A TRANSIÇÃO

Em íntima conexão com processos de distintas naturezas, a artista Lizete Zem realiza composições nas quais se manifestam as passagens, cujo sentido inerente vincula-se à relação entre o passado e o presente, mas também pode apontar para o atemporal.
O elemento primordial que descreve tanto seu processo quanto seu conjunto de obras consiste, portanto, na TRANSIÇÃO, que acontece por meio de diferentes aspectos.
Num primeiro sentido, transição possui caráter amplo e conceitual. Refere-se, mais precisamente, à mudança poética da obra como um todo, e muito bem marcada pelas peças de cerâmica expostas nessa mostra de 2022, no Museu Guido Viaro.
Nessas peças estão contidos resquícios de reflexões anteriores sobre os orgânicos, que trazem, em essência, as concepções de estrutura e base consistente, vinculadas à natureza corpórea e simbolizadas por formas ósseas, tons de vermelhos terrosos ou sanguíneos, assim como, pela terra propriamente dita. Agora, rompidas com quaisquer bases sólidas, as peças sugerem-se em conjunto como uma estrutura flexível e, por conseguinte, passível de ser modificada.
Mobilidade tal que surge com muita força nas pinturas mais recentes, inaugurando o trabalho pictórico com as velaturas. Em consonância com a atmosfera sutil, ao invés da terra, a base que se apresenta no chão, abaixo das composições pictóricas, consiste na esvoaçante areia, sugerindo a ideia de vínculos entre matérias mais delicadas.
Pinturas que manifestam, portanto, outros tipos de transições, diretamente evidenciadas nas relações sensíveis. Durante o processo de composição, a artista, em conexão sensível com sua obra, observa as vivas transformações cromáticas e formais ocorrentes durante a secagem da tinta a óleo, que, assim como a observação das mutações dos fenômenos da natureza, são capazes de transformá-la intimamente.
Quando finalizadas, as composições pictóricas, cada qual a sua maneira, oferecem ao espectador a possibilidade de perceber as variadas perspectivas e formas produzidas pelas passagens entre os campos cromáticos e transparentes, e, portanto, de conduzir simultaneamente quem as bem observa ao encontro com atmosferas delicadas e espaços transcendentes, como espécies de labirintos, portais, etc.
Enfim, na presença imediata do que há de mais sutilmente sensível e, por que não dizer, naturalmente mágico, indagamo-nos se seria possível algo mais nos surpreender nesta exposição: “Pergunte ao vento”...

Ana Carolina Mondini é Dr.ª em Filosofia e Crítica de Arte – Curitiba, 2022

Inauguração da exposição “Insólitos” no MAC-PR

Inaugurou na noite desta quarta-feira, 4 de maio, a exposição “Insólitos” no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), em Curitiba. A abertura contou com presenças da Superintendente-geral da Cultura do Paraná, Luciana Casagrande, da idealizadora do projeto, Malu Meyer, da diretora do MAC-PR, Ana Rocha, da curadoria Pollyanna Quintella, do artista expositor Tony Camargo e do público apreciador de arte contemporânea. A mostra, que segue até 31 de julho, marca o início do Clube de Colecionadores do MAC-PR e a primeira ação da Associação de Amigos do MAC (AAMAC). “Insólitos” reúne obras de cinco artistas convidados: Daniel Acosta, Mano Penalva, Maya Weishof, Tony Camargo e Washington Silvera que trazem a temática do incomum, o anormal, o que não é habitual, o infrequente e o raro. Também estão em exposição outras importantes obras de António Manuel, Cybele Varela, Henrique Fuhro, Pietrina Checcacci, Vera Chaves Barcellos, Solange Escosteguy e Ubi Bava, do acervo do museu.
No dia 10 de maio (terça-feira) será feito o lançamento do Clube de Colecionadores do MAC-PR na SOMA Galeria, dirigida por Malu Meyer, a partir das 19h. O endereço é Av. 7 de Setembro, 5708, Curitiba.
Mais informações sobre “Insólitos”: www.mac.pr.gov.br.
Fotos: Maringas Maciel

Legendas das Fotos:
01
Malu Meyer (ao centro, idealizadora do projeto Insólitos) e Pedro Amin (foto Maringas Maciel)

02
Pollyanna Quintella (Curadora), Ana Rocha (Diretora do MAC-PR), Tony Camargo (artista expositor) e Luciana Casagrande (Superintendente-geral de Cultura) (foto Maringas Maciel)

03
Ana Rocha (Diretora do MAC-PR), Pollyanna Quintella (Curadora) e Luciana Casagrande (Superintendente-geral de Cultura) (foto Maringas Maciel)

04
Pollyanna Quintella (curadora) com Vilma Slomp (artista) (foto Maringas Maciel)

05
Tony Camargo (artista expositor) (foto Maringas Maciel)

06
Luciana Casagrande (Superintendente-geral de Cultura) e Karina Amadori Insólitos 05 - Tony Camargo (artista expositor) (foto Maringas Maciel)

07
Ana Rocha com Tuca Nissel e Fabiane Queiroz (ambas da Ybakatu Galeria de Arte) (foto Maringas Maciel)

08
Os artistas Hugo Mendes (esq.) e Tony Camargo (foto Maringas Maciel)

09
Ale Mazzarolo (artista) com Milena Kovalczuk (foto Maringas Maciel)

10
Maurício Pinheiro Lima com Karina Amadori (foto Maringas Maciel)

MOSTRA PÔR DO SOL ENCERRA NESTE FIM DE SEMANA COM ESPETÁCULO DA SÚBITA COMPANHIA DE TEATRO

O Arquipélago será apresentado dias 15 e 16 de abril (sexta e sábado), no Campo das Artes.

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Foto: Elenize Dezgeniski

A sexta e última semana da Mostra Pôr do Sol, evento que marca a abertura oficial do Campo das Artes, projeto de vida do ator paranaense Luís Melo, traz ao palco “O Arquipélago”, da Súbita Companhia de Teatro, trabalho solo do ator Pablito Kucarz, com direção de Maíra Lour. As apresentações serão dias 15 e 16 de abril (sexta e sábado), às 20h.

O solo indicado em duas categorias para o Prêmio Troféu Gralha Azul 2019: ator e direção, tem tom suave e uma narrativa com ares de fábula pessoal ao lançar mãos de metáforas poderosas: a família que é um arquipélago, juntos porém separados pela água salgada; o garoto mariposa, agredido por ser diferente dos outros garotos; a pedra lançada como um projétil que ao invés de ferir prefere dançar. O espetáculo trata de temas como: preconceito, bullying, machismo e violência.

Outro trabalho da companhia apresentado na Mostra foi o solo da atriz Janaína Matter, “Mulher, como se chama?”, também com direção de Maíra Lour.

“Estes trabalhos que estamos trazendo para a Mostra estrearam em 2019 e fazem parte do repertório da companhia. Participaram de circulações e festivais pelo país, porém tiveram suas trajetórias interrompidas por conta da pandemia. Hoje, as temáticas abordadas nos trabalhos, se potencializam a partir do que o trauma coletivo recente nos revelou sobre nós e o modo que nossa sociedade se construiu ao longo de tanto tempo”, conta a diretora.

A Súbita completa este ano 15 anos de trajetória, nasceu do encontro de artistas que desejam fazer arte de um ponto de vista coletivo, autoral e contemporâneo. Dedica-se a investigar o teatro explorando as potências do corpo, a criação de novas dramaturgias, as possibilidades de transposição da literatura para a cena e modos de criação colaborativa.

“A arte é um movimento político. Uma mostra que congrega grupos em um coletivo maior é um movimento que reafirma a importância da arte e das ações culturais na experiência coletiva em sociedade. Curitiba e o estado do Paraná ganham com o Campo das Artes um novo espaço que, em sua ousadia de descentralização do movimento artístico da capital, promove o encontro entre arte, arquitetura, natureza e comunidade”, destaca Maíra.

A Mostra Pôr do Sol foi idealizada e produzida pelo Campo das Artes e conta com coprodução do ator e diretor Marcio Juliano e Cia Ilimitada, de Curitiba.

