Vernissage dá início a 2ª edição da ocupação artística “Vestir o Olhar” do Pátio Batel

Aberta ao público até 18 de outubro, a exposição reúne trabalhos de 9 artistas no átrio do shopping, agregando visitas guiadas, oficinas e talks à programação

O Pátio Batel convida o público a experimentar o encontro entre arte e moda na segunda edição da ocupação artística Vestir o Olhar. De 16 de setembro a 18 de outubro, o Átrio se transforma em um espaço vivo de encontros, criação e troca, com talks, visitas guiadas, oficinas e outras experiências ao longo da exposição. As atividades ocorrem dentro da própria mostra, que tem curadoria de Ana Carolina Ralston e produção da Ayo Cultural.

O Vestir o Olhar teve início nesta terça (15) com um vernissage exclusivo para convidados, que reuniu a curadora, Ana Carolina Ralston, e os artistas Guita Soifer, Janet Vollebregt, Jum Nakao, Labô Young, Nazareth Pacheco, Nino Cais, Nathalie Edenburg e Ronaldo Fraga. Foi a primeira oportunidade de ver a mostra, que abre ao público nesta quarta (16).

Linguagens reunidas na ocupação se desdobram em nove oficinas temáticas, distribuídas em 24 turmas, que levam para a prática o mote da ocupação — "a arte compõe e a moda expõe". Uma delas é dedicada à artista homenageada desta edição, Efigênia Rolim. As inscrições são feitas pelo app do Pátio Batel, no Singular, com valor de R$ 45 por participante.

“A arte é um dos pilares da nossa marca e está presente na forma como pensamos a experiência no Pátio Batel. Não somos apenas um centro de compras: somos também um espaço que aproxima as pessoas da cultura, seja por meio das nossas exposições, do nosso acervo ou de iniciativas como o ateliê da artista Guita Soifer no subsolo. A mostra Vestir o Olhar nasce desse propósito de encantar e de ampliar o repertório cultural dos nossos clientes e evidenciar a conexão entre os universos da arte e da moda”, afirma Camila Fleischfresser, head de marketing do Pátio Batel.

Terças e quintas: visitas guiadas, do olhar à criação
Às terças-feiras, 19h, o público vive uma experiência em duas etapas: primeiro, percorre as obras em uma visita guiada pela exposição, mediada por Lucia Müller; depois, parte para a criação em uma oficina conduzida por uma arte-educadora. A primeira oficina para adultos, no dia 22 de setembro, é a de customização de peças, conduzida por Lucia Müller, onde os participantes criam estampas em roupas a partir de stencils, moldes que permitem aplicar tinta de tecido. Cada participante deve levar uma peça de roupa de tecido plano e liso, como algodão, linho ou jeans.
Na oficina de relicários, também conduzida por Lucia Müller, a proposta é montar uma peça (que também pode ser um broche) cheia de significado, com a foto de alguém ou de algo especial. Os participantes devem levar uma foto impressa, que pode ser providenciada no Color Lab, no Piso L3. Já “Costurando seu próprio quadro”, mediada por Lisiani Serea, explora os princípios da composição artística com tecidos, fios e linhas, no lugar da tradicional pintura com tinta e pincel sobre tela. Para fechar o calendário, “Memórias Coletivas”, o Coletivo Bordas convida o público a transformar um grande tecido em uma obra compartilhada, com a técnica que preferir, seja desenho, pintura ou costura.

Sábados: arte para toda a família
Aos sábados, as oficinas para a família ocorrem em quatro turmas ao longo da tarde, operadas pela UniDanitê Brinca Lab e conduzidas por Samanta Baldissera - educadora, artista e mentora de criatividade. As turmas também incluem visita guiada, mediada por Lucia Müller. A programação começa com o “Caderno de artista”, em que o participante ganha um caderno para personalizar e criar personagens por meio de cores, formas e símbolos.

Em “Transformando objetos”, a homenageada é Efigênia Rolim, uma das mais originais artistas populares radicadas em Curitiba, que faleceu neste ano. Conhecida como a “Rainha do Papel de Bala”, Efigênia transformou materiais descartados em vestidos, adornos e esculturas de cores vibrantes. Inspirada na relação da artista com a matéria, a memória, o cotidiano e a transformação, a oficina convida os participantes a criar pequenos objetos, personagens ou acessórios, mostrando que elementos inusitados também podem carregar histórias.

A prática de customização de peças ganha uma versão para a família, que parte de uma pergunta: e se a sua personalidade fosse uma roupa, como ela seria? Com carimbos, tintas, linhas, colas, feltros e tecidos, cada participante transforma uma peça trazida de casa em uma roupa nova e única. No mosaico, os participantes fazem uma releitura de uma das obras de Nathalie Edenburg a partir da união de papeis coloridos, por meio de colagem, e a programação se encerra com uma oficina de desenho e aquarela.

Confira a agenda completa de oficinas:
17/09, 19h (quinta, adultos): visita guiada + imersão no ateliê de Guita Soifer
19/09 (sábado, família): oficina “Caderno de artista” – oficina com Samanta Baldissera e visita guiada com Lucia Müller
22/09 (terça, adultos): visita guiada + oficina “Customização de peças” – mediação de Lucia Müller
26/09 (sábado, família): oficina “Transformando objetos, uma homenagem à Efigênia Rolim” – oficina com Samanta Baldissera e visita guiada com Lucia Müller
28/09 Evento em homenagem à Efigênia Rolim, com exibição de documentário sobre a artista
29/09 (terça, adultos): visita guiada + oficina “Relicário” – mediação de Lucia Müller
03/10 (sábado, família): oficina “Customização de peças” – oficina com Samanta Baldissera e visita guiada com Lucia Müller
06/10 (terça, adultos): visita guiada + oficina “Costurando seu próprio quadro” – oficina com Lisiani Serea e visita guiada com Lucia Müller
10/10 (sábado, família): oficina “Mosaico” – oficina com Samanta Baldissera e visita guiada com Lucia Müller
13/10 (terça, adultos): visita guiada + oficina “Memórias Coletivas” – oficina com o Coletivo Bordas e visita guiada com Lucia Müller
15/10, 19h (quinta, adultos): visita guiada + imersão no ateliê de Guita Soifer
17/10 (sábado, família): oficina “Aquarela” – oficina com Samanta Baldissera e visita guiada com Lucia Müller

Visitas guiadas ao ateliê de Guita Soifer
A programação inclui ainda duas visitas guiadas gratuitas ao ateliê de Guita Soifer, nos dias 17 de setembro e 15 de outubro, às 19h. Nos dois encontros, o público passa primeiro pela ocupação, no átrio, e segue para uma imersão no ateliê. Os interessados em se inscrever devem se cadastrar pelo aplicativo do shopping, o Singular. A visita é gratuita.

Com carreira consolidada no Brasil e no exterior, Guita Soifer possui trabalhos exibidos em países como Alemanha, Estados Unidos, Bélgica, Argentina, Chile e Japão. No Paraná, teve exposições realizadas em instituições como o Museu Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná e o Museu Alfredo Andersen. Sua produção é marcada pela experimentação constante e pela ressignificação de materiais e objetos cotidianos, criando obras que desafiam limites entre instalação, escultura, memória e narrativa visual.

Talks completam a programação
Cinco talks acontecem às quartas-feiras, às 19h, no Átrio do Pátio Batel (Piso L1). A participação é gratuita, com resgate do benefício no app do Pátio Batel, pelo programa Singular.

16/09 – “Quem é e o que faz um diretor criativo?”: O estilista mineiro Ronaldo Fraga, um dos nomes mais autorais da moda brasileira, recebe o paranaense Rafael Chaouiche, fundador da marca homônima e primeiro brasileiro no reality “Making the Cut”. Os dois falam do trabalho criativo por trás de uma marca, da inspiração ao styling, passando por silhueta, imagem e comunicação. A mediação é de Mariah Viana, diretora criativa da Novolouvre, VP da Cultura ACP e coordenadora da Bienal da Moda.

23/09 – “Qual a função dos desfiles de moda?”: Desde o século XIX, o propósito dos desfiles vem se transformando, em ritmo ainda mais acelerado com a internet e as redes sociais. A jornalista e influenciadora Luiza Brasil e a analista de mercado e comportamento Tete Conde debatem para que servem hoje as passarelas, das primeiras apresentações ao “see now, buy now”. A mediação é da consultora de estilo Lais Machado.

30/09 – “Moda é arte? O debate centenário”: A curadora de arte Carollina Lauriano e a comunicadora de moda e performer Thai de Melo discutem as afinidades e divergências entre as duas formas de expressão. Também falam de como elas se complementam na construção de repertório.

07/10 – “A Bienal da Moda e a história da moda paranaense”: Três convidados contam como nasce uma bienal de moda no Paraná: Luiz Gustavo Vidal, presidente da Cultura ACP (Associação Comercial do Paraná) e criador da Bienal da Moda; Mariah Viana, VP da Cultura ACP e coordenadora da Bienal; e Diego Godoy, headhunter da Muuda e membro do comitê. A conversa revisita as indústrias, escolas e marcas autorais do estado. Também aborda as ambições do evento de conectar moda, educação, inovação e economia criativa em Curitiba.
14/10 – “Arte como suporte para construção de branding”: O escritor, professor e consultor de branding André Carvalhal e a jornalista Priscila Monteiro, especialista em comunicação e luxo, discutem como a arte pode apoiar o posicionamento de marcas. Eles partem de cases que vão de gigantes do luxo a grifes de nicho. A mediação é da publicitária Ana Luisa Torres.

“O principal ponto é conectar com maior força e propriedade a relação entre arte e moda. Se, na primeira edição, convidamos artistas visuais que já tinham colaborações com a moda, mas que, na sua essência, trabalhavam as artes plásticas, neste segundo momento reunimos artistas que permeiam os dois mundos, com trajetórias significativas na arte e na moda e que fazem essa costura de uma forma única”, afirma a curadora Ana Carolina Ralston.

Nesta edição, a mostra conta com a parceria do Museu Oscar Niemeyer (MON), que empresta uma obra de Efigênia Rolim de sua coleção e dedica à artista a exposição “Efigênia Rolim: A Poética do Resíduo”, a partir de 16 de setembro. Diariamente, às 19h30, o telão central exibe videoartes do acervo do MON, com trabalhos de Eliane Prolik, Regina Silveira, Sonia Dias, Tokyo Show e Tony Camargo.
Vestir o Olhar também integra a programação da 16ª Bienal Internacional de Curitiba.

