Florense Carlos de Carvalho e chef Guga Torelli trazem projeto especial para as redes sociais em tempos de quarentena

Lives com o chef especialista em cuisine santé e alimentação saudável trazem dicas de lifestyle, saúde mental e cuidados com os alimentos
A Florense Carlos de Carvalho e o chef especialista em cuisine santé e alimentação saudável, Guga Torelli, juntaram-se nas redes sociais para criar conteúdos sobre gastronomia e cuidados com a mente e corpo, durante o período de quarentena. As lives no Instagram acontecem segundas, quartas e sextas-feiras, às 10h, e serão transmitidas no perfil @gugatorelli.
A proposta é trazer informações sobre como manter um estilo de vida saudável nesse momento de isolamento social. "A ideia é dar vida e criatividade a quarentena das pessoas, que estão nas redes sociais, por meio do paladar", esclarece Guga Torelli. Nas lives, serão apresentadas dicas de receitas para produzir com a família, cuidados com os alimentos e como manter a mente saudável durante a quarentena.
Para o sócio da Florense Carlos de Carvalho, Nelson Calcagnotto, o intuito da ação é ajudar os profissionais que escolheram ficar em casa, durante esse momento de quarentena, criando conteúdos voltados para o seu estilo de vida. "Sabemos que o isolamento pode ser difícil, por isso incentivamos projetos que visam ao bem-estar e à melhoria na qualidade de vida dos seguidores", finaliza.
Serviço
Florense Carlos de Carvalho
Endereço: Alameda Carlos de Carvalho, 1301, Batel – Curitiba (PR)
Telefone: 3013-1010
Site: www.florense.com
Instagram: @florensecarlosdecarvalho

Negociar aluguel é o melhor remédio para os empresários

Especialista em direito imobiliário explica que o diálogo e a boa vontade devem pautar as relações comerciais em momento de pandemia

Em tempos de pandemia causada pelo Covid-19, as ruas vazias e o fechamento do comércio traz muita insegurança para empresários dos mais diversos segmentos. Além da preocupação com o pagamento dos colaboradores, a falta de caixa para a quitação dos aluguéis é outra situação que tem tirado o sono de muita gente.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares de Curitiba, o Sindiabrabar, até sexta-feira (dia 20 de março), o movimento já havia caído 80% em Curitiba e Região Metropolitana, situação que fica ainda mais comprometida com o fechamento de grande parte dos estabelecimentos comerciais nesta semana. Varejistas de shopping e de rua também já sentem reflexo direto, inclusive com a dispensa de funcionários.

Conforme a especialista em direito imobiliário, Morgana Borssuk, sócia do escritório Borssuk & Marcos Advocacia, em Curitiba, a melhor estratégia para o momento é o diálogo. Isso porque “não há na legislação locatícia e sequer em qualquer lei vigente uma solução explícita à situação vivida. Trata-se de algo atípico, popularmente conhecido como força maior”.

Desta forma, de um lado temos o locador que, por vezes, sobrevive do aluguel. Do outro, tem-se o locatário que devido ao cenário atual - em sua grande maioria – terá a renda reduzida e o aumento com gastos.

Assim, explica Morgana, a grande e melhor solução para essa situação é, sem dúvida, a negociação amigável entre as partes. “Da mesma forma como a lei não prevê de maneira explícita o que fazer numa situação como essa, também não impede que as partes negociem e encontrem uma forma amigável de resolução”, enfatiza. E isso é extremamente importante para o momento.

Negociação e boa fé

A advogada Morgana Borssuk argumenta que na falta de uma negociação favorável, a opção judicial será uma revisão contratual - tendo como pauta o Código Civil Brasileiro e um dos mais importantes princípios das relações contratuais, a boa fé.

Também será necessário levar em conta a chamada teoria da imprevisão, visto que não se trata de algo previsto ou consequência de qualquer ato lesivo entre as partes, mas algo de força maior. “O diálogo é a pauta da vez na tentativa de equilibrar as relações contratuais nesse período de incerteza”, pondera.

Litígio

Em casos de litígios, como toda ação judicial, a situação exigirá uma série de provas. Não basta a alegação de pandemia. Embora o evento seja inesperado e a essência do motivo do ingresso judicial, o empresário locador do imóvel terá que comprovar sua real incapacidade financeira. Neste caso, será importante fazer um levantamento de dados financeiros mostrando como a empresa se comportava em “dias normais” e o impacto causado na receita devido a suspensão das atividades.

Shopping centers

Para os lojistas de shopping centers, a orientação da especialista em direito imobiliário também é o diálogo e o acordo para equilibrar amigavelmente a relação comercial. Mas caso o entendimento não seja possível, a orientação é um pouco diferente.

Caso o shopping tenha fechado suas portas, seja por uma medida do poder público ou por decisão da direção do empreendimento, o lojista deverá ingressar com uma medida judicial para tentativa de suspensão dos valores e obrigações contratuais, visto que a interrupção foi um evento de força maior. Isso quer dizer que - mesmo que o lojista quisesse continuar aberto - não seria possível, uma vez que a direção do estabelecimento maior o proíbe.

“Mas na situação do shopping continuar aberto – e não ocorrer uma negociação amigável – o lojista deve entrar com medida judicial com pedido de suspensão temporária ou interrupção dos pagamentos locatícios, mantendo taxas acessórias como as despesas especificas da loja referentes a condomínio, fundo de promoção entre outros”, visto que - em alguns contratos deste tipo - os alugueis são variáveis de acordo com o faturamento do lojista, finaliza Morgana.

Para saber mais:

Morgana Borssuk é advogada, administradora e pós-graduada em Direito Empresarial pelo ISAE/FGV. Sócia proprietária do escritório www.borssukemarcos.com.br, é especialista em direito imobiliário - área em que atua há mais de oito anos - gestão patrimonial imobiliária e empresarial. Especializou-se em procedimentos extrajudiciais personalizados de modo a evitar o ingresso no judiciário para a resolução de questões cotidianas.

Hospitais do Paraná destacam ações das instituições para enfrentar o novo coronavírus

O presidente da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná (Femipa) e do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Paraná (Sindipar), Flaviano Feu Ventorim, e os presidentes da Associação dos Hospitais do Paraná (Ahopar), José Octávio da Silva Leme Neto, e da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado do Paraná (Fehospar), Rangel da Silva, realizaram, nessa segunda-feira, 23 de março, uma coletiva de imprensa para falar sobre as medidas adotadas pelos hospitais no combate à pandemia de Covid-19.

De acordo com Ventorim, os hospitais têm, hoje, uma estrutura organizada de atendimento e estão mantendo uma boa rotina de trabalho. Porém, apesar disso, a preocupação agora é com os itens básicos de proteção individual, como máscaras e luvas, por exemplo. “Houve um consumo intenso, inclusive da população, e o estoque que tínhamos para alguns meses foi consumido em duas semanas. Por isso, estamos adotando medidas para controle, para sanear essas situações, colocando algumas travas importantes na hora de distribuição, para não faltar nenhum equipamento de proteção para aqueles que estão na linha de frente, que são os profissionais de saúde”, destacou. Ele lembrou, ainda, que é importante a população se conscientizar de que não deve comprar esses insumos sem necessidade, gerando um desabastecimento no mercado.

Para garantir o atendimento à população, as instituições têm adotado algumas orientações do Ministério da Saúde, como o cancelamento de cirurgias eletivas e atendimento ambulatorial eletivo. No momento, a indicação é atender somente urgência e emergência, e a exceção são os pacientes crônicos, que precisam de continuidade no tratamento.

Outra medida apontada por Ventorim foi com relação à proibição de visitas nos hospitais, pois há uma grande preocupação com os colaboradores envolvidos no dia a dia das instituições de Saúde. “Por orientação do Ministério da Saúde, cancelamos visitas para justamente limitar o número de pessoas dentro de um hospital. Precisamos evitar que pessoas que estejam com COVID-19 e não tenham sintoma entrem no hospital e contaminem os demais. Isso protege os colaboradores e também a população de modo geral. Ainda não estamos em um momento crítico e, por isso, queremos tomar medidas extremas agora para que possamos estar preparados em uma eventual necessidade, se a situação se agravar”, garantiu.

