Seu condomínio pode exigir reconhecimento facial? Entenda os limites do uso de câmeras e biometria nos prédios

Dados biométricos são considerados sensíveis pela LGPD; especialista explica quando podem ser coletados, quem pode acessar imagens das câmeras e de quem é a responsabilidade em caso de vazamento

Brasil, 7 de outubro de 2026 - Reconhecimento facial para abrir a portaria, impressão digital para acessar áreas comuns e câmeras espalhadas pelos corredores e elevadores. Tecnologias de controle de acesso e monitoramento estão cada vez mais presentes nos condomínios, mas a busca por segurança também traz uma série de questões jurídicas: o morador pode ser obrigado a cadastrar o rosto para entrar na própria casa? Quem pode assistir às gravações? Imagens podem circular no grupo de WhatsApp do prédio? E quem responde se informações biométricas forem vazadas?

A discussão ganha importância porque biometria não equivale, do ponto de vista da proteção de dados, a uma simples tag ou cartão. Quando vinculados a uma pessoa, dados biométricos são classificados pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) como dados pessoais sensíveis e, portanto, estão sujeitos a regras mais rigorosas de tratamento.

Segundo Raphael Medeiros, advogado especialista em Direito Imobiliário e associado do GMP G&C Advogados Associados, isso exige dos condomínios atenção não apenas à segurança física dos prédios, mas também à proteção das informações coletadas. “A biometria e o reconhecimento facial exigem uma cautela muito maior do que uma simples tag ou cartão, porque a LGPD classifica o dado biométrico vinculado a uma pessoa como dado pessoal sensível. Isso significa que seu tratamento precisa estar amparado em uma das hipóteses específicas previstas em lei e observar critérios de necessidade, finalidade, proporcionalidade, transparência e segurança”, explica.

Condomínio pode obrigar morador a cadastrar o rosto?

A LGPD não estabelece expressamente que todo condomínio que utiliza reconhecimento facial ou biometria seja obrigado a oferecer uma tag, cartão ou chave como alternativa. Isso não significa, porém, que tornar o fornecimento dos dados biométricos a única possibilidade de entrada seja juridicamente simples.

Para Medeiros, a existência de formas menos invasivas de controlar o acesso torna a obrigatoriedade mais questionável. “Não existe na LGPD uma regra dizendo literalmente que todo condomínio seja obrigado a disponibilizar uma tag ou uma chave alternativa. Entretanto, a imposição da biometria como única forma de ingresso é juridicamente bastante mais problemática, sobretudo quando existem meios menos invasivos capazes de atingir a mesma finalidade de controle de acesso”, afirma.

A questão fica ainda mais sensível quando o condomínio pretende utilizar o consentimento como fundamento para a coleta. Por se tratar de dado sensível, esse consentimento precisa ser específico, destacado e destinado a finalidades determinadas. Há também uma questão prática: até que ponto existe liberdade para consentir quando a alternativa é não conseguir entrar na própria residência? “Não faz sentido falar em consentimento verdadeiramente livre se a recusa significar, na prática, impedir o proprietário ou morador de acessar sua própria residência”, explica Medeiros.

Por isso, segundo o especialista, oferecer uma alternativa como tag, cartão, controle ou outro mecanismo equivalente representa a solução juridicamente mais segura.

Assembleia pode aprovar reconhecimento facial?

A necessidade de votação depende de diferentes fatores. A LGPD, isoladamente, não determina que qualquer instalação de câmera ou sistema biométrico precise passar pela assembleia. É necessário analisar também a convenção do condomínio, o custo do projeto, a contratação envolvida e se haverá obras ou alterações nas áreas comuns.

Quando o sistema envolve reconhecimento facial ou outros dados biométricos, entretanto, Medeiros considera recomendável levar a decisão aos condôminos. “Em sistemas mais invasivos, como reconhecimento facial e biometria, porém, a deliberação assemblear é altamente recomendável, inclusive para conferir transparência à decisão e estabelecer claramente as regras de utilização”, afirma.