Serviço
Vestir o Olhar – 2ª edição | Oficinas
Exposição: 16 de setembro a 18 de outubro, no horário de funcionamento do shopping, com entrada gratuita
Oficinas para adultos (visita guiada + oficina): terças-feiras, às 18h30, de 22/09 a 13/10
Oficinas para a família: sábados, com turmas às 13h30, 14h45, 16h e 17h15, de 19/09 a 17/10
Local: Pátio Batel, Av. do Batel, 1868, Curitiba (PR) – Átrio do Piso L1
Valor: R$ 45 por participante (clientes Diamante e Esmeralda do programa Singular podem resgatar com pontos)
Inscrições: pelo app do Pátio Batel. Vagas limitadas: até duas por CPF nas oficinas para adultos e até quatro nas oficinas para a família
Curadoria: Ana Carolina Ralston | Produção: Ayo Cultural
Mais informações: www.patiobatel.com.br/vestiroolhar

Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, com aproximadamente 190 estabelecimentos, entre eles 72 lojas exclusivas como Prada, Burberry, Gucci, Carolina Herrera, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 13 anos de história, o Pátio Batel se consolida como “único em todos os sentidos”: um espaço pensado para acolher em uma experiência completa de bem-estar, moda e luxo.

“Colagem Continuada” reúne 19 artistas em nova exposição da Bienal de Curitiba

Nova mostra na Sala Adalice Araújo, na SEEC, apresenta obras que partem da colagem como forma de pensamento. Com isso, aproximam imagens, materiais, histórias e diferentes gerações da produção contemporânea.
Curitiba, agosto de 2026 | Como dar um nome para algo que é uma novidade mas sempre esteve aqui? Recortar, aproximar, sobrepor, deslocar, justapor, aglutinar. Uma imagem retirada de seu contexto encontra outra; um fragmento aparentemente sem importância ganha novo sentido quando muda de lugar; tecidos, papéis, fotografias, pinturas e referências de tempos distintos passam a compartilhar uma mesma superfície. É desse princípio, tão simples quanto radical, que parte “Colagem Continuada”, nova exposição da 16.ª Bienal Internacional de Curitiba - LIMIARES, que inaugura dia 17 de setembro, às 17 horas, na Sala Adalice Araújo, espaço da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) que integra as sedes do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC Paraná).

Com curadoria de Jhon Voese e Mário de Alencar, a mostra reúne 19 artistas e expande a ideia de colagem para além de uma técnica artística. Aqui, colar também significa aproximar pessoas, pensamentos, referências e modos de fazer. A própria construção da exposição é entendida pelos curadores como uma operação de montagem: artistas que já desenvolviam suas pesquisas encontram obras produzidas em outros momentos, pessoas entram no projeto ao longo do percurso e novas relações aparecem justamente porque elementos inicialmente separados passam a conviver. “O ato de curar uma exposição aqui é encarado como um ato de colagem”, escreve Jhon Voese no texto curatorial. “Colagem é o impacto fulminante do passado com o futuro”, escreve Mário de Alencar completando. Para eles, uma mostra também nasce dessa sucessão de encontros: “A ideia que se justapõe a outra e que faz nascer um projeto”, ou “A colagem não começa, e a colagem nunca termina. A colagem continua…”

A exposição apresenta trabalhos de Alexandre Cruz Sesper, Alysson Mazzochin, Ana Camargo, André Bergamin, Annette Skarbek, Arnaldo Baptista, Bia Franzolin, Bomju Coelho, Castrenhos (Gabriel Castro), Dedé Ribeiro, Emerson Persona, Guilherme Lepca, Joana de Lima, Juan Pablo Mapeto, Lucas Fier, Marilene Ropelato, Mário de Alencar, Moira Lacowicz e Yara Osman. Embora reunidos pela colagem, os artistas não obedecem a uma fórmula única. A força da mostra está na multiplicidade de procedimentos. Papel encontra tecido; imagens extraídas de enciclopédias ou antigas ilustrações são deslocadas, transferidas e transformadas; recortes acrescentam volume à pintura; restos, rasgos e sobras deixam de ser descarte para assumir protagonismo. Em outros trabalhos, é a própria associação entre imagens e ideias que funciona como colagem.

Essa diversidade também impede que o gênero seja reduzido à sua aparência mais conhecida. Colagem não é simplesmente recortar uma figura e colocá-la sobre outra superfície. É um modo de pensar por aproximações, rupturas e recombinações. Uma imagem pode esconder parcialmente outra sem apagá-la; materiais carregam suas próprias memórias; aquilo que estava destinado a desaparecer reaparece ocupando uma posição completamente diferente. Colagem são as sobras do almoço dentro de um pote plástico. Colagem é a revista recortada, a fita cassete copiada, o filme pirateado, a farofa de domingo e a roupa velha costurada.

A história da colagem acompanha alguns dos momentos mais transformadores da arte moderna e contemporânea. Picasso e os cubistas incorporaram fragmentos da vida cotidiana às obras; os dadaístas fizeram do corte e da montagem instrumentos de crítica; artistas como Hannah Höch utilizaram imagens da imprensa para desmontar e reconstruir visualmente a sociedade de seu tempo. Mais tarde, procedimentos semelhantes atravessariam o Fluxus, a pop art e inúmeras experiências que dissolveram as fronteiras entre pintura, fotografia, objeto, palavra e vida cotidiana.

Os curadores recuperam essas referências sem transformá-las em uma genealogia rígida. Duchamp, Picasso, Matisse e Hannah Höch aparecem em seu texto ao lado de artistas brasileiras e de experiências posteriores justamente porque a própria história da arte também pode ser percebida como uma colagem. São ideias que se acumulam, se contradizem, são retomadas e modificadas.

No Brasil, essa lógica encontra terreno particularmente fértil. Os curadores mencionam um universo “articulado, colado por Rosanas, Reginas e Lygias”, evocando uma produção que historicamente desafiou separações entre objeto e experiência, arte e cotidiano, matéria e participação. “A colagem não para, a colagem só cresce, o de cima esconde o que o de baixo tece”, parafraseia Voese. Ao que de Alencar completa: “Seria ela uma técnica que surge diante dos excessos visuais e do lixo gráfico criados pela Revolução Industrial? Talvez uma ferramenta conceitual fabricada pelos modernistas para remover o verniz de seriedade da arte. Ou possivelmente algo muito mais ancestral e onipresente na cultura humana: um gatilho para a apropriação daquilo que vem de fora, um mecanismo para transformar o outro naquilo que é nosso”.

Nesse ponto que a exposição encontra LIMIARES, conceito da 16.ª Bienal Internacional de Curitiba. Se esta edição investiga fronteiras em transformação entre humano e tecnológico, material e imaterial, natureza e cultura, passado e futuro, a colagem opera naturalmente nessas zonas intermediárias.

Uma fotografia antiga torna-se material contemporâneo. O retalho carrega a memória do tecido ao mesmo tempo em que integra outra composição. Uma imagem perde sua função original e passa a produzir novos sentidos. Cada fragmento permanece sendo aquilo que era e, simultaneamente, torna-se outra coisa ao entrar em relação com os demais.

“Quando iniciei eu tinha uma ideia, mas a ela foram sendo coladas novas”, afirma Voese. “É impossível ter uma ideia que não seja fruto de uma colagem daquilo que se tinha e daquilo que veio”. Alencar reflete: “Porque, no fim das contas, essa é a pergunta que precisamos responder: qual o papel da colagem brasileira, pautada na antropofagia vanguardista e no caldeirão de misturas que é nossa cultura, para a arte contemporânea? A resposta é fácil, contudo: Colagem é aquilo que chamarmos de colagem”.

A 16ª Bienal Internacional de Curitiba é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal - Do lado do povo brasileiro, MON, MAC Paraná e Paraná Festival - Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) - Governo do Paraná. Apoio: Fundação Cultural de Curitiba (FCC) - Prefeitura de Curitiba. Patrocínio: Aurora Coop. Acompanhe pelos sites www.16bienaldecuritiba.org, www.curitibaartweek.com e pelas redes sociais no Instagram @bienaldecuritiba @cubic.bienal e @curitibaartweek, no Facebook @bienaldecuritiba, no Linkedin @bienaldecuritiba e no Tik Tok @bienaldecuritiba

SOBRE A BIENAL DE CURITIBA I A Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba é um dos principais eventos de arte da América Latina e uma plataforma de referência para a produção e o pensamento contemporâneo. Realizada desde 1993, ocupa museus, galerias e espaços públicos com uma programação que reúne exposições, performances, instalações e ações educativas. Com forte vocação para o diálogo internacional, a Bienal conecta artistas de diferentes países e promove encontros entre produção local e global. Ao longo de sua trajetória, já recebeu nomes como Marina Abramović, Julio Le Parc, Louise Bourgeois, Anish Kapoor e Cildo Meireles. Além do circuito expositivo, destaca-se pelo impacto cultural e educativo, com programas de formação e ampliação de acesso à arte. Em sua última edição presencial, reuniu mais de um milhão de visitantes, consolidando Curitiba como um polo relevante no circuito internacional da arte contemporânea.

FICHA TÉCNICA
Curadoria: Jhon Voese e Mário de Alencar
Coordenação de projeto: Ana Camargo e Jhon Voese
Design: Mário de Alencar
Expografia: Ana Camargo e Jhon Voese

Agradecimentos: Asa Basa, Lucas Velloso, Alan Amorim, Bomju Coelho, Clube da Colagem e Museu de Arte Contemporânea do Paraná – MAC Paraná.

Artistas: Alexandre Cruz Sesper – @_sesper | Alysson Mazzochin – @bettercallpuff | Ana Camargo – @ana.carolcamargo | André Bergamin – @andre.bergamin | Annette Skarbek – @annetteskarbek | Arnaldo Baptista – @arnaldobaptistaoficial | Bia Franzolin – @_biafranzolin.art | Bomju Coelho – @bomju_coelho | Castrenhos (Gabriel Castro) – @castrenhos | Dedé Ribeiro – @dederibeiro | Emerson Persona – @emersonpersona | Guilherme Lepca – @lepca.art | Joana de Lima – @joanadelima | Juan Pablo Mapeto – @juanpablomapeto | Lucas Fier – @lucasfier | Marilene Ropelato – @marilene_ropelato | Mário de Alencar – @mariodealencar | Moira Lacowicz – @moira.lacowicz | Yara Osman – @yaraosmanyaya

SERVIÇO
16.ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES
Exposição: Colagem Continuada
Curadoria: Jhon Voese e Mario de Alencar
Local: Sala Adalice Araújo – Secretaria de Estado da Cultura / MAC Paraná Rua Ébano Pereira, 240, Centro

Patrocínio: Aurora Coop

Abertura: 14 de setembro
Visitação: De segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h
Entrada gratuita

Mais informações:
@bienaldecuritiba
www.16bienaldecuritiba.org

Samsung apresenta a exposição ‘Design Is an Act of Love’ na Milan Design Week 2026

Exposição de design centrado no ser humano explora novas formas de viver por meio do design em 12 zonas imersivas

SÃO PAULO, 20 de abril de 2026 – A Samsung Electronics Co., Ltd. anunciou hoje a abertura de sua exposição “Design is an Act of Love” na Milan Design Week 2026. Estruturada em 12 zonas imersivas no Samsung Design Open Lab, no Superstudio Più, em Milão, de 20 a 26 de abril, a exposição marca um novo capítulo na visão de design em constante evolução da empresa, oferecendo perspectivas sobre como o design pode responder às necessidades e comportamentos humanos em transformação.

