kisses moda da balada

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Negócio local

Azuki reforça o delivery

Endereço curitibano dos mais tradicionais no segmento da culinária oriental – inclusive, foi pioneiro na introdução, na cidade, do kaiten sushi, rodízio de comida japonesa em uma esteira automatizada –, o Restaurante Azuki reforçou o serviço de delivery. Agora, os pedidos também são levados por uma equipe própria.

Para almoço e jantar, o serviço de entrega em domicílio funciona de segunda a segunda, com atendimento através do WhatsApp 41|99105-2727. O cardápio da casa acena com os mais variados sabores do Japão, entre tempuras, risotos, robatas, lamens, sushis, sashimis, yakissobas, tepans yakis e combinados.

A Gomes da Costa sugere três receitas deliciosas com cara de feriado + final de semana: Ravioli ao molho primavera com sardinha, Pizza de fogão (de atum) e Coxinha de sardinha.

Confira abaixo o passo a passo do preparo. As fotos estão anexadas no e-mail. Créditos das fotos: Gomes da Costa/Divulgação.

Ravioli ao molho primavera com sardinha

Rendimento: 5 porções
Tempo total: 35 minutos
Cozimento: 20 minutos
Preparo: 15 minutos

Ingredientes:
• 1 lata de Sardinha com Óleo Gomes da Costa (125g)
• 1 cebola média picada
• 5 colheres (sopa) de pimentão vermelho picado
• 5 colheres (sopa) de pimentão verde picado
• 5 colheres (sopa) de cenoura picada
• 1 e meia xícara (chá) de creme de leite fresco
• Sal e pimenta do reino
• 1 pacote de ravioli recheado de queijo (400g)
Modo de Preparo:
• Numa panela aqueça o óleo da Sardinha Gomes da Costa. Doure aí a cebola. Junte os pimentões e a cenoura. Refogue bem.
• Acrescente o creme de leite e cozinhe em fogo brando, até os legumes ficarem cozidos mas ainda crocantes. Reserve.
• Junte a Sardinha Gomes da Costa. Tempere com sal e pimenta a gosto.
• Cozinhe o ravioli conforme recomendação da embalagem.
• Escorra o ravioli e envolva-o no molho quente.
• Sirva em seguida.

DICA DE CHEF
Use creme de leite fresco que pode ser fervido sem talhar.

VARIAÇÃO
Substitua o pimentão por alho poró e /ou vagem.

Pizza de fogão

Rendimento: 3 porções
Tempo total: 70 minutos
Cozimento: 50 minutos
Preparo: 20 minutos

Ingredientes:
Massa:
• 3 xícaras (chá) de farinha de trigo (450g)
• 1 colher (café) de fermento em pó (3g)
• 1 pitada de sal
• 1 colher (sopa) de margarina ou manteiga (20g)
• 1 ovo (60g)
• 1 xícara (chá) de leite morno (240ml)
Recheio: 
• 1 lata de Atum Sólido em Óleo Gomes da Costa
• 1 sachê de molho de tomate (340g)
• 1 lata de milho verde (200g)
• 3 unidades de Palmito Gomes da Costa cortadas em rodelas médias (cerca de 150g)
• 3 colheres (sopa) de azeitonas verdes cortadas em rodelas (39g)
• 1 tomate cortado em rodelas (80g)
• Meia cebola pequena cortada em rodelas finas (30g)
• 250g de queijo mozarela fatiado
• Azeite e orégano a gosto
Modo de Preparo:
Massa:
• Numa tigela junte a farinha, o fermento e o sal. Acrescente a margarina ou manteiga e amasse com um garfo.
• Junte o ovo inteiro e misture. Por último acrescente o leite e misture bem. Trabalhe a massa até soltar das mãos. Se necessário vá acrescentando mais farinha, aos poucos.
• Divida a massa em 3 partes. Mantenha numa superfície enfarinhada para descansar por cerca de 10 minutos.
• Com o auxílio de um rolo, abra cada porção de massa (uma de cada vez) e coloque-a numa frigideira grande ou assadeira redonda, antiaderente ou untada. Tampe a frigideira/assadeira e leve ao fogo brando por cerca de 10 minutos, girando de vez em quando e virando, de maneira que fique dourada dos dois lados.
Montagem da pizza:
• Envolva o Atum Gomes da Costa em seu óleo.
• Retire a frigideira/assadeira do fogo e monte cada uma das pizzas da seguinte maneira: distribua uma parte do molho de tomate, uma parte do Atum Gomes da Costa, cerca de 3 colheres (sopa) de milho escorrido, 1 Palmito Gomes da Costa cortado em rodelas, 1 colher (sopa) de azeitona, parte do tomate e parte da cebola.
• Cubra com fatias de mozarela e regue com azeite e orégano a gosto.
• Volte novamente ao fogo somente para o queijo derreter.
• Sirva em seguida.

