Handmade em destaque na decoração

Em um cenário em que o design autoral brasileiro ganha cada vez mais força, Mariana Amaral se destaca ao articular criação, curadoria e estratégia à frente da marca itens, conectando talentos, indústria e novas formas de pensar o design, muitas delas ancoradas no valor do fazer manual e na singularidade das peças feitas à mão.
Esse mesmo olhar se reflete nas colaborações com Jayme Bernardo, Ana Neute e Bruno Carvalho, ampliando repertórios e reforçando a diversidade de linguagens no cenário contemporâneo.

Essa sensibilidade também se manifesta em outros territórios criativos da cidade. O bar Wood de Linda Martins surge como um desses pontos de convergência, onde estética, atmosfera e comportamento se encontram, refletindo uma mesma busca por identidade, experiência e narrativa.

(Abajur Redoma - crédito imagem Edilson Garcia)
A coleção Redoma, assinada pela designer Ana Neute e premiada no iF Design Award 2026, ganha uma nova e delicada luminária: um abajur que combina renda, vidro e madeira, reforçando o diálogo entre técnica artesanal e sofisticação contemporânea. “A coleção conta com a colaboração da comunidade de rendeiras da Aldeia, unindo saberes tradicionais à criação contemporânea. Inspirada na ideia de abrigar memórias e narrativas femininas, as peças evocam proteção e cuidado, pequenas redomas que preservam sensações e histórias” conta Mariana Amaral, fundadora e Diretora Criativa da itens. Com elementos que exploram transparência, textura e o encontro harmonioso entre materiais, Redoma cria uma experiência sensorial que valoriza o olhar feminino, o processo artesanal e a leveza estética no design brasileiro.
Arandela ORIENTAL por Bruno Carvalho

Inspirada pela estética japonesa, a Coleção ORIENTAL parte do equilíbrio entre rigor formal e leveza. A peça é composta por uma haste de latão que atravessa camadas sobrepostas de algodão cru, organizadas de forma precisa.
Assinada por Bruno Carvalho, com direção criativa de Mariana Amaral, utiliza tecidos com diferentes densidades de trama para filtrar a luz de maneira gradual.
Estruturada em latão polido, adota o algodão cru como elemento difusor. As variações nas tramas têxteis controlam a passagem da luz, resultando em uma iluminação difusa e uniforme.
Linda Martins – designer à frente do Studio Linda Martins

Bar Wood – Linda Martins (créditos: divulgação)
Desdobramento do Bar Wood, a peça mantém a estrutura original, caixa em madeira e base metálica, e incorpora, nas portas, o bordado sobre palha feito à mão por Maria da Conceição de Paula, de Tiradentes (MG).
Cada painel é construído ponto a ponto, sobre a fibra natural, com desenhos que partem de um repertório desenvolvido ao longo dos anos. O processo manual determina o ritmo da peça e define sua aparência final, sem repetição.

Celebrando 50 anos de trajetória em 2026, a St. James reafirma sua essência ao apresentar a coleção Reflexo Moderno, assinada por Filipe Lima. Inspiradas na obra do escritor Murilo Mendes, as peças traduzem o modernismo brasileiro por meio de superfícies espelhadas, volumes precisos e traços de delicada poesia. Produzidos artesanalmente em latão, metal nobre que recebe banhos especiais e acabamento manual, os objetos carregam o savoir-faire que consolidou a marca como referência no universo do luxo. Em um processo inteiramente handmade, cada peça revela o valor do tempo, da técnica e do olhar humano, transformando design em legado afetivo e atemporal.

A coleção Simetria, da Strauss, traduz a excelência do cristal artesanal em peças que unem precisão técnica e sensibilidade estética. Produzidas a partir de um minucioso processo handmade, as taças recebem lapidações feitas manualmente, evidenciando a complexidade do trabalho artesanal que caracteriza a marca. Cada faceta é cuidadosamente executada para potencializar a incidência da luz sobre o cristal, revelando brilho, profundidade e textura em composições de forte presença escultórica. O resultado é uma coleção que valoriza o saber-fazer transmitido entre gerações e reforça a tradição da Strauss na criação de peças atemporais para mesas sofisticadas.

O pendente Paricó, criado pelo designer Jayme Bernardo sob direção criativa de Mariana Amaral para a Itens, nasce do gesto paciente do trançado manual em palha e corda de taboa. Suas fibras naturais desenham no espaço uma presença leve e orgânica, enquanto o acabamento em palha, na extremidade, pode ser delicadamente ajustado, permitindo que a peça se molde ao ambiente como extensão da própria natureza.

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A 10ª MOSTRA CENA BREVE DEDICADA À LINGUAGEM DOS GRUPOS DE TEATRO

Doze cenas curtas selecionadas entre 43 produções inscritas evidenciam a diversidade das criações coletivas

10ª Mostra Cena Breve Curitiba (Foto: Divulgação)

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 29 de abril e 2 de maio, a 10ª Mostra Cena Breve Curitiba – a linguagem dos grupos de teatro. Após nove anos desde a última edição, o evento é retomado e reúne artistas de diferentes coletivos teatrais contemporâneos para compartilharem suas inquietações, pesquisas e criações poéticas em cenas de 15 minutos.

Criada em 2005, a Mostra Cena Breve consolidou-se ao longo das edições como um espaço de visibilidade e troca para o teatro de grupo, mantendo como proposta a apresentação de cenas de curta duração, que exploram o diálogo entre diferentes linguagens, processos criativos e modos de organização artística. Nessas duas décadas, o projeto já contou com a participação de 110 grupos de teatro de nove estados brasileiros, totalizando 184 apresentações em Curitiba e outras cidades paranaenses.

Para esta edição, foram selecionadas 12 cenas apresentadas em sessões com quatro trabalhos por noite, intercaladas por entreatos conduzidos pelo ator e rapper, Henrique Augusto. A curadoria privilegia a diversidade de coletivos e formatos, reunindo grupos, companhias, parcerias e formações temporárias, além da interlocução entre diferentes linguagens cênicas. A seleção foi realizada por Anne Celli, Greice Barros e Sueli Araújo, artistas com trajetória reconhecida nas artes cênicas.

Adicionalmente, no período da manhã, a programação inclui o Papo Aberto, que promove um encontro com os artistas que se apresentaram no dia anterior. A oportunidade busca ampliar o diálogo sobre processos criativos, manutenção de grupos, saberes e fazeres no campo do teatro, promovendo a troca de experiências entre os participantes e o público interessado.

Com a retomada das atividades em 2026, em sua 10ª edição, a Mostra reafirma sua importância no cenário das artes cênicas, tanto pela mobilização de artistas participantes quanto pela adesão do público, consolidando-se como um espaço de criação, experimentação e fortalecimento dos coletivos teatrais.

Realizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, o projeto conta com apoio da CAIXA Cultural Curitiba e patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil, fortalecendo a criação artística e a diversidade das produções culturais no país.

Serviço:
[Artes Cênicas] 10ª Mostra Cena Breve dedicada à linguagem dos grupos de teatro
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Abertura: 29 de abril às 20h – entrada gratuita com distribuição 30 minutos antes na bilheteria
Data: 29 a 03 maio de 2026
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: caixaculturalcuritiba
Informações: (41) 3041-2155
Greice Barros (41) 99601 6446 - e-mail

Cenas Curtas
Data: 30 de abril a 02 de maio
Horário: 20h
Duração: 75 minutos com 4 cenas por sessão
Classificação indicativa por sessão:
Dia 30/04 - Indicado para a partir de 12 anos
Dia 01/05 - Indicado para a partir de 18 anos
Dia 02/05 - Indicado para a partir de 14 anos
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada e clientes CAIXA)
Bilheteria: Venda presencial a partir de sábado (25) às 10h, e na Bilheteria Digital após as 15h

Papo Aberto:
Data: 1º a 03 de maio
Horário: 10h30
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: livre para todas as idades
Ingressos: gratuitos, com distribuição 30 minutos antes na bilheteria

Festival de Curitiba recebe o espetáculo “O Sexo do Vento”, estrelado por Dude São Thiago

Monólogo que entrelaça a canção e a poética em releituras de músicas consagradas da MPB e textos autorais fará apenas duas apresentações no Teatro Enio Carvalho

Após o sucesso das temporadas em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, o cantor e ator Dude São Thiago leva o seu monólogo musical “O Sexo do Vento” ao Festival de Curitiba em apenas duas apresentações nos dias 01 e 02 de abril, quarta e quinta-feira, às 20h, no Teatro Enio Carvalho, no Centro Cívico.

O espetáculo apresenta uma mescla de releituras de canções consagradas da música brasileira e textos inéditos escritos por Dude. Concebido como um livro de canções, convida o público a uma experiência diferenciada dos tempos atuais, onde música e poética se entrelaçam de forma orgânica. O título foi inspirado pela música Invento, do gaúcho Vitor Ramil, que fala da potência de movimento trazida pelos ventos e está presente no repertório. Dude conta que “é uma provocação para a ambiguidade do mundo – afinal, qual seria o sexo do vento?”.