Um laboratório aberto para exploração de design

Concebida como um laboratório aberto, a exposição convida os visitantes a conhecerem a abordagem de design da Samsung, oferecendo um espaço de exploração, experimentação e descoberta. Em vez de uma declaração final, a exposição reflete um momento em uma jornada contínua, oferecendo um primeiro olhar sobre como a Samsung está moldando novas formas de viver por meio do design.

Cada uma das 12 zonas imersivas apresenta uma exploração distinta de como o design pode moldar a vida cotidiana. As zonas são organizadas em torno das dimensões principais de experiência: Human-Centricity (Centralidade Humana) e Expressive Design (Design Expressivo), que servem como o primeiro ponto de contato para apresentar a visão do Samsung Design.

Dentro dessas zonas, uma série de explorações criativas ilustra ideias, possibilidades e direções futuras. Por meio dessa abordagem, o Samsung Design torna sua visão tangível, convidando os visitantes a interagir com o design como uma prática evolutiva e centrada no ser humano.

Human-Centricity e Expressive Design

O Samsung Design está expandindo sua abordagem para além da experiência do usuário, com um foco maior em como as pessoas vivem e vivenciam a vida cotidiana.

“O design deve refletir a diversidade da humanidade — abraçando diferentes estilos de vida, valores e formas de viver”, disse Mauro Porcini, Presidente e Chief Design Officer (CDO) da Divisão de Device eXperience (DX) da Samsung Electronics. “Não se trata apenas de criar produtos, mas de moldar experiências que sejam relevantes, pessoais e significativas na vida cotidiana. Por meio do Samsung Design Open Lab, estamos compartilhando como esse pensamento está moldando nossa abordagem ao design e ao futuro do morar.”

No cerne da visão da Samsung está uma abordagem de AI centrada no ser humano – capturada pela fórmula AI x (EI+HI) – onde seu verdadeiro valor não reside na tecnologia em si, mas em como ela é guiada pela intenção, empatia e imaginação humanas.

Embora a exposição explore novas direções no design, ela reflete uma filosofia que guia a Samsung há mais de 30 anos: colocar as pessoas no centro da inovação. As ideias apresentadas estendem esse fundamento, traduzindo-o em novas e evolutivas formas de viver.

Design Is an Act of Love, com 12 zonas imersivas

Mais de 120 produtos em 36 categorias estão em exibição nas 12 zonas da exposição, abrangendo tanto conceitos de design quanto produtos atualmente disponíveis no mercado.

Os destaques da exposição incluem:
The Welcome Show: uma experiência de exibição coordenada que apresenta a visão da Samsung para a AI como um sistema unificado que conecta a AI pessoal e compartilhada entre dispositivos e ambientes.

Unfold Your Story: uma exploração do design dobrável da linha Galaxy em um espectro de cores, formas e experiências, capturando diversos estilos de vida e novas formas de viver, criar e se conectar.

Wearable & Culinary Intelligence: explorações de design que respondem a diversos estilos de vida, desde dispositivos pessoais, como wearables, até ambientes conectados de cozinha e convivência.
Transparent Symphony & All That Music: zonas audiovisuais imersivas com alto-falantes e telas transparentes com Music Studio 5 e 7, e uma série de designs conceituais, onde diversos elementos se unem em harmonia e a música traduz a emoção analógica em uma experiência digital coesa.

Two Expressions of the Same Technology: duas expressões de design distintas de uma tela Micro RGB de 130 polegadas, construídas sobre a mesma tecnologia inovadora, demonstrando como desempenho e individualidade podem coexistir.
Artful Living: uma visão de vida onde as telas se tornam meios expressivos de personalidade, cultura e emoção, dando vida a obras de arte e conteúdos de formas mais imersivas por meio da TV OLED S95H com novas formas de narrativa habilitada por AI.

The Goodbye Show: retornando do Welcome Show, o companheiro de AI compartilhado encerra a exposição por meio de interações naturais baseadas em inteligência artificial e uma performance sensorial de música, luz e toque humano.
A exposição “Design is an Act of Love” da Samsung está localizada no Superstudio Più, Via Tortona 27, em Milão, e oferece entrada gratuita nas seguintes datas:

20 de abril: das 11h às 21h (horário de Milão)
21 de abril: das 11h às 16h (horário de Milão)
22 de abril: das 11h às 17h (horário de Milão)
23 a 25 de abril: das 11h às 21h (horário de Milão)
26 de abril: das 11h às 18h (horário de Milão)

Para mais notícias, fotos e vídeos, visite a Samsung Newsroom Brasil e o Samsung Design durante a Milan Design Week 2026.

Sobre a Samsung Electronics Co. Ltd.
A Samsung inspira o mundo e molda o futuro com ideias e tecnologias transformadoras. A empresa está redefinindo os universos de TVs, sinalização digital, smartphones, vestíveis, tablets, eletrodomésticos e sistemas de rede, além de memória, sistemas LSI e semicondutores. A Samsung também avança em tecnologias de imagem médica, soluções de climatização e robótica, enquanto desenvolve produtos automotivos e de áudio inovadores por meio da Harman. Com o ecossistema SmartThings, a colaboração aberta com parceiros e a integração da Inteligência Artificial em todo o portfólio, a Samsung oferece uma experiência conectada, inteligente e fluida, além dos produtos e soluções de B2B, como a Linha Galaxy Robusta, Knox Suite e VXT. Para as notícias mais recentes da marca, acesse a Samsung Newsroom em news.samsung.com/br.

Artestil Batel abre exposição “Triverso”

A produção contemporânea dos artistas visuais Flávia Itiberê e Rafael Silveira dialogam com a obra de Juarez Machado em mostra única que inaugura em Curitiba

Três universos, uma única exposição. Com curadoria de Baixo Ribeiro a exposição “Triverso” abre no dia 25 de abril, às 11 horas, na Artestil Galeria de Arte, no bairro Batel, em Curitiba e reúne obras de Flávia Itiberê e Rafael Silveira em diálogo com a produção do mestre Juarez Machado, um dos artistas brasileiros mais reconhecidos internacionalmente. A mostra vai até 27 de junho.

O título antecipa o que o espectador vai encontrar na fusão de três universos. Triverso” não é uma simples reunião de artistas, mas um campo expandido em que poéticas distintas coexistem, se atravessam e afinidades e diferenças se iluminam mutuamente e onde o diálogo visual substitui a hierarquia. As obras não se somam: ressoam.

Juarez Machado, nascido em Joinville (SC) em 1941, construiu ao longo de mais de sete décadas uma obra que atravessou linguagens como a comunicação, pintura, escultura, cenografia, ilustração, humor gráfico, mímica, entre outros. Radicado em Montmartre, Paris, desde o início dos anos 1980, e manteve ateliês em Joinville e no Rio de Janeiro. Sua arte de traços únicos e cores inconfundíveis já inspirou produções cinematográficas, como o aclamado Le fabuleux destin d'Amélie Poulain, do diretor Jean-Pierre Jeunet, e suas obras integram museus, galerias e coleções particulares ao redor do mundo. A Artestil Galeria de Arte representa o artista.

Rafael Silveira é artista visual paranaense com trajetória que começou nos anos 1990 na arte gráfica e se consolidou na pintura a óleo a partir de 2007. Suas obras integram coleções de prestígio mundial, incluindo o MAM-RIO e o Museu Oscar Niemeyer. Com exposições em São Paulo, Nova York, Londres e Milão, além de passagens por Los Angeles, Santiago de Compostela e A Coruña, Silveira acumula marcos expressivos: a exposição Circonjecturas (MON, 2017) atraiu quase 100 mil visitantes; a individual imersiva no Farol Santander (São Paulo, 2022) ultrapassou 140 mil, recorde em sua carreira. Em junho de 2025, sua arte foi a identidade visual oficial do festival Rio Loco, em Toulouse, na França. O trabalho de Silveira já estampou a capa do The New York Times e foi destaque em publicações como Juxtapoz, Hi-Fructose e COLOSSAL.

Flávia Itiberê é artista têxtil nascida em 1984 em Curitiba, onde vive e trabalha. Sua prática nasce de uma infância dividida entre Curitiba e La Plata, marcada pelo fazer manual, pelo convívio com a avó e pela intimidade precoce com linhas, tecidos e bordados. Em sua obra, o tempo lento do bordado é linguagem e postura: uma forma de construir presença em um mundo de urgências. Seus trabalhos vão de peças minuciosas de pequena escala a instalações têxteis de grande impacto, frequentemente ativadas por luz e sombra, com a figura feminina como eixo narrativo que transita entre sonho e introspecção. Já expôs no Museu Oscar Niemeyer, no Centro Cultural Fiesp e na Caixa Cultural, além de mostras internacionais em Los Angeles, Londres e Melbourne. Suas obras integram coleções nas Américas, Europa e Ásia.

“Triverso” é um convite à contemplação e ao encontro — entre artistas, entre linguagens, entre mundos que, ao se tocarem, revelam algo que nenhum deles poderia dizer sozinho.

SERVIÇO:
TRIVERSO - Flávia Itiberê e Rafael Silveira em diálogo com a obra de Juarez Machado
Abertura: 25 de abril de 2026 (sábado)
Horário: das 11 às 14 horas
Local: Artestil Galeria de Arte - Alameda Carlos de Carvalho, 1663 Batel, Curitiba
A galeria funciona de segunda a sexta, das 9:30 às 18:30 e aos sábados das 9:30 às 13:30

TAG Heuer homenageia Ayrton Senna com exposição no Pátio Batel

Na noite desta terça-feira, TAG Heuer inaugurou exposição que celebra a memória e grandiosidade do piloto Ayrton Senna, com obras produzidas em madeira pelo artista plástico catarinense Cainã Gartner, inspiradas no legado de Ayrton Senna, e licenciadas pela Senna Brands. Nomes como Eloisa Gaz, Pedro Wolff, Lorenzo Scripes, Raphael Kondo, Natalie Valili, Ricardo Figueiredo e Patrick Justino estiveram presentes na abertura.
A mostra ficará exposta no átrio do Pátio Batel até dia 19 de abril, em frente à Boutique TAG Heuer, e conecta o trabalho da TAG Heuer, do piloto e artista por meio de um valor comum: o tempo, como medida de precisão, conquista, memória, emoção e permanência.

