhor ali, mas sofria, foi flagelado e crucificado. Da mesma forma, somos convidados a sermos solidários ao Cristo que encontramos na pessoa dos irmãos e irmãs.

São tantas as dores deste mundo e pecados que acarretam os males da humanidade. Violência, pobreza, drogas, prostituição, cultura de morte. Situações que necessitam da luz e dos instrumentos do Pai: missionários; vocações para a Igreja; evangelização em diferentes campos, como nas universidades e redes sociais; famílias que valorizem a vida.

A “Via-Sacra da Solidariedade” nos conduz a uma atitude de compaixão e de misericórdia. Oferecemos as nossas dores a Cristo e também acolhemos quem sofre para ser consolo, apoio e refrigério. Um roteiro com meditações da Via-Sacra, a ser rezada em diferentes momentos durante a Quaresma e, nas proximidades da Semana Santa, chega um tempo mais intenso de realizar esta oração:

- Na paróquia ou comunidade eclesial;

- Nas ruas do bairro;

- Em família;

- Durante a oração pessoal;

- No auto da Paixão de Nosso Senhor na Sexta-feira Santa.

E mais uma novidade: seja qual for o momento para rezar, um eBook da “Via-Sacra da Solidariedade” pode ser baixado gratuitamente. Faça o download gratuito aqui [https://bit.ly/ViaSacradaSolidariedadeeBook]

YouTube: https://bit.ly/ViaSacradaSolidariedadeYouTube

Spotify: http://bit.ly/ViaSacradaSolidariedadeSpotify

Deezer: http://bit.ly/ViaSacradaSolidariedadeDeezer

iTunes: http://bit.ly/ViaSacradaSolidariedadeiTunes

Google Play: http://bit.ly/ViaSacradaSolidariedadeGooglePlay

Pandemia: pesquisadores da UFPR explicam incidência nos pets, importância do isolamento

*Comunidade científica não tem consenso sobre efeitos do Coronavírus nos pets

*Pesquisador defende isolamento social para reduzir impactos na saúde pública

*Pesquisador alerta para necessidade de mudança radical nos estilos de vida por conta da pandemia

As fontes são o professor o Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular Emanuel Maltempi de Souza e o professor sênior do Programa de Pós Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento, Dimas Floriani. Solicitações de entrevista dependem da disponibilidade de ambos, mas o material abaixo pode ser livremente utilizado.

Valorize a ciência! Valorize o saber técnico e o conhecimento científico!
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Animais de estimação não adquirem Covid-19; tutores doentes não devem ter contato com humanos ou animais

Resumo: Presidente da comissão, o professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular Emanuel Maltempi de Souza, orienta a manutenção dos hábitos de higiene em humanos e animais. “É bom sempre manter os animais bem asseados e lavar as mãos depois de manuseá-los, alimentá-los ou limpar as áreas que ocupam. Se tiver dúvida sobre quais produtos usar nos pets, é indicado consultar um veterinário”.
Caso o animal de estimação teste positivo para o novo coronavírus, é necessário que fique em quarentena e seja isolado do contato com outras pessoas. “Mas isso é extremamente raro e, até agora, nenhum teste tem sido feito em animais de estimação no Brasil”, afirma Souza.
As orientações do Conselho Federal de Medicina Veterinária e do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo são para que pessoas infectadas evitem contato com seus cães e gatos, fazendo quarentena de convivência com eles durante o período de isolamento domiciliar. A medida tem o objetivo de evitar que o tutor infectado, ao espirrar ou tossir, espalhe partículas virais na pelagem no animal.
Os veterinários recomendam, ainda, que as saídas com os animais sejam curtas, buscando lugares não aglomerados e horários de menor movimento. Ao retornar para a residência, é necessário higienizar as patas dos pets com água e sabão neutro, para evitar que o contato com superfícies contaminadas na rua leve partículas virais para o ambiente domiciliar.
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Pesquisador defende isolamento social para reduzir impactos na saúde pública

