A despedida de Dionne Warwick no Guairão!

Cantora faz última apresentação em Curitiba nesta quinta-feira

Um show de despedida. Dionne Warwick chega a Curitiba para sua última turnê, "Over and Out – A Farewell Tour", nesta quinta-feira, às 21 horas, no Grande Auditório do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade, s/nº). O espetáculo marcará a despedida da artista, celebrando mais de seis décadas de uma carreira que ajudou a moldar a história da música. Com 85 anos e a mesma vitalidade de sempre, ela anuncia que não pretende mais viajar. “Essa será minha última turnê internacional, está na hora de diminuir o ritmo de viagens. Mas continuarei cantando pois eu amo o que faço”, disse a cantora. Os ingressos custam a partir de R$240 (+ taxas) e já estão à venda no site do Disk Ingressos.
Um dos maiores ícones da música mundial, a seis vezes vencedora do Grammy vai apresentar ao público um repertório repleto de clássicos, como “That’s What Friends Are For”, “I Say a Little Prayer”, “Heartbreaker” e “I’ll Never Love This Way Again”, entre muitos outros. O espetáculo promete uma experiência emocionante e única, uma despedida, que celebra a trajetória de uma Diva, reverenciada por sua contribuição incomparável à música mundial. Mais de 100 milhões de discos vendidos e incontáveis hits, uma carreira que ajudou a moldar o som da música contemporânea.
Além da turnê, para ilustrar este capítulo final, Dionne lançará DWuets, seu último álbum de estúdio. O projeto reúne um elenco estelar de parceiros em duetos, incluindo Cynthia Erivo, John Legend e outros artistas, conectando múltiplas gerações da música. Todas as canções foram escritas pela aclamada compositora Diane Warren, com temas de esperança, amor, resiliência e conexão humana no centro do álbum.

Serviço: Dionne Warwick – Show com a cantora norte-americana turnê "Over and Out – A Farewell Tour". Única apresentação, quinta-feira, dia 22, às 21 horas, no Grande Auditório do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade. s/nº).
Valores dos ingressos:
R$610 (Plateia Premium Vermelha MEIA + R$91,50 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$620 (Plateia Premium Vermelha SOLIDÁRIA doação de 1 KG de alimento + R$93 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$1.220 (Plateia Premium Vermelha INTEIRA + R$183 taxa cobrada pelo DiskIngresso);

R$580 (Plateia Vip Azul MEIA + R$87 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$590 (Plateia Vip Azul SOLIDÁRIA doação de 1 KG de alimento + R$88,50 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$1.160 (Plateia Vip Azul INTEIRA + R$174 taxa cobrada pelo DiskIngresso);

R$540 (Plateia Laranja MEIA + R$81 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$550 (Plateia Laranja SOLIDÁRIA doação de 1 KG de alimento + R$82,50 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$1.080 (Plateia Laranja INTEIRA + R$162 taxa cobrada pelo DiskIngresso);

R$490 (Plateia Amarela MEIA + R$73,50 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$500 (Plateia Amarela SOLIDÁRIA doação de 1 KG de alimento + R$75 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$980 (Plateia Amarela INTEIRA + R$147 taxa cobrada pelo DiskIngresso);

R$450 (1º balcão Roxo MEIA + R$67,50 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$460 (1º balcão Roxo SOLIDÁRIA doação de 1 KG de alimento + R$69 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$900 (1º balcão Roxo INTEIRA + R$135 taxa cobrada pelo DiskIngresso);

R$400 (1º balcão Verde MEIA + R$60 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$410 (1º balcão Verde SOLIDÁRIA doação de 1 KG de alimento + R$61,50 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$800 (1º balcão Verde INTEIRA + R$120 taxa cobrada pelo DiskIngresso);

R$320 (2º balcão Azul MEIA + R$48 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$330 (2º balcão Azul SOLIDÁRIA doação de 1 KG de alimento + R$49,50 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$640 (2º balcão Azul INTEIRA + R$96 taxa cobrada pelo DiskIngresso);

R$240 (2º balcão Laranja MEIA + R$36 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$250 (2º balcão Laranja SOLIDÁRIA doação de 1 KG de alimento + R$37,50 taxa cobrada pelo DiskIngresso);
R$480 (2º balcão Laranja INTEIRA + R$72 taxa cobrada pelo DiskIngresso);