Sobre TAG Heuer
A TAG Heuer, fundada em 1860 por Edouard Heuer nas Montanhas do Jura, na Suíça, é uma marca de relógios de luxo que faz parte do grupo LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton SE (“LVMH”), o principal grupo de luxo do mundo. Com sede em La Chaux-de-Fonds, na Suíça, e com quatro unidades de produção, a TAG Heuer conta com 1.900 colaboradores e está presente em 139 países. Os produtos TAG Heuer estão disponíveis online em www.tagheuer.com para países selecionados e em 260 boutiques e 2.300 pontos de venda em todo o mundo.
Há 165 anos, a TAG Heuer demonstra um espírito puro de relojoaria de vanguarda e um compromisso com a inovação, com tecnologias revolucionárias que incluem o pinhão oscilante para cronógrafos mecânicos em 1887, o Mikrograph em 1916, o primeiro movimento de cronógrafo com corda automática – Calibre 11 – em 1969, e o primeiro smartwatch de luxo em 2015. Atualmente, a principal coleção da marca é composta por duas famílias icônicas projetadas por Jack Heuer – TAG Heuer Carrera e Monaco – e é complementada pelas coleções contemporâneas TAG Heuer Aquaracer, Formula 1, Link e Connected.
Incorporando a nova filosofia da TAG Heuer, “Designed to Win”, a marca continua a construir seu legado de inovação ousada, resiliência e alto desempenho. Suas parcerias de destaque e embaixadores refletem o espírito da TAG Heuer em superar limites e performar nos momentos que realmente importam.
tagheuer.com |@tagheuer no Instagram
Sobre Senna Brands
A marca Senna encapsula e perpetua o espírito indomável de Ayrton Senna, inspirando pessoas de todas as gerações em todo o mundo a encontrarem sua verdadeira vocação e a se tornarem a melhor versão de si mesmas.
Por meio de parcerias com marcas conhecidas e consideradas as melhores em suas categorias, a Senna Brands identifica produtos premium que carregam os valores essenciais de Ayrton, como a paixão pelo alto desempenho, a determinação, a ousadia e a superação de limites.
Parte da renda da parceria com Senna Brands é revertida para o Instituto Ayrton Senna, que promove o desenvolvimento de crianças e jovens carentes, oferecendo educação de qualidade em escolas públicas. O Instituto já atendeu mais de 36 milhões de crianças em seus 30 anos de existência.
Sobre Cainã Gartner
Da tradição familiar à reinvenção artística. Arte que transcende as fronteiras da madeira. Esculpindo o passado e o presente em obras icônicas. Essa é a arte de Cainã Gartner. Nascido em 1990 e criado dentro da tradicional marcenaria da família, Cainã é a quarta geração de carpinteiros da família Gartner, vivendo e respirando o universo da madeira desde cedo. Remanejando e repensando a arte, de forma que adota aspectos orgânicos, formando contrastes entre linhas retas e curvadas, elaboradas a partir de serras e tornos.
Com uma produção marcada pela exclusividade e pelo caráter autoral, Cainã Gartner vem construindo uma presença sólida no cenário internacional. Suas obras já foram entregues pessoalmente a grandes ícones do esporte mundial, entre eles Roger Federer, Tom Brady, Magic Johnson, Simone Biles, Andre Agassi e Aryna Sabalenka. Cada criação nasce do encontro entre arte, história e performance, transformando momentos emblemáticos do esporte em esculturas únicas.
Desde 2019, o artista Cainã Gartner desenvolveu uma série de obras licenciadas relacionadas ao universo de Ayrton Senna. Ao longo desse período, foram criados cinco projetos que resultaram em sete esculturas, inspiradas na trajetória e no legado do piloto. As peças unem madeira nobre, ouro e elementos simbólicos que traduzem momentos marcantes da história do automobilismo.
Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, com aproximadamente 190 estabelecimentos — entre eles 72 lojas exclusivas como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 11 anos de história, o Pátio Batel se consolida como "único em todos os sentidos": um espaço pensado para acolher em uma experiência completa de bem-estar, moda e luxo.

TAG Heuer faz homenagem a Ayrton Senna com exposição no Pátio Batel

Obras podem ser vistas entre 8 e 19 de abril, no átrio do shopping
Para celebrar a memória e grandiosidade do piloto Ayrton Senna, a TAG Heuer realiza entre os dias 8 e 19 de abril exposição com obras do catarinense Cainã Gartner. As peças produzidas em madeira pelo artista plástico são inspiradas no legado de Ayrton Senna, e licenciadas pela Senna Brands.
A mostra conecta o trabalho da TAG Heuer, do piloto e artista por meio de um valor comum: o tempo, como medida de precisão, conquista, memória, emoção e permanência. Além de peças inspiradas no ídolo do automobilismo, serão apresentadas obras da coleção Jardim da Alma.

As peças poderão ser apreciadas no átrio do Pátio Batel, em frente à Boutique TAG Heuer.

Sobre TAG Heuer
A TAG Heuer, fundada em 1860 por Edouard Heuer nas Montanhas do Jura, na Suíça, é uma marca de relógios de luxo que faz parte do grupo LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton SE (“LVMH”), o principal grupo de luxo do mundo. Com sede em La Chaux-de-Fonds, na Suíça, e com quatro unidades de produção, a TAG Heuer conta com 1.900 colaboradores e está presente em 139 países. Os produtos TAG Heuer estão disponíveis online em www.tagheuer.com para países selecionados e em 260 boutiques e 2.300 pontos de venda em todo o mundo.
Há 165 anos, a TAG Heuer demonstra um espírito puro de relojoaria de vanguarda e um compromisso com a inovação, com tecnologias revolucionárias que incluem o pinhão oscilante para cronógrafos mecânicos em 1887, o Mikrograph em 1916, o primeiro movimento de cronógrafo com corda automática – Calibre 11 – em 1969, e o primeiro smartwatch de luxo em 2015. Atualmente, a principal coleção da marca é composta por duas famílias icônicas projetadas por Jack Heuer – TAG Heuer Carrera e Monaco – e é complementada pelas coleções contemporâneas TAG Heuer Aquaracer, Formula 1, Link e Connected.
Incorporando a nova filosofia da TAG Heuer, “Designed to Win”, a marca continua a construir seu legado de inovação ousada, resiliência e alto desempenho. Suas parcerias de destaque e embaixadores refletem o espírito da TAG Heuer em superar limites e performar nos momentos que realmente importam.
tagheuer.com |@tagheuer no Instagram
Sobre Senna Brands
A marca Senna encapsula e perpetua o espírito indomável de Ayrton Senna, inspirando pessoas de todas as gerações em todo o mundo a encontrarem sua verdadeira vocação e a se tornarem a melhor versão de si mesmas.
Por meio de parcerias com marcas conhecidas e consideradas as melhores em suas categorias, a Senna Brands identifica produtos premium que carregam os valores essenciais de Ayrton, como a paixão pelo alto desempenho, a determinação, a ousadia e a superação de limites.
Parte da renda da parceria com Senna Brands é revertida para o Instituto Ayrton Senna, que promove o desenvolvimento de crianças e jovens carentes, oferecendo educação de qualidade em escolas públicas. O Instituto já atendeu mais de 36 milhões de crianças em seus 30 anos de existência.
Sobre Cainã Gartner
Da tradição familiar à reinvenção artística. Arte que transcende as fronteiras da madeira. Esculpindo o passado e o presente em obras icônicas. Essa é a arte de Cainã Gartner. Nascido em 1990 e criado dentro da tradicional marcenaria da família, Cainã é a quarta geração de carpinteiros da família Gartner, vivendo e respirando o universo da madeira desde cedo. Remanejando e repensando a arte, de forma que adota aspectos orgânicos, formando contrastes entre linhas retas e curvadas, elaboradas a partir de serras e tornos.
Com uma produção marcada pela exclusividade e pelo caráter autoral, Cainã Gartner vem construindo uma presença sólida no cenário internacional. Suas obras já foram entregues pessoalmente a grandes ícones do esporte mundial, entre eles Roger Federer, Tom Brady, Magic Johnson, Simone Biles, Andre Agassi e Aryna Sabalenka. Cada criação nasce do encontro entre arte, história e performance, transformando momentos emblemáticos do esporte em esculturas únicas.
Desde 2019, o artista Cainã Gartner desenvolveu uma série de obras licenciadas relacionadas ao universo de Ayrton Senna. Ao longo desse período, foram criados cinco projetos que resultaram em sete esculturas, inspiradas na trajetória e no legado do piloto. As peças unem madeira nobre, ouro e elementos simbólicos que traduzem momentos marcantes da história do automobilismo.
Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, com aproximadamente 190 estabelecimentos — entre eles 72 lojas exclusivas como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 11 anos de história, o Pátio Batel se consolida como "único em todos os sentidos": um espaço pensado para acolher em uma experiência completa de bem-estar, moda e luxo.

Dos bastidores ao palco: exposição revisita a história da maquiagem teatral no Brasil

Projeto idealizado por Livien Ullmann destaca a trajetória da maquiagem cênica no Brasil, desde o século XVI até os dias atuais, dentro da programação do Festival de Teatro de Curitiba 2026

Foto de Melvin Quaresma, do espetáculo “A Inesquecível Fábrica de Emoções” com maquiagem de Livien Ullmann.

A exposição “Maquiagem Teatral: Uma História Nacional” integra a programação da 34ª edição do Festival de Teatro de Curitiba, em 2026, e abre ao público no dia 3 de abril, propondo um mergulho na trajetória da maquiagem cênica no Brasil, desde o primeiro espetáculo registrado no país, em 1564, até os dias atuais. Idealizado pela artista Livien Ullmann, o projeto lança luz sobre uma prática fundamental para as artes cênicas, cuja presença nem sempre esteve em evidência ao longo do tempo.

A mostra se organiza como um percurso que atravessa diferentes tempos, reunindo imagens, narrativas e vestígios em uma experiência acessível e dinâmica. Ao longo do trajeto, registros históricos, objetos e espaços de interação constroem um diálogo entre passado e presente, ao mesmo tempo em que recuperam a memória de uma profissão que por muito tempo permaneceu invisível. “Durante décadas, a maquiagem no teatro foi feita pelos próprios artistas, sem reconhecimento e sem registro. Essa exposição busca preservar essa história e valorizar esses profissionais na construção da cena brasileira”, afirma Livien.

À frente da coordenação geral e direção de produção Michele Menezes destaca o desafio de transformar a pesquisa em experiência: “Dar forma a essa história foi um exercício de escuta e composição. A gente organiza vestígios, cruza tempos e constrói um percurso, que só existe porque é coletivo”.

Além da exposição, o projeto promove quatro ações formativas ao longo do período expositivo. A programação inclui duas conversas abertas ao público e duas masterclasses de maquiagem e caracterização teatral, reunindo artistas convidados e maquiadores reconhecidos nacionalmente. As atividades têm como foco a formação de maquiadores cênicos profissionais e amadores, além de aproximar o público dos processos criativos do teatro.

A exposição foi pensada para ser acessível em todo o percurso. O espaço tem circulação adaptada, audiodescrição nas obras por QR Code e audioguia. Os vídeos contam com tradução em Libras e, ao longo da temporada, acontecem visitas guiadas em Libras nos dias 05 e 12 de abril, às 17h. A mostra também considera diferentes formas de percepção, com recursos voltados a pessoas neurodivergentes e uma equipe preparada para acolher o público.

