Rock in Rio 2022: Gojira se apresenta no Palco Mundo no dia 2 de setembro

A banda francesa que é destaque no death metal progressivo substituirá a atração Megadeth

 O Rock in Rio acaba de confirmar uma das maiores bandas de death metal progressivo da história para integrar o line-up desta edição. Os franceses do Gojira sobem ao Palco Mundo no dia 2 de setembro, data que tem o IRON MAIDEN como a principal atração da noite. O grupo formado por Joe Duplantier (vocal e guitarra), Mario Duplantier (bateria), Christian Andreu (guitarra) e Jean-Michel Labadie (baixo), será o substituto do Megadeth, que também se apresentaria no dia 2.

O mais recente lançamento da banda, “FORTITUDE”, de 2021, foi considerado um dos melhores álbuns do ano e rendeu ao Gojira sua terceira indicação ao Grammy — a faixa destaque do álbum, “Amazonia”, também foi indicada para “Melhor Performance de Metal” na premiação. “FORTITUDE” também marcou as maiores estreias nas paradas da carreira de Gojira, entrando na parada “Top Albums” da Billboard em 1º lugar, e simultaneamente no primeiro lugar nos “Top Current Albums” da Billboard, “Current Rock Albums” e “Current Hard Music Albums”. O lançamento também marcou a carreira da banda com uma estreia no topo da “Billboard 200” chegando ao 12º lugar e provou ser um fenômeno global com estreias no Top 10 na França (nº 2), Reino Unido (nº 6), Austrália (nº 3), Alemanha (nº 8), Bélgica (nº 2), Holanda (nº 4), Dinamarca (nº 3), Portugal (nº 4), Finlândia (nº 2) e Noruega (nº 10). Gravado e produzido pelo próprio vocalista e guitarrista da banda, Joe Duplantier, no estúdio da banda, e mixado por Andy Wallace (Nirvana, Rage Against The Machine), “FORTITUDE” deu seguimento ao LP “MAGMA”, indicado ao Grammy de 2016. Uma coleção de músicas pedindo à humanidade que imagine um novo mundo — e então faça acontecer, “FORTITUDE” ganhou elogios da crítica especializada.

Essa será a segunda participação do grupo no Rock in Rio. Em 2015, a banda foi aclamada pelo público do festival no dia do heavymetal e o baterista foi considerado pela crítica um dos grandes destaques da edição.

Sobre o Rock in Rio

O Rock in Rio foi criado para dar voz a uma geração e promover experiências únicas e inovadoras. Em 1985, o evento foi responsável por colocar o Brasil na rota de shows internacionais. Batendo recordes de público a cada edição e gerando impactos positivos nos países onde é realizado, se consagrou como o maior festival de música e entretenimento do mundo. Consciente do poder disseminador da marca, hoje o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável.

A internacionalização da marca começou por Portugal, Lisboa, em 2004, onde o evento acontece até hoje, seguido por Espanha (Madri) e pelos Estados Unidos (Las Vegas). No Rock in Rio, os números não param de crescer. Pelas Cidades do Rock já passaram mais de 10 milhões de visitantes nestas 20 edições. Em 37 anos, o festival ganhou o mundo e tornou-se um verdadeiro parque de experiências, mas muito além disso, cresceu e ampliou a sua atuação, sempre com o olhar no futuro.

Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, o Rock in Rio preza pela construção de um mundo melhor e se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. Em 2013, foi reconhecido por seu poder realizador ao receber a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis. Desde a primeira edição, já gerou 237 mil empregos diretos e indiretos e investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 110 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros.

Rock in Rio 2022: Festival anuncia atrações da Rock Street Mediterrâneo e traz conteúdo inédito para o Brasil
A pluralidade cultural da região sul da Europa será apresentada ao público, que vai poder ver ao vivo artistas de diversos países na Cidade do Rock

