Natureza, arte e férias: Parque Estadual de Vila Velha amplia visitação em julho

Parque funcionará todos os dias do mês, inclusive às terças-feiras, com exposição inédita da Hello Kitty e MON Sem Paredes
As férias escolares de julho terão uma programação especial no Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa (PR). Excepcionalmente durante este mês, o parque passará a funcionar diariamente, inclusive às terças-feiras, oferecendo mais opções de visitação para turistas e moradores. A temporada também será marcada pela permanência da Hello Kitty Parade, exposição que reúne diversas esculturas da personagem distribuídas pelo parque.

A mostra permanece em cartaz até 03 de agosto e apresenta 20 obras de arte da personagem personalizadas por artistas convidados. Instaladas ao longo do percurso de visitação, próximo a Tirolesa e Arvorismo, as esculturas estabelecem um diálogo entre arte e natureza, proporcionando uma experiência diferente em meio às paisagens que fazem do parque um dos principais destinos de ecoturismo do Paraná.

Os visitantes também poderão conhecer os tradicionais atrativos naturais do parque, como a Trilha Arenitos Unimed, as Furnas e a Lagoa Dourada, além de aproveitar atividades de aventura, entre elas a tirolesa, o arvorismo e o cicloturismo. A estrutura também conta com opções gastronômicas que complementam a experiência ao longo do passeio.

A presença da Hello Kitty Parade amplia a proposta cultural desenvolvida pelo Parque Estadual de Vila Velha, que também abriga o projeto MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre, realizado em parceria com o Museu Oscar Niemeyer. A iniciativa busca integrar manifestações artísticas ao patrimônio natural, oferecendo novas formas de interação com o espaço.

Criado em 1953, o Parque Estadual de Vila Velha foi o primeiro parque estadual do Paraná e é reconhecido pelas formações rochosas de arenito esculpidas ao longo de milhões de anos. Localizado a cerca de uma hora de Curitiba, o atrativo opera sob concessão do Governo do Estado do Paraná e reúne experiências voltadas ao turismo de natureza, aventura e educação ambiental.

Serviço:
Parque Estadual de Vila Velha
Endereço: Rodovia BR-376, Km 509, Jardim Vila Velha, Ponta Grossa (PR)
Rodovia BR-376, Km 509, Jardim Vila Velha, Ponta Grossa – PR
Horário de funcionamento: aberto todos os dias de julho, das 9h às 17h
Mais informações: Link

Hello Kitty Parade

Taça

MON Sem Paredes

Mostra de cinema português traz quatro filmes contemporâneos à Cinemateca de Curitiba

Exibições gratuitas acontecem de quinta a domingo dentro da programação do Festival Camões de Cultura Lusófona

A Cinemateca de Curitiba recebe, entre os dias 25 e 28 de junho, a Mostra de Cinema Português, integrada à programação do Festival Camões de Cultura Lusófona. Com curadoria do pesquisador e professor Fernando Brito, a iniciativa apresenta ao público curitibano um panorama do cinema português contemporâneo por meio de quatro produções assinadas por importantes realizadores do país.

A programação começa na quinta-feira (25), às 19h, com "Colo" (2017), de Teresa Villaverde. O drama acompanha uma família portuguesa impactada pela crise econômica, explorando as tensões e distanciamentos que surgem diante das dificuldades financeiras.

Na sexta-feira (26), também às 19h, será exibido "Vitalina Varela" (2019), de Pedro Costa. O filme narra a chegada de uma mulher cabo-verdiana a Portugal dias após o funeral do marido, iniciando uma jornada marcada pela memória, pelo luto e pela busca de pertencimento.

No sábado (27), às 19h, o público poderá assistir a "Mal Viver" (2023), de João Canijo. A obra retrata cinco mulheres de uma mesma família que administram um hotel em decadência na costa norte portuguesa, revelando conflitos geracionais e relações familiares marcadas por ressentimentos.

Encerrando a mostra, no domingo (28), às 18h, será exibido "Viver Mal" (2023), também de João Canijo. Complementar a "Mal Viver", o filme desloca o foco para os hóspedes do hotel, explorando diferentes histórias familiares e afetivas que se cruzam naquele espaço.

Além de destacar temas como memória, relações familiares, identidade e transformações sociais, a mostra oferece uma oportunidade de contato com alguns dos nomes mais relevantes da cinematografia portuguesa contemporânea.

SERVIÇO

Mostra de Cinema Português
Data: 25 a 28 de junho
Local: Cinemateca de Curitiba
Endereço: R. Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco
Entrada gratuita

Programação:

25/06 (quinta-feira) – 19h
"Colo" (Teresa Villaverde, 136 min., classificação 14 anos)

26/06 (sexta-feira) – 19h
"Vitalina Varela" (Pedro Costa, 124 min., classificação 12 anos)

27/06 (sábado) – 19h
"Mal Viver" (João Canijo, 127 min., classificação 14 anos)

28/06 (domingo) – 18h
"Viver Mal" (João Canijo, 124 min., classificação 16 anos)

Ateliê de Guita Soifer no Pátio Batel terá visitas guiadas durante a Curitiba Art Week

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Créditos: Pátio Batel Content Lab

Artista paranaense integra a programação da semana de arte com encontro no dia 9 de junho, que convida o público a mergulhar em um espaço em constante transformação; visitas abertas ao público ocorrerão às 17h e 19h

A artista multimídia Guita Soifer participa da programação da Curitiba Art Week com uma visita guiada aberta ao público no espaço “Um Lugar Inesperado”, no Pátio Batel, no dia 9 de junho, às 17h e 19h. A atividade integra o circuito oficial da semana de arte que antecede a 16ª Bienal Internacional de Curitiba e propõe ao público uma imersão no universo criativo da artista, reconhecida como um dos nomes mais relevantes da arte contemporânea paranaense.

Localizado no subsolo do Pátio Batel, o ateliê funciona como uma extensão viva da produção de Guita. O espaço reúne obras, objetos, experimentações e fragmentos que atravessam diferentes linguagens, como gravura, desenho, pintura, fotografia, vídeo, instalação e livros de artista. Mais do que um ambiente expositivo, o local revela um processo contínuo de criação, no qual memória, matéria e transformação ocupam papel central.

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A visita será mediada pela arte-educadora Lúcia Müller e terá duração aproximada de 40 minutos. Durante o percurso, o público poderá conhecer aspectos da trajetória da artista, além de refletir sobre temas ligados à arte contemporânea, processos criativos e às múltiplas camadas presentes em sua obra.

Uma das artistas mais importantes do Paraná

Com carreira consolidada no Brasil e no exterior, Guita Soifer possui trabalhos exibidos em países como Alemanha, Estados Unidos, Bélgica, Argentina, Chile e Japão. No Paraná, teve exposições realizadas em instituições como o Museu Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná e o Museu Alfredo Andersen. Sua produção é marcada pela experimentação constante e pela ressignificação de materiais e objetos cotidianos, criando obras que desafiam limites entre instalação, escultura, memória e narrativa visual.

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A Art Week

A participação de Guita integra a programação da Curitiba Art Week, realizada de 9 a 16 de junho. O evento transforma Curitiba em um circuito expandido de arte contemporânea, reunindo galerias, museus, ateliês, instituições culturais e espaços independentes em uma agenda com exposições, performances, encontros e visitas guiadas. Criada em 2013 a partir do Circuito de Galerias da Bienal, a iniciativa chega à edição de 2026 consolidada como parte oficial da programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba, fortalecendo a cidade como polo de circulação artística e economia criativa.

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Serviço

Visita guiada ao espaço “Um Lugar Inesperado”, de Guita Soifer
9 de junho, terça-feira
Horário: 17h e 19h
Local: Pátio Batel - Av. do Batel, 1868 - Batel
Inscrições: Concierge do shopping (Piso L1) ou WhatsApp (41) 3091-8370

Curitiba Art Week 2026
Data: 9 a 16 de junho de 2026
Programação completa: Curitiba Art Week e 16ª Bienal de Curitiba

Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, com aproximadamente 190 estabelecimentos — entre eles 72 lojas exclusivas como Prada, Burberry, Gucci, Dolce & Gabbana, Golden Goose, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 12 anos de história, o Pátio Batel se consolida como "único em todos os sentidos": um espaço pensado para acolher em uma experiência completa de bem-estar, moda e luxo.

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A MOSTRA INTERNACIONAL DE DANÇA ENCUENTROS

Projeto conecta artistas da América Latina em nove dias de espetáculos, oficinas e ações de convivência

¿Cómo as coisas chegaram aquí - Iván Haidar. Foto Antonela Moltini

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 5 a 13 de junho, a segunda edição de ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina, mostra que transforma a cidade em um espaço de intercâmbio artístico entre criadores latino-americanos e a cena curitibana. Ao longo de nove dias de programação, o projeto reúne espetáculos de dança, residências artísticas, oficinas, pocket shows e espaços de diálogo, propondo encontros entre diferentes corpos, territórios e modos de criação.

Com artistas do Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia e México, a programação apresenta obras que transitam entre dança, performance e investigação corporal. Entre os destaques internacionais estão KRUMPFORMismo, da uruguaia Eugenia S. Chirimini; ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, do argentino Iván Haidar; Tropismo y Nastía, da dupla argentina Constanza Copello e Delfina Serra; Des-emboca-dura con-mover lo atascado, da colombiana Sara Idárraga Hamid; e Códice del placer, do mexicano Azhareel Sierra.

Em diálogo com essa produção, artistas de Curitiba apresentam trabalhos como Marimbondo, de André Oliveira; Ultravioleta, de Adriana Omoto; Suíte Deserto, da Korpa Enkantada; Regenerações, de Majo Farias e Vitória Gabarda; e Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski.

Além das apresentações, ENCUENTROS amplia a experiência do público com oficinas gratuitas voltadas à sensibilização e investigação do movimento, ministradas por Cinthia Kunifas, Laremi Paixão, Raphael Fernandes e Juliana Adur. A programação inclui ainda pocket shows musicais, bate-papos entre artistas, curadoria e público, além do lançamento de uma publicação com registros criativos da mostra.