Para compor a narrativa do espetáculo, Dude costura canções como O que será (à flor da pele), de Chico Buarque; Cais e Conversando no Bar, de Milton Nascimento; O Charme do Mundo e Grávida, de Marina Lima; Magrelinha, de Luiz Melodia, dentre muitas outras. Destaque também para Cabaré, de João Bosco e Aldir Blanc, que ganhou um videoclipe com direção de Emerson de Lucca Brandt, vencedor dos prêmios de Melhor Music Video em Toronto (EDMVA), e Melhor Music Video da América Latina em Budapeste (IMVA).

Com uma encenação concebida a partir de quatro cenas - Denúncia, Fe(me)nino, Milagre e Invenção, a proposta do espetáculo é contar “a história de como contamos nossas histórias”, afirma o artista que estará no palco acompanhado por uma banda de três músicos.

- Não é um show, pois tem um tanto de teatro; não é uma peça, pois tem algo de récita. É nessa brecha identitária que se dá o acontecimento cênico, um rito ao encontro com uma chance de futuro. A inspiração foi, de fato, uma necessidade de olhar o mundo de forma diferente e fazer um resgate da poesia – elabora Dude.

O Sexo do Vento tem direção musical e arranjos do pianista Iuri Salvagnini, direção de movimento de Tutu Morasi, supervisão cênica do ator e diretor João Paulo Lorenzon e mentoria artística da cantora, compositora e poeta Ana Luiza. O projeto estreou em novembro de 2023, em São Paulo, e, em 2025, ele ganhou um álbum – de estreia de Dude – disponível em todas as plataformas digitais.

- Quando músicas que conhecemos tão bem são colocadas lado-a-lado numa narrativa, é como se elas voltassem a ser inéditas. Meu desejo é trazer o foco de volta para a canção, que é filha de duas mães: a música e a poesia – compartilha o cantor.

Dude aposta na poesia como uma potente forma de subversão e com ela expõe questões como a masculinidade, as violências do patriarcado, preconceitos e exclusões que ele produz, o materialismo, mas também como forma de comemorar a resiliência transformadora do amor, o feminino e a liberdade. Para o artista, o trabalho busca uma proposta de utopia, uma singela contribuição para os nossos sonhos.

- “O Sexo do Vento” celebra a inventividade da vida e sua transformação poética em amor. E convida o público à reflexão, com toda a calma que falta nos dias de hoje – conclui.

SINOPSE

Através de célebres canções da MPB e textos poéticos inéditos, o ator e cantor Dude São Thiago propõe uma verdadeira travessia neste monólogo musical. O espetáculo parte de uma denúncia dos sistemas viciosos que oprimem nossos laços, liberdade e criatividade, e aponta para um futuro utópico em que a humanidade possa se reinventar com suavidade, sensibilidade e amor. No repertório, composições de Marina Lima, Chico Buarque, Vinicius Calderoni, João Bosco, Vitor Ramil e outros grandes nomes da música brasileira.

Serviço:
“O Sexo do Vento”, de Dude São Thiago
Sessões: 01 e 02 de abril, quarta e quinta-feira, às 20h
Local: Teatro Enio Carvalho - Rua Mateus Leme, 990, Centro Cívico, Curitiba – PR
Entrada: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada), compras antecipadas no site do Festival: https://ingresso.festivaldecuritiba.com.br/evento/1348/
Gênero: musical
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 80 minutos
Mais informações: https://festivaldecuritiba.com.br/programacao/o-sexo-do-vento/

Ficha técnica:
Companhia: EST Produções Artísticas Ltda
Concepção, dramaturgia e direção geral: Dude São Thiago
Direção musical e arranjos: Iuri Salvagnini
Direção de produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi
Produção: Diálogo da Arte Produções Culturais
Realização: EST Produções Artísticas
Assessoria de comunicação e gerência de produção (EST Produções): Candice Vitale
Supervisão cênica e preparação de ator: João Paulo Lorenzon
Direção de movimento: Tutu Morasi
Mentoria artística: Ana Luiza
Projetos gráficos: Emerson Brandt
Fotografias: Juliana Hilal, Rinaldo Martinucci e Pablo Grotto
Supervisão cenográfica: Flávio Castro
Obra de arte cenográfica: Mariana Palma (série “Transparências")
Figurino: Andrea Levy e J. Boggo
Desenho de Luz: Wagner Antonio
Desenho de Som: Ricardo Jubram
Faixa sonora original (A Caverna): Paulo Assis
Voz (A Mulher na Duna): Patricia Kurah
Elenco: Dude São Thiago (voz e cena), Iuri Salvagnini (piano), Mathilde Fillat (violino), Adriano Busko (percussão)
Assessoria de imprensa: Carlos Pinho

Conheça mais de Dude São Thiago:
https://www.dudesaothiago.com.br
Redes Sociais e Youtube @dudesaothiago
Para conferir o álbum, acesse https://tratore.ffm.to/osexodovento

Pantucci assume a operação gastronômica da CASACOR Paraná 2026

Hub gastronômico curitibano com 30 anos de tradição comandará Café e Bistrot, Piano Bar e serviços de eventos da mostra, que abre ao público em 10 de maio

Foto: Camila Osnik
A CASACOR Paraná abre as portas ao público no dia 10 de maio e uma das novidades da edição de 2026 estará na experiência gastronômica. Toda a operação será conduzida pela Pantucci, hub gastronômico que completa três décadas de serviços e tradição em Curitiba e foi reconhecido em 2024 como “Melhor Padaria” pelo Prêmio Bom Gourmet. A marca estará presente em quatro ambientes da CASACOR.

No Café e Bistrot, assinado por Ary Polis Jacobs e Renan Mutao, o público encontrará um menu de jantar com massas e molhos, caldos, sopas, tábuas de frios, além de lanches tradicionais e cafés.

Celebrando 30 anos, a Pantucci estreia um diferencial em relação às suas outras unidades na capital. O Piano Bar, projetado por Flávia Glanert, reunirá drinks clássicos em uma operação que não existe nas demais lojas da rede, ampliando a experiência gastronômica dentro da mostra e reforçando a proposta de permanência nos ambientes.

No Lounge de Encontros GT, assinado por Elaine Zanon e Claudia Machado, e na Arena CASACOR, projetada por Fernanda Gonçalves, serão realizados os eventos privativos da mostra.

A diretora da CASACOR Paraná, Marina Nessi, destaca que a escolha da operação gastronômica acompanha a evolução da mostra, que cada vez mais busca integrar arquitetura, design e experiências.

“Na CASACOR Paraná, a visita vai além da decoração. Queremos que o público desfrute de uma experiência completa, que envolve também a gastronomia e os momentos de convivência. A Pantucci chega para qualificar ainda mais essa dimensão da mostra, trazendo uma operação sólida, reconhecida pela qualidade e pela relação que construiu com o público curitibano ao longo de três décadas”, afirma.

Para Rafael Albano Battisti, proprietário da Pantucci, a expectativa é de uma parceria longeva. “Reconhecemos a importância do público da CASACOR Paraná, que também frequenta nossas lojas. Queremos iniciar um novo ciclo na operação gastronômica da mostra, com um serviço atento e uma gastronomia à altura da experiência proposta pelo evento”, diz o empresário.

Durante o período da CASACOR Paraná, a Pantucci também realizará ativações e experiências dentro da exposição, como degustações de cafés e apresentação de novos produtos, além de antecipar ao público novos projetos previstos para este ano.

CASACOR Paraná 2026
De 10 de maio a 5 de julho
Avenida Cândido Hartmann, 405, Bigorrilho – Curitiba
www.casacor.com.br
@casacorpr

CAIXA CULTURAL CURITIBA PROMOVE PROGRAMAÇÃO ESPECIAL EM TORNO DA EXPOSIÇÃO A IMAGEM NÃO SERVE, DE EDER SANTOS

Atividades incluem oficina, visitas guiadas, exibição inédita de filme e lançamento de catálogo com a presença do artista

Cartaz do filme “Girassol Vermelho”, de Eder Santos

Videoinstalação Janaúba. Foto: Isabel Moreira & Leandro Aragão

A CAIXA Cultural Curitiba realiza, nos dias 24 e 25 de março, uma programação especial em torno da exposição A Imagem Não Serve, do artista multimídia Eder Santos e com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho. Ao longo dos dois dias, o público poderá participar de uma oficina criativa, visitas guiadas, exibição inédita do filme “Girassol Vermelho” e do lançamento do catálogo oficial da exposição.

Reunindo experiência prática, reflexão crítica, cinema e encontro com o artista, a agenda propõe um mergulho na trajetória de Eder Santos. Com produção iniciada nos anos 1980, sua obra tensiona a imagem enquanto representação estável, transformando-a em presença instável, marcada por ruídos, distorções e deslocamentos que desafiam o olhar contemporâneo.