Resumo: O quadro demonstra que, até este ponto, a evolução do Coronavírus no Brasil foi parecida com a da Itália, dos Estados Unidos e da Espanha, afirma o cientista Emanuel Maltempi de Souza, professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e presidente da Comissão de Acompanhamento e Controle de Propagação do Coronavírus na universidade. Nesses países, quando cerca de duas mil pessoas apresentavam a condição, já haviam morrido aproximadamente 50.
“Todos esses países estabeleceram medidas semelhantes às do Brasil para diminuir a transmissão entre as pessoas: medidas de distanciamento social rígidas – como suspensão de aulas em escolas e universidades, fechamento de comércio e ordem para ficar em casa – e de higiene pessoal, principalmente lavar as mãos e não tocar o rosto”, comenta Souza. Após a implantação dessas providências, espera-se que o número de novos doentes apresente redução. Contudo, o professor lembra que o resultado deve aparecer claramente entre duas a três semanas depois da adesão da população às medidas, já que o período de incubação do vírus pode ser de até 14 dias, embora na maioria das vezes seja de três a cinco dias.
Atitudes de distanciamento social foram empregadas no Brasil e no Paraná ainda no início da expansão da Covid-19, em comparação com outros países. A região italiana da Lombardia, por exemplo, foi isolada quando já havia 237 casos e três mortes (em 23 de fevereiro), mas as universidades e escolas do país só suspenderam as atividades quando já existiam cerca de 3800 doentes (em 8 de março). “Esse atraso para romper o ciclo de contaminação provavelmente levou à transmissão disseminada da enfermidade. Apenas nos últimos dois ou três dias (23 a 25 de março) é que foi possível notar a estabilização do número de novos casos, cerca de duas semanas após a implantação de medidas rigorosas. Ou seja, mesmo em casos extremos como o da Itália, o distanciamento social realmente funciona”, reitera o cientista.
“Mesmo em casos extremos como o da Itália, o distanciamento social realmente funciona”.
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Pesquisador da UFPR alerta para momento de mudança social, mas também de perigos que podem custar a vida

Resumo: Professor sênior e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento (PPGMAD), o sociólogo Dimas Floriani pode ser considerado, a partir dos seus estudos, um analista de vanguarda do que vivemos hoje. Amparado em referenciais teóricos que pensam as relações do homem com a natureza, ele sinaliza, retomando os gregos, que a crise é momento de criação, mas também de perigos que nos podem custar a vida. “E sem ela não há nada a fazer”, aponta.
A questão traz um conjunto de complexidades que não escapam aos argumentos do pesquisador. De acordo com ele, a forma como os modelos de organização social deixaram marcas na natureza, alterando condições de vida, pintou um quadro difícil de ser revertido, como o surgimento de um estilo de vida consumista e a crise climática registrada desde o século passado.
“Os estilos de vida, a concentração urbana, questões relacionadas ao saneamento e à higiene, os hábitos alimentares. Todos esses fatores se conjugam naquilo que se chama de sociedade de risco”, explica. De acordo com ele, a medicina estuda os fatores biológicos e genéticos, mas há causas da doença que estão internalizadas nestes estilos de vida.
Para Floriani, esse é um momento em que o lado racional da humanidade pensa em questões práticas, mas sua necessidade de preservação da espécie mobiliza medidas de cooperação e solidariedade.“No imediato não há luz possível que acenda qualquer esperança: é o completo aleatório, uma ameaça permanente sobre nós. Contudo, os seres humanos carregam a esperança que lhes restitui a capacidade de reagir frente ao caos”.
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O consumidor DC – Depois do Coronavírus: 7 pontos para reflexão (*) Por Marcos Gouvêa de Souza

De novo ambicioso e possivelmente prematuro, cabem algumas reflexões, ainda que básicas em vários aspectos, sobre o consumidor DC: Depois do Coronavírus, em especial na nossa realidade.

Temos em transformação um processo intenso, profundo, amplo, global e local, que envolve as mudanças que nos foram impostas, ou nos impusemos, decorrentes da combinação dos efeitos da pandemia causada pelo COVID-19, potencializada pelos dramáticos reflexos econômico-financeiros, que alteram de forma estrutural o comportamento dos consumidores.

É sabido que ao longo do tempo existe um processo natural de amadurecimento e desenvolvimento dos consumidores por conta das transformações da economia, tecnologia e da sociedade como um todo. Mas eventos extemporâneos, como guerras, pandemias, crises econômicas ou disrupção tecnológica intensa, alteram o ciclo evolutivo natural, precipitam ou alteram comportamentos no momento de sua ocorrência e geram mudanças estruturais que se incorporam de forma permanente.

