LENDAA confirma sua 5ª edição na paradisíaca cidade de Morretes, no litoral do Paraná

O festival multicultural, que será realizado nos próximos dias 21 e 22 de agosto, ganhou destaque no mercado do entretenimento com uma proposta imersiva na Mata Atlântica, celebrando a natureza, sustentabilidade e música eletrônica

Curitiba, abril de 2026 – Reconhecido por unir arte, ecologia e experiências transformadoras em um dos cenários naturais mais belos do litoral paranaense, o LENDAA chega à sua quinta edição com fôlego renovado e cada vez mais consolidado como um dos principais festivais de música eletrônica imersiva do país. Com realização confirmada para os dias 21 e 22 de agosto, o evento volta a ocupar o fascinante Santuário Nhundiaquara, em Morretes (PR), com o tema “LENDAA – Chapter V” e uma proposta consolidada que vai além dos palcos: celebrar a natureza com responsabilidade e criar conexões significativas entre pessoas, territórios e cultura.

Mais do que um festival de música eletrônica, o LENDAA se firma como um espaço de encontro e pertencimento, com programação que une trilhas ecológicas, passeios em cachoeiras, canoagem, rodas de conversa e ações educativas em meio à Mata Atlântica. A ideia dos organizadores é muito bem definida: proporcionar um mergulho sensorial em uma das regiões mais preservadas do estado, valorizando o turismo consciente, a ocupação leve do território e o protagonismo local.

Realizado em uma área de mais de 400 hectares de Mata Atlântica preservada, o LENDAA é tratado pelo mercado como um dos eventos mais inovadores do circuito eletrônico, posicionando o litoral do Paraná como referência em eventos culturais sustentáveis e experiências imersivas com propósito. Com estrutura pensada para preservar a área verde e gerar impacto positivo, o festival mantém parceria com grandes marcas nacionais e internacionais e segue com ações como neutralização de carbono, coleta seletiva, compostagem de resíduos orgânicos, plantio de árvores nativas e incentivo à economia circular por meio de fornecedores locais.

Além do cuidado com o ambiente, o LENDAA também atua como plataforma de valorização da cena eletrônica nacional, reunindo artistas que refletem a diversidade estética da música contemporânea. O line-up da edição 2026, que deverá ser lançado nas próximas semanas, vai reunir artistas que transitam por diferentes vertentes da música eletrônica, combinando sonoridades pulsantes com paisagens imersivas, em 16 horas ininterruptas de música.

Pré-cadastro

O LENDAA – Chapter V começou oficialmente neste domingo (12), com a abertura do pré-cadastro para o público que não quer perder de jeito nenhum o festival que está transformando a forma com que a música eletrônica se conecta com o público. As inscrições podem ser feitas por meio da plataforma Meaple. Na sequência, na quarta-feira (15), a partir das 12h, os interessados inscritos na primeira etapa poderão adquirir ingressos na pré-venda, com condições especiais.

A quinta edição do LENDAA acontece nos dias 21 e 22 de agosto, no Santuário Nhundiaquara, em Morretes (PR). Para mais informações, siga o perfil oficial do festival no Instagram: @seja.lendaa.

Celeiro Festival chega a Curitiba

De 14 a 17 de maio (quinta-feira a domingo), a Pedreira Paulo Leminski será palco do Celeiro Festival, o festival sertanejo mais raiz do Brasil, que vai reunir gastronomia (em especial, churrasco premium), grandes nomes nacionais da música sertaneja e entretenimento em uma proposta inovadora em Curitiba. Com quatro dias de programação intensa, o Celeiro Festival aposta em um parque de experiências completas para o público, indo além do formato tradicional de shows.

Com 103,5 mil m² de área e capacidade para receber cerca de 25 mil pessoas, o festival é voltado a amantes de churrasco e fãs de música sertaneja, se posicionando como um dos grandes eventos do calendário cultural e gastronômico da capital paranaense.

Um dos diferenciais do evento é o inovador modelo de ingresso 100% consumível. Nesse formato, o valor pago pelo público é revertido em crédito para consumo dentro do festival, podendo ser utilizado em alimentos, bebidas e atrações. A proposta elimina a lógica tradicional de entrada e transforma o acesso em uma experiência integrada. “O Celeiro nasce com o objetivo de oferecer algo além dos festivais convencionais, reunindo diferentes experiências em um único ambiente”, destaca André Staudt, organizador. Os créditos são carregados pelo celular, o cliente recebe um cartão digital exclusivo e faz seus pedidos sem enfrentar filas.

Grandes nomes da música sertaneja nacional

No dia 14 de maio (quinta-feira), às 18h, show com a dupla Brenno & Gustavo, trazendo a força da nova geração do sertanejo; às 20h, quem sobe ao palco são Bruno & Barreto, precursores do agronejo e donos de “Farra, Pinga e Foguete”. No dia 15 de maio (sexta-feira), às 18h, show com a dupla Davi & Fernando; e às 20h, a noite fica por conta de Naessa - diretamente do interior de Minas Gerais, ela traz ao palco a força do sertanejo raiz e uma carreira de mais de 15 anos de estrada e hits como “Aviso” e “Então Tá Combinado”.
No dia 16 de maio (sábado), às 16h, show com Dani Bueno; seguido de show com Gabi Freitas, às 18h, e, às 20h, o público poderá curtir Carreiro & Capataz, conhecidos por seus clássicos.

Encerrando a programação, no dia 17 de maio (domingo), às 12h, show com Ruama Feitosa (representante do sertanejo no reality Estrela da Casa, da Rede Globo), lançamento do DVD “Só vai que é moda”, às 14h, e, às 18h, sobem ao palco Diego & Arnaldo (dupla formada em 2015 em Ribeirão Preto (SP), conhecida no cenário universitário pelos hits "Sempre Seu Homem", "Separados" e "Só de Você), fechando o festival com muita animação e boa música.

Além das atrações principais, demais nomes da música sertaneja estadual estarão presentes ao longo do dia – confira a grade em https://celeirofestival.com.br/

Gastronomia como protagonista

A gastronomia é um dos destaques do evento, reunindo mais de 200 assadores do Paraná e de diversas regiões do Brasil. Nas Estações de Carne, o público poderá saborear cortes nobres preparados com excelência, sob a curadoria do chef Fernando Schimanoski (Schima), um dos nomes em ascensão na gastronomia brasileira, com forte atuação no universo do churrasco contemporâneo e eventos gastronômicos de grande porte.

O evento valoriza diferentes técnicas de preparo, como American BBQ, parrilla, fogo de chão e varal, proporcionando uma verdadeira imersão nos sabores e tradições do churrasco. Além disso, uma parceria com uma faculdade de gastronomia (qual?) permitirá que estudantes vivenciem a experiência ao lado de alguns dos melhores chefs assadores do país.

