Ex-participante do Masterchef lança curso online de confeitaria gratuito

Bolos artesanais e lucrativos são a proposta do lançamento

São Paulo, janeiro de 2021 – A confeiteira Haila Santua, conhecida por sua marcante participação no programa MasterChef Brasil, acaba de lançar seu primeiro curso de confeitaria o MasterCakes Lucrativos, que acontecerá dos dias 11 a 14 de janeiro de forma gratuita e totalmente on-line.
“Depois que comecei a me dedicar a gastronomia tenho um propósito muito grande de levar esse amor para as pessoas, seja nos eventos que trabalho ou nas dicas que posto nas redes sociais. Este curso é o primeiro passo de um grande sonho, espero poder levar meu conhecimento e ajudar as pessoas com ele”, comenta a confeiteira, que revelou ter como meta a abertura de uma escola de confeitaria com seu nome.
O curso gratuito terá 4 aulas gratuitas que irão auxiliar o aluno a entender melhor o mundo da confeitaria e como iniciar a ter lucro com a produção de bolos artesanais. Os interessados devem se inscrever no site: www.mastercakeslucrativos.com.br e seguir os passos do vídeo de introdução para garantir que tenham acesso a todas as aulas disponibilizadas.
Sobre Haila Santuá começou a fazer bolos aos 10 anos para vender na escola. Aos 16 anos entrou para faculdade de artes cênicas, se formou com 19, e logo, entrou para faculdade de publicidade, se formando na segunda graduação aos 23 anos. Goiana, cristã, atriz, publicitária por formação, e cozinheira por paixão. Aos 25 anos ficou desempregada e resolveu se dedicar aos estudos de gastronomia com intuito de se inscrever para o programa de culinária mais disputado da TV: o MasterChef Brasil. Mesmo tendo um início com muitas críticas no programa se superou, começou a se destacar na competição, ganhando provas como líder, e provas com chefes estrelados, assim se tornando uma forte candidata, e chegou ao 5° lugar na competição. Sua espontaneidade, carisma e humildade a tornaram uma das favoritas do público, conquistando mais de 200.000 seguidores no Instagram.

Mercado de confeitaria, bolos e tortas exige inovação e mantém demanda durante a pandemia

Festas na caixa, pequenas comemorações e muitos bolos enviados como presentes para adoçar a tarde de alguém querido. Essas foram algumas das mudanças provocadas pela pandemia para quem trabalha com doces e precisou se reinventar nesse período de isolamento social.

O levantamento da Wise Guy Reports aponta que o mercado global de confeitarias e doces deve apresentar constante crescimento durante os próximos anos. Em 2018 foi avaliado em mais de US$ 1.9 bilhão e tem previsão de chegar a US$ 2.5 bilhões até o final de 2025.

De acordo com a chef Karen Ranalli, professora do curso de Cake Design do Centro Europeu, o mercado de bolos não ficou sem demanda, mesmo com a proibição da realização de grandes eventos na pandemia.

"Foram várias pequenas festas realizadas, comemorações em família. A vontade de celebrar e fazer um café com os familiares foi bem importante nesse período e muitas datas foram valorizadas. Muitos estão em home office e sentem vontade de comer um docinho ao longo do dia ou mandar um presentinho para alguém que gosta e está isolado", explicou a especialista.

Com o objetivo de capacitar os profissionais para atender a demanda do mercado em diferentes situações, o Centro Europeu, escola referência em gastronomia na América Latina, lança a 6ª edição do curso de Especialização em Cake Design, com as principais técnicas em Pâtisserie Design da Europa.

O curso ensina as novas técnicas e conhecimentos alinhados com as principais tendências do mercado, com aulas 100% práticas e tem duração de uma semana. "É um curso no qual você aprende desde fazer as massas, recheios, estruturar os bolos até a sua decoração final. É bem completo, pois ensinamos as técnicas e aplicações em pasta americana, Buttercream, Drip Cake e Semi Naked Cake além das tendências que estão em alta no segmento da confeitaria design ", explica Karen.

Entre os conteúdos da especialização, estão modelagens artísticas, decoração com pastilhagem, habilidades artísticas e estruturas de bolo e técnicas de cobertura.

A Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip) divulgou dados (2018) que mostram que a maior parte dos negócios do ramo são micro e pequenas empresas, o que aumenta a possibilidade de sucesso do confeiteiro autônomo.

"O Curso é seguramente uma porta aberta para o ingresso no mercado de trabalho ou uma opção para empreender no ramo da confeitaria artística.", afirma a chef.

Madame Josefina Doces Artesanais

 Andréa Moritz, curitibana, mãe de três e proprietária da Madame Josefina Doces Artesanais. Confeiteira de coração, sou muito detalhista e amante de doces; "estou sempre disposta a dar o meu melhor em tudo que faço", me relatou Andréa.