Leitos
Ventorim destacou que o Paraná tem, hoje, 15.191 leitos, sendo 10.805 do Sistema Único de Saúde (SUS). Desse total, são 2.022 leitos de UTIs adulto – 1.218 do SUS. Na avaliação dele, o Paraná tem uma boa relação de leito-paciente quando comparado aos números do Brasil. Também é importante reforçar que há a possibilidade de se transformar enfermarias em leitos de cuidado intensivo, mas isso vai depender da demanda e da logística de equipamentos e insumos.

Preocupações
De acordo com o presidente da Femipa e do Sindipar, Flaviano Feu Ventorim, a preocupação no momento é com relação a medidas duras que estão sendo tomadas por alguns municípios, como fechar limites da cidade ou paralisar o transporte coletivo. “Fechar os limites dificulta a entrega de materiais e insumos e também a logística dos colaboradores, pois sabemos que, no interior, é muito comum que os profissionais de Saúde trabalhem em diferentes cidades. Além disso, eles precisam de transporte para chegar até o trabalho. Nesse sentido, nossa sugestão é que os prefeitos tenham esse cuidado na hora de adotar medidas. Em Curitiba, por exemplo, houve redução de horários de transporte, mas não paralisação. Assim, conseguimos organizar a sistemática de chegada nos hospitais”, ressaltou.

Para melhorar esse cenário, a primeira indicação dos hospitais do Paraná é para que as pessoas fiquem realmente em casa. Segundo ele, essa medida ajuda a diminuir o contágio de COVID-19; protege dos males da sociedade contemporânea que exigem ida aos hospitais, como acidentes; e reduz a exposição das pessoas ao sarampo e à dengue, doenças que ainda estão circulando pelo Paraná. “São ações que ajudam a reduzir o volume de pessoas dentro dos hospitais, garantindo que sobre espaço para aqueles que realmente precisam. O grande risco que corremos no sistema de saúde é justamente a doença chegar de forma abrupta e atingir muitas pessoas de uma vez. Por isso as medidas de contenção são tão importantes. Também indicamos que haja uma forte campanha de vacinação contra a gripe. Assim, conseguimos tomar medidas mais rápidas de atendimento em pessoas vacinadas que apresentem sintomas, pois a H1N1 já pode ser descartada”, afirmou.

Novas demandas
Para se antecipar às demandas, Ventorim comentou que cada hospital está criando a sua forma de se estruturar e de planejar seus fluxos internos, organizando o fluxo de pessoas e separando pacientes com problemas respiratórios dos demais, por exemplo. Nesse cenário, ele reforçou que as instituições de Saúde têm contado com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e do governo do Estado. Uma das ações, por exemplo, foi buscar indústrias paranaenses que possam mudar sua linha de produção para atender às necessidades urgentes da saúde.

“Estamos tomando todas as medidas possíveis para proteger as pessoas. Talvez tenhamos que solicitar à população que fez estoques de materiais que traga esses produtos aos hospitais para que possamos proteger aqueles que estão na linha de frente, que estão envolvidos no atendimento ao doente. Há um esforço muito grande dos governantes para ajudar nesse momento difícil, e precisamos nos unir e olhar pelo outro”, reforçou.

Ainda sobre isso, José Octávio da Silva Leme Neto, presidente da Ahopar, salientou que os hospitais estão criando comitês de gestão de crise para discutir, diariamente, as ações e próximos passos. Ele reforçou que as entidades que representam o setor estão dando total apoio às instituições, inclusive na articulação com o governo e na troca de experiências.

Rangel da Silva, presidente da Fehospar, finalizou a coletiva, lembrando à imprensa que é preciso reforçar à população os protocolos de atendimento, pois esse é um momento de “combate à guerra e é preciso ter doentes nos lugares corretos”. “De acordo com o plano de contingência do Estado, cada macrorregional terá um hospital de referência e os demais serão de retaguarda”, completou.

Fehospar, Ahopar, Sindipar e Femipa

Como o comércio está lidando com a quarentena?

Casa de Bolos conta sua experiência e planos para o futuro

Por conta do decreto da prefeitura de Curitiba em virtude da situação de quarentena no Brasil e no mundo, muitos estabelecimentos estão fechados, mas restaurantes estão autorizados a ficar abertos desde que com horários mais curtos e alto cuidado com a higiene.

“Nós estamos fazendo o máximo possível para que essa situação acabe rapidamente, então, passamos a entregar apenas delivery e encomendas dos clientes, afinal, é preciso se adaptar sem parar de trabalhar”, conta Luciana Ishibashi, proprietária da Bença Vó – Casa de bolos, junto com seu marido, Álvaro Ishibashi.

A Bença Vó conta com bolos dos mais diferentes sabores, tortas, pães e alguns salgados, além de bebidas quentes e geladas. Todos os pratos são focados na modalidade de comida afetiva.

Muitos empreendedores estão tendo que buscar novos recursos e formas de trabalho para não estagnar nesse momento de crise. Para Luciana, essa atitude foi a resposta. Ainda, para atrair clientes, a entrega por delivery não tem custo para quem vive próximo.

A pandemia não está afetando apenas os negócios locais, mas a sociedade em geral. Tanto provedores quanto consumidores estão aprendendo a se comportar de maneira diferente e estima-se que, após a quarentena, a maioria dos consumidores mantenham a nova forma de estar em contato com o comércio.

“Queremos nos adiantar para suprir todo o tipo de cliente, sejam adaptados ou tradicionais, fiéis ou novos. Esse atendimento é tão acolhedor quanto um abraço de vó”, finaliza Luciana.

Bença Vó

Luciana Costa Ishibashi

Álvaro Issao Ishibashi

contato@bencavo.com.br

41-3154-5955 / 99536-4878

Instagram/facebook: @bencavocasabolos

www.bencavo.com.br

Rua Eça de Queiroz, 1240, Ahu, Curitiba - PR

Abastecimento está normal, mas Transporte e Gestão de Pessoas ainda preocupam

Nessa segunda-feira (23), a PMA Brasil, que representa a cadeia de flores, frutas, legumes e verduras, avaliou o final de semana e as perspectivas com a nova rotina de quarentena.

O abastecimento está normal, apesar de questões pontuais de proibições municipais de escoamento da produção: da colheita à distribuição. No caso de São Paulo, a Secretaria da Agricultura do Estado interviu e determinou que se cumpra a Medida Provisória nº 926, de 20/3/2020, que altera a Lei nº 13.979/2020, para dispor sobre procedimentos de aquisição de bens, serviços e insumos destinados ao enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrentes do Coronavírus.

Pacificar o entendimento dos municípios é um dos desafios apontados pela PMA, somos uma Nação e tudo precisa estar conectado: “Temos uma indústria que começa com insumos, plantação, colheita, logística até a manipulação no varejo. São milhares de pessoas trabalhando 24 horas para não faltar alimentos frescos, cuidando do seu espaço de trabalho e de sua própria saúde”, explica Giampaolo Buso, Presidente do Conselho da PMA no Brasil.

Varejo: Crescimento das Vendas em 30% para Frutas, Legumes e Verduras

O consumo de produtos frescos aumentou muito na semana passada, supermercados relatam alta em média de 30%. Algumas lojas chegaram a dobrar a vendas. As vendas on-line também tiveram crescimento. No entanto, a partir do último domingo se percebe um início de estabilização, de acordo com levantamento realizado com algumas redes de supermercados do Estado de São Paulo. A população se assustou com o início da quarentena, o isolamento social e as dúvidas decorrentes de definições do governo e, neste cenário, buscou abastecer e estocar alimentos. Porém, na análise dos supermercados, para os alimentos perecíveis, a tendência é de que o consumo continue alto, com compras mais regulares à medida que a população confirme que não há desabastecimento.

O varejo também relata a orientação e máxima atenção às práticas de higienização das lojas bem como, em alguns casos, a instalação de uma proteção entre o cliente e o operador de caixa como alternativa de evitar contaminação.

Alguns itens da cesta básica, como Batata e Ovo foram citados como de grande procura nos últimos dias e impacto no preço. Segundo produtores de Batata, associados ao PMA, o aumento do preço do produto é resultado de menor safra e um período de muita chuva, resultando na menor oferta.

