Casa Curitiba Honesta divulga programação de aulas para agosto
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Dicas culturais e cobertura dos eventos que fazem a diferença em nossa cidade
Casa Curitiba Honesta divulga programação de aulas para agosto
ABIP Promove 31ª Edição do Congresso Brasileiro da Panificação em Setembro
Encontro discute relações diplomáticas com extraterrestres
Será uma série de oficinas ministradas por estudiosos de Ufologia com organização da revista UFO, única publicação brasileira voltada exclusivamente para o tema
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Ufólogo Flori Antonio Tasca (Divulgação)
Ufólogo Flori Antonio Tasca
(Divulgação)
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Ufólogo J.A. Gevaerd, editor da revista UFO (D)
Ufólogo J.A. Gevaerd, editor da revista UFO
(D)
A partir de agosto, a revista UFO, a única publicação brasileira voltada exclusivamente para assuntos relacionados à Ufologia, inicia uma série de encontros intensivos sobre o tema em Curitiba. O primeiro debaterá sobre expolítica e exodireito, uma espécie de diplomacia cósmica, e acontece no dia 4, das 14h às 18 horas, no Hotel Nacional Inn Torres, no centro da capital. Interessados em participar podem se inscrever em www.ufologiabrasileira.com.br.
A série Intensivos de Ufologia começa com oficina ministrada por Flori Antonio Tasca, advogado e doutor em Direito das Relações Sociais pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), membro honorário da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Instituto Brasileiro de Exopolítica (IBEXO). Tasca desenvolve estudos inovadores nas novas áreas da exopolítica e exodireito há mais de uma década, sendo pioneiro nesta atividade no Brasil. Também tem inúmeros artigos e até um livro publicado sobre esta tendência.
Tasca salienta que exopolítica e exodireito são temas levados com máxima seriedade por entidades como Organização das Nações Unidas (ONU), Agência Espacial Norte-Americana (NASA) e Royal Society, de Londres.
Inteligências cósmicas
O editor da revista UFO, estudioso A. J. Gevaerd, explica que a exopolítica é uma atividade multidisciplinar de orientação paracientífica, política e cultural, e pretende combinar o conhecimento alcançado em mais de 70 anos de pesquisas da ação de outras inteligências cósmicas na Terra com ciências políticas, humanas e sociais. “A intenção é alcançar a compreensão dos objetivos destes visitantes e a acomodação de sua crescente presença na Terra no futuro da humanidade”, observa.
O propósito final é estudar, estabelecer e zelar pelo emprego de regras sociais multilaterais aceitáveis de convivência pacífica entre a espécie humana e povos de outros mundos do universo, “considerando que o encontro entre nós e eles é inevitável”, afirma Gevaerd.
Curitiba na vanguarda
Pioneira em tantas áreas, Curitiba também foi a primeira capital do país e uma das poucas cidades do mundo a ter seu Instituto Brasileiro de Exopolítica (IBEXO), que foi criado no I Seminário de Preparação para o Contato Extraterrestre e Exopolítica, em 16 de dezembro de 2017. O IBEXO é organização não governamental, com finalidades científicas e sociais destinada a coordenar os movimentos exopolíticos em curso no Brasil, unindo-os em um único núcleo para o fortalecimento da classe que pratique a atividade no país.
Serviço
Oficina Exopolítica e Exodireito com Flori Antonio Tasca
Organização: Revista UFO
Data: 4 de agosto (sábado), das 14h às 18h
Local: Hotel Nacional Inn Torres (Rua Lourenço Pinto, 458 - Centro, Curitiba-PR)
Inscrições: www.ufologiabrasileira.com.br
Investimento: R$ 60,00 e R$ 80,00
Informações: ajgevaerd@gmail.com ou (41) 9 8872-3839
Autem Solutions promove Master Class na ESIC
Encontro gratuito aborda a dor na terceira idade
Mediador e psicólogo argentino, Juan Carlos Vezzulla, ministra curso em Curitiba
Referência em mediação familiar na América Latina, Europa e África, ele vem a convite do paranaense Instituto Dialogação
No Brasil, ainda há a necessidade do fortalecimento da mediação como ferramenta adequada para o tratamento de conflitos. Por isso, de 15 a 18 de agosto, o Instituto Dialogação inicia suas atividades com o curso do mediador e psicólogo argentino Juan Carlos Vezzulla.
O tema é “Aprofundamento em Mediação Familiar” e ninguém melhor que ele, uma referência no assunto, co-fundador e presidente científico dos Institutos de Mediação e Arbitragem do Brasil e de Portugal (IMAB e IMAP), formador de mediadores em países da América Latina, Europa e África, e consultor em mediação da ONU (Organização das Nações Unidas), para ministrar essa imersão, que vai durar três dias.
“Esse assunto começou a ser tratado em 2010 por aqui. Em outros países, esse movimento ganhou força já há muitos anos. Isso nos coloca em uma posição que permite analisar diversos contextos, erros e acertos, avanços e progressos, bem como medidas não tão bem-sucedidas”, explica Felipe Alcure, diretor e um dos fundadores do instituto.