Ainda na programação:

MOSTRA PÔR DO SOL VIRTUAL

Local: Canal Campo das Artes no Youtube

https://www.youtube.com/channel/UCAVR2jOa08eYZ46p31YuzLw

Horário: 20h

Datas:

19 de abril

Manaós – Trupe Ave Lola (Duração: 80min)

20 de abril

Noël.doc – Marcio Juliano e Cia ilimitada (Duração: 53min)

21 de abril

Aqui - Súbita Companhia de Teatro (Duração: 60min)

Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

SERVIÇO:

MOSTRA PÔR DO SOL - 11 de março a 16 de abril

Espetáculo: O Arquipélago (Súbita Companhia de Teatro)

Data: 15 e 16 de abril

Horário: 20h

Local: Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR)

Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383

Email: contato@campodasartes.com.br

Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site: https://www.campodasartes.com.br/

Capacidade: 100 pessoas por apresentação

Duração: 40 minutos

Classificação Indicativa: 14 anos

FICHA TÉCNICA

Direção: Maíra Lour; Dramaturgia e Atuação: Pablito Kucarz; Trilha original e operação de som: Alvaro Antonio; Iluminação: Beto Bruel; Cenário: Guenia Lemos; Figurino: Val Salles; Operação de luz: Lucri Reggiani; Interlocução artística: Ligia Souza Oliveira; Orientação dramatúrgica: Camila Bauer; Treinamento de voz: Babaya; Assessoria em canto: Paola Pagnosi; Colaboração em movimento: Ane Adade; Direção de Produção: Gilmar Kaminski; Realização: Súbita Companhia de Teatro; Produção: Flutua Produções

SAIBA MAIS:

https://www.campodasartes.com.br/

https://www.instagram.com/_campodasartes/

Facebook: @campodasartesbrasil

CONTATOS:

Produção

Marcio Juliano

marciojulianocontato@gmail.com

41 99902 5147

Laura Tezza

lauraproducaoavelola@gmail.com

41 99995 8383

Mídias Digitais

Jamilssa Melo

jamilssa@arvorealta.net

92 98161 1848

Curitiba sediará a 5ª Mostra de Modelismo Ferroviário

Após uma ausência de dois anos, por conta da pandemia, evento acontecerá em 30 de abril e 1º de maio, na estação rodoferroviária da cidade, e terá entrada franca
A 5ª Mostra de Modelismo Ferroviário de Curitiba acontecerá em 30 de abril e 1º de maio, na estação rodoferroviária da cidade, localizada na avenida Presidente Affonso Camargo, 330, terá entrada franca e reunirá amantes deste hobby de várias cidades da região. Tanto no sábado quanto no domingo, o horário será das 9h30 às 17h30. A realização desta quinta edição acontece após um hiato de dois anos, por conta da pandemia, e também tem o objetivo de prestar uma homenagem ao Dia do Ferroviário, comemorado em 30 de abril.

O evento é organizado pela Associação Paranaense de Ferromodelismo e Memória Ferroviária (APFMF), com apoio da Serra Verde Express e da Frateschi, única fabricante da América Latina de trens elétricos em miniaturas e réplicas de composições reais, situada em Ribeirão Preto, no interior paulista.

De acordo com Mário César de Oliveira, presidente da APFMF, já estava na hora de a população do estado receber novamente este encontro. “Depois de dois anos sem ele, decidimos que era o momento de voltarmos, agora com a situação um pouco melhor em relação à pandemia, mas é claro que seguiremos todos os protocolos de segurança de prevenção à covid-19”, afirma.

Ainda segundo Oliveira, o evento deste ano é especial, pois comemorará os 15 anos da APFMF, os 25 anos da Serra Verde Express e os 55 anos da Frateschi Trens Elétricos, por meio de uma exposição fotográfica e jogos infantis com o tema ferrovia. “Haverá atividades para todos os públicos, dos 8 aos 80 anos. O ferromodelismo, ou modelismo ferroviário, é a porta de entrada a um mundo cheio de expectativas e realizações. Mostras, encontros, convenções e shows de ferromodelismo são uma ótima desculpa para viajar e conhecer novos lugares e pessoas, além de passeios de trem por lugares exóticos e fantásticos”, diz Oliveira. Além de maquetes e dioramas, haverá exposição de fotos, recreação infantil e minipasseios de trem, feitos pelas litorinas no pátio de manobra da estação rodoferroviária, ao custo de R$ 30,00. Também será possível realizar um passeio de Curitiba a Morretes na composição de passageiros da Serra Verde Express.

“Neste ano várias possibilidades se desenharam para que o movimento de preservação promovido pela APFMF desse um passo importante para que a nossa visão de futuro e metas de curto e longo prazos possam ser alcançadas. A realização das Mostras de Modelismo Ferroviário de Curitiba vem consolidar os esforços de divulgação da necessidade da preservação do patrimônio histórico ferroviário no Paraná, permitindo contato com um público muito interessado no viés da ferrovia. Este encontro nos fez rever conceitos e necessidades na forma de abordar o tema da preservação da memória, nos obrigando a pensar um pouco além dos trilhos ferroviários que nos cercam”, conclui Oliveira.

O ferromodelismo é um dos hobbies mais antigos do mundo, e sua origem remonta ao período em que o transporte ferroviário foi adotado massivamente. As primeiras miniaturas de trens foram fabricadas por volta de 1830, por artesãos alemães. De lá para cá, muita coisa mudou, principalmente no Brasil, onde o transporte de passageiros pelas ferrovias deixou de acontecer, com exceção dos passeios turísticos. Mesmo assim, a paixão de algumas pessoas por este hobby se intensificou.

“O ferromodelismo é uma mistura de entretenimento, baseado em modelos de escala, e arte, pois os amantes deste hobby ficam fascinados quando começam a construir suas maquetes, fazer toda a parte de decoração e cenário e projetar as construções. É preciso ter capacidade de observação para se construir uma maquete, pois todo esse trabalho de reprodução do mundo real é totalmente artesanal”, comenta Lucas Frateschi, diretor da Frateschi Trens Elétricos. As pessoas pensam que o transporte ferroviário morreu, mas ele está vivo e em expansão. A ferrovia é de valor estratégico imprescindível para um país como o Brasil, e este crescimento ajuda a fomentar ainda a mais a paixão que muitos brasileiros têm pelos trens, sendo que muitos passam o hobby do ferromodelismo para as futuras gerações”, finaliza Lucas.

Serviço
5ª Mostra de Modelismo Ferroviário de Curitiba
Data: 30 de abril e 1º de maio
Horário: 9h30 às 17h30
Local: Estação Rodoferroviária de Curitiba, (Avenida Presidente Affonso Camargo, 330, Bloco Ferroviário, bairro do Rebouças)
Informações: (41) 99226-2220

Arte Viva! Viva a Arte!

Versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de Tony Kushner é uma das atrações da Mostra Lucia Camargo, da 30ª edição do Festival de Curitiba

Considerada por muitos estudiosos como um dos textos teatrais mais importantes dos últimos 50 anos, Angels In América é um díptico escrito por Tony Kushner no início dos anos 1990. Composto de “O Milênio se Aproxima (parte 1)” e “Perestroika (parte 2)” e jamais montado integralmente no Brasil*, o texto recebeu os principais prêmios da dramaturgia americana, incluídos aí os prestigiados Tony Award, Drama Desk Award e Pulitzer Prize. É com este espetáculo que a Armazém Cia.de Teatro retorna ao Festival de Curitiba para a edição que celebra 30 anos do evento.
Angels fará duas apresentações dentro da Mostra Lúcia Camargo, no dia 9 a partir das 21h e no dia 10 de abril partir das 19h, no Guairinha. As duas partes da montagem serão apresentadas em sequência, com intervalo de 30 minutos entre elas. Os ingressos para cada parte deve ser adquirido separadamente e quem comprar os passes para as duas partes terá desconto no valor total do pacote, que sairá por R$120,00 (R$60,00)
Os ingressos estão à venda pelo site oficial www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria do evento, localizada no Shopping Mueller (Piso L2).
ANGELS IN AMERICA se passa na década de 1980, em Nova York, durante a chamada “Era Reagan” e quando a AIDS assola a cidade como uma espécie de epidemia. Mas Nova York aqui pode ser qualquer um desses lugares densamente povoados, onde é fácil pensar que a pessoa ao seu lado no metrô ou no elevador, ou mesmo na cama, pode estar do outro lado do mundo. Há uma pressa, uma urgência, nesse ir e vir constante da grande cidade que parece não permitir o tempo estendido de se conectar ao outro. Mas, apesar e por conta disso, as personagens arrebatadas de Tony Kushner – cheias de dor, medo e uma frágil esperança – tentam fazer contato dentro deste abismo.
“É um épico teatral em duas partes. É uma peça especial, um mergulho no final do século XX, mas que revela uma atualidade esmagadora. É uma obra que reflete sobre o mundo ocidental, religiões, política, relações afetivas, sexo, medo da morte, covardia, crueldade, História. Há um sentido de devastação se alastrando por toda a peça. Mas o resultado cênico é um movimento constante, personagens se fazendo vivos por estarem em movimento”, comenta o diretor Paulo de Moraes. “Embora haja um cheiro de realidade permanente, a nossa montagem não é nada realista. Usamos um espaço nu, aberto. E pairando sobre o espaço, um grande teto branco, uma espécie de asa geométrica, como um anjo pairando sobre a História. Fora isso, usamos pouquíssimos elementos, para que os corpos dos atores sejam determinantes pra narrativa e a imaginação do público seja cúmplice e finalizadora do acontecimento estético”, conclui Moraes. O espetáculo contém cenas de nudez.
Sobre a ARMAZÉM - Com mais de 30 prêmios nacionais no currículo, a companhia também foi premiada duas vezes no Festival Fringe de Edimburgo (na Escócia), com o prestigiado Fringe First Award (2013 e 2014) e no Festival Off de Avignon (na França), com o Coup de Couer de la Presse d’Avignon (2014). A Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, em Londrina, em meio à efervescência cultural vivida pela cidade paranaense na década de 80 - de onde saíram nomes importantes no teatro, na música e na poesia. Liderados pelo diretor Paulo de Moraes, o senso de ousadia daqueles jovens buscando seu lugar no palco impregnaria para sempre os passos do grupo: a necessidade de selar um jogo com o seu espectador, a imersão num mundo paralelo, recriado sobretudo pela ação do corpo, da palavra, do tempo e do espaço. Com sede no Rio de Janeiro desde 1998, a companhia tem mais de 30 anos de formação. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas e formais (que se refletem na utilização do espaço, na construção da cenografia, ou nas técnicas utilizadas pelos atores para conviver com o risco de encenar em cima de um telhado, atravessando uma fina trave de madeira ou imersos na água), a questão determinante para a companhia segue sendo a arte do ator.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.
Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA:
Autor: Tony Kushner Direção: Paulo de Moraes Tradução: Maurício Arruda Mendonça
Iluminação: Maneco Quinderé Cenografia: Paulo de Moraes e Carla Berri
Figurinos: Carol Lobato Música Original: Ricco Viana Projeção Cênica: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca Diretor de Movimento: Paulo Mantuano Fotografia: Mauro Kury e Nityam
Designer Gráfico: Daniel de Jesus Diretor Técnico: Hugo da Matta Performance de Bateria: Rick De La Torre Assistente de Figurino: Amanda Rubelsperger Assistente de Cenografia: Samanta Toledo Costura e Alfaiataria: Ateliê das Meninas e Alex Leal Cenotécnicos: Marco Souza e Zé Maranhão Técnico de Montagem: José Djavan Costa Consultoria Ídiche e Hebraico: Sonia Kramer Assistente de Produção: Malu Selonk Produção Executiva: Isabel Pacheco Direção de Produção: Patrícia Selonk Produção: Armazém Companhia de Teatro