A aprovação dos moradores, porém, não funciona como uma autorização irrestrita. “A aprovação da assembleia, por si só, não afasta a aplicação da LGPD: uma maioria de condôminos não pode simplesmente autorizar um tratamento de dados contrário à legislação”, ressalta.

O condomínio deve informar quais dados pretende coletar, para qual finalidade serão utilizados, qual é a base legal para o tratamento, por quanto tempo ficarão armazenados, quem poderá acessá-los e se as informações serão compartilhadas com empresas terceirizadas. Também precisam ser apresentadas as medidas de segurança utilizadas para proteger as informações e os canais disponíveis para que os titulares exerçam seus direitos.

“Quanto maior o risco do tratamento, e a biometria é um exemplo relevante justamente por ser um dado sensível e praticamente imutável, maior deve ser a preocupação do condomínio com governança e segurança da informação”, diz Medeiros.

Morador pode pedir imagens das câmeras?

As gravações das câmeras também não devem ficar disponíveis livremente para moradores, funcionários ou integrantes da administração. Segundo o advogado, o acesso deve ser limitado às pessoas autorizadas e vinculado às finalidades de segurança e administração condominial. Um morador pode solicitar uma gravação, especialmente quando estiver envolvido em uma ocorrência registrada pelas câmeras. Isso, porém, não gera automaticamente o direito de receber qualquer filmagem na íntegra. Isso acontece porque uma mesma gravação pode conter imagens e outras informações pessoais de vizinhos, funcionários, prestadores de serviços e visitantes.

“O condomínio precisa analisar a finalidade do pedido e, conforme o caso, pode disponibilizar apenas o trecho pertinente, adotar medidas para preservar terceiros ou conservar as imagens para apresentação à polícia ou ao Poder Judiciário”, explica.

Imagens não devem virar investigação no grupo de WhatsApp

Um dos comportamentos mais arriscados é utilizar gravações do sistema de segurança para tentar identificar ou expor alguém nos grupos de mensagens do condomínio.

Para Medeiros, existe uma diferença importante entre analisar uma gravação internamente para esclarecer uma ocorrência e divulgar o rosto de uma pessoa para dezenas ou centenas de moradores. “Em regra, imagens do sistema de segurança não devem ser utilizadas para exposição pública ou para tentar identificar pessoas perante grupos de moradores. Uma coisa é utilizar internamente a imagem para apurar uma ocorrência; outra é divulgar o rosto de alguém para dezenas ou centenas de pessoas”, afirma.

O compartilhamento indiscriminado pode ser incompatível com a finalidade para a qual a câmera foi instalada e gerar questionamentos jurídicos tanto para o condomínio quanto para quem realizou a divulgação. Quando houver suspeita de crime ou outra ocorrência relevante, a recomendação é preservar o material e encaminhá-lo às autoridades competentes. “Havendo suspeita de crime ou situação relevante de segurança, o caminho adequado costuma ser preservar as imagens e encaminhá-las às autoridades competentes, e não transformá-las em instrumento de exposição em grupos de mensagens”, explica.

E se os dados biométricos vazarem?

A utilização de empresas terceirizadas para portaria remota, reconhecimento facial ou armazenamento de gravações adiciona outra questão: quem responde quando os dados são acessados indevidamente ou vazados?

Não existe uma resposta única. Na configuração mais comum, segundo Medeiros, o condomínio tende a atuar como controlador dos dados, uma vez que decide por que o sistema será utilizado e quais informações serão coletadas. A empresa de tecnologia, segurança ou portaria pode atuar como operadora quando realiza o tratamento seguindo as orientações do condomínio. Essa divisão, entretanto, depende de como a operação foi estruturada e do grau de autonomia de cada envolvido. “A LGPD prevê responsabilidade tanto do controlador quanto do operador em determinadas circunstâncias e admite, inclusive, hipóteses de responsabilidade solidária. O operador pode responder, por exemplo, se descumprir a legislação ou não observar as instruções lícitas do controlador”, afirma.

Já o síndico não se torna pessoalmente responsável de maneira automática por qualquer incidente. A responsabilização individual pode ser discutida, porém, caso tenha ocorrido atuação irregular, divulgação indevida, excesso nas atribuições ou omissão diante de providências que deveriam ter sido tomadas.

