Rosé Piscine cria kits especiais para os #SelfMoments

Marca oferece bons momentos com itens exclusivos e a facilidade e comodidade de compra sem precisar sair de casa

Importada com exclusividade pela Wine To You, a marca Rosé Piscine criou kits especiais vendidos exclusivamente pelo site https://rosepiscine.com.br e que foram pensados para conduzir e intensificar os #SelfMoments, além de serem presentes ideais para enviar para amigos e amores com segurança, tranquilidade e sem precisar sair de casa.
São sugestões que tem como protagonista a famosa garrafa listrada de azul e branco de Rosé Piscine Stripes criada para ser apreciada com gelo e que traz um aroma sedutor, coloração rosa quase transparente, com reflexos azulados e sabor levemente frutado com notas de lichia e flores que vão te fazer se sentir em uma fuga à beira-mar.
Para quem quiser conhecer novos sabores da França, os kits com três unidades de Rosé Piscine Stripes por R$ 387 te dão a chance de escolher levar pra casa, de presente, um exclusivo Tarani Cahors Malbec, vinho tinto produzido na região francesa de Cahors, berço da uva Malbec; ou um Sang Melé, primeiro vinho da grande região da Occitânia e que levou seis anos para ser criado e que traz uma mistura única com sete variedades de uvas, o reflexo de cada terroir: Malbec, Braucol, Négrette, Grenache, Carignan, Mourvèdre, Syrah.
Para os fãs da marca, o Rosé Piscine Brasil chegou a hora de levar para casa um dos grandes objetos de desejo. Com valor especial de R$ 173 você pode comprar uma caixa com a famosa garrafa listrada e levar de presente duas exclusivas taças em acrílico no formato perfeito para apreciar seu Rosé Piscine com 2 cubos de gelo, garantindo o equilíbrio ideal entre o suave e o seco.
No site ainda é possível encontrar outras opções como o kit com três Rosé Piscine Freez, versão frisante da bebida, por R$ 489 em que você ganha uma garrafa do vinho tinto Tarani Cahors Malbec e uma garrafa do rosé Sea Sun, que tem na sua composição a uva emblemática Negrete e Gamay, que oferece vinhos frutados e bem adaptados ao clima tropical.
Com frete grátis para as regiões sul e sudeste nas compras acima de R$ 300, o portal também oferece acessórios exclusivos da marca que também estão em promoção como balde de gelo com pegador (R$ 53); Ice Bag (R$ 35), além do Bucket Sensations (R$ 106), um kit com balde de gelo e bandeja para servir frutas e especiarias.
Para aproveitar ainda mais a bebida, o site traz sugestões de drinks com Rosé Piscine. Acesse https://rosepiscine.com.br/ e siga o perfil @rosepiscineoficial no instagram para mais informações e mais sugestões de como aproveitar cada momento com a sua melhor companhia.
Serviço

www.rosepiscine.com.br

Instagram: @rosepiscineoficial

euquero@rosepiscine.com.br

Telefone: (11) 3122-9500 | (11) 94353-5739

Descubra esse novo universo onde as bolhas são as rainhas do momento.

Sobre o Rosé Piscine

O Rosé Piscine é uma bebida sofisticada e irreverente, já que possibilita ao consumidor degustar o vinho de forma diferenciada – com duas a três pedras de gelo. Feito sob medida para aqueles que gostam de drinques refrescantes, ele é composto por 100% de uva Negrette, traz graduação alcoólica de 11% e deve ser consumido em uma temperatura que varia entre 6 e 8 graus. Seu aroma é levemente frutado, com notas de pêssego, limão e morango e traz um sabor com toque de lichia, mistura que proporciona um final exótico para quem o aprecia. Reconhecido como o primeiro vinho rosé do mundo a ser bebido com cubos de gelo, Rosé Piscine tem se tornado cada vez mais uma das preferências dos brasileiros, sendo o vinho francês importado mais vendido no Brasil, em 2018 –, segundo dados da Ideal Consulting. Seu rótulo colorido, com listras azuis e brancas, a garrafa se destaca em qualquer lugar que é exibida. Este refrescante vinho foi criado em Saint-Tropez e produzido na região sudoeste da França, país onde a bebida vende mais de um milhão de garrafas por ano.

OAB-PR e Rede Quarentena Solidária fazem doação de 1,2 mil cestas básicas para catadores de recicláveis

A iniciativa pretende ajudar os trabalhadores cadastrados na Rede CataParaná e conta também com apoio da Seccional Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR)

Na sexta-feira (03), a OAB-PR, em parceria com a Rede Quarentena Solidária, irá realizar a entrega de 1,2 mil cestas básicas para os catadores de materiais recicláveis de Curitiba e região metropolitana registrados no programa CataParaná. A iniciativa tem como objetivo ajudar os trabalhadores que necessitam da renda da reciclagem, mas estão sem poder trabalhar neste momento de isolamento social.

As arrecadações foram feitas pela OAB-PR junto à classe dos advogados, que está se mobilizando para mais campanhas solidárias e disponibilizando uma conta corrente da instituição para essas ações. Segundo a advogada Caroline Cavet, é preciso unir esforços nesse período de incertezas. “Com a doação das cestas básicas podemos colaborar para que os catadores de recicláveis permaneçam em suas casas tendo ao menos a alimentação garantida. Essa é uma das formas que encontramos para ajudar quem mais precisa e diminuir o impacto já causado pelas medidas de contenção ao novo coronavírus no estado”, explica Cavet.

A Quarentena Solidária é uma rede composta por empresas, profissionais e outros voluntários de diversas áreas que reúne iniciativas de apoio e solidariedade com o objetivo de amenizar os efeitos da pandemia do Covid-19 no Paraná. Conta também com a participação da OAB Paraná, que coordenou a arrecadação destinada ao CataParaná.

Serviço

Doação de cestas básicas aos catadores de recicláveis

Dia: 03/04/2020

Horário: 14:30 horas

Local: CataParaná - Rua Salvador Ferrante, 310 - Boqueirão

“É verdade que todos vão pegar coronavírus?”: cientistas da UFPR respondem novas perguntas da sociedade