No dia 24 de março, às 15h, ocorre a oficina “Que Imagens Nos Servem?”, conduzida pela fotojornalista Isa Lanave. A atividade propõe uma vivência prática a partir de fotografias pessoais dos participantes, assim como imagens da obra de Eder Santos, explorando processos de colagem, sobreposição e transparência. A ideia é desmontar e recompor imagens afetivas, criando narrativas visuais em diálogo com memória, autopercepção e experiências subjetivas, um exercício que ecoa as investigações sobre os limites e as possibilidades da imagem. As inscrições podem ser feitas pelo link.

Na sequência, às 17h, o público poderá participar de uma visita guiada pela exposição, conduzida pelo artista e pelo curador Luiz Gustavo Carvalho, que comentam processos de criação, referências e histórias por trás das videoinstalações e das videoesculturas apresentadas.

Encerrando o dia 24, às 18h30, ocorre a exibição do longa-metragem “Girassol Vermelho”, dirigido por Eder Santos. O filme, que estreou na abertura da Mostra de Cinema Tiradentes em 2025, será exibido pela primeira vez na capital paranaense e gira em torno de Romeo (Chico Díaz), um homem que, ao tentar fugir do passado em busca da liberdade, acaba sendo preso e torturado em uma estranha cidade onde fazer perguntas é proibido. A sessão contará com a presença do diretor, assim como a do curador da exposição. Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes da exibição. Após a sessão, ocorre o lançamento do catálogo da exposição, seguido de sessão de autógrafos.

Por fim, no dia 25 de março, a programação continua com uma nova visita guiada, às 11h, novamente conduzida pelo artista e pelo curador, oferecendo ao público mais uma oportunidade de aprofundar o contato com a obra e seus processos de criação.

Exposição “A Imagem Não Serve”
Em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba com entrada gratuita até o dia 10 de maio, a exposição reúne 14 trabalhos do artista mineiro e traça um panorama de sua múltipla produção, combinando diferentes linguagens e técnicas, borrando as fronteiras entre artes visuais, cinema, teatro, vídeo e novas mídias.

Por meio de videoinstalações e vídeo-esculturas, sua obra reverencia o cinema brasileiro, evoca paisagens de Guimarães Rosa, dialoga com a produção de René Magritte, reinterpreta aspectos da mineiridade e questiona uma sociedade cujo lema principal é “trabalhar, consumir e morrer”.

Sobre o artista
Nascido em Belo Horizonte (MG), Eder Santos é uma das principais referências da videoarte brasileira. Sua obra integra importantes coleções institucionais, como o Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York, o Centre Pompidou, em Paris, o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de ter participado de bienais e festivais no Brasil e no exterior.

Ao longo de sua trajetória, o artista também construiu uma produção cinematográfica premiada, com curtas-metragens, longas e séries para televisão, ampliando o diálogo entre as artes visuais, o cinema e as novas mídias.

SERVIÇO:

Oficina “Que imagens nos servem?”
Data: terça-feira 24 de março
Horário: 15h
Classificação indicativa: 16 anos
Local: Sala de Oficinas – CAIXA Cultural Curitiba
Inscrições pelo link.

Exibição do filme “Girassol Vermelho” e lançamento do catálogo
Data: terça-feira, 24 de março
Horário: 18h30
Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes da exibição
Classificação indicativa: 18 anos
Duração: 110min
Entrada gratuita
Local: CAIXA Cultural Curitiba (Teatro) (R. Conselheiro Laurindo, 280 - Centro)
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| caixaculturalcuritiba​

Visita guiada pela exposição “A Imagem Não Serve”
Datas: terça-feira 24 de março, às 17h, e quarta-feira 25 de março, às11h
Local: Galeria Mezanino – CAIXA Cultural Curitiba
Inscrição: Link

Exposição “A Imagem Não Serve”
Data: até 10 de maio
Horário de visitação: de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: 12 anos
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: @caixaculturalcuritiba
Informações: CAIXA Notícias | Instagram CAIXA | imprensa.sul@caixa.gov.br

CAIXA CULTURAL CURITIBA CELEBRA OS 35 ANOS DO FESTIVAL DO MINUTO COM MOSTRA VOLTADA AO PÚBLICO INFANTIL

Produções brasileiras e internacionais abordam o cotidiano de forma lúdica e divertida em vídeos de até 60 segundos

Vídeo-minuto “Sardines”, de Lucas Santiago

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 25 a 29 de março, a Mostra Infantil do Festival Permanente do Minuto, reunindo uma seleção de vídeos com até 60 segundos de duração, especialmente voltada ao público infantil. A programação é gratuita e integra as comemorações pelos 35 anos do Festival do Minuto, considerado um dos mais tradicionais eventos audiovisuais do país.

Cerca de 30 vídeos-minutos, produzidos entre 2011 e 2025, mesclam produções nacionais de dez estados brasileiros e trabalhos internacionais de sete países, evidenciando a diversidade estética, técnica e narrativa do acervo do festival. Os vídeos exploram, de forma lúdica e criativa, situações do cotidiano e temas inusitados, convidando crianças e acompanhantes a uma experiência sensorial e divertida.

A Mostra Infantil foi pensada para estimular a imaginação e a criatividade, reforçando a conexão entre o público mirim e o audiovisual, como espaço de descoberta e expressão artística desde a infância.

Ainda, como parte da programação comemorativa de 35 anos do Festival Permanente do Minuto, a CAIXA Cultural Curitiba recebe, em junho, o lançamento da Rede de Exibição do Minuto, com a exibição inédita da Mostra Melhores Minutos de 2025. Adicionalmente, mostras especiais do acervo e palestras com Marcelo Masagão – idealizador e curador do festival, integram as celebrações.

As sessões acontecem em diferentes horários ao longo da semana e do final de semana, favorecendo a aproximação do público infantil com o audiovisual e ampliando o acesso das famílias à programação cultural. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil, reforçando o compromisso com a inclusão cultural e o incentivo à criação artística desde as fases iniciais da vida.

Festival Permanente do Minuto:
Criado em 1991, o Festival do Minuto é pioneiro no formato de vídeos com até 60 segundos, reunindo produções de amadores e profissionais e acompanhando a evolução das tecnologias, da linguagem audiovisual e diferentes formas de narrar tempo e espaço, ao longo de mais de três décadas.

Informações adicionais e inscrição para as categorias Animação, Nano Minuto, Vertical e Tema Livre, além dos concursos temáticos, estão disponíveis no site do festival. Os vídeos selecionados pela curadoria concorrerão ao Troféu Minuto.

Serviço:
[Audiovisual] Mostra Infantil do Festival do Minuto
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Datas e Horários: 25 a 29 de março de 2026
Nos dias 25, 26 e 27 de março (quarta a sexta-feira) as sessões ocorrem às 10h, 14h e 16h
• Nos dias 28 e 29 de março (sábado e domingo), as sessões ocorrem às 11h, 15h e 17h
Ingressos: gratuitos, distribuídos 1h antes do início
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Acessível para pessoas com deficiência
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: @caixaculturalcuritiba
Informações: CAIXA Notícias | Instagram CAIXA | imprensa.sul@caixa.gov.br

A Artefacto Curitiba convidou para o lançamento de suas novas vitrines, assinadas pelos profissionais Jorge Elmor e Priscilla Muller

apresentam uma nova proposta de ambientação e curadoria de design para a loja.

O evento acontece no dia 17 de março, das 19h às 21h, reunindo convidados, arquitetos e parceiros da marca para celebrar mais um capítulo da relação da Artefacto com a arquitetura e o design brasileiros.

Serviço
Lançamento das vitrines assinadas por Jorge Elmor + Priscilla Muller
📅 17 de março
⏰ Das 19h às 21h
📍 Artefacto Curitiba – Rua Comendador Araújo, 672 – Curitiba | PR

Artefacto Beach & Country apresenta Mostra 2026 com o tema Maturidade

Exposição reúne ambientes assinados por arquitetos de todo o país e marca os 50 anos da Artefacto, além de lançar novas peças de design assinadas por Roberto Cimino e Nelson Amorim, Sergio Mattos e Junior Brandão.

A Artefacto Beach & Country apresenta a edição 2026 de sua tradicional mostra de arquitetura e interiores. Neste ano, a curadoria propõe uma reflexão sobre maturidade, conceito que também marca o momento simbólico em que a Artefacto celebra 50 anos de história. Mais do que uma referência à passagem do tempo, maturidade é entendida como uma nova forma de habitar — com consciência, permanência e valorização da experiência.

“A maturidade, para nós, está ligada à capacidade de evoluir sem perder a essência. Ao completar 50 anos, a Artefacto reafirma seu compromisso com o design atemporal, com a qualidade e com a relação profunda entre casa e bem-estar”, afirma Paulo Bacchi.

A edição reúne ambientes assinados por arquitetos e designers convidados e apresenta também novos lançamentos de design assinados por Roberto Cimino e Nelson Amorim, além de criações de Sergio Mattos e Junior Brandão, reforçando o diálogo entre arquitetura, mobiliário e estilo de vida.

