Especialistas respondem dúvidas sobre o uso de máscaras caseiras

 

boletim-04Resumo: O uso de máscaras caseiras no combate à pandemia de Coronavírus tem trazido muitas questões sobre sua eficácia, produção e modos de uso. As precauções aumentam quando se leva em conta que, se não forem manipuladas com os cuidados devidos, podem mais atrapalhar do que ajudar. Em nota técnica, a Comissão de Acompanhamento e Controle de Propagação do Coronavírus da Universidade Federal do Paraná (UFPR) recomenda o uso de máscaras caseiras, desde que confeccionadas de modo adequado, especialmente para reduzir a transmissão do vírus por indivíduos assintomáticos.

Pessoas assintomáticas são aquelas que desenvolvem sintomas leves do vírus e que podem nem saber que estão contaminadas. A professora Lucy Ono, uma das integrantes da Comissão, explica que o grupo tem estudado todos os trabalhos sobre essa forma de transmissão. Ela cita uma pesquisa alemã, publicada na Nature, que identificou a eliminacão de uma alta carga viral por assintomáticos. “Como não estamos fazendo testes, qualquer um de nós poderia estar assintomático e transmitindo“, comenta. Assim, o uso universal das máscaras caseiras pode contribuir para diminuir a propagação por gotículas liberadas por pessoas doentes e assintomáticas para os ambientes.

A comissão lembra que máscaras cirúrgicas devem ser utilizadas por profissionais da saúde, por isso é recomendado à população em geral a utilização das máscaras caseiras, que não podem ser confeccionadas de qualquer forma.

Os especialistas responderam 8 questões sobre as máscaras. SAIBA MAIS.

 

Engenheiros da UFPR fazem manutenção e consertos em respiradores hospitalares

Resumo: Depois de “lave as mãos com água e sabão e use álcool gel”, uma das coisas que mais se ouve falar no contexto de pandemia da Covid-19 (coronavírus) é sobre o colapso no sistema de saúde que pode acontecer caso muitas pessoas adoeçam simultaneamente. “Não haverá leitos com respiradores para todo mundo”, é o que dizem as autoridades da área. Foi pensando nisso que o curso de especialização em Engenharia da Manutenção 4.0 da Universidade Federal do Paraná (UFPR) criou o grupo “Médicos de máquinas”, com o objetivo de, gratuitamente, colocar em funcionamento respiradores hospitalares que não estejam operando.

Os engenheiros, que são focados em máquinas da indústria automotiva e petrolífera, resolveram abraçar, mesmo sem experiência, a área hospitalar. Em seguida, a iniciativa ganhou o apoio de especialistas da área da saúde, de engenheiros clínicos do Hospital de Clínicas da UFPR e de engenheiros voluntários.

Nesta terça-feira (31), o grupo realizou os primeiros atendimentos no Hospital São Vicente e no Hospital das Nações, em Curitiba, e no Hospital de Caridade Dona Darcy Vargas, no município de Rebouças (Paraná).  Esse último tinha apenas um respirador, o único da cidade, e estava estragado.

SAIBA MAIS

*com divulgação

 

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VanessaMalucelliAndersen

Colunista do Site — Divirta-se Curitiba!

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