Orquestra feminina pioneira estreia temporada em Curitiba e São Paulo

Primeira orquestra exclusivamente feminina do país, a Ladies Ensemble inicia sua temporada de 2026 com duas apresentações importantes. Neste sábado (7/3), às 18h30, faz o primeiro concerto do ano, no Auditório Regina Casillo, dentro do projeto Música e Literatura, do Solar do Rosário. Já no dia 15 de março, às 10h50, retorna pela segunda vez a um dos palcos mais cultuados da música erudita na América Latina, a Sala São Paulo, na capital paulista. Nos dois eventos, mostra seu mais novo espetáculo, o “Concerto Espanhol”, que mistura influências de diferentes culturas que habitaram o país ibérico.

A apresentação no Auditório Regina Casillo, “casa” das Ladies, onde elas mantêm residência artística com ensaios e temporadas, tem ingressos a partir de R$ 15, disponíveis no site Disk Ingresso (www.diskingresso.com). Na Sala São Paulo, a orquestra toca na série Concertos Matinais, com entrada franca.

União de culturas

Com regência e arranjos de Alexandre Brasolim e direção artística de Fabiola Bach Akel, o “Concerto Espanhol” realiza um vibrante passeio musical pelo país ibérico. Para isso, não fica só em composições originalmente escritas para música clássica, trazendo também ritmos flamencos e árabes, neste último caso, relembrando a influência das invasões muçulmanas que duraram oito séculos nas terras espanholas.

“Toda esta efusão criativa e miscigenação cultural recebeu arranjos e orquestração inspiradíssimos do maestro Brasolim”, define Fabiola, que também é fundadora das Ladies. “O resultado é um repertório que envolve e encanta, tanto pela beleza como pela diversidade musical, indo desde a cultura de povos cristãos até muçulmanos e judeus sefaraditas. Temos desde um tema tradicional da Andaluzia, com forte alma oriental, até composições de Isaac Albéniz e Manuel De Falla”.

Guitarra e castanholas

O repertório completo traz: “Lama Bada” (música tradicional do Al Andaluz Moura), “Et Dodim Kala” (música tradicional sefaradita), “Santa Maria, Strela do Dia” (Alfonso X El Sabio), “Quinteto para Violão e Cordas nº 4 em Ré Maior – Fandango (de Luigi Boccherini), “Concerto de Aranjuez II Adagio” (Joaquin Rodrigo), “Sevilla” (Isaac Albéniz), “Recuerdos de la Alhambra” (Francisco Tárrega), “Astúrias” (Isaac Albéniz), “Suíte Espanhola nº6” e “Malagueña” (Ernesto Lecuona), “La Violetera / El Relicario” (José Padilla), “Dança do Fogo” (Manuel de Falla) e “España Cañi” (Pascual Marquina Narro).

Para acrescentar dois instrumentos tradicionalmente ligados à música espanhola, o concerto contará com os convidados especiais Murillo da Rós, na guitarra flamenca, e Blanca Hernando Barco, nas castanholas. Blanca é Cônsul Honorária da Espanha em Curitiba. A spalla das Ladies Ensemble, Juliane Martens Weingartner também terá destaque, com um solo em “La Violetera / El Relicario”.

Com todos estes ingredientes, o espetáculo segue a tradição de montagens com temática espanhola da Ladies Ensemble, que estão entre as mais aplaudidas da orquestra. “Temos aqui uma montagem com repertório inédito dentro de nossa história. E estamos muito felizes em estrear em Curitiba e depois seguir para a Sala São Paulo, o principal palco da música clássica na América Latina, à convite da Fundação OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo”, conclui Fabiola.

SOBRE A ORQUESTRA LADIES ENSEMBLE

Ladies Ensemble é a primeira orquestra profissional formada exclusivamente por mulheres no Brasil. Nasceu em 2009, em Curitiba, do sonho da violista Fabiola Bach de Andrade Akel: criar um espaço onde talento, excelência e protagonismo feminino caminhassem juntos. Reunindo musicistas experientes e jovens promessas, a Ladies Ensemble transforma a música clássica em algo vivo e próximo de todos. Seu repertório ousado resgata a world music e cria experiências culturais únicas e inesquecíveis.

Já foram mais de 300 mil pessoas impactadas em apresentações por todo o Paraná e Santa Catarina, na programação anual do Solar do Rosário – que abriu o Auditório Regina Casillo para ser a “casa” oficial da Ladies Ensemble –, em escolas, praças públicas e na marcante primeira apresentação na Sala São Paulo, em 2024.

Mais do que concertos, a Ladies Ensemble forma novas plateias e inspira gerações. Leva música de qualidade a quem não tem acesso e abre caminhos para que meninas e mulheres ocupem, cada vez mais, seu lugar de destaque na música. Ladies Ensemble é uma celebração vibrante do talento feminino e da força transformadora da música.

SERVIÇOS: “Concerto Espanhol”, com a orquestra Ladies Ensemble

Curitiba – Dia 7 de março de 2026, às 18h30, no Auditório Regina Casillo
Endereço: Rua Lourenço Pinto, 500 - Centro, Curitiba - PR
Ingressos: a R$ 10, pelo www.disnkingresso.com.br

São Paulo – Dia 15 de março de 2026, às 10h50, na Sala São Paulo
Endereço: Praça Júlio Prestes, 16 - Campos Elíseos, São Paulo - SP
Entrada: franca

Últimos ingressos para IL VOLO no Positivo

Fenômeno da música internacional, o trio italiano IL VOLO volta a Curitiba no próximo dia 17 de março, terça-feira, às 21 horas, com a turnê mundial WORLD TOUR 2026/2027. A única apresentação acontece no Teatro Positivo – Grande Auditório (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Universidade Positivo). Na ocasião o trio italiano formado Piero Barone, Ignazio Boschetto e Gianluca Ginoble vai apresentar para o público as canções “Grande Amore”, “O Sole Mio”, “História de um Amor”, “Volare”, “Granada” e algumas árias de ópera como “Nessun Dorma”, todas em arranjos especiais acompanhados pela Orquestra Sinfônica Villa Lobos. Os últimos ingressos para esse espetáculo estão à venda pelo site do Disk Ingressos.
A nova turnê sintetiza a essência artística do IL VOLO, e vai apresentar os maiores sucessos do trio, grandes clássicos da tradição operística e da música pop internacional, além das canções que marcaram sua trajetória global. A WORLD TOUR 2026/2027 começou esse mês na Cidade do México, e vai percorrer alguns dos principais palcos do continente antes de chegar ao Brasil, em uma jornada que celebra a forte conexão entre Piero Barone, Ignazio Boschetto e Gianluca Ginoble com o público da América Latina.

SERVIÇO:
IL VOLO WORLD TOUR 2026/2027 – Show com o trio italiano formado pelos cantores Piero Barone, Ignazio Boschetto e Gianluca Ginoble. Terça-feira, dia 17 de março, às 21 horas, no Teatro Positivo – Grande Auditório (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Universidade Positivo). Duração: 90 minutos. Classificação indicativa: livre.
Ingressos:
SETOR AMARELO - R$800 (inteira)
SETOR ROSA R$600 (inteira)
SETOR LARANJA R$450 (inteira)
+ Taxa de Conveniência.
Compras:
Site do Disk Ingressos.
Loja do Disk Ingressos no Shopping Mueller - de segunda a sábado das 10 às 22h e domingos das 14 às 20h
Bilheteria do Teatro Positivo de segunda a sexta das 11 às 15h e 16h10 às 20h. Sábados das 17h às 21h;
Família Pavê (Av. Pres. Arthur da Silva Bernardes, 938 - de Terça à Sábado das 09h às 19h.
Não serão aceitos cheques.