“É verdade que o vírus não vai acabar seu ciclo e que todos nós vamos pegar o corona?”. Essa foi a pergunta da Mônica Melo aos cientistas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que responderam novas dúvidas sobre contaminação e prevenção. Os questionamentos relacionados ao coronavírus envolvem vários aspectos, como vacina, animais de estimação, exercícios físicos, atividades para crianças, visitas, grupos de risco, uso de máscaras, limpeza de embalagens e frutas, ações de solidariedade, fatores de risco e ansiedade.
As perguntas da população integram a campanha “Pergunte aos Cientistas”, da Agência Escola de Comunicação Pública e Divulgação Científica e Cultural da UFPR, e foram respondidas por 12 pesquisadores da Universidade. Para participar, basta enviar a pergunta ao e-mail agenciacomunicacaoufpr@gmail.com ou no direct do perfil @agenciaescolaufpr no Instagram, com nome completo, idade, profissão e cidade onde reside.
As dúvidas foram respondidas pelos cientistas Alexandra Acco, Juliana Geremias Chichorro, Cristina Jark Stern, Maria Frazão Vital, Michel Otuki, professores do Departamento de Farmacologia, e Maria Carolina Stipp, doutoranda do mesmo departamento; Maíra Valle e Fernando Louzada, professores do Departamento de Fisiologia; Lucy Ono (integrante da comissão de especialistas), Edneia Cavalieri e Patricia Dalzoto, professoras Departamento de Patologia Básica. Também participou o presidente da Comissão de Enfrentamento e Prevenção à Covid-19 da UFPR, Emanuel Maltempi de Souza, professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular. Confira abaixo:
Contaminação
“É verdade que o vírus não vai acabar seu ciclo e que todos nós vamos pegar o corona?” (Mônica Melo)
Cientistas UFPR – Olá, Mônica! Esperamos que esteja bem. Essa pergunta é um pouco difícil de ser respondida, pois é como perguntar sobre o que acontecerá amanhã. Não há como dizer com 100% de certeza o que acontecerá. Sobre a Covid-19 várias previsões foram realizadas por grupos científicos muito competentes, que tentam prever usando modelos matemáticos como a pandemia irá progredir em diferentes cenários, com distanciamento social ou sem. Os modelos divergem, mas uma coisa têm em comum: sem nenhuma medida a fração da população afetada é enorme. Não temos como afirmar que todas as pessoas vão se infectar, pois como esse é um vírus novo ainda estamos descobrindo como ele se comporta e os modelos matemáticos, embora muito bons, dependem de características do vírus que ainda não conhecemos. Porém, já sabemos que ele é um vírus com alta taxa de transmissibilidade, ou seja, é fácil “pegar” o vírus de uma pessoa infectada. Assim, é bem provável que no futuro a maior parte da população seja exposta. Um estudo da Universidade de Harvard previu algo entre 40% e 70% da população, enquanto epidemiologistas do Imperial College of London, cuja previsão foi publicada em 26 de março de 2020, preveem que, caso nenhuma medida de distanciamento social seja tomada, mais de 80% da população brasileira será infectada pelo novo coronavírus. Embora o vírus não seja tão letal quanto alguns outros vírus que causam síndromes respiratórias graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), ainda assim o número de pessoas afetadas seria tão grande que a previsão é que um grande número de pessoas morreriam. Algumas pessoas têm quase nenhum ou poucos sintomas. Porém, outras pessoas são bastantes vulneráveis, os chamados grupos de risco, que envolvem idosos, hipertensos, diabéticos, asmáticos, entre outros. Porém, as pessoas assintomáticas também são capazes de transmitir a doença. Esta é a razão pela qual devemos nos manter distanciamento social agora. Em primeiro lugar, isso fará que o vírus se espalhe lentamente e assim tenhamos tempo de gerar medicamentos e vacinas e, deste modo, proteger os mais vulneráveis. Se a taxa de novos casos for bem baixa, também poderemos agir preventivamente, identificando o vírus nas pessoas antes que apareçam os sintomas e dessa forma controlar a doença. O distanciamento social e atuação ativa dos agentes de saúde garantirão que, se contrairmos a doença, haverá recursos para nosso tratamento. Quando grande parte da população já tiver se infectado com o vírus, é possível que tenhamos mais pessoas imunizadas e isso também talvez diminua a propagação do vírus. Vamos torcer para que antes que isso aconteça já tenhamos uma vacina que é forma mais eficiente para conter a doença. Ainda há muitas perguntas sem respostas e, por hora, devemos manter a calma e se possível ficar em casa, tomando os devidos cuidados de higiene e cuidando de nossa saúde física e mental. O distanciamento social é nossa melhor arma contra essa doença. Por isso as medidas de manter distância das pessoas, lavar as mãos com frequência, limpar as superfícies expostas e usar máscaras faciais caseiras. Essas medidas vão protegê-la e também os que estão ao seu redor.
“Tenho um gato que fica pouco dentro de casa e sai algumas vezes na rua. Como agir? Qual o risco de trazer contaminação para os moradores da casa?” (Débora Ávila de Carvalho, médica, 60 anos, Pouso Alegre-MG)
“Eu e meu marido ajudamos a cuidar de uma cachorrinha idosa que pertence a um batalhão de polícia. Durante o dia ela fica na secretaria onde trabalham alguns policiais e também transita pelo batalhão, mas à noite e aos fins de semana fica na nossa casa. A cachorrinha pode ser um risco de contágio pelo fato de viver nos dois ambientes?” (Maria Aparecida S. Vergueiro Oliveira, 63 anos, coordenadora editorial, Santo André-SP)
Cientistas UFPR – Débora e Maria Aparecida, a dúvida de vocês é compartilhada por muitos tutores de animais domésticos que têm acesso à rua ou outros ambientes. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cães, gatos ou qualquer animal de estimação, até o momento, não são considerados vetores de transmissão da Covid-19, embora tenha havido um caso de cachorro infectado em Hong Kong e outro de um gato infectado em condições laboratoriais, mas que não desenvolveram os sinais clínicos da doença. O vírus que causa a Covid-19 é transmitido principalmente através de gotículas geradas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Essas gotículas são muito pesadas para ficar no ar e caem rapidamente em pisos ou superfícies. Como ainda não se conhece vários aspectos desta doença, entre eles, se animais de estimação podem “carregar” o vírus, ao brincar ou tocar no seu cão ou gato, lave as mãos em abundância e mantenha seu pet limpo. O Conselho Federal de Medicina Veterinária e o Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo estão orientando que caso o animal saia, seja feita a higienização das patas com água e sabão neutro para evitar que o contato das patas com superfícies contaminadas na rua traga partículas virais para o ambiente domiciliar. A lavagem com água e sabão é suficiente para inativar o novo coronavírus. Se for possível, restrinja o acesso de seus animais às ruas neste período.
“Estou fazendo isolamento domiciliar, mas uma vez na semana tenho descido até a portaria para pegar compras do mercado que peço por delivery. Esse ar da portaria pode estar contaminado? Eu lido com problemas de ansiedade e tem sido difícil” (Cecília Guimarães, 30 anos, estudante, São Paulo-SP)
Cientistas UFPR – Olá, Cecília! Nessas situações é normal uma certa ansiedade e se você já sofre um pouco mais com isso, a situação pode ser mais incômoda ainda. O remédio para isso é conhecimento sobre o assunto. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que não há transmissão aérea do vírus, isso significa que o vírus não consegue permanecer no ar por período de tempo prolongado ou se deslocar por distâncias superiores a 1,5 metro. O vírus é transmitido por gotículas e aerossóis produzidos por tosses e espirros, ou mesmo quando falamos. Mas estas partículas minúsculas não ficam no ar por muito tempo porque são pesadas demais. Assim, elas caem rapidamente no chão ou outras superfícies, onde o vírus pode permanecer ativo por dias (dependendo do tipo de superfície, umidade e temperatura).
Portanto, os principais cuidados que você deve ter ao buscar suas compras na portaria são:
1) Lavar bem as mãos com água e sabão ao retornar da portaria e durante o percurso não levar as mão ao rosto.
2) Descartar as embalagens de papel e plástico, sempre que possível, já que o vírus pode estar nessas superfícies.
3) Higienizar com álcool 70% ou solução de hipoclorito (água sanitária diluída 20 vezes: 1 xícara de cafezinhho 50 ml em um litro de água) os produtos que foram adquiridos.
4) Remover os sapatos antes de entrar em casa. Deixá-los em uma área “suja” da casa, por exemplo lavanderia, e higienizá-los com desinfetante comum. Esse cuidado não é especificamente para a Covid-19, mas uma boa medida de higiene.
5) Lave bem as mãos com água e sabão antes e após guardar as compras.
Lembre-se que as formas de disseminação do novo coronavírus são sempre pelo contato com pessoas doentes ou assintomáticas, com gotículas contaminadas e com objetos, maçanetas e embalagens contaminadas. Como não há evidência de transmissão aérea da Covid-19, não há problema em respirar o ar da portaria de seu prédio se não há aglomerações no local. Mas para ajudar, adote a recomendação atual de uso de máscaras faciais por todos: é uma medida que poderá contribuir para diminuir a propagação do novo coronavírus e deve auxiliar você a controlar sua ansiedade. Veja as recomendações de como as máscaras devem ser utilizadas sempre em conjunto com as demais medidas de prevenção, que citamos acima. Esse é um momento de grande ansiedade para todos e a OMS indica algumas ações que podem ajudá-la nesse momento e podem ser acessadas neste link. A pesquisadora Lidia Weber, do Departamento de Psicologia e Setor de Educação da UFPR, também faz orientações nesse sentido neste link. Continue em casa, Cecília, e adote essas medidas que irão mantê-la protegida.
“Os atendentes dos supermercados estão expostos diariamente à Covid-19. Desta forma é possível que mesmo não tendo os sintomas já tenham sido contaminados e já estejam imunes? Há algum teste sendo realizado neste sentido?” (José Simão de Paula Pinto, 57 anos, professor, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – José, essa possibilidade pode existir. Sabemos que uma parte das pessoas infectadas pelo novo coronavírus não desenvolvem sintomas evidentes da Covid-19. Esses portadores são chamados de infectados assintomáticos. Mas atualmente há poucos estudos publicados sobre casos assintomáticos e não sabemos qual a sua frequência. Até o momento, a infecção pelo novo coronavírus parece levar, após a resolução da doença, a uma imunidade permanente contra o vírus, e isso pode acontecer após uma infecção assintomática também. Por isso, já há a perspectiva de se estabelecer um levantamento sorológico retrospectivo. Esse tipo de análise identificaria com um exame de sangue quais e quantas pessoas ficaram imunes à doença durante a pandemia, mas esse é um aspecto secundário em relação ao controle do atual surto da doença. Não há como saber se as pessoas mais expostas a outras, como é o caso dos atendentes de supermercados, já teriam sido infectados pelo coronavírus e estariam imunes. Para isso seria necessário realizar testes que ainda não estão sendo feitos para a população brasileira geral, que são testes de quantificação de anticorpos contra o novo coronavírus. A orientação é de que qualquer pessoa que apresente sintomas gripais fique em isolamento domiciliar por um período de 14 dias com uso de máscara, seguindo as orientações do Ministério da Saúde para o isolamento domiciliar, e observe se haverá necessidade de procurar atendimento médico caso os sintomas agravarem ou haja falta de ar.
“Se vírus foi descoberto por volta de dezembro, provavelmente ele já circulou pelo Brasil e vem fazendo vítimas ou criando imunidades no mínimo desde janeiro ou, mais provavelmente, fevereiro, concordam?” (Eduardo Pausini, 58 anos, produtor de conteúdo, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Eduardo! Como vai? Você pode ter tem razão. O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (2) que o primeiro caso confirmado no país ocorreu no final de janeiro, explicando que tinha realizado análises em amostras de casos de pacientes com síndrome respiratória retroativos a 26 de fevereiro, quando o primeiro caso foi diagnosticado no Brasil, e teria identificado um caso ocorrido em 23 de janeiro. Nesta sexta-feira (3), o Ministério da Saúde retificou a informação dizendo que se tratou de preenchimento incorreto e a data correta seria 25 de março. Mas, há sim a possibilidade do novo coronavírus ter chegado ao Brasil antes de 26 de fevereiro, mas se houver provavelmente seria um caso importado. Sabemos também que houve mais de um local no país em que houve a entrada do vírus e por isso vemos os principais focos em vários locais diferentes como São Paulo, seguido do Rio de Janeiro e Distrito Federal. Em todos dos casos foi determinada a origem da infecção. Portanto, não temos evidências para dizer que o vírus estava circulando. Ainda, a velocidade com que tem se propagado no Brasil desde o final de fevereiro até o começo de abril indica que ainda não há pessoas imunes em número suficiente para frear o aparecimento de um número grande de casos em um curto intervalo de tempo. Em resumo, o vírus possivelmente já estaria presente no Brasil em janeiro, mas a sua disseminação não pode ter sido muito alta e portanto não é de se esperar um grande número de pessoas imunizadas. Para sabermos qual é essa taxa de infectados é fundamental realizar testes que identificam anticorpos contra o SARS-CoV-2 no sangue. O Ministério da Saúde deve receber esses testes a partir da semana que vem e aí entenderemos um pouco melhor o comportamento dessa doença no Brasil. Enquanto tudo isso não ocorre devemos manter distanciamento social, redobrar cuidados de higiene pessoal e esperar que logo tudo isso irá passar.
“Sou do grupo de risco, pois tenho válvula metálica no coração, e precisei ir ao dentista. A dentista não usou luvas e não lembro de vê-la lavar as mãos antes e depois do meu atendimento. Esse procedimento pode prejudicar minha saúde, ou seja, trazer algum risco?” (HB, 60 anos)
