FENAPAN EXPO estreia no Paraná com expectativa de público superior a 3 mil visitantes

A feira será realizada de 23 a 25 de setembro, no Expotrade, em Pinhais, reunindo fornecedores e profissionais de panificação, confeitaria, food service e indústria de alimentos

O Paraná ganha, em setembro, uma nova feira profissional dedicada à cadeia de panificação, confeitaria, alimentos, bebidas e food service. A FENAPAN EXPO realiza sua primeira edição de 23 a 25 de setembro, no Expotrade Convention Center, em Pinhais, reunindo aproximadamente 40 marcas expositoras em uma área de 5 mil metros quadrados. A expectativa é receber mais de 3 mil visitantes durante os três dias.

A feira surgiu a partir da necessidade de um evento especializado para aproximar os diferentes elos da cadeia no Paraná. A proposta é reunir, em um único espaço, indústrias, fabricantes, fornecedores, comerciantes e distribuidores, oferecendo oportunidades de negócios e acesso a produtos, equipamentos e soluções para diferentes operações de alimentação.

“A FENAPAN nasce para ser um ponto de encontro profissional do setor no Paraná. Queremos facilitar o contato entre quem produz, quem fornece e quem compra, criando um ambiente em que o profissional possa conhecer novidades, fazer negócios e também buscar conhecimento para melhorar sua atividade”, explica Ademar Pahl, organizador da FENAPAN EXPO.

Entre os segmentos representados estão panificação, confeitaria, food service, café, pizza, sorvetes, produtos alimentícios, matérias-primas, embalagens, máquinas e equipamentos. A feira terá desde máquinas automatizadas para produção de alimentos e equipamentos para panificadoras, pizzarias e restaurantes até ingredientes, aditivos, amidos modificados, produtos para sorvetes, farinhas especiais, cafés e soluções para gestão.

Além da área comercial, a FENAPAN terá uma programação de palestras, voltadas à atualização e capacitação dos profissionais. As palestras serão realizadas diariamente, às 15h30 e às 17h, com conteúdos apresentados por profissionais para profissionais.

“A intenção é que o visitante saia do evento não apenas com novos contatos e possibilidades de negócios, mas também com conhecimento que possa aplicar no seu dia a dia”, afirma Pahl.

Para o organizador, a realização da primeira edição representa a criação de um espaço de relacionamento para um mercado que reúne diferentes segmentos da indústria e do food service. “Nossa expectativa é que a FENAPAN se torne um ponto de encontro permanente para esse mercado, aproximando empresas e profissionais e acompanhando as transformações que estão acontecendo no setor”, completa.

Serviço

FENAPAN EXPO 2026
Data: 23 a 25 de setembro de 2026
Local: Expotrade Convention Center
Endereço: Rodovia Deputado João Leopoldo Jacomel, 10454, Pinhais (PR)
Área: 5 mil m²
Expositores: aproximadamente 40 marcas
Expectativa de público: superior à 3 mil visitantes
Site: www.fenapan.com.br

Paraná tem cerca de 18 mil padarias e mais de 200 mil pessoas empregadas no setor

Mercado passa por transformação com automação, congelamento, fermentação natural e expansão para o food service; mudanças estarão no centro da FENAPAN EXPO

O setor de panificação e confeitaria tem forte presença na economia paranaense e reúne cerca de 18 mil estabelecimentos, que empregam mais de 200 mil pessoas. Além de movimentar uma extensa cadeia de fornecedores, o segmento passa por uma transformação que envolve tecnologia, novos processos produtivos, diversificação do negócio e mudanças no perfil de consumo. Esse cenário será um dos principais temas da FENAPAN EXPO 2026, que acontece de 23 a 25 de setembro, em Pinhais.

Uma das principais mudanças está na forma de produzir. A produção centralizada, o congelamento e os produtos pré-prontos permitem que estabelecimentos reduzam etapas dentro da loja, ganhem escala e mantenham maior padronização. Ao mesmo tempo, máquinas e equipamentos cada vez mais especializados ampliam a automação de processos que tradicionalmente dependiam de trabalho manual.

A tecnologia também chega à gestão da operação. Equipamentos para produção, conservação e armazenamento, soluções de embalagem, sistemas de gestão e outras ferramentas passam a fazer parte de uma estrutura que busca produzir mais, reduzir perdas e melhorar a rentabilidade.

No balcão, a transformação aparece de outra forma. Padarias ampliaram o mix e passaram a disputar espaço também no food service, com cafeterias, lanches, refeições, pizzas e confeitaria. A oferta de produtos também se diversifica, acompanhando o interesse por fermentação natural, pães de longa fermentação, diferentes tipos de farinha e opções com novos atributos nutricionais.

“É um setor que está se profissionalizando rapidamente. Hoje, o empresário precisa olhar para produção, tecnologia, gestão e comportamento do consumidor ao mesmo tempo. Essa mudança abre espaço para novos fornecedores e soluções, mas também exige informação e capacitação”, afirma Ademar Pahl, organizador da FENAPAN EXPO.

É nesse mercado em transformação que a FENAPAN estreia. De 23 a 25 de setembro, a feira reunirá cerca de 40 marcas em 5 mil m² no Expotrade, em Pinhais, com expectativa de receber mais de 3 mil visitantes. A proposta é concentrar, em um mesmo ambiente, fornecedores de máquinas, equipamentos, ingredientes, matérias-primas, embalagens, produtos e tecnologias voltadas à panificação, confeitaria e food service.

Entre os expositores estão empresas de máquinas para produção de alimentos, equipamentos para panificação e confeitaria, ingredientes para pizzas e sorvetes, produtos congelados, embalagens, sistemas de gestão e utensílios para operações gastronômicas. A diversidade acompanha justamente a ampliação da cadeia e dos modelos de negócio atendidos pelo setor.

A programação da FENAPAN também acompanha essas mudanças, com conteúdos sobre fermentação natural, operação e rentabilidade, tendências de mercado, pizzas saudáveis, tecnologia e expansão. Para Ademar, reunir essas diferentes frentes é uma das funções da primeira edição. “A ideia é que o visitante consiga encontrar fornecedores, conhecer tecnologias, entender tendências e sair da feira com informações que possam ser aplicadas ao negócio”, destaca.

Serviço

FENAPAN EXPO 2026
Data: 23 a 25 de setembro de 2026
Local: Expotrade Convention Center
Endereço: Rodovia Deputado João Leopoldo Jacomel, 10454, Pinhais (PR)
Área: 5 mil m²
Expositores: aproximadamente 40 marcas
Expectativa de público: mais de 3 mil visitantes
Site: www.fenapan.com.br

Agência ICE realiza nesta sexta-feira (18/9), em Curitiba, a última etapa dos roadshows I Love Italian Wines 2026

Participam cerca de 60 empresas, entre importadoras e vinícolas, algumas das quais inéditas no Brasil, e 600 rótulos de várias regiões da Itália

Valor das exportações de vinhos italianos para o
Brasil sobe 13,6% nos primeiros dois quadrimestres de 2026

A ICE - Agência para a promoção no exterior e a internacionalização das empresas italianas | Departamento para a promoção de intercâmbios da Embaixada da Itália (ITA - Italian Trade Agency) –, em parceria com as feiras Vinitaly e Wine South America, realiza, nesta sexta-feira (18/9) em Curitiba, a última etapa dos roadshows I Love Italian Wines.

O evento será aberto por Milena Del Grosso, diretora da Agência ICE para o Brasil, e Marcos Milaneze, diretor da Milanez & Milaneze, empresa do grupo Veronafiere | Vinitaly, responsável pela realização da Wine South America.

O ILIW reúne cerca de 60 empresas, entre importadores brasileiros e vinícolas italianas, algumas das quais ainda inéditas no Brasil, que apresentam 600 rótulos a profissionais do mercado, compradores e sommeliers. Os encontros têm como objetivo ampliar o conhecimento do consumidor sobre o vinho italiano e reforçar a imagem da Itália como referência mundial nesse setor.

O ILIW foi aberto no dia 9/9 com uma masterclass apresentada por quatro Italian Wine Ambassadorsformados pela Vinitaly Internacional Academy, com comentários de Stevie Kim, idealizadora da escola. O evento já foi realizado em Brasília (11/9), Rio de Janeiro (14/9), São Paulo (16/9).

Empresas participantes
O I Love Italian Wines traz ao Brasil vinícolas de várias regiões da Itália. É o caso do Vêneto, que reunirá o maior número de empresas: Bettili Wines (também produzi em Friuli-Venezia Giulia e Toscana), Bortolomiol Spa, Cantina Colli Euganei, Contarini Vini & Spumanti, F&A Vineyards, IWB ItaliaSpa, Secondo Marco

Da Campânia virão Agricola Bellaria, Cantina Del Taburno (também presente no Vêneto) e La Guardiense-Janara. Outras três vinícolas do Piemonte - Argea Group (também produz na Puglia, Abruzzo e Emilia-Romagna), Castelo Di Perno, Azienda Agricola Pietro Rinaldi e Taverna – confirmaram presença.

A Toscana trará ao Brasil os vinhos de Pian Delle Querci, Castelo Monterinaldi, Paladin e Marchesi Frescobaldi. E a Emilia Romagna mostrará a produção da Cantina 4 Valli, EMG SRL Agricola e Poderi Morini. A região de Abruzzo vai participar com Lidia & Amato, Pesolillo Tenuta Agricola, The WineCompany (também produz em em Marche, Toscana e Vêneto).

As Cantinas Kaltern, Glassierhof e Terlanorepresentarão Trentino-Alto Ádige, enquanto a Sicília vai apresentar os rótulos de Cantine Paolini e Donnafugata. Estarão presentes ainda Cantina Stentella (Lazio), Catine Di Dolianova (Sardenha), Perla Del Guarda (Lombardia) e Cesarini Sartori (Umbria).

Além das vinícolas italianas, várias importadoras também vão marcar presença no I Love Italian Wines 2026: Aurora, Barrinhas, BWR Importação e Exportação, Casa Flora, Cecconello Vino, Domno do Brasil, Europa Distribuidora, Futura 2, Futuro Importação, Grand Cru, Importadora Qualimais, Inovini Fine Wines, Italibras – Vinifera Import, Italy Import, Italy's Wine, MMV Importadora, Mondo Italy, Nine, OP Global, Parajú, Polaris Comércio Importação e Exportação, Porto a Porto, Rosso & Rouge, Sicilianess, Tucano e Vale do Sol.

Masterclasses
Além da exposição de vinhos, o ILIW contempla também duas masterclasses por cidade.

Hoje, em Curitiba, elas serão conduzidas por Julio Kunz, sommelier, consultor internacional e palestrante, é diretor de vinhos da Academia Brasileira de Sommeliers-RS, foi presidente e atualmente é vice-presidente da ABS-Brasil, além de coordenar o mestrado da OIV – Organização Internacional da Vinha e do Vinho. É Embaixador do Vinho Italiano pela Vinitaly International Academy e especializado em empreendedorismo e negócios internacionais pela MIB Trieste School of Management.