Na quarentena desenvolveu uma linha única de embalagens de presentes que levassem meus doces para todas as ocasiões.
"Aqui, na minha cozinha, é tudo feito por mim com muito amor, desde a seleção dos produtos aos menores detalhes de acabamento".

Teve oportunidade de fazer meus brigadeiros para artistas como Eva Maria Murtinho, Letícia Spiller, Marcos Veras, Nicette Bruno, Suely Franco, Elizabeth Savalla, entre outros.
Também participou de programas televisivos locais para divulgar seu trabalho e inspirar as pessoas a se aventurarem na confeitaria.

Os valores variam de R$ 35,00 (caixinhas de brigadeiros) a R$ 280,00 (gift box com bolo, brigadeiros e trufas). Vocês podem entrar em contato com Andréa  no Instagram @madamejosefina e no WhatsApp 41 98400-8185.
Parabéns pelo seu  trabalho que deixa a vida mais doce!

Pequenos negócios de chocolate e doces buscam alternativas para driblar a perda de clientes na Páscoa

Com a crise provocada pela pandemia do coronavírus, empresas estão investindo, principalmente, nas mídias sociais para se aproximar do público

A Páscoa, principal período de vendas para a indústria do chocolate durante o ano, se transformou, em 2020, em um dos maiores desafios já encarados pelos setores. Com a crise provocada pela pandemia do coronavírus, os empresários que esperavam um crescimento de 5% a 10% nas vendas este ano (de acordo com pesquisas do segmento), estão tendo de criar soluções alternativas para reduzir o impacto com a restrição de deslocamento dos clientes imposta em praticamente todos os estados.

A crise foi um duro golpe para a empreendedora de Curitiba, Rosana Correa, que já trabalhava com doces há dois anos, mas que começou a se dedicar exclusivamente à atividade no final de 2019. Ela já havia comprado embalagens e produtos para a produção de ovos de páscoa e outros doces, além de ter recebido as encomendas quando a pandemia atingiu o país. “Com a situação atual fiquei com receio de atender os clientes, mesmo com todos os cuidados e com a utilização de recursos como o delivery. Comecei a me preocupar com os prejuízos que teria”, afirma.

Foi quando ela descobriu a campanha nas redes sociais “Páscoa Adiada” #pascoaatéjunho, criada por confeiteiros de diferentes locais para estender os pedidos da data para o mês de junho, período que daria um fôlego para a produção dos confeiteiros. Ela resolveu aderir à campanha e o resultado foi bem recebido pelos clientes. “Muitos clientes me apoiaram. Alguns estavam pensando em cancelar os pedidos voltaram atrás e outros realizaram até mesmo mais pedidos. Acredito que dessa forma poderemos produzir com mais segurança qualidade para o nosso cliente”, ressalta a empresária. Com isso, ela espera começar a produzir os ovos em maio e assim recuperar boa parte das vendas perdidas ao longo do período de Páscoa.

A empresária Adeline Torquato, de Pinhais, região metropolitana de Curitiba, também afirmou que as vendas devem ser muito prejudicadas por conta da crise do coronavirus, especialmente por forçar uma contenção de gastos durante a Páscoa para muitas pessoas. Ela afirma que deve intensificar os informativos para a realização de encomendas e retomar o delivery de ovos e doces. “Queremos estimular a realização de mais pedidos por parte de nossos clientes para que possamos atingir um faturamento mínimo para manter as contas em dia”, explica.

Atento às necessidades específicas desses empreendedores, o Sebrae preparou um conjunto de sugestões que podem ser adotadas para reduzir as perdas com a pandemia do Coronavírus.

CUIDADOS FINANCEIROS

O momento pede que empreendedores revejam seus gastos e cuidem do controle do fluxo de caixa. Repense expectativas de vendas, evitando compras desnecessárias, inclusive para o período da Páscoa. Se trabalha com encomenda, peça mais prazo de produção para seu cliente. Se tem contas em aberto com fornecedores, renegocie prazos de pagamentos. Se necessário, reduza sua oferta (mix) de produtos, trabalhando apenas com aqueles que garantem boa margem de lucro, priorizando liquidar o estoque acumulado e não fazer compras arriscadas. A hora é de apertar os cintos.

CUIDADOS COM A PRODUÇÃO

Todo estabelecimento de alimentação deve cumprir as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e manipulação de alimentos. No cenário atual, as BPFs devem ser revistas e implementadas por completo, caso haja falhas de operação, conforme estabelece a RDC ANVISA nº 216/04, disponível em no link. A RDC deve ser lida e compreendida, destacando-se que os responsáveis pela manipulação devem ter conhecimentos sobre contaminantes alimentares, doenças transmitidas por alimentos, manipulação higiênica dos alimentos e boas práticas. Um exemplo de cuidados é a redução de microrganismos presentes na pele em níveis seguros, durante a lavagem das mãos com sabonete antisséptico ou por uso de agente antisséptico (como o álcool 70%) após a lavagem e secagem das mãos. Luvas e máscaras também podem ser aliadas, mas devem ser substituídas com frequência. No Portal do Sebrae estão disponíveis materiais orientativos, incluindo um curso EAD de boas práticas, disponível no Portal do Sebrae.

