União Brasileira de Compositores convida artistas para série de lives que apoiam a campanha “Juntos Pela Música”

Russo Passapusso, do grupo BaianaSystem e Hyldon são alguns dos participantes desta semana. A programação colabora com fundo financeiro criado para auxiliar profissionais do meio musical durante a pandemia.

Desenvolvida no início do período de quarentena pela União Brasileira de Compositores com transmissões em seu perfil do Instagram, a Janela UBC é uma série de lives que conecta profissionais de diferentes áreas da indústria musical ao grande público. De 12 a 15 de outubro, receberá sempre às 16h Sandra de Sá, Russo Passapusso, Hyldon e Iuri Freiberger no link http://www.instagram.com/ubcmusica/ .

Criado pela UBC, o fundo Juntos Pela Música visa auxiliar financeiramente profissionais da indústria musical que foram severamente prejudicados pelas consequências da pandemia da Covid-19. Em seis meses de campanha, a organização arrecadou mais de R﹩ 1,7 milhão através de doações realizadas via Benfeitoria, plataforma brasileira de crowdfunding. Aqueles que quiserem continuar ajudando a iniciativa podem doar diretamente para a instituição, por meio de depósito. O valor conquistado tem sido capaz de ajudar aproximadamente 1.057 famílias pelo curso de 4 meses, e foi alcançado graças à parceria de matchfunding feita com o Spotify, que como parte de seu programa global de suporte, intitulado Covid-19 Music Relief, dobrou as doações recebidas pela UBC até agosto.

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Abrindo a programação da semana, na segunda-feira, 12/10, às 16h, a cantora Sandra de Sá entrevistará o produtor, compositor e cantor baiano Hyldon, responsável por sucessos como "Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda" e "As Dores do Mundo", que foram popularizados por nomes como Kid Abelha e Jota Quest. O artista começou sua carreira musical aos 14 anos e ganhou reconhecimento na década de 1970, integrando a tríade da soul music brasileira juntamente com Tim Maia e Cassiano. A conversa faz parte do quadro "Música Preta Importa", no qual todas as segundas-feiras Sandra convida uma personalidade marcante para a cultura negra no país.

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As entrevistas prosseguem na terça-feira, 13/10, às 16h, quando Elisa Eisenlohr, Gerente de Comunicação da UBC conversa com Iuri Freiberger sobre aceleração de carreiras artísticas e o Projeto Impulso, iniciativa da organização para auxiliar artistas, a qual oferece mentoria, capacitação, networking e um aporte monetário para seguimento do trabalho. Iuri, além de ser produtor musical desde a década de 1990, é mestre em Design Estratégica, e também tem experiência como gestor público, professor universitário e gestor de projetos.

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Quarta-feira, 14/10, é a vez do cantor e compositor baiano Manno Goés receber o duo OutroEu, composto pelos músicos Mike Tulio e Guto Oliveira. O conjunto teve início no programa Superstar, da Rede Globo, e em sua formação inicial havia outros dois integrantes. O grupo ficou em terceiro lugar da edição de 2016 do reality show, assinando com o selo SLAP. Em 2017 lançaram seu primeiro álbum, "OutroEu" e passaram a se apresentar como uma dupla, tendo participado em um single da dupla Anavitória. No ano passado passaram a fazer parte do casting da Universal Music Brasil e lançaram o EP "Encaixe", que conta com a faixa "Não Olha Assim para Mim", parte da trilha sonora da novela "Amor Sem Igual", da emissora Record.

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Encerrando a programação desta semana, na quinta-feira, 15/10, às 16h, a cantora Paula Lima conversará com Russo Passapusso, frontman do grupo BaianaSystem. O músico é dono de uma voz e estilo marcantes que têm feito enorme sucesso ao redor do país nos últimos anos, tanto em seus trabalhos com a banda, vencedora do prêmio de melhor álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa da edição de 2019 do Grammy Latino, quanto em sua carreira solo. Desde 2008, Russo trabalhou juntamente com artistas como Margareth Menezes, Gilberto Gil, Curumin, Manu Chao e Elza Soares.

Sobre o fundo "Juntos Pela Música"

A pandemia do Covid-19 acertou em cheio a indústria da música. A proibição da realização de eventos estancou quase por inteira a fonte de renda de milhares de artistas. A crise afeta também a arrecadação de direitos autorais por execução pública, que terá queda de R﹩ 140 milhões em 3 meses, segundo o Ecad. Diante deste cenário, a União Brasileira de Compositores (UBC) e o Spotify lançam o fundo "Juntos Pela Música", que remunerará artistas que enfrentam dificuldades financeiras. O fundo nasceu com R﹩ 1 milhão, sendo R﹩ 500 mil da UBC e outros R﹩ 500 mil do Spotify, destinados a milhares de artistas afetados pela quarentena.

Para ampliar o alcance dos benefícios, as entidades abriram a campanha para doações da sociedade civil, através de uma plataforma de crowdfunding, a Benfeitoria, mas já alcançaram a meta estipulada no início do projeto, que conseguiu apoiar 1.057 famílias. Agora a campanha segue para a fase dois: aqueles que quiserem continuar contribuindo com a causa poderão fazer suas doações por meio de depósito direto para a organização, por meio da conta da UBC no Banco Santander: agência 0057, conta corrente 13005545-5, CNPJ 33.576.166/0001-00. Após a doação, solicita-se que seja enviado um comprovante para o e-mail comunicacao@ubc.org.br, para que o valor seja contabilizado.

O movimento faz parte do projeto global " Spotify COVID-19 Music Relief ". A empresa irá igualar as doações arrecadadas via crowdfunding, em parceria com a UBC, para atender os artistas. Neste caso, o Spotify se compromete a equiparar a doação em 1:1. Para cada real doado pela sociedade, a empresa doará o mesmo valor, além do aporte inicial de R﹩ 500 mil, até o limite do seu programa global de ajudas do gênero.

Atualmente, a campanha já soma mais de R﹩1,6 milhão. O valor arrecadado ajudará 1.057. 896 músicos já foram aprovados para receber o benefício de R﹩1.600, divididos em 4 parcelas.

Sobre a UBC

A União Brasileira de Compositores - UBC é uma associação sem fins lucrativos, dirigida por autores, que tem como objetivo principal a defesa e a promoção dos interesses dos titulares de direitos autorais de músicas e a distribuição dos rendimentos gerados pela utilização das mesmas, bem como o desenvolvimento cultural.

