Distrito de Seef, Bahrein – 22 de Abril, 2020
Hoje faixa-preta de jiu-jitsu, Gabriel focou na arte suave até o início da década, quando resolveu migrar para o MMA. Ao chegar na CM System em 2010, logo foi “batizado” com o apelido que carrega até hoje.
“Sobre o apelido, você quer a versão oficial ou a verdadeira? (risos). Eu sempre falo que é porque eu gosto de dar armlock voador nos treinos e nas lutas, mas na real o que rolou foi o seguinte. Quando eu cheguei na CM System eu tinha um estilo diferente, e o pessoal logo me chamou de “Fly”, que era o dançarino da Xuxa. Sabe como é, né? Apelido que a pessoa não gosta acaba pegando”, riu Gabriel, que hoje carrega o apelido com orgulho, e o tatuou no braço.
A última vitória de “Fly” pelo BRAVE CF ocorreu na Colômbia, em setembro do ano passado. Na ocasião, ele superou Jhon Zarate por finalização, mas o evento foi marcante pelos bastidores. Foi durante o BRAVE CF 26 que sua rivalidade com Ilia Topuria começou.
“A gente lutou no mesmo card na Colômbia. Durante a semana, a gente meio que se esbarrou nos treinos no hotel e ele ficou me encarando. Na hora eu nem sabia que ele era da minha divisão, porque ele é menor que os caras do peso pena. Mas aí fiquei sabendo que ele era do pena e a gente ficou se encarando, e depois ele foi falar besteira na mídia, dizendo que ia ser o campeão e tal. Aí eu falei, “peraí, irmão, acabou de entrar no ônibus e já quer sentar na janelinha?” Vai ter que passar por mim primeiro”, comentou o brasileiro.
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