Cientistas UFPR – Olá! O procedimento da dentista foi inadequado. Devido ao risco de contaminação, a recomendação do Ministério da Saúde para prevenção é que se faça frequentemente a higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel 70%. Quanto ao uso das luvas pelos profissionais, é recomendado sempre que houver risco de contato das mãos do profissional com sangue, fluídos corporais, secreções, excreções, mucosas, pele não íntegra e artigos ou equipamentos contaminados. Quando o procedimento exigir técnica asséptica, deve-se usar luvas estéreis (de procedimento cirúrgico). Além disso, para proteção de ambos, a profissional deveria ter usado máscara, proteção facial e gorro no cabelo, além de jaleco.
“Qual seria o risco de uma pessoa da minha idade que faz atividade física regularmente e tenta se alimentar bem?” (Margaret Rahn Sievert, 46 anos)
Cientistas UFPR – Olá, Margaret! Você não faz parte do grupo de risco para desenvolver a forma mais grave da doença, que pode inclusive levar a óbito. No entanto, de acordo com a pesquisadora Margareth Dalcomo, renomada pneumologista da Fiocruz, o novo coronavírus, até o momento, tem atacado adultos brasileiros com menos de 50 anos com a mesma ferocidade com que afeta os idosos na Itália. O comportamento do vírus ainda é pouco conhecido – portanto, qualquer pessoa infectada corre o risco de desenvolver a forma grave da doença. Estima-se que 80% dos infectados irão desenvolver sintomas leves, mas 20% dos infectados poderão precisar internação.
Os fatores de risco para a Covid-19 mais prováveis são:
1) Viagens recentes ou residência em uma área com disseminação comunitária contínua do vírus da Covid-19;
2) Contato próximo com alguém que tenha a Covid-19 – como um membro da família ou profissional de saúde que cuidou de uma pessoa infectada.
O novo coronavírus (chamado de SARS-CoV-2) infecta as pessoas independente da faixa etária (embora em diferentes frequências), condição social, sexo e condição nutricional. Estudo recente publicado na revista The Lancet aponta que pessoas idosas e com condições de saúde pré-existentes, como hipertensão, doenças cardíacas, doenças pulmonares, câncer ou diabetes, parecem desenvolver a doença de forma mais grave ou com mais frequência do que outros. Os últimos dados relacionados à letalidade de acordo com a faixa etária no Brasil são de 28 de março e, nesse relatório, cerca de 5% dos óbitos registrados até então eram de pessoas na faixa etária entre 40 e 59 anos. Como mencionamos acima, os riscos aumentam com a existência de outras doenças crônicas. Portanto, na ausência de comorbidades (duas ou mais doenças), ter um bom condicionamento físico e uma boa alimentação podem contribuir para diminuir o risco de complicações mais graves da Covid-19. Mas se você tem uma condição médica crônica e pode ter um risco maior de doenças graves, consulte seu médico sobre outras maneiras de se proteger. A prevenção é o principal método para evitar a infecção pelo coronavírus. Nesse momento, é importante que todos pratiquemos medidas de distanciamento social e de higiene das mãos e superfícies, entre outras para diminuir a velocidade de disseminação do vírus.
Prevenção
“Já há estudos para uma vacina para o coronavírus? Esse remédio que tanto se fala pode tratar o vírus?” (Izelda Marcelina Faria, 43 anos, Mangueirinha-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Izelda! Sim, já há no mundo inteiro laboratórios de pesquisa trabalhando no desenvolvimento de uma vacina contra o vírus da Covid-19. Por exemplo, um laboratório da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, publicou um artigo que reporta o sucesso de uma vacina quando testada em animais de laboratório. Mas ainda há muito chão pela frente até podermos usar em humanos: esse foi um teste inicial em camundongos e de um tipo de vacina não convencional. Muitos testes ainda precisam ser feitos, por exemplo, precisamos saber por quanto tempo esses anticorpos duram, é preciso determinar qual o melhor animal para o teste ser feito antes de chegar nos seres humanos, se esse tipo de vacina não causa nenhum efeito adverso no organismo e se é eficaz em seres humanos. Veja, mesmo com esse conhecimento, até hoje não há vacina para a MERS-CoV-1, que apareceu em 2014. Os pesquisadores dessa área falam que isso acontece em parte porque há uma dificuldade de se encontrar uma vacina que não piore os problemas respiratórios. Então muito trabalho ainda precisa ser feito para termos muita segurança antes de começar os testes em seres humanos.
Um outro exemplo, já um pouco mais adiantado: cientistas do NIH e empresa de Biotecnologia e apoio da Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias (CEPI), com sede em Oslo (Noruega), estão testando uma vacina em seres humanos há duas semanas. Essa é uma vacina não convencional também, pois é uma vacina de DNA. Nesse caso o sujeito é injetado com a informação genética de uma ou mais proteína do vírus que quando produzida em nosso corpo nos imuniza contra o vírus. Estes são dois exemplos, mas existem diversos outros, inclusive no Brasil no InCor, com o grupo do professor Jorge Kalil. Na melhor das hipóteses essas vacinas estarão disponíveis em 18 a 24 meses. Ou seja, nós temos que enfrentar a Covid-19 com o que temos agora.
Para o tratamento da Covid-19 também não existe um medicamento eficiente. Diferentes medicamentos estão sendo estudados em testes clínicos para determinar sua segurança e eficiência, mas até o momento ainda não há indicação de que possam ser utilizados em pessoas com quadros leves. É importante salientar que os medicamentos que estão sendo avaliados agora, como a hidroxicloroquina, não devem ser tomados sem prescrição médica devido ao risco de reações adversas como alterações graves na visão e comprometimento hepático. A hidroxicloroquina (HCQ) é um dos medicamentos mais promissores para tratamento de pacientes com quadro grave da doença, mas as evidências que temos até agora são bastante fracas. Devemos esperar que os pesquisadores fazendo testes bem controlados em pacientes usando a hidroxicloroquina e a cloroquina, associadas ou não a azitromicina, que é um antibiótico, reportem logo seus resultados.
Assim, Izelda, os resultados ainda são inconclusivos. Por isso, não devemos correr para as farmácias e acabar com o estoque de hidroxicloroquina ou outro medicamento que alguém disse que cura Covid-19. O que é certo é que a ciência vai dar uma resposta. Às vezes é um pouco lento, pois temos que fazer a prova e contraprova antes de dar um resultado. Somente quando temos certeza podemos divulgar, ainda mais quando vidas humanas estão em risco.
“Junto a um grupo estou procurando desenvolver ações de solidariedade com as pessoas mais afetadas com a crise da Covid-19. Estamos iniciando com a coleta e distribuição de alimentos. Entretanto essa atividade não pode ser realizada apenas remotamente. Como podemos realizar essas tarefas de forma segura para nós e demais pessoas?” (Giancarlo Tozo, 43 anos, dirigente sindical, Cascavel-PR)
Cientistas UFPR – Parabéns pela iniciativa, Giancarlo! Ações solidárias são muito importantes neste momento e podem ajudar a reduzir o impacto da fragilidade social neste grupo de pessoas. Entretanto, os estudos até o momento sugerem que o vírus que causa a Covid-19 é transmitido principalmente pelo contato com gotículas que são dispersas pela boca e nariz quando tossimos, espirramos ou mesmo falamos, e não pelo ar. Portanto, antes de sair de casa para realizar a ação solidária lembre-se de:
1) Lavar as mãos com água e sabão ou higienizador à base de álcool para matar vírus que pode estar nas suas mãos.
2) Manter pelo menos um metro de distância entre você e qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando.
3) Evitar tocar nos olhos, nariz e boca. As mãos tocam muitas superfícies e podem ser infectadas por vírus.
4) Certificar-se que você e as pessoas ao seu redor seguem uma boa higiene respiratória. Isso significa cobrir a boca e o nariz com a parte interna do cotovelo ou lenço quando tossir ou espirrar. Em seguida, descarte o lenço usado imediatamente.
5) Ficar em casa se não se sentir bem. Se você tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico.
Você precisa tomar esses cuidados para continuar saudável e contagiando as pessoas com solidariedade. É importante ainda tomar certos cuidados com as doações. Ao receber os pacotes de alimentos não perecíveis, a superfície (plástico e tenha certeza que a embalagem esteja intacta) pode ser limpa com um pano umedecido em solução de álcool 70% ou, na falta dele, utilize a mesma mistura usada para desinfecção de alimentos, que é uma solução de água sanitária diluída (mistura de duas colheres de sopa para cada litro de água). Após limpos, os kits montados com pacotes de alimentos não perecíveis podem ser acondicionados dentro de sacos (um para cada kit) para que não sejam mais manipulados depois de limpos até o momento da distribuição. Toda a manipulação dos kits deve ser precedida por higienização das mãos com água e sabão. Caso várias pessoas estejam envolvidas no processo de recebimento e montagem dos kits, manter distância de cerca de dois metros e usar máscara facial para evitar disseminar gotículas sobre as superfícies das embalagens – cuidar para colocar e remover a máscara adequadamente.
“Fiquei em dúvida quanto à recomendação de uso da máscara N95, pois havia compreendido que a máscara N95 tinha sua indicação apenas para profissionais de saúde prestando cuidados em procedimentos formadores de aerossóis” (Luciana Rodrigues da Cunha, 39 anos, psiquiatra, Belo Horizonte-MG)
Cientistas UFPR – Olá, Luciana! Você tem razão. A recomendação é de que máscaras cirúrgicas e as máscaras (respirador) N95 sejam de uso exclusivo por profissionais da área de saúde, especialmente neste momento em que há esgotamento desses suprimentos médicos no mundo todo. O Ministério da Saúde tem feito apelo à população para que caso esteja em posse de máscaras cirúrgicas ou mesmo N95 faça doações desses materiais para os hospitais. Até semana passada também não se recomendava uso de máscaras caseiras. Mas a pandemia é dinâmica e as recomendações têm sido atualizadas diariamente. A Comissão de Controle e Acompanhamento da Propagação do Novo Coronavírus na UFPR emitiu nota técnica sobre o uso de máscaras faciais caseiras de forma universal. Nessa nota fazemos uma análise crítica do que foi publicado a respeito de máscaras faciais e diferentes costumes. A nossa conclusão é que o uso de máscaras confere uma pequena proteção para o usuário. Mas se o usuário estiver contaminado – o número de portadores assintomáticos do novo coronavírus parece ser muito alto -, o uso da máscara é muito eficiente para que essa pessoa não contamine os outros. Então recomendamos o uso de máscaras não para se proteger, mas para proteger os outros – o Ministério da Saúde disponibilizou algumas dicas sobre confecção de máscaras caseiras.
“Sobre a prática de exercícios ao ar livre, como caminhada, andar de bicicleta ou correr, é permitido? Além disso, crianças podem brincar no parquinho do condomínio ou na areia da praia?” (Caroline Portela, 36 anos, professora, Matinhos-PR)
“Estou ficando ao máximo em casa, tem algum problema andar de bicicleta? Saio apenas para me exercitar, e durante o percurso não falo com ninguém” (Rodrigo Carvalho)
Cientistas UFPR – Olá, Caroline e Rodrigo! Vocês podem praticar exercícios ao ar livre desde que sozinhos, não tenham nenhum sintoma, como tosse ou espirros, e que não haja aglomeração de pessoas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a prática de 150 minutos de atividade física de intensidade moderada ou 75 minutos de intensidade vigorosa por semana, ou uma combinação de ambos no período de quarentena devido à Covid-19. Dê preferência aos exercícios que possam ser feitos em casa. O comportamento sedentário e os baixos níveis de atividade física podem ter efeitos negativos na saúde, bem-estar e qualidade de vida dos indivíduos. A autoquarentena também pode causar estresse adicional e desafiar a saúde mental dos cidadãos. As técnicas de atividade física e relaxamento podem ser ferramentas valiosas para ajudá-lo a manter a calma e continuar a proteger sua saúde durante esse período.
Quanto às atividades físicas para as crianças, a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é estimular atividades no quintal, na varanda ou próximo a locais mais arejados da casa ou apartamento. Se for brincar nos parquinhos do condomínio, fica difícil controlar se quem passou por lá anteriormente fez a higienização das mãos e também dos brinquedos. Leve junto o álcool gel para higienizar o brinquedo e faça a higienização das mãos da criança antes e depois do passeio. Além disso, é sugerido intercalar períodos de atividades físicas dentro do lar em mais de um horário do dia nos turnos da manhã e da tarde e, se possível, fazer as atividades em conjunto pais e filhos. Estimular a criança e o adolescente a ser criativo para realizar essas atividades em casa que podem ser de circuitos feitos com travesseiros e garrafas plásticas, pular corda, dançar, artes marciais, entre outras. Deixar claro para todos que o momento não é de férias e sim de uma situação emergencial e transitória de reorganização do formato em que as atividades cotidianas devem ser cumpridas. Então, sempre que possível, deve-se atentar para as medidas de distanciamento social. Se for necessário sair, procure utilizar máscara caseira (feita com os tecidos recomendados pelo Ministério da Saúde), mantendo todas as demais medidas de prevenção relacionadas à higiene das mãos e superfícies, etiqueta de tosse e distância de outras pessoas.
“Tenho 57 anos e estou em casa com meu marido de 66. Estando com ele não posso visitar minha neta de quatro meses? Não posso sair e voltar para a casa?” (Miriam Melo Silva, 57 anos, corretora de seguros, Curitiba-PR)
“Estou em isolamento em casa com o meu filho de sete anos, porém meu marido precisa sair para trabalhar. Minha sogra que tem mais de 60 anos mora em uma chácara. Nós estando sem sintomas e em isolamento desde 17 de março, podemos visitá-la? Se sim, quais cuidados devemos tomar?” (Cassia Costa, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Miriam! Seu marido faz parte do grupo de risco (acima de 60 anos de idade). Nesse caso recomenda-se que você não saia de casa, pois você pode ser contaminada e, ao voltar, levar o vírus para a sua residência contaminando o seu marido. A sua neta ou as pessoas que vivem com ela podem estar com o vírus e não apresentar sintomas, mas mesmo assim transmitir a doença para você. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recentemente declarou que “o vírus está passando das ruas para dentro das famílias” e reforçou a necessidade do isolamento social. Entendo que a saudade da neta deve ser grande, mas a melhor atitude agora é cada um ficar na sua casa, inclusive para proteger a netinha. Nos últimos dias temos acompanhado casos de crianças que desenvolveram a doença. É raro, mas pode acontecer. Portanto, essa atitude serve para proteger a sua neta também.
