Jockey Plaza Shopping lança projeto Juntos para o Bem

O empreendimento coloca nas ruas campanha para incentivar a doação de sangue, abre suas redes sociais às instituições locais com foco em atos humanitários em meio à pandemia da COVID-19 e se torna ponto de doações para a Cruz Vermelha

Atento às necessidades das comunidades locais frente a nova realidade do Brasil e do mundo, o Jockey Plaza Shopping lança o projeto Juntos para o Bem, um conjunto de ações com o objetivo de contribuir para as causas sociais de instituições que fazem a diferença na sociedade.

A campanha começou quando, na última semana, o Jockey Plaza Shopping fez a substituição de suas campanhas publicitárias nas ruas para incentivar a doação de sangue na cidade. Com a orientação de isolamento social, o movimento dos hemocentros caiu muito e a doação é essencial para salvar vidas. Foram utilizados painéis de rua em vias de grande fluxo na cidade, onde o empreendimento já possui mídia contratada, incentivando a população a doar sangue. Além da conscientização sobre ficar em casa para evitar o contágio do coronavírus, a campanha fala com aqueles que precisaram sair por algum motivo: “Já que está na rua, Doe Sangue.”

Na sequência, o meio digital entrou como protagonista desse grande projeto. Com mais de 110 mil seguidores nas redes Instagram e Facebook, e cerca de 300 mil interações semanais, o shopping colocou seus perfis à disposição de instituições que precisem pulverizar suas ações e captar doações.

O departamento de marketing faz a curadoria dessas instituições, com o objetivo de divulgar ações que estejam voltadas a minimizar problemas sociais gerados pela pandemia da COVID-19. “O projeto prioriza ações de ONG’s e instituições locais que ajudam causas que surgiram a partir da pandemia e de outros problemas sociais já existentes que se agravaram nesta época. As pessoas estão dentro de suas casas e, muitas vezes, não têm informações sobre as instituições que precisam de ajuda neste momento”, afirma a gerente de marketing Michelle Cirqueira.

Nesta semana, o Jockey abriu espaço para a plataforma Existe Amor em Curitiba, que tem como objetivo reunir e facilitar a comunicação entre aqueles que querem ajudar e os que precisam de suporte: psicólogos que oferecem apoio emocional, professores oferecendo conteúdo para as crianças em casa, e muitos voluntários que doam seu tempo ensinando o que sabem fazer.

Para divulgar uma associação, é necessário entrar em contato pelo email marketing@jockeyplaza.com.br, com o assunto no e-mail Juntos para o Bem. As próximas instituições já selecionadas serão a Socorro aos Necessitados - mantenedora do Lar dos Idosos Recanto do Tarumã, Missão de Acolher - que oferece apoio e acolhimento à famílias e acompanhamento educacional de crianças carentes, e o Projeto Luz - que distribui alimentos no centro de Curitiba para moradores de rua.

A partir do dia 2 de abril, entra em ação a terceira etapa do projeto, e o Jockey Plaza Shopping se torna ponto de doações de produtos de higiene, alimentos não perecíveis e cobertores, direcionados para a Cruz Vermelha, principal instituição de ajuda humanitária do mundo. A entrega das doações poderá ser feita pelo acesso C do empreendimento, na Rua Konrad Adenauer, sem a necessidade de entrar no estabelecimento. “Utilizamos nosso espaço, que era destinado aos carros de aplicativo, como um ‘drive in’ para receber as doações. É possível parar, deixar os produtos nas caixas coleta e seguir sem nenhum contato social”, afirma Cirqueira. Os insumos arrecadados serão destinados às pessoas necessitadas, com foco na ajuda humanitária em meio à pandemia do coronavírus.

O shopping permanece com atividades suspensas por tempo indeterminado, com algumas lojas e operações com atendimento via delivery. Neste período, as campanhas e comunicação estão centradas nos canais digitais do empreendimento. Instagram: @jockeyplazacuritiba e Facebook: @jockeyplazashopping.

Sobre o Jockey Plaza Shopping:

Inaugurado em junho de 2019, o Jockey Plaza Shopping possui mais de 200 mil m² de área construída, com 325 operações, sendo 28 opções na praça de alimentação, além de um boulevard gastronômico com vista panorâmica para a pista de corridas do Jockey Club do Paraná. O empreendimento conta ainda com oito salas de cinema Cinépolis e espaços para jogos e lazer, que tornam o local ainda mais completo. Com um vasto mix de lojas e serviços, é um shopping que se propõe a atender de forma democrática todos os seus perfis de público. O projeto arquitetônico prioriza espaços amplos, iluminação natural e muita área verde, e busca ressignificar o lazer, remetendo o local a uma extensão de um espaço externo. O Jockey Plaza Shopping é um empreendimento do Grupo Tacla Shopping, Casteval, Paysage e GRCA.

www.jockeyplaza.com.br

Rua Konrad Adenauer, 370 – Tarumã

Turnê do KISS no Brasil Adiamento

Segundo Esclarecimento Público sobre a Turnê do KISS no Brasil: Adiamento

Prezados fãs e consumidores;

A produtora de eventos Mercury Concerts, responsável pela turnê da banda KISS, End Of The Road World Tour, no Brasil, juntamente com a banda e seus representantes, vêm a público informar que, em razão da crise do coronavírus, todos os shows da turnê foram adiados. Seguem abaixo as novas datas:

- em São Paulo/SP, dia 14/11/2020, no Allianz Parque; 

- em Brasília/DF, dia 10/11/2020, no Ginásio Nilson Nelson;

- em Uberlândia/MG, dia 12/11/2020, no Estádio Parque do Sabiá;

- em Ribeirão Preto/SP, dia 15/11/2020, na Arena Eurobike;

- em Curitiba/PR, dia 17/11/2020, na Pedreira Paulo Leminski; e

- em Porto Alegre/RS, dia 19/11/2020, local a definir. 

             

Por fim, destacamos que todos os ingressos já adquiridos serão válidos para as respectivas novas datas, não havendo necessidade de troca/substituição de nenhum ticket. 

São Paulo/SP, 30 de março de 2020

Rosé Piscine leva o melhor da França para dentro da sua casa

Produzido no sudoeste da França, o vinho prolonga o verão e te leva para uma viagem degustativa à Côte d'Azur

Charme, luxo e paisagens naturais de tirar o fôlego, a região francesa conhecida como Côte d’Azur vive uma eterna atmosfera de bem estar com o despertar para o sol, o verde dos montes e o incrível azul do mar, é claro. Sonho de consumo de grande parte dos turistas, esse cenário cinematográfico foi a inspiração para a criação do vinho rosé francês mais vendido do Brasil. Com uma embalagem iconográfica de listras azuis e brancas, o Rosé Piscine, importado pela Wine To You, te faz viajar para as praias do Mediterrâneo sem precisar sair de casa.

Produzido nas cercanias da cidade de Fronton, sudoeste da França, entre as cidades de Gaillac e Toulouse, o Rosé Piscine é feito com uma uva autóctone a Négrette, um fruto pequeno, muito escuro e de casca dura conhecido por suas poderosas qualidades aromáticas. Segundo Rogerio Rebouças, representante da Vinovalie no Brasil, Portugal, Estados Unidos e Paraguai, todo o processo do rosé é feito de forma a deixar a casca em contato com o sumo a

pós a prensagem por um curto período, ao contrário dos tintos que ficam semanas em contato com o sumo, e por isso fica com a coloração mais escura. “O produto é elaborado por uma equipe técnica de enólogos renomados, e tem como alvo um perfil aromático, de acidez e sabor único para equilibrar perfeitamente sobre o gelo”.

Rogerio ainda diz que o Rosé Piscine possui uma concepção própria, pois foi criado para isso. “As cópias nunca se igualam ao original, já que diversas análises foram feitas por aqui por nossos enólogos e por técnicos. Nosso vinho rosé é trabalhado conceitualmente desde a colheita, sem adição de açúcar porque a uva Négrette é única”, afirma. O vinho tem na composição a uva 100% Négrette dando um paladar de um vinho rosé de

mesa suave, de aroma levemente frutado que traz notas de pêssego, limão e morango, com o sabor especial de lichia que dá um toque exótico.

Leve, fresco e de harmonização versátil, o Rosé Piscine é perfeito para o nosso clima tropical e é a pedida certa para qualquer ocasião. Sem necessidade de pré-resfriar a garrafa, o vinho deve ser consumido a uma temperatura ambiente, sempre acompanhando de 2 ou 3 pedras de gelo, em uma taça de vinho grande ou em uma taça de conhaque.

Contando com uma versão espumante e uma versão para ser servida apenas refrigerada, a linha Rosé Piscine pode facilmente ser adquirida pelo site https://rosepiscine.com.br/, que traz, também, sugestões de drinks além de vender kits e acessórios exclusivos da marca em até 6x sem juros .