Pensando em todos os públicos, também haverá estações com opções vegetarianas, ampliando a diversidade do cardápio. Entre os cortes disponíveis, o público encontrará carnes bovinas, suínas, cordeiro, frango e pescados, sempre com seleção especial e preparo cuidadoso.

Para completar a experiência, o evento contará ainda com hambúrgueres, paella e uma variedade de acompanhamentos deliciosos preparados com ingredientes selecionados e foco na qualidade. Além das opções gastronômicas, o festival contará com chopp artesanal e uma variedade de bebidas, compondo uma experiência completa para os visitantes.

Demais atrações

Além dos shows e da gastronomia, o Celeiro Festival trará atrações que ampliam a vivência do público no espaço. Entre as experiências previstas estão bar nas alturas, roda gigante, passeio de balão, área kids e espaços pensados para interação e registros nas redes sociais. Outro destaque do Celeiro Festival é seu caráter social e solidário: o Pequeno Cotolengo é a instituição beneficiada, com roupas e alimentos que poderão ser doados em qualquer um dos dias do festival.

“Será um evento promovido em ambiente familiar, imersivo e compartilhável, atendendo a diferentes perfis de público. Tudo isso com estrutura de grande porte, com foco em conforto, segurança e tecnologia. Um sistema de consumo digital será adotado para otimizar o atendimento e reduzir filas, garantindo maior fluidez durante os quatro dias de evento”, conclui o organizador. Mais em https://celeirofestival.com.br/

Serviço: Celeiro Festival
Data: 14, 15, 16 e 17 de Maio
Horário: 14, 15 e 16/05, das 11h às 23h. 17/05, das 11h às 20h
Local: Pedreira Paulo Leminski – Rua João Gava, 970, Abranches
Informações: Mais em https://celeirofestival.com.br/
Realização: Casa Mundo

Patrocinadores oficiais: Johnnie Walker, Ford, Amstel, Produtos Paraná
Parceiros oficiais: Jurassic Marketing, Aloha Brasil, Bahia Balonismo, Chefs Renomados, Zig
Apoio institucional: Associação Comercial do Paraná (ACP), Curitiba Convention
Ingressos:
Camp Pista – Acesso aos 4 dias, inclui: Área comum, Praça de alimentação, Área Kids. Use o saldo em: comida e bebida, Balão, Bar nas Alturas e Tirolesa
Farmer Vip Day – Open Food + Open Bar. Acesso a 1 dia, inclui: Área comum + área premium, Bar exclusivo, Entrada exclusiva, Lounge + área coberta, Banheiro premium, Área Kids. Experiências: 1x Balão, 1x Bar nas Alturas. Extras: Música VIP (voz e violão) e Backstage (ao lado do cantor).
Farmer Vip Passaporte – Open Food + Open Bar + Experiência. Acesso aos 4 dias. Inclui: Área comum + área premium, Bar exclusivo, Entrada exclusiva, Lounge + área coberta, Banheiro premium, Área Kids. Experiências: Balão ilimitado, Bar nas Alturas ilimitado, Tirolesa ilimitada. Extras: Acesso prioritário nas atrações, Backstage (ao lado do cantor), Música VIP (voz e violão) e experiência sem fila.
Combo Camp Pista - 4 dias - 100% consumível | casal (aplicado 15% de desconto)
Combo Camp Pista | 4 dias - 100% consumível | Casal + criança 12 a 17 anos (casal 15% off + criança paga 50% de desconto) aplicado 50% de desconto para criança. Valor do ingresso + taxa.
Combo Camp Pista | 4 dias - 100% consumível | Casal + criança 0 a 11 anos (casal 15% off + criança não paga e ganha 1 acesso área kids). Valor do ingresso + taxa (aplicado 15% de desconto).
Combo Farmer VIP Day | Open food + open bar | Casal. Valor do ingresso + taxa (aplicado 15% de desconto).
Combo Farmer VIP Day | Open food + open bar | Casal + criança 12 a 17 anos (casal 15% off + criança paga 50% de desconto) aplicado 50% de desconto para criança. Valor do ingresso + taxa. (Estas opções de combos têm para o dia que mais você sente vontade de ir - 14 ou 15 ou 16 ou 17 de maio de 2026).
Combo Farmer VIP Day | Open food + open bar | Casal + criança 0 a 11 anos (casal paga 15% off + criança não paga e ganha 1 acesso área kids).

Festival “Sangue Latino” no Espaço SFco 179

O sucesso da festa “Sangue Latino” agora transformou o evento num festival que acontece no domingo, dia 12 de abril, das 16h às 21h, no multi Espaço SFco 179 (Rua São Francisco, 179 – Centro Histórico). A celebração vai acontecer em dois espaços simultâneos. No piso superior, a partir das 16 horas, acontecem as apresentações da DJ Medusa e das bandas Beat Macumbia e Soul Latino e que promovem uma fusão de música, músicos e ritmos latino-americanos. Enquanto no “esquenta” o DJ HerbJoe faz um set no piso térreo, no jardim. A Música latino-americana do Brasil envolve todo o ambiente que ainda terá área de descanso, com mesas e cadeiras, disponível na cafeteria Royalty e no salão Tijolo. Três bares estão posicionados nos dois pisos, e quatro estações gastronômicas, com opções da culinária do México, Argentina, Venezuela e Brasil, serão coordenadas pela chef Lívia Santin. Os ingressos já estão à venda pelo link do Sympla: Festival Sangue Latino.
Na programação musical as bandas Beat Macumbia e Soul Latino vão apresentar um repertório latino-caribenho. No setlist estão ritmos como salsa, cumbia, merengue, cha-cha-cha, reggaeton, bachata e pop rock em espanhol. O festival “Sangue Latino” também traz uma atração internacional, a DJ Medusa, artista da Argentina em ascensão na cena underground, conhecida por sua energia contagiante, que traz para a festa uma verdadeira viagem sonora, com um set que vai passear pela música contemporânea e inovadora da América Latina.