Elenco: Felipe Bustamante (Louis Ironson), Isabel Pacheco (Anjo), Jopa Moraes (Prior Walter)
Lisa Eiras (Harper Pitt), Patrícia Selonk (Hannah Pitt + Ethel Rosemberg), Ricardo Martins (Joe Pitt). Sergio Machado (Roy Cohn) Zéza (Belize + Sr. Mentira)

Serviço:
O que: ANGELS IN AMERICA no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 09 de abril a partir das 21h e 10 de abril a partir das 19h.
Onde: Guairinha (XV de Novembro, 971)
Valores: R$ 80,00 (inteira). Combo (parte 1 + parte 2): R$120,00 (R$60)
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 16 anos (Contém cenas de nudez)
Duração: 300 (140’ parte 1 e 160’ parte 2)

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

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“Viva arte! Arte Viva!”

A rua será palco da 30.° Festival de Curitiba. De 1° a 9 de abril, a Mostra Festival na Rua transformará os espaços públicos e mudará a rotina da capital paranaense, levando a arte para vários pontos da cidade, tudo totalmente gratuito. É a arte ao alcance de todos.

A Mostra Festival na Rua terá cerca de 60 companhias locais, 11 espaços e um total de 130 apresentações. A novidade é que nesta edição quatro espaços terão estrutura de palco, com iluminação e sonorização. São eles: Ruínas São Francisco, Praça Santos Andrade, Centro Cultural do Boqueirão e Praça Rui Barbosa. A programação ainda conta com outros seis espaços preparados para receber apresentações: Calçadão e Parque de São José dos Pinhais, Praça da Bíblia - em Araucária -, Largo da Ordem, Centro Pop Plinio Tourinho, Parque Barigui e Boca Maldita.

“O Festival na Rua busca a democratização da cultura, pois não há cobrança de ingressos e acomodamos maior número de pessoas de maneira acessível a todas as classes sociais”, explica a coordenadora da mostra, Carol Scabora.

O Festival na Rua terá a participação de companhias locais, com o objetivo de estimular a economia criativa na região, por meio da contratação de artistas e fornecedores do município. A produtora Iara Elliz destaca a importância do evento para fomentar a cultura. “O conceito é ser democrático e buscamos dar espaço ao maior número de companhias possível. O festival abriga companhias profissionais com mais de 10 anos atuando, bem como grupos mais novos”.

O evento envolverá mais de 400 artistas e conta com cerca de 50 pessoas na organização. Um grande incentivo à cultura e valorização dos profissionais ligados ao setor. E para que tudo isso seja possível, o Festival montou uma grande estrutura. Cada espaço tem um produtor - responsável por manter a programação e o cumprimento dos horários -, e equipe técnica com assistente, maquinista, técnico de luz e técnico de som, além da equipe de logística e seguranças.

Atrações – Entre os espetáculos há peças e artistas vencedores dos principais prêmios do teatro e destaques da cultura nacional. É o caso do espetáculo de estreia “Roberta, uma Ópera Rock”, que tem na direção artística Nena Inoue, vencedora do Prêmio Shell, e composição e direção musical do maestro Alessandro Sangiorgi. A estreia está marcada para o dia 1° de abril, às 19h30, na Praça Santos Andrade. Ao todo, serão sete apresentações gratuitas ao ar livre até o dia 9, na Praça Santos Andrade e também no Centro Cultural Boqueirão.

O espetáculo retrata a trajetória de um grupo de jovens que, na década de 80, circula pelas ruas da cidade em busca de respostas para seus dilemas. A tragédia contemporânea funde as linguagens da Ópera Clássica e do Rock and Roll para falar de amor e do uso de drogas na juventude. A diretora artística comenta sobre a trama: “Este espetáculo fala sobre o uso de drogas na juventude e suas consequências. Estão presentes os desencantos da vida, o amor como saída, o tempo, a noite, a morte. E situa onde esses jovens estão, o porquê estão, o que querem e o que conseguem… ou não”, afirma Nena.

Outra peça premiada presente na Mostra Festival de Rua é “Hi, Breasil!”, ganhadora do Gralha Azul, que estreia no dia 2 de abril, às 17h, na Boca Maldita e terá outras duas apresentações: dia 3, na Praça Santos Andrade, às 14h30, e dia 9, no Parque Barigui, às 18h.

“Hi Breasil” é a terra de um professor, uma mãe, uma atriz, uma jovem e um peixe que, por medo de ser fisgado, nada. É uma terra construída que fricciona o real com o ficcional, o presente e passado e eclode em momentos de realidades poéticas.

Tradição no Festival – A programação contempla ainda companhias que têm tradição em se apresentar no Festival de Curitiba. É o caso da Cia. Máscaras de Teatro, comandada pelo ator e dramaturgo João Luiz Fiani. O grupo participa do Festival de Curitiba desde 1998. De acordo com Fiani o teatro na rua é a essência mais pura das artes cênicas. “O Festival, ao levar o teatro para rua, está elevando o nível do festival a um momento único, de aproximação popular. É uma energia verdadeira e sincera. Um renascimento para celebrar o momento de retorno à normalidade. Celebrar o teatro e a vida!”.

A Cia Máscaras de Teatro apresentará, nos dias 5 e 6, às 16h, nas Ruínas São Francisco, o musical para crianças “A Cigarra e a Formiga”, levando ao palco a magia da clássica história de Esopo, autor da Grécia Antiga. Uma das fábulas mais famosas da literatura mundial numa montagem cheia de magia e encantamento, ela fala sobre uma cigarra preguiçosa e uma formiga esforçada, comparando as suas posturas sobre o trabalho e o futuro.

Quem também é presença frequente no Festival de Curitiba é o Teatro Rodrigo D’Oliveira, que este ano levará a peça “Tintino, o espetáculo continua...” nos dias 8 e 9 de abril, nas Ruínas São Francisco. “O Festival de Teatro de Curitiba sempre foi o pontapé inicial das temporadas do ano nos teatros de Curitiba. E agora pode ser também o ponta pé inicial da retomada do teatro presencial”, afirma o diretor do teatro, Rodrigo D’Oliveira.

A peça conta a vida do palhaço Tintino, da infância à velhice, até o dia de sua partida. Ele, que ao longo dos anos colore a vida de outras pessoas, ao envelhecer é esquecido. Quando chega o dia de ir embora e quando tudo parecia triste, o reencontro com a plateia no lado de lá o enche de luz.

Desafios para adaptação – Se na rua está a essência do teatro, o desafio é redobrado. A maior parte das cerca de 60 peças presentes na mostra foi concebida para palco, o que requer diversos cuidados para adaptá-las para a rua. Algumas foram feitas para exibição na internet, em razão da pandemia, e agora ganham montagem especial na rua.

“Adaptar uma peça para a rua exige muito do artista e produtores. No nosso caso, foi desafiador porque é um espetáculo criado com muitos detalhes para dar a ideia de uma passagem da vida física para vida espiritual. Mas nem sempre precisamos de grandes palcos e produções para tocar as pessoas. Acredito que será uma boa experiência fazer Tintino ao ar livre”, comenta Rodrigo D’Oliveira.

