Hospital Pediátrico garante educação e cultura há mais de 20 anos

Pioneira, a instituição oferece atendimento educacional aos pacientes internados desde os anos 1980 e celebra 20 anos de formalização do setor

Já imaginou uma escola que não tem salas de aula ou horários fixos, na qual a cada minuto um corredor, um setor ou um leito se tornam locais de aprendizagem? Esse é o Hospital Pequeno Príncipe, que além de promover saúde integral com excelência técnico-científica também garante o direito à educação e à cultura desde a década de 1980 e que formalizou o Setor de Educação e Cultura (Educ) em 2002. Nesta quarta, dia 2 de março, o Educ completa 20 anos, e o Pequeno Príncipe tem muito a comemorar.

O pioneirismo na educação hospitalar é uma marca registrada do Pequeno Príncipe, que foi o primeiro hospital do Paraná a assinar, em 1988, um convênio com a Secretaria Municipal da Educação, que passou a ceder professores da rede de ensino para atender os pacientes em tratamento na instituição. Isso faz com que as crianças e adolescentes possam continuar com sua educação formal sem perder o ano letivo ou ficarem com seus conteúdos atrasados. Em 2007, foi estabelecido um convênio também com a Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed), e, desde então, professoras e pedagogas do Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar (SAREH) atuam no Educ.

Atendimento individualizado e personalizado

O Setor de Educação e Cultura também valoriza as necessidades, potencialidades e desejos de cada paciente, fazendo com que cada um tenha um atendimento personalizado. Esse é o caso de Vitor Prust, do Serviço de Transplante de Medula Óssea, que perdeu a visão e precisou de novos estímulos durante o processo de sua educação, e um deles foi a música. O interesse surgiu com apresentações de piano que aconteciam na Praça do Bibinha do Hospital, tornando a curiosidade pelas canções uma maneira de aprendizado.

Hoje, aos 14 anos, Vitor aprendeu a ler partituras em braile e toca teclado. “A equipe do Setor de Educação e Cultura foi imprescindível para o tratamento dele. Além das atividades práticas e dos conteúdos didáticos que a escola encaminhava para ele, a gente percebia também que cada profissional que estava ali presente fazia de tudo para que meu filho se sentisse bem. Então as atividades eram bem direcionadas conforme o estado de saúde e o ânimo dele, sempre de uma maneira respeitosa. Tudo isso fez muita diferença na vida dele e durante o período de internamento”, ressalta Janira Prust, mãe do Vitor.

Entre as iniciativas do Setor de Educação e Cultura também se destacam a presença dos pais em todos os momentos, o incentivo à leitura, a realização de oficinas de arte e cultura, e o estímulo à saúde. “O tempo todo a criança está aqui pensando no tratamento, no cuidado e na cura, e quando eles estão com a gente isso muda. É uma janela aberta para o que está lá fora, para o mundo, para a vida”, fala o coordenador do setor, Claudio Teixeira.

Coronavírus

Com pandemia da COVID-19, a preocupação com a continuação dos estudos formais dos pacientes incentivou o atendimento a distância e uma articulação ainda mais cuidadosa entre família e escola de origem. Na parte cultural, todas as ações foram adaptadas para os meios virtuais, de acordo com as suas particularidades: contações de histórias foram feitas todas as semanas; aulas de musicalização foram voluntariamente oferecidas por uma escola de música; aulas de jardinagem viraram apresentações sobre plantas nativas e plantas alimentares não convencionais. Tudo por videochamada, até que, aos poucos, as atividades culturais presenciais começaram a ser retomadas. Um projeto de música e teatro percorreu os ambulatórios e jardins do Pequeno Príncipe no final de 2021, atendendo aos pacientes ambulatoriais e seus familiares. Neste ano, a biblioteca do quinto andar voltou a funcionar para empréstimos e leitura no local. A biblioteca ambulante também voltou a circular pelas enfermarias, com o empréstimo de livros para as crianças e os adolescentes internados, bem como às suas famílias.

Parte do DNA do Pequeno Príncipe

Ao longo dos anos, o Setor de Educação e Cultura conseguiu aperfeiçoar cada vez mais seus serviços. Além do poder público, parcerias com arte-educadores e grupos culturais diversificaram o planejamento de atividades – fazendo da promoção à saúde uma prática ainda mais ampla. Já foram milhares de crianças e adolescentes do Paraná e de todo o Brasil atendidos e dezenas de projetos educacionais e culturais ofertados.

O coordenador do setor não consegue imaginar o Pequeno Príncipe sem o trabalho do Educ, que, segundo ele, tornou-se parte do DNA da instituição. “É um ganho que espero e acredito que realmente vai permanecer, vai se sedimentar, solidificar, porque é um caminho sem volta. Não basta cuidar da doença, há que se estimular a saúde. E para isso, educação e cultura são fundamentais. É vida pulsando, é o que move a gente, é o que mobiliza forças internas, é o que nos faz vibrar por dentro, e isso já é um tanto de saúde. Se a gente está motivado, está feliz, o tratamento dá mais certo, as crianças ficam mais receptivas às intervenções clínicas e as acolhem de uma maneira mais tranquila. Tudo tende a correr melhor”, completa Teixeira.

Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo utiliza tecnologia assistiva para desenvolver habilidades de pessoas com deficiência

Pequeno Cotolengo utiliza diversos métodos de aprendizado e acessibilidade para promover inclusão social

Prevista pela Lei nº 13.146/2015, sendo conhecida como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, a tecnologia assistiva engloba todos e quaisquer produtos, equipamentos, recursos, metodologias, estratégias e práticas que promovam a funcionalidade e a participação da pessoa com deficiência na sociedade, promovendo mais independência e inclusão. No Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo, as tecnologias assistivas estão presentes em vários contextos.

Entende-se como tecnologia assistiva recursos que auxiliam pessoas com deficiência a terem mais autonomia, como objetos tecnológicos, tradutores de língua de sinais, acessibilidade digital como a audiodescrição, teclados alternativos, rampas de acesso, andadores, aparelhos de surdez, entre outros.

Atualmente, o Pequeno Cotolengo atende 230 Assistidos com múltiplas deficiências, que dependem dos serviços de acolhimento, saúde e educação ofertados. Toda estrutura do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo é adaptada com acessibilidade para cadeirantes, rampas de acesso e corredores largos para a passagem de cadeiras de rodas ou Assistidos com bengalas e andadores.

Um dos locais que mais utiliza as tecnologias assistivas na Organização é a Escola Pequeno Cotolengo, em que os profissionais de educação utilizam essas tecnologias como ferramentas e estratégias de ensino, conforme explica a diretora da Escola, Alessandra Marquete. “As tecnologias assistivas tornaram-se, de forma crescente, importantes instrumentos de nossa cultura, e o acesso a elas é um meio concreto de inclusão e interação com o mundo. A utilização das tecnologias em sala de aula propicia um ambiente estimulador e diferenciado de aprendizagem despertando o interesse do estudante”, comentou.

A Escola Pequeno Cotolengo conta com lousas interativas, playtables, aplicativos para comunicação alternativa e tablets. Durante as atividades escolares dos Assistidos, foi elaborado um cronograma de execução para acompanhamento das atividades, desde o treinamento dos profissionais até a aplicação das atividades tecnológicas em sala de aula. “Independentemente de suas deficiências, nossos Assistidos interagem com as ferramentas de acordo com suas possibilidades e assimilações, alguns precisando de mais apoio, outros menos, mas todos se sentindo parte deste mundo tecnológico”, enfatizou a diretora da Escola.