Serviço:
Festa Sangue Latino - apresentação da DJ Medusa e das bandas Beat Macumbia e Soul Latino. No esquenta, o DJ HerbJoe.
Local: Multi espaço SFCO179 (R. São Francisco, 179 – Centro Histórico)
Data: 12 de abril (domingo), das 16h às 21h.
Ingressos: R$40 (lote 2) pelo link do Sympla: Festival Sangue Latino.
Classificação etária: 18 anos
Site: https://sfco179.com.br/
Instagram: @sfco179

Tem Gastronomix no Samba de Bamba

Programa apresenta seleção temática de sambas e gastronomia

O Samba de Bamba, que este ano comemora seu Jubileu de Pérola, mais uma vez vai homenagear o evento Gastronomix, que acontece este final de semana no último dia do Festival de Curitiba, com uma seleção especial, que relaciona os temas “Samba e Gastronomia”. O produtor e apresentador do programa, o jornalista Rodrigo Browne, conta que dividiu seu cardápio musical em duas partes. "Na primeira são 'peixes e frutos do mar' e na segunda, 'comida brasileira' e as 'sobremesas'. 'Pratos' que serão preparados por 'chefs' do samba como Dorival Caymmi, Ary Barroso, Geraldo Pereira, Candeia, Paulo da Portela e muitos outros especialistas". Eleito pelo Prêmio Profissionais da Música o “Melhor Programa de Rádio do Brasil”, o ouvinte pode acompanhar a transmissão em tempo real no domingo, dia 12, a partir do meio-dia pelo link da Paraná Educativa FM, no rádio (97.1 FM) ou acessar as músicas pelo Samba de Bamba no Spotify
Browne conta que essa não é a primeira vez que faz uma homenagem ao Gastronomix, que considera um evento de sucesso dentro do Festival de Curitiba. “Em outras ocasiões eu escolhi outros sambas, mas o universo de nossa música é tão grande que esta vez consegui montar um ‘cardápio’ diferente, sem o feijão”. O jornalista adianta que o programa especial com samba e gastronomia vai apresentar clássicos da música brasileira compostos e interpretados por grandes sambistas. “Muito se fala da ‘cozinha do samba’, do samba tocado em frigideira ou com prato e garfo, mas a ideia do programa é trazer o tema para dentro do samba, nas suas letras. O samba é rico em histórias de cozinha”.
A pesquisa para o programa relacionou pérolas musicais como “Vatapá” de Dorival Caymmi, “Camarão com Chuchu”, com Jovelina Pérola Negra, “O Quitandeiro”, de Paulo da Portela, numa interpretação histórica de Roberto Ribeiro; Peixe com Coco”, com Clara Nunes e até o requintado “Caviar”, composto pelo Trio Calafrio, que ganhou versão definitiva com Zeca Pagodinho. O cardápio musical inclui até sobremesas saborosas como “Doce de Coco”, de Jacob do Bandolim, “Os quindins de Yaya”, de Ary Barroso e “Goiabada Cascão”, imortalizado pela madrinha do samba, Beth Carvalho.
“Mas tem muito mais”, anuncia Rodrigo Browne que, por conta da duração do programa, preparou uma playlist com o tema “Samba e Comida” em sua página do Spotify. “Como o programa tem uma hora de duração, eu vou apresentar no programa Samba de Bamba o ‘menu do dia’. O ‘cardápio completo’, à la carte, pode ser apreciado na seleção musical que fiz para a plataforma Spotify incluindo os sambas de outras edições”, esclarece.
Ao longo de sua trajetória de 30 anos na rádio Paraná Educativa FM, o Samba de Bamba já contabiliza mais de 1500 programas ininterruptos. Rodrigo Browne lembra que a proposta inicial foi levar ao público sambas tradicionais de seu gosto pessoal. “Quando comecei em 1996, minha ideia foi produzir um programa com sambas que eu gostava de ouvir e não encontrava em nenhuma emissora de Curitiba. Então comecei a apresentar essas músicas com a informalidade que o samba exige e depois fui trazendo convidados especiais para contar histórias sobre suas escolhas. Acho que por isso o Samba de Bamba é tão longevo e conquistou tantos ouvintes“, considera. O programa Samba de Bamba pode ser sintonizado todos os domingos, a partir do meio-dia, em Curitiba na Paraná Educativa FM (97.1 MHz) ou pelo site: Paraná Educativa FM. O link para encontrar as playlists do Samba de Bamba no Spotify é: Samba de Bamba no Spotify

Masc Beer Alto da XV está no Festival Pão com Bolinho

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Festival de Curitiba recebe o espetáculo “O Sexo do Vento”, estrelado por Dude São Thiago

Monólogo que entrelaça a canção e a poética em releituras de músicas consagradas da MPB e textos autorais fará apenas duas apresentações no Teatro Enio Carvalho

Após o sucesso das temporadas em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, o cantor e ator Dude São Thiago leva o seu monólogo musical “O Sexo do Vento” ao Festival de Curitiba em apenas duas apresentações nos dias 01 e 02 de abril, quarta e quinta-feira, às 20h, no Teatro Enio Carvalho, no Centro Cívico.

O espetáculo apresenta uma mescla de releituras de canções consagradas da música brasileira e textos inéditos escritos por Dude. Concebido como um livro de canções, convida o público a uma experiência diferenciada dos tempos atuais, onde música e poética se entrelaçam de forma orgânica. O título foi inspirado pela música Invento, do gaúcho Vitor Ramil, que fala da potência de movimento trazida pelos ventos e está presente no repertório. Dude conta que “é uma provocação para a ambiguidade do mundo – afinal, qual seria o sexo do vento?”.

Para compor a narrativa do espetáculo, Dude costura canções como O que será (à flor da pele), de Chico Buarque; Cais e Conversando no Bar, de Milton Nascimento; O Charme do Mundo e Grávida, de Marina Lima; Magrelinha, de Luiz Melodia, dentre muitas outras. Destaque também para Cabaré, de João Bosco e Aldir Blanc, que ganhou um videoclipe com direção de Emerson de Lucca Brandt, vencedor dos prêmios de Melhor Music Video em Toronto (EDMVA), e Melhor Music Video da América Latina em Budapeste (IMVA).

Com uma encenação concebida a partir de quatro cenas - Denúncia, Fe(me)nino, Milagre e Invenção, a proposta do espetáculo é contar “a história de como contamos nossas histórias”, afirma o artista que estará no palco acompanhado por uma banda de três músicos.

- Não é um show, pois tem um tanto de teatro; não é uma peça, pois tem algo de récita. É nessa brecha identitária que se dá o acontecimento cênico, um rito ao encontro com uma chance de futuro. A inspiração foi, de fato, uma necessidade de olhar o mundo de forma diferente e fazer um resgate da poesia – elabora Dude.

O Sexo do Vento tem direção musical e arranjos do pianista Iuri Salvagnini, direção de movimento de Tutu Morasi, supervisão cênica do ator e diretor João Paulo Lorenzon e mentoria artística da cantora, compositora e poeta Ana Luiza. O projeto estreou em novembro de 2023, em São Paulo, e, em 2025, ele ganhou um álbum – de estreia de Dude – disponível em todas as plataformas digitais.

- Quando músicas que conhecemos tão bem são colocadas lado-a-lado numa narrativa, é como se elas voltassem a ser inéditas. Meu desejo é trazer o foco de volta para a canção, que é filha de duas mães: a música e a poesia – compartilha o cantor.

Dude aposta na poesia como uma potente forma de subversão e com ela expõe questões como a masculinidade, as violências do patriarcado, preconceitos e exclusões que ele produz, o materialismo, mas também como forma de comemorar a resiliência transformadora do amor, o feminino e a liberdade. Para o artista, o trabalho busca uma proposta de utopia, uma singela contribuição para os nossos sonhos.