Acessibilidade – A acessibilidade também estará presente na Mostra Festival na Rua. Com audiodescrição, o festival conta com as seguintes peças: “Tupi Pererê” (dias 02 e 03/04, às11h, na Praça Santos Andrade); “Negro não Nego” (no dia 7, às 16h, no dia 8, às 12h e no dia 09, às 20h, nas Ruínas São Francisco); “Pitombas do amor” (no dia 7, às 18h30 e no dia 8, às 12h30, no Palco Boca Maldita e Praça General Osório);

Já na lista de espetáculos com acessibilidade em libras temos: “Bamberê”, nos dias 08 e 09/04, às14h30, na Praça Santos Andrade); “Aqui é minha casa” (nos dias 7,8 e 9, às 19h30, na Praça Santos Andrade); “Fandango” (dias 2 e 3, às 15h, no Palco Boca Maldita - Praça General Osório); “Fome” (no dia 6, às 16h30 e 19h30, na Praça Santos Andrade).

O espetáculo “Astrocirco” terá tanto libras quanto audiodescrição (no dia 4, às 10h e às 14h, no Parque Cachoeira).

Programação Completa – A programação completa da Mostra Festival na Rua, com os horários e locais de todas as cerca de 60 peças, pode ser acessada através do site https://festivaldecuritiba.com.br

A Mostra Festival na Rua é apresentada por Uninter, Junto Seguros, Banco CNH Industrial e Bosch, com patrocínio de Vivo, Instituto Cultural Vale e Da Magrinha 100% Integral, Copel e Governo do Estado do Paraná.

Lista dos Espaços com endereço:

Espaços com estrutura de palco

- Largo da Ordem (Rua Cel. Enéas, S/N – São Francisco)
- Praça Rui Barbosa (Rua André de Barros, S/N – Centro)
- Praça Santos Andrade (Travessa Alfredo Bufren, S/N – Centro)
- Centro Cultural de Boqueirão (Rua José Guercheski, 281)
- Calçadão de São José dos Pinhais (Rua XV de Novembro – Centro)
- Centro Pop Plínio Tourinho (Rua Engenheiro Rebouças, 845 – Jardim Botânico)
- Praça da Bíblia (Rua Nossa Senhora dos Remédios - Fazenda Velha, Araucária
- Praça General Osório (Rua Voluntários da Pátria, S/N – Centro)
- Praça João Candido (Rua Jaime Reis, S/N – Centro)

Serviço:
O que: Mostra Festival na Rua | 30.º Festival de Curitiba
Quando: De 1º/04 a 9/04 de 2022.
Espetáculos Gratuitos
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #viva #vivaofestival #festival30anos

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Parlapatões voltam ao Festival de Curitiba parareviver três grandes sucessos

Grupo paulistano de humor já encenou 9 peças em oito
edições diferentes do Festival

O grupo Parlapatões surgiu em São Paulo, no ano de 1991, como um grupo de teatro de rua, que trabalhava com humor e linguagem circense e passava o chapéu no final dos espetáculos. No ano seguinte, o Festival de Curitiba foi criado por jovens estudantes para movimentar a estagnada cena cultural da cidade. Desde então, os dois projetos cresceram e apareceram e suas trajetórias se cruzaram muitas vezes.

A primeira delas foi em 1997, quando houve a estreia nacional de Piolim, no Festival de Curitiba. Na mesma edição, os Parlapatões apresentaram a peça de rua U Fabuliô. No ano seguinte, o espetáculo PPP@WllmShkspr.br estreou com grande sucesso de público e crítica no Festival e seguiu uma importante carreira nacional.

Em 2003, outra estreia: As Nuvens. Três anos depois, a trupe trouxe dois novos espetáculos Hércules e Prego na Testa. Em 2009 foi montado Oceano – Circo Roda, em 2010, O Papa e a Bruxa e a última passagem pelo Festival foi com o grandioso espetáculo Parlapatões Revistam Angeli.

Ao todo, os Parlapatões encenaram nove peças com quatro estreias nacionais em oito edições diferentes do Festival de Curitiba. “O grupo estreou muitas peças no Festival e nosso trabalho sempre foi muito bem recebido. O festival sempre serviu como um impulso muito grande para que nossos espetáculos começassem temporadas Brasil afora”, disse Hugo Possolo, um dos fundadores do grupo.

Possolo lembra que ouvia dos colegas mais experientes que o público de Curitiba era “duro e difícil para comédia”, mas que hoje tem a impressão contrária. “Para gente nunca foi duro e difícil. Ou a gente acertou muito, ou quem sabe temos uma empatia, uma relação forte com a cidade e há uma reciprocidade na conexão”, disse.

Quando a direção do Festival disse que queria fazer um uma edição comemorativa de 30 anos com de remontagens de grandes sucessos de festivais anteriores, a ideia soou muito bem para os Parlapatões. “Somos um grupo que mantém repertório. Essas três peças, cada uma a seu jeito, foram fáceis de retomar”.

Em 2022, os Parlapatões retornam ao palco do 30º Festival de Curitiba com uma trilogia de grandes sucessos para comemorar as três décadas de parceria. Todas as montagens serão no Sesc da Esquina e são parte da Mostra Lúcia Camargo.

Prego na Testa - A primeira peça é Prego na Testa, espetáculo solo de Hugo Possolo baseado na obra e performance do ator e dramaturgo americano Eric Bogosian. O texto expõe ao ridículo a neurose urbana que Possolo soube adaptar às circunstâncias da realidade brasileira ao viver 7 personagens de características bem diferentes como o mendigo que se considera dono de um vagão de metrô, o emergente apaixonado pela nova churrasqueira, o fã chato, o macho que participa de um grupo de autoajuda para fazer uma meia culpa por ser viciado em sua própria virilidade, entre outros.

Prego na Testa será encenado nos dois primeiros dias do Festival, 29 e 30 de março.

Shakespeare “abreviado” - Nos dias 31 de março e 01 de abril, o grupo apresenta PPP@wllmshkspr.br, a versão brasileira de The Complet Works of William Shakespeare (Abridged), do americano Adam Long, que também é ator e participou da montagem original.

O “Shakespeare abreviado” dos Parlapatões é um clássico instantâneo que estreou no Festival de Curitiba. A peça é uma sátira agilmente estruturada que compila a obra completa de William Shakespeare em 99 minutos, encenada por três atores que se dividem em 12 personagens. A tradução é de Barbara Heliodora, crítica de teatro e a principal tradutora de Shakespeare no Brasil. A peça foi dirigida por Emílio Di Biasi, o ator e diretor falecido em 2020, fundador do grupo teatral Decisão e um grande garimpeiro de talentos do teatro.

Universo Angeli - A trilogia dos Parlapatões fecha nos dias 2 e 3 de abril, quando o grupo retoma um de seus maiores projetos: a ampla pesquisa sobre a obra do cartunista Angeli. A peça Parlapatões Revistam Angeli rola em clima de Teatro de Revista, ao som do rock’n roll, com os personagens mais conhecidos do cartunista como Bob Cuspe, Rê Bordosa, Os Skrotinhos e Meia-Oito dando vida a situações criadas nas tiras, charges e textos de Angeli.

A peça estreou no Festival de Curitiba de 2013 com a presença do próprio Angeli e fez grandes temporadas no Auditório Ibirapuera e temporada no Espaço Parlapatões, com grande sucesso de público.

Três espetáculos testados, aprovados e imperdíveis para celebrar a simbiose entre Os Parlapatões e o Festival de Curitiba. “Estamos felizes de estar em Curitiba novamente e finalmente nos apresentando para um público. Vai ser uma lavada de alma, uma retomada”.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA: PPP@ WllmShkspr.Br
Texto: Adam Long
Direção: Emílio Di Biasi
Tradução: Barbara Heliodora
Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto e Alexandre Bamba
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos

FICHA TÉCNICA: Parlapatões Revistam Angeli
Textos: Angeli e Hugo Possolo
Roteiro e Direção: Hugo Possolo
Direção Musical: Branco Mello
Elenco: Raul Barretto, Camila Turim, Hugo Possolo, Rodrigo Mangal, Tadeu Pinheiro
Contrarregra e figurante principal: Rodrigo Belladona
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos
Espetáculo com audiodescrição

FICHA TÉCNICA: – Prego na Testa
Texto: Eric Bogosian
Adaptação e Direção: Aimar Labaki
Atuação: Hugo Possolo
Assistente de Direção: Carlos Baldin
Cenário: Ulisses Cohn
Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: Wagner Freire
Sonoplastia: Aimar Labaki
Edição da Trilha Sonora: Aline Meyer
Direção de Produção: Raul Barretto
Produção Executiva: Erika Horn
Assistência de Produção e Comunicação: Janayna Oliveira

Serviço:
O que: Prego na Testa – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 29 e 30 de março às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 60’

Serviço:
O que: PPP@wllmshkspr.br – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 31 de março e 01 de abril às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração:90’

Serviço:
O que: Parlapatões Revistam Angeli no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 02 de abril as 21h e 03 de abril às 19h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 80’
Espetáculo com audiodescrição

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“O Náufrago” transpõe para o teatro a obra de um dos maiores autores da língua alemã no século XX

A peça será apresentada no Teatro Zé Maria dos Santos e faz parte
da Mostra Lúcia Camargo dentro do 30º Festival de Curitiba

O drama “O Náufrago”, uma transposição para o teatro da obra homônima do escritor alemão Thomas Bernhard, é uma das atrações do 30.º Festival de Curitiba. A peça, que será encenada nos dias 06 (quarta-feira) e 07 (quinta-feira) de abril, às 21h, no Teatro da Reitoria, faz parte da Mostra Lúcia Camargo.