O uso das tecnologias assistivas visa otimizar a funcionalidade de pessoas com deficiência, proporcionando independência, estímulo cognitivo, melhor qualidade de vida, desenvolvimento de novas habilidades e interação social. A comunicação alternativa utilizada na Escola é um exemplo de otimização da autonomia. Ela é desenvolvida para pessoas sem fala ou sem escrita funcional que, por meio de tecnologias assistivas como cartões e pranchas de comunicação, conseguem expressar suas vontades, posicionamentos e opiniões.

Além das tecnologias assistivas utilizadas na educação especial, todo material de auxílio para a vida diária empregado nas atividades das equipes de terapia ocupacional e fisioterapia é adaptado, assim como as cadeiras de rodas e veículos utilizados pelos Assistidos do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo, que se valem da tecnologia para proporcionar mais segurança e inclusão.

Pilar Hospital lança Serviço de Check-up Pulmonar

Primeiro na região Sul do Brasil, composto exclusivamente por médicos especialistas em doenças respiratórias

Curitiba, fevereiro de 2022 – O Pilar Hospital passa a oferecer mais um serviço especializado para os pacientes. Agora, quem se preocupa com a saúde e condições do pulmão ou questões respiratórias pode contar com o Serviço de Check-up Pulmonar, primeiro dessa natureza na região Sul do Brasil, composto exclusivamente por médicos especialistas em doenças respiratórias.
Segundo explica o médico Ruy Fernando Kuenzer, a pandemia de covid-19 tem gerado um cenário complexo para a saúde mundial, com diferentes tipos de complicações e graus de comprometimento funcional em milhões de indivíduos que se recuperam da doença. “A forma grave causa danos pulmonares, com possível insuficiência respiratória. Posteriormente, estes pacientes têm chances de evoluir para fibrose pulmonar, uma consequência do processo de reparação da lesão pulmonar. Muitas vezes, os pacientes mais graves necessitam de suporte respiratório, variando da oxigenoterapia à ventilação mecânica invasiva prolongada. Com a internação prolongada, para os cuidados intensivos, os pacientes correm o risco de sérios prejuízos sistêmicos”, destaca o médico.
Com tantas complicações resultantes da pandemia, o Check-up Pulmonar é importante para fazer um acompanhamento das condições daqueles pacientes que passaram pela contaminação, hospitalização, mas, também, para quem se preocupa com as condições da saúde respiratória mesmo sem ter sido infectado. “O Check-up se destina também, em especial para aqueles acima de 50 anos, aos portadores de uma pneumopatia já conhecida, os tabagistas, além de todos que gostariam de avaliar e saber as condições de saúde respiratória neste momento”, detalha o especialista.
Dr. Ruy Kuenzer diz que o Serviço tem como objetivo promover um detalhamento completo da análise da saúde respiratória do paciente, buscando avaliar como está neste momento e identificando um prognóstico futuro. “Os exames selecionados para o Check-up Pulmonar seguem a recomendação da literatura médica mundial, mas aqui selecionamos aqueles indicados para cada paciente, individualmente, buscando revelar o cenário de necessidades relacionados à saúde, sintomas e prevenção para uma melhor qualidade de vida”, completa.
O Check-up Pulmonar pode ser agendado pelo telefone (41) 3072-7272.

Nova técnica para perda de peso com balão deglutível dispensa anestesia e sedação

Procedimento permite reduzir em 10% a 15% o peso corporal em aproximadamente quatro meses

Pessoas com sobrepeso ou obesidade inicial contam com o auxílio de uma nova técnica para perder peso. O procedimento utiliza um balão deglutível, que é ingerido pelo paciente e alcança resultados em um período de aproximadamente quatro meses, com perda entre 10% e 15% do peso corporal total. Como não se trata de uma cirurgia, a metodologia dispensa sedação e anestesia.

O Dr. João Henrique Lima, cirurgião do aparelho digestivo e endoscopista do Hospital VITA, explica que o procedimento ajuda não somente na perda de peso, mas também na reeducação alimentar. Segundo o médico, o balão deglutível é recomendado para pessoas com sobrepeso ou obesidade inicial, mas pode ser utilizado em qualquer paciente obeso. “É uma inovação nesta parte de balões gástricos que auxilia na perda de peso com a utilização do balão deglutível. Diferente dos balões convencionais, que são balões de silicone, para os quais é necessária a implantação por endoscopia digestiva, esse balão é ingerido pelo paciente no formato de uma cápsula”, relata o Dr. João Henrique.

Após a cápsula ser ingerida o balão se infla no estômago e a equipe médica faz uma checagem por meio de uma radiografia. Em seguida, o balão é enchido com cerca de 550 ml de uma solução líquida a base de soro fisiológico. Para isso é utilizado um tubo bastante maleável e tolerável pelo paciente. A durabilidade de permanência do balão é de aproximadamente quatro meses, tempo ideal para a eficácia do tratamento.

De acordo com o Dr. João Henrique, a válvula do balão tem uma solução biodegradável que se dissolve após o período de quatro meses. “Por ter uma membrana fina, como um papel filme, aquele utilizado em culinária, permite a passagem por todo o trato digestivo e intestinal, até que o balão dissolvido é eliminado pelas fezes”, explica o cirurgião.

Dispensa de endoscopia

Um ponto importante a ser destacado no procedimento é a dispensa da necessidade de endoscopia para o acompanhamento ou para perfuração e retirada do balão. O Dr. João Henrique enfatiza que o tempo, de apenas quatro meses, é o suficiente para a perda de peso. Nesse período é realizado acompanhamento pela equipe médica e nutricional, o que permite que o resultado seja atingido no tempo estipulado.

Os balões endoscópicos, que permanecem no estômago entre seis meses e um ano, têm uma redução de peso corporal apenas igual ou ligeiramente maior, entre 15% a 20%.

Programa acompanha o tratamento

O balão deglutível é acompanhado de um programa pelo qual o paciente é monitorado sobre a massa gordurosa, massa magra, perda de peso, qualidade de sono, entre outros fatores. “Ou seja, muito mais do que um balão, é um programa específico de tratamento e de perda de peso. Lembrando que nenhum balão gástrico faz mágica e o resultado depende muito do acompanhamento e do comprometimento do paciente com o tratamento”, destaca o Dr. João Henrique.

A ideia básica é o processo de reeducação alimentar para que o paciente consiga ter a perda de peso e, principalmente, melhorar os hábitos e qualidade de vida. A técnica permite, mesmo após a saída do balão, a manutenção da perda de peso a longo prazo.

Acompanhamento multidisciplinar

Durante o tratamento o paciente passa a ter um acompanhamento multidisciplinar, com um seguimento nutricional indicado por um profissional nutricionista. Nesse período é identificado o padrão de alimentação e a rotina alimentar passa a ser mais bem definida.

O paciente também é estimulado a iniciar ou continuar com atividades físicas. “Em alguns casos, inclusive, o paciente tem suporte psicológico de forma a entender melhor a relação com a comida de forma mais consciente”, afirma o médico. No período de tratamento o paciente é monitorado e ocorre o acompanhamento dos resultados.