A abertura, em 5 de junho, contará com o pocket show Voa Noite Duo, de Lu Faccini e Leo Gumiero, e a apresentação de Monstruosas Alianças, de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo. O encerramento, em 13 de junho, terá pocket show do duo Las Pájaras e distribuição gratuita da publicação do projeto.

Com curadoria da argentina Jimena Garcia Blaya, da mexicana Olga Gutiérrez e do artista curitibano Leonardo Kunta, com interlocução da idealizadora Mariana Mello, a mostra propõe refletir sobre o corpo, território e pertencimento, fortalecendo redes de colaboração entre artistas latino-americanos. Ao aproximar diferentes realidades culturais, ENCUENTROS reafirma Curitiba como espaço de circulação e diálogo das artes vivas contemporâneas.

Programação:
📅 05 de junho | Sexta-feira |⏰ 19h30
• Abertura ENCUENTROS
• Pocket show Voa Noite Duo, com Lu Faccini e Leo Gumiero (Livre)
• Monstruosas Alianças, de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo (Livre)

📅 06 de junho | Sábado
⏰ 14h às 17h - Oficina Corpo-Corpo Corpo-Mundo, com Cinthia Kunifas (16 anos)
⏰ 19h30
• Marimbondo, de André Oliveira (Curitiba) (Livre)
• Tropismo y Nastía, de Constanza Copello e Delfina Serra (Argentina) (18 anos)

📅 07 de junho | Domingo
⏰ 14h às 17h - Oficina Dançar é Pertencer, com Laremi Paixão (16 anos)
⏰ 18h
• KRUMPFORMismo, de Eugenia S. Chirimini (Uruguai) (Livre)
• Suíte Deserto, da Korpa Enkantada (Curitiba) (16 anos)

📅 09 de junho | Terça-feira |⏰ 19h30
• Pocket show Melindre, com Julia Klüber
• Diálogo Curitiba # América Latina – bate-papo entre artistas, curadoria e público
Mediação: Gabriel Machado

📅 10 de junho | Quarta-feira |⏰ 19h30
• ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, de Iván Haidar (Argentina) (Livre)
• Ultravioleta, de Adriana Omoto (Curitiba) (16 anos)

📅 11 de junho | Quinta-feira |⏰ 19h30
• Regenerações, de Majo Farias e Vitória Gabarda (Curitiba) (18 anos)
• Códice del placer, de Azhareel Sierra (México) (18 anos)

📅 12 de junho | Sexta-feira |⏰ 19h30
• Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski (Curitiba) (Livre)
• Des-emboca-dura con-mover lo atascado, de Sara Idárraga Hamid (Colômbia) (10 anos)

📅 13 de junho | Sábado | Encerramento
⏰ 10h às 13h - Oficina Arquiteturas Orgânicas do Movimento, com Raphael Fernandes (16 anos)
⏰ 14h às 17h - Oficina Jogo de Interesses - o interesse como força de aproximação e criação, com Juliana Adur (16 anos)
⏰ 17h
• Encerramento ENCUENTROS
• Pocket show Las Pájaras (Livre)
• Lançamento e distribuição gratuita da publicação Registro Criativo (Livre)

SERVIÇO:
ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina – 2ª edição
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 05 a 13 de junho
Ingressos: R$ 30,00 a inteira e R$ 15,00 a meia entrada (1 ingresso vale para os dois espetáculos da noite)
Vendas: presenciais e online a partir de 30 de maio, às 10h
Oficinas gratuitas, mediante inscrição
Classificação indicativa: conforme a programação
Informações e inscrições:
Link | Link
+ Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba​

Artefacto apresenta a Mostra 2026 no D&D Shopping com o tema “Maturidade”

Evento reúne nomes da arquitetura e do design de interiores e marca o lançamento da coleção Cosmos, assinada

por Patricia Anastassiadis.

No ano em que celebra 50 anos, a Artefacto leva ao D&D Shopping mais uma edição de sua
Mostra, que em 2026 propõe uma reflexão sobre o tempo a partir do tema “Maturidade”.
Reunindo arquitetos e designers de interiores, o projeto transforma o espaço em uma vitrine
do morar contemporâneo, onde cada ambiente explora a precisão das escolhas, a força dos
materiais e a construção de narrativas mais depuradas. Aqui, maturidade se traduz menos
como passagem do tempo e mais como síntese, um olhar que elimina excessos e valoriza o
essencial.
Instalada em um dos principais endereços de design de São Paulo, a Mostra apresenta uma
sequência de espaços que equilibram forma, função e permanência, em composições que
refletem diferentes leituras sobre o tema, sempre a partir de uma estética contida e
consistente.
No mesmo contexto, a marca lança a Artefacto Edition 2026 Cosmos, coleção assinada por sua
diretora criativa, Patricia Anastassiadis. Inspirada na ideia de ordem e totalidade, a linha
propõe um mobiliário de presença serena, com desenho preciso e uma pesquisa refinada de
materiais.
“Chegar aos 50 anos é um momento de reflexão e celebração. A maturidade, para nós,
representa a capacidade de evoluir sem perder a essência”, afirma Paulo Bacchi.
Esperamos vocês!
Mostra Artefacto 2026 D&D Shopping

CAMILA PIMENTA (@camilapimentaoficial)
Arquiteta e designer de interiores, Camila Pimenta atua no mercado nacional e internacional
com projetos residenciais e corporativos que evidenciam a arquitetura como ferramenta
estratégica de valorização patrimonial, sem abrir mão da identidade. À frente de um escritório
estruturado em São Paulo, desenvolve soluções que integram arquitetura e interiores com
consistência e precisão.
Para esta edição da Mostra, assina a vitrine concebida como uma homenagem ao legado da
marca em seu ciclo de 50 anos. Intitulado “Reflexos do Tempo”, o projeto parte da ideia de
permanência, aquilo que atravessa o tempo e se consolida, e se traduz em um jantar integrado
ao estar, estruturado por decisões claras e bem definidas. A instalação em planos de vidro
suspensos adiciona leveza ao conjunto, enquanto peças como a mesa de jantar Lena, a caixa
bar Pietra e a poltrona Greek reforçam a narrativa proposta.

DÉBORA VALENTE (@deboravalentedv)
Designer de interiores, Débora Valente desenvolve projetos residenciais e corporativos com
abordagem autoral e olhar atento à materialidade. Baseada em São Paulo, sua atuação se
destaca pela construção de ambientes que equilibram funcionalidade e expressão.
Na Mostra Artefacto, apresenta um living integrado ao quarto e home office, com 68 m2, em
que o conceito de maturidade se manifesta por meio de escolhas conscientes e da valorização
do essencial. Mármore, madeira e tecidos compõem a base do projeto, criando uma atmosfera
acolhedora e precisa. A narrativa é conduzida pelo mobiliário, com destaque para a mesa de
jantar Lena, a poltrona Poline e os puffs Dorset.

HAYASAKI ARQUITETURA (@hayasakiarquitetura / @fabianohayasakiarquiteto /
@taniahayasaki / @belaharumi)
Com base no interior de São Paulo, o escritório Hayasaki Arquitetura, composto por Fabiano
Hayasaki, Tania Hayasaki e Isabela Hayasaki, reúne um repertório sólido na criação de projetos
que articulam design, técnica e linguagem contemporânea. A atuação abrange diferentes
tipologias, sempre com atenção à coerência espacial e à qualidade dos detalhes.
Para a Mostra, os profissionais apresentam o ambiente “Essência do Tempo”, um espaço de
78,10 m2 que integra living, jantar e quarto. O projeto traduz o conceito de maturidade como
evolução e consistência, por meio de uma composição que privilegia madeira, tons de marrom
e nuances greige. Peças como o sofá Argand, a cama Tassel e a mesa de centro Modi
estruturam o ambiente com sobriedade e permanência.

JOIA BERGAMO ARQUITETURA E DESIGN DE INTERIORES (@joiabergamo)
Com mais de três décadas de atuação, Joia Bergamo constrói uma trajetória marcada pela
criação de ambientes que aliam sofisticação e bem-estar. À frente de seu escritório,
desenvolve projetos residenciais e corporativos com forte apuro estético e domínio de
composição.
Na Mostra Artefacto, apresenta o espaço “Entre asas e raízes”, um living de 62 m2 integrado ao
jantar. O projeto traduz a maturidade como equilíbrio, refletido em uma paleta que transita
entre tons naturais e verdes, com madeira em boiserie, pedras e superfícies monocromáticas.
A iluminação, conduzida por um elemento em vidro soprado, valoriza o conjunto, enquanto o
mobiliário, com destaque para o módulo Baco, as poltronas Nyx e a mesa de jantar Halston,
finaliza a proposta com unidade.

LETHICIA PANOSSIAN (lethicia_panossian)
Diretora criativa do Mapa Group, Lethicia Panossian atua no desenvolvimento de projetos de
interiores voltados a um público exigente, com presença no Brasil e no exterior. Sua produção

se destaca pela construção de ambientes equilibrados, com atenção ao detalhe e à experiência
sensorial.
Nesta edição, assina um loft de 59,40 m2 que traduz a maturidade como síntese e clareza. O
projeto valoriza texturas, tecidos naturais e uma paleta em tons neutros, pontuada por metais
e detalhes sutis. A iluminação foi pensada para proporcionar conforto visual e destacar o
mobiliário, que conduz a narrativa do espaço, com peças como a mesa de jantar Minos, o sofá
Eos e a poltrona Pol.

LUCIANA ALMEIDA (@lucianaalmeidaarquitetura)
Arquiteta e designer de interiores, Luciana Almeida conduz seu escritório há mais de duas
décadas, desenvolvendo projetos residenciais e corporativos pautados por precisão e
sensibilidade.
A profissional apresenta um ambiente de 54 m2 que interpreta o conceito de maturidade a
partir de escolhas conscientes e bem resolvidas. O espaço parte do reconhecimento da
trajetória da marca e se traduz em um refúgio contemporâneo, onde o mobiliário assume
papel central. As estantes Maurice estruturam a composição e estabelecem um diálogo
afetivo, enquanto peças como a poltrona Calix e o sofá Papillon reforçam a unidade do
projeto.