Coxinha de sardinha

Rendimento: 10 porções
Tempo total: 50 minutos
Cozimento: 20 minutos
Preparo: 30 minutos


Ingredientes:
Massa:
• Meia xícara (chá) de água (120ml)
• 1 tablete de caldo de galinha
• 1 xícara (chá) de leite (240ml)
• 1 xícara (chá) de farinha de trigo (150g)
• 1 batata média cozida (150g)
• 2 colheres (sopa) de margarina (40g)
Recheio:
• 1 lata de Sardinha com Molho de Tomate Gomes da Costa (125g)
• 2 colheres (sopa) de requeijão cremoso (30g)
• 1 colher (sopa) de cheiro verde picado (15g)
Para empanar:
• Leite/ farinha de rosca
• Óleo para fritar
Modo de Preparo:
Massa:
• Numa panela média, coloque a água para ferver e dissolva o tablete de caldo de galinha.
• Acrescente o leite.
• Quando voltar a ferver, junte de uma só vez a farinha de trigo e mexa em movimentos circulares até a farinha dissolver completamente e formar um angú. Acrescente a batata quente passada pelo espremedor e a margarina Continue o cozimento, mexendo sempre, até a massa soltar do fundo da panela.
• Despeje a massa num prato/travessa e cubra com filme plástico. Espere esfriar.
Recheio:
• Enquanto a massa esfria, prepare o recheio: numa tigela junte a Sardinha Gomes da Costa com seu molho, o requeijão e o cheiro verde. Misture.
Montagem:
• Porcione cerca de 2 colheres (sopa) de massa para cada coxinha. Abra a massa na palma da mão. Coloque cerca de 2 colheres chá do recheio no centro da massa. Feche a massa pelas pontas dando o formato de uma coxinha.
• Passe a coxinha no leite e depois na farinha de rosca. Repita o processo até terminar massa e recheio.
• Preencha metade da capacidade de uma panela média com óleo e leve ao fogo para aquecer.
• Frite as coxinhas aos poucos, virando de vez em quando, até ficarem douradas por igual.
• Retire as coxinhas do óleo e escorra em papel toalha.

DICA DE CHEF
• As coxinhas podem ser congeladas empanadas ou já fritas.
• Antes de moldar as coxinhas, trabalhe a massa com as mãos para que fique bem uniforme.

VARIAÇÃO
Acrescente azeitona picada ao recheio

Galerias e artistas do Brasil lançam o grupo p.art.ilha para enfrentar impactos da pandemia

Primeira ação online é realizada durante todo o mês de maio nas redes sociais e sites das galerias participantes, apresentando obras disponíveis com condições especiais

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Artistas, galerias e agentes culturais de várias cidades do país se unem para criar novas estratégias de fortalecimento do mercado de arte como um todo, ou seja, focando principalmente nos programas mais inovadores, experimentais e fora da curva – que são os mais afetados pela crise do Covid-19. A iniciativa cria também uma forma de rede de apoio à comunidades mais fragilizadas pelo momento.

