“Viva arte! Arte Viva!”

A rua será palco da 30.° Festival de Curitiba. De 1° a 9 de abril, a Mostra Festival na Rua transformará os espaços públicos e mudará a rotina da capital paranaense, levando a arte para vários pontos da cidade, tudo totalmente gratuito. É a arte ao alcance de todos.

A Mostra Festival na Rua terá cerca de 60 companhias locais, 11 espaços e um total de 130 apresentações. A novidade é que nesta edição quatro espaços terão estrutura de palco, com iluminação e sonorização. São eles: Ruínas São Francisco, Praça Santos Andrade, Centro Cultural do Boqueirão e Praça Rui Barbosa. A programação ainda conta com outros seis espaços preparados para receber apresentações: Calçadão e Parque de São José dos Pinhais, Praça da Bíblia - em Araucária -, Largo da Ordem, Centro Pop Plinio Tourinho, Parque Barigui e Boca Maldita.

“O Festival na Rua busca a democratização da cultura, pois não há cobrança de ingressos e acomodamos maior número de pessoas de maneira acessível a todas as classes sociais”, explica a coordenadora da mostra, Carol Scabora.

O Festival na Rua terá a participação de companhias locais, com o objetivo de estimular a economia criativa na região, por meio da contratação de artistas e fornecedores do município. A produtora Iara Elliz destaca a importância do evento para fomentar a cultura. “O conceito é ser democrático e buscamos dar espaço ao maior número de companhias possível. O festival abriga companhias profissionais com mais de 10 anos atuando, bem como grupos mais novos”.

O evento envolverá mais de 400 artistas e conta com cerca de 50 pessoas na organização. Um grande incentivo à cultura e valorização dos profissionais ligados ao setor. E para que tudo isso seja possível, o Festival montou uma grande estrutura. Cada espaço tem um produtor - responsável por manter a programação e o cumprimento dos horários -, e equipe técnica com assistente, maquinista, técnico de luz e técnico de som, além da equipe de logística e seguranças.

Atrações – Entre os espetáculos há peças e artistas vencedores dos principais prêmios do teatro e destaques da cultura nacional. É o caso do espetáculo de estreia “Roberta, uma Ópera Rock”, que tem na direção artística Nena Inoue, vencedora do Prêmio Shell, e composição e direção musical do maestro Alessandro Sangiorgi. A estreia está marcada para o dia 1° de abril, às 19h30, na Praça Santos Andrade. Ao todo, serão sete apresentações gratuitas ao ar livre até o dia 9, na Praça Santos Andrade e também no Centro Cultural Boqueirão.

O espetáculo retrata a trajetória de um grupo de jovens que, na década de 80, circula pelas ruas da cidade em busca de respostas para seus dilemas. A tragédia contemporânea funde as linguagens da Ópera Clássica e do Rock and Roll para falar de amor e do uso de drogas na juventude. A diretora artística comenta sobre a trama: “Este espetáculo fala sobre o uso de drogas na juventude e suas consequências. Estão presentes os desencantos da vida, o amor como saída, o tempo, a noite, a morte. E situa onde esses jovens estão, o porquê estão, o que querem e o que conseguem… ou não”, afirma Nena.

Outra peça premiada presente na Mostra Festival de Rua é “Hi, Breasil!”, ganhadora do Gralha Azul, que estreia no dia 2 de abril, às 17h, na Boca Maldita e terá outras duas apresentações: dia 3, na Praça Santos Andrade, às 14h30, e dia 9, no Parque Barigui, às 18h.

“Hi Breasil” é a terra de um professor, uma mãe, uma atriz, uma jovem e um peixe que, por medo de ser fisgado, nada. É uma terra construída que fricciona o real com o ficcional, o presente e passado e eclode em momentos de realidades poéticas.

Tradição no Festival – A programação contempla ainda companhias que têm tradição em se apresentar no Festival de Curitiba. É o caso da Cia. Máscaras de Teatro, comandada pelo ator e dramaturgo João Luiz Fiani. O grupo participa do Festival de Curitiba desde 1998. De acordo com Fiani o teatro na rua é a essência mais pura das artes cênicas. “O Festival, ao levar o teatro para rua, está elevando o nível do festival a um momento único, de aproximação popular. É uma energia verdadeira e sincera. Um renascimento para celebrar o momento de retorno à normalidade. Celebrar o teatro e a vida!”.

A Cia Máscaras de Teatro apresentará, nos dias 5 e 6, às 16h, nas Ruínas São Francisco, o musical para crianças “A Cigarra e a Formiga”, levando ao palco a magia da clássica história de Esopo, autor da Grécia Antiga. Uma das fábulas mais famosas da literatura mundial numa montagem cheia de magia e encantamento, ela fala sobre uma cigarra preguiçosa e uma formiga esforçada, comparando as suas posturas sobre o trabalho e o futuro.

Quem também é presença frequente no Festival de Curitiba é o Teatro Rodrigo D’Oliveira, que este ano levará a peça “Tintino, o espetáculo continua...” nos dias 8 e 9 de abril, nas Ruínas São Francisco. “O Festival de Teatro de Curitiba sempre foi o pontapé inicial das temporadas do ano nos teatros de Curitiba. E agora pode ser também o ponta pé inicial da retomada do teatro presencial”, afirma o diretor do teatro, Rodrigo D’Oliveira.

A peça conta a vida do palhaço Tintino, da infância à velhice, até o dia de sua partida. Ele, que ao longo dos anos colore a vida de outras pessoas, ao envelhecer é esquecido. Quando chega o dia de ir embora e quando tudo parecia triste, o reencontro com a plateia no lado de lá o enche de luz.

Desafios para adaptação – Se na rua está a essência do teatro, o desafio é redobrado. A maior parte das cerca de 60 peças presentes na mostra foi concebida para palco, o que requer diversos cuidados para adaptá-las para a rua. Algumas foram feitas para exibição na internet, em razão da pandemia, e agora ganham montagem especial na rua.

“Adaptar uma peça para a rua exige muito do artista e produtores. No nosso caso, foi desafiador porque é um espetáculo criado com muitos detalhes para dar a ideia de uma passagem da vida física para vida espiritual. Mas nem sempre precisamos de grandes palcos e produções para tocar as pessoas. Acredito que será uma boa experiência fazer Tintino ao ar livre”, comenta Rodrigo D’Oliveira.

Acessibilidade – A acessibilidade também estará presente na Mostra Festival na Rua. Com audiodescrição, o festival conta com as seguintes peças: “Tupi Pererê” (dias 02 e 03/04, às11h, na Praça Santos Andrade); “Negro não Nego” (no dia 7, às 16h, no dia 8, às 12h e no dia 09, às 20h, nas Ruínas São Francisco); “Pitombas do amor” (no dia 7, às 18h30 e no dia 8, às 12h30, no Palco Boca Maldita e Praça General Osório);

Já na lista de espetáculos com acessibilidade em libras temos: “Bamberê”, nos dias 08 e 09/04, às14h30, na Praça Santos Andrade); “Aqui é minha casa” (nos dias 7,8 e 9, às 19h30, na Praça Santos Andrade); “Fandango” (dias 2 e 3, às 15h, no Palco Boca Maldita - Praça General Osório); “Fome” (no dia 6, às 16h30 e 19h30, na Praça Santos Andrade).

O espetáculo “Astrocirco” terá tanto libras quanto audiodescrição (no dia 4, às 10h e às 14h, no Parque Cachoeira).

Programação Completa – A programação completa da Mostra Festival na Rua, com os horários e locais de todas as cerca de 60 peças, pode ser acessada através do site https://festivaldecuritiba.com.br

A Mostra Festival na Rua é apresentada por Uninter, Junto Seguros, Banco CNH Industrial e Bosch, com patrocínio de Vivo, Instituto Cultural Vale e Da Magrinha 100% Integral, Copel e Governo do Estado do Paraná.

Lista dos Espaços com endereço:

Espaços com estrutura de palco

- Largo da Ordem (Rua Cel. Enéas, S/N – São Francisco)
- Praça Rui Barbosa (Rua André de Barros, S/N – Centro)
- Praça Santos Andrade (Travessa Alfredo Bufren, S/N – Centro)
- Centro Cultural de Boqueirão (Rua José Guercheski, 281)
- Calçadão de São José dos Pinhais (Rua XV de Novembro – Centro)
- Centro Pop Plínio Tourinho (Rua Engenheiro Rebouças, 845 – Jardim Botânico)
- Praça da Bíblia (Rua Nossa Senhora dos Remédios - Fazenda Velha, Araucária
- Praça General Osório (Rua Voluntários da Pátria, S/N – Centro)
- Praça João Candido (Rua Jaime Reis, S/N – Centro)

Serviço:
O que: Mostra Festival na Rua | 30.º Festival de Curitiba
Quando: De 1º/04 a 9/04 de 2022.
Espetáculos Gratuitos
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo

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#3- Boletim do 30º Festival de Curitiba

Hoje é 18 de março e faltam 11 dias para o Festival de Curitiba

MishMash

O circo chega ao 30º Festival de Curitiba no dia 8 de abril. Mágicos, equilibristas, palhaços contorcionistas e arqueiros estão entre as atrações do MishMash, a miscelânea de artistas que se unem no palco para surpreender, divertir e encantar adultos e crianças durante o Festival. Nesta edição, o MishMash será na Live Curitiba (Rua Itajubá, 143, Novo Mundo). Saiba tudo sobre as atrações, ingressos e horários aqui: https://bit.ly/34P3mBo

Vem trabalhar no Festival de Curitiba!

