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| Com grande influência na história da música, Coro da Capela Sistina é a instituição de canto coral mais antiga do Mundo. Grupo é responsável pela música das principais celebrações no Vaticano. Maestro brasilero é o primeiro não-italiano a ocupar a função na história Com entrada gratuita, apresentações serão as primeiras do grupo na América Latina e no Hemisfério Sul. |
| A instituição coral mais antiga do mundo chega ao Brasil em julho de 2026. A Cappella Musicale Pontificia “Sistina” — que tem suas origens no século VI e é responsável por moldar decisivamente o desenvolvimento da música vocal no Ocidente — realiza sua primeira viagem à América Latina. Com apresentações em São Paulo e Brasília financiadas via Lei Rouanet, a turnê terá concertos extras em Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro. Todas as performances terão acesso 100% gratuito. Responsável pela música nas principais celebrações do Vaticano, o grupo é conhecido informalmente como “O Coro do Papa”. E destaca-se em atuações na Basílica de São Pedro, Capela Sistina e, mais recentemente, em momentos históricos como os funerais dos Papa Francisco. |
| As origens da Cappella Musicale Pontificia “Sistina” remontam aos séculos VI e VII, numa época em que a Europa ainda não tinha orquestras, óperas nem conservatórios. Entretanto, o marco que projetou o conjunto ao centro da vida musical europeia ocorreu em 1471, quando o Papa Sisto IV reorganizou e ampliou a instituição, que desde então carrega seu nome. A partir desse momento, a Cappella Musicale Pontificia “Sistina” tornou-se o principal polo de atração e formação musical do continente. Por seus quadros passaram alguns dos maiores nomes da história da composição: Guillaume Dufay (c. 1397–1474), Josquin des Prez (c. 1450–1521) — considerado por muitos o maior compositor antes de Bach —, Giovanni Pierluigi da Palestrina (c. 1525–1594), Cristóbal de Morales (c. 1500–1553), Luca Marenzio (c. 1553–1599), Costanzo Festa (c. 1485–1545), Jacob Arcadelt (c. 1505–1568) e Gregorio Allegri (1582–1652), entre dezenas de outros.Vários deles compuseram obras exclusivamente para esse coro — peças calibradas para a acústica única da Capela Sistina, que se tornaram a referência técnica e estética da polifonia coral para toda a Europa. Quando os compositores passaram a escrever para conjuntos vocais em qualquer parte do mundo, tinham em mente o modelo da Sistina. |
| O Miserere de Allegri: uma obra composta para existir apenas ali e a história com Mozart – Entre as obras criadas especificamente para a Cappella Sistina, o Miserere de Gregorio Allegri — composto por volta de 1638 para um cantor do próprio coro — ocupa um lugar singular. A peça foi escrita para ser executada naquele espaço, por aquelas vozes, com uma técnica de ornamentação que os cantores da Cappella desenvolveram ao longo de gerações e que não estava registrada em partitura: era transmitida oralmente, de cantor para cantor, como um segredo de ofício. |
| Essa dimensão intransmissível é o que torna o Miserere um caso único na história da música: uma obra cujo poder dependia não apenas das notas escritas, mas de uma tradição de interpretação viva, preservada dentro do coro. Em 1770, o jovem Wolfgang Amadeus Mozart, então com 14 anos, assistiu a uma execução na Semana Santa e realizou uma transcrição da obra — episódio registrado em carta por seu pai Leopold e que, menos de três meses depois, levou o Papa Clemente XIV a receber Mozart e lhe conceder a Ordem da Espora de Ouro, uma das mais altas distinções pontifícias. A transcrição foi publicada no ano seguinte em Londres pelo historiador Dr. Charles Burney, encerrando definitivamente o monopólio da obra. O Miserere é hoje uma das peças corais mais gravadas e executadas do mundo. Mas a versão que chegou até nós — incluindo o célebre Dó agudo, uma das notas mais reconhecíveis do repertório coral — é ela mesma produto de camadas de transcrição, reinterpretação e até de um erro tipográfico incorporado ao cânone no século XIX. O que a Cappella Sistina preserva e executa é a versão do Códice Sistino de 1661, o registro mais próximo da obra original — anterior a todas essas transformações. Da Renascença aos streamings: gravações pela Deutsche Grammophon – No século XX a tradição do coro da Sistina encontrou o registro sonoro. O conjunto realizou gravações para o selo Deutsche Grammophon — a mais antiga e tradicional gravadora de música em atividade no mundo, responsável pelo catálogo de nomes como Herbert von Karajan, Leonard Bernstein e Maria. Esses registros documentam um repertório de profundidade e extensão únicos, e levaram ao público global o som de um conjunto que acompanhou, e em grande medida protagonizou, mais de quinze séculos de história musical. O grupo já se apresentou em países como Japão, Coreia do Sul, Hungria, Alemanha, Estados Unidos e Canadá. A turnê brasileira inaugura um capítulo inédito: é a primeira vez que o coro se apresenta na América Latina e ao sul do Equador. O programa no Brasil – Canto gregoriano e clássicos do Renascimento e outros – O coro que vem ao Brasil é composto por 24 cantores adultos e cerca de 30 Pueri Cantores — os meninos cantores que constituem a seção das chamadas vozes brancas do