- “O Sexo do Vento” celebra a inventividade da vida e sua transformação poética em amor. E convida o público à reflexão, com toda a calma que falta nos dias de hoje – conclui.

SINOPSE

Através de célebres canções da MPB e textos poéticos inéditos, o ator e cantor Dude São Thiago propõe uma verdadeira travessia neste monólogo musical. O espetáculo parte de uma denúncia dos sistemas viciosos que oprimem nossos laços, liberdade e criatividade, e aponta para um futuro utópico em que a humanidade possa se reinventar com suavidade, sensibilidade e amor. No repertório, composições de Marina Lima, Chico Buarque, Vinicius Calderoni, João Bosco, Vitor Ramil e outros grandes nomes da música brasileira.

Serviço:
“O Sexo do Vento”, de Dude São Thiago
Sessões: 01 e 02 de abril, quarta e quinta-feira, às 20h
Local: Teatro Enio Carvalho - Rua Mateus Leme, 990, Centro Cívico, Curitiba – PR
Entrada: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada), compras antecipadas no site do Festival: https://ingresso.festivaldecuritiba.com.br/evento/1348/
Gênero: musical
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 80 minutos
Mais informações: https://festivaldecuritiba.com.br/programacao/o-sexo-do-vento/

Ficha técnica:
Companhia: EST Produções Artísticas Ltda
Concepção, dramaturgia e direção geral: Dude São Thiago
Direção musical e arranjos: Iuri Salvagnini
Direção de produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi
Produção: Diálogo da Arte Produções Culturais
Realização: EST Produções Artísticas
Assessoria de comunicação e gerência de produção (EST Produções): Candice Vitale
Supervisão cênica e preparação de ator: João Paulo Lorenzon
Direção de movimento: Tutu Morasi
Mentoria artística: Ana Luiza
Projetos gráficos: Emerson Brandt
Fotografias: Juliana Hilal, Rinaldo Martinucci e Pablo Grotto
Supervisão cenográfica: Flávio Castro
Obra de arte cenográfica: Mariana Palma (série “Transparências")
Figurino: Andrea Levy e J. Boggo
Desenho de Luz: Wagner Antonio
Desenho de Som: Ricardo Jubram
Faixa sonora original (A Caverna): Paulo Assis
Voz (A Mulher na Duna): Patricia Kurah
Elenco: Dude São Thiago (voz e cena), Iuri Salvagnini (piano), Mathilde Fillat (violino), Adriano Busko (percussão)
Assessoria de imprensa: Carlos Pinho

Conheça mais de Dude São Thiago:
https://www.dudesaothiago.com.br
Redes Sociais e Youtube @dudesaothiago
Para conferir o álbum, acesse https://tratore.ffm.to/osexodovento

Supla, Fernanda Keulla, Carol Sampaio, Giovanna Pitel e mais: personalidades marcam presença no espaço Budweiser no Lollapalooza

Fernanda Keulla - crédito da imagem: Andy Santana/ Divulgação Budweiser
Budweiser segue fortalecendo sua ligação histórica com a música ao participar do Lollapalooza Brasil 2026. No segundo dia do festival, o espaço Bud recebeu a visita de diferentes personalidades, entre elas Supla, Fernanda Keulla, Carol Sampaio, Giovanna Pitel, Anttónia, Guilherme Napolitano, Anna Akisue, Nana Rude e Fred Xavier, entre outros convidados.

Para a edição deste ano, a marca apresenta uma série de ativações que combinam cenografia proprietária, interação com o público e oportunidades de criação de conteúdo compartilhável.

O Espaço Bud é o principal ponto de encontro da marca dentro do festival: uma estrutura de 750 m², com capacidade para até 800 pessoas, dividida entre térreo e mezanino. O ambiente foi pensado como um hub de experiências, com estética inspirada na nostalgia dos anos 1990 e 2000, resgatando referências visuais e culturais marcantes do período.

Supla- crédito da imagem: Andy Santana/ Divulgação Budweiser

Guilherme Napolitano - crédito da imagem: Andy Santana/ Divulgação Budweiser

Anna Akisue- crédito da imagem: Andy Santana/ Divulgação Budweiser

Giovanna Pitel - crédito da imagem: Andy Santana/ Divulgação Budweiser

Nana Rude - crédito da imagem: Andy Santana/ Divulgação Budweiser

Carol Sampaio e Fred Xavier- crédito da imagem: Andy Santana/ Divulgação Budweiser

Anttónia - crédito da imagem: Andy Santana/ Divulgação Budweiser

Vem aí o 24º Festival de Pão com Bolinho de Curitiba

O evento reúne 38 bares e restaurantes com sanduíches a R$ 27

Começa esta semana o 24º Festival de Pão com Bolinho. Com 38 bares participantes, o evento acontece de 18 de março a 12 de abril. Integrado mais uma vez à programação do Festival de Curitiba, maior evento cultural do país, o roteiro gastronômico irá oferecer o sanduíche mais querido dos curitibanos pelo valor fixo de R$ 27.
E preparem-se: os participantes capricharam nas receitas e na criatividade. Os sanduíches trazem as mais variadas proteínas e combinações. Entre eles, temos bolinhos de bacalhau, de costela com bacon, de eisbein (joelho de porco defumado), de camarão e mais inúmeras variações de carne bovina grelhada, frita e empanada. Os acompanhamentos incluem bacon, geleia de pimenta, queijos dos mais diversos, saladas, cebola crispy, maionese de azeitonas e molhos para todos os gostos.
“É um privilégio mais uma vez fazer parte do Festival de Curitiba! A cidade respira cultura, fica cheia de turistas e assim eles poderão provar o sanduíche mais vendido nos bares curitibanos em dezenas de versões. E claro que os moradores da cidade aproveitam também”, diz Sérgio Medeiros, da Curitiba Honesta, organizador do festival gastronômico.
O Festival de Pão com Bolinho de Curitiba tem patrocínio da Gold Food Service. Apoios do Instituto Municipal do Turismo, Guia Onde Beber Curitiba, #partiucuritiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Organização Curitiba Honesta.
Confira abaixo os participantes. Receitas e endereços estão disponíveis em www.curitibahonesta.com.br.
• A Ostra Bêbada
• Al Sultan – Arabian Food - Agua Verde
• Al Sultan – Arabian Food - Bairro Alto
• Al Sultan – Arabian Food – Ecoville
• Al Sultan – Arabian Food- Juvevê
• Al Sultan – Arabian Food – São José dos Pinhais
• Barbaran
• Barbarella Bakery
• Baroneza
• Bom Scotch
• Boteco do Bolacha
• Burger Beast - Arena
• Burger Beast - Feiras
• Burger Beast – Tork n´roll
• Burguer Bar - Juvevê
• Burguer Bar – Xaxim
• Cartolas
• Charles Burguer
• Essen Biergarten
• Mavy Gastrobar
• Masc Beer
• Mercearia Fantinato
• Ninki Pastelaria
• Nosso Boteco
• O Botequim do Veio
• Panificadora Aquarius
• Quermesse – Bom Retiro
• Quermesse – Ecoville
• Quintal 68
• Restaurante Imperial
• Sede Zero Gastrobar
• Silzeus Bar
• Sirène - Trajano
• Trattoria Dallarmi
• Ukra Bar
• Ushuaia Piano Bar
• Velhas Caveiras Rock Bar
• Vou Para o Bar
Serviço:
24º Festival de Pão com Bolinho
De 18 de março a 12 de abril de 2026
Informações: www.curitibahonesta.com.br
Instagram @curitibahonesta
Facebook: https://www.facebook.com/curitibahonesta

Tutti Pães e Doces está participando do Festival de Martha Rocha!