A versão teatral foi criada pelo diretor William Pereira e o elenco é composto pelos atores Luciano Chirolli e Romis Ferreira. Em uma prosa convulsiva e exasperada, a história narra a relação de três exímios estudantes de piano. Na trama, o músico Glenn Gould apresenta para os dois colegas, uma interpretação de “Variações Goldberg”, do compositor alemão Johann Sebastian Bach. A partir daí, o impacto da genialidade de Gould nos outros pianistas constrói toda a narrativa da peça.

Lançado em 1996 no Brasil pela editora Companhia das Letras, o livro “O Náufrago” foi um enorme sucesso de vendas. Tanto que, dez anos depois, a obra ganhou uma segunda edição que está esgotada, pois se tornou o trabalho mais conhecido de Thomas Bernhard.

Os ingressos estão à venda pelo site oficial www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria do evento, localizada no Shopping Mueller (Piso L2).

Sobre a encenação – O grande desafio na transposição de uma obra literária para o ambiente das artes cênicas é criar um aspecto de teatralidade. Essa abordagem é necessária para que o espetáculo não se transforme somente em uma leitura dramática protagonizada pela atuação de um ator que narra os fatos. No livro "O Náufrago", essa narrativa é feita por um único personagem, mas, no espetáculo, ela é realizada por dois atores: o protagonista/narrador (Luciano Chirolli) e Wertheimer (Romis Ferreira), o personagem que é citado durante toda a obra e é um alter-ego, uma sombra daquele que conta a história e está sempre em um segundo plano.

Na peça, Wertheimer fica posicionado atrás de uma tela transparente, sobre os destroços de um piano de cauda que surge e desaparece como em um grande corte cinematográfico. Em cena, William propõe dois planos: memória e tempo presente, que vão se fundindo ao longo do espetáculo, fazendo com que os limites entre lembrança e realidade se rompam. “Eu trabalhei para que a densidade do texto fique emoldurada por uma dramaticidade visceral. Sinto como se, em vez de dirigir, eu estivesse regendo. Inclusive, eu pedi aos atores que chegassem no primeiro dia de ensaio com os textos completamente decorados para que eu pudesse reger as pausas, o ritmo, os volumes e os tempos, já que o grande foco nessa peça é a palavra, o texto”, explica o diretor.

A trilha sonora do espetáculo é o terceiro personagem e cria um contraponto entre a genialidade da execução de Glenn Gould e a interpretação medíocre de Wertheimer em seus últimos dias.

A relação de amizade de Chirolli e William foi extremamente importante no resultado final da montagem, pois eles se conhecem desde a década de 80, quando estudavam na Universidade de São Paulo (USP). A conexão pessoal da dupla se reflete na peça, afinal, tanto o talento quanto a experiência dos dois foram essenciais para a construção do espetáculo. “Enquanto estávamos na faculdade, eu dirigi muitas obras nas quais ele atuava e sempre quis voltar a trabalhar com esse excelente ator. ‘Náufrago’ é a oportunidade perfeita. O Romis Ferreira também empresta seu talento e vasta experiência nos palcos, o que contribuirá bastante para a encenação,” diz William.

“O Náufrago” conta com figurinos e cenário assinados pelo diretor William Pereira e luz de Caetano Vilela, que desenvolve parcerias artísticas com o diretor há mais de 20 anos. A direção de produção é de Leopoldo de Leo Jr., parceiro de William desde 2001. Os dois, ao lado do dramaturgo e diretor Newton Moreno, também são sócios na LNW Produções Artísticas desde 2009.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland e Governo do Estado do Paraná, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba.

Ficha Técnica:
Tradução: Sérgio Tellaroli
Adaptação, Encenação e Direção: William Pereira
Elenco: O narrador: Luciano Chirolli. Wertheimer: Romis Ferreira
Cenários e Figurinos: William Pereira
Iluminação: Caetano Vilela
Direção de Cena: Henrique Pina
Ensaiadora: Lígia Pereira
Construção Cenográfica e Adereços: Giorgia Massetani e Alício Silva
Fotos e Vídeo: Marcos Frutig/João Maria
Programação Visual: Giuliano Almeida Ziviani
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Mobiliário: City Design
Operador de Luz: Guilherme Soares
Técnica de Som: Janice Rodrigues
Contrarregra e Maquinista: Popó
Técnico de Gravação: João Henrique Baracho
Piano de Wertheimer: Désirèe Brissac
Produção Executiva: Rafaela Penteado
Assistente de Produção: Adriana Florence
Direção de Produção: Leopoldo De Léo Jr.
Produção: LNW Produções Artísticas Ltda

Serviço:
O que: “O Náufrago” no 30.º Festival de Curitiba.
Quando: 6/04 (quarta-feira) e 7/04 (quinta-feira), às 21h.
Onde: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1.299 - Centro).
Valores: R$ 80,00 (inteira) + Taxa de Serviço e R$ 40,00 (meia-entrada) + Taxa de Serviço.
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Gênero: Drama
Classificação: 14 anos.
Duração: 80’.

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TRUPE AVE LOLA ABRE A MOSTRA PÔR DO SOL, EVENTO QUE INAUGURA O CAMPO DAS ARTES, PROJETO DO ATOR LUÍS MELO

A Mostra abre dia 11 de março (sexta) com o espetáculo Manaós. A entrada é gratuita.

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foto: Maringas Maciel

O universo fantástico do espetáculo Manaós – Uma saga de luz e sombra, da Trupe Ave Lola, de Curitiba, vai abrir na próxima sexta, dia 11 de março, às 20h, a Mostra Pôr do Sol, evento que inaugura oficialmente o Campo das Artes, projeto de vida do consagrado ator paranaense Luís Melo. O espaço vem sendo construído desde 2008, em São Luiz do Purunã, no município de Balsa Nova, localizado a cerca de 40 km de Curitiba, no Paraná.
A Mostra, que irá durar até 16 de abril, reúne seis trabalhos de três companhias de teatro de Curitiba: Trupe Ave Lola, Cia Ilimitada e Súbita Companhia de Teatro.
“O Campo das Artes nasce com o potencial de unir, de criar pontes entre artistas do Brasil e de fora. Além de valorizar ainda mais o Paraná, trata-se, sem dúvida, de um espaço internacional que representa não só a arte daqui, mas do mundo todo”, comenta Ana Rosa Tezza, diretora da Trupe Ave Lola.
Além do premiado trabalho Manaós, que será apresentado dias 11 e 12 de março, às 20h, a Ave Lola também irá apresentar “O Malefício da Mariposa”, dias 18 e 19 de março, também às 20h.
“Estamos honrados em inaugurar este espaço que será aberto pela primeira vez ao público. Temos o privilégio de participar deste momento histórico com dois espetáculos do nosso repertório que temos muito carinho. A Mostra Pôr do Sol, no Campo das Artes, é importante não só para o nosso estado, mas para o Brasil, pois toda vez que um espaço cultural é aberto, o país todo enriquece”, declara a diretora.
“O público vai se encantar com o Campo das Artes, uma arquitetura magistral em meio a uma beleza natural de tirar o fôlego. Espero que o espetáculo Manaós contribua para esse momento de exclamação que o público, com certeza, viverá”, comemora.
Todos os eventos são gratuitos, mas é preciso fazer reservar antecipada dos ingressos pelo site www.campodasartes.com.br . Confira lá a programação completa da Mostra.
O espaço conta com estacionamento próprio e gratuito. Para quem preferir ir de ônibus, a produção irá colocar à disposição do público, nos dias das apresentações, um ônibus exclusivo e gratuito saindo da Praça Santos Andrade (em frente ao Teatro Guaíra), às 17h, com retorno saindo do Campo, às 22h. Lembrando que todos os protocolos de segurança contra o Covid-19 serão respeitados.
A Mostra Pôr do Sol foi idealizada e produzida pelo Campo das Artes e conta com coprodução do ator e diretor Marcio Juliano e Cia Ilimitada. O evento integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba – edição 2022, que terá início oficialmente dia 29 de março.

Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

MANAÓS – uma saga de luz e sombra
O espetáculo teatral “Manaós - Uma Saga de Luz e Sombra” dá continuidade à pesquisa poética da Trupe Ave Lola, levando à cena um universo fantástico. A história acontece na época áurea do ciclo da borracha, em Manaus de 1911. Três mulheres de povos distintos, trazidas pelo destino, encontram-se e são desafiadas a enfrentar os medos e as ameaças de uma dura realidade. A obra teve como disparadores o conto “Pequena-abelha, a irmã de Árvore-alta”, da escritora acreana Jamilssa Melo, e a obra do renomado cineasta Hayao Miyazaki.
A trilha sonora da obra é executada ao vivo pelos músicos Breno Monte Serrat e Arthur de Lima Jaime, sob a direção do músico francês Jean Jacques Lemêtre, artista do Theatre Du Soleil.