Sintomas e restrições

Inicialmente, nos primeiros três ou quatro dias, o balão ocupa um espaço no estômago como um corpo estranho. Por conta disso, alguns pacientes podem apresentar sintomas como náuseas, cólicas ou sensação de vômito. “No entanto, a maioria dos pacientes tolera bem essa fase inicial, sem dificuldades”, ressalta o médico.

Segundo o especialista, as únicas restrições, que impedem o uso do balão deglutível, são para pacientes que já fizeram cirurgia bariátrica prévia ou que fizeram alguma outra cirurgia de estômago.

Passo a passo do procedimento:

1 - O paciente ingere a cápsula com um copo de água e ela é colocada no estômago;
2 - Uma vez no lugar, é feito um raio-x para confirmar o posicionamento adequado;
3 - O balão é preenchido com 550 ml de uma solução líquida a base de soro fisiológico;
4 - É feito um segundo raio-x para garantir que o preenchimento seja completo.
Enquanto está no estômago, o balão cria uma sensação de plenitude e saciedade. Dessa forma, o paciente ingere menos alimento.

O progresso é acompanhado pela equipe médica e pelo paciente por meio de um aplicativo. Também é utilizada uma balança e um aparelho que monitora a saúde.

Obesidade no Brasil

A Pesquisa Nacional de Saúde 2019, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que entre 2003 e 2019 passou de 12,2% para 26,8% a proporção de obesos entre a população com 20 anos de idade ou mais. Entre as mulheres a obesidade subiu de 14,5% para 30,2% e entre homens passou de 9,6% para 22,8%. Os números revelam que, no Brasil, em 2019 uma em cada quatro pessoas de 18 anos de idade ou mais estava obesa, o equivalente a mais de 40 milhões de pessoas.

Sobre o Hospital VITA - A primeira unidade da Rede VITA no Paraná foi inaugurada em março de 1996, no Bairro Alto, e a segunda em dezembro de 2004, no Batel. O VITA foi o primeiro hospital brasileiro a conquistar, no início de 2008, a Acreditação Internacional Canadense CCHSA (Canadian Council on Health Services Accreditation). A certificação de serviços de saúde avalia a excelência em gestão e, principalmente, a assistência segura ao paciente. Além disso, o VITA é um dos hospitais multiplicadores do Programa Brasileiro de Segurança do Paciente (PBSP), que visa disseminar e criar melhorias inovadoras de qualidade e segurança do paciente. Integra também o grupo de hospitais da Associação Nacional de Hospitais Privados - ANAHP. O VITA oferece atendimento 24 horas e é referência nas áreas de cardiologia, cirurgia geral, neurologia, cirurgia bariátrica, medicina de urgência, urologia, terapia intensiva e traumato-ortopedia. Além disso, dispõe de um completo serviço de medicina esportiva, prestando atendimento a atletas de diversas modalidades; serviço de oncologia; Centro Médico e Centro de Diagnósticos. Para garantir um alto nível de qualidade nos serviços prestados aos pacientes, o VITA tem investido em ampliação da infraestrutura, tratamentos com equipes multidisciplinares, modernização dos equipamentos, humanização no atendimento, qualificação dos profissionais e segurança assistencial. www.hospitalvita.com.br

Pilar Hospital com inscrições para certificação em cirurgia robótica

Treinamento será realizado a partir de 07 de março, em Curitiba

 

 O Pilar Hospital será sede de mais uma edição do curso de Certificação em Cirurgia Robótica para Cirurgiões, realizado em parceria com o Instituto Falke, com início no dia 07 de março de 2022.

            Cirurgiões de todo o país podem participar desta formação que acontecerá em Curitiba, com o Pilar Hospital oportunizando o aprendizado prático diretamente no Robô Da Vinci, tecnologia mais testada e com maior número de estudos científicos publicados, em países como os Estados Unidos, e também em diversas regiões da Europa e da Ásia.

O treinamento é voltado para cirurgiões de diversas áreas, entre elas, urologia, geral e oncológica, coloproctologia, ginecologia, torácica, pediátrica, de cabeça e pescoço, entre outros. O curso é credenciado pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) e pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO).

Para se inscrever, basta acessar o site https://ifalke.com/pt-BR/cursos/certificacao-em-cirurgia-robotica-hospitalpilar-mar2022 e até 21 de fevereiro o cirurgião tem desconto na matrícula.

Caranguejada solidária & Ópera de Bambu & Hospital Erasto Gaertner

Caranguejada solidária Além de fazer o bem, você vai viver uma experiência gastronômica deliciosa!!!  Entre em contato pelo nosso telefone ou WhatsApp! (41) 3018.8468

Evento em parceria com @hospitalerastogaertner

Estamos trabalhando com a capacidade reduzida em 70% e todas as medidas de saúde e segurança estão sendo mantidas! #operadebambu #garrapelavida #caranguejadasolidaria #caranguejadaoperadebambu #curitiba #restaurantescuritiba

Eudora Siàge Cica-Therapy: nova linha capilar da marca promove tratamento imediato e duradouro que cicatriza 100% as áreas ressecadas dos fios

Enriquecida com Esqualano ativo super reconhecido no mundo do skincare e Ômegas 3 e 6, o lançamento de Eudora Siáge cicatriza as áreas danificadas dos fios e resgata a saúde dos cabelos.

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Créditos: Divulgação

São Paulo, fevereiro de 2022 - Ter um cabelo saudável exige cuidados específicos em meio a rotina de beleza. Afinal, além de processos químicos, tinturas e o uso de aparelhos de calor nos cabelos, diversas situações do cotidiano também podem danificar os fios, como o suor após uma atividade física ou até mesmo os momentos de diversão, como exposição ao sol ou o contato direto com o cloro da piscina e o sal do mar. Neste contexto, cabelos quebradiços, ressecados, opacos e pontas duplas são alguns dos problemas mais comuns enfrentados pelas brasileiras. E, apesar dos danos, evitar essas situações seria deixar de vivenciar momentos importantes da vida.

Por isso, Eudora, marca do Grupo Boticário, apresenta uma nova alternativa para recuperar danos e proteger os fios, com resultados profissionais e sem precisar sair de casa: a linha Siàge Cica-Therapy. Com tratamento potente, promove uma terapia capilar duradoura e imediata, agindo diretamente nas áreas danificadas do fio já na primeira aplicação e proporcionando cabelos mais fortes, hidratados e macios.

Com ingredientes biocompatíveis, que possuem maior afinidade com os fios, sua fórmula é vegana e cruelty free, e conta com ativos poderosos do skincare, como Esqualano e Omêgas 3 e 6: O primeiro ativo é o destaque da fórmula e penetra na raiz do cabelo, prevenindo danos e fortalecendo sua estrutura, além de formar um filme ao redor do fio, que deixa a fibra mais uniforme e protege contra a perda de umidade. Já os Ômegas 3 e 6 promovem a reposição e reestruturação do conteúdo lipídico da estrutura do fio, fortalecendo sua barreira protetora para cabelos mais brilhantes.

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Créditos: Divulgação

Além dos dois ingredientes, a linha conta com a exclusiva Biotecnologia Affinité 4D, com inteligência detectora de danos que trata os fios até a camada mais profunda, mesmo após o enxágue. O uso combinado de Siàge Cica-Therapy cicatriza as áreas danificadas, garante 90% menos quebra e impede que os fios voltem a ficar danificados. O resultado é um tratamento com efeito de salão no seu cuidado diário em casa, para cabelos extremamente saudáveis, macios, fortes e hidratados.