🍰 Festival de Martha Rocha!
Prepare-se para uma explosão de sabor! Estamos celebrando um dos bolos mais clássicos e queridos da confeitaria: Martha Rocha 😍
Camadas irresistíveis, recheios cremosos e aquele sabor que conquista qualquer apaixonado por doces.
📅 De 04/03 a 15/03
💰 Fatia por apenas R$19,50
Uma oportunidade perfeita para passar aqui, tomar um café e se deliciar com essa maravilha.
⏳ Mas atenção: é por tempo limitado!
📍 Av. Anita Garibaldi, 4793 – Barreirinha, Curitiba-PR
Venha garantir a sua fatia e aproveitar o Festival de Martha Rocha com a gente!

1ª Edição da Feira Casa Design 2026 acontece em Campo Largo com móveis direto da fábrica para o consumidor

Feira de móveis e decoração

A 1ª edição da Feira Casa Design acontece de 5 a 8 de março de 2026, no City Center Outlet Premium, no mesmo local da tradicional Feira da Louça.
O evento reúne fabricantes de móveis, itens de decoração, paisagismo, lifestyle e design de interiores, direcionado a consumidores que buscam compras diretas das fábricas, sem intermediários.
Os expositores, na sua maioria são fabricantes e apresentam produtos alinhados às tendências do mercado moveleiro, com opções de negociação personalizada disponíveis exclusivamente durante a feira.
Realizada em um dos maiores outlets do país, a feira facilita o acesso para moradores de Curitiba e mais de 30 municípios da região metropolitana, consolidando Campo Largo como polo estratégico de design e comércio no Sul do Brasil.
Além da exposição comercial, o evento oferece programação gratuita de palestras e workshops com especialistas:
Quinta-feira, 5 de março – Comunicação e Narrativa no Design
15h: Redes Sociais para Designers, Decoradores e Arquitetos – Bruna Esmanhoto. Aborda o posicionamento digital, comunicação de valor e transformação de projetos em conteúdo estratégico.
16h: O poder da fotografia na composição de espaços – Karin Brenner. Explora identidade, memória afetiva e narrativas visuais na decoração.

Sexta-feira, 6 de março – Inovação e Sustentabilidade
16h: Revestimento e Envelopamento de Móveis – Adsive Decor. Apresenta tecnologia japonesa inédita no Brasil para renovação de mobiliário com foco em praticidade e sustentabilidade.
17h: Revestimentos Líquidos e Sustentáveis – Ecodecor. Discute soluções estéticas e ambientais para projetos de arquitetura e interiores.

Sábado, 7 de março – Sensibilidade, Percepção e Experiência no Morar
15h: O essencial é invisível aos olhos – Carolina Henares Campos Silva. Aplicação do Feng Shui na decoração contemporânea para promover bem-estar e equilíbrio.
16h: O poder da fotografia na composição de espaços – Karin Brenner. Explora identidade, memória afetiva e narrativas visuais na decoração.

Domingo, 8 de março – Personalidade e Longevidade nos Espaços
15h: Como ousar usando cor na decoração – Jordana Fraga e Gisleine Rosa. Estratégias para aplicação criativa e harmoniosa de cores.
16h: Como preparar a casa para 60+ – Carla Busato. Soluções de arquitetura e interiores para conforto, acessibilidade e autonomia.
“Essas sessões transformam a visita em uma jornada educativa, capacitando o público a fazer as melhores escolhas”, afirma Larissa Sieradzki, organizadora do evento.

Serviço:
Feira Casa Desing 2026 – Feira de Móveis e Decoração
Data: 5 a 8 de março de 2026.
Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 22h; sábado e domingo, das 10h às 22h.
Local: City Center Outlet Premium. Rua João Bertoja, 1995 - Itaqui de Cima – Campo Largo PR
Ingresso e estacionamento: Gratuitos.
Mais informações: @feiracasadesign
Crédito das imagens: Thiago Mesquita

Maior festival gastronômico do Brasil, Torresmofest, está de volta a Curitiba

O festival que acontece entre os dias 05 e 08 de março com entrada gratuita

O estacionamento do Carrefour Champagnat será palco mais uma vez do maior festival gastronômico do Brasil, Torresmofest, evento que celebra as iguarias à base de proteína suína, mas com diversas opções de outros sabores, tudo para agradar os paladares mais exigentes. O festival, que já marcou mais de 550 edições e mais de 9 milhões de visitantes ao redor do Brasil, acontecerá de 05 a 08 de março, das 12h às 22h, com entrada gratuita

O torresmo, protagonista absoluto do festival, ganha o palco com versões que celebram a tradição e a criatividade da gastronomia brasileira. Preparado com técnicas artesanais e ingredientes selecionados, o petisco mais querido do país aparece em releituras que conquistam todos os paladares: tem a clássica pururuca, crocante e salgada na medida certa; o torresmo de rolo, servido fatiado e suculento, com aquela camada dourada irresistível; e o tradicional de boteco, que remete às melhores memórias afetivas da culinária popular.

Mas a experiência vai muito além! Mais de 25 expositores participam do evento, oferecendo um cardápio variado que inclui costela fogo de chão, baião de dois, feijão tropeiro, hambúrgueres com torresmo ou shimeji, batatas recheadas, lanches de costela e opções de doces artesanais e sobremesas.

O evento é Pet Friendly, ou seja, você pode levar seu bichinho de estimação para curtir junto. Para os pequenos, a diversão também está garantida com uma área kids gratuita, garantindo tranquilidade para os pais e entretenimento seguro para a criançada.

E para completar a experiência gastronômica, o público encontrará chopp artesanal, cervejas geladas e uma seleção de drinks variados. E a trilha sonora está garantida com shows ao vivo todos os dias, apresentando bandas e artistas que trazem covers de sucessos nacionais e internacionais, criando o clima perfeito para prolongar o passeio, reunir amigos, celebrar e relaxar ao som de boa música.