A ideia do grupo, denominado p.art.ilha é buscar sinergia com colecionadores privados e institucionais, além de sensibilizar novos públicos para a arte, através de ações coordenadas, como a p.art.ilha: ação#1, primeira iniciativa do grupo, que acontecerá nas redes sociais e sites de todas as galerias simultaneamente.

Esta ação online acontece a partir de 1º de maio, estendendo-se durante todo o mês, quando as galerias lançarão uma criteriosa seleção de obras à venda com condições muito especiais: a cada aquisição durante o mês de maio, o colecionador ganhará um crédito de igual valor para novas aquisições de outros artistas da mesma galeria.

O objetivo de curto prazo é manter ativos os profissionais que atuam na cadeia criativa do setor artístico (artistas, galeristas, produtores, editores, curadores, pesquisadores, fotógrafos, montadores e técnicos). A rede de pequenas empresas que se uniram acredita que somente a união e a criatividade poderão minimizar as consequências desastrosas deste momento difícil.

No médio prazo, o grupo pretende explorar novos caminhos para a sustentabilidade dos negócios do setor, privilegiando processos colaborativos.

“Somos um grupo aberto a todas as galerias que se identifiquem com o nosso objetivo. Queremos arejar o mercado e recepcionar negócios inovadores, startups e projetos artísticos que não têm vez no nosso mercado atual. E na atual conjuntura, queremos também somar esforços para mitigar o impacto social da crise, doando recursos para instituições, como Casa Chama (SP), Lá da Favelinha (BH), Lanchonete (RJ), Por Nossa Conta (SP) e Salvando Vidas (SP)”.

Veja nos sites e nas redes sociais de cada galeria, as obras e artistas que fazem parte dessa ação coletiva.

galerias participantes:

aura (sp)
@galeria_aura
aura.art.br

b_arco (sp)
@galeria.b_arco
barco.art.br

c.galeria (rj)
@c.galeria
www.cgaleria.com

casanova (sp)
@casanovaartecultura
casanovaarte.com

desapê (sp)
@des_ape
desape.com

eduardo fernandes (sp)
@galeriaeduardofernandes_
galeriaeduardofernandes.com

janaina torres (sp)
@janainatorresgaleria
janainatorres.com.br

karla osorio (df)
@galeriakarlaosorio
karlaosorio.com

mamute (rs)
@galeriamamute
galeriamamute.com.br

mapa (sp)
@galeriamapa
galeriamapa.art.br

lume (sp)
@galerialume
galerialume.com

oma (sp)
@omagaleria
omagaleria.com

periscópio (mg)
@periscopioarte
periscopio.art.br

sé (sp)
@segaleria
segaleria.com.br

soma (pr)
@somagaleria
somagaleria.com

ybakatu (pr)
@ybakatu
ybakatu.com

Instagram do grupo p.art.ilha:
@p.art.ilha

As medidas tomadas noutros séculos para combater as epidemias são replicadas no presente

As medidas tomadas noutros séculos para combater as epidemias são replicadas no presente

Combater a propagação de uma epidemia nunca foi tarefa fácil. Se analisarmos o que acontece hoje em dia, não é difícil imaginar o esforço gigante feito em outras épocas. Segundo a arqueóloga portuguesa Joana Freitas se analisarmos como combatiam o alastramento das doenças em séculos passados podemos ficar surpreendidos com as semelhanças.

"Ao analisarmos dados e documentos que se referem a outros surtos epidêmicos ao longo da história verificamos que algumas medidas que tomamos hoje eram as usadas à data para reprimir o avanço das doenças. Em diversas alturas o isolamento, a quarentena e o estabelecimento de cordões sanitários foram uso recorrente."

Estas medidas eram aplicadas e replicadas em muitos países do mundo. A realidade que vivemos hoje em dia não é novidade.

