COMIDA DI BUTECO 2021:O MELHOR DO BRASIL SERÁ CONHECIDO NO DIA 6

Encerrada a Fase Nacional, o concurso revelará o melhor buteco no dia 6 de outubro, em São Paulo

Depois de pouco mais de dois meses de competição, o Brasil finalmente conhecerá o melhor buteco de 2021. A revelação do vencedor do Concurso Comida di Buteco acontecerá no dia 6 de outubro, em São Paulo, às 19h. São 21 vencedores de várias regiões do Brasil, que a partir do tema desta edição: Raiz, deram um verdadeiro e delicioso panorama da culinária nacional. E agora, ao término da Fase Nacional, chegou a hora conhecer quem vai levar para seu buteco o ambicionado troféu de campeão do principal evento do gênero no país.

Com seu propósito de preservar e evoluir os pequenos negócios familiares chamados “butecos”, o concurso nunca precisou tanto reforçar essa filosofia como em 2021. A pandemia afetou consideravelmente o segmento, provocando o fechamento de vários estabelecimentos. A realização neste ano e todo o movimento criado para salvar o butecos foi fundamental para garantir o funcionamento de vários estabelecimentos. Por tudo isso, ao completar seus 21 anos, o Comida di Buteco mostrou que atingiu, de fato, a maioridade.

Esse é o pensamento de todos os 21 vencedores regionais. Todos destacam a importância do concurso para a retomada após um período de muita dificuldade, seja atraindo público aos estabelecimentos, seja com as vendas pelo sistema delivery ou “para levar” . Aliás, esta foi a primeira vez que o sistema hibrido foi adotado pelo concurso, motivado pela preocupação com a segurança dos fãs do Comida di Buteco em meio a pandemia, e que apresentou resultados bastante positivos.

O que não faltou mais uma vez no evento foi a criatividade. Além da preocupação com os itens de avaliação, como atendimento, temperatura da bebida e higiene, o grande charme é votar na categoria petisco. Os cozinheiros deram um verdadeiro show, com nomes e sabores variados, proporcionando pratos elaborados com os mais diferentes itens e encantando a todos. Para a escolha do melhor na Fase Nacional, foi formado um júri de 63 pessoas, que visitou todos os campeões regionais.

O Concurso Comida di Buteco é o pioneiro e o único em todo o mundo a reconhecer um ícone da cultura local em abrangência nacional. Neste ano, o concurso comemorou seus 21 anos de existência celebrando cada vez mais a culinária de raiz e as histórias de superação e empreendedorismo dos participantes.

A relação de finalistas e seus petiscos é a seguinte:

Belém (PA) - Égua Tchê – “Pão da Terra”
BH (MG) - Café Palhares – “Bochecha de porco ao vinho, vatapá de banana da terra e beterraba”
Brasília (DF) - Bem Amigos Bar – “Bolinho de Salmão”
Campinas (SP) - Eskina Bar – “Escondidinho Maluco Beleza”
Curitiba (PR) - Armazém do Espetinho – “De Lamber os Dedos”
Florianópolis (SC) - Centro Social da Cerveja – “Canoa do Portuga”
Fortaleza (CE)- O Camocim – “Melhor do Mundo”
Goiás (GO) - Bar do Chicão (Goiânia) - “Casal Raiz”
Juiz de Fora (MG) - Reza Forte – “Mineiroca”
Manaus (AM) - Quiosque Beer – ”Raízes de Cabôco”
Monte Claros (MG) - Thom Bar – “Rapunzel no sertão das raízes "encantadas"
Poços de Caldas (MG) - Rota do Petisco – “Uai Sô”
Porto Alegre (RS) – Tuim - “Até Gaúcho Come”
Recife (PE) – Esquina do Malte(Areais) – “Minhas Raízes”
Ribeirão Preto (SP) – Empório Mobiglia – “Tá na Tábua”
Rio de Janeiro (RJ) – Boteco do Portuga (Nova Iguaçu) – “Roupa Velha”
Salvador (BA) – Forças Bar – “Mix de Raízes”
São José do Rio Preto (SP) - Bar do Cidinho – “Costeleti de batata-doce”
São Paulo (SP) - Bar do Jão – “Lascas Madeirense da Vó Encarnação”
Uberlândia (MG) - Caminho d' Casa – “Costela Cura Cachaça”
Vale do Aço (MG) - Bar Galpão(Ipatinga) – “É a Rapa de Um e o Fucinho do Outro”

Anarco Restaurante participa do Restaurant Week com menu especial

Tradicional evento gastronômico acontece até dia 30 de outubro

Já está rolando mais uma edição do Brasil Restaurant Week e esse ano volta a ser presencial, com os clientes podendo desfrutar de menus completos com entrada, prato principal e sobremesa a um preço único. Em Curitiba, todos que prestigiarem os restaurantes participantes vão contribuir com a ação solidária que assiste o Hospital Pequeno Príncipe.

O Anarco Empório e Restaurante, tradicional na capital paranaense, trouxe opções de pratos principais que são clássicos em seu menu fixo. A unidade do Mercado Municipal, tem o Magret de Pato com Risotto de Damasco com Brie ou Costelinha de Tambaqui com Talharim na Manteiga de Ervas e Alho Poró e Legumes. Como entrada, a Manta de Búfala ou Carpaccio de Salmão Defumado. Para fechar, a sobremesa tem a novidade Panna Cota de Kinkan, feita com laranjinha kinkan orgânica de produção própria do restaurante, ou Torta Trufada de Chocolate com Damasco.

Já na unidade do Batel, foram elaborados dois menus diferentes para almoço e jantar. Para o almoço, Tagliolini a Carbonara com Mignon ou Risotto de Funghi com Panceta assada com molho de mostarda e trufas. Para o jantar, as opções são Risotto de Alho Poró com Queijo Brie e Tambaqui ou Nhoque com Mignon a Parmegiana.

O valor do menu completo é de R$ 59,90 para almoço e R$ 74,90 para o jantar. Ambas as unidades atendem seguindo os protocolos de segurança e também nos sistemas delivery e take away. Os pedidos podem ser feitos pelo whats 41 3029-6154. No Mercado Municipal de terça a domingo das 11h às 15h; no Batel abre de terça a domingo para almoço (11h às 15h) e jantar sexta e sábado (19h30 às 22h30). Mais detalhes no site www.anarco.com.br ou nas redes sociais @anarcorestaurante e @anarcobatel. O Restaurant Week acontece até dia 30 de outubro.