Siàge Cica-Therapy chega ao portfólio de Eudora trazendo ainda uma novidade exclusiva: o Leave-in Cicatrizante (de R$ 42,99 por R$ 37,99, 60ml). Com fórmula 100x mais concentrada, ele faz com que os ativos penetrem de forma mais efetiva nos fios, corrigindo danos nas cutículas e reduzindo pontas duplas. O produto também oferece múltiplas possibilidades de aplicação, agindo nos cabelos secos ou úmidos como tratamento, ou como finalizador, com proteção térmica até 230 ºC, sem pesar nos cabelos.
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Créditos: Divulgação

Além do Leave-in, a linha oferece cuidados completos, com Shampoo (de R$ 31,99 por R$ 28,99, 250ml) e Condicionador (de R$ 34,99 por R$ 31,99, 200ml) para uso diário, e a Máscara Capilar Cicatrizante (de R$ 52,99 por R$ 45,99, 250g), que cicatriza imediatamente os fios, recupera os danos e protege a fibra, garantindo cabelos macios, fortes e hidratados desde a 1º aplicação.

Todos os itens são livres de ingredientes de origem animal, parabenos, petrolatos e sal, e são envasados a frio, um processo de fabricação que consome menos energia elétrica e emite menos gás carbônico para a atmosfera. Eles podem ser adquiridos individualmente ou um kit promocional (de R$ 164,90 por R$ 139,99), que inclui uma nécessaire.

Todos os produtos já estão disponíveis no e-commerce da marca, com a representante Eudora mais próxima e em farmácias selecionadas.

Sobre EUDORA

EUDORA acredita no protagonismo feminino e que a beleza impulsiona a jornada das mulheres brasileiras. A marca do Grupo Boticário quer levar seus mais de 600 produtos para fazerem parte das suas trajetórias. São eles que dão confiança e estímulo para que ela conquiste, cada vez mais, os seus desejos.
EUDORA nasceu como uma startup multicanal e hoje é uma das principais marcas de beleza do Brasil. Chega à mulher por meio de venda direta, lojas próprias, e-commerce oficial, farmácias selecionadas e grandes redes varejistas.

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Conheça a loja virtual: www.eudora.com.br

Conheça os mitos e verdades sobre a imunização do público infantil contra a COVID-19

Maior hospital exclusivamente pediátrico do país recomenda a vacinação e ressalta que essa medida é essencial para proteger a vida e a saúde das crianças
Foto: Marieli Prestes/Hospital Pequeno Príncipe
Foto: Marieli Prestes/Hospital Pequeno Príncipe
Curitiba, 25 de janeiro de 2022 – O Pequeno Príncipe, maior hospital exclusivamente pediátrico do país, recomenda a vacinação do público infantil contra a COVID-19 e ressalta que essa medida é essencial para proteger a vida e a saúde das crianças. Diante das dúvidas de pais e responsáveis sobre a vacina para a faixa etária de 5 a 11 anos, a coordenadora do Centro de Vacinas Pequeno Príncipe, Heloisa Ihle Giamberardino, explica que as vacinas são completamente seguras e altamente eficazes para proteger as crianças e os adolescentes.

“Além de proteger a criança contra a COVID-19 – a partir dos 5 anos, as crianças apresentam uma melhor resposta imunogênica [produção de anticorpos] –, a vacinação também tem um efeito na saúde mental, à medida que, estando protegidas, as crianças poderão retomar as suas atividades normais, a sua convivência social, com mais segurança”, destaca a pediatra e imunologista.

Estatísticas mostram que o Brasil é o segundo país com mais óbitos infantis causados pelo coronavírus no mundo. Desde o início da pandemia, mais de 300 óbitos de crianças com idade entre 5 e 11 anos foram registrados em território brasileiro. O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgou uma nota na qual diz que nenhuma outra doença imunoprevenível matou tantas crianças e adolescentes em 2021 quanto a COVID-19. No Pequeno Príncipe, os casos voltaram a subir em 2022, só nos primeiros 20 dias, 291 crianças foram diagnosticadas com a COVID-19, um aumento de 50% em relação a junho do ano passado, mês em que se registrou a maior ocorrência da doença, com 193 casos.

A especialista também lembra que a vacinação é um direito das crianças e dos adolescentes, assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. “Vacinar é um ato de amor ao seu filho, ao filho dos outros e de toda a sociedade porque não recebemos vacinas apenas para a proteção individual, mas também para a proteção coletiva. Devemos sempre temer a doença e não a vacina.”

Para ajudar, as famílias com seus principais questionamentos, o Pequeno Príncipe elencou informações sobre o que é mito ou verdade em relação a imunização de crianças contra a COVID-19.

1- A vacina contra a COVID-19 para crianças é segura
VERDADE
Diversos estudos comprovam a segurança e a eficácia das vacinas em crianças. O imunizante da Pfizer, que começa a ser aplicado nas crianças brasileiras, foi aprovado pelas agências reguladoras dos Estados Unidos e da Europa, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que é um órgão extremamente sério e competente no Brasil. A vacina foi testada em milhares de crianças, comprovando sua segurança e eficácia. Nos países em que a vacinação de crianças já está acontecendo, como os Estados Unidos, não há relatos de casos adversos de preocupação. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) também recomendam a imunização. Na semana passada, a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, também recebeu aprovação da Anvisa para ser utilizada em crianças na faixa etária entre 6 e 17 anos de idade. Esse imunizante possui também um excelente perfil de segurança, além de ser produzido com tecnologia já muito bem estabelecida, sendo uma excelente opção para contribuir no quantitativo de doses necessárias para serem disponibilizadas às crianças.

2- É melhor meu filho ser imunizado contra a COVID-19 pegando a doença do que tomando a vacina
MITO
Ao contrair a doença natural, a produção de anticorpos ocorre, mas por tempo limitado e indefinido, além de expor a criança a uma série de complicações, como a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), que afeta vários órgãos e sistemas do corpo, podendo levar a óbito. A vacinação, segundo os especialistas, ajuda a evitar que as crianças adoeçam gravemente, mesmo que contraiam a doença.

3- A vacina contra a COVID-19 altera o DNA das crianças
MITO
Existem muitas fake news circulando a respeito da vacinação, e uma dessas falsas notícias é que a vacina altera o DNA da criança. Essa informação não tem base científica. A vacina da Pfizer possui uma plataforma de RNA que é uma substância que circula no citoplasma da célula. Nosso código genético, ou seja, nosso DNA, localiza-se nos núcleos das células, portanto tal informação não possui nenhuma plausibilidade biológica, e nenhuma vacina tem esse poder.

4- A vacina contra a COVID-19 para crianças dá reação
DEPENDE
Assim como nos adultos e também como nas demais vacinas do Programa Nacional de Imunização (PNI), algumas crianças podem ter reações, e outras não. Geralmente, as reações mais comuns nas crianças ao receberem uma vacina são febre baixa e dor no local da aplicação, mas apresentam curta duração.