Como contribuição para um pensar mais estratégico sobre essas mudanças comportamentais, a partir da leitura, observação, análise e a experiência de termos vivido momentos também intensos em alteração do ciclo evolutivo natural, listamos alguns temas sobre os quais deveríamos refletir e avaliar seus impactos em nossas vidas, atividades, relacionamentos, atividade profissional e negócios. E essa simples ordem na sequência já é indicativa dessas mudanças.

Adiante começarão a surgir pesquisas que poderão respaldar ou alterar esses pontos iniciais de reflexão, sempre lembrando que estudos com consumidores no calor do momento, embutem uma componente emocional que o tempo costuma ajustar, ficando apenas aquilo que representa a percepção, reação e atitudes do momento.

1) Para o mundo que eu quero descer – Eis aí um fato que o calor do momento precipita. Muitos tendem a repensar criticamente seus valores pessoais e em relação à vida, à sociedade, às atividades sociais, profissionais e empresariais. De forma marcante o momento precipita um repensar mais profundo sobre o que essas pessoas têm feito, agido e se sensibilizado e o resultado será um pensamento mais crítico, cauteloso, consciente sobre temas que passavam como menos relevantes ou indiferentes. Ao contrário.

Elementos envolvendo consciência social e comunitária, por exemplo, crescem muito de importância de forma geral, com a sensibilidade exponenciada pelo momento porém, passada a turbulência, permanecerão de alguma forma nas atitudes, nos comportamentos e possivelmente, uma boa parte, gerando ações e percepções sobre marcas, produtos, pessoas, líderes e negócios com os quais se identificarão mais ou menos em relação ao período AC – Antes do Coronavírus;

2) Meu espaço, meu mundo, se tornaram menores – Outro aspecto que deve emergir, influenciando comportamentos e atitudes, se refere à profunda interconexão de tudo e todos que se torna flagrante pelas limitações impostas e o convívio compulsório com a nova realidade. A começar pelo fato, inconteste, que um problema nascido numa feira de uma província na China se espalhou pelo Mundo e impõe uma nova ordem sem que praticamente nenhuma região ou população consiga se isolar do problema maior.

Essa percepção, em tese, tenderá a ser mais relevante nas novas gerações que tinham tendência a um comportamento menos coletivo individualmente, ainda que muito mais sensíveis aos grandes temas coletivos sociais, como Sustentabilidade, Causa, Propósito e a busca do bem comum;

3) Mais frágil e não tem como negar – A combinação perniciosa de fatores, liderados pelo COVID-19 e as reações de toda ordem, algumas mais passionais, mas todas destacando o caráter compulsório das restrições pessoais e sociais criam um sentimento de fragilidade individual talvez sem precedentes e talvez só comparável ao ocorrido em períodos de guerra e convulsões. Esse sentimento ocorre no plano mais geral e é ainda maior no individual já que as limitações impostas por cortes, restrições, reduções, ajustes e eliminações envolvendo toda sorte de temas, criam no indivíduo esse sentimento de maior fragilidade.

Esse sentimento deve ser percebido e reconhecido, e cabe às organizações, governos e na própria família, por suas lideranças, apoiar, inspirar e estimular uma atitude positiva em relação ao difícil quadro geral, sem criar ilusões ou alienação, mas através de atitudes que envolvam a construção e reconfiguração de um futuro melhor à frente.

No processo de reconstrução, ainda que seja quase inevitável uma fragilização financeira da maioria de negócios e organizações, poderão emergir empresas, grupos e conceitos mais valorizados por sua competência em administrar a moral, a atitude e o senso de comprometimento derivados da capacidade de sobreviver a um período com esse grau de dificuldade. E isso deve ser o tônus que equilibra esse sentimento individual de fragilidade;

4) Hiperconveniência como novo paradigma – Era um processo em natural evolução e resultado da convergência de dois fatores simultaneamente. De um lado as dificuldades, restrições, segurança e tempo envolvidos em deslocamentos, em especial nos grandes centros urbanos, que empurravam as pessoas para um comportamento demandante de maior conveniência, reduzindo especialmente o tempo e gerando facilidade e racionalidade.