Flores: Alimento para a Alma

O setor de Flores é o mais afetado até o momento, com quase 70% de queda nas vendas em uma semana. A campanha “Alimento para a alma” será lançada com apoio dos supermercados, com o mote de alegrar o ambiente, dar mais colorido às casas e ter fôlego para estruturar o Dia das Mães. O segmento de Flores no Brasil é referência internacional, sendo produtor para o mercado interno e externo. Toda a comunidade de Flores, Frutas, Legumes e Verduras estão juntos ativando e estimulando as pessoas a trazerem alegria para suas casas.

Gestão de Pessoas: Campanhas de Conscientização junto às Equipes: do Campo ao Varejo

Neste momento, passado a tensão inicial, manter o moral dos funcionários está sendo o maior desafio segundo as empresas do setor, do campo a supermercado.

Os funcionários mais idosos e com algum tipo de problema de saúde já foram afastados/

Campanhas internas de conscientização, reconhecimento financeiro, ambientação do local de trabalho para garantir tranquilidade e respeito as regras de sanidade são todas ações colocadas em prática para os times que estão na operação de garantir do abastecimento.

Este esforço é conjunto, sincronizado e alinhado pois é evidente a interdependência de cada elo da cadeia de abastecimento.

Neste sentido, os encontros de alinhamento do Conselho do PMA também têm trazido a necessidade de atenção em cadeias de suprimentos que suportam o abastecimento, como por exemplo, embalagens e insumos para produção (adubo e sementes).

Em conjunto, vídeos de orientação e estímulo estão sendo compartilhados entre a cadeia de abastecimento.

Acima de qualquer aspecto, o objetivo é garantir a saúde dos colaboradores e pessoas envolvidas no abastecimento para garantirmos a sanidade do alimento e atender a população.

Food Service

As vendas de quem comercializa Frutas, Legumes e Verduras para o setor de Food Service despencaram. Queda apontada de 80% pelas empresas. O motivo é o fechamento de grandes redes de fast food e também dos restaurantes. O consumidor está em casa seguindo as instruções do isolamento social.

INSUMOS: cuidado para evitar uma Crise depois da Crise!

Esse é um assunto que ainda não foi abordado e que seguiremos atentamente nos próximos dias. A preocupação é que os produtores, receosos sobre as definições do governo, estão segurando o investimento em novos plantios

Se o cronograma de produção não for seguido, naturalmente haverá atrasos na Colheita e problema de abastecimento.

Algumas companhias aéreas não têm trechos operando para regiões que precisamos de insumos (sementes, papelão etc.). Petrolina é um exemplo deste cenário

Detalhes aparentemente invisíveis

Equalizado ou encaminhado as questões sobre transporte, outros aspectos tornam-se aparentes: manutenção dos caminhões, almoço para os caminhoneiros e atendimento de saúde em caso de emergência.

Algumas das empresas associadas estão preparando Kits alimentação para os motoristas com capacidade de suprir todo o trecho de deslocamento.

Aprendizado Rápido

As empresas estão tendo que aprender rapidamente a lidar com a nova realidade. Ter o apoio dos colaboradores, mas também o da população, principalmente nas regiões produtoras é imprescindível para a continuidade do abastecimento. Apesar do isolamento, as ações devem ser humanizadas.

Muitas soluções empregadas por produtores e varejistas em outros países têm sido compartilhadas e estão inspirando nossa indústria local. Existem propriedades agrícolas estudando, com o apoio de autoridades, como utilizar tratores de pulverização para higienizar as cidades. Compartilhe também conosco suas práticas sociais, de gestão, de produção e ajude a Nação! Juntos somos mais fortes #forçafflv

Sobre PMA – Produce Marketing Association é uma associação de produtos agrícolas frescos e flores, fundada em 1949 nos Estados Unidos, com a missão de conectar os interesses das cadeias produtivas de frutas, flores, legumes e verduras. A entidade conta com 2.900 empresas associadas, 54.000 compradores e fornecedores, em 55 países de cinco continentes. No Brasil, a entidade conta com 93 associados (produtores, distribuidores e varejistas).

COVID-19: Não é tempo de acelerar, basta não parar e ficar em casa

*Por Joel Moraes

O Coranavírus é uma realidade e mudou a rotina de todos, inclusive a minha. Logo eu que sempre digo para mim mesmo e para todos que me seguem nas mídias sociais: “Vamos. Não pega leva com você. Você pode mais”. Esse pensamento que eu acredito é uma verdade, mas não nessa situação específica. Agora não é hora, não é tempo de se cobrar tanto. Não, enquanto temos a nossa realidade, a nossa rotina alterada por cota desse vírus. Agora, para todos que podem, é momento de ficar em casa, rever as atividades, cuidar ainda mais da família.

Afinal, você colocaria a vida de uma pessoa que ama em risco? Estamos passando por uma situação bem complexa no mundo todo, trata-se de uma pandemia. Quando você não para, não se recolhe, não faz o isolamento, coloca as pessoas, inclusive, um ente querido em risco. Um familiar seu pode vir a óbito por conta disso. O ciclo de vida desse ente pode dar-se por encerrado na Terra por causa de um vírus que, quem sabe, poderia ter o contagio evitado. Com o isolamento, podemos fazer com que essa transmissão não aconteça, mas é preciso entender que quarentena não é férias. Não é porque você não vai trabalhar em seu ambiente normal que você pode aproveitar esse período para ter atitudes irresponsáveis. Temos habilidade cognitiva suficiente para perceber que a coisa está exponencial, piorando a cada dia.

Precisamos usar nossa inteligência, criatividade e, acima de tudo, responsabilidade. Defendo sempre que, em primeiro lugar na nossa vida vem a saúde, depois a família e só então devemos pensar no trabalho. Mas nessas horas de incertezas, percebemos o quanto nossa rotina é importante, e o quanto instáveis nos sentimos por não saber o que fazer. Apesar de persistência, foco e hábitos serem guias essenciais para o sucesso dos nossos projetos, em tempos como os que estamos vivendo agora, não podemos pegar tão pesado conosco. Pegar leve significa protegermos nossa saúde mental e psicológica, além da convivência familiar.

O peso da rotina na exceção

Você sabia que a cobrança de manter a mesma rotina em situações diferentes pode ser um gatilho para desenvolver transtornos? Segundo estudo do The American Journal of Psychiatry, 19% das pessoas pesquisadas tinham transtorno de ajustamento que persistiam três meses após a mudança, muitas vezes por tentar, forçadamente, seguir a rotina acostumada, gerando dificuldade para dormir, ansiedade e até depressão, por exemplo. Por isso, entender que precisamos nos adequar as situações é muito importante.

Estamos vivendo uma exceção, então lide com a situação como uma exceção, ela não é constante. Se permita fazer diferente. Se não der para ir para a academia, faça os exercícios em casa; se não conseguir fazer sua atividade física diária por ter outras funções novas, tudo bem, a situação pediu que você atendesse outra demanda.

Vou dar um exemplo para vocês de como a minha rotina mudou, e não tem problema nenhum nisso, a situação pede adaptação: no meu dia a dia, a minha rotina de entrada é muito importante. Começo meu dia com uma rotina de entrada de TLA, ou seja, toca o despertador, eu levanto e me envolvo com água, seja um banho, ou o simples ato de lavar o rosto. Normalmente faço as minhas lives às 5h07 da manhã e sigo para fazer os meus exercícios matinais.

No entanto, nesse momento, a academia estava fechada, a do meu condomínio também. Moro em Santos, mas não posso e não devo correr na praia, pois a orientação é evitar sair de casa. A saída é manter a prática em casa, mas não é todo dia que isso dá certo. Tem dia que o meu filho acorda, minha esposa tem que levantar-se diversas vezes para amamentar. Então com tanta alteração, tenho decidido ficar com o meu filho durante a manhãs que forem necessárias, assim minha esposa pode descansar. E está tudo bem. A situação pediu que eu alterasse a minha rotina, e se amanhã, por algum outro motivo, não der também, tudo bem de novo.