OLEGÁRIO DE SÁ (@olegariodesa_arquiteto)
Arquiteto e urbanista, Olegário de Sá constrói uma linguagem reconhecida pela integração
entre arquitetura, interiores e paisagem. Seus projetos valorizam a espacialidade, a luz natural
e a curadoria cuidadosa de materiais e mobiliário.
Para a Mostra Artefacto, assina uma vitrine de 47,20 m2 que traduz a maturidade como
resultado do tempo e da permanência. O espaço é estruturado por uma base neutra, com uso
de madeira e revestimentos naturais, criando um cenário que valoriza o mobiliário. Peças
como a estante Maurice, a mesa de jantar Arco e a cadeira Aurea compõem a narrativa com
equilíbrio e precisão.

SHIRLEI DIAS (@s.a.arquitetosassociados)
À frente da SA Arquitetos Associados, Shirlei Dias acumula mais de duas décadas de atuação
no desenvolvimento de projetos residenciais e corporativos. Sua abordagem combina
estratégia, técnica e acompanhamento integral das etapas do projeto.
Na Mostra, apresenta um living com jantar de 57 m2, no qual o conceito de maturidade é
explorado a partir da relação com o tempo e a memória. A madeira assume protagonismo no
espaço, criando unidade entre paredes e teto, enquanto os materiais e texturas constroem
uma atmosfera acolhedora. O mobiliário, com peças como a poltrona Pollux, o módulo Escape
e o balanço Grano, estrutura a composição e reforça o conceito.

Serviço
Artefacto D&D Shopping
AV. das Nações Unidas, 12.555

Handmade em destaque na decoração

Em um cenário em que o design autoral brasileiro ganha cada vez mais força, Mariana Amaral se destaca ao articular criação, curadoria e estratégia à frente da marca itens, conectando talentos, indústria e novas formas de pensar o design, muitas delas ancoradas no valor do fazer manual e na singularidade das peças feitas à mão.
Esse mesmo olhar se reflete nas colaborações com Jayme Bernardo, Ana Neute e Bruno Carvalho, ampliando repertórios e reforçando a diversidade de linguagens no cenário contemporâneo.

Essa sensibilidade também se manifesta em outros territórios criativos da cidade. O bar Wood de Linda Martins surge como um desses pontos de convergência, onde estética, atmosfera e comportamento se encontram, refletindo uma mesma busca por identidade, experiência e narrativa.

(Abajur Redoma - crédito imagem Edilson Garcia)
A coleção Redoma, assinada pela designer Ana Neute e premiada no iF Design Award 2026, ganha uma nova e delicada luminária: um abajur que combina renda, vidro e madeira, reforçando o diálogo entre técnica artesanal e sofisticação contemporânea. “A coleção conta com a colaboração da comunidade de rendeiras da Aldeia, unindo saberes tradicionais à criação contemporânea. Inspirada na ideia de abrigar memórias e narrativas femininas, as peças evocam proteção e cuidado, pequenas redomas que preservam sensações e histórias” conta Mariana Amaral, fundadora e Diretora Criativa da itens. Com elementos que exploram transparência, textura e o encontro harmonioso entre materiais, Redoma cria uma experiência sensorial que valoriza o olhar feminino, o processo artesanal e a leveza estética no design brasileiro.
Arandela ORIENTAL por Bruno Carvalho

Inspirada pela estética japonesa, a Coleção ORIENTAL parte do equilíbrio entre rigor formal e leveza. A peça é composta por uma haste de latão que atravessa camadas sobrepostas de algodão cru, organizadas de forma precisa.
Assinada por Bruno Carvalho, com direção criativa de Mariana Amaral, utiliza tecidos com diferentes densidades de trama para filtrar a luz de maneira gradual.
Estruturada em latão polido, adota o algodão cru como elemento difusor. As variações nas tramas têxteis controlam a passagem da luz, resultando em uma iluminação difusa e uniforme.
Linda Martins – designer à frente do Studio Linda Martins

Bar Wood – Linda Martins (créditos: divulgação)
Desdobramento do Bar Wood, a peça mantém a estrutura original, caixa em madeira e base metálica, e incorpora, nas portas, o bordado sobre palha feito à mão por Maria da Conceição de Paula, de Tiradentes (MG).
Cada painel é construído ponto a ponto, sobre a fibra natural, com desenhos que partem de um repertório desenvolvido ao longo dos anos. O processo manual determina o ritmo da peça e define sua aparência final, sem repetição.

Celebrando 50 anos de trajetória em 2026, a St. James reafirma sua essência ao apresentar a coleção Reflexo Moderno, assinada por Filipe Lima. Inspiradas na obra do escritor Murilo Mendes, as peças traduzem o modernismo brasileiro por meio de superfícies espelhadas, volumes precisos e traços de delicada poesia. Produzidos artesanalmente em latão, metal nobre que recebe banhos especiais e acabamento manual, os objetos carregam o savoir-faire que consolidou a marca como referência no universo do luxo. Em um processo inteiramente handmade, cada peça revela o valor do tempo, da técnica e do olhar humano, transformando design em legado afetivo e atemporal.

A coleção Simetria, da Strauss, traduz a excelência do cristal artesanal em peças que unem precisão técnica e sensibilidade estética. Produzidas a partir de um minucioso processo handmade, as taças recebem lapidações feitas manualmente, evidenciando a complexidade do trabalho artesanal que caracteriza a marca. Cada faceta é cuidadosamente executada para potencializar a incidência da luz sobre o cristal, revelando brilho, profundidade e textura em composições de forte presença escultórica. O resultado é uma coleção que valoriza o saber-fazer transmitido entre gerações e reforça a tradição da Strauss na criação de peças atemporais para mesas sofisticadas.

O pendente Paricó, criado pelo designer Jayme Bernardo sob direção criativa de Mariana Amaral para a Itens, nasce do gesto paciente do trançado manual em palha e corda de taboa. Suas fibras naturais desenham no espaço uma presença leve e orgânica, enquanto o acabamento em palha, na extremidade, pode ser delicadamente ajustado, permitindo que a peça se molde ao ambiente como extensão da própria natureza.

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A 10ª MOSTRA CENA BREVE DEDICADA À LINGUAGEM DOS GRUPOS DE TEATRO

Doze cenas curtas selecionadas entre 43 produções inscritas evidenciam a diversidade das criações coletivas

10ª Mostra Cena Breve Curitiba (Foto: Divulgação)

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 29 de abril e 2 de maio, a 10ª Mostra Cena Breve Curitiba – a linguagem dos grupos de teatro. Após nove anos desde a última edição, o evento é retomado e reúne artistas de diferentes coletivos teatrais contemporâneos para compartilharem suas inquietações, pesquisas e criações poéticas em cenas de 15 minutos.

Criada em 2005, a Mostra Cena Breve consolidou-se ao longo das edições como um espaço de visibilidade e troca para o teatro de grupo, mantendo como proposta a apresentação de cenas de curta duração, que exploram o diálogo entre diferentes linguagens, processos criativos e modos de organização artística. Nessas duas décadas, o projeto já contou com a participação de 110 grupos de teatro de nove estados brasileiros, totalizando 184 apresentações em Curitiba e outras cidades paranaenses.

Para esta edição, foram selecionadas 12 cenas apresentadas em sessões com quatro trabalhos por noite, intercaladas por entreatos conduzidos pelo ator e rapper, Henrique Augusto. A curadoria privilegia a diversidade de coletivos e formatos, reunindo grupos, companhias, parcerias e formações temporárias, além da interlocução entre diferentes linguagens cênicas. A seleção foi realizada por Anne Celli, Greice Barros e Sueli Araújo, artistas com trajetória reconhecida nas artes cênicas.

Adicionalmente, no período da manhã, a programação inclui o Papo Aberto, que promove um encontro com os artistas que se apresentaram no dia anterior. A oportunidade busca ampliar o diálogo sobre processos criativos, manutenção de grupos, saberes e fazeres no campo do teatro, promovendo a troca de experiências entre os participantes e o público interessado.

Com a retomada das atividades em 2026, em sua 10ª edição, a Mostra reafirma sua importância no cenário das artes cênicas, tanto pela mobilização de artistas participantes quanto pela adesão do público, consolidando-se como um espaço de criação, experimentação e fortalecimento dos coletivos teatrais.

Realizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, o projeto conta com apoio da CAIXA Cultural Curitiba e patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil, fortalecendo a criação artística e a diversidade das produções culturais no país.

Serviço:
[Artes Cênicas] 10ª Mostra Cena Breve dedicada à linguagem dos grupos de teatro
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Abertura: 29 de abril às 20h – entrada gratuita com distribuição 30 minutos antes na bilheteria
Data: 29 a 03 maio de 2026
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: caixaculturalcuritiba
Informações: (41) 3041-2155
Greice Barros (41) 99601 6446 - e-mail

Cenas Curtas
Data: 30 de abril a 02 de maio
Horário: 20h
Duração: 75 minutos com 4 cenas por sessão
Classificação indicativa por sessão:
Dia 30/04 - Indicado para a partir de 12 anos
Dia 01/05 - Indicado para a partir de 18 anos
Dia 02/05 - Indicado para a partir de 14 anos
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada e clientes CAIXA)
Bilheteria: Venda presencial a partir de sábado (25) às 10h, e na Bilheteria Digital após as 15h

Papo Aberto:
Data: 1º a 03 de maio
Horário: 10h30
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: livre para todas as idades
Ingressos: gratuitos, com distribuição 30 minutos antes na bilheteria

Festival de Curitiba recebe o espetáculo “O Sexo do Vento”, estrelado por Dude São Thiago

Monólogo que entrelaça a canção e a poética em releituras de músicas consagradas da MPB e textos autorais fará apenas duas apresentações no Teatro Enio Carvalho

Após o sucesso das temporadas em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, o cantor e ator Dude São Thiago leva o seu monólogo musical “O Sexo do Vento” ao Festival de Curitiba em apenas duas apresentações nos dias 01 e 02 de abril, quarta e quinta-feira, às 20h, no Teatro Enio Carvalho, no Centro Cívico.