Espetáculo mistura ópera e teatro para celebrar herança cultural africana e combater preconceito

Canto lírico, teatro, música erudita, canções populares, raízes africanas e gritos de resistência contra o racismo se encontram em um só palco no espetáculo “Ópera Presença Lírica Africana”, que ganha estreia em Curitiba. Numa curta temporada na Capela Santa Maria, de 11 a 14 de março, a nova montagem da Companhia Nossa Senhora do Teatro Contemporâneo reúne dois atores e três cantores. O elenco traz como convidado especial uma das maiores vozes do canto lírico mundial em atividade, o premiado barítono David Marcondes, do Teatro Municipal de São Paulo. A entrada é franca.

Com direção musical de Paulo Barato e direção cênica de Isidoro Diniz e Cesar de Almeida, o espetáculo narra a saga da cultura africana no Brasil e sua importância para a formação do país. Para isso, traz um repertório com músicas eruditas e populares – de Chiquinha Gonzaga e Caetano Veloso até Villa-Lobos e Hekel Tavares - mesclado ainda com encenações teatrais contemporâneas, inspiradas nos contextos históricos da colonização e na musicalidade do povo brasileiro.

A soprano Milena Tupy e o barítono Paulo Barato completam o trio de cantores com David Marcondes, que é conhecido em Curitiba pelo grande sucesso da ópera “Anjo Negro”, apresentada em 2023 no Guairão, e já venceu diversos concursos internacionais na Europa. Eles cantam acompanhados pelo piano de Davi Sartori. A parte teatral reúne os atores Carlos Roberto Barbosa e Marcyo Luz.

O projeto foi aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e Governo Federal.

Combate ao racismo

“Infelizmente, séculos depois, ainda é muito necessário combater o racismo e valorizar a presença cultural negra na construção da identidade brasileira. Os efeitos perversos dos quase 400 anos de escravidão continuam presentes, e um deles é justamente subvalorizar toda a grandiosidade da cultura que veio da África junto com os escravizados”, ressalta o diretor Isidoro Diniz, cuja carreira tem como uma de suas marcas a afirmação do protagonismo negro nas artes. “Nesta montagem, cuja linha mestra é a música, misturamos o erudito com o popular para reforçar a dimensão fundamental da negritude na verdadeira alma brasileira, com seu caráter de miscigenação cultural”.

A estrutura do espetáculo traz blocos musicais intercalados pelas cenas teatrais. O repertório selecionado por Paulo Barato parte de obras clássicas para se misturar com canções populares e folclóricas, num sincretismo que sintetiza a própria essência brasileira, para terminar, de forma apoteótica, em Carnaval, com um samba-enredo, “Sankofa” (Sílvio Costa (Turco). Esta composição foi vencedora do Carnaval de Curitiba de 2025, com a escola Mocidade Azul. Tem inspiração no símbolo africano ancestral que traz uma ave voltando a cabeça para trás, fazendo alusão à importância de conhecer o passado para entender o presente.

Miscigenação cultural

“O repertório faz um tour pela formação musical brasileira, com canções eruditas que retratam a tragédia da escravidão e também o lado alegre e resistente dos negros, presentes em sua religiosidade e musicalidade, passando pelo popular e a mistura de ritmos europeus e africanos para a criação de novos estilos”, explica Paulo Barato. “Samba, maracatu, bossa novas, lundu e maxixe são alguns dos filhos desta mesma mãe que é a contribuição da cultura negra ao país”.

A conversa entre teatro e música é costurada pelos atores, caracterizados com uma estética afrofuturista, como revela o codiretor cênico Cesar Almeida. “Eles fazem comentários sobre a invasão portuguesa no Brasil, colonização e escravidão, demonstrando a fundamental presença africana e negra na musicalidade e cultura do nosso povo, um legado ainda menosprezado”, completa Almeida.

Repertório musical

O repertório musical ganha vida em três blocos. O primeiro reverencia os indígenas, habitantes originários da terra invadida: “Um Índio” (Caetano Veloso), “Maru Upi” (canção tradicional Guarani) e “Nozani Ná” (harmonizada por Heitor Villa-Lobos a partir de registros dos índios Parecis feitos por Roquete Pinto no Mato Grosso). O segundo, traz: “Estrela é Lua Nova” (Heitor Villa-Lobos), “Estrela do Mar” (Marlos Nobre), “Cantilena” (Heitor Villa-Lobos) e “Xangô”, de Babi de Oliveira.

A terceira parte musical vem como “Rei Congo” (Osvaldo França e Liz Monteiro), “Funeral D'um Rei Nagô” (Hekel Tavares), “Lua Branca” (Chiquinha Gonzaga) e “Invocação” (Hekel Tavares). A quarta e última é composta por: “Boi Bumbá” (Waldemar Henrique), “Eu Avistei” (Aurinha do Côco), “Aquarela do Brasil” (Ari Barroso) e “Sankofa”(Sílvio Costa (Turco), Samba “Enredo da Escola de Samba Mocidade Azul de 2025”.

Contra o preconceito

Para David Marcondes, afrodescendente que enfrentou preconceito e conseguiu conquistar o topo da carreira na ópera, uma das expressões culturais mais elitizadas, o espetáculo é um grande marco em sua carreira e no meio lírico brasileiro. “Estou extremamente honrado em participar de um projeto com um tema tão grandioso e importante, que é valorizar a presença cultural negra no país e o sincretismo entre erudito e popular. Será a primeira vez que canto um repertório inteiro com este tema – penso que é inédito na ópera”, conta David. “Os 350 anos de escravidão e seu legado foram eficazes em varrer para o esquecimento muita coisa da cultura negra. Até mesmo eu, que sou negro, aprendi muito com esta montagem sobre temas como a mitologia e as religiões ancestrais da África”.

“Ópera Presença Lírica Africana”, com a Cia Nossa Senhora do Teatro Contemporâneo.

Data: 11 a 14 de março de 2026

Local: Capela Santa Maria - Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro - Curitiba

Horários: De 11 a 13 de março (quarta a sexta-feira), às 20h. Dia 14 de março (sábado), duas sessões, às 11h e às 18h30.

Entrada: gratuita

Todas as sessões contarão com intérprete de libras

Supertramp Experience prepara reencontro histórico com o público brasileiro

Em abril, fãs terão a oportunidade de reviver ao vivo melodias que marcaram histórias pessoais e atravessaram gerações.

“The Logical Song”, “Dreamer”, “Give a Little Bit” e outros clássicos eternos embalam a experiência que promete emocionar em diferentes cidades do país.

Fotos em alta, clique aqui - Créditos: Divulgação

Clássicos atemporais, letras profundas e melodias inesquecíveis mantêm viva a conexão emocional com fãs de diferentes idades e reacendem a expectativa para a chegada do Supertramp Experience ao Brasil.