Para a primeira masterclass, Kunz selecionou seterótulos:
• Gurgó – Spumante Brut Blanc de Blanc - Cantine Paolini (Sicília)
• MAMI 2023 – Vino Bianco Emilia IGT - Cantine 4 Valli (Emilia-Romagna)
• Prugneto Sangiovese Superiore Romagna DOC - Poderi dal Nespoli / Argea (Emilia-Romagna)
• Chianti Classico DOCG 2022 - Castello Monterinaldi (Toscana)
• Benozzo IGT Umbria Rosso - Cesarini Sartori (Umbria)
• Lavarossa Gioia del Colle DOC Primitivo 2019 – Polaris (Puglia)
• Ronco di Sassi Primitivo di Manduria DOC - IWB / Vinhos do Mundo (Puglia)

Para a segunda delas, sua escolha recaiu por outros sete vinhos:
• Monte Antico Super Toscana - BWR Importação (Toscana)
• Amaranta Montepulciano d'Abruzzo – Tenuta Ulisse (Domno) – Abruzzo
• Truffle Hunter Leda Barolo DOCG - Porto a Porto (Piemonte)
• Argiano Brunello di Montalcino DOCG - Inovini / Aurora (Toscana)
• Castelgiocondo Brunello di Montalcino DOCG - Marchesi Frescobaldi (Toscana)
• Amarone della Valpolicella Classico DOCG 2016 - Secondo Marco (Vêneto)
• CA' DEL MONTE Amarone della Valpolicella Classico DOCG 2017 Futuro (Vêneto)

Em Brasília, as masterclasses foram conduzidas por Mário Márcio Lescano Júnior, Chief Academic Officer da International Sommelier Guild (ISG) e Wine Ambassador pela Vinitaly International. No Rio de Janeiro, as apresentações foram feitas por Marcelo Copello, um dos principais críticos e curadores de vinhos do País. E, em São Paulo, as masterclasses ficaram a cargo de Jorge Lucki, um dos críticos de vinhos mais influentes do Brasil e membro da Académie Internationale du Vin.

Exportações de vinhos italianos para o Brasil
O mercado brasileiro de vinhos importados registra uma aceleração na busca por rótulos de maior valor nos primeiros oito meses de 2026. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, as importações brasileiras de vinho atingiram US$ 369,8 milhões entre janeiro e agosto desse ano, com alta de 4,3%.

A Itália é uma das líderes dessa expansão entre os principais fornecedores do País: o valor das exportações de vinhos italianos deu um salto de 13,6% entre janeiro e agosto de 2026 na comparação com o mesmo período do ano anterior, passando de US$ 27,9 milhões para US$ 31,7milhões. Em volume, a expansão foi de 7,6%, passando de 6,5 milhões de litros para 7 milhões de litros. Nesse contexto, o valor médio FOB por litro dos vinhos italianos adquiridos pelo Brasil atingiuUS$ 4,53 — uma evolução de 17,4% em três anos em comparação aos US$ 3,86 registrados entre janeiro e agosto de 2024.

O desempenho coloca a Itália como o país europeu com o segundo maior valor médio FOB por litro exportado para o mercado brasileiro, atrás apenas da França (US$ 10,16). As informações fazem parte do Estudo de Mercado: O Vinho no Brasil, produzido pela ICE – Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas no Brasil | Departamento para a Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália

O movimento de mercado ocorre em meio a uma reconfiguração na origem das importações: enquanto países produtores de massa, como a Espanha, registraram recuo de 10,9% em volume e6,2% em valor até agosto de 2026, os rótulos italianos se consolidam na categoria premium acessível.

A preferência do consumidor brasileiro regular acompanha esse olhar para a tradição e percepção de qualidade: 77% exigem o fecho com rolha de cortiça natural, enquanto 58% associam a tampa de rosca (screw cap) apenas à praticidade. Do ponto de vista dos canais de distribuição, embora o varejo alimentar físico (supermercados e hipermercados) responda por 86,5% do volume das vendas off-trade, o e-commerce já abocanha 13,5% do mercado total de vinhos no Brasil.

Diversidade do terroir italiano
A Itália abriga um dos mais ricos cenários vinícolas do mundo. De vales alpinos a encostas vulcânicas, de colinas históricas a ilhas banhadas pelo Mediterrâneo, cada uma de suas vinte regiões oferece uma combinação singular de paisagem, castas e tradição. Mais do que um simples país produtor, a Itália é um continente enológico em miniatura. Seu patrimônio vitivinícola revela a convivência harmoniosa entre castas internacionais e variedades autóctones, entre vinhos de fama universal e denominações discretas, mas profundamente autênticas. Conhecer suas regiões é compreender como a cultura do vinho pode assumir formas múltiplas sem perder a unidade de uma grande tradição.

A diversidade geográfica e climática italiana reflete-se na riqueza de seus estilos, uvas e rótulos. O ILIW promete uma verdadeira viagem enológica por várias regiões italianas. Serão cerca de 60 vinícolas do país europeu e importadoras brasileiras que apresentarão mais em torno de 600 rótulos.

Uma dessas regiões é o Vêneto, um dos terroirs mais versáteis e influentes da Itália, reconhecido pelas uvas tintas Corvina, Corvinone e Rondinella — base do Amarone della Valpolicella e do Valpolicella—, com Merlot e Cabernet Sauvignon/Franc presentes principalmente no Bardolino e em diversos IGT regionais, além das brancas Glera (mínimo 85% no Prosecco DOC), Garganega (mínimo 70% no Soave DOC), Pinot Grigio e Sauvignon. O Vêneto abriga rótulos emblemáticos como Amarone, Prosecco, Bardolino e Soave.

A Toscana é célebre por grandes tintos à base de Sangiovese e notáveis pela longa capacidade de evolução — Chianti (mínimo 70% no Chianti DOCG e 80% no Chianti Classico), Brunello di Montalcino (100% Sangiovese, com no mínimo 5 anos de envelhecimento) e Vino Nobile di Montepulciano (no mínimo 70% Sangiovese, chamado localmente de Prugnolo Gentile). Entre os brancos históricos, destaca-se o Vernaccia di San Gimignano, primeira DOCG italiana (1966), produzido a partir da casta Vernaccia (mínimo 85%). A região também cultiva o tradicional Trebbiano Toscano, branco predominante desde o século XVII e historicamente exigido no Chianti, e Vermentino como branca mediterrânea em expansão. As variedades internacionais Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc entraram na região no século XX e ganharam destaque principalmente nos chamados "Super Toscanos" (IGT Toscana), como Tignanello, Sassicaia e Ornellaia.

Já a Emilia-Romagna combina os estilos frisantes e espumantes típicos da Emília com a tradição vitícola da Romagna. Tem no Lambrusco seu grande ícone regional — tinto leve, levemente efervescente, produzido a partir de um conjunto de castas aparentadas (Grasparossa, Sorbara, Salamino, Maestri e outras, com 8 DOCs próprias). Brancos relevantes incluem o Albana di Romagna DOCG (mínimo 95% Albana, primeira DOCG branca da Itália, em 1987), sobretudo do tipo passito doce (incluindo a categoria "Passito" e "Amabile", o lendário "Albana Passito") e o Pignoletto (Colli Bolognesi Pignoletto DOCG, mínimo 85% da casta localmente chamada Pignoletto — botanicamente próxima do Grechetto).

Terra do Barolo (100% Nebbiolo), o Piemonte é uma região que assina uma gama que vai dos tintos de longa guarda — além do próprio Barolo, o Barbaresco (100% Nebbiolo), o Barbera d'Asti DOCG (≥ 90% Barbera) e o Dolcetto d'Alba DOC (100% Dolcetto) — aos brancos e espumantes marcantes do gênero, com destaque para o GaviDOCG (100% Cortese), o Roero Arneis DOCG (100% Arneis) e os aromas de Moscato Bianco que dão origem ao Asti DOCG e ao Moscato d'Asti DOCG.

Abruzzo apresenta o consagrado Montepulcianod'Abruzzo DOCG (da casta Montepulciano, distinta da Sangiovese toscana), complementado pela versão rosato do Cerasuolo d'Abruzzo DOC e pelo branco Trebbiano d'Abruzzo DOC.

Friuli-Venezia Giulia é sinônimo dos grandes brancos italianos, que combinam limpidez aromática, textura e elegância em rótulos como o Friulano e a Malvasia Istriana, além de tintos de personalidade (Refosco) e doces raros como o Picolit,.

A Campânia é um terroir de antiguidade e energia vulcânica. A uva Aglianico dá vida a tintos profundos e longevos (como o Taurasi, conhecido como o Barolo do Sul), enquanto uvas como Fiano, Greco e Falanghina geram brancos entre os mais nobres da Itália (Fiano di Avellino, Greco di Tufo e Falanghina).

Outro destaque é a Puglia, região que se destaca por tintos com notas de fruta madura, calor e intensidade. Entre as uvas tintas, destacam-se a Primitivo, a Negroamaro, a Malvasia Nera e a Susumaniello; entre as brancas, sobressaem a Trebbiano Giallo, a Bombino Bianco, a Verdeca e a Malvasia Bianca. Entre os vinhos mais icônicos da região estão o Primitivo di Manduria DOC, o Negroamaro e o Salice Salentino DOC.

Vales alpinos e encostas que dão origem a vinhos de refinamento técnico caracterizam a região do Trentino-Alto Ádige, que produz tintos intensos como o Teroldego Rotaliano DOC (100% Teroldego) e o Lagrein DOC, brancos tensos de Chardonnay, Pinot Grigio, Müller-Thurgau e Gewürztraminer, e a efervescência do Trento DOC.

Sicília e Lombardia também mostrarão sua produção. A primeira é um mosaico mediterrâneo de solos e climas: brancos sápidos e aromáticos (Grillo, Catarratto, Inzolia) e tintos encorpados (Nero d'Avola), além do histórico Marsala DOC. A segunda combina a sofisticação do espumante e a tradição continental. Entre as uvas tintas, destacam-se a Croatina, a Pinot Nero, a Barbera e a Merlot; entre as brancas, sobressaem a Chardonnay, a Riesling Italico, a Pinot Grigio e a Trebbiano di Lugana. Entre os vinhos mais representativos da região estão o Franciacorta DOCG, Lugana DOC, ValtellinaSuperiore/Sforzato e Oltrepò Pavese.

Úmbria é conhecida por vinhos de expressão intensa, caso do Sagrantino di Montefalco DOCG (100% Sagrantino). Já o Grechetto e o OrvietoBianco representam o lado gastronômico da região, marcado por frescor e tradição. Entre as uvas tintas, destacam-se a Sangiovese, a Merlot, a Sagrantino e a Cabernet Sauvignon; entre as brancas, sobressaem a Trebbiano Procanico.

A Sardenha conserva um patrimônio de castas e estilos muito próprios. Entre os vinhos mais representativos produzidos nessa região estão o Vernaccia di Oristano DOC, o Vermentino di GalluraDOCG (100% Vermentino) e o Cannonau diSardegna DOC (Grenache local).

Tradicionalmente ligado aos brancos dos Castelli Romani, o Lazio combina vocação histórica e diversidade territorial e, entre os vinhos mais representativos da região, estão o Est!Est!Est! diMontefiascone DOC, o Cesanese del Piglio DOCG (≥ 85% Cesanese) e o Frascati DOCG (≥ 70% Malvasia/Bellone).

Já as Marche são uma terra de equilíbrio entre mar e colina, onde os brancos alcançam uma expressão particularmente refinada. Entre as uvas tintas cultivadas na região, destacam-se a Montepulciano, a Sangiovese, a Lacrima e a Merlot; entre as brancas, sobressaem a Verdicchio, a Biancame, a Passerina e a Pecorino. Entre os vinhos mais representativos figuram Verdicchio dei Castelli di Jesi DOC, o Verdicchio di Matelica DOCG, o Rosso Conero DOC (≥ 85% Montepulciano), o Lacrima di Morro d'Alba DOC e o Bianchello del Metauro DOC.

Crédito das fotos: Gladstone Campos

Agência ICE realizou na última sexta-feira (11/9) na sede da Embaixada da Italia, na capital federal, primeira etapa do roadshow I Love Italian Wines 2026

Agência ICE realizou na última sexta-feira (11/9) na sede da Embaixada da Italia, na capital federal, primeira etapa do roadshow I Love Italian Wines 2026

O evento reuniu 45 empresas entre vinícolas italianas e importadoras brasileiras na Embaixada da Itália em Brasília, apresentando cerca de 500 rótulos a profissionais do setor

FOTOS: JP Rodrigues Link

A ICE – Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas (Departamento para a Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália), em parceria com a Embaixada da Itália e as feiras Vinitaly e Wine South America, realizou na última sexta-feira (11/9), na Embaixada da Itália em Brasília, a abertura oficial do roadshow I Love Italian Wines 2026 (ILIW).