A UBC foi fundada em 1942 por autores e atua até hoje com dinamismo, excelência em tecnologia da informação e transparência, representando mais de 30 mil associados, entre autores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras. Para mais informações: Elisa Eisenlohr: elisa.eisenlohr@ubc.org.br / Whatsapp: (21) 99746-4047

SERVIÇO - JANELA UBC

Transmissão: http://www.instagram.com/ubcmusica/

Data: 12/10 (segunda-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Sandra de Sá e Hyldon

Data: 13/10 (terça-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Elisa Eisenlohr e Iuri Freiberger

Data: 14/10 (quarta-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Manno Goés e OutroEu

Data: 15/10 (quinta-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Paula Lima e Russo Passsapusso

Orquestra Brasileira de Música Jamaicana faz live de lançamento do projeto “OBMJazz na Casa de Francisca”

Live acontece no dia 16/10, às 21h, nos canais de YouTube, Facebook e Twitch da banda

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Foto: Fábio Ponce

A OBMJ - Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, uma das mais importantes e influentes bandas instrumentais do Brasil, apresenta seu novo trabalho, "OBMJazz ao vivo na Casa de Francisca", show gravado numa noite mágica em fevereiro de 2020 na célebre Casa de Francisca, localizada no coração do centro de São Paulo. O espetáculo, uma homenagem ao jazz e à música jamaicana, passeia pelos famosos standards de jazz americanos, vai até a Jamaica dos anos 1960 e flerta com bandas atuais de ska do cenário mundial.

No repertório do show, versões de ska, reggae e rocksteady das obras de nomes como Quincy Jones, Herbie Hancock, Paul Desmond, Don Drummond, The Skatalites, Melbourne SKA Orchestra, Western Standard Time, entre outros.

Para o lançamento oficial do show, a OBMJ realizará uma live no próximo dia 16 de outubro, sexta-feira, às 21h, com transmissão pelos canais de Facebook , Twitch e YouTube .

Antes da estreia oficial do show completo, a OBMJ lançou dois clipes: "Rain or Shine" ( assista aqui ), composição do trombonista jamaicano Don Drummond e gravada pelos lendários Skatalites na década de 1960, e "Soul Bossa Nova" ( assista aqui ), clássico absoluto de Quincy Jones, em uma roupagem rocksteady.

"Podemos dizer que é um show dedicado ao Skajazz, num formato mais intimista, diferente dos grandes bailes que a OBMJ é conhecida por apresentar", explica Sérgio Soffiatti, guitarrista e produtor musical da OBMJ.

Os detalhes chamam a atenção: a iluminação monocromática do show segue a estética em referência às capas de disco clássicas da Blue Note, dialogando diretamente com a comunicação visual do projeto, concebida por Laercio Lopo. A soma é feita elegantemente com a formação da banda no palco, que traz as tradicionais estantes de big bands. "É um formato único de show de skajazz no Brasil", finaliza Felippe Pipeta, trompetista e um dos criadores da OBMJ.

Sobre a OBMJ

200A Orquestra Brasileira de Música Jamaicana como o nome sugere, reproduz de maneira inteligente e divertida, versões de grandes clássicos da música brasileira em ritmos jamaicanos criados nas décadas de 50 e 60.

Ska, Rocksteady e o Early Reggae são alguns dos dançantes ritmos que permeiam na Orquestra. Criada originalmente pelo músico e produtor Sergio Soffiatti e pelo trompetista Felippe Pipeta, a OBMJ tem como objetivo principal fazer o público dançar.

É difícil traduzir em palavras o entusiasmo do público ao dançar "O Guarani", clássico da música erudita brasileira transformado em Ska, ou "Águas de Março", uma bossa nova do mestre Tom Jobim, tocada em Early Reggae. Mas a OBMJ não toca só versões, desde o seu primeiro disco músicas autorais fazem parte do repertório da banda, como "Ska Around the Nation", a música mais conhecida da banda.

Os integrantes da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana são: Sergio Soffiatti (guitarra e vocais), Felippe Pipeta (trompete e flugelhorn), Ruben Marley (trombone e backing vocals), Igor Thomaz (sax barítono e sax alto), Fernando Bastos (sax tenor e flauta), Otavio Nestares (Trompete e Flugelhorn), Fabio Luchs (bateria e backing vocals), Lincoln Bretha (baixo) e Pedro Cunha (piano e órgão). Acesse o site da banda e saiba mais: http://www.obmj.com.br/

Orquestra Sinfônica do Paraná e BRDE apresentam homenagem aos trabalhadores do campo

Os músicos da OSP apresentam O Cio da Terra, de Chico Buarque e Milton Nascimento, no concerto virtual desta semana

O mês de setembro começa com concerto virtual na Orquestra Sinfônica do Paraná. A obra, que será apresentada nesta terça-feira (1) nas redes sociais, será O Cio da Terra, de Chico Buarque e Milton Nascimento. Os músicos da OSP gravaram cada uma de suas partes em suas próprias casas. A regência, também remota, é do maestro-titular Stefan Geiger. O vídeo teve a realização do Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e o apoio do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná.

Os concertos virtuais da Orquestra Sinfônica do Paraná são um sucesso de público desde o mês de março. O primeiro da série foi O Trenzinho do Caipira, seguido por Carinhoso, uma homenagem aos profissionais de saúde, Parabéns pra Você, em comemoração ao aniversário da OSP e O Bêbado e a Equilibrista, em homenagem a Aldir Blanc.

Os homenageados do novo concerto são os trabalhadores do campo. O Estado do Paraná, assim como todo o Brasil, deve grande parte do seu crescimento econômico às famílias agrícolas. Assim como os profissionais da saúde, os trabalhadores do campo também merecem reconhecimento por manterem o país funcionando mesmo em tempos de crise.

O BRDE é agente financeiro repassador de recursos do Plano Safra viabilizando crédito ao setor agrícola paranaense há 59 anos. O Paraná vai receber R$ 460 milhões por meio do Sistema Paranaense de Fomento, valor que será integralmente destinado a financiar a próxima safra. Este projeto visa aproximar a marca do banco com o pequeno agricultor, consolidando o BRDE como banco do Agricultor.

O concerto virtual O Cio da Terra contou com o apoio do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná, PalcoParaná, Centro Cultural Teatro Guaíra, Secretaria de Estado da Comunicação e da Cultura e Governo do Estado do Paraná. A realização é do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul).

O Cio da Terra
Estreia terça-feira, 01/09, às 18h
Onde assistir:
www.facebook.com/OrquestraSinfonicaDoParana
www.instagram.com/orquestrasinfonicaparana
www.youtube.com/c/OrquestraSinfonicaDoParana
O vídeo também estará disponível nas redes sociais do BRDE e do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná.
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Versão rock dá espaço para a Bossa Nova com novos arranjos

A Banda Martan, de Curitiba, acaba de lançar o clipe da música “Estações” na versão acústica, com arranjos novos, e referências a Bossa Nova. “Somos música, acima de qualquer estilo. A música brasileira é muito rica e queremos mostrar isso por meio do nosso trabalho”, diz Samuel Martan, vocalista da banda.

A canção fala que “sentimos a sensação de que deixamos algo para trás” e faz questionamentos como “Será que o tempo e o acaso não nos afetam mais?” e “Será que somos imortais?”.

A letra propõe que o ouvinte pare e reflita, mas que também se conscientize. “A ideia é que, neste momento conturbado que estamos vivenciando, a mensagem dessa canção seja um ponto de reflexão e conscientização sobre qual o legado que estamos deixando e sobre o que podemos fazer pelo mundo nessa estação da vida”, conta.