" Havia cuidados, as pessoas tinham consciência de que se não travassem um surto no seu início seria muito difícil não evitar uma catástrofe. Temos variados exemplos além dos referidos acima. Em Portugal,por exemplo, já no século 15 existia um controlo sanitário das embarcações. Embora incipiente demonstrava a clara noção dos pontos que podiam ser rastilhos de uma epidemia. Mais tarde,os barcos teriam mesmo de ficar em quarentena para que houvesse certeza que tanto marinheiros como mercadorias não seriam um veículo de transporte para convidados indesejados.", explica Joana Freitas.

Ainda segundo a arqueóloga, "as próprias linhas que delimitavam cidades, uma muralha ou estrutura semelhante funcionavam como cerco sanitário. Há inclusive documentos que atestam que em algumas cidades era exigido que apresentassem uma declaração da sua boa saúde, garantindo que não estivera em nenhum lugar exposto a alguma doença nos 30 dias anteriores antes de ser autorizado a entrar.".

A realidade que vivemos com a pandemia de covid-19 é nova para nós mas não é nova para o mundo.

"Como costumo dizer, ciclicamente o ser humano lida com situações desta natureza. A história é boa professora. As medidas de hoje foram as medidas de ontem. Mesmo algumas como o fecho de fronteiras entre países ou o esforço para diminuir as pessoas que circulavam. Não é nova a noção de que quanto mais pessoas estiverem em contato umas com as outras maior será a dimensão do surto.", explica.

Ainda segundo a arqueóloga, " já no combate a outras pestes, verifica-se um esforço de deixar circular apenas quem era indispensável. Trabalhadores agrícolas, forças de segurança como exército ou marinha, padres e madres que muitas vezes auxiliavam nas práticas da medicina, padeiros e vendedores de alimentos. Como vemos embora com séculos de diferença a realidade é bastante semelhante.", conclui.

Joana Freitas, formada em arqueologia pela Universidade do Porto e pela Universidade Autónoma de Barcelona, tem por áreas de estudo a pré-história e a evolução da espécie humana. Membro e sócia da CPAH – Centro de Pesquisas e Análises Heráclito, com sede em Portugal e unidades no Brasil e na Holanda.
De entre dezenas de trabalhos de campo de diversas épocas, os mais importantes foram os trabalhos e estudos nos lugares calcolíticos de Foz Côa. Desenvolve ainda trabalhos nas áreas da arquitetura de terra e a sua presença no desenvolvimento humano.

Combater a propagação de uma epidemia nunca foi tarefa fácil. Se analisarmos o que acontece hoje em dia, não é difícil imaginar o esforço gigante feito em outras épocas. Segundo a arqueóloga portuguesa Joana Freitas se analisarmos como combatiam o alastramento das doenças em séculos passados podemos ficar surpreendidos com as semelhanças.

"Ao analisarmos dados e documentos que se referem a outros surtos epidêmicos ao longo da história verificamos que algumas medidas que tomamos hoje eram as usadas à data para reprimir o avanço das doenças. Em diversas alturas o isolamento, a quarentena e o estabelecimento de cordões sanitários foram uso recorrente."

Estas medidas eram aplicadas e replicadas em muitos países do mundo. A realidade que vivemos hoje em dia não é novidade.

" Havia cuidados, as pessoas tinham consciência de que se não travassem um surto no seu início seria muito difícil não evitar uma catástrofe. Temos variados exemplos além dos referidos acima. Em Portugal,por exemplo, já no século 15 existia um controlo sanitário das embarcações. Embora incipiente demonstrava a clara noção dos pontos que podiam ser rastilhos de uma epidemia. Mais tarde,os barcos teriam mesmo de ficar em quarentena para que houvesse certeza que tanto marinheiros como mercadorias não seriam um veículo de transporte para convidados indesejados.", explica Joana Freitas.

Ainda segundo a arqueóloga, "as próprias linhas que delimitavam cidades, uma muralha ou estrutura semelhante funcionavam como cerco sanitário. Há inclusive documentos que atestam que em algumas cidades era exigido que apresentassem uma declaração da sua boa saúde, garantindo que não estivera em nenhum lugar exposto a alguma doença nos 30 dias anteriores antes de ser autorizado a entrar.".