Ao todo, 13 ambientes inéditos compõem o percurso da Mostra Artefacto Beach & Country 2026, assinados por profissionais de diferentes regiões do país.

Architects+Co (@architects_mais_co)

Inspirado pelo universo náutico, “Navegar é preciso”, ambiente criado pelos arquitetos Caio Bandeira e Tiago Martins, da Architects+Co., traduz maturidade como liberdade, elegância e identidade. Com 87 m², o espaço integra living, quarto e jantar, evocando sensação de movimento permanente e descoberta. Para seus criadores, trata-se de conjugar experiência e sabedoria por meio de materiais que perduram, contam e, acima de tudo, propagam histórias.

Mármore, madeira maciça, pau-ferro, palha e latão compõem a base sólida, enquanto a paleta de beges, brancos, azuis escuros e off-white reforça a estética atemporal. A iluminação indireta sugere acolhimento, e pontos focais destacam móveis, obras de arte e muxarabis escultóricos, imprimindo ritmo e intensidade ao conjunto da composição.

Suave e sutil, o mobiliário foi escolhido por suas linhas sóbrias e atemporais. O módulo Getz, a poltrona Hobie, a mesa de centro Pandia e a coluna de jantar Sabang integram-se com naturalidade ao espaço. Enquanto a cama Talalla une rusticidade e elegância, adaptando-se a diferentes estilos e traduzindo maturidade como permanência.

Elkis Paisagismo (@elkispaisagismo)

Mais do que um lounge ao ar livre, a “Praça Central”, reelaborada pelos paisagistas Caroline e Gilberto Elkis, é uma experiência sensorial: proporções equilibradas, texturas honestas e materiais naturais — madeira, couro, metal e mármore — compondo um cenário de discreta sofisticação. A paleta em cinza e burgundy reforça a atmosfera essencial, enquanto a iluminação indireta, quente e pontual, destaca volumes e cria o clima intimista.

Poucos móveis, todos de importância singular, interagem com a exuberante vegetação tropical, dando forma a uma proposta versátil, capaz de assumir diversas configurações. Traços contemporâneos e desenho autoral sustentam a ideia de permanência, ao mesmo tempo em que o conforto oferecido pelo mobiliário garante que o espaço seja vivido em plenitude.

Presente em várias edições da mostra, sempre no mesmo espaço, Caroline testemunhou sua evolução ao longo do tempo. Hoje, segundo ela, a Praça Central adquiriu sua maturidade, com consistência e harmonia. “É chegado aquele momento em que tudo parece ter alcançado seu nível máximo de adaptação, revelando toda sua beleza e força”, conclui.

Erika Queiroz (@erikaqueirozarquitetos)

Neste rooftop, projetado pela arquiteta Erika Queiroz, maturidade é importar-se apenas com o essencial. É reconhecer que o tempo é aliado do bom design e que cada escolha deve carregar intenção. Dotado de espaço gourmet e living externo, o ambiente se converte em refúgio: um lugar de conexão, onde lazer, eventos e relacionamentos se entrelaçam com propósito.

Nesse contexto, cada detalhe foi pensado para respeitar o ritmo das pessoas e transformar momentos cotidianos em experiências memoráveis. Materiais naturais, lado a lado, revelam texturas inusitadas, enquanto os tons de verde se mesclam à naturalidade da madeira. Suave e quente, a iluminação preenche o espaço como um gesto delicado, simulando a luz natural e reforçando a sensação de acolhimento.

Selecionado para reforçar essa narrativa de maturidade e permanência, o mobiliário Artefacto ocupa posição central. Entre as peças em destaque, a poltrona Corumbau, com sua concha trançada à mão, é, segundo a arquiteta, o móvel que melhor traduz a essência do projeto, ao revelar a simplicidade de estar junto — a gentileza de receber e a liberdade de celebrar o que realmente importa.

Gláucia Britto (@glauciabrittoarquitetura)

No “Espaço do Bem-Estar”, a arquiteta Gláucia Britto apresenta o seu conceito de maturidade a partir de uma narrativa visual que privilegia o tempo e a pausa. Nele, nada é aleatório: tudo é intencional. Construído em torno de móveis que não apenas ocupam, mas definem o espaço, o ambiente convida ao silêncio e à contemplação. Estar bem, aqui, é estar presente.

Cada peça foi escolhida para sustentar o acolhimento e equilíbrio. A chaise longue Kamari sugere contemplação e descanso. Os bancos Lucero, Manihi e Porter reforçam a versatilidade, enquanto o sofá Moh funciona como convite à permanência. Por fim, o biombo Tangalle acrescenta camadas de introspecção, evocando a ideia de que o verdadeiro luxo é poder se recolher.

Disposto em meio a materiais naturais como limestone e pedra Hitam, o mobiliário ganha papel protagonista. Mais do que um simples SPA, o ambiente se configura como um verdadeiro manifesto sobre viver em plenitude e serenidade, com móveis que não seguem tendências efêmeras, mas se afirmam como peças atemporais, capazes de acompanhar o tempo e a vida.

Jayme Bernardo (@jaymebernardoarquitetos)

Inspirado pela minissérie “O Talentoso Ripley”, ambientada na costa italiana, “Refúgio”, ambiente criado pelo arquiteto Jayme Bernardo, celebra a maturidade como sabedoria: um espaço onde os prazeres de uma boa conversa se encontram com os de uma boa mesa. Mais do que uma área de estar, um lugar concebido para acolher e proporcionar momentos de livre convivência.

Repleto de surpresas, o percurso se inicia em um lounge espaçoso, com vista para jardim interno. A estante Jeri vem a seguir, filtrando a luz natural de forma leve. Em seguida, o módulo Pluma domina a cena, convidando ao relaxamento. Frente a ele, a mesa de jantar Kham, assumindo função de aparador, exibe objetos selecionados a dedo. No espaço anexo, a sala de jantar ganha teto rebaixado em madeira e preenchimento com palha.

A atmosfera é reforçada por materiais naturais: mármore travertino no piso, painéis de madeira e tecidos com texturas ressaltadas, ampliando a sensação de acolhimento. Tonalidades claras reforçam a leveza, enquanto a iluminação suave inspira conversas informais. Quase palpável, a maturidade se revela assim como sabedoria aplicada ao cotidiano.

Juliana Meda (@julianamedaarquiteta)

Para Juliana Meda, seu escritório é mais do que local de trabalho: é espaço de experiências. Um lugar onde a arquiteta se permite celebrar a liberdade de criar, inspirada por suas viagens, família e vivências acumuladas ao longo do tempo. Por isso, deve ser encarado com todo o respeito: atenção ao tempo, às pessoas, aos processos de construção e à concretização dos sonhos.

Coerente com suas reflexões, o projeto nasce de aspectos pessoais que traduzem sua fase atual: a liberdade de transitar entre trabalho e pausa, entre produção e prazer, na companhia da natureza, vista por ela como essencial; o som das águas, o fogo, as múltiplas texturas e a luz compondo uma experiência sensorial completa. O espelho d’água, o teto espelhado, a biblioteca, a cama e a banheira revelam camadas de calma e introspecção.

Entre os móveis, cada escolha foi feita com base na atemporalidade. A mesa de trabalho, formada pelos cavaletes Manuk e pela cadeira Miarin, tem significado especial por representar a finalidade última do espaço. O sofá Nocmii simboliza acolhimento, enquanto o balanço Ipê remete à pausa necessária de cada dia.

Lidia Maciel (@lidiamaciel)

“Matéria do Tempo – Entre a Luz e a Forma” é um ambiente concebido por Lidia Maciel para celebrar a maturidade como permanência e contemplação. Um espaço no qual a beleza acontece no intervalo — naquilo que se percebe antes das palavras — e onde cada gesto simples traduz a arquitetura do tempo. Para a arquiteta, reconhecer o tempo como valor é permitir que a experiência se sobreponha à novidade.

Sintético, o espaço organiza-se como sala de leitura integrada a uma adega e varanda, estabelecendo escala próxima ao corpo e à experiência sensorial. O piso em pedra natural, assentado em malha regular, ancora o conjunto e dita ritmo. Silenciosa, a presença da arte instaura pausas e amplia a percepção, enquanto uma estante iluminada, que invade o teto, revela cheios e vazios com sutileza.

Conectando os diversos setores, o mobiliário organiza-se em núcleos que dialogam entre si. Na adega e convivência, a coluna de jantar Tibau, as cadeiras Male e o carrinho Arugam estruturam encontros íntimos. No estar, as poltronas Batu e Geo compõem um espaço flexível e acolhedor. Enquanto na varanda, as poltronas Kamari reforçam o convite à contemplação.

Maai Arquitetura (@maaiarquitetura)

Com 190 m², o living projetado pela Maai Arquitetura — Monica Pinto, Isabel Veiga e Arnaldo Pinho — nasce da compreensão de que experiência e liberdade criativa caminham juntas, permitindo escolhas conscientes e precisas. Para o estúdio, não se trata de rigidez, mas da confiança de quem entende maturidade como clareza e permanência. O tempo, aqui, não é limite, mas aliado no processo de projetar.