A música foi premiada pela Fundação Cultural de Curitiba ao participar de um edital lançado em abril.

Os integrantes da banda garantem que a ideia é que a mensagem atinja o maior número de pessoas possível. “Ter consciência e empatia pode mudar tudo. Nosso recado é que o amor, a união e o respeito vencem – tanto ao próximo quanto ao meio ambiente - e fazemos isso através da música”, finaliza Samuel.

O clipe está disponível no Youtube e em outras plataformas digitais (https://www.youtube.com/watch?v=Nn6BHfJfflY&feature=youtu.be).

SOBRE A BANDA MARTAN

A banda criada em 2015, nasceu no interior do Maranhão e hoje percorre o Brasil, levando sua história em formato de música por onde passa. Formada pelos integrantes oficiais Samuel Martan (guitarra e voz), Eduardo Albano (baixo), Marlon Hack (teclado e voz), e os músicos de apoio Bruno Marques (guitarra) e Willian Martins (bateria), a Martan fala de amor, desenvolvimento humano e relações.

Com raízes no rock e na MPB, a Martan é considerada atualmente uma Banda POP - Banda Popular Brasileira, que une diversos estilos e apresenta um som de qualidade, mas que, acima de tudo, visa "tocar o ouvinte" de alguma forma.

Olga Kiun e Davi Sartori interpretam George Gershwin em nova live da Unicultura

Olga Kiun e Davi Sartori interpretam George Gershwin em nova live da Unicultura

Concerto didático “O jazz na música clássica” será transmitido dia 06 de agosto (quinta-feira), às 20h, no Facebook

A pianista russa Olga Kiun e o compositor brasileiro Davi Sartori são as atrações da nova live da Unicultura na próxima quinta-feira (6), às 20h, no perfil da ONG no Facebook. Os músicos apresentam repertório escolhido para mostrar ao piano a combinação do jazz com a música clássica. Com 40 minutos de duração, o programa reserva três composições do músico George Gershwin - “Três Prelúdios” (1926), “Summertime” da sua ópera “Porgy and Bess” (1935) e a consagrada Rhapsody in Blue (1924).

A especialista Liana Justus também participa com comentários contextualizados sobre as composições executadas. Originalmente apresentado em junho de 2019, na cidade de Medianeira, o concerto didático retorna com uma versão editada inédita dentro do Projeto Bravíssimo.

Gershwin - Pioneiro de uma nova era na música popular e na música clássica americana, George Gershwin (1898 - 1937) uniu os dois estilos. Pianista e compositor americano, escreveu a maioria de suas obras vocais e teatrais em parceria com seu irmão Ira Gershwin (1896-1983). Compôs 22 musicais e mais de 700 canções.

A composição que marca a entrada do jazz na música clássica é Rhapsody in Blue, tocada em Nova York, em 1924, na presença dos compositores russos Stravinsky e Rachmaninoff. Gershwin compôs os Três Prelúdios em 1926. Cada prelúdio é um exemplo da música clássica americana do início do século 20, influenciada pelo jazz. O primeiro apresenta ritmos variados, do blues ao baião brasileiro, com sonoridade bem jazzística. O segundo, uma canção de ninar com sabor de jazz. Já no terceiro, Gershwin coloca um caráter espanhol, mas também com a presença do jazz.

Olga e Davi - Radicada em Curitiba desde os anos 1990, Olga Kiun (74) iniciou seus estudos de piano aos 6 anos com sua mãe e sua avó, ambas professoras do Conservatório Musical de Chisinau (Moldávia). Aos 17 anos, ingressou no Conservatório Tchaikovsky, em Moscou. No Brasil, atuou como solista na Orquestra Sinfônica do Estado do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica Brasileira, entre outras. Formou várias gerações de músicos em Curitiba.

Pianista, arranjador e compositor, Davi Sartori foi aluno de Olga Kiun na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Premiado em concursos por todo o país, atuou como solista nas principais orquestras do sul do Brasil, tendo se apresentado com a Camerata Antiqua de Curitiba. Foi solista com a orquestra de cordas de Ribeirão Preto, com a regência de Claudinei Alves De Oliveira, e com a Orquestra de Câmara no Festival Olga Kiun, com regência de Osvaldo Colarusso.

Curso - Outra atração para quem acompanhar o evento é a oportunidade de ganhar o curso da professora Liana Justus “A Música Clássica no Cinema” em homenagem ao maestro italiano Ennio Morricone'' falecido recentemente. Para receber acesso gratuito aos vídeos com as aulas basta publicar seu email durante a transmissão do recital.

Projeto Bravíssimo - Viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura do Governo Federal com patrocínio da Frimesa, da Lar Cooperativa Agroindustrial e Fertipar, apoio da Prefeitura Municipal de Medianeira, Rede Costa Oeste de Comunicação e Publicar Painéis o projeto Bravíssimo fomenta a música clássica instrumental por meio de uma programação anual de concertos. Os espetáculos acontecem em continuidade ao projeto da compra de um piano para a cidade de Medianeira, cujos objetivos estão focados em oferecer uma nova proposta cultural, com programação e formação de plateia. As apresentações são concertos didáticos que levam à população informações relevantes do segmento clássico musical.

Serviço:
Projeto Bravíssimo apresenta “O jazz na música clássica”
Data: 06 de agosto de 2020
Horário: 20h
Local: https://www.facebook.com/unicultura.ong/live/
Duração: 40 min
Realização: Unicultura
Patrocínio: Frimesa, Lar Cooperativa Agroindustrial e Fertipar
Evento no Facebook:https://www.facebook.com/events/292251391867577

De Curitiba para o mundo: escola de teatro musical oferece formação virtual e tem alunos de diferentes localidades

Projeto Broadway inova com a criação de formato de aulas artísticas online, com preço acessível e especialistas renomados.

Aprender música, teatro, dança e produção audiovisual sem precisar sair de casa. É isso o que propõe a Virtual Academy - programa de desenvolvimento e treinamento artístico criado pela Escola Projeto Broadway, primeira escola de teatro musical do Sul do Brasil. Além de ampliar o acesso dos alunos ao conteúdo - com estudantes até mesmo de outros países - o formato inovador permite a participação de profissionais renomados da área de diferentes localidades. Entre eles estão Tristan Aronovich (SP), Tony Lucchesi (RJ), Laila Garin (RJ), Hanny Lissa (PR), Edilene Alves (BA) e Miriam Spritzer (NY), que se juntam ao time de 14 especialistas em teatro musical do Projeto Broadway, com sede em Curitiba.
Diferente do formato “EAD”, em que os alunos aprendem com vídeos gravados pelos professores, a Virtual Academy tem aulas online ao vivo. Isso permite que o participante tire dúvidas com os especialistas na hora, além de garantir as orientações necessárias durante a execução de alguma atividade. Além disso, o material também fica gravado e disponível para o aluno caso ele queria rever.
De acordo com uma das diretoras da escola, Giovana Póvoas, a ideia surgiu após as adaptações que foram feitas com as turmas tradicionais, desde que o isolamento social começou. “Com a pandemia, nós continuamos nossas atividades com as aulas online e, ao longo deste tempo, vimos que a experiência tem sido positiva”, conta.
Desde o início das atividades remotas, a escola já registrou a participação de alunos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e até de Dubai. A formação é voltada para artistas em qualquer fase da carreira e também para quem quer desenvolver o lado artístico mas ainda não tem conhecimento técnico sobre a área.
Conheça mais em:

Imagens: https://www.instagram.com/projetobroadway/

Contato para agendar entrevistas: Ana Flavia Silva (41) 98470-2280

Luan Santana lança ASAS, grande sucesso no mundo digital ganha todas as ondas do Brasil

 

A máxima “tudo ao mesmo tempo agora” se encaixa perfeitamente à nova rotina de Luan Santana. Enquanto comemora o sucesso de "Asas", em todas as plataformas de música, e também o feito de ter o clipe do hit na MTV e no TVZ, o cantor lançou a canção, hoje, 20 de julho, em todas as rádios do Brasil. Os versos ("... é como se morasse um céu dentro dum beijo seu

É como se jorrasse mel dentro das suas palavras

É como se existisse um mundo só pra você e eu

É como se esse amor me desse asas

Pra viajar em paz

Pra viajar sem mais incertezas") ecoam desde às 7h00 da manhã e prometem alçar o hit ao topo, a exemplo de todas as formas que o produto se apresenta.

O clipe de “Asas” foi gravado durante o ensaio para a live que Luan apresentou em junho, em formato de especial para o Dia dos namorados, na Globo, Multishow, Globoplay e canais oficiais da emissora e do artista. Ainda colhendo os louros do sucesso do show digital em questão, considerado o mais visto do mundo (com mais de 30 milhões de pessoas assistindo simultaneamente),  Luan aposta agora num lançamento histórico e cheio de surpresas. Fique ligado em seu dial predileto! 

“ASAS” – do som ao clipe

Com autoria 100% de Matheus Aleixo (da dupla com Kauan), “Asas” já nasce com sucesso nas alturas. Exibida pela primeira vez na “Luan Love em Casa", a música atinge marcas astronômicas.

O clipe, que ganhou registro inédito durante o especial da Globo, sob as lentes de Gui Dalzoto, foi lançado dia 17/6), no  canal de Luan no Youtube.

“Asas” é o primeiro trabalho independente do artista, com distribuição pela The Orchard. A faixa foi uma grata surpresa para Luan, que foi ouvida, aceita e gravada em tempo recorde de cinco dias (entre receber e produzir), tamanha a sintonia que ele encontrou na letra do amigo Matheus Aleixo.

A produção usa sintetizadores dos anos 80, fonte à qual Luan tem recorrido bastante nos últimos trabalhos, “no som da bateria, a caixa com muito reverber, guitarra com um timbre”, revela o artista, citando Def Leppard e um toque de The Weeknd como referências.

(Arleyde Caldi)

Créditos Fotos: Gui Dalzoto

Funarte e UFRJ lançam o Sistema Nacional de Orquestras Sociais

Programa promove capacitação musical e pedagógica para projetos orquestrais e a inclusão social em todo o Brasil. Atividades se iniciam em
15 de julho, com vídeos e publicações disponíveis em site

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Orquestra de Sopros da UFRJ, regida pelo Maestro Marcelo Jardim. Foto: Ana Liao

O Sistema Nacional de Orquestras Sociais (Sinos), fruto de parceria entre a Fundação Nacional de Artes – Funarte e a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, principia suas atividades dia 15 de julho, quarta-feira. O lançamento será com uma "live", no canal Arte de Toda Gente, do Youtube. Os convidados são: a Diretora pedagógica do projeto Brasil de Tuhu e líder artística do Quarteto Radamés Gnattali, Carla Rincón ; o compositor e professor de Composição da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Wellington Gomes; o Diretor Executivo do Instituto Baccarelli, Edilson Ventureli, e o Diretor do Centro da Música da Fundação Nacional de Artes - Funarte, Bernardo Guerra. A mediação será de André Cardoso, Coordenador do Sinos e Professor de regência da Escola de Música da UFRJ.

O Sinos é uma rede composta por dezenas de profissionais de música, que atuará em cursos, oficinas, concertos e festivais, neste segundo semestre e também por todo o ano de 2021. As atividades se iniciam exclusivamente online e, quando possível, se estenderão a ações presenciais, em todas as regiões do país. A ideia é capacitar regentes, instrumentistas, compositores e educadores musicais, apoiando projetos sociais de música e, ainda, contribuir para o desenvolvimento das orquestras-escola de todo o país. A iniciativa integra o Programa Funarte de Toda Gente.

“O propósito inicial do Sinos é estimular quem já está colocando a mão na massa”, diz o maestro Marcelo Jardim, vice-diretor da Escola de Música da UFRJ e coordenador dos projetos da universidade em parceria com a Funarte. “Em lugar de criar um programa que iniciasse tudo do zero, a escolha da Fundação e da Universidade foi valorizar essas pessoas que já atuam, mas são carentes de apoio e de sustentação; e reforçar e chancelar o que elas já estão fazendo em suas áreas” afirma.
Num primeiro momento, devido às restrições impostas pela pandemia de covid-19, o projeto terá apenas ações online – cursos, oficinas e publicações, disponibilizadas de modo virtual, todas gratuitas, mediante inscrição. Mais tarde, as atividades serão presenciais, em várias cidades das cinco regiões do país, junto a instituições parceiras. Por meio do site do projeto – www.sinos.art.br –, estarão disponíveis oito linhas de ação:

Pedagogia para cordas
A primeira vertente é o Curso de Capacitação Pedagógica para o Ensino dos Instrumentos de Cordas. Ele é direcionado para professores e monitores de projetos sociais de todo o país e estará disponível no site. É composto por
16 módulos de vídeo oficinas, a cargo de uma equipe de 16 professores. Eles abordarão temas como postura, afinação e musicalidade, aplicadas à prática de violino, viola, violoncelo e contrabaixo.

Projeto Espiral – capacitação instrumental de jovens músicos
A segunda linha de ação reúne cursos de capacitação para alunos de orquestras e bandas de projetos sociais de todo o Brasil. Ao todo, 40 professores distribuem-se entre 22 cursos livres, compostos, cada um, por 20 vídeos, com duração de oito a dez minutos, destinados a diversos instrumentos dos grupos de cordas, metais, madeiras e percussão. Estão incluídos, ainda, temas como música de câmara, teoria musical, história da música e reparo e manutenção de instrumentos de sopro e de cordas.