Mais do que uma banda, o Supertramp se tornou um fenômeno emocional que atravessa décadas. Suas músicas falam sobre liberdade, identidade, questionamentos existenciais e sonhos — temas que continuam atuais e profundamente humanos.

Quem nunca se pegou cantando os primeiros versos de “The Logical Song” e refletindo sobre as pressões da vida adulta? Ou sentiu aquela mistura de inquietação e esperança ao ouvir “Dreamer”, com seu piano vibrante e energia contagiante?

Há também a atmosfera acolhedora de “Give a Little Bit”, que se transformou quase em um hino sobre generosidade e conexão humana. E o que dizer de “Breakfast in America”, que atravessou gerações com seu refrão marcante e espírito leve, mas cheio de personalidade?

Já “Take the Long Way Home” é praticamente um convite à reflexão — sobre escolhas, caminhos e recomeços. Uma música que muitos fãs associam a fases decisivas da vida.

Essas canções não são apenas sucessos do passado. São trilhas sonoras de histórias pessoais. Tocaram em rádios, festas, viagens de carro, momentos de descoberta e transformação.

Ao longo dos anos, o legado do Supertramp provou que grandes composições ultrapassam modismos. Suas melodias sofisticadas, arranjos marcantes e letras inteligentes continuam despertando emoção já nos primeiros acordes.

Em 2026, o Brasil terá a oportunidade de transformar lembranças em presença. E para muitos, será mais do que um show: será um reencontro com a própria história.

A turnê brasileira, confirmada para abril e maio de 2026, promete transformar nostalgia em experiência real. Não se trata apenas de revisitar músicas icônicas, mas de reviver sensações, memórias e momentos que fizeram parte da história de milhões de pessoas.

A estreia acontece em Belo Horizonte (24 de abril), seguindo para Rio de Janeiro (25 de abril) e São Paulo (26 de abril), antes de percorrer outras capitais do país.

SOBRE O SUPERTRAMP EXPERIENCE
Formada por músicos virtuosos que percorrem o mundo encantando plateias, a SUPERTRAMP Experience é a única banda europeia reconhecida por Roger Hodgson, e é considerada por muitos como a mais impressionante apresentação ao vivo (tributo) da obra do Supertramp em atividade hoje.
Antoine Oheix – teclados e vocais (com timbre surpreendentemente próximo a Hodgson e Davies)
Alice Valle – guitarra, teclados e backing vocals
David Martin – saxofone, teclados e coros
Lucas Fleurance – baixo e coros
Stéphane Glory – bateria

Cada músico carrega a missão de reacender a chama do Supertramp nos corações do público — e conseguem, noite após noite, emocionar do primeiro ao último acorde.

TURNÊ BRASIL 2026 - SUPERTRAMP Experience

24/04 – Belo Horizonte/MG – BEFLY Minascentro
Compra de ingressos: https://share.google/zPexqukKyIXI2cL2M

25/04 – Rio de Janeiro/RJ – Qualistage
Compra de ingressos:https://share.google/dLYEqvtV06MHC1WyN

26/04 – São Paulo/SP – Tokio Marine Hall -
Compra de ingressos: https://share.google/oLWfoFM8bSTYzDYj9

01/05 – Fortaleza/CE – Teatro Riomar
Compra de ingressos: https://share.google/Du9dg3nu5ZM3EZFzU

02/05 – Recife/PE – Teatro Riomar
Compra de ingressos: https://share.google/sMX6sCffrB2LF539Z

07/05 – Jaraguá do Sul/SC – Teatro SCAR
Compra de ingressos: https://www.eticketcenter.com.br/eventos/show/supertramp-experience-em-jaragua-do-sul/07-05/20-00/

08/05 – Blumenau/SC – Teatro Michelangelo
Compra de ingressos: https://share.google/1B9Ul0TpUNU2S8HPU

09/05 – Florianópolis/SC – Teatro CIC
Compra de ingressos: https://www.blueticket.com.br/evento/39936

10/05 – Porto Alegre/RS – Araújo Vianna
Compra de ingressos: https://share.google/21MQxUBLjJSOTK1Vq

BRYAN ADAMS LOTA SETORES E ENTRA EM CONTAGEM REGRESSIVA PARA O ESPERADO SHOW EM CURITIBA

Apresentação acontece no dia 9 de março, às 21h, na Live Curitiba, e já registra diversos setores esgotados.

Curitiba/PR — No dia 9 de março, às 21h, o ícone do rock mundial Bryan Adams sobe ao palco da Live Curitiba e já confirma o forte engajamento do público paranaense. A apresentação registra diversos setores esgotados e reforça a alta demanda para o retorno do artista ao Brasil.

Estão esgotados os seguintes setores:
Plateia Superior Nível 1
Plateia Superior Nível 2
Plateia Superior Nível 3
Plateia Superior Nível 4
Plateia Superior Nível 5
Camarote Inferior
Camarote Superior

Os ingressos remanescentes entram na fase final de comercialização impulsionados pela procura intensa e pelo histórico de performances arrebatadoras do artista. Os setores ainda com espaços disponíveis são: Plateia Gold e Silver inferiores, plateia inferior e pista, cuja acomodação é em pé para o público que gosta de assistir, dançar e interagir diretamente com as canções.

Reconhecido por sua voz inconfundível e por composições que marcaram gerações, Bryan Adams construiu uma carreira sólida e internacional desde os anos 80. Seus shows são momentos inesquecíveis que entregam energia constante, interação com o público e um repertório que transforma arenas em grandes corais coletivos.

Com produção de alto nível, iluminação impactante e banda entrosada, a apresentação promete uma noite memorável para Curitiba — reafirmando o protagonismo da cidade no circuito de grandes turnês internacionais.

A escassez de setores reforça o momento: quem ainda deseja garantir presença precisa agir rápido e fazer parte de algo único.
PARA CREDENCIAMENTO CLIQUE AQUI

SOBRE A LIKE PRODUTORA

A Like Produtora é uma das principais realizadoras de espetáculos internacionais e nacionais no sul do Brasil. Com sede em Porto Alegre, a empresa atua há mais de uma década na produção e promoção de grandes shows, turnês e experiências culturais. Reconhecida pela excelência na execução e relacionamento próximo com o público, a Like já trouxe à capital gaúcha artistas e bandas de renome mundial, consolidando-se como referência em entretenimento premium e na conexão entre fãs e seus ídolos.

SOBRE A MERCURY CONCERTS

A Mercury Concerts é responsável pelo agenciamento de turnês internacionais, idealização e produção de shows e festivais de grande sucesso em todo o Brasil. Entre suas realizações nesses 30 anos de história estão festivais como Monsters of Rock, Ruffles Reggae, Skol Rock, São Paulo Trip e Rockfest. A produtora também foi responsável por turnês históricas de artistas como AC/DC, Bon Jovi, Guns N’ Roses, Aerosmith, KISS, Sting, David Gilmour e Black Sabbath.