O espetáculo apresenta uma mescla de releituras de canções consagradas da música brasileira e textos inéditos escritos por Dude. Concebido como um livro de canções, convida o público a uma experiência diferenciada dos tempos atuais, onde música e poética se entrelaçam de forma orgânica. O título foi inspirado pela música Invento, do gaúcho Vitor Ramil, que fala da potência de movimento trazida pelos ventos e está presente no repertório. Dude conta que “é uma provocação para a ambiguidade do mundo – afinal, qual seria o sexo do vento?”.

Para compor a narrativa do espetáculo, Dude costura canções como O que será (à flor da pele), de Chico Buarque; Cais e Conversando no Bar, de Milton Nascimento; O Charme do Mundo e Grávida, de Marina Lima; Magrelinha, de Luiz Melodia, dentre muitas outras. Destaque também para Cabaré, de João Bosco e Aldir Blanc, que ganhou um videoclipe com direção de Emerson de Lucca Brandt, vencedor dos prêmios de Melhor Music Video em Toronto (EDMVA), e Melhor Music Video da América Latina em Budapeste (IMVA).

Com uma encenação concebida a partir de quatro cenas - Denúncia, Fe(me)nino, Milagre e Invenção, a proposta do espetáculo é contar “a história de como contamos nossas histórias”, afirma o artista que estará no palco acompanhado por uma banda de três músicos.

- Não é um show, pois tem um tanto de teatro; não é uma peça, pois tem algo de récita. É nessa brecha identitária que se dá o acontecimento cênico, um rito ao encontro com uma chance de futuro. A inspiração foi, de fato, uma necessidade de olhar o mundo de forma diferente e fazer um resgate da poesia – elabora Dude.

O Sexo do Vento tem direção musical e arranjos do pianista Iuri Salvagnini, direção de movimento de Tutu Morasi, supervisão cênica do ator e diretor João Paulo Lorenzon e mentoria artística da cantora, compositora e poeta Ana Luiza. O projeto estreou em novembro de 2023, em São Paulo, e, em 2025, ele ganhou um álbum – de estreia de Dude – disponível em todas as plataformas digitais.

- Quando músicas que conhecemos tão bem são colocadas lado-a-lado numa narrativa, é como se elas voltassem a ser inéditas. Meu desejo é trazer o foco de volta para a canção, que é filha de duas mães: a música e a poesia – compartilha o cantor.

Dude aposta na poesia como uma potente forma de subversão e com ela expõe questões como a masculinidade, as violências do patriarcado, preconceitos e exclusões que ele produz, o materialismo, mas também como forma de comemorar a resiliência transformadora do amor, o feminino e a liberdade. Para o artista, o trabalho busca uma proposta de utopia, uma singela contribuição para os nossos sonhos.

- “O Sexo do Vento” celebra a inventividade da vida e sua transformação poética em amor. E convida o público à reflexão, com toda a calma que falta nos dias de hoje – conclui.

SINOPSE

Através de célebres canções da MPB e textos poéticos inéditos, o ator e cantor Dude São Thiago propõe uma verdadeira travessia neste monólogo musical. O espetáculo parte de uma denúncia dos sistemas viciosos que oprimem nossos laços, liberdade e criatividade, e aponta para um futuro utópico em que a humanidade possa se reinventar com suavidade, sensibilidade e amor. No repertório, composições de Marina Lima, Chico Buarque, Vinicius Calderoni, João Bosco, Vitor Ramil e outros grandes nomes da música brasileira.

Serviço:
“O Sexo do Vento”, de Dude São Thiago
Sessões: 01 e 02 de abril, quarta e quinta-feira, às 20h
Local: Teatro Enio Carvalho - Rua Mateus Leme, 990, Centro Cívico, Curitiba – PR
Entrada: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada), compras antecipadas no site do Festival: https://ingresso.festivaldecuritiba.com.br/evento/1348/
Gênero: musical
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 80 minutos
Mais informações: https://festivaldecuritiba.com.br/programacao/o-sexo-do-vento/

Ficha técnica:
Companhia: EST Produções Artísticas Ltda
Concepção, dramaturgia e direção geral: Dude São Thiago
Direção musical e arranjos: Iuri Salvagnini
Direção de produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi
Produção: Diálogo da Arte Produções Culturais
Realização: EST Produções Artísticas
Assessoria de comunicação e gerência de produção (EST Produções): Candice Vitale
Supervisão cênica e preparação de ator: João Paulo Lorenzon
Direção de movimento: Tutu Morasi
Mentoria artística: Ana Luiza
Projetos gráficos: Emerson Brandt
Fotografias: Juliana Hilal, Rinaldo Martinucci e Pablo Grotto
Supervisão cenográfica: Flávio Castro
Obra de arte cenográfica: Mariana Palma (série “Transparências")
Figurino: Andrea Levy e J. Boggo
Desenho de Luz: Wagner Antonio
Desenho de Som: Ricardo Jubram
Faixa sonora original (A Caverna): Paulo Assis
Voz (A Mulher na Duna): Patricia Kurah
Elenco: Dude São Thiago (voz e cena), Iuri Salvagnini (piano), Mathilde Fillat (violino), Adriano Busko (percussão)
Assessoria de imprensa: Carlos Pinho

Conheça mais de Dude São Thiago:
https://www.dudesaothiago.com.br
Redes Sociais e Youtube @dudesaothiago
Para conferir o álbum, acesse https://tratore.ffm.to/osexodovento

Pantucci assume a operação gastronômica da CASACOR Paraná 2026

Hub gastronômico curitibano com 30 anos de tradição comandará Café e Bistrot, Piano Bar e serviços de eventos da mostra, que abre ao público em 10 de maio

Foto: Camila Osnik
A CASACOR Paraná abre as portas ao público no dia 10 de maio e uma das novidades da edição de 2026 estará na experiência gastronômica. Toda a operação será conduzida pela Pantucci, hub gastronômico que completa três décadas de serviços e tradição em Curitiba e foi reconhecido em 2024 como “Melhor Padaria” pelo Prêmio Bom Gourmet. A marca estará presente em quatro ambientes da CASACOR.

No Café e Bistrot, assinado por Ary Polis Jacobs e Renan Mutao, o público encontrará um menu de jantar com massas e molhos, caldos, sopas, tábuas de frios, além de lanches tradicionais e cafés.

Celebrando 30 anos, a Pantucci estreia um diferencial em relação às suas outras unidades na capital. O Piano Bar, projetado por Flávia Glanert, reunirá drinks clássicos em uma operação que não existe nas demais lojas da rede, ampliando a experiência gastronômica dentro da mostra e reforçando a proposta de permanência nos ambientes.

No Lounge de Encontros GT, assinado por Elaine Zanon e Claudia Machado, e na Arena CASACOR, projetada por Fernanda Gonçalves, serão realizados os eventos privativos da mostra.

A diretora da CASACOR Paraná, Marina Nessi, destaca que a escolha da operação gastronômica acompanha a evolução da mostra, que cada vez mais busca integrar arquitetura, design e experiências.

“Na CASACOR Paraná, a visita vai além da decoração. Queremos que o público desfrute de uma experiência completa, que envolve também a gastronomia e os momentos de convivência. A Pantucci chega para qualificar ainda mais essa dimensão da mostra, trazendo uma operação sólida, reconhecida pela qualidade e pela relação que construiu com o público curitibano ao longo de três décadas”, afirma.

Para Rafael Albano Battisti, proprietário da Pantucci, a expectativa é de uma parceria longeva. “Reconhecemos a importância do público da CASACOR Paraná, que também frequenta nossas lojas. Queremos iniciar um novo ciclo na operação gastronômica da mostra, com um serviço atento e uma gastronomia à altura da experiência proposta pelo evento”, diz o empresário.

Durante o período da CASACOR Paraná, a Pantucci também realizará ativações e experiências dentro da exposição, como degustações de cafés e apresentação de novos produtos, além de antecipar ao público novos projetos previstos para este ano.

CASACOR Paraná 2026
De 10 de maio a 5 de julho
Avenida Cândido Hartmann, 405, Bigorrilho – Curitiba
www.casacor.com.br
@casacorpr

CAIXA CULTURAL CURITIBA PROMOVE PROGRAMAÇÃO ESPECIAL EM TORNO DA EXPOSIÇÃO A IMAGEM NÃO SERVE, DE EDER SANTOS

Atividades incluem oficina, visitas guiadas, exibição inédita de filme e lançamento de catálogo com a presença do artista

Cartaz do filme “Girassol Vermelho”, de Eder Santos

Videoinstalação Janaúba. Foto: Isabel Moreira & Leandro Aragão

A CAIXA Cultural Curitiba realiza, nos dias 24 e 25 de março, uma programação especial em torno da exposição A Imagem Não Serve, do artista multimídia Eder Santos e com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho. Ao longo dos dois dias, o público poderá participar de uma oficina criativa, visitas guiadas, exibição inédita do filme “Girassol Vermelho” e do lançamento do catálogo oficial da exposição.

Reunindo experiência prática, reflexão crítica, cinema e encontro com o artista, a agenda propõe um mergulho na trajetória de Eder Santos. Com produção iniciada nos anos 1980, sua obra tensiona a imagem enquanto representação estável, transformando-a em presença instável, marcada por ruídos, distorções e deslocamentos que desafiam o olhar contemporâneo.

No dia 24 de março, às 15h, ocorre a oficina “Que Imagens Nos Servem?”, conduzida pela fotojornalista Isa Lanave. A atividade propõe uma vivência prática a partir de fotografias pessoais dos participantes, assim como imagens da obra de Eder Santos, explorando processos de colagem, sobreposição e transparência. A ideia é desmontar e recompor imagens afetivas, criando narrativas visuais em diálogo com memória, autopercepção e experiências subjetivas, um exercício que ecoa as investigações sobre os limites e as possibilidades da imagem. As inscrições podem ser feitas pelo link.