Cassia, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia recomenda que os idosos e pessoas com doenças crônicas dentro dos grupos de risco para a Covid-19 restrinjam o contato social, priorizando redução nas visitas e atividades em grupo e a adoção de medidas preventivas de higiene das mãos e superfícies. Novamente, é importante ressaltar o risco de transmissão do vírus por pessoas que tenham infecção assintomática, o que ocorre em parcela da população, quando mesmo não apresentando sintomas, algumas pessoas podem estar infectadas e transmitir o vírus para outras. Caso a visita seja necessária, todos devem fazer uso de máscara facial caseira, com tecidos recomendados pelo Ministério da Saúde, e ao realizar a visita, manter distância de cerca de dois metros entre pessoas, evitando cumprimentos usuais como beijos e abraços e realizando a lavagem frequente das mãos com água e sabão ou uso de álcool gel se não houver sujeira aparente nas mãos.
Se nos permitir, Miriam, sugerimos tentar usar a criatividade: faça uma sessão com o programa Skype pelo menos uma vez por dia para ver como está sua netinha, peça para vê-la com algum presente que você tenha dado. Mantenha o máximo contato virtual que puder com sua netinha, ajuda muito. Outro dia escutei um avô dizendo que seus netos, que moram na casa ao lado, vão ao jardim de sua casa e, de uma distância de uns 10 metros, conversam e contam como foi seu dia e falam da Covid-19 e por que é importante manter distância. Conversas longas, mas à distância. Lembrem-se: distanciamento social não é isolamento social, mesmo que algumas pessoas continuem confundindo os termos. A pandemia da Covid-19 está nos obrigando a redescobrir como interagir com as pessoas que amamos.
“Qual a forma adequada de diluir a água sanitária para limpar as embalagens das compras, maçanetas, pisos e outras superfícies de muito contato? Seria 25ml por litro? Já no caso das limpezas de frutas e verduras, posso colocar em uma bacia de 10 litros e 10 colheres de água sanitária? Deixo quanto tempo antes de tirar, secar e guardar?” (Eliane Américo, 38 anos, orientadora educacional, Valparaíso-GO)
Cientistas UFPR – Cara Eliane, muito importante a sua pergunta. Mesmo que estejamos em distanciamento social, o vírus pode vir da rua em sacolas e pacotes. A desinfecção dos ambientes é fundamental. A diluição recomendada de água sanitária para a limpeza de pisos pelo Ministério da Saúde é de uma medida de água sanitária comercial (que contém 2% a 2,5% do ingrediente ativo que é o hipoclorito de sódio) mais nove medidas de água. Para as demais superfícies que eventualmente sejam sensíveis à corrosão pela água sanitária diluída, recomenda-se a limpeza com água e sabão e, quando disponível, a desinfecção com álcool 70%. Para a desinfecção de frutas e verduras você está certa: a diluição recomendada é de uma colher de sopa (cada colher de sopa contém 15 ml) de água sanitária para cada um litro de água ou 10 colheres de sopa para 10 litros de água. As orientações do Ministério da Saúde para lavagem de frutas e verduras são:
1) Selecionar, retirando as folhas, partes e unidades deterioradas;
2) Lavar em água corrente os vegetais folhosos, folha a folha, e as frutas e legumes um a um.
3) Colocar de molho por 10 minutos em água clorada (uma colher das de sopa de hipoclorito de sódio a 2,5% ou água sanitária – 2,0 a 2,5% – para 1 litro de água).
4) Enxaguar em água corrente os vegetais folhosos, folha a folha, as frutas e legumes um a um.
5) Deixar secar naturalmente.
6) Se for utilizar água sanitária, esta deve conter apenas hipoclorito de sódio (NaClO) e água (H2O).
Não esqueça de usar luvas, pois o hipoclorito é agressivo para a pele, e proceda a desinfecção de superfícies e embalagens. Para o chão, você pode usar uma solução mais concentrada, de 0,5% de hipoclorito de sódio. A diluição nesse caso é bem menor e você pode usar um copo de requeijão (250 ml) ou americano (200 ml) de medida. Se a água sanitária for na concentração de 2% de hipoclorito de sódio, use uma medida de água sanitária para três de água, se for 2,5%, use uma medida para quatro de água da torneira. Importante comprar marcas de água sanitária que sejam regularizadas pela Anvisa.
“Minha dúvida é em relação às lentes de contato. Faço o procedimento corriqueiro: lavo bem as mãos antes de tirar as lentes e depois coloco em estojo com líquido multiuso, próprio para lentes. Existe alguma recomendação específica para a limpeza das lentes em relação ao coronavírus?” (Mara Cilese, 60 anos, servidora pública aposentada, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Até o momento não há evidência que aponte correlação entre maior risco de infecção por coronavírus em usuários de lentes de contato. No entanto, de acordo com Thomas Steinemann, da Academia Americana de Oftalmologia, em entrevista concedida à CNN Health, os usuários de lentes de contato tocam os olhos e face com mais frequência do que aqueles que fazem uso de óculos. Isso associado à necessidade de pelo menos duas vezes ao dia ter que tirar e colocar as lentes (tocando os olhos), se não forem realizadas medidas de higiene adequadas das mãos, pode se tornar um facilitador da entrada do vírus. Com relação à prevenção contra a Covid-19, não há uma recomendação específica sobre a limpeza das lentes em si, mas é importante que no uso das lentes os seguintes cuidados sejam tomados:
1) Sempre lave bem as mãos com água e sabão, seque-as totalmente antes de manipular a caixa e as lentes de contato, ou antes de colocar as lentes de contato (mesmo que novas) ou antes de retirar as lentes de contato dos olhos.
2) Após colocar ou retirar as lentes, lave também suas mãos com água e sabão e seque-as bem.
“No caso de pessoa pertencente à grupo de alto risco para infecção por coronavírus (cardíaco, alta histamina, diabético, enfisema pulmonar, mais de 60 anos de idade, baixa vitamina D, distúrbio de déficit de atenção), ir ao supermercado por absoluta necessidade não é excepcionalmente recomendado usar máscara ou lenço e luvas descartáveis por precaução?” (Cibele Christina de Carvalho, 45 anos, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – A ida de pessoas pertencentes ao grupo de risco ao supermercado deve ser evitada. Compras online ou feitas por parentes e amigos devem ser a primeira opção para que pessoas do grupo de risco permaneçam em isolamento domiciliar. O Ministério da Saúde passou a recomendar o uso de máscaras caseiras para toda a população em caso de necessidade de sair do isolamento para realizar tarefas rápidas fora de casa. O uso da máscara não deve diminuir o cuidado e lavar as mãos com água e sabão continua sendo a melhor maneira de se proteger contra o novo coronavírus. O uso de máscaras caseiras, feitas com tecidos recomendados pelo Ministério da Saúde, por todos universalmente pode ajudar a diminuir a disseminação de gotículas contaminadas no ambiente. Em relação ao uso de luvas descartáveis no supermercado, é preferível que se lave as mãos com água e sabão ou usando o álcool gel 70% se as mãos não estiverem com sujeira aparente – em geral, na seção de frutas e verduras, os mercados disponibilizam pia com torneira e sabão. É importante salientar que o mesmo cuidado para evitar tocar a face com as mãos precisaria ser tomado por quem está usando luvas. Caso exista absoluta necessidade, procure fazer em horários de menor movimento, para evitar as aglomerações, manter o distanciamento físico de outras pessoas (de cerca de dois metros) e fazer a higienização dos produtos, do corpo e das roupas assim que retornar à residência. Para idosos e gestantes, as lojas de redes associadas à Associação Paranaense de Supermercados estão abrindo às 7h, em horário diferente do de abertura para o público geral que continua sendo às 8h.
“Meu pai precisou ir para Campinas. Foi apenas visitar meus avós e por isso não saiu da casa deles enquanto esteve lá. Quais as medidas devem ser tomadas aqui na minha casa tanto para ele quanto para os demais que moram aqui?” (Gabriela Borges Velásquez, estudante, 21 anos, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Gabriela! Muitos casos da Covid-19 são assintomáticos. Por esse motivo, mesmo que ele não esteja apresentando sintomas, é recomendável que seja feito o isolamento por 14 dias. Para que todos fiquem protegidos, mesmo que não surjam os sintomas que têm sido descritos, como febre e tosse, ele deverá permanecer em um cômodo isolado, com o uso personalizado de objetos (talheres, roupa de cama e banho) e o mínimo de interação para garantir o máximo distanciamento físico possível. É importante frisar que deve-se ter cuidados extra com idosos ou pessoas grupos de risco (diabéticos, pessoas com doenças cardiovasculares e respiratória crônica, imunossuprimidos, entre outros). Caso haja desenvolvimento de qualquer sintoma gripal leve, iniciar o uso de máscara e isolamento dentro do domicílio, com cuidados específicos determinados pelo Ministério da Saúde, e observar a necessidade de procurar atendimento médico caso desenvolva falta de ar ou sintomas graves.
“Sei que parece loucura minha, mas sou temente a Deus e tive um sonho muito real de que a cura para o coronavírus se obteria através de um fungo que se desenvolve na palha do milho armazenado para alimentar animais – aquele tipo de milho guardado em paiol. Não possuo nenhuma evidência sobre o fato do sonho. Contudo, me fez lembrar da história de como a penicilina foi descoberta. Achei por bem compartilhar, visto que a UFPR teria os instrumentos adequados para pesquisa” (Andrei Muchinski, 36 anos, professor, Curitiba- PR)
Cientistas UFPR – Andrei, seu sonho de certa maneira é real. Os alcalóides do ergot (ou alcalóides do esporão do centeio) são produzidos pelo Claviceps purpurea (fungo que infecta cereais em condições úmidas de crescimento ou armazenamento) e deram origem a medicamentos que foram indicados para o tratamento de enxaqueca. Porém, a ingestão de alimentos contaminados com estes alcalóides provocou, em épocas passadas, intoxicações à população. Vários outros medicamentos usados hoje em dia, além da penicilina que você citou, tiveram sua origem em fungos ou bactérias. Um exemplo é a doxorrubicina, um composto derivado das antraciclinas, isoladas na década de 1960 a partir da bactéria Streptomyces peucetius. Talvez seu sonho contribua com a ideia de que um composto ativo contra a Covid-19 venha de um fungo ou outro produto natural. Vários medicamentos estão sendo avaliados e estudados em relação ao seu potencial para inibir a multiplicação do novo coronavírus em pessoas: cloroquina, hidroxicloroquina, remdesivir, lopinavir, ritonavir e interferon. Até o momento ainda não há dados que indiquem a real eficiência deles no tratamento da Covid-19. Uma outra nova terapia é o uso de plasma de pacientes recuperados da Covid-19, que contém anticorpos contra o vírus. Assim, pacientes que conseguiram combater o vírus podem ajudar quem não está conseguindo.
“Aquelas luvas de limpeza amarelas protegem contra o coronavírus ou somente as luvas cirúrgicas?” (Eliane Américo, 38 anos, orientadora educacional, Valparaíso-GO)
Cientistas UFPR – Olá, Eliane! Na verdade, o uso de luvas não faz parte das recomendações para evitar o novo coronavírus. A contaminação ocorre quando a gente toca uma superfície contaminada e em seguida o rosto. O vírus entra pelos olhos, nariz e boca. Assim, se você estiver de luvas ou sem luvas vai se contaminar da mesma forma quando tocar o rosto. O que precisa ser feito é lavar as mãos com frequência com sabão e água ou desinfetar com álcool 70% ou álcool em gel 70% e evitar tocar o rosto. Se você estiver usando luvas, pode ser mais difícil lavá-las. E mesmo com luvas a pessoas tendem a passar a mão no rosto.
“Quem teve embolia pulmonar faz parte do grupo de risco?” (Eduardo Pausini, 58 anos, produtor de conteúdo, Curitiba-PR)
“Quem teve H1N1 deve ter cuidados especiais? Está no grupo de risco?” (Margarida Mascarenhas)
“Tenho agenesia renal (CID 10Q60.0). Isso me torna incluso no grupo de risco?” (Sergio Gabriel da Silva Junior, 40 anos, motorista, Curitiba-PR)
“Meu esposo tem sopro desde o nascimento, ele é considerado grupo de risco? Quem teve tromboflebite mas já tratou e não usa mais anticoagulantes há muito tempo é do grupo de risco? E crianças que quando menores tinham asma mas estão há muito tempo sem nenhuma crise estão no grupo de risco?” (Eliane Américo, 38 anos, orientadora educacional, Valparaíso-GO)
Cientistas UFPR – Eduardo, Margarida, Sergio e Eliane, a dúvida de vocês é similar, e é relacionada aos grupos de risco para a Covid-19. Nesses grupos estão pessoas com 60 anos ou mais, com doenças pulmonares crônicas (asma, bronquite), doenças renais, doenças hepáticas, obesidade severa, imunidade comprometida ou com problemas cardíacos sérios. O mais importante é identificar a causa das doenças questionada por vocês. Por exemplo:
Eliane, o que causou a tromboflebite? É relacionada a um distúrbio de coagulação? Quanto ao sopro, é um sopro congênito, resultado de anormalidades nas válvulas cardíacas, ou outro problema estrutural do coração? Se sua resposta for sim para essas perguntas, seu esposo e o paciente com tromboflebite fazem parte do grupo de risco.
Sergio, você está realizando tratamento para a agenesia renal com diálise ou uso de algum medicamento específico que possa comprometer a sua imunidade? Se sim, você faz parte do grupo de risco. Caso você leve uma vida normal com a doença, você não faz parte do grupo de risco.
O mesmo é válido para quem teve condições como H1N1 e embolia pulmonar. Os pacientes só farão parte do grupo de risco se a causa que tenha levado a essas doenças esteja relacionada à imunidade comprometida, problemas circulatórios ou problemas pulmonares que persistem, como quadro asmático ativo.
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Pesquisa do Sebrae revela que 89% dos pequenos negócios já enfrentam queda no faturamento