SERVIÇO BRYAN ADAMS EM CURITIBA

Data: 09 de março de 2026 (segunda-feira)
Local: Live Curitiba — Curitiba / PR
Últimos ingressos: Bilheteria Digital.
Classificação: 16 anos (menores acompanhados dos pais ou responsáveis legais)
Realização local: Like Entretenimento
Produção nacional: Mercury Concerts

CAIXA CULTURAL CURITIBA CELEBRA O PROTAGONISMO DE MULHERES NAS ARTES DURANTE TODO O MÊS DE MARÇO

Programação reúne performance, marcenaria, audiovisual, teatro, fotografia artesanal e música

O primeiro estágio de um milagre, Cap VII – Foto: Raphaela Graf

Em março, a CAIXA Cultural Curitiba dedica sua programação às múltiplas presenças e práticas de mulheres na arte contemporânea, reunindo ações formativas, performances, oficinas e exposições que evidenciam processos de criação, investigação e partilha. A agenda apresenta nomes de destaque nas artes visuais, na performance, na marcenaria, no audiovisual, na fotografia e na música, reforçando o compromisso da instituição com a diversidade de linguagens e narrativas.

O mês tem início com o ciclo Mulheres do Audiovisual, que acontece de 3 a 27 de março, reunindo profissionais de diversas áreas da cadeia cinematográfica.

Entre os dias 6 e 8 de março, a artista visual Rubiane Maia conduz uma série de atividades voltadas à performance. O ciclo começa no dia 6, das 19h às 21h, com a palestra Práticas artísticas em Performance, aberta a estudantes, artistas, pesquisadores e ao público interessado. No dia 7, das 10h às 18h, acontece o Encontro Formativo em Performance, um workshop intensivo que compartilha procedimentos e experimentações performativas. Para encerrar, no dia 8, das 15h às 17h, a artista apresenta a performance O primeiro estágio de um milagre, Livro-Performance, Capítulo VII, 2ª edição, inédita no Brasil, com participação de Eliana Brasil na leitura performativa.

No teatro, também de 6 a 8 de março, o espetáculo Não Me Chame de Mãe convida a refletir sobre maternidade, identidade e afeto.

De 10 a 22 de março, o Brutas Coletivo, formado pelas artistas Érica Storer, Estelle Flores, Gio Soifer, Jéssica Luz e Paula Calory, ocupa a Galeria Mezanino da CAIXA Cultural. Nos dias 10, 11 e 12, das 18h30 às 21h, o coletivo realiza a oficina Infalíveis – Como materializar uma conversa, atividade teórico-prática que propõe o desenvolvimento conceitual e a criação coletiva de uma instalação utilizando materiais reciclados e recicláveis em um exercício de curadoria compartilhada. A instalação ficará aberta à visitação entre os dias 13 e 22 de março.

Nos dias 13, 14 e 15, Roberta Sá sobe ao palco com o show Tudo Que Cantei Sou, celebrando sua trajetória artística.

A partir de 17 de março, a Galeria Térreo recebe a exposição As coisas que escapam, de Luiza Urban, com abertura marcada para as 19h.

Nos dias 18 e 19, a oficina Introdução à Marcenaria para Mulheres, com Tatiana Barreto e o projeto Marcenaria Delas, oferece uma experiência prática de manuseio de ferramentas, medição, corte e construção em madeira, com acompanhamento técnico.

Entre os dias 20 e 22 de março, o público poderá participar do Ateliê Aberto de Marcenaria, iniciativa que estimula o desenvolvimento de peças em madeira a partir de diferentes formatos e materiais disponíveis.

A fotografia artesanal integra a programação com a oficina Pinhole: Câmera na Lata, realizada em duas etapas, nos dias 21 e 28 de março, das 14h às 17h. Na primeira etapa, participantes constroem suas câmeras pinhole; na segunda, são guiados por um percurso fotográfico pelo centro de Curitiba, seguido de intervenções manuais sobre as imagens reveladas.

Em parceria com o Festival de Curitiba, duas oficinas integram a agenda da CAIXA Cultural: Preparação corporal para a cena, no dia 24 de março, das 18h às 21h, dedicada a técnicas de movimento aplicadas ao teatro; e Preparação e prática vocal no Teatro, no dia 26 de março, também das 18h às 21h, abordando aquecimento vocal, projeção, articulação e a relação entre corpo e voz.

Ainda no diálogo com o audiovisual, o Festival Permanente do Minuto ocorre de 25 a 29 de março, exibindo três sessões diárias com filmes infantis de até um minuto de duração.

Na programação de artes visuais, segue em cartaz a exposição Eder Santos – A imagem não serve, que terá lançamento de catálogo no dia 24 de março, acompanhado da exibição do longa Girassol Vermelho.

Serviço:
[Artes Visuais/ Teatro/ Música/ Cinema/ Vivências]
PROGRAMAÇÃO DE MARÇO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos das 10h às 19h
Classificação: consultar a classificação indicativa de cada atividade no site ou Instagram da CAIXA Cultural Curitiba
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| caixaculturalcuritiba​

Atividades e datas:
– Ciclo Mulheres do Audiovisual: 3 a 27 de março
– Ciclo com Rubiane Maia - Práticas artísticas em Performance: 6/03, 19h às 21h
– Ciclo com Rubiane Maia - Encontro Formativo em Performance: 7/03, 10h às 18h
– Ciclo com Rubiane Maia - O primeiro estágio de um milagre, Livro-Performance, Capítulo VII, 2ª edição: 8/03, 15h às 17h
– Espetáculo Não Me Chame de Mãe: 6 a 8 de março
– Oficina Infalíveis – Como materializar uma conversa: 10, 11 e 12/03, 18h30 às 21h
– Show Tudo Que Cantei Sou, com Roberta Sá: 13 a 15 de março
– Instalação do Brutas Coletivo: 13 a 22/03
– Exposição As coisas que escapam, de Luiza Urban: abertura dia 17/03, às 19h
– Oficina Introdução à Marcenaria para Mulheres: 18 e 19/03, 18h às 21h
– Ateliê Aberto de Marcenaria: 20 a 22/03, 10h às 19h
– Oficina Pinhole: Câmera na Lata: 21 e 28/03, 14h às 17h
– Oficinas em parceria com o Festival de Curitiba: 24 e 26/03
– Exposição Eder Santos – A imagem não serve: em cartaz (lançamento do catálogo dia 24)
– Festival Permanente do Minuto: 25 a 29/03

EQI Investimentos apresenta o espetáculo Alegría – In A New Light by Cirque du Soleil, em celebração aos 20 anos da companhia no Brasil

Iniciativa reforça a estratégia da corretora de ir além do mercado financeiro, fomentando a cultura e o esporte nacionais

São Paulo, fevereiro de 2026 — A EQI Investimentos anuncia que será a apresentadora oficial da turnê brasileira do espetáculo Alegría – In A New Light do Cirque du Soleil, uma extraordinária releitura da produção mais icônica da principal companhia de entretenimento ao vivo do mundo. A parceria, que se estenderá ao longo de 2026, por meio da IMM, responsável pela produção do espetáculo no Brasil, passará por São Paulo e Curitiba no segundo semestre do ano, celebrando 20 anos de apresentações da companhia canadense no país.

Alegría – In A New Light é uma reimaginação encantadora do clássico do Cirque du Soleil, Alegría, um dos espetáculos mais amados da companhia, que consolidou seu estilo característico ao cativar mais de 14 milhões de espectadores em 255 cidades ao redor do mundo, de 1994 a 2013. Tão icônica quanto a própria produção ao vivo, a trilha sonora de Alegría, que inclui sua popular faixa-título, recebeu uma indicação ao Grammy após seu lançamento em 1995 e permanece, até hoje, como o álbum do Cirque du Soleil mais comprado e mais reproduzido em streaming.

