Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ediporec #operadearame

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58 anos de história e uma agenda contínua de pesquisa e lançamentos para atender a todos os momentos de consumo

Fundada em 1968, a Nutrimental é reconhecida nacionalmente pela fabricação da primeira barra de cereal do Brasil. Isso reflete uma história construída com base nos pilares do pioneirismo e da reinvenção, fatores que até hoje orientam sua cultura corporativa.

Atualmente, a Nutrimental opera duas plantas industriais — no Paraná e em Minas Gerais — e mantém um escritório comercial em São Paulo. Seus produtos estão presentes em mais de 90 mil pontos de venda no Brasil e são exportados para mais de 30 países da África, América do Sul, América do Norte e Caribe. As fábricas contam com certificações ISO 9001 e APPCC, reforçando o compromisso com qualidade e segurança alimentar.

O portfólio da empresa abrange desde cereais infantis e ingredientes para a indústria, até soluções para food service e barras proteicas voltadas aos mais diversos públicos. A marca Nutry reúne uma das linhas mais completas do mercado, com barras de cereais, frutas, nuts, bananinhas e proteínas – e com novos lançamentos previstos para 2026.

“Nossa estratégia é atender múltiplos momentos de consumo, com soluções que combinam conveniência, nutrição e inovação tecnológica”, destaca o fundador e CEO, Rodrigo Rocha Loures.

A companhia estrutura suas operações em quatro unidades de negócio: Consumidor (com as marcas Nutry, Nutrilon, Nutribom, Nutrilac e Nutrimental), Food Solutions (que engloba as frentes de food service efood ingredients, ou seja, insumos para outras indústrias de alimentos), Exportação (que tem nos cereais infantis seu principal destaque, atendendo mercados internacionais) e E-commerce (dedicada às oportunidades do comércio digital e ao relacionamento direto com o consumidor).

O começo de tudo

A empresa surgiu a partir de um desafio científico e de mercado: o excedente de produção de batatas no Paraná no fim da década de 1960. Tudo começou no laboratório da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde o professor Rodrigo Rocha Loures identificou no desperdício agrícola uma oportunidade de inovação. Ao lado de Arthur Leme e Marcos Hauer (in memoriam), liderou o desenvolvimento de tecnologias de desidratação de alimentos, inicialmente voltadas à produção de purê instantâneo. As limitações técnicas do processo à época levaram a equipe a buscar novas aplicações, chegando ao feijão pré-cozido e, posteriormente, às sopas para o mercado de merenda escolar. Mais tarde, atingindo o formato ideal, foi a primeira do Brasil a produzir e patentear o Purê Instantâneo.

O DNA da inovação fez com que, ao longo das décadas, a Nutrimental se consolidasse como uma das referências nacionais em alimentos, nutrição e soluções para a indústria alimentícia. “Desde o início, a Nutrimental foi movida por um espírito científico e empreendedor, transformando desafios em oportunidades concretas de negócio e impacto social”, afirma Loures.

A vocação para inovação acompanhou a empresa ao longo das décadas. Em 1984, a Nutrimental desenvolveu a alimentação do navegador Amyr Klink para sua histórica travessia do Atlântico Sul a remo, fornecendo produtos leves, nutritivos e de alta durabilidade. A parceria foi retomada cinco anos depois, durante a expedição de 13 meses na Antártica.

A empresa também protagonizou o lançamento do primeiro produto de desenvolvimento sustentável do país: a barra de granola com castanhas da Amazônia, apresentada ao mercado durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD) - Eco-92, em parceria com uma cooperativa de seringueiros. Foi este produto que, em 1994, chegou às gôndolas reformulado e batizado de Nutry, a primeira barra de cereais do país, hoje líder em vendas e lembrança de marca.

Atualmente, a Nutrimental vem ampliando sua agenda ESG com iniciativas como acessibilidade digital, políticas de diversidade, o projeto Aterro Zero, compensação integral de embalagens e a definição de metas e indicadores, com a retomada formal de sua jornada ESG, iniciada em 2023.

Refletindo seu foco no cliente, vem se mantendo entre as 100 melhores do Brasil em satisfação do consumidor (segundo o Instituto MESC) e tem reforçado o relacionamento com o público por meio da reabertura da Loja Nutri, além da participação em eventos.

E a inovação se faz presente sempre no dia a dia da empresa, que criou o Tastelab - grupo multidisciplinar e específico dedicado a estudar, desenvolver e lançar novos produtos -, visando não só a um complemento de portfólio mas principalmente à satisfação de necessidades ainda não atendidas de públicos específicos. Neste ano o primeiro projeto do grupo chegará às gôndolas: a Super Crispy, barra de proteína mais encorpada (com 55g), porém com textura crocante, contendo whey e colágeno e zero adição de açúcar.

Sobre a Nutrimental - Fundada em 1968, a Nutrimental é uma empresa brasileira de alimentos e nutrição com atuação nas frentes de consumo, food solutions, exportação e e-commerce. A companhia opera duas plantas industriais, no Paraná e em Minas Gerais, e mantém escritório comercial em São Paulo, com presença em mais de 90 mil pontos de venda no país e exportações para mais de 30 países. Com certificações ISO 9001 e APPCC, a Nutrimental oferece um portfólio diversificado que inclui cereais infantis, ingredientes para a indústria, soluções para food service e barras nutricionais da marca Nutry, líder em vendas e lembrança de marca no segmento. Alinhada às melhores práticas de ESG, a empresa desenvolve iniciativas nas dimensões ambiental, social e de governança, reforçando seu compromisso com inovação, qualidade e sustentabilidade, sempre com aprendizado contínuo, integridade, horizontalidade e orientação para o resultado.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NA CAIXA CULTURAL CURITIBA TRAZ MONÓLOGO TEATRAL SOBRE MATERNIDADE REAL

“Não Me Chame de Mãe”, com Carolina Damião, propõe acolhimento e partilha
a partir da vivência de uma mãe solo

Créditos: Max Miranda | Design: Fernando Souza
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 6 e 8 de março, o espetáculo teatral “Não Me Chame de Mãe”, uma programação especial do Dia Internacional das Mulheres. Com entrada gratuita, o monólogo apresenta a atriz Carolina Damião como Elisa, uma mãe solo que, pela primeira vez, vê o pai de sua filha cumprir o horário de convivência e se depara com a difícil escolha entre resolver pendências acumuladas ou simplesmente descansar.