5- A vacina contra a COVID-19 dá problema no coração das crianças
MITO
As crianças que são infectadas pelo coronavírus possuem de 10 a 17 vezes mais chances de desenvolver uma miocardite do que as que tomam a vacina. O risco de ocorrência de miocardite em crianças na faixa etária entre 5 e 12 anos é, em média, de um caso para um milhão de doses. Mesmo que venham a desenvolver essa complicação em função do imunizante, ela se apresenta de forma muito mais branda e com uma evolução melhor do que a causada pelo vírus, sem sequelas e autolimitada.

6- Com a vacina, meu filho pode deixar de usar máscara e álcool em gel e de manter distanciamento social
MITO
Mesmo vacinados, adultos e crianças precisam continuar usando máscara, fazendo a higienização correta e frequente das mãos, utilizando álcool em gel e mantendo distanciamento, especialmente neste momento da pandemia, em que a variante Ômicron está predominando no cenário pandêmico. A variante Ômicron tem uma transmissibilidade muito elevada, o que aumenta as chances de contaminação se os cuidados não forem mantidos e associados à vacinação.

7- A criança não deve receber outra vacina no mesmo dia em que for imunizada contra a COVID-19
VERDADE
Neste primeiro momento, a recomendação do Ministério da Saúde é manter o intervalo de 15 dias entre as vacinas do Programa Nacional de Imunizações (PNI), apenas como uma medida de cautela e de melhor avaliação de eventuais eventos adversos. Em criança que apresentou COVID-19, o intervalo recomendado é de 30 dias para vacinação após o fim da quarentena.

Para mais informações, pais e responsáveis também podem acessar a live do infectologista e vice-diretor técnico do Pequeno Príncipe, Victor Horário, no canal da instituição no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=MymenDhv76w

Sobre o Pequeno Príncipe
Com sede na capital paranaense, o Pequeno Príncipe é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que oferece assistência hospitalar há mais de 100 anos para crianças e adolescentes de todo o país. Disponibiliza desde consultas até tratamentos complexos, como transplantes de rim, fígado, coração, ossos e medula óssea. Oferece atendimento em 32 especialidades, com equipes multiprofissionais especializadas. Com 384 leitos, sendo 68 em UTIs, realiza 60% dos atendimentos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2020, mesmo com a pandemia de coronavírus, foram realizados 159 mil atendimentos e 12 mil cirurgias que beneficiaram meninos e meninas do Brasil inteiro.

Pilar Hospital Implementa Centro de Tratamento de Queimados

Único hospital no Paraná que oferece tratamento para queimados em todos os modelos de câmara hiperbárica

Curitiba, janeiro de 2022 – Nesta terça-feira (18/01) o Pilar Hospital avança no seu projeto de ampliação de atendimento com o início das atividades do seu novo Centro de Tratamento de Queimados. Além de permitir integração entre este Centro, o Pronto Atendimento e a área de Terapia Intensiva, é o único hospital no Paraná que oferece o tratamento em diferentes modelos de câmara hiperbárica (multipaciente e monopaciente), com equipamentos que otimizam a cicatrização, auxiliam no combate às infecções e aceleram a plena recuperação dos pacientes.
Segundo o Ministério da Saúde, o Paraná é o terceiro estado no ranking de maior proporção de queimados no país. Só na capital paranaense, em 2020, houve um crescimento de 39,5%, totalizando mais de 1.400 pessoas que foram internadas para tratar queimaduras.
“Com a chegada, neste início de janeiro, da câmara hiperbárica monoplace, damos início ao recebimento de pacientes no Centro de Tratamento de Queimados do Pilar, oferecendo uma estrutura completa, com equipe multidisciplinar que conta com especialista em hiperbárica, cirurgiões plásticos, equipe de enfermagem, entre outros, somando cerca de 30 profissionais que atuarão para ajudar na recuperação desses casos, dispondo de tecnologia de última geração e especialização para um atendimento completo”, explica Rodrigo Milano, diretor-presidente do Pilar Hospital.
Há alguns anos que o Pilar Hospital já se dedica ao tratamento de lesões complexas com curativos especiais, algumas causadas por queimaduras. A partir deste mês, os pacientes (particulares e de planos de saúde) podem ser atendidos no Centro de Tratamento de Queimados do hospital, tanto casos leves quanto complexos, resultantes de queimaduras térmicas, químicas e elétricas, por exemplo.
“O nosso protocolo de tratamento foi ampliado para permitir atendimento completo. Muitos casos de queimaduras exigem longos períodos de internação e tratamento. Com acesso às câmaras hiperbáricas, principalmente com a chegada da versão monopaciente, na qual o paciente pode ficar sozinho e isolado, diminuímos as chances de infecção e sequelas. Aliado ao acesso a todos os tipos de curativos, oferecemos o que há de mais atual em termos de tecnologia, hotelaria adaptada e especializada, possibilitando maior conforto para aqueles que enfrentam o tratamento. Buscamos, além de um atendimento de qualidade, diminuir o uso de antibióticos e possibilitar a recuperação completa no menor tempo possível, de acordo com cada quadro”, ressalta Diogo Romariz Peixoto, médico responsável pelo Centro de Tratamento de Queimaduras do Pilar Hospital.

Paciente de 80 anos recupera a qualidade de vida ao poder andar sem desmaiar

Procedimento minimamente invasivo, realizado no fim de dezembro, implantou um transcateter de válvula aórtica

Curitiba, janeiro de 2022 – Dificuldades para fazer uma caminhada simples, até a cozinha, sem desmaiar. Essa era a realidade da dona Nely Lourdes Rizzi, de 80 anos. Nos últimos dias de dezembro a sua vida mudou, já que ela conseguiu, por meio de uma parceria entre fabricantes, Pilar Hospital e seu Instituto de Ensino e Pesquisa, a passar por um procedimento minimamente invasivo para a implantação de um implante transcateter de prótese valvular aórtica (do inglês “TAVI – Transcatheter Aortic Valve Implantation”), e sua intervenção foi transmitida em um workshop para diversos países, como forma de capacitar outros cardiologistas intervencionistas a realizarem o procedimento.
O implante transcateter de prótese valvular aórtica tem sido utilizado como alternativa ao tratamento conservador (por cirurgia aberta) em pacientes com estenose aórtica grave sintomática. “Trata-se de um procedimento minimamente invasivo onde é inserida uma nova válvula para substituir a válvula doente por meio de um cateter. Essa intervenção apresenta menos riscos, com menor tempo de recuperação e retorno mais rápido para casa e a anestesia é local”, explica Dra Deborah Nercolini, cardiologista intervencionista.
A estenose aórtica é uma doença degenerativa que atinge 5% das pessoas com mais de 75 anos, sendo caracterizada pela redução da área efetiva da valva, exigindo um esforço cada vez maior do coração para conseguir bombear o sangue pelo corpo, enfraquecendo o órgão. “Essa técnica ainda não está disponível no sistema público, devido ao custo, mas se formos comparar com o custo de uma cirurgia aberta, com internações, maior tempo de recuperação, e os riscos para pacientes dessa idade, o custo acaba sendo equivalente ou menor no acompanhamento a médio e longo prazo. A grande diferença é que o paciente submetido a TAVI tem uma recuperação mais rápida, podendo voltar à sua vida normal em menos de 3 dias, apresenta menos internamentos subsequentes e, consequentemente, onera menos o sistema público e os sistemas de saúde.
Desde 2021 o procedimento passou a ser coberto por alguns planos de saúde no Brasil e, de acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia, está indicado para pacientes que tenham mais de 70 anos, com quadro de estenose aórtica grave sintomática, e que tenham anatomia favorável para a realização de implante transcateter.