Confira a programação completa:

Quinta-feira (05/03)
20h00 - Tiago Luziano - Sertanejo e Viola Caipira

Sexta-feira- (06/03)
20h - Cover CWB - Cover Guns N’ Roses

Sábado - (07/03)
14h - William Claro - Voz e Violão
17h - Os Zero11 - Samba e Pagode
20h - Banda Paralelo - Cover Charlie Brown Jr

Domingo- (08/03)
13h30 - Leila Duarte - Voz e Violão
16h30 - Legião Cover Londrina - Cover Legião Urbana
19h30 - Bohemian Rock - Tributo Queen

Serviço - Torresmofest

Local: Carrefour Champagnat
Data:05 a 08 de março
Horário: das 12h às 22h
Instagram: @torresmofest
Entrada gratuita para o evento

Bolo Martha Rocha ganha festival próprio em Curitiba

Evento celebra o doce tradicional em 22 confeitarias da cidade

O bolo Martha Rocha, declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná em fevereiro deste ano, ganhou um evento para chamar de seu. O 1º Festival de Bolo Martha Rocha acontece de 4 a 15 de março. São 22 confeitarias participantes e todas irão vender cada fatia ao preço único de R$ 19,50. A organização é da Curitiba Honesta, plataforma de gastronomia já conhecida pelos festivais do Pão com Bolinho, Carne de Onça, entre outros. A proposta é valorizar a história do doce, estimular a produção artesanal e convidar o público a revisitar sabores que fazem parte da memória afetiva da cidade.
O empresário Sérgio Medeiros, idealizador do projeto, comemora a ótima receptividade ao evento. “Ficamos muito felizes com a excelente adesão das confeitarias ao primeiro festival. Com certeza entrará no nosso calendário anual, prosseguindo assim com a valorização da gastronomia local, que sempre foi o foco da Curitiba Honesta”, diz ele.
Criado em 1954, em Curitiba, o bolo nasceu como uma homenagem a Maria Martha Hacker Rocha, eleita Miss Brasil naquele ano e segunda colocada no concurso de Miss Universo. A autoria da receita é atribuída à confeiteira Dair da Costa Terzado, então proprietária da tradicional Confeitaria das Famílias, localizada no centro de Curitiba. O sucesso foi imediato: a sobremesa conquistou a cidade, passou a marcar aniversários, casamentos e celebrações e, com o tempo, tornou-se presença quase obrigatória nas vitrines das confeitarias locais.
Confira os participantes do festival:
Brioche - Água Verde
Brioche - Juvevê
Chiffon Cake
Confeitaria Acapulco
Confeitaria Doce Pecado
Confeitaria Holandesa
Confeitaria Moinho Holandês
Confeitaria Rosângela
Confeitaria Sênior Koster
Damarate Confeitaria - Agua Verde
De Fátima Pães e Doces
Docelândia
Donana Doces
Kaffe Kantate
Ladé Chocolates e Doceria
Maison Lalisse
Padaria América Café
Panificadora Aquarius
Roberta Schwanke Gastronomie Patisserie
SóQuindins
Tutti Pães e Doces
Velvet Bolo

O 1º Festival de Bolo Martha Rocha tem apoio da Prefeitura de Curitiba, por meio do Instituto Municipal de Turismo. Receitas e endereços estão disponíveis em www.curitibahonesta.com.br.

Serviço
1º Festival de Bolo Martha Rocha
Data: de 4 a 15 de março de 2026
Preço único: R$ 19,50
Informações: www.curitibahonesta.com.br
Instagram @curitibahonesta
Facebook: https://www.facebook.com/curitibahonesta

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ediporec #operadearame

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Torta Martha Rocha é declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná e ganha festival inédito em Curitiba

Um dos símbolos mais afetivos da confeitaria paranaense acaba de receber reconhecimento oficial. A torta Martha Rocha foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná, por meio do projeto de lei nº 924/2025, aprovado no dia 10 de fevereiro pela Assembleia Legislativa do Paraná. A iniciativa é de autoria do deputado estadual Hussein Bakri (PSD) e reconhece o valor histórico, cultural e gastronômico de um doce que atravessa gerações e faz parte da identidade curitibana.
O empresário Sérgio Medeiros, da Curitiba Honesta, foi quem sugeriu o projeto ao deputado. “Esse é o primeiro passo para que depois possamos solicitar o selo de Indicação Geográfica para a torta”, diz ele, que é coordenador do fórum Origens Paraná, plataforma colaborativa que visa valorizar e promover produtos com Indicação Geográfica do estado.
Criada em 1954, em Curitiba, a torta nasceu como uma homenagem à paranaense Maria Martha Hacker Rocha, eleita Miss Brasil naquele ano e segunda colocada no concurso de Miss Universo. A autoria da receita é atribuída à confeiteira Dair da Costa Terzado, então proprietária da tradicional Confeitaria das Famílias, localizada no calçadão da Rua XV de Novembro. O sucesso foi imediato: a sobremesa conquistou a cidade, passou a marcar aniversários, casamentos e celebrações e, com o tempo, tornou-se presença quase obrigatória nas vitrines das confeitarias locais.
Festival inédito
Para celebrar o reconhecimento como patrimônio imaterial, Curitiba recebe, pela primeira vez, o Festival do Bolo Martha Rocha, que acontece de 4 a 15 de março, com 15 confeitarias participantes. A proposta é valorizar a história do doce, estimular a produção artesanal e convidar o público a revisitar sabores que fazem parte da memória afetiva da cidade.
O festival é organizado pela Curitiba Honesta, projeto que há 13 anos atua na valorização da gastronomia local e é responsável por alguns dos eventos gastronômicos mais populares da capital, como os festivais de Pão com Bolinho e Carne de Onça. O trabalho do grupo também foi fundamental para a conquista da Indicação Geográfica da Carne de Onça de Curitiba, obtida em maio de 2025.
Durante o período do evento, as confeitarias participantes irão oferecer fatias de Martha Rocha pelo preço único de R$ 19,50, permitindo que o público experimente diferentes interpretações do clássico curitibano. Além da experiência gastronômica, o festival reforça a importância cultural do doce, agora oficialmente reconhecido como parte do patrimônio imaterial do Paraná.
Mais do que um bolo, a Martha Rocha representa uma história de criatividade, orgulho local e tradição. O festival surge como uma celebração desse legado, conectando passado e presente por meio da confeitaria e reafirmando o papel da gastronomia como expressão cultural da cidade.
Mais informações: www.curitibahonesta.com.br.

Última semana da Curitiba Restaurant Week convida a fechar o ano com muito sabor e gastronomia de qualidade

Ainda dá tempo! Que tal aproveitar a última semana da edição comemorativa da Curitiba Restaurant Week e embarcar nesse tour delicioso que a 30ª edição propõe? Dedicada ao tema “Uma Volta pela Itália”, traz 34 restaurantes participando e menus com preços super acessíveis. Se bateu a dúvida sobre por onde começar, seguem três sugestões certeiras que dão um show de sabor: o Luponero Restaurante, a Casa Varela e o Bardo Company.