Dirigida por Luciana Navarro, a montagem transforma experiências individuais em reconhecimento coletivo. Ao evitar romantizações, o espetáculo constrói proximidade com o público e marca a cena com a pergunta: “Você já viu sua mãe descansando?”.

A criação resulta de dois anos de pesquisa e da escuta de mulheres que compartilham histórias de exaustão, trabalho e desejo de autonomia. Elisa surge como síntese dessas vozes e como afirmação de que o cuidado não deve ser vivido em solidão.

Desde a estreia em Maringá, em 2024, a peça percorre o Paraná por meio da Política Nacional Aldir Blanc, ampliando conversas sobre saúde mental materna e redes de apoio.

Após cada apresentação, o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa com a atriz, ampliando o espaço de escuta e troca sobre os temas abordados em cena.

A agenda inclui ainda ensaio aberto em 5 de março e bate-papo com Letícia Costa, do Kilombo das Mães Pretas, em 4 de março, com acessibilidade em Libras.

Serviço:
[Teatro] “Não Me Chame de Mãe”
Formato: Monólogo teatral + roda de conversa
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: de 6 a 8 de março de 2026
Horários: 06 e 07 de março (sexta e sábado), às 20h; 08 de março (domingo), às 19h - sessão com Libras no dia 08
Duração: espetáculo (60 minutos) | roda de conversa (30 minutos)
Entrada gratuita – retirada de ingressos no local
Classificação: 18 anos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Atividades paralelas gratuitas e abertas ao público:
• 4 de março, às 20h - Bate-papo sobre arte, maternidade e mercado de trabalho, com Letícia Costa (jornalista, mãe da Aurora e idealizadora do Kilombo das Mães Pretas), com captação em formato de podcast e acessibilidade em Libras)
• 5 de março, das 14h30 às 17h - Ensaio aberto

A temporada da Feijoadíssima recomeça no Mabu Curitiba

Tradicional buffet servido aos sábados aposta na personalização do prato e em um generoso festival de sobremesas

Após uma breve pausa para as férias de dezembro e janeiro, um dos programas mais tradicionais e saborosos do calendário gastronômico curitibano está de volta. A partir do dia 21 de fevereiro, a Feijoadíssima do Mabu Curitiba retoma seu lugar aos sábados, reunindo amantes da boa mesa no Restaurante Brasserie, no coração da cidade.

Servida em formato buffet, das 11h às 15h, a Feijoadíssima é daquelas experiências que agradam diferentes paladares — do mais clássico ao mais seletivo. A proposta é simples e democrática: cada cliente monta o prato do seu jeito. Entre carnes nobres e acompanhamentos tradicionais, é possível escolher exatamente o que vai na feijoada, respeitando preferências e restrições, sem abrir mão da autenticidade do sabor.

A variedade é um dos grandes atrativos. Além dos cortes tradicionais suínos e bovinos, o buffet reúne guarnições que fazem toda a diferença na composição do prato, permitindo combinações personalizadas — mais leves ou mais robustas. É a feijoada no ritmo de cada um.

Como toda boa feijoada pede um final à altura, o Mabu capricha também no buffet de sobremesas. A mesa é farta e diversa: bolos, cremes, docinhos, pudins, tortas e bombons dividem espaço e convidam a prolongar a experiência. Difícil é escolher apenas um.

Realizada no Mabu Curitiba Business, na Rua XV de Novembro, 830, no Centro, a Feijoadíssima é aberta ao público e tem valor de R$ 109,00 + 10% de taxa de serviço (bebidas não inclusas). Em um ambiente acolhedor e com serviço já reconhecido na cidade, a volta do evento reforça o hotel como ponto de encontro para quem aprecia tradição, variedade e boa gastronomia. Para os curitibanos — e para quem visita a capital — o sábado ganha novamente aroma de feijão bem temperado e clima de celebração à mesa.

Serviço
O quê? Feijoadíssima do Mabu Curitiba
Quando? Todos os sábados, a partir de 21 de fevereiro.
Onde? Mabu Curitiba Business. Rua XV de Novembro, 830, Centro.
Quanto? R$ 109,00 + 10% de taxa de serviço (bebidas não inclusas).
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Espetáculo em Cartaz – Entre Risos

🎭😂 Humor ao vivo, interação total e nenhuma apresentação igual à outra!

No dia 07 de março (sábado), às 18h30, o espetáculo Entre Risos e Improvisos entra em cartaz aqui no Teatro Barracão EnCena para uma apresentação imperdível.

Um show de humor interativo, baseado em técnicas de improvisação instantânea usadas no mundo todo.
Quatro atores se revezam em cenas e jogos criados na hora, com a participação direta da plateia, que sugere lugares, situações e até mudanças no rumo das cenas. 🎤🎲

👉 A cada apresentação, um espetáculo diferente.
Riso e descontração do começo ao fim. 😂✨

🎟 Ingressos:
R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia)

Ingressos à venda na bilheteria do Teatro ou via Sympla. https://www.sympla.com.br/evento/entre-risos-e-improvisos/3323104?

📍 Teatro Barracão EnCena
🗓 Sábado – 07/03
⏰ 18h30

Garanta seu ingresso e venha rir com a gente! 🎭🔥

Rua 24 Horas recebe Festival do Strogonoff com preços a partir de R$ 18,90

O evento, que acontece entre os dias 26 e 28 de fevereiro, vai ocupar um dos endereços mais tradicionais da capital paranaense

Curitiba, fevereiro de 2026 - Poucos pratos despertam tanta unanimidade no Brasil quanto o strogonoff. Presente em almoços de família, comemorações e no dia a dia dos restaurantes, a receita de origem russa ganhou sotaque brasileiro, tornou-se mais cremosa, incorporou acompanhamentos clássicos como arroz e batata e conquistou diferentes gerações. Versátil e afetivo, o preparo é hoje um dos mais pedidos no país, um símbolo de conforto e praticidade à mesa.

Com essa proposta e aproveitando o clima ameno na cidade, a Rua 24 Horas, um dos pontos turísticos e de entretenimento mais tradicionais da capital paranaense, recebe nesta semana, entre os dias 26 e 28 de agosto, um delicioso Festival de Strogonoff. Durante os três dias, serão comercializadas, cinco opções por preços que variam de R$ 18,90 a R$ 44,90. As receitas serão desenvolvidas pelo tradicional bar Bávaro.