conjunto – caracterizadas pela sonoridade pura, precedente à puberdade. “O programa preparado para as apresentações brasileiras abrange quinze séculos de repertório coral, do canto gregoriano à música do século XX, incluindo uma obra de um compositor brasileiro”, afirma Monsenhor Marcos Pavan, maestro e diretor musical atual do grupo. Os concertos incluirão, entre outras obras, peças como o antífona gregoriana Factus est repente; obras de Palestrina (incluindo o Credoda célebre Missa Papae Marcelli) e Tomás Luis de Victoria — dois dos maiores polifonistas do Renascimento e ex-membros do próprio coro; peças de Lorenzo Perosi e Domenico Bartolucci — ambos ex-maestros diretores da Cappella Sistina e o Choral varié sur le thème du ‘Veni Creator’ de Maurice Duruflé para órgão solo. Brasileiro, o primeiro maestro não-italiano no cargo em 600anos — Nascido em São Paulo, Monsenhor Marcos Pavan realizou estudos musicais na capital paulista, especializando-se em técnica vocal e canto gregoriano, e obteve o Fellowship Diploma em Regência Coral pelo National College of Music and Arts de Londres. Após carreira no Brasil como cantor lírico e regente, transferiu-se para a Itália em 1991. Em 1998, foi nomeado Maestro dos Pueri Cantores da Cappella Sistina, participando das gravações do coro para a Deutsche Grammophon e a Paulus. Em 2020, o Papa Francisco o nomeou Maestro Diretor — tornando-o o primeiro não-italiano a ocupar o posto desde que o cargo foi criado, no século XIX. Uma turnê histórica pelo Brasil — entradas 100% gratuitas – A vinda da CAPPELLA MUSICALE PONTIFICIA “SISTINA” ao Brasil é realizada com patrocínio via Lei Rouanet do Grupo Mix, Itaú, Mobifácil , Iguatemi S.A. e Empório do Bem. Conta com apoio da Catedra da Sé de São Paulo, Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo, UBRAJUC e UJUCASP. Realização. Estúdio Centro, São Paulo Schola Cantorum, Museu de Arte Sacra de São Paulo, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura do Governo Federal. A classificação etária geral é Livre (AL). |
| CONCERTOS REALIZADOS A PARTIR DA LEI ROUANET São Paulo – Catedral Metropolitana de São Paulo (Catedral da Sé) | 5 de julho de 2026, às 13 horas. Entrada gratuita, sem necessidade de retirada de ingressos | Sujeito à lotação do espaço – 800 lugares. Brasília – Catedral de Brasília | 09 de julho | 19:00 horas.Entrada gratuita. Retirada de ingressos via Sympla. 4.000 lugares. São Paulo – Sala São Paulo | 14 de julho de 2026 | 20:30 horasEntrada gratuita | Retirada de ingressos a partir de 7/7/2026, nos canais online e presencialmente na Sala São Paulo. – 1388 lugares.Todas as apresentações contarão com acessibilidade física, tradução simultânea em LIBRAS e Audiodescrição. Além de disponibilização de abafadores de ruído para pessoas com necessidades especiais. APRESENTAÇÕES EXTRAS / CONCERTOS Campinas — Catedral Metropolitana de Campinas | 3 de julho | 18 horas. Curitiba — Capela Santa Maria Espaço Cultural | 6 de julho | 19:30 Rio de Janeiro — Igreja Nossa Senhora da Paz em Ipanema | 10 de julho | 19:30 horasAlém dos concertos acima, o grupo realizará concerto para convidados em comemoração aos 80 anos da PUC-SP, no TUCA. HISTÓRICO: CORO OFICIAL DO VATICANO VEM AO BRASIL PELA PRIMEIRA VEZ Com 600 anos de história, Cappella Musicale Pontificia “Sistina” fará concertos gratuitos em cinco cidades brasileiras Concertos gratuitos 3 de julho – Campinas | Catedral Metropolitana – 18h (concerto extra) 5 de julho – São Paulo | Catedral da Sé – 13h* 6 de julho – Curitiba | Capela Santa Maria – 19h30 (concerto extra) 9 de julho – Brasília | Catedral Metropolitana – 20h* 10 de julho – Rio de Janeiro | Igreja Nossa Senhora da Paz (Ipanema) – 19h30 (concerto extra). 14 de julho – São Paulo | Sala São Paulo – 20h30* *Realizados com patrocínio via Lei Rouanet. Pela primeira vez em sua história, a Cappella Musicale Pontificia “Sistina”, o coro oficial do Vaticano e a instituição coral mais antiga do mundo, desembarca na América Latina. Em julho, o grupo realiza uma turnê inédita pelo Brasil, com apresentações gratuitas em São Paulo, Brasília, Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro. Conhecido como o “Coro do Papa”, o conjunto é responsável pela música das principais celebrações no Vaticano e participou recentemente dos funerais do Papa Francisco. A turnê também marca outro feito histórico: é liderada pelo brasileiro Monsenhor Marcos Pavan, primeiro maestro não italiano a dirigir o Coro da Cappela Sistina em seus mais de 600 anos de história. O repertório reúne obras que marcaram a história da música ocidental, do canto gregoriano à polifonia renascentista, incluindo composições escritas especialmente para o coro ao longo dos séculos. Além do ineditismo da visita, todos os concertos terão entrada gratuita, tornando acessível ao público brasileiro uma das mais importantes tradições musicais do mundo. Sugestões de abordagem editorial: A primeira visita do Coro da Capela Sistina à América Latina e ao Hemisfério Sul. O brasileiro que fez história ao assumir a direção musical do coro do Vaticano. Seis séculos de tradição musical reunidos em apresentações gratuitas no Brasil. ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() *com divulgação |
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