Rosé Piscine – ficha técnica

Vinho rosé de mesa suave

Origem: França

Região: Sudoeste

Produtor: Vinovalie

Uva: 100% Négrette

Graduação alcoólica: 11%

Temperatura: ambiente e servir com 2 ou 3 cubos de gelo

Cor: rosa claro com tons salmão

Aroma: levemente frutado com aromas de pêssego, limão e morango

Sabor: toque de lichia com final exótico

Amadurecimento: vinho jovem pronto para consumo

Onde encontrar:

Instagram: @rosepiscineoficial

www.rosepiscine.com.br

Sobre o Rosé Piscine

O Rosé Piscine é uma bebida sofisticada e irreverente, já que possibilita ao consumidor degustar o vinho de forma diferenciada – com duas a três pedras de gelo. Feito sob medida para aqueles que gostam de drinques refrescantes, ele é composto por 100% de uva Negrette, traz graduação alcoólica de 11% e deve ser consumido em uma temperatura ambiente. Seu aroma é levemente frutado, com notas de pêssego, limão e morango e traz um sabor com toque de lichia, mistura que proporciona um final exótico para quem o aprecia. Reconhecido como o primeiro vinho rosé do mundo a ser bebido com cubos de gelo, Rosé Piscine tem se tornado cada vez mais uma das preferências dos brasileiros, sendo o vinho francês importado mais vendido no Brasil, em 2018 –, segundo dados da Ideal Consulting. Seu rótulo colorido, com listras azuis e brancas, a garrafa se destaca em qualquer lugar que é exibida. Este refrescante vinho foi criado em Saint-Tropez e produzido na região sudoeste da França, país onde a bebida vende mais de um milhão de garrafas por ano.

Abastecimento está normal, mas Transporte e Gestão de Pessoas ainda preocupam

Nessa segunda-feira (23), a PMA Brasil, que representa a cadeia de flores, frutas, legumes e verduras, avaliou o final de semana e as perspectivas com a nova rotina de quarentena.

O abastecimento está normal, apesar de questões pontuais de proibições municipais de escoamento da produção: da colheita à distribuição. No caso de São Paulo, a Secretaria da Agricultura do Estado interviu e determinou que se cumpra a Medida Provisória nº 926, de 20/3/2020, que altera a Lei nº 13.979/2020, para dispor sobre procedimentos de aquisição de bens, serviços e insumos destinados ao enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrentes do Coronavírus.

Pacificar o entendimento dos municípios é um dos desafios apontados pela PMA, somos uma Nação e tudo precisa estar conectado: “Temos uma indústria que começa com insumos, plantação, colheita, logística até a manipulação no varejo. São milhares de pessoas trabalhando 24 horas para não faltar alimentos frescos, cuidando do seu espaço de trabalho e de sua própria saúde”, explica Giampaolo Buso, Presidente do Conselho da PMA no Brasil.

Varejo: Crescimento das Vendas em 30% para Frutas, Legumes e Verduras

O consumo de produtos frescos aumentou muito na semana passada, supermercados relatam alta em média de 30%. Algumas lojas chegaram a dobrar a vendas. As vendas on-line também tiveram crescimento. No entanto, a partir do último domingo se percebe um início de estabilização, de acordo com levantamento realizado com algumas redes de supermercados do Estado de São Paulo. A população se assustou com o início da quarentena, o isolamento social e as dúvidas decorrentes de definições do governo e, neste cenário, buscou abastecer e estocar alimentos. Porém, na análise dos supermercados, para os alimentos perecíveis, a tendência é de que o consumo continue alto, com compras mais regulares à medida que a população confirme que não há desabastecimento.

O varejo também relata a orientação e máxima atenção às práticas de higienização das lojas bem como, em alguns casos, a instalação de uma proteção entre o cliente e o operador de caixa como alternativa de evitar contaminação.

Alguns itens da cesta básica, como Batata e Ovo foram citados como de grande procura nos últimos dias e impacto no preço. Segundo produtores de Batata, associados ao PMA, o aumento do preço do produto é resultado de menor safra e um período de muita chuva, resultando na menor oferta.

Flores: Alimento para a Alma

O setor de Flores é o mais afetado até o momento, com quase 70% de queda nas vendas em uma semana. A campanha “Alimento para a alma” será lançada com apoio dos supermercados, com o mote de alegrar o ambiente, dar mais colorido às casas e ter fôlego para estruturar o Dia das Mães. O segmento de Flores no Brasil é referência internacional, sendo produtor para o mercado interno e externo. Toda a comunidade de Flores, Frutas, Legumes e Verduras estão juntos ativando e estimulando as pessoas a trazerem alegria para suas casas.

Gestão de Pessoas: Campanhas de Conscientização junto às Equipes: do Campo ao Varejo

Neste momento, passado a tensão inicial, manter o moral dos funcionários está sendo o maior desafio segundo as empresas do setor, do campo a supermercado.

Os funcionários mais idosos e com algum tipo de problema de saúde já foram afastados/

Campanhas internas de conscientização, reconhecimento financeiro, ambientação do local de trabalho para garantir tranquilidade e respeito as regras de sanidade são todas ações colocadas em prática para os times que estão na operação de garantir do abastecimento.

Este esforço é conjunto, sincronizado e alinhado pois é evidente a interdependência de cada elo da cadeia de abastecimento.

Neste sentido, os encontros de alinhamento do Conselho do PMA também têm trazido a necessidade de atenção em cadeias de suprimentos que suportam o abastecimento, como por exemplo, embalagens e insumos para produção (adubo e sementes).

Em conjunto, vídeos de orientação e estímulo estão sendo compartilhados entre a cadeia de abastecimento.

Acima de qualquer aspecto, o objetivo é garantir a saúde dos colaboradores e pessoas envolvidas no abastecimento para garantirmos a sanidade do alimento e atender a população.

Food Service

As vendas de quem comercializa Frutas, Legumes e Verduras para o setor de Food Service despencaram. Queda apontada de 80% pelas empresas. O motivo é o fechamento de grandes redes de fast food e também dos restaurantes. O consumidor está em casa seguindo as instruções do isolamento social.

INSUMOS: cuidado para evitar uma Crise depois da Crise!

Esse é um assunto que ainda não foi abordado e que seguiremos atentamente nos próximos dias. A preocupação é que os produtores, receosos sobre as definições do governo, estão segurando o investimento em novos plantios

Se o cronograma de produção não for seguido, naturalmente haverá atrasos na Colheita e problema de abastecimento.

Algumas companhias aéreas não têm trechos operando para regiões que precisamos de insumos (sementes, papelão etc.). Petrolina é um exemplo deste cenário

Detalhes aparentemente invisíveis

Equalizado ou encaminhado as questões sobre transporte, outros aspectos tornam-se aparentes: manutenção dos caminhões, almoço para os caminhoneiros e atendimento de saúde em caso de emergência.

Algumas das empresas associadas estão preparando Kits alimentação para os motoristas com capacidade de suprir todo o trecho de deslocamento.

Aprendizado Rápido

As empresas estão tendo que aprender rapidamente a lidar com a nova realidade. Ter o apoio dos colaboradores, mas também o da população, principalmente nas regiões produtoras é imprescindível para a continuidade do abastecimento. Apesar do isolamento, as ações devem ser humanizadas.

Muitas soluções empregadas por produtores e varejistas em outros países têm sido compartilhadas e estão inspirando nossa indústria local. Existem propriedades agrícolas estudando, com o apoio de autoridades, como utilizar tratores de pulverização para higienizar as cidades. Compartilhe também conosco suas práticas sociais, de gestão, de produção e ajude a Nação! Juntos somos mais fortes #forçafflv

Sobre PMA – Produce Marketing Association é uma associação de produtos agrícolas frescos e flores, fundada em 1949 nos Estados Unidos, com a missão de conectar os interesses das cadeias produtivas de frutas, flores, legumes e verduras. A entidade conta com 2.900 empresas associadas, 54.000 compradores e fornecedores, em 55 países de cinco continentes. No Brasil, a entidade conta com 93 associados (produtores, distribuidores e varejistas).

Rede de voluntários se mobiliza para enfrentar COVID-19 com soluções inovadoras

À frente da área de Inovação Social, Instituto Legado é parte do esforço da Rede Quarentena Solidária. Objetivo é minimizar danos da pandemia do novo coronavírus.

O Instituto Legado de Empreendedorismo Social se uniu a um grupo de mais de 250 voluntários com o objetivo de minimizar os efeitos da crise causada pelo novo coronavírus. A Rede Quarentena Solidária conecta organizações e pessoas de diferentes áreas interessadas em contribuir de forma colaborativa. Um das frentes é o INOVA CONTRA CORONAVÍRUS, um chamamento para que empreendedores sociais, inovadores, negócios sociais, startups de impacto social, empreendedores cívicos desenvolvam soluções que possam contribuir para reduzir os efeitos desastrosos da doença COVID-19. Em 72h, mais de 30 propostas já foram cadastradas.

A área de inovação é coordenada pelo presidente do Instituto Legado, James Marins, e tem como proposta conectar soluções inovadoras com doadores capazes de prover condições para execução. No site inova.contracoronavirus.com.br é possível cadastrar ideias e soluções. Após o registro, as propostas passam por uma curadoria, encaminhamento para subgrupo, onde poderão receber contribuições com recursos como tecnologia, logística, pessoas, rede, mídia e, inclusive, recursos financeiros de acordo com cada caso. Por fim, os projetos seguem para execução.