Os convidados foram recepcionados pelo Embaixador Alessandro Cortese, ao lado de Amedeo Scarpa (Diretor da Agência ICE para as Américas), Milena Del Grosso (Diretora da Agência ICE para o Brasil) e Marcos Milaneze (Diretor da Milanez & Milaneze / Grupo Veronafiere).
O encontro em Brasília reuniu 45 empresas — incluindo vinícolas italianas (algumas inéditas no país) e importadoras brasileiras — para apresentar cerca de 500 rótulos a compradores, sommeliers e profissionais do mercado. O objetivo central é promover a diversidade do vinho italiano e consolidar a imagem da Itália como referência no setor.

Calendário do Roadshow 2026
Após a abertura na capital federal, o circuito prossegue nas seguintes datas:
Rio de Janeiro: 14/09
São Paulo: 16/09
Curitiba: 18/09 (primeira edição na cidade)
Itália Lidera Avanço no Mercado Premium de Vinhos no Brasil
O roadshow ocorre em um momento favorável para o setor no mercado nacional. De acordo com o estudo O Vinho no Brasil, elaborado pela Agência ICE a partir de dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC):
Importações Totais: No primeiro semestre de 2026, o Brasil importou US$ 272,9 milhões em vinhos, registrando uma alta de 12,8% em valor financeiro — ritmo superior ao crescimento em volume (9,1%).
Crescimento da Itália: O valor das exportações de vinhos italianos para o Brasil cresceu 14,3% no primeiro semestre de 2026.
Preço Médio FOB por Litro: Alcançou US$ 4,81, representando uma evolução de 24,6% em três anos (em relação aos US$ 3,86 registrados no 1º trimestre de 2023). A Itália ocupa o segundo maior valor médio por litro entre os principais fornecedores do Brasil, ficando atrás apenas da França (US$ 10,51).
Posicionamento: A Itália lidera a consolidação no segmento premium acessível, ganhando espaço enquanto produtores de massa registram retração.
Comportamento do Consumidor: 77% dos consumidores regulares no Brasil exigem vedação com rolha de cortiça natural, enquanto 58% associam a tampa de rosca (screw cap) prioritariamente à praticidade.
Canais de Distribuição: Embora o varejo alimentar físico (supermercados e hipermercados) responda por 86,5% do volume off-trade, o e-commerce já representa 13,5% das vendas totais de vinho no país.
Masterclasses Exclusivas
O evento em Brasília contou com duas masterclasses conduzidas por Mário Márcio Lescano Júnior (Chief Academic Officer da ISG, fundador da Escola Celebrare e Wine Ambassador pela Vinitaly International Academy).
nas próximas etapas, os painéis serão apresentados por Marcelo Copello (Rio de Janeiro), Jorge Lucki (São Paulo) e Julio Kunz (Curitiba).
Vinhos Selecionados nas Masterclasses de Brasília:
Sessão 1
Contarini Gran Cuvée Millesimato Brut – Contarini Vini e Spumanti (Vêneto)
Fidelis Aglianico del Taburno Sannio DOC – Cantina del Taburno | Vinifera Import (Campânia)
Ricossa Barbera d'Asti Appassimento – Argea | Epice (Piemonte)
Valpolicella Ripasso Classico Superiore DOC – Azienda Agricola Ca del Monte | Futuro Importação (Vêneto)
Primitivo Lamarossa – Cantina Amastuola | OP Global (Puglia)
Truffle Hunter Leda Moscato d’Asti DOCG – Bosio Family Estates | Porto a Porto (Piemonte)
Ben Ryé Passito di Pantelleria DOC – Donnafugata | World Wine (Sicília)
Sessão 2
Franciacorta Nodens Blanc de Noir DOCG 2016 – Le Marchesine | Sicilianess (Lombardia)
Pallianum DOC – Castello di Corbara | Italiamais (Úmbria)
Monte Antico Super Tuscan – BWR Importação (Toscana)
Amaranta Montepulciano d’Abruzzo DOP – Tenuta Ulisse | Domno Importadora (Abruzzo)
Abbadia Ardenga Brunello di Montalcino DOCG 2019 – Nine Imports (Toscana)
Barolo Riserva Bussia 2015 – Franco Conterno | Rosso & Rouge (Piemonte)
Cassa Lupo Amarone della Valpolicella 2020 – Casa Paladin | Importadora Qualimais (Vêneto)
Panorama dos Terroirs e Regiões Representadas
O I Love Italian Wines destaca a diversidade geográfica e patrimonial da Itália:
Vêneto: Região com a maior delegação. Destaque para o Prosecco DOC (Glera), Soave DOC (Garganega), Valpolicella e o emblemático Amarone della Valpolicella (Corvina, Corvinone e Rondinella).
Toscana: Notável pelos grandes tintos de Sangiovese como Chianti, Brunello di Montalcino e Vino Nobile di Montepulciano, além dos históricos Vernaccia di San Gimignano e dos renomados Super Toscanos (IGT Toscana).
Piemonte: Terra dos longevos Barolo e Barbaresco (100% Nebbiolo), além de Barbera d'Asti, Dolcetto d'Alba, dos brancos Gavi e Roero Arneis, e dos espumantes/passitos de Moscato d'Asti.
Emilia-Romagna: Famosa pelos frisantes Lambrusco (diversas DOCs), pelo branco Albana di Romagna DOCG e pelo Pignoletto.
Campânia: Destaque para a uva vulcânica Aglianico (Taurasi) e para os brancos de prestígio Fiano di Avellino, Greco di Tufo e Falanghina.
Puglia: Tintos intensos de Primitivo di Manduria, Negroamaro e Salice Salentino.
Abruzzo: Reconhecida pelo Montepulciano d'Abruzzo, o rosado Cerasuolo e o branco Trebbiano d'Abruzzo.
Trentino-Alto Ádige: Vinhos de perfil alpino, como Teroldego Rotaliano, Lagrein, espumantes Trento DOC e brancos de altitude (Chardonnay, Gewürztraminer, Pinot Grigio).
Sicília e Sardenha: A Sicília apresenta tintos encorpados (Nero d'Avola), brancos frescos (Grillo) e o histórico Marsala. A Sardenha destaca o Vermentino di Gallura e o Cannonau.
Outras Regiões: Presença de produtores de Friuli-Venezia Giulia (brancos elegantes como Friulano), Lombardia (Franciacorta DOCG), Úmbria (Sagrantino di Montefalco), Lazio (Frascati e Cesanese del Piglio) e Marche (Verdicchio e Rosso Conero).
Empresas e Importadoras Participantes
Vinícolas Italianas Participantes
Agricola Bellaria, Argea Group, Azienda Agricola Pietro Rinaldi, Bettili Wines, Bortolomiol, Cantina 4 Valli, Cantina Colli Euganei, Cantina Del Taburno, Cantina Di Dolianova, Cantina Kaltern, Cantina Sociale Terlano, Cantina Stentella, Cantine Paolini, Castello Di Corbara, Castello Di Perno, Castello Monterinaldi, Cesarini Sartori, Contarini Vini & Spumanti, Donnafugata, EMG SRL Agricola, F&A Vineyards, Glassierhof, IWB Italia, La Guardiense-Janara, Lidia & Amato, Marchesi Frescobaldi, Paladin, Perla Del Garda, Pesolillo Tenuta Agricola, Pian Delle Querci, Poderi Morini, Secondo Marco, Taverna e The Wine Company.
Importadoras Brasileiras Confirmadas
Aurora, Barrinhas, BWR Importação e Exportação, Casa Flora, Cecconello Vino, Domno do Brasil, Europa Distribuidora, Futura 2, Futuro Importação, Grand Cru, Importadora Qualimais, Inovini Fine Wines, Italibras – Vinifera Import, Italy Import, Italy's Wine, MMV Importadora, Mondo Italy, Nine, OP Global, Parajú, Polaris Comércio Importação e Exportação, Porto a Porto, Rosso & Rouge, Sicilianess, Tucano e Vale do Sol.

Morangos Cravejados

Conheça essa maravilhosa receita para caprichar na hora da sobremesa.

MORANGOS CRAVEJADOS
Clique Para Download

Rendimento: 10 unidades
Tempo de Preparo: 2h
Calorias: 465 kcal por unidade

Ingredientes:
Para o brigadeiro branco:
1 lata de leite condensado
100 g de creme de leite
2 colheres (sopa) de leite em pó
1 colher (sopa) de manteiga
Para o caramelo:
1 xícara (chá) de açúcar
½ xícara (chá) de água
½ colher (sopa) de Vinagre de Maçã 100% Natural Castelo
Corante alimentício vermelho a gosto
Para a montagem:
10 morangos grandes
400 g de chocolate branco derretido

Modo de Preparo:
Em uma panela, ainda fora do fogo, misture o leite condensado, o creme de leite, o leite em pó e a manteiga. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre e raspando bem o fundo da panela, até obter um brigadeiro firme. Retire do fogo e deixe esfriar completamente. Para o caramelo, coloque o açúcar, a água, o corante vermelho e o Vinagre de Maçã 100% Natural Castelo em uma panela e misture antes de levar ao fogo. Assim que começar a ferver, não mexa mais e cozinhe até atingir o ponto de bala dura. Despeje o caramelo sobre um tapete de silicone, espalhe e deixe esfriar completamente. Quebre-o em pedaços pequenos e misture ao chocolate branco derretido. Retire delicadamente os cabinhos e as folhas dos morangos, sem cortar as frutas. Envolva cada morango com uma camada de brigadeiro branco e modele com as mãos. Em seguida, banhe os morangos na mistura de chocolate branco com o caramelo quebrado, deixe firmar e recoloque o cabinho no topo para finalizar

Como um Cabernet Sauvignon de Puente Alto se tornou o vinho Nº 1 do mundo?

Por Enrique Tirado, CEO e Diretor Técnico da Viña Don Melchor

No Dia Internacional do Cabernet Sauvignon, é inevitável refletir sobre o caminho que levou um vinho chileno a alcançar o mais alto reconhecimento da indústria do vinho.

Com sua safra de 2021, Don Melchor foi eleito Vinho do Ano pela Wine Spectator, tornando-se o vinho Nº 1 do mundo e posicionando o Chile e Puente Alto entre as grandes referências internacionais desta variedade.

Desde então, recebi muitas vezes a mesma pergunta: o que torna um vinho o Nº 1 do mundo?

Minha resposta é simples: nenhum grande vinho nasce de uma única safra.

Grandes vinhos são construídos ao longo do tempo. São resultado de uma visão de longo prazo, da convicção de uma equipe e da busca permanente por aprofundar o conhecimento do lugar que lhes dá origem. Os reconhecimentos são muito importantes, mas por trás de cada conquista existem anos de observação, aprendizado e dedicação.

Esse conhecimento nos levou a aprofundar o manejo do vinhedo. Hoje cultivamos 151 microparcelas individualmente, agrupadas em sete parcelas principais, o que nos permite compreender com maior precisão como o Cabernet Sauvignon se expressa em cada setor. Cada parcela contribui com uma dimensão distinta ao vinho e nos permite capturar de forma mais fiel a identidade de Puente Alto.

Ao mesmo tempo, promovemos uma viticultura baseada no respeito ao meio ambiente e à biodiversidade. Iniciativas como o Viñedo Solar fazem parte de uma visão de longo prazo voltada para ampliar continuamente nosso conhecimento do vinhedo e fortalecer uma agricultura cada vez mais resiliente para as futuras gerações.

A expressão mais completa desse trabalho é o que chamamos de Arte da Composição. Cada parcela aporta caráter, estrutura, energia ou elegância, e nosso desafio consiste em combiná-las com precisão para refletir a melhor expressão de Puente Alto em cada safra.

Por isso, quando Don Melchor foi eleito o vinho Nº 1 do mundo, entendemos esse reconhecimento como muito mais do que a consagração de uma safra excepcional. Foi também a confirmação do extraordinário potencial do Chile para produzir Cabernet Sauvignon de classe mundial.

No entanto, nenhum reconhecimento altera o essencial. Cada nova colheita nos apresenta o mesmo desafio: compreender o vinhedo com maior profundidade, interpretar o terroir com ainda mais precisão e continuar revelando tudo o que essa origem extraordinária é capaz de expressar.