Projeto Orquestra
Já o Projeto Orquestra prevê atividades presenciais, a serem desenvolvidas em 2021. Estão planejadas oficinas de capacitação intensiva de uma semana para jovens instrumentistas, que participarão de uma rotina diária, com ensaios gerais e de naipe, além de palestras e “masterclasses” com alguns dos músicos profissionais mais conhecidos do Brasil. A ideia é formar uma “sinfônica laboratório” e preparar dois concertos. Em cada edição haverá um regente e um solista convidados. Estão previstas ações nas capitais dos estados do Pará, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia; e em Brasília.

Sinos e-Orquestra
Esta vertente reúne jovens músicos de orquestras de projetos sociais de todo o Brasil a instrumentistas profissionais, numa grande celebração da música sinfônica brasileira. As apresentações, que conjugarão as participações isoladas de cada músico, serão registradas em vídeos, com execuções de peças orquestrais de compositores brasileiros, em formações de orquestras sinfônicas, de cordas e de sopros.

Academia de Regência
Esta iniciativa é dirigida a jovens regentes das orquestras de projetos sociais, que, em sua maioria, têm dificuldade de acesso a conteúdo didático e a professores. A ação começa com vídeo oficinas sobre temas introdutórios da regência, a partir de obras inéditas, encomendadas a compositores de todo o país. Ao todo, serão 24 vídeos, de seis professores diferentes e 30 compositores envolvidos com o projeto.

Academia de Ópera
Esta é uma ação pedagógica que reúne, em vídeo oficinas, regentes, cantores, diretores e demais profissionais da ópera. O objetivo é colaborar para a implementação de núcleos desse gênero musical nos projetos sociais que já tenham uma orquestra consolidada; e que tenham potencial de ampliação de suas atividades musicais.

Orquestra/Instituição Parceira
O objetivo desta iniciativa é compartilhar procedimentos pedagógicos com orquestras jovens, projetos sociais e instituições educativas e culturais, governamentais, ou do terceiro setor. Serão disponibilizadas vídeo oficinas de capacitação para demandas específicas e material didático, também online. O alvo é que esses conjuntos possam avançar, tanto tecnicamente, quanto em termos de sustentabilidade – com apoio na capacitação para produzir espetáculos, por exemplo.

Festivais de música
Essa vertente do projeto tem como foco o apoio a festivais que sejam reconhecidamente relevantes. Nela está prevista com a contratação de professores para oficinas e “masterclasses” para alunos de instrumentos e de regência, ao longo de 2021.

“Lives” e material pedagógico

Como suporte a essas ações, o Sinos conta com duas ferramentas importantes: a primeira são as “lives” na internet, em que, em formato interativo, professores, músicos e profissionais da área interagirão com alunos das mais diferentes regiões do país, em tempo real, tratando de temas relacionados às oficinas e de atualidades da profissão. Haverá também entrevistas e mesas redondas. A segunda será a publicação de cadernos pedagógicos, apostilas e partituras; e de um periódico, destinado ao universo das orquestras do Brasil – tanto profissionais quando acadêmicas, sejam formações jovens ou de projetos sociais. O objetivo é oferecer apoio pedagógico, teórico e prático ao trabalho de organizações sociais, instituições de ensino e orquestras do Brasil.

Parceria estratégica

Principal fomentadora, promotora e incentivadora governamental de atividades artísticas no país, a Funarte agrega, na parceria com a UFRJ, conhecimento e capacidade técnica para a execução do projeto Sinos. Uma das principais e mais respeitadas instituições de ensino superior do país, a Universidade – com sua Escola de Música – tem em seu quadro, docentes especializados, não somente em métodos e didática específicos, direcionados a alunos, como também na capacitação de professores e regentes; e no estímulo do desenvolvimento pedagógico e artístico das formações orquestrais, por meio de oficinas, palestras e preparação de material didático.

“A intenção é de que, no futuro, a iniciativa possa ganhar vida própria e ter continuidade”, aponta Jardim. Para que isso ocorra, será especialmente importante a participação das instituições e secretarias de cultura dos vários estados do país, para repartir e compartilhar responsabilidades com o Governo Federal. As parcerias com a UFRJ integram uma série de ações da Funarte, o Programa Funarte de Toda Gente.

Serviço:

Sistema Nacional de Orquestras – Sinos
Realização: Fundação Nacional de Artes – Funarte e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Curadoria: Escola de Música da UFRJ
Lançamento: 15 de julho de 2020, quarta-feira
www.sinos.art.br

Informações sobre editais e outros programas da Funarte
www.funarte.gov.br

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Benefícios da música na pandemia é tema de live da comunidade ítalo-brasileira

Nesta quarta-feira (15), às 18h30, o diretor da Unicultura Ricardo Trento participa da live ''O italiano que você é'' no perfil do Presidente do Comites PR/SC no Facebook, Luis Molossi primeiro suplente de Deputado no Parlamento Italiano na América Latina.

A conversa terá como tema principal a música e como suas diferentes manifestações têm ajudado a vida das pessoas neste momento de pandemia.

A transmissão ao vivo também terá a participação da médica e coralista Malu Pessole Biondo, do pianista, maestro e professor Ricardo Serenelli e da professora membro do COMITES PR/SC Neide de Pellegrin.

Sobre a Unicultura - Desde 2008, desenvolve projetos de arte e cultura em suas mais diversas linguagens artísticas. Também realiza ações educacionais e de desenvolvimento profissional por meio de oficinas, cursos e palestras. Entre seus projetos estão o Bravíssimo, Trupe da Saúde, Concerto das Rosas, Curso de Conservação e Restauro, entre outros.

Serviço:
''O italiano que você é'' - Música, Folclore, Coral, Clássica
Data: quarta-feira, 15 de julho de 2020
Horário: 18h30
Facebook: https://www.facebook.com/LuigiMolossi
Youtube: https://www.youtube.com/user/LuigiMolossi

LIVES NA COZINHA COM MANO A MANO TRIO

Boa música, bate-papo, oficinas e receitas de dar água na boca para o lançamento do DVD TRIPOLAR