CUIDADOS COM A SAÚDE

Esteja atento à sua saúde e das pessoas ao seu redor, seja sua família, fornecedores ou clientes. Respeite as distâncias e oriente a todos sobre as cautelas necessárias. Muitas confeitarias são formadas por empreendedores que trabalham sozinhos, ou que contam com poucos auxiliares. É fundamental que você ou seu colaborador se afaste totalmente da produção caso haja suspeita da doença ou de contato com doentes, ainda que a princípio pareça um leve resfriado. Monitore a temperatura corporal e esteja atento a tosses e falta de ar.

REPENSANDO O MODELO DE NEGÓCIO

É importante repensar o modelo de negócio nesse momento. Se a empresa trabalha com um ponto fixo, a alternativa para driblar a falta dos clientes é investir imediatamente nas mídias sociais, nas plataformas de comércio eletrônico e nos aplicativos de entrega. Comunique ao cliente (o que muitas vezes acontece por aplicativos de comunicação e redes sociais) que seu negócio está adotando todas as medidas cabíveis que prezam pela segurança e qualidade do seu produto. Atente-se para que todos os seus fornecedores e prestadores de serviço (como entregadores) também tenham todo o cuidado necessário com o coronavírus.

OPORTUNIDADES PARA CONFEITARIAS
Para a confeitaria, o momento é mais propício para produtos que sejam protegidos (embalados individualmente). Alimentos a serem compartilhados (como bolos de corte) são um possível foco de contaminação no momento de o cliente compartilhá-los com seus amigos e familiares. Além disso, o adiamento de diversos eventos e confraternização limitarão essas demandas. A confeitaria apresenta muitos produtos de tamanhos menores, e apostar nessas opções, embalando-as individualmente, é uma oportunidade. Nessa linha de produtos, entram os brownies, cupcakes, pão de mel, docinhos, bolo de amanhã, bolo no pote, dentre outros.

Banoffi completa 18 anos com festival de tortas

Evento promocional vai até abril, com cinco tortas especiais além da banoffi tradicional

Há 18 anos, a Banoffi conquistou o paladar dos curitibanos com a combinação impecável de banana, doce de leite, bolacha e nata. Em comemoração à "maior idade", a doceria promove o Festival de 18 Anos da Banoffi a partir do dia 7 fevereiro, sexta-feira. Além da torta tradicional, serão servidos cinco sabores especiais a R$ 14: amendoim, morango, Nutella, brigadeiro e abacaxi com côco.

Quem experimentar as novas tortas ganha um carimbo no cartão fidelidade e, ao completar cinco, leva como cortesia um pedaço de qualquer sabor de banoffi (novos ou o tradicional). Os sabores foram escolhidos a dedo pelas chefs confeiteiras Renata Canabrava, responsável por trazer a banoffi para o Brasil, e Gabriela Paludo, coordenadora da confeitaria.

Desde 2002, o doce se tornou um dos mais populares de Curitiba e, mais recentemente, conquistou outras cidades brasileiras. O estabelecimento acumula diversos prêmios, como o de Melhor Doceria pela revista Veja Comer & Beber; e o de Melhor Sabor Popular de Curitiba, pelo Prêmio Bom Gourmet.

Origem e história

Em 1998, Renata trabalhava em um restaurante em Londres quando conheceu a banoffee inglesa. Quando retornou ao Brasil, passou a fazer bolos e outras sobremesas em casa, pois não queria ficar longe do filho recém-nascido.

"Quando meu marido se tornou gerente do Beto Batata, coincidiu de eles precisarem de um fornecedor de sobremesas. Um dia, mandamos uma banoffi para o Beto [Robert Amorim] provar. Ele adorou", relembra Renata.

Em 2002, a sobremesa começou a ser servida no Beto Batata. Atualmente a torta é servida na Banoffi Confeitaria, no restaurante Cantina do Délio, no bar CanaBenta e na churrascaria Batel Grill.

"A história da banoffi é também a história da nossa família. O Délio sempre fez o prato principal e eu a sobremesa, dinâmica que temos hoje mais do que nunca. E o nosso primogênito, César, fez 18 anos junto com a banoffi. Então ficamos muito felizes em compartilhar essa sobremesa com as pessoas", diz.

Serviço – Festival de 18 Anos da Banoffi

Data: 7 de fevereiro até 30 de abril.

Local: Banoffi Confeitaria (anexa a Cantina do Délio).

Endereço: Rua Itupava, 1094 – Alto da XV, Curitiba (PR).

Sabores especiais: amendoim, morango, Nutella, brigadeiro e abacaxi com côco.

Valor: R$ 14 por pedaço; R$ 105 pela torta inteira. A cada cinco pedaços, o sexto é cortesia.