“O PAI”“a melhor peça do ano”

 

 

Texto Florian Zeller

 

Direção Léo Stefanini

O PAI 5 - DNG
© Joao Caldas Fº

Com Carol Gonzalez, Déo Patricio, Carol Mariottini,

Paulo Emílio Lisboa e Wilson Gomes

 

FotoDePauloEmilioLisboa001

Sinopse curta: As confusões entre um pai em uma filha. A cômica convivência. A impaciência dos que frequentam a casa. Ora se amam, ora não se suportam. Sucesso no mundo inteiro, o premiado texto aqui é interpretado por Fulvio Stefanini, que com este trabalho ganhou o Prêmio Shell de melhor ator do ano. Carol Gonzalez, Déo Patricio, Paulo Emílio Lisboa, Wilson Gomes e Carol Mariottini. compõe o elenco ao lado de Fulvio. Entre lapsos de memória e mal-entendidos, o espetáculo coloca o espectador dentro da história. O PAI é uma peça que diverte e emociona.

Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Ator e comemorando 60 anos de carreira, Fulvio Stefanini está de volta com premiado e emocionante texto do francês Florian Zeller

 

El Padre, Le Père, The Father, O Pai, de Florian Zeller, é um texto de grande sucesso mundial e já foi montado na França, Inglaterra e EUA.

 

Na França ganhou os Prêmios Molière, o mais importante do teatro francês, de melhor peça, ator e atriz principal em 2014. Segundo a imprensa francesa, “a melhor peça em cartaz em Paris em 2012”, “Magistral” segundo Le Point, “Inesquecível” segundo La Croix, “Emocionante” segundo Le Nouvel Observateur. Segundo France Inter, “Um tesouro nacional, não deixem de assistir se vocês estiverem em Paris, se vocês gostam de teatro, se vocês gostam das emoções, se vocês gostam dos risos que se dissolvem em lágrimas, se vocês gostam das lágrimas que se transformam em risos, se a humanidade significa algo para vocês…”.

Na Inglaterra, foi eleita “a melhor peça do ano” pelo The Guardian.

Recentemente, esteve em cartaz na Argentina e estreou também nos cinemas com o nome Floride 2015.

 

O espetáculo retrata com requintado humor as vidas de um pai e de uma filha. As transformações trazidas pelo tempo, pela idade e pela convivência familiar. Como interferem no que os cercam? É possível sorrir diante de quadros já tão delicados como a idade avançada, dúvidas, doenças, decisões familiares? Tudo tratado de maneira poética, lúdica, romântica. O PAI é uma obra que transforma lágrimas em risos. E risos em lágrimas.

 

O texto mergulha no universo provável de um homem saudável cuja memória vacila. Nós mesmos sentimos as contradições dos fatos, a necessidade das repetições, a perda da lógica comum e as incompreensões e nossa razão fica também perdida. Pouco a pouco, ninguém consegue distinguir o real da ficção, o verdadeiro do falso, o importante e o superficial e então nós mesmos nos encontramos nesse vazio mental sem nenhum ponto de apoio, sem nenhuma possibilidade de evitar esse movimento inexorável em direção à alienação.  O norte da encenação é identificar a poesia de uma relação tão desgastada a partir de um problema aparentemente sem solução.

 

A primeira encenação brasileira traz Fulvio Stefanini no papel título, comemorando 60 anos de carreira e vencedor do Premio Shell de Melhor Ator. Completam o elenco Carolina Gonzalez, Déo Patricio, Carol Mariottini, Paulo Emílio Lisboa e Wilson Gomes. A montagem conta com uma equipe de grande qualidade com André Cortez nos cenários, Letícia Barbieri nos figurinos, Wagner Antônio na iluminação e Léo Stefanini, que vem despontando na cena teatral, dirigindo seu pai justamente em uma peça que fala sobre a relação entre pais e filhos.

 

Uma obra que trata a relação humana de forma sutil e delicada. Abordar a “reta final” de uma trajetória desta maneira é fundamental para nossa própria compreensão. As dúvidas da filha, as confusões do pai, o envolvimento de terceiros. Tudo tão corriqueiro, tão próximo de todos nós. O que fazer? O PAI não responde. Apenas comove…

 

Por Fulvio Stefanini

Viver o André será um grande desafio. Um personagem instigante, complexo, divertido e comovente. Quando li a peça pela primeira vez percebi que teria a oportunidade de realizar um grande trabalho. Lidar com um tema tão delicado, de uma maneira sutil, buscando valorizar o que há de mais humano na relação com a filha e com os próximos. Fiz 60 anos de carreira. Ganhei de presente “O PAI”.

FotoDePauloEmilioLisboa002

Ficha Técnica:

 

Texto: Florian Zeller

Tradução: Carolina Gonzalez e Lenita Aghetoni

Direção: Léo Stefanini

Produção 2017: Adriana Grzyb, Giovani Tozi e Léo Stefanini

Elenco: Fulvio Stefanini, Carol Gonzalez, Déo Patricio, Carol Mariottini, Paulo Emilio Lisboa e Wilson Gomes

Cenário: André Cortez

Figurinos: Letícia Barbieri

Iluminação: Wagner Antônio

Direção de Arte Gráfica: Giovani Tozi

Fotos de Cena: João Caldas Fº

Fotos em estúdio | “Smoking”: Paulo Emilio Lisboa

Conteúdo audiovisual: Matheus Luz

Realização: Morente Forte Produções Teatrais e Sangiorgi e Gonzalez Produções

Produção Local : Little John Entretenimento

 

Serviço Espetáculo:

Data: 31 de Agosto e 01 de Setembro

Horário: Sexta e Sábado às 21h

Local: Teatro Fernanda Montenegro – Shopping Novo Batel – Alameda Dom Pedro II, 255 – Batel

Telefone: (41) 32244986

 

Valores ingressos:  Plateia – R$ 90,00


Venda Online:
www.diskingressos.com.br

 

 

Pontos de Venda:

Bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro – Shopping Novo Batel

Lojas DiskIngressos (Shoppings Palladium, Estação e Muller)

 

PDVs na Grande Grande Curitiba e Região Metropolitana consulte em www.diskingressos.com.br

 

 

Descontos

50% para estudantes, jovens de baixa renda, doadores de sangue, PNE, Idosos, Portadores de Câncer e Professores

40% Clube Diskingressos (titular e um acompanhante)

40% para associados do Clube Gazeta do Povo (titular e um acompanhante)

 

A concessão do direito ao benefício da meia-entrada é assegurada em 40% (quarenta por cento) do total dos ingressos disponíveis para cada evento. O Teatro Fernanda Montenegro disponibiliza até 550 lugares para comercialização de ingressos, o que, de acordo com a lei, libera até 220 lugares para venda de ingressos com meia-entrada.

*com divulgação

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VanessaMalucelliAndersen

Colunista do Site — Divirta-se Curitiba!

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