Diálogos, práticas e memórias da maquiagem na cena brasileira

O projeto conta também com uma programação formativa gratuita, com encontros e masterclasses realizados sempre na Alfaitaria - Espaço das Artes. No dia 3 de abril (sexta-feira), das 17h às 19h, acontece o primeiro encontro: A Importância da Maquiagem e do Maquiador, mediado por Livien Ullmann, com participação do diretor George Sada e da maquiadora Mona Magalhães.

No dia 4 de abril (sábado), das 17h às 19h, a programação segue com a primeira masterclass, ministrada por Livien Ullmann, que apresenta ao vivo o processo completo de criação de uma maquiagem teatral. Já no dia 11 de abril (sábado), no mesmo horário, acontece a segunda masterclass, com o maquiador Marcelino de Miranda.

Encerrando a programação formativa, o acontece o segundo encontro: A História da Maquiagem e do Maquiador, será realizado no dia 18 de abril (sábado), das 17h às 19h, com mediação de Valesca Xavier Moura Jorge e participação do maquiador Anderson Bueno e da atriz Léa Albuquerque.

O projeto é realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), realização da Lillart, produção da Pró Cult, incentivo da Buffalo Motores e Cia Beal Alimentos.

Sobre Livien Ullman

Livien Ullmann é empresária, maquiadora e produtora cultural, formada em Design e Teatro, com uma trajetória sólida e reconhecida nas artes cênicas. À frente da Lillart Maquiagem há mais de 10 anos, desenvolve projetos que atravessam teatro, circo, dança e eventos corporativos, unindo criação artística, pesquisa e produção. É idealizadora da Convenção Lillart, a principal convenção de maquiagem artística do Brasil, e da exposição “Maquiagem Teatral: Uma História Nacional”, que evidencia e valoriza o papel do maquiador na cena cultural brasileira. Sua carreira é marcada por premiações, participações em televisão e atuação como jurada em competições da área. Também forma novos profissionais por meio de cursos presenciais e online em todo o país. Seu trabalho se destaca pela consistência, inovação e pela forma como posiciona a maquiagem como linguagem artística de relevância.
SERVIÇO - Exposição: Maquiagem Teatral: Uma História Nacional

Abertura: 02 de abril, às 18 horas.

Datas e horários: de 03 a 18 de abril, das 10h às 19h.

Local: Alfaiataria - Espaço das Artes (Rua Riachuelo, 274)

Entrada: gratuita

Inscrições: Encontros e Masterclas em www.lillart.com.br

Ficha Técnica

Idealização, Direção Artística, Pesquisa e Curadoria: Livien Ullmann | Concepção, Coordenação Geral e Direção de Produção: Michele Menezes | Curadoria e Artista Convidado: Anderson Bueno | Projeto Expográfico: Denise Bramatti | Identidade Visual e Design Gráfico: Luciano Maccio e Myrella Araújo | Artistas Convidados: Áldice Lopes, Alisson Rodrigues, Ana Maclaren, Anderson Bueno, Cacá Zech, Clarisse Abujamra, Claudinei Hidalgo, Cleber de Oliveira, Cristóvão de Oliveira, Fernando Ocazione, George Sada, Henrique Mello, João Marcos, Jorge Abreu, Julio Cesar Silveira, Léa Albuquerque, Lilian Blanc, Livien Ullmann, Louise Helène, Marcelino de Miranda, Marcio Desideri, Mona Magalhães, Mozart Machado, Regina Vogue, Rosamaria Murtinho, Tiça Camargo, Valesca Moura Jorge, Vitor Martinez, Westerley Dornellas | Produção e Assistência de Pesquisa: Valesca Xavier Moura Jorge | Produção Executiva: Iara Elliz | Administração Financeira: Nelcy Mendonça | Assessoria Jurídica: Thiago Portugal | Captação de Recursos: Manassés Sato | Produção Técnica e Montagem: Fabiano Hoffmann, Faho Produções Cenográficas | Iluminação e Impressão: Nicolas Caus, João Elias | Monitoria: Ales de Lara, Naiara Oliveira | Assistência de Produção: Ana Costa, Katarina Duarte, Naiara Oliveira | Produção Local (SP): Bruno Sena | Modelo Masterclass: Milena Xavier | Acessibilidade: Vozes Diversas | Audiodescrição: Cintia Alves, Ana Claudia Domingues | Tradução em Libras: Janaina Silveira | Edição de Som: Bianca Milanda | Registros em Foto e Vídeo: TB Filmes, Vitor Dias | Redes sociais: Ana Glória Braga | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo

Galeria Ybakatu comemora 30 anos e reinaugura em novo endereço

A Galeria Ybakatu celebra três décadas de atuação com a abertura de seu novo espaço em Curitiba, localizado na Av. Vicente Machado, 1056, Batel. A reinauguração será no dia 29 de novembro de 2025 (sábado), das 11h às 16h, e marca o início de uma nova fase da galeria fundada em 1995 por Tuca Nissel, que nesta trajetória valorizou criadores com pesquisas sólidas e práticas inovadoras, com um olhar atento e sensível para obras e artistas. Na data, será aberta a mostra coletiva {[( Entre )]}, com curadoria de Jhon Voese e obras de 22 artistas de diferentes gerações e linguagens. O novo espaço foi adaptado pelo arquiteto Maurício Pinheiro Lima, para atender às necessidades de uma galeria contemporânea.

Serviço:
Reinauguração da Galeria Ybakatu - 30 anos
Endereço: Av. Vicente Machado, 1056 - Batel, Curitiba (PR)
Data: 29 de novembro de 2025 (sábado), das 11h às 16h
Exposição: { [ ( Entre ) ] } - coletiva com 22 artistas
Curadoria: Jhon Voese
Entrada gratuita

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RELEASE COMPLETO:

Galeria Ybakatu celebra 30 anos com reinauguração em novo espaço que integra arte, cultura e design em Curitiba

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A galerista Tuca Nissel, há 30 anos à frente da Ybakatu - Foto: Gilson Camargo

A Galeria Ybakatu, uma das maiores referências da arte contemporânea em Curitiba, fundada pela galerista Tuca Nissel, comemora três décadas de sua trajetória com reinauguração em um novo endereço, no dia 29 de novembro (sábado) das 11h às 16h, na Avenida Vicente Machado, 1056, Batel (Curitiba - PR). Na ocasião, será realizada a abertura da exposição { [ ( Entre ) ] }, coletiva de 22 artistas com curadoria de Jhon Voese. A entrada é gratuita.

Criada em 24 de novembro de 1995, a Galeria Ybakatu teve sua gênese a partir de uma exposição realizada na casa de Tuca Nissel, como trabalho de conclusão do curso de Escultura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap). O que seria uma tarefa acadêmica, deu início a uma trajetória dedicada à arte contemporânea e à continuidade de uma pesquisa artística sensível. “É emocionante ver que, após 30 anos, a Ybakatu se reinventa sem perder sua essência. Nosso compromisso permanece o mesmo, de sustentar uma pesquisa artística vigorosa e plural, respeitando a poética de cada artista”, afirma Tuca Nissel.

A Ybakatu (nome que significa “arvore que dá bons frutos”) inicia essa nova etapa de sua história em um local amplo, com projeto arquitetônico assinado pelo escritório Pinheiro Lima & Mattioli, dos arquitetos Maurício Pinheiro Lima e Carla Mattioli. O novo espaço foi adaptado para atender às necessidades de uma galeria contemporânea, integrando arte e arquitetura. Conta com iluminação desenvolvida pela E Iluminação e comunicação visual pela Lumen Design. O prédio que abriga a Ybakatu, Vaz Batel, é projetado pela Triptyque Arquiteture (de São Paulo), com construção da Laguna (construtora e incorporadora).

{ [ ( Entre ) ] } marca reinauguração da Ybakatu
Como primeira exposição do novo espaço, a galeria abre a coletiva { [ ( Entre ) ] }, com obras de 22 artistas de diferentes gerações, em linguagens e técnicas diversas (pintura, escultura, videoarte, fotografia, arte digital, técnicas híbridas, entre outras). A curadoria ficou por conta Jhon Voese, pesquisador e curador de arte contemporânea, atuante especialmente no cenário paranaense, com trabalhos em importantes exposições.

A mostra reúne trabalhos de artistas com pesquisas consolidadas e relevantes, marca registrada da Ybakatu, contando com obras de Alex Flemming, André Rigatti, C.L. Salvaro, Claudio Alvarez, Cristina Ataíde, Débora Santiago, Fernando Augusto, Fernando Cardoso, FOD, Gilson Camargo, Glauco Menta, Hugo Mendes, Isaque Pinheiro, João Loureiro, Lígia Borba, Marta Neves, Ricardo E. Machado, Sonia Navarro, Tatiana Stropp, Washington Silvera, Willian Santos e Yiftah Peled.

Raízes em Curitiba, ramos espalhados pelo circuito internacional
Ao longo de seus 30 anos, a Galeria Ybakatu realizou mais de 110 exposições, entre individuais e coletivas. Desde os anos 2000, passou a ter atuação constante fora de Curitiba, representando artistas de várias nacionalidades em feiras de arte no Brasil e no exterior. Participou de importantes edições da ARCO Madrid, esteve presente em quase todas as edições da SP-Arte, além de feiras internacionais em Nova York, Suíça, Lima (Peru) e Londres, ampliando sua atuação e relevância nacional e internacional.

Essa história inclui momentos marcantes com nomes consagrados da arte brasileira. Em 1997, realizou uma exposição do escultor Amilcar de Castro, que também contou com um bate-papo com artistas e estudantes. No ano seguinte, em 1998, promoveu uma exposição conjunta de Arnaldo Antunes e Walter Silveira, reforçando sua vocação para integrar diferentes expressões e gerações. Ao longo dessa trajetória, a galeria também representou e exibiu artistas premiados, contribuindo para a consolidação de carreiras e para a difusão de suas obras em acervos públicos e coleções privadas.