Hoje, 18/03, é o último dia para a inscrição às 100 vagas de trabalho temporário no 30º Festival de Curitiba. Os postos são de aprendiz de técnico de som, montador de som, operador de luz, técnico de som, recepcionista, entre outros. O trabalho dos selecionados será entre os dias 28 de março e 10 de abril.

Além de experiência e habilidades técnica, os candidatos devem ter disponibilidade integral para o período e devem comparecer à Agência do Trabalhador da Cultura (Rua Saldanha Marinho, 240, Centro), com documentos pessoais e preencher uma ficha. Mais detalhes aqui: https://bit.ly/3tkgt74

Uma Homenagem à Lúcia Camargo

A principal mostra do 30º Festival de Curitiba é uma homenagem a uma das mais importantes personalidades culturais brasileiras: a jornalista, produtora e curadora Lúcia Camargo (1944-2020).

Como gestora cultural, Lúcia foi diretora (1979-1983) e presidente da Fundação Cultural de Curitiba (1989-1992), e secretária de Estado da Cultura (1998-2004) do Paraná Fora do Paraná, foi diretora artística do Teatro Municipal de São Paulo, presidente do Instituto Cultural da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, secretária-adjunta de Cultura do Estado de São Paulo e coordenadora da organização SP Escola de Teatro, entre outros cargos.

Seu legado nas artes e na cultura, contudo, vai além das posições oficiais que ocupou. Lucia esteve envolvida com o Festival de Curitiba desde a edição de 1995. Foi curadora durante anos e deu uma larga contribuição na consolidação do festival como evento internacional.

A partir de 2022, o Festival faz uma homenagem permanente à sua memória. A Mostra Lúcia Camargo traz 25 opções de espetáculos reunindo estrelas brasileiras, atrações premiadas e aclamadas pela crítica, tudo isso com a atuação de fortes nomes profissionais das artes! Saiba tudo sobre a mostra aqui: https://bit.ly/3wlNlhT

O Casamento e algumas frases fatais

O Festival de Curitiba sem uma peça de Nelson Rodrigues (1912-1980) não fica completo. Sem o maior dramaturgo brasileiro falta aquele olhar pelo buraco da fechadura que enxerga as sombras de cada um de nós.

No 30º Festival de Curitiba o grupo Os Fodidos Privilegiados monta um dos mais célebres textos, O Casamento, único romance assinado por Nelson, proibido pela censura em 1966. Com adaptação de João Fonseca e Antônio Abujamra, a peça já teve outras duas montagens no Festival de Curitiba. Saiba tudo sobre a remontagem da peça aqui: https://bit.ly/36oZjw4

Algumas frases do texto de Nelson Rodrigues só para entrar no clima de O Casamento:

“Todo canalha é magro!"

"Qualquer um pode ser obsceno, menos o ginecologista."

"O amor normal é triste e doente. Doente, não. Mas é triste, o amor normal é triste."

"O que não se diz apodrece em nós."

"Em cada família, há trevas que convém não provocar."

“Só não estamos de quatro, urrando no bosque, porque o sentimento de culpa nos salva”.

Léo Sem Filtro no Festival

Quem também está no 30º Festival de Curitiba é o ator, humorista, criador de conteúdo, influencer e Tiktoker Léo Sem Filtro, que já tem mais de 1,5 milhão de seguidores na internet.

Pela #leonofest é possível acompanhar o vídeos e conteúdos sobre a programação e bastidores do festival: Olha o Léo aqui no Insta: https://bit.ly/3KQpLxB

Material do Festival de Curitiba 2022 para imprensa:
Os releases, fotos das atrações do Festival de Curitiba estão aqui:
https://bit.ly/36js5hE

O 30º Festival de Curitiba nas Redes Sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/festivaldecuritiba/
Twitter: https://twitter.com/Fest_Curitiba
Facebook: https://www.facebook.com/fest.curitiba/
Youtube: https://www.youtube.com/c/festivalcuritiba
Linkedin: https://www.linkedin.com/company/parnaxxoficial/

Arte Viva! Viva a Arte!

Espetáculo PPP@wllmshkpr.br, que estreou em Curitiba há 24 anos, volta com status de clássico imperdível

Na 7ª edição do Festival de Curitiba, em 1998, o Grupo Parlapatões fez estrondoso sucesso com a estreia nacional da peça PPP@wllmshkpr.br. Foi com este espetáculo que o grupo construiu sua reputação em todo o Brasil. O nome incomum do espetáculo precisa ser explicado.

PPP é a sigla para Parlapatões, Patifes e Paspalhões, nome original do grupo de humor circense criado em 1991. O resto do endereço eletrônico é o nome sem vogais do bardo William Shakespeare.

Como a peça foi apresentada aqui há longos 24 anos fizemos uma lista para demonstrar porque a remontagem deste novo clássico do teatro de humor internacional é uma das peças imperdíveis do 30º Festival de Curitiba, na Mostra Lúcia Camargo:

1) O argumento da peça é ótimo:
A ideia original do espetáculo é sensacional: pegar as 37 peças de William Shakespeare, cânone máximo do teatro mundial, resumi-las num texto de 90 minutos e entregá-lo a uma enlouquecida trupe de palhaços. A montagem pode ser resumida como uma hora e meia de tirar o fôlego de um público que ri ouvindo os textos mais brilhantes da história do teatro.

2) Uma seleção do teatro brasileiro a montou:
O texto original da peça é dos atores americanos Adam Long, Jess Borgeson e Daniel Singer, cuja trupe montou a primeira versão e conseguiu ficar seis anos ininterruptos em cartaz em Londres. Mas na versão brasileira da montagem convergiram forças poderosas do teatro brasileiro: a tradução do texto foi de Bárbara Heliodora, professora, ensaísta e crítica de teatro brasileira, maior autoridade da obra de Shakespeare no Brasil. Já a direção foi de Emílio Di Biasi, histórico ator e diretor paulistano que também foi muito importante dirigindo a Oficina de Atores da Rede Globo, onde revelou grandes talentos. Junte a eles a força dos Parlapatões...

3) Tem Shakespeare para todos os gostos
Na encenação predominam trechos da popularíssima peça Romeu e Julieta e há muito Hamlet, considerada a maior obra da dramaturgia ocidental, mas há um pouco de todos os escritos de Shakespeare. Mas tudo é trazido para a rês do chão: as peças históricas com sangrentos embates por reinos, coroas e poder são comparadas a jogos de futebol; os versos de Otelo são ditos sobre beats de rap; e as comédias são condensadas em uma única encenação absurda, que faz sátira ao teatro de animação.

4) Não tem desculpa para não ver (ou rever)
Os cenários, figurinos e elenco original mudaram, mas o texto brilhante é o mesmo. Assim a peça é e não é uma reprise. A reencenação então serve, como dizem os próprios Parlapatões, “para quem diz que não viu e ouviu falar muito, possa ver. Para quem já viu, poder rever. Para quem não tinha idade para ver, poder ver”. Se você se enquadra em qualquer dessas categorias não perca tempo e garanta seu ingresso.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de Neodent, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA: PPP@ WllmShkspr.Br
Texto: Adam Long
Direção: Emílio Di Biasi
Tradução: Barbara Heliodora
Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto e Alexandre Bamba
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos

Serviço:
O que: PPP@wllmshkspr.br – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 31 de março e 01 de abril às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.

NÚCLEO DE PROJETOS AUDIOVISUAIS (NPA) PROMOVE MESA REDONDA SOBRE CINEMA PARANAENSE.

O evento será online, gratuito e pretende discutir o cenário e as perspectivas da área.

O Núcleo de Projetos Audiovisuais de Curitiba (NPA) está encerrando a edição de 2021 com uma mesa redonda (online) sobre o Cinema Paranaense: cenários e perspectivas. O evento será dia 26 de março (sábado), das 10h às 12h, via Google Meet. A participação é gratuita, mas estará sujeita à lotação da sala virtual, por isso é necessário fazer inscrição pelo site: https://tambormultiartes.com/mesa-redonda-cinema-paranaense-cenarios-e-perspectivas/

Como conquistar cada vez mais mercados internos e externos de forma consistente e estruturada? Compreendendo que avanços acontecem a partir de ações que unam mercado e produção, formação e pesquisa, política e representatividade o NPA reúne nesta mesa redonda profissionais desses três fronts de atuação.

O encontro terá a participação do produtor Antonio Gonçalves Junior, do professor e diretor Eduardo Baggio e da distribuidora e produtora audiovisual Paula Gomes, com a mediação do coordenador do Núcleo, Marcelo Munhoz.

Os desafios e oportunidades no mercado da produção de conteúdo, o cenário do ensino de cinema e audiovisual no Brasil, a partir das perspectivas de cursos de graduação e pós-graduação e a atuação da Associação de Cinema e Vídeo do Paraná (AVEC-PR) são alguns dos assuntos que serão abordados no evento, bem como a interação entre produção, pesquisa e a atuação política na promoção do desenvolvimento de projetos e da área audiovisual como um todo.