De outro lado, causa e consequência desse primeiro aspecto, o aumento exponencial da oferta para atendimento dessa demanda emergente, pela multiplicação de formatos e negócios mais convenientes, serviços intermediários viabilizadores e toda uma atitude mais ponderada de que conveniência custa mais do que outras soluções.

O crescimento abissal dos serviços de entregas, que vinham sendo estimulados pela compra de participação de mercado através de fortes investimentos em promoção e fidelização de consumidores já havia criado uma outra realidade e que, agora, neste período, tem sido melhor percebida em suas vantagens e desvantagens, especialmente nesta última pelos atrasos de entregas por conta da elevada demanda.

E se num primeiro momento era coisa de cidade grande, espalhou-se agora por cidades de menor porte e sem dúvida se incorporará de forma marcante, alterando estruturalmente hábitos e preferências e criando uma nova realidade com suas inúmeras vantagens e eventuais desvantagens, dentre elas o menor acesso aos pontos de vendas tradicionais;

5) Menos fidelidade, mais experimentação – Em outro artigo desta série já havíamos tratado deste tema, que é também uma aceleração de um processo natural derivado do aumento exponencial de alternativas para escolha de produtos, marcas, locais, canais e empresas. O tema aumento das alternativas de escolha foi muito explorado no livro O Paradoxo da Escolha de Barry Schwartz.

Vínhamos num processo em que o aumento e promoção da oferta de quase tudo gerava crescente infidelidade no consumo, como resultado do apelo por tudo que era ligado ao novo, em especial pelas novas gerações. E o aumento da predisposição à experimentação é o outro vetor dessa mesma equação.

No presente cenário, com reflexos significativos no futuro, as contingências impostas pelo quadro instaurado estão obrigando, ou estimulando, ainda menor fidelidade e maior abertura para experimentação que, se positiva, ao mesmo tempo em que estimula a troca, favorece o comportamento mais aberto a ainda mais interessado na experimentação;

6) Mais razão e menos emoção. Não tem outra opção – A pressão desmedida a que todos estão submetidos reflete-se num crescimento inevitável do vetor razão no processo de avaliação e compras de produtos e serviços. Historicamente, por segmento ou geografia, existem pesos relativos considerados nos processos de escolhas. Por exemplo, determinadas regiões por predominância da ascendência europeia com uma cultura forjada em vetores mais racionais, tem maior peso nas decisões esse lado da moeda. Em outras, o emocional tende a ter maior peso. E ao longo do tempo e ao sabor das experiências e do momento, esse processo, do peso relativo do racional e do emocional, tende a variar, privilegiando um ou outro em termos relativos.

Mas é inegável que a extensão e intensidade dos problemas e das situações agora vivenciados tenderão a marcar o comportamento futuro dos consumidores impregnando um vetor com maior peso da componente racional por um bom tempo e, talvez, esmaecendo à medida que a experiência vivida se torne parte da história individual e coletiva.

Mas a componente racional estará mais presente de forma inevitável e a comunicação, os relacionamentos e as propostas, ainda que em temas onde a emoção seja o fator dominante, como no turismo, produtos e marcas de luxo e outros, deverão ter uma sustentação mais racional para se adequarem ao comportamento emergente;

7) Foi decisivo, não será esquecido – Em todos os sentidos. São em períodos de intensa carga emocional, tensão e pressão que a sensibilidade fica especialmente atenta a tudo que toca nossas vidas. E as marcas, produtos, serviços, canais, pessoas, líderes e colegas que possam ser importantes nesse momento, criam um vínculo de longo prazo que condiciona comportamentos e atitudes com respeito a preferências e escolhas agora e por muito tempo mais. Por essa razão muitas empresas nesse período estão sendo cautelosas em oferecer algo que não seja institucional.

Passado o momento mais agudo, ficará presente os que foram solidários e apoiaram e os que tentaram se aproveitar. E isso envolve temas inclusive como empresas que, aproveitando a alta demanda, aumentam preços para um equivocado benefício momentâneo. As ações sensíveis e positivas aumentarão o ativo intangível das empresas, marcas e negócios e, de outro lado, o comportamento mesquinho de melhoria de vendas e margens em meio ao quadro de absoluto estresse ficará marcado no longo prazo das relações com as pessoas.

É líquido e certo que a complexidade do comportamento humano é grande demais para, ambiciosamente, listar apenas alguns tópicos para reflexão sobre o que veio para ficar em termos de ações, atitudes, valores, percepções e reações de consumidores.