Mesmo mortas, toxinas ainda podem ter ação e queimar os banhistas

O mês de janeiro é conhecido por ser o período de férias e as famílias viajam para o litoral em busca de sol, mar, descanso e diversão, mas é necessário tomar alguns cuidados para a viagem não se transforme num problema. Na praia, é preciso estar atento às águas-vivas e caravelas. Mesmo mortas, elas podem continuar liberando as toxinas que provocam queimaduras na pele, alerta a professora Maria Fernanda Palanch, da São Judas, mestre em Fisiologia Geral.

Por isso, a recomendação é não tocar nos animais encalhados na praia, pois as toxinas ainda podem ter ação, mesmo depois de um tempo da morte do animal. Uma vez em contato com as toxinas, não se deve esfregar o local do ferimento e é recomendado lavar com a própria água do mar.

“A água doce potencializa a liberação das toxinas dos tentáculos. Recomenda-se fazer compressas com água do mar gelada para amenizar a dor. O cuidado deve ser redobrado com as crianças, pois essas são mais sensíveis às toxinas das caravelas e águas-vivas”, destaca a especialista.

Outro cuidado é ao avistar uma dessas espécies no mar flutuando na superfície é sempre bom se afastar. “Quando se percebe a presença desses animais na área de banho, o ideal é que os banhistas se afastem, já que os tentáculos podem ser bem compridos, podendo alcançar até alguns metros de comprimento e atingir as pessoas”.

Esses tentáculos apresentam substâncias urticantes presentes em estruturas semelhantes a pequenas agulhas capazes de liberar toxinas na pele. Essas toxinas podem provocar desde pequenas irritações na pele até sérias queimaduras. Em geral, o contato com os tentáculos das águas-vivas deixa vergões bem marcados na pele. As caravelas possuem toxinas mais fortes e podem ser responsáveis por uma queimadura grave.

Bagres -- No Verão, outro campeão de acidentes são os bagres. Esses peixes são comuns em águas rasas nos fundos arenosos, ou podem estar presentes na beira d’água, já mortos. “Os banhistas podem pisar num bagre e se machucar com os espinhos presentes nas nadadeiras dorsais e peitorais. Os espinhos podem provocar dor intensa e infecção, necessitando de auxílio especializado de um médico para a retirada correta do espinho.

Para quem vai mergulhar nas áreas de costões rochosos, como ao lado da Ilha das Palmas, ou nadar próximo à Ilha de Urubuqueçaba, ou caminhar nessas regiões quando a maré está mais baixa e há exposição das rochas, é importante cuidar para não escorregar nas algas ou pisar nas cracas e mexilhões. Esses animais ficam presos nas rochas e um passo mal dado em cima deles pode provocar cortes na pele. A única recomendação é olhar onde está pisando e cuidado quando estiver mergulhando próximo aos costões.

Ainda nessas regiões de costões rochosos existem ouriços-do-mar que possuem seu corpo coberto por espinhos. “Na nossa região, acidentes com esses animais não são muito comuns, pois há poucos ouriços encontrados encalhados na praia. Porém para quem se aventurar próximo aos costões deve ter cuidado com esses espinhos que causam normalmente uma dor intensa. Há necessidade de retirar os espinhos da pele para evitar infecções”.

Como dá para perceber, para garantir que as férias de verão sejam uma boa lembrança, é preciso cuidado na praia: onde pisa, nada e evitar o contato com os animais marinhos, já que alguns podem causar acidentes bem chatos, que podem atrapalhar a diversão”, finaliza Maria Fernanda.

Sobre a São Judas
A São Judas é uma das três melhores universidades privadas do estado de São Paulo, segundo o Ministério de Educação (MEC), com nota 4 de 5 no Índice Geral de Cursos (IGC). Com aproximadamente 37 mil alunos, 11 unidades localizadas na Capital e Grande São Paulo e mais de 80 cursos, a instituição combina qualidade e acessibilidade, tradição e inovação, com o uso de novas metodologias educacionais, laboratórios multidisciplinares de aprendizagem integrada e programas de desenvolvimento de competências socioemocionais. Além disso, o aluno aprende na prática desde o primeiro dia de aula.

Ahnima lança bombons que contribuem para a melhor nutrição

Startup curitibana investe em produtos criados a partir de conceitos do biohacking e de medicamentos naturais

Na vida atribulada dos dias atuais, com responsabilidades com a família, trabalho, compromissos variados e ainda passando pelo estresse, muitas pessoas acabam não cuidando direito do seu estado físico e mental. Nesse cenário, a boa nutrição também é deixada de lado, com todos se alimentando mal e da forma errada. Mas que tal se sentir bem e ainda contribuir para o bom funcionamento do corpo comendo um doce? Esta é a proposta da Ahnima – Doces Inteligentes, startup criada pelas empresárias Camila Ferraz e Amélia Sarda, que está lançando dois bombons no mercado.

Os produtos foram criados depois que a dupla conheceu a filosofia do biohacking, na qual a pessoa assume a responsabilidade por seu corpo, mente e nutrição. “Ela nada mais é do que a arte e a ciência de alterar o ambiente ao seu redor e dentro de você. Pode ser algo simples, como começar a plantar uma horta em casa, ou tentar alternativas, como fechar a cortina para impedir a luz de entrar no quarto, para ter um sono mais profundo”, informa Camila, que é empreendedora e fundadora da Curadoria Online, e trabalha com marketing de empreendedorismo.

Ela e Amélia decidiram experimentar o biohacking depois de ambas passarem por dificuldades físicas (estresse, fadiga, Síndrome de Burnout) e por problemas familiares relacionados a doenças sem cura, que redefiniram o conceito de vida saudável e a forma de encarar a vida. “Isso nos levou a buscar métodos diferenciados e alternativos, a ver a saúde de forma diferente e buscar uma longevidade para nós e nossas famílias. Tudo nos levou a encarar a vida de uma forma completamente diferente. E com a visão de colocar a saúde em primeiro lugar, de não deixar a vida correr para no final ver o que poderia ter sido diferente”, confirma Amélia, gerente de projetos de transformação digital na E.ON, maior prestadora de energia da Europa.

Inicialmente, as proprietárias da Ahnima conheceram os conceitos e medicamentos como os nootrópicos (compostos que têm o objetivo de melhorar a mente, combinando conhecimentos ancestrais e ervas), e tiveram muitos resultados satisfatórios. “Não só os nootrópicos, mas também com os testes genéticos, que também dão indicações de uma forma integrativa de como lidar com o próprio corpo. Dessa forma, tem-se mais conhecimento, entende-se melhor quais são as suas necessidades e se começa a experimentar cada vez mais ingredientes puros e naturais para entender o que funciona melhor para você”, explica Camila.

A dupla decidiu dividir esse conhecimento e criou uma comunidade virtual, com lives periódicas no YouTube. O grupo formado contribuiu para a criação da startup, respondendo pesquisas e testando os produtos que seriam lançados inicialmente.

Os bombons
Os nootrópicos não são facilmente encontrados no mercado e também são difíceis de serem colocados na rotina de alimentação, pois são muitas pílulas para ingestão, algo que muitos não estão acostumados a fazer. “Fica mais difícil de colocar isso de uma forma prazerosa. E não havia melhor forma de trazer os ativos do que os doces. Na jornada pelo bem estar, sempre se elimina o glúten, vários alimentos, e o doce é o mais difícil de se cortar. Então, pensamos em trazer os doces como uma coisa boa, trazendo todos os elementos”, destaca Amélia.

