![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Mix da premiada marca vai do popular ao premium, garantindo diversidade de opções Tradicional período de alta para o setor vinícola, o último trimestre do ano impulsiona a comercialização de espumantes com a proximidade das festas de Natal e Ano-Novo. Na Cooperativa Vinícola Garibaldi, as negociações com o varejo, que ganham força a partir de outubro, já implicam uma expectativa de alcançar, ao final de 2026, um crescimento de até 15% em relação ao ano passado. Diante da diversidade de estilos dos vinhos borbulhantes, dois produtos devem ganhar espaço nas gôndolas. As apostas da marca recaem sobre os espumantes de entrada, com menor teor alcoólico e perfil mais leve, além das versões sem álcool. Mas a categoria zero álcool, que representa mais de 10% das vendas de espumantes da cooperativa, não é a única que aparece como alternativa para as festas de final de ano. A Garibaldi também inclui na lista o vinho Vinhas Vivas, um de seus principais lançamentos de 2026. Com leve gaseificação, esse branco elaborado com as variedades Trebbiano e Prosecco se mostra refrescante e leve, além de exibir potencial gastronômico – ainda mais para quem pretende inovar um pouco nos pratos das celebrações. “Além de acompanhar as opções mais tradicionais, vai muito bem com pratos da culinária portuguesa, como o bacalhau”, sugere o gerente de marketing da cooperativa, Maiquel Vignatti. Ele também observa que alguns itens em específico, entre os mais de 30 rótulos do portfólio de espumantes da premiada marca, costumam concentrar grande procura para o período. É o caso do filtrado doce, representado pela marca Gotas D’Or. “É um produto que concentra mais de 80% das vendas no último trimestre, justamente quando aumentam as compras para as festas”, diz. A categoria espumante também conta com as mais condecoradas linhas da cooperativa, a Garibaldi, que inclui os premiadíssimos Prosecco e Moscatel, por exemplo, e a VG e a Acordes, que representam os espumantes de maturação mais longa. “Ter esse leque de opções é importante também para o consumidor, para que, dentro do esperado por ele, ele consiga distinguir qual é o melhor produto para a sua ceia”, diz Vignatti. Gerente de Marketing da Cooperativa Vinícola Garibaldi, Maiquel Vignatti. Crédito Augusto TomasiLançamento de 2026, vinho Vinhas Vivas.Crédito Rodi GoulartEspumante Prosecco zero álcool. Crédito Philogus Cooperativa Vinícola Garibaldi promove Vinhas Vivas e espumantes premiados na ProWine São Paulo Em masterclass, enólogo da marca explana sobre novas cultivares e trabalho no vinhedo experimental A Cooperativa Vinícola Garibaldi escolheu a ProWine São Paulo para colocar em evidência o Vinhas Vivas, destaque entre as novidades que a marca preparou para esta edição. Vinho leve e com pequena efervescência, carrega no nome a história de gerações dedicadas à terra, em homenagem à essência do cooperativismo e ao legado das famílias viticultoras. O Vinhas Vivas representa a expressão máxima do frescor que floresce nos vinhedos da Serra Gaúcha. Elaborado a partir das variedades italianas Trebbiano e Prosecco, o rótulo oferece uma experiência vibrante e equilibrada, na qual a acidez refrescante encontra um delicado toque adocicado. A elaboração segue práticas rigorosas desde o vinhedo até a garrafa. A colheita manual e seletiva preserva a qualidade de cada cacho, enquanto o processo de vinificação prioriza a pureza da fruta. O processo inclui desengace cuidadoso, prensagem lenta em ambiente inerte, fermentação com controle de temperatura entre 14°C e 16°C e maturação em tanques de inox, sem passagem por madeira. “O resultado é um vinho autêntico, de baixo teor alcoólico e com leve carbonatação que potencializa seu frescor natural. É um vinho ideal para momentos de descontração e encontros”, opina o enólogo da Cooperativa Vinícola Garibaldi, Ricardo Morari. Visualmente, o Vinhas Vivas apresenta coloração amarelo palha com reflexos esverdeados, límpido e brilhante. No olfato, destacam-se aromas frutados intensos, com notas de frutas cítricas como limão e abacaxi, além de nuances florais e um elegante toque mineral. Em boca, revela grande vivacidade, com equilíbrio entre açúcares e acidez, proporcionando uma experiência leve e refrescante. Assim, sua harmonização segue na mesma proposta, combinando com pratos leves, como frutos do mar, saladas e risotos delicados, além de acompanhar com elegância canapés, bruschettas, queijos