Na sequência, às 17h, o público poderá participar de uma visita guiada pela exposição, conduzida pelo artista e pelo curador Luiz Gustavo Carvalho, que comentam processos de criação, referências e histórias por trás das videoinstalações e das videoesculturas apresentadas.

Encerrando o dia 24, às 18h30, ocorre a exibição do longa-metragem “Girassol Vermelho”, dirigido por Eder Santos. O filme, que estreou na abertura da Mostra de Cinema Tiradentes em 2025, será exibido pela primeira vez na capital paranaense e gira em torno de Romeo (Chico Díaz), um homem que, ao tentar fugir do passado em busca da liberdade, acaba sendo preso e torturado em uma estranha cidade onde fazer perguntas é proibido. A sessão contará com a presença do diretor, assim como a do curador da exposição. Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes da exibição. Após a sessão, ocorre o lançamento do catálogo da exposição, seguido de sessão de autógrafos.

Por fim, no dia 25 de março, a programação continua com uma nova visita guiada, às 11h, novamente conduzida pelo artista e pelo curador, oferecendo ao público mais uma oportunidade de aprofundar o contato com a obra e seus processos de criação.

Exposição “A Imagem Não Serve”
Em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba com entrada gratuita até o dia 10 de maio, a exposição reúne 14 trabalhos do artista mineiro e traça um panorama de sua múltipla produção, combinando diferentes linguagens e técnicas, borrando as fronteiras entre artes visuais, cinema, teatro, vídeo e novas mídias.

Por meio de videoinstalações e vídeo-esculturas, sua obra reverencia o cinema brasileiro, evoca paisagens de Guimarães Rosa, dialoga com a produção de René Magritte, reinterpreta aspectos da mineiridade e questiona uma sociedade cujo lema principal é “trabalhar, consumir e morrer”.

Sobre o artista
Nascido em Belo Horizonte (MG), Eder Santos é uma das principais referências da videoarte brasileira. Sua obra integra importantes coleções institucionais, como o Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York, o Centre Pompidou, em Paris, o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de ter participado de bienais e festivais no Brasil e no exterior.

Ao longo de sua trajetória, o artista também construiu uma produção cinematográfica premiada, com curtas-metragens, longas e séries para televisão, ampliando o diálogo entre as artes visuais, o cinema e as novas mídias.

SERVIÇO:

Oficina “Que imagens nos servem?”
Data: terça-feira 24 de março
Horário: 15h
Classificação indicativa: 16 anos
Local: Sala de Oficinas – CAIXA Cultural Curitiba
Inscrições pelo link.

Exibição do filme “Girassol Vermelho” e lançamento do catálogo
Data: terça-feira, 24 de março
Horário: 18h30
Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes da exibição
Classificação indicativa: 18 anos
Duração: 110min
Entrada gratuita
Local: CAIXA Cultural Curitiba (Teatro) (R. Conselheiro Laurindo, 280 - Centro)
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| caixaculturalcuritiba​

Visita guiada pela exposição “A Imagem Não Serve”
Datas: terça-feira 24 de março, às 17h, e quarta-feira 25 de março, às11h
Local: Galeria Mezanino – CAIXA Cultural Curitiba
Inscrição: Link

Exposição “A Imagem Não Serve”
Data: até 10 de maio
Horário de visitação: de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: 12 anos
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: @caixaculturalcuritiba
Informações: CAIXA Notícias | Instagram CAIXA | imprensa.sul@caixa.gov.br

CAIXA CULTURAL CURITIBA CELEBRA OS 35 ANOS DO FESTIVAL DO MINUTO COM MOSTRA VOLTADA AO PÚBLICO INFANTIL

Produções brasileiras e internacionais abordam o cotidiano de forma lúdica e divertida em vídeos de até 60 segundos

Vídeo-minuto “Sardines”, de Lucas Santiago

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 25 a 29 de março, a Mostra Infantil do Festival Permanente do Minuto, reunindo uma seleção de vídeos com até 60 segundos de duração, especialmente voltada ao público infantil. A programação é gratuita e integra as comemorações pelos 35 anos do Festival do Minuto, considerado um dos mais tradicionais eventos audiovisuais do país.

Cerca de 30 vídeos-minutos, produzidos entre 2011 e 2025, mesclam produções nacionais de dez estados brasileiros e trabalhos internacionais de sete países, evidenciando a diversidade estética, técnica e narrativa do acervo do festival. Os vídeos exploram, de forma lúdica e criativa, situações do cotidiano e temas inusitados, convidando crianças e acompanhantes a uma experiência sensorial e divertida.

A Mostra Infantil foi pensada para estimular a imaginação e a criatividade, reforçando a conexão entre o público mirim e o audiovisual, como espaço de descoberta e expressão artística desde a infância.

Ainda, como parte da programação comemorativa de 35 anos do Festival Permanente do Minuto, a CAIXA Cultural Curitiba recebe, em junho, o lançamento da Rede de Exibição do Minuto, com a exibição inédita da Mostra Melhores Minutos de 2025. Adicionalmente, mostras especiais do acervo e palestras com Marcelo Masagão – idealizador e curador do festival, integram as celebrações.

As sessões acontecem em diferentes horários ao longo da semana e do final de semana, favorecendo a aproximação do público infantil com o audiovisual e ampliando o acesso das famílias à programação cultural. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil, reforçando o compromisso com a inclusão cultural e o incentivo à criação artística desde as fases iniciais da vida.

Festival Permanente do Minuto:
Criado em 1991, o Festival do Minuto é pioneiro no formato de vídeos com até 60 segundos, reunindo produções de amadores e profissionais e acompanhando a evolução das tecnologias, da linguagem audiovisual e diferentes formas de narrar tempo e espaço, ao longo de mais de três décadas.

Informações adicionais e inscrição para as categorias Animação, Nano Minuto, Vertical e Tema Livre, além dos concursos temáticos, estão disponíveis no site do festival. Os vídeos selecionados pela curadoria concorrerão ao Troféu Minuto.

Serviço:
[Audiovisual] Mostra Infantil do Festival do Minuto
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Datas e Horários: 25 a 29 de março de 2026
Nos dias 25, 26 e 27 de março (quarta a sexta-feira) as sessões ocorrem às 10h, 14h e 16h
• Nos dias 28 e 29 de março (sábado e domingo), as sessões ocorrem às 11h, 15h e 17h
Ingressos: gratuitos, distribuídos 1h antes do início
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Acessível para pessoas com deficiência
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: @caixaculturalcuritiba
Informações: CAIXA Notícias | Instagram CAIXA | imprensa.sul@caixa.gov.br

A Artefacto Curitiba convidou para o lançamento de suas novas vitrines, assinadas pelos profissionais Jorge Elmor e Priscilla Muller

apresentam uma nova proposta de ambientação e curadoria de design para a loja.

O evento acontece no dia 17 de março, das 19h às 21h, reunindo convidados, arquitetos e parceiros da marca para celebrar mais um capítulo da relação da Artefacto com a arquitetura e o design brasileiros.

Serviço
Lançamento das vitrines assinadas por Jorge Elmor + Priscilla Muller
📅 17 de março
⏰ Das 19h às 21h
📍 Artefacto Curitiba – Rua Comendador Araújo, 672 – Curitiba | PR

Artefacto Beach & Country apresenta Mostra 2026 com o tema Maturidade

Exposição reúne ambientes assinados por arquitetos de todo o país e marca os 50 anos da Artefacto, além de lançar novas peças de design assinadas por Roberto Cimino e Nelson Amorim, Sergio Mattos e Junior Brandão.

A Artefacto Beach & Country apresenta a edição 2026 de sua tradicional mostra de arquitetura e interiores. Neste ano, a curadoria propõe uma reflexão sobre maturidade, conceito que também marca o momento simbólico em que a Artefacto celebra 50 anos de história. Mais do que uma referência à passagem do tempo, maturidade é entendida como uma nova forma de habitar — com consciência, permanência e valorização da experiência.

“A maturidade, para nós, está ligada à capacidade de evoluir sem perder a essência. Ao completar 50 anos, a Artefacto reafirma seu compromisso com o design atemporal, com a qualidade e com a relação profunda entre casa e bem-estar”, afirma Paulo Bacchi.

A edição reúne ambientes assinados por arquitetos e designers convidados e apresenta também novos lançamentos de design assinados por Roberto Cimino e Nelson Amorim, além de criações de Sergio Mattos e Junior Brandão, reforçando o diálogo entre arquitetura, mobiliário e estilo de vida.

Ao todo, 13 ambientes inéditos compõem o percurso da Mostra Artefacto Beach & Country 2026, assinados por profissionais de diferentes regiões do país.

Architects+Co (@architects_mais_co)

Inspirado pelo universo náutico, “Navegar é preciso”, ambiente criado pelos arquitetos Caio Bandeira e Tiago Martins, da Architects+Co., traduz maturidade como liberdade, elegância e identidade. Com 87 m², o espaço integra living, quarto e jantar, evocando sensação de movimento permanente e descoberta. Para seus criadores, trata-se de conjugar experiência e sabedoria por meio de materiais que perduram, contam e, acima de tudo, propagam histórias.

Mármore, madeira maciça, pau-ferro, palha e latão compõem a base sólida, enquanto a paleta de beges, brancos, azuis escuros e off-white reforça a estética atemporal. A iluminação indireta sugere acolhimento, e pontos focais destacam móveis, obras de arte e muxarabis escultóricos, imprimindo ritmo e intensidade ao conjunto da composição.

Suave e sutil, o mobiliário foi escolhido por suas linhas sóbrias e atemporais. O módulo Getz, a poltrona Hobie, a mesa de centro Pandia e a coluna de jantar Sabang integram-se com naturalidade ao espaço. Enquanto a cama Talalla une rusticidade e elegância, adaptando-se a diferentes estilos e traduzindo maturidade como permanência.