Mas é um ponto de partida, pois se a hipervolatilidade do ambiente já ensejava atenção plena e constante sobre seus reflexos no comportamento dos consumidores, ela agora é exponenciada pelas transformações do momento que determina ainda maior atenção e capacidade de reação.

Tomem isso como um convite à discussão. O futuro de nossas relações, posicionamento, comunicação e propostas, passa por tudo isso.

NOTA: o artigo desta semana também tem o apoio dos líderes de negócios da Gouvêa que se mobilizaram para compartilhar uma visão do presente e, principalmente, do futuro do varejo e do consumo como forma de contribuir com reflexões para apoio de nossos clientes e parceiros.

(*) Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral do Grupo GS& Gouvêa de Souza, membro do IDV – Instituto para o Desenvolvimento do Varejo, do IFB – Instituto Foodservice Brasil, presidente do LIDE Comércio e membro do Ebeltoft Group, aliança global de consultorias especializadas em varejo em mais de 25 países. Publisher da plataforma Mercado & Consumo.

Sebrae lança campanhas para ajudar os pequenos negócios a superarem a crise do Coronavírus

Durante o mês de abril, "Compre do Pequeno" e "Sebrae ao seu lado" estarão nas TVs aberta e fechada, e na Internet dando orientação à sociedade e aos empreendedores

O Sebrae lança neste sábado (28) duas novas iniciativas com o objetivo de apoiar e orientar os pequenos negócios durante a crise provocada pelo COVID-19. As campanhas “Compre do Pequeno” e “Sebrae ao seu lado” serão veiculadas nas TVs aberta e fechada e na internet. As peças da campanha fortalecem a importância dos pequenos negócios para o país e estimulam a sociedade brasileira a privilegiar as micro e pequenas empresas nesse momento de crise, preservando os negócios locais e milhões de empregos.

A campanha “Compre do Pequeno” alerta que durante esses tempos de isolamento social, é importante cuidar de nós mesmos e das pessoas que estão ao nosso lado e que o ato de priorizar, no momento da compra, a opção pelos pequenos negócios, ajuda a manter a população perto de casa e as micro e pequenas empresas a ficarem mais fortes, mantendo empregos e a economia local funcionando. A campanha estará nos canais de TV aberta e canais por assinatura durante boa parte do mês de abril e nas mídias sociais e portais de notícia até o final de abril.

“Sebrae ao seu lado” é uma campanha que tem como público os Microempreendedores Individuais (MEI), microempresários e donos de pequenos negócios. A campanha lembra que, em tempos difíceis como esse, todo mundo precisa se adaptar e que os empresários não estão sozinhos. Os anúncios estarão nas TVs aberta e por assinatura, bem como nas mídias sociais, informando que o Sebrae continua apoiando os micro e pequenos negócios com uma força tarefa virtual, que está trabalhando para encontrar soluções e oportunidades para que esses empresários possam enfrentar os desafios do momento. Os especialistas do Sebrae estão atendendo por telefone, pelo portal e pelas redes sociais, esclarecendo dúvidas e dando orientações.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, reforça que os pequenos negócios são o alicerce da economia brasileira. “O Brasil tem quase 17 milhões de micro e pequenas empresas, que respondem por quase metade da massa salarial do país e aproximadamente 30% do PIB nacional. Mas, nesse momento, o setor está entre os mais vulneráveis à crise”, destaca Melles. “Por isso, insistimos na importância de incentivar a população a comprar dos pequenos negócios. Mais do que nunca, é hora de priorizar o pequeno comércio de bairro, perto de nossas casas, para a compra de produtos e utilização de serviços pagos, bem como pela internet e por aplicativos”, ressalta o presidente do Sebrae.

Strogonoff de carne pode ser saboreado com Mostarda Dijon Sacciali

Receita

Receita é uma das mais adoradas do brasileiro e agora pode ser preparada com um ingrediente especial

Receita de Strogonoff de Carne preparada com Mostarda Gourmet Dijon e Azeite Premium Sacciali

Clique na imagem para baixá-la em alta resolução

O Strogonoff é um prato originário da culinária russa que tem um espaço especial nos cardápios do país a fora. O prato tem uma infinidade de receitas, adaptadas a cada região e ao toque especial de cada chef, mas sempre conquista o coração de todos.