Impossibilitados de fazer shows presenciais, como qualquer artista neste momento, devido à pandemia, os músicos do Mano a Mano Trio irão realizar uma série de lives, no canal do Youtube, a partir do dia 15 de julho. Serão seis no total, sempre às quartas (dias 15, 22, 29/07 e 05, 12 e 19/08), às 12h. Será um bate-papo descontraído na cozinha da casa dos músicos Sérgio Albach (clarinete), Glauco Sölter (contrabaixo) e Vina Lacerda (percussão), além de boa música, eles também vão oferecer oficinas e compartilhar receitas pessoais. A mediação será feita pelo produtor e diretor Marcio Juliano. Para participar, basta se inscrever no Canal do Trio: https://www.youtube.com/channel/UCZq2_Pry5sEG9u0PgfpWDDg
A proposta principal é comentar e apresentar os videoclipes gravados no novo DVD Tripolar, que traz músicas que comemoram os dez anos de estrada do grupo e repertório dedicado ao compositor e cantor João Bosco. O músico, inclusive, participou da gravação de dois clipes deste DVD: Sinhá (Chico Buarque e João Bosco) e Incompatibilidade de Gênios (Aldir Blanc e João Bosco), que gravou ao lado de outro ícone, Raul de Souza. O trombonista e saxofonista também tocou em um pot-pourri de Babalu de Dakar e Beirando a Rumba, ambas de Bosco.
O DVD tem direção e produção de Marcio Juliano, direção audiovisual de João Marcelo Gomes e direção musical do próprio Trio.
“Este registro presta homenagem, especialmente, a um dos maiores mestres da MPB e nosso grande ídolo, João Bosco. Tentamos trazer às composições do artista (algumas pouco conhecidas e também grandes sucessos) uma nova abordagem, com a nossa sonoridade instrumental e arranjos ousados, bem ao estilo do Trio. A escolha de repertório foi guiada pelos temas que funcionariam em nossa inusitada formação: clarinete, baixo e percussão”, declara Glauco Sölter.
“A ideia destes encontros é que sejam bem descontraídos e informais, espero que o público participe com perguntas e comentários. Sinto muita falta de ensaiar presencialmente e de encontrar as pessoas, acho os encontros virtuais muito impessoais, mas, por hora, só é possível desta forma”, comenta Sérgio Albach.
Outra atração da série de lives serão as oficinas que os músicos irão oferecer em alguns encontros. No dia 22 de julho o tema será Levadas Brasileiras com Glauco Sölter. O contrabaixista apresenta uma pesquisa inédita feita por ele, que virou livro, lançado em janeiro deste ano, sobre o contrabaixo brasileiro. No dia 05 de agosto, quem comanda a oficina Ensinar e Tocar Percussão é Vina Lacerda. Ele vai falar sobre os materiais didáticos que desenvolveu para projetos de aprendizado e ensino da percussão. No dia 19 de agosto, Sérgio Albach conta a História do Choro. Através da audição de obras, o clarinetista vai falar sobres as principais características do primeiro gênero musical brasileiro, fatos históricos e curiosidades.
“Estes encontros serão a primeira atuação do grupo em ambiente virtual, comentando e apresentando nosso trabalho ao público interessado. Neste momento, esta tem sido a única forma de contato síncrono com o nosso público. Acho que estas possibilidades que a web e a tecnologia oferecem amplificam o alcance e a visibilidade dos artistas. Nos cabe entender como fazer isto da melhor maneira”, comenta Vina Lacerda.
“O isolamento tem sido uma experiência de renovação de procedimentos de sobrevivência e a busca em transformar situações adversas em formas de evolução. Estas lives serão uma oportunidade de conversar com o nosso público e amigos sobre este recente trabalho, além de apresentarmos mini oficinas para quem se interessa por música e história. De quebra, traremos nosso lado culinário e um pouco da intimidade de nossas cozinhas e receitas”, acrescenta Sölter.
Assim que possível, O DVD Tripolar estará à venda nas lojas físicas, por enquanto, o conteúdo pode ser curtido no canal do Trio no Youtube.

Sobre o Mano a Mano
O Mano a Mano Trio é um grupo de música instrumental formado por Sérgio Albach (clarinete), Glauco Sölter (contrabaixo) e Vina Lacerda (percussão), que apresenta uma formação não usual e de sonoridade peculiar. Desenvolve um trabalho que valoriza a música brasileira, com repertório que reúne clássicos e vertentes modernas da MPB, distinguindo-se pelos arranjos elaborados mesclados à improvisação. O Trio procura trazer uma nova abordagem sobre a MPB desconstruindo estruturas e embalando antigas canções em novas roupagens.

REPERTÓRIO DVD MANO A MANO TRIPOLAR

Cobra Criada
João Bosco e Paulo Emílio
Rua das Flores
Waltel Branco
Holofotes
João Bosco, Antônio Cícero e Wally Salomão
17 de outubro
Hermeto Pascoal
Mano a Mano
João Bosco e Chico Buarque
Risco
Lea Freire
Babalu, de Dakar
João Bosco
Convidado Especial: RAUL DE SOUZA (Trombone)

Beirando a Rumba
João Bosco e Francisco Bosco
Convidado Especial: RAUL DE SOUZA (Trombone)
Receita de Samba
Jacob do Bandolim
Sinhá
João Bosco e Chico Buarque
Convidado Especial: JOÃO BOSCO (Voz e Violão)
Solfeggietto
C. P. E. Bach
A Situação
Glauco Sölter
Incompatibilidade de Gênios
João Bosco e Aldir Blanc
Convidados Especiais:
JOÃO BOSCO (Voz e Violão)
RAUL DE SOUZA (Trombone)

Este projeto foi incentivado pela Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

SERVIÇO:
Lives de Lançamento do DVD Mano a Mano Tripolar
Data e horário: 15, 22 e 29 de julho e 05, 12 e 19 de agosto (quartas-feiras), sempre às 12h.
Onde: https://www.youtube.com/channel/UCZq2_Pry5sEG9u0PgfpWDDg

CONTATOS:

Produção
Marcio Juliano da Silva
marciojulianocontato@gmail.com
41 99902-5147

Como São João inspirou a criação das notas musicais

História curiosa envolve o universo musical e as festas juninas

“Cai cai balão, cai cai balão, aqui na minha mão, não cai não, não cai não, não cai não, cai na rua do sabão”, quem nunca ouviu essa canção? As músicas juninas são parte essencial das comemorações de São João, mas você sabe a importância dessa data para o universo musical?

A professora de Música do Colégio Marista Anjo da Guarda, em Curitiba, Andréa Bernardini, conta uma história curiosa envolvendo música e festa de São João: “As notas musicais que conhecemos hoje (dó, ré, mi, fá, sol, lá e si) foram batizadas partindo de um texto sagrado em latim do hino a São João Batista, feito há mais de 1.200 anos”, revela.

A partir deste poema, há cerca de 1 mil anos, um monge chamado italiano Guido d'Arezzo (992 — 1050) utilizou as sílabas iniciais de cada verso para dar nome aos sons pra facilitar o solfejo. O monge dava aulas de coro e era difícil cantar os sons sem ter um nome. Ao longo do tempo, o sistema de d'Arezzo sofreu algumas pequenas transformações: a nota Ut passou a ser chamada de dó, para facilitar o canto com a terminação da sílaba em vogal.

Hoje, as músicas não podem faltar em qualquer festa, sejam tocadas ao vivo com instrumentos tradicionais como zabumba, sanfona, triangulo, ou reproduzidas por aparelhos eletrônicos. Algumas das mais famosas são “Olha Pro Céu” e “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga, “Isso Aqui Tá Bom Demais”, de Dominguinhos e diversas outras que já fazem parte do cancioneiro popular.

Sobre a Rede Marista de Colégios: A Rede Marista de Colégios (RMC) está presente no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Saiba mais em www.colegiosmaristas.com.br.