“O ano de 2021 foi de grandes desafios, mas também de conquistas inéditas para o cinema paranaense. Ao lado do desmonte de políticas públicas de incentivo à produção, vimos a ascensão definitiva do streaming e a presença crescente dos filmes do estado em premiações e festivais nacionais e internacionais. Também vimos a formação na área ganhando mais demanda e espaço, com novos cursos de graduação e pós-graduação, e a renovação de iniciativas de fomento, além da percepção crescente do valor das entidades de representação política. Esta mesa redonda traz a possibilidade de encontro e de ampliação do diálogo na área para que ela se torne ainda mais potente e inclusiva”, declara Munhoz, coordenador do NPA.

Sobre os participantes

Antonio Gonçalves Junior
Mais de 13 anos de experiência no mercado cinematográfico. Produziu os filmes: Deserto Particular (Giornate degli Autori Veneza), Ferrugem (Sundance, Melhor Filme Festival de Gramado), Para minha amada morta (7 prêmios Festival de Brasília, Zenith de Prata em Montreal, San Sebastian), Circular (Festival do Rio), A gente (Prêmio da ONU no Dok Leipzig) Zona Árida (Menção Especial no Dok Leizpig), A mesma parte de um homem (Prêmio Helena Ignez na Mostra de Tiradentes), Jesus Kid (Gramado), Pátio (Cannes), O Estacionamento (Melhor Curta Festival do Rio), A Fábrica (Oscar shortlist, Menção Especial Clermont Ferrand), Ainda Ontem (Clermont Ferrand), Tarântula (Veneza). Participou do Talents Berlinale 2018. Produziu a coprodução Portugal-Brasil-Moçambique Avó Dezenove e o Segredo do Soviético e o longa Nunca Nada Aconteceu (Portugal-Bélgica-Brasil) e três novos longas e uma série para os próximos meses. Também é Fundador e Diretor Artístico do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.

Eduardo Baggio

Professor do Bacharelado em Cinema e Audiovisual e do Mestrado em Cinema e Artes do Vídeo, ambos da Unespar. Colíder do grupo de pesquisa Cinecriare (Unespar/CNPq). Membro do ST Teoria de Cineastas da Socine e do GT Teoria dos Cineastas da AIM. Publicou textos em revistas como Cine Documental, Aniki, Doc Online, Vazantes e Cognítio. É um dos organizadores dos livros Teoria dos Cineastas (Vols.1, 2 e 3) e do livro Cineastas do Paraná: Primeiros Tempos. Entre seus filmes destacam-se A Alma do Gesto (2020), João & Maria (2016) e Santa Teresa (2014).

Paula Gomes

Distribuidora e produtora audiovisual, graduada em Marketing pela FGV, é co-fundadora da Olhar Distribuição, onde lançou no circuito comercial brasileiro mais de 20 filmes nacionais e estrangeiros. Atuou na produção executiva de curtas, longas e conteúdos para televisão. Coordenou o Escritório Regional Sudeste da Linha de Produção de Conteúdos Destinados às TVs Públicas de 2014 a 2016. É presidenta da gestão 2021/2022 da AVEC/PR (Associação de Cinema e Vídeo do Paraná).

Mediação

Marcelo Munhoz

Produtor, diretor, preparador de elenco e professor em cinema. Formado em Jornalismo pela UFPR, é mestre em Filosofia PUCPR, onde é professor nos cursos de Cinema e Teatro e coordenador da pós-graduação em Cinema e Produção Audiovisual. Criador de projetos audiovisuais de impacto na cena regional, como o Projeto Olho Vivo, o Minha Vila Filmo Eu, o Ficção Viva, o Cinema nos Faxinais e o Núcleo de Projetos Audiovisuais de Curitiba. Dirigiu o documentário de longa-metragem “A Grande Nuvem Cinza” (2016), ganhador do Grande Prêmio do Júri do 6º Family Film Project – Festival Internacional do Porto (Portugal).

Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivo: Barigui Veículos e Heads.

SERVIÇO:

Mesa Redonda (online)

CINEMA PARANAENSE: CENÁRIOS E PERSPECTIVAS.

Data e Horário: 26 de março (sábado), das 10h às 12h

Participantes: Antonio Gonçalves Jr, Eduardo Baggio, Paula Gomes, e Marcelo Munhoz.

Local: Google Meet

Inscrição: https://tambormultiartes.com/mesa-redonda-cinema-paranaense-cenarios-e-perspectivas/

Quanto: Gratuita, com vagas limitadas.

Realização: Tambor Multiartes

CONTATOS:

Produção e Coordenação

Marcelo Munhoz

41 99903 5516

Vivian Britsch

41 98414 4004

Bruna Junskowski

41 99526 0791

Marianna Holtz

41 99811 0212

contato@tambormultiartes.com

https://www.facebook.com/npacuritiba/

instagram: @npacuritiba

Budweiser traz a música de volta aos palcos após mais de 1.000 dias com o Lollapalooza Brasil

Marca volta a abrir as portas dos shows e festivais para o reencontro do público com seus artistas preferidos

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A espera acabou! Depois de mais de mil dias, mais precisamente 1.082, os grandes festivais estão prontos para acontecer e, com isso, Budweiser entra em cena para trazer a música de volta aos palcos. E nesse reencontro tão esperado do público com os shows, a marca prepara uma série de experiências para os fãs no Lollapalooza Brasil, que acontece de 25 a 27 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Cerveja oficial do festival, Budweiser vai trazer para o Brasil neste ano o BUDX, uma plataforma global de experiência da marca que une mentes criativas de todo mundo. Essa é a primeira vez que a iniciativa desembarca no país, trazendo 100 creators – da música, das artes, da moda e dos esportes - para a produção de conteúdos especiais, levando tudo o que acontece dentro do festival para todos os lugares, além da capital paulista. Além disso, o espaço vai contar com a presença e encontros especiais de grandes artistas, algo que só mesmo Bud poderia promover.

“Budweiser é uma marca icônica e sua história se funde com a do Lollapalooza. Agora, depois de tanto tempo sem os grandes shows, não poderíamos ficar parados. Somos apaixonados por música, distribuímos mais de 400 ingressos e estamos ao lado dos artistas e dos fãs nesse momento de reencontro, celebrando nomes já consagrados e abrindo novos palcos para novos talentos que merecem destaque na cena musical. Foram mais de mil dias sem o Lollapalooza, então, estamos ansiosos para viver novamente essas emoções após tanta espera. E isso é apenas o início”, afirma Carolina Caracas Gargione, Head de Budweiser no Brasil.

Essa expectativa é vivida ao som de “Industry Baby”, de Lil Nas X, que embala uma campanha da marca que ganha as redes sociais. https://www.youtube.com/watch?v=HSkaccnmuY8. A criação é da agência Africa.

G.A.L.A: a volta de Gerald Thomas é um grito no meio do caos

Arte Viva! Viva a Arte!

Com monólogo estrelado pela atriz Fabiana Gugli, diretor vem pela décima vez ao Festival de Curitiba para romper e provocar

O autor e diretor Gerald Thomas vem a 30.ª edição do Festival de Curitiba para, entre outras coisas, romper com sua maior influência criativa, Samuel Beckett, o gênio irlandês do teatro do absurdo, com quem se correspondeu por anos e de quem foi amigo pessoal.
“Chega de Beckett”, chega a gritar a protagonista do monólogo “G.A.L.A'', que faz sua estreia nacional em duas noites, 29 e 30 de março, no Guairinha, às 21h durante a Mostra Lúcia Camargo.

G.A.L.A é estrelada pela atriz Fabiana Gugli, originalmente concebida por Thomas como uma montagem audiovisual em 2021. Toda a ação transcorre em um barco à deriva em que a mulher que dá nome a peça faz um desabafo existencial que, como de costume, é um desafogo autobiográfico do próprio Thomas. Escrito durante o período mais incerto e caótico da pandemia, o texto expõe “ruínas contemporâneas” como a solidão e a desesperança. Rápido (apenas 45 minutos), desenfreado, surreal e tropicalista, o monólogo será apresentado pela primeira vez a uma plateia de “pessoas de carne e osso” dentro de um teatro escuro.

O título é uma referência a Gala Dalí (1894-1992), a múltipla artista russa que influenciou todas as vanguardas artísticas do começo do século 20, despertou ódios e amores célebres e foi esposa e parceira criativa de Salvador Dali (1904-1989).

Um autor revolucionário
Gerald Thomas nasceu em Nova York, em 1957. Filho de pai alemão e mãe galesa, Gerald migrou com a família para o Rio de Janeiro e começou a estudar artes com Ivan Serpa e Hélio Oiticica. Aos 14 volta a Nova York para ser assistente de Oiticica. Aos 16, mudou-se para Londres e começou a trabalhar com teatro.
De volta a Nova York, nos anos 1980 constrói uma carreira de sucesso. Autor, produtor e diretor de várias peças teatrais, Gerald Thomas tem uma carreira controversa e revolucionária no teatro brasileiro. Nas últimas três décadas consolidou sua carreira internacional e iniciou uma trajetória como diretor de óperas. Aos 68 anos, Thomas já assinou 84 trabalhos teatrais em 16 países. Esta é a sua décima participação no festival de Curitiba.