Elkis Paisagismo (@elkispaisagismo)

Mais do que um lounge ao ar livre, a “Praça Central”, reelaborada pelos paisagistas Caroline e Gilberto Elkis, é uma experiência sensorial: proporções equilibradas, texturas honestas e materiais naturais — madeira, couro, metal e mármore — compondo um cenário de discreta sofisticação. A paleta em cinza e burgundy reforça a atmosfera essencial, enquanto a iluminação indireta, quente e pontual, destaca volumes e cria o clima intimista.

Poucos móveis, todos de importância singular, interagem com a exuberante vegetação tropical, dando forma a uma proposta versátil, capaz de assumir diversas configurações. Traços contemporâneos e desenho autoral sustentam a ideia de permanência, ao mesmo tempo em que o conforto oferecido pelo mobiliário garante que o espaço seja vivido em plenitude.

Presente em várias edições da mostra, sempre no mesmo espaço, Caroline testemunhou sua evolução ao longo do tempo. Hoje, segundo ela, a Praça Central adquiriu sua maturidade, com consistência e harmonia. “É chegado aquele momento em que tudo parece ter alcançado seu nível máximo de adaptação, revelando toda sua beleza e força”, conclui.

Erika Queiroz (@erikaqueirozarquitetos)

Neste rooftop, projetado pela arquiteta Erika Queiroz, maturidade é importar-se apenas com o essencial. É reconhecer que o tempo é aliado do bom design e que cada escolha deve carregar intenção. Dotado de espaço gourmet e living externo, o ambiente se converte em refúgio: um lugar de conexão, onde lazer, eventos e relacionamentos se entrelaçam com propósito.

Nesse contexto, cada detalhe foi pensado para respeitar o ritmo das pessoas e transformar momentos cotidianos em experiências memoráveis. Materiais naturais, lado a lado, revelam texturas inusitadas, enquanto os tons de verde se mesclam à naturalidade da madeira. Suave e quente, a iluminação preenche o espaço como um gesto delicado, simulando a luz natural e reforçando a sensação de acolhimento.

Selecionado para reforçar essa narrativa de maturidade e permanência, o mobiliário Artefacto ocupa posição central. Entre as peças em destaque, a poltrona Corumbau, com sua concha trançada à mão, é, segundo a arquiteta, o móvel que melhor traduz a essência do projeto, ao revelar a simplicidade de estar junto — a gentileza de receber e a liberdade de celebrar o que realmente importa.

Gláucia Britto (@glauciabrittoarquitetura)

No “Espaço do Bem-Estar”, a arquiteta Gláucia Britto apresenta o seu conceito de maturidade a partir de uma narrativa visual que privilegia o tempo e a pausa. Nele, nada é aleatório: tudo é intencional. Construído em torno de móveis que não apenas ocupam, mas definem o espaço, o ambiente convida ao silêncio e à contemplação. Estar bem, aqui, é estar presente.

Cada peça foi escolhida para sustentar o acolhimento e equilíbrio. A chaise longue Kamari sugere contemplação e descanso. Os bancos Lucero, Manihi e Porter reforçam a versatilidade, enquanto o sofá Moh funciona como convite à permanência. Por fim, o biombo Tangalle acrescenta camadas de introspecção, evocando a ideia de que o verdadeiro luxo é poder se recolher.

Disposto em meio a materiais naturais como limestone e pedra Hitam, o mobiliário ganha papel protagonista. Mais do que um simples SPA, o ambiente se configura como um verdadeiro manifesto sobre viver em plenitude e serenidade, com móveis que não seguem tendências efêmeras, mas se afirmam como peças atemporais, capazes de acompanhar o tempo e a vida.

Jayme Bernardo (@jaymebernardoarquitetos)

Inspirado pela minissérie “O Talentoso Ripley”, ambientada na costa italiana, “Refúgio”, ambiente criado pelo arquiteto Jayme Bernardo, celebra a maturidade como sabedoria: um espaço onde os prazeres de uma boa conversa se encontram com os de uma boa mesa. Mais do que uma área de estar, um lugar concebido para acolher e proporcionar momentos de livre convivência.

Repleto de surpresas, o percurso se inicia em um lounge espaçoso, com vista para jardim interno. A estante Jeri vem a seguir, filtrando a luz natural de forma leve. Em seguida, o módulo Pluma domina a cena, convidando ao relaxamento. Frente a ele, a mesa de jantar Kham, assumindo função de aparador, exibe objetos selecionados a dedo. No espaço anexo, a sala de jantar ganha teto rebaixado em madeira e preenchimento com palha.

A atmosfera é reforçada por materiais naturais: mármore travertino no piso, painéis de madeira e tecidos com texturas ressaltadas, ampliando a sensação de acolhimento. Tonalidades claras reforçam a leveza, enquanto a iluminação suave inspira conversas informais. Quase palpável, a maturidade se revela assim como sabedoria aplicada ao cotidiano.

Juliana Meda (@julianamedaarquiteta)

Para Juliana Meda, seu escritório é mais do que local de trabalho: é espaço de experiências. Um lugar onde a arquiteta se permite celebrar a liberdade de criar, inspirada por suas viagens, família e vivências acumuladas ao longo do tempo. Por isso, deve ser encarado com todo o respeito: atenção ao tempo, às pessoas, aos processos de construção e à concretização dos sonhos.

Coerente com suas reflexões, o projeto nasce de aspectos pessoais que traduzem sua fase atual: a liberdade de transitar entre trabalho e pausa, entre produção e prazer, na companhia da natureza, vista por ela como essencial; o som das águas, o fogo, as múltiplas texturas e a luz compondo uma experiência sensorial completa. O espelho d’água, o teto espelhado, a biblioteca, a cama e a banheira revelam camadas de calma e introspecção.

Entre os móveis, cada escolha foi feita com base na atemporalidade. A mesa de trabalho, formada pelos cavaletes Manuk e pela cadeira Miarin, tem significado especial por representar a finalidade última do espaço. O sofá Nocmii simboliza acolhimento, enquanto o balanço Ipê remete à pausa necessária de cada dia.

Lidia Maciel (@lidiamaciel)

“Matéria do Tempo – Entre a Luz e a Forma” é um ambiente concebido por Lidia Maciel para celebrar a maturidade como permanência e contemplação. Um espaço no qual a beleza acontece no intervalo — naquilo que se percebe antes das palavras — e onde cada gesto simples traduz a arquitetura do tempo. Para a arquiteta, reconhecer o tempo como valor é permitir que a experiência se sobreponha à novidade.

Sintético, o espaço organiza-se como sala de leitura integrada a uma adega e varanda, estabelecendo escala próxima ao corpo e à experiência sensorial. O piso em pedra natural, assentado em malha regular, ancora o conjunto e dita ritmo. Silenciosa, a presença da arte instaura pausas e amplia a percepção, enquanto uma estante iluminada, que invade o teto, revela cheios e vazios com sutileza.

Conectando os diversos setores, o mobiliário organiza-se em núcleos que dialogam entre si. Na adega e convivência, a coluna de jantar Tibau, as cadeiras Male e o carrinho Arugam estruturam encontros íntimos. No estar, as poltronas Batu e Geo compõem um espaço flexível e acolhedor. Enquanto na varanda, as poltronas Kamari reforçam o convite à contemplação.

Maai Arquitetura (@maaiarquitetura)

Com 190 m², o living projetado pela Maai Arquitetura — Monica Pinto, Isabel Veiga e Arnaldo Pinho — nasce da compreensão de que experiência e liberdade criativa caminham juntas, permitindo escolhas conscientes e precisas. Para o estúdio, não se trata de rigidez, mas da confiança de quem entende maturidade como clareza e permanência. O tempo, aqui, não é limite, mas aliado no processo de projetar.

Material símbolo, a pedra Via Capri carrega em sua textura a memória geológica do tempo. Ela dialoga com a paleta de cinzas e grafites dos acabamentos e tapetes, produzindo uma atmosfera silenciosa e atemporal. Desenhadas especialmente para o projeto, jardineiras metálicas abraçam o mobiliário, diluindo limites entre arquitetura e paisagismo e promovendo uma transição harmoniosa entre o construído e a natureza.

Afinado com a proposta, o mobiliário contrapõe materiais resistentes e estética atemporal. Sofás modulares e mesas laterais de apoio ganham significado especial, refletindo uma dinâmica projetual que entende qualquer ambiente como flexível e capaz de se adaptar a diferentes encontros e ritmos.

Marcelo Salum (@marcelosalum)

Em uma autêntica celebração da vida compartilhada, a “Casa de dois homens”, de Marcelo Salum, conceitua maturidade como sinônimo de gentileza. Consciente de que viver ao lado de quem se ama é uma das formas mais bonitas de amadurecer, o arquiteto imprimiu a cada detalhe de seu projeto um significado especial: das cores aos móveis, tudo revela forte vínculo afetivo e autenticidade.

Do colorido sóbrio — azul marinho, azul claro, bege e bordô — à iluminação quente e concentrada, que contorna paredes e janelas cenográficas simulando a luz natural. Das obras de arte, escolhidas a dedo, à seleção criteriosa do mobiliário, pensado para contextualizar uma casa que poderia estar tanto no campo quanto na praia.

Caso da cadeira Stern, do carro chá Semai e do aparador Rio, móveis que sugerem acolhimento e convidam à permanência. Das poltronas Castalla, Dizzy, Mios e Geo, entrelaçadas ao sofá Guili e ao Direc, evocando funcionalidade e memória. E, por fim, dos bancos Tappo e Manihi, peças capazes de agregar ao espaço uma nota a mais de despojamento.

Mariana Maran (@marianammaran)

Mais do que espaço de contemplação, “Essência do Tempo”, ambiente assinado por Mariana Maran, reflete um olhar maduro e seguro, que entende o luxo como qualidade, durabilidade e experiência sensorial. Com 110 m², o projeto integra living e quarto em meio a uma atmosfera serena e sofisticada, traduzindo maturidade como a capacidade de escolher com consciência e serenidade.