Escolha seu menu e faça a reserva. A Curitiba Restaurant Week vai até o dia 07 de dezembro. Todas as informações sobre cardápios, funcionamentos das casas e valores estão em www.restaurantweek.com.br

Luponero mais uma vez presente

A participação do Luponero na Curitiba Restaurant Week reafirma o compromisso da casa em unir tradição, técnica e sabores marcantes em uma experiência gastronômica cuidadosamente elaborada. É impossível não destacar o equilíbrio entre conforto, criatividade e respeito aos ingredientes que compõem o menu desta edição - uma seleção pensada para encantar tanto quem já conhece o restaurante quanto aqueles que o visitam pela primeira vez.

A jornada começa com entradas que traduzem perfeitamente a filosofia do Luponero. Durante o almoço, a experiência começa com uma polenta cremosa com ragu de ossobuco. Para quem prefere algo mais leve e crocante, a salada coleslaw (foto) chega colorida e bem-humorada, mesclando repolho, cenoura, alface americana, cebola roxa e kanikama em um creme irresistível de maionese, iogurte natural, limão e gergelim. Nos principais, o Luponero oferece a parmegiana de frango com tagliatelle na manteiga; o polpetone com gnocchi de batata salsa ao quatro queijos e o raviole de muçarela de búfala ao pesto. Para fechar, as sobremesas entram em cena com a delicadeza de um último ato: a cocada cremosa com sorvete de mascarpone, ou o creme de limão siciliano com frutas vermelhas.

Quando cai a noite, o jantar do Luponero mantém como entradas a dobradinha imbatível: a famosa polenta cremosa com ragu de ossobuco ou a charmosa salada coleslaw. Como pratos principais, o Mignon Luponero (foto) combina sorrentino de provolone com espinafre, mignon grelhado e shiitake recheado; o medalhão de salmão envolto em bacon (foto), com molho de mostarda e mel e acompanhado por um mix de folhas e o risoto Margherita com palmito grelhado. Para encerrar a experiência, duas sobremesas: a cocada cremosa com sorvete de mascarpone e o refrescante creme de limão siciliano com frutas vermelhas (foto).

Menu Tradicional - R$68,90 (almoço) - R$89,00 (jantar) - Rua Rocha Pombo, 131, Juvevê - @luponero_restaurante. Terça-feira a sábado, almoço e jantar. Domingos somente almoço. Almoço das 11h30 às 16h, jantar, das 16h às 22h.

Casa Varela abre para almoço e jantar oferecendo experiências gastronômicas elegantes

Nesta edição do festival, a Casa Varela apresenta menus de almoço e jantar que celebram a cozinha contemporânea. Logo na entrada, o visitante já percebe a delicadeza da proposta. A Mini Salada da Primavera, leve e aromática, ganha personalidade com o queijo artesanal tipo boursin e um vinagrete preparado com frutas brasileiras, azeite orgânico e um toque de balsâmico. Para quem prefere algo mais indulgente, o Duo de Mini Vol-au-Vent (foto) entrega a crocância amanteigada da pâtisserie francesa em bocados perfeitos para abrir o apetite.

No almoço, o cardápio segue uma linha que valoriza ingredientes nacionais sem abrir mão da técnica. O Risoto de Palmito com iogurte e açafrão-da-terra é um abraço de cremosidade com perfume dourado. Já o Frango Crocante (foto) chega em versão reconfortante, acompanhado de risoto de açafrão e queijos ou do expressivo arroz espanhol, que traz nuances mediterrâneas ao prato.

As sobremesas mantêm o tom elegante. A Verrine de Panacota de Queijo com calda de cereja do cerrado ao carmenère (foto) é a união perfeita entre frescor, acidez e suavidade. Quem prefere um clássico brasileiro reinterpretado encontra no Mousse de Queijo com Mousseline de Goiaba uma homenagem sutil ao nosso eterno Romeu e Julieta.

À noite, o jantar apresenta versões ainda mais robustas. O destaque vai para o Brasato de Cupim ao Barolo, cozido lentamente até alcançar maciez impecável e servido com risoto de palmito, iogurte e açafrão-da-terra — uma combinação que equilibra intensidade e leveza. Para os amantes de pescados, a Tranche de Salmão ao Molho de Queijos, acompanhada de arroz espanhol, oferece textura suculenta e um molho que envolve, mas não pesa.

Assim, a Casa Varela reafirma seu talento em transformar os ingredientes em experiências gastronômicas elegantes à altura deste que é o mais famoso festival de gastronomia do Brasil.

Menu Premium - R$109,00 (almoço) - R$149,00 (jantar) - R. Fagundes Varela, 950 Jardim Social - @varelacasa. Almoço: Segunda-feira a Sábado, das 12h às 15h. Domingo, das 12h às 16h. Jantar: Quarta-feira a Sábado, das 19h às 22h. (41) 3027-6403.

Bardo Company surpreende com menu especial para o almoço e para o jantar

O Bardo Company reafirma sua vocação para a cozinha autoral italiana com um menu que traduz, em cada etapa, a combinação entre técnica, sensorialidade e ingredientes de excelência. Tanto no almoço quanto no jantar, a casa constrói percursos gastronômicos completos, que valorizam contrastes de textura, frescor e sabores intensos.

No almoço, as entradas revelam o apreço pelo equilíbrio mediterrâneo: a Bruschetta di Pomodori e Bufala, servida sobre ciabatta com tomate fresco, tapenade de azeitonas, mozzarella di bufala e manjericão, oferece um início aromático e luminoso; já o Dolce Crema Pistaccio é um creme quente de parmesão e cream cheese, tomate confit e o toque agridoce do pistache crocante acompanhado de pão de fermentação natural. Entre os principais, o Bardo aposta em três interpretações: o Panino Stracciatella, com sua combinação entre a cremosidade da stracciatella de búfala, a personalidade da mortadela e a vivacidade do pesto; a Lasagna Formaggi alla Bolognese e Bacon, que inverte camadas para trazer a bolonhesa por cima e bacon ao forno; e o Gnocchi Sardi al Burro, que, em manteiga de sálvia, é finalizado com crocante de amêndoas e pistache. Para finalizar, a casa oferece a dupla de sobremesas que transitam entre o cremoso e o cítrico: o Gelato Dulce de Leche al Cumaru servido com espresso curto, combinação que remete a um affogato brasileiro, e o Mousse al Limone di Sicilia, apresentado na taça Martini.