O Comitê Curadoria está selecionando e encaminhando diversas ações. Das 32 ideias inscritas, 43% são consideradas aptas para execução; em 46% dos casos estamos solicitando mais informações e apenas 3,1% não são viáveis no momento. Para serem executadas, as ações propostas necessitam de voluntários, conexões e recursos financeiros.

Em execução

Algumas soluções já foram encaminhadas. É o caso da iniciativa da Academia Médica que necessita de recursos para oferecer um curso técnico de ventilação mecânica para casos graves de pacientes de COVID-19 internados em UTI. Nesse caso, o Instituto Legado viabilizou que investidores sociais fizessem o aporte inicial que possibilitou a oferta do curso que proporciona conhecimento técnico que pode salvar muitas vidas (www.academiamedica.com.br).

Ainda na área médica, a iniciativa promoveu a conexão entre o Portal SIM – Serviços de Inteligência Médica, que é uma plataforma de médicos voluntários que podem dar aconselhamento profissional via chat - com a Academia Médica, que tem mais de 140.000 profissionais, muitos dos quais poderão ser voluntários na iniciativa (www.portalmedsim.com.br).

A Bioeng, empresa de especializada em arquitetura hospitalar, criou metodologia para oferecer seus conhecimentos por meio eletrônico para reformar e adaptar unidades hospitalares, duas startups estão oferecendo tecnologia de impressoras 3D para a construção de equipamentos para hospitais (www.bioengsaude.com.br).

A DDN – Tecnologia Textil está oferecendo a fabricação de máscaras de proteção elaboradas com tecido biodegradável e impregnadas com produto antibacteriano. Além disso são laváveis e podem ser reutilizadas, reduzindo o impacto ambiental desse equipamento de proteção.

Há também iniciativas na área jurídica, para a construção de uma plataforma para acompanhamento de todas as mudanças legislativas referentes ao Coronavírus e também para facilitar a contratação à distância, inclusive com assinatura digital para que os usuários não deixem de realizar negócios.

No campo da alimentação, a Cooltivando criou um modelo de negócios para vender hortifrutigranjeiros diretamente em condomínios, evitando assim a aglomeração em feiras e mercados (www.cooltivando.com.br). Essas iniciativas estão em diferentes estágios de desenvolvimento e serão lançadas ao longo dos próximos dias.

Sobre a Rede Quarentena Solidária

A Rede Quarentena Solidária reúne esforços da comunidade paranaense e realiza ações, estabelece discussões e trocas por meio digital, por meio das redes sociais e de uma plataforma onde os participantes podem publicar conteúdos informativos, educativos e analíticos sobre o atual cenário de pandemia. O objetivo da rede é mobilizar todo o tipo de recursos para contribuir com as famílias carentes, com o esforço público e com os hospitais para reduzir o impacto da pandemia. Saiba mais: https://contracoronavirus.com.br/. Para participar da Rede de Mobilização: https://chat.whatsapp.com/GaEqGdjBw4oJLVSvbQqWyV

Suspensão de prestações à Caixa pode ajudar a manter a renda em momento de crise

Entenda como a medida poderá beneficiar a população e quando usá-la

A Caixa Econômica Federal anunciou uma medida na última quinta-feira (19), onde afirma que irá suspender as parcelas e prestações de contratos de financiamento imobiliário, além de lançar uma linha de empréstimos com juros reduzidos para pessoas físicas e jurídicas que sejam de porte micro ou pequeno e suspender cobranças.

“Sobre o financeiro imobiliário, não será necessário ir até a agência, apenas realizar os passos pelo site ou outros canais de comunicação, podendo suspender o pagamento por 60 dias, desde que o contrato esteja em dia, e as prestações serão incorporadas ao saldo devedor do contrato, não havendo a necessidade de ser quitada após o período de crise”, explica Dra. Sabrina Rui, advogada em direito tributário e imobiliário.

Essa é uma alternativa para quem está em apuros por conta da situação atual no Brasil e no mundo, a epidemia da Covid-19. Porém, a especialista afirma que isso só deve ser feito em caso de real necessidade, senão, o melhor é continuar pagando normalmente.

De acordo com as medidas de isolamento, que determinaram o fechamento ou adaptação da maioria dos estabelecimentos comerciais do país, aquele que está empregado poderá ter uma redução de renda significativa, bem como poderá haver demissões num futuro muito próximo, portanto, racionar os gastos é de extrema importância.

“O dever de pagar não irá deixar de existir, apenas abrirá espaço para um pagamento mais flexível para que tanto as empresas quanto os empregados possam se manter durante essa situação difícil”, afirma.

Ainda há possibilidade de que, se a quarentena ou as consequências da pandemia não melhorarem, o tempo de postergação possa aumentar para 90 ou até 120 dias.

Se você tiver em mente que não conseguirá pagar em dia, de acordo com um planejamento inteligente das contas, entre em contato com a Caixa Econômica e suspenda o pagamento por 60 dias antes do vencimento das prestações, para não haver incorrência de multa e juros que aumentam consideravelmente o valor do débito.

“Embora estas medidas tenham sido tomadas apenas pela Caixa Econômica Federal, orientamos que havendo necessidade, seja estabelecida uma negociação com outras instituições financeiras em contratos similares, haja vista a existência de um precedente. O importante é manter a calma, e tentar renegociar os débitos antes deles estarem vencidos, para demonstrar a boa-fé do consumidor” orienta a Dra. Sabrina Rui.

Serviço: Dra. Sabrina Marcolli Rui

Advogada em direito tributário e imobiliário

www.sr.adv.br

SR Advogados Associados

@sradvogadosassociados

@sradvassociados

(41) 3077-6474

Rua Riachuelo, nº 102 - 20º andar - sala 202, centro – Curitiba.

Coronavírus: Pastor discorda de fiéis que entregam tudo nas mãos de Deus: “não é só uma questão de ter fé”, desabafa

O pastor e escritor Antonio Junior, dono do maior canal cristão do YouTube, fala sobre como atravessar tempos de crise e discorda da opinião de alguns religiosos de que a fé seria um escudo incondicional contra o risco de contrair o coronavírus.

Desde que a pandemia do coronavírus se tornou uma realidade, as autoridades recomendaram a quarentena e, em alguns casos, impuseram restrições que se traduziram em impedir aglomerações de pessoas e mudou a rotina de todos. Com isso, todos os locais públicos foram afetados, inclusive aqueles que são justamente apontados como o destino dos que buscam por um milagre divino, as igrejas.

O fechamento das igrejas causou revolta de alguns fiéis, que alegaram que se proteger e aderir à quarentena, seria não confiar no poder de Deus, e até mesmo de lideranças religiosas, que relutaram até o último momento contra o fechamento dos templos e pela realização de reuniões e cultos. No entanto, a postura não é um consenso entre todos.

O pastor Antonio Junior, escritor e influenciador digital, dono do maior canal evangélico do YouTube, discorda da atitude destas pessoas: "Não adianta você ter fé de que o coronavírus não vai te infectar ou que você será curado se você não fizer a sua parte. Na Bíblia está escrito que não se deve tentar a Deus. Se há perigo de contágio, não adianta eu me expôr e achar que Deus tem obrigação de me tornar imune. Como está escrito em Provérbios 22 versículo 3, que o prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando.”

Superpoderes da fé

Antonio Junior revela que alguns religiosos acreditam que a fé traz uma espécie de invencibilidade: “no caso do coronavírus não é só uma questão de ter fé. Devemos fazer como Jesus e não tentar a Deus ao achar que não precisamos fazer a nossa parte. Mesmo com essa promessa de proteção através da fé, é possível sim, que o cristão seja infectado por qualquer vírus ou doença, pois somos seres humanos e ainda sofremos as aflições deste mundo (João 16:33). Por isso, não tentar a Deus, neste caso, significa ser prudente, isto é, seguir as orientações médicas e do governo para evitarmos a contaminação da doença, afinal de contas, a Bíbia diz que os governantes são ministros de Deus para o nosso bem, ou, pelo menos, é o que todos deveriam ser.”

Para o pastor, a fé não nos livra de todos os males, mas nos ajuda a superar todas as dificuldades: "Certa vez, Jesus ensinou que as chuvas, tempestades e ventos furiosos assolam as casas de todos, bons e maus, tanto dos que têm a casa edificada sobre a rocha quanto dos que a edificaram sobre a areia (Mateus 7:24-27). Por isso, não use a sua fé como desculpa para agir com irresponsabilidade e ignorando os riscos que o coronavírus pode trazer a você e sua família.”

Fé, esperança e amor

Segundo Antonio Junior, é preciso fazer a sua parte não apenas para evitar ser contagiado com o vírus, mas como um sinal de respeito e amor pelo próximo: “Se na sua casa não tem idosos, menos mal. Mas, lembre-se que você pode contrair o vírus e ter contato com outras pessoas, que consequentemente, transmitirão a outros que convivem com idosos (população mais vulnerável). Por isso, faça a sua parte: lave bem as mãos, não vá a lugares com muitas pessoas, cubra o rosto ao tossir e espirrar, evite contato físico, e acima de tudo, lembre-se do que a Bíblia diz: "Agora, permanecem estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor." (1 Coríntios 13:13). Ou seja: Tenha FÉ de que você ficará livre do coronavírus. Tenha ESPERANÇA de que essa pandemia vai passar. Tenha AMOR pelas pessoas (não somente da sua família), pois é este sentimento que te fará agir com responsabilidade.”

