Avon reúne opções práticas que fazem a diferença na mochila

Conheça produtos que facilitam a rotina de quem sai cedo para estudar no frio e encara o calor na volta para casa

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Divulgação: Avon

Manhãs geladas que pedem proteção e tardes que pedem refresco: a transição de estação exige jogo de cintura e uma mochila bem preparada para quem vai do colégio ou faculdade para a segunda rotina de treino ou trabalho. Para encarar esse sobe-e-desce da temperatura, junto com a correria diária sem esquecer o autocuidado, o segredo é ter produtos aliados de uma rotina descomplicada, e a Avon tem as escolhas certas para vocês.

Para começar o dia, um toque de proteção e cuidado. O Protetor Solar Avon Care Controle de Brilho mantém a pele protegida dos raios UV sem pesar e deixa a pele sequinha, sem excesso de brilho. O ritmo não para e para chegar bem ao final do dia, o Desodorante Avon On Duty Women Invisible é um aliado. Ele ajuda no controle da transpiração sem manchar a roupa e não deixa resíduos. Para fechar o trio, cabelos ao vento ou expostos à umidade são sinônimo de frizz e para driblar as armadilhas do clima, o Finalizador Antifrizz da Avon Advance Techniques entra em cena para controlar os fios rebeldes.

Um toque de diversão precisa entrar nessa lista! A aposta para quem escolhe o Batom Líquido Avon Matte Glitter Effect é brilhar, mas sem perder o romantismo e para quem ama novidade, a textura dos Balms Multifuncionais de Avon Sweets prometem surpreender. Se a dúvida é qual deles eleger como o “queridinho”, invista em ambos. A cor nos lábios e nas bochechas traz aquele up e garante o efeito de pele saudável em qualquer estação.

Must have na mochila

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Protetor Solar Avon Care Controle de Brilho, R$ 51,90
Em qualquer estação, a proteção solar é essencial, especialmente nos dias em que o sol aparece entre uma frente fria e outra. Efeito sequinho para pele protegida.

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Desodorante Avon On Duty Women Invisible, R$ 11,49
Compacto e prático, acompanha a rotina intensa das adolescentes, da primeira aula e da academia até o fim do dia, sem manchar o uniforme.

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Avon Advance Techniques Finalizador Antifrizz Nutrição Completa, R$29,99
Ajuda a controlar os fios nos dias em que o vento, o secador ou a umidade insistem em bagunçar o penteado.

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Avon Power Stay Batom Líquido Glitter, R$49,99
Acabamento matte confortável num tom clássico com um brilho multidimensional incrível que dura até 16 horas.

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Avon Sweets Balm Multifuncional R$44,99
Versátil e prático, funciona como um lip balm hidratante e um blush cremoso de acabamento impecável. Proporciona aquele toque corado e natural que se funde perfeitamente à pele do rosto. Ideal para criar um visual radiante e cheio de vida em poucos segundos.

Sobre Avon
Fundada em 1886 com o propósito pioneiro de promover a autoestima e a emancipação feminina, a Avon consolidou-se como uma das maiores referências globais em beleza. Parte do grupo Natura desde 2020, a marca opera sob o modelo de Femtech desde 2026 — uma 'startup do feminino' que funde seu legado de mais de mil patentes a uma estrutura ágil e cultura digital-first. Com gestão majoritariamente feminina e estratégia unificada do México à Argentina, a Avon foca na geração de valor e na democratização de tecnologias de alta performance, como o exclusivo Protinol e o Retinol. Sua operação omnicanal integra o social selling de 1,5 milhão de Consultoras de Beleza a uma rede de e-commerce e mais de 1.200 pontos de venda em varejistas multimarcas.
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10º Festival de Carne de Onça marca sucesso do prato típico curitibano