Porque a excelência não é um objetivo que se alcança apenas uma vez. É uma busca permanente. E talvez essa seja uma das maiores lições deste ofício: sempre há algo novo para aprender.

Alpasión traz para o Brasil vinhos versáteis e descomplicados da linha La Huella

Produzida em Los Chacayes, em Mendoza, a coleção reúne um tinto e um branco da uva malbec, com perfil versátil e proposta voltada a ocasiões informais

A Alpasión amplia seu portfólio no Brasil com a chegada da linha La Huella, coleção que representa o lado mais leve, jovem e descontraído da vinícola argentina. A novidade desembarca no país com dois rótulos, um Malbec tinto e um Malbec Branco, reforçando a proposta de ampliar as ocasiões de consumo dentro do universo do vinho.

Além dos novos rótulos, a chegada de La Huella ao Brasil reforça o posicionamento da Alpasión ligado ao lifestyle, reconhecida internacionalmente por unir vinho, hospitalidade, gastronomia e experiências no coração do Valle de Uco. Os vinhos La Huella chegam ao mercado brasileiro como parte da estratégia de ter um portfólio premium cada vez mais completo, com a coleção sendo uma alternativa para consumidores que buscam vinhos versáteis para momentos espontâneos, com a garantia da origem e da qualidade do terroir argentino.

A linha já foi lançada nos Estados Unidos e na Europa, onde teve boa aceitação entre consumidores e parceiros comerciais. Um dos destaques do lançamento é o Malbec branco, estilo que o consumidor brasileiro tem poucas opções, e que reforça o caráter contemporâneo da coleção. Elaborado a partir da uva malbec com colheita manual e uma vinificação cuidadosa em tanques de aço inoxidável, o vinho apresenta perfil leve, fresco, aromático, com média acidez e sedoso no paladar. Já o Malbec tinto apresenta frescor, aromas marcantes, taninos suaves e acidez equilibrada, características que reforçam a versatilidade da coleção.

Harmonização
Com perfil jovem e acessível no paladar, os vinhos da coleção foram desenvolvidos para situações descontraídas e com possibilidades diversas de harmonização, como encontros entre amigos e confraternizações em casa. A linha La Huella combina com diversos tipos de pratos, desde saladas, peixes, frutos do mar e pratos leves com frango até churrascos. “O La Huella foi pensado para momentos de convivência, em que o vinho acompanha a experiência de forma natural. São rótulos que transitam bem entre diferentes ocasiões e estilos de consumo”, afirma Ezequiel Manoni, enólogo da Alpasión.
A coleção está disponível pelo site da Alpawines e em restaurantes, lojas especializadas e outros pontos de venda selecionados. Preço sugerido ao consumidor: R$ 110.

Sobre a Alpasión
Fundada em 2009, a Alpasión é uma vinícola localizada no Valle de Uco, em Mendoza, na Argentina, uma das principais regiões produtoras de vinho do mundo. Seus vinhedos estão situados entre 1.200 e 1.300 metros de altitude, sob alta amplitude térmica, solos pedregosos e práticas de produção sustentável, condições que favorecem a elaboração de vinhos premium que expressam a pureza e a força do terroir andino. Composta por um grupo internacional de empreendedores, a história da Alpasión nasceu quando seus fundadores decidiram transformar a paixão compartilhada pelo vinho em um projeto concreto. Hoje, a vinícola conta com um portfólio de 13 rótulos, produz cerca de 250 mil garrafas por ano e está presente em 25 países. No Brasil, os vinhos da Alpasión são distribuídos pela importadora Alpawines.

Beba com moderação. Venda proibida para menores de 18 anos.

Setembro: mês do Bourbon com Woodford Reserve

Setembro é o mês do Bourbon: Woodford Reserve convida público a
descobrir a categoria em bares de todo o Brasil
Durante o mês, a marca convida o público a descobrir os sabores de Woodford Reserve Bourbon e Woodford Reserve Double Oaked em bares e restaurantes
selecionados de nove cidades brasileiras

Setembro é marcado pela celebração do Bourbon, uma das categorias mais emblemáticas do universo dos destilados, que desperta cada vez mais interesse entre consumidores interessados em descobrir diferentes estilos, processos de produção e possibilidades de consumo do whiskey. O Mês do Bourbon é celebrado anualmente em setembro para homenagear o bourbon como o destilado nativo dos Estados Unidos e reconhecer sua importância histórica e cultural.

Para celebrar o período, Woodford Reserve promove o Mês do Bourbon em bares e restaurantes de diferentes regiões do Brasil, convidando o público a experimentar duas expressões da marca: Woodford Reserve Bourbon e Woodford Reserve Double Oaked.

Produzido nos Estados Unidos, o Bourbon tem pelo menos 51% de milho em sua composição e é maturado em barris novos de carvalho carbonizado. Woodford Reserve é elaborado no Kentucky e trabalha cuidadosamente cinco fontes de sabor: água, grãos, fermentação, destilação e maturação. O resultado é um Bourbon complexo e equilibrado, com mais de 200 notas de sabor, que revelam diferentes camadas de complexidade a cada gole. Reconhecido pelo IWSR como o whiskey super premium número 1 do mundo, também se destaca pela versatilidade e pode ser apreciado puro, com gelo ou em clássicos da coquetelaria, como o Old Fashioned, em que ressalta todo o equilíbrio entre elegância, complexidade e personalidade.

A experiência ganha uma nova dimensão com o Woodford Reserve Double Oaked, primeiro whiskey Double Oaked disponível no mercado brasileiro. A expressão se tornou referência por seu inovador processo de dupla maturação, que amplia a riqueza de sabores e a complexidade do Bourbon original.

A complexidade do Woodford Double Oaked começa em seu processo de produção. Após envelhecer em barris de carvalho carbonizados, o whiskey passa por uma segunda etapa de maturação em um barril de carvalho especialmente preparado, submetido a uma tostagem profunda antes de receber uma leve carbonização. O processo extrai camadas adicionais de carvalho e resulta em uma expressão rica, encorpada e expressiva.

No aroma, o Double Oaked apresenta notas adocicadas, frutadas e de carvalho tostado. No paladar, revela uma combinação encorpada de baunilha, caramelo escuro, avelã, frutas e especiarias. O final é longo e cremoso, com toques persistentes de maçã caramelizada.

A iniciativa reúne estabelecimentos selecionados em São Paulo, Curitiba, Campinas, Ribeirão Preto, Salvador, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia e Rio de Janeiro, ampliando as oportunidades para que o público conheça diferentes sabores e possibilidades de consumo dentro do universo do Bourbon.

Confira os estabelecimentos participantes:

São Paulo
Caledônia Whisky & Co
Banqueta Moema
Skye Bar – Hotel Unique
Sylvester
Castelo Oculto

Curitiba
Olga

Campinas
Consagrados

Salvador
Purgatório

Belo Horizonte
Londres Hotel

Fortaleza
Coquetelitas

Goiânia
Giuli Osteria

Rio de Janeiro
NOSSO

A iniciativa reforça a proposta de Woodford Reserve de aproximar o consumidor brasileiro do universo do Bourbon por meio do sabor, ampliando as oportunidades de descoberta da categoria em bares e restaurantes, além de estimular a experimentação de diferentes expressões da marca. Da versatilidade do Woodford Reserve Bourbon à complexidade proporcionada pela dupla maturação do Double Oaked, a ação convida o público a explorar as diferentes nuances que fazem do Bourbon uma das categorias mais fascinantes do universo dos destilados.

Reconhecimentos

Reconhecida por sua excelência e relevância global na categoria, Woodford Reserve foi eleito o whiskey super premium número 1 do mundo, enquanto Woodford Reserve Double Oaked ocupa a segunda posição entre os American Whiskeys Ultra-Premium mais vendidos do mundo em volume, segundo o IWSR 2025.

Para mais informações, acesse Woodford Reserve.
Sobre Woodford Reserve
Produzido na mais antiga destilaria norte-americana, com mais de 200 anos, o Bourbon Woodford Reserve possui um dos mais tradicionais processos de produção, sendo triplamente destilado e maturado sob medida em barris de carvalho americano novos e queimados. Autêntico, Woodford Reserve confecciona seus próprios barris que têm o seu interior queimado justamente para aflorar as notas de caramelo provenientes da madeira. Ao longo de sua história, o produto foi premiado com três medalhas de ouro em competições renomadas do segmento de destilados. No Brasil, Júnior Oliveira é o embaixador da marca.

#WoodfordReserve @WoodfordReserve _br

Sobre a Brown-Forman
Em operação no Brasil desde agosto de 2010, a Brown-Forman é detentora de marcas como Jack Daniel’s – com o tradicional Old Nº 07, os saborizados Honey, Fire, Apple e Blackberry, além dos super premium Gentleman Jack, Bonded Series, Single Barrel e Sinatra Select –, Woodford Reserve, Fords Gin, Gin Mare e as tequilas el Jimador e Herradura. A multinacional está entre as cinco maiores empresas do segmento de bebidas do mundo e seu portfólio é vendido em mais de 170 países. Fundada em 1870 por George Garvin Brown, em Louisville, no estado americano do Kentucky, onde mantém sua sede, possui mais de 5.400 funcionários em todo o mundo.

200 bares entram no clima do bourbon com Jim Beam e Maker’s Mark

Jim Beam e Maker’s Mark promovem a 6ª edição do Circuito Bourbon com mais de 200 bares participantes em todo o Brasil
Maior iniciativa dedicada à cultura do bourbon no país retorna em agosto com experiências exclusivas, drinques especiais e brindes em bares de diferentes capitais brasileiras

Divulgação: Txai Resort Itacaré
Pelo sexto ano consecutivo, Jim Beam e Maker’s Mark, marcas do portfólio da Suntory Global Spirits, promovem o Circuito Bourbon. Em 2026, a iniciativa reúne mais de 200 bares em São Paulo, Campinas e região, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia, Florianópolis, Curitiba, Balneário Camboriú, Brasília e Anápolis, com programações especiais que incluem drinques exclusivos e ações promocionais dedicadas ao destilado americano.

Entre agosto e setembro, os consumidores poderão explorar uma seleção de drinques exclusivos com Jim Beam, disponíveis entre R$ 35 e R$ 45, e coquetéis elaborados com Maker’s Mark, com preços entre R$ 40 e R$ 50, além de participar de ativações especiais e ações promocionais nos bares participantes.

Durante o Circuito, os consumidores poderão experimentar drinques exclusivos, receitas autorais e releituras de clássicos elaborados pelos bares participantes. A programação ainda contará com ativações especiais das marcas, brindes diferenciados e experiências desenhadas para aproximar o público desse universo de forma acessível e descomplicada.

Esse movimento acompanha um momento de forte expansão do segmento no Brasil. Segundo a IWSR, o país já é o principal mercado da América Latina e o maior responsável pelo crescimento regional.

“O Circuito cresceu junto com o interesse do brasileiro pela categoria. Hoje, vemos consumidores mais curiosos, bares apostando em novas cartas e bartenders explorando diferentes possibilidades de drinques. Jim Beam tem um papel importante nesse movimento e o circuito é uma oportunidade de levar essa experiência para ainda mais pessoas”, afirma Tatiana Turquete, Head de Marketing da Suntory Global Spirits.

À frente da iniciativa, Jim Beam, o Bourbon Nº1 do Mundo e produzido há mais de 230 anos pela família Beam, assume protagonismo na edição de 2026 com uma seleção de drinques elaborados com Jim Beam White, Jim Beam Black Cherry, Jim Beam Apple e Jim Beam Honey, reforçando a presença da marca nos bares e sua conexão com diferentes estilos de consumo.

Como parte da experiência, ao pedir um drinque participante da marca, o consumidor ganha um brinde exclusivo da marca, prolongando o momento para além do balcão.

Já Maker’s Mark, reconhecido mundialmente por sua produção artesanal e pela icônica cera vermelha aplicada manualmente em cada garrafa, apresenta uma ativação dedicada a um dos grandes clássicos da coquetelaria: o Whiskey Sour.