Entre as opções do preparo, estão releituras que terão como “estrelas” itens como legumes, frango, costela, alcatra, filé mignon e camarão. Como acompanhamento, arroz e batata palha. “O strogonoff é um prato que atravessa gerações e desperta memórias afetivas em quase todo mundo. É uma oportunidade de revisitar um prato querido e também experimentar os sabores das novas opções”, destaca Luiz Breda, fundador do Bávaro, idealizador do evento.

O Festival do Strogonoff acontece nesta semana, entre os dias 26 e 28 de agosto, na Rua 24 Horas (Rua Visconde de Nácar, s/n). Os preparos serão servidos das 11h às 22h30h, com preços entre R$ 18,90 e R$ 44,90. Para mais informações, siga o perfil oficial do Bávaro no Instagram: @bavaro_.

Soleil Café lança novo Menu Executivo com proposta de almoço com calma e presença no Batel

Em meio à rotina acelerada da cidade, o Soleil Café apresenta uma nova proposta para quem deseja almoçar bem, com qualidade e tempo à mesa. O novo Menu Executivo é servido de segunda a sexta-feira, das 11h às 15h, e foi pensado para transformar o intervalo do dia em um momento de pausa e presença.

Localizado dentro da Villa Mariantonio, na Rua Gutenberg, 585, no Batel, o Soleil integra uma galeria colaborativa charmosa, cercada por natureza, com mesas ao ar livre e ambiente pet friendly. O espaço convida a desacelerar, seja para um almoço de trabalho, um encontro entre amigos ou um momento individual de respiro no meio do dia.

O menu inicia com Salada da Casa, servida no carrinho de saladas, reforçando o cuidado no atendimento e a experiência personalizada.

Entre os pratos principais, as opções combinam técnica, sabor e equilíbrio:

- Fettuccine ao Ragu de Cogumelos (R$ 61), com creme trufado e quinoa crocante;

- Papillote de Peixe com Legumes (R$ 61), tilápia acompanhada de legumes, supremo de laranja e arroz cinco grãos;

- Carbonara al Mare (R$ 71), spaghetti com camarão, lula, gemas, parmesão, pimenta-preta e limão siciliano;

- Mignon Soleil (R$ 71), servido com manteiga da casa, farofa cítrica e opção de legumes ou aligot.

A proposta é oferecer um menu executivo diferenciado, que mantém a identidade do Soleil Café: leve, acolhedora e contemporânea - com pratos elaborados e serviço atencioso, mas sem formalidades. Para quem prefere seguir no ritmo do café da manhã prolongado, o brunch all day continua disponível das 9h às 19h, ampliando as possibilidades para diferentes momentos do dia.

Com o novo Menu Executivo, o Soleil reforça seu posicionamento como um espaço onde comer bem está ligado à experiência, ao ambiente e ao prazer de estar presente.

Serviço

📍 Soleil Café

📌 Villa Mariantonio: Rua Gutemberg, 585 – Batel

🗓 Menu Executivo: segunda a sexta

⏰ Das 11h às 15h

☕ Brunch All Day: das 9h às 19h

🐾 Pet friendly

XIV Retiro Nacional convida fiéis de todo o Brasil a “Reacender a Chama” em Curitiba

Encontro conduzido pelo Padre Reginaldo Manzotti será realizado nos dias 28 de fevereiro e 1º de março de 2026, no Centro de Eventos Positivo, e deve reunir cerca de seis mil participantes

O XIV Retiro Nacional, promovido pela Associação Evangelizar É Preciso e conduzido pelo Padre Reginaldo Manzotti, já tem data marcada: 28 de fevereiro e 1º de março de 2026. O encontro acontecerá no Centro de Eventos Positivo, em Curitiba (PR), e deve reunir cerca de seis mil fiéis vindos de diversas regiões do Brasil e até de outros países.

Com o tema “Reacender a Chama: Voltar ao Primeiro Amor”, o Retiro propõe dois dias de profunda imersão na Palavra de Deus, com momentos de estudo, oração, espiritualidade, testemunhos, Adoração ao Santíssimo e Santa Missa. Ao longo da programação, Padre Reginaldo Manzotti conduzirá quatro palestras, além de momentos especiais de louvor e espiritualidade, fortalecendo a experiência de comunhão entre os participantes.

Para o sacerdote, o retiro é um chamado concreto à renovação espiritual. “O XIV Retiro Nacional é um convite muito especial para quem deseja reacender a chama da fé e voltar ao primeiro amor, que é Jesus. Em meio às pressões e desafios da vida, muitas vezes nossa espiritualidade vai se enfraquecendo e precisamos desse tempo de silêncio e de encontro com Deus. Serão dois dias intensos de oração, formação e profunda experiência com Deus. Tenho certeza de que cada participante sairá renovado, fortalecido e com o coração ardendo novamente pela presença de Deus”, afirma Padre Reginaldo Manzotti.

Mais do que um evento, o Retiro Nacional se tornou, para muitos, um marco anual de renovação espiritual. É o caso de Sandra Mara Mucke Silva, de Ouro Verde do Oeste (PR), que participa desde a primeira edição. A organização de caravanas começou no terceiro ano do Retiro, motivada pelo desejo de compartilhar com familiares e amigos a experiência que vive todos os anos. “Na minha vida pessoal o impacto foi grande. Alcancei muitas graças e, quando estou em retiro, minha alma descansa em Deus e volto renovada para enfrentar as dificuldades”, afirma. Segundo ela, a cada edição novas pessoas se unem ao grupo, atraídas pelo testemunho de quem já participou.

De Fortaleza (CE), Stela Maria Teixeira Pinheiro também organiza caravanas e destaca a seriedade da Associação como um dos motivos para incentivar a participação. Atuando com turismo religioso católico, ela ressalta que o Retiro proporciona “um encontro pessoal com o Senhor e a busca da santidade”. Para 2026, sua expectativa é clara: “Um crescimento na fé que me leve, a cada dia, a um desejo maior de santidade”.

Em Chopinzinho (PR), Ivana Lucia Hartmann participa desde o segundo Retiro e define o encontro como um verdadeiro combustível espiritual. “Para minha vida é como um combustível para passar o ano”, resume. Para ela, o testemunho vivido durante o evento motiva quem viaja na caravana a não querer perder mais nenhuma edição. A expectativa para o próximo ano é intensa: “A sede de buscar a Jesus, preencher os vazios da vida, é grande”.