 Itália, França, Grécia, Espanha e, com uma leve licença poética, Portugal, que, apesar de não ser banhado pelo Mar Mediterrâneo, foi a porta de entrada do Rock in Rio para a internacionalização da marca. Esses serão os países homenageados na rua mais badalada e instagramável da Cidade do Rock, a Rock Street. Com uma cenografia de tirar o fôlego, cinco casas serão apresentadas, com fachadas que remetem a estes países, compostas por elementos visuais e detalhes incríveis, além de um palco que vai abrigar shows dos mais variados. As performances de rua, que conquistaram o público na última edição, estão de volta com espetáculos de ballet, figurinos, host e hostess representando os países, além das apresentações tradicionais da cultura mediterrânea, como a guitarra portuguesa, o acordeão francês, a dança flamenca e coreografias especiais. A música, a cultura e a arquitetura dos países estarão muito bem representados nos 200m de extensão da Rock Street.
Na programação de palco, não faltarão referências aos países europeus. A banda Terra Celta, brasileira de folk rock, fundada em 2005, toca músicas irlandesas e celtas, com letras em português com uma pegada de humor. Eles se apresentarão todos os dias de festival, na abertura e no encerramento da Rock Street Mediterrâneo. A Orquestra Mundana Refugi, composta por músicos brasileiros, imigrantes e refugiados da Palestina, Irã, Guiné, Congo, Turquia, Cuba, China e Síria, também se apresentará na Rock Street durante o primeiro final de semana do festival, nos dias 02, 03 e 04 de setembro, com um repertório exclusivo inspirado na cultura italiana. Um dos destaques do repertório é a regravação da música “Bella Ciao”, que se tornou símbolo da resistência contra o fascismo na Itália durante a Segunda Guerra Mundial e foi popularizada na série espanhola “La Casa de Papel”. No segundo final de semana, 08, 09, 10 e 11 de setembro, é a vez da cantora Mariel Motta, com o projeto Mariel & Crème de la Crème, que apresenta o melhor da Chanson Française, com uma estética anos 30 misturando clássicos até o moderno, em seus shows. Um detalhe que com certeza encantará o público que passar por lá, é que Mariel se apresenta vestida de melindrosa, roupagem típica dos anos 30 na França.
Bailarinos apresentam danças típicas das regiões para o público e artistas de rua trazem referências do mediterrâneo para o Brasil

A rua da Rock Street Mediterrâneo será um espetáculo à parte, brilhando com a cultura mediterrânea. Dentre as atrações que se apresentarão todos os dias, estão Wallace Oliveira com a famosa guitarra portuguesa; Juan Manuel Bilat que vai levar o jazz manouche e muitas inspirações francesas ao som do acordeão para a Cidade do Rock; o Grupo Gesto, com uma performance que trará a força, a paixão e a expressividade da dança flamenca, com direito a sapateado e castanhola; e o grupo Referência em Artes, que promete uma performance com coreografias inspiradas em Portugal, França, Itália e Grécia.
Um dos grandes destaques da performance de rua da Rock Street para a edição de 2022 é o ballet. Para Portugal, as danças serão Vira e Corridinho; Cancã será o gênero representando a França; Tarantela na Itália e Zorba na Grécia. As apresentações acontecerão ao longo do dia, durante os sete dias de festival. Os figurinos ficarão por conta da designer Juliana Ibarra, que traduzirá elementos dos países nas peças de roupas das atrações do local. A Espanha também contará com uma companhia de dança, Grupo Gesto, que é especializada em dança espanhola, apresentando o Flamenco e o Pasodoble.
Cenografia trabalhada nos mínimos detalhes

A cenografia da Rock Street Mediterrâneo, será uma verdadeira homenagem aos países, rica em elementos e detalhes dos países. As tradicionais casinhas representam Portugal, França, Espanha, Itália e Grécia. “A nossa curadoria artística investiu em bandas e atrações de rua que se espalham das fachadas até o meio do público, buscando tornar a Rock Street Mediterrâneo uma verdadeira atração multicultural. Os fãs da Cidade do Rock terão a oportunidade de imergir na cultura, na arte, na música e na arquitetura tão ricas destes países da Europa. A ideia é que todos saiam do evento com um gostinho de querer desbravar essas regiões lindíssimas”, conta Marisa Menezes, diretora artística da Rock District e da Rock Street. O palco contará com uma cenografia em homenagem à Espanha.
Desde 2011, o Rock in Rio apresenta aos seus visitantes um espaço dedicado às diversas manifestações artísticas, onde o público se sente parte do show e interage com o espetáculo. A Rock Street busca inspiração em lugares emblemáticos para o mundo da música: New Orleans, em 2011; Reino Unido e sua vizinha Irlanda, em 2013; o Brasil foi a inspiração em 2015; em 2017, a África e, em 2019, Ásia.
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*com divulgação

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VanessaMalucelliAndersen

Colunista do Site — Divirta-se Curitiba!

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