Em incidentes capazes de gerar risco ou dano relevante aos titulares, também existem obrigações específicas de comunicação. De acordo com Medeiros, a obrigação formal de comunicar o incidente à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e aos titulares é atribuída ao controlador, enquanto o operador deve informar o controlador sobre o ocorrido sem demora injustificada.

Por isso, contratar uma empresa externa para armazenar as informações não elimina automaticamente as responsabilidades do condomínio. “Não há uma resposta automática de que a responsabilidade será apenas do condomínio ou apenas da empresa contratada. É preciso identificar quem tomou as decisões, quem armazenava os dados, onde ocorreu a falha e se cada envolvido cumpriu suas obrigações de segurança e proteção de dados”, conclui Medeiros.

Natura Faces apresenta blushes sem regra: três opções versáteis, do toque sutil ao mais marcante

Do toque sutil e quase imperceptível ao efeito queimado de sol ou à elegância dos tons de figo, Natura Faces traz as tonalidades Sunset, Apple Bloom e Berry Fever para transformar a maquiagem com máxima versatilidade

6 de outubro de 2026 – O blush está passando por uma nova fase. Depois de anos em que bochechas marcadas e bastante cor eram protagonistas da maquiagem, o movimento anti-blush começa a ganhar espaço ao propor justamente o contrário: uma pele mais natural, com pouca ou nenhuma cor aparente nas maçãs do rosto. Mas, na prática, o movimento não significa necessariamente abandonar o produto, e sim repensar a intensidade, a aplicação e o efeito que ele pode criar.

Nesse cenário, o blush passa a acompanhar diferentes propostas de beleza e ganha novas formas de complementar a maquiagem. Entre os movimentos que estão em evidência estão o efeito sunburn, que reproduz a aparência de pele corada pelo sol; o blush figo, com tonalidades mais profundas e arroxeadas; e a estética mais delicada do ballet blush.

Para acompanhar diferentes estilos e intensidades, Natura Faces conta com três tonalidades de blush que acompanham essa nova proposta e permitem criar desde um toque sutil de cor até uma maquiagem mais marcante.

Blush Compacto Matte Faces Sunset: para quem prefere um toque sutil de cor
Para quem se identifica com a estética anti-blush e prefere uma maquiagem mais discreta, o Sunset traz uma tonalidade suave, ideal para adicionar um toque de cor à pele sem deixar o resultado marcado. A proposta conversa com a ideia de uma beleza mais natural, em que o blush deixa de ser o protagonista e passa a funcionar como um detalhe para devolver dimensão e aspecto saudável ao rosto. Com uma aplicação mais esfumada e delicada, o resultado é um efeito fresco e natural.

Blush Compacto Matte Faces Apple Bloom: para criar o efeito sunburn
O Apple Bloom é uma opção para quem quer reproduzir o famoso sunburn blush, tendência que simula a aparência de pele naturalmente corada depois de um dia sob o sol. A técnica pode ultrapassar as maçãs do rosto e chegar à região do nariz, criando uma cor mais contínua e um aspecto aquecido. O resultado é uma maquiagem descontraída, com aparência naturalmente corada.

Blush Compacto Matte Faces Berry Fever: para apostar no efeito figo
Para quem prefere uma maquiagem mais intensa, o Berry Fever conversa com a tendência do blush figo, que explora tons profundos entre o vinho, a ameixa e o arroxeado. Inspirado na tonalidade da fruta, o efeito traz mais profundidade à maquiagem e pode ser construído de forma mais suave ou intensa, dependendo da aplicação. A proposta acompanha ainda o movimento de explorar cores menos óbvias no blush, transformando o produto em um dos pontos de destaque da maquiagem.

Mais do que seguir uma única regra, as diferentes possibilidades mostram como o blush ganhou novas formas de aparecer na maquiagem. Do toque quase imperceptível ao efeito queimado de sol ou aos tons mais profundos, a escolha da cor e da aplicação passa a acompanhar o estilo, o mood e o resultado que cada pessoa quer criar.