Ao redefinir a narrativa e a direção cênica originais, renovar o conteúdo acrobático e abraçar uma estética contemporânea, Alegría – In A New Light apresenta uma nova criação marcante, um renascimento moderno que reacende as emoções e a magia de Alegría e celebra os próprios fundamentos de seu sucesso: suas melodias inesquecíveis, temas atemporais e um universo barroco imersivo, permeado por lirismo e nostalgia.

Ao longo de toda a temporada, a parceria entre a EQI, o Cirque du Soleil e a IMM incluirá campanhas teaser, presença em mídia on e offline. Também está prevista uma pré-venda exclusiva para clientes da companhia, além de menções especiais antes de cada apresentação, visitas guiadas com acesso à infraestrutura do espetáculo e workshops exclusivos voltados a colaboradores e convidados.

O patrocínio reforça a iniciativa da EQI de realizar investimentos relevantes nos universos do esporte e da cultura, com foco em estratégia de negócios, posicionamento de marca e criação de valor de longo prazo.

“Ao apresentar Alegría – In A New Light no Brasil, um dos maiores espetáculos do entretenimento global, reforçamos nosso compromisso de ir além das finanças. A parceria com o Cirque du Soleil e a IMM é uma extensão natural da nossa estratégia de oferecer experiências memoráveis por meio de investimentos em cultura e conexões relevantes que fortalecem a marca no longo prazo”, explica Patrik Castilho, Diretor de Marketing da EQI Investimentos.

Como é tradição no Cirque du Soleil, Alegría – In A New Light surpreende com uma poderosa fusão de acrobacias eletrizantes, uma trilha sonora ao vivo arrebatadora, figurinos luxuosos, cenários inovadores e um humor irresistível. Visto por mais de 4 milhões de pessoas desde 2019, em 10 países, o clássico reimaginado reúne 54 artistas de 18 países diferentes, incluindo Brasil, 120 figurinos e 9 atos de tirar o fôlego. “Desde 2012, temos uma relação sólida e de confiança com o Cirque du Soleil no Brasil e na América do Sul, e contar com um parceiro tão importante quanto a EQI Investimentos é essencial. Juntos, estamos trazendo ao país um dos espetáculos mais icônicos da companhia, certamente um dos principais motivos da paixão única que os brasileiros têm pelo Cirque du Soleil”, disse Stephanie Mayorkis, COO da divisão de entretenimento da IMM.

A EQI também investe em iniciativas proprietárias que conectam conteúdo e relacionamento. Entre elas está a Money Week, hoje um dos principais eventos do mercado financeiro brasileiro, reunindo especialistas e investidores para debater investimentos e o cenário econômico. Outro destaque é a Match Point Mansion, um projeto que reúne tênis, lifestyle e negócios em experiências exclusivas. Após a edição no Rio de Janeiro, a iniciativa terá sua primeira edição internacional neste ano, em Miami, Estados Unidos, mantendo seu foco em gerar conexões relevantes e oportunidades de negócios.
Sobre a EQI Investimentos
Fundada em 2008 em Santa Catarina, a EQI Investimentos foi a primeira do tipo a obter licença para atuar como corretora no Brasil. Desde sua criação, investe de forma consistente na capacitação de seus profissionais e foi por meio desse modelo que cresceu e se tornou uma das líderes do mercado. Atualmente, tem R$ 51 bilhões sob custódia e mais de 90.000 clientes ativos. Com volume médio mensal de captação superior a R$ 1 bilhão e mais de duas mil novas contas por mês, a plataforma tem expectativa de atingir R$ 180 bilhões sob custódia em cinco anos.

Sobre a IMM
Há mais de 11 anos no mercado, a IMM, que atua nas áreas de Mídia, Esportes e Entretenimento, é referência em entretenimento ao vivo para públicos e marcas, e seu portfólio é seu maior diferencial. Ele vai do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, a musicais da Broadway de primeira linha, incluindo Cirque du Soleil, o maior festival gastronômico do mundo, Taste Festivals, a GO CUP, o maior torneio de futebol infantil do mundo, e a São Paulo Fashion Week, a maior semana de moda do Hemisfério Sul. A partir de 2025, a IMM também passou a ser responsável pela equipe Mubadala Brazil SailGP e pela etapa brasileira da corrida mais emocionante sobre a água, a ENEL Rio SailGP.

Sobre o Cirque du Soleil Entertainment Group
A Cirque du Soleil Entertainment Group é líder mundial em entretenimento ao vivo. Com mais de quatro décadas expandindo os limites da imaginação, a companhia artística leva sua abordagem criativa a uma ampla variedade de formas artísticas, como espetáculos ao vivo, produções multimídia, conteúdos de longa duração, música, experiências imersivas e eventos especiais. Desde sua criação, em 1984, mais de 400 milhões de pessoas foram inspiradas em 6 continentes e 86 países. A companhia canadense atualmente conta com mais de 4.000 colaboradores, incluindo 1.200 artistas de mais de 80 nacionalidades diferentes. Junto de suas afiliadas, Blue Man Group, VStar Entertainment Group e The Works Entertainment, a Cirque du Soleil Entertainment Group continua a expandir seu alcance criativo. Para mais informações sobre a Cirque du Soleil Entertainment Group, visite cirquedusoleil.com.

Referência do metal europeu, In Flames confirma show em Curitiba

A banda sueca carrega um vasto repertório que atravessa mais de três décadas de carreira. Apresentação acontece na Ópera de Arame, no dia 26 de abril

Curitiba, fevereiro de 2026 - Um dos nomes mais influentes do metal europeu, o In Flames acaba de confirmar seu retorno ao Brasil em 2026. Como não poderia ser diferente, a turnê da banda sueca no país terá, além da cidade de São Paulo, Curitiba na agenda: dia 26 de abril, com única apresentação na Ópera de Arame, com assinatura Bangers Open Air, Planeta Brasil Entretenimento e Honorsounds. A banda, formada em 1990, na cidade de Gotemburgo, é reconhecida por sua contribuição ao death metal melódico e por uma trajetória que atravessa gerações sem perder relevância.

Idealizado pelo guitarrista Jesper Strömblad, o In Flames começou como uma proposta ousada no underground, mesclando a agressividade do death metal com harmonias melódicas inspiradas no metal tradicional. Essa fusão logo se tornaria a base do chamado Gothenburg Sound, estilo que definiria toda uma geração do metal melódico escandinavo. Com 13 álbuns de estúdio e uma carreira construída entre tradição e reinvenção, o grupo mantém como marca a combinação de riffs precisos, melodias marcantes e composições que equilibram agressividade e densidade emocional.

Desde os primeiros trabalhos, como “Lunar Strain” (1994) e “The Jester Race” (1996), até títulos que ampliaram seu alcance global, como "Soundtrack to Your Escape" (2004) e "Come Clarity" (2006), a banda construiu um repertório que dialoga tanto com os fãs da fase clássica quanto com o público que a acompanhou nas transformações sonoras dos anos 2000 em diante. O resultado é um repertório que sustenta apresentações intensas, com setlists que costumam atravessar diferentes momentos da discografia.