e patês. Mix premiado Quem visitar o espaço da Cooperativa Vinícola Garibaldi, que nesta edição ocupa novo endereço na feira, no estande B6 do Pavilhão Azul, também poderá conhecer os rótulos que construíram a reputação da marca em concursos no Brasil e no exterior. No ano em que completa 95 anos, a cooperativa leva a São Paulo os cinco espumantes que mais acumulam medalhas em seu histórico de premiações. No topo da lista está o Garibaldi Moscatel, com mais de 150 distinções, entre elas o título de Melhor Espumante do Cone Sul, conferido pelo Catad’Or Wine Awards, no Chile, e a Gran Ouro no Citadelles du Vin, na França, em 2025. Elaborado com Moscato Branco e Moscato Giallo pelo método Asti, em fermentação única dentro de tanques de pressão, tem 7,5% de teor alcoólico. Na taça, mostra cor clara com reflexos esverdeados e aromas que lembram melão, maçã verde, flores brancas e mel. Em boca, é suave e cremoso, com acidez que equilibra o dulçor, e acompanha frutas frescas ou em calda, sorvetes, bolos, queijos e patês. Em seguida aparece o Garibaldi Chardonnay, que soma mais de 110 medalhas. Somente em 2026, o espumante recebeu ouro no Chardonnay du Monde, na França, e no Bacchus, na Espanha, além de duplo ouro no Vinus, na Argentina. Produzido pelo método Charmat a partir da uva que lhe dá nome, tem coloração amarelo palha com reflexos esverdeados e aromas de abacaxi, maçã e pão tostado. A boca estruturada e cremosa, sustentada por acidez refrescante, combina com canapés, sopas cremosas, peixes crus ou cozidos, frutos do mar, queijos, frios e patês. O terceiro lugar fica com o Garibaldi Prosecco, que reúne mais de 80 premiações e conquistou neste ano o ouro na Grande Prova Vinhos do Brasil. Feito com a variedade Prosecco, também chamada de Glera, segue o método Charmat e permanece um mês em autólise a 12°C antes do engarrafamento. O resultado é um espumante com 11,5% de álcool, amarelo palha com reflexos esverdeados, notas de pera, marmelo e limão siciliano e paladar delicado. Harmoniza com canapés, saladas, sopas cremosas, peixes leves, frutos do mar e queijos. Versão rosada do espumante mais premiado da casa, o Garibaldi Moscatel Rosé acumula mais de 50 medalhas. Entre as mais recentes estão a Grande Ouro no Concurso do Espumante Brasileiro e o ouro no Muscats du Monde, na França, ambas em 2025. Elaborado pelo método Asti com Moscato de Hamburgo e Moscato Branco, tem 7,5% de teor alcoólico, cor rosa clara e aromas de cereja, framboesa e maçã caramelada. Delicado e cremoso, é indicado para acompanhar frutas, sobremesas, bolos, queijos e patês. Fecha a seleção o Garibaldi Pinot Noir, com mais de 40 distinções, como o ouro no Concours Mondial de Bruxelles deste ano e no Mondial des Pinots, na Suíça, em 2025. Elaborado pelo método Charmat, passa dois meses em autólise a 12°C e chega à taça com coloração vermelho cereja clara de reflexos rosados. Os aromas remetem a morango, amora e um toque cítrico, e a boca estruturada e cremosa acompanha massas, risotos, queijos, peixes crus, sopas cremosas e canapés. Masterclass põe na taça as uvas que podem moldar o vinho brasileiro O enólogo Ricardo Morari, da Cooperativa Vinícola Garibaldi, ministra uma masterclass especial na Prowine, dedicada a entender quais uvas podem ajudar a desenhar o futuro do vinho brasileiro. A atividade integra a programação do ProWine Fórum e acontece no dia 7 de outubro, das 14h às 15h, no Fórum 1. Na degustação, os participantes provam vinhos comerciais da cooperativa e microvinificações de cultivares exóticas testadas em seu vinhedo experimental. Em funcionamento desde 2019, o vinhedo ocupa cerca de quatro hectares na propriedade de um dos cooperados, em Santa Tereza, e avalia em torno de 60 variedades trazidas de países como Portugal, Itália, Espanha, Geórgia, Hungria e República Tcheca. A pesquisa acompanha a adaptação de cada cultivar ao terroir da Serra Gaúcha, a resistência a doenças, a produtividade e a resposta ao clima, incluindo uvas PIWI, conhecidas pela maior tolerância a fungos. As variedades que se destacam seguem para as microvinificações, em que pequenos lotes são transformados em vinho para análise de aroma, estrutura, acidez e potencial de mercado. Desse trabalho saíram rótulos que só a Garibaldi produz no país, elaborados com as uvas Pálava, de origem tcheca, e Irsai Oliver, de origem húngara, além do espumante Garibaldi Viognier. *com divulgação |
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