Ópera de Bambu encerra temporada 2025-2026 de rodízio de caranguejo em 14 de março

Tradicional na gastronomia curitibana há mais de duas décadas, a Ópera de Bambu anuncia a reta final da temporada 2025-2026 de seu rodízio de caranguejo.

O último dia de serviço será 14 de março, sábado, com atendimento tanto no almoço quanto no jantar. Após essa data, o rodízio retorna somente em 1º de dezembro, marcando o início da nova temporada.A pausa ocorre em função do período de defeso do caranguejo-uçá, medida ambiental que protege a espécie durante sua fase reprodutiva, contribuindo para o equilíbrio do ciclo natural e a sustentabilidade da atividade. Reconhecido por servir um dos mais tradicionais e completos rodízios de caranguejo de Curitiba, o restaurante oferece a iguaria à vontade, acompanhada de um buffet de complementos. O valor é de R$ 140 por pessoa.

Neste período final de temporada, a procura costuma ser ainda maior, reunindo apreciadores que fazem questão de aproveitar os últimos dias da iguaria no cardápio. Por isso, é fundamental garantir a reserva com antecedência. Além do rodízio, a Ópera de Bambu disponibiliza a opção de consumo apenas do buffet e também menu à la carte.

Localizado no bairro Água Verde (Rua Nestor Victor, 434), o restaurante funciona todos os dias da semana.
As reservas são obrigatórias pelo WhatsApp: (41) 3018-8468.

Serviço
Ópera de Bambu
Endereço: Rua Nestor Victor, 434 – Água Verde – Curitiba (PR)
Rodízio de caranguejo: R$ 140 por pessoa
Reservas: (41) 3018-8468 (WhatsApp)
Último dia da temporada 2025-2026: 14 de março (sábado, almoço e jantar)

1ª Edição da Feira Casa Design 2026 acontece em Campo Largo com móveis direto da fábrica para o consumidor

Feira de móveis e decoração

A 1ª edição da Feira Casa Design acontece de 5 a 8 de março de 2026, no City Center Outlet Premium, no mesmo local da tradicional Feira da Louça.
O evento reúne fabricantes de móveis, itens de decoração, paisagismo, lifestyle e design de interiores, direcionado a consumidores que buscam compras diretas das fábricas, sem intermediários.
Os expositores, na sua maioria são fabricantes e apresentam produtos alinhados às tendências do mercado moveleiro, com opções de negociação personalizada disponíveis exclusivamente durante a feira.
Realizada em um dos maiores outlets do país, a feira facilita o acesso para moradores de Curitiba e mais de 30 municípios da região metropolitana, consolidando Campo Largo como polo estratégico de design e comércio no Sul do Brasil.
Além da exposição comercial, o evento oferece programação gratuita de palestras e workshops com especialistas:
Quinta-feira, 5 de março – Comunicação e Narrativa no Design
15h: Redes Sociais para Designers, Decoradores e Arquitetos – Bruna Esmanhoto. Aborda o posicionamento digital, comunicação de valor e transformação de projetos em conteúdo estratégico.
16h: O poder da fotografia na composição de espaços – Karin Brenner. Explora identidade, memória afetiva e narrativas visuais na decoração.

Sexta-feira, 6 de março – Inovação e Sustentabilidade
16h: Revestimento e Envelopamento de Móveis – Adsive Decor. Apresenta tecnologia japonesa inédita no Brasil para renovação de mobiliário com foco em praticidade e sustentabilidade.
17h: Revestimentos Líquidos e Sustentáveis – Ecodecor. Discute soluções estéticas e ambientais para projetos de arquitetura e interiores.

Sábado, 7 de março – Sensibilidade, Percepção e Experiência no Morar
15h: O essencial é invisível aos olhos – Carolina Henares Campos Silva. Aplicação do Feng Shui na decoração contemporânea para promover bem-estar e equilíbrio.
16h: O poder da fotografia na composição de espaços – Karin Brenner. Explora identidade, memória afetiva e narrativas visuais na decoração.

Domingo, 8 de março – Personalidade e Longevidade nos Espaços
15h: Como ousar usando cor na decoração – Jordana Fraga e Gisleine Rosa. Estratégias para aplicação criativa e harmoniosa de cores.
16h: Como preparar a casa para 60+ – Carla Busato. Soluções de arquitetura e interiores para conforto, acessibilidade e autonomia.
“Essas sessões transformam a visita em uma jornada educativa, capacitando o público a fazer as melhores escolhas”, afirma Larissa Sieradzki, organizadora do evento.

Serviço:
Feira Casa Desing 2026 – Feira de Móveis e Decoração
Data: 5 a 8 de março de 2026.
Horário: Quinta e sexta-feira, das 14h às 22h; sábado e domingo, das 10h às 22h.
Local: City Center Outlet Premium. Rua João Bertoja, 1995 - Itaqui de Cima – Campo Largo PR
Ingresso e estacionamento: Gratuitos.
Mais informações: @feiracasadesign
Crédito das imagens: Thiago Mesquita

Espetáculo mistura ópera e teatro para celebrar herança cultural africana e combater preconceito

Canto lírico, teatro, música erudita, canções populares, raízes africanas e gritos de resistência contra o racismo se encontram em um só palco no espetáculo “Ópera Presença Lírica Africana”, que ganha estreia em Curitiba. Numa curta temporada na Capela Santa Maria, de 11 a 14 de março, a nova montagem da Companhia Nossa Senhora do Teatro Contemporâneo reúne dois atores e três cantores. O elenco traz como convidado especial uma das maiores vozes do canto lírico mundial em atividade, o premiado barítono David Marcondes, do Teatro Municipal de São Paulo. A entrada é franca.

Com direção musical de Paulo Barato e direção cênica de Isidoro Diniz e Cesar de Almeida, o espetáculo narra a saga da cultura africana no Brasil e sua importância para a formação do país. Para isso, traz um repertório com músicas eruditas e populares – de Chiquinha Gonzaga e Caetano Veloso até Villa-Lobos e Hekel Tavares - mesclado ainda com encenações teatrais contemporâneas, inspiradas nos contextos históricos da colonização e na musicalidade do povo brasileiro.

A soprano Milena Tupy e o barítono Paulo Barato completam o trio de cantores com David Marcondes, que é conhecido em Curitiba pelo grande sucesso da ópera “Anjo Negro”, apresentada em 2023 no Guairão, e já venceu diversos concursos internacionais na Europa. Eles cantam acompanhados pelo piano de Davi Sartori. A parte teatral reúne os atores Carlos Roberto Barbosa e Marcyo Luz.

O projeto foi aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e Governo Federal.

Combate ao racismo

“Infelizmente, séculos depois, ainda é muito necessário combater o racismo e valorizar a presença cultural negra na construção da identidade brasileira. Os efeitos perversos dos quase 400 anos de escravidão continuam presentes, e um deles é justamente subvalorizar toda a grandiosidade da cultura que veio da África junto com os escravizados”, ressalta o diretor Isidoro Diniz, cuja carreira tem como uma de suas marcas a afirmação do protagonismo negro nas artes. “Nesta montagem, cuja linha mestra é a música, misturamos o erudito com o popular para reforçar a dimensão fundamental da negritude na verdadeira alma brasileira, com seu caráter de miscigenação cultural”.