Os blushes de Natura Faces Sunset, Apple Bloom e Berry Fever estão disponíveis no e-commerce (natura.com.br) e com as Consultoras de Beleza Natura por R$ 59,90 cada.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram

Dia das Crianças: Pátio Batel recebe concerto gratuito de “O Carnaval dos Animais” neste sábado (10)

Com regência do maestro Paulo Barreto e narração da atriz e soprano Helen Tormina, a Orquestra Sinfônica da Escola de Música e Belas Artes do Paraná apresenta, com 25 músicos e um duo de pianos, a suíte de Saint-Saëns dentro da programação do Vestir o Olhar.

Um leão que abre o desfile em marcha real e um cisne que desliza sobre o violoncelo. Neste sábado, 10 de outubro, às 16h, o Pátio Batel recebe a OSEMBAP, Orquestra Sinfônica da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP), ligada à Universidade Estadual do Paraná (Unespar), para um concerto gratuito de “O Carnaval dos Animais”, de Camille Saint-Saëns, pensado para as crianças. A apresentação tem cerca de 30 minutos e ocorre no Átrio do Piso L1, palco da ocupação artística Vestir o Olhar.

Escrita em 1886 como brincadeira para um Carnaval entre amigos, a suíte é quase um desfile, bem ao gosto da mostra: cada animal entra em cena com sua própria “roupa” sonora. Muitos nascem de paródias: as tartarugas dançam o can-can de Offenbach bem devagar e, nos “Fósseis”, aparece a melodia de “Brilha, Brilha, Estrelinha”. Com medo de arranhar a reputação de compositor sério, Saint-Saëns proibiu a execução pública enquanto viveu, e a estreia só veio em 1922, após sua morte.

No Átrio, entre as obras expostas, a narração de Helen Tormina conduz o público infantil pela história e ajuda os pequenos a reconhecer, apenas pelo som, quem está entrando em cena. Os dois pianos serão tocados por Carmen Célia Fregoneze e Carlos Yansen. Para a apresentação, a OSEMBAP preparou um texto especialmente adaptado para Curitiba, com referências locais e momentos de interação que aproximam as crianças dos instrumentos e da orquestra. Paulo Barreto é maestro da OSEMBAP desde 2011 e primeiro oboé solista da Orquestra Sinfônica do Paraná desde 1989.

“Para muitas crianças, um concerto como este pode ser o primeiro contato com uma orquestra ao vivo, e queremos que essa lembrança seja divertida, leve e vivida em família”, afirma Camila Fleischfresser, head de marketing do Pátio Batel.

A entrada é gratuita, com resgate de lugar pelo aplicativo do Pátio Batel, no programa Singular. São 80 lugares sentados, e quem não conseguir garantir o seu pode assistir em pé, ao redor do Átrio.

No mesmo espaço, antes e depois do concerto, ocorre a oficina infantil de mosaico “Pequenas Partes, Grandes Imagens”, em que as crianças fazem, com papéis coloridos, uma releitura de uma obra de Nathalie Edenburg, artista da mostra. As turmas começam às 13h30, 14h45 e 17h15, com inscrição de R$ 45 por participante, também pelo aplicativo. A ocupação artística segue aberta gratuitamente até 18 de outubro, e o público é convidado a visitá-la todos os dias.

Serviço

Concerto “O Carnaval dos Animais”, por OSEMBAP

Data: sábado, 10 de outubro, às 16h (cerca de 30 minutos)

Local: Átrio do Piso L1 do Pátio Batel (Av. do Batel, 1868, Curitiba, PR)

Entrada: gratuita, com resgate de lugar pelo aplicativo do Pátio Batel (programa Singular). São 80 lugares sentados, com possibilidade de assistir em pé

Mais informações: www.patiobatel.com.br/vestiroolhar

Sobre o Pátio Batel

Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, com aproximadamente 190 estabelecimentos, entre eles 72 lojas exclusivas como Prada, Burberry, Gucci, Carolina Herrera, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 13 anos de história, o Pátio Batel se consolida como “único em todos os sentidos”: um espaço pensado para acolher em uma experiência completa de bem-estar, moda e luxo.