De acordo com o levantamento, caso as medidas de isolamento da população permaneçam por mais tempo, 36% dos empreendimentos devem fechar as portas em um mês

Os primeiros dias de restrição à circulação de pessoas e isolamento social, em decorrência do Coronavírus, já atingem o equilíbrio financeiro das empresas e ameaça a sobrevivência de milhões de pequenos negócios no país. Segundo pesquisa feita pelo Sebrae, 89% das micro e pequenas empresas brasileiras já observam uma queda no seu faturamento. E 36% dos empreendedores afirmam que precisarão fechar o negócio permanentemente, em 1 mês, caso as restrições adotadas até agora permaneçam por mais tempo.

A pesquisa, feita entre os dias 20 e 23 de março, junto a um universo de 9.105 donos de pequenos negócios – sendo 794 (8,7%) deles com sede no Paraná, revelou que, na média, a redução no faturamento das empresas foi de 69%. Os empresários ouvidos pelo Sebrae ressaltam que, mesmo adotando uma estratégia de venda online, o faturamento anual do negócio sofreria uma queda de 74%, caso as políticas de isolamento social sejam mantidas por um período de dois meses.

Com a expressiva queda nas vendas, 54% dos empreendedores já preveem que precisarão solicitar empréstimos para manter o negócio em funcionamento sem gerar demissões. E, avaliando as perspectivas da economia brasileira, 33% dos empresários entrevistados acreditam que o país deve levar um ano ou mais para voltar ao normal.

As medidas de restrição ao deslocamento de pessoas já fizeram com que 42% dos empresários tomassem a decisão de fechar temporariamente o negócio e levou 26% a reduzir a jornada de trabalho da empresa.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa confirma a importância e a urgência de medidas de socorro aos pequenos negócios. “As pequenas empresas representam 99% de todos os empreendimentos do país e geram mais da metade dos empregos formais. A situação provocada pela pandemia exige de todos os agentes públicos o compromisso pela busca de soluções concretas e rápidas para os problemas que essas empresas estão enfrentando no dia a dia da crise”, destaca Melles. O presidente do Sebrae ressalta que a instituição está atuando junto às diferentes instâncias de governo, ao Congresso e ao Judiciário para o desenvolvimento dessas soluções. “O Sebrae está, nesse momento, ao lado dos empresários e disponibilizando todo o apoio por meio das diferentes plataformas de atendimento”, destaca.

PRINCIPAIS NÚMEROS DA PESQUISA NO PARANÁ

Como o seu faturamento mensal está sendo afetado?

2% aumentou
4% permaneceu igual
88% diminuiu
Quanto foi a perda em termos de faturamento mensal até este momento?

de mais de 50% - 62 % dos entrevistados
de 41% a 50% - 13 % dos entrevistados
de 31% a 40% - 9 % dos entrevistados
de 21% a 30% - 9 % dos entrevistados
de 11% a 20% - 3 % dos entrevistados
de 6% a 10% - 2 % dos entrevistados
até 5% - 2 % dos entrevistados
Por quanto tempo acredita que o negócio permaneça aberto, com as restrições adotadas até agora?

Mais de 6 meses - 3%
De 5 a 6 meses – 3 %
De 3 a 4 meses – 8 %
De 2 a 3 meses – 30 %
Até 1 mês – 36 %
MAIS NÚMEROS DA PESQUISA NO BRASIL

Ações que já estão sendo adotadas pela empresa

57% disponibilizou álcool-gel p-colaboradores
54% ampliou a limpeza
50% disponibilizou álcool-gel p-clientes
42% fechou temporariamente o negócio
26% reduziu jornada de trabalho
Ações que a empresa ainda vai adotar

40% fechar temporariamente o negócio
28% ampliar a limpeza
26% disponibilizar álcool-gel
26% aumentar vendas on-line
25% fechar permanentemente
Quanto tempo vai demorar para a situação da economia brasileira voltar ao normal?

Mais de 12 meses – 24 %
12 meses – 9 %
6 meses – 19 %
3 meses – 9 %

MRV disponibiliza apartamentos prontos para morar com grandes descontos em Curitiba e Região Metropolitana

Todo o processo de aquisição, incluindo a assinatura de contrato, poderá ser feito remotamente e em segurança, evitando deslocamentos e aglomerações

Empresa lançou no início do ano plataforma que permite aos clientes realizarem todas as etapas da compra pela internet (Foto: MRV)

Mais do que nunca, o lar se tornou sinônimo de segurança. Assim, a MRV, uma plataforma de soluções habitacionais, entende que faz parte do seu propósito oferecer oportunidades para a aquisição de uma nova moradia para famílias de todo o país. Para facilitar o acesso ao sonho da casa própria de forma imediata em um momento único na rotina dos brasileiros, a companhia está oferecendo condições especiais para aquisição de apartamentos prontos e semiprontos em todo o Brasil.

Entre os dias 3 a 12 de abril, a MRV disponibilizará seu estoque de forma inédita, completamente online. Durante o período, imóveis prontos e semiprontos da construtora estarão disponíveis em um feirão digital para que os clientes possam mudar para a casa própria o mais rápido possível.

Para preservar a segurança das pessoas evitando deslocamentos e aglomerações e proporcionar maior agilidade no processo de aquisição, tudo pode ser feito de forma remota, desde a escolha do imóvel até a assinatura eletrônica do contrato.

A MRV possui uma plataforma digital de vendas, que possibilita ao cliente realizar a jornada de compra de um apartamento sem sair de casa. A ferramenta, que foi lançada em janeiro, foi aprimorada durante o período de isolamento social para que clientes de todo o Brasil possam comprar apartamentos remotamente de forma segura.

Descontos especiais serão aplicados em unidades habitacionais de todo o Brasil. Além de Curitiba, apartamentos em Araucária, São José dos Pinhais e Colombo também terão descontos que podem ser conferidos no site www.mrv.com.br. Pelo chat do site o cliente receberá o atendimento de um corretor que irá direciona-lo para a plataforma digital da MRV. O atendimento para as unidades disponíveis no feirão também poderá ser feito através do Whatsapp (31) 9900-9000.

O diretor de Marketing e Novos Negócios da MRV, Rodrigo Resende, explica que o feirão de apartamentos prontos é uma forma de facilitar o acesso à casa própria neste momento tão específico para todos os brasileiros, “Estamos vivenciando uma transformação no modo de nos relacionarmos com nossas casas. Além de ambiente familiar, a casa também se tornou local de trabalho, nosso mundo. Entendemos essas mudanças e temos condições de atender essa demanda imediatamente”.

Ovo de Chocolate com recheio de Beijinho e Alfajor são sugestões de receitas zero açúcar para celebrar a Páscoa

Lowçucar apresenta duas receitas deliciosas e sem açúcar para quem deseja celebrar a Páscoa em casa nessa quarentena
No dia 12 de abril comemoramos a Páscoa e para deixar a data ainda mais especial, a equipe de nutrição da Lowçucar disponibilizou duas opções de receitas práticas e saborosas.

A primeira receita é um cremoso Ovo de Chocolate de Colher recheado com Beijinho e Creme de Avelã com Cacau Zero Açúcar. Uma receita prática que rende dois ovos de 640 gramas e fica pronto em uma hora e meia.

Os Alfajores de Chocolate Zero Açúcar recheados com Doce de Leite Lowçucar ficam prontos em uma hora e uma receita rende 32 unidades com 40 gramas cada. Vamos conferir?

Ovo de Chocolate de Colher é recheado com Beijinho e Creme de Avelã com Cacau Zero Açúcar
INGREDIENTES:

Recheio:
1 embalagem de Pó para Preparo de Sobremesa de Leite Condensado Lowçucar Zero Adição de Açúcares (220g)
2 embalagens de creme de leite light (400g)
1 colher (sopa) de farinha de trigo (10g)
½ colher (sopa) de margarina culinária (10g)
¾ xícara (chá) de coco ralado em flocos sem açúcar (50g)

Cobertura:
1 embalagem de Creme de Avelã com Cacau Lowçucar Zero Açúcares (150g)
½ embalagem de creme de leite light (100g)

Ovo:
250g de chocolate em barra diet

Forma:
2 formas de ovo de páscoa (350g)

MODO DE PREPARO:
Ovo: Derreta o chocolate no micro-ondas de 30 em 30 segundos, para não queimar o chocolate. Se preferir pode derreter em banho-maria. Coloque o chocolate derretido nas formas. Leve à geladeira até que o fundo da forma fique esbranquiçada e repita o procedimento. Reserve.