A estrutura do espetáculo traz blocos musicais intercalados pelas cenas teatrais. O repertório selecionado por Paulo Barato parte de obras clássicas para se misturar com canções populares e folclóricas, num sincretismo que sintetiza a própria essência brasileira, para terminar, de forma apoteótica, em Carnaval, com um samba-enredo, “Sankofa” (Sílvio Costa (Turco). Esta composição foi vencedora do Carnaval de Curitiba de 2025, com a escola Mocidade Azul. Tem inspiração no símbolo africano ancestral que traz uma ave voltando a cabeça para trás, fazendo alusão à importância de conhecer o passado para entender o presente.

Miscigenação cultural

“O repertório faz um tour pela formação musical brasileira, com canções eruditas que retratam a tragédia da escravidão e também o lado alegre e resistente dos negros, presentes em sua religiosidade e musicalidade, passando pelo popular e a mistura de ritmos europeus e africanos para a criação de novos estilos”, explica Paulo Barato. “Samba, maracatu, bossa novas, lundu e maxixe são alguns dos filhos desta mesma mãe que é a contribuição da cultura negra ao país”.

A conversa entre teatro e música é costurada pelos atores, caracterizados com uma estética afrofuturista, como revela o codiretor cênico Cesar Almeida. “Eles fazem comentários sobre a invasão portuguesa no Brasil, colonização e escravidão, demonstrando a fundamental presença africana e negra na musicalidade e cultura do nosso povo, um legado ainda menosprezado”, completa Almeida.

Repertório musical

O repertório musical ganha vida em três blocos. O primeiro reverencia os indígenas, habitantes originários da terra invadida: “Um Índio” (Caetano Veloso), “Maru Upi” (canção tradicional Guarani) e “Nozani Ná” (harmonizada por Heitor Villa-Lobos a partir de registros dos índios Parecis feitos por Roquete Pinto no Mato Grosso). O segundo, traz: “Estrela é Lua Nova” (Heitor Villa-Lobos), “Estrela do Mar” (Marlos Nobre), “Cantilena” (Heitor Villa-Lobos) e “Xangô”, de Babi de Oliveira.

A terceira parte musical vem como “Rei Congo” (Osvaldo França e Liz Monteiro), “Funeral D'um Rei Nagô” (Hekel Tavares), “Lua Branca” (Chiquinha Gonzaga) e “Invocação” (Hekel Tavares). A quarta e última é composta por: “Boi Bumbá” (Waldemar Henrique), “Eu Avistei” (Aurinha do Côco), “Aquarela do Brasil” (Ari Barroso) e “Sankofa”(Sílvio Costa (Turco), Samba “Enredo da Escola de Samba Mocidade Azul de 2025”.

Contra o preconceito

Para David Marcondes, afrodescendente que enfrentou preconceito e conseguiu conquistar o topo da carreira na ópera, uma das expressões culturais mais elitizadas, o espetáculo é um grande marco em sua carreira e no meio lírico brasileiro. “Estou extremamente honrado em participar de um projeto com um tema tão grandioso e importante, que é valorizar a presença cultural negra no país e o sincretismo entre erudito e popular. Será a primeira vez que canto um repertório inteiro com este tema – penso que é inédito na ópera”, conta David. “Os 350 anos de escravidão e seu legado foram eficazes em varrer para o esquecimento muita coisa da cultura negra. Até mesmo eu, que sou negro, aprendi muito com esta montagem sobre temas como a mitologia e as religiões ancestrais da África”.

“Ópera Presença Lírica Africana”, com a Cia Nossa Senhora do Teatro Contemporâneo.

Data: 11 a 14 de março de 2026

Local: Capela Santa Maria - Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro - Curitiba

Horários: De 11 a 13 de março (quarta a sexta-feira), às 20h. Dia 14 de março (sábado), duas sessões, às 11h e às 18h30.

Entrada: gratuita

Todas as sessões contarão com intérprete de libras

Pobre Juan Curitiba serve o Jamón Pata Negra, o presunto mais exclusivo do mundo

Pobre Juan Curitiba serve o Jamón Pata Negra, o presunto mais exclusivo do mundo
Ícone da charcutaria espanhola e presença em restaurantes estrelados, o Jamón Ibérico integra o menu do Pobre Juan Curitiba, oferecendo aos apreciadores uma experiência gastronômica sem igual

O Pobre Juan Curitiba tem em seu menu uma das iguarias mais exclusivas da gastronomia mundial: o Jamón Pata Negra. Considerado o ápice do presunto ibérico, o produto é reconhecido internacionalmente por sua complexidade de sabores, aroma profundo e textura delicada que se dissolve na boca, proporcionando uma experiência sensorial rara e sofisticada.

Produzido a partir de suínos 100% ibéricos criados em liberdade e alimentados com bellotas (frutos dos carvalhos, semelhantes a avelãs), o Jamón Pata Negra resulta de um processo artesanal rigoroso, aperfeiçoado ao longo de mais de um século. Entre os exemplares mais reverenciados está o Jamón Joselito, frequentemente apontado como o melhor presunto do mundo.

Reconhecido internacionalmente, o Jamón Pata Negra está presente em restaurantes estrelados por todo o mundo, tornando-se símbolo máximo da excelência na charcutaria. Por isso, no Pobre Juan Curitiba, a iguaria é servida respeitando seu caráter quase ritualístico. Cada fatia revela a marmorização característica e o perfil untuoso e profundo do jámon, valorizando sua textura e intensidade aromática.

O Pobre Juan Curitiba está localizado no Pátio Batel (Av. do Batel, 1868), em Curitiba. O restaurante funciona diariamente para almoço e jantar.

Um pouco sobre o Pobre Juan
Inspirado nas típicas casas argentinas, o restaurante Pobre Juan é uma das mais conceituadas casas de carnes no país e ficou famoso por sua parrilla (grelha argentina) premium, cortes de carnes nobres especialmente selecionados, excelência na carta de vinhos e seu ofurô de cervejas.
Para garantir a qualidade dos cortes Pobre Juan, a marca monitora cada etapa. Tudo começa com a seleção dos animais, passando pelo acompanhamento de sua alimentação, até o porcionamento em cortes exclusivos e controle total do processo de maturação. Apenas as peças selecionadas chegam às casas no período ideal e já prontas para o preparo. O Pobre Juan surgiu em 2004, com o restaurante da Vila Olímpia, em São Paulo, a partir do desejo de um grupo de amigos em saborear boas carnes assadas na grelha, em um ambiente agradável e confortável. Atualmente, o grupo possui 14 casas no Brasil, nas cidades de São Paulo, Alphaville, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, Goiânia, Brasília, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre e Manaus.