A realidade que vivemos com a pandemia de covid-19 é nova para nós mas não é nova para o mundo.

"Como costumo dizer, ciclicamente o ser humano lida com situações desta natureza. A história é boa professora. As medidas de hoje foram as medidas de ontem. Mesmo algumas como o fecho de fronteiras entre países ou o esforço para diminuir as pessoas que circulavam. Não é nova a noção de que quanto mais pessoas estiverem em contato umas com as outras maior será a dimensão do surto.", explica.

Ainda segundo a arqueóloga, " já no combate a outras pestes, verifica-se um esforço de deixar circular apenas quem era indispensável. Trabalhadores agrícolas, forças de segurança como exército ou marinha, padres e madres que muitas vezes auxiliavam nas práticas da medicina, padeiros e vendedores de alimentos. Como vemos embora com séculos de diferença a realidade é bastante semelhante.", conclui.

Joana Freitas, formada em arqueologia pela Universidade do Porto e pela Universidade Autónoma de Barcelona, tem por áreas de estudo a pré-história e a evolução da espécie humana. Membro e sócia da CPAH – Centro de Pesquisas e Análises Heráclito, com sede em Portugal e unidades no Brasil e na Holanda.
De entre dezenas de trabalhos de campo de diversas épocas, os mais importantes foram os trabalhos e estudos nos lugares calcolíticos de Foz Côa. Desenvolve ainda trabalhos nas áreas da arquitetura de terra e a sua presença no desenvolvimento humano.

Fãs têm encontro marcado com Lucas Netto, Xandy Avião e Kevin O Chris nessa sexta e sábado

Fãs têm encontro marcado com Lucas Netto, Xandy Avião e Kevin O Chris nessa sexta e sábado

Ame Digital promove lives para diferentes públicos, inclusive o infantil; espectadores podem receber 50% de cashback ao ajudar na luta contra o coronavírus

O final de semana será marcado por lives para diferentes públicos. A Ame Digital preparou uma agenda especial de encontros entre fãs e artistas, pensando em animar o feriado de sexta-feira e o sábado também. Lucas Netto, Xandy Avião e Kevin O Chris prometem animar da garotada até os mais velhos.

Essas personalidades vão convidar o público ao gesto solidário, por meio de doações feitas pelo app da Ame a ONGs e movimentos que têm lutado diariamente no enfrentamento à covid-19. Durante as transmissões, um QR Code ficará visível na tela, levando os usuários para a página da doação. Como incentivo, a Ame oferecerá 50% de cashback, com limite de R$ 10. Ou seja, quem doar R$ 20 receberá R$ 10 de volta na sua conta no app.

Começando com tudo, nessa sexta-feira (01/04), nada menos do que o fenômeno Luccas Neto, que soma mais de 30 milhões de inscritos em seu canal oficial de YouTube. Crianças e adolescentes poderão se divertir junto com o influenciador a partir das 18h. Durante a live, o GRAAC (https://graacc.org.br/) - que trata justamente do diagnóstico e tratamento do câncer infanto-juvenil - poderá ser beneficiador por meio das doações. O evento acontece na página https://www.youtube.com/user/luccasneto/featured.

Já no sábado (02/04), Xandy Avião se apresenta com o melhor do forró, às 20h. O encontro para os admiradoresdo cantor será realizado na página https://www.youtube.com/channel/UCfuRRJ76VluLiHW2pqwZNwg. Durante toda a transmissão, o público será convidado a doar para o Fome de Música (https://www.fomedemusica.com/), projeto que objetiva acabar com a fome no Brasil, por meio de uma tecnologia social unindo artistas, produtoras, shows, festas e festivais ao público, para arrecadar e destinar alimentos a quem precisa.