Coronavírus segundo a interpretação bíblica

Para o pastor, o coronavírus, assim como muitas outras doenças e calamidades públicas, são sinais bíblicos já previstos que aconteceriam. Antonio Junior alerta que a fé ajuda a permanecer firme diante do que a Bíblia chama de Princípio das Dores (Mateus 24:8), e que um dia virá o fim. Porém, quando nos entregamos a Deus em vez de achar que Ele irá resolver tudo por nós, sem fazermos a nossa parte, então Ele nos abençoa e nos livra de todo mal. Veja a promessa do Senhor para nós: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra” (2 Crônicas 7:13,14).”

O IMPACTO DA PANDEMIA DO COVID-19 NAS RELAÇÕES JURÍDICAS

Diante da Declaração de Emergência em Saúde Pública pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ratificada pela Lei Federal nº 13.979/2020 e pelo Decreto Federal nº 10.282/2020, reconhecendo a propagação intercontinental (classificação como “pandemia”) pela COVID19 (Coronavírus), o que ocasionou o fechamento de fronteiras, estradas, aeroportos, fóruns e tribunais, proibição do funcionamento do comércio em geral (com exceção dos essenciais citados no Decreto Estadual nº 4317/2020), determinação para isolamento, quarentena, realização compulsória de exames médicos, vacinação, requisição de bens e serviços de pessoas físicas ou jurídicas, elencamos alguns apontamentos jurídicos que poderão ser aplicados nas mais diversas áreas das relações jurídicas.

RELAÇÕES DE CONSUMO: as relações de consumo são reguladas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), além de outras leis complementares e da própria Constituição Federal de 1988.
Prevalece o reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor, da interpretação contratual em favor do consumidor (aderente), do risco do negócio para o empresário e a responsabilidade objetiva do fornecedor pelos danos que ocasionar.

Contudo, diante da pandemia do COVID-19, o Direito do Consumidor não poderá ser aplicado exclusivamente de acordo com as regras e princípios protetivos estabelecidos no CDC, na medida em que milhares de contratos de consumo estão sendo interrompidos de forma praticamente simultânea, o que certamente provocará o fechamento (quebra) de inúmeros estabelecimentos comerciais, com repercussões negativas inclusive no emprego de milhares de trabalhadores.

Portanto, o caminho a ser encontrado na solução das demandas envolvendo os contratos de consumo é ao mesmo tempo a redução dos prejuízos dos consumidores, mas sem provocar o agravamento dos prejuízos dos fornecedores, ou seja, um caminho intermediário.

Exemplo prático dessa interpretação ocorreu em relação às companhias aéreas, as quais, segundo a Associação Internacional do Setor Aéreo, irão suportar um prejuízo de até U$ 113 bilhões durante a crise do COVID-19. Diante deste cenário caótico, ABEAR, SENACON e MPF firmaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), por meio do qual as cinco companhias aéreas (TAM, AZUL, GOL, MAP, PASSAREDO) reconhecem a situação presente como de caso fortuito e força maior, possibilitando, excepcionalmente, o estabelecimento de regras relativas aos cancelamentos de voos, política de remarcação e reembolso de passagens sem imposição de taxas ou multas aos consumidores.

Outro setor drasticamente atingido é o de turismo. De acordo com a OCDE, o turismo em geral está prevendo um prejuízo de 50 bilhões para empresas desse segmento. Diante disso, empresas atuantes na venda de viagens (CVC), reservas (BOOKING, DECOLAR) e aluguel (AIRBNB), estão possibilitando a remarcação ou cancelamento de datas de forma diferenciada para este momento que estamos passando, sem aplicação das multas previstas para situações normais.

Por outro lado, inúmeras abusividades vêm ocorrendo no mercado de consumo, dentre as quais o aumento injustificado nos preços de álcool em gel e máscaras cirúrgicas, dentre outros produtos escassos neste período de pandemia do COVID-19, chegando ao absurdo de 1000% de aumento, em manifesta violação as regras previstas no art. 39, incisos V e X do CDC e art. 187 do Código Civil, este último prevendo como ilícito o ato abusivo.

Outro setor que certamente será drasticamente afetado é o de Planos de Saúde. Embora apenas 15% da população tenha acesso aos planos de saúde (85% ainda dependem do SUS), o Governo Federal já informou que vai destinar R$ 10,6 bilhões para os planos de saúde adquirirem equipamentos, leitos e UTI para tratamento dos infectados pelo COVID-19.

Por outro lado, já se tem notícias[2] que os planos de saúde estão cancelando novas autorizações para exames e cirurgias que não se enquadrem em casos de urgência e emergência, até mesmo para liberar espaço nos hospitais para tratamento do coronavírus, situação que certamente será sopesada em eventuais demandas indenizatórias, haja vista o interesse público e as diretrizes da ANS editadas nesse sentido.

Ademais, diante das recentes notícias acerca dos resultados obtidos com novos testes em busca de uma vacina para o COVID-19, certamente o Poder Judiciário terá que decidir (em tutela de urgência) sobre a liberação de determinados medicamentos nessa fase, existindo inclusive informação no site[3] do CNJ acerca do Parecer Técnico nº 123 (elaborado pelo Hospital Sírio Libanês), onde se recomenda que a utilização da hidroxicloroquina e da cloroquina em pacientes com COVID-19 ocorra apenas em situações de necessidade/gravidade comprovadas, já que seus estudos (acerca da eficácia e segurança) ainda estão em desenvolvimento.

CONTRATOS ADMINISTRATIVOS. Em relação aos contratos administrativos, vigora a previsão contida nos arts. 40, XI e 50, III da Lei 8.666/93 e art. 3º da Lei 10.192/2001, por meio da qual se entende que o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato está vinculado à previsão contratual.
Contudo, diante da situação pandêmica vivenciada por conta do COVID-19, existem precedentes jurisprudenciais que permitem a alteração de cláusula referente ao preço por força da teoria da imprevisão e fato do príncipe, tal como se sucedeu em janeiro de 1999, em decorrência da drástica desvalorização do real frente ao dólar, nesse sentido:

“2. O episódio ocorrido em janeiro de 1999, consubstanciado na súbita desvalorização da moeda nacional (real) frente ao dólar norte-americano, configurou causa excepcional de mutabilidade dos contratos administrativos, com vistas à manutenção do equilíbrio econômico-financeiro das partes.
3. Rompimento abrupto da equação econômico-financeira do contrato.
Impossibilidade de início da execução com a prevenção de danos maiores. (ad impossibilia nemo tenetur).
4. Prevendo a lei a possibilidade de suspensão do cumprimento do contrato pela verificação da exceptio non adimpleti contractus imputável à administração, a fortiori, implica admitir sustar-se o "início da execução", quando desde logo verificável a incidência da "imprevisão" ocorrente no interregno em que a administração postergou os trabalhos. Sanção injustamente aplicável ao contratado, removida pelo provimento do recurso.
5. Recurso Ordinário provido.”
(STJ, RMS 15154/PE, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em 19/11/2002, DJ 02/12/2002, p. 222)[4]

Portanto, forte nessas premissas, será possível rever contratos administrativos para:
a) Reequilíbrio do contrato (valores);
b) Negociação de prazo de vigência e de execução;
c) Isenção temporária de tributos ou prorrogação;
d) Antecipação de recebíveis;
e) Rescisão contratual;
f) Alteração de metas e cronograma de execução;
g) Alteração de plano de trabalho, dentre outras situações congêneres.

RELAÇÕES TRABALHISTAS. Outro segmento drasticamente atingido é o das relações de trabalho, seja sob o ponto de vista do empregador (que se vê impedido de continuar sua atividade), como sob o ponto de vista dos trabalhadores, que além do risco de perda do emprego, estão sujeitos a férias impositivas, redução de jornada e salário, dentre outros cortes.
O Governo Federal está editando Medida Provisória com medidas trabalhistas para tentar regulamentar as relações do trabalho durante a pandemia, dentre as quais:

- permite às empresas mudar o regime de trabalho presencial para o teletrabalho ou qualquer outro tipo de trabalho à distância;
- regula, para o período de emergência, a antecipação de férias individuais, a concessão de férias coletivas, o aproveitamento e antecipação de feriados, o banco de horas;
- possibilita a redução proporcional de salários e jornadas, a suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde do trabalho, o direcionamento do trabalhador para qualificação;
- permite o adiamento do recolhimento do FGTS e a redução temporária do recolhimento de contribuições sociais que incidem sobre a folha de pagamentos;
- não considera doença de trabalho a infecção pelo COVID-19, saldo nos casos de médicos e enfermeiros, cujo trabalho possui clara conexão com a doença.[5]

Enquanto isso não ocorrer, no Direito do trabalho vigora a previsão contida no Art. 2º da CLT, para o qual o risco da atividade é do empregador, de forma que estão sendo permitidas (antes mesmo da referida MP), as seguintes providências:

- FÉRIAS. Art. 136 da CLT. O período de férias é de escolha do empregador. Sobre o aviso antecipado de férias, por analogia, deve-se considerar o fundamento do art. 8º da CLT, uma vez que há interesse coletivo superior ao individual.