Programação completa

No sábado (28/02), os portões devem abrir por volta das 9h. A programação começa às 13h, seguida da primeira palestra com Padre Reginaldo Manzotti às 13h30. A tarde contará ainda com momentos de música e oração, a segunda palestra, às 15h30, o momento especial com os Mensageiros de Jesus das Santas Chagas, às 18h, e a Adoração ao Santíssimo às 18h30. O encerramento do primeiro dia está previsto para as 20h30.

No domingo (1º/03), a programação inicia às 9h, com abertura e espiritualidade. A terceira palestra será às 9h30, seguida de música e oração e da quarta palestra às 11h15. Após a conclusão e testemunhos, às 13h40, a Santa Missa será celebrada às 15h30 e aberta ao público geral, sem necessidade de ingresso para participar, encerrando o Retiro às 17h.

Ao longo de duas décadas de evangelização, Padre Reginaldo Manzotti tem reunido multidões em eventos que unem formação, espiritualidade e vivência comunitária. O XIV Retiro Nacional reforça esse chamado: reacender a chama da fé, retornar ao primeiro amor e permitir que a experiência com Deus transforme a vida cotidiana.

Restam poucas vagas e as inscrições podem ser feitas pelo site https://evangelizarepreciso.com.br/eventos/xiv-retiro-nacional/ .

No Dia Internacional do Bartender, Diageo anuncia 17ª edição do World Class, maior competição de coquetelaria do mundo

Conectando mais de 50 países, o programa celebra a criatividade, técnica e inovação em desafios que colocam os participantes para competirem em um palco mundial

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Ariel Todeschini, vencedor na etapa nacional do World Class 2025
Divulgação: Diageo
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Fevereiro de 2025 - No Dia Internacional do Bartender, celebrado em 24 de fevereiro, a Diageo anuncia a 17ª edição do World Class, a maior e mais prestigiada competição de coquetelaria do mundo. Criada para elevar o padrão da mixologia global e revelar talentos capazes de atuar em palco internacional, a plataforma chega a 2026 reforçando seu papel como catalisador de criatividade, técnica e protagonismo cultural na coquetelaria contemporânea.

Presente em mais de 50 países, o campeonato conecta bartenders a uma comunidade global de especialistas, mentores e embaixadores de marcas icônicas do portfólio da companhia em um intercâmbio cultural, desenvolvimento técnico e visibilidade internacional. Ao mesmo tempo, o programa reforça um de seus pilares centrais: fazer com que as pessoas se importem não apenas com o que bebem, mas com como e onde bebem, promovendo uma cultura de celebração mais consciente e qualificada.

A estrutura da edição foi desenhada para gerar impacto além da visibilidade, com novos desafios inspirados na evolução da cultura de bares e no comportamento do consumidor contemporâneo, que valoriza experiências autorais, técnicas inovadoras e consumo responsável. “O World Class atua como plataforma estratégica para fortalecer o portfólio de luxo da Diageo no coração das principais ocasiões de consumo, impulsionando experimentação e crescimento sustentável da categoria. Rótulos como Johnnie Walker Blue Label, Tanqueray Nº Ten e Don Julio ganham protagonismo nos desafios, estimulando o uso criativo dos destilados e conectando excelência técnica à construção de experiências memoráveis que fomentam uma cultura de celebração mais consciente”, afirma Guilherme Martins, CMO da Diageo.

Este ano, o programa avança com uma estrutura regional unificada na América Latina, com critérios padronizados de avaliação, portal centralizado de inscrições e alinhamento direto com os padrões exigidos na final global, que acontecerá em Dubai, como um passo estratégico rumo à ambição de posicionar a região entre os Top 3 do mundo. Como incentivo regional adicional, os três maiores pontuadores da América Latina, de três países distintos, serão reconhecidos com um prêmio regional exclusivo, ampliando a visibilidade e o estímulo à excelência competitiva. “Mais do que elevar o nível técnico da competição, estamos construindo um sistema que prepara nossos talentos para competir em igualdade com os melhores do mundo. A unificação regional nos permite gerar consistência e comparabilidade, criando uma base sólida para que a América Latina não apenas participe da final global, mas dispute para ganhar. Este ano, o convite está feito: é hora de jogar em um palco mundial e mostrar ao mundo a potência da coquetelaria latina”, comenta Nicola Pietroluongo, Gerente de Advocacy e World Class na Diageo Brasil

No Brasil, o World Class se tornou sinônimo de excelência e transformação de carreira. A cada edição, o programa registra crescimento no número de inscrições e na diversidade regional dos participantes, refletindo a força e a pluralidade da coquetelaria brasileira. Os vencedores nacionais passam a integrar uma rede global de ex-campeões que hoje ocupam posições de destaque como proprietários de bares, consultores, embaixadores de marcas e referências criativas em seus mercados.

A iniciativa se consolida, ainda, como um sistema internacional de desenvolvimento profissional, combinando competição e educação com um papel importante no fortalecimento da indústria de hospitalidade. O programa impulsiona capacitação, promove networking entre profissionais e incentiva a troca de conhecimento por meio de mentorias, conteúdos educacionais e ativações em parceria com a Diageo Bar Academy e o programa Learning for Life, que oferece formação gratuita em mixologia e já ultrapassou 30 mil pessoas formadas pelo programa, quebrando barreiras de entrada no setor.

Ao anunciar a nova edição no Dia Internacional do Bartender, a Diageo reforça seu compromisso com a valorização desses profissionais que transformam técnica em experiência e serviço em arte. As inscrições podem ser realizadas a partir do Link se encerram no dia 24 de março de 2026 às 23:59.

Sobre a Diageo 

A Diageo é líder global em bebidas alcoólicas premium com um portfólio de marcas consagradas como Johnnie Walker, Tanqueray, Smirnoff, Ypióca, Old Parr, entre outras, e está presente em 180 países. A empresa atua por meio da agenda do Espírito do Progresso: um plano de ação que direciona a ambição de crescimento, sustentada pelo compromisso de fazer negócios da forma correta.   Centrada em três pilares, a estratégia promove o consumo responsável de álcool, fomenta a diversidade e inclusão e garante a sustentabilidade da cadeia de produção do grão ao copo. Como parte dessa agenda, a Diageo promove globalmente o consumo responsável por meio do DRINKiQ, plataforma digital que reúne orientações e dicas para moderação.  A empresa está listada na Bolsa de Valores de Londres (DGE) e na Bolsa de Valores de Nova York (DOE). Para obter mais informações sobre a Diageo, nossas pessoas, marcas e desempenho, visite-nos em www.diageo.com e no Instagram @diageobrasil. 