Sabendo da popularidade que o Strogonoff tem no paladar do brasileiro, a Sacciali, preparou a tradicional receita de Strogonoff de Carne com Mostarda Gourmet Dijon e Azeite Premium Sacciali, oferecendo mais sabor ao prato. Confira:

Ingredientes:

1kg de filé mignon
3 cebolas picadas
3 tomates picados sem pele e sem semente
3 xícaras de creme de leite sem soro
3 colheres de Mostarda Gourmet Dijon Sacciali
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de Azeite Premium Sacciali
Sal e pimenta do reino a gosto
Modo de preparo:

Em uma panela grande, coloque a manteiga e o Azeite Premium Sacciali, adicione a carne e refogue-a até fritar. Acrescente o sal, a pimenta e a cebola e deixe refogar;

Depois, coloque os tomates e deixe cozinhar por aproximadamente 40 minutos, acrescentando água aos poucos. Quando estiver seco, adicione a Mostarda Gourmet Dijon Sacciali e por último coloque o creme de leite.

Está pronto!

Conheça o produto:

Supermercado cria aplicativo e faz entrega em menos de 3 horas em Curitiba

Na contramão das grandes redes de supermercados que estão demorando dias para fazer entregas de compras online devido ao coronavírus o Super Telêmaco lançou seu aplicativo, “Meu Telêmaco”, que faz entregas em menos de três horas para as compras realizadas até às 18h, em mais de 20 bairros de Curitiba.

“Lançamos o aplicativo para dar comodidade aos nossos clientes nesse momento tão difícil em que a melhor opção é ficar dentro de casa com os familiares. O aplicativo é muito prático e a entrega é ágil devido a nossa localização”, explica o diretor geral do Super Telêmaco, Carlos Alberto Gomes.

Com 19 anos de tradição no bairro Portão, o Super Telêmaco encontrou na tecnologia uma aliada para atender seus clientes em tempos de pandemia de coronavírus.

“As vendas online com delivery aumentaram pelo menos 10 vezes nos supermercados de Curitiba, então vimos que era a hora de evoluirmos para esses sistema de vendas também”, explica Gomes.

As entregas ocorrem nos bairros; Portão, Santa Quitéria, Vila Izabel, Água Verde, Batel, Rebouças, Vila Guaíra, Lindóia, Vila Fanny, Novo Mundo, Xaxim, Capão Raso, Pinheirinho, Fazendinha, Cidade Industrial, Campo Comprido, Seminário, Campina do Siqueira, Mossunguê, Vila Hauer, Bigorrilho e Campo Comprido.

Para baixar o aplicativo é só procurar “Meu Telêmaco” em sua loja virtual no smartphone.

Serviço

Super Telêmaco- Rua Agostinho Merlin, 586 - Portão

Telefone: (41) 3085 4800

Instagram: https://www.instagram.com/supertelemaco/

Facebook :https://www.facebook.com/supertelemaco.com.br/

SODEXO E LIV UP ANUNCIAM PARCERIA E PROMOÇÃO ESPECIAL

Consumidores que utilizam o cartão Refeição Sodexo Pass ganham frete grátis na primeira compra e descontos especiais no delivery de saladas

São Paulo, março de 2020 – Preocupada em oferecer mais comodidade e praticidade a seus consumidores, que neste momento encontram-se trabalhando remotamente devido ao período de isolamento social recomendado pelas autoridades públicas de saúde, a Sodexo Benefícios e Incentivos, referência em serviços que levam mais qualidade de vida às pessoas e organizações, acaba de anunciar parceria e uma série de promoções com a Liv Up, startup de alimentação saudável.

Confira abaixo as promoções para os consumidores Sodexo que utilizam o cartão refeição como forma de pagamento:

Frete grátis na primeira compra
Até 30 de abril, os usuários devem acessar o link https://www.sodexobeneficios.com.br/sodexo-club/promocoes/lojas-online/liv-up-1.htm, selecionar o botão “Aproveite Agora” e utilizar o cupom SODEXOLIVUP. O desconto é válido somente na primeira compra no site LIV UP ou no aplicativo “Pra Fome da Semana”. A campanha é válida em todas as regiões atendidas pela Liv Up, como São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais, Curitiba, Florianópolis, Rio Grande do Sul, Ceará, Goiás, Pernambuco, Bahia, entre outros.
Confira o mapa das regiões atendidas.