Unidade Batel
Almoço terça a domingo das 11h às 15h
Jantar sexta e sábado das 19h30 às 22h
Rua Marechal José Bernardino Bormann, 600
Informações e reservas pelo 41 3013 5379

Unidade Mercado Municipal
Terça a domingo das 11h às 15h
Av. Sete de Setembro, 1865 Mercado Municipal de Curitiba – Box 339 – Praça João Snege
Informações e reservas pelo 41 3264 1764

Sugestão de foto: ostra ao bafo; ostra gratinada; prato Afeto dos Mar Individual

Serviço
O que: Anarco no Restaurant Week
Quando: até 30 de outubro nas unidades Batel e Mercado Municipal
Informações: @anarcorestaurante e @anarcobatel

Crédito de foto: Divulgação

Fuego y Cerveza, o festival gastronômico da Cerveza Patagonia no Paraná

Cervejaria argentina cria rota de restaurantes em Curitiba e Quatro Barras para promover uma verdadeira experiência culinária patagônica

Até o dia 24 de outubro, as cidades de Curitiba e Quatro Barras recebem o festival Fuego y Cerveza, rota gastronômica criada pela Cerveza Patagonia, maior cervejaria craft da Argentina, que promete trazer harmonizações entre seus sabores e a culinária local. Participam dessa ação 21 restaurantes, trazendo diversas opções para os mais variados paladares. O Festival vai de encontro com os ideais da cervejaria, reconhecida por inspirar a exploração de novos sabores e horizontes. “Sempre buscamos unir a gastronomia com experiências únicas que têm a cara da Patagonia. Desta vez não será diferente. As pessoas terão a oportunidade de provar pratos especialmente preparados para harmonizar com as cervejas da marca. Tudo isso de uma forma única”, comenta Daniel Silber, head de marketing da Cerveza Patagonia no Brasil. As carnes e a parrilla são a grande aposta dos restaurantes participantes, mas o público também pode conferir as harmonizações com outros ingredientes como o pinhão, por exemplo.
Para participar do festival é simples, basta acessar o site www.cervezapatagonia.com.br/fuego-y-cerveza e conferir a lista de todos os pratos oferecidos em cada restaurante parceiro. Após selecionar o prato desejado, é emitido um voucher que deve ser apresentado no restaurante selecionado para viver essa experiência patagônica. No restaurante, o cliente será recebido com rótulos da marca que irão aguçar os sabores da receita.
A origem da cerveja
No coração do Circuito Chico, no quilômetro 24.7, em São Carlos de Bariloche, a marca inaugurou em junho de 2016 a Cervecería Patagonia, um brewhouse onde o público pode acompanhar a elaboração das cervejas direto do bar e degustar pratos típicos da região patagônica harmonizados com as bebidas. No Brasil, a marca disponibiliza atualmente quatro estilos: Patagonia Bohemian Pilsener, com um aroma fresco e frutado bem característico, além de uma coloração dourada profunda; Patagonia Amber Lager, marrom acobreada com aroma sutil de caramelo; Patagonia Weisse, com aroma cítrico com notas de laranja e coentro que equilibram perfeitamente o aroma e o sabor refrescante e pouco adocicado desta cerveja; e a Patagonia 24.7, uma Session IPA puro malte com sauco e mel, apresentando tom dourado profundo e notas de frutas brancas, refrescante sem perder a potência do lúpulo. A Cerveza Patagonia no Brasil faz parte do Fundo de Bebidas da ZX Ventures, hub de aceleração e inovação da Ambev e que busca construir o portfólio de bebidas do futuro da companhia por meio de novos produtos e parcerias.

Serviço
O quê: Festival gastronômico Fuego y Cerveza, por Cerveza Patagonia
Quando: Até 24 de outubro de 2021
Onde: Restaurantes parceiros de Curitiba e Quatro Barras, lista completa em www.cervezapatagonia.com.br/fuego-y-cerveza
Informações: É necessário adquirir o voucher no site acima e apresentar no restaurante selecionado.

Chefs da Pizza se unem para levar 2ª edição do Workshop PIZZA CLASS para Curitiba.

Três jovens talentos da Gastronomia Brasileira, ensinam como fazer a verdadeira Pizza em curso de 12 horas.
Nos próximos dias 04 e 05 de outubro, no espaço do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria localizado na cidade de Curitiba/ PR, três jovens talentos da Gastronomia, especializados na arte de fazer Pizzas, levam ao Paraná a 2ª edição do Workshop PIZZA CLASS.
Curso Ministrado por Eduardo Almeida, Junior Mikoski e Gilberto Guedes que irão ensinar todas as tecnicas que um chef deve aprender para fazer a verdadeira Pizza. Serão abordados os temas: Tipos de Farinhas, Fermentação e Maturação, Pré Fermento, Pizza Clássica, Pizza Napolitana e também Pizza in teglia alla Romana.
Sobre os Chefs:
- Chef Junior Mikoski, empresário do ramo a 15 anos, com vários cursos e experiências pro Brasil, atrás de uma boa pizza.
- Chef Gilberto Guedes, mineiro, começou na culinária por acaso, mas acabou viajando o mundo conhecendo várias culinárias e se especializando e trabalhando no Brasil com a culinária Italiana;
- Chef Eduardo Almeida, descendente de Italianos, em sua passagem pela Italia, fez cursos e se especializou em Pizza e Panificação, hj no Brasil se dedica ao que acredita: A evolução e as variações da pizza pelo Brasil.
Serviço:
2ª Workshop PIZZA CLASS
Local: Sundicato da Indústria de Panificação e Confeitaria. Rua Guaratuba, 703 - Ahu, Curitiba - PR
Valor: R$ 799,00
Podendo ser parcelado pelo PicPay em até 12 vezes.

Curitiba RW 22ª edição 

22ª Curitiba Restaurant Week

Quando: de 30/09 a 31/10 Presente em mais de 15 cidades brasileiras, a Brasil Restaurant Week é há 12 anos, um dos maiores e mais esperados festivais gastronômicos do mundo. Com o objetivo de criar oportunidades e acesso à boa gastronomia, movimentando e aquecendo o mercado gastronômico em período de baixa sazonalidade. Assim, durante o evento, os principais restaurantes preparam, um menu especial, temático, com harmonizações diferenciadas e valor fixo para levar aos clientes experiências prazerosas.
"Restaurantes que você sempre sonhou. Preços que você nunca imaginou"

A NOVA VERSÃO DE CHAPEUZINHO VERMELHO NO FESTIVAL DE TEATRO INFANTIL “ERA UMA VEZ…ERAM DUAS, ERAM TRÊS”

“A nova adaptação do clássico da literatura infantil em formato online, que estreia na quinta (30.09) traz à tona a saúde mental das pessoas em tempos de isolamento social na pandemia, principalmente dos idosos. Toda a renda será revertida para as crianças e adolescentes atendidos pelo Programa Dedica e na ala Pediátrica do HC”.