As 10 vezes de Gerald Thomas no Festival de Curitiba:

1992 – The Flash And Crash Days
1993 – Império das Meias Verdades
1995 – Don Juan
1996 – Nowhere Man
1997 – Os Reis do Iê-Iê-Iê
2000 – Coro e camarim – Uma Tragédia Rave
2008 – Rainha Mentira/ Queen Liar
2012 – Gargólios
2014 – Entre Dentes
2022 – G.A.L.A

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA
G.A.L.A
Texto, Criação e Direção: Gerald Thomas
Atriz: Fabiana Gugli
Som e Espaço Cênico: Gerald Thomas
Figurino: Fabiana Gugli
Sonorização: Ale Martins
Iluminação (versão online): Nicolas Caratori
Assistente de Direção: Lucas Brandão
Contrarregra: Raíssa Milanelli
Costureira: Judite Lima
Adereços: Clau Carmo
Cenografia: Casa Malagueta
Coordenação Técnica: Rafael Dias, Ronaldo Zero
Direção de Produção: Dora Leão
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotos de Cena: Roberto Setton
Vídeo: Maestria.TV
Transmissão e Vídeo: Leandro Oliveira
Infraestrutura e TI: Raphael Borges
Áudio: Murillo Corrêa
Assistente de Vídeo: Irina Alfonso
Assistente Técnico: Zito Barbosa
Produção e Administração: PLATÔ Produções
Realização (versão online): Sesc SP
Agradecimentos: Adriane Gomes, Borut Krzisnik, Liliane Guglielmetti de Carvalho, Beatriz Gugli Oliveira e SP Escola de Teatro.

Serviço:
O que: G.A.L.A no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 29 de março e 30 de abril às 21h
Onde: Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 - Centro).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 16
Duração: 45’

“Conselho de Classe” traz para o palco os problemas e desafios da educação

A montagem, concebida em 2013 para comemoração dos 25 anos da Cia dos Atores,
volta aos palcos do Festival de Curitiba

O premiado espetáculo “Conselho de Classe”, da Cia. dos Atores, volta aos palcos do Festival de Curitiba com duas apresentações: nos dias 29 e 30 de março, ambas às 21h, no Teatro da Reitoria. A montagem, concebida em 2013 para comemoração dos 25 anos da Cia. e que retorna a Curitiba com elenco original, trilhou trajetória nacional que ultrapassa 200 apresentações e 50 mil espectadores. Destaque nas premiações de teatro em 2014, a peça recebeu os prêmios Shell (cenário), Cesgranrio (espetáculo, texto, direção e cenário) e APTR (texto, direção e ator), entre outros.

Conselho de Classe traz o texto de Jô Bilac dirigido por Bel Garcia (in memorian) e Susana Ribeiro e, no elenco, Cesar Augusto, Marcelo Olinto, Leonardo Netto, Paulo Verlings e Thierry Tremouroux.

A história ocorre em uma escola pública do centro carioca, problematizando questões macro e micropolíticas da educação. No texto, há a abordagem realista do ambiente escolar, a fim de gerar um diálogo a respeito da educação no Brasil e da sua atual situação no mundo.

Em cena, uma reunião de professores é desestabilizada pela chegada de um novo diretor. Esse encontro faz eclodir dilemas éticos e pessoais em meio a decisões que se confundem nas relações de poder da instituição escolar. É o ambiente escolar fervilhando. Problemas no processo ensino-aprendizagem, no processo avaliativo das instituições escolares, na avaliação do rendimento do aluno, nos conteúdos, na metodologia de ensino e na filosofia de educação, fundem-se com as dificuldades políticas existentes entre grupos “rivais” liderados pelas pessoas que almejam os cargos mais altos da escola.

Desafios da educação

Susana Ribeiro, uma das diretoras da peça, explica que Conselho de Classe surgiu do desejo da companhia de produzir um espetáculo realista, com tempo cronológico e pessoas do cotidiano. Segundo ela, o ensino brasileiro está em colapso por falta de valorização dos professores.

Desde 2013, quando a peça estreou, Susana acredita que a educação tenha piorado no país. “Sabíamos que não era fácil mudar a realidade em 2013, mas não imaginávamos que estaríamos tão mal e que se desvalorizaria tanto o professor. A educação nunca foi prioridade no país e continua não sendo. Não só não é uma prioridade como para alguns é uma ameaça. Não termos direito a uma educação mínima é surreal”.

Na opinião da diretora, a importância da peça é continuar discutindo o assunto do ponto de vista de quem faz a educação. E, de acordo com ela, o espetáculo costuma ter a aprovação de espectadores ligados ao tema. “O maior elogio que recebemos é quando os professores dizem que se sentem representados em cena. Infelizmente, pois o que a peça retrata é triste. O ensino público no Brasil vive situação de calamidade. O corpo docente está adoecido por conta das condições precárias de trabalho. É um tema duro, difícil de contar”.

Susana Ribeiro afirma que a peça mostra a necessidade de a escola ser construída com envolvimento da comunidade. “A peça é um desejo de que possamos construir uma educação com mais escuta. A escola não é feita só de professores. Precisa de engajamento da comunidade, pois é uma referência, um lugar de encontro, de pensamento e de troca de conhecimento”.

Aliás, é dessa premissa – envolvimento da comunidade – que surge o nome da peça. Conselho de Classe é um colegiado que deveria abranger professores, funcionários, pais e até representante dos alunos – embora essa formatação nem sempre se apresente. “Esse é o verdadeiro conselho e é isso é o que deveria acontecer, uma vez que abrange todos os lados e pontos de vista sobre esse espaço de conhecimento”.

Ainda que a peça denuncie o abandono político da educação, também levanta pontos sobre o que pode ser feito por quem faz parte do sistema educacional. “A escola não está bem há muito tempo, por isso precisa olhar para ela mesma, se revisar, discutir e ter lugar para isso ser feito de forma inteligente e comprometida”. E o despertar das reflexões durante o espetáculo acontece, de acordo com a diretora, sem defender lados. “Tentamos distribuir as razões e entender que um professor de Educação Física pode ter um ponto de vista diferente de um professor de Artes ou Biologia. Isso é rico e cria dinâmica forte. Acaba, muitas vezes, que a plateia concorda com todos, mesmo que os personagens discordem entre si”.

Tema instigante, daqueles para ficar debatendo horas após o espetáculo e que é apresentado de maneira dinâmica e com humor - uma das passagens que costuma arrancar risos da plateia é quando uma reunião de professores é realizada na quadra de esportes, pois o ventilador da sala está quebrado.

Volta do Festival
A Cia dos Atores esteve presente na primeira edição do Festival de Curitiba, em 1992, e em diversos outros anos, e agora volta para a célebre edição de 30 anos. Para a diretora, a volta do maior evento de artes cênicas da América Latina com espetáculos presenciais representa um marco da retomada da cultura.

“Dá uma alegria de viver. É uma beleza voltarmos para o palco e criar relação de corpo a corpo com o público. Além da possibilidade de conviver com outras produções, pois essa é a beleza de um festival. É o momento de encontrarmos pessoas, nos apoiarmos e trocarmos”.

A pandemia, conforme disse, provocou diferentes momentos – como o de ficar em casa, de fazer arte no computador e de escrever novos projetos. Agora, segundo disse, chegou a hora de apresentar um pouco dessa vivência e das reflexões produzidas no período. “Por isso, é muito importante a presença de um festival. É no palco que vamos construir algo para o nosso futuro”.

Mostra Lúcia Camargo

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA:
Texto: Jô Bilac
Direção: Bel Garcia e Susana Ribeiro
Assistência de direção: Raquel André
Elenco: Cesar Augusto, Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Paulo Verlings e Thierry Trémouroux
Voz off: Drica Moraes
Cenário: Aurora dos Campos
Figurinos: Rô Nascimento e Ticiana Passos
Iluminação: Maneco Quinderé
Trilha sonora original: Felipe Storino
Consultoria pedagógica: Cléa Ferreira
Direção de produção: Luísa Barros
Direção de palco: Wallace Lima
Operação de luz: Genilson Barbosa
Operação de som: Diogo Magalhães
Agenciamento artístico: Claudia Marques
Realização: Cia. dos Atores

Serviço:
O que: Conselho de Classe no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 29 e 30 de março, às 21h
Onde: Teatro da Reitoria ( R. XV de Novembro, 1299 - Centro, Curitiba - PR, 80060-000)
Valores: R$ 80,00 (inteira) + taxa
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos.
Duração: 70’

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, educação, reitoria, cultura, show, atrações, conselho de classe, professores

#1 – Boletim do 30º Festival de Curitiba

Hoje é 16 de março e faltam 13 dias para o Festival de Curitiba

A volta do público à plateia e dos atores aos palcos do 30º Festival de Curitiba, maior evento de artes cênicas da América Latina, são um marco na retomada e resistência do setor cultural após a suspensão de espetáculos presenciais por causa da pandemia.
Na programação, algumas das principais companhias de teatro do país, muitas delas com história no Festival de Curitiba. De hoje até 10 de abril, tudo o que é preciso saber sobre o 30º Festival de Curitiba estará nesta newsletter publicada todas as manhãs. Arte Viva! Viva a Arte!