Em bares selecionados, a marca será protagonista de uma carta especial com releituras exclusivas do clássico, explorando diferentes perfis e combinações criadas especialmente para a ação. Na compra de dois drinques, o consumidor ganha um copo exclusivo com a cera icônica da marca.

Produzidos no Kentucky, berço do bourbon americano, Jim Beam e Maker’s Mark representam diferentes estilos dentro da categoria, unindo tradição, autenticidade e forte presença na coquetelaria internacional. Enquanto Jim Beam se destaca pela versatilidade, drinks refrescantes e amplo portfólio, Maker’s Mark reforça sua assinatura artesanal e seu perfil mais macio, resultado do uso do trigo vermelho de inverno em sua receita.

A edição de 2026 reforça o papel do Circuito como a principal plataforma de experimentação da categoria no país, aproximando novos consumidores e consolidando um momento já aguardado pelo mercado e pelos apreciadores da coquetelaria. A expectativa é que milhares de pessoas passem pelos bares participantes para descobrir novos drinques, revisitar clássicos e viver uma experiência disponível por tempo limitado.

Confira alguns dos bares participantes do Circuito Bourbon 2026

*A relação de estabelecimentos pode sofrer modificações e os produtos estão condicionados à disponibilidade

São Paulo

Jim Beam
Almanaque Urbano (Pinheiros)
Cordial (República)
Bar Bagaceira (Vila Buarque)
Mãe Joana (Bom Retiro)
Soroko’s Bar (Consolação)
Beer Rock Club (Ipiranga)
Biras Bar (Mirandópolis)
Bar do Malandro (Vila Baruel)
Central Barra Funda (Barra Funda)

Maker’s Mark
Caso (Pinheiros)
Cascasse (Pompéia)
Lágrima (República)
Fel (República)
Matiz (República)
Koya (Vila Buarque)
Picco (Pinheiros)
Coda Bar (Vila Buarque)
Água e Biscoito (Barra Funda)

Campinas e região

Jim Beam
Bodegon (Vinhedo)

Maker’s Mark
RUSTY American Bar (Campinas)
Ox Meat and Beer (Campinas)
Casa Mono (Campinas)
Memória Bar (Campinas)
Leggero Restaurante (Campinas)

Rio de Janeiro

Jim Beam
BBQ Lagoa (Lagoa)
Satay Bar (Botafogo)
Bar Bukowski (Botafogo)
Explorer Bar (Santa Teresa)

Maker’s Mark
Liz Cocktail & Wine (Leblon)
Blue Blazer (Botafogo)
Arp Bar (Arpoador)
Quitéria (Ipanema)
Mizu Izakaya Gastrobar (Botafogo)

Belo Horizonte

Jim Beam
Monka (Lourdes)
Avra (Lourdes)
Canto de Mainha (Buritis)

Maker’s Mark
Madame Geneva (Luxemburgo)
Mina Jazz Bar (Centro)
Whisper Bar e Lounge (Lourdes)
Bar Chika (Savassi)
Tom Cozinha (Centro)

Florianópolis | Curitiba | Balneário Camboriú

Jim Beam
Céu de Floripa (Florianópolis)
Ateliê 389 (Florianópolis)
Savas Bar (Florianópolis)
Maker’s Mark
Gran Cigar Lounge (Florianópolis)
Continental Cocktails (Curitiba)
Depósito Cocktail Bar (Balneário Camboriú)

Goiânia

Jim Beam
Biras Bar
Birinhas
Seu Coutinho
Maria Garrafinhas
Zé Latinhas

Maker’s Mark
Zimbro Cocktails & Co.
ELO Lab.Taste
Briga de Galo

Brasília

Maker’s Mark
Traçado Bar
Faro Restaurante
Almeria Restaurante

Anápolis

Jim Beam
Cervo BBQ SteakHouse
The Bear
Maker’s Mark
Hopsland Micropub

A lista completa de bares participantes e drinques poderá ser consultada nas redes sociais das marcas e está sujeita a alterações ao longo do Circuito Bourbon:

@jimbeambr

Sobre Jim Beam

Jim Beam é o bourbon mais vendido do mundo, elaborado por oito gerações da mesma família, desde 1795. Fred Noe e Freddie Noe, Master Distillers da 7ª e 8ª geração, seguem fiéis à receita familiar, mantendo a tradição há 230 anos. No Brasil, o portfólio inclui Jim Beam White, Jim Beam Black 7 anos, Jim Beam Black Cherry, Jim Beam Apple, Jim Beam Honey e Jim Beam Rye.

Sobre Maker’s Mark

Maker's Mark é o primeiro bourbon super premium do mundo, conhecido por sua rica herança e compromisso com as técnicas tradicionais de fabricação da bebida. A marca que produz bourbon há mais de 60 anos, foi co-criada em 1953 por Bill Samuels Sr e sua esposa Margie Samuel, no Kentucky - Estados Unidos.

Sua receita reúne além dos tradicionais ingredientes milho e cevada, trigo de inverno vermelho (item que garante a doçura deste Bourbon) e é envelhecido pelo período de 5 a 7 anos em barris virgens de carvalho. Feitos artesanalmente até os dias atuais, sua embalagem icônica é marcada pelo lacre de cera vermelho, fruto do olhar de Margie Samuels - primeira mulher a entrar no Kentucky Bourbon Hall of Fame (Hall da Fama do Bourbon de Kentucky) e que se tornou referência no mundo dos whiskies.

Sobre a Suntory Global Spirits

Com sede em Nova York, a Suntory Global Spirits é uma subsidiária da Suntory Holdings Limited, do Japão. Presente em quase 30 países, a empresa surgiu em 2014, quando a Suntory, líder japonesa na fabricação de bebidas, adquiriu a produtora de whiskies Beam Inc. Atualmente, emprega cerca de 6 mil funcionários em escritórios, destilarias e vendas e tem seus produtos à venda em 69 países.

No Brasil, onde mantém operação própria desde 2019, a Suntory distribui os bourbons Jim Beam e Maker’s Mark, os whiskies japoneses Yamazaki, Hakushu, Hibiki e Chita e o gim espanhol Larios, entre outras marcas de alcance global.

Menin Douro Estates participa pela primeira vez do Wine Locals Festival

Com presença cada vez maior no mercado brasileiro, vinícola portuguesa apresenta diferentes expressões do Douro durante o festival

Divulgação: Menin Douro Estates
São Paulo, setembro de 2026 - A Menin Douro Estates participa pela primeira vez do Wine Locals Festival, que acontece nos dias 11 e 12 de setembro, na Finca 5062, em São Paulo. A presença no evento faz parte do movimento de expansão da vinícola no mercado brasileiro, aproximando a marca de consumidores, profissionais e apreciadores de vinho no país.

Durante o festival, a vinícola apresentará uma seleção de vinhos que percorre diferentes estilos e expressões do Douro, incluindo Menin Branco, Menin Reserva Branco, Menin Tinto, Menin Grande Reserva Tinto e Porto Tawny 10 Anos. A proposta é mostrar ao público a diversidade da região a partir de rótulos que vão dos brancos frescos e equilibrados aos tintos de maior estrutura, além de uma das expressões mais tradicionais dos vinhos portugueses.

“O Brasil é um mercado muito importante para nós e temos trabalhado para ampliar cada vez mais nossa presença por aqui. Estar no Wine Locals representa justamente esse movimento: queremos nos aproximar do público, apresentar nossos vinhos e mostrar diferentes facetas do Douro, uma região que tem uma identidade muito particular e uma enorme diversidade”, afirma Eduardo Pires, diretor comercial da Menin Company no Brasil.

Ao longo dos dois dias, o Wine Locals Festival reunirá produtores e amantes do vinho em uma programação dedicada à descoberta de diferentes rótulos e terroirs. A expectativa é receber cerca de 400 pessoas por dia, com atividades das 18h às 23h no dia 11 de setembro e das 17h às 22h no dia 12 de setembro.

Serviço - Wine Locals Festival

Data: 11 e 12 de setembro de 2026
Horário: 11/09, das 18h às 23h; 12/09, das 17h às 22h
Local: Finca 5062 – São Paulo, SP
Público esperado: 400 pessoas por dia

Sobre a Menin Company

A Menin Company nasceu de um sonho: produzir grandes vinhos do Douro e levá-los ao mundo. Esse sonho tornou-se realidade em 2018 pelas mãos de Rubens Menin, um dos maiores empresários brasileiros, com um vasto portfólio de negócios, que vai do setor financeiro à maior construtora do continente americano.
A Menin Company é proprietária dos vinhos Menin Douro Estates, produzidos em Gouvinhas, na região do Cima Corgo, e dos vinhos H.O Horta Osório, provenientes de vinhas na região do Baixo Corgo, em Santa Marta de Penaguião.
A filosofia é a mesma em ambas as marcas e é reforçada pela visão da diretora-geral da empresa, Fásia Braga: produzir vinhos de alta gama que expressem o terroir duriense, privilegiando a qualidade em vez da quantidade. Esse trabalho tem se refletido em importantes reconhecimentos nacionais e internacionais. Em 2026, o vinho Maria Fernanda 2021 foi considerado o melhor tinto por um painel de 14 especialistas da Revista de Vinhos, enquanto o Rubens Menin Very Very Old Port recebeu a pontuação máxima de 100 pontos da mesma publicação. No mesmo ano, o Menin Porto Tawny 80 Anos conquistou 98 pontos no International Wine Challenge (IWC), a maior pontuação para um vinho do porto atribuída na história do concurso, figurando entre os dois vinhos mais bem avaliados da edição.
Em 2025, destacaram-se as pontuações dos vinhos do Porto da empresa, com 19 pontos em 20 atribuídos por Jancis Robinson ao Porto Branco 50 Anos. A estreia nos vinhos do Porto também foi marcada pelo Menin Porto Vintage 2020, eleito o melhor vinho português em uma das mais prestigiadas competições do setor, o International Wine Challenge, ao conquistar 96 pontos, Medalha de Ouro e os troféus "Port" e "Vintage Port".
Anteriormente, a Menin Douro Estates foi eleita Produtor do Ano 2023 pela revista Grandes Escolhas. Em 2022, Rubens Menin foi reconhecido como Personalidade do Ano no Brasil pela Revista de Vinhos e o vinho Dona Beatriz 2019 recebeu o Prémio de Excelência da publicação.

Menin Company
Menin Company
N 322-2 Km 20 5060-056 Gouvinhas Sabrosa, Portugal
E-mail: geral@menin.pt
Site: https://menin.pt/
Instagram Menin Company: https://www.instagram.com/menin.company/
Menin Douro Estates: https://www.instagram.com/menindouroestates/
Horta Osório: https://www.instagram.com/ho.dourowines/

Santa Helena moderniza embalagens e disponibiliza novas versões neste mês

Redesign começou com o design dos pacotes de lançamentos e, agora, chega a todo portfólio de snacks, primeiro naqueles com até 200g

Em um processo de modernização e para estabelecer elementos visuais que identifiquem as linhas de snacks salgados, a Santa Helena Alimentos leva ao mercado já neste mês as novas embalagens dos produtos tradicionais e conhecidos do público. O processo de redesign foi iniciado com os lançamentos e, agora, ganha sequência para todo esse portfólio da companhia.

Pacotes com até 200g serão os primeiros a serem entregues na nova identidade visual. Em comum, vagens de amendoim estamparão toda a linha, inclusive reforçando o endosso da marca-mãe Santa Helena. As cores e os logos serão mantidos.

Hoje, o portfólio de snacks da companhia conta com Mendorato, Crokíssimo, Amíndus e as bandejas de Aperitivos – estas mesclam em uma mesma embalagem diferentes tipos e sabores. A partir de novembro, a empresa inicia a distribuição das demais gramaturas dos itens em versão renovada.

Outra mudança, que faz parte do processo iniciado para acompanhar as tendências de mercado, é a integração de Grelhaditos, o verdinho à linha Amíndus. Com o diferencial de ofertar sabores que harmonizam com cervejas artesanais, já fazem parte da marca os sabores Bacon; Cebola; Mostarda e mel; Pimenta com limão; além do torrado sem sal.