O Boticário inaugura tendência internacional de perfumaria laundrycom o novo Floratta Blue Crystal

A novidade chega à família Blue e traduz a tendência dos florais aldeídicos por meio do
exclusivo Acorde Crystal Flower, sem abrir mão da assinatura única e feminina de Floratta, marcada pela potência da Gardênia e pela delicadeza da Rosa

Paraná, setembro de 2026 – O Boticário inaugura uma nova fase do mercado de florais frescos e
apresenta Floratta Blue Crystal. A novidade traduz a tendência internacional clean chic para a
perfumaria feminina ao combinar o frescor dos florais aldeídicos à assinatura única de Floratta,
construída pela potência da Gardênia e pela delicadeza da Rosa. O resultado é uma criação que une
a sensação revigorante de pós-banho à feminilidade e à sofisticação que marcam o DNA da marca.
Assinada pelo renomado perfumista internacional Christian Alori, a inovação é impulsionada pelo
exclusivo Acorde Crystal Flower, fusão do frescor magnético da Flor de Alecrim ao conforto
envolvente do Musk. Desenvolvida com moléculas aldeídicas proprietárias da casa de fragrância IFF,
a novidade entrega um perfil efervescente, leve e radiante, garantindo alta difusão com extrema
delicadeza.
Ao inaugurar a estrutura aldeídica na linha Blue, a criação utiliza moléculas capazes de conferir um
brilho vibrante à fórmula, amplificando a luminosidade da fragrância, o que remete à sensação
aconchegante de pele recém-saída do banho. Conhecido como “laundry fragrance”, esse perfil
olfativo é muito procurado no mercado de nicho internacional.
Na pirâmide olfativa, a experiência começa com uma saída aromática e vibrante que combina
artemísia, pimenta preta, alecrim e bergamota, trazendo luminosidade nos primeiros segundos na
pele. No coração, o Acorde Crystal Flower ganha protagonismo ao unir o frescor do alecrim ao
conforto do musk, acompanhado por um bouquet floral de jasmim, gardênia, frésia e rosa. No

fundo, a base refinada de musk, cashmeran, sândalo, âmbar, patchouli, musgo e bálsamo assegura
conforto e fixação marcante.
“Como uma marca que abre caminhos para o futuro da beleza no Brasil, acompanhamos de perto as
conversas e os comportamentos da nossa comunidade. Após anos de forte presença das fragrâncias
gourmands e intensas no mercado, notamos nas redes e em pesquisas um movimento claro de
busca pelo amado 'cheiro de banho tomado', mas agora em uma versão com mais sofisticação,
elegância e rastro. Floratta, como marca líder e com uma atuação plural no universo dos florais,
democratiza essa tendência global ao traduzi-la para a perfumaria nacional com sofisticação e
modernidade”, explica Fernanda Marques, diretora de Marketing de Perfumaria Feminina do
Boticário.
Floratta Blue Crystal já está disponível em todas as lojas físicas do país, no e-commerce da marca,
além do app do Boticário, para as versões Android e iOS, e com revendedores por meio do Encontre
Boticário. Também é possível realizar pedidos pelo WhatsApp, no número 0800 744 0010, canal
oficial da marca. Para quem for às lojas físicas experimentar e adquirir o lançamento, também pode
aproveitar para levar suas embalagens para o programa Boti Recicla, que terá condições especiais
entre 21 de setembro e 1º de novembro: ao levar seis ou mais embalagens (o dobro do habitual), o
consumidor ganha R$ 15 de desconto e um brinde em compras acima de R$ 220.

SERVIÇO

Floratta Blue Crystal Desodorante Colônia, 75 ml – Preço sugerido: R$
149,90 (até 12/09)
Floratta Blue Crystal é um floral aldeídico que traz uma nova
interpretação para o clássico Floratta Blue. A fragrância combina a
luminosidade dos aldeídos ao exclusivo Acorde Crystal Flower, que une
a flor de alecrim ao conforto do musk, criando uma assinatura fresca,
limpa, radiante e confortável. Na saída, artemísia, pimenta preta,
alecrim e bergamota dão brilho à composição. No coração, jasmim,
gardênia, frésia e rosa encontram o acorde exclusivo. Ao fundo, musk,
cashmeran, sândalo, âmbar, patchouli, musgo e bálsamo prolongam a
sensação de conforto e sofisticação.