- FÉRIAS COLETIVAS. Igualmente, diante do estado de pandemia, somado ao art. 8º da CLT, poderá servir de fundamento para a flexibilização da prévia comunicação ao Ministério da Economia. Caso opte por essa alternativa, o empregador deverá comunicar a concessão de férias coletivas imediatamente e concedê-las com pagamento antecipado previsto no art. 145 da CLT.

- LICENÇA REMUNERADA. A Lei 13.979/20 dispõe que quarentena e isolamento são considerados como falta justificada. Nesses casos, portanto, o trabalhador fará jus ao salário que lhe seria devido, assim como nos casos de falta justificada por outros motivos já previstos em lei ou norma coletiva.

- BANCO DE HORAS. Para as empresas que adotam o banco de horas e existir saldo credor dos funcionários, poderá ser utilizado o saldo de horas para abater o período em que não houver demanda de trabalho e de prestação de serviços pelos funcionários.

- COMPENSAÇÃO DE HORAS. O empregador poderá ajustar, por escrito com o empregado, que o período de licenciamento servirá como compensação das horas extras antes laboradas. Poderá ainda, considerando-se que o estado de emergência configura a força maior prevista no Art. 501 da CLT, se utilizar da faculdade prevista no §3° do Art. 61 da CLT.

- TELETRABALHO / HOME OFFICE. Nos casos em que o trabalho puder ser executado a distância através da telemática ou da informática, poderá ocorrer o ajuste entre empregador e empregado para que o serviço neste período seja exercido a distância (Art. 75-C, § 1º da CLT), dispensando o ajuste escrito, por aplicação do art. 61, §3°, da CLT, diante da força maior presente.

- NORMA COLETIVA – SUSPENSÃO DO CONTRATO OU REDUÇÃO DO SALÁRIO
Acordo coletivo ou convenção coletiva poderão estabelecer a suspensão contratual ou a redução do salário do empregado durante o período de afastamento decorrente das medidas de contenção da epidemia (Art. 7º, VI da CF c/c Art. 611-A da CLT), ou mesmo através de norma coletiva, a compensação dos dias parados com o labor.

- EMPREGADO INFECTADO. Ao empregado infectado se aplicam as mesmas regras trabalhistas e previdenciárias dos demais casos de afastamento por doença: primeiros 15 dias a cargo do empregador e os demais pela previdência.
Caso tenha ocorrido a infecção no ambiente de trabalho, o afastamento deverá ser tratado como acidente de trabalho atípico (Art. 19 e 20 da Lei 8.213/91).
É importante esclarecer que esse afastamento não se confunde com o afastamento preventivo (isolamento e quarentena - Lei 13.979/20).

- PODER DISCIPLINAR DO EMPREGADOR. Mais que um direito, é dever do empregador adotar medidas que visem proteger seus trabalhadores. Portanto, para evitar contágio no ambiente de trabalho, o empregador poderá impor medidas de higiene e segurança do trabalho que visem conter a pandemia do coronavírus. A recusa do empregado ou o descumprimento das medidas impostas pelo empregador são passíveis de punição disciplinar (advertência, suspensão ou justa causa).

Lado outro, o empregador que deixar de cumprir suas obrigações e não adotar medidas preventivas de contágio, estará sujeito a aplicação de justa causa, caso em que o trabalhador poderá requerer a aplicação da rescisão indireta do contrato de trabalho.

DIREITO DAS FAMÍLIAS. No âmbito do Direito das famílias, a crise econômica decorrente do COVID-19 impactará fortemente nas obrigações alimentares, já que, para fixação dos alimentos, parte-se da premissa da necessidade de quem recebe e das possibilidades de quem paga (binômio necessidade x possibilidade – Art. 1.694, § 1º CC).
Uma vez ocorrendo a redução da renda do alimentante em decorrência de situações diversas (algumas citadas no tópico supra ref. as relações trabalhistas), caberá pedido de revisão judicial da pensão.

Por outro lado, ocorrendo incapacidade do alimentante em decorrência do COVID-19, pode ser pleiteado alimentos dos avós (paternos e maternos), filhos, netos, bisnetos etc., solidariamente responsáveis na forma dos arts. 1.696 e 1.697 do CC.

De igual forma, os idosos (com mais de 60 anos) também poderão pleitear alimentos aos filhos, já que obrigados na forma do Art. 229 da Constituição Federal.

Ainda, por conta da pandemia do COVID-19, o CNJ já autorizou (Recomendação nº 62/2020, art. 6º) a adoção de medidas preventivas à propagação da infecção pelo coronavírus, com a substituição do regime de prisão fechada pelo regime de prisão domiciliar para devedores de obrigação alimentar.

Conquanto o Poder Judiciário paranaense não esteja funcionando normalmente até o dia 30/04/2020 (por força do Decreto Judiciário nº 172/2020 – TJPR), com a dispensa do trabalho presencial dos seus integrantes e fechamento dos cartórios, ações que demandem provimento urgente poderão ser ingressadas por meio do Plantão Judiciário, na forma da Resolução nº 186/2017 do TJPR. Procedimentos que não demandem provimento urgente (p. ex. distribuição de ações de divórcio) terão andamento normal após o retorno das atividades jurisdicionais, ao término da pandemia.

DIREITO CONTRATUAL E EMPRESARIAL. Como esperado, o impacto da pandemia do COVID-19 deverá provocar um inadimplemento generalizado e em cadeia de inúmeros contratos e obrigações contraídas, desde contratos de locação, como contratos de franquia, contratos de seguro, contratos de empréstimos e financiamentos imobiliários, parcerias empresariais, cartões de crédito etc.
Conforme demonstrado anteriormente, alguns segmentos do poder público e do segmento privado já reconheceram a situação vivenciada hodiernamente como de emergência de saúde pública, apta a justificar a aplicação das causas excludentes de responsabilidade civil como o caso fortuito e a força maior, previstas no Art. 393 do Código Civil.

Neste contexto, certamente um número expressivo de contratos serão descumpridos, dando início a pedidos de revisão das condições contratadas (reequilíbrio contratual) por parte dos inadimplentes, e de execução (cumprimento) dos contratos e suas penalidades por parte dos credores.

Entende-se que boa parte das relações contratuais poderá ser dirimida por aplicação do princípio da função social do contrato e seus deveres anexos (art. 421 CC), reconhecido como princípio de ordem pública pelo art. 2.035, parágrafo único do CC, por meio da qual se busca proteger:
os vulneráveis;
vedação da onerosidade excessiva ou desequilíbrio contratual (efeito gangorra);
proteção da dignidade humana e dos direitos da personalidade do contrato;
nulidade de cláusulas antissociais ou abusivas;
conservação do contrato sempre que possível.[6]
Ou seja, o princípio da força obrigatória dos contratos deverá ser relativizado em situações como as vivenciadas durante a pandemia do COVID-19, podendo-se requerer a resolução ou revisão[7] do contrato, com fundamento na teoria da imprevisão, prevista no art. 478 do CC, como causa da onerosidade excessiva verificada no contrato.

Igualmente, também se poderá buscar a aplicação do dever duty to mitigate the loss, por meio do qual se impõe ao credor mitigar suas próprias perdas, ou seja, seu prejuízo, por inspiração da Convenção de Viena (1980), já que “a parte que invoca a quebra do contrato deve tomar as medidas razoáveis, levando em consideração as circunstâncias, para limitar a perda, nela compreendido o prejuízo resultante da quebra. Se ela negligencia em tomar tais medidas, a parte faltosa pode pedir a redução das perdas e danos, em proporção igual ao montante da perda que poderia ter sido diminuída”.[8]

Com efeito, é possível inclusive cogitar o surgimento de novos institutos e previsões legislativas durante e após o término da pandemia do COVID-19, aptas a solução de situações até então desconhecidas do direito contemporâneo, contudo, os presentes apontamentos foram fixados em premissas legislativas conhecidas e aplicáveis, já que, nas palavras de Walt Whitman, “o futuro não é mais incerto que o presente”.