Teatros com 100 % de ocupação
E falando em presença de público, a melhora dos indicadores da pandemia permitiu que, na semana passada, a prefeitura de Curitiba flexibilizasse as regras de ocupação dos espaços do Festival de Curitiba. Assim, uma nova leva de ingressos foi liberada para todos os espetáculos.
Os 30% de ingressos que estavam bloqueados por questões sanitárias estão agora à disposição do público. Quem queria ver peças que tinham ingressos esgotados como o clássico “O Mistério de Irma Vap” ou “Aurora”, dos Satyros, tem mais uma chance. Mas é preciso correr… Saiba mais aqui: https://bit.ly/3id5yFQ

Espetáculos com lotação esgotada:

Emicida – AmarElo:
https://festivaldecuritiba.com.br/evento/emicida-em-amarelo/
Abjetos Sujeito: Clarice Lispektor por Denise Stoklos: https://festivaldecuritiba.com.br/evento/abjeto-sujeito-clarice-lispector-por-denise-stoklos/

Guilherme Weber apresenta “Tudo”
Nascido e formado como ator nos teatros de Curitiba, o ator e diretor Guilherme Weber dirige a pré-estreia nacional do espetáculo Tudo, baseado no texto do ator e autor argentino Rafael Spregelburg. A carreira de Weber se confunde com a história do evento: ele foi ator em peça na primeira edição em 1992 e, depois de dezenas de participações como ator e diretor, foi curador do Festival de Curitiba entre 2016 e 2020. No elenco de Tudo estão Julia Lemmertz, Vladimir Brichta, Dani Barros, Márcio Vito e Cláudio Mendes. Mais informações aqui: https://bit.ly/3q9aoZ3

Festival é bom quando é NA RUA
E nas praças, parques, bares... ou qualquer lugar onde as pessoas transitem e que também possam abrigar a arte. Em 2022, o Festival na Rua vai. De 1º a 9 de abril, 60 companhias locais se apresentam em 10 palcos espalhados por Curitiba e Região Metropolitana. Serão, ao todo, cerca de 130 apresentações entre espetáculos teatrais, de música e outros. Tudo totalmente gratuito! Dá uma olhada na programação: https://bit.ly/364joI9

Olho na alteração de locais na mostra Festival na Rua:
Algumas peças da mostra Festival na Rua precisaram alterar os horários e espaços de apresentação originalmente programados. Veja abaixo a lista das mudanças e os novos locais e horários das peças: https://bit.ly/3CMjzE3
● Quem ainda não trocou seus ingressos do Festival de 2020 confira como é a política de trocas aqui: https://bit.ly/3u35D4u

Filhos de Peixes
O grupo Parlapatões já montou 9 peças em oito edições diferentes do Festival de Curitiba. Em 2022, eles voltam com três peças, entre as quais “Parlapatões revistam Angeli”, grande sucesso no Festival de 2013 que volta com novidades como uma banda para executar ao vivo a trilha da peça.
E não é qualquer banda: o power trio tem na guitarra Yohan Kisser, filho de Andreas Kisser, do Sepultura, no baixo, Bento Mello, filho do “titã” Branco Mello, co-autor das canções da trilha e na bateria Gabriel Haddad. Todos tocam na banda de hard rock Sioux 66. Saiba mais no link ao lado: https://bit.ly/36pe6ad

Dançar para não dançar
De ballet passando por flamenco até a dança contemporânea, o Festival de Curitiba tem espetáculos para quem gosta de dança, e de dançar. O mix inclui desde espetáculos com grupos e coreógrafos consagrados até espetáculos gratuitos na rua. Saiba mais aqui: Confira abaixo os espetáculos de dança que vão movimentar os corpos no 30º Festival de Curitiba: https://bit.ly/3JepzaR

Festival de Curitiba no Telegram
O Festival de Curitiba 2022 tem agora uma lista no Telegram. Quem se inscrever tem acesso a debates sobre as peças, promoções, comunicados oficiais e conteúdo exclusivo. Acesse: https://t.me/festivaldecuritiba

Material do Festival de Curitiba 2022 para imprensa:
Os releases, fotos das atrações do Festival de Curitiba estão aqui:
https://bit.ly/36js5hE

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Arte Viva! Viva a Arte!

Remontagem de Brasileiro, Profissão: Esperança é destaque da programação do Festival de Curitiba

Quase 50 anos após sua primeira apresentação, um clássico absoluto do teatro nacional renasce adaptado ao momento histórico atual do país: o musical “Brasileiro, Profissão Esperança”, escrito por Paulo Pontes, é um dos grandes destaques da Mostra Lúcia Camargo do 30º Festival de Curitiba.

Com direção da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, a peça chega ao palco do festival nos dias 31 de março e 01 de abril às 21h, no Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 - Centro). O espetáculo conta com intérprete de Libras.

“O momento é este. A nossa profissão de artista e nossa profissão de brasileiro é ter esperança, é o que nos resta”, destacam os diretores no material de apresentação do espetáculo.

“Brasileiro, Profissão: Esperança” já teve versões com Maria Bethânia e Ítalo Rossi (1971), Clara Nunes e Paulo Gracindo (1973) e Bibi Ferreira e Gracindo Jr (1998). Em 2021, a peça foi recriada para comemorar os 50 anos da montagem original. Com figurinos e cenografia despojada, e com Cláudia Neto e Claudio Botelho como protagonistas, a versão agora dirigida por Botelho e Charles Möeller ganha uma inusitada importância diante da situação atual.

Na peça, Pontes conta a história de dois grandes nomes da cultura popular, a cantora Dolores Duran (1930-1959) e o cronista Antônio Maria (1921-1964), por meio de suas canções e crônicas. No repertório musical, grandes clássicos como Ternura Antiga, Manhã de Carnaval, Valsa de uma Cidade, Castigo, Lama, Fim de Caso e A Noite do Meu Bem.

Segundo Paulo Pontes, a ideia era que qualquer brasileiro se visse “um pouco nessa generosa, irônica e desesperada aventura existencial contida na vida” dos dois. A montagem original foi dirigida por Bibi Ferreira e fez um ano de temporada no Rio e outro em São Paulo.

Em 1974, a versão mais célebre da peça foi montada com Clara Nunes e Paulo Gracindo, acompanhados por uma grande orquestra e bateu recordes de público pelo país afora. Foi uma das primeiras peças multimídia que projetaram filmes de 35mm em telões laterais, numa direção cênica inovadora.

A construção teatral é habilidosamente arquitetada sobre canções e textos das duas figuras-síntese da vida carioca nos anos 50. O espectador vai tomando contato “com as pegadas de Dolores e Maria pelos bares e areias do Rio”, como descreveu a crítica de Júlio Viegas.
50 anos depois, o texto traz à tona um Brasil que parecia perdido no passado, mas que se encaixa, infelizmente, nas circunstâncias do Brasil de hoje. Um país incerto e inseguro, mas cheio de esperança.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

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FICHA TÉCNICA
Brasileiro, Profissão: Esperança
Um musical de Paulo Pontes com canções de Dolores Duran e Antônio Maria.
Elenco: Claudia Neto e Claudio Botelho.
Músicos: Guilherme Borges (piano e teclados), Márcio Romano (bateria, percussão e vibrafone) e Thiago Trajano (violão e guitarra).
Direção: Charles Möeller e Claudio Botelho.
Direção Musical e Arranjos: Thiago Trajano.
Iluminação: Paulo César Medeiros.
Som: Erick Lima.
Figurino: Constança Whitaker e Alex Santos.
Produção Executiva: Cris Fraga.
Operação de canhão: Jimy Menezes.
Produção e realização: M&B.

Serviço:
O que: Brasileiro, Profissão: esperança no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 31 de março e 01 de abril às 21h
Onde: Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 - Centro).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: Livre
Duração: 90’

Curitiba Honesta anuncia parceria com o Festival de Curitiba

Curitiba Honesta anuncia parceria com o Festival de Curitiba

16º Festival de Pão com Bolinho fará parte da programação oficial do evento artístico

A Curitiba Honesta entra em 2022 com uma novidade marcante: a parceria com o Festival de de Curitiba, o maior e mais importante do segmento artístico no país. Com isso, o 16º Festival de Pão com Bolinho fará parte da programação oficial do evento, que acontece de 29 de março a 10 de abril. “Participar do Festival de Teatro é uma grande emoção! Ainda mais neste ano, que comemora os 30 anos do evento. O Festival de Pão com Bolinho tem tudo a ver com Curitiba e agora teremos a oportunidade apresentar essa tradição curitibana para os milhares de turistas que vêm à cidade nessa época”, diz Sérgio Medeiros, sócio-proprietário da Curitiba Honesta.

As inscrições para bares e restaurantes interessados em participar do 16º Festival de Pão com Bolinho estão abertas e as vagas são limitadas. Informações: whatsapp/telefone (41) 999419372.

Festivais de 2022

Para 2022, a Curitiba Honesta programou cinco eventos. “Este promete ser o ano da retomada econômica e queremos ajudar o setor de gastronomia, tão prejudicado pela pandemia, a se levantar”, diz Sérgio Medeiros, sócio-proprietário da empresa.

Confira a programação da Curitiba Honesta para 2022:

Março: 16º Festival de Pão com Bolinho

Junho: 2º Circuito de Pizza

Agosto: 2º Festival do Pê Éfe

Setembro: 5º Festival de Carne de Onça

Novembro: 17º Festival de Pão com Bolinho

Mais informações pelo fone (41) 3434-3492 ou Whatsapp (41) 99941-9372 ou admcuritibahonesta@gmail.com.

Informações: www.curitibahonesta.com.br

Instagram @curitibahonesta

Facebook: https://www.facebook.com/curitibahonesta

Prego na Testa: a arte de rir da própria desgraça

Monólogo dos Parlapatões é uma comédia stand-up de humor raivoso sobre a loucura urbana

Quando a versão original da peça Prego na Testa foi montada em 1994 pelo dramaturgo Eric Bogosian, a crítica do jornal New York Times definiu o texto como “áspero e turbulento” e seu autor como “nosso mais vibrante portador de más notícias”.