Quem tem criança em casa sabe que os pequenos sentem toda essa energia diferente, e as vezes não conseguimos pensar em uma atividade mirabolante, educativa e lúdica para ocupar o tempo. Se precisar usar a tecnologia, por exemplo, como um recurso pontual nessas horas, não se cobre, você não será o “pior” ou um “irresponsável” por isso. Use todas as ferramentas que tem disponível, vá no seu tempo. O estresse e tensão gerados pela vontade de manter uma rotina externa, dentro de casa, pode trazer maiores consequências.

Mas atenção, não se cobrar pela mudança da rotina não é ficar parado. É aceitar e se reinventar. Não deixe suas obrigações de lado, apenas as adapte e faça no seu tempo, você dá conta. Os hábitos e rotinas foram afetados drasticamente, portando se cobre menos com as coisas que você vai deixar de fazer para fazer o que está aparecendo no meio do caminho, porque quarentena não é férias. E aproveita para ficar atento a todas as recomendações do Ministério da Saúde, como lavar sempre as mãos, desinfetar os objetos que vieram de fora, e principalmente, ficar em casa (quem conseguir).

Joel Moraes é ex-nadador da seleção brasileira, mestre em esportes pela EEFE-USP e autor do livro Esteja, viva, permaneça 100% presente. Foi coordenador geral do Instituto Neymar e professor universitário. Atuou no esporte nos mais variados setores como: gestão de imagem de atletas, eventos e treinamento. Atualmente, Joel Moraes é empresário, investidor e influencer digital, que tem como missão fazer pessoas comuns se tornarem atletas de alta performance em suas vidas.

COVID-19: Não é tempo de acelerar, basta não parar e ficar em casa

*Por Joel Moraes

O Coranavírus é uma realidade e mudou a rotina de todos, inclusive a minha. Logo eu que sempre digo para mim mesmo e para todos que me seguem nas mídias sociais: “Vamos. Não pega leva com você. Você pode mais”. Esse pensamento que eu acredito é uma verdade, mas não nessa situação específica. Agora não é hora, não é tempo de se cobrar tanto. Não, enquanto temos a nossa realidade, a nossa rotina alterada por cota desse vírus. Agora, para todos que podem, é momento de ficar em casa, rever as atividades, cuidar ainda mais da família.

Afinal, você colocaria a vida de uma pessoa que ama em risco? Estamos passando por uma situação bem complexa no mundo todo, trata-se de uma pandemia. Quando você não para, não se recolhe, não faz o isolamento, coloca as pessoas, inclusive, um ente querido em risco. Um familiar seu pode vir a óbito por conta disso. O ciclo de vida desse ente pode dar-se por encerrado na Terra por causa de um vírus que, quem sabe, poderia ter o contagio evitado. Com o isolamento, podemos fazer com que essa transmissão não aconteça, mas é preciso entender que quarentena não é férias. Não é porque você não vai trabalhar em seu ambiente normal que você pode aproveitar esse período para ter atitudes irresponsáveis. Temos habilidade cognitiva suficiente para perceber que a coisa está exponencial, piorando a cada dia.

Precisamos usar nossa inteligência, criatividade e, acima de tudo, responsabilidade. Defendo sempre que, em primeiro lugar na nossa vida vem a saúde, depois a família e só então devemos pensar no trabalho. Mas nessas horas de incertezas, percebemos o quanto nossa rotina é importante, e o quanto instáveis nos sentimos por não saber o que fazer. Apesar de persistência, foco e hábitos serem guias essenciais para o sucesso dos nossos projetos, em tempos como os que estamos vivendo agora, não podemos pegar tão pesado conosco. Pegar leve significa protegermos nossa saúde mental e psicológica, além da convivência familiar.

O peso da rotina na exceção

Você sabia que a cobrança de manter a mesma rotina em situações diferentes pode ser um gatilho para desenvolver transtornos? Segundo estudo do The American Journal of Psychiatry, 19% das pessoas pesquisadas tinham transtorno de ajustamento que persistiam três meses após a mudança, muitas vezes por tentar, forçadamente, seguir a rotina acostumada, gerando dificuldade para dormir, ansiedade e até depressão, por exemplo. Por isso, entender que precisamos nos adequar as situações é muito importante.

Estamos vivendo uma exceção, então lide com a situação como uma exceção, ela não é constante. Se permita fazer diferente. Se não der para ir para a academia, faça os exercícios em casa; se não conseguir fazer sua atividade física diária por ter outras funções novas, tudo bem, a situação pediu que você atendesse outra demanda.

Vou dar um exemplo para vocês de como a minha rotina mudou, e não tem problema nenhum nisso, a situação pede adaptação: no meu dia a dia, a minha rotina de entrada é muito importante. Começo meu dia com uma rotina de entrada de TLA, ou seja, toca o despertador, eu levanto e me envolvo com água, seja um banho, ou o simples ato de lavar o rosto. Normalmente faço as minhas lives às 5h07 da manhã e sigo para fazer os meus exercícios matinais.

No entanto, nesse momento, a academia estava fechada, a do meu condomínio também. Moro em Santos, mas não posso e não devo correr na praia, pois a orientação é evitar sair de casa. A saída é manter a prática em casa, mas não é todo dia que isso dá certo. Tem dia que o meu filho acorda, minha esposa tem que levantar-se diversas vezes para amamentar. Então com tanta alteração, tenho decidido ficar com o meu filho durante a manhãs que forem necessárias, assim minha esposa pode descansar. E está tudo bem. A situação pediu que eu alterasse a minha rotina, e se amanhã, por algum outro motivo, não der também, tudo bem de novo.

Quem tem criança em casa sabe que os pequenos sentem toda essa energia diferente, e as vezes não conseguimos pensar em uma atividade mirabolante, educativa e lúdica para ocupar o tempo. Se precisar usar a tecnologia, por exemplo, como um recurso pontual nessas horas, não se cobre, você não será o “pior” ou um “irresponsável” por isso. Use todas as ferramentas que tem disponível, vá no seu tempo. O estresse e tensão gerados pela vontade de manter uma rotina externa, dentro de casa, pode trazer maiores consequências.

Mas atenção, não se cobrar pela mudança da rotina não é ficar parado. É aceitar e se reinventar. Não deixe suas obrigações de lado, apenas as adapte e faça no seu tempo, você dá conta. Os hábitos e rotinas foram afetados drasticamente, portando se cobre menos com as coisas que você vai deixar de fazer para fazer o que está aparecendo no meio do caminho, porque quarentena não é férias. E aproveita para ficar atento a todas as recomendações do Ministério da Saúde, como lavar sempre as mãos, desinfetar os objetos que vieram de fora, e principalmente, ficar em casa (quem conseguir).

Joel Moraes é ex-nadador da seleção brasileira, mestre em esportes pela EEFE-USP e autor do livro Esteja, viva, permaneça 100% presente. Foi coordenador geral do Instituto Neymar e professor universitário. Atuou no esporte nos mais variados setores como: gestão de imagem de atletas, eventos e treinamento. Atualmente, Joel Moraes é empresário, investidor e influencer digital, que tem como missão fazer pessoas comuns se tornarem atletas de alta performance em suas vidas.

Pequenos negócios de chocolate e doces buscam alternativas para driblar a perda de clientes na Páscoa

Com a crise provocada pela pandemia do coronavírus, empresas estão investindo, principalmente, nas mídias sociais para se aproximar do público

A Páscoa, principal período de vendas para a indústria do chocolate durante o ano, se transformou, em 2020, em um dos maiores desafios já encarados pelos setores. Com a crise provocada pela pandemia do coronavírus, os empresários que esperavam um crescimento de 5% a 10% nas vendas este ano (de acordo com pesquisas do segmento), estão tendo de criar soluções alternativas para reduzir o impacto com a restrição de deslocamento dos clientes imposta em praticamente todos os estados.

A crise foi um duro golpe para a empreendedora de Curitiba, Rosana Correa, que já trabalhava com doces há dois anos, mas que começou a se dedicar exclusivamente à atividade no final de 2019. Ela já havia comprado embalagens e produtos para a produção de ovos de páscoa e outros doces, além de ter recebido as encomendas quando a pandemia atingiu o país. “Com a situação atual fiquei com receio de atender os clientes, mesmo com todos os cuidados e com a utilização de recursos como o delivery. Comecei a me preocupar com os prejuízos que teria”, afirma.