Serviço

Restaurante Pobre Juan Curitiba

Endereço: Pátio Batel (Av. do Batel, 1868 - Batel, Curitiba - PR, 80420-090)

Reservas: (41) 3020-3670

Bolo Martha Rocha ganha festival próprio em Curitiba

Evento celebra o doce tradicional em 22 confeitarias da cidade

O bolo Martha Rocha, declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Paraná em fevereiro deste ano, ganhou um evento para chamar de seu. O 1º Festival de Bolo Martha Rocha acontece de 4 a 15 de março. São 22 confeitarias participantes e todas irão vender cada fatia ao preço único de R$ 19,50. A organização é da Curitiba Honesta, plataforma de gastronomia já conhecida pelos festivais do Pão com Bolinho, Carne de Onça, entre outros. A proposta é valorizar a história do doce, estimular a produção artesanal e convidar o público a revisitar sabores que fazem parte da memória afetiva da cidade.
O empresário Sérgio Medeiros, idealizador do projeto, comemora a ótima receptividade ao evento. “Ficamos muito felizes com a excelente adesão das confeitarias ao primeiro festival. Com certeza entrará no nosso calendário anual, prosseguindo assim com a valorização da gastronomia local, que sempre foi o foco da Curitiba Honesta”, diz ele.
Criado em 1954, em Curitiba, o bolo nasceu como uma homenagem a Maria Martha Hacker Rocha, eleita Miss Brasil naquele ano e segunda colocada no concurso de Miss Universo. A autoria da receita é atribuída à confeiteira Dair da Costa Terzado, então proprietária da tradicional Confeitaria das Famílias, localizada no centro de Curitiba. O sucesso foi imediato: a sobremesa conquistou a cidade, passou a marcar aniversários, casamentos e celebrações e, com o tempo, tornou-se presença quase obrigatória nas vitrines das confeitarias locais.
Confira os participantes do festival:
Brioche - Água Verde
Brioche - Juvevê
Chiffon Cake
Confeitaria Acapulco
Confeitaria Doce Pecado
Confeitaria Holandesa
Confeitaria Moinho Holandês
Confeitaria Rosângela
Confeitaria Sênior Koster
Damarate Confeitaria - Agua Verde
De Fátima Pães e Doces
Docelândia
Donana Doces
Kaffe Kantate
Ladé Chocolates e Doceria
Maison Lalisse
Padaria América Café
Panificadora Aquarius
Roberta Schwanke Gastronomie Patisserie
SóQuindins
Tutti Pães e Doces
Velvet Bolo

O 1º Festival de Bolo Martha Rocha tem apoio da Prefeitura de Curitiba, por meio do Instituto Municipal de Turismo. Receitas e endereços estão disponíveis em www.curitibahonesta.com.br.

Serviço
1º Festival de Bolo Martha Rocha
Data: de 4 a 15 de março de 2026
Preço único: R$ 19,50
Informações: www.curitibahonesta.com.br
Instagram @curitibahonesta
Facebook: https://www.facebook.com/curitibahonesta

Maratona Internacional do Paraná divulga percursos de sua edição de estreia

Com 18 mil inscritos, MIP apresenta traçados que combinam altimetria concentrada, longos trechos planos e a travessia da Ponte de Guaratuba

Brasil, fevereiro de 2026 — A Maratona Internacional do Paraná (MIP) divulgou oficialmente os percursos e as altimetrias da sua primeira edição, detalhando o desenho técnico da prova que já nasce como a maior maratona da história do Estado, com 18 mil atletas inscritos. O evento acontece nos dias 02 e 03 de maio de 2026 e se apresenta ao cenário nacional como uma competição que equilibra desafio físico pontual e condições reais para desempenho esportivo.

A Ponte de Guaratuba é o ponto mais marcante do traçado e influencia diretamente a dinâmica das provas. Na maratona completa, os 42 km, o percurso concentra duas subidas fortes antes e depois da travessia, responsáveis por um ganho total de elevação de 232 metros. Esses trechos exigem leitura de prova e controle de ritmo, mas são compensados por extensos segmentos planos, especialmente pelas ruas e orlas de Matinhos e Guaratuba, que favorecem constância e manutenção de velocidade.

A altimetria da maratona está organizada em três fases distintas. O início reúne uma sequência de subida, descida e nova subida, seguida por um trecho plano. No meio da prova, há nova subida acentuada com descida subsequente. O final é totalmente plano, permitindo que os atletas administrem o esforço ou acelerem nos quilômetros decisivos.

As demais distâncias seguem a mesma lógica de percurso. As provas de 5 km e 21 km começam com subida forte, seguem em descida, cruzam a ponte e retornam, exigindo atenção desde a largada. Já os 10 km distribuem duas subidas e duas descidas ao longo da ida e da volta, configurando uma prova de exigência física intermediária.

Os ganhos de elevação confirmados pela organização são:

· 5 km – 128 m
· 10 km – 202 m
· 21 km – 141 m
· 42 km – 232 m

Outro fator relevante é o clima do litoral paranaense. O mês de maio historicamente apresenta umidade em torno de 85%, condição que impacta o desempenho e reforça a importância de estratégias de hidratação e reposição adequadas, especialmente nas provas mais longas.

Confirma os percursos completos

5k
https://www.strava.com/routes/3433521406188512676

10k
https://www.strava.com/routes/3433506847096979352

21k
https://www.strava.com/routes/3433521406190405028

42k
https://www.strava.com/routes/3433531745361468742

A Maratona Internacional do Paraná (MIP) acontece no próximo mês de maio, nos dias 02 (provas de 5 km e 21 km) e 03 (provas de 10 km, e 42 km), com percursos entre as cidades Guaratuba e Matinhos. Para mais informações, acompanhe o perfil oficial da prova no Instagram: @maratonainternacionalpr.