R$ 20 de desconto na primeira compra de saladas
Até 10 de abril, os usuários devem acessar o link https://www.sodexobeneficios.com.br/sodexo-club/promocoes/lojas-online/liv-up-3.htm, selecionar o botão “Aproveite Agora” e utilizar o cupom SODEXO20OFF. O desconto é válido somente na primeira compra de Salad Stories no app Liv Up em “Pra fome de agora”. A campanha é válida somente para São Paulo e está sujeita à disponibilidade de estoque.

Sobre a Sodexo Benefícios e Incentivos

É a empresa do grupo francês Sodexo, líder mundial em serviços de qualidade de vida. Tem em sua missão desenhar, gerenciar e entregar serviços para empresas de todos os portes, segmentos e regiões do Brasil com o objetivo de melhorar a qualidade de vida diária das pessoas e contribuir para o desenvolvimento econômico, social e ambiental das cidades, regiões e dos países em que atua.

Atende aproximadamente 103 mil clientes, que representam 5,9 milhões de usuários, com uma rede de 505 mil estabelecimentos credenciados em todo o País com serviços únicos no mercado de benefícios, gestão de despesas, incentivos e reconhecimento: Refeição Pass, Alimentação Pass, Cultura Pass, VT Pass, Combustível Pass, Gift Pass, Alimentação Pass Natal, Brinquedo Pass, Premium Pass, Wizeo, GymPass e Apoio Pass.

Santa Casa recebe doação expressiva para compra de equipamentos hospitalares

GT Building

A contribuição foi feita pela GT Building para ajudar no tratamento dos infectados pelo novo coronavírus

Nesta semana, a GT Building, que está entre as maiores incorporadoras imobiliárias do Paraná, colaborou diretamente com um dos hospitais mais tradicionais de Curitiba: a Santa Casa. Foram doados milhares de reais em dinheiro, que serão revertidos na compra de dois novos respiradores Dräger Savina, no valor de 84.400 reais cada, e também de dois monitores multiparamétrico com capnografo, que custam cerca de 15 mil cada. Os equipamentos são essenciais para o tratamento de pacientes em estado mais grave que forem infectados pelo novo coronavírus.

Em nota assinada pelo Monsenhor Mario Sérgio Bittencourt de Carvalho, a Santa Casa agradece a atitude da empresa e afirma que solidariedade e empatia são sentimentos necessários para superar a crise. “Em nossa história, enfrentamos epidemias, desenvolvemos curas, formamos muitos profissionais de saúde, mas, acima de tudo, aprendemos que salvar vidas é um grande trabalho em equipe, no qual cada um colabora e faz a diferença com o que está em suas mãos. Por isso, nos faltam palavras para agradecer o apoio recebido, com o qual efetuamos a compra de equipamentos que servirão para a ventilação mecânica dos pacientes e também para detectar sinais vitais e auxiliar no acompanhamento cirúrgico dos internados. São gestos de misericórdia como esse que nos trazem o alívio de uma certeza: vamos superar essa fase juntos”.

O CEO da GT Building, Geninho Thomé, reitera a necessidade de unir forças nesse momento e contribuir com instituições que precisam. “A doação feita a Santa Casa é para beneficiar centenas de pessoas que passam pelo hospital todos os dias. Agir com reciprocidade e compaixão em situações como essa é quase um remédio para quem não está doente”, comenta.

A Santa Casa de Curitiba segue recebendo doações para auxiliar no tratamento e cura de enfermos. Para fazer parte dessa corrente, acesse o site da instituição e doe qualquer valor.

Sobre a GT Building

A partir de um conceito inovador, aliado à tecnologia, modernidade, qualidade e diferentes projetos de vida, a GT Building faz parte do grupo GT Company, que desde 2017 empreende no setor imobiliário em Curitiba por meio da GT Invest. Com foco na construção de alta qualidade, nos comprometemos com a excelência, ideias inovadoras guiadas pelas mãos dos líderes, a incorporadora chega como uma das maiores empresas do ramo em Curitiba, com 18 empreendimentos, entre eles o All You Need, o Denmark e o Bosco Centrale.

www.gtbuilding.com.br