Entre os revestimentos, mármore branco, tecidos e papéis de parede compõem a base neutra, reforçando a sensação de clareza e equilíbrio. A iluminação suave e indireta conduz o olhar com calma, valoriza volumes e texturas e cria profundidade sem excessos. Como a própria maturidade, trata-se de um ambiente que não se impõe, mas inspira e revela.

A atemporalidade e a sofisticação discreta guiaram a seleção do mobiliário. Valores esses revelados em peças ícones como o sofá Key Biscayne, a poltrona Lerida, a mesa Pandia e a cômoda Anyer. Mas também nas poltronas Mayu, revestidas com tecidos que carregam significado especial para a arquiteta, por unirem design refinado e memória afetiva.

Paola Ribeiro (@paolaribeiroarqinteriores)

Em “Raízes e Memórias”, ambiente criado por Paola Ribeiro, a maturidade é um estado de espírito que pode ser traduzido por coragem e liberdade. É ousar pintar o teto de preto, aplicar tecidos inesperados, misturar móveis contemporâneos com peças artesanais e ainda assim criar uma base acolhedora.

Texturas inesperadas convidam ao toque: o trançado irregular do rattan, a aspereza suave da palha e o veludo macio dos estofados. A iluminação envolve o ambiente enquanto o verde invade pelas janelas e jardins verticais, convidando a natureza a participar do cotidiano.

Compondo uma narrativa de permanência e autenticidade, o mobiliário Artefacto conduz o olhar. Os módulos Evans estruturam o estar, a coluna de jantar Sabang e as cadeiras Pasu reforçam a autenticidade, enquanto o aparador Rio, a escrivaninha Moya e a moldura Kaimeer completam uma composição que trata de funcionalidade e memória.

Ponto3 Arquitetura (@ponto3arquitetura)

“A-mar” é um living de 40 m² projetado pelo Ponto3 Arquitetura — Gesiel Soares e Raphael Barbosa — que traduz maturidade como permanência e consciência. Inspirado pelo litoral de João Pessoa e pelo pôr do sol da praia do Jacaré, o ambiente integra natureza e cidade, passado e presente.

Para seus criadores, contemplar o mar diariamente é ritual de sabedoria, e o linho, material que envelhece com beleza, simboliza o tempo. Daí a ideia de valorizar o essencial por meio de madeira e pedra, paleta de cores em branco e off-white e iluminação indireta e discreta.

O mobiliário sustenta os conceitos de elegância e simplicidade. Entre os destaques estão o sofá Nouvel em linho, a coluna de jantar Tibau com tampo em cistral, a poltrona Calixto, a mesa de centro Lamai e a cadeira Luang, compondo um conjunto atemporal e acolhedor.

Roberta Zimmermann (@robertapzimmermann)

O “Living do Essencial”, assinado por Roberta Zimmermann, busca abordar a maturidade em sua dimensão mais pura. Inspirado pela leitura de “Um Novo Mundo”, de Eckhart Tolle, o projeto reflete a busca por paz interior e serenidade.

Entre brancos, off-white e cinzas, a paleta quase monocromática reforça a atmosfera de calma almejada. Madeira natural, pedra e linho criam materialidade honesta, remetendo ao eterno e ao essencial, enquanto a luz difusa convida à introspecção.

Móveis como as poltronas Pasar e Monovar traduzem o desejo de repouso e reflexão. A coluna de jantar Pantar e as cadeiras Batar reforçam a ideia de permanência e legado, enquanto a mesa de centro Pandia organiza o espaço com equilíbrio entre forma e função.

SERVIÇO
Mostra Artefacto Beach & Country 2026

📍 Endereço:
Av. Brasil, 1823 – Jardim América
São Paulo – SP

🕒 Horário de funcionamento:
Segunda a sábado, das 10h às 19h

🌐 Site:
www.artefacto.com.br

📲 Instagram:
@artefactobc

🎟 Entrada:
Gratuita

Mostra Artefacto 2026: Patricia Penna aposta em materiais nobres e obras de arte marcantes

Patricia Penna aposta em materiais nobres e obras de arte marcantes em seu espaço na Mostra Artefacto 2026 que reflete sobre maturidade
Na celebração de 50 anos da marca, a profissional projetou um grande estar e jantar integrados, valorizados por elementos longevos e etéreos, como boiserie com marchetaria e pedras naturais, além das obras assinadas por Candido Portinari, Eleonore Koch, Amílcar de Castro e Hércules Barsotti

Neste generoso estar integrado com jantar, de 110m², o visitante mergulha em um projeto sofisticado, com materiais e desenhos atemporais, representados por tecidos, mobiliários levemente orgânicos e objetos cuidadosamente selecionados | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: Massimo Failutti
Comemorar meio século é uma realização inesquecível e serviu de norte para a Mostra Artefacto 2026, de portas abertas a partir de março, com o apropriadíssimo tema Maturidade. Desta vez, o título também ajudou a direcionar a escolha dos nomes de profissionais que foram convidados para projetar os ambientes do showroom, a exemplo de Patricia Penna, do escritório Patricia Penna Arquitetura & Design, que completa sua 17ª participação no evento.

“A palavra que melhor define maturidade para mim é autoconhecimento, pois conforme experienciamos as situações ao longo do tempo, somos levados a nos conhecer melhor e encontrar a maneira que devemos viver para sermos mais felizes”, observa a profissional, que procurou abordar esse conceito através do desenvolvimento de um projeto elegante e, ao mesmo tempo, simples. Living, jantar e o lounge dedicado ao estar projetados por Patricia e sua equipe apresentam, sob uma nova óptica, elementos clássicos e duradouros no décor, que venceram o tempo e se firmaram como pilares que não fenecem com o passar das tendências.

A maturidade bem representada por escolhas atemporais
O projeto é composto por um generoso living, em um dos lados, e, do outro, há os espaços de jantar, bar e lounge de estar – tudo junto responde pelos 110m² dedicados ao conforto e bem-estar. Com layout dinâmico e fluido, a sala de jantar mistura cadeiras e mesa de design moderno em contraponto ao icônico lustre de cristais de rocha, que relembra as décadas 1960 e 1970.

Logo após os dois pilares, com a função de biombos que ancoraram o bar, formado pelo aparador com tampo de pedra retroiluminada, Patricia propôs um lounge circular mais intimista. Com uma estante metálica de nichos iluminados ao fundo, essa área fica envolvida por sofás e poltronas curvas que abraçam quem chega, delicadamente abraçados pelo tapete redondo.

“Totalmente integrados, os ambientes apresentam elementos clássicos e atemporais que refletem bom gosto e longevidade”, revela a profissional que optou também por uma iluminação indireta e mais intimista como estratégia para entregar a atmosfera de acolhimento em todo o espaço.

Em contraposto ao pendente de cristais de rocha, o piso de tauari claro tem a sofisticada paginação escama-de-peixe. A base neutra, proporcionada pelos tons de cinza e chumbo dos demais revestimentos, permite que o tom amadeirado transmita a sensação de amplitude e aconchego do ambiente | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image
Materiais etéreos e longevos
Para Patricia Penna, a maturidade no ambiente pode ser transmitida através dos materiais resistentes, atemporais e duradouros, selecionados de maneira minuciosa para compor o espaço. As boiseries, por exemplo, são de madeira, com marchetaria, já os painéis que dão a forma curva às paredes apresentam interseções metálicas.

Outros elementos também encantam pelo seu impacto visual e sua composição inigualável, como o lustre executado em cristal de rocha, suscitando um peso histórico ímpar para sua composição com pedras de ônix translúcido. O espelho circular na parede lateral da mesa de jantar reflete a luminária, os frisos e as canaletas douradas do teto, resultando em um verdadeiro cenário cinematográfico.

Executada com aplicações de marchetaria, a boiserie rememora um elemento clássico sob um olhar atual. A iluminação valoriza cada detalhe do trabalho. À direita, destaque para a obra de Amílcar de Castro | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image

Surpreendente, a estante vazada de serralheria reúne nicho piso-teto, executado no exótico quartzito “Jungle Stones”. A iluminação indireta assegura a vocação intimista do ambiente, transformando a estante no lugar perfeito para receber peças decorativas e obras de arte | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image

Entre o jantar e o estar circular, o aparador que conta com o tampo executado no “Quartzo Cristallo” retroiluminado, fica suspenso pelos pilares revestidos de papel com textura “croco”. | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Fotos: JP Image
Mobiliário como expressão artística
O mobiliário escolhido para o estar foi pensado para explorar todas as potencialidades do design das peças, apostando, na mesma medida, numa estética marcante e clean. Como essência, todo o setor se torna um recanto convidativo e relaxante. “Somando a qualidade do mobiliário da Artefacto e a iluminação, o ambiente promove ótimas conversas e um estar planejado para ser aproveitado por horas a fio”, exalta Patricia.

A escolha das peças teve como ponto de partida o desenvolvimento de uma linguagem que contasse um pouco da história da trajetória da marca. Assim, a profissional selecionou móveis que são verdadeiros clássicos como o Sofá São Paulo, um modelo reto e atemporal. Peças, como os sofás e poltronas da linha Carrie e as cadeiras de jantar com referências ao movimento art nouveau, também integram a proposta de contar a história do design de interiores através do mobiliário.

Mais do que um espaço de estar, o projeto é uma narrativa de maturidade: um depoimento em três dimensões no qual arquitetura, arte e mobiliário se encontram para afirmar o que é essência e celebrar o autoconhecimento | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Fotos: JP Image

De formato esguio e altura mais baixa, o mobiliário da Artefacto favorece a circulação, enquanto o design orgânico das peças concebe uma constituição que honra o passado e apresenta uma nova roupagem para as curvas | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image
Obras de arte que atravessaram décadas
Para a arquiteta Patricia Penna, seria impossível construir um ambiente que exemplificasse a maturidade sem as obras de arte apresentadas. No seu entendimento, uma curadoria exímia é capaz de contar histórias, reflexões sobre períodos importantes das épocas e a proeza de revelar a proeminência da proeminência da arte como meio de expressão do ser humano.