Foi quando ela descobriu a campanha nas redes sociais “Páscoa Adiada” #pascoaatéjunho, criada por confeiteiros de diferentes locais para estender os pedidos da data para o mês de junho, período que daria um fôlego para a produção dos confeiteiros. Ela resolveu aderir à campanha e o resultado foi bem recebido pelos clientes. “Muitos clientes me apoiaram. Alguns estavam pensando em cancelar os pedidos voltaram atrás e outros realizaram até mesmo mais pedidos. Acredito que dessa forma poderemos produzir com mais segurança qualidade para o nosso cliente”, ressalta a empresária. Com isso, ela espera começar a produzir os ovos em maio e assim recuperar boa parte das vendas perdidas ao longo do período de Páscoa.

A empresária Adeline Torquato, de Pinhais, região metropolitana de Curitiba, também afirmou que as vendas devem ser muito prejudicadas por conta da crise do coronavirus, especialmente por forçar uma contenção de gastos durante a Páscoa para muitas pessoas. Ela afirma que deve intensificar os informativos para a realização de encomendas e retomar o delivery de ovos e doces. “Queremos estimular a realização de mais pedidos por parte de nossos clientes para que possamos atingir um faturamento mínimo para manter as contas em dia”, explica.

Atento às necessidades específicas desses empreendedores, o Sebrae preparou um conjunto de sugestões que podem ser adotadas para reduzir as perdas com a pandemia do Coronavírus.

CUIDADOS FINANCEIROS

O momento pede que empreendedores revejam seus gastos e cuidem do controle do fluxo de caixa. Repense expectativas de vendas, evitando compras desnecessárias, inclusive para o período da Páscoa. Se trabalha com encomenda, peça mais prazo de produção para seu cliente. Se tem contas em aberto com fornecedores, renegocie prazos de pagamentos. Se necessário, reduza sua oferta (mix) de produtos, trabalhando apenas com aqueles que garantem boa margem de lucro, priorizando liquidar o estoque acumulado e não fazer compras arriscadas. A hora é de apertar os cintos.

CUIDADOS COM A PRODUÇÃO

Todo estabelecimento de alimentação deve cumprir as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e manipulação de alimentos. No cenário atual, as BPFs devem ser revistas e implementadas por completo, caso haja falhas de operação, conforme estabelece a RDC ANVISA nº 216/04, disponível em no link. A RDC deve ser lida e compreendida, destacando-se que os responsáveis pela manipulação devem ter conhecimentos sobre contaminantes alimentares, doenças transmitidas por alimentos, manipulação higiênica dos alimentos e boas práticas. Um exemplo de cuidados é a redução de microrganismos presentes na pele em níveis seguros, durante a lavagem das mãos com sabonete antisséptico ou por uso de agente antisséptico (como o álcool 70%) após a lavagem e secagem das mãos. Luvas e máscaras também podem ser aliadas, mas devem ser substituídas com frequência. No Portal do Sebrae estão disponíveis materiais orientativos, incluindo um curso EAD de boas práticas, disponível no Portal do Sebrae.

CUIDADOS COM A SAÚDE

Esteja atento à sua saúde e das pessoas ao seu redor, seja sua família, fornecedores ou clientes. Respeite as distâncias e oriente a todos sobre as cautelas necessárias. Muitas confeitarias são formadas por empreendedores que trabalham sozinhos, ou que contam com poucos auxiliares. É fundamental que você ou seu colaborador se afaste totalmente da produção caso haja suspeita da doença ou de contato com doentes, ainda que a princípio pareça um leve resfriado. Monitore a temperatura corporal e esteja atento a tosses e falta de ar.

REPENSANDO O MODELO DE NEGÓCIO

É importante repensar o modelo de negócio nesse momento. Se a empresa trabalha com um ponto fixo, a alternativa para driblar a falta dos clientes é investir imediatamente nas mídias sociais, nas plataformas de comércio eletrônico e nos aplicativos de entrega. Comunique ao cliente (o que muitas vezes acontece por aplicativos de comunicação e redes sociais) que seu negócio está adotando todas as medidas cabíveis que prezam pela segurança e qualidade do seu produto. Atente-se para que todos os seus fornecedores e prestadores de serviço (como entregadores) também tenham todo o cuidado necessário com o coronavírus.

OPORTUNIDADES PARA CONFEITARIAS
Para a confeitaria, o momento é mais propício para produtos que sejam protegidos (embalados individualmente). Alimentos a serem compartilhados (como bolos de corte) são um possível foco de contaminação no momento de o cliente compartilhá-los com seus amigos e familiares. Além disso, o adiamento de diversos eventos e confraternização limitarão essas demandas. A confeitaria apresenta muitos produtos de tamanhos menores, e apostar nessas opções, embalando-as individualmente, é uma oportunidade. Nessa linha de produtos, entram os brownies, cupcakes, pão de mel, docinhos, bolo de amanhã, bolo no pote, dentre outros.

10 Atividades que geram experiências duradouras

Passeios virtuais e atividades lúdicas podem fazer parte da programação de pais e filhos

Diante das mudanças na rotina pelas quais o mundo está passando, é importante adequar comportamentos e atividades para manter a segurança e bem-estar de todos. A coordenadora de Educação Infantil do Colégio Marista Santa Maria, Ana Paula Detzel, ressalta que, especialmente no caso de crianças pequenas, é interessante que alguns horários, como o do sono e das refeições, sejam mantidos. Porém, isso não impede que sejam feitas programações diferentes, como escolher um dia para ver um filme até tarde, ou dormir na cama dos pais. “É bom manter uma rotina dentro do que for possível. A criança pequena precisa desse hábito para se organizar, quando ela não tem uma programação fixa acaba ficando sem os limites que ajudam na organização do dia a dia”, explica a coordenadora.

Ela orienta também que mesmo com a suspensão das aulas, é possível realizar atividades que trazem informação e aprendizado de uma forma divertida. “Realizar atividades com as crianças reforçam a convivência social e estimulam a aprendizagem prazerosa. Como os pequenos estão descobrindo o mundo, tudo vira fonte de conhecimento”, lembra.

Veja algumas ideias para aproveitar o tempo em casa sem deixar de aprender:

1. Cozinhar

Preparar receitas fáceis com a ajuda das crianças é uma boa oportunidade de integrá-las às atividades de casa. Os filhos podem participar desde a escolha do que fazer, passando pela seleção dos ingredientes, até pôr a mão na massa para fazer biscoitos, sanduíches, pizzas e o que mais a imaginação permitir.

2. Fazer piquenique

Ao invés de parques, use o jardim de casa ou do prédio em horários sem movimento. Montar uma cesta com frutas e coisas gostosas para aproveitar um pouco do tempo fora de casa ajuda a distrair e criar momentos que podem ficar na lembrança de todos. Se não for possível usar as áreas comuns fora de casa, vale explorar outros cômodos. Fazendo uma cabana com lençol, o lanche já ganha ares de aventura.

3. Plantar

Mesmo para quem mora em apartamento, é possível preparar uma hortinha na varanda, por exemplo. As crianças adoram mexer com a terra e ter uma plantinha para cuidar ensina sobre responsabilidade e cuidado.

4. Fazer bolinhas de sabão

Outra atividade ao ar livre que sempre faz sucesso são as bolinhas de sabão. Além das tradicionais, que já vem prontas, dá pra fazer a mistura em casa e confeccionar moldes com arame ou barbante para fazer bolhas gigantes. Se não for possível sair, vale brincar da janela mesmo.

5. Inventar um brinquedo

Reaproveitando materiais que todos têm em casa, como papéis, rolos de papel higiênico, retalhos de tecido e garrafas pet é possível criar os mais variados brinquedos. Uma boa chance de exercitar a criatividade e o talento manual para dar forma à imaginação.

6. Escrever um livro

Com algumas folhas de sulfite dobradas ao meio e grampeadas, é possível criar um pequeno livro em branco que pode ser colorido, desenhado e escrito pelo seu filho. Se a criança ainda não souber escrever, a família pode ajudar colocando no papel o texto da história.

7. Contar histórias

Crianças adoram ouvir histórias. Como parte da rotina, dá para incluir um momento do dia para a contação de histórias. Além da leitura de livros, a mãe e o pai podem narrar aventuras da sua própria infância, lembrando de fatos divertidos para compartilhar com os filhos.