Vendas:
Site do Disk Ingressos
Loja do Disk Ingressos no Shopping Mueller - de segunda a sábado das 10 às 22h e domingos das 14 às 20h
Bilheteria do Guairão (Praça Santos Andrade s/nº) de segunda a sexta das 10h às 14h e das 15:10 às 19h.
Bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro (Shopping Novo Batel) - de segunda a sábado das 12 às 17h;
Bilheteria do Teatro Positivo de segunda a sexta das 11 às 15h e 16h10 às 20h. Sábados das 17h às 21h; Domingo somente em dias de espetáculo com 2h de antecedência ao início do evento.
Família Pavê (Av. Pres. Arthur da Silva Bernardes, 938 - de Terça, das 9h40 às 18h15, e de quarta à sábado das 09h às 18h.
Não serão aceitos cheques.

Meia-entrada para todas as categorias beneficiadas por Lei: Idosos, Doador de Sangue, professores, estudantes, pessoas com deficiências, portadores de câncer, e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes.
Duração: 1h30.
Classificação indicativa: Livre.
Mais informações www.poladian.com.br

Brasileiro apoia reciclagem, mas ainda descarta de forma inadequada; veja 5 sinais de que o condomínio precisa rever a gestão do lixo

Pesquisa da CNI mostra distância entre intenção e prática no pós-consumo; especialista explica o que síndicos podem observar para identificar falhas na separação e na coleta de resíduos

Separar o lixo está entre os hábitos associados à economia circular, mas a disposição para reciclar nem sempre se transforma em descarte correto. Uma pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI), publicada em setembro de 2026, mostra que a maioria dos brasileiros adota alguma prática relacionada ao pós-consumo, como doar ou consertar bens, mas ainda descarta materiais recicláveis de forma inadequada. O levantamento também aponta que apenas 13% dos entrevistados têm conhecimento aprofundado sobre economia circular, enquanto 61% ainda demonstram preferência por produtos novos.

O cenário ajuda a colocar em discussão uma questão que também aparece nos condomínios: a existência de lixeiras destinadas à coleta seletiva não garante, por si só, que os resíduos estejam sendo separados corretamente. Para Rubens Lopes, cofundador da Eko Bee, empresa especializada em gestão de resíduos em condomínios, é possível identificar alguns sinais de que a operação precisa ser revista.

1. Muito material reciclável aparece no lixo comum

Um dos primeiros sinais de que a separação não está funcionando é encontrar papel, plástico, vidro e metal misturados aos resíduos que deveriam seguir outra destinação.

Segundo Rubens Lopes, esse tipo de ocorrência precisa ser observado de forma recorrente, e não apenas como um problema pontual. A presença frequente de recicláveis no lixo comum pode indicar que os moradores não sabem como separar os materiais, que a comunicação não está clara ou que a estrutura de descarte não está facilitando a rotina.

“Não adianta apenas disponibilizar os recipientes. É preciso entender o que está acontecendo dentro deles e identificar onde o processo está falhando. Quando o material reciclável aparece constantemente misturado ao rejeito, existe uma informação importante ali sobre o funcionamento da coleta seletiva”, explica.

2. As lixeiras estão identificadas, mas ninguém sabe exatamente o que colocar em cada uma

A identificação dos recipientes é importante, mas pode não ser suficiente. Diferentes materiais geram dúvidas no momento do descarte, principalmente quando existem resíduos que parecem recicláveis, mas exigem outro tipo de destinação.

Por isso, o condomínio precisa avaliar se as orientações são claras para moradores, funcionários e novos residentes. A comunicação também pode precisar ser atualizada quando surgem dúvidas recorrentes.

Para Rubens, a orientação precisa fazer parte da rotina. “A educação ambiental não pode acontecer somente quando o condomínio implanta a coleta seletiva ou quando aparece um problema. É preciso acompanhar as dúvidas e os erros que surgem no dia a dia para ajustar a comunicação”, afirma.

3. O condomínio sabe quanto coleta, mas não sabe quanto vira rejeito

Outro indicador importante está naquilo que não consegue ser aproveitado. Acompanhar somente o volume total coletado não permite entender completamente a eficiência da separação.

A quantidade de rejeitos pode revelar contaminação dos materiais recicláveis, descarte incorreto e problemas na separação realizada na origem. Por isso, acompanhar esse indicador ao longo do tempo ajuda a identificar se as mudanças adotadas pelo condomínio estão produzindo resultado.