Serviço:
Reinauguração da Galeria Ybakatu - 30 anos
Endereço: Av. Vicente Machado, 1056 - Batel, Curitiba (PR)
Data: 29 de novembro de 2025 (sábado), das 11h às 16h
Exposição: { [ ( Entre ) ] } - coletiva com 22 artistas
Curadoria: Jhon Voese
Entrada gratuita

galeria ybakatu - foto 3D antes da inauguração.jpg
O novo espaço da Galeria Ybakatu
Tatiana Stropp 25.06, 2021 .jpg
Obra de Tatiana Stropp

Alex Flemming_Galeria Ybakatu DSC_4147.jpg
Obra de Alex Flemming

C L Salvaro_Galeria Ybakatu DSC_4163.jpg
Obra de C L Salvaro

Ligia Borba, sem título, 2024.jpg
Obra de Ligia Borba

Claudio Alvarez - Paisagem Onírica, 2018.jpg
Obra de Claudio Alvarez

André Rigatti, sem título, água-forte, água-tinta e serigrafia sobre papel, 20x15cm, 2025.JPG
Obra de André Rigatti

Exposição e música no Jokers

Duas novidades agitam a agenda semanal do Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro Histórico). A abertura da exposição Âncoras e o show de lançamento do novo álbum da banda Trilho. No Jardim de Inverno da casa, acontece a exposição coletiva Âncoras, organizada pelo artista plástico e tatuador Anderson Rosa. Ele convidou dez artistas que desenvolveram, a partir de uma base em formato de âncora, trabalhos individuais em diversas técnicas: acrílico, tinta óleo, spray e tinta para tatuagem. Fazem parte da mostra Mário Bernardi, Raquel Brandalise, Daniel Gonçalves Art, Jean Antunes, Adriana Rogalski, Etone Morais, Ronaldo Bones, Wellington Saliba e Bravos Tattoo CWB. A exposição tem entrada franca, pode ser visitada durante o horário de funcionamento da casa e permanece em cartaz até fevereiro de 2026.
E, como destaque da programação musical, acontece nesta sexta-feira (07), no palco principal da casa, o lançamento do álbum Usina do Rock novo trabalho da banda curitibana Trilho. Na abertura da noite haverá a apresentação das bandas Pallets e Pão de Hambúrguer.
Conhecida por abrigar vários gêneros musicais – a tradicional casa noturna de Curitiba comemora 24 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão Queirolo quanto no seu palco principal. Informações e reservas pelo telefone (41) 3324-2351.
A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.
Confira a programação até o dia 08 de novembro:

Âncoras – Exposição coletiva organizada pelo artista plástico e tatuador Anderson Rosa, com trabalhos individuais em diversas técnicas: acrílico, tinta óleo, spray e tinta para tatuagem. Obras de Mário Bernardi, Raquel Brandalise, Daniel Gonçalves Art, Jean Antunes, Adriana Rogalski, Etone Morais, Ronaldo Bones, Wellington Saliba e Bravos Tattoo CWB. A exposição tem entrada franca, pode ser visitada durante o horário de funcionamento da casa e permanece em cartaz até fevereiro de 2026. Horário de visitação: de segunda a sábado durante o funcionamento da casa. A Mostra permanece até fevereiro de 2026. Entrada franca.

SEXTA 07 NOV, 21 horas– Trilho– A banda faz o lançamento do álbum Usina do Rock. Na abertura da noite apresentação das bandas Pallets e Pão de Hambúrguer. Ingressos antecipados R$25 (2º lote) pelo link: https://goingressos.com.br/evento/trilho-lancamento-do-album-usina-do-rock

SÁBADO 08 NOV – Fechado para evento particular.

Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico.
Reservas e informações: (41) 3324-2351.www.jokers.com.br
Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul - ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa.

ÚLTIMAS SEMANAS DA EXPOSIÇÃO HUMAN BODIES – MARAVILHAS DO CORPO HUMANO EM CURITIBA

“Após grande sucesso, a temporada encerra no próximo dia 02 de novembro no Jockey Plaza Shopping. Na semana da criança, de 06 a 12 de outubro, crianças com até 10anos acompanhadas por adultos pagantes, não pagam o valor da entrada”.

A exposição internacional que vem impressionando Curitiba chega à fase final da temporada e com novidades. Com realização da Smart Mix Brasil e produção da Prime, a temporada de “Human Bodies - Maravilhas do Corpo Humano” encerra no dia 02 de novembro no Jockey Plaza Shopping (R: Konrad Adenauer,370), instalada no “Espaço Cult Imersiva”, no Piso L2. O horário para a visitação é de segunda a sábado das 14h às 21h, e aos domingos e feriados, das 12h às 19h. Na semana da criança, de 06 a 12 de outubro, crianças com até 10anos acompanhadas por adultos pagantes, não pagam o valor da entrada.

Vista por mais de 40 milhões de pessoas em diferentes países do mundo, traz os mistérios da anatomia que sempre provocaram a curiosidade dos seres humanos. É uma nova experiência ao ver um corpo humano verdadeiro, disposto de forma bonita e educativa.

O acervo da exposição conta com nove corpos reais, em poses inusitadas e numa visão tridimensional da espécie humana, ilustrando os sistemas numa forma dinâmica. São corpos humanos completos e verdadeiros que se doaram em vida para a ciência. Submetidos ao método da plastinação, estão expostos mostrando as maravilhas que existem dentro do corpo humano. Alguns corpos destacam-se por estarem em posições esportivas, como é o caso da acrobata e do tenista.

A técnica usada na exposição “Human Bodies Maravilhas do Corpo Humano” é a plastinação e é parecida com a usada pelo pintor italiano Leonardo da Vinci, que já realizava dissecação e experimentos em corpos humanos e de animais, visando conhecer os mecanismos e funcionamentos.

Ao longo de diversas galerias, são mostradas cerca de cem espécimes e órgãos com objetivo de que os visitantes conheçam a fundo a estrutura de cada sistema, um mergulho por pele e ossos, dos pés à cabeça. Será possível compreender doenças de uma maneira nova e esclarecer os danos e lesões causados aos órgãos por problemas de saúde, como obesidade, artrite, câncer de mama e tabagismo, por exemplo. Espécies de animais também estarão expostas, trazendo um fator ainda mais intrigante à mostra: nossas semelhanças e diferenças. Além dos corpos humanos e animais, uma sala imersiva recebe os visitantes com imagens criadas exclusivamente para a exposição.

Entre os itens à mostra, quem visitar a exposição poderá conferir o corpo dissecado que aparece em uma cena do filme 007 Cassino Royale (2006), gravada em Praga, na República Tcheca, e que tem como protagonista o ator Daniel Craig.

O que é Plastinação?

A plastinação é um método criado pelo médico alemão Gunther Von Hagens, e realizado desde 1970, em que o espécime é dissecado e submergido em acetona para extrair todos os líquidos corporais. Depois é colocado em um banho de polímero de silicone e vai para uma câmara a vácuo - que substitui a acetona pelo polímero até o nível celular mais profundo. Ao endurecer, a substância deixa o corpo em estado de preservação permanente, com duração infinita. O processo de plastinação de um corpo inteiro chega a demorar um ano – o de um pequeno órgão leva uma semana. Só recentemente, em 2007, o material resultante da técnica ficou disponível para o público, promovendo uma oportunidade única para o aprendizado através do visual.

O Jockey Plaza Shopping fica no Tarumã, na Rua Konrad Adenauer, 370, e tem estacionamento com valor de R$10, por até 30 min, e R$19 por todo o período de utilização dentro da mesma diária. As lojas funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h. E as operações de alimentação de segunda a sexta, das 10h às 22h, aos sábados, das 10h às 23h, e aos domingos, das 11h às 22h.

Serviço:
Exposição Internacional “HUMAN BODIES – Maravilhas do Corpo Humano”
Realização: Smart Mix Brasil
Produção: Prime
Quando: até 02 de novembro de 2025 (Domingo)
Local: Jockey Plaza Shopping (R: Konrad Adenauer,370),“Espaço Cult Imersiva”, Piso L2
Horários: de segunda a sábado das 14h às 21h, e domingos e feriados, das 12h às 19h.
Ingressos: a partir de R$40,00 (meia-entrada) + taxa adm
de segunda a sexta feira:
Ingresso Unitário - R$80,00 (inteira)/ R$40,00 (meia-entrada) + taxa adm;
Combo 3 ingressos – R$135,00 + taxa adm;
Combo 4 ingressos – R$180,00 + taxa adm.
Ingressos sábados, domingos e feriados:
Ingresso Unitário: R$100,00 (inteira)/ R$50,00 (meia-entrada) + taxa adm;
Combo 3 ingressos – R$165,00 + taxa adm;
Combo 4 ingressos – R$220,00 + taxa adm.
Promoções de combos – Ingresso especial para grupos de 3 a 4 pessoas, desde que ingressem na exposição juntos*
Grupos Escolas: Venda de Ingressos especiais para grupos de no mínimo 30 pessoas. Valor único - R$ 35,00 por aluno. Visitas em horários diferenciados. Vendas e agendamentos pelo email: projetoescola@maravilhasdocorpohumano.com.br e pelo telefone (11) 99112-3275.
Ponto de Venda: www.blueticket.com.br
Informações: www.maravilhasdocorpohumano.com.br / @maravilhasdocorpohumano / @maisumadaprime / @jockeyplazacuritiba
Classificação etária: Livre

Realismo fantástico brasileiro em Baku

A exposição Reflexões da Eternidade, do artista plástico Luiz de Souza, acontece até abril de 2026 no Centro Heydar Aliyev, no Azerbaijão

O artista plástico catarinense Luiz de Souza comemora 30 anos de carreira com uma retrospectiva no Centro Heydar Aliyev, o maior centro cultural do Cáucaso, em Baku, capital do Azerbaijão. A exposição Reflexões da Eternidade, abriu em maio e permanece em cartaz até abril de 2026, com 39 obras inspiradas no realismo fantástico, divididas em três esculturas e 36 quadros em óleo sobre tela. A mostra acontece no Salão Principal do espaço, que já recebeu coleções de artistas como Andy Warhol, Salvador Dalí e, no ano que vem, Botero.
A história desta exposição começou de forma inusitada. Em 2024, Souza, em meio a mensagens no Instagram, recebeu um convite oficial para expor no Centro Heydar Aliyev. No início, não acreditou, achou que fosse mais uma mensagem entre tantas que recebe do mundo todo. Mas a equipe do Azerbaijão insistiu tanto que ligaram para a galeria que o representa em Curitiba, a Um Lugar ao Sol. Foi aí que ele percebeu que era sério. A proposta: realizar uma individual inédita em Baku. O problema? O prazo. Luiz pediu um ano e meio para criar obras novas, mas ele teria apenas quatro meses para entregá-las. A urgência virou parte do conceito da exposição e acabou inspirando o tema central: o tempo.
Sem acervo disponível, Luiz recorreu a colecionadores para pedir empréstimos. Enquanto isso, ele acelerava a produção de novas peças, paralisava encomendas e corria contra o relógio. No fim, selecionou e enviou imagens de 48 obras disponíveis ou inéditas, das quais 39 foram escolhidas para compor a exposição. Destas 10 foram produzidas especialmente para a ocasião. Luiz de Souza lembra que durante esse processo estabeleceu um intenso diálogo com a curadoria do Centro Heydar Aliyev. “É importante lembrar que o empenho e a dedicação do sr. Anar Alakbarov, diretor do Centro e assistente do presidente da República do Azerbaijão, foram fundamentais para acontecer a exposição Reflexões da Eternidade”, reconhece.
A escolha das obras então foi, naturalmente, relacionada a ligação delas com o tempo, e a curadoria foi desenvolvendo o tema. O título escolhido sintetiza as investigações filosóficas presentes na trajetória do artista: o desejo humano de permanência, a busca por resistir ao tempo e o questionamento sobre o que realmente é eterno. “O ego do ser humano é sempre sobre isso, sobre a sua obra permanecer. Você morre, mas a sua obra fica”, reflete o artista, que encara o tempo e a eternidade como matéria e tema centrais em sua produção.
Essa reflexão perpassa toda a carreira de Luiz, que há décadas explora a tensão entre o efêmero e o duradouro em suas pinturas e esculturas. Em obras como Contagem Regressiva, com a figura em uma motocicleta que se move no sentido anti-horário em relação aos ponteiros do relógio, como se estivesse voltando no tempo para refazer o caminho percorrido, ou nas criações que abordam o extinto pássaro Dodô, Luiz questiona a arrogância humana e nossa tentativa de dominar a natureza e o tempo. “O eterno pode ser o momento em que a tua mãe te fez um carinho, ou uma construção que dura séculos”, pontua. Ao mergulhar por horas na pintura, o artista experimenta pessoalmente essa relatividade do tempo — “às vezes eu começo a trabalhar às 11 da noite e, quando vejo, o dia amanheceu”, comenta reafirmando sua busca constante por imortalizar sentimentos e reflexões e convidando o público para pensar sobre sua própria finitude e legado.
Uma curiosidade: as obras chegaram a Baku após uma saga em que o próprio tempo, tema central da mostra, virou personagem real. A Receita Federal entrou em greve e elas ficaram retidas 40 dias no aeroporto de Campinas. O artista, com viagem marcada, embarcou para o Azerbaijão antes delas, participando de compromissos oficiais enquanto aguardava as obras chegarem. Liberadas apenas dias antes, as peças foram montadas em tempo recorde. A abertura, no dia do aniversário do artista, reuniu quase mil convidados numa noite especial com música ao vivo e coreografia com os personagens da commedia dellarte, presentes em algumas obras de Luiz de Souza, interagindo com os espectadores. No fim, a mostra celebrou a arte brasileira e mostrou que o tempo pode ser um grande aliado quando se transforma em arte.