Primeiro festival, em 2014, foi o início da redescoberta do prato, que a partir de então ganhou diversos títulos
O Festival de Carne de Onça de Curitiba chega à 10ª edição. Um marco para um evento que tornou o prato mais conhecido e deu o pontapé inicial para o processo de obtenção de três títulos importantes: Patrimônio Cultural Imaterial de Curitiba, Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná e Indicação Geográfica de Curitiba. Promovido pela plataforma de gastronomia Curitiba Honesta, o festival acontece de 16 a 4 de outubro em 24 estabelecimentos. Durante o evento, a carne de onça será servida ao preço único de R$ 29.
"É importante lembrar que toda essa construção para contemplar Curitiba com seu único prato típico reconhecido oficialmente foi alcançada pelo esforço da Curitiba Honesta, o que muito nos honra. Quando o primeiro festival foi realizado, em 2014, poucos bares serviam carne de onça, e mesmo assim, em dias específicos. Hoje, o prato está em mais de 200 bares da cidade e é conhecido nacionalmente", observa Sergio Medeiros, fundador da Curitiba Honesta.
Receita simples e saborosa
A carne de onça de Curitiba tem a receita original com poucos ingredientes: carne bovina magra moída, temperada com sal, pimenta do reino e azeite de oliva. Vai sobre uma fatia de broa de centeio e coberta por cebola branca e cebolinha picadinhas. “Este prato representa o sabor da simplicidade, o mesmo sabor que vem encantando os curitibanos há muitas décadas”, comenta Medeiros.
O festival tem patrocínio da Gold Casa de Gastronomia, Pão Nino e apoio do Partiu Curitiba e Curitiba Turismo (Ctur Curitiba).
Confira a lista de participantes:
A Ostra Bêbada - @aostrabebada
Bar do Alemão - @bardoalemaooficial
Barbaran - @barbaran_ucrania
Bom Scotch - @bomscotch
Burguer Bar - Juvevê - @burguer.bar
Burguer Bar - Xaxim - @burguer.bar
Canabenta – Itupava - @canabenta
Canabenta - Rua Da Música - @canabentaparque
Canabenta - Shopping Mueller - @canabentamueller
Cartolas Sports Bar - @cartolassportbar
Jabuti - @jabutibar
Jackson Assados - Quatro Barras - @jackson_assados
Maia Box – Mercado Municipal - @maiaboxcuritiba
Maniacs – Bar da Fábrica - @bardamaniacs
Ninki Pastelaria - @ninkipastelaria
Nosso Boteco - @nossoboteco_curitiba
O Bar do Açougueiro - Água Verde - @obardoaçougueiro
O Bar do Açougueiro – Bacacheri - @obardoaçougueirobacacheri
O Bar do Açougueiro - Batel - @obardoaçougueirobatel
Quermesse - Bom Retiro - @barquemesse
Quermesse Ecoville - @barquermesse_ecoville
Quintal do Monge - @quintaldomonge
Restaurante Imperial - @restauranteimperial_1966
Silzeus - @silzeus_bar

Cronologia:
2014 – 1º Festival de Carne de Onça de Curitibas
2016 – Carne de Onça é considerada Patrimônio Cultural Imaterial de Curitiba
2025 – Carne de onça é considerada Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná
2025 – Prato é reconhecido como Indicação Geográfica de Curitiba pelo INPI
Serviço
10º Festival de Carne de Onça de Curitiba
Período: 16 de setembro a 4 de outubro de 2026
Valor único: R$ 29
Informações e cardápio completo: www.curitibahonesta.com.br
Instagram: @curitibahonesta
Facebook: facebook.com/curitibahonesta

“Colagem Continuada” reúne 19 artistas em nova exposição da Bienal de Curitiba

Nova mostra na Sala Adalice Araújo, na SEEC, apresenta obras que partem da colagem como forma de pensamento. Com isso, aproximam imagens, materiais, histórias e diferentes gerações da produção contemporânea.
Curitiba, agosto de 2026 | Como dar um nome para algo que é uma novidade mas sempre esteve aqui? Recortar, aproximar, sobrepor, deslocar, justapor, aglutinar. Uma imagem retirada de seu contexto encontra outra; um fragmento aparentemente sem importância ganha novo sentido quando muda de lugar; tecidos, papéis, fotografias, pinturas e referências de tempos distintos passam a compartilhar uma mesma superfície. É desse princípio, tão simples quanto radical, que parte “Colagem Continuada”, nova exposição da 16.ª Bienal Internacional de Curitiba - LIMIARES, que inaugura dia 17 de setembro, às 17 horas, na Sala Adalice Araújo, espaço da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) que integra as sedes do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC Paraná).