Sobre a Trupe Ave Lola
A Ave Lola Espaço de Criação é um local onde artistas inquietos sonham e trabalham juntos por um fazer artístico poético e humano inserido no seu tempo histórico. Nos últimos 11 anos, a Trupe montou espetáculos que se destacaram na cena brasileira, tais quais: O Malefício da Mariposa (2012), Tchekhov (2013), Nuon (2016), Manaós - Uma Saga de Luz e Sombra (2019) e a sua mais recente obra Cão Vadio (2021).
As peças da companhia foram premiadas e indicadas a importantes prêmios do Paraná e do Brasil, tais como Gralha Azul, Shell, Cesgranrio entre outros.

Ficha Técnica
Texto e direção: Ana Rosa Genari Tezza
Direção Musical: Jean Jacques Lemêtre
Dramaturgia: A Trupe
Assistente de direção: Giovana de Liz
Elenco: Ailén Roberto, Ana Rosa Genari Tezza, Caro Hampf, Cesar Matheus, Eduardo Giacomini, Helena Tezza, Regina Bastos
Músicos: Arthur Jaime, Breno Monte Serrat
Iluminação: Beto Bruel e Rodrigo Ziolkowski
Figurino: Eduardo Giacomini
Assistente de figurino: Helena Tezza
Estampas no figurino e cenário: Sandra Hiromoto
Plástica do Personagem: Maria Adélia e Trupe
Cenografia e adereços de cenário: Fernando Marés
Adereços de cena: Eduardo Santos
Produção: Dara van Doorn, Laura Tezza e Carlos Becker
Comunicação: Jamilssa Melo e Larissa de Lima
Produção: Entremundos
Realização: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas LTDA.

SERVIÇO:
MOSTRA PÔR DO SOL - 11 de março a 16 de abril
Abertura: Espetáculo Manaós (Trupe Ave Lola)
Data: 11 de março
Horário: 20h
Local: Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR)
Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383
Email: contato@campodasartes.com.br
Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site: https://www.campodasartes.com.br/
Capacidade: 70 pessoas por apresentação
Duração: 1h20
Classificação Indicativa: 10 anos
Teaser:https://youtu.be/AKmU5wD8gAk

SAIBA MAIS:
https://www.campodasartes.com.br/
https://www.instagram.com/_campodasartes/
Facebook: @campodasartesbrasil

Quarto 19 traz para o 30º Festival de Curitiba o drama de uma mulher e mãe em busca da liberdade

Quarto 19 traz para o 30º Festival de Curitiba o drama de uma mulher e mãe em busca da liberdade

Monólogo com Amanda Lyra é baseado no conto To Room Nineteen, da escritora britânica Doris Lessing, prêmio Nobel de Literatura em 2007

O 30º Festival de Curitiba apresenta em duas noites, 5 e 6 de abril, no SESC da Esquina, o espetáculo Quarto 19, trabalho solo de Amanda Lyra construído a partir do conto No Quarto Dezenove (To Room Nineteen), da escritora britânica Doris Lessing (1919-2013), prêmio Nobel de Literatura em 2007. A direção é de Leonardo Moreira, dramaturgo e diretor da Companhia Hiato, de São Paulo, e integra a Mostra Lúcia Camargo.

Quarto 19 conta a história de uma mulher de classe média que vive o que se conhece como uma vida perfeita: tem um marido bonito e amoroso, três lindos filhos, uma bela casa e estabilidade material. Após anos sem trabalhar fora por escolha própria, para se dedicar à criação dos filhos, ela espera o momento em que o mais novo entrará para a escola, quando finalmente voltará a ter algum tempo para si. Mas quando isso acontece, ela não encontra dentro de si a liberdade que buscava. Numa tentativa de se livrar da irritação doméstica e do intenso ritmo familiar, ela decide alugar um quarto de hotel no centro da cidade, o quarto 19.

“To Room Nineteen ” foi publicado pela primeira vez em 1963 e a peça estreou em 2017. É doloroso perceber a universalidade e a temporalidade desse texto. Perceber que estamos nos debatendo com mesmas questões tantos anos depois, com o movimento feminista já em sua quarta vaga. Mas Quarto 19 vai além de um retrato da condição da mulher, o conto questiona o ideal de felicidade da família burguesa, o modelo social racional e inteligente que soterra nossa sensibilidade, nossa selvageria”, explica Amanda, indicada ao prêmio Shell de melhor atriz em 2017 por “Quarto 19”.

Segundo a atriz, a personagem do conto está consciente de que é prisioneira de alguma coisa maior e, em seu discernimento embotado, passa a acreditar que está doente. Mas o mal que a aflige está também – e talvez principalmente – no âmago da sociedade, e não só em algum lugar escondido das anomalias individuais. A personagem vive assim a luta silenciosa de muitas outras mulheres.

O cenário e a luz de Marisa Bentivegna criam um espaço limpo e claro, que traz somente uma parede ao fundo, um carpete e uma poltrona. Na cena predominam os tons de verde. O figurino, realista, é de uma mulher comum, e suas cores dialogam com o tom geral da montagem. É por meio do trabalho da atriz que todos os espaços são desenhados: a casa da família, o jardim, o quarto 19.

Quarto 19 é um dos espetáculos da Mostra Lúcia Camargo que conta com recurso de audiodescrição e é apresentado por EBANX, Paraná Banco, New Holland e Governo do Estado do Paraná, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

Ficha técnica:

Idealização, Tradução e Atuação: Amanda Lyra. Direção: Leonardo Moreira. Cenário e Iluminação: Marisa Bentivegna. Figurino: Amanda Lyra. Criação de Som: Miguel Caldas. Técnico de Luz: Pedro Cameron. Preparação Corporal: Tarina Quelho. Fotos: Cris Lyra Direção de Produção: Aura Cunha.

Serviço:

O que: Quarto 19 no 30º Festival de Curitiba
Quando: 5 e 6 de abril, às 21h.
Onde: SESC da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969 – Mercês).
Valores: R$ 80 (inteira) R$ 40 (meia entrada) + taxa administrativa
Gênero: Drama
Classificação: 16 anos
Duração: 80’
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Espetáculo conta com audiodescrição

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

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Mostra Artefacto 2022: Patrícia Penna cria oásis urbano, que convida ao bem-viver

Trabalhando o uso do espaço de uma maneira essencial com elementos criativos, a arquiteta marca sua 13ª participação na mostra com um projeto de mais de 180 m²

Arquiteta Patrícia Penna | Foto: Cleiby Trevisan
Reunindo ambientes assinados por grandes nomes da arquitetura nacional, a conceituada mostra Artefacto, na Haddock Lobo (São Paulo), chega à mais uma edição com o tema “Natureza Modernista”. A arquiteta Patricia Penna, que comanda o escritório Patrícia Penna Arquitetura & Design e participa da mostra pela 13ª vez, assina o ambiente com mais de 180 m², composto por um grande espaço gourmet para receber visitas e familiares.

“Esta obra foi a mais desafiadora que já fizemos na Artefacto. Para isso, me inspirei em um ambiente de jardim urbano, sofisticado, compondo um gostoso rooftop que convida ao uso”, explica Patricia. A proposta foi conceber um oásis na cidade, tendo o paisagismo como pano de fundo. “Pensando em uma natureza modernista, propusemos áreas externa e interna que integram-se e quase misturam-se, amonde o “purismo” da geometria existente no local fica evidenciado” completa.

No ambiente localizado no 3º pavimento, foram realizadas algumas mudanças para trazer amplitude necessária e desejada, o que levou apenas 40 dias de obra. Patricia e sua equipe repensaram a, ampliando o trecho coberto do ambiente, que é abundante em iluminação natural. Para isso, recorreram ao uso de estruturas metálicas, com cobertura e fechamento de vidro, além do piso de porcelanato que lembra o limestone. Na área externa, que continua livre e descoberta, novos gazebos e poltronas suspensas roubam a cena e tornam o lugar, inclusive, instagramável.

Esse Oásis Urbano ainda reserva surpresas que pretendem encher os olhos do público. A paleta de cores varia entre cinza, preto e tons de azul. Os tapetes de lã natural e fibra de viscose, assim como os principais elementos do ambiente, apostam num toque gostoso, reforçando a vocação sensorial do projeto.

Mostra Artefacto Haddock Lobo 2022
Prevista para ser aberta ao público a partir de 12 de março de 2022
Rua Haddock Lobo, 1405, São Paulo
www.artefacto.com.br
@artefactooficialbrasil
Sobre Patrícia Penna
No mercado há mais de 20 anos, a arquiteta Patrícia Penna é destaque de mostra de decoração no Brasil e no exterior. Com a equipe multidisciplinar que faz parte do escritório Patrícia Penna Arquitetura & Design, assina projetos de arquitetura e design de interiores nas áreas residenciais, corporativos e institucionais. Seu principal objetivo é atender às expectativas de cada cliente, traduzindo seus anseios e concretizando-os. Transitando por estilos variados, trabalha com grande apuro e cuidado ao lado da equipe para atingir um resultado marcado pelo ecletismo e, sobretudo, pela identificação particular de cada cliente com o seu próprio projeto.