Em Curitiba, o In Flames vai apresentar a turnê mundial do aclamado álbum "Foregone", de 2023, que celebra as mais de três décadas de carreira da banda. A formação atual reúne Anders Fridén (vocal), Niclas Engelin (guitarra), Björn Gelotte (guitarra) e Joe Rickard (bateria), músicos responsáveis por sustentar a identidade sonora que projetou o In Flames.

O show da banda In Flames em Curitiba acontece no dia 26 de abril, na Ópera de Arame, com abertura dos portões a partir das 19h. Os ingressos estão à venda pela plataforma Disk Ingressos (www.diskingressos.com.br). Mais informações nos perfis oficiais no Instagram: @planetabrasilentretenimento, @honorsounds, @bangersopenair e @inflames.

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ediporec #operadearame

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PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NA CAIXA CULTURAL CURITIBA TRAZ MONÓLOGO TEATRAL SOBRE MATERNIDADE REAL

“Não Me Chame de Mãe”, com Carolina Damião, propõe acolhimento e partilha
a partir da vivência de uma mãe solo

Créditos: Max Miranda | Design: Fernando Souza
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 6 e 8 de março, o espetáculo teatral “Não Me Chame de Mãe”, uma programação especial do Dia Internacional das Mulheres. Com entrada gratuita, o monólogo apresenta a atriz Carolina Damião como Elisa, uma mãe solo que, pela primeira vez, vê o pai de sua filha cumprir o horário de convivência e se depara com a difícil escolha entre resolver pendências acumuladas ou simplesmente descansar.

Dirigida por Luciana Navarro, a montagem transforma experiências individuais em reconhecimento coletivo. Ao evitar romantizações, o espetáculo constrói proximidade com o público e marca a cena com a pergunta: “Você já viu sua mãe descansando?”.

A criação resulta de dois anos de pesquisa e da escuta de mulheres que compartilham histórias de exaustão, trabalho e desejo de autonomia. Elisa surge como síntese dessas vozes e como afirmação de que o cuidado não deve ser vivido em solidão.

Desde a estreia em Maringá, em 2024, a peça percorre o Paraná por meio da Política Nacional Aldir Blanc, ampliando conversas sobre saúde mental materna e redes de apoio.

Após cada apresentação, o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa com a atriz, ampliando o espaço de escuta e troca sobre os temas abordados em cena.

A agenda inclui ainda ensaio aberto em 5 de março e bate-papo com Letícia Costa, do Kilombo das Mães Pretas, em 4 de março, com acessibilidade em Libras.

Serviço:
[Teatro] “Não Me Chame de Mãe”
Formato: Monólogo teatral + roda de conversa
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: de 6 a 8 de março de 2026
Horários: 06 e 07 de março (sexta e sábado), às 20h; 08 de março (domingo), às 19h - sessão com Libras no dia 08
Duração: espetáculo (60 minutos) | roda de conversa (30 minutos)
Entrada gratuita – retirada de ingressos no local
Classificação: 18 anos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Atividades paralelas gratuitas e abertas ao público:
• 4 de março, às 20h - Bate-papo sobre arte, maternidade e mercado de trabalho, com Letícia Costa (jornalista, mãe da Aurora e idealizadora do Kilombo das Mães Pretas), com captação em formato de podcast e acessibilidade em Libras)
• 5 de março, das 14h30 às 17h - Ensaio aberto

Sensação entre a geração Z, Bea Duarte traz seu show “Acústico” a Curitiba

A cantora e multi-instrumentalista, ‘autista, vegana e bruxa', aposta em letras complexas com profundidade lírica.

Pela primeira vez em Curitiba, Bea Duarte trará seu show em formato intimista para o Teatro Fernanda Montenegro, no dia 07 de março de 2026. A jovem cantora, revelação da internet, promete uma experiência única e inesquecível para o público curitibano.

Indo além do óbvio, Bea conquistou a geração Z com canções profundas e bem-pensadas. A artista, diagnosticada com autismo e altas habilidades, toca mais de 20 instrumentos, aprendeu diversas línguas sozinha e aproveita o hiperfoco para criar.

No palco, Bea apresentará seu novo disco numa atmosfera mágica onde sua voz potente e suas interpretações tocantes serão as grandes protagonistas. O repertório, cuidadosamente selecionado para esta estreia em Curitiba, passeia por canções autorais que revelam a profundidade de sua arte que emocionam, mostrando toda a versatilidade da artista.

Mais do que um show, será um convite a uma jornada pessoal, onde Bea compartilhará histórias e inspirações por trás de suas criações, construindo uma ponte direta e sincera com a plateia.

Os ingressos custam a partir de R$ 185 mais taxa administrativa e estão à venda pelo site Zig. A produção é da Todt Produções e Lado C Ativadora.

Informações:
Onde: Teatro Fernanda Montenegro
Shopping Novo Batel - Rua Coronel Dulcídio, 517, Batel - Curitiba/PR
Quando: Sábado, 07 de março, às 20 horas
Ingressos: https://zig.tickets/eventos/bea-duarte-acustico-em-curitiba
Abertura da casa: 19 horas
Classificação: Livre.
Realização: Todt Produções & Lado C Ativadora Cultural

[AGENDA CULTURAL] Roberta Sá comemora 20 anos de carreira na Caixa Cultural Curitiba

Espetáculo reúne canções marcantes da carreira da artista e destaca a produção musical feminina

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A cantora Roberta Sá. Crédito Foto: Flora Negri

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, nos dias 13, 14 e 15 de março, o show Tudo Que Cantei Sou, da cantora e compositora Roberta Sá. O espetáculo celebra os 20 anos de carreira da artista e revisita canções marcantes de sua trajetória em formato intimista.

Após lançar o projeto em álbum e audiovisual, gravado na Casa de Francisca, em São Paulo, Roberta leva ao palco um repertório que percorre diferentes fases de sua discografia. Ao lado de Alaan Monteiro (bandolim) e Gabriel de Aquino (violão), a cantora revisita músicas como “Eu Sambo Mesmo” (Janet de Almeida), “Cocada” (Roque Ferreira), “Casa Pré-Fabricada” (Marcelo Camelo), “Fogo de Palha” (Roberta Sá e Gilberto Gil), “O Lenço e o Lençol” (Gilberto Gil), e “Olho de Boi” (Rodrigo Maranhão).

A artista explica que sempre procurou marcar suas fases com registros audiovisuais, como forma de documentar e encerrar ciclos criativos, que funcionam como retratos de cada momento artístico. “Sempre que faço um audiovisual, sinto que ele marca bem a fase que estou vivendo e me arrependo quando não faço”, afirma.

Um dos destaques do show é o bloco dedicado à produção musical feminina, que reúne compositoras de diferentes gerações e estilos. O segmento inclui “Lavoura” (Pedro Amorim e Teresa Cristina), “Juras” (Fernando de Oliveira e Rosa Passos), “Virada” (Manu da Cuíca e Marina Irís) e “Essa Confusão” (Dora Morelenbaum e Zé Ibarra). Para Roberta, a escolha dialoga diretamente com sua própria trajetória. “Se estou contando minha história, faz sentido perguntar: quais são as mulheres que me ajudam a contá-la hoje?”, questiona.

Ao revisitar o repertório feminino, a cantora reflete sobre como sua percepção do papel da mulher na música mudou ao longo dos anos. “Eu sou outra pessoa, completamente diferente de vinte anos atrás e o mundo também é outro. A minha consciência sobre o feminino mudou junto.”