Com curadoria de Jhon Voese e Mário de Alencar, a mostra reúne 19 artistas e expande a ideia de colagem para além de uma técnica artística. Aqui, colar também significa aproximar pessoas, pensamentos, referências e modos de fazer. A própria construção da exposição é entendida pelos curadores como uma operação de montagem: artistas que já desenvolviam suas pesquisas encontram obras produzidas em outros momentos, pessoas entram no projeto ao longo do percurso e novas relações aparecem justamente porque elementos inicialmente separados passam a conviver. “O ato de curar uma exposição aqui é encarado como um ato de colagem”, escreve Jhon Voese no texto curatorial. “Colagem é o impacto fulminante do passado com o futuro”, escreve Mário de Alencar completando. Para eles, uma mostra também nasce dessa sucessão de encontros: “A ideia que se justapõe a outra e que faz nascer um projeto”, ou “A colagem não começa, e a colagem nunca termina. A colagem continua…”

A exposição apresenta trabalhos de Alexandre Cruz Sesper, Alysson Mazzochin, Ana Camargo, André Bergamin, Annette Skarbek, Arnaldo Baptista, Bia Franzolin, Bomju Coelho, Castrenhos (Gabriel Castro), Dedé Ribeiro, Emerson Persona, Guilherme Lepca, Joana de Lima, Juan Pablo Mapeto, Lucas Fier, Marilene Ropelato, Mário de Alencar, Moira Lacowicz e Yara Osman. Embora reunidos pela colagem, os artistas não obedecem a uma fórmula única. A força da mostra está na multiplicidade de procedimentos. Papel encontra tecido; imagens extraídas de enciclopédias ou antigas ilustrações são deslocadas, transferidas e transformadas; recortes acrescentam volume à pintura; restos, rasgos e sobras deixam de ser descarte para assumir protagonismo. Em outros trabalhos, é a própria associação entre imagens e ideias que funciona como colagem.

Essa diversidade também impede que o gênero seja reduzido à sua aparência mais conhecida. Colagem não é simplesmente recortar uma figura e colocá-la sobre outra superfície. É um modo de pensar por aproximações, rupturas e recombinações. Uma imagem pode esconder parcialmente outra sem apagá-la; materiais carregam suas próprias memórias; aquilo que estava destinado a desaparecer reaparece ocupando uma posição completamente diferente. Colagem são as sobras do almoço dentro de um pote plástico. Colagem é a revista recortada, a fita cassete copiada, o filme pirateado, a farofa de domingo e a roupa velha costurada.

A história da colagem acompanha alguns dos momentos mais transformadores da arte moderna e contemporânea. Picasso e os cubistas incorporaram fragmentos da vida cotidiana às obras; os dadaístas fizeram do corte e da montagem instrumentos de crítica; artistas como Hannah Höch utilizaram imagens da imprensa para desmontar e reconstruir visualmente a sociedade de seu tempo. Mais tarde, procedimentos semelhantes atravessariam o Fluxus, a pop art e inúmeras experiências que dissolveram as fronteiras entre pintura, fotografia, objeto, palavra e vida cotidiana.

Os curadores recuperam essas referências sem transformá-las em uma genealogia rígida. Duchamp, Picasso, Matisse e Hannah Höch aparecem em seu texto ao lado de artistas brasileiras e de experiências posteriores justamente porque a própria história da arte também pode ser percebida como uma colagem. São ideias que se acumulam, se contradizem, são retomadas e modificadas.