8. Dar banho nos brinquedos

Que tal aproveitar o calor para brincar com água? Especialmente nesses dias, as crianças podem usar bacias para lavar os brinquedos. Além de ser uma atividade que elas gostam muito, ensina sobre responsabilidade com os seus objetos e pode ser uma oportunidade para reforçar atitudes que evitam o desperdício de água.

9. Acampar dentro de casa

Fazer cabaninhas de lençol, com almofadas no chão, é o ambiente perfeito para uma brincadeira que entretém as crianças por bastante tempo.

10. Visitar locais online

Conhecer museus no mundo inteiro se tornou possível com o avanço da tecnologia e da internet. Basta fazer uma pesquisa rápida para achar dezenas de locais que oferecem visitas virtuais e conhecer acervos sem gastar nada.

Sobre a Rede Marista de Colégios: A Rede Marista de Colégios (RMC) está presente no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Saiba mais em www.colegiosmaristas.com.br.

Rede de voluntários se mobiliza para enfrentar COVID-19 com soluções inovadoras

À frente da área de Inovação Social, Instituto Legado é parte do esforço da Rede Quarentena Solidária. Objetivo é minimizar danos da pandemia do novo coronavírus.

O Instituto Legado de Empreendedorismo Social se uniu a um grupo de mais de 250 voluntários com o objetivo de minimizar os efeitos da crise causada pelo novo coronavírus. A Rede Quarentena Solidária conecta organizações e pessoas de diferentes áreas interessadas em contribuir de forma colaborativa. Um das frentes é o INOVA CONTRA CORONAVÍRUS, um chamamento para que empreendedores sociais, inovadores, negócios sociais, startups de impacto social, empreendedores cívicos desenvolvam soluções que possam contribuir para reduzir os efeitos desastrosos da doença COVID-19. Em 72h, mais de 30 propostas já foram cadastradas.

A área de inovação é coordenada pelo presidente do Instituto Legado, James Marins, e tem como proposta conectar soluções inovadoras com doadores capazes de prover condições para execução. No site inova.contracoronavirus.com.br é possível cadastrar ideias e soluções. Após o registro, as propostas passam por uma curadoria, encaminhamento para subgrupo, onde poderão receber contribuições com recursos como tecnologia, logística, pessoas, rede, mídia e, inclusive, recursos financeiros de acordo com cada caso. Por fim, os projetos seguem para execução.

O Comitê Curadoria está selecionando e encaminhando diversas ações. Das 32 ideias inscritas, 43% são consideradas aptas para execução; em 46% dos casos estamos solicitando mais informações e apenas 3,1% não são viáveis no momento. Para serem executadas, as ações propostas necessitam de voluntários, conexões e recursos financeiros.

Em execução

Algumas soluções já foram encaminhadas. É o caso da iniciativa da Academia Médica que necessita de recursos para oferecer um curso técnico de ventilação mecânica para casos graves de pacientes de COVID-19 internados em UTI. Nesse caso, o Instituto Legado viabilizou que investidores sociais fizessem o aporte inicial que possibilitou a oferta do curso que proporciona conhecimento técnico que pode salvar muitas vidas (www.academiamedica.com.br).

Ainda na área médica, a iniciativa promoveu a conexão entre o Portal SIM – Serviços de Inteligência Médica, que é uma plataforma de médicos voluntários que podem dar aconselhamento profissional via chat - com a Academia Médica, que tem mais de 140.000 profissionais, muitos dos quais poderão ser voluntários na iniciativa (www.portalmedsim.com.br).

A Bioeng, empresa de especializada em arquitetura hospitalar, criou metodologia para oferecer seus conhecimentos por meio eletrônico para reformar e adaptar unidades hospitalares, duas startups estão oferecendo tecnologia de impressoras 3D para a construção de equipamentos para hospitais (www.bioengsaude.com.br).

A DDN – Tecnologia Textil está oferecendo a fabricação de máscaras de proteção elaboradas com tecido biodegradável e impregnadas com produto antibacteriano. Além disso são laváveis e podem ser reutilizadas, reduzindo o impacto ambiental desse equipamento de proteção.

Há também iniciativas na área jurídica, para a construção de uma plataforma para acompanhamento de todas as mudanças legislativas referentes ao Coronavírus e também para facilitar a contratação à distância, inclusive com assinatura digital para que os usuários não deixem de realizar negócios.

No campo da alimentação, a Cooltivando criou um modelo de negócios para vender hortifrutigranjeiros diretamente em condomínios, evitando assim a aglomeração em feiras e mercados (www.cooltivando.com.br). Essas iniciativas estão em diferentes estágios de desenvolvimento e serão lançadas ao longo dos próximos dias.

Sobre a Rede Quarentena Solidária

A Rede Quarentena Solidária reúne esforços da comunidade paranaense e realiza ações, estabelece discussões e trocas por meio digital, por meio das redes sociais e de uma plataforma onde os participantes podem publicar conteúdos informativos, educativos e analíticos sobre o atual cenário de pandemia. O objetivo da rede é mobilizar todo o tipo de recursos para contribuir com as famílias carentes, com o esforço público e com os hospitais para reduzir o impacto da pandemia. Saiba mais: https://contracoronavirus.com.br/. Para participar da Rede de Mobilização: https://chat.whatsapp.com/GaEqGdjBw4oJLVSvbQqWyV

Jockey Plaza Shopping colore sua fachada de roxo em apoio ao Purple Day

Preconceito e falta de informação são obstáculos para controle e tratamento da epilepsia

O dia 26 de março é considerado o Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia. Chamada de Dia Roxo, ou Purple Day, a data é dedicada a aumentar a consciência sobre a epilepsia em todo o mundo. Entre os dias 21 e 28 de março, o Jockey Plaza Shopping colore a sua fachada de roxo, para chamar a atenção para a doença, que acomete cerca de 3% da população mundial. A ação será realizada em parceria com a associação Luta pela Epilepsia no PR – LEPIPR e da Associação Brasileira de Epilepsia – ABE / SP.

A doença neurológica pode ser de origem genética, ou adquirida por meio de traumatismo, acidente vascular cerebral ou qualquer outra lesão que traumatize o cérebro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1,9 milhão brasileiros sofrem com a epilepsia. “Nossa fachada roxa alerta para a busca por informações sobre a doença, e apoia as instituições que lutam contra a falta de informação e preconceito com as pessoas que apresentam a epilepsia”, afirma a gerente de marketing do Jockey, Michelle Cirqueira.

Segundo a integrante da LEPIPR, Luana Vieira, o diagnóstico e tratamento adequado são fundamentais para controle da doença e qualidade de vida dos portadores. “Em 80% dos casos, o uso contínuo dos medicamentos indicados proporciona vida normal as pessoas com epilepsia. Mas infelizmente, para os demais, é uma doença de difícil controle”, afirma, lembrando que os 20% de difícil controle estão no grupo de risco para o COVID-19. Neste ano, a influenciadora digital Camila Coelho, de 31 anos, afirmou que foi diagnosticada com a epilepsia aos 9 anos, e o uso de remédio contínuo faz com que não apresente as crises.

“Na hora da crise, é importante deitar a pessoa de lado para que não se engasgue com a própria saliva ou vômito, afrouxar as roupas, erguer o queixo para facilitar a passagem de ar e levar a pessoa para o atendimento médico, caso a crise dure mais de cinco minutos. São dicas básicas para manter a pessoa em crise em segurança, porém muitas pessoas desconhecem”, explica Luana.