São duas propostas de doces: o Estado de Fluxo, um bombom para ajudar o foco e memória, feito com mirtilo, Lion’s Mane e Cordycep; e o #vemgaba, bombom que tem na composição menta e Ashwagandha. “Fizemos consultoria com um dos maiores especialistas em nootrópicos do mundo, Lucas Aoun, da Austrália, que fez o estudo, juntamente com nossa equipe de especialistas, de todos os pontos de sinergia para nós. Todos os componentes do Estado de Fluxo servem para trazer mais foco, memória, comprovados cientificamente. Já o #vemgaba é para comer de noite, pois tem ativos para relaxar. São dois doces com propostas diferentes e que se complementam”, indica Camila.

Cada um dos ingredientes das fórmulas foi cuidadosamente selecionado, desde o seu nível de pureza e comprovações científicas, para propiciar a melhor experiência, inclusive para que a pessoa sinta aumento da sua energia vital na hora e não necessariamente depois de meses de ingestão. “Estamos trazendo os bombons inteligentes para o mercado brasileiro e os conceitos de nootrópicos e adaptógenos (plantas). Os nootrópicos ajudam na melhora do foco, da agudez mental. Já os ingredientes adaptógenos nos ajudam a relaxar e cortam o círculo vicioso do stress crônico. São produtos únicos, mas que continuam cumprindo com os requisitos fundamentais de uma alimentação funcional: sem açúcar adicionado, com fontes de gorduras boas e veganos”, confirma Amélia.

Os ativos são ingredientes totalmente naturais. Muitas pesquisas mostram como os ativos do mirtilo ajudam no foco e na memória a longo prazo. “Não é preciso prescrição para consumi-los, os ingredientes são todos regulamentados. Temos também a pasta de castanha de caju como base, que é uma gordura boa que ajuda os ativos a terem mais efeito, porque são lipossolúveis. São ambos seguros”, lembra Amélia. A indicação é de comer um bombom por dia, e eles serão vendidos em uma caixa com sete bombons, para consumir durante uma semana, um por dia.

As proprietárias da Ahnima lembram ainda que outros dois pilares continuam sendo fundamentais para o bom funcionamento do corpo: cuidar da saúde corporal e se exercitar diariamente. Pequenos exercícios para quebrar a imobilidade na rotina do dia a dia, para quebrar a musculatura e a resistência, para fortalecer o metabolismo e o sistema de circulação do sangue são essenciais. Não é necessário passar horas na academia, pelo contrário, exercícios de curto prazo são muito mais importantes.

“É importante obedecer o ritmo circadiano, a luz durante o dia. Quanto mais enérgico você for, melhor seu corpo se adapta ao aumento do consumo de energia e aceleração do metabolismo. A prática de exercício atua em um nível mitocondrial, essas pequenas usinas de energia em nossas células em linguagem simples. A Ahnima quer trazer essa filosofia de vida, essa visão holística do corpo humano em todos os nossos produtos e seminários. Acreditamos que na mudança de hábito reside a chave para uma vida mais feliz, mais leve e com propósito. O segredo da tão buscada longevidade”, finaliza Camila.

Serviço:
Ahnima – Doces Inteligentes
Site: https://prevenda.ahnima.io/
Instagram: https://www.instagram.com/docesinteligentes/

Pilar Hospital recebe câmara hiperbárica monoplace

Único hospital no Paraná que oferece todos os modelos de equipamento

Curitiba, janeiro de 2022 – O Pilar Hospital, em Curitiba, conta agora com uma câmara hiperbárica monoplace, o que permite o tratamento individualizado para cada paciente. Desde 2010, a instituição já oferece a oxigenoterapia hiperbárica com câmara multiplace, a qual acomoda até 12 pacientes e permite o acompanhamento da equipe assistencial em tempo integral no interior da câmara. A oxigenoterapia hiperbárica atua otimizando a cicatrização, auxiliando no combate às infecções e acelerando a plena recuperação. Os equipamentos permitem que o tratamento seja realizado com os pacientes sentados ou deitados, respirando oxigênio puro.
O tratamento de oxigenoterapia hiperbárica é um procedimento reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), de acordo com a resolução 1497/95. Consiste na inalação de oxigênio puro (100%) em uma câmara fechada e pressurizada. Os benefícios incluem auxiliar no processo cicatricial de feridas crônicas ou complexas, osteomielites, lesões causadas por radioterapia, traumas, queimaduras, pós-operatório de cirurgias plásticas, entre outras.
Segundo o médico responsável pelo Instituto de Medicina Hiperbárica do Pilar Hospital, Diogo Romariz Peixoto, "há comprovação científica de que a oxigenoterapia hiperbárica reduz o número de internamentos e amputações, além de melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes submetidos ao tratamento", explica.

O chá verde pode trazer diversos benefícios à saúde corporal

Sandra Ribeiro, terapeuta holística, comenta sobre as vantagens desconhecidas de um dos chás mais tradicionais do país

O consumo de chás é facilmente associado à resolução de doenças e mal estar, porém, o que não se sabe é que tornar esta bebida um hábito diário pode prevenir diversas condições e trazer inúmeros benefícios à saúde. “O chá verde contém potentes antioxidantes que melhoram o metabolismo oxidativo, reduzindo o nível de degeneração celular provocado pelos radicais livres”, explica a terapeuta holística, Sandra Ribeiro.

De acordo com ela, o chá verde pode ainda trazer resultados interessantes para a saúde mental, melhorando a disposição, por exemplo, por conta da cafeína presente na bebida. “Além disso, o consumo regular pode ajudar a prevenir até mesmo alguns tipos de câncer como o de próstata, de estômago, de mama, de pulmão, de ovário e de bexiga”, detalha.

Além de também ajudar na prevenção de doenças como as do coração, gripes e resfriados, diabetes e melhorar a saúde bucal, o chá verde pode ainda ser um importante aliado na perda de peso e na prevenção do envelhecimento precoce. “O chá verde age no combate à flacidez e tem um efeito diurético que ajuda em questões como a retenção de líquido”, pontua a especialista.

Este tipo de chá, que muitas vezes passa despercebido, é tão importante que pode agir na prevenção de doenças degenerativas como o Parkinson e o Alzheimer. “Os polifenóis do chá ajudam a melhorar a memória e a mobilidade de pessoas que já estão doentes também”, explica Sandra Ribeiro.

O chá verde da Life Natural não contém glúten e é solúvel, o que estimula a ação do metabolismo, promove a quebra das moléculas de gordura e possui ação termogênica. “Basta adicionar 1 colher de sopa em água quente e tomar. O chá verde é responsável por melhorar as atividades do sistema imunológico”, conta a terapeuta holística.

Sobre a Life Natural

O grupo Life Natural foi fundado em 2014 por Ricardo Maia em Rondônia. Atualmente, a matriz fica em São Paulo. O foco da empresa é a importação e o desenvolvimento de produtos naturais. Com o objetivo de proporcionar saúde, qualidade de vida e bem estar aos clientes, a Life Natural já conta com mais de 100 produtos e representantes comerciais espalhados por todo o Brasil e no exterior.