O monitoramento de volume, frequência das coletas e redução de rejeitos já faz parte das práticas recomendadas para uma gestão mais organizada dos resíduos.

4. A frequência da coleta é sempre a mesma, mesmo quando o volume muda

Outro sinal de que a operação merece atenção é manter uma frequência fixa de coleta sem observar o comportamento dos resíduos.

O volume produzido pode variar conforme o número de moradores, períodos de férias, festas, mudanças de rotina e até características do empreendimento. Acompanhar os dados permite avaliar se a frequência atual é adequada ou se há necessidade de ajustes.

“A coleta precisa estar relacionada à realidade de cada operação. Quando conseguimos acompanhar os volumes e a frequência, temos condições de entender melhor o que está acontecendo e fazer ajustes quando necessário”, afirma Rubens.

5. O condomínio não mede o próprio lixo

Se o síndico não consegue responder quanto o condomínio gera de resíduos, quais são os principais tipos descartados ou quanto material reciclável está sendo recuperado, falta uma informação básica para avaliar a operação.

A dificuldade de medir os resíduos não é exclusiva dos condomínios. Um diagnóstico divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) em agosto de 2026 mostrou que, entre 397 municípios avaliados, apenas 145 declararam realizar estudos de composição gravimétrica. O Tribunal também identificou diferenças na adoção de mecanismos de pesagem e acompanhamento dos resíduos.

Na avaliação de Rubens, os dados ajudam a transformar a coleta seletiva em uma operação que pode ser acompanhada e aprimorada. “Quando o condomínio começa a medir o que gera e acompanha os resultados ao longo do tempo, deixa de trabalhar apenas com percepção. Os dados mostram onde estão os problemas e ajudam a definir quais mudanças precisam ser feitas”, explica.

Reciclagem começa no descarte, mas depende da gestão

A pesquisa da CNI mostra que a relação dos brasileiros com a economia circular ainda apresenta uma distância entre intenção e prática. O levantamento aponta que a maioria adota algum comportamento relacionado ao pós-consumo, mas o descarte inadequado de recicláveis continua fazendo parte desse cenário.

Dentro dos condomínios, reduzir essa distância depende não apenas da participação dos moradores, mas também de um sistema que facilite o descarte correto, oriente as pessoas e acompanhe os resultados.

Para Rubens Lopes, o desafio está em transformar a coleta seletiva em uma rotina acompanhada de perto. “Quando existe estrutura, informação e monitoramento, fica mais fácil entender o que está funcionando e corrigir o que não está. A gestão dos resíduos precisa ser tratada como um processo contínuo, e não como uma ação isolada”, finaliza.

Sobre a Eko Bee

A Eko Bee é uma empresa especializada na gestão inteligente de resíduos orgânicos e recicláveis, com atuação consultiva e operacional em condomínios, comércios e indústrias. Seu modelo combina logística eficiente, educação ambiental prática e proximidade com as comunidades para gerar valor ambiental, social e cultural. Alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, atua na redução de impactos, na promoção de cidades mais sustentáveis e na construção de uma nova consciência coletiva sobre consumo, descarte e bem-estar.

Sobre Rubens Lopes

Rubens Lopes é cofundador da Eko Bee e uma das lideranças do Grupo Eko, criado para oferecer soluções sustentáveis ao cotidiano de condomínios, comércios e indústrias. Formado em Administração, com especialização em varejo, reúne experiência executiva e visão empreendedora voltada à geração de impacto ambiental e social. Na Eko Bee, lidera a construção de um modelo consultivo e operacional de gestão de resíduos, com foco em rastreabilidade, inclusão produtiva e educação ambiental, um trabalho com responsabilidade social em 100% das operações, que já impacta mais de 40 mil pessoas e evita o envio de mais de 500 toneladas de resíduos orgânicos por mês aos aterros.

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Brasileiro apoia reciclagem, mas ainda descarta de forma inadequada; veja 5 sinais de que o condomínio precisa rever a gestão do lixo A Eko Bee é uma empresa especializada na gestão inteligente de resíduos orgânicos e recicláveis, com atuação consultiva e operacional em condomínios, comércios e indústrias Rubens Lopes é cofundador da Eko Bee