Curitiba recebe Pitch Day da etapa brasileira do Red Bull Basement 2026

Evento acontecerá no dia 02 de março, conectando ideias inovadoras em tecnologia e inteligência artificial a especialistas em startups
Ideias inovadoras ganham espaço para sair do papel e se conectar ao mercado no Pitch Day do Red Bull Basement 2026, que desembarca em Curitiba como parte da etapa brasileira da competição global. O evento acontecerá no dia 02 de março, das 19h às 21h30, na sede do ecossistema de inovação Hotmilk, reunindo empreendedores, mentores e representantes do meio de startups em uma noite dedicada à criatividade e ao networking qualificado.
A programação traz o painel “Next Gen Founders”, mediado por Ana Moscato (CEO do Hub Growth Partners), com a participação de Pedro Viggiano (Fundador e CMO da Cheers), Tatiane Mesquita (Diretora de RH na Mobilize FS) e Alexandre Silva (Investidor na Ventiur), que discutem tendências, desafios e oportunidades para a nova geração de fundadores.
O encontro inclui ainda um workshop prático, no qual o público poderá criar e inscrever projetos no Red Bull Basement em tempo real, além do Momento Pitch, que selecionará cinco iniciativas para apresentação com feedbacks dos especialistas presentes.
Os Pitch Days fazem parte da jornada do Red Bull Basement 2026, competição global criada no Brasil em 2015, que impulsiona a nova geração de inovadores a transformar ideias em projetos reais. A etapa nacional está com inscrições abertas para participantes de todo o país, e o projeto vencedor representará o Brasil na Final Mundial, realizada no Vale do Silício, nos Estados Unidos.
Neste ano, o programa ganha como principal diferencial o AI Accelerator, ferramenta de mentoria baseada em Inteligência Artificial que orienta o fluxo de trabalho dos participantes e apoia o processo criativo, desde o refinamento da ideia à estruturação de um pitch competitivo. A edição também conta com parceiros globais como Microsoft e AMD, ampliando o acesso a tecnologia e expertise ao longo da jornada.
As inscrições para a etapa brasileira estão abertas até 4 de março de 2026, exclusivamente pelo site http://www.redbullbasement.com.
Serviço
Red Bull Basement 2026 - Pitch Day Curitiba
Data: 02/03
Horário: 19h às 21h30
Endereço: R. Imac. Conceição, 1430 - Prado Velho, Curitiba - PR, CEP: 80215-182
Entrada gratuita - Retirada de ingressos via Cheers
Informações para imprensa
Ágora | redbull@agora.site
Sobre a Red Bull
Inspirado pelas bebidas funcionais do Extremo Oriente, Dietrich Mateschitz fundou a Red Bull em meados dos anos 80. Ele desenvolveu não apenas um novo produto, mas também um conceito de marketing único e lançou Red Bull Energy Drink na Áustria, em 1º de abril de 1987. Atualmente, as bebidas energéticas Red Bull estão disponíveis em mais de 170 países. Para mais informações, acesse: www.redbull.com/br-pt/energydrink.
Sobre o Red Bull Basement
Red Bull Basement é um projeto global que empodera estudantes a desenvolver ideias capazes de gerar impacto real, conectando inovação, tecnologia e criatividade. Em 2026, o projeto evolui com AI integrada em todas as fases, novas ferramentas inteligentes para candidatos e jurados, e uma jornada ampliada que culmina na World Final em Silicon Valley, EUA. A edição também chega com a força dos novos parceiros globais: Red Bull Ventures, Microsoft e AMD.

Guilherme Manocchio destaca a realização do Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Curitiba-Paraná

Paranaense, que brilhou nos circuitos nacional e internacional, com dois títulos de IRONMAN, ressalta o entusiasmo para a estreia da prova no calendário.
Alta | Web
Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Curitiba-Paraná (Fábio Falconi/Unlimited Sports)
Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Curitiba-Paraná
(Fábio Falconi/Unlimited Sports)
Alta | Web
Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Curitiba-Paraná (Fábio Falconi/Unlimited Sports)
Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Curitiba-Paraná
(Fábio Falconi/Unlimited Sports)
São Paulo (SP) – A realização da nova etapa do Circuito IRONMAN 70.3 em Curitiba, no dia 8 de março, trouxe uma onda de entusiasmo entre os triatletas de todo o Brasil, especialmente no Paraná. Para Guilherme Manocchio, um dos grandes nomes do esporte no país, com vitórias no circuito mundial, incluindo o IRONMAN Fortaleza (2014) e o IRONMAN Copenhagen (2015), eventos como esse não apenas mobilizam a comunidade local, mas também criam um clima de festa e celebração.

“Quando foi anunciada a prova em Curitiba, a alegria foi geral. Os triatletas ficaram empolgados e prontos para treinar, mesmo aqueles que estavam se preparando para distâncias menores”, afirmou o treinador, que tem atuado como “embaixador” da cidade ao lado de Fellipe dos Santos, ex-atleta profissional e prata da casa, oferecendo diversas dicas aos inscritos.

Ainda segundo Manocchio, a etapa que abre a temporada 2026 promete um percurso excepcional. A natação será realizada em lago, que, embora mais exigente do que a piscina, proporciona um cenário bonito. O ciclismo representa um desafio técnico, com altimetria próxima de mil metros ao longo dos 90 quilômetros.

A corrida acontece no Parque Barigui, local tradicional e muito apreciado pelos corredores. Ele destaca a importância da hidratação e da regularidade na alimentação ao longo de toda a prova, enfatizando que “não adianta consumir muitos géis no ciclismo e descuidar da reposição na corrida”.

Além disso, o retorno do Paraná ao calendário da franquia - que já contou com a realização de três edições do IRONMAN 70.3 em Foz do Iguaçu - é considerado um reconhecimento ao bom momento do triatlo paranaense. “O Paraná tem muitos triatletas competentes, e é importante ver o estado voltando a receber um evento dessa magnitude”, conclui.

Com a expectativa de reunir atletas e torcedores de várias regiões do país, o evento promete não apenas elevar o nível da competição, mas também ampliar a visibilidade e a valorização do triatlo na região.

O Nubank Ultravioleta IRONMAN 70.3 Curitiba é organizado pela Unlimited Sports, tem como Title Sponsor o Nubank Ultravioleta e conta com patrocínio do Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba, Prefeitura de Araucária, Prefeitura de Campo Largo, Copel, Sanepar, Viaje Paraná, Track & Field, Fila, Vivo, La Roche, Omint, Água Otimista e Arjon; copatrocínio de Volvo, Vitafor, Parmalat Fit, Liquidz, Dux, Blue 70, Pacco, Canção, Boali, Huub e Oakberry; além do apoio de Tachão Ubatuba, Paçoquita e Sococo.

Programação

Endereços:
– Parque Passaúna (natação e transição 1) – Rua Pelicano, 1779 – Capela Velha, Araucária-PR
– Parque Barigui (IRONMAN Village, transição 2 e chegada) – Alameda Ecológica Burle Marx, 2518 – Santo Inácio, Curitiba-PR

5 de março

16h – 21h - IRONMAN Village - Centro de Eventos Positivo

16h – 20h - Entrega de Kits com horário agendado - IRONMAN Village

6 de março

9h – 19h - IRONMAN Village - Centro de Eventos Positivo

9h – 18h - Entrega de Kits - IRONMAN Village

7 de março

8h - IRONKIDS - Parque Barigui

8h30 – 19h - IRONMAN Village - Centro de Eventos Positivo

8h30 – 12h - Entrega de Kits - IRONMAN Village

10h30 - Coletiva de Imprensa - Parque Barigui

13h30 – 17h30 - Bike Check-in na T1

8 de março

4h45 – 6h30 - Acesso dos Atletas à Área de Transição 1 - Parque Passaúna)

6h30 - Largada Elite Masculina - Parque Passaúna

6h35 - Largada Elite Feminina - Parque Passaúna

6h45 – 7h05 - Largada Amadores - Rolling Start - Parque Passaúna

7h30 – 16h - IRONMAN Village - Centro de Eventos Positivo

11h - Premiação Top 3 Geral - Masc. e Fem. - Parque Barigui

17h – 18h - Resultado Oficial / Contestações - SAC (IRONMAN Village)

19h - Premiação Top 5 (categoria e TriClubs) e Rolagem de Vagas para o Mundial 2026 - Vagas Automáticas - Parque Barigui

20h - Rolagem de Vagas para o Mundial 2026 - Vagas de Performance - Parque Barigui

*Programação sujeita à alteração até a exibição do Congresso Técnico online.