No Brasil, essa lógica encontra terreno particularmente fértil. Os curadores mencionam um universo “articulado, colado por Rosanas, Reginas e Lygias”, evocando uma produção que historicamente desafiou separações entre objeto e experiência, arte e cotidiano, matéria e participação. “A colagem não para, a colagem só cresce, o de cima esconde o que o de baixo tece”, parafraseia Voese. Ao que de Alencar completa: “Seria ela uma técnica que surge diante dos excessos visuais e do lixo gráfico criados pela Revolução Industrial? Talvez uma ferramenta conceitual fabricada pelos modernistas para remover o verniz de seriedade da arte. Ou possivelmente algo muito mais ancestral e onipresente na cultura humana: um gatilho para a apropriação daquilo que vem de fora, um mecanismo para transformar o outro naquilo que é nosso”.

Nesse ponto que a exposição encontra LIMIARES, conceito da 16.ª Bienal Internacional de Curitiba. Se esta edição investiga fronteiras em transformação entre humano e tecnológico, material e imaterial, natureza e cultura, passado e futuro, a colagem opera naturalmente nessas zonas intermediárias.

Uma fotografia antiga torna-se material contemporâneo. O retalho carrega a memória do tecido ao mesmo tempo em que integra outra composição. Uma imagem perde sua função original e passa a produzir novos sentidos. Cada fragmento permanece sendo aquilo que era e, simultaneamente, torna-se outra coisa ao entrar em relação com os demais.

“Quando iniciei eu tinha uma ideia, mas a ela foram sendo coladas novas”, afirma Voese. “É impossível ter uma ideia que não seja fruto de uma colagem daquilo que se tinha e daquilo que veio”. Alencar reflete: “Porque, no fim das contas, essa é a pergunta que precisamos responder: qual o papel da colagem brasileira, pautada na antropofagia vanguardista e no caldeirão de misturas que é nossa cultura, para a arte contemporânea? A resposta é fácil, contudo: Colagem é aquilo que chamarmos de colagem”.

A 16ª Bienal Internacional de Curitiba é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal - Do lado do povo brasileiro, MON, MAC Paraná e Paraná Festival - Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) - Governo do Paraná. Apoio: Fundação Cultural de Curitiba (FCC) - Prefeitura de Curitiba. Patrocínio: Aurora Coop. Acompanhe pelos sites www.16bienaldecuritiba.org, www.curitibaartweek.com e pelas redes sociais no Instagram @bienaldecuritiba @cubic.bienal e @curitibaartweek, no Facebook @bienaldecuritiba, no Linkedin @bienaldecuritiba e no Tik Tok @bienaldecuritiba

SOBRE A BIENAL DE CURITIBA I A Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba é um dos principais eventos de arte da América Latina e uma plataforma de referência para a produção e o pensamento contemporâneo. Realizada desde 1993, ocupa museus, galerias e espaços públicos com uma programação que reúne exposições, performances, instalações e ações educativas. Com forte vocação para o diálogo internacional, a Bienal conecta artistas de diferentes países e promove encontros entre produção local e global. Ao longo de sua trajetória, já recebeu nomes como Marina Abramović, Julio Le Parc, Louise Bourgeois, Anish Kapoor e Cildo Meireles. Além do circuito expositivo, destaca-se pelo impacto cultural e educativo, com programas de formação e ampliação de acesso à arte. Em sua última edição presencial, reuniu mais de um milhão de visitantes, consolidando Curitiba como um polo relevante no circuito internacional da arte contemporânea.

FICHA TÉCNICA
Curadoria: Jhon Voese e Mário de Alencar
Coordenação de projeto: Ana Camargo e Jhon Voese
Design: Mário de Alencar
Expografia: Ana Camargo e Jhon Voese

Agradecimentos: Asa Basa, Lucas Velloso, Alan Amorim, Bomju Coelho, Clube da Colagem e Museu de Arte Contemporânea do Paraná – MAC Paraná.