A campanha para informar o público sobre a nova identidade das linhas de snacks será feita nos perfis das marcas nas redes sociais e também por meio de materiais de comunicação nos pontos de vendas físicos.

Mais informações sobre a companhia podem ser consultadas no endereçowww.santahelena.com. No Instagram, saiba mais pelo perfil @santahelenaalimentos.

Feira da Louça Gourmet reúne chefs premiados 

Participantes terão a oportunidade de acompanhar de perto o preparo de pratos exclusivos, aprender técnicas culinárias e conhecer histórias que unem gastronomia, tradição e cultura

A gastronomia de excelência voltará a ocupar lugar de destaque na 33ª Feira da Louça de Campo Largo, que acontece de 03 a 13 de setembro no City Center Outlet Premium. A segunda edição da Feira da Louça Gourmet reunirá alguns dos principais nomes da culinária brasileira, incluindo o retorno do chef Claude Troisgros, em uma programação gratuita que promete aproximar o público dos bastidores da cozinha profissional, das tradições gastronômicas e dos ingredientes que fazem parte da identidade paranaense.
Realizada pelo Sindilouça em parceria com o Sebrae e o Senac, a ação nasceu para fortalecer a conexão entre território, gastronomia e identidade cultural. Mais do que assistir a uma receita sendo preparada, os participantes terão a oportunidade de aprender técnicas, conhecer histórias e acompanhar de perto chefs que se tornaram referência em suas áreas de atuação.
As aulas serão abertas ao público. As vagas para as aulas-show promovidas pelo Sindilouça e Sebrae serão mediante inscrição gratuita pelo Sympla, com até 70 vagas disponíveis por dia - a partir de sexta-feira (28) a cada dia uma aula será liberada para inscrição. Para as aulas realizadas pelo Senac a partir de 04 de setembro, cerca de três por dia, as vagas são conforme disponibilidade no horário, sem inscrição prévia. Toda a agenda está disponível no site do evento . A expectativa é repetir o sucesso da primeira edição, realizada em 2025, quando algumas apresentações atraíram visitantes de diferentes cidades e até de outros estados.
Além disso, o evento prioriza a utilização de ingredientes paranaenses com Indicação Geográfica, valorizando produtos que carregam história, tradição e origem certificada. Os pratos serão apresentados em louças produzidas em Campo Largo, reforçando a ligação entre a gastronomia e a cidade que recentemente conquistou o título de Capital Nacional da Louça. “A proposta da Feira da Louça Gourmet é mostrar que a louça vai muito além da mesa posta. Ela faz parte da experiência gastronômica, da apresentação dos pratos e da valorização dos ingredientes. Reunimos profissionais de diferentes estilos e trajetórias para proporcionar ao público uma experiência única de aprendizado, cultura e sabor”, destaca Fábio Germano, presidente do Sindilouça.
“Em sua terceira edição no outlet, a feira ganhou ainda mais visibilidade, celebrando a força da união entre indústria e varejo. Sediar novamente esse momento, agora como Capital Nacional da Louça, torna essa edição ainda mais especial e histórica. Para nós, é uma satisfação fazer parte desse movimento, aproximando a indústria do consumidor e contribuindo para dar ainda mais visibilidade a Campo Largo, à sua produção e ao seu potencial”, afirma a gerente de marketing do City Center Outlet Premium, Fernanda Hickson.

Do MasterChef para a Feira da Louça
A programação começa no dia 05 de setembro com o chef confeiteiro Johnlee Steinsack, proprietário da premiada Délices de Sucre, eleita por dois anos consecutivos a melhor confeitaria de Curitiba pelo Prêmio Bom Gourmet. Natural de Caxias do Sul (RS), Johnlee estudou cozinha e confeitaria em Buenos Aires e encontrou na confeitaria francesa sua principal inspiração, sem abrir mão do paladar brasileiro. Em 2025, ganhou projeção nacional ao participar do MasterChef Confeitaria, da Band, consolidando-se como um dos principais nomes da confeitaria paranaense.
Quem também participa do evento é o chef Vitor Bourguignon, vencedor do MasterChef: A Revanche, exibido pela Band em 2019 e participante da quarta temporada do programa. A aula com ele acontece no dia 09 de setembro. Reconhecido por sua habilidade com carnes e pela valorização do ingrediente como protagonista do prato, Vitor comanda o Boi and Beer, operação que une açougue moderno, steakhouse e bar em uma proposta focada em técnica, simplicidade e excelência na execução.

Campo-larguenses comandam a cozinha
No dia 06 de setembro, quem assume a cozinha é a chef Nathália Pianaro, proprietária do restaurante Peixe Elétrico, em Campo Largo, criadora de conteúdo gastronômico e uma das profissionais mais reconhecidas da região. Com mais de 150 mil seguidores nas redes sociais, Nathália participou da primeira edição da Feira da Louça Gourmet, quando apresentou uma releitura do tradicional tiramisù utilizando ingredientes paranaenses, como café de Mandaguari e queijo colonial de Witmarsum, e sua apresentação atraiu inclusive visitantes vindos de outros estados, motivados pelo trabalho que ela desenvolve nas redes sociais.
De Campo Largo também participa a influenciadora campo-larguense Amandha Louise, no dia 07 de setembro. Com mais de um milhão de seguidores no Instagram, ela se tornou referência ao apresentar receitas práticas e acessíveis, capazes de serem reproduzidas facilmente em casa. Empreendedora à frente da marca Popterie, especializada em pipocas gourmet, Amandha já participou da primeira edição da Feira da Louça Gourmet, quando fez a clássica Carne de Onça. Além da forte presença digital, Amandha possui uma ligação especial com a história da louça em Campo Largo, pois ela é neta de Hans Schmidt, fundador da tradicional marca de louças que levou o sobrenome da família e conquistou reconhecimento internacional.
No dia 10, o influenciador gastronômico Ademir Martinez retornará à Feira da Louça Gourmet. O campo-larguense, que tem mais de 200 mil seguidores no Instagram, foi um dos destaques da edição de estreia do evento em 2025, quando apresentou o tradicional Entrevero de Pinhão utilizando ingredientes paranaenses com Indicação Geográfica. Conhecido por seu estilo descontraído e pela capacidade de envolver o público, ele combinará o conhecimento culinário, entretenimento e valorização da gastronomia regional em mais uma edição.
Croissant de grandes redes de café vai ser a receita do chef Júnior Stelita, à frente da Vienô Food Service. O gastrólogo e empresário, apaixonado pelo universo da panificação e da viennoiserie, vem de uma trajetória de grande experiência e conseguiu atingir um sabor e consistência que são grandes diferenciais. Ele transformou anos de cozinha e estudo para unir técnica, tradição e propósito com sua própria empresa, para criar memórias e conectar pessoas por meio dos alimentos. Ele comandará a aula no dia 12 de setembro.

Celebração da gastronomia paranaense
No dia 08 de setembro, a programação reúne alguns dos principais nomes da gastronomia do Paraná em uma aula especial comandada por Celso Freire que trará convidados especiais. Considerado um dos grandes nomes da gastronomia brasileira, Celso Freire acumula mais de quatro décadas de carreira, inúmeros reconhecimentos e uma trajetória marcada pela valorização dos ingredientes brasileiros. Conhecido como o “chef dos chefs”, ele foi responsável pela formação de gerações de profissionais da gastronomia. Ao seu lado estará a chef Gabriela Freire, sua filha, que representa uma nova geração da cozinha brasileira, combinando inovação, técnica e criatividade.
A programação contará com Igor Marquesini, do Restaurante Igor e que já passou por cozinhas renomadas no Brasil, Itália e Estados Unidos, incluindo experiências no Piccolo Lago, na Itália, no Annisa, em Nova York, e no restaurante Manu, em Curitiba. Também participa da aula a chef Claudia Dotti, do Restaurante Rosa Thai, e tem uma trajetória que inclui especialização em Bangkok, na tradicional escola Blue Elephant, referência mundial em gastronomia tailandesa. Sua cozinha é marcada pela combinação de técnica, afeto e experiências construídas ao longo de uma carreira dedicada à descoberta de sabores e culturas.

Referências na gastronomia mundial
No dia 11 de setembro, mais uma noite memorável com o chef Claude Troisgros, um dos nomes mais reconhecidos da gastronomia nacional. Nascido na França e radicado no Brasil desde 1979, Claude construiu uma trajetória marcada pela união entre técnicas francesas e ingredientes brasileiros. Atualmente, é chef e proprietário do restaurante Chez Claude, no Rio de Janeiro, que integra a seleção internacional 50 Best Discovery.
Encerrando a programação, no dia 12 de setembro, o Senac traz a chef Manu Buffara, com uma das trajetórias mais respeitadas da gastronomia contemporânea. Eleita a Melhor Chef Mulher da América Latina em 2022 pela Academia 50 Best, Manu é reconhecida internacionalmente por sua cozinha autoral baseada em ingredientes sazonais, sustentabilidade e valorização dos produtores locais. Fundadora do restaurante Manu, em Curitiba, ela transformou um espaço intimista em uma referência mundial da alta gastronomia, ajudando a projetar a capital paranaense internacionalmente.
O evento é realizado pelo Sindilouça, tem o patrocínio da Prefeitura Municipal de Campo Largo, do Sistema Fecomércio PR, do Sistema Fiep, Sebrae, da Compagás, Cocel, do BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e Caixa Econômica Federal; apoio da Secretaria de Turismo do Estado do Paraná, do Senac, City Center Outlet Premium e Clarim Imóveis; e promoção da RPC.

Serviço
33ª Feira da Louça de Campo Largo
Dia 03/09 das 17h às 22h, de 04 a 13/09 das 10h às 22h.
Local: City Center Outlet Premium – Rua João Bertoja, 1995, Itaqui de Cima – Campo Largo. Entrada e estacionamento gratuitos.
Feira da Louça Gourmet: aulas promovidas pelo Sindilouça com participação gratuita mediante inscrição pelo Sympla. Programação completa no site

DUAS PONTAS DO MAPA: A ESPANHA QUE A WORLD WINE ACABA DE TRAZER PARA O BRASIL

Quando alguém diz “vinho espanhol”, o reflexo mental costuma parar em Rioja, Ribera del Duero, talvez Priorat. É uma Espanha real, mas é só uma fatia dela. A que a World Wine acaba de trazer para o portfólio mora nas bordas do mapa: uma ilha vulcânica no meio do Atlântico, mais perto da África do que de Madri, e uma esquina verde e chuvosa do País Basco onde o vinho cresce literalmente na sombra de um restaurante três estrelas Michelin. São a Viñátigo e a Gorka Izagirre — dois nomes que ainda soam desconhecidos por aqui, e que deveriam parar de ser. Regiões nada convencionais mas que revelam expressões inusitadas, em linha com a aposta da importadora de abraçar a diversidade em seu portfólio.