O jantar do Bardo inicia com o Antipasti di Zucca, um creme de abóbora cabotiá temperado com especiarias e servido com pão natural e azeite da casa; e o Arancino al Parmigiano, composto por dois bolinhos de risoto com parmesão fritos e acompanhados de um surpreendente sweet chili de morango com pimenta dedo-de-moça. Nos principais, o Gnocchi Formaggi Recheado, com nhoques de muçarela mergulhados em molho à bolonhesa; a Lasagne di Spinaci, que reúne espinafre, ricota e o frescor da rúcula; e o Tagliatelle di Pomodoro alla Cacio e Pepe, que destaca a massa artesanal de tomate enriquecida por pecorino e pimenta. Encerrando o percurso, a clássica Panna Cotta ai Frutti Rossi, acompanhada de um delicado coulis de frutas vermelhas, ou o Brigadeiro de Colher alla Italia, que une café especial, bolacha champagne, espuma de parmesão e cacau.

Menu Tradicional - R$68,90 (almoço) - R$89,00 (jantar) - Rua Francisco Rocha, 1918, Bigorrilho - @@bardo.company. Terça-feira a sábado, das 12h às 15h e das 17h às 22h. (41) 99148-9928.

Fotos: Cristiano Albano

Uma variedade de restaurantes fantásticos

Confira os 34 restaurantes participantes desta edição: A Sacristia, Aatma Restaurante, Afonso's, Aish Baladi Gastronomia Árabe, Anarco Empório e Restaurante Batel, Avenida Paulista Curitiba, Bardo Company, Cantina do Délio (Batel e Itupava), Casa Varela, Cordelo Café, Donna Taça, Gyozabar, Ibérico (Água Verde e Ecoville), Ícaro Greek Food, Le Réchaud, Limoeiro Casa de Comidas, Luponero Restaurante, Mia Trattoria, Ninetto Curitiba, Paco Cocina y Bar, Parmè Casa de Parmegianas, Pede Thai Restobar (Água Verde e Centro), Qceviche!, Restaurante Catanzaro, Scavollo Bigorrilho, Sforno Trattoria & Pizzaria, Sonka Trattoria, Spaccio Gourmet Curitiba, Thai Restaurante Tailandês e Tuk Tuk.

“O festival tem o patrocínio da Payby, uma solução de autoatendimento que permite aos clientes verificarem seus pedidos e realizarem o pagamento direto da mesa, usando o celular. Isso elimina a necessidade de chamar o garçom ou esperar pela maquininha, reduzindo o tempo de atendimento em até 15 minutos por mesa. Além da agilidade, trazemos também economia”, explica Iago Queiroz, COO da Payby.

Outro destaque da Curitiba Restaurant Week é seu caráter social e solidário: os clientes têm a oportunidade de doar R$ 2 por menu vendido para o Pequeno Cotolengo, entidade parceira desta edição, contribuindo diretamente com projetos sociais.

Serviço: 30ª Curitiba Restaurant Week

Quando: até 07 de dezembro

Para conhecer os restaurantes e menus participantes: www.restaurantweek.com.br

Fique por dentro das novidades, siga: @restaurantweekbrasil

Apresentação: BYD Barigüi

Patrocínio: Payby, Zireh Imóveis

Media partner: Alpha e Band News FM

Apoio: Associação Comercial do Paraná (ACP), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes-Paraná (Abrasel-PR), Favretto e IFood

Apoio institucional: Curitiba Convention e Abrajet-PR

Sobre a Restaurant Week: Presente em mais de 20 cidades brasileiras, a Brasil Restaurant Week é, há 18 anos, um dos maiores e mais esperados festivais gastronômicos do mundo. O objetivo é criar oportunidades e acesso à boa gastronomia, movimentando e aquecendo esse mercado em períodos de baixa sazonalidade. Assim, durante o evento, os principais restaurantes preparam um menu especial, temático, com harmonizações diferenciadas e valor fixo para levar aos clientes experiências prazerosas.

Festival VEM de música católica anuncia vencedores da edição 2025

Ganhadores nas categorias Melhor Canção, Melhor Intérprete e Voto Popular foram escolhidos entre 15 semifinalistas, após recorde de inscrições no Festival, que recebeu 543 canções inéditas de todo Brasil

Com auditório lotado em três noites de apresentações, o VEM - Voz, Evangelização e Música anunciou, no último domingo (16), os vencedores das três categorias. A 5a edição do maior festival de música católica do país foi realizada em Curitiba (PR), no Anfiteatro da Associação Evangelizar é Preciso, e reuniu 15 participantes selecionados entre 543 canções inéditas, número recorde de inscrições.

As apresentações dos selecionados foram avaliadas pelos jurados Adriana Arydes, André Cavalcante e Irmã Ana Paula. O vencedor da categoria Melhor Composição foi o artista de Barra de São Francisco (ES), Max Calleb, que brilhou no palco com a música “Davi”. Ele recebeu a notícia da premiação com emoção. “Eu não sei nem explicar o que eu sinto, porque não consigo nem chorar. Só tenho alegria no meu coração. Essa composição nasceu para mostrar às pessoas como Deus é grande”, comemorou.

Premiada como Melhor Intérprete, a artista catarinense Hayanna Freitas, de São Bento do Sul (SC), avaliou o resultado como uma mensagem divina. “Estou muito feliz e grata a Deus. Isso, para mim, significa uma resposta, a confirmação e a aprovação do Senhor, para que eu possa continuar louvando e adorando a Ele”, disse. Ela subiu ao palco para apresentar a canção “Não cessai de rezar”.

O VEM 2025 recebeu 215.329 votos votos do público em menos de 24 horas, vindos de 18 países e de todas as regiões do Brasil, para definir o vencedor da categoria Voto Popular. Com 47% dos votos, o artista Álisson Alomba, de Teixeira de Freitas (BA), foi o campeão de votos, com a canção “Não mereço”. Ele agradeceu a participação dos fãs, amigos e familiares que acompanharam a apresentação e votaram no site do festival. “Muito feliz mesmo! Isso só mostra o quanto Deus me ama e manifesta isso pelo amor das pessoas. Gratidão ao povo da minha região”, declarou.

Além das apresentações dos 15 semifinalistas, o público do VEM 2025 assistiu aos shows de Bruno Faglioni, Davidson Silva e do Padre Reginaldo Manzotti, fundador da Associação Evangelizar é Preciso. “Neste ano, em que completamos 20 anos da Obra Evangelizar, o Festival tem um crescente perceptível aos olhos e ouvidos, tanto na qualidade musical quanto no conteúdo. O VEM quer valorizar a canção católica e precisamos exaltar o que é nosso. Deus tem suscitado verdadeiros profetas da música que O levam ao povo”, ressaltou o Sacerdote, durante a apresentação na grande final.

Maior festival de música católica contemporânea do Brasil, em sua quinta edição, o VEM recebeu no palco representantes da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Santa Catarina e São Paulo. As apresentações, que tiveram transmissão ao vivo pela TV Evangelizar, estão disponíveis no canal da emissora católica no YouTube.