Artistas: Alexandre Cruz Sesper – @_sesper | Alysson Mazzochin – @bettercallpuff | Ana Camargo – @ana.carolcamargo | André Bergamin – @andre.bergamin | Annette Skarbek – @annetteskarbek | Arnaldo Baptista – @arnaldobaptistaoficial | Bia Franzolin – @_biafranzolin.art | Bomju Coelho – @bomju_coelho | Castrenhos (Gabriel Castro) – @castrenhos | Dedé Ribeiro – @dederibeiro | Emerson Persona – @emersonpersona | Guilherme Lepca – @lepca.art | Joana de Lima – @joanadelima | Juan Pablo Mapeto – @juanpablomapeto | Lucas Fier – @lucasfier | Marilene Ropelato – @marilene_ropelato | Mário de Alencar – @mariodealencar | Moira Lacowicz – @moira.lacowicz | Yara Osman – @yaraosmanyaya

SERVIÇO
16.ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES
Exposição: Colagem Continuada
Curadoria: Jhon Voese e Mario de Alencar
Local: Sala Adalice Araújo – Secretaria de Estado da Cultura / MAC Paraná Rua Ébano Pereira, 240, Centro

Patrocínio: Aurora Coop

Abertura: 14 de setembro
Visitação: De segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h
Entrada gratuita

Mais informações:
@bienaldecuritiba
www.16bienaldecuritiba.org

Cerâmica molda novos objetos para a casa

A cerâmica vem ganhando espaço no design de interiores e aparece em diferentes objetos que ajudam a construir a identidade dos ambientes. Bowls, luminárias, esculturas, castiçais, centros de mesa, pratos e objetos de parede são alguns exemplos de como o material pode ser incorporado à casa.

Além da beleza, a cerâmica acrescenta textura, forma e personalidade à decoração. Peças com desenho marcante podem funcionar como pontos de destaque, enquanto objetos menores ajudam a criar composições mais interessantes em mesas, estantes e aparadores. Entre acabamentos, cores e formas, o material também permite misturar referências e trazer mais design para o cotidiano.

Vasos de acabamento artesanal da FITZ

Com formas alongadas, alças marcantes e acabamento em tons terrosos, os vasos que chegam à FITZ combinam presença escultórica e uma estética de inspiração artesanal. Dispostos em diferentes alturas, as peças podem ser usadas tanto individualmente quanto em composição, trazendo textura e personalidade para ambientes.

Disponíveis na FITZ, em Pinheiros, os vasos integram a seleção da marca, que reúne mobiliário, objetos e peças para a casa com olhar voltado ao design e à curadoria.

Acervo Jorge Feitosa – vaso cornucópia de cerâmica vintage Brasileira C. 1960

Com formato de cornucópia, símbolo de abundância inspirado em um chifre curvado, este vaso de cerâmica artística brasileira, produzido por volta dos anos 1960, combina uma silhueta orgânica a um relevo geométrico que percorre toda a superfície. O esmalte em tons de ocre, caramelo e marrom café valoriza a textura e reforça o desenho da peça. Selecionado por Jorge Feitosa para o acervo, o vaso mostra como a cerâmica pode assumir um papel de destaque na decoração, trazendo forma, textura e história para os ambientes.

Vaso Elementos - estudiobola

Com desenho minimalista e esmalte reativo, o vaso Elementos, do estudiobola, explora a relação entre forma e matéria. Durante a queima, o calor provoca variações na superfície, criando texturas e nuances que fazem com que cada peça tenha um resultado próprio. O volume de linhas contidas contrasta com a pele marcada pelo processo cerâmico, dando ao vaso uma presença escultórica que combina com diferentes composições de interiores.

Coleção Vector, Inge Simonis na 6F Decorações

A coleção Vector, assinada pela designer holandesa Inge Simonis e comercializada com exclusividade pela 6F Decorações, explora a cerâmica como matéria-prima central para a criação de objetos de forte presença escultórica. A partir das possibilidades plásticas do material, a designer trabalha volumes, geometrias e linhas precisas, criando peças de linguagem contemporânea. A cerâmica deixa de ser apenas suporte e passa a definir a própria identidade da coleção, valorizando textura, forma e o caráter artesanal de cada objeto.