Material símbolo, a pedra Via Capri carrega em sua textura a memória geológica do tempo. Ela dialoga com a paleta de cinzas e grafites dos acabamentos e tapetes, produzindo uma atmosfera silenciosa e atemporal. Desenhadas especialmente para o projeto, jardineiras metálicas abraçam o mobiliário, diluindo limites entre arquitetura e paisagismo e promovendo uma transição harmoniosa entre o construído e a natureza.

Afinado com a proposta, o mobiliário contrapõe materiais resistentes e estética atemporal. Sofás modulares e mesas laterais de apoio ganham significado especial, refletindo uma dinâmica projetual que entende qualquer ambiente como flexível e capaz de se adaptar a diferentes encontros e ritmos.

Marcelo Salum (@marcelosalum)

Em uma autêntica celebração da vida compartilhada, a “Casa de dois homens”, de Marcelo Salum, conceitua maturidade como sinônimo de gentileza. Consciente de que viver ao lado de quem se ama é uma das formas mais bonitas de amadurecer, o arquiteto imprimiu a cada detalhe de seu projeto um significado especial: das cores aos móveis, tudo revela forte vínculo afetivo e autenticidade.

Do colorido sóbrio — azul marinho, azul claro, bege e bordô — à iluminação quente e concentrada, que contorna paredes e janelas cenográficas simulando a luz natural. Das obras de arte, escolhidas a dedo, à seleção criteriosa do mobiliário, pensado para contextualizar uma casa que poderia estar tanto no campo quanto na praia.

Caso da cadeira Stern, do carro chá Semai e do aparador Rio, móveis que sugerem acolhimento e convidam à permanência. Das poltronas Castalla, Dizzy, Mios e Geo, entrelaçadas ao sofá Guili e ao Direc, evocando funcionalidade e memória. E, por fim, dos bancos Tappo e Manihi, peças capazes de agregar ao espaço uma nota a mais de despojamento.

Mariana Maran (@marianammaran)

Mais do que espaço de contemplação, “Essência do Tempo”, ambiente assinado por Mariana Maran, reflete um olhar maduro e seguro, que entende o luxo como qualidade, durabilidade e experiência sensorial. Com 110 m², o projeto integra living e quarto em meio a uma atmosfera serena e sofisticada, traduzindo maturidade como a capacidade de escolher com consciência e serenidade.

Entre os revestimentos, mármore branco, tecidos e papéis de parede compõem a base neutra, reforçando a sensação de clareza e equilíbrio. A iluminação suave e indireta conduz o olhar com calma, valoriza volumes e texturas e cria profundidade sem excessos. Como a própria maturidade, trata-se de um ambiente que não se impõe, mas inspira e revela.

A atemporalidade e a sofisticação discreta guiaram a seleção do mobiliário. Valores esses revelados em peças ícones como o sofá Key Biscayne, a poltrona Lerida, a mesa Pandia e a cômoda Anyer. Mas também nas poltronas Mayu, revestidas com tecidos que carregam significado especial para a arquiteta, por unirem design refinado e memória afetiva.

Paola Ribeiro (@paolaribeiroarqinteriores)

Em “Raízes e Memórias”, ambiente criado por Paola Ribeiro, a maturidade é um estado de espírito que pode ser traduzido por coragem e liberdade. É ousar pintar o teto de preto, aplicar tecidos inesperados, misturar móveis contemporâneos com peças artesanais e ainda assim criar uma base acolhedora.

Texturas inesperadas convidam ao toque: o trançado irregular do rattan, a aspereza suave da palha e o veludo macio dos estofados. A iluminação envolve o ambiente enquanto o verde invade pelas janelas e jardins verticais, convidando a natureza a participar do cotidiano.

Compondo uma narrativa de permanência e autenticidade, o mobiliário Artefacto conduz o olhar. Os módulos Evans estruturam o estar, a coluna de jantar Sabang e as cadeiras Pasu reforçam a autenticidade, enquanto o aparador Rio, a escrivaninha Moya e a moldura Kaimeer completam uma composição que trata de funcionalidade e memória.

Ponto3 Arquitetura (@ponto3arquitetura)

“A-mar” é um living de 40 m² projetado pelo Ponto3 Arquitetura — Gesiel Soares e Raphael Barbosa — que traduz maturidade como permanência e consciência. Inspirado pelo litoral de João Pessoa e pelo pôr do sol da praia do Jacaré, o ambiente integra natureza e cidade, passado e presente.

Para seus criadores, contemplar o mar diariamente é ritual de sabedoria, e o linho, material que envelhece com beleza, simboliza o tempo. Daí a ideia de valorizar o essencial por meio de madeira e pedra, paleta de cores em branco e off-white e iluminação indireta e discreta.

O mobiliário sustenta os conceitos de elegância e simplicidade. Entre os destaques estão o sofá Nouvel em linho, a coluna de jantar Tibau com tampo em cistral, a poltrona Calixto, a mesa de centro Lamai e a cadeira Luang, compondo um conjunto atemporal e acolhedor.

Roberta Zimmermann (@robertapzimmermann)

O “Living do Essencial”, assinado por Roberta Zimmermann, busca abordar a maturidade em sua dimensão mais pura. Inspirado pela leitura de “Um Novo Mundo”, de Eckhart Tolle, o projeto reflete a busca por paz interior e serenidade.

Entre brancos, off-white e cinzas, a paleta quase monocromática reforça a atmosfera de calma almejada. Madeira natural, pedra e linho criam materialidade honesta, remetendo ao eterno e ao essencial, enquanto a luz difusa convida à introspecção.

Móveis como as poltronas Pasar e Monovar traduzem o desejo de repouso e reflexão. A coluna de jantar Pantar e as cadeiras Batar reforçam a ideia de permanência e legado, enquanto a mesa de centro Pandia organiza o espaço com equilíbrio entre forma e função.

SERVIÇO
Mostra Artefacto Beach & Country 2026

📍 Endereço:
Av. Brasil, 1823 – Jardim América
São Paulo – SP

🕒 Horário de funcionamento:
Segunda a sábado, das 10h às 19h

🌐 Site:
www.artefacto.com.br

📲 Instagram:
@artefactobc

🎟 Entrada:
Gratuita

Mostra Artefacto 2026: Patricia Penna aposta em materiais nobres e obras de arte marcantes

Patricia Penna aposta em materiais nobres e obras de arte marcantes em seu espaço na Mostra Artefacto 2026 que reflete sobre maturidade
Na celebração de 50 anos da marca, a profissional projetou um grande estar e jantar integrados, valorizados por elementos longevos e etéreos, como boiserie com marchetaria e pedras naturais, além das obras assinadas por Candido Portinari, Eleonore Koch, Amílcar de Castro e Hércules Barsotti

Neste generoso estar integrado com jantar, de 110m², o visitante mergulha em um projeto sofisticado, com materiais e desenhos atemporais, representados por tecidos, mobiliários levemente orgânicos e objetos cuidadosamente selecionados | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: Massimo Failutti
Comemorar meio século é uma realização inesquecível e serviu de norte para a Mostra Artefacto 2026, de portas abertas a partir de março, com o apropriadíssimo tema Maturidade. Desta vez, o título também ajudou a direcionar a escolha dos nomes de profissionais que foram convidados para projetar os ambientes do showroom, a exemplo de Patricia Penna, do escritório Patricia Penna Arquitetura & Design, que completa sua 17ª participação no evento.

“A palavra que melhor define maturidade para mim é autoconhecimento, pois conforme experienciamos as situações ao longo do tempo, somos levados a nos conhecer melhor e encontrar a maneira que devemos viver para sermos mais felizes”, observa a profissional, que procurou abordar esse conceito através do desenvolvimento de um projeto elegante e, ao mesmo tempo, simples. Living, jantar e o lounge dedicado ao estar projetados por Patricia e sua equipe apresentam, sob uma nova óptica, elementos clássicos e duradouros no décor, que venceram o tempo e se firmaram como pilares que não fenecem com o passar das tendências.

A maturidade bem representada por escolhas atemporais
O projeto é composto por um generoso living, em um dos lados, e, do outro, há os espaços de jantar, bar e lounge de estar – tudo junto responde pelos 110m² dedicados ao conforto e bem-estar. Com layout dinâmico e fluido, a sala de jantar mistura cadeiras e mesa de design moderno em contraponto ao icônico lustre de cristais de rocha, que relembra as décadas 1960 e 1970.

Logo após os dois pilares, com a função de biombos que ancoraram o bar, formado pelo aparador com tampo de pedra retroiluminada, Patricia propôs um lounge circular mais intimista. Com uma estante metálica de nichos iluminados ao fundo, essa área fica envolvida por sofás e poltronas curvas que abraçam quem chega, delicadamente abraçados pelo tapete redondo.