Espetáculo gratuito inspirado no universo de Ariano Suassuna circula por 15 cidades do Paraná

Montagem "O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena" combina teatro, música e palhaçaria em apresentações ao ar livre, promovendo o encontro de culturas e a reflexão sobre a identidade brasileira

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Créditos: Divulgação
O espetáculo "O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena" passará por 15 cidades do Paraná entre os meses de março e abril. Com entrada gratuita e adaptada a cada espaço, a montagem convida o público a uma experiência cênica imersiva e interativa, inspirada na rica obra do escritor e filósofo paraibano Ariano Suassuna.

Ambientada no sertão paraibano da década de 1930, a narrativa é conduzida por Pedro Dinis Ferreira Quaderna, que é investigado pela misteriosa morte de seu padrinho, Pedro Sebastião Garcia-Barreto, e o enigmático desaparecimento de seus dois filhos, Sinésio e Arésio. Durante o inquérito conduzido pela Juíza, Quaderna aproveita para transformar o interrogatório em uma oportunidade para escrever sua grande obra literária, revelando sua descendência real. O personagem reflete, dessa forma, sobre a cultura e a identidade brasileira e explora pontos de vista de forma bem-humorada.

“Colocamos pontos de vista em cena, mas não entregamos respostas prontas. O espetáculo convida o espectador a tirar suas próprias conclusões, usando uma linguagem teatral acessível, encantadora e provocadora”, afirma Dafne Viola, atriz e proponente do projeto.

A circulação passa pelas cidades de Antonina, Morretes, Guaraqueçaba, Balsa Nova, Tijucas do Sul, Capanema, Ampére, Clevelândia, Carambeí e Tibagi, entre outras. As sessões ocupam praças e parques, transformando esses espaços em pontos de encontro entre arte e comunidade.

“A rua permite um encontro mais diverso e acessível com o público. Cada praça traz novos desafios e possibilidades, e isso faz com que o espetáculo se transforme a cada cidade, com mais improviso, mais escuta e uma participação ainda mais ativa das pessoas”, completa Dafne.

A montagem estreou em 2019, em Curitiba, e propõe uma experiência cênica que une teatro popular, elementos épicos e uma reflexão bem-humorada sobre a identidade cultural brasileira. Toda a sonoplastia do espetáculo é realizada ao vivo pelo elenco, formado por Alefer Soares, Anna Wantuch, Dafne Viola e Nathan Gabriel, que também manipulam instrumentos musicais para criar atmosferas e conduzir a narrativa, tornando a experiência acessível a públicos de todas as idades.

"As presepadas, as histórias mirabolantes, os personagens astutos, tudo isso já faz parte da cultura brasileira e logo reconhecemos que a peça está falando daqui, do nosso país", destaca o ator Nathan Gabriel, ressaltando a conexão da obra com o público paranaense.

Além das 15 apresentações, o projeto contempla sete vivências de criação teatral em escolas públicas e duas oficinas formativas abertas ao público: Técnicas de Improvisação no Processo Criativo, com Andrei Moscheto, e Kryação – Ser Sonoro, com Vadecoo Schetini.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com incentivo da Copel.

SERVIÇO
O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre
Entrada: Gratuita
Mais informações: www.instagram.com/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Idealização e coordenação de projeto: Dafne Viola e Nathan Gabriel
Elenco: Alefer Soares, Anna Wantuch, Dafne Viola e Nathan Gabriel
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Dânatha Siqueira
Assistência de produção: Álvaro Antonio
Figurinos: Patricia Cipriano
Interlocução artística: Andrei Moscheto e Vadecoo Schetini
Assessoria de imprensa: Thays Cristine
Redes sociais: Gabriela Berbert

Fim de mês com programação variada no Jokers  Programação de 24 a 28 de fevereiro

A última semana de fevereiro está com uma programação variada no Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro-Histórico). Na terça-feira (24) tem a tradicional noite de música celta com o Desterro Duo com repertório de música medieval, cigana e temas pop. Na quarta (25) tem a apresentação do Clube do Jazz, com o trio formado Daniel Argolo tocando standards do gênero. Na quinta (26) tem a dupla Men In Black com Ricardo Mutant Cox e Roger Patitucci, levando para a casa muito country rock e clássicos no formato acústico. Na sexta (27) tem o show acústico da banda Live Transmission. E a semana encerra no sábado (28) com o músico Hisaiti apresentando um repertório de pop, samba rock e muito mais.
Conhecida por abrigar vários gêneros musicais – a tradicional casa noturna de Curitiba comemora este ano 25 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351.
A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.
Confira a programação até o dia 28 de fevereiro:

TERÇA 24 FEV, 20 horas – Terça Celta. Desterro Duo uma noite com música medieval, cigana e temas pop. Entrada franca.

QUARTA 25 FEV, 20 horas – Clube do Jazz – com Daniel Argolo Trio. No repertório standards do jazz. Entrada franca.

QUINTA 26 FEV, 20 horas– Men In Black com Ricardo Mutant Cox e Roger Patitucci, levando para a casa muito country rock e clássicos no formato acústico. Entrada franca.

SEXTA 24 FEV, 20 horas – Show acústico com a banda Live Transmission. Ingressos R$20 – a partir das 20 horas.

SÁBADO 28 FEV, 21 horas – Hisaiti Voz e Violão. Repertório de pop, samba rock e muito mais. Ingressos a R$10 – a partir das 20 horas.

Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico
Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br
Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul - ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa.

Natura Tododia amplia portfólio de cuidados capilares com nova linha Equilíbrio Antioleosidade

A nova linha promete purificar a raiz, controlar a oleosidade e manter as pontas hidratadas, sem ressecar

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Paraná, 24 de fevereiro de 2026 – Cabelos oleosos e mistos pedem um cuidado que ajude no equilíbio da oleosidade, sem pesar os fios. É a partir dessa lógica que a Natura Tododia, marca líder em beleza e cuidados pessoais*, lança Equilíbrio Antioleosidade – Chá de Hortelã e Gengibre, expandindo sua expertise na categoria de produtos para cabelos. Com o intuito de trazer ainda mais cuidado e oferta para o mercado brasileiro, a linha foi desenvolvida para purificar a raiz, reduzir o excesso de oleosidade e manter as pontas hidratadas, sem comprometer a leveza e o movimento dos fios.