“Estou muito feliz por contar com uma seleção grandiosa de expoentes brasileiros, entre eles, Candido Portinari, Eleonore Koch, Amílcar de Castro e Hércules Barsotti, que ocupam pontos estratégicos dos espaços para que possam ser admirados numa visualização 360°”, explica ela sobre o posicionamento das obras.

Em cooperação com a Galeria Almeida & Dale, o ambiente também engloba instalações e obras de Marlene Almeida e Amílcar de Castro que, juntamente com os demais artistas, formam uma seleção de obras de peso. Os visitantes também podem apreciar a escultura Mulher Reclinada, de Victor Brecheret, e a obra Tempo da Terra, de Marlene Almeida. “Nosso intuito foi desempenhar uma retrospectiva com expoentes da arte moderna e contemporânea, valorizando o peso cultural de artistas de nosso país”, acrescenta Patricia.

Em dos espaços do living, a obra Retrato de Yolanda Cozzo (1930), de Candido Portinari, rouba a cena. Atrás do sofá curvo da Artefacto, a gallery wall reúne obras de Eleonore Kock e Farnese de Andrade | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Fotos: JP Image

Mostra Artefacto Haddock Lobo 2026
Até novembro de 2026.
Rua Haddock Lobo, 1405, São Paulo
De Segunda-feira a Sexta-feira das 10h às 19h; De Sábado das 10h às 18h
@artefactooficialbrasil
www.artefacto.com.br

Sobre Patricia Penna
No mercado há mais de 25 anos, a arquiteta Patricia Penna é destaque de mostra de decoração no Brasil e no exterior. Com a equipe multidisciplinar que faz parte do escritório Patricia Penna Arquitetura & Design, assina projetos de arquitetura e design de interiores nas áreas residenciais, corporativos e institucionais.
Seu principal objetivo é atender às expectativas de cada cliente, traduzindo seus anseios e concretizando-os. Transitando por estilos variados, trabalha com grande apuro e cuidado ao lado da equipe para atingir um resultado marcado pelo ecletismo e, sobretudo, pela identificação particular de cada cliente com o seu próprio projeto.

Patricia Penna Arquitetura & Design
Alameda Santos, 2326 – São Paulo | (11) 99792-0208

Rua Armando D’Oliveira Cobra, 50 – São José dos Campos | (12) 3209-9785
www.patriciapenna.arq.br
@patricia_penna_arquitetura

Tchaggo inaugura exposição “Morada” no SFCO 179

A casa como extensão do corpo e o cotidiano como herança afetiva. Este é o ponto de partida da exposição Morada, do artista visual Tchaggo, que será aberta no dia 06 de março, sexta-feira, às 19 horas, no Espaço de Eventos São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Na ocasião serão apresentadas 10 obras nas técnicas de acrílica sobre tela. Com paleta vibrante e formas sintéticas, o artista constrói cenas que transitam entre o íntimo e o coletivo, convidando o público a reconhecer nesses ambientes algo que também os habita: lembranças, afetos e experiências compartilhadas. A mostra tem entrada franca e pode ser visitada de terça a sábado, das 14 às 20 horas, e aos domingos das 14 às 18h, até o dia 06 de abril.
A mostra propõe um mergulho sensível em cenas do dia a dia, transformando gestos simples e hábitos comuns em imagens que evocam memória, permanência e pertencimento. O artista explica que nas obras os espaços domésticos surgem como organismos vivos. “Mais do que arquitetura, o que me interessa são os encontros, as presenças e as marcas deixadas pelo tempo”, explica. Para ele, corpo, casa e costume se entrelaçam em composições que dialogam com referências da pintura moderna brasileira e com a observação atenta do cotidiano brasileiro. “Morada convida o público a habitar esses espaços pictóricos e a revisitar, por meio da arte, aquilo que permanece dentro e fora de casa”, conceitualiza o artista.
Tchaggo é artista visual brasileiro com atuação em pintura e ilustração. Sua produção parte da observação sensível do cotidiano, desenvolvendo narrativas ligadas ao corpo, à identidade e aos gestos simples da vida diária. Com forte influência da arte moderna brasileira, o artista utiliza cores intensas, formas geométricas e personagens recorrentes para construir composições simbólicas. As mãos — grandes, expressivas e, por vezes, desproporcionais — aparecem como elementos centrais, representando emoção, ação e conexão humana.
Sua paleta valoriza especialmente os tons de pele negra, afirmando um posicionamento estético e político em relação à representação racial. Em suas obras, memória, afeto e cultura popular se encontram, criando imagens que estabelecem pontes entre o simbólico e o real, o íntimo e o coletivo.

Serviço: Morada. Exposição individual do artista plástico Tchaggo. Abertura sexta-feira, dia 06 de março, às 19 horas, no Espaço de Eventos São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Visitação: de terça a domingo, das 14 às 20h (domingo até às 18h).
Site: https://sfco179.com.br/
Instagram: @sfco179
Entrada gratuita.
Classificação indicativa: Livre.

Sobre o SFCO 179
O SFCO 179 é um espaço cultural localizado no coração do centro histórico de Curitiba. O projeto nasceu da revitalização de um imóvel centenário da Rua São Francisco e abriga hoje o 179 EVNTS, área destinada à realização de eventos artísticos, culturais e sociais. O local já foi sede de uma ferraria, dos Correios e, por muitos anos, do ateliê do artista Ricardo Tod. Hoje, renasce como plataforma para novas histórias e criações.

Crédito fotográfico: DV Art/Divulgação

Parque Estadual de Vila Velha receberá obras de arte ao ar livre, numa realização do Museu Oscar Niemeyer

O “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre”, projeto que rompeu os limites físicos do Museu Oscar Niemeyer (MON) ao levar obras de arte aos jardins, vai agora ainda mais longe. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Paraná, o Parque Estadual de Vila Velha receberá obras de arte inéditas, numa parceria com o Museu.

A iniciativa do “MON sem Paredes – Vila Velha” é do Governo do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, da Soul Parques e do Museu Oscar Niemeyer.

O “MON sem Paredes – Vila Velha” tem curadoria de Marc Pottier e conceito de Fernando Canalli. Os artistas participantes são: Gustavo Utrabo, Tom Lisboa, Kulykirida Menihaku, Sonia Dias, Denise Milan e Alexandre Vogler. A inauguração será no dia no dia 25 de fevereiro, às 15h.

“Levar obras de arte para o Parque Estadual de Vila Velha por meio do ‘MON sem Paredes’ é ampliar o acesso à cultura e integrar arte, patrimônio natural e território. Essa iniciativa é exemplo do compromisso do Governo do Paraná em descentralizar as políticas culturais e garantir que a arte esteja presente em diferentes espaços do Estado”, afirma Luciana Casagrande Pereira, secretária de Estado da Cultura.

“Com esta realização, o MON inaugura um novo capítulo de sua história, utilizando toda a sua expertise para alcançar públicos e espaços ainda mais novos, disseminando arte”, diz a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

Inaugurado em 2024, o projeto “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre” rompeu o limite físico das paredes do Museu e abraçou a população. A iniciativa se transformou num convite permanente com obras de arte interativas na área externa, fazendo com que o público se inspire e sinta-se instigado a entrar no MON.

“O projeto, agora em uma nova fase, em consonância com o objetivo do governo estadual de disseminar arte e cultura a todo o Paraná, leva até o Parque Vila Velha uma inédita intervenção artística em parceria com o Museu”, informa Juliana.

“Quando levamos obras de arte até onde está a população, além de sensibilizarmos o grande público, que talvez não tenha o hábito de entrar num museu, oferecemos um ambiente de pausa, de desaceleração, de reconexão interior”, diz. “Entendemos que cada vez mais a arte ajuda na saúde”.

Juliana comenta que profissionais de saúde têm prescrito visitas a museus e que pesquisas em psicologia, arteterapia e estudos culturais mostram que visitar museus reduz estresse, estimula emoções positivas e promove bem-estar. “Além de fortalecer a identidade e o sentido de pertencimento, a arte permite conexões com cultura, memória e narrativas coletivas, elementos fundamentais para o bem-estar psicológico”, cita.

Parque Vila Velha
O Parque Estadual de Vila Velha é um paraíso ecológico e uma das mais importantes unidades de conservação ambiental do Brasil. Além de uma rica história, repleta de curiosidades, conta com uma composição natural única no mundo, com as trilhas dos arenitos, formações rochosas milenares.

O curador, Marc Pottier, explica que o local também tem muitas lendas. “Antigamente era chamada de Itacueretaba, ou ‘cidade extinta de pedras’, segundo os apiabas que ali moravam”, diz. Ele também destaca que algumas rochas têm formas singulares, como taça, esfinge, bota, tartaruga, cabeça de índio, garrafa, camelo e proa de navio. “Entre essas falésias históricas e as formas curiosas que elas encerram, encontram-se temas únicos de reflexão para artistas contemporâneos”, comenta.

“O Museu Oscar Niemeyer, por meio do ‘MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre’ (que tem como objetivo convidar artistas para criar obras site specific nos jardins do Museu) chamou um grupo de artistas para criar um diálogo com esse universo tão especial, dando, assim, suas interpretações sobre a singularidade do lugar”, afirma o curador.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

SOBRE O PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA
Localizado em Ponta Grossa-PR, a apenas uma hora de Curitiba, o Parque Estadual de Vila Velha é o primeiro parque estadual criado no Paraná, em 1953, e atualmente é uma concessão do Governo do Estado do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, à Soul Vila Velha, uma empresa do Grupo Soul Parques.
As bilheterias funcionam até as 15 horas. O parque indica a chegada ainda pela manhã, para que os visitantes possam conhecer seus atrativos – Trilha Arenitos Unimed, Furnas e Lagoa Dourada – se deliciar com as diversas opções gastronômicas e ainda aproveitar as atrações de aventura – Tirolesa, Arvorismo e Cicloturismo.

Mais informações: https://parquevilavelha.com.br/

Serviço
“MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre – Vila Velha”
Inauguração: 25/2, 15h
Parque Estadual de Vila Velha

Rodovia BR-376, Km 515, Jardim Vila Velha, Ponta Grossa - PR

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br