Divertida, com bom humor e temática atual, a nova adaptação da peça “Chapeuzinho Vermelho” traz à tona a saúde mental das pessoas em tempos de pandemia, principalmente dos idosos. A terceira obra do Festival de teatro infantil “Era uma vez...Eram duas, eram três”, que este ano apresenta novo formato em versão online, realizado pela Montenegro, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e apoio da Associação dos Amigos do HC, estreia na quinta, dia 30 de setembro. A partir desta data, quem adquirir o ingresso poderá assistir ao vídeo da peça em alta qualidade com duração de 40 minutos de onde quiser, independente de horário, e ficará disponível até fevereiro de 2022. Os espetáculos produzidos com exclusividade para o Festival estão sendo gravados no palco do Teatro Bom Jesus, cumprindo todos os protocolos de segurança e prevenção a disseminação da Covid. As gravações contam com uma plateia diferenciada, formada por bonecos dos personagens pintados por pacientes do programa DEDICA, da Associação dos Amigos do HC e terão suas transmissões na plataforma Hotmart (www.hotmart.com). A primeira exibição foi Cinderela, em seguida João e Maria, e após Chapeuzinho Vermelho (30.09), o festival encerra com João e o Pé de Feijão (28.10) que terá plateia presencial.

As produções trazem leituras contemporâneas dos clássicos com linguagens que refletem temas cotidianos de pais e filhos. Um festival de múltiplas ideias, incontáveis saberes, diversas expressões de linguagens e qualificação, com atrações que ao mesmo tempo aproximam o tradicional teatro para a infância e juventude, da produção teatral contemporânea. Como seria a convivência de dois irmãos com muita energia e seu pai, que deve conciliar trabalho em casa e ainda enfrentar o desafio de cuidar dos filhos ao mesmo tempo? Muitas situações vividas na peça são cotidianas e comuns na época da quarentena e será facilmente reconhecida pelos pais, já que atualmente todos tiveram que se adaptar.

Esse clássico dos contos de fadas foi publicado pela primeira vez pelo francês Charles Perrault, e depois pelos Irmãos Grimm (da versão mais conhecida). Chapeuzinho Vermelho sofreu inúmeras adaptações, mudanças e releituras da cultura popular mundial, e é uma das fábulas mais conhecidas de todos os tempos em todo o mundo.

A montagem que o público terá oportunidade de assistir traz a Vovó que adora fazer vários doces e sobremesas quando Chapeuzinho vai passar as férias em sua casa. O que ela não imaginava é que no período da pandemia, ela iria se reinventar e fazer dos doces seu novo trabalho! Nessa nova versão adaptada pela ContArte, toda história se passa na cozinha da vovó, sempre com boas histórias, curiosidades e muita doçura. Mas, Chapeuzinho começa notar algo diferente ao pedir para o Lobo fazer a entrega dos doces. Qual o grande mistério por trás de toda história? Diferente da versão original que o Lobo mau decide enganar a Chapeuzinho e devorar a vovó, aqui surge como um Lobo que já se redimiu através do amor e carinho que lhe foi dado. O Lenhador, também aparece como uma figura importante que ajuda a vovó nos afazeres do dia-a-dia e assim, tem-se uma família formada com muito amor! Todos sempre ao redor de uma mesa na cozinha, que é onde todas as reuniões, ideias e confraternizações acontecem.

Através de uma adaptação divertida, são abordados muitos assuntos relevantes nessa nova montagem, devido ao nosso cenário atual com o Coronavírus. Muitos problemas decorrentes dessa pandemia surgiram, como crises financeiras, liberdade de ir e vir, solidão causada por essas restrições e a saúde mental nesse período. “De forma leve e lúdica, tratamos também a questão dos idosos e suas dificuldades na compreensão desse isolamento, bem como alguns problemas devido à idade, como o Alzheimer. Tal fato será abordado pelos demais personagens com todo cuidado e toda importância que merece ser abordado”, revela Gizah Ferreira, diretora da ContArte.

A contrapartida social desse projeto é realizada em parceria com a Associação dos Amigos do HC, que ficará com a renda integral da bilheteria, além de apresentações exclusivas aos pacientes do DEDICA – Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, programa de enfretamento à violência infantil mantido pela associação, oficinas criativas e de contação de histórias. Ainda como parte do projeto, a construção de um novo espaço de leitura nas instalações do DEDICA está prevista para ser entregue no segundo semestre. Escolas públicas vão receber também apresentações dos espetáculos, que devem atingir um público total de 5.000 mil pessoas, entre alunos e professores.

Os ingressos para o espetáculo Chapeuzinho Vermelho estão à venda através da plataforma Hotmart (http://campanha.amigosdohc.org.br/festivaleraumavez). Podem ser adquiridos em duas modalidades: CHAPEUZINHO VERMELHO (ingresso digital dá acesso para assistir ao vídeo da peça + 1 livreto digital para colorir “Brincando com Chapeuzinho Vermelho” para download ou impressão) – R$25,00 / CHAPEUZINHO VERMELHO – COMBO (ingresso digital + 1 mini almofada Chapeuzinho Vermelho, que será enviada por correio para o endereço informado no cadastro do comprador com frete já incluso + 1 livreto digital para colorir “Brincando com Chapeuzinho Vermelho” para download ou impressão) – R$60,00.

Com uma equipe de produção formada por criativos, cenógrafos, figurinistas, jornalistas, designers, fotógrafos, cinegrafistas, técnicos de som e luz, músicos, produtores, advogados, contadores, intérpretes, entre outros, o festival movimenta a cena cultural desse início de ano. Com essa terceira edição, o festival deverá ultrapassar a marca de 10 mil espectadores. “Gerar valor aos produtos culturais é a fórmula de sustentabilidade de um segmento tão sensível as oscilações da política e economia. Ao nos colocarmos como parte da máquina, gerando empregos, renda, impactos sociais e de imagem, garantimos a continuidade das produções artísticas”, afirma Carolina Montenegro, diretora da empresa, que já aprovou e executou mais de 80 projetos.

A edição 2021 do “Era uma vez...Eram duas, eram três conta com os patrocínios da Credipar, Fertipar Fertilizantes, Cattalini, Jaguáfrangos, Tecnolimp, RDP Petróleo, Servopa, Engepeças, Trützschler, Elejor, Sanepar, Banco Digimais, PASA (Paraná Operações Portuárias), Ravato, Greca Asfaltos, Impress The Decor Company, Nórdica, Quasar, Ítalo Supermercados, Magnetron Componentes Elétricos. Apoio: Teatro Bom Jesus, Teatro Guaíra, Tutu Ateliê de Sapatilhas, Kromossomos Estranhos, Espaço Fantástico das Artes, Padaria América, Atelie Miniart. Instituição Beneficiada: Associação dos Amigos do HC

O ERA UMA VEZ...ERAM DUAS, ERAM TRÊS conta com o apoio financeiro de mais de 70 empresas patrocinadoras, sendo que 70% dessas mantém seus investimentos em todas as edições do projeto. As notícias do festival computam mais de 1 bilhão de reais em mídia espontânea, somados ao plano de mídia com inserções em rádio, mobiliário urbano, impressos e internet.