Credenciamento de Imprensa - https://www.presskit.net.br/c/61qHNkSbVYs08c

Mais informações no site oficial, www.ironmanbrasil.com.br

EQI Investimentos apresenta o espetáculo Alegría – In A New Light by Cirque du Soleil, em celebração aos 20 anos da companhia no Brasil

Iniciativa reforça a estratégia da corretora de ir além do mercado financeiro, fomentando a cultura e o esporte nacionais

São Paulo, fevereiro de 2026 — A EQI Investimentos anuncia que será a apresentadora oficial da turnê brasileira do espetáculo Alegría – In A New Light do Cirque du Soleil, uma extraordinária releitura da produção mais icônica da principal companhia de entretenimento ao vivo do mundo. A parceria, que se estenderá ao longo de 2026, por meio da IMM, responsável pela produção do espetáculo no Brasil, passará por São Paulo e Curitiba no segundo semestre do ano, celebrando 20 anos de apresentações da companhia canadense no país.

Alegría – In A New Light é uma reimaginação encantadora do clássico do Cirque du Soleil, Alegría, um dos espetáculos mais amados da companhia, que consolidou seu estilo característico ao cativar mais de 14 milhões de espectadores em 255 cidades ao redor do mundo, de 1994 a 2013. Tão icônica quanto a própria produção ao vivo, a trilha sonora de Alegría, que inclui sua popular faixa-título, recebeu uma indicação ao Grammy após seu lançamento em 1995 e permanece, até hoje, como o álbum do Cirque du Soleil mais comprado e mais reproduzido em streaming.

Ao redefinir a narrativa e a direção cênica originais, renovar o conteúdo acrobático e abraçar uma estética contemporânea, Alegría – In A New Light apresenta uma nova criação marcante, um renascimento moderno que reacende as emoções e a magia de Alegría e celebra os próprios fundamentos de seu sucesso: suas melodias inesquecíveis, temas atemporais e um universo barroco imersivo, permeado por lirismo e nostalgia.

Ao longo de toda a temporada, a parceria entre a EQI, o Cirque du Soleil e a IMM incluirá campanhas teaser, presença em mídia on e offline. Também está prevista uma pré-venda exclusiva para clientes da companhia, além de menções especiais antes de cada apresentação, visitas guiadas com acesso à infraestrutura do espetáculo e workshops exclusivos voltados a colaboradores e convidados.

O patrocínio reforça a iniciativa da EQI de realizar investimentos relevantes nos universos do esporte e da cultura, com foco em estratégia de negócios, posicionamento de marca e criação de valor de longo prazo.

“Ao apresentar Alegría – In A New Light no Brasil, um dos maiores espetáculos do entretenimento global, reforçamos nosso compromisso de ir além das finanças. A parceria com o Cirque du Soleil e a IMM é uma extensão natural da nossa estratégia de oferecer experiências memoráveis por meio de investimentos em cultura e conexões relevantes que fortalecem a marca no longo prazo”, explica Patrik Castilho, Diretor de Marketing da EQI Investimentos.

Como é tradição no Cirque du Soleil, Alegría – In A New Light surpreende com uma poderosa fusão de acrobacias eletrizantes, uma trilha sonora ao vivo arrebatadora, figurinos luxuosos, cenários inovadores e um humor irresistível. Visto por mais de 4 milhões de pessoas desde 2019, em 10 países, o clássico reimaginado reúne 54 artistas de 18 países diferentes, incluindo Brasil, 120 figurinos e 9 atos de tirar o fôlego. “Desde 2012, temos uma relação sólida e de confiança com o Cirque du Soleil no Brasil e na América do Sul, e contar com um parceiro tão importante quanto a EQI Investimentos é essencial. Juntos, estamos trazendo ao país um dos espetáculos mais icônicos da companhia, certamente um dos principais motivos da paixão única que os brasileiros têm pelo Cirque du Soleil”, disse Stephanie Mayorkis, COO da divisão de entretenimento da IMM.

A EQI também investe em iniciativas proprietárias que conectam conteúdo e relacionamento. Entre elas está a Money Week, hoje um dos principais eventos do mercado financeiro brasileiro, reunindo especialistas e investidores para debater investimentos e o cenário econômico. Outro destaque é a Match Point Mansion, um projeto que reúne tênis, lifestyle e negócios em experiências exclusivas. Após a edição no Rio de Janeiro, a iniciativa terá sua primeira edição internacional neste ano, em Miami, Estados Unidos, mantendo seu foco em gerar conexões relevantes e oportunidades de negócios.
Sobre a EQI Investimentos
Fundada em 2008 em Santa Catarina, a EQI Investimentos foi a primeira do tipo a obter licença para atuar como corretora no Brasil. Desde sua criação, investe de forma consistente na capacitação de seus profissionais e foi por meio desse modelo que cresceu e se tornou uma das líderes do mercado. Atualmente, tem R$ 51 bilhões sob custódia e mais de 90.000 clientes ativos. Com volume médio mensal de captação superior a R$ 1 bilhão e mais de duas mil novas contas por mês, a plataforma tem expectativa de atingir R$ 180 bilhões sob custódia em cinco anos.

Sobre a IMM
Há mais de 11 anos no mercado, a IMM, que atua nas áreas de Mídia, Esportes e Entretenimento, é referência em entretenimento ao vivo para públicos e marcas, e seu portfólio é seu maior diferencial. Ele vai do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, a musicais da Broadway de primeira linha, incluindo Cirque du Soleil, o maior festival gastronômico do mundo, Taste Festivals, a GO CUP, o maior torneio de futebol infantil do mundo, e a São Paulo Fashion Week, a maior semana de moda do Hemisfério Sul. A partir de 2025, a IMM também passou a ser responsável pela equipe Mubadala Brazil SailGP e pela etapa brasileira da corrida mais emocionante sobre a água, a ENEL Rio SailGP.

Sobre o Cirque du Soleil Entertainment Group
A Cirque du Soleil Entertainment Group é líder mundial em entretenimento ao vivo. Com mais de quatro décadas expandindo os limites da imaginação, a companhia artística leva sua abordagem criativa a uma ampla variedade de formas artísticas, como espetáculos ao vivo, produções multimídia, conteúdos de longa duração, música, experiências imersivas e eventos especiais. Desde sua criação, em 1984, mais de 400 milhões de pessoas foram inspiradas em 6 continentes e 86 países. A companhia canadense atualmente conta com mais de 4.000 colaboradores, incluindo 1.200 artistas de mais de 80 nacionalidades diferentes. Junto de suas afiliadas, Blue Man Group, VStar Entertainment Group e The Works Entertainment, a Cirque du Soleil Entertainment Group continua a expandir seu alcance criativo. Para mais informações sobre a Cirque du Soleil Entertainment Group, visite cirquedusoleil.com.

Dia Mundial do Pistache: sabor é fenômeno e destaque nas vendas da Cacau Show

No último ano, a rede produziu mais de 1,4 mil toneladas de produtos com o ingrediente, distribuídos em um mix especial

Crédito: Divulgação

São Paulo, 26 de fevereiro de 2026 - A Cacau Show, maior rede de chocolates finos do mundo, foi uma das pioneiras no país a desenvolver produtos com pistache, antecipando a tendência nacional pelo sabor. No Dia Mundial do Pistache, celebrado em 26 de fevereiro, a empresa ressalta que a expansão do ingrediente em seu catálogo foi impulsionada diretamente pelo desejo dos consumidores. O que teve início como uma edição especial acabou dominando as prateleiras e o ranking de vendas. Atualmente, a trufa de 30g segue como um dos itens mais vendidos da rede, superando recheios tradicionais e clássicos.