Mayta Lobo, também fundadora do instituto, explica que os participantes irão adquirir conhecimento sobre as técnicas da mediação para atuarem na criação e reestabelecimento de vínculos familiares, sensibilizando indivíduos e comunidades rumo à cultura de paz, prevenindo conflitos, acolhendo disfunções e fornecendo ferramentas para a construção de dinâmicas que possam auxiliar na condução de um novo contexto familiar. “O aprendizado será de grande valia para as relações pessoais e para os profissionais que trabalham com famílias, pois receberão referencial teórico para atuarem em situações de conflitos familiares de forma mais humanizada e acolhedora”, complementa.
O curso é voltado para advogados, mediadores, psicólogos, terapeutas familiares, acadêmicos de Direito, Psicologia, dentre outros. As inscrições estão abertas e podem ser feitas no link https://goo.gl/1hFeAe. O evento acontece na sede do Marins Bertoldi Advogados, principal apoiador do instituto.
Sobre o Instituto Dialogação
Criado pelos professores universitários Adriana Accioly, Felipe Alcure e Mayta Lobo, o Instituto Dialogação vem atender à necessidade de ampliar o debate acerca de métodos de transformação de conflitos e criar espaços para o desenvolvimento de projetos focados em mudanças estruturais, que promovam uma nova forma de conexão humana, mais colaborativa. Entre as suas frentes de atuação, estão: a criação de espaços para estudos e pesquisas, presenciais e virtuais, que estimulem a construção de práticas autocompositivas e restaurativas; a organização de eventos que fomentem a dialogação de trabalhos já desenvolvidos e consagrados, em âmbito nacional e internacional, com metodologias adequadas para a formação de redes cooperativas; a prestação de serviço educacional em práticas colaborativas e restaurativas (cursos e palestras), para a multiplicação de agentes transformadores; e a facilitação de diálogos, a mediação de conflitos e a construção de consenso em contextos de relevância social.
Serviço
Curso de Aprofundamento em Mediação Familiar.
Quando: de 15 a 18 de agosto.
Local: Marins Bertoldi Advogados – Rua Mauá, 1248.
Inscrições no link: https://goo.gl/1hFeAe.
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Instituto ICO Project promove encontro internacional em Curitiba
A fundadora do Instituto ICO Project, ligado à área de Autismo, Elyse Matos, deu start, ontem, (23) ao Programa Internacional de Capacitação de Familiares e Cuidadores de Crianças de 2 a 9 anos com atraso de desenvolvimento, principalmente o Autismo. O evento “Treinamento dos Treinadores”, que acontece na Associação Comercial do Paraná, tem como objetivo falar sobre o Autismo e conta com a parceria da Prefeitura de Curitiba, Organização Mundial da Saúde (OMS) e Autism Speaks
As instrutoras da Organização Mundial da Saúde e Autism Speaks iniciaram o treinamento para os servidores da Prefeitura de Curitiba e equipe do Instituto Ico Project e que será implantado dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Até sexta-feira (27) os mastertrainners, os psicólogos, os pediatras, entre outros profissionais da área de saúde, serão treinados para capacitar os facilitadores que se encontram nos postos de saúde, e que ajudarão as famílias. “Este é um treinamento em pirâmide. Assim, os portadores de autismo terão um diagnóstico e tratamento mais rápido, e, consequentemente, uma qualidade de vida também melhor,” completa Elyse.
“Sempre cito uma frase do lendário Martin Luther King: Eu tenho um sonho. Hoje posso dizer que meu sonho deu mais um grande passo com este encontro. Mas só estarei 100% realizada quando o programa estiver implantado dentro do SUS e, assim, disseminado para o nosso estado e, futuramente, para o nosso país”, conta Elyse que possui um filho com autismo e sentiu a necessidade de criar oportunidades como esta de trazer informações que favoreçam o bem estar e a qualidade de vida das crianças e adolescentes afetados pelo Transtorno do Espectro Autista(TEA), bem como à suas famílias.
Crédito das fotos: Naideron JR.
Legendas:
Fotos - 0003/0059: A fundadora do Instituto ICO Project, Elyse Matos.
Foto - 0027: A norte-americana Pamela Thomas Dixon (diretora clínica da Autism Speaks), Cecília Monteiro Nava (catedrática da Universidade Latina do Panamá, Instrutora do programa OMS/AUTISM SPEAKS) e a fundadora do Instituto ICO Project, Elyse Matos.
Foto - 0051: Joari Stahlschmidt (coordenador do Programa da OMS na Prefeitura) e a fundadora do Instituto ICO Project, Elyse Matos.
Arquiteto Ricardo Tempel Mesquita diz que com pequenas atitudes podemos tornar a cidade mais acessível
Curitiba, julho de 2018 – Na tarde de ontem (19 de julho) o arquiteto e especialista em acessibilidade, Ricardo Tempel Mesquita, falou para síndicos, conselheiros e demais presentes, que é possível tornar a cidade mais acessível, se cada um fizer a sua parte. Mais do que isso, a acessibilidade não custa muito.
Ricardo ainda destacou que a acessibilidade é uma questão de empatia e solidariedade. “É nos colocarmos no lugar do outro e saber que as dificuldades enfrentadas por aqueles com necessidades especiais vão além das deficiências físicas. São aqueles que se acidentam e ficam impossibilitados de andar, os mais idosos que não conseguem conduzir os carrinhos de compras por calçadas e escadas, as mães e pais que não conseguem passear ou sair com seus filhos pelas calçadas da cidade – ou das próprias casas e condomínios. É triste quando em uma cidade as pessoas precisam andar na rua por achá-las mais seguras do que nas calçadas”, por exemplo.
O arquiteto ainda comentou que se todos os condomínios da cidade trabalharem a acessibilidade de suas frentes e entradas, por exemplo, teremos uma cidade mais acessível. “Uma pessoa estimula a outra. Quando um vizinho vê que as soluções são simples, bonitas, práticas e custam pouco, ele também se motiva a fazer a sua parte”, explicou.
Participaram do encontro o presidente do Sistema Secovi-PR, Luiz Antonio Langer, a vice-presidente de Condomínios, Maria de Fátima Batista Galvão e a presidente do Conselho de Síndicos, Siomara Freitas Kaltowski.
O especialista deixou algumas dicas e orientações sobre a acessibilidade, obrigações e formas de serem desenvolvidas:
CALÇADAS
· Assegurar toda segurança aos pedestres;
· Executar em material plano e não derrapante;
· Apenas obstáculos de utilidade pública;
· Proibido pedras irregulares ou lisas;
· Permitir fácil deslocamento de cadeiras de rodas;
· Deverá ser garantida faixa livre e contínua de circulação com, no mínimo, 1,20m, inclusive entre obras e mobiliários;
· Inclinação transversal máxima de 2%;
· Evitar plantas venenosas ou com espinhos, com raízes que danifiquem o pavimento e com ramos pendentes (mín. 2,10m do piso);
· De acordo com o art. 113 da LBI – Lei Brasileira de Inclusão, cabe aos municípios, estados e União a construção e manutenção dos passeios.
· Guias rebaixadas sinalizadas, com piso tátil de alerta no entorno do rebaixamento, executadas em material plano e antiderrapante, com no mínimo 1,20m de largura, inclinação máxima de 8,33% e ressalto de 1,5cm junto à pista para informação ao deficiente visual. Deverão estar ortogonalmente alinhadas entre si quando em lados opostos da rua.
RAMPAS
· Piso plano e antiderrapante;
· Inclinação máxima de 8,33%;
· Corrimãos em ambos os lados com altura máxima de 92cm e outro a 70cm, com curso livre, a 4cm de parede e diâmetro entre 3 e 4,5cm;
· Comprimento contínuo máximo de 9m (patamar mínimo de 1,20m);
· Obrigatória instalação de rampa suave quando houver desnível entre edificação de acesso público e o passeio, preferencialmente, paralela ao fluxo dos pedestres.
ACESSOS
· Largura mínima de 1,20m para circulações e 80cm para portas;
· Rampas onde houver desníveis;
· Capachos deverão estar embutidos e nivelados e tapetes deverão estar ficados ao piso;
· Grelhas e bueiros com frestas de até 15mm;
· Sinalização luminosa e sonora no acesso de veículos.
SANITÁRIOS
· Acesso com vão mínimo de 80cm com porta de correr ou com abertura para fora, com maçaneta tipo alavanca;
· Evitar box em vidro e com desnível;
· Círculo inscrito de 1,50m livre de obstáculos;
· Piso antiderrapante;
· Barras de apoio no vaso, lavatório e chuveiro;
· Lavatório suspenso, sem coluna ou gabinete, com barra de apoio e proteção no sifão;
· Vaso adaptado à altura da cadeira de rodas 46cm (sóculo ou tampa alta) e barras de apoio;
· Metais tipo alavanca, mono comando, quarto de volta ou automático.
ESTACIONAMENTOS
· Assegurar 4% das vagas (1 para cada 25), no mínimo 3, sinalizadas e próximas ao acesso;
· Não havendo estacionamento próprio, deverá ser sinalizada vaga em frente ao estabelecimento de acesso público, mesmo na área do ESTAR (estacionamento regulamentado);
· Deverá haver guia rebaixada sinalizada e rampa nos acessos ao imóvel, com circulações demarcadas, com, no mínimo, 120m de largura.
MOBILIÁRIO URBANO
· Apenas os indispensáveis e de utilidade pública;
· Mobiliário com volume maior na parte superior do que na base (telefone público, caixa de correio, lixeiras, bancas de jornais e placas com menos de 2,10m de altura) deverá ter piso tátil de alerta, com textura e cor diferenciadas, contornando o volume 60cm além da projeção.
· Telefones e elevadores deverão ter comunicação tátil (Braille).
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