Recheio: Prepare o leite condensado conforme as instruções da embalagem. Em seguida coloque em uma panela com os restantes dos ingredientes. Leve ao fogo e mexa até desgrudar do fundo da panela. Coloque em um prato e cubra com filme plástico. Reserve.

Cobertura: Coloque em uma vasilha o creme de avelã, com o creme de leite, misture e leve ao micro-ondas por 30 segundos.

Montagem: Recheie os ovos, deixando aproximadamente 1 dedo até a borda. Finalize com a cobertura. Decore como preferir.

Rendimento: 2 ovos de 640g
Dificuldade: médio
Preparo: 1 hora e 30 minutos

ALFAJORES DE CHOCOLATE ZERO AÇÚCAR

INGREDIENTES:

Massa:
1¼ xícaras (chá) de margarina culinária (200g)
½ xícara (chá) de Adoçante Culinária Lowçucar (52g)
3 ovos (150g)
2 xícaras (chá) de farinha de trigo (240g)
2 xícaras (chá) de amido de milho (200g)
2 colheres (sopa) de cacau em pó (20g)
1 colher (sopa) de fermento químico em pó (12g)
1 colher (café) de essência de baunilha
Raspas da casca de um limão

Recheio:
1 embalagem de Doce de Leite Lowçucar Zero Adição de Açúcares (220g)

Cobertura:
300g de chocolate em barra diet derretido

MODO DE PREPARO:

Massa: Coloque na batedeira a margarina, o adoçante e bata até ficar cremoso. Acrescente os ovos um a um sem parar de bater. Transfira o creme para um recipiente e misture com os restantes dos ingredientes mexendo até obter uma massa homogênea. Abra a massa com auxílio de um rolo, sobre uma superfície enfarinhada e corte em círculos. Asse em forno médio preaquecido a 180°C por aproximadamente 20 minutos.

Montagem: Depois de assado, recheie uma parte do alfajor com o doce de leite e em seguida coloque o outro sobre o recheio.

Cobertura: Banhe-os no chocolate derretido com ajuda de um garfo e coloque sobre um papel alumínio para secarem.

Rendimento: 32 porções de 40g
Dificuldade: baixa
Preparo: 1 hora
SOBRE A LOWÇUCAR

A Lowçucar surgiu em um momento de necessidade de produtos sem açúcares, assim, cada detalhe da linha de produtos foi pensado para que os consumidores sintam o prazer em comer doce mesmo que retirando o açúcar.
Seu portfólio inclui achocolatados; wafers, biscoitos recheados; misturas para bolo; doce de leite; leite condensado; creme de avelã; gelatinas; mousses; pudins, entre outros itens, além de diversas opções de adoçantes.
A marca está presente nas principais redes varejistas e atacadistas de todo País, atendendo a demanda de consumidores finais e profissionais que atuam no segmento de Food Service.

Dentistas mineiros doam viseiras fabricadas em impressora 3D para combater o covid-19

Fotos de: Reprodução / MF Press Global

Os dentistas Patrícia Bertges e Vinícius Araújo uniram forças em uma ação solidária para doar viseiras produzidas em seus consultórios. A iniciativa está sendo apoiada também por empresários locais e pela Rede do Bem.

Em um gesto de solidariedade dentistas mineiros, que estão com os consultórios fechados devido à pandemia do covid-19, resolveram usar os seus recursos próprios e se unir a empresários e entidades sociais para produzir viseiras de policarbonato para ajudar no combate ao novo coronavírus.

Os dentistas Patrícia Bertges e Vinícius Araújo somaram forças com o empresário Gil Pereira e a Rede do Bem e estão produzindo as viseiras com uma impressoras 3D, usada no consultório para a confecção de próteses dentárias e material odontológico: “voluntariamente todos os funcionários dos nossos consultórios se dispuseram a ajudar na confecção das viseiras. Começamos a produzir agora, graças também aos apoios que recebemos, e temos a estimativa de produção diária de pelo menos 400 viseiras, que serão doadas a asilos, hospitais em Belo Horizonte e para profissionais da saúde”, contou a Dra. Patrícia Bertges.

Rapidez de produção e reutilização são grandes vantagens

O Dr. Vinícius Araújo aponta as vantagens destas viseiras para os profissionais da saúde em relação às máscaras descartáveis: “além de serem feitas de um material resistente, ficam prontas rapidamente e são reutilizáveis, bastando apenas higienizar o material após o uso. Muitos especialistas no mundo inteiro recomendam estas viseiras em lugar das máscaras, devido a estes motivos que citei e da comprovada eficiência superior deste material.”

Máscaras estão em falta nos hospitais e nas farmácias de BH

Segundo os dentistas, muitos profissionais de saúde que trabalham nos hospitais da região metropolitana da capital mineira já revelaram que as máscaras descartáveis estão em falta: “Estamos em contato com um médico que trabalha em dois hospitais em BH, e ele revelou que nesses hospitais já não tem mais máscaras. Como vamos doar também para estes hospitais as máscaras que estamos produzindo, ele agradeceu pela nossa iniciativa.”

Além de doar aos profissionais de saúde as viseiras, os dentistas pensam em abranger mais pessoas: “tem trabalhadores que vão todos os dias para casa, pegam ônibus, então temos que proteger o máximo essas pessoas, assim como os idosos. Pensamos também em doar para dentistas que estão atendendo urgência e emergência em seus consultórios, pois estão expostos ao risco de contaminação elevado”.

Custos do material é um obstáculo

A previsão é de começar as entregas ainda esta semana e seguir produzindo máscaras pelos próximos 15 dias: “encomendamos mais materiais pela internet para confeccionar mais viseiras, porque não estamos achando pra vender em BH. A nova remessa de materiais só chega semana que vem.”

O custo de confecção é razoavelmente elevado, cerca de 25 reais cada viseira, o que tem sido também um obstáculo para os dentistas: “estamos recebendo apoios de um grupo chamado Rede do Bem, no qual eu participo, que está organizando uma “vaquinha” pra conseguirmos fazer mais. O empresário Gil Pereira também tem nos ajudado e vai distribuir algumas destas máscaras também em Ipatinga. No entanto, para produzir na quantidade que queremos e atender de algum modo a necessidade deste momento de pandemia, precisamos de mais doações. Estamos em busca de novas parcerias e apoios para juntos vencermos o covid-19”, concluiu a Dra. Patrícia Bertges.

Covid-19: Positivo Tecnologia recomenda reforçar limpeza do celular

Prevenção ao novo coronavírus exige limpeza, além de cuidados extras para evitar danos ao telefone

Curitiba, 3 de abril de 2020 - Para evitar a disseminação da covid-19, as pessoas estão sendo orientadas a aumentar os cuidados com a higienização, principalmente das mãos, assim como intensificar os cuidados com a limpeza de superfícies e objetos. Entre os itens mais manuseados, certamente estão os telefones celulares. Em linha com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e com o intuito de colaborar no combate ao novo coronavírus, a Positivo recomenda usar álcool isopropílico 70% para limpar os aparelhos. Trata-se de um líquido transparente e incolor que diminui as chances de oxidação de componentes eletrônicos. “O álcool isopropílico 70% reduz as chances de corrosão do dispositivo, pois evapora rapidamente e não deixa resíduos de água”, explica o especialista em Soluções de Mobilidade da Positivo Tecnologia, André Felipe Zanella.

Geralmente encontrado em lojas de produtos eletrônicos ou assistências técnicas, o álcool isopropílico possui pontos de atenção: trata-se de uma substância altamente inflamável e acessibilidade relativamente reduzida. Para minimizar esses fatores, Zanella segue em linha com uma das mais indicadas recomendações das autoridades sanitárias quanto à prevenção de infecções e doenças como a covid-19: a higienização com água e sabão ou detergente neutros. Ambos os produtos possuem moléculas capazes de perfurar a capa de gordura que envolve o novo coronavírus e consequentemente causar a degradação desse microrganismo. “Primeiramente, desligue o aparelho e desconecte-o de cabos ou acessórios. Umedeça um pano macio e limpo com água, sem encharcar. Pode usar um lenço também. Depois, adicione sabão ou detergente, preferencialmente neutro. Sem fazer pressão sobre o aparelho, limpe a frente, o verso, as laterais e a capa de proteção”, explica. Sabão ou detergentes neutros, além de possuírem pH próximo ao da pele, contém tensoativos biodegradáveis que favorecem a remoção de sujeira e gorduras.

O especialista da Positivo considera importante ter outro pano, desde que esteja limpo e seco, para complementar o processo de limpeza do celular. “Vai retirar a umidade e evitar entrada de qualquer substância nas aberturas do aparelho. Isso diminui os riscos de oxidação e as chances de mau funcionamento. Aproveite também para limpar, nessa segunda etapa, as entradas de abertura do telefone, além das bordas da câmera fotográfica e microfone.”

A frequência da limpeza, em tempos de pandemia, deve ser maior do que uma semana. “Sempre que tocar em outra superfície com possibilidade de contaminação do novo coronavírus, sugiro realizar o processo, ciente de que o excesso pode aumentar chances de danos”, alerta Zanella. Esses cuidados com água e sabão ou detergente são simples e tão eficientes quanto o uso de álcool isopropílico. Podem ajudar, principalmente, pessoas acima de 60 anos, aquelas incluídas no grupo de risco da covid-19. Esse perfil de público, dentre os clientes da Positivo, têm preferência por telefones com teclas e botão exclusivo para acesso ao WhatsApp como o celular Positivo P70S, smart feature phone com sistema operacional KaiOS.

Quanto ao álcool em gel, o especialista da Positivo diz que o produto pode ser utilizado desde que em pouca quantidade, em concentração 70% e sem hidratante na composição. É importante enfatizar o que não aplicar nos telefones celulares. “Não use produtos de limpeza como álcool etílico, limpadores multiuso ou água sanitária. As sustâncias químicas na composição desses produtos podem danificar, manchar, enferrujar ou corroer partes do aparelho. Estamos alertando nossos clientes para que, de forma correta, possam se prevenir cada vez mais e minimizar os impactos da covid-19,” finaliza Zanella.

SOBRE A POSITIVO TECNOLOGIA:

A Positivo Tecnologia é uma empresa brasileira que fabrica e comercializa computadores, celulares, servidores, tablets, acessórios, tecnologias educacionais e soluções de Internet das Coisas para casas e estabelecimentos comerciais. Faz parte do Grupo Positivo, conglomerado de empresas com atuação nos segmentos educacional, editorial, gráfico, cultural e de eventos. Foi fundada em maio de 1989. Possui sede administrativa em Curitiba (PR), três fábricas no Brasil, além de operações na Argentina, Chile, Quênia, Ruanda, China e Taiwan. O portfólio de marcas próprias e representadas é composto por Positivo, Positivo Casa Inteligente, Positivo BGH, VAIO, Quantum, Anker, 2A.M. e Accept. Para informações adicionais, acesse www.positivotecnologia.com.br

Especialistas respondem dúvidas sobre o uso de máscaras caseiras

Resumo: O uso de máscaras caseiras no combate à pandemia de Coronavírus tem trazido muitas questões sobre sua eficácia, produção e modos de uso. As precauções aumentam quando se leva em conta que, se não forem manipuladas com os cuidados devidos, podem mais atrapalhar do que ajudar. Em nota técnica, a Comissão de Acompanhamento e Controle de Propagação do Coronavírus da Universidade Federal do Paraná (UFPR) recomenda o uso de máscaras caseiras, desde que confeccionadas de modo adequado, especialmente para reduzir a transmissão do vírus por indivíduos assintomáticos.

