*O artista Vicenzo Arendt.”, mais uma vez participa de um coletivo artístico em sua cidade Natal. Depois de uma longa temporada em São Paulo e na Itália, foi convidado pelo Intuto municipal Icaasa dirigido por Vera Itajai. As obras as tres obras que integraram a mostra fazem parte de uma série denimida inquietações. As obras- objeto em exposivaon chamam-se “Sanidade Sujetiva” , “Ludibio” e “nunca chegaria até aqui sem você”. Personalidades marcantes de Curitiba estiveram presentes no evento à convite do artista, como o jornalista e colunista Nemécio Mueller, a empresária Daniela Masalosso Esmanhotto, Victoria Emanhotto,bdesign gráfica e emoresarioa, o advogado Thiago Dallazem, a também advogada Larissa Bertoldi, o cantor d…
Obra: ludibrio – Ludíbrio. Vicenzo Arendt.2020. 100 x 80 cm. Óleo sobre tela. Sinopse da obra: A peça em questão propõe um jogo com a credulidade do homem burguês contemporâneo.
Nunca achei que chegaria até aqui sem você. Vicenzo Arendt. 2020. 180 x 150 cm. Óleo sobre tela. Sinopse da obra: Fragmento poético que versa sobre a relação humana com o passado, presente e futuro, almejando impelir o observador a transitar sobre um assunto que nunca acaba, o tempo.
Sanidade subjetiva. Vicenzo Arendt. 2020. 110 x 110 cm. Óleo sobre tela. Sinopse da obra: Fragmento poético que versa sobre o conceito atribuído à sanidade, que é um conjunto de condições inventadas e ensinadas por alguém, em determinado momento, e que deveriam conduzir a um bem-estar, entretanto, a subjetividade do ser entra em xeque.
Me deparo com a arte abstrata de alguém que fala o difícil de dizer. Diante de uma arte que não basta se
colocar na postura do “eu gosto” ou do “eu não gosto”. Ela exige mais do observador porque traz uma
estética que convida ao interno e íntimo.
Uma arte que permite mergulhar no inconsciente, levando a lugares onde podem haver as verdades mais
profundas da condição humana. Aquilo que é desconhecido em nós mesmos.
A experiência da arte acontece por meio da contemplação. Na arte abstrata, a realidade não é a
representação das coisas, mas sim as suas próprias sensações. Extrai percepções em estado puro.
Sanidade Subjetiva, primeira obra da série, provoca o que o título sugere, Inquietações. Traz a potência da
imaginação do artista na representação de lugares afetivos que podem e devem ser retratados.
Vicenzo Arendt se liberta da aparência da realidade e apresenta sua maneira de ver o mundo que o cerca.
Com formas geométricas, contornos irregulares, linhas retas e curvas reunidas em combinações variadas.
Nestas composições, procura o equilíbrio de peso visual e valor cromático. Utiliza signos plásticos como
elementos simbólicos que acabam por estar na mente de muitos leitores, tornando-se interessante e
apresentando muitas possibilidades de significação.
Seu fazer artístico arrisca-se para fora do cerco das regras sociais e é substituído por conceitos em uma
linguagem que serve para transmitir mensagens.
Na busca da expressão artística, Vicenzo absorve o vivido, internaliza, ressignifica e cria mudanças.
Mudanças no olhar, nas perspectivas e no propósito do viver. Atento ao seu redor e sensível a sua realidade,
o artista segue com cores vivas dando sentido aos impulsos da resistência e da sobrevivência.
Ivana Paulatti -Mestre em comunicação e linguagens, historiadora da arte.
Fotos cedidas pelo artista Vicenzo para o Divirta-se Curitiba
*com divulgação
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