Hospital Marcelino ChampagnatHora do Detox: o poder antioxidante e anti-inflamatório dos alimentos

Como retomar a rotina alimentar depois das festas? A regra é clara: descasque mais e desembale com responsabilidade

Um cardápio carregado de bebidas alcoólicas e alimentos processados, com alto teor de aditivos químicos, conservantes e açúcares. É raro encontrar alguém que não se rendeu a esses alimentos pobres em nutrientes ou acabou cometendo excessos durante as festas de fim de ano. Esse comportamento, no entanto, tende a sobrecarregar o sistema digestivo e o fígado, prejudicando o bem-estar e a saúde de forma geral. Com a chegada de janeiro, quem agiu por impulso e extrapolou na alimentação já deve estar pensando: é hora de entrar na linha novamente.

Antes de tudo, é importante ter em mente que episódios pontuais de exagero tendem a não afetar de forma agressiva o organismo e que não será um alimento específico que trará de volta o equilíbrio nutricional do corpo. “Tudo o que é muito agressivo e restritivo, ou que cause uma mudança grande na rotina alimentar, pode ser prejudicial. Mas, sim, uma dieta desintoxicante, feita por um curto período de transição e com acompanhamento médico, pode trazer benefícios quando a questão é se recuperar do período de festas”, explica o coordenador médico do Hospital Universitário Cajuru, de Curitiba, e especialista em nutrologia esportiva, José Rodriguez.

A dieta não “vinga”? Repense sua rotina alimentar

É muito comum as pessoas sentirem sintomas como cansaço excessivo, sono desregulado, ansiedade e estresse, inchaço causado pela retenção de líquido e sensação de fome constante. Todos esses sinais são indicativos que o organismo precisa eliminar impurezas e neutralizar toxinas. Tentar compensar ou restringir demais certos grupos alimentares não é a solução.

“É importante que qualquer prática detox seja realizada com acompanhamento nutricional individualizado. Com a exclusão de certos alimentos, o organismo pode levar um choque devido às carências nutricionais, além de reduzir o desempenho esportivo e até ocasionar alguma compulsão alimentar”, explica a nutricionista dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat, Laleska Vignoli.

O consumo de alimentos com potencial anti-inflamatório e antioxidante pode ajudar bastante neste período pós festas. “Mas a recuperação do organismo deve passar pela retomada da rotina completa e pela prática diária de hábitos mais saudáveis, de forma consciente e contínua“, acrescenta Rodriguez. A orientação é simples: descasque mais e desembale com consciência.

“Desintoxicar o organismo significa fazer uma limpeza natural que começa estrategicamente pelo fígado e intestino. O fígado é o órgão que filtra o sangue do corpo humano, ou seja, ele retém grande quantidade de impurezas. Um corpo sobrecarregado de impurezas ou toxinas perde vitalidade”, complementa Laleska.

Para retomar a rotina alimentar, o ideal é se hidratar muito, procurar ingerir alimentos naturais, como frutas, vegetais, legumes, carnes frescas e cereais verdadeiramente integrais, que preservam as propriedades dos grãos inteiros e não possuem porções refinadas em sua composição. Cabe destacar ainda a importância de priorizar alimentos que tenham procedência e garantia de um processo produtivo cuidadoso, seguro e de qualidade, que realmente ofereça os benefícios que promete.

A Jasmine foi uma das primeiras empresas brasileiras a acreditar na agricultura orgânica. "Somos pioneiros no desenvolvimento de uma linha de orgânicos integrais e nossos produtos são livres de adubos químicos, agrotóxicos e sementes transgênicas”, destaca a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Gomide Carpi. Os produtos que compõem o portfólio da empresa, dentre eles, cereais, grãos e frutas desidratadas, são amplamente indicados pelos profissionais da área de nutrição para a retomada dos hábitos saudáveis e de um 2022 com vitalidade e bem-estar.

É mesmo possível desintoxicar o corpo?

Os consumidores estão fazendo escolhas cada vez mais conscientes e menos impulsivas nos últimos anos, indica a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Gomide Carpi. “Esse comportamento é fundamental para manter uma relação saudável e equilibrada com o alimento. Nosso propósito é mostrar que nossos snacks saudáveis, com verdadeiros benefícios nutricionais, são gostosos e de fácil inclusão no dia a dia”.

Para reequilibrar o fígado e a flora intestinal, e auxiliar no armazenamento e metabolização dos nutrientes, é importante incluir certos hábitos na rotina alimentar que impactam diretamente na redução da inflamação e na oxidação do corpo. Confira abaixo algumas dicas:

1) Beba água, pelo menos 35ml por quilo de peso diariamente.

2) Evite o consumo de carne vermelha em grande quantidade, pois é um alimento de difícil digestão.

3) Prefira proteína animal magra, como peixe, frango e porco e ovos.

4) Aumente o consumo de verduras, legumes e frutas, principalmente as vermelhas.

5) Alimente-se com cereais integrais e leguminosas (como aveia, linhaça), pois as fibras têm papel essencial no funcionamento do intestino.

6) Evite açúcar em excesso, principalmente as opções refinadas.

7) Reduza o consumo de frituras, dando preferência a preparos crus, assados, cozidos ou grelhados.

8) Para cozinhar, utilize azeite, manteiga ou óleo de coco, sempre na menor quantidade possível.

9) Substitua o sal por temperos naturais como alho, cebola, cúrcuma, coentro, manjericão, entre outros.

10) Na hora de montar o prato, dê mais espaço aos legumes e verduras.

11) Coma devagar e mastigue bem os alimentos.

12) Faça uso de probióticos, as conhecidas bactérias do bem, que reequilibram a flora intestinal.

Pacientes bariátricos precisam prevenir a osteoporose

Pacientes submetidos à cirurgia bariátrica têm maior risco de desenvolver a osteoporose e por isso precisam prevenir, diagnosticar precocemente e tratá-la

Curitiba, janeiro de 2022 – O Brasil é o segundo país com o maior número de cirurgias bariátricas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Esta cirurgia melhora muito a qualidade de vida dos pacientes e pode levar até a remissão de doenças como diabetes e hipertensão arterial. No entanto, a cirurgia não é o fim do tratamento.
Após a cirurgia bariátrica existe uma deficiência na absorção de inúmeros minerais e vitaminas e, por isso, maior risco de desenvolver a osteoporose, dentre outros problemas. Estes pacientes devem fazer acompanhamento regular com endocrinologista e nutricionista, realizando suplementação de vitaminas orientada por esses profissionais, além de atividade física (preferencialmente musculação). Mesmo com todos estes cuidados, ainda assim podem ser acometidos por uma doença chamada osteoporose (enfraquecimento dos ossos que leva a fraturas.) Como a osteoporose é indolor, muitas vezes o diagnóstico só é feito no momento de uma fratura.
“Para diagnosticar a osteoporose precocemente, tratando e prevenindo fraturas, os pacientes pós-bariátrica devem ser submetidos anualmente a um exame chamado DMO (densitometria mineral óssea), explica a Dra. Silvana Aniella”, endocrinologista do Pilar Hospital.
A densitometria óssea é um método moderno e indolor. Utiliza uma dose mínima de radiação (menor que as radiografias tradicionais). O exame está disponível na CEDIP – Medicina Diagnóstica, uma das instituições mais tradicionais da capital paranaense, que atua de forma integrada com o Pilar Hospital em Curitiba.