Curitiba, 22 de março de 2020.[9]

[1] Advogados integrantes da sociedade Andersen & Vianna Advogados.
[2] https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/03/crise-do-coronavirus-faz-planos-de-saude-cancelarem-autorizacoes-para-exames-e-cirurgias.shtml
[3] https://www.cnj.jus.br/hidroxicloroquina-cnj-divulga-parecer-para-orientar-juizes/
[4] No mesmo sentido: (STJ, AgRg no Ag 1300508/DF, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 17/08/2010, DJe 26/08/2010)
[5] https://www.oantagonista.com/brasil/medida-provisoria-trabalhista-emergencial-esta-pronta-covid-19-nao-sera-considerada-doenca-do-trabalho/
[6] TARTUCE, Flávio. Manual de direito civil: vol. único. 3ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2013, p. 542-544.
[7] Embora a lei fale apenas em resolução contratual, entende-se que também se pode pedir a revisão por onerosidade excessiva, com fundamento nas cláusulas gerais do contrato (art. 421 CC), da boa-fé objetiva (art. 422 CC) e da base objetiva do negócio (art. 422). (NERY JUNIOR, Nelson. Código civil comentado. 11ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2014, p. 870).
[8] TARTUCE, Flávio. Manual..., p. 564.
[9] Texto publicado no site do escritório: www.andersenevianna.com.br

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Jacarezinho interrompe programa efetivo no combate à dengue

Paraná enfrenta a maior epidemia da história e o único município do mundo contemplado com o projeto Controle Natural de Vetores opta por aplicar inseticida, interrompendo ação que quase zerou a infestação do mosquito

Na cidade de Jacarezinho, no Norte Pioneiro do Paraná, uma técnica inédita no mundo foi utilizada para controlar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Desenvolvido por um grupo de cientistas da Forrest Brasil, empresa de biotecnologia incubada no Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná), o projeto Controle Natural de Vetores registrou reduções significativas tanto no número de ovos, quanto no número de larvas. Os bairros tratados tiveram até 90% de redução de infestação do mosquito Aedes aegypti.

Apesar da eficácia comprovada de seu projeto, a Forrest Brasil Tecnologia afirma que enfrentou dificuldades burocráticas para expandir o trabalho para toda a cidade de Jacarezinho. O município sofre historicamente com epidemias de dengue e, segundo dados do último boletim epidemiológico, soma 1.451 casos da doença para uma população de 39 mil pessoas. Diante do expressivo aumento no número de casos de dengue, a Secretaria Municipal de Saúde optou por intervenções diretas com inseticida e liberação de fumacê nas áreas mais críticas da cidade.

“Nesses bairros mais afetados, começamos a soltura de mosquitos machos estéreis somente no dia 22 de janeiro deste ano, após a prefeitura autorizar. Agora com essa medida, foi necessário adotarmos o manejo das solturas nessas áreas em dias diferentes das intervenções com o veneno. Entretanto, a vida útil dos mosquitos machos estéreis pode ser reduzida com o inseticida, comprometendo a efetividade do trabalho”, explica a coordenadora do projeto, Lisiane de Castro Poncio.

A atuação da Forrest ocorreu em pequenas áreas da cidade que, mesmo com influência do restante do município, foram os locais com o menor índice de dengue. “Na Vila São Pedro, por exemplo, tivemos apenas seis casos até o final de janeiro (período do contrato), enquanto no mesmo período, o Aeroporto apresentava mais de 500 registros da doença”, destaca. De setembro de 2019 até o dia 5 de março de 2020, mais de 13 milhões de mosquitos machos estéreis foram liberados na cidade para conter a proliferação do Aedes aegypti.

A partir deste mês de março, a aplicação do fumacê foi estendida para toda a cidade, incluindo a Vila São Pedro, que é a principal área de atuação do projeto. “Como isso, não é recomendada a liberação dos machos estéreis.” Mesmo com a interrupção das solturas, a Forrest irá manter o monitoramento dos ovos até o final de março. Além disso, as atividades de conscientização da população continuam sendo realizadas pela empresa.

Dados do PR

De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde divulgado nesta terça-feira (17), o Paraná atingiu a marca histórica de 65.524 casos confirmados de dengue, com 49 mortes. Os números são de agosto do ano passado até agora. Em apenas uma semana, os casos oficializados subiram 24,5%. Dos 399 municípios, 147 estão em situação de epidemia.

Técnica pioneira

O município de Jacarezinho foi o primeiro no mundo a usar a técnica natural, que não envolve modificação genética, desenvolvida pela Forrest Brasil Tecnologia. Os mosquitos machos estéreis são produzidos a partir de ovos coletados na região afetada e, posteriormente são soltos na natureza, contribuindo para a redução de novos descendentes, diminuindo assim a proliferação desses mosquitos.

O mosquito macho se alimenta apenas de seiva de plantas e, portanto, não pica e não oferece nenhum risco para a população. São as fêmeas que transmitem as doenças, pois precisam do sangue para completar o processo de maturação dos ovos e fazer a postura. Como a fêmea copula uma única vez durante a vida, se a cópula for com um macho estéril não haverá descendentes. Já se a cópula acontecer com um macho não estéril, uma fêmea pode gerar até 500 ovos, que vão resultar em novos mosquitos.

Resultados comprovados

A solução teve eficiência comprovada e registrou reduções significativas na infestação do mosquito Aedes aegypti nos bairros tratados. Em 2018, o Projeto Piloto tratou os três bairros que tinham situação mais crítica no município: Aeroporto, Novo Aeroporto e Vila Leão. Ao final do projeto piloto, após 7 meses de solturas de mosquitos machos estéreis, o resultado foi a redução de mais de 90% na população de Aedes aegypti na área tratada.

O Levantamento Rápido de Índices de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) chegou a registrar índice zero de infestação do mosquito nos Bairros Novo Aeroporto e Aeroporto. No ano passado, o bairro mais crítico era a Vila São Pedro, que recebeu o projeto e depois disso registrou apenas seis casos de dengue. Hoje há uma inversão, com novos registros de dengue no Aeroporto e grande redução de infestação do mosquito na Vila São Pedro.

A atuação da Forrest em Jacarezinho é considerada um caso de sucesso e os resultados já foram apresentados para outras cidades do Brasil. “Os dados comprovam que a tecnologia, aliada ao trabalho de educação e conscientização da população, contribui para a redução significativa dos índices de infestação do Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus da dengue, logo, reduzimos drasticamente os casos desta doença na área onde atuamos. Para garantir a sustentabilidade do projeto, é necessário mais um ano de trabalho, especialmente para reduzir os ovos remanescentes. Com a continuidade do projeto e o apoio da população e do poder público, podemos conquistar uma solução sustentável para combater a dengue e outras doenças relacionadas a esse mosquito”, esclarece a diretora da Forrest Brasil Tecnologia, Elaine Paldi.

McDonald’s vai apoiar micro e pequenas empresas do setor de alimentação no Brasil

Rede compartilhará suas práticas e cursos internos de segurança alimentar para ajudar na prevenção de doenças

A Arcos Dorados, maior franquia independente do McDonald's no mundo, acredita na união de forças para que o país possa superar esse momento de pandemia causada pelo novo Coronavírus. Pensando nisso, a rede decidiu apoiar micro e pequenas empresas do setor de alimentação no Brasil, abrindo turmas de formação gratuita e online voltadas a profissionais que atuam nesse segmento.

Os cursos contarão com uma grade dividida em três pilares principais: Segurança Alimentar, Higiene e Desenvolvimento Sustentável, áreas em que a companhia é reconhecida internacionalmente por sua excelência. Essas são esferas fundamentais para garantir medidas de prevenção de contaminação por microrganismos, incluindo o novo Coronavírus.

“Nesse momento delicado pelo qual estamos passando globalmente e aqui no nosso país, decidimos compartilhar o nosso conhecimento com estabelecimentos que poderão se beneficiar dele da melhor forma e dar uma contribuição inicial para vencermos juntos esse grande desafio”, comenta Paulo Camargo, Presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados.

Além de sua reconhecida atuação no setor, atendendo os mais rigorosos protocolos de segurança do alimento, a Arcos Dorados também busca ressaltar a importância da educação. No Brasil, a companhia conta com um centro de formação, batizado de Universidade do Hamburguer, que servirá como base para a iniciativa. A empresa investe por ano cerca de 40 milhões de reais em treinamento, contando com estratégias educacionais de ponta.

Com início programado para a próxima semana, os cursos terão inicialmente vagas limitadas. As inscrições serão abertas em breve, por meio do site https://trilhas.info/. Poderão participar donos de pequenos estabelecimentos do setor e seus empregados.

“Nossa empresa está comprometida em apoiar a busca de soluções para esse contexto que estamos vivendo e entende que compartilhar sua expertise é uma das maneiras iniciais para contribuir. Estamos atentos e vamos continuar buscando oportunidades de cooperar com as pessoas”, explica Paulo Camargo.

Medidas da Arcos Dorados contra a COVID-19

A Arcos Dorados tem como prioridade proteger a saúde e bem-estar de seus funcionários e clientes. A companhia implementou um comitê focado especialmente em monitorar e agir em torno de diversos assuntos relacionados ao tema. Entre as iniciativas implementadas pela empresa, está o home office ou licença remunerada para seus colaboradores que pertencem ao grupo de risco, em todos os setores, inclusive restaurantes, e a recomendação de trabalho remoto para todos os funcionários da sede administrativa; suspensão de viagens e reuniões presenciais; reforço dos protocolos de higiene em todos os restaurantes da rede, como aumento na frequência da limpeza de equipamentos, totens de atendimento, portas, mesas e cadeiras; ampliação do número de dispensers de álcool em gel nos restaurantes; além da intensificação da comunicação interna com informações educativas sobre o tema.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema quanto em número de restaurantes. A Companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela. A Companhia opera ou franqueia mais de 2.200 restaurantes McDonald’s com mais de 90.000 funcionários e é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no América Latina. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia visite a seção de Investidores de nosso site: www.arcosdorados.com/ir.