“Totalmente integrados, os ambientes apresentam elementos clássicos e atemporais que refletem bom gosto e longevidade”, revela a profissional que optou também por uma iluminação indireta e mais intimista como estratégia para entregar a atmosfera de acolhimento em todo o espaço.

Em contraposto ao pendente de cristais de rocha, o piso de tauari claro tem a sofisticada paginação escama-de-peixe. A base neutra, proporcionada pelos tons de cinza e chumbo dos demais revestimentos, permite que o tom amadeirado transmita a sensação de amplitude e aconchego do ambiente | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image
Materiais etéreos e longevos
Para Patricia Penna, a maturidade no ambiente pode ser transmitida através dos materiais resistentes, atemporais e duradouros, selecionados de maneira minuciosa para compor o espaço. As boiseries, por exemplo, são de madeira, com marchetaria, já os painéis que dão a forma curva às paredes apresentam interseções metálicas.

Outros elementos também encantam pelo seu impacto visual e sua composição inigualável, como o lustre executado em cristal de rocha, suscitando um peso histórico ímpar para sua composição com pedras de ônix translúcido. O espelho circular na parede lateral da mesa de jantar reflete a luminária, os frisos e as canaletas douradas do teto, resultando em um verdadeiro cenário cinematográfico.

Executada com aplicações de marchetaria, a boiserie rememora um elemento clássico sob um olhar atual. A iluminação valoriza cada detalhe do trabalho. À direita, destaque para a obra de Amílcar de Castro | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image

Surpreendente, a estante vazada de serralheria reúne nicho piso-teto, executado no exótico quartzito “Jungle Stones”. A iluminação indireta assegura a vocação intimista do ambiente, transformando a estante no lugar perfeito para receber peças decorativas e obras de arte | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image

Entre o jantar e o estar circular, o aparador que conta com o tampo executado no “Quartzo Cristallo” retroiluminado, fica suspenso pelos pilares revestidos de papel com textura “croco”. | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Fotos: JP Image
Mobiliário como expressão artística
O mobiliário escolhido para o estar foi pensado para explorar todas as potencialidades do design das peças, apostando, na mesma medida, numa estética marcante e clean. Como essência, todo o setor se torna um recanto convidativo e relaxante. “Somando a qualidade do mobiliário da Artefacto e a iluminação, o ambiente promove ótimas conversas e um estar planejado para ser aproveitado por horas a fio”, exalta Patricia.

A escolha das peças teve como ponto de partida o desenvolvimento de uma linguagem que contasse um pouco da história da trajetória da marca. Assim, a profissional selecionou móveis que são verdadeiros clássicos como o Sofá São Paulo, um modelo reto e atemporal. Peças, como os sofás e poltronas da linha Carrie e as cadeiras de jantar com referências ao movimento art nouveau, também integram a proposta de contar a história do design de interiores através do mobiliário.

Mais do que um espaço de estar, o projeto é uma narrativa de maturidade: um depoimento em três dimensões no qual arquitetura, arte e mobiliário se encontram para afirmar o que é essência e celebrar o autoconhecimento | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Fotos: JP Image

De formato esguio e altura mais baixa, o mobiliário da Artefacto favorece a circulação, enquanto o design orgânico das peças concebe uma constituição que honra o passado e apresenta uma nova roupagem para as curvas | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image
Obras de arte que atravessaram décadas
Para a arquiteta Patricia Penna, seria impossível construir um ambiente que exemplificasse a maturidade sem as obras de arte apresentadas. No seu entendimento, uma curadoria exímia é capaz de contar histórias, reflexões sobre períodos importantes das épocas e a proeza de revelar a proeminência da proeminência da arte como meio de expressão do ser humano.

“Estou muito feliz por contar com uma seleção grandiosa de expoentes brasileiros, entre eles, Candido Portinari, Eleonore Koch, Amílcar de Castro e Hércules Barsotti, que ocupam pontos estratégicos dos espaços para que possam ser admirados numa visualização 360°”, explica ela sobre o posicionamento das obras.

Em cooperação com a Galeria Almeida & Dale, o ambiente também engloba instalações e obras de Marlene Almeida e Amílcar de Castro que, juntamente com os demais artistas, formam uma seleção de obras de peso. Os visitantes também podem apreciar a escultura Mulher Reclinada, de Victor Brecheret, e a obra Tempo da Terra, de Marlene Almeida. “Nosso intuito foi desempenhar uma retrospectiva com expoentes da arte moderna e contemporânea, valorizando o peso cultural de artistas de nosso país”, acrescenta Patricia.

Em dos espaços do living, a obra Retrato de Yolanda Cozzo (1930), de Candido Portinari, rouba a cena. Atrás do sofá curvo da Artefacto, a gallery wall reúne obras de Eleonore Kock e Farnese de Andrade | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Fotos: JP Image

Mostra Artefacto Haddock Lobo 2026
Até novembro de 2026.
Rua Haddock Lobo, 1405, São Paulo
De Segunda-feira a Sexta-feira das 10h às 19h; De Sábado das 10h às 18h
@artefactooficialbrasil
www.artefacto.com.br

Sobre Patricia Penna
No mercado há mais de 25 anos, a arquiteta Patricia Penna é destaque de mostra de decoração no Brasil e no exterior. Com a equipe multidisciplinar que faz parte do escritório Patricia Penna Arquitetura & Design, assina projetos de arquitetura e design de interiores nas áreas residenciais, corporativos e institucionais.
Seu principal objetivo é atender às expectativas de cada cliente, traduzindo seus anseios e concretizando-os. Transitando por estilos variados, trabalha com grande apuro e cuidado ao lado da equipe para atingir um resultado marcado pelo ecletismo e, sobretudo, pela identificação particular de cada cliente com o seu próprio projeto.

Patricia Penna Arquitetura & Design
Alameda Santos, 2326 – São Paulo | (11) 99792-0208

Rua Armando D’Oliveira Cobra, 50 – São José dos Campos | (12) 3209-9785
www.patriciapenna.arq.br
@patricia_penna_arquitetura

Tchaggo inaugura exposição “Morada” no SFCO 179

A casa como extensão do corpo e o cotidiano como herança afetiva. Este é o ponto de partida da exposição Morada, do artista visual Tchaggo, que será aberta no dia 06 de março, sexta-feira, às 19 horas, no Espaço de Eventos São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Na ocasião serão apresentadas 10 obras nas técnicas de acrílica sobre tela. Com paleta vibrante e formas sintéticas, o artista constrói cenas que transitam entre o íntimo e o coletivo, convidando o público a reconhecer nesses ambientes algo que também os habita: lembranças, afetos e experiências compartilhadas. A mostra tem entrada franca e pode ser visitada de terça a sábado, das 14 às 20 horas, e aos domingos das 14 às 18h, até o dia 06 de abril.
A mostra propõe um mergulho sensível em cenas do dia a dia, transformando gestos simples e hábitos comuns em imagens que evocam memória, permanência e pertencimento. O artista explica que nas obras os espaços domésticos surgem como organismos vivos. “Mais do que arquitetura, o que me interessa são os encontros, as presenças e as marcas deixadas pelo tempo”, explica. Para ele, corpo, casa e costume se entrelaçam em composições que dialogam com referências da pintura moderna brasileira e com a observação atenta do cotidiano brasileiro. “Morada convida o público a habitar esses espaços pictóricos e a revisitar, por meio da arte, aquilo que permanece dentro e fora de casa”, conceitualiza o artista.
Tchaggo é artista visual brasileiro com atuação em pintura e ilustração. Sua produção parte da observação sensível do cotidiano, desenvolvendo narrativas ligadas ao corpo, à identidade e aos gestos simples da vida diária. Com forte influência da arte moderna brasileira, o artista utiliza cores intensas, formas geométricas e personagens recorrentes para construir composições simbólicas. As mãos — grandes, expressivas e, por vezes, desproporcionais — aparecem como elementos centrais, representando emoção, ação e conexão humana.
Sua paleta valoriza especialmente os tons de pele negra, afirmando um posicionamento estético e político em relação à representação racial. Em suas obras, memória, afeto e cultura popular se encontram, criando imagens que estabelecem pontes entre o simbólico e o real, o íntimo e o coletivo.

Serviço: Morada. Exposição individual do artista plástico Tchaggo. Abertura sexta-feira, dia 06 de março, às 19 horas, no Espaço de Eventos São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Visitação: de terça a domingo, das 14 às 20h (domingo até às 18h).
Site: https://sfco179.com.br/
Instagram: @sfco179
Entrada gratuita.
Classificação indicativa: Livre.

Sobre o SFCO 179
O SFCO 179 é um espaço cultural localizado no coração do centro histórico de Curitiba. O projeto nasceu da revitalização de um imóvel centenário da Rua São Francisco e abriga hoje o 179 EVNTS, área destinada à realização de eventos artísticos, culturais e sociais. O local já foi sede de uma ferraria, dos Correios e, por muitos anos, do ateliê do artista Ricardo Tod. Hoje, renasce como plataforma para novas histórias e criações.