Criada a partir das necessidades do consumidor, a novidade responde a uma das principais queixas quando o assunto é cuidado capilar: controlar a oleosidade sem ressecar as pontas. Tododia Equilíbrio Antioleosidade atua de forma seletiva, promovendo limpeza eficaz no couro cabeludo enquanto preserva a hidratação dos comprimentos.

A fórmula combina tecnologia prebiótica e extrato de gengibre, ajudando a purificar a raiz, reduzir o óleo excessivo e manter os fios soltos e leves desde a primeira lavagem. Como resultado, o cabelo fica visivelmente mais soltinho e equilibrado, enquanto a fragrância traz uma agradável sensação de frescor prolongado — ideal tanto para o uso diário quanto para aqueles momentos em que os fios pedem uma limpeza detox.

“Estamos em uma jornada contínua de expansão do portfólio de Tododia, trazendo nossa expertise em cuidados diários para o território capilar. Depois de entregarmos soluções para cabelos crespos e cacheados, focamos agora em uma necessidade latente de grande parte dos brasileiros: o controle da oleosidade. Através da Tecnologia Prebiótica, entregamos um couro cabeludo equilibrado e fios com movimento, elevando o padrão de tratamento para uma das maiores necessidades do mercado nacional”, comenta Diego Costa , diretor de marketing sênior da Natura.

Fiel ao DNA sensorial de Natura Tododia, a experiência se completa com a fragrância energizante e refrescante de chá de hortelã, que transforma o banho em um ritual revigorante e leve, característico da marca.

Raiz purificada, livre de oleosidade excessiva, e pontas hidratadas.

A linha é composta por Shampoo Detox (300 ml), que promove limpeza eficaz e mantém a raiz solta por mais tempo, e Condicionador Detox (280 ml), que facilita o desembaraço e cuida das pontas sem pesar. As fórmulas foram desenvolvidas para cuidar desde a saúde do couro cabeludo até a recuperação e hidratação das pontas, reforçando o cuidado integral dos fios.

Os produtos ainda chegam em versão refil, formato que reforça o compromisso histórico da Natura com a sustentabilidade ao reduzir o uso de plástico, diminuir a geração de resíduos e incentivar escolhas de consumo mais conscientes no dia a dia.

Confira abaixo a nova linha Natura Tododia Equilíbrio Antioleosidade:

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Shampoo Detox Natura Tododia Equilíbrio Antioleosidade - R$35,90

O shampoo para cabelos mistos e oleosos é ideal para purificar a raiz e reduzir a oleosidade, ou para fazer aquela limpeza detox quando os fios precisarem. Sua fórmula, com extrato de gengibre, ajuda a remover as impurezas sem ressecar os fios, mantendo a raiz solta por mais tempo, com uma fragrância refrescante.

Condicionador Detox Natura Tododia Equilíbrio Antioleosidade - R$37,90

O condicionador para cabelos mistos e oleosos foi desenvolvido para deixar os fios mais macios, mantendo o movimento dos cabelos. Ele facilita o desembaraço, proporcionando hidratação e recuperação das pontas secas, sem pesar. Sua fórmula equilibrada garante que os fios fiquem livres da oleosidade excessiva.

Fonte: Euromonitor International; Beleza e Cuidados Pessoais edição 2024; vendas ao varejo em valor (RSP), dados de 2023.

Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

Renato Albano apresenta stand up “A Ignorância é uma Dádiva” em Guarapuava, Ponta Grossa e Curitiba

Apresentações no estado atraem grande interesse e devem reunir plateias cheias neste fim de semana

Fotos em alta: https://drive.google.com/drive/folders/1KoxM9LZXXIodHa9QxaFeqd0ezbT2Iizl?usp=sharing

Após o primeiro final de semana com sessões lotadas, Renato Albani segue sua passagem pelo Paraná com o espetáculo “A Ignorância É Uma Dádiva” neste fim de semana. O humorista se apresenta, desta vez, em três cidades do estado, levando ao público seu texto mais recente e um dos maiores sucessos de sua carreira. A agenda começa no dia 27 em Guarapuava, no dia 28 em Ponta Grossa e no dia 1º de março em Curitiba.
Em cartaz desde 2025, “A Ignorância É Uma Dádiva” já foi assistido por mais de 195 mil pessoas no Brasil e na Europa, consolidando-se como um dos maiores sucessos da carreira do humorista. No palco, Renato Albani conduz o público por reflexões bem-humoradas e observações afiadas sobre a vida adulta, as relações humanas, o impacto das redes sociais e os absurdos do cotidiano — sempre com alto poder de identificação.
O próprio comediante define o espetáculo como o melhor texto que já escreveu. Durante a apresentação, ele explora diferenças entre gerações, transformações no comportamento social e situações comuns do dia a dia, transformando experiências cotidianas em um humor direto, inteligente e atual.
Com ingressos disputados por onde passa, a reta final da turnê reforça a conexão de Albani com o público e mantém o espetáculo entre os stand-ups mais procurados do país.
cidades da Europa.
Serviço - Renato Albani “A Ignorância é uma Dádiva” Tour no Paraná
Ingressos disponíveis: https://albani.nonstop.com.br/agenda
27/02 (Sexta) - Guarapuava-PR
Sessão: 21h
Local: Centro de Eventos Fiori

28/02 (Sábado) - Ponta Grossa-PR
Sessões: 17h, 18h e 21h
Local: Teatro Marista
01/03 (Domingo) - Curitiba-PR
Sessões: 18h e 20h
Local: Teatro Positivo

Premiado drama “Dois Papas” ganha montagem brasileira no Festival de Curitiba

No palco do Guairão, dentro da programação da Mostra Lucia Camargo, espetáculo transforma imaginado encontro entre Bento XVI e Jorge Bergoglio em um diálogo sobre polarização, tradição e mudança

Em tempos de polarização, o palco reafirma sua posição de campo de confronto. É nesse contexto que a Mostra Lucia Camargo, do Festival de Curitiba, recebe “Dois Papas”, nos dias 6 e 7 de abril, no Guairão. A encenação brasileira do texto de Anthony McCarten reúne Celso Frateschi e Zécarlos Machado em um duelo cênico de ideias, fé e poder.

Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Com direção de Munir Kanaan, a peça leva aos palcos o encontro imaginado entre dois líderes da Igreja Católica com visões de mundo opostas: o conservador Papa Bento XVI, interpretado por Zécarlos Machado, e o progressista cardeal argentino Jorge Bergoglio, então futuro Papa Francisco, vivido por Celso Frateschi.

Primeira montagem internacional do texto teatral de Anthony McCarten, autor também do livro homônimo e do roteiro do filme da Netflix dirigido por Fernando Meirelles, a dramaturgia ganhou projeção mundial ao ser indicada a três Oscars, quatro Globos de Ouro e cinco BAFTAs. No palco, a encenação brasileira propõe uma imersão na intimidade e nos dilemas desses dois homens públicos, revelando a humanidade por trás das vestes papais.

A trama parte do momento em que Bergoglio viaja a Roma decidido a pedir aposentadoria. Para sua surpresa, é convocado para uma conversa pessoal com Bento XVI, que considera renunciar ao cargo diante das pressões enfrentadas pela Igreja. O que se desenha é um diálogo carregado de tensão, respeito e humor, no qual visões antagônicas encontram espaço para escuta, conflito e transformação.

“Apesar de ser um homem mais aberto, é Bergoglio quem chega hesitante ao encontro. Já Bento XVI, mais conservador, é quem propõe o diálogo. É nesse jogo de complexidades que a trama se desenrola. O que move essa história é justamente a possibilidade de escuta mútua diante das diferenças”, observa o diretor Munir Kanaan.

Além de Frateschi e Machado — que voltam a dividir o palco após “Santa Joana”, de Bernard Shaw, nos anos 1980 — o elenco conta com Carol Godoy e Eliana Guttman, intérpretes de personagens femininas próximas aos protagonistas: Irmã Sofia, jovem freira argentina transformada pelos ensinamentos de Bergoglio, e Irmã Brigitta, editora de livros religiosos e confidente de Bento XVI.

A encenação aposta em forte aparato visual. O cenário branco, concebido como instalação cênica, se transforma a partir de figurinos, objetos e projeções, construindo desde ambientes sacros até momentos de intimidade. O videomapping insere conteúdos documentais e amplia o impacto estético do espetáculo, enquanto a trilha sonora conduz as transições com sutileza.

O ator Zécarlos Machado destaca a atualidade da obra: “Vivemos um tempo em que cada um tem sua própria verdade, muitas vezes de forma agressiva. A peça propõe um caminho de reconciliação pela escuta, pelo reconhecimento do humano no outro — mesmo que ele pense diferente.”

Celso Frateschi, que traz no repertório montagens como “O Grande Inquisidor” e “Processo de Giordano Bruno”, ressalta que a discussão extrapola o universo religioso: “São duas visões de mundo antagônicas que nos fazem refletir sobre a polarização e os impasses do nosso tempo. A dramaturgia é potente, filosófica, mas profundamente acessível.”

Trajetória e reconhecimento
Estreada mundialmente em junho de 2019, no Royal & Derngate Theatre, na Inglaterra, a peça chega ao Brasil com produção da Gengibre Multimídia e da Zug Produções. Após temporada de estreia no Sesc-SP, com sessões esgotadas e ampla repercussão crítica, o espetáculo foi convidado para inaugurar a Sala Nobre do Teatro Cultura Artística, em São Paulo, marcando a retomada das apresentações teatrais no espaço histórico.

“Dois Papas” foi vencedor do Prêmio Arcanjo de Cultura como Melhor Drama do Ano 2025 e teve seus protagonistas indicados ao Prêmio APCA 2025 na categoria Melhor Ator, consolidando-se como uma das montagens mais relevantes da temporada.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. O espetáculo conta com acessibilidade de intérprete de Libras. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Munir Kanaan Dramaturgia: Anthony McCarten Elenco: Celso Frateschi, Zécarlos Machado, Carol Godoy e Eliana Guttman Equipe Criativa: Dramaturgia: Anthony McCarten Tradução: Rui Xavier Diretor Assistente: Gustavo Trestini Trilha Sonora: Dan Maia Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud Cenário: Eric Lenate Figurino: Carol Roz Iluminação: Beto Bruel Produção: Gengibre Multimídia e Zug Produções Instagram: @doispapasteatro @munir_kanaan @carolgodoyatriz @celsofrateschi @zecarlosmachadooficial @eguttman

Serviço:
Dois Papas – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Teatro Guaíra (Guairão)
Rua Conselheiro Laurindo, 175 - Centro
Data: 6 de 7 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Drama
Classificação: Livre
Duração: 135 min (+15 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

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Castelo Saint Andrews apresentará dois shows especiais nos jardins, a beira de sua nova piscina, dias 6 e 14 de março

Castelo Saint Andrews apresenta série de shows especiais
à beira de sua piscina externa em Gramado

O Castelo Saint Andrews amplia sua programação cultural de verão com uma série de shows especiais ao ar livre, realizados em um dos cenários mais emblemáticos de Gramado. Pensada exclusivamente para o Castelo, a produção cria um palco instalado em um ponto elevado dos jardins, tendo a piscina externa como elemento central da cena, em uma experiência que une música, paisagem e sofisticação.

Os espetáculos acontecem em duas datas — 6 e 14 de março —, reunindo apresentações que dialogam com a identidade do Castelo: elegância, excelência artística e conexão com o público. A proposta é oferecer uma vivência singular tanto ao público regional quanto a visitantes que buscam experiências culturais diferenciadas na Serra Gaúcha.

No dia 6 de março, o Castelo apresenta o espetáculo “Andréa Cavalheiro canta Sade”, no qual a cantora sobe ao palco acompanhada por sua banda para interpretar os grandes sucessos de Sade Adu, artista nascida na Nigéria e criada em Londres, cuja obra atravessa gerações com canções românticas e sofisticadas. O nome Sade, derivado de Folasade, é pronunciado “Shadei” e tornou-se sinônimo de elegância musical no cenário internacional.
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Com 30 anos de carreira dedicados à música, Andréa Cavalheiro promete emocionar o público em uma apresentação que combina potência vocal, sensibilidade e repertório consagrado. Foto de Alexandre Birck

Com 30 anos de carreira dedicados à música, Andréa Cavalheiro promete emocionar o público em uma apresentação que combina potência vocal, sensibilidade e repertório consagrado. Além de integrar a The Hard Working Band, a artista já gravou com diversos nomes da música do sul do Brasil, atua como atriz e atualmente integra o elenco do musical Ela Disse-me Assim, com canções de Lupicínio Rodrigues. A programação tem início às 18h, com ambientação musical, e o show principal acontece às 20h, com duração aproximada de 1h30.