Cezar & Paulinho, Roberta Miranda, Joelma e Zé Neto & Cristiano agitam o Boteco do Ratinho nesta quarta-feira (1º)

E ainda a participação do cantor gaúcho Carlos Magrão

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Crédito: Lourval Ribeiro/SBT
Mais fotos no link: https://photos.app.goo.gl/R7htgNy5zpEAKyHg9

Muita música nesta quarta-feira, 1º de julho , às 22h45, no Boteco do Ratinho . Tem os sertanejos Cezar & Paulinho, Roberta Miranda e Zé Neto & Cristiano, o forró da cantora Joelma, o cantor gaúcho Carlos Magrão e a participação especial de Edú Braga cantando a música "Gaia". No palco, eles cantam seus sucessos e contam as novidades de suas carreiras para o Ratinho .

A atração continua com o resultado de DNA de Sunamita x Diverson.

O Programa do Ratinho vai ao ar de segunda a sexta-feira, a partir das 22h45. Site oficial: http://www.sbt.com.br/ratinho

VORAZ lança música e campanha de solidariedade

“Moletom Azul” mexeu com os integrantes, que querem aquecer o coração e a vida de todas as pessoas

Um novo mundo. Essa frase pode parecer clichê, mas essa é a realidade em que vivemos hoje. Quando “tudo acabar”, a pandemia de COVID-19 vai trazer à tona o que temos de melhor. E uma dessas qualidades é a solidariedade. Mas, e quem pode juntar solidariedade e música? Essa é a banda VORAZ, que acaba de lançar a música “Moletom Azul”, produzida antes da pandemia. “A música tem como tema principal um moletom azul, que fez parte da história do casal e é uma peça chave dentro do relacionamento. Um som romântico e que combina com o inverno”, contam os integrantes da banda.

E a solidariedade, onde fica nessa história? Com a chegada do inverno, a banda parou e pensou “e quem não tem nem uma peça de roupa pra usar e se esquentar?”. “Nos demos conta de quantas pessoas poderiam não se identificar com a música, pois vivem uma realidade muito diferente, na rua e muitas vezes enfrentam o frio do inverno sem ninguém para ajudá-las”, comentam. Pensando nisso, junto ao lançamento da música, foi criada a “Campanha do agasalho VORAZ”, que tem como objetivo a arrecadação de agasalhos e fundos para que o som e a solidariedade chegue nas pessoas menos favorecidas, fazendo o bem.

CAMPANHA DO AGASALHO VORAZ

A doação de agasalhos poderá ser feita nos pontos de recolhimento divulgados pela banda através do www.instagram.com/vorazoficial. “Quem não tem uma peça de roupa para se desfazer, poderá doar na arrecadação online que será feita pela plataforma "Benfeitoria", onde compraremos peças de inverno em um brechó, que também faz parte da campanha de incentivar o pequeno comércio local”, explicam e complementam: “Em tempos de isolamento social e inverno a ideia do projeto é fazer um “círculo” de solidariedade e assim , mesmo a distância, as pessoas de rua possam se sentir abraçadas e cuidadas por outras pessoas. Dessa maneira, com a nossa união, poderemos tornar esse momento melhor com uma dose de boas ações.”

MOLETOM AZUL

A música “Moletom Azul” foi produzida antes da pandemia e traz a história de um casal que tem como peça chave do relacionamento o moletom. Afinal, quem nunca “roubou” uma peça de seu amor para se sentir ainda mais pertinho dele? O single faz parte do EP que será lançado ainda neste ano e já está disponível em todas as plataformas digitais. Para escutar “Moletom Azul”, acesse: https://ditto.fm/voraz-moletomazul

Sobre a VORAZ
Formada em 2015 na cidade de Curitiba, a banda Voraz traz seus sons autorais disponíveis em todas as plataformas digitais, como Spotify, Deezer e Youtube, e vem conquistando seus sonhos e alçando voos cada vez maiores. O som chega cada vez mais longe e os números digitais crescem.

Em seu currículo, a banda traz premiações: em 2017, foi a campeã do Festival Expomusic, que os levaram a tocar na Expomusic 2017, em São Paulo. Também conquistaram a segunda colocação em um concurso do Midas, organizado por Rick Bonadio, desbancando mais de 500 bandas do Brasil. Já em 2019, a Voraz chegou a final brasileira do concurso mundial do Hard Rock. Também tocou com bandas nacionais, como Detonautas, Charlie Brown Junior, Raimundos, Armandinho, Criolo, Maneva, Um44k, Rael, Costa Gold, 3030, Conecrew, 1 kilo, Cyntia Luz, Haikass e Gabriel Elias; além de participações em televisão, estão RPC TV, Band TV, RIC Record e Rede Massa; e rádios, como Transamérica, Jovem Pan, Mundo Livre FM, Atlântida e MassaFM.

Para conhecer mais a Voraz, acesse os perfis da banda no facebook.com/oficialvoraz/; www.instagram.com/vorazoficial/; https://ditto.fm/voraz-moletomazul; https://open.spotify.com/artist/54emVun9PakI9opV4aT5Jb; https://www.deezer.com/br/artist/10052000; https://www.youtube.com/channel/UCFXxbGnSOfNmc9xqX4fPsZQ

Música Solidária – no palco de casa

Em março de 2020 e em meio a tantas notícias trágicas, eis que algo belíssimo estampava quase todos os jornais do mundo: “italianos em quarentena cantam e tocam em suas janelas e sacadas”. Pronto, deu-se início a um movimento que eu me atrevo humildemente a chamar de Música Solidária.

É certo que estamos vivendo tempos difíceis, mas neste movimento solidário de mostrar aquilo que se tem de melhor aos vizinhos, de repente veio a ideia de mostrar ao mundo o que temos de melhor, aquilo que podemos fazer para que este distanciamento social se torne mais suportável.

Mas algo que me faz refletir sobre estes dias são as lives. São tantas e para todos os tipos de público, todos os estilos musicais, todos os gostos: sertanejo, clássico, rock, pop, música para dançar, chorar ou curtir. Nossos ídolos, de shows caríssimos, movidos a megaproduções, com grandes equipes, infraestrutura, estão ali na tela do nosso celular e muitas vezes na tela do celular deles, com uma maquiagem improvisada, equipamentos de som portáteis, talvez alguns ajustes de edição (ou não). Os artistas, assim como todos nós, também estão em casa, e se você prestar atenção poderá ver ao fundo uma foto, uma cama bagunçada, uma imagem de algum santo, um bicho de estimação, uma rede... Mas o que será que tem levado tantos famosos a realizar essas lives?

Existe uma definição para música, do compositor italiano Paschoal Bona, que diz: “A música é a arte de manifestar os diversos afetos da alma mediante o som”.

O artista sem o seu público não tem voz e, com tantos shows cancelados, a utilização da tecnologia e das redes sociais para alcançar o público em casa tem sido algo incrível, pois se criou a possibilidade de alcançar os fãs mesmo em tempos de distanciamento social. Inclusive, para muitos desses músicos tem sido inspiração para compor músicas inéditas com a temática do que estamos enfrentando, com intuito de incentivar e homenagear àqueles que estão na linha de frente batalhando pelas vidas e também levar um pouco de alegria aos lares das pessoas que sofrem em meio a tantas notícias tristes. A música tem sido para muitos uma terapia, uma forma de expressão, de comunicação, como se através das lives os artistas rompessem as fronteiras distância para dizer às pessoas que tudo ficará bem.