Pessoas assintomáticas são aquelas que desenvolvem sintomas leves do vírus e que podem nem saber que estão contaminadas. A professora Lucy Ono, uma das integrantes da Comissão, explica que o grupo tem estudado todos os trabalhos sobre essa forma de transmissão. Ela cita uma pesquisa alemã, publicada na Nature, que identificou a eliminacão de uma alta carga viral por assintomáticos. “Como não estamos fazendo testes, qualquer um de nós poderia estar assintomático e transmitindo“, comenta. Assim, o uso universal das máscaras caseiras pode contribuir para diminuir a propagação por gotículas liberadas por pessoas doentes e assintomáticas para os ambientes.

A comissão lembra que máscaras cirúrgicas devem ser utilizadas por profissionais da saúde, por isso é recomendado à população em geral a utilização das máscaras caseiras, que não podem ser confeccionadas de qualquer forma.

Os especialistas responderam 8 questões sobre as máscaras. SAIBA MAIS.

Engenheiros da UFPR fazem manutenção e consertos em respiradores hospitalares

Resumo: Depois de “lave as mãos com água e sabão e use álcool gel”, uma das coisas que mais se ouve falar no contexto de pandemia da Covid-19 (coronavírus) é sobre o colapso no sistema de saúde que pode acontecer caso muitas pessoas adoeçam simultaneamente. “Não haverá leitos com respiradores para todo mundo”, é o que dizem as autoridades da área. Foi pensando nisso que o curso de especialização em Engenharia da Manutenção 4.0 da Universidade Federal do Paraná (UFPR) criou o grupo “Médicos de máquinas”, com o objetivo de, gratuitamente, colocar em funcionamento respiradores hospitalares que não estejam operando.

Os engenheiros, que são focados em máquinas da indústria automotiva e petrolífera, resolveram abraçar, mesmo sem experiência, a área hospitalar. Em seguida, a iniciativa ganhou o apoio de especialistas da área da saúde, de engenheiros clínicos do Hospital de Clínicas da UFPR e de engenheiros voluntários.

Nesta terça-feira (31), o grupo realizou os primeiros atendimentos no Hospital São Vicente e no Hospital das Nações, em Curitiba, e no Hospital de Caridade Dona Darcy Vargas, no município de Rebouças (Paraná). Esse último tinha apenas um respirador, o único da cidade, e estava estragado.

SAIBA MAIS

DUPLA PEDRO HENRIQUE E FERNANDO LANÇA OFICIALMENTE O DVD DIA VERSUS NOITE

Chegou o dia! O DVD Dia versus Noite, da dupla Pedro Henrique e Fernando, foi lançado oficialmente nesta sexta-feira (03 de abril), em todo o país, podendo ser conferido nas principais plataformas musicais digitais. Este novo trabalho, que foi gravado no dia 18 de fevereiro (terça-feira), no Mirante da Águas, em Várzea Grande (MT), mostra bem a marca da dupla, que apresenta um repertório bastante variado, atual e que vai agradar e mexer com os fãs.

“O DVD será lançado em duas partes: a primeira delas, que conta com a música carro chefe, ‘Final do Rolê’, já está disponível nas principais plataformas, incluindo o YouTube”, explicou Fernando.

“Já a segunda parte do DVD Dia versus Noite será lançada na próxima semana”, acrescentou o cantor Pedro Henrique.

Criada em 2006, o sucesso da dupla Pedro Henrique e Fernando foi rápido e crescente, já que depois de um ano se apresentando em bares de Paranaíta (MT), os músicos seguiram para Cuiabá (MT) e, em 2009, com "Larga esse Whisky" (vem beber pinga), o reconhecimento dos fãs e da opinião pública chegou. A canção foi muito bem, ocupando o primeiro lugar nas paradas de sucesso, além de ser a mais pedida e tocada em diversas rádios, ganhando o status da revelação do citado ano.

Daí em diante, a dupla Pedro Henrique e Fernando, que ficou carinhosamente conhecida como “Mamonas do Sertanejo”, foi se destacando cada vez mais, com outros grandes sucessos: Varinha Mágica, Afoga o Ganso, To Mais Bonito, Bonito e Gostosão e Dói Né, entre outras.

Cleber & Cauan lançam álbum “Resenha em Casa” nesta sexta (03)

Composto por 14 faixas, todas ganham videoclipe no canal do YouTube da dupla

Créditos: Robson Henrique e Shodo Yassunaga

Cleber & Cauan prometem animar a galera no estilo que mais gostam. A dupla lança o álbum “Resenha em Casa” nesta sexta-feira (03) pela Som Livre – ouça aqui. O projeto conta com 14 músicas, sendo seis inéditas, e “No Seu Tempo” possui a participação especial da dupla Max & Luan. Todas as faixas ganham cortes do DVD no canal do YouTube da dupla. Nesta sexta, o público já pode conferir o clipe de “Bobão” - assista aqui.

A música de trabalho intitulada “Bobão” traz a história de um amigo que chama atenção do outro por desvalorizar sua mulher, apenas ressaltando o lado negativo. A letra traz a reflexão do amigo vendo a situação: “Eu sei que é exagero o que ela faz/Com ela a paciência nunca é demais/Ela compra um sapato toda vez que sai de casa/Exagera na fatura do cartão/Mas olha esse sorriso quando ela te vê/Você está reclamando à toa/Ela se arruma para você/Seu Bobão e daí se ela chama atenção?”.

O álbum “Resenha em Casa” conta ainda com a releitura de músicas de grandes artistas como Bruno & Marrone, Leoni, Edson & Hudson e João Bosco & Vinicius. No YouTube, Cleber & Cauan já somam 400 milhões de visualizações e mais de 1,5 milhão de inscritos. No Spotify, a dupla conta atuamente com mais de 1,2 milhão de ouvintes mensais.

"Resenha em Casa" - Cleber & Cauan
Lançamento Som Livre - 03 de abril/2020

14 faixas

1) Pedaço Meu
2) Pot-Pourri: Não Olhe Assim, Por toda a Vida e Meu Calor
3) Bobão
4) 200 Reais
5) Ela que Lute
6) Pot-Pourri: Falando Sério e Porta-Retrato
7) Foi Você
8) Pot-Pourri: Hormônios, Hoje Eu Sei e Você Não Me Ensinou a Te Esquecer
9) Duas Saudades
10) Pot-Pourri: Só Pro Meu Prazer e Meu Melhor Amor
11) Pot-Pourri: Não Posso Ter Medo de Amar, Seu Amor Ainda é Tudo e Só Mais Uma Vez
12) Gostinho de Cerveja
13) Eu Gosto É De Problema
14) No Seu Tempo, em parceria com Max & Luan

Sobre Cleber & Cauan
Com apenas cinco anos de idade, Cleber já sabia que queria ser cantor e participava de festivais e eventos na sua cidade natal, Ceres, interior de Goiás. Cauan, também criança, tinha em casa a dupla formada, já que cantava por hobby com a irmã e também participava nos festivais da cidade. A rádio de Ceres proporcionava esses festivais de jovens talentos e foi num desses que os dois começaram a amizade, que não imaginavam que era para vida toda. Os dois cresceram, fizeram faculdade, mas a música falou mais alto. Em 2010, decidiram seguir cantando nos bares de Brasília e pelo interior de Goiás. Em 2015 a dupla gravou em Brasília seu primeiro DVD da carreira, intitulado “Sonho”, com participações especiais de alguns amigos, como Solange Almeida, Israel Novaes e Marília Mendonça. Em Goiânia, na capital da música sertaneja, eles gravaram o projeto intimista “Resenha” em 2017. Com música boa, muitos amigos, bate-papo descontraído e diversão garantida, o projeto “Resenha 2” foi gravado em 2018, com participações de Fernando Zor (da dupla com Sorocaba), Thaeme & Thiago e Israel & Rodolffo. Em 2019, a dupla lançou o DVD “SURREAL” gravado em um grandioso show ao vivo em Brasília. A dupla começa 2020 com muito entusiasmo e lançam pela Som Livre a novidade “Resenha em Casa”, álbum com 14 faixas.

Sobre a Som Livre

De 1969 para cá o mercado fonográfico mudou, assim como a forma de se consumir música. Hoje, 50 anos depois de sua criação, a Som Livre é muito mais do que uma gravadora, é o espelho musical do país. Uma empresa 100% nacional voltada para a música, seja qual for a sua plataforma e que reflete, através de seus lançamentos, o gosto e o hábito de consumo do brasileiro.

A Som Livre possui diversas frentes de negócios: venda física, digital, shows, licenciamento e editora. Em seu time são mais de 100 artistas e sua editora é uma das mais importantes do país, representando os direitos de compositores nacionais e internacionais. Na linha de shows, a empresa aposta em festivais de música, que acontecem por todo o país, com as marcas Festeja, Viva Mais Música e Arena Pop.

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Campanha de Páscoa do Pão de Açúcar celebra as pequenas felicidades que se tornam gigantes

Marca convida cada um a descobrir novos jeitos de estar junto e valoriza as relações virtuais como forma de manter a união nesta Páscoa

Link para o vídeo - https://youtu.be/QT5kUOKR8SY

Fotos abaixo do texto

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Não há distância que nos impeça de estarmos próximos de quem amamos. E para que as famílias possam viver e celebrar a Páscoa deste ano, mesmo em meio a um cenário com tantas mudanças, o Pão de Açúcar convida cada um a descobrir novos jeitos de estar juntos em sua nova campanha para a data, como reuniões por chamadas de vídeo, por exemplo. São as pequenas felicidades que se tornam gigantes nessas horas.

Com criação da agência BETC/Havas, a ação de Páscoa tem foco no ambiente digital e traz peças que estimulam as interações virtuais, valorizando a força da conexão entre os amigos e familiares, além de atividades divertidas para dentro de casa. “Receita de família não pode faltar. Aproveita para aprender”, “Junte todo mundo na chamada de vídeo. Cabe mais gente que na mesa”, “Capriche no esconderijo do coelhinho para distrair as crianças em casa”, são alguns dos títulos dos materiais que apresentam situações corriqueiras e cotidianas de quem está se preparando para uma grande festa.

As peças trazem ícones que remetem diretamente ao universo virtual, como botões de videochamadas e telas em mosaico de pessoas que permanecem juntas, mesmo que distantes presencialmente. A campanha está presente nas redes sociais Instagram, YouTube e Facebook. Dessa forma, o Pão de Açúcar convida os seus consumidores a celebrarem a Páscoa das mais variadas formas, mas com a alegria, o amor e a união de sempre.