Apenas em 2025, a marca produziu mais de 1,4 mil toneladas de produtos fabricados com pistache, considerando somente o portfólio de linha e sem contabilizar as campanhas sazonais. Para atender a essa alta demanda, a produção opera em escala massiva, utilizando pistache verdadeiro em todas as pastas, e não apenas o aroma.

Hoje, a linha especial dedicada ao pistache tem muito mais do que trufas. O portfólio contempla biscoitos wafer, caixas de bombons Petit Deli e Minishow, além de tabletes das linhas laCreme e Dubai.

Para a Páscoa, a Cacau Show apresenta duas novidades visando atender aos consumidores que buscam o ingrediente em ocasiões especiais. O lançamento é o Ovo laCreme Pistache (348g), feito com chocolate laCreme — conhecido por sua cremosidade que derrete na boca — combinado a uma intensa pasta de pistache. Além dele, após o sucesso absoluto com edição limitada no ano passado, a marca apresenta o Ovo Dreams Dubai Pistache, desta vez com distribuição nacional. O produto traz cascas externas de chocolate ao leite, um delicioso recheio de creme de pistache, e massa kataifi – uma massa crocante muito utilizada nos doces árabes, que adiciona uma textura surpreendente à experiência, e é coberto por uma camada de chocolate branco.

Sobre a Cacau Show
Fundada em 1988, a Cacau Show tornou-se a maior rede de chocolates finos do mundo. Atualmente, conta com mais de 4.700 lojas nos principais shoppings, avenidas e ruas comerciais de todo o Brasil. Especialista em chocolates com diferentes intensidades de sabor, a Cacau Show está em constante inovação e oferece uma variedade de produtos para todos os gostos e momentos.

Referência do metal europeu, In Flames confirma show em Curitiba

A banda sueca carrega um vasto repertório que atravessa mais de três décadas de carreira. Apresentação acontece na Ópera de Arame, no dia 26 de abril

Curitiba, fevereiro de 2026 - Um dos nomes mais influentes do metal europeu, o In Flames acaba de confirmar seu retorno ao Brasil em 2026. Como não poderia ser diferente, a turnê da banda sueca no país terá, além da cidade de São Paulo, Curitiba na agenda: dia 26 de abril, com única apresentação na Ópera de Arame, com assinatura Bangers Open Air, Planeta Brasil Entretenimento e Honorsounds. A banda, formada em 1990, na cidade de Gotemburgo, é reconhecida por sua contribuição ao death metal melódico e por uma trajetória que atravessa gerações sem perder relevância.

Idealizado pelo guitarrista Jesper Strömblad, o In Flames começou como uma proposta ousada no underground, mesclando a agressividade do death metal com harmonias melódicas inspiradas no metal tradicional. Essa fusão logo se tornaria a base do chamado Gothenburg Sound, estilo que definiria toda uma geração do metal melódico escandinavo. Com 13 álbuns de estúdio e uma carreira construída entre tradição e reinvenção, o grupo mantém como marca a combinação de riffs precisos, melodias marcantes e composições que equilibram agressividade e densidade emocional.

Desde os primeiros trabalhos, como “Lunar Strain” (1994) e “The Jester Race” (1996), até títulos que ampliaram seu alcance global, como "Soundtrack to Your Escape" (2004) e "Come Clarity" (2006), a banda construiu um repertório que dialoga tanto com os fãs da fase clássica quanto com o público que a acompanhou nas transformações sonoras dos anos 2000 em diante. O resultado é um repertório que sustenta apresentações intensas, com setlists que costumam atravessar diferentes momentos da discografia.

Em Curitiba, o In Flames vai apresentar a turnê mundial do aclamado álbum "Foregone", de 2023, que celebra as mais de três décadas de carreira da banda. A formação atual reúne Anders Fridén (vocal), Niclas Engelin (guitarra), Björn Gelotte (guitarra) e Joe Rickard (bateria), músicos responsáveis por sustentar a identidade sonora que projetou o In Flames.

O show da banda In Flames em Curitiba acontece no dia 26 de abril, na Ópera de Arame, com abertura dos portões a partir das 19h. Os ingressos estão à venda pela plataforma Disk Ingressos (www.diskingressos.com.br). Mais informações nos perfis oficiais no Instagram: @planetabrasilentretenimento, @honorsounds, @bangersopenair e @inflames.

Tchaggo inaugura exposição “Morada” no SFCO 179

A casa como extensão do corpo e o cotidiano como herança afetiva. Este é o ponto de partida da exposição Morada, do artista visual Tchaggo, que será aberta no dia 06 de março, sexta-feira, às 19 horas, no Espaço de Eventos São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Na ocasião serão apresentadas 10 obras nas técnicas de acrílica sobre tela. Com paleta vibrante e formas sintéticas, o artista constrói cenas que transitam entre o íntimo e o coletivo, convidando o público a reconhecer nesses ambientes algo que também os habita: lembranças, afetos e experiências compartilhadas. A mostra tem entrada franca e pode ser visitada de terça a sábado, das 14 às 20 horas, e aos domingos das 14 às 18h, até o dia 06 de abril.
A mostra propõe um mergulho sensível em cenas do dia a dia, transformando gestos simples e hábitos comuns em imagens que evocam memória, permanência e pertencimento. O artista explica que nas obras os espaços domésticos surgem como organismos vivos. “Mais do que arquitetura, o que me interessa são os encontros, as presenças e as marcas deixadas pelo tempo”, explica. Para ele, corpo, casa e costume se entrelaçam em composições que dialogam com referências da pintura moderna brasileira e com a observação atenta do cotidiano brasileiro. “Morada convida o público a habitar esses espaços pictóricos e a revisitar, por meio da arte, aquilo que permanece dentro e fora de casa”, conceitualiza o artista.
Tchaggo é artista visual brasileiro com atuação em pintura e ilustração. Sua produção parte da observação sensível do cotidiano, desenvolvendo narrativas ligadas ao corpo, à identidade e aos gestos simples da vida diária. Com forte influência da arte moderna brasileira, o artista utiliza cores intensas, formas geométricas e personagens recorrentes para construir composições simbólicas. As mãos — grandes, expressivas e, por vezes, desproporcionais — aparecem como elementos centrais, representando emoção, ação e conexão humana.
Sua paleta valoriza especialmente os tons de pele negra, afirmando um posicionamento estético e político em relação à representação racial. Em suas obras, memória, afeto e cultura popular se encontram, criando imagens que estabelecem pontes entre o simbólico e o real, o íntimo e o coletivo.

Serviço: Morada. Exposição individual do artista plástico Tchaggo. Abertura sexta-feira, dia 06 de março, às 19 horas, no Espaço de Eventos São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Visitação: de terça a domingo, das 14 às 20h (domingo até às 18h).
Site: https://sfco179.com.br/
Instagram: @sfco179
Entrada gratuita.
Classificação indicativa: Livre.