No final da década de 1980 e meados da década seguinte, o verborrágico Bogosian era o “menino mau” do teatro underground de Nova York. Algumas de suas peças, como Talk Radio e Suburbia, foram adaptadas com sucesso para o cinema e falavam de um tema comum: a loucura e medo do homem nas grandes cidades da América.

“Pounding Nails in the Floor with My Forehead” (no original em inglês, “Martelando pregos no chão com a minha testa”, em tradução livre) só ganhou versão brasileira em 2005, com tradução, adaptação e direção do dramaturgo Aimar Labaki e interpretação de Hugo Possolo, do Grupo Parlapatões.

Desde o princípio, Labaki adaptou o texto à realidade brasileira, a começar pelo título em português que usa a expressão que faz jogo com o duplo sentido de ameaçar o crânio por um prego ou de que ele já esteja fincado em uma mente perturbada. O texto é um monólogo performático de alta intensidade. Uma espécie de comédia stand-up de uma hora de duração em que o espectador ri o tempo todo, mas, às vezes, ri de nervoso. O texto articula o absurdo da vida nas grandes cidades e faz rir das nossas próprias desgraças. As cenas vão do esquisito ao hilariante e a plateia da gargalhada à angústia.

A peça fez sucesso no Festival de Curitiba de 2006. Possolo lembra que o texto então fazia muitas referências a coisas que aconteciam na vida política e cultural do Brasil à época e avisa que a nova montagem vai repetir a fórmula.

“O universo do Bogosian é muito forte, mas esta versão para o 30º Festival de Curitiba está totalmente adaptada a esta realidade maluca que estamos vivendo. Um cenário bem louco: pandemia, caos político e guerra”, disse. A essência do texto e da montagem original, contudo, estão mantidas. Um texto impiedoso e com um humor corrosivo sobre a incapacidade humana em enfrentar a realidade do mundo.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco,New Holland, com patrocínio de Neodent, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA: – Prego na Testa
Texto: Eric Bogosian
Adaptação e Direção: Aimar Labaki
Atuação: Hugo Possolo
Assistente de Direção: Carlos Baldin
Cenário: Ulisses Cohn
Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: Wagner Freire
Sonoplastia: Aimar Labaki
Edição da Trilha Sonora: Aline Meyer
Direção de Produção: Raul Barretto
Produção Executiva: Erika Horn
Assistência de Produção e Comunicação: Janayna Oliveira

Serviço:
O que: Prego na Testa – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 29 e 30 de março às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 60’

Comunicado Curitiba Country Festival

Após 12 edições que levaram milhares de pessoas a prestigiarem artistas renomados como Marília Mendonça, Bruno & Marrone, Jorge & Mateus, e depois de quebrar a barreira do sertanejo, trazendo também Ivete Sangalo, Anitta, Ludmilla, Tiago Iorc, entre outros, a produtora curitibana CWB Brasil anunciou na última quinta-feira (10) que não detém mais os direitos da marca Curitiba Country Festival, o maior festival sertanejo do Sul do Brasil. A marca e a produção estão sob responsabilidade da Opus Entretenimento, empresa que gerencia a operação de importantes espaços culturais e de entretenimento no Brasil, além de carreira de artistas.

A CWB Brasil agradece a todos que compareceram nas 12 edições ininterruptas de 2007 até 2018 e deseja à Opus e seus parceiros todo o sucesso no projeto que fez o mundo sertanejo ganhar ainda mais força, propiciando momentos de alegria para milhares de paranaenses.

A partir de personagens anônimos, “Pessoas Brutas” retrata corrupção na política e levanta discussões sobre ética

São 13 atores no palco para a terceira parte da Trilogia das Pessoas – com foco em personagens anônimos de São Paulo e em como a corrupção na política deixa a vida mais bruta

A Companhia Os Satyros, de São Paulo, retorna ao Festival de Curitiba com duas peças, entre as quais “Pessoas Brutas”. O espetáculo terá apresentações nos dias 5 e 6 de abril, no Teatro Zé Maria, às 21h. A Companhia Os Satyros tem tradição no Festival de Curitiba, mas essa será a primeira vez que “Pessoas Brutas" será encenada no evento. O trabalho estreou em 2017 e recebeu indicações ao Prêmio Shell na categoria Melhor Figurino; ao Prêmio Aplauso Brasil, em oito categorias; e ao Blog do Arcanjo, em três.

A peça é contada a partir do sequestro da filha de um doleiro denunciado no ‘esquema da rachadinha’. Os destinos de vários personagens anônimos de São Paulo se cruzam em uma teia de relações violentas em que buscam desesperadamente figuras heroicas para dar sentido às suas vidas desesperançadas.

São 13 atores no palco para a terceira parte da Trilogia das Pessoas – com foco em personagens anônimos de São Paulo, pessoas que se parecem e podem representar todos os anônimos das metrópoles contemporâneas mundo afora.

“Pessoas Brutas” discute a viabilidade da ética num Brasil moralmente arrasado. O grupo pretende refletir sobre o momento atual a partir de um conceito - o heroísmo. O espetáculo olha para a figura do herói de forma desencantada. Não há herói à vista, somente missões heroicas equivocadas ou egoístas. Os artistas propõem a seguinte provocação: “se não temos mais heróis, a quem recorrer?”

“É um trabalho potente sobre histórias que se cruzam. O eixo que corta o espetáculo é o sequestro pelo tráfico da filha de um político importante que enriqueceu com os esquemas das rachadinhas. Falamos sobre o que sentimos em relação à corrupção e como isso contribui para que a vida seja mais triste, mais complicada e mais bruta”, explica o ator e dramaturgo Ivam Cabral.

Trilogia
Em 2014, Os Satyros resolveram dar início a uma trilogia que abordaria a vida dos personagens anônimos da cidade de São Paulo. A primeira montagem foi o premiado espetáculo “Pessoas Perfeitas” (vencedora prêmio APCA de melhor espetáculo, prêmio Shell de melhor texto e prêmio Aplauso Brasil de melhor dramaturgia), que tratava da vida de moradores da região central e da Zona Leste de São Paulo.

Em 2016, veio a segunda peça, “Pessoas Sublimes”, que tratava de uma região pouco explorada na dramaturgia sobre São Paulo - Parelheiros, bairro periférico da grande metrópole. O espetáculo falava da relação entre o mundo dos vivos e dos mortos.

Em 2017, a terceira parte – “Pessoas Brutas” -, que foi criada a partir de entrevistas e observação in loco, além de depoimentos dos artistas participantes, para investigar a questão das dependências química e psíquica no cotidiano de moradores da metrópole de São Paulo.

MANGÁS JAPONESES
Todo o visual da peça, em preto, branco e tons de cinza, é inspirado na “selva de pedra” das grandes metrópoles. Mas foi concebido também a partir de uma outra arte: os mangás japoneses.

“Os mangás eram incialmente em preto e branco, tiveram origem numa época em que o Japão passava por uma grande crise econômica. Eram impressos em folha de jornal e em preto e branco, para que eles não precisassem gastar muita tinta. Isso nos inspirou, pois não tínhamos dinheiro e queríamos fazer alguma coisa criativa e que fosse legal. Daí começamos a pesquisar o gênero dos quadrinhos - em especial quadrinhos em preto e branco - e os mangás. E, assim, todo o visual da peça acabou indo para o preto e branco com alguns tons pasteis”, contextualiza Cabral.

Retorno ao Festival

Ivam Cabral, radicado há anos em São Paulo, é natural de Ribeirão Claro, no Norte Velho do Paraná, e iniciou a trajetória profissional dele no teatro em Curitiba, cidade que visita com frequência. De acordo com ele, a 30ª edição do Festival é a celebração da volta dos artistas ao palco.

O dramaturgo aponta a importância histórica do Festival de Curitiba. “O Festival de Curitiba reinventou a arte não só em Curitiba. A partir de 1992, o evento reformula a cidade, colocando-a como berço da cultura teatral. O Festival de Curitiba foi o primeiro grande festival de teatro, com reflexos em todo o país. Os festivais de teatro, antes do Festival de Curitiba, estavam ligados ao teatro amador. E o Festival de Curitiba surge como vitrine do teatro contemporâneo. O que acontecia em Curitiba seria sucesso no país todo”, diz.