Sobre a Montenegro
Atuando há 11 anos, a Montenegro sempre apostou na cultura, o maior valor do Brasil. A empresa busca, com a realização de seus espetáculos, debater e desenvolver o teatro para a infância e juventude no Brasil, movimentando e valorizando o cenário artístico com as suas contribuições.

Além de colaborar com a formação artístico-pedagógica das crianças e adolescentes, a empresa oferece, através de espetáculos, exposições, oficinas, contação de histórias, encontros temáticos e rodas de conversa, toda a bagagem necessária para o fortalecimento da cultura no país.

FICHA TÉCNICA
Direção: Gizáh Ferreira
Elenco: Kenni Rogers, Patrícia Pluschkat , Tay Stofella, Thiago Mique
Direção Musical: Gilson Fukushima
Sonoplastia: Ilton Correia
Cenário: Cenarium
Figurinos: Wanessa Silva, Midori Ohata
Vídeo: Fábio Ortolan

Dias das exibições pela plataforma hotmart (www.hotmart.com):

Cinderela – já está disponível na plataforma até fevereiro de 2022
João e Maria – já está disponível na plataforma até fevereiro de 2022
Chapeuzinho Vermelho – a partir de 30 de setembro
João e o Pé de Feijão – a partir de 28 de outubro

Serviço:
Ministério da Cidadania e Montenegro apresentam
“Era uma vez...Eram duas, eram três”
CHAPEUZINHO VERMELHO
Estreia: a partir de 30 de setembro de 2021
Transmissão Online: www.hotmart.com
Duração vídeo da peça: 40 minutos
Vendas: http://campanha.amigosdohc.org.br/festivaleraumavez . CHAPEUZINHO VERMELHO (ingresso digital dá acesso para assistir ao vídeo da peça + 1 livreto digital para colorir “Brincando com Chapeuzinho Vermelho” para download ou impressão) – R$25,00 / CHAPEUZINHO VERMELHO – COMBO (ingresso digital + 1 mini almofada da Chapeuzinho Vermelho, que será enviada por correio para o endereço informado no cadastro do comprador com frete já incluso + 1 livreto digital para colorir “Brincando com Chapeuzinho Vermelho” para download ou impressão) – R$60,00.
Classificação etária: Livre. De 04 a 08 anos para o público infantil, e 08 a 12 anos para o público infanto-juvenil.
Informações: www.montenegroproducoes.com
Realização: Montenegro

Festival de Carne de Onça chega à quinta edição

Evento comemora 5 anos do petisco como patrimônio cultural imaterial de Curitiba

Servida na maioria dos bares e botecos curitibanos, a famosa Carne de Onça é tradição há mais de 80 anos. A receita leva carne bovina crua (não é do felino, ninguém precisa se preocupar!), servida sobre fatias de broa e coberta de cebola e cebolinha. O prato está completando cinco anos como Patrimônio Cultural Imaterial de Curitiba e para comemorar a data, a Curitiba Honesta, portal de gastronomia que realizou as pesquisas para elevar o prato a patrimônio, promove a quinta edição do Festival de Carne de Onça, de 21 de setembro a 10 de outubro. Participam 30 bares da cidade, servindo suas versões para o tradicional petisco ao valor fixo de R$ 19 a porção.
Segundo Sergio Medeiros, editor do portal Curitiba Honesta, “o objetivo do festival é principalmente ajudar o setor de gastronomia em sua retomada e cada vez mais fortalecer a carne de onça como nosso patrimônio cultural”. A Curitiba Honesta realiza anualmente vários festivais gastronômicos, entre eles também o Festival do Pão com Bolinho (também muito típico da cidade), Circuito do Sanduíche, Festival do Pêéffe e Circuito de Pizzas.
A Carne de Onça lembra três receitas internacionais muito conhecidas: o Hackepeter alemão, o Steak Tartare francês e o Quibe Cru libanês. Porém, como é servido em Curitiba, é algo próprio da cidade. A iguaria curitibana é feita da seguinte forma: uma fatia de broa preta, coberta com carne bovina moída (normalmente patinho), cebola branca cortada fininha, cebolinha verde picada, temperada com sal, pimenta do reino e regada com bom azeite de oliva extravirgem. No Festival, cada cozinheiro traz sua versão, com temperos e ingredientes que agregam sabores, mas tem tirar a essência do prato.
O 5º Festival de Carne de Onça tem o patrocínio da Gold Food Service, Roots Cerveja Artesanal e o Apoio do Instituto de Turismo de Curitiba, Curta Curitiba e Abrasel-PR.
Origem da “Carne de Onça”
A carne de onça tornou-se Patrimônio Cultural e Imaterial Curitiba em setembro de 2016. A pesquisa e encaminhamento foram feitos por Sérgio Medeiros, um entusiasta da gastronomia curitibana. Na pesquisa, Medeiros descobriu a verdadeira história da carne de onça.
Na década de 40, existia um time que foi várias vezes campeão paranaense, o Britânia. Seu diretor era o Cristiano Schimidt. Além do time, ele era dono de um bar na Marechal Deodoro, chamado Toca do Tatu – seu apelido. Para comemorar as vitórias do Britânia, o Schimidt, que não pagava bicho, fazia uma baciada de carne crua e colocava sobre fatias de broa, junto com cebola branca e cebolinha picadas, e servia para os jogadores. Um belo dia, Duia, o goleiro, reclamou: “Poxa, Schimidt, você só serve essa carne aí que nem onça come!”. Pronto! Estava criado o nome do petisco que todos os clientes da Toca do Tatu começaram a pedir e que hoje é servida nos bares da cidade.
Participantes
Confira os participantes do 5° Festival de Carne de Onça de Curitiba:
1) A Ostra Bêbada
2) Academia das Cervejas
3) Armazém Santa Ana
4) Bar do Dante
5) Barbaram
6) Baroneza
7) Bodesza
8) Brasil Craft Food
9) Burguer Bar
10) Canabenta
11) Cartolas
12) Charles Burguer
13) Dom Cervantes
14) Green Gate
15) Hamburgueria Água Verde
16) Hamburgueria das Américas
17) Jabuti
18) Jackson Assados
19) Maia Box & Oba Gastronomia
20) Mas Será o Benedito?
21) Mavy Pub – São José dos Pinhais
22) Mavy Pub Mondri – São José dos Pinhais
23) Quermesse
24) Quintal 68
25) Rancho da Joaninha (delivery)
26) Silzeus
27) The Barbecue
28) Ushuaia
29) Wit Bar
30) Zeppe Focacceria

Para conhecer todos as receitas e endereços, basta acessar o site www.curitibahonesta.com.br.
Serviço:
5° Festival de Carne de Onça de Curitiba
De 21 de setembro a 10 de outubro de 2021
#festivaldecarnedeonça
Informações: www.curitibahonesta.com.br
Instagram @curitibahonesta
Facebook: https://www.facebook.com/curitibahonesta

“Carne de Onça” & Curitiba Honesta

Barbaran by Igor Mazepa Baran espera vc!