Sobre o SFCO 179
O SFCO 179 é um espaço cultural localizado no coração do centro histórico de Curitiba. O projeto nasceu da revitalização de um imóvel centenário da Rua São Francisco e abriga hoje o 179 EVNTS, área destinada à realização de eventos artísticos, culturais e sociais. O local já foi sede de uma ferraria, dos Correios e, por muitos anos, do ateliê do artista Ricardo Tod. Hoje, renasce como plataforma para novas histórias e criações.

Crédito fotográfico: DV Art/Divulgação

CIRCUITO ADIDAS MDR: ÚLTIMOS DIAS PARA AS INSCRIÇÕES DO PRIMEIRO LOTE

“No dia 29 de março, data em que se comemora o aniversário de Curitiba, a capital paranaense será palco para um dos grandes circuitos de rua do país com percursos de 5km e 10km. O evento que está em sua terceira edição é para incentivar e desafiar corredores para viver a experiência da grande corrida carioca em 2026, a Maratona do Rio”.

Curitiba acaba de ganhar um presente no dia do seu aniversário ao entrar no radar de mais um grande circuito de corridas de rua do país. O Circuito adidas MDR, que é projeto itinerante da Maratona do Rio em parceria com a adidas, desembarca na capital paranaense no próximo dia 29 de março, dia em que a cidade celebrará 333 anos. O evento que está em sua terceira edição é para incentivar e desafiar corredores para viver a experiência da grande corrida carioca em 2026, a Maratona do Rio. A largada será na Praça Afonso Botelho (R: Engenheiro Rebouças,3020) com percursos de 5Km e 10km. A corrida inédita vai encerrar nos próximos dias as inscrições do primeiro lote.

As inscrições do Circuito custam no 1o lote - R$129,00, valor sujeito a alteração sem aviso prévio. Podem ser feitas pelos canais oficiais do evento - @circuitoadidasmdr / https://www.maratonadorio.com.br/pt/circuitoadidasmdrIaú. O Itaú Uniclass é o banco oficial das etapas, reforçando o compromisso da marca em promover experiências esportivas de qualidade e incentivar o esporte em todo o país. Com um histórico consistente de apoio às corridas de rua, incluindo a própria Maratona do Rio e provas icônicas no calendário nacional, o Itaú Uniclass amplia sua presença no segmento com benefícios exclusivos para os clientes na etapa de Curitiba: desconto exclusivo de 20% no ato da inscrição.

O Circuito adidas MDR está levando a energia da corrida de rua a diferentes cidades brasileiras, unindo performance, cultura local e entretenimento. As duas primeiras etapas passaram no ano passado por Belo Horizonte e Recife.

Além da prática esportiva, os participantes ainda poderão aproveitar uma arena pós-prova, com ativações de marca e experiências exclusivas.

“O Circuito tem como propósito conectar pessoas e cidades por meio da corrida. Depois de Belo Horizonte e Recife, chegamos a Curitiba – uma capital apaixonada por esporte e que sempre marca presença na Maratona do Rio. Essa etapa reforça nosso objetivo de levar a energia da nossa prova para novas regiões, fortalecendo essa comunidade que cresce a cada edição”., destaca Pedro Pereira, head de produto da Maratona do Rio.

Mais sobre o Circuito Adidas MDR
Mais do que provas, o Circuito adidas MDR oferece um conceito de evento que combina corrida de rua, festival pós-prova, ativações de marca, sistema de gamificação, rankings e experiências exclusivas, incentivando a jornada de preparação rumo aos 21K e 42K da Maratona do Rio 2026.

A Maratona do Rio e a adidas vão conectar o Brasil por meio da corrida de rua. O Circuito adidas MDR será realizado entre 2025 e 2026 com cinco etapas, visando incentivar corredores e assessorias em suas jornadas até o maior festival de corridas de rua da América Latina. A adidas é a Marca Esportiva Oficial do evento e o Itaú Uniclass é o Banco Oficial. O Circuito conta ainda com apoio de Dorflex Max (analgésico oficial) e Pink Cheeks, Strava assina como parceiro da rota oficial e Gol Linhas Aéreas como cia aérea oficial. O Circuito adidas MDR é uma promoção da Spiridon e da Dream Factory.

Serviço:
Circuito adidas MDR – 3a etapa Curitiba
Quando: 29 de março de 2026 (Domingo)
Local: Praça Afonso Botelho (R: Engenheiro Rebouças,3020)
Horários: a confirmar
Inscrições: 1o lote - R$129,00 (valor sujeito a alteração sem aviso prévio). Clientes Uniclass – desconto exclusivo de 20% no ato da inscrição. Vagas limitadas.
Inscrições pelos canais oficiais do evento - @circuitoadidasmdr / https://www.maratonadorio.com.br/pt/circuitoadidasmdr.
Informações: @circuitoadidasmdr

Grupo PHD Eventos inaugura PHD Rooftop Curitiba: Sofisticação e vista panorâmica no coração do Batel

Espaço aberto ao público integra a vibração das arquibancadas a um roteiro de alta gastronomia e atrações ao vivo

O Grupo PHD Eventos, referência nacional em espaços exclusivos e experiências 360°, anuncia a chegada do PHD Rooftop Curitiba. Localizado no icônico bairro do Batel, o novo venue ocupa os últimos andares do Linked Batel, atualmente o maior empreendimento dedicado à hospedagem na capital paranaense, um luxuoso complexo na Rua Comendador Araújo, consolidando-se como o novo ponto de encontro para eventos corporativos e sociais de alto padrão na região.

"O mercado de eventos em Curitiba demanda espaços que unam modernidade e exclusividade. O PHD Rooftop chega para preencher essa lacuna, oferecendo não apenas um local, mas um cenário memorável com o pôr do sol da cidade como pano de fundo", afirma Marco Bordon, CEO do Grupo PHD.

Com uma infraestrutura moderna e versátil, o PHD Rooftop Curitiba foi projetado para elevar o conceito de eventos "nas alturas". O espaço combina uma vista panorâmica privilegiada da cidade com ambientes personalizáveis que se adaptam a diferentes formatos, desde convenções e lançamentos de produtos até jantares exclusivos e celebrações sociais.

O espaço oferece flexibilidade logística e suporte técnico de ponta, com capacidades planejadas para atender diversos públicos: eventos estratégicos para marcas, sociais, como casamentos, noivados e aniversário, e até mesmo turistas de passagem pela cidade.

Seguindo o padrão de excelência do Grupo PHD, o rooftop conta com catering exclusivo, trazendo gastronomia autoral e menus personalizados. Além disso, conta com sistemas de som e iluminação de última geração, além de gerador próprio e chapelaria. Situado no Batel, o polo mais sofisticado de Curitiba, facilita o acesso e a logística de convidados e fornecedores.