Luiz de Souza
Autodidata desde criança, Luiz de Souza desenha desde os três anos, sempre com um olhar imaginativo e fora do comum. Natural de Lauro Müller (SC), passou a infância encantado com as figuras coloridas dos circos que acampavam no terreno de seu pai, inspiração que ecoa até hoje em sua obra. O traço sempre foi realista, mas as cenas, alegóricas e cheias de fantasia, o aproximam do chamado realismo fantástico, estilo que ele abraçou após ser classificado assim por curadores europeus.
Antes de se dedicar à pintura, Luiz experimentou outras áreas: cursou contabilidade, estudou publicidade, fez teatro amador e trabalhou em escritórios. Foi em Joinville, ao se deparar com um artista ampliando um cartaz de circo, que entrou para o universo da publicidade como ilustrador, experiência que o aproximou ainda mais do desenho. Depois, trabalhou em vários locais, inclusive em Rondônia, sempre seguindo o instinto artístico.
A mudança definitiva para Curitiba marcou o início da trajetória como pintor profissional. Começou ilustrando para a Editora Expoente e, incentivado por um amigo, produziu suas primeiras telas , vendidas imediatamente em uma galeria local. De lá para cá, nunca mais parou. Luiz desenvolveu seu trabalho mantendo a liberdade criativa que define sua personalidade expansiva.
Hoje, com obras espalhadas pelo Brasil e Europa, Luiz de Souza transita principalmente no realismo fantástico, criando narrativas visuais cheias de cor e simbologia crítica. Seja em retratos, figuras alegóricas ou personagens inspirados na commedia dell'arte, sua pintura revela muito além do impacto estético inicial: há sempre uma história escondida, esperando ser descoberta.

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA A EXPOSIÇÃO YARA MARTINS, DA PAISAGEM À MEMÓRIA, EM SILÊNCIO GRITA

Mostra convida a pensar o tempo, a memória e a urgência de preservar a natureza
Sem título, óleo sobre madeira, 80x80cm, 2025
A CAIXA Cultural Curitiba recebe a exposição Yara Martins, Da Paisagem à Memória, em Silêncio Grita. A abertura será no dia 12 de julho, às 16h, na Galeria Mezanino, que estará aberta à visitação de 13 de julho a 21 de setembro, com entrada gratuita.
Com curadoria de Fernando Bini, a mostra apresenta um recorte da produção de Yara Martins, artista de 80 anos com trajetória marcada pela investigação da natureza, da matéria e da memória. A exposição destaca a evolução de suas técnicas e pesquisas ao longo do tempo, evidenciando sua profunda relação com a madeira como suporte e símbolo.
O processo de sua produção consiste no manuseio prático de ferramentas não convencionais para arte, tais como serra elétrica, lixadeira, lança-chamas, entre outros. A madeira carrega os vestígios deixados pelo homem na natureza e, em suas obras, torna-se espaço de denúncia e preservação. As cores e abordagens revelam a sensibilidade da artista com os territórios que habita, construindo um diálogo entre sua experiência pessoal e as grandes questões ambientais e sociais contemporâneas.
A mostra convida o público a um estado de pausa e introspecção. Um espaço para pensar o tempo, a memória e a urgência de preservar – a nós mesmos, à natureza, às histórias que nos constituem.

SERVIÇO:
[Exposição] Yara Martins, da paisagem à memória, em silêncio grita
Local: CAIXA Cultural Curitiba, Galeria Mezanino – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Abertura: 12 de julho, sábado, às 16h
Visitação: 13 de julho a 21 de setembro de 2025
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação: Livre
Entrada gratuita
Acesso para pessoas com deficiência
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

JP Moser inaugura exposição “Beleza Divina” no SFCO 179

Obras inspiradas na representação da figura feminina sob uma perspectiva contemporânea, intimista e sensível. Este é o ponto de partida da exposição Beleza Divina, do artista plástico JP Moser, que será aberta na próxima quinta-feira, dia 10, às 19 horas, na Galeria do Multiespaço São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). A mostra tem entrada franca e pode ser visitada de terça a sábado, das 14 às 20 horas, e aos domingos das 14 às 18h.
A exposição revela uma nova fase na trajetória de Moser, cuja produção artística é marcada pelo cruzamento entre o gestual expressivo e a intensidade cromática. Em Beleza Divina, o artista retoma a figura humana – especialmente a mulher – por meio de composições que mesclam delicadeza e força, criando cenas quase oníricas que convidam o público a uma experiência visual sensorial e intuitiva.
Moser iniciou sua jornada nas artes ainda na infância, sob a orientação da avó, Ivone Moser, que o apresentou aos mestres do impressionismo e do surrealismo como Monet, Van Gogh e Dalí. Essas referências permanecem presentes em sua obra, agora filtradas por uma linguagem plástica própria, que funde o lirismo clássico com uma estética urbana e contemporânea.

Serviço: Beleza Divina. Exposição individual do artista plástico JP Moser. Abertura quinta-feira, dia 10 de julho de abril, às 19 horas, na Galeria do Multiespaço São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Visitação: de terça a domingo, das 14 às 20h (domingo até às 18h).
Entrada gratuita.
Classificação indicativa: Livre.
Mais informações e entrevistas:
RB Escritório de Comunicação
Bárbara Magalhães – 9 9187-0930
Sobre o SFCO 179
O SFCO 179 é um espaço cultural localizado no coração do centro histórico de Curitiba. O projeto nasceu da revitalização de um imóvel centenário da Rua São Francisco e abriga hoje o 179 EVNTS, área destinada à realização de eventos artísticos, culturais e sociais. O local já foi sede de uma ferraria, dos Correios e, por muitos anos, ateliê do artista Ricardo Tod. Hoje, renasce como plataforma para novas histórias e criações.

HUMAN BODIES – MARAVILHAS DO CORPO HUMANO VEM A CURITIBA 

“A exposição internacional apresenta corpos completos e órgãos reais em plastinação, para esclarecer funcionamento da anatomia humana e experiências imersivas. A curta temporada estreia no dia 31 de julho no Jockey Plaza Shopping. Venda de ingressos tem início na segunda, dia 07 de julho, pela Blueticket”.

A exposição internacional que impressionou Curitiba no ano de 2012 já tem data de retorno na cidade e com novidades. Vista por mais de 40 milhões de pessoas em diferentes países do mundo, “Human Bodies – Maravilhas do Corpo Humano” traz à capital paranaense os mistérios da anatomia que sempre provocaram a curiosidade dos seres humanos. Com realização da Smart Mix Brasil e produção da Prime, a curta temporada terá início no dia 31 de julho no Jockey Plaza Shopping (R: Konrad Adenauer,370), instalada no “Espaço Cult Imersiva”, em uma área com cerca de 1.000m2, no Piso L2. O horário para a visitação será de segunda a sábado das 14h às 21h, e aos domingos e feriados, das 12h às 19h.

A maior área de exposição na temporada 2025 pelo Brasil será na edição do Jockey Plaza. “O Jockey, referência em entretenimento para a família e conhecido por trazer as maiores e mais aguardadas exposições, está feliz em ser o anfitrião de um evento tão marcante para Curitiba”, comemora a gerente de marketing do shopping, Michelle Cirqueira.

Documentos comprovam que antes mesmo de o Brasil ser descoberto, em 1492, o pintor italiano Leonardo da Vinci já realizava dissecação e experimentos em corpos humanos e de animais, visando conhecer seus mecanismos e funcionamentos. Essa técnica é semelhante na exposição. O acervo conta com nove corpos reais, em poses inusitadas e numa visão tridimensional da espécie humana, ilustra os sistemas numa forma dinâmica. São corpos completos humanos verdadeiros que se doaram em vida para a ciência. Submetidos ao método da plastinação, estão expostas, mostrando as maravilhas que existem dentro do corpo humano. Alguns corpos destacam-se por estarem em posições esportivas, como é o caso da acrobata e do tenista.

Ao longo das suas sete galerias, são mostradas ainda cerca de cem espécimes e órgãos com objetivo de que os visitantes conheçam a fundo a estrutura de cada sistema – um mergulho por pele e ossos, dos pés à cabeça. Será possível compreender doenças de uma maneira nova e também esclarecer os danos e lesões causados por problemas de saúde, como obesidade, artrite, câncer de mama e tabagismo, por exemplo, aos órgãos. Espécies de animais também estarão expostas, trazendo um fator ainda mais intrigante à mostra: nossas semelhanças e diferenças.

Como destaque inédito, uma sala imersiva com projeções em 360 graus assinada pelo artista digital Henrique Roscoe. Seis projetores de alta definição transformam as paredes e o chão em um universo microscópico que revela estruturas do corpo humano, como o coração e o cérebro, em animações poéticas e cientificamente embasadas. O conteúdo foi desenvolvido especialmente para a mostra, conectando ciência, arte e sensibilidade em uma jornada audiovisual que convida o visitante a refletir sobre sua própria existência.