Crédito fotográfico: DV Art/Divulgação

Parque Estadual de Vila Velha receberá obras de arte ao ar livre, numa realização do Museu Oscar Niemeyer

O “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre”, projeto que rompeu os limites físicos do Museu Oscar Niemeyer (MON) ao levar obras de arte aos jardins, vai agora ainda mais longe. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Paraná, o Parque Estadual de Vila Velha receberá obras de arte inéditas, numa parceria com o Museu.

A iniciativa do “MON sem Paredes – Vila Velha” é do Governo do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável, da Soul Parques e do Museu Oscar Niemeyer.

O “MON sem Paredes – Vila Velha” tem curadoria de Marc Pottier e conceito de Fernando Canalli. Os artistas participantes são: Gustavo Utrabo, Tom Lisboa, Kulykirida Menihaku, Sonia Dias, Denise Milan e Alexandre Vogler. A inauguração será no dia no dia 25 de fevereiro, às 15h.

“Levar obras de arte para o Parque Estadual de Vila Velha por meio do ‘MON sem Paredes’ é ampliar o acesso à cultura e integrar arte, patrimônio natural e território. Essa iniciativa é exemplo do compromisso do Governo do Paraná em descentralizar as políticas culturais e garantir que a arte esteja presente em diferentes espaços do Estado”, afirma Luciana Casagrande Pereira, secretária de Estado da Cultura.

“Com esta realização, o MON inaugura um novo capítulo de sua história, utilizando toda a sua expertise para alcançar públicos e espaços ainda mais novos, disseminando arte”, diz a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

Inaugurado em 2024, o projeto “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre” rompeu o limite físico das paredes do Museu e abraçou a população. A iniciativa se transformou num convite permanente com obras de arte interativas na área externa, fazendo com que o público se inspire e sinta-se instigado a entrar no MON.

“O projeto, agora em uma nova fase, em consonância com o objetivo do governo estadual de disseminar arte e cultura a todo o Paraná, leva até o Parque Vila Velha uma inédita intervenção artística em parceria com o Museu”, informa Juliana.

“Quando levamos obras de arte até onde está a população, além de sensibilizarmos o grande público, que talvez não tenha o hábito de entrar num museu, oferecemos um ambiente de pausa, de desaceleração, de reconexão interior”, diz. “Entendemos que cada vez mais a arte ajuda na saúde”.

Juliana comenta que profissionais de saúde têm prescrito visitas a museus e que pesquisas em psicologia, arteterapia e estudos culturais mostram que visitar museus reduz estresse, estimula emoções positivas e promove bem-estar. “Além de fortalecer a identidade e o sentido de pertencimento, a arte permite conexões com cultura, memória e narrativas coletivas, elementos fundamentais para o bem-estar psicológico”, cita.

Parque Vila Velha
O Parque Estadual de Vila Velha é um paraíso ecológico e uma das mais importantes unidades de conservação ambiental do Brasil. Além de uma rica história, repleta de curiosidades, conta com uma composição natural única no mundo, com as trilhas dos arenitos, formações rochosas milenares.

O curador, Marc Pottier, explica que o local também tem muitas lendas. “Antigamente era chamada de Itacueretaba, ou ‘cidade extinta de pedras’, segundo os apiabas que ali moravam”, diz. Ele também destaca que algumas rochas têm formas singulares, como taça, esfinge, bota, tartaruga, cabeça de índio, garrafa, camelo e proa de navio. “Entre essas falésias históricas e as formas curiosas que elas encerram, encontram-se temas únicos de reflexão para artistas contemporâneos”, comenta.

“O Museu Oscar Niemeyer, por meio do ‘MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre’ (que tem como objetivo convidar artistas para criar obras site specific nos jardins do Museu) chamou um grupo de artistas para criar um diálogo com esse universo tão especial, dando, assim, suas interpretações sobre a singularidade do lugar”, afirma o curador.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

SOBRE O PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA
Localizado em Ponta Grossa-PR, a apenas uma hora de Curitiba, o Parque Estadual de Vila Velha é o primeiro parque estadual criado no Paraná, em 1953, e atualmente é uma concessão do Governo do Estado do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, à Soul Vila Velha, uma empresa do Grupo Soul Parques.
As bilheterias funcionam até as 15 horas. O parque indica a chegada ainda pela manhã, para que os visitantes possam conhecer seus atrativos – Trilha Arenitos Unimed, Furnas e Lagoa Dourada – se deliciar com as diversas opções gastronômicas e ainda aproveitar as atrações de aventura – Tirolesa, Arvorismo e Cicloturismo.

Mais informações: https://parquevilavelha.com.br/

Serviço
“MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre – Vila Velha”
Inauguração: 25/2, 15h
Parque Estadual de Vila Velha

Rodovia BR-376, Km 515, Jardim Vila Velha, Ponta Grossa - PR

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Gramarcal marca presença na Expo Revestir 2026 com portfólio de rochas exclusivas

Referência no mercado de mármores e granitos, a Gramarcal Granitos e Mármores confirma sua participação na Expo Revestir 2026, o maior e mais importante evento de revestimentos da América Latina.

Esta será a sétima vez que a empresa participa da feira, reconhecida internacionalmente como uma das três principais do setor, reunindo profissionais em busca das mais recentes tendências, inovações e soluções em arquitetura e design.

A Expo Revestir acontece entre os dias 11 e 13 de março, no Pavilhão São Paulo Expo, em São Paulo, e o estande da Gramarcal apresentará um portfólio que valoriza a origem, a autenticidade e a excelência de suas rochas naturais.

Entre os destaques, a empresa leva ao evento produtos extraídos de suas próprias pedreiras no Paraná, reforçando o controle de qualidade e a exclusividade dos materiais. São eles: Granito Prata Boreal, Granito Damasco, Granito Verde Tunas, Mármore Paraná Olympus e Mármore Paraná Olympus Crystal.

Além das rochas de produção própria, a Gramarcal também apresentará dois materiais de grande relevância para o mercado: o Mármore Paraná Milano Macchiato e o lançamento Mármore Paraná Calacatta Viola, que promete chamar a atenção por sua estética diferenciada e identidade marcante.

Nesta edição, a Gramarcal conta ainda com a parceria do arquiteto Rômulo Pegoretti, nome de destaque no cenário nacional e internacional das rochas naturais. Reconhecido por levar a identidade dos estandes brasileiros para importantes feiras internacionais, o profissional assina projetos que valorizam não apenas a estética e a funcionalidade, mas também o poder energético das rochas ornamentais na composição dos ambientes.

Durante todos os dias, uma equipe especializada estará à disposição no estande para apresentar os produtos, esclarecer dúvidas e auxiliar os profissionais na escolha das pedras ideais para seus projetos.

Segundo o diretor da Gramarcal, Filipe Ravera, a participação na Expo Revestir é uma oportunidade relevante de conexão com o mercado. "Estar presente em um evento da relevância da Revestir reforça nosso posicionamento no mercado e nos aproxima, ainda mais, dos profissionais que valorizam qualidade, procedência e inovação. Trata-se de um espaço fundamental para apresentar nossos produtos e fortalecer relacionamentos", destaca.

A Gramarcal convida arquitetos, designers, construtores e demais profissionais do setor a conhecerem de perto o seu estande e descobrirem as possibilidades das rochas naturais que unem tecnologia e design.

Para mais informações entre em contato pelo whatsapp (41) 99219-9570 ou visite o estande K86 durante o evento.

Sobre a Gramarcal Granitos e Mármores

Com 40 anos de história, a Gramarcal construiu uma trajetória sólida no mercado de pedras naturais, unindo tradição, inovação e excelência. Empresa paranaense, atende desde grandes construtoras até o consumidor final e é hoje a maior distribuidora de mármores e granitos do Sul do Brasil. Presente em três estados brasileiros (Paraná, Espírito Santo e Santa Catarina) e com duas filiais nos Estados Unidos (Georgia e Carolina do Sul), a empresa oferece um portfólio completo de mármores nacionais e importados, granitos, quartzitos, quartzos, cristais, ônix e lâminas porcelânicas, sempre com alto padrão de qualidade e cuidado em cada detalhe.

Serviço

Gramarcal Granitos e Mármores

Endereço da sede: R. Fortunato Taverna, 40, Jardim Palmital - Colombo (PR)

Telefone: (41) 3605-6700

Site: gramarcal.com.br

Instagram: @gramarcal

Feira Casa Design 2026 pela primeira vez em Campo Largo

Evento reúne indústrias de móveis, decoração e design no City Center Outlet Premium, com entrada e estacionamento gratuitos

A Feira Casa Design chega pela primeira vez ao Paraná de 5 a 8 de março, ocupando o City Center Outlet Premium, em Campo Largo.

A proposta inovadora é conectar arquitetos, profissionais do setor e o público geral a fabricantes e indústrias de alto padrão em móveis, decoração, paisagismo, lifestyle e design de interiores.

Diferente de feiras tradicionais de vendas, o evento prioriza uma experiência imersiva, com workshops e oficinas práticas que transformam a visita em fonte de inspiração para a renovação da casa.