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Vinãtigo prova que resgatar variedades que já tinham praticamente sumido dos vinhedos pode ser também uma vantagem competitiva. Foto Divulgação World Wine
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O inusitado acesso à Bodega, simulando a entrada dentro da cratera de um vulcão. Foto Divulgação World Wine

Viñátigo: o vinho que nasceu de um resgate
Tenerife não faz parte do roteiro clássico do vinho, mas talvez devesse: é uma ilha vulcânica varrida pelos ventos Alísios, com solos negros formados por erupções de dez milhões de anos e vinhas centenárias que nunca precisaram de enxerto — a filoxera, praga que dizimou quase toda a viticultura europeia no século XIX, simplesmente nunca chegou até lá. O resultado é uma coleção de castas que não existem em mais nenhum lugar do planeta, cultivadas do jeito antigo, em vasos e parreiras baixas, driblando ventos fortes e encostas quase verticais.
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Listan Blanco de Canarias: salino, tenso e mineral. Foto divulgação World Wine. R$ 360. Foto Divulgação World Wine
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Listán Negro é a leitura vulcânica de um tinto: fluido, de taninos finos e acidez vibrante, com fruta vermelha fresca, ervas secas e um fumê discreto que vem do breve (e comedido) contato com carvalho francês sem tosta. R$ 360. Foto Divulgação World Wine

Quem transformou isso em vinho — e quase sozinho evitou que boa parte dessas castas desaparecesse de vez — foi Juan Jesús Méndez, à frente da Viñátigo desde 1990 e hoje também presidente da denominação de origem das Ilhas Canárias. O trabalho da bodega sempre foi menos sobre “fazer um bom vinho” e mais sobre arqueologia líquida: resgatar variedades que já tinham praticamente sumido dos vinhedos e provar que identidade pode ser, também, uma vantagem competitiva.
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Ensamblaje Tinto, quase um museu vivo engarrafado. R$ 694

O portfólio que chega ao Brasil mostra bem esse espírito. O Listán Blanco de Canarias é a casta mais emblemática do arquipélago, e aqui aparece salino, tenso e mineral, com notas de erva-doce, frutos secos e folha de figueira — um branco que carrega no nariz a sensação exata de estar em frente ao mar batido pelo vento.

Já o Listán Negro é a leitura vulcânica de um tinto: fluido, de taninos finos e acidez vibrante, com fruta vermelha fresca, ervas secas e um fumê discreto que vem do breve (e comedido) contato com carvalho francês sem tosta. E no topo está o Ensamblaje Tinto, quase um museu vivo engarrafado — reúne castas quase extintas como Baboso Negro, Negramoll, Tintilla e Listán Prieto num corte complexo, de fruta escura, especiarias, chá preto e aquela pedra vulcânica que parece impossível descrever até você provar e entender exatamente do que se trata.
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Vinhedos Gorka, no país Basco. Foto Divulgação World Wine

Gorka Izagirre: o txakoli que virou vizinho de um três-estrelas

Se a Viñátigo é sobre resgate, a Gorka Izagirre é sobre reputação. Txakoli sempre teve fama de vinho de praia — leve, ligeiramente agulhado, para tomar sem pensar muito. A bodega, instalada em Larrabetzu, no País Basco, ajudou a mudar essa conversa, e não por acaso: fica literalmente ao pé do Azurmendi, o restaurante três estrelas Michelin do chef Eneko Atxa, sobrinho de Gorka Izagirre, fundador da casa. Vinho e alta gastronomia nasceram ali lado a lado, quase como sócios.
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Vinho Gorka Izagirre Blanco: R$ 239
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Gorka Izagirre Ilun, R$309

As castas também são autóctones e praticamente exclusivas do País Basco — Hondarrabi Zuri, Hondarrabi Zerratia e a rara Hondarrabi Beltza —, cultivadas em pequenas parcelas espalhadas por vales com solos e microclimas próprios. O rótulo de entrada, batizado com o próprio nome da bodega, une metade Zuri e metade Zerratia colhidas em trinta hectares e dez parcelas diferentes, vinificadas separadamente antes da montagem final: um branco fresco, alegre e aromático, com maçã, toques florais e um fundo cítrico que engana pela leveza — tem corpo e estrutura de sobra.
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G22: cem por cento Hondarrabi Zerratia, envelhecido sobre as próprias borras por meses, ganhando camadas de pera, toranja, flores brancas e notas quase de confeitaria. R$ 309

Já o G22 é a versão mais séria da mesma uva: cem por cento Hondarrabi Zerratia, envelhecido sobre as próprias borras por meses, ganhando camadas de pera, toranja, flores brancas e notas quase de confeitaria que só a paciência na adega consegue construir. E para quem acha que já viu de tudo em txakoli, existe o Ilun — “escuro” ou “deus da noite” em euskera —, tinto raríssimo feito inteiramente da quase desconhecida Hondarrabi Beltza, leve, floral, especiado e surpreendentemente fácil de amar, ainda que ninguém mais no mundo esteja engarrafando essa uva com tanta convicção.

Vale registrar, de passagem, que uma das criações da mesma família — o “42 by Eneko Atxa” — já foi eleito o melhor vinho branco do mundo no Concurso Mundial de Bruxelas de 2019. Não é o vinho que chega agora ao Brasil, mas é a prova de que a vizinhança com um três-estrelas não é só golpe de marketing: é ofício mesmo.

Duas pontas do mapa, um mesmo instinto
O que une essas duas bodegas, apesar da distância de quase três mil quilômetros entre elas, é uma teimosia parecida: em vez de plantar Cabernet ou Chardonnay para agradar o mundo, ambas escolheram proteger — e provar — o que só existe ali. Para quem está começando a beber vinho, isso se traduz em taças frescas, frutadas e fáceis de gostar de cara. Para quem já bebeu de tudo, é a chance rara de provar castas que não cabem em nenhuma prateleira convencional. A Espanha que a World Wine está trazendo agora não é a Espanha óbvia — é a mais interessante.

Sobre a World Wine
A World Wine, fundada em 1999, é o braço de vinhos premium e de luxo do Grupo La Pastina. Com portfólio de mais de 450 produtores e cerca de 270 marcas exclusivas de 17 países, destaca-se como uma das principais importadoras de vinhos franceses premium no Brasil. Conta com 20 lojas próprias e cobertura nacional via representantes e e-commerce. Sua operação inclui centro de distribuição climatizado com padrão internacional. Atua como referência em curadoria, formação de mercado e cultura do vinho no país.

Onde encontrar: rótulos à venda nas 19 lojas World Wine espalhadas pelas principais cidades brasileiras e no ecommerce www.worldwine.com.br com entrega para todo o Brasil.

Carioca vence a Campari Bartender Competition Latam 2026

Cassiano Melo, do Spirit, no Rio de Janeiro, conquistou o título na final realizada no México e levou o Brasil ao topo da principal competição de bartenders da Campari na América Latina
O Brasil está no topo da coquetelaria latino-americana. O carioca Cassiano Melo, bartender do Spirit, bar do Hotel Fairmont, no Rio de Janeiro, venceu a Campari Bartender Competition Latam 2026, que reuniu profissionais de diferentes países da América Latina no México, no último dia 24.

Cassiano conquistou o título com o Cíclico, criação que combina Campari, gin zero reestruturado, Jerez com cambuci, bitter de amburana, spray de mezcal e conhaque de alcatrão. O coquetel também foi responsável pela vitória do bartender na etapa brasileira da competição, realizada em junho.

“Esse título representa muito trabalho e dedicação. Ganhar no Brasil já tinha sido especial, mas levar o Cíclico para uma competição desse nível e voltar para casa com o primeiro lugar é um orgulho enorme”, afirma Cassiano.

O argentino Manu Alba (@manu_alba8) ficou com o segundo lugar, apresentando o Ultrasonido. A terceira colocação foi conquistada por Julián Rodríguez (@julianes1000), da República Dominicana, com o drinque Renascimento.

Com a vitória, Cassiano passa a integrar o grupo de Embaixadores da Campari. O resultado também reforça a presença do país entre as referências da coquetelaria latino-americana.

#CBC2026 #CampariAcademyBR
Sobre o Grupo Campari - Fundado em 1860, é hoje o sexto maior player mundial na indústria de destilados premium. Com um portfólio composto por mais de 70 marcas premium e super premium como Aperol, Campari, SKYY, Wild Turkey, Frangélico, Grand Marnier, Espolòn, Courvoisier e Appleton Estate, o Grupo opera em mais de 190 países ao redor do planeta, com posições de liderança na Europa e nas Américas. Com sede em Milão, Itália, o Grupo Campari emprega aproximadamente 4.900 pessoas. A estratégia de crescimento do Grupo Campari visa combinar crescimento orgânico através da construção de marcas fortes e crescimento externo via aquisições seletivas de marcas e negócios.

Roadshow I Love Italian Wines Roadshow I Love Italian Wines apresenta, em setembro, cerca de 60 expositores e vinhos inéditos para o mercado brasileiro

Inscrições para os eventos já estão abertas

Compradores de bares, hotéis, restaurantes, supermercados, empórios, distribuidoras e importadoras, interessados em conhecer ou revisitar o melhor da produção vinícola italiana, vão ter uma oportunidade única para isso em setembro, quando serão realizados os roadshows I Love Italian Wines.

Organizados pela ICE - Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas (ITA – Italian Trade Agency), que atua no exterior como Departamento para a Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália, em parceria com as feiras Vinitaly e a Wine South America, os eventos vão passar por quatro capitais: Brasília, no dia 11 de setembro, Rio de Janeiro (14/9), São Paulo (16/9) e Curitiba (18/9).

A programação inclui degustações de vinhos, muitos dos quais ainda inéditos no Brasil, e masterclasses que serão conduzidas por profissionais reconhecidos no Brasil e no exterior por seu conhecimento e experiência nesse mercado. É o caso de Mário Márcio Lescano Júnior, Italian Wine Ambassador pela Vinitaly International Academy e Chief Academic Officer da International Sommelier Guild (Brasília); Marcelo Copello, um dos principais críticos e curadores de vinhos do País (Rio de Janeiro); Jorge Lucki, membro da Académie Internationale du Vin e colunista do jornal Valor Econômico e das revistas Valor Investe e Prazeres da Mesa (São Paulo); e Julio Kunz, sommelier, consultor internacional, palestrante e Italian Wine Ambassador pela Vinitaly International Academy (Curitiba).

Os profissionais interessados em participar do I Love Italian Wines precisam cadastrar-se previamente pelo site www.italianwines.com.br

As regiões produtoras presentes no ILIW

ILIW promete uma verdadeira viagem enológica por 16 das vinte regiões italianas. Serão cerca de 60 vinícolas do país europeu e importadoras brasileiras que apresentarão mais de 600 rótulos.

Uma dessas regiões é o Vêneto, um dos terroirs mais versáteis e influentes da Itália, reconhecido pelas uvas tintas Corvina, Corvinone e Rondinella — base do Amarone della Valpolicella e do Valpolicella —, com Merlot e Cabernet Sauvignon/Franc presentes principalmente no Bardolino e em diversos IGT regionais, além das brancas Glera (mínimo 85% no Prosecco DOC), Garganega (mínimo 70% no Soave DOC), Pinot Grigio e Sauvignon. O Vêneto abriga rótulos emblemáticos como Amarone, Prosecco, Bardolino e Soave. De lá participam do ILIW oito empresas, o maior grupo do evento.

Da Toscana chegam seis vinícolas. A região central é célebre por grandes tintos à base de Sangiovese e notáveis pela longa capacidade de evolução — Chianti (mínimo 70% no Chianti DOCG e 80% no Chianti Classico), Brunello di Montalcino (100% Sangiovese, com no mínimo 5 anos de envelhecimento) e Vino Nobile di Montepulciano (no mínimo 70% Sangiovese, chamado localmente de Prugnolo Gentile). Entre os brancos históricos, destaca-se o Vernaccia di San Gimignano, primeira DOCG italiana (1966), produzido a partir da casta Vernaccia (mínimo 85%). A região também cultiva o tradicional Trebbiano Toscano, branco predominante desde o século XVII e historicamente exigido no Chianti, e Vermentino como branca mediterrânea em expansão. As variedades internacionais Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc entraram na região no século XX e ganharam destaque principalmente nos chamados "Super Toscanos" (IGT Toscana), como Tignanello, Sassicaia e Ornellaia.

Com cinco participantes, a Emilia-Romagna combina os estilos frisantes e espumantes típicos da Emília com a tradição vitícola da Romagna. Tem no Lambrusco seu grande ícone regional — tinto leve, levemente efervescente, produzido a partir de um conjunto de castas aparentadas (Grasparossa, Sorbara, Salamino, Maestri e outras, com 8 DOCs próprias). Brancos relevantes incluem o Albana di Romagna DOCG (mínimo 95% Albana, primeira DOCG branca da Itália, em 1987), sobretudo do tipo passito doce (incluindo a categoria "Passito" e "Amabile", o lendário "Albana Passito") e o Pignoletto (Colli Bolognesi Pignoletto DOCG, mínimo 85% da casta localmente chamada Pignoletto — botanicamente próxima do Grechetto).