De acordo com Cabral, o Festival de Curitiba é há muitos anos o maior evento cultural do país. “Sempre se espera muito pela realização do Festival. Quando a edição de 2020 acabou suspensa [em razão da pandemia], foi muito triste. Era como se a partir daquele momento tivéssemos perdido um jogo. Então, é muito importante termos a retomada presencial do Festival de Curitiba”.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA:
Texto: Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
Direção: Rodolfo García Vázquez
Elenco: Andre Lu, Alex de Jesus, Dani Moreno, Diego Ribeiro, Eduardo Chagas, Gabriela Veiga, Gustavo Ferreira, Henrique Mello, Julia Bobrow, Sabrina Denobile, Thiago Mendonça e Tiago Leal.
Iluminação: Rodolfo García Vázquez e Flávio Duarte
Trilha Sonora: Henrique Mello, Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
Cenografia: Marcelo Maffei
Figurinos: Bia Pieratti e Carol Reissman
Perucas: Lenin Cattai
Programação Visual: Henrique Mello
Orientação Figurinos 2022: Adriana Vaz e Thiago Mendonça
Operação Técnica: Flavio Duarte
Fotografias: Andre Stefano
Produção: Os Satyros
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

Serviço:
O que: Pessoas Brutas no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 05 e 06 de abril às 21h
Onde: Teatro Zé Maria (R. Treze de Maio, 655 - São Francisco, Curitiba - PR,)
Valores: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada) + taxa
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 80’

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, pessoas brutas, rachadinha, esquema, ética, debate, discussão, política

Parlapatões voltam ao Festival de Curitiba parareviver três grandes sucessos

Grupo paulistano de humor já encenou 9 peças em oito
edições diferentes do Festival

O grupo Parlapatões surgiu em São Paulo, no ano de 1991, como um grupo de teatro de rua, que trabalhava com humor e linguagem circense e passava o chapéu no final dos espetáculos. No ano seguinte, o Festival de Curitiba foi criado por jovens estudantes para movimentar a estagnada cena cultural da cidade. Desde então, os dois projetos cresceram e apareceram e suas trajetórias se cruzaram muitas vezes.

A primeira delas foi em 1997, quando houve a estreia nacional de Piolim, no Festival de Curitiba. Na mesma edição, os Parlapatões apresentaram a peça de rua U Fabuliô. No ano seguinte, o espetáculo PPP@WllmShkspr.br estreou com grande sucesso de público e crítica no Festival e seguiu uma importante carreira nacional.

Em 2003, outra estreia: As Nuvens. Três anos depois, a trupe trouxe dois novos espetáculos Hércules e Prego na Testa. Em 2009 foi montado Oceano – Circo Roda, em 2010, O Papa e a Bruxa e a última passagem pelo Festival foi com o grandioso espetáculo Parlapatões Revistam Angeli.

Ao todo, os Parlapatões encenaram nove peças com quatro estreias nacionais em oito edições diferentes do Festival de Curitiba. “O grupo estreou muitas peças no Festival e nosso trabalho sempre foi muito bem recebido. O festival sempre serviu como um impulso muito grande para que nossos espetáculos começassem temporadas Brasil afora”, disse Hugo Possolo, um dos fundadores do grupo.

Possolo lembra que ouvia dos colegas mais experientes que o público de Curitiba era “duro e difícil para comédia”, mas que hoje tem a impressão contrária. “Para gente nunca foi duro e difícil. Ou a gente acertou muito, ou quem sabe temos uma empatia, uma relação forte com a cidade e há uma reciprocidade na conexão”, disse.

Quando a direção do Festival disse que queria fazer um uma edição comemorativa de 30 anos com de remontagens de grandes sucessos de festivais anteriores, a ideia soou muito bem para os Parlapatões. “Somos um grupo que mantém repertório. Essas três peças, cada uma a seu jeito, foram fáceis de retomar”.

Em 2022, os Parlapatões retornam ao palco do 30º Festival de Curitiba com uma trilogia de grandes sucessos para comemorar as três décadas de parceria. Todas as montagens serão no Sesc da Esquina e são parte da Mostra Lúcia Camargo.

Prego na Testa - A primeira peça é Prego na Testa, espetáculo solo de Hugo Possolo baseado na obra e performance do ator e dramaturgo americano Eric Bogosian. O texto expõe ao ridículo a neurose urbana que Possolo soube adaptar às circunstâncias da realidade brasileira ao viver 7 personagens de características bem diferentes como o mendigo que se considera dono de um vagão de metrô, o emergente apaixonado pela nova churrasqueira, o fã chato, o macho que participa de um grupo de autoajuda para fazer uma meia culpa por ser viciado em sua própria virilidade, entre outros.

Prego na Testa será encenado nos dois primeiros dias do Festival, 29 e 30 de março.

Shakespeare “abreviado” - Nos dias 31 de março e 01 de abril, o grupo apresenta PPP@wllmshkspr.br, a versão brasileira de The Complet Works of William Shakespeare (Abridged), do americano Adam Long, que também é ator e participou da montagem original.

O “Shakespeare abreviado” dos Parlapatões é um clássico instantâneo que estreou no Festival de Curitiba. A peça é uma sátira agilmente estruturada que compila a obra completa de William Shakespeare em 99 minutos, encenada por três atores que se dividem em 12 personagens. A tradução é de Barbara Heliodora, crítica de teatro e a principal tradutora de Shakespeare no Brasil. A peça foi dirigida por Emílio Di Biasi, o ator e diretor falecido em 2020, fundador do grupo teatral Decisão e um grande garimpeiro de talentos do teatro.

Universo Angeli - A trilogia dos Parlapatões fecha nos dias 2 e 3 de abril, quando o grupo retoma um de seus maiores projetos: a ampla pesquisa sobre a obra do cartunista Angeli. A peça Parlapatões Revistam Angeli rola em clima de Teatro de Revista, ao som do rock’n roll, com os personagens mais conhecidos do cartunista como Bob Cuspe, Rê Bordosa, Os Skrotinhos e Meia-Oito dando vida a situações criadas nas tiras, charges e textos de Angeli.

A peça estreou no Festival de Curitiba de 2013 com a presença do próprio Angeli e fez grandes temporadas no Auditório Ibirapuera e temporada no Espaço Parlapatões, com grande sucesso de público.

Três espetáculos testados, aprovados e imperdíveis para celebrar a simbiose entre Os Parlapatões e o Festival de Curitiba. “Estamos felizes de estar em Curitiba novamente e finalmente nos apresentando para um público. Vai ser uma lavada de alma, uma retomada”.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA: PPP@ WllmShkspr.Br
Texto: Adam Long
Direção: Emílio Di Biasi
Tradução: Barbara Heliodora
Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto e Alexandre Bamba
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos

FICHA TÉCNICA: Parlapatões Revistam Angeli
Textos: Angeli e Hugo Possolo
Roteiro e Direção: Hugo Possolo
Direção Musical: Branco Mello
Elenco: Raul Barretto, Camila Turim, Hugo Possolo, Rodrigo Mangal, Tadeu Pinheiro
Contrarregra e figurante principal: Rodrigo Belladona
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos
Espetáculo com audiodescrição

FICHA TÉCNICA: – Prego na Testa
Texto: Eric Bogosian
Adaptação e Direção: Aimar Labaki
Atuação: Hugo Possolo
Assistente de Direção: Carlos Baldin
Cenário: Ulisses Cohn
Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: Wagner Freire
Sonoplastia: Aimar Labaki
Edição da Trilha Sonora: Aline Meyer
Direção de Produção: Raul Barretto
Produção Executiva: Erika Horn
Assistência de Produção e Comunicação: Janayna Oliveira

Serviço:
O que: Prego na Testa – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 29 e 30 de março às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 60’

Serviço:
O que: PPP@wllmshkspr.br – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 31 de março e 01 de abril às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração:90’

Serviço:
O que: Parlapatões Revistam Angeli no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 02 de abril as 21h e 03 de abril às 19h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 80’
Espetáculo com audiodescrição

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“O Náufrago” transpõe para o teatro a obra de um dos maiores autores da língua alemã no século XX

A peça será apresentada no Teatro Zé Maria dos Santos e faz parte
da Mostra Lúcia Camargo dentro do 30º Festival de Curitiba

O drama “O Náufrago”, uma transposição para o teatro da obra homônima do escritor alemão Thomas Bernhard, é uma das atrações do 30.º Festival de Curitiba. A peça, que será encenada nos dias 06 (quarta-feira) e 07 (quinta-feira) de abril, às 21h, no Teatro da Reitoria, faz parte da Mostra Lúcia Camargo.

A versão teatral foi criada pelo diretor William Pereira e o elenco é composto pelos atores Luciano Chirolli e Romis Ferreira. Em uma prosa convulsiva e exasperada, a história narra a relação de três exímios estudantes de piano. Na trama, o músico Glenn Gould apresenta para os dois colegas, uma interpretação de “Variações Goldberg”, do compositor alemão Johann Sebastian Bach. A partir daí, o impacto da genialidade de Gould nos outros pianistas constrói toda a narrativa da peça.

Lançado em 1996 no Brasil pela editora Companhia das Letras, o livro “O Náufrago” foi um enorme sucesso de vendas. Tanto que, dez anos depois, a obra ganhou uma segunda edição que está esgotada, pois se tornou o trabalho mais conhecido de Thomas Bernhard.

Os ingressos estão à venda pelo site oficial www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria do evento, localizada no Shopping Mueller (Piso L2).

Sobre a encenação – O grande desafio na transposição de uma obra literária para o ambiente das artes cênicas é criar um aspecto de teatralidade. Essa abordagem é necessária para que o espetáculo não se transforme somente em uma leitura dramática protagonizada pela atuação de um ator que narra os fatos. No livro "O Náufrago", essa narrativa é feita por um único personagem, mas, no espetáculo, ela é realizada por dois atores: o protagonista/narrador (Luciano Chirolli) e Wertheimer (Romis Ferreira), o personagem que é citado durante toda a obra e é um alter-ego, uma sombra daquele que conta a história e está sempre em um segundo plano.