Creme Hidratante Desodorante Corporal Floratta Blue Crystal, 200 ml
– Preço sugerido: R$55,90
Com textura cremosa e fragrância inspirada no novo Floratta Blue
Crystal, o hidratante prolonga a sensação de conforto e frescor na
pele. Sua fragrância combina o exclusivo Acorde Crystal Flower, que
une o frescor do alecrim ao conforto do musk, às notas florais de

jasmim, gardênia, frésia e rosa, deixando a pele perfumada e envolvida por uma sensação
aconchegante de cuidado pós-banho.

Body Spray Desodorante Floratta Blue Crystal, 100 ml – Preço sugerido:
R$44,96
Ideal para complementar a rotina de perfumação, o Body Spray Desodorante
Floratta Blue Crystal traz a mesma assinatura fresca, luminosa e confortável da
fragrância. Com o exclusivo Acorde Crystal Flower, que combina o frescor do
alecrim ao conforto do musk, é uma opção prática para renovar a sensação de
banho tomado ao longo do dia e deixar a pele delicadamente perfumada.

Sobre o Boticário
O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de perfumaria preferida dos
brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil, além de ser
reconhecido como a maior varejo de beleza do mundo***. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria,
maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas com o
planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla. Além de fazer parte do
movimento Diversa Beleza - um compromisso com a beleza livre de estereótipos - e não realiza testes em animais.    
Fontes:
*Kantar, Worldpanel Division, PanelVoice, campo realizado durante o mês de Dezembro de 2024. Total Brasil, 3.470 lares. P3 – Como você
se sente em relação às marcas de Perfumes e Fragrâncias
**ABF (Associação Brasileira de Franchising). Ranking 2025.
***Fonte Euromonitor International Limited, Pesquisa de varejo, edição 2025, de acordo com as definições da categoria de pontos de
venda especializados em beleza e da classificação de empresa proprietária global da marca (GBO), número de lojas, dados de 2024.

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Feriadão de Dia das Crianças com praia em Curitiba

A Chácara Paraíso do Sol preparou uma programação intensa para quem ficar na capital

Créditos: Chácara Paraíso do Sol.

A Chácara Paraíso do Sol preparou um fim de semana especial para celebrar o Dia das Crianças com três dias de atividades voltadas para toda a família. Nos dias 10, 11 e 12 de outubro, o espaço terá uma programação com recreação, desafios, brincadeiras com água, caça ao tesouro, caça às cores, oficinas criativas e diversas atividades pensadas para proporcionar momentos de diversão e convivência em meio à natureza. No dia 12, a programação ganha ainda mais destaque, com ações especiais para transformar a data em uma experiência inesquecível para as crianças.

Além das atividades infantis, as famílias poderão aproveitar toda a estrutura da Chácara Paraíso do Sol, com espaço para descansar, curtir a natureza e fugir da rotina. Possui dez quadras de areia para beach tennis, vôlei e futebol, além da famosa praia artificial, circuito de infláveis gigantes no lago, wakeboard e paintball. Além disso, um restaurante com pratos selecionados e a Pousada Paraíso do Sol, que disponibiliza 11 suítes espaçosas, com capacidade para até cinco pessoas e operação em sistema de pensão completa aos finais de semana. Algumas unidades exclusivas oferecem diferenciais como terraço privativo e spa.

Para quem optar pelo Day Use, o valor especial será de R$ 30 por pessoa no feriadão. Já para quem quiser estender a experiência, a pousada terá condições especiais entre os dias 9 e 12 de outubro, com 30% de desconto a partir da segunda diária e meia pensão inclusa. A programação foi pensada para reunir crianças e adultos em três dias de brincadeiras, descanso e momentos para criar boas memórias em família.

Serviço
Chácara Paraíso do Sol
Endereço: Estrada do Galarda, 818-1702 - Campo Largo (a 15 minutos do Parque Barigui, Curitiba/PR)
Informações e reservas: (41) 98482-2828 ou Link