“O Pão de Açúcar é uma marca que sempre valorizou e buscou auxiliar na felicidade dos seus clientes. Sabemos que todos nós estamos passando por um tempo de incertezas, mas, acreditamos que juntos podemos sempre mais, e viver e celebrar a Páscoa é uma maneira de seguirmos unidos com quem amamos e compartilharmos alegria e esperança entre todos. Esse mesmo espírito também está presente em todos os nossos canais, sejam as nossas lojas físicas, onde implementamos diversas medidas para assegurarmos um ambiente seguro para todos, ou por meio de nosso e-commerce, modalidade pelo qual os nossos consumidores podem se planejar e antecipar as suas compras de supermercado”, analisa Othon Vela, Diretor de Marketing do Pão de Açúcar.

Desde o início da pandemia de Covid-19, o Pão de Açúcar tem tomado diversas medidas para garantir a tranquilidade de clientes e colaboradores. A marca foi a primeira do grande varejo a adotar um horário de atendimento exclusivo para clientes acima dos 60 anos, oferecendo uma alternativa para um caso de extrema necessidade, visto que a recomendação dos órgãos de saúde é que pessoas em grupos de risco evitem a exposição desnecessária. Na mesma linha, a rede tem continuamente lançado mão de ações como o controle de entrada dos clientes para evitar aglomerações, o reforço dos cuidados com a limpeza, a implantação de painéis de acrílico temporários para separar os operadores de caixa dos consumidores e a disponibilização de álcool em gel para todos. Os textos da campanha de Páscoa também relembrarão os consumidores a possibilidade de se planejarem e anteciparem os seus pedidos de Páscoa por meio do e-commerce da rede (www.paodeacucar.com), ou por meio do aplicativo James Delivery, que realiza as entregas no mesmo dia.

Sobre o Pão de Açúcar

Com lojas distribuídas em 13 estados do Brasil, o Pão de Açúcar oferece soluções eficientes e inovadoras para deixar a compra de seus consumidores mais fácil, prática e gostosa. Focada no segmento premium de varejo alimentar, a marca é parte do GPA, uma das maiores companhias do varejo nacional. O Pão de Açúcar é pioneiro em inciativas sustentáveis dentro do segmento supermercadista brasileiro e no lançamento de um programa de fidelidade, o Pão de Açúcar Mais, hoje com mais de 7 milhões de cadastrados. A marca está presente em supermercados (185 lojas), lojas de bairro (Minuto Pão de Açúcar, com 84 unidades), e-commerce (www.paodeacucar.com) e por meio de seu aplicativo – gratuito e disponível nas lojas App Store e Google Play.

Instituto Êxito de Empreendedorismo lança campanha para arrecadar 50 mil cestas básicas

A ação Êxito Solidário vai atuar em parceria com os projetos Transforma Brasil e Fundação Amor Horizontal, que beneficiam famílias carentes em diversas regiões do país

O Instituto Êxito de Empreendedorismo, instituição sem fins lucrativos, está empenhado em reduzir os impactos econômicos e sociais causados pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no nosso país. Para isso, criou a campanha Êxito Solidário, com objetivo de arrecadar cerca de 50 mil cestas básicas que serão destinadas a pequenos empreendedores e famílias carentes em todo o Brasil.

A pandemia tem mostrado à sociedade que, além de tirar vidas, está deixando muita gente sem fonte de renda. “Nessa perspectiva, o Instituto Êxito de Empreendedorismo está intensificando sua atuação para ajudar pequenos empreendedores, profissionais liberais, autônomos, formalizados ou não, a passarem pela quarentena, imposta pelo Estado, isolados dentro de casa. A campanha também se estende a beneficiar pessoas que perderam seus empregos neste momento”, relata o presidente do Instituto, Janguiê Diniz.

As doações são ilimitadas e podem ser feitas no site www.institutoexito.com.br/doacoes. No endereço, o doador pode escolher com quantas cestas básicas quer contribuir e realizar o pagamento online. Todos os donativos arrecadados na campanha Êxito Solidário serão para comprar as cestas básicas que serão, posteriormente, entregues para as instituições sem fins lucrativos que estão realizando um excelente trabalho no Brasil: o Projeto Transforma Brasil e a Fundação Amor Horizontal, que ajudam outras instituições e beneficiam famílias carentes em diversas regiões do país. “Num momento tão difícil para o mundo, precisamos de união. Virá através da solidariedade a grande ajuda para as famílias mais vulneráveis do Brasil. Ter o Êxito nesta parceria é muito importante para o sucesso da campanha do Transforma Brasil”, complementa o presidente do Transforma Brasil, Fábio Silva.

A Fundação Amor Horizontal tem como propósito apoiar a infância, por meio de projetos idôneos parceiros que atendem a mais de 10 mil crianças em extrema vulnerabilidade social em São Paulo. “A alimentação e os cuidados são essenciais para o desenvolvimento saudável de uma criança. Com as doações de cestas básicas na campanha, iremos apoiar milhares de crianças e famílias que dependiam da refeição nos projetos sociais que tiveram que ser fechados", explica Carol Celico, fundadora e presidente da Fundação.

Além das doações de cestas básicas e produtos de higiene, o Instituto Êxito de Empreendedorismo está ajudando a população disponibilizando sua plataforma com mais de 300 cursos online e gratuitos, para todos que queiram se qualificar em diversas áreas durante o período da quarentena. Esses cursos têm autoria de grandes nomes do mercado nacional e são apresentados de maneira gratuita para os beneficiários. Além disso, o Instituto dispõe de um aplicativo de mentorias, que vai permitir que o beneficiário tenha contato direto com um empreendedor para receber auxílios; os Summits regionais e um nacional, que são congressos de empreendedorismo com grandes nomes do mercado nacional; o seminário mensal Facing the Giants, que conta com palestras de três sócios e é aberto ao público; bem como fundos de investimentos e muitos outros programas que estão disponíveis no site www.institutoexito.com.br.

SOBRE O INSTITUTO ÊXITO

O INSTITUTO ÊXITO DE EMPREENDEDORISMO é o resultado de um sonho que envolve empreendedores visionários dos mais variados segmentos do Brasil, e que hoje já conta mais com mais de 400 sócios, que compactuam de um mesmo propósito: fazer do empreendedorismo a turbina para alavancar vidas e histórias.

O Êxito tem a filosofia de que, independente da classe social e econômica, qualquer pessoa pode transformar suas ideias em ações que mudem e melhorem a realidade e a comunidade na qual vive. Por isso, nasceu com o objetivo de estimular o dom empreendedor dos jovens, especialmente os de escolas públicas, onde há muitos talentos escondidos e boas ideias a serem impulsionadas. Nomeada como uma instituição sem fins lucrativos, seu principal plano de ação está em oferecer uma plataforma de cursos online e gratuitos, além de diversas ações voltadas para o fomento ao empreendedorismo.

CANTORES DETALHAM MILIONÁRIO MERCADO DA MÚSICA SERTANEJA EM DOCUMENTÁRIO

O Fenômeno Sertanejo estreia no dia 9 de abril, às 22h, no canal de TV por assinatura Music Box Brazil

Nem MPB e nem rock. O sertanejo é o estilo mais laico da música brasileira, isto é, que não se furta a fusões para continuar em evidência. É o ritmo mais rentável e que movimenta cadeia econômica milionária em que investidores, nem sempre ligados à cultura, definem o que é sucesso. O assunto é tema do documentário O Fenômeno Sertanejo, com Luan Santana, Chitãozinho & Xororó, Michel Teló, Alok e Naiara Azevedo, entre outros cantores, o produtor musical João Marcello Bôscoli, compositores, empresários e especialistas. A obra estreia em 9 de abril, às 22h, no canal de TV por assinatura Music Box Brazil.

Estruturado em nove capítulos, o filme resume três mutações do sertanejo até se tornar estritamente comercial. Surge em 1929 como música caipira e regional, com o retrato dos interiores do país. Canta o sertão, Chico Mineiro, cavalo e o arreio. O sertanejo moderno em 1982 com Chitãozinho & Xororó introduzindo banda nos arranjos de Fio de Cabelo, tocando em rádios e TVs das grandes cidades. Ganha fôlego na década seguinte com Zezé di Camargo & Luciano e Leandro & Leonardo no projeto Amigos. Em 2000, o país conhece o sertanejo universitário dos pioneiros João Bosco & Vinícius.

Aumento do poder de consumo dos brasileiros, pulverização das redes sociais e pirataria de discos. Os universitários João Bosco & Vinícius se apresentam em festas estudantis de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, até que um registro amador deles se espalha por repúblicas do Estado e pelo Brasil. “Deram um nome: sertanejo universitário”, explica Bôscoli. Os consumidores são “Um público jovem, que compra ticket, que consome shows e música na internet”, define Michel Teló. A explosão de novas duplas vem nesse embalo.

O sertanejo universitário se torna música de estética urbana consumida pela grande massa e elite brasileira, embora rejeitada pela MPB. Vira um negócio e um novo termo se populariza: gestor de carreiras. Isto é, investidores que acreditam no potencial econômico do meio, lançando duplas como espécie de startups. “São pessoas físicas, às vezes empresários, que não têm muito a ver com o mundo da música, mas gostam e injetam dinheiro num projeto”, caracteriza Cuiabano, locutor anfitrião da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos.

O debate também abordará o monopólio de grandes escritórios nos investimentos e faturamentos do meio, a mensuração de novos singles, fusões com pagode, música eletrônica e outros ritmos, o artista como um produto e o lançamento de novos talentos na dependência de investidores. Sorocaba, dupla com Fernando, refletirá sobre compras de posições em paradas de sucesso e engajamento nas redes sociais. A autoafirmação das mulheres como contraponto a letras machistas cantadas por homens no movimento Feminejo, com Maiara & Maraísa, Naiara Azevedo e Marília Mendonça.

O Fenômeno Sertanejo é uma produção da Clube Filmes com direção geral e artística de Fabrício Bitttar. “O sertanejo, com certeza, vai ficar muito tempo ainda nas paradas. Ele tem uma estrutura já montada e construída, com rádios e shows, pessoas vendendo esses eventos, uma estrutura de produção e criação de conteúdo. Há um interesse muito grande de jovens em se lançarem nesse mundo. Quer dizer, existe material humano. A gente não vê no horizonte da música brasileira uma reação da MPB e do rock”, avalia o pesquisador Edvan Antunes.

SERVIÇO
DOCUMENTÁRIO O FENÔMENO SERTANEJO
Canal de TV por assinatura: Music Box Brazil
Quando: 9 de abril, às 22h
Duração: 77: 26
Produção: Clube Filmes
Direção geral e artística: Fabrício Bittar
Classificação indicativa: Livre

SOBRE MUSIC BOX BRAZIL

O canal Music Box Brazil dedica 24 horas de programação voltada ao melhor da música brasileira. Exibe shows, videoclipes, documentários, entrevistas e programas exclusivos com os principais nomes do cenário nacional. Integra a Box Brazil, maior programadora independente de canais de TV por assinatura brasileira, que alcança diariamente 36 milhões de pessoas no Brasil. A empresa também possui outros quatro canais, sendo um deles voltado ao mercado internacional: Prime Box Brazil (dedicado a conteúdos ficcionais), Travel Box Brazil (focado no universo de viagens) e FashionTV (versão nacional do mais importante canal de moda do mundo), além do BOOM TV (canal de filmes e séries dos grandes estúdios transmitido na Angola e Moçambique). O Music Box Brazil é distribuído pelas principais operadoras, entre elas NET, Claro, Vivo, Oi e Algar. No mercado internacional, está presente nas plataformas Amazon Prime, TeleUP e Brusa.