Coleção Orquídea, da Les Ottomans, na 6F Decorações

Assinada pelo influenciador Marcelo Antunes, a coleção Orquídea, da Les Ottomans, leva a exuberância da flora brasileira à mesa. Importadas com exclusividade pela 6F Decorações, as louças são produzidas em cerâmica italiana e recebem pinturas de orquídeas, folhagens e elementos tropicais em uma paleta vibrante, que traduz o olhar maximalista da marca. A coleção marca a parceria entre o criativo brasileiro e a Les Ottomans, unindo referências da natureza tropical à tradição artesanal italiana.

Tecline e a mesa Antigua assinada por Arthur Casas

A Tecline apresenta a Mesa Antigua, assinada pelo arquiteto Arthur Casas, que parte de um azulejo cerâmico desenhado originalmente para revestimento de parede. Na peça, os azulejos são organizados em um mosaico horizontal e formam o tampo, criando um desenho contínuo marcado pelo relevo e pelo acabamento areia matte. A estrutura fina em aço galvanizado completa a composição e deixa o trabalho artesanal da cerâmica em evidência. O resultado leva um elemento de arquitetura para o mobiliário de forma simples e bem resolvida.

Vasos de cerâmica da Breton Casa

Na coleção de vasos de cerâmica da Breton Casa, a cerâmica não busca a perfeição, busca o gesto. Curvas, relevos e pequenas assimetrias revelam o caminho das mãos sobre a matéria e fazem de cada vaso uma peça singular. Com volumes quase escultóricos e a argila assumindo seu protagonismo, os vasos da Breton Casa colocam o fazer artesanal em primeiro plano e traduzem uma linguagem cara à marca: o design brasileiro feito com identidade, autoria e alma.

Mudanças na forma de morar influenciam escolhas de móveis e decoração

Arquiteta Bianca Bonote apresenta tendências que poderão ser observadas na Feira Casa Design (feira de móveis e decoração), de 24 a 27 de setembro, em Campo Largo

A casa ganhou novas funções nos últimos anos. Além de lugar de descanso e convivência, passou a receber atividades como trabalho, estudo e lazer. Essa mudança também influenciou a escolha dos móveis e a organização dos ambientes, com maior procura por conforto, praticidade e melhor aproveitamento do espaço.
Essas transformações poderão ser vistas na Feira Casa Design, que acontece de 24 a 27 de setembro, no City Center Outlet Premium, em Campo Largo. O evento reunirá aproximadamente 50 expositores de móveis e decoração e espera receber cerca de 10 mil visitantes.
Para a arquiteta Bianca Bonote, que estará presente nos quatro dias da feira, o consumidor passou a avaliar com mais atenção cada compra.
“Hoje, o consumidor está muito mais criterioso. Como o móvel geralmente representa um investimento maior, as pessoas pesquisam, comparam preços, qualidade e prazo antes de tomar uma decisão”, explica.
Segundo Bianca, a busca por ambientes mais acolhedores também ganhou espaço. Elementos naturais, cores que transmitam tranquilidade e móveis que aliem estética e funcionalidade aparecem com maior frequência nos projetos. Em casas e apartamentos menores, soluções versáteis e o aproveitamento inteligente dos espaços se tornaram ainda mais importantes.
A durabilidade é outro aspecto considerado pelo consumidor. Mais do que acompanhar uma tendência passageira, muitas pessoas procuram peças que atendam à rotina, combinem com diferentes estilos e possam permanecer no ambiente por vários anos.
Parte dessas tendências poderá ser observada na Feira Casa Design. O público encontrará móveis, estofados, colchões e artigos de decoração destinados a diferentes ambientes da casa. A maioria dos expositores vem de Santa Catarina e muitos são fabricantes, permitindo a venda direta ao consumidor.
“A proposta é reunir diferentes opções de móveis e decoração em um só lugar, permitindo que o visitante conheça produtos, compare preços e encontre soluções para vários ambientes da casa”, afirma a organizadora Larissa Sieradzki.
A edição terá condições especiais e descontos anunciados de até 70%. Além de conhecer diferentes estilos, o visitante poderá comparar produtos, materiais, medidas e preços. Estacionamento e entrada são gratuitos.