O Piemonte, terra do Barolo (100% Nebbiolo), estará presente com quatro vinícolas. A região assina uma gama que vai dos tintos de longa guarda — além do próprio Barolo, o Barbaresco (100% Nebbiolo), o Barbera d'Asti DOCG (≥ 90% Barbera) e o Dolcetto d'Alba DOC (100% Dolcetto) — aos brancos e espumantes marcantes do gênero, com destaque para o Gavi DOCG (100% Cortese), o Roero Arneis DOCG (100% Arneis) e os aromas de Moscato Bianco que dão origem ao Asti DOCG e ao Moscato d'Asti DOCG.

Também com quatro empresas participantes, Abruzzo apresenta o consagrado Montepulciano d'Abruzzo DOCG (da casta Montepulciano, distinta da Sangiovese toscana), complementado pela versão rosato do Cerasuolo d'Abruzzo DOC e pelo branco Trebbiano d'Abruzzo DOC.

Sinônimo dos grandes brancos italianos, que combinam limpidez aromática, textura e elegância em rótulos como o Friulano e a Malvasia Istriana, além de tintos de personalidade (Refosco) e doces raros como o Picolit, o Friuli-Venezia Giulia traz três vinícolas.

Outros três produtores chegam da Campânia, terroir de antiguidade e energia vulcânica. A uva Aglianico dá vida a tintos profundos e longevos (como o Taurasi, conhecido como o Barolo do Sul), enquanto uvas como Fiano, Greco e Falanghina geram brancos entre os mais nobres da Itália (Fiano di Avellino, Greco di Tufo e Falanghina).

Outro destaque do evento são as três vinícolas localizadas na Puglia, região que se destaca por tintos com notas de fruta madura, calor e intensidade. Entre as uvas tintas, destacam-se a Primitivo, a Negroamaro, a Malvasia Nera e a Susumaniello; entre as brancas, sobressaem a Trebbiano Giallo, a Bombino Bianco, a Verdeca e a Malvasia Bianca. Entre os vinhos mais icônicos da região estão o Primitivo di Manduria DOC, o Negroamaro e o Salice Salentino DOC.

Vales alpinos e encostas que dão origem a vinhos de refinamento técnico caracterizam a região do Trentino-Alto Ádige, que produz tintos intensos como o Teroldego Rotaliano DOC (100% Teroldego) e o Lagrein DOC, brancos tensos de Chardonnay, Pinot Grigio, Müller-Thurgau e Gewürztraminer, e a efervescência do Trento DOC. Para o evento virão duas vinícolas.

Sicília e Lombardia também mostrarão a produção de duas empresas, cada uma. A primeira é um mosaico mediterrâneo de solos e climas: brancos sápidos e aromáticos (Grillo, Catarratto, Inzolia) e tintos encorpados (Nero d'Avola), além do histórico Marsala DOC. A segunda combina a sofisticação do espumante e a tradição continental. Entre as uvas tintas, destacam-se a Croatina, a Pinot Nero, a Barbera e a Merlot; entre as brancas, sobressaem a Chardonnay, a Riesling Italico, a Pinot Grigio e a Trebbiano di Lugana. Entre os vinhos mais representativos da região estão o Franciacorta DOCG, Lugana DOC, Valtellina Superiore/Sforzato e Oltrepò Pavese.

As quatro outras regiões serão representadas por uma vinícola cada.

É o caso da Úmbria, com vinhos de expressão intensa, caso do Sagrantino di Montefalco DOCG (100% Sagrantino). Já o Grechetto e o Orvieto Bianco representam o lado gastronômico da região, marcado por frescor e tradição. Entre as uvas tintas, destacam-se a Sangiovese, a Merlot, a Sagrantino e a Cabernet Sauvignon; entre as brancas, sobressaem a Trebbiano Procanico.

A Sardenha conserva um patrimônio de castas e estilos muito próprios. Entre os vinhos mais representativos produzidos na Sardenha estão o Vernaccia di Oristano DOC, o Vermentino di Gallura DOCG (100% Vermentino) e o Cannonau di Sardegna DOC (Grenache local).

Tradicionalmente ligado aos brancos dos Castelli Romani, o Lazio combina vocação histórica e diversidade territorial e, entre os vinhos mais representativos da região, estão o Est!Est!Est! di Montefiascone DOC, o Cesanese del Piglio DOCG (≥ 85% Cesanese) e o Frascati DOCG (≥ 70% Malvasia/Bellone).

E, por fim, as Marche são uma terra de equilíbrio entre mar e colina, onde os brancos alcançam uma expressão particularmente refinada. Entre as uvas tintas cultivadas na região, destacam-se a Montepulciano, a Sangiovese, a Lacrima e a Merlot; entre as brancas, sobressaem a Verdicchio, a Biancame, a Passerina e a Pecorino. Entre os vinhos mais representativos figuram Verdicchio dei Castelli di Jesi DOC, o Verdicchio di Matelica DOCG, o Rosso Conero DOC (≥ 85% Montepulciano), o Lacrima di Morro d'Alba DOC e o Bianchello del Metauro DOC.

Além das vinícolas italianas, várias importadoras também vão marcar presença no I Love Italian Wines 2026: Aurora, Barrinhas, Casa Flora, Cecconello Vino, ItaliaMais, Italy Import, Domno do Brasil, Europa Distribuidora, Futura 2, Grand Cru Importadora, Italibras – Vinifera Import, Mondo Italy, Nine, OP Global, Parajú, Porto a Porto, Rosso & Rouge, Sicilianess e Tucano.

Crédito das fotos: Gladstone Campos

33ª Feira da Louça celebra conquista do título de Capital Nacional da Louça para Campo Largo

Evento será realizado de 3 a 13 de setembro, no City Center Outlet Premium, com 78 expositores, peças exclusivas, ofertas especiais e uma programação gastronômica com grandes chefs de destaque nacional

Campo Largo e toda a região se preparam para viver uma edição histórica da Feira da Louça. Entre os dias 3 e 13 de setembro, a 33ª edição do evento reunirá 78 expositores no City Center Outlet Premium, em uma estrutura ampliada para receber o grande público que, ano após ano, transforma a feira em um dos momentos mais aguardados do calendário paranaense.

A edição de 2026 ganha um significado ainda maior por acontecer no mesmo ano em que Campo Largo passou a ser oficialmente reconhecida como Capital Nacional da Louça. Para o público, a Feira da Louça continua mantendo sua principal característica, como a oportunidade de encontrar produtos de alta qualidade direto com as empresas e artesãos que fazem parte da tradição de Campo Largo, com peças selecionadas e promoções exclusivas para o evento.

Além de ampliar a área do evento, a organização trabalhou na distribuição dos espaços e na circulação interna para proporcionar uma experiência mais confortável aos visitantes. A expectativa é receber novamente um público expressivo, depois de uma edição de 2025 que ultrapassou a marca de 190 mil visitantes.

“Esta será uma edição muito especial porque acontece em um momento histórico para Campo Largo. O título de Capital Nacional da Louça reconhece uma trajetória construída por empresas, trabalhadores, empresários, artesãos e por toda uma comunidade que ajudou a transformar a louça na identidade do município. Nossa expectativa é fazer uma Feira à altura desse momento, com uma estrutura preparada para receber bem o público e uma programação que valorize ainda mais a indústria e a gastronomia”, afirma o presidente do Sindilouça-PR, Fábio Germano.

A Feira da Louça é promovida pelo Sindilouça-PR e se consolidou como uma importante vitrine para a produção de Campo Largo, atraindo visitantes de diferentes cidades do Paraná e também de outros estados. A força do evento acompanha a dimensão do polo industrial local, visto que Campo Largo responde por cerca de 75% da produção brasileira destinada aos setores de bar, hotel e restaurante

2ª Feira da Louça Gourmet

Se a indústria é a essência da Feira da Louça, a gastronomia será novamente um dos grandes destaques da programação. Em 2026, o evento recebe a segunda edição da Feira da Louça Gourmet, que durante os onze dias aproximará a produção de Campo Largo à gastronomia paranaense e de chefs reconhecidos nacionalmente.

A programação contará com a participação de nomes de destaque da gastronomia, incluindo o retorno do chef francês Claude Troisgros, que fez um grande sucesso na edição anterior. Entre as novidades, aula-show com a chef Manu Buffara, eleita Melhor Chef Mulher da América Latina pela premiação Latin America's 50 Best Restaurants em 2022; e ainda Celso Freire, um dos principais nomes da gastronomia paranaense e brasileira, considerado o chef dos chefs, que realizará uma noite com convidados da alta gastronomia, os chefs Igor Marquesini e Claudia Dotti. A programação ainda terá nomes de chefs que já passaram pelo MasterChef, como o Vitor Bourguignon e Johnlee Francis Steinsack. Campo-larguenses continuam nesta edição com novos pratos feitos pela chef Nathália Pianaro e os influenciadores Amandha Louise e Ademir Martinez.

A Feira da Louça Gourmet foi criada em parceria com o Sebrae e Senac para mostrar a conexão entre território, gastronomia e identidade, utilizando ingredientes que possuem Indicação Geográfica como protagonistas das preparações e representam diferentes regiões paranaenses e tradições. Para completar a experiência, as receitas serão apresentadas nas louças produzidas em Campo Largo, transformando cada prato também em uma demonstração da qualidade e da identidade da indústria que dá nome ao evento.

A Feira da Louça Gourmet será realizada em uma arena gastronômica montada pelo Senac especialmente preparada para a programação. Um dos elementos da estrutura será a bancada em fullstone, confeccionada especialmente para o evento pela Incepa, com a tecnologia BioSafe. O material incorpora, durante as etapas iniciais de produção do porcelanato, um aditivo à base de nanopartículas de prata com propriedades antimicrobianas, tecnologia desenvolvida para contribuir para um ambiente mais seguro e reduzir a presença de microrganismos na superfície.

Dama da Louça ganha novo conceito

A Dama da Louça, escultura criada pelo artista plástico campo-larguense Toto Lopes, está preparada para circular novamente por cidades da Região Metropolitana de Curitiba como parte da divulgação da 33ª edição. Para 2026, a Dama da Louça ganhará um novo conceito, mantendo a estrutura que já conquistou o público, mas apresentando uma proposta visual renovada, pensada para surpreender quem acompanhar o circuito de divulgação.

A obra, que se tornou um dos ícones visuais da Feira da Louça, é formada por cerca de 300 pratos e possui quase 500 quilos de estrutura. Desde que foi criada, nenhum dos pratos se quebrou ou apresentou lascas durante o transporte, um detalhe que acabou se tornando também uma demonstração simbólica da resistência e da durabilidade das louças produzidas em Campo Largo.

O evento

A 33ª Feira da Louça de Campo Largo será realizada de 03 a 13 de setembro de 2026, no City Center Outlet Premium. O espaço conta com estacionamento gratuito, praça de alimentação, espaço kids e dezenas de lojas nacionais e internacionais, que também estarão integradas ao movimento provocado pela Feira da Louça e com promoções especiais e bem atrativas para este período. A entrada para a Feira é gratuita.

O evento tem o patrocínio da Prefeitura Municipal de Campo Largo, do Sistema Fecomércio PR, do Sistema Fiep, Sebrae, da Compagás, Cocel, do BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e Caixa Econômica Federal; apoio da Secretaria de Turismo do Estado do Paraná, do City Center Outlet Premium e Clarim Imóveis; e promoção da RPC.

Serviço

33ª Feira da Louça de Campo Largo

Local: City Center Outlet Premium – Rua João Bertoja, nº 1995, Itaqui de Cima, Campo Largo (PR)

Data: 3 a 13 de setembro de 2026

Horários: 3 de setembro, das 17h às 22h. De 4 a 13 de setembro, das 10h às 22h.

Entrada e estacionamento: gratuitos

Mais informações pelo site www.feiradalouca.ind.br | Instagram: @feiradalouca | Facebook: @feiradaloucacampolargo.