“A mostra proporciona um entendimento único dos sistemas e funções do nosso corpo de maneira prática e objetiva. Tudo o que se estuda sobre a necessidade de alimentação saudável, exercícios físicos e outros procedimentos visando qualidade de vida estão ali, bem diante de nossos olhos – a exposição é uma grande homenagem ao bem mais precioso que temos, a vida!”, relata Lúcio Oliveira, diretor da Smart Mix, Brasil, uma das produtoras da exposição.

Além da curiosidade, a exposição resgata uma bandeira importante: o conhecimento como entretenimento para todas as idades. Os visitantes ficarão encantados com as surpresas que nosso corpo tem a oferecer, em níveis jamais imaginados, além de proporcionar o entendimento da importância que é pautar para a rotina de práticas saudáveis e adequadas de nutrição e atividades físicas.

O que é Plastinação?

A plastinação é um método criado pelo médico alemão Gunther Von Hagens, e realizado desde 1970, em que o espécime é dissecado e submergido em acetona para extrair todos os líquidos corporais. Depois é colocado em um banho de polímero de silicone e vai para uma câmara a vácuo - que substitui a acetona pelo polímero até o nível celular mais profundo. Ao endurecer, a substância deixa o corpo em estado de preservação permanente, com duração infinita. O processo de plastinação de um corpo inteiro chega a demorar um ano – o de um pequeno órgão leva uma semana. Só recentemente, em 2007, o material resultante da técnica ficou disponível para o público, promovendo uma oportunidade única para o aprendizado através do visual.

Ingressos

A venda de ingressos tem início no dia 07 de julho (segunda) às 18horas pela plataforma www.blueticket.com.br com valores a partir de R$40,00 (meia-entrada) + taxa adm. De segunda a sexta – Unitário - R$80,00 (inteira)/ R$40,00 (meia-entrada) + taxa adm |Combo 3 ingressos – R$135,00 + taxa adm / Combo 4 ingressos – R$180,00 + taxa adm. Sábados, domingos e feriados - Unitário - R$100,00 (inteira)/ R$50,00 (meia-entrada) + taxa adm | Combo 3 ingressos – R$165,00 + taxa adm / Combo 4 ingressos – R$220,00 + taxa adm. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. Promoções de combos – Ingresso especial para grupos de 3 a 4 pessoas, desde que ingressem na exposição juntos. Grupos Escolas: Venda de Ingressos especiais para grupos de no mínimo 30 pessoas. Valor único - R$ 35,00 por aluno. Visitas em horários diferenciados. Vendas e agendamentos pelo email: projetoescola@maravilhasdocorpohumano.com.br / (11) 991123275

Serviço:
Exposição Internacional “HUMAN BODIES – Maravilhas do Corpo Humano”
Realização: Smart Mix Brasil
Produção: Prime
Quando: Curta Temporada a partir de 31 de julho de 2025 (Quinta)
Local: Jockey Plaza Shopping (R: Konrad Adenauer,370),“Espaço Cult Imersiva”, Piso L2
Horários: de segunda a sábado das 14h às 21h, e domingos e feriados, das 12h às 19h.
Ingressos: a partir de R$40,00 (meia-entrada) + taxa adm
de segunda a sexta feira:
Ingresso Unitário - R$80,00 (inteira)/ R$40,00 (meia-entrada) + taxa adm;
Combo 3 ingressos – R$135,00 + taxa adm;
Combo 4 ingressos – R$180,00 + taxa adm.
Ingressos sábados, domingos e feriados:
Ingresso Unitário: R$100,00 (inteira)/ R$50,00 (meia-entrada) + taxa adm;
Combo 3 ingressos – R$165,00 + taxa adm;
Combo 4 ingressos – R$220,00 + taxa adm.
Promoções de combos – Ingresso especial para grupos de 3 a 4 pessoas, desde que ingressem na exposição juntos*
Grupos Escolas: Venda de Ingressos especiais para grupos de no mínimo 30 pessoas. Valor único - R$ 35,00 por aluno. Visitas em horários diferenciados. Vendas e agendamentos pelo email: projetoescola@maravilhasdocorpohumano.com.br e pelo telefone (11) 99112-3275.
Ponto de Venda: www.blueticket.com.br
Estacionamento: R$10,00, por até 30 min, e R$17,00 por todo o período de utilização dentro da mesma diária.
Informações: www.maravilhasdocorpohumano.com.br / @maravilhasdocorpohumano / @maisumadaprime / @jockeyplazacuritiba
Classificação etária: Livre

SONHO DO SONHO DO SONHO André Mendes abre exposição onírica na CAIXA Cultural Curitiba

A exposição individual “Sonho do sonho do sonho”, do artista visual André Mendes, abre no dia 24 de junho de 2025 na CAIXA Cultural Curitiba. Com curadoria de Isadora Mattiolli, a mostra apresenta ao público um conjunto de obras que se moldam a partir do interjogo entre memória, realidade, sonho e imaginação — pontos centrais da pesquisa mais recente do artista.
Utilizando em suas pinturas o marcante bastão de óleo, Mendes evidencia a fusão entre camadas materiais e conceituais, sugerindo uma nova perspectiva sobre a percepção do tempo, da consciência e da materialidade do afeto como efeito mútuo.

Comprometido com a ampliação do acesso à arte, o artista incorpora à exposição esculturas táteis, permitindo que as obras possam ser “vistas com as mãos”. A proposta é expandir a experiência sensorial do público e reforçar a importância da inclusão nos espaços expositivos.
“Sonho do sonho do sonho” é um convite para adentrar atmosferas poéticas em que tempo e matéria se dissolvem — criando uma travessia entre o real e o imaginado, o íntimo e o coletivo.

Serviço

Artista: André Mendes | Curadoria: Isadora Mattiolli
Abertura: 24 de junho de 2025 | Período expositivo: 25 de junho a 4 de agosto de 2025
Local: Caixa Cultural - Curitiba Rua Conselheiro Laurindo, 280

MON realiza nova exposição internacional no Olho

“Re-Selvagem”, da artista francesa Eva Jospin, é a próxima exposição internacional realizada pelo Museu Oscar Niemeyer (MON) e a primeira mostra da artista no Brasil. Com curadoria de Marcello Dantas, a inauguração será no dia 5 de junho, às 19h, no Olho e Espaços Araucária.

A exposição reunirá nove obras de grandes dimensões, entre elas instalações e desenhos, além de dois vídeos. A matéria-prima das instalações é o bordado de seda e o papelão, mas a artista também usa madeira, bronze, tecido e outros materiais.

“Eva Jospin no Museu Oscar Niemeyer reforça nossa missão de conectar o público paranaense com o que há de mais relevante na arte contemporânea mundial”, afirma a secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira. “Esta exposição ainda reafirma a diretriz de diplomacia cultural que o Paraná estabelece com a França, em um ano especialmente significativo, marcado pelas celebrações do Ano do Brasil na França e da França no Brasil”.

A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, afirma que a sensibilidade da artista francesa Eva Jospin fica evidente nesta exposição. “Ao abordar a natureza e o tempo em poéticas obras de arte, ela evoca nossa memória afetiva”, diz.

Juliana comenta que o encontro físico com a arte faz a pessoa se reconhecer e reconhecer sua história por meio das obras. “Num mundo acelerado, o espaço presencial dos museus se apresenta como equilíbrio perfeito para nossa saturação digital”, destaca. “Este é e deve ser sempre um dos papéis do museu: despertar sentimentos profundos de nosso inconsciente”.

O curador Marcello Dantas conta que Eva Jospin é conhecida por seu meticuloso trabalho de criar, com as próprias mãos, ilusões de um mundo imaginário — arquiteturas silenciosas e espaços naturais abundantes, que nascem do gesto paciente e obsessivo de devolver à matéria um sentido de origem.

“A floresta, para Jospin, é mais que uma representação da natureza. É um lugar simbólico, onde o mistério, o inesperado e a transformação acontecem”, diz Dantas. “Como nos contos antigos, suas florestas são territórios onde nos perdemos para nos reencontrar”. Em “Re-Selvagem”, o visitante atravessa trilhas de papel e sombra, entra em universos de folhagens esculpidas, experimentando uma espécie de rito íntimo. As formas evocam memórias esquecidas, despertam imagens do inconsciente coletivo e provocam silêncio.

A artista
Eva Jospin nasceu em Paris (1975), onde formou-se na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts. Nos últimos 15 anos, vem criando florestas meticulosas e paisagens arquitetônicas, que explora por meio de diversas mídias. Desenhadas a tinta ou bordadas, esculpidas em papelão ou em bronze, suas obras evocam jardins barrocos italianos, decorações rocaille do século XVIII e grutas artificiais. Foi residente na Villa Medici, em Roma, em 2017, e eleita para a seção de Escultura da Academia de Belas Artes em 2024.

Entre suas exposições internacionais, destacam-se: “Inside”, no Palais de Tokyo, em Paris (2014); “Sous-Bois”, no Palazzo dei Diamanti, em Ferrara (2018); “Eva Jospin - Wald(t)räume”, no Museum Pfalzgalerie, em Kaiserslautern (2019); “Among the Trees”, na Hayward Gallery, em Londres (2020); “Paper Tales”, no Het Noordbrabants Museum, em Den Bosch (2021); “Galleria”, no Musée de la Chasse and Nature, em Paris (2021); “Panorama”, na Fondation Thalie, em Bruxelas (2023); e “Palazzo”, no Palais des Papes, em Avignon (2023).

Em 2024, apresentou duas novas exposições individuais: “Selva”, no
Museo Fortuny, em Veneza, durante a 60ª Bienal de Veneza, e “Eva
Jospin - Versailles” na Orangerie do Castelo de Versalhes. Também desenvolveu diversas instalações de grande porte como parte de encomendas especiais, incluindo “Panorama” (2016), no centro do Cour Carrée do Louvre, e “Cénotaphe” (2020), na Abadia de Montmajour. Além disso, criou uma série de painéis bordados para o desfile Dior Haute Couture 2021-2022 (Chambre de Soie, 2021).

O curador
Marcello Dantas é um renomado curador, diretor artístico e produtor brasileiro, reconhecido por sua abordagem interdisciplinar que integra arte, tecnologia e experiências sensoriais imersivas. Nascido no Rio de Janeiro em 1968, Dantas possui uma formação acadêmica diversificada: estudou Relações Internacionais e Diplomacia em Brasília, História da Arte e Teoria do Cinema em Florença, e graduou-se em Cinema e Televisão pela New York University, onde também realizou pós-graduação em Telecomunicações Interativas.

Ao longo de sua carreira, Marcello Dantas foi responsável pela concepção e direção artística de diversos museus e pavilhões, tanto no Brasil quanto no exterior. Também é conhecido por curar exposições de grande impacto, que atraem vasto público e crítica especializada. Entre elas “Ai Weiwei: Raiz”, do artista chinês Ai WeiWei, e “Invisível e Indizível”, do artista espanhol Jaume Plensa, ambas no Museu Oscar Niemeyer.
SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “Re-Selvagem” – Eva Jospin
Abertura: 5 de junho, 19h
Espaços: Olho e Espaços Araucária 1 e 2

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br