Na peça, Wertheimer fica posicionado atrás de uma tela transparente, sobre os destroços de um piano de cauda que surge e desaparece como em um grande corte cinematográfico. Em cena, William propõe dois planos: memória e tempo presente, que vão se fundindo ao longo do espetáculo, fazendo com que os limites entre lembrança e realidade se rompam. “Eu trabalhei para que a densidade do texto fique emoldurada por uma dramaticidade visceral. Sinto como se, em vez de dirigir, eu estivesse regendo. Inclusive, eu pedi aos atores que chegassem no primeiro dia de ensaio com os textos completamente decorados para que eu pudesse reger as pausas, o ritmo, os volumes e os tempos, já que o grande foco nessa peça é a palavra, o texto”, explica o diretor.

A trilha sonora do espetáculo é o terceiro personagem e cria um contraponto entre a genialidade da execução de Glenn Gould e a interpretação medíocre de Wertheimer em seus últimos dias.

A relação de amizade de Chirolli e William foi extremamente importante no resultado final da montagem, pois eles se conhecem desde a década de 80, quando estudavam na Universidade de São Paulo (USP). A conexão pessoal da dupla se reflete na peça, afinal, tanto o talento quanto a experiência dos dois foram essenciais para a construção do espetáculo. “Enquanto estávamos na faculdade, eu dirigi muitas obras nas quais ele atuava e sempre quis voltar a trabalhar com esse excelente ator. ‘Náufrago’ é a oportunidade perfeita. O Romis Ferreira também empresta seu talento e vasta experiência nos palcos, o que contribuirá bastante para a encenação,” diz William.

“O Náufrago” conta com figurinos e cenário assinados pelo diretor William Pereira e luz de Caetano Vilela, que desenvolve parcerias artísticas com o diretor há mais de 20 anos. A direção de produção é de Leopoldo de Leo Jr., parceiro de William desde 2001. Os dois, ao lado do dramaturgo e diretor Newton Moreno, também são sócios na LNW Produções Artísticas desde 2009.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland e Governo do Estado do Paraná, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba.

Ficha Técnica:
Tradução: Sérgio Tellaroli
Adaptação, Encenação e Direção: William Pereira
Elenco: O narrador: Luciano Chirolli. Wertheimer: Romis Ferreira
Cenários e Figurinos: William Pereira
Iluminação: Caetano Vilela
Direção de Cena: Henrique Pina
Ensaiadora: Lígia Pereira
Construção Cenográfica e Adereços: Giorgia Massetani e Alício Silva
Fotos e Vídeo: Marcos Frutig/João Maria
Programação Visual: Giuliano Almeida Ziviani
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Mobiliário: City Design
Operador de Luz: Guilherme Soares
Técnica de Som: Janice Rodrigues
Contrarregra e Maquinista: Popó
Técnico de Gravação: João Henrique Baracho
Piano de Wertheimer: Désirèe Brissac
Produção Executiva: Rafaela Penteado
Assistente de Produção: Adriana Florence
Direção de Produção: Leopoldo De Léo Jr.
Produção: LNW Produções Artísticas Ltda

Serviço:
O que: “O Náufrago” no 30.º Festival de Curitiba.
Quando: 6/04 (quarta-feira) e 7/04 (quinta-feira), às 21h.
Onde: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1.299 - Centro).
Valores: R$ 80,00 (inteira) + Taxa de Serviço e R$ 40,00 (meia-entrada) + Taxa de Serviço.
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Gênero: Drama
Classificação: 14 anos.
Duração: 80’.

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TRUPE AVE LOLA ABRE A MOSTRA PÔR DO SOL, EVENTO QUE INAUGURA O CAMPO DAS ARTES, PROJETO DO ATOR LUÍS MELO

A Mostra abre dia 11 de março (sexta) com o espetáculo Manaós. A entrada é gratuita.

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foto: Maringas Maciel

O universo fantástico do espetáculo Manaós – Uma saga de luz e sombra, da Trupe Ave Lola, de Curitiba, vai abrir na próxima sexta, dia 11 de março, às 20h, a Mostra Pôr do Sol, evento que inaugura oficialmente o Campo das Artes, projeto de vida do consagrado ator paranaense Luís Melo. O espaço vem sendo construído desde 2008, em São Luiz do Purunã, no município de Balsa Nova, localizado a cerca de 40 km de Curitiba, no Paraná.
A Mostra, que irá durar até 16 de abril, reúne seis trabalhos de três companhias de teatro de Curitiba: Trupe Ave Lola, Cia Ilimitada e Súbita Companhia de Teatro.
“O Campo das Artes nasce com o potencial de unir, de criar pontes entre artistas do Brasil e de fora. Além de valorizar ainda mais o Paraná, trata-se, sem dúvida, de um espaço internacional que representa não só a arte daqui, mas do mundo todo”, comenta Ana Rosa Tezza, diretora da Trupe Ave Lola.
Além do premiado trabalho Manaós, que será apresentado dias 11 e 12 de março, às 20h, a Ave Lola também irá apresentar “O Malefício da Mariposa”, dias 18 e 19 de março, também às 20h.
“Estamos honrados em inaugurar este espaço que será aberto pela primeira vez ao público. Temos o privilégio de participar deste momento histórico com dois espetáculos do nosso repertório que temos muito carinho. A Mostra Pôr do Sol, no Campo das Artes, é importante não só para o nosso estado, mas para o Brasil, pois toda vez que um espaço cultural é aberto, o país todo enriquece”, declara a diretora.
“O público vai se encantar com o Campo das Artes, uma arquitetura magistral em meio a uma beleza natural de tirar o fôlego. Espero que o espetáculo Manaós contribua para esse momento de exclamação que o público, com certeza, viverá”, comemora.
Todos os eventos são gratuitos, mas é preciso fazer reservar antecipada dos ingressos pelo site www.campodasartes.com.br . Confira lá a programação completa da Mostra.
O espaço conta com estacionamento próprio e gratuito. Para quem preferir ir de ônibus, a produção irá colocar à disposição do público, nos dias das apresentações, um ônibus exclusivo e gratuito saindo da Praça Santos Andrade (em frente ao Teatro Guaíra), às 17h, com retorno saindo do Campo, às 22h. Lembrando que todos os protocolos de segurança contra o Covid-19 serão respeitados.
A Mostra Pôr do Sol foi idealizada e produzida pelo Campo das Artes e conta com coprodução do ator e diretor Marcio Juliano e Cia Ilimitada. O evento integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba – edição 2022, que terá início oficialmente dia 29 de março.

Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

MANAÓS – uma saga de luz e sombra
O espetáculo teatral “Manaós - Uma Saga de Luz e Sombra” dá continuidade à pesquisa poética da Trupe Ave Lola, levando à cena um universo fantástico. A história acontece na época áurea do ciclo da borracha, em Manaus de 1911. Três mulheres de povos distintos, trazidas pelo destino, encontram-se e são desafiadas a enfrentar os medos e as ameaças de uma dura realidade. A obra teve como disparadores o conto “Pequena-abelha, a irmã de Árvore-alta”, da escritora acreana Jamilssa Melo, e a obra do renomado cineasta Hayao Miyazaki.
A trilha sonora da obra é executada ao vivo pelos músicos Breno Monte Serrat e Arthur de Lima Jaime, sob a direção do músico francês Jean Jacques Lemêtre, artista do Theatre Du Soleil.

Sobre a Trupe Ave Lola
A Ave Lola Espaço de Criação é um local onde artistas inquietos sonham e trabalham juntos por um fazer artístico poético e humano inserido no seu tempo histórico. Nos últimos 11 anos, a Trupe montou espetáculos que se destacaram na cena brasileira, tais quais: O Malefício da Mariposa (2012), Tchekhov (2013), Nuon (2016), Manaós - Uma Saga de Luz e Sombra (2019) e a sua mais recente obra Cão Vadio (2021).
As peças da companhia foram premiadas e indicadas a importantes prêmios do Paraná e do Brasil, tais como Gralha Azul, Shell, Cesgranrio entre outros.

Ficha Técnica
Texto e direção: Ana Rosa Genari Tezza
Direção Musical: Jean Jacques Lemêtre
Dramaturgia: A Trupe
Assistente de direção: Giovana de Liz
Elenco: Ailén Roberto, Ana Rosa Genari Tezza, Caro Hampf, Cesar Matheus, Eduardo Giacomini, Helena Tezza, Regina Bastos
Músicos: Arthur Jaime, Breno Monte Serrat
Iluminação: Beto Bruel e Rodrigo Ziolkowski
Figurino: Eduardo Giacomini
Assistente de figurino: Helena Tezza
Estampas no figurino e cenário: Sandra Hiromoto
Plástica do Personagem: Maria Adélia e Trupe
Cenografia e adereços de cenário: Fernando Marés
Adereços de cena: Eduardo Santos
Produção: Dara van Doorn, Laura Tezza e Carlos Becker
Comunicação: Jamilssa Melo e Larissa de Lima
Produção: Entremundos
Realização: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas LTDA.

SERVIÇO:
MOSTRA PÔR DO SOL - 11 de março a 16 de abril
Abertura: Espetáculo Manaós (Trupe Ave Lola)
Data: 11 de março
Horário: 20h
Local: Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR)
Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383
Email: contato@campodasartes.com.br
Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site: https://www.campodasartes.com.br/
Capacidade: 70 pessoas por apresentação
Duração: 1h20
Classificação Indicativa: 10 anos
Teaser:https://youtu.be/AKmU5wD8gAk

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