Serviço:
Feira Casa Design – Feira de Móveis e Decoração
Data: 24 a 27 de setembro de 2026
Local: City Center Outlet Premium
Endereço: Rua João Bertoja, 1995 – Itaqui de Cima – Campo Largo/PR
Horários: quinta e sexta-feira, das 14h às 22h; sábado e domingo, das 11h às 22h
Entrada: gratuita
Estacionamento: gratuito
Mais informações: @feiracasadesign

Shopping Estação promove oficinas criativas durante os finais de semana de setembro

Estação das Artes reúne atividades de costura criativa, pintura em MDF, cerâmica fria e produção de velas aromáticas; participantes poderão levar para casa as peças produzidas

Em setembro, o Shopping Estação convida o público a desacelerar, experimentar novas técnicas e colocar a criatividade em prática. A partir do dia 12, o empreendimento promove o Estação das Artes, iniciativa que reunirá oficinas manuais e criativas durante quatro finais de semana consecutivos, com programação até 4 de outubro.

As atividades serão realizadas na plataforma, em frente ao Museu Ferroviário, no piso L1 do Shopping Estação. A cada fim de semana, o espaço receberá profissionais que compartilharão diferentes técnicas com o público. Mais do que acompanhar uma demonstração, os participantes poderão colocar a mão na massa, produzir as próprias peças e levá-las para casa.

A programação começa nos dias 12 e 13 de setembro com o Ateliê Dona Lu, que apresentará diferentes possibilidades de criação com tecidos. Entre as atividades estão a produção de pelúcias, ecobags customizadas com flores de algodão cru, flores de tecido para difusores aromáticos e porta-joias. O atendimento será realizado das 10h às 20h, conforme a demanda.

Nos dias 19 e 20 de setembro, a artesã e professora de pintura decorativa Marilza Balmant conduzirá oficinas de pintura em MDF. Com 19 anos de experiência, a profissional disponibilizará modelos prontos para que os participantes conheçam a técnica e personalizem as próprias peças. As turmas serão realizadas às 14h e 17h, com capacidade para dez pessoas em cada horário.

A cerâmica fria será o tema das oficinas dos dias 26 e 27 de setembro. A ceramista Monize, da Mozi Ceramista, ensinará técnicas de modelagem, composição e acabamento para a criação de um potinho multiuso e de um porta-anéis. Voltada também a iniciantes, a experiência terá acompanhamento passo a passo e turmas para até 20 participantes. No sábado, haverá atividades às 12h, 14h, 16h e 18h. No domingo, as turmas acontecerão às 14h, 16h e 18h.

Encerrando a programação, nos dias 3 e 4 de outubro, Tathiana Ziemmer conduzirá a oficina Velas & Cores. Durante a atividade, o público aprenderá as etapas de produção de uma vela artesanal aromática em copo de vidro, desde a preparação e a fixação do pavio até a escolha de cores, fragrâncias, derramamento da cera e finalização. Todos os materiais estarão incluídos e cada participante poderá levar para casa a vela produzida. A oficina acontecerá das 13h às 18h.

O Estação das Artes busca aproximar o público da arte por meio de experiências acessíveis e práticas, além de incentivar a descoberta de novos hobbies. A iniciativa também valoriza artesãos e criadores que compartilham seus conhecimentos, fortalecendo a conexão entre os profissionais, o shopping e a comunidade.

Para participar, o público deverá fazer um pré-cadastro pelo aplicativo Podi, e escolher a atividade e o horário de interesse. O cadastro garante a vaga dentro da capacidade disponível de cada turma. No dia da oficina, será necessário apresentar o QR Code gerado pela plataforma. As oficinas custam a partir de R$60, e o pagamento será realizado diretamente ao oficineiro.

Serviço
Estação das Artes
Pré-cadastro: pelo Podi, em https://www.podiapp.com.br/
Pagamento: no dia da atividade, diretamente ao oficineiro
Observação: é necessário apresentar o QR Code gerado no pré-cadastro.
Local: plataforma em frente ao Museu Ferroviário, piso L1
Endereço: Shopping Estação - Avenida Sete de Setembro, 2.775, Rebouças

Imagem: divulgação marketing Shopping Estação