Serviço
Endereço: Linked Batel, Rua Comendador Araújo, 542, Batel - Curitiba
Capacidade:
Coquetel: Até 600 convidados
Jantar: Até 200 pessoas
Auditório: Até 190 pessoas (ideal para workshops e seminários)

Reservas: Link

Sobre o Grupo PHD
O Grupo PHD é reconhecido por ser um hub completo de soluções para eventos, que conta com um portfólio inovador de espaços que proporcionam experiências únicas e memoráveis para eventos. A empresa atua na gestão de edifícios icônicos, rooftops de tirar o fôlego, palácios históricos, museus, parques e salas imersivas. A meta do Grupo é consolidar-se como o maior hub de venues e serviços para eventos corporativos no Brasil, aliado a um modelo 'one stop shop'. Essa proposta abrange desde a curadoria do local ideal até a execução completa de todos os serviços com hospitalidade, incluindo gastronomia, coquetelaria, decoração, cenografia, casting artístico e soluções audiovisuais. Seu portfólio exclusivo conta com mais de 35 espaços de diferentes tamanhos e formatos, com forte presença na cidade de São Paulo e expansão contínua para outras capitais. O PHD também oferece uma plataforma digital própria, que permite encontrar, comparar e reservar espaços com agilidade e segurança. Entre os espaços que integram o portfólio do Grupo, destacam-se: PHD Rooftop (localizado no prédio icônico projetado por Ruy Ohtakie), Jockey Club de São Paulo, Casa Melhoramentos, Jive House, TETTO Rooftop, Octavio House, Espaço Villa-Lobos, Terras de São José Golf, Arena BTG, Varanda Estaiada, Pátio 47, Vanilla Sky, Casa Aragon, entre outros. A atuação do Grupo também se estende a outras cidades, com rooftops da marca TETTO em Vitória, Curitiba, Porto Alegre e Balneário Camboriú, além do PHD Rooftop Curitiba.

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ediporec #operadearame

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58 anos de história e uma agenda contínua de pesquisa e lançamentos para atender a todos os momentos de consumo

Fundada em 1968, a Nutrimental é reconhecida nacionalmente pela fabricação da primeira barra de cereal do Brasil. Isso reflete uma história construída com base nos pilares do pioneirismo e da reinvenção, fatores que até hoje orientam sua cultura corporativa.

Atualmente, a Nutrimental opera duas plantas industriais — no Paraná e em Minas Gerais — e mantém um escritório comercial em São Paulo. Seus produtos estão presentes em mais de 90 mil pontos de venda no Brasil e são exportados para mais de 30 países da África, América do Sul, América do Norte e Caribe. As fábricas contam com certificações ISO 9001 e APPCC, reforçando o compromisso com qualidade e segurança alimentar.

O portfólio da empresa abrange desde cereais infantis e ingredientes para a indústria, até soluções para food service e barras proteicas voltadas aos mais diversos públicos. A marca Nutry reúne uma das linhas mais completas do mercado, com barras de cereais, frutas, nuts, bananinhas e proteínas – e com novos lançamentos previstos para 2026.

“Nossa estratégia é atender múltiplos momentos de consumo, com soluções que combinam conveniência, nutrição e inovação tecnológica”, destaca o fundador e CEO, Rodrigo Rocha Loures.

A companhia estrutura suas operações em quatro unidades de negócio: Consumidor (com as marcas Nutry, Nutrilon, Nutribom, Nutrilac e Nutrimental), Food Solutions (que engloba as frentes de food service efood ingredients, ou seja, insumos para outras indústrias de alimentos), Exportação (que tem nos cereais infantis seu principal destaque, atendendo mercados internacionais) e E-commerce (dedicada às oportunidades do comércio digital e ao relacionamento direto com o consumidor).

O começo de tudo

A empresa surgiu a partir de um desafio científico e de mercado: o excedente de produção de batatas no Paraná no fim da década de 1960. Tudo começou no laboratório da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde o professor Rodrigo Rocha Loures identificou no desperdício agrícola uma oportunidade de inovação. Ao lado de Arthur Leme e Marcos Hauer (in memoriam), liderou o desenvolvimento de tecnologias de desidratação de alimentos, inicialmente voltadas à produção de purê instantâneo. As limitações técnicas do processo à época levaram a equipe a buscar novas aplicações, chegando ao feijão pré-cozido e, posteriormente, às sopas para o mercado de merenda escolar. Mais tarde, atingindo o formato ideal, foi a primeira do Brasil a produzir e patentear o Purê Instantâneo.

O DNA da inovação fez com que, ao longo das décadas, a Nutrimental se consolidasse como uma das referências nacionais em alimentos, nutrição e soluções para a indústria alimentícia. “Desde o início, a Nutrimental foi movida por um espírito científico e empreendedor, transformando desafios em oportunidades concretas de negócio e impacto social”, afirma Loures.

A vocação para inovação acompanhou a empresa ao longo das décadas. Em 1984, a Nutrimental desenvolveu a alimentação do navegador Amyr Klink para sua histórica travessia do Atlântico Sul a remo, fornecendo produtos leves, nutritivos e de alta durabilidade. A parceria foi retomada cinco anos depois, durante a expedição de 13 meses na Antártica.

A empresa também protagonizou o lançamento do primeiro produto de desenvolvimento sustentável do país: a barra de granola com castanhas da Amazônia, apresentada ao mercado durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD) - Eco-92, em parceria com uma cooperativa de seringueiros. Foi este produto que, em 1994, chegou às gôndolas reformulado e batizado de Nutry, a primeira barra de cereais do país, hoje líder em vendas e lembrança de marca.

Atualmente, a Nutrimental vem ampliando sua agenda ESG com iniciativas como acessibilidade digital, políticas de diversidade, o projeto Aterro Zero, compensação integral de embalagens e a definição de metas e indicadores, com a retomada formal de sua jornada ESG, iniciada em 2023.

Refletindo seu foco no cliente, vem se mantendo entre as 100 melhores do Brasil em satisfação do consumidor (segundo o Instituto MESC) e tem reforçado o relacionamento com o público por meio da reabertura da Loja Nutri, além da participação em eventos.

E a inovação se faz presente sempre no dia a dia da empresa, que criou o Tastelab - grupo multidisciplinar e específico dedicado a estudar, desenvolver e lançar novos produtos -, visando não só a um complemento de portfólio mas principalmente à satisfação de necessidades ainda não atendidas de públicos específicos. Neste ano o primeiro projeto do grupo chegará às gôndolas: a Super Crispy, barra de proteína mais encorpada (com 55g), porém com textura crocante, contendo whey e colágeno e zero adição de açúcar.

Sobre a Nutrimental - Fundada em 1968, a Nutrimental é uma empresa brasileira de alimentos e nutrição com atuação nas frentes de consumo, food solutions, exportação e e-commerce. A companhia opera duas plantas industriais, no Paraná e em Minas Gerais, e mantém escritório comercial em São Paulo, com presença em mais de 90 mil pontos de venda no país e exportações para mais de 30 países. Com certificações ISO 9001 e APPCC, a Nutrimental oferece um portfólio diversificado que inclui cereais infantis, ingredientes para a indústria, soluções para food service e barras nutricionais da marca Nutry, líder em vendas e lembrança de marca no segmento. Alinhada às melhores práticas de ESG, a empresa desenvolve iniciativas nas dimensões ambiental, social e de governança, reforçando seu compromisso com inovação, qualidade e sustentabilidade, sempre com aprendizado contínuo, integridade, horizontalidade e orientação para o resultado.