@barbaran_ucrania

Produção de fotos da charmosa carne de onça, patrimônio cultural e material de Curitiba By Curitiba Honesta!

Vai acontecer na agenda de 21 de setembro a 10 de outubro, ao  preço único de R$ 19,00   @almeidanilcea @sergio.medeiros.98 @curitibahonesta @rootspremiumbeer @ize_cavalheiro @geancavalheiro

geancavalheiro

JOÃO E MARIA GANHA NOVA VERSÃO NO FESTIVAL DE TEATRO INFANTIL “ERA UMA VEZ…ERAM DUAS, ERAM TRÊS”

“A nova adaptação do clássico da literatura infantil, que já está disponível em versão online, aborda a situação das crianças e pais em tempos de isolamento social na pandemia e seu comportamento. Toda a renda será revertida para as crianças e adolescentes atendidos pelo Programa Dedica e na ala Pediátrica do HC”.

Divertida, com bom humor e temática atual, a nova adaptação da peça “João e Maria” dos irmãos Grimm retrata a situação das crianças e pais em tempos de isolamento social na pandemia e seu comportamento. A segunda obra do Festival de teatro infantil “Era uma vez...Eram duas, eram três”, que este ano apresenta novo formato em versão online, realizado pela Montenegro, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e apoio da Associação dos Amigos do HC, já está disponível em formato online. Quem adquirir o ingresso poderá assistir ao vídeo da peça em alta qualidade com duração de 40 minutos de onde quiser, independente de horário, e ficará disponível até fevereiro de 2022. Os espetáculos produzidos com exclusividade para o Festival estão sendo gravados no palco do Teatro Bom Jesus, cumprindo todos os protocolos de segurança e prevenção a disseminação da Covid. As gravações contam com uma plateia diferenciada, formada por bonecos dos personagens pintados por pacientes do programa DEDICA, da Associação dos Amigos do HC e terão suas transmissões na plataforma Hotmart (www.hotmart.com). A primeira exibição foi Cinderela e depois de João e Maria, o festival dá sequência com Chapeuzinho Vermelho (30.09) e encerra com João e o Pé de Feijão (28.10).

As produções trazem leituras contemporâneas dos clássicos com linguagens que refletem temas cotidianos de pais e filhos. Um festival de múltiplas ideias, incontáveis saberes, diversas expressões de linguagens e qualificação, com atrações que ao mesmo tempo aproximam o tradicional teatro para a infância e juventude, da produção teatral contemporânea. Como seria a convivência de dois irmãos com muita energia e seu pai, que deve conciliar trabalho em casa e ainda enfrentar o desafio de cuidar dos filhos ao mesmo tempo? Muitas situações vividas na peça são cotidianas e comuns na época da quarentena e será facilmente reconhecida pelos pais, já que atualmente todos tiveram que se adaptar.

Diferente da peça tradicional, escrita pelos irmãos Grimm, a Bruxa má não aparece como encantadora de crianças, atraindo-os para dentro de casa na promessa de vários doces, mas sim, surge a figura da Rainha Tech, uma mulher poderosa, moderna e responsável por toda internet e tecnologia no mundo que tem por objetivo conectar as pessoas e fazê-las esquecer da vida normal e monótona. Ao ser descoberta em seu esconderijo na floresta, Rainha Tech decide manter João e Maria presos em sua casa, para que não espalhem seu segredo. Depois de se unirem para fugir e burlar o sistema, os irmãos finalmente conseguem despistá-la e sair correndo em busca do seu pai, que os procurava aflito.

“Sabemos que hoje em dia o uso de aparelhos eletrônicos e da tecnologia é inevitável, e, sem dúvida é necessário tanto para adultos quanto para crianças. Pensando nisso, e em todo o momento que estamos vivendo, ContArte procura trazer na nova adaptação da peça "João e Maria" uma reflexão do ponto de equilíbrio entre o uso da tecnologia, sem deixar que ela domine o universo da criança. Através das cenas de humor do pai com os filhos João e Maria, fica também clara a relação de exemplo que o pai representa, bem como da atenção que toda criança necessita e do carinho e companheirismo da família”, revela Gizáh Ferreira, diretora da ContArte. O recurso de gênero artístico do festival é a comédia, o deboche, a paródia. Nada mais adequado para tratar de assuntos tão distópicos, delicados e urgentes.

A contrapartida social desse projeto é realizada em parceria com a Associação dos Amigos do HC, que ficará com a renda integral da bilheteria, além de apresentações exclusivas aos pacientes do DEDICA – Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, programa de enfretamento à violência infantil mantido pela associação, oficinas criativas e de contação de histórias. Ainda como parte do projeto, a construção de um novo espaço de leitura nas instalações do DEDICA está prevista para ser entregue no segundo semestre. Escolas públicas vão receber também apresentações dos espetáculos, que devem atingir um público total de 5.000 mil pessoas, entre alunos e professores.

Os ingressos para o espetáculo João e Maria estão à venda através da plataforma Hotmart (http://campanha.amigosdohc.org.br/festivaleraumavez). Podem ser adquiridos em duas modalidades: JOÃO E MARIA (ingresso digital dá acesso para assistir ao vídeo da peça + 1 livreto digital para colorir “Brincando com João e Maria” para download ou impressão) – R$25,00 / JOÃO E MARIA – COMBO (ingresso digital + 2 mini almofadas de João e Maria, que será enviada por correio para o endereço informado no cadastro do comprador com frete já incluso + 1 livreto digital para colorir “Brincando com João e Maria” para download ou impressão) – R$90,00.

Com uma equipe de produção formada por criativos, cenógrafos, figurinistas, jornalistas, designers, fotógrafos, cinegrafistas, técnicos de som e luz, músicos, produtores, advogados, contadores, intérpretes, entre outros, o festival movimenta a cena cultural desse início de ano. Com essa terceira edição, o festival deverá ultrapassar a marca de 10 mil espectadores. “Gerar valor aos produtos culturais é a fórmula de sustentabilidade de um segmento tão sensível as oscilações da política e economia. Ao nos colocarmos como parte da máquina, gerando empregos, renda, impactos sociais e de imagem, garantimos a continuidade das produções artísticas”, afirma Carolina Montenegro, diretora da empresa, que já aprovou e executou mais de 80 projetos.

A edição 2021 do “Era uma vez...Eram duas, eram três conta com os patrocínios da Credipar, Fertipar Fertilizantes, Cattalini, Jaguáfrangos, Tecnolimp, RDP Petróleo, Servopa, Engepeças, Trützschler, Elejor, Sanepar, Banco Digimais, PASA (Paraná Operações Portuárias), Ravato, Greca Asfaltos, Impress The Decor Company, Nórdica, Quasar, Ítalo Supermercados, Magnetron Componentes Elétricos. Apoio: Teatro Bom Jesus, Teatro Guaíra, Tutu Ateliê de Sapatilhas, Kromossomos Estranhos, Espaço Fantástico das Artes, Padaria América, Atelie Miniart. Instituição Beneficiada: Associação dos Amigos do HC

O ERA UMA VEZ...ERAM DUAS, ERAM TRÊS conta com o apoio financeiro de mais de 70 empresas patrocinadoras, sendo que 70% dessas mantém seus investimentos em todas as edições do projeto. As notícias do festival computam mais de 1 bilhão de reais em mídia espontânea, somados ao plano de mídia com inserções em rádio, mobiliário urbano, impressos e internet.