Fechando a agenda, um dos maiores nomes do funk brasileiro na atualidade, dono do sucesso “Tu ta na Gaiola”, Kevin O Chris comanda um show ao vivo, a partir das 22h. Basta entrar na página https://www.youtube.com/channel/UCCx90zE99aHD2NCKXoCmmag/featured. Os espectadores poderão contribuir com o trabalho da ONG Voz da Comunidade, que está arrecadando doações para que as famílias mais vulneráveis tenham condições de manter no período da pandemia os cuidados orientados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

As lives promovidas pela Ame já resultaram em uma arrecadação de aproximadamente R$ 2 milhões. A cada apresentação, diferentes projetos sociais e causas são beneficiadas pela doação de milhares de pessoas que, de suas casas, têm ajudado a fazer a diferença no combate à Covid-19, dentro do movimento #AmeFazerSuaParte. Confira a iniciativa da Ame por meio do site https://www.amedigital.com/doacoes/.

Sobre a Ame: A Ame (www.amedigital.com) é uma fintech e plataforma de negócios mobile criada para simplificar a maneira como as pessoas e empresas se relacionam com o dinheiro. Com pouco menos de dois anos de existência, já tem presença nas mais de 1.600 unidades da Lojas Americanas em todo o país, além dos sites Americanas.com, Submarino, Shoptime, Sou Barato e em diversos outros lojistas do mundo físico. Além de possibilitar o pagamento via celular com uso do QR Code, a Ame também apresenta o cashback, benefício no qual uma parte do dinheiro de todas as compras volta para a conta Ame do cliente. Com o app Ame Digital também é possível fazer pagamentos de contas e boletos bancários, compra de cartão de transporte, recarga de celular e depósito de dinheiro em espécie. Na versão Ame Plus, destinada para quem quer vender com o app, os lojistas podem realizar transferência de valores da sua conta Amepara sua conta bancária. Uma das primeiras iniciativas da IF - Inovação e Futuro, Ame conta com mais de 7 milhões de downloads e oferece serviços e soluções que facilitam o dia a dia das pessoas.

Para incentivar o uso de máscaras, Todos Pela Saúde lança videoclipe com Ivete Sangalo e Luan Santana

Para incentivar o uso de máscaras, Todos Pela Saúde lança videoclipe com Ivete Sangalo e Luan Santana

Composta pelo cantor Jair Oliveira, com direção musical de Wilson Simoninha, canção ganha vida na voz dos artistas em vídeo para incentivar população a se proteger

São Paulo, 1º de maio de 2020 - Em busca das melhores práticas para a contenção da pandemia do novo coronavírus, a iniciativa Todos pela Saúde lançou nesta quinta-feira (30) a música “Usar a máscara salva”, parte de uma grande campanha de incentivo ao uso de máscaras faciais como medida de proteção contra a covid-19. Interpretada por Ivete Sangalo e Luan Santana – com composição do cantor Jair Oliveira e direção musical de Wilson Simoninha – a canção ressalta de maneira positiva a necessidade de cobrir o nariz e a boca ao sair de casa quando necessário. Confira: https://youtu.be/Alpm9XShSBc

O uso de máscaras de proteção passou a ser recomendado para toda população nas últimas semanas pelo Ministério da Saúde. A medida alinha-se aos estudos médicos recentes que comprovam a alta capacidade de transmissão também entre pessoas assintomáticas, tornando indispensável o uso da máscara de proteção mesmo para quem não apresenta febre, tosse, dor de cabeça ou de garganta. Desta forma, a iniciativa é importante para reduzir os níveis de contaminação no contato social.

Criado pela Africa, agência responsável pelas campanhas de divulgação da Todos pela Saúde, o vídeo foi inteiramente gravado à distância. Nele, Ivete e Luan Santana se dividem entre os versos “Quem usa máscara ama / Tá na cara que quem usa máscara cuida / Tá na cara que quem usa máscara sabe que a vida é valiosa”. A música também ganha uma versão remixada por Alok, que será revelada em sua próxima live no dia 2 de maio.