A maioria dos expositores são fábricas e indústrias especializadas em produtos premium, oferecendo peças exclusivas e serviços de alto padrão para quem busca personalizar ambientes com as últimas tendências.

O City Center Outlet Premium foi escolhido estrategicamente por ser um dos maiores outlets do país, atendendo Curitiba e mais de 30 municípios da região metropolitana.

Os organizadores estimam cerca de 40 mil visitantes nos quatro dias. “Queremos transformar a visita em uma jornada inspiradora, onde as pessoas não só compram, mas vivenciam tendências e ideias criativas”, afirma Larissa Sieradzki, uma das organizadoras do evento.

A iniciativa reforça Campo Largo como polo emergente de design e inovação no Sul do Brasil, atraindo famílias, decoradores e entusiastas do setor.

Serviço:
Data: 5 a 8 de março de 2026.
Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 22h; sábado e domingo, das 10h às 22h.
Local: City Center Outlet Premium, Campo Largo (PR).
Entrada: Gratuita.
Estacionamento: Gratuito.
Mais informações: @feiracasadesign
Crédito da foto: Imagem gerada por IA (Canva)

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE EXPOSIÇÃO INÉDITA DE EDER SANTOS

A programação oferece ao público visitas guiadas, oficina, videoinstalações e videoesculturas

Foto da obra Call Waiting Crédito: Eder Santos

A CAIXA Cultural Curitiba recebe a partir de 10 de fevereiro, às 18h, a exposição A imagem não serve, primeira mostra individual do artista multimídia Eder Santos na capital paranaense. Com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho, a exposição reúne 14 videoinstalações e videoesculturas produzidas entre 1993 e 2026, incluindo a obra inédita Ouragualamalma, criada especialmente para a temporada. Eder Santos traz ao público um panorama de mais de quatro décadas de experimentações com imagem, corpo e tecnologia.

O espaço oferece ao visitante uma experiência imersiva que desloca a imagem do campo da representação para o da presença. As obras incorporam ruídos, falhas, vibrações e distorções, revelando um uso da tecnologia que tensiona a linearidade e desafia a passividade do olhar. Estruturas como camas, gaiolas, ambientes imersivos e esculturas com dispositivos eletrônicos transformam o espaço expositivo em um campo sensorial, no qual o corpo do espectador é convocado a atravessar e habitar as imagens.

“A obra de Eder Santos nos convida a retirar as lentes com as quais aprendemos a ver um mundo cada vez mais domesticado, para acessar aquilo que escapa, que não se deixa capturar ou estabilizar”, comenta o curador Luiz Gustavo Carvalho.

No dia 10 de fevereiro, às 18h, acontece uma palestra com o artista e com o curador, seguida da abertura da exposição às 19h. Durante o período expositivo, o público poderá participar de visitas guiadas conduzidas pelos dois. Elas acontecem nos dias 11 de fevereiro, às 15h, 24 de março às 17h e 25 de março às 11h.

Já no dia 24 de março, às 15h, a CAIXA Cultural Curitiba intensifica a programação com uma oficinadedicada ao universo de Eder Santos. Na sequência, às 17h, ocorre mais uma visita guiada e, às 18h30, a exibição do longa‑metragem Girassol Vermelho, dirigido pelo artista. O dia se encerra com o lançamento do catálogo da exposição e sessão de autógrafos com a presença de Eder Santos e do curador.

Sobre o artista

Nascido em Belo Horizonte (MG), Eder Santos é referência na videoarte brasileira e integra coleções institucionais como o MoMA (Nova York), o Centre Pompidou (Paris), o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de ter participado de bienais e festivais no Brasil e no exterior. Sua trajetória também inclui uma premiada produção no cinema, com curtas, longas e séries para televisão.

Serviço: [Exposição]
A imagem não serve – Eder Santos
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Horário de visitação: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Período expositivo: 11 de fevereiro a 10 de maio
Entrada: franca
Classificação: 12 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba​

Exposição “CORES & FORMAS BRASILEIRAS”

A arte brasileira cada vez mais valorizada, se destaca por sua rica expressão cultural, refletindo características de nacionalidade por meio de cores vibrantes, criações originais e identidade forte. Essa diversidade artística abrange desde a representação da natureza, da cultura local até as múltiplas facetas da arte contemporânea.
Nesse contexto, a APAP/PR, com o apoio da Fundação Cultural de Curitiba e do Museu Municipal de Arte (MuMA) apresenta a Exposição "CORES & FORMAS BRASILEIRAS", sob a curadoria de Ariane Labre, a mostra reúne uma coleção de obras em diversas mídias, incluindo pintura, desenho, mosaico, escultura e fotografia, compondo um conjunto com muita brasilidade e a visão aprofundada da pluralidade da produção artística paranaense.
Com 30 artistas classificados e o total de 56 obras, a exposição proporciona uma oportunidade única de vivenciar o momento atual da arte contemporânea em Curitiba.

Francisco Borges Laranjal
CAJUS E GRAVIOLAS
Técnica: Acrílica sobre tela
Dimensão: 140x100cm
Ano de Produção: 2020

Lígia Barros
MENINA TERENA
Técnica: Óleo sobre tela
Dimensão: 50x50cm
Ano de Produção: 2025

Georgiana Vidal
NATUREZA EM CORES II
Técnica: Óleo sobre tela
Dimensão: 80x80cm
Ano de Produção: 2024

Museu Municipal de Arte - MuMA
Avenida República Argentina, 3430, Portão
Abertura : 17 de janeiro de 2026
Duração: de 17 de janeiro a 8 de março de 2026
Horários para visitação: de terça à domingo das 10:00–19:00h
(segunda-feira Fechado)

Lista dos artistas participantes:

Ana Isis RibasAnibal AndrausAriane LabreAurélio PelusoCarla RuschmannHelenioKrisgrafClaudia BCristina BeltramiDébora LingDenise RaaschEnzo LabreErcy Arias ZendimFrancisco Borges LaranjalGeorgiana VidalGiovana CorreiaJoseli BezerraJulio LofJusbrancoKatia VeloLetícia MelaraLígia BarrosMaria BadoMarinice CostaMarli ThomazMônica C. MartinsMoreiraOleskijrRosangela Kusma GasparinWilson Isfer
Artista Convidado:Osmar Carboni

Mármore Paraná Olympus da Gramarcal dá requinte ao living da Mostra Artefacto Curitiba 2025

Na Mostra Artefacto Curitiba 2025, o trio formado por Jacy, Cymara e Camila Ebrahim, do escritório Ebrahim Arquitetura, apresenta um living que traduz a arte como linguagem de identidade e presença. O ambiente foi concebido como um refúgio contemporâneo, onde arte, design e natureza se entrelaçam para transformar o morar em uma experiência sensorial e afetiva.

O projeto conta ainda com um espaço gourmet funcional, pensado para receber eventos, integrando sofisticação e praticidade em um mesmo conceito. O mobiliário é riquíssimo em detalhes, revelando o cuidado estético e a valorização dos materiais em cada elemento do ambiente.

A mesa e a bancada da ilha, ambas em Mármore Paraná Olympus, da Gramarcal, se destacam pela imponência e refinamento, integrando-se ao conjunto com elegância e naturalidade. Extraído diretamente de pedreiras localizadas no Paraná, o material revela um fundo branco e veios cinzas marcantes, que adicionam requinte e nobreza a diferentes aplicações.

A bancada, com seus detalhes em curvas, transforma-se em um verdadeiro ponto focal do espaço, evocando a ideia de uma obra de arte funcional — em total sintonia com o tema da Mostra Artefacto 2025, “Viver com Arte”. O mármore também foi aplicado de forma inovadora na marcenaria, com gavetas totalmente revestidas em pedra, reforçando o caráter artesanal e escultural do projeto.

Nesse ambiente o Mármore Paraná Olympus surge não apenas como um material, mas como símbolo de elegância e beleza natural brasileira, refletindo o conceito central do projeto: viver com arte, com sofisticação e identidade.

A Mostra Artefacto Curitiba está localizada na Rua Comendador Araújo, 672, no Batel.

Sobre a Gramarcal Granitos e Mármores

Completando 40 anos de história, a Gramarcal, uma empresa paranaense, atende desde grandes construtoras até o consumidor final, e tornou-se a maior distribuidora de mármores e granitos do sul do Brasil. Presente em três estados brasileiros (Paraná, Espírito Santo e Santa Catarina) e com duas filiais nos Estados Unidos (Georgia e Carolina do Sul), a empresa conta com estoques de mármores importados, nacionais, granitos, quartzitos, quartzos, cristais, ônix e lâminas porcelânicas, desenvolvidos por meio de um rígido processo que proporciona o mais alto padrão de qualidade aos produtos.

Serviço

Gramarcal Granitos e Mármores

Endereço da sede: R. Fortunato Taverna, 40, Jardim Palmital - Colombo (PR)

Telefone: (41) 3605-6700

Site: gramarcal.com.br

Instagram: @gramarcal