Alameda Santos, 2326 – São Paulo
(11) 99792-0208
www.patriciapenna.arq.br
@patricia_penna_arquitetura

MON abre mostra Da Vinci Experience

Exposição interativa apresenta projeções em realidade virtual e maquetes de invenções

A exposição “Da Vinci Experience e suas invenções” celebra os 500 anos da morte do gênio Leonardo da Vinci (1452-1519) e chega a Curitiba para apresentar a trajetória de uma das mentes mais brilhantes da história, de forma interativa e inovadora.

A mostra é dividida em quatro núcleos que mostram as diversas abordagens do artista - engenharia, arquitetura, pintura e anatomia -, além de vídeos e uma sala de imersão que convidam o público a mergulhar no universo criativo de Da Vinci por meio de diferentes linguagens.

“Da Vinci Experience e suas invenções” poderá ser vista nas salas 3 e 6 do Museu Oscar Niemeyer no período de 17 de fevereiro a 8 de maio de 2022.

“Com o propósito de sensibilizar as pessoas para a arte e pela arte, a realização da mostra Da Vinci Experience vem ao encontro das premissas do MON”, afirma a diretora-presidente do Museu Oscar Niemeyer, Juliana Vosnika. Ela explica que além de colecionar e expor artes visuais, arquitetura e design, a instituição busca oferecer aprendizados transformadores e diálogos constantes entre público e arte. “O Museu Oscar Niemeyer é um espaço vivo que proporciona experiências únicas e inesquecíveis. A mostra imersiva sobre Da Vinci sem dúvida será mais uma delas”, comenta Juliana.

“A exposição destina-se a um público de todas as idades. O objetivo é compartilhar o universo particular das criações de Da Vinci e revelar alguns dos mistérios que habitavam a mente do gênio”, explica Ricardo Ribenboim, diretor da Base7 Projetos Culturais, responsável pela mostra.

Na Sala de Máquinas, o visitante encontra dez reproduções artesanais das famosas máquinas pensadas e desenvolvidas pelo artista, como o paraquedas, o volante e a asa-delta. Leonardo da Vinci, acima de tudo, foi um cientista brilhante e projetou dispositivos que, posteriormente, viriam à luz em sua forma definitiva.

Projeções gigantescas e uma trilha sonora Dolby Surround 360o coroam a narrativa, formando a Sala Imersiva. Nela, o público mergulha em centenas de imagens digitalizadas e vídeos em alta definição.

Concebida pela Crossmedia Group e consultoria de Roberta Barsanti, diretora do Museo Leonardiano, em Vinci, a exposição foi exibida na Itália, nas cidades de Milão, Florença e Treviso; no Peru, em Lima; no Chile, em Santiago; na Colômbia, em Bogotá; e no Brasil, em São Paulo.

Ministério do Turismo e Copel apresentam a exposição, que conta com patrocínio da Uninter, apoio do Park Shopping Barigüi, Peregrino Neto Advogados, Colégios Marista de Curitiba e apoio institucional do Consulado Geral da Itália em Curitiba. Uma realização do MON e da Secretaria da Comunicação Social e da Cultura do Estado do Paraná.

Educativo -
Ao longo do período expositivo, estão previstos atendimentos ao público espontâneo e grupos agendados, por meio de visitas guiadas e oficinas, além de palestras para o público geral.
Para mais informações e inscrições, basta entrar em contato pelo e-mail agendamentodavinci@gmail.com ou pelo telefone 41- 99920-0419 (atendimento de terça a sexta, das 14h às 17h).
Oficinas para o público espontâneo, aos domingos, das 14h às 17h (respeitando o limite de público da oficina do MON).
Todas as quartas feiras, haverá visita guiada com mediação de tradutores de libras, às 16h.
Mediações para o público espontâneo: de terça à domingo, das 10h às 18h; mediações ao público agendado: terças, quintas e sábados - das 10:30h às 12h; das 14:30h às 16h; e das 16h às 17:30h.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço
“Da Vinci Experience e suas invenções”
de 17 de fevereiro a 8 de maio de 2022
Salas 3 e 6
Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Preparada para a retomada de confiança do público, CASACOR Paraná faz contagem regressiva para sua 27ª edição

Entre 5 de setembro e 17 de outubro em Curitiba, a Mostra será realizada no formato híbrido.

O evidente anseio pelo retorno às origens, a busca pela ancestralidade e o equilíbrio necessário entre passado e futuro pautam a 27 ª edição da CASACOR Paraná, que este ano acontece sob o tema “A Casa Original” e será realizada entre os dias 5 de setembro e 17 de outubro de 2021.

Posicionada em um antigo centro poliesportivo (Rua Álvaro Alvim, 91), que inclusive já foi considerado o maior da capital paranaense, o endereço, bastante conhecido por atletas, tem estrutura de quase 6 mil m² e está prestes a se tornar o endereço referência para inspiração do público que aguarda pelo retorno presencial da edição paranaense da maior Mostra de Arquitetura, Design de Interiores e Paisagismo das Américas.

Essa edição, que surpreende com elenco formado por célebres arquitetos e novos talentos, destaca 39 ambientes. Dentre eles, três generosas praças de convivência, sendo duas frontais e uma interna, espaços internos que evidenciam propostas para morar e trabalhar, além de um agradável setor de gastronomia com confeitaria e café.

Elenco traz soluções para os ambientes na nova realidade

Os arquitetos, designers de interiores e paisagistas que integram a edição foram convidados a mergulhar em sua própria história para entender a função da casa na contemporaneidade. Confira!

Alessandra Ramos e Renato Sabadin - Joalheria Autoral;

Alessandro Cavalcanti e Ricardo Makhoul - Estar Intimo DURATEX;

Alexandre Weiss e Nelson Machado - Living da Lareira;

André Henning - Cafeteria;

Arthur Calliari - Gin Bar e Lavabo Social;

Ary Alberto Jacobs, Renan Mutao e Bianca Moraes - Loft Lobo Guará;

Bruno Bressan - Estar e Toilettes para Eles e Elas;

Carlos Tietjen - Point DIVISYSTEM;

Christian Schonhofen e Richard Schonhofen - Living PORMADE;

Claudia Pimentel Bueno e Raíssa Bueno Ribeiro - Gourmeteria Raízes Evivva;

Cynthia Karas - Resto Café;

Daniela Cerbatto e Rafael Cerbatto - Jardim dos Chás;

Denise Leal Ribas, Carolina Leal Ribas, Luana dos Santos Luciano e William Greboge - Living Las Condes ARAUCO;

Felipe Guerra - Pool Party;

Frederico Carstens e Antônio J. Gonçalves Jr - Realiza Arquitetura Arte e Inovação;

Givago Ferentz - Palco da Vida;

Gustavo Scaramella - Gabinete;

Ismael Gustavo Zanardini e Thatiane Botto de Barros - Lounge STM;

Karol Venturi - A Loja da Casa;

Katherine Heim Weber e Nicolle R. Nogueira - ROTTAS Prime Lounge;

Kátia Herzog - Estar da Lareira;

Larissa Gomes - Estar Íntimo;

Larissa Loh - Suíte Relicário;

Leonardo Tulli - Lounge Corporativo;

Luana Vansin - Vínculos Home e Jantar;

Luciana Gibaile - Descompression Room;

Luiz Maingué - Studio Tech SEBRAE;

Marcelo Lopes - Loft DECA;

Mariana Paula Souza - Churrasqueira Gourmet CRIARE;

Ninha Chiozzini - Refúgio Urbano FORMA LEGNO;

Paloma Albuquerque, Luciana Oliveira Wosch e Méry Barone - Lavabos Habitat;

Roberta Jiraschek e Daniela Niederauer - O Quintal;

Rodolpho Gutierrez - Concierge;

Sheila Jesus e Juliana Gabardo - Boudoir da Mulher;

Thiago Zoller - O Jardim;

Viviane Busch - Quarto do Casal REVEEV;

Viviane Tabalipa - Lounge VIP;

Wolfgang Schlogel - Alameda e Praça CASACOR;

Yara Mendes e Ana Claudia Marini - Loja de Aromas.

Mostra híbrida - física e digital

Outra novidade da 27ª CASACOR Paraná é a criação de um novo formato, que agora é híbrido – ou seja, além da experiência física, a Mostra também terá um importante suporte digital, que ampliará completamente a experiência de visitação.

Assim, o presencial e o online se complementam, visto que a versão digital, em especial no completíssimo Tour 3D, aumenta as possibilidades de visitação através de um formato inédito. Além disso, é possível visitar a CASACOR Paraná através das fotos e vídeos disponíveis no site oficial. O Anuário Digital também vem para completar a experiência, reunindo tudo sobre a edição 2021 da Mostra em um único local.

A CASACOR Paraná 2021 tem patrocínio Master Deca, Coral é a Tinta Oficial, STM Empreendimentos é o Apoiador Estrutural, o Apoio Institucional é garantido pelo Instituto Municipal Curitiba Turismo e o Fornecedor Oficial é a Tecnogran Revestimentos.