O incentivo ao uso de máscaras é um dos temas que está sendo trabalhado pela Todos Pela Saúde, aliança de especialistas criada com o objetivo de combater o novo coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade brasileira. Por meio do movimento #MascaraSalva, o tema ganhou força nas últimas duas semanas com diversas ações, incluindo uma live do cantor Roberto Carlos na qual ele reforçou a importância do equipamento de proteção. No último domingo, o médico infectologista Dráuzio Varella passou a protagonizar uma campanha sobre o assunto, na qual explica a importância da conduta correta no uso de máscaras e responde as dúvidas mais frequentes do público, incluindo perguntas de celebridades.

O movimento conta com diversas outras frentes, que incluem ações com influenciadores, formadores de opinião e mídia out of home, além de ampla atuação nas mídias digitais.

Todos pela Saúde
A campanha de incentivo ao uso de máscaras faz parte da iniciativa Todos pela Saúde, criada com o objetivo de combater o novo coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade brasileira. Composta por quatro eixos – informar, proteger, cuidar e retomar – a iniciativa abrange desde orientação e valorização de iniciativas já existente até a compra de equipamentos de saúde, capacitação de profissionais e compra e distribuição de insumos.

O Itaú direcionou R$ 1 bilhão para financiar as atividades da Todos pela Saúde. Os recursos aportados estão sendo administrados por um grupo de especialistas liderado pelo médico Paulo Chapchap, doutor em clínica cirúrgica pela Universidade de São Paulo e diretor-geral do Hospital Sírio Libanês. Esta equipe já está definindo ações a serem financiadas, de forma que as decisões estratégicas sejam respaldadas por premissas técnicas e científicas.

Além de Paulo Chapchap, integram o grupo o médico, cientista e escritor Drauzio Varella, o ex-presidente da Anvisa Gonzalo Vecina Neto, o ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS) Maurício Ceschin, o consultor do Conselho dos Secretários de Saúde (CONASS) Eugênio Vilaça Mendes, o presidente do Hospital Albert Einstein, Sidney Klajner, e o presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Pedro Barbosa.

FRAMES EM ANEXO
FRAMES EM ALTA: https://we.tl/t-2QEWAx3q85

Ficha Técnica
Título: Clipe #MascaraSalva
Agência: Africa
Anunciante: Todos Pela Saúde
Produto: Institucional

CCO: Sergio Gordilho
Direção Executiva de Criação: Alexandre Peralta / Marcelo Bruzzesi
Criação: Sergio Gordilho / Alexandre Peralta / Marcelo Bruzzesi / Lucas Succi / Mariana Carvalho

Atendimento: Renato Broggin / Natália Vasconcelos / Sofia Seligman
Mídia: Heloisa Lima / Vinicius Tavares / Riva Almeida / Sheila Uyeda / Dandara Silva / Beatriz Isima / Cesar Rodigues
Planejamento: Aldo Pini / Caroline Ferraz / Eduardo Cabral

Insights: Eduardo Berardinelli / João Pacca / Asaph Ferreira / Marina Castro / Camylla Eiro

Produção Agência: Rodrigo Ferrari / Patricia Gaglioni

Produtora: Nomads
Diretor de Cena: Pedro Becker / Henrique Smith / Andrea Musatti
Produção Executiva: Pedro Becker
Atendimento: Claudio Costa
Coordenação de Produção: Equipe Nomads
Diretor de Fotografia: -
Coordenação de Pós Produção: Juliana Tocalino
Montador: Pedro Becker
Finalizador: Equipe Nomads
Finalizadora: NASH

Produtora de Som: S de Samba
Diretor de Produção Musical: Wilson Simoninha
Compositor: Jair Oliveira
Produção Musical: Pedro Caldas / Diego Guimaraes
Produtora Executiva: Meg Magro
Finalização: Flavio Gondim / Antonio Arruda

Aprovação/cliente: Eduardo Tracanella / Juliana Cury / Felipe Nogueira / Maria Luiza Castro / Leonardo Simões / Monique Pereira / Brunna Sá