Mais do que uma retrospectiva, Tudo Que Cantei Sou reafirma o olhar artístico de Roberta Sá sobre sua caminhada na música brasileira. Em clima próximo e delicado, o show celebra a força das canções que moldaram sua identidade e convida o público a revisitar memórias, afetos e encontros construídos ao longo de duas décadas de carreira.

SERVIÇO:

[Música] - Roberta Sá – Show “Tudo Que Cantei Sou”

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Datas: 13, 14 e 15 de março de 2026 (sexta a domingo)
Horários: sexta-feira e sábado, às 20h; domingo, às 19
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei)
Vendas: se iniciam no dia 7 de março, presencialmente na bilheteria a partir das 10h e online a partir das 15h em www.bilheteriadigital.com
Horário da bilheteria: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Duração: 90 minutos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Espetáculo em Cartaz – Entre Risos

🎭😂 Humor ao vivo, interação total e nenhuma apresentação igual à outra!

No dia 07 de março (sábado), às 18h30, o espetáculo Entre Risos e Improvisos entra em cartaz aqui no Teatro Barracão EnCena para uma apresentação imperdível.

Um show de humor interativo, baseado em técnicas de improvisação instantânea usadas no mundo todo.
Quatro atores se revezam em cenas e jogos criados na hora, com a participação direta da plateia, que sugere lugares, situações e até mudanças no rumo das cenas. 🎤🎲

👉 A cada apresentação, um espetáculo diferente.
Riso e descontração do começo ao fim. 😂✨

🎟 Ingressos:
R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia)

Ingressos à venda na bilheteria do Teatro ou via Sympla. https://www.sympla.com.br/evento/entre-risos-e-improvisos/3323104?

📍 Teatro Barracão EnCena
🗓 Sábado – 07/03
⏰ 18h30

Garanta seu ingresso e venha rir com a gente! 🎭🔥

Quando o beijo vira manchete: Garalhufa estreia “BEIJO E ASFALTO ou O fato é:” no Mini Guaíra

Garalhufa estreia montagem investigativa inspirada em Nelson Rodrigues no Miniauditório Glauco Flores de Sá com temporada gratuita em março.

Na foto de Lina Sumizono, as atrizes Stephanie Zouza e Mariana Venâncio e o ator Victor Lucas Olivier em preparo para a estreia da nova montagem no Mini Guaíra reinventando um clássico rodrigueano. (para mais imagens acesse: FOTOS IMPRENSA)

Três atores decidem montar O Beijo no Asfalto. Durante o processo, percebem que talvez não estejam montando a peça, mas investigando-a. A partir dessa provocação nasce “BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”, novo espetáculo da companhia Garalhufa, que estreia para o grande público no dia 12 de março, no Miniauditório Glauco Flores de Sá (Mini Guaíra), em Curitiba, com entrada gratuita e sessões acessíveis em Libras.

O projeto parte de um estudo aprofundado de O Beijo no Asfalto, clássico de Nelson Rodrigues. Mas não se trata de uma adaptação ou releitura tradicional. É um espetáculo-investigação. Durante o processo de pesquisa, o grupo mergulhou na dramaturgia rodrigueana e descobriu informações históricas pouco conhecidas sobre a escrita da obra e sobre o próprio autor. A partir desse material, decidiu transformar o palco em laboratório: uma mesa de apuração, sala de ensaio, redação de jornal, tribunal, delegacia e feed de notícias.

Na peça original, o beijo entre Arandir e um homem atropelado vira manchete e serve como cortina de fumaça para encobrir um crime policial. Mais de seis décadas depois, a pergunta permanece: quem constrói os fatos? Por que se contam algumas histórias e não outras? Um jornal mentiria?

Em vez de “atualizar” Nelson, o espetáculo da Garalhufa utiliza a obra como ponto de partida para investigar a permanência das estruturas que ele denunciava: espetacularização midiática, moralismo, violência institucional e fake news. “A obra não é uma adaptação. É um estudo cênico. Investigamos como um gesto íntimo pode ser convertido em escândalo público, e como as versões se consolidam como verdade”, afirma a atriz e idealizadora do projeto Mariana Venâncio.

Peça-ensaio, palestra performativa, investigação
Com orientação artística de Giordano Castro, integrante do grupo pernambucano Magiluth, o trabalho assume uma linguagem híbrida entre peça-ensaio, palestra performativa e investigação documental. A dramaturgia é assinada por Vinicius Medeiros, com direção colaborativa entre elenco e dramaturgo. Em cena estão Mariana Venâncio, Victor Lucas Olivier e Stephanie Zouza.

O projeto nasceu em 2023, durante uma residência de Criação Colaborativa realizada no CPT Sesc Consolação, em intercâmbio com os grupos Magiluth e Quatroloscinco. A partir dessa experiência, iniciou-se a pesquisa que agora chega ao público.

Todas as apresentações da primeira temporada são gratuitas, com ingressos distribuídos 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro. As sessões com tradução em Libras acontecem nos dias 15 (19h) e 19 (20h). A segunda temporada, com data marcada para o meio do ano, no Teatro Cleon Jacques, também oferece ingressos gratuitos e as sessões com Libras acontecem nos dias 17, 18 e 24 de julho.

O projeto é realizado por meio do Mecenato - Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, com incentivo do Centro Diagnóstico Água Verde, Florença Veículos e Serra Verde Express.

Sobre a Garalhufa
A Garalhufa é uma trupe teatral, escola de atuação e centro cultural sediado no Largo da Ordem, em Curitiba. Com seis anos de atuação, já produziu seis espetáculos (quatro autorais) e três curta-metragens, além de circular por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, João Pessoa, Florianópolis e Campinas.

Serviço: “BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”

Temporada de estreia: Miniauditório Glauco Flores de Sá (Rua Amintas de Barros, s/n - Centro)
Data: 11 a 22 de março, de quarta a sábado às 20h e nos domingos às 16h e às 19h. *Dia 14 (sexta) não haverá apresentação.
Sessões com Libras: dia 15 às 19h e dia 19 às 20h.

2ª Temporada: Teatro Cleon Jacques (Rua Prof. Nilo Brandão, 710 - São Lourenço)
Data: 17 a 26 de julho, sextas e sábados às 20h, e domingos às 19h.
Sessões com Libras: 17, 18 e 24 de julho.

*Ingressos: Gratuito - retirar 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro.

Ficha Técnica
Idealização e direção de produção: Mariana Venâncio | Orientação artística: Giordano Castro | Dramaturgia: Vinicius Medeiros | Direção colaborativa: elenco e dramaturgo | Elenco: Mariana Venâncio, Stephanie Zouza e Victor Lucas Oliver | Sonoplastia: Cadu Machado | Iluminação: Ever Silva | Preparação vocal: Elis Koppe | Preparação corporal: Ana Filimberti | Cenário: Júlia Herculano | Figurino: Beatriz Alves | Assistência de produção: Mateus Sandré | Mediação: Enzo Torre

INGRESSOS À VENDA: Sitarista mais famosa do mundo se apresenta em Curitiba em março

Anoushka Shankar, artista com mais de 30 anos de carreira e 14 indicações ao Grammy, fará sua primeira turnê pelo Brasil

Brasil, fevereiro de 2026 - O Brasil recebe, pela primeira vez, a aclamada sitarista e compositora Anoushka Shankar, um dos nomes mais influentes da música contemporânea global. Com 14 indicações ao Grammy, trilhas sonoras premiadas e uma carreira que ultrapassa fronteiras culturais, a artista desembarca no país para três apresentações especiais no próximo mês de março — em Curitiba (21/03), Porto Alegre (22/03) e São Paulo (25/03). Os ingressos já estão à venda via plataforma Meaple.