Segurança em tempos de pandemia

A 27ª CASACOR Paraná tomou todas as providências para ser reconhecida como uma Mostra totalmente acessível e segura, conforme os decretos em vigor e a implantação de medidas sanitárias contra a COVID-19. Além de ter investido em um robusto sistema de renovação de ar, que garante ventilação forçada nas áreas enclausuradas da Mostra, a CASACOR Paraná está atenta para o controle de fluxo de visitação e irá dispor de aferição de temperatura, displays de álcool gel, sanitização, higienização e desinfecção de ambientes oferecidos pela empresa Premyer.

“Estamos prontos para liderar a retomada dos eventos presenciais assim como a confiança do público com a entrega de uma Mostra de prestígio, que lidera a preferência de quem consome conteúdos premiums de arquitetura e design”, completa Marina Nessi, diretora da CASACOR Paraná.

Serviço CASACOR Paraná 2021

Data: de 5 de setembro a 17 de outubro de 2021 – de terça a domingo;

Endereço: Rua Álvaro Alvim, nº 91 – Seminário, Curitiba/Paraná;

Horários: de terça a sábado, das 13h às 21h. Aos domingos, das 13h às 19h. Nos feriados de 07 e 08 de setembro e 12 de outubro, das 13h às 19h;

Tempo de permanência: o tempo total de permanência na Mostra é de 3 horas.

Ingressos: vendas online, mediante agendamento prévio de horário por meio do link https://casacorparana.byinti.com

Mostra Pocket Lives abre espaço para artistas curitibanos

2020 foi um ano diferente para muitos artistas que, por conta da pandemia, não puderam fazer o show de lançamento de seus trabalhos em shows ao vivo. Foi pensando neles que a produtora musical Luciana Monteiro criou a mostra Pocket Live que vai reunir seis músicos que possuem uma sólida carreira no cenário de Curitiba, para apresentar no formato de live. São eles: Roseane Santos, Du Gomide, Alecir Carrigo, Julio Borba, Márcio Juliano e o grupo Bombaião. As apresentações acontecem no dia 30 de janeiro, sábado, em três horários distintos: 11, 15 e 17 horas, com transmissão pelo canal do Youtube, com uma hora de duração onde dois artistas vão dividir o espaço com meia hora para cada um.
Luciana Monteiro conta que buscou a diversidade sonora. Assim a mostra vai apresentar diversas vertentes musicais como: MPB, samba, raiz, pop, baião e instrumental. Ela explica que alguns discos já foram lançados em plataformas digitais, mas os artistas não tiveram a oportunidade de falar sobre o novo álbum, bem como divulgar e obter uma infraestrutura ideal de vídeo e segura para se apresentar. “A ideia é valorizar a diversidade e riqueza musical produzida atualmente no cenário curitibano. No formato pocket-live, cada artista apresentará quatro ou cinco faixas do seu novo trabalho no formato acústico que contará com até mais dois músicos para acompanhá-lo”, explica.
Assim, a live será realizada na Casa Eve, com transmissão realizada pela Vitral Produções. A passagem de som acontecerá uma hora antes de cada live ir ao ar. A apresentação ficará à cargo do jornalista e produtor cultural Rodrigo Browne que realizará um bate papo sobre o mais recente trabalho do artista.
A transmissão contará com uma infraestrutura técnica adequada que inclui todas as normas de segurança à saúde de todos envolvidos no projeto. Além do canal no You Tube, estas apresentações, inéditas nas redes, serão disponibilizadas em outros sites e plataformas digitais e nas redes sociais do próprio artista.
O projeto também oferece, como contrapartida social, a realização de um curso de Capacitação para Transmissão ao Vivo na Área Musical. O curso disponibilizará cinco vagas sendo uma para cada especialidade: Câmera, Fotografia, Direção de live, Corte de imagens e Áudio e luz. Esta ação acontecerá durante a pré-produção do projeto dois dias antes das lives irem ao ar. Os interessados poderão se inscrever durante a divulgação do projeto que acontecerá em breve. O número de vagas é restrito em respeito às normas de saúde para não causar aglomeração nos espaços.
O projeto Mostra Pocket-Live foi realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

Serviço:
Mostra Pocket-live no Youtube, dia 30 de janeiro, sábado.
Transmissão pelo Youtube.
Apresentação em três horários:
11 horas: Roseane Santos e 11h30 - Du Gomide
15 horas: Alecir Carrigo e 15h30 Julio Borba
17 horas: Marcio Juliano e 17h30 Bombaião

Novozymes apoia o Programa Guritiba, mostra infantil do Festival de Curitiba 2020

Curitiba, março 2020 - A Novozymes, por meio da Lei Rouanet, é uma das empresas apoiadoras do Programa Guritiba 2020, mostra que faz parte do Festival de Curitiba, um dos maiores eventos culturais do Brasil e um dos mais importantes em artes cênicas do mundo, que será realizado de 24 de março até 5 de abril, em aproximadamente 70 espaços da capital paranaense e região metropolitana, com mais de 400 atrações. O Guritiba surgiu como a mostra infantil do Festival e hoje, na sua 11ª edição, é um projeto independente que atende mais de 8 mil crianças em situação de vulnerabilidade social e suas famílias, integrantes 31 instituições em 7 municípios, levando as apresentações teatrais gratuitas e muita diversão a esses locais.

Festival de Curitiba celebra o centenário de Clarice Lispector com “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”

O musical tem trilha sonora de Chico César para contar sobre
a vida da imigrante nordestina no Rio de Janeiro

No ano do centenário de Clarice Lispector (1920-1977), o Festival de Curitiba traz para a Mostra 2020 o musical “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”, baseado em uma das obras mais emblemáticas da escritora. O musical vai emocionar ao mostrar a vida de Macabéa, uma migrante alagoana no Rio de Janeiro, cuja vida é marcada pela ausência de afeto e poesia. Com direção e adaptação de André Paes Leme, direção musical de Marcelo Caldi e trilha original de Chico César, a peça tem no elenco Laila Garin, Claudia Ventura e Claudio Gabriel. As apresentações acontecem no Guairinha no dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.

Baseada na última obra de Clarice Lispector,o livro a Hora da Estrela, a peça narra o sofrimento de Macabéa, vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo e que se contenta com uma existência medíocre: ganha menos do que um salário, divide um quarto com quatro pessoas, sofre com um chefe rigoroso e não atrai a atenção de ninguém. Na obra literária a história é contada por um escritor; no musical sua vida é descrita por uma atriz que a vê na rua e resolve narrar a vida de uma pessoa tão invisível, comum e sem brilho, em um exercício de alteridade. “O trabalho de adaptação não é de reescrever o texto. É o trabalho de transportar o universo sem estar aprisionado a qualquer palavra, através da edição e deslocamentos de episódios”, comenta André Paes Leme, diretor do espetáculo.

Seguindo essa tradição, ele não somente faz uso de diálogos, mas coloca os atores como narradores enquanto contracenam, fazendo uso de frases do livro original na íntegra. Paes Leme, que já assinou elogiadas adaptações de Guimarães Rosa (‘A Hora e Vez de Augusto Matraga’) e Nelson Rodrigues (‘Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados’), contou com a parceria de Chico César no processo de criação. As músicas pontuam toda a dramaturgia e aparecem para ilustrar o estado emocional e o interior de cada personagem. Ao longo da montagem, as canções servem ainda para detalhar algum acontecimento e também para tirar as personagens do sofrido estágio em que se encontram, trazendo alguma fantasia para existências tão opacas.

“Fazer ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’ vai além, é um espetáculo que diz exatamente o que queremos falar neste momento. Fala das pessoas supostamente invisíveis, de solidariedade, de olhar para o outro com afeto. Além de tudo, é uma peça sobre esperança’, finaliza Laila Garin, intérprete de Macabéa.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra 2020 do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @fest_curitiba

Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
Adaptação e Direção: André Paes Leme.
Música Original: Chico César.
Direção Musical: Marcelo Caldi.
Direção de Produção: Andréa Alves com Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Laila Garin.
Músicos: PC Castilho, Pedro Aune e Pedro Franco.
Diretor Assistente: Anderson Aragón.
Figurinos: Kika Lopes.
Cenário: André Cortez.
Iluminação: Renato Machado.
Design de Som: Gabriel D’Angelo.
Preparação Corporal: Toni Rodrigues.
Assistente de Figurino: Sassá Magalhães.
Assistente de Cenografia: Tuca Benvenutti.
Assistente de Preparação Corporal: Monique Ottati.
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno.
Produção Executiva: Raphael Baêta.
Assistente de Produção: Paulo Farias.
Projeto Gráfico: Beto Martins.
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação.

Serviço:
O que: A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa no 29.º Festival de Curitiba
Quando: 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.
Onde: Teatro Guairinha (Rua XV de Novembro, 971).
Valores: R$ 80,00 (inteira).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos
Duração: 110´
ESPETÁCULO CONTA COM INTÉRPRETE DE LIBRAS

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