Sobre o Jockey Plaza Shopping:

Inaugurado em junho de 2019, o Jockey Plaza Shopping possui mais de 200 mil m² de área construída, com 325 operações, sendo 28 opções na praça de alimentação, além de um boulevard gastronômico com vista panorâmica para a pista de corridas do Jockey Club do Paraná. O empreendimento conta ainda com oito salas de cinema Cinépolis e espaços para jogos e lazer, que tornam o local ainda mais completo. Com um vasto mix de lojas e serviços, é um shopping que se propõe a atender de forma democrática todos os seus perfis de público. O projeto arquitetônico prioriza espaços amplos, iluminação natural e muita área verde, e busca ressignificar o lazer, remetendo o local a uma extensão de um espaço externo. O Jockey Plaza Shopping é um empreendimento do Grupo Tacla Shopping, Casteval, Paysage e GRCA.

www.jockeyplaza.com.br

Rua Konrad Adenauer, 370 – Tarumã

Empresas se reinventam para prestar serviços remotamente durante a pandemia do novo coronavírus

De tour virtual em apartamentos decorados a pagamento por QR Code, o foco é usar a criatividade e a tecnologia para não perder o contato com o cliente

Com o rápido avanço do novo coronavírus no Brasil, muitos setores tiveram de encontrar soluções para não “fechar as portas” e continuar a oferecer seus serviços normalmente, mas de forma remota. Foi o que aconteceu com quatro empresas de diferentes segmentos, que se reinventaram e criaram meios para continuar atendendo seu público com qualidade mesmo que a distância.

A GT Building, uma das maiores incorporadoras imobiliárias do Paraná, disponibilizou uma série de possibilidades ao consumidor, que não precisa esperar a pandemia passar para conhecer os empreendimentos. Sendo pioneira a implementar um sistema de atendimento remoto via computador ou aplicativo, a empresa consegue proporcionar por meio de vídeochamada e transmissão ao vivo várias funções que dão andamento à busca e à compra do imóvel ideal.

O sistema funciona da seguinte forma: o cliente preenche um formulário com nome e-mail e telefone, e esses dados são encaminhados a um especialista da empresa, que está conectado à mesma plataforma. Após o cliente receber um link para realizar a vídeochamada com esse profissional, é iniciada uma transmissão em que o especialista apresenta os empreendimentos, envia materiais de apoio, expõe a tabela de preços simulando opções de financiamento e realiza um tour virtual do apartamento decorado. Se o interessado já quiser fechar negócio, é possível realizar a assinatura do novo imóvel por meio de contrato eletrônico.

Para conferir todos os detalhes dos empreendimentos, também é possível entrar em contato por meio de chat online, e-mail, telefone e WhatsApp. Mas, para quem precisa manter o relacionamento pessoal para retirar as chaves do novo imóvel ou realizar vistorias, por exemplo, a incorporadora encontrou uma alternativa. Seguindo de forma rigorosa as normas de higienização recomendadas pelos órgãos oficias de saúde, irá disponibilizar álcool em gel e cuidar para que distâncias seguras entre os envolvidos seja mantida, além de possibilitar visitas físicas apenas com agendamento prévio para que a demonstração seja individual e a fundamental higienização dos apartamentos seja realizada.

Quem também está apostando no meio virtual para manter suas atividades é a Cultura Inglesa, uma das principais escolas de inglês do Brasil. Atendendo às recomendações dos órgãos de saúde, a companhia passou a transmitir suas aulas por meio de videoconferência desde o dia 23 de março. Para que isso fosse possível, os professores que estão fora do grupo de risco passaram por uma capacitação para atender aos alunos nesse novo momento. Além disso, os estudantes estão recebendo atividades para realizar em casa com a família.

Sem contato físico

Para evitar a manipulação de cédulas de dinheiro, usuários têm utilizado aplicativos de pagamento via QR Code para realizar compras. Uma empresa que oferece esse tipo de serviço é a Connecty Pay, sistema de gestão de pagamentos criado em Curitiba que disponibiliza essa funcionalidade em diversos estabelecimentos do Paraná.

Para utilizar a ferramenta, o cliente deve cadastrar seu cartão de crédito, de preferência no app, acionar a função de pagamento por QR Code, fazer a leitura do código no estabelecimento e, na sequência, realizar o pagamento. A casa comercial aprova a venda do usuário pelo sistema e envia o comprovante da transação por e-mail. Tudo isso é feito de forma rápida e segura, pois o usuário não tem contato nenhum com dinheiro, nota fiscal e outras pessoas. Em alguns casos, como em postos de combustível, não é necessário nem sair de dentro do carro para efetuar o pagamento. Para facilitar ainda mais, a Connecty Pay disponibiliza a função ‘retire na loja’, que oferece aos usuários a possibilidade de comprar os produtos de estabelecimentos credenciados pelo aplicativo e passar no local apenas para fazer a retirada.

Já a Arcos Dorados, maior franquia independente do McDonald’s no mundo, tomou a decisão de fechar o salão de seus restaurantes no Brasil a partir de 23 de março. A rede informa que recomendou o fechamento temporário dos seus mais de 1000 restaurantes no país, atendendo aos clientes exclusivamente pelo Delivery, Drive-thru e, em algumas situações, pedidos para viagem, incluindo as lojas de rua. A empresa reitera ainda que está tomando todas as medidas de prevenção e proteção de seus funcionários, clientes e parceiros, reforçando seus protocolos de higiene e limpeza. A companhia segue acompanhando dia a dia a evolução da questão no país, seguindo todas as determinações das autoridades sanitárias do Brasil e considerando todas as situações excepcionais. No início da semana, os tradicionais Uber Eats, Rappi e iFood já anunciaram a “entrega sem contato”, modelo em que os entregadores deixam os pedidos na porta, sem ter contato com o cliente.

Show de ZECA BALEIRO em Curitiba é adiado para julho

Foto: Silvia Zamboni

A produtora Orth Produções comunica o adiamento do show de Zeca Baleiro “O amor no caos, voz e violões”, que aconteceria no dia 19 de junho na Ópera de Arame, em Curitiba. O show na capital paranaense confirmou a nova data para dia 18 de julho de 2020, às 21h, na Ópera de Arame.

A produção está atenta aos recentes acontecimentos relacionados ao COVID-19 e a importância das restrições de aglomerações de pessoas. "É muito sério o que estamos vivendo, mas temos que enfrentar este momento com serenidade e prevenção seguindo as orientações dos órgãos oficiais de saúde e não propagando fake news. É momento de solidariedade e de cuidados necessários, onde devemos fazer a nossa parte para que tudo passe da maneira mais rápida e com os menores danos possíveis. A saúde do público e de todos os profissionais envolvidos nas nossas produções é a nossa prioridade".

Quem comprou o ingresso

As pessoas que compraram ingressos, e querem assistir o show na nova data, não precisam trocar os mesmos bilhetes, eles continuam valendo para a nova na poltrona adquirida.

Se optar pela restituição de valor de compra, os clientes devem enviar e-mail para: atendimento@diskingressos.com.br ou entrar em contato com 41 3315-0808.

SERVIÇO:

A nova data: dia 18 de julho de 2020

Local: Ópera de Arame – Curitiba/ PR

Horário: 21h

Os ingressos continuam à venda pelo Disk Ingressos. Para mais informações, acesse www.diskingressos.com.br ou entre em contato pelo telefone (41) 3315-0808

Suspensão de prestações à Caixa pode ajudar a manter a renda em momento de crise

Entenda como a medida poderá beneficiar a população e quando usá-la

A Caixa Econômica Federal anunciou uma medida na última quinta-feira (19), onde afirma que irá suspender as parcelas e prestações de contratos de financiamento imobiliário, além de lançar uma linha de empréstimos com juros reduzidos para pessoas físicas e jurídicas que sejam de porte micro ou pequeno e suspender cobranças.

“Sobre o financeiro imobiliário, não será necessário ir até a agência, apenas realizar os passos pelo site ou outros canais de comunicação, podendo suspender o pagamento por 60 dias, desde que o contrato esteja em dia, e as prestações serão incorporadas ao saldo devedor do contrato, não havendo a necessidade de ser quitada após o período de crise”, explica Dra. Sabrina Rui, advogada em direito tributário e imobiliário.

Essa é uma alternativa para quem está em apuros por conta da situação atual no Brasil e no mundo, a epidemia da Covid-19. Porém, a especialista afirma que isso só deve ser feito em caso de real necessidade, senão, o melhor é continuar pagando normalmente.

De acordo com as medidas de isolamento, que determinaram o fechamento ou adaptação da maioria dos estabelecimentos comerciais do país, aquele que está empregado poderá ter uma redução de renda significativa, bem como poderá haver demissões num futuro muito próximo, portanto, racionar os gastos é de extrema importância.

“O dever de pagar não irá deixar de existir, apenas abrirá espaço para um pagamento mais flexível para que tanto as empresas quanto os empregados possam se manter durante essa situação difícil”, afirma.