A turnê brasileira, encabeçada pela participação de Anoushka no consagrado Curitiba Jazz Sessions, na capital paranaense, marca um momento simbólico da carreira da artista, que celebra três décadas de apresentações desde sua estreia aos 13 anos. Discípula de seu pai, Pandit Ravi Shankar, ela cresceu aprendendo não apenas a tradição transmitida por gerações, mas também a liberdade de improvisação que marcaria sua identidade artística. Anoushka também é irmã da cantora Norah Jones, com quem já colaborou e divide a herança musical de uma das famílias mais importantes da música indiana no cenário global.

Seu currículo inclui conquistas raras: foi a mais jovem e a primeira mulher a receber o British House of Commons Shield; é autora indicada ao Prêmio Ivor Novello; recebeu título honorário da Royal Academy of Music; e tornou-se a primeira musicista indiana a se apresentar ao vivo e atuar como apresentadora no Grammy Awards, além de ser a primeira mulher indiana indicada. Em 2024, recebeu um Doutorado Honorário em Música pela Universidade de Oxford.

“A vinda de Anoushka Shankar ao Brasil é um marco para a música instrumental e para o público que acompanha artistas que transcendem fronteiras culturais”, destaca Patrik Cornelsen, diretor da Planeta Brasil Entretenimento, uma das realizadoras da turnê. “Escolhemos Curitiba, Porto Alegre e São Paulo por serem capitais com cenas musicais vibrantes e público aberto a experiências artísticas profundas. Trazer uma artista desse porte, em sua primeira passagem pelo país, reforça nosso compromisso em conectar o Brasil às potências criativas do mundo”, ressalta Lucas Rodrigues, diretor da Goat Entertainment.

Com uma lista extensa de colaborações — de Herbie Hancock, Patti Smith e Sting a Joshua Bell, Arooj Aftab, M.I.A. e Norah Jones — Anoushka se destaca por sua capacidade de romper rótulos e criar pontes culturais. Sua versatilidade foi construída em apresentações que vão de cafés de jazz a festivais para 40 mil pessoas, além das principais salas de concerto do mundo. Seu trabalho mais recente, “Chapter III: We Return to Light”, encerra uma trilogia de mini álbuns aclamados pela crítica.

Confira os detalhes da turnê de Anoushka Shankar pelo Brasil:

Curitiba — Curitiba Jazz Sessions - 21 de março de 2026

Local: Ópera de Arame

Realização: Planeta Brasil e Goat Entertainment

Ingressos: https://meaple.com.br/curitibajazzsessions/anoushka-shankar-curitiba

Porto Alegre — 22 de março de 2026

Local: Teatro do Bourbon Country

Realização: Goat Entertainment e Branco Produções

Ingressos: https://uhuu.com/v/teatro-do-bourbon-country-72

São Paulo — 25 de março de 2026

Local: Cine Joia

Realização: Goat Entertainment e Planeta Brasil Entretenimento

Ingressos: https://meaple.com.br/goat/anoushka-shankar-sao-paulo

Para mais informações sobre a passagem de Anoushka Shankar pelo Brasil, acesse os perfis oficiais das produtoras no Instagram: @curitibajazzsessions, @planetabrasilentretenimento, @goat_entertainment e @brancoproducoespoa.

Espetáculo gratuito inspirado no universo de Ariano Suassuna circula por 15 cidades do Paraná

Montagem "O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena" combina teatro, música e palhaçaria em apresentações ao ar livre, promovendo o encontro de culturas e a reflexão sobre a identidade brasileira

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Créditos: Divulgação
O espetáculo "O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena" passará por 15 cidades do Paraná entre os meses de março e abril. Com entrada gratuita e adaptada a cada espaço, a montagem convida o público a uma experiência cênica imersiva e interativa, inspirada na rica obra do escritor e filósofo paraibano Ariano Suassuna.

Ambientada no sertão paraibano da década de 1930, a narrativa é conduzida por Pedro Dinis Ferreira Quaderna, que é investigado pela misteriosa morte de seu padrinho, Pedro Sebastião Garcia-Barreto, e o enigmático desaparecimento de seus dois filhos, Sinésio e Arésio. Durante o inquérito conduzido pela Juíza, Quaderna aproveita para transformar o interrogatório em uma oportunidade para escrever sua grande obra literária, revelando sua descendência real. O personagem reflete, dessa forma, sobre a cultura e a identidade brasileira e explora pontos de vista de forma bem-humorada.

“Colocamos pontos de vista em cena, mas não entregamos respostas prontas. O espetáculo convida o espectador a tirar suas próprias conclusões, usando uma linguagem teatral acessível, encantadora e provocadora”, afirma Dafne Viola, atriz e proponente do projeto.

A circulação passa pelas cidades de Antonina, Morretes, Guaraqueçaba, Balsa Nova, Tijucas do Sul, Capanema, Ampére, Clevelândia, Carambeí e Tibagi, entre outras. As sessões ocupam praças e parques, transformando esses espaços em pontos de encontro entre arte e comunidade.

“A rua permite um encontro mais diverso e acessível com o público. Cada praça traz novos desafios e possibilidades, e isso faz com que o espetáculo se transforme a cada cidade, com mais improviso, mais escuta e uma participação ainda mais ativa das pessoas”, completa Dafne.

A montagem estreou em 2019, em Curitiba, e propõe uma experiência cênica que une teatro popular, elementos épicos e uma reflexão bem-humorada sobre a identidade cultural brasileira. Toda a sonoplastia do espetáculo é realizada ao vivo pelo elenco, formado por Alefer Soares, Anna Wantuch, Dafne Viola e Nathan Gabriel, que também manipulam instrumentos musicais para criar atmosferas e conduzir a narrativa, tornando a experiência acessível a públicos de todas as idades.

"As presepadas, as histórias mirabolantes, os personagens astutos, tudo isso já faz parte da cultura brasileira e logo reconhecemos que a peça está falando daqui, do nosso país", destaca o ator Nathan Gabriel, ressaltando a conexão da obra com o público paranaense.

Além das 15 apresentações, o projeto contempla sete vivências de criação teatral em escolas públicas e duas oficinas formativas abertas ao público: Técnicas de Improvisação no Processo Criativo, com Andrei Moscheto, e Kryação – Ser Sonoro, com Vadecoo Schetini.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com incentivo da Copel.

SERVIÇO
O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre
Entrada: Gratuita
Mais informações: www.instagram.com/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Idealização e coordenação de projeto: Dafne Viola e Nathan Gabriel
Elenco: Alefer Soares, Anna Wantuch, Dafne Viola e Nathan Gabriel
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Dânatha Siqueira
Assistência de produção: Álvaro Antonio
Figurinos: Patricia Cipriano
Interlocução artística: Andrei Moscheto e Vadecoo Schetini
Assessoria de imprensa: Thays Cristine
Redes sociais: Gabriela Berbert