COMO MANTER A CASA LONGE DO COVID-19

Especialista em bacteriologia do LANAC alerta para o uso indiscriminado do álcool 70% e ressalta que há alternativas tão eficazes quanto para limpeza dos ambientes

Com a pandemia do COVID-19, o álcool 70%, tanto em líquido quanto em gel, tornou-se artigo de luxo em prateleiras de supermercados e farmácias. “É preciso alertar a população que não é só o álcool 70% que é eficaz na limpeza de mãos e ambientes, há muitas outras alternativas tão boas quanto e mais em conta”, explica o especialista em bacteriologia do LANAC – Laboratório de Análises Clínicas, Marcos Kozlowski.

Nas mãos, água e sabão são suficientes – o álcool gel deve ser usado apenas como alternativa para momentos em que não seja possível encontrar uma torneira, por exemplo, na rua, no carro, ou até mesmo em supermercado.

O profissional ainda alerta que o uso indiscriminado do álcool 70% faz com que o produto fique extinto e aumente o valor de sua produção, além de sair de circulação para os fins em que ele é indispensável, no caso de hospitais, centro cirúrgicos e laboratórios.

Para higienização de ambientes domésticos, produtos com cloro, água sanitária, e próprio sabão comum (seja em pó ou líquido), garante um ambiente seguro e bem-esterilizado. Importante é observar a concentração do princípio ativo recomendada pelo fabricante. “O álcool 70% é sim um potente antibactericida, porém, deve ser usado com parcimônia”, ressalta.

Kozlowski ensina que é importante umedecer o pano limpo com o produto de limpeza e higienizar constantemente superfícies de maior uso, como maçanetas, corrimão, teclados. “Lembrar sempre de higienizar os panos, esponjas, rodos e vassouras assim que utilizar e secá-los na secadora de roupas ou ao ar livre antes de reutilizar.”

Outro hábito que, segundo o especialista deveria ser padrão em todas as residências, é evitar entrar de sapatos em casa. Além disso, tirar as roupas com que chegou da rua e colocá-las para lavar; ternos e casacos que não são possíveis lavar em casa ou diariamente, é importante colocar no sol ou em algum lugar arejado.

O COVID-19, por ser envolvido por uma camada gordurosa, não sobrevive por muito tempo fora do corpo humano, os primeiros estudos, estimam que ele dure de seis a 24 horas, em superfícies, dependendo da temperatura e umidade do ambiente e do tipo, e 72 horas em plásticos. “Manter um local limpo e arejado é muito importante, e claro, lavar muito bem e todas as partes da mão por pelo menos 40 segundos e com frequência, não levá-la à boca, nariz e olhos, já ajudam muito na proliferação da doença.”, explica o especialista

Sobre o LANAC:

Há 28 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 45 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 400 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.

Inspiração para 2020: dicas de tatuagem

e principais tendências

Houve mais de 2 bilhões de pesquisas por ideias de tatuagem no Pinterest, e "tatuagens artísticas no corpo" ficou em alta em todas as faixas etárias diferentes (+321% para quem está na faixa dos 20, +372% para quem está nos 30, +253% para quem está nos 40, +213% para quem está nos 50 e +145% para quem está nos 60). Todos podem encontrar uma arte para inspirar a próxima tatuagem.

Continue lendo para ver mais dicas e truques sobre como usar a grande variedade de trabalhos artísticos no Pinterest na sua próxima tatuagem, além das tatuagens em alta por geração e gênero.

Vá além das imagens de tatuagem e inspire-se com desenhos também (desenhos de tatuagem legais, +1.222%). Sabe que quer um desenho de mandala, mas não sabe de qual estilo ou não decidiu onde tatuar? Após encontrar o estilo perfeito, role para baixo para ver estilos semelhantes e diferentes posicionamentos no corpo. Viu uma tatuagem legal em um amigo, mas quer dar um toque pessoal? Tire uma foto usando a Busca pela Câmera para ver imagens semelhantes.Salve mais ideias na sua pasta de tatuagem para ter inspiração ilimitada e envie os Pins para o tatuador usar como ponto de partida. Depois de fazer a tatuagem dos seus sonhos, use os controles do feed inicial para desativar as recomendações de tatuagens. Pelo menos até a próxima.

As pesquisas em alta por tatuagens incluem:

Tendências gerais
Desenhos de tatuagem de mãe +5.973%Tatuagem de latitude e longitude +4.532%Tatuagens do Leão Leo +2.136%
Favoritas entre usuárias que se identificam como mulheres
Tatuagem de dragão chinês +1528%Tatuagens da mãe natureza +1.441%Tatuagens rosa azul +1.212%
Favoritas entre usuários que se identificam como homens
Tatuagem do Mandaloriano +1.756%Tatuagens do céu +1.169%Desenho de tatuagem da medusa +882%
Favoritas da Geração Z
Tatuagens do oceano +394%Tatuagens de tempo +332%Tatuagens de anime +259%
Favoritas dos Millennials
Desenho de tatuagem de elefante +502%Desenho de tatuagem de pena +493%Desenho de tatuagem de bússola +224%
Favoritas dos baby boomers
Tatuagens pequenas para homens +981%Tatuagens simbólicas +79%Tatuagens minimalistas +63%

lt.php?nl=64&c=529&m=834&s=e209383b790bd95bd4d9f677faf6454b&l=open
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Psicóloga revela aumento dos atendimentos online devido ao pânico gerado pela pandemia do coronavírus

As recomendações do Ministério da Saúde são de evitar contato físico ao máximo com outras pessoas e manter uma distância mínima de dois metros, afim de prevenir o contágio com o novo coronavírus (covid-19). A inclusão destas medidas sociais e de proteção na rotina dos brasileiros tem obrigado as pessoas a mudar completamente os seus hábitos, inclusive a maneira como buscam por atendimento na área da saúde.

A neuropsicóloga Dra. Roselene Espírito Santo Wagner revela que, devido a pandemia do coronavírus, a procura dos seus pacientes pelo atendimento modalidade online cresceu exponencialmente: “A partir desta segunda-feira, dia 16 de março de 2020, houve um aumento na procura pelo atendimento de psicoterapia on-line. Aqui na cidade do Rio de Janeiro, depois de um momento de pouca importância dada ao cenário atual mundial, as pessoas tomaram consciência da responsabilidade de seguir as orientações, adotando hábitos para impedir o avanço do contágio. Logo, em função da informação largamente divulgada, todos resolveram se preservar em quarentena e; em função disso, nós profissionais da saúde mental, estamos atendendo online.”

Benefícios do atendimento online

O atendimento on-line é uma prática que respeita as normas do CFP (Conselho Federal de Psicologia) e do CRP (Conselho Regional de Psicologia), sendo regularizada como ferramenta de trabalho em casos como este, de quarentena ou de outra impossibilidade qualquer no deslocamento: “a ferramenta do atendimento online nao é apenas útil, mas totalmente eficaz, não havendo prejuízo algum no andamento do tratamento nem nos resultados obtidos, tanto para o paciente como para o Psicólogo, além de estar em conformidade com as normas de segurança necessárias para o momento que vivemos”, ressaltou a Dra. Roselene Wagner.

Segundo a neuropsicóloga, os atendimento telepresenciais são fundamentais também para que as pessoas mantenham sua saúde emocional equilibrada: “Com isto podemos atuar evitando o pânico, a ansiedade e depressão, mantendo o atendimento psicológico, mas sem que ninguém (paciente- Psicólogo) se exponha a riscos de infecção e contaminação".

Responsabilidade coletiva

Para a especialista, é importante que todos tenham a consciencia das dificuldades do momento e da responsabuludade coletiva para superar a crise: "Bom seria que todos se conscientizassem que não há vítimas nem culpados. Mas precisamos parar de disseminar além do vírus da “fake news", o pânico, a paranóia, ansiedade e depressão, a síndrome do pânico. Somos um grupo de pessoas, que precisam cuidar de si e do outro. Cuide do seu equilíbrio emocional, para manter a saúde do seu sistema imunológico."

Méqui lança novo Big Tasty Turbo Queijo

Disponível desde 10 de março, o maior sanduíche da rede traz combinação de muçarela melt, cheddar e emental

Um dos sanduíches mais amados do Méqui ganhou uma versão ainda mais indulgente e deliciosa. O novo Big Tasty Turbo Queijo foi pensado para quem busca o sabor incomparável do Tasty, com muito, muito queijo mesmo.

Disponível em todos os restaurantes da rede no Brasil, a grande novidade conta com pão, carne suculenta, cebola fresca, alface americana, tomate, o famoso molho tasty, além de três diferentes tipos queijos: creme de muçarela, duas fatias de cheddar e duas fatias de emental.

“O novo Big Tasty Turbo Queijo é uma criação que promete satisfazer os consumidores que amam sanduíches gigantes e, claro, os #TastyLovers. Buscamos a melhor combinação para garantir um sabor inigualável para o já consagrado Big Tasty. Tenho certeza que vamos surpreender mais uma vez!”, destaca João Branco, Chief Marketing Officer do McDonald’s Brasil.