Ainda há possibilidade de que, se a quarentena ou as consequências da pandemia não melhorarem, o tempo de postergação possa aumentar para 90 ou até 120 dias.

Se você tiver em mente que não conseguirá pagar em dia, de acordo com um planejamento inteligente das contas, entre em contato com a Caixa Econômica e suspenda o pagamento por 60 dias antes do vencimento das prestações, para não haver incorrência de multa e juros que aumentam consideravelmente o valor do débito.

“Embora estas medidas tenham sido tomadas apenas pela Caixa Econômica Federal, orientamos que havendo necessidade, seja estabelecida uma negociação com outras instituições financeiras em contratos similares, haja vista a existência de um precedente. O importante é manter a calma, e tentar renegociar os débitos antes deles estarem vencidos, para demonstrar a boa-fé do consumidor” orienta a Dra. Sabrina Rui.

Serviço: Dra. Sabrina Marcolli Rui

Advogada em direito tributário e imobiliário

www.sr.adv.br

SR Advogados Associados

@sradvogadosassociados

@sradvassociados

(41) 3077-6474

Rua Riachuelo, nº 102 - 20º andar - sala 202, centro – Curitiba.

Sinal aberto: operadoras de todo o país se mobilizam em campanha de prevenção ao coronavírus

Assinantes de todas as regiões do Brasil podem acompanhar programação variada sem custo adicional

Operadoras de TV por assinatura em todo o país estão com o sinal aberto de diversos canais, em uma campanha de prevenção ao coronavírus (Covid-19). A medida visa beneficiar assinantes que estão em isolamento domiciliar e está sendo realizada por empresas de cobertura nacional, como SKY, Claro, Oi e Vivo, além das regionais como C-Lig, Gigabyte Telecom, Go.Cast, Netline Telecom, NetSpeed e NipBR, que recebem o sinal via compartilhamento de headend da MultTV.

Entre os canais disponíveis para todos os clientes, estão: Animal Planet, Band News , Band Sports, Arte1, Boomerang, CNN Brasil, Cartoon Network, Comedy Central, Discovery Channel, Discovery Home & Health, Disney Channel, Disney Junior, Disney XD, ESPN, ESPN Brasil, ESPN2, FOX Channel, FOX Sports, FOX Sports 2, FX, MTV, National Geographic, Nickelodeon, Nick Jr, Paramount Channel, Space, TBS, TCM, TNT, Tooncast, VH1 Megahits, entre outros.

O sinal ficará aberto até o final do mês, sem custo adicional para os clientes. Confira lista de operadoras que realizam a ação: Adylnet Telecom, Assim, C-Lig, Claro, GB Online, Gigabyte Telecom, Go.Cast, Infovale Telecom, ITTNET, Netline Telecom, NetSpeed, NipBR , Oi, Process Telecom, SF Net, SKY, Vivo e Womp.

Museu Paranaense disponibiliza jogo da memória com palavras indígenas

É possível baixar o arquivo e imprimir em casa. A brincadeira já começa na hora de preparar o jogo
O Museu Paranaense (MUPA) disponibilizou um jogo da memória para download com palavras indígenas para que toda a família possa aprender brincando neste período em que o museu está fechado para visitação. Palavras como abacaxi, capivara, jiboia e arara têm origem indígena e estão presentes no jogo. Quem quiser baixar o arquivo e imprimir em casa pode encontrá-lo no site www.museuparanense.pr.gov.br ou nas redes sociais do museu no @museuparanaense no Facebook e Instagram.
O jogo da memória com palavras indígenas foi utilizado pelo Departamento Educativo no início do ano, nas atividades da programação de férias do MUPA, que focou nos povos originários do Paraná, com visitas mediadas às exposições relacionadas aos povos indígenas, contação de histórias e brincadeiras de origem ameríndia. O jogo fazia parte dessas atividades e agora está disponível para todos que queiram aprender um pouco mais do vocabulário indígena presente em nosso dia a dia.
PASSO A PASSO – O arquivo está dividido em quatro folhas para impressão no formato pdf, que devem ser impressas duas vezes cada para formar os pares. Acompanha também um arquivo de instruções de como preparar o jogo, uma forma de já iniciar a brincadeira no momento da confecção. Se a impressora não for colorida, dá para imprimir em escala de cinza e fazer do colorir parte da brincadeira. E para quem não tem impressora em casa, não precisa ficar de fora: pode acessar os arquivos para conhecer as palavras e se arriscar em desenhar os animais, frutas e plantas em pedaços de papel. Tudo pode ser divertido, interativo e muito educativo.
O MUPA está preparando novos materiais para disponibilizar de forma online para o público durante este período de distanciamento social, em que muitas pessoas estão em casa. O conteúdo será disponibilizado em breve no site e redes sociais.
DECRETO ESTADUAL – O Museu Paranaense está temporariamente fechado para o público atendendo ao decreto estadual nº 4.230, que determina o fechamento dos espaços culturais do Governo do Paraná – museus, bibliotecas, teatros – e suspende os eventos artísticos e culturais a partir do dia 17 de março de 2020. A medida visa conter a propagação do novo coronavírus e está entre as ações tomadas pelo Governo do Paraná para o enfrentamento ao COVID-19.
SERVIÇO
Jogo da memória com palavras de origem indígena
Arquivo para download e passo a passo da montagem: www.museuparanaense.pr.gov.br

Fotos: Ingrid Schmaedecke/MUPA

Comer saudável e com a família reunida à mesa é a dica de chef de cozinha para a quarentena

Professora de Gastronomia da São Judas – Unimonte ainda ensina duas receitas para fazer com as crianças

Hoje, mais do que nunca, as pessoas precisam comer saudável e juntas à mesa, de preferência no mesmo horário, para criar uma rotina. Essa é a dica da chef de cozinha e coordenadora do curso de Gastronomia da São Judas – Campus Unimonte, Maria de Fátima Gonçalves, para os tempos de isolamento social, por conta da pandemia da Covid-19.

Para a professora, é o momento de parar e se socializar com mais tranquilidade, coisa que, com a vida corrida de antes, não era possível para a maioria das pessoas. “Isso vale para a hora das refeições, que devem ser feitas mais ou menos no mesmo horário e com a família reunida”.

Outra dica de Fátima é restabelecer, por meio da culinária, o contato com as avós, um pouco comprometido pela distância recomendada entre elas e as crianças.

“É a hora de pedir para a avó a receita daquele bolo gostoso que ela faz, aprender algum segredo de seus pratos. Tudo isso é possível por meio da tecnologia. Depois, é só fazer e mostrar para ela, que vai adorar, com certeza”.

Na cozinha - Com as crianças em casa, uma outra atividade que vale a pena é leva-las para a cozinha para preparar alguma coisa com a ajuda delas. “É um bom momento para mudar o hábito alimentar dos pequenos, para que eles comam melhor, ensinando que vão ficar mais fortes”.

A seguir, receitas da professora Maria de Fátima para fazer com as crianças, sempre zelando por sua segurança na cozinha.

COOKIES DE BAUNILHA

Ingredientes

· 290g de Farinha de trigo
· ½ colher de chá de Fermento em pó
· 1 Ovo
· 100g Açúcar
· ½ colher de chá de Essência de baunilha
· 100g de Manteiga sem sal
· 1 colher de sopa Syrup / mel / karo
Modo de Preparo

1. Misture, com a ponta dos dedos (ou na batedeira com o gancho), a farinha, o fermento, o açúcar e a manteiga gelada até obter uma farofa grossa. 2. Adicione o ovo e o syrup. Sove levemente até obter uma massa homogênea.

3. Leve à geladeira por 15 minutos. Abra com o rolo, corte os cookies e asse por 12 a 15 minutos. Deixe esfriar para decorar.

Pão de Queijo

Ingredientes

· 500g de polvilho doce
· 400g de queijo meia cura ralado ou parmesão
· 2 copos de leite
· 1 copo de óleo
· 3 ovos
· 1 colher de sobremesa de sal
Modo de Preparo

1. Coloque para ferver o leite, o óleo e o sal e leve a ferver.
2. Escalde o polvilho misture bem e deixe esfriar
3. Junte os ovos um a um e depois o queijo ralado.
4. Faça as bolinhas e leve para assar.