Os ingressos para o espetáculo do dia 6 de março estão disponíveis em dois setores. No Setor Gold, os valores são R$ 330 (inteira) e R$ 165 (meia-entrada). Já o Setor Silver conta com ingressos a R$ 280 (inteira) e R$ 140 (meia-entrada). O benefício da meia-entrada contempla idosos e ingresso solidário — mediante a doação de 1kg de alimento não perecível — além de clientes Banrisul.

Já no dia 14 de março, o entorno da piscina do Castelo Saint Andrews recebe o show de encerramento da turnê de 30 anos da The Hard Working Band, uma das mais tradicionais bandas de soul music do Brasil. Liderado por Andréa Cavalheiro, o grupo é reconhecido por sua forte relação com o público gaúcho e pela afinidade construída ao longo dos anos com a Serra Gaúcha — conexão que motivou a escolha do Castelo como palco desse momento especial.

A programação da noite começa às 18h, com som ambiente, e segue às 21h com o show principal, que terá duração aproximada de uma hora e meia. O repertório celebra três décadas de trajetória da banda, marcada por performances intensas, refinamento musical e forte presença cênica, em sintonia com a atmosfera clássica e contemporânea do Castelo Saint Andrews.

Vale destacar que, por ser uma apresentação de encerramento da turnê, os preços são diferentes, sendo a inteira Gold R$ 380 e a meia R$ 190. Já a inteira Silver custa R$ 330 e a meia R$ 165.
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Castelo Saint Andrews, na Serra Gaúcha

Com o objetivo de oferecer uma experiência personalizada, a compra dos ingressos será realizada diretamente com o concierge do Castelo Saint Andrews, que poderá também orientar sobre opções de hospedagem, inclusive com a possibilidade de reservar uma ou mais diárias para quem deseja viver o evento de forma completa.

A realização dos shows reforça o posicionamento do Castelo Saint Andrews como espaço de experiências culturais cuidadosamente curadas, onde música, arquitetura, paisagem e hospitalidade se encontram em um formato intimista e memorável.

Os eventos contam com patrocínio do Banco Banrisul, apoio da Brocker Turismo e da Vinícola Capoani, realização da Rüther Produções e comunicação assinada pela Cayra Agency.

O show poderá ter sua data transferida em caso de condições meteorológicas desfavoráveis.
Reservas e Informações
WhatsApp +55 54 3295-7721
Phone +55 54 3295-7700

Pátio Batel recebe etapa da corrida Santander Track&Field Run Series em Curitiba

Marcada para o dia 1° de março, domingo, prova promovida pela TFSports contará com percursos de 5 e 10 quilômetros e já está com inscrições abertas

O Pátio Batel se prepara para receber mais uma edição do Santander Track&Field Run Series 2026, considerado o maior circuito de corridas de rua da América Latina em número de provas. A etapa Pátio Batel acontece no domingo, 1° de março, e contará com percursos de 5 e 10 quilômetros, reunindo corredores de diferentes perfis, desde iniciantes até atletas de alta performance. Com a primeira largada prevista às 6h30, após preparação no estacionamento do shopping, o evento transforma Curitiba em um ponto de encontro estratégico para a comunidade de corredores.

O circuito se destaca por oferecer uma experiência completa que une performance, segurança e uma conexão profunda com a comunidade local, passando pelo Batel e bairros próximos, antes de retornar para a conclusão da corrida no mesmo local da largada, na Rua Hermes Fontes, onde os participantes serão recebidos com premiação no átrio do shopping no Piso L1, e ativações de parceiros e música com DJ.

As inscrições estão disponíveis exclusivamente pela TFSports, plataforma que promove e integra todo o ecossistema de eventos e experiências de bem-estar da Track&Field, onde os interessados podem consultar informações detalhadas sobre distâncias, horários e outros serviços oferecidos na prova. Todos os atletas inscritos recebem um kit exclusivo Track&Field, que inclui uma bag personalizada, camiseta thermodry e gifts de parceiros estratégicos. Ao cruzar a linha de chegada e concluir o desafio, os corredores garantem também uma medalha colecionável.

A retirada dos kits será realizada entre os dias 26 e 28 de fevereiro, diretamente na loja Track&Field do Pátio Batel, proporcionando conveniência e um primeiro contato dos atletas com o ambiente do evento. O horário de atendimento para a retirada será das 10h às 22h. Para quem não for correr, o Pátio Batel funcionará normalmente no domingo (1) da corrida, das 14h às 20h (e praça de alimentação das 11h às 22h).

Cronograma e Serviço- Santander Track&Field Run Series Pátio Batel
Data da prova: 1° de março
Local: Pátio Batel – Av. do Batel, 1868 - Batel, Curitiba - PR.
Horário: Primeira largada às 6h30.
Retirada de kits: 26 a 28 de fevereiro, na loja Track&Field Pátio Batel (Piso L1, em frente ao Concierge).
Inscrições: App TFSports ou pelo site www.tfsports.com.br

Sobre a TFSports

A TFSports é a plataforma de bem-estar da Track&Field que promove eventos e conecta pessoas a profissionais, produtos e serviços ligados a um estilo de vida ativo e saudável. No terceiro trimestre de 2025, a plataforma realizou 1.302 eventos, atraindo 146,3 mil inscritos. Atualmente, conta com uma base sólida de mais de 1,1 milhão de usuários e 8,8 mil treinadores cadastrados, consolidando-se como um hub essencial para o ecossistema de wellness.

Sobre a Track&Field

A Track&Field é uma das líderes no segmento de wellness no Brasil, com a missão de conectar pessoas a um estilo de vida saudável por meio de experiências e produtos de alta qualidade. Ao final do terceiro trimestre de 2025, a companhia alcançou a marca de 417 lojas, sendo 55 próprias e 362 franquias, incluindo expansão internacional com duas unidades em Portugal. Presente em 176 cidades e 26 estados, a rede emprega mais de 1.700 colaboradores diretos e mobiliza cerca de 2.100 profissionais em suas franquias.

Sobre o Pátio Batel

Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, contando com aproximadamente 190 estabelecimentos, sendo 72 lojas exclusivas, como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 11 anos de história, a marca Pátio Batel se posiciona como “única em todos os sentidos”: um espaço para ser acolhido em uma experiência de bem-estar, moda e luxo.