Pensado para agradar as pessoas que buscam por ofertas generosas em tamanho e sabor, o Big Tasty Turbo Queijo terá preço médio sugerido de R$30,90 e R$32,90 na McOferta Média. Uma delícia que fica no cardápio por tempo limitado, então, vale a pena correr para experimentar.

Para ficar sempre por dentro das novidades, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema como em número de restaurantes. A Companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela. A Companhia opera ou franqueia mais de 2.200 restaurantes McDonald’s com mais de 90.000 funcionários e é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no América Latina. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia visite a seção de Investidores de nosso site: www.arcosdorados.com/ir

Maior escolaridade pode refletir positivamente no trânsito, segundo pesquisa

Pessoas com ensino superior apresentam maior percepção quanto à imprudência como causa de acidentes e sobre aspectos relacionados à aplicação de multas

Curitiba, fevereiro de 2020 - A pesquisa realizada pela Paraná Pesquisa para a Abeetrans (Associação Brasileira das Empresas de Engenharia de Trânsito) mostra que quanto maior o grau de instrução do entrevistado, maior tende a ser a sua percepção quanto à imprudência do motorista como principal causa de acidentes no trânsito. Os resultados revelam também que pessoas com ensino superior demonstram ser mais cientes sobre os limites de velocidade nas vias e sobre questões específicas relacionadas à aplicação de multas por radares.

Realizada em meados de 2019 no Distrito Federal e em sete capitais brasileiras - Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo -, a pesquisa englobou 3.227 motoristas e o mesmo número de pedestres, de ambos os sexos, com mais de 18 anos, que responderam a questões relacionadas ao trânsito, como as principais causas de acidentes, comportamento seguro e conhecimentos específicos quanto ao funcionamento dos equipamentos de fiscalização eletrônica e limites de velocidade, entre outros.

Causa de acidentes – Foi perguntado aos entrevistados quais as principais causas de acidentes de trânsito, podendo ser assinalado mais de um motivo. A pesquisa apontou a imprudência do motorista como principal fator, seja entre motoristas ou pedestres, em todas as cidades pesquisadas.

No entanto, foi constatado que essa percepção é maior de acordo com o grau de escolaridade. A imprudência foi apontada entre 55% dos entrevistados com ensino superior, 47,2% com ensino médio e 43,1% com ensino fundamental.

Limites de velocidade – Entre os motoristas das oito cidades pesquisadas, a maioria alegou estar ciente dos limites de velocidade nas vias públicas: 59,3% dizem conhecer e 37,5% dizem conhecer bem, contra 1,7% que alega não conhecer estes limites. 32,2% de todos os participantes com ensino superior afirmaram conhecer bem os limites de velocidades, contrastando com 23,8% com ensino médio e 16,2% com ensino fundamental.

Na pesquisa com os pedestres os números impressionam negativamente: 27,2% afirmaram desconhecer a velocidade máxima permitida nas vias de seus municípios. Quanto ao grau de escolaridade, os pedestres que desconhecem os limites de velocidade representam 17,7% dos que têm ensino superior, 25,3% com ensino médio e 35,1% com ensino fundamental.

Sobre multas – Os entrevistados com maior grau de instrução demostraram ser mais bem informados quanto às questões relacionadas a multas. Quando questionados se sabem quem determina os valores aplicados, 45% dos entrevistados com nível superior sabem ser uma determinação do Código Nacional de Trânsito. Esse conhecimento é de domínio de 40,5% dos entrevistados com ensino médio e 35,4% com ensino fundamental, na somatória das oito cidades.

Em outra pergunta procurou-se detectar se os entrevistados sabiam que o dinheiro das multas de trânsito não vai para as fabricantes de radares, e sim, que elas recebem pelo aluguel do equipamento. 35,3% dos entrevistados com ensino superior sabem disso, contra 27,7% com ensino médio e 23,2% com ensino fundamental.

“A grande questão é se de fato essas percepções se manifestam em um comportamento mais seguro. Há, em geral, certo distanciamento entre o que se declara e o que se faz na realidade das ruas. Mas é razoável afirmar que a maior escolaridade contribui para uma maior percepção sobre o trânsito”, comenta Jorge Tiago Bastos, professor de Segurança Viária do Departamento de Transportes da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

O professor observa uma carência de educação para o trânsito. “Apesar de estar prevista no Código de Trânsito Brasileiro, a educação para o trânsito não é implementada nas escolas de ensino fundamental. Esta seria uma disciplina de grande importância, gerando impacto a médio e longo prazos, tanto para crianças quanto para adolescentes, que ao se tornarem condutores, teriam passado por esta formação, que é um processo”, ressalta.

Além disso, Bastos cita outros dois processos que se somam à educação para o trânsito: melhoria na formação de condutores e realização de campanhas de conscientização mais frequentes, com monitoramento dos seus efeitos, para que tenham resultados além do curto prazo. “Todos esses processos teriam como impacto a formação de uma cultura de segurança viária”, afirma.

Para o especialista em trânsito e diretor da Perkons, Luiz Gustavo Campos, educar, conscientizar para os riscos e para a mobilidade segura é fundamental. “A educação está diretamente atrelada à segurança no trânsito e, independente do grau de instrução, o condutor precisa estar consciente de que respeitando as regras de trânsito, conhecendo seus direitos e deveres e pensando coletivamente estará contribuindo para uma sociedade mais gentil e cidadã”, conclui.

Espaços culturais fechados e eventos artísticos suspensos

Medida da Superintendência da Cultura atende ao decreto estadual nº 4.230 que define estratégias de enfrentamento ao COVID-19

A Superintendência da Cultura da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, atendendo ao decreto estadual nº 4.230, informa que a partir de 17 de março de 2020 ficam temporariamente fechados os espaços culturais do Governo do Paraná – museus, bibliotecas, teatros – e suspensos os eventos artísticos e culturais. Fazem parte da estrutura da Superintendência da Cultura a Biblioteca Pública do Paraná, o Centro Cultural Teatro Guaíra, o Centro Juvenil de Artes, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná, o Museu Casa Alfredo Andersen, o Museu do Expedicionário, o Museu da Imagem e do Som do Paraná, o Museu Oscar Niemeyer e o Museu Paranaense. A medida visa conter a propagação do vírus e está entre as ações tomadas pelo Governo do Paraná para o enfrentamento ao COVID-19.

EVENTOS CANCELADOS – As atividades previstas para o Mês das Mulheres da SECC, que aconteceriam durante todo o mês de março, estão temporariamente canceladas, com perspectiva de realização em data futura, ainda sem definição. São elas: 18 de março – oficina de empreendedorismo com foco em mulheres que empreendem na economia criativa, que seria ministrada por Geovana Conti na sala Adalice Araújo, sede da Superintendência da Cultura; 26 de março – palestra no Museu Paranaense com a pesquisadora Sandra Benites, primeira mulher indígena a ser curadora de um museu de arte do Brasil; 19 e 20 de março – mesa-redonda “Arte não tem gênero, mas artista sim”, com Isadora Mattiolli e Renata Felinto, e palestra sobre artistas mulheres na história da arte moderna brasileira com a pesquisadora Ana Paula Simioni, ambas no Museu de Arte Contemporânea do Paraná.

CURSOS E OFICINAS – Os espaços que promovem cursos e oficinas regularmente para a população, como o Centro Juvenil de Artes, vão suspender as aulas a partir do dia 20 de março, conforme estabelece o decreto estadual nº 4.230. O Museu Casa Alfredo Andersen, que iniciaria o semestre letivo no dia 23 de março com as aulas da Academia Alfredo Andersen, cancelou o início das aulas.

O Museu Paranaense também suspendeu as aulas da oficina "Desenho e Movimento", que teve início 11 de março e seguiria com encontros semanais até 1º de abril.

BIBLIOTECA – A Biblioteca Pública do Paraná fecha, temporariamente, a partir das 12h desta terça-feira (17). As devoluções de livros devem ser realizadas após o retorno das atividades, sem prejuízo para os leitores.

MON – O Museu Oscar Niemeyer, assim como os demais museus do Estado, está fechado a partir desta terça-feira (17/03). É possível visitar virtualmente seis exposições do MON na íntegra por meio do Google Arts & Culture. São elas: “Luz ≅ Matéria”; “Ásia: a terra, os homens, os deuses”; “Nos pormenores um universo – Centenário de Vilanova Artigas”; “Irmãos Campana”; “Não está claro até que a noite caia”, da artista Juliana Stein, e “Circonjecturas”, do artista Rafael Silveira.

TEATRO GUAÍRA – O Centro Cultural Teatro Guaíra suspendeu os eventos do mês de março em todos os auditórios: Guairão, Guairinha, Miniauditório e Teatro José Maria Santos. Mais informações no site www.teatroguaira.pr.gov.br.

Acompanhe o portal da Cultura e as redes sociais @paranacultura para novidades sobre o funcionamento dos espaços culturais do Estado e a programação cultural e artística.