Uma grande lição que podemos tirar disso tudo é que, famosos ou não, nessas horas somos todos iguais, somos humanos, temos uma vida privada, sentimos medo, insegurança, vivemos incertezas e quando tudo isso passar, com certeza, os shows apoteóticos voltarão a acontecer e os estádios e teatros voltarão a ficar lotados de fãs que jamais se esquecerão do dia em que viram seus artistas favoritos no palco mais improvável em que poderiam estar: em casa.

Autora: Florinda Cerdeira Pimentel é professora tutora no curso de Licenciatura em Música do Centro Universitário Internacional Uninter.

Henrique Ventura lança o single “Ansiedade”, que aborda a necessidade de nos reconectarmos com o lado bom da vida

“Cantor curitibano também prepara novas canções, em parceria com produtor do Melim e com integrantes do grupo 1Kilo”

Uma das funções da arte é despertar, em quem a consome, o sentimento de compreensão acerca de algum período difícil que podemos enfrentar. Foi a partir desta necessidade de entender, e estender para o público, todas as mudanças surgidas neste cenário da pandemia de coronavírus, que o músico curitibano Henrique Ventura compôs seu novo single, chamado “Ansiedade”, já disponível no Youtube e nos serviços de streaming.

Partindo de uma observação sobre a sensação de ficar em casa, lidando com questões como a ociosidade, as atribuições pessoais e profissionais, e o sentimento que decorre destes fatores, Henrique quis expressar tudo isso através de sua canção, para acalentar e ajudar as pessoas.

“O meu objetivo era expressar esse sentimento de ansiedade, que muitas vezes não é levado a sério. Para mostrar que as pessoas que enfrentam momentos difíceis não estão sozinhas, que tudo vai passar. Espero que elas consigam focar nas coisas boas, pra conseguir mandar a ansiedade embora. A vida é boa, nós só precisamos lembrar disso.”

Neste período de pandemia, as pessoas estão começando a consumir cultura de um modo muito mais profundo, principalmente por conta do isolamento social. Henrique acredita que, por conta da música exigir um tempo maior para compreensão, no dia a dia, na rotina, não tínhamos tempo de analisar e refletir as mensagens das canções na sua totalidade. “A música faz acontecer coisas que fogem da razão, elas despertam a emoção, a junção dos elementos musicais faz as pessoas se reconectarem com o próprio sentimento. Este período de isolamento pode ajudar as pessoas neste sentido, e a compreenderem melhor qual o papel da cultura em nossas vidas”.

Ligado à música desde criança, Henrique lançou em 2019 o seu primeiro álbum, “Coração que Sente”, pela Sony Music, trabalho este que lhe rendeu elogios e grandes oportunidades, como participar de uma turnê com Vitor Kley em Portugal, abrindo o show para o artista gaúcho.

Henrique prepara o lançamento, desta vez pela gravadora Altafonte, de quatro novos singles, que contam com as participações de Juliano Moreira (um dos produtores do trio Melim), e de Pablo Martins e Mozart MZ (integrantes do grupo de rap 1Kilo). As novas canções seriam lançadas neste primeiro semestre de 2020, mas por conta da pandemia de coronavírus, Henrique decidiu priorizar o lançamento do single “Ansiedade”. “O mais importante agora é conseguirmos olhar ao nosso redor, não nos fecharmos em relação ao mundo. Como eu falo na canção, ésó respeirar! Espero que depois de ouvir a música, você consiga controlar um pouco melhor a sua ansiedade e viver mais tranquilamente. Tudo isso vai passar”, finaliza Henrique, com um sentimento de esperança que pode (e deve) ser compartilhado por todos nós.

Para conhecer mais sobre o trabalho do artista, siga nas redes sociais - instagram - @ohenriqueventura / facebook – Henrique Ventura.

Banda curitibana propõe conscientização ambiental por meio da música

Projeto fala sobre as consequências dos atos humanos

Após um mês do lançamento do clipe da música “Estações”, a Banda Martan vem sendo alvo de elogios a cerca das reflexões que a canção provoca. Na letra, frases como “será que o tempo e o acaso, não nos afetam mais?” e “temos que seguir em frente, e agora?” levam o ouvinte a pensar sobre suas ações e consequências.

A urgência de uma mudança coletiva do comportamento para com a Terra, e a necessidade de que seja implementada uma consciência ambiental em nossa sociedade para que nossas próximas estações sejam menos dolorosas levaram à composição. “A música é a forma como sentimos as dores que são causadas a cada quilômetro quadrado que é desmatado. A cada derramamento de óleo que mancha os oceanos. A cada indústria que despeja toneladas de rejeitos sem o menor escrúpulo”, afirma o baixista Eduardo Albano.

De acordo com o vocalista Samuel Martan, o momento, diante de catástrofes ambientais e de saúde, é propício para reflexão. “Acreditamos e temos a esperança de que o tempo presente, embora cheio de incertezas e dificuldades, possa nos trazer uma profunda reflexão acerca do futuro que estamos construindo. Esse momento nos dá a oportunidade de entender o quão frágil somos”, diz.

O público que já conhecia a Banda ovacionou a canção e aqueles que ainda não conheciam passaram a admirar. “Simplesmente linda música e clipe sensacional. Nos faz refletir sobre o que queremos e fazemos pelo planeta e pelos outros. Amar é respeitar e cada um fazer sua parte”, comentou uma fã nos comentários do clipe.

A música é uma poderosa ferramenta e se mostra um meio capaz de propagar a mensagem de empatia e consciência coletiva. “Ela é uma ferramenta que auxilia na compreensão de nossa realidade. Ela fala verdades. Acreditamos que a música é o que pode nos salvar de nós mesmos”, completa o tecladista Marlon Hack.

O clipe da música “Estações”, que é um convite àqueles que querem repensar seu modo de agir diante dos impactos agressivos ao meio ambiente, está disponível no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Iqi88YHI3sg e no Instagram (@bandamartan).

SOBRE A BANDA MARTAN

A banda criada em 2015, nasceu no interior do Maranhão e hoje percorre o Brasil, levando sua história em formato de música por onde passa. Formada pelos integrantes oficiais Samuel Martan (guitarra e voz), Eduardo Albano (baixo), Marlon Hack (teclado e voz), e os músicos de apoio Bruno Marques (guitarra) e Willian Martins (bateria), a Martan fala de amor, desenvolvimento humano e relações.

Com raízes no rock e na MPB, a Martan é considerada atualmente uma Banda POP - Banda Popular Brasileira, que une diversos estilos e apresenta um som de qualidade, mas que, acima de tudo, visa "tocar o ouvinte" de alguma forma.