Sobre a Montenegro
Atuando há 11 anos, a Montenegro sempre apostou na cultura, o maior valor do Brasil. A empresa busca, com a realização de seus espetáculos, debater e desenvolver o teatro para a infância e juventude no Brasil, movimentando e valorizando o cenário artístico com as suas contribuições.

Além de colaborar com a formação artístico-pedagógica das crianças e adolescentes, a empresa oferece, através de espetáculos, exposições, oficinas, contação de histórias, encontros temáticos e rodas de conversa, toda a bagagem necessária para o fortalecimento da cultura no país.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Gizáh Ferreira
Elenco: Janaína Fukushima, Leandro Oliveira, Max Carlesso, Patrícia Pluschkat
Direção Musical: Gilson Fukushima
Sonoplastia: Adolfo Tortelli
Iluminação: Raul Freitas
Cenário: Cenarium
Figurinos: Wanessa Silva
Vídeo: Fábio Ortolan

Dias das exibições pela plataforma hotmart (www.hotmart.com):

Cinderela – já está disponível na plataforma até fevereiro de 2022
João e Maria – a partir de 19 de agosto
Chapeuzinho Vermelho – a partir de 30 de setembro
João e o Pé de Feijão – a partir de 28 de outubro

Serviço:
Ministério da Cidadania e Montenegro apresentam
“Era uma vez...Eram duas, eram três”
JOÃO E MARIA
Estreia: a partir de 19 de agosto de 2021
Transmissão Online: www.hotmart.com
Duração vídeo da peça: 40 minutos
Vendas: http://campanha.amigosdohc.org.br/festivaleraumavez . JOÃO E MARIA (ingresso digital dá acesso para assistir ao vídeo da peça + 1 livreto digital para colorir “Brincando com João e Maria” para download ou impressão) – R$25,00 / JOÃO E MARIA – COMBO (ingresso digital + 2 mini almofadas de João e Maria, que será enviada por correio para o endereço informado no cadastro do comprador com frete já incluso + 1 livreto digital para colorir “Brincando com João e Maria” para download ou impressão) – R$90,00.
Classificação etária: Livre. De 04 a 08 anos para o público infantil, e 08 a 12 anos para o público infanto-juvenil.
Informações: www.montenegroproducoes.com
Realização: Montenegro

Circos – Festival Internacional Sesc de Circo 2021 reúne dezenas de atrações

A sexta edição do evento será totalmente on-line, com onze espetáculos transmitidos ao vivo a partir de unidades do Sesc; serão quatro estreias mundiais, três inéditas virtualmente, além de uma ampla programação formativa

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Cena de Bloom - Caminhos e Encontros, da Cia La Mala - Crédito da foto: Ricardo Avellar – CircoLab

Imagens e vídeos em: https://bit.ly/Circos2021

Qual a importância de um festival de circo em meio ao isolamento que estamos vivendo? Como a tecnologia pode ser usada para unir artistas e público, neste momento? É com o objetivo de trazer essas e outras perguntas para os palcos e para o debate que o Circos – Festival Internacional Sesc de Circo chega à sua sexta edição, entre 28 de agosto e 4 de setembro de 2021, de forma totalmente on-line, com criações inéditas, além de uma série de atividades formativas para todos os públicos.

"Apesar do distanciamento, a arte segue sendo um respiro e proporcionando encontros nas mais variadas plataformas on-line, chegando a diversas pessoas a partir do campo criativo, potente e inventivo que é o digital, com suas presencialidades possíveis.", afirma Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo. E complementa: "Frente aos novos desafios, o Sesc segue cumprindo sua missão de fomentar a difusão cultural e artística, e também as interlocuções, os encontros, as vivências e reflexões."

A programação tem onze espetáculos, sendo que quatro deles são estreias mundiais e outros três apresentados pela primeira vez de forma virtual. São mais de duas dezenas de atrações ao vivo, entre espetáculos transmitidos a partir de unidades do Sesc – SP e outras mais de 50 atividades gravadas, além de inúmeras ações formativas e encontros entre profissionais de várias partes do mundo. Todas as exibições acontecem a partir do youtube.com/SescSP em dias e horários disponíveis a partir de 19 de agosto no site circos.sescsp.org.br.

Entre os espetáculos, são quatro estreias mundiais: Circo Misterium, da cia. Barracão Teatro, em uma apresentação de palhaços que discute a finitude e a eterna continuidade da vida; CircomUns, do Circo e Teatro Palombar, que investiga a imagem de pessoas anônimas relacionando-as a uma 'estética periférica'; La Trattoria, do grupo Los Circo Los, com a história da inauguração de um restaurante; e Retumbantes, com Livia Nestrovski, Lívia Mattos, Tomás Oliveira e Rafé, espetáculo-show que promove o encontro do circo com a música e as artes visuais.

Além disso, alguns espetáculos, como A Caravana do Tempo, do Unidos do Swing, Bloom – Caminhos e Encontros, da Cia La Mala, e Ela - Em todos os lugares, da Troupe Guezá, são apresentados pela primeira vez de forma virtual.

Se numa ponta há ineditismo em montagens estreadas neste Circos de 2021, há também Exceções à Gravidade, obra apresentada há quase 40 anos no mundo inteiro pelo americano Avner Eisenberg - aclamado como um dos mais importantes palhaços de todos os tempos. Sempre arrancando gargalhadas do público, Eisenberg diverte a plateia em números de malabares, ilusionismo e palhaçaria, questiona o que é perder e ganhar com números engraçados, como engolir uma quantidade inacreditável de guardanapos ou equilibrar uma pena muito comprida em seu nariz.

Integram a programação ainda: Prot{agô}nistas - O Movimento Negro no Picadeiro, do coletivo Prot{agô}nistas - tema de documentário exibido durante a programação; Cachimônia, da Cia Artinerant's, que agora fecha a trilogia iniciada com os espetáculos Vizinhos (2014) e Balbúrdia (2017), que estarão disponíveis on demand durante o Festival; e Circo Charanga, o mais recente espetáculo da Cia. LaMínima.

E por falar em LaMínima, durante o CIRCOS 2021, será lançado o curso EAD de Palhaçaria dentro da plataforma digital do Sesc para ensino a distância (https://ead.sesc.digital/). O tema do curso é a criação dramatúrgica em palhaçaria, ministrado por uma companhia de circo e teatro que há quase 30 anos pesquisa o repertório clássico do palhaço.

A edição 2021 do CIRCOS conta ainda com encontros entre programadores brasileiros e internacionais para um intercâmbio de técnicas, conhecimentos e produções. A abertura (virtual) será no dia 30 de agosto, às 12h, pelo diretor do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda e pelo Secretário Municipal de Cultura, Alê Youssef.

As estreias

Uma das estreias deste ano do CIRCOS reúne duas artistas de trajetórias diferentes e o mesmo nome. Retumbantes traz Livia Nestrovski e Lívia Mattos, além de Tomás Oliveira e Rafé, em um espetáculo-show, em que o som é a forma de lidar com o mundo. As canções que servem de trilha e complemento aos números circenses - que incluem acrobacia, malabarismo, equilibrismo, ilusionismos, entre outras técnicas - são todas tocadas ao vivo pelos artistas em cena. São composições instrumentais e canções, trabalhos autorais do grupo e criações de nomes como Hermeto Pascoal e Capiba, tocadas com voz, instrumentos tradicionais, como a sanfona, e excêntricos, caso do serrote, do piano de garrafa e do contrabanjo (espécie de contrabaixo).

Os quatro artistas buscam a sua forma de ser e estar no mundo, em ressonância paradoxal entre os seus anseios e a incoerência da existência. Um homem que perdeu a cabeça, gêmeas siamesas de genealogias diversas e um beatboxer malabarista, têm a música como linguagem de interlocução entre eles e também com o seu entorno.

Numa apresentação de circo, o palhaço Zabobrim se engasga com suas bolinhas de pingue-pongue e cai desfalecido. Este é o ponto de partida de Circo Misterium, do Barracão Teatro. Nesse enredo, o grupo fala sobre a vida, em um sentido mais existencial do que religioso, tratando sobre a finitude, sempre de um jeito leve, a partir de técnicas de palhaçaria.

O espetáculo mostra o Zabobrim tentando encontrar respostas com a ajuda de divindades (seres imortais) de crenças diversas – de matrizes judaico-cristã, africana, islâmica, espírita, budista e de povos originários das Américas, que são representados no espetáculo por artistas do circo, com diferentes habilidades. A direção é de Luiz Carlos Vasconcelos, o palhaço Xuxu.

Do Circo e Teatro Palombar, o inédito CircomUns traz nove artistas ao picadeiro virtual em apresentações que falam do território urbano e retratam os trabalhadores comuns que fazem a cidade acontecer e que passam despercebidas na maioria das vezes. O grupo valoriza o trabalho coletivo continuado, a multiplicidade de linguagens e a criação de uma poética periférica, retratando paisagens do bairro de onde o grupo vem, Cidade Tiradentes, extremo leste de São Paulo.

O protagonismo de cada uma dessas figuras - estudantes, motoboys, artistas de rua, eletricistas e executivos - aparece em números individuais, como mágica, palhaçaria, roda cyr (círculo de metal usado em giros e acrobacias), cubo, manjota (hastes para equilíbrio sobre as mãos) e arame. A trilha sonora traz sons da cidade e ritmos urbanos, como o hip-hop, além de intervenções musicais tocadas ao vivo pelo elenco, com uso de saxofone, trompete e sanfona.

O que é o sucesso? São perguntas que estão em La Trattoria, da cia Los Circos Los. A sinopse trata da tão aguardada e sonhada inauguração do "La Trattoria", um requintado restaurante.

Em cena, números de palhaçaria, acrobacia e equilíbrio, costurados com comicidade físicas, gags (o efeito cômico obtido por surpresa ou improviso) e quedas. A cia Los Circo Los vem compondo seu repertório com números, cenas e espetáculos em que estão presentes a comicidade física, as acrobacias, o malabarismo e equilíbrio, em dramaturgias singulares.

Estreias virtuais

Três espetáculos poderão ser vistos virtualmente pela primeira vez. Abrindo a programação do Festival este ano, em um clima de animação que remonta tanto às antigas caravanas circenses de séculos atrás quanto ao carnaval de rua de New Orleans (EUA) - mas com o ritmo brasileiro - Unidos do Swing apresenta A Caravana do Tempo. Gravado diretamente da parte externa do Sesc Itaquera, o espetáculo tem o acompanhamento musical do jazz temperado com ritmos brasileiros.

O grupo, que tem a característica de brincar com a arquitetura dos espaços, subverte movimentos cotidianos por meio de números de circo, unindo as linguagens da música, da dança e do circo numa proposta estética acústica, performática e interativa. Os arranjos musicais originais vão do swing jazz ao maracatu, do blues ao baião, da música brasileira de carnaval ao ritmo das brass bands. O espetáculo inclui a participação de 12 músicos e 13 artistas circenses, com números de malabares, monociclo, bambolê, duplas acrobáticas, pernaltas acrobáticas e Mastro Chinês.

A Cia La Mala apresenta, também no dia da abertura de Circos, seu mais recente espetáculo, Bloom - Caminhos e Encontros. O motor criativo desta obra é o encontro, o florescimento, a percepção da diferença dos indivíduos e dos corpos e de que pessoas diferentes reunidas potencializam tudo - o conhecimento, as dores e as alegrias. A companhia, composta pelos artistas Carlos Cosmai e Marina Bombachini, resolveu ampliar sua parceria e chamar outros artistas para compor. Em cena, os acrobatas - munidos de suas ancestralidades, histórias, gestos e movimentos - amplificam com técnicas circenses as referências aos ciclos da natureza e das estações do ano, em que o florescer (bloom) da primavera concentra toda a potência do encontro em forma de cor, sonoridade e movimento.

Um espetáculo que nasceu da vontade de falar sobre temas comuns a todas as mulheres. Assim foi criado Ela - Em todos os lugares, apresentado pela Troupe Guezá. Fundado há 20 anos, o grupo se constitui de artistas circenses com múltiplas habilidades e interessados nas práticas e pesquisas corporais.

A versão que se verá no CIRCOS 2021 traz à cena três mulheres com seus tipos reais e diversos e que, enaltecendo a virtuosidade e leveza, buscam a representação poética do ser feminino. O coletivo se debruça neste universo tanto no trabalho físico – com acrobacias solo e aéreas pensadas para mulheres – quanto na temática, em que a narrativa apresenta figuras fortes que buscam em seus corpos e vivências a superação. É uma adaptação do espetáculo de sala Ela, de 2019.

Mais espetáculos on-line

Fazendo uso da mistura do circo, música e dança, e com base na comicidade, o Prot{agô}nistas apresenta um espetáculo com 25 artistas negros em cena. A ideia é mostrar uma diversidade de linguagens para manter o público atento, com números circenses a serviço da narrativa e embalado pela música. Trata-se de um convite à celebração, em uma dramaturgia que chama a plateia a contemplar a beleza negra na estética, discurso, humor e poesia.

O espetáculo, do coletivo homônimo do espetáculo, tem sequência com cenas e números circenses de faixa, palhaçaria, tecido, malabares, trapézio, contorcionismo e equilíbrio. Seu contexto vai além da celebração e transita pelo humor e poesia, com muita técnica e orgulho do futuro a partir do reconhecimento das ancestralidades presentes.

Antes da apresentação, haverá a exibição de um documentário produzido pelo grupo durante a pandemia. O foco não é o espetáculo em si, e sim o aquilombamento, o afeto, o cuidado e a troca de conhecimento entre os integrantes. A narrativa é construída mesclando depoimentos e imagens, com cenas de arquivo e outras inéditas.

Três palhaços erguem uma pequena lona no meio da rua e apresentam um espetáculo de variedades. Este é o enredo de Circo Charanga, da Cia La Mínima. Com direção de Esio Magalhães, o espetáculo é uma homenagem à tradição dos circos de lona, com números clássicos circenses.

Foram revisitados esquetes escolhidos e contados especialmente por artistas que são referência na palhaçaria brasileira, como Biribinha, Tubinho e Dedé Santana. Das técnicas e números, estão lá a manipulação de chapéus e acrobacias, o piano de garrafa e o trio de sopros, formando a charanga que batiza o espetáculo.

Com quase 30 anos de estrada, o grupo estará à frente de um EAD de palhaçaria lançado durante o CIRCOS 2021, dentro da plataforma digital do Sesc para ensino a distância (https://ead.sesc.digital/). O curso, em seis aulas, vai tratar da criação dramatúrgica em palhaçaria, abordando diversos temas pertinentes a este universo, como a comicidade física, a música excêntrica, os espetáculos de rua, a construção da dramaturgia e a pantomima (teatro gestual).

CachimÔnia é a parte final de uma trilogia, composta ainda por Vizinhos (2014) e Balbúrdia (2017) - que estarão disponíveis durante o CIRCOS 2021. Com elementos cênicos que remetem às artes plásticas, como se estivessem dentro de uma pintura, a dupla traz números acrobáticos, de equilíbrio e até de ilusionismo.

Dirigida por Lu Lopes e Tato Villanueva, a obra final da trilogia do Artinerant's revela que tudo pode ter sido um sonho. CachimÔnia mostra uma noite de um casal no campo, em um universo onírico e repleto de delírios, em que as vontades e emoções viram cenário de cenas surrealistas, com mesas que giram sozinhas, cabras que dão vinho no lugar de leite, objetos voadores e pessoas que se transformam em animais.

Cursos e oficinas

Uma das antigas expressões artísticas do mundo, o circo atravessa os séculos se reinventando e incorporando técnicas e linguagens como a música, o teatro e a dança. Para alcançar o espectador em 2021 - um ano marcado por fruições online, assim como 2020 - o Circos traz uma programação virtual para quem gosta de acompanhar esse universo e quer entender melhor como ele funciona (por meio das atividades formativas).

Para além das apresentações, conversas sobre questões ligadas ao circo estarão presentes durante a programação. Os debates serão transmitidos nas redes Sesc e terão diversos temas para discutir o papel do circo nos dias de hoje, como a participação de artistas com diferentes tipos de corpos até a produção circense em tempos de distanciamento social, passando pelo fazer rir em tempos em que uma pandemia deixa um rastro de morte e sequelas pelo planeta. Entre os debatedores, estão nomes como Christian Dunker (psicanalista e autor), Ronaldo Aguiar (palhaço e diretor da ONG Doutores da Alegria), Ermínia Silva (pesquisadora e quarta geração de circenses no Brasil), Bete Dorgam (palhaça, diretora e professora universitária), Lu Menin (diretora e artista circense) e Raimo Benedetti (videoartista e pesquisador), Tiago Munhoz (palhaço de rua), entre outros.

Ainda faz parte do CIRCOS 2021 uma série de cursos e oficinas a distância para crianças e adolescentes e para todos os tipos de público - parte pode ser acompanhada nas redes sociais do Sesc-SP, parte precisa de inscrições para participação. Também serão oferecidos oficinas e cursos para ensinar desde números circenses até técnicas de áudio e vídeo para melhorar a transmissão de apresentações, passando por maquiagem artística e exercícios de preparação corporal.

Uma sala de encontro entre programadores, artistas e produtores reunirá debates sobre os desafios do circo no futuro e a promoção de festivais em meio à pandemia de Covid-19, sendo também um espaço aberto para encontros, conversas e troca de ideias.

Outro destaque deste ano é o lançamento de um periódico reflexivo sobre a linguagem circense, com textos de pesquisadores da área, como Júlia Henning (artista, gestora cultural e fundadora da Cia Instrumento de Ver), Cibele Appes (cineartivista), Bel Mucci (artista circense, socióloga, professora de artes aéreas circenses e pesquisadora) e Mafalda Pequenino (atriz e diretora de circo e teatro, coordenadora dos Pernaltas do Orun, do grupo afro Ilú Obá de Min).

Está prevista, ainda, uma residência de palhaços, para instigar o processo criativo colaborativo. Participam Tato Villanueva e Letícia Vetrano (palhaços argentinos e diretores), Bruno Saggese (Palhaço Mimo), Dani Maimoni (Palhaça Danisguela), Tiago Marques (Palhaço Ritalino), Ariadne Antico (Palhaça Birita) e Dani Majzoub (Palhaça Olívia).

Programação para assistir quando quiser

Durante o Festival, obras audiovisuais estarão disponíveis on demand. São documentários, séries e outras obras sobre o atual momento do circo no Brasil e no mundo, além de investigar temas importantes como a negritude.

Alguns grupos que estão na programação do Circos 2021, também vão ser tema de outros materiais exibidos nas redes do Sesc. Como o coletivo Prot{agô}nistas, que produziu um documentário artístico durante a pandemia sobre o lugar do artista negro e sua representatividade na cena cultural paulista. E da exibição de Vizinhos e Balbúrdia, do grupo Artinerant's, que junto com CachimÔnia (uma das estreias deste ano), completam a trilogia que trata de forma divertida os encontros de um casal.

Será possível acompanhar também, por exemplo, "Palhaças do Mundo", seriado documental que mapeia poeticamente o universo de mulheres palhaças espalhadas pelo globo, com direção de Manuela Castelo Branco. A série será lançada no SescTV, com 12 episódios que trazem entrevistas com Fran Marinho, Drica Santos, Nola Rae, Enne Marques, Nara Menezes, entre outras palhaças que vão contar um pouco sobre a criação de personagens, suas inspirações e até suas pesquisas sobre o mundo circense.

"Guarany - A história do circo dos pretos", com direção de Mariana Gabriel, conta a história do Circo Theatro Guarany para resgatar a memória de negritude, racismo, questões de gênero, memória, terceira idade e até a arquitetura da antiga capital paulista dos anos 1940 e 1950. A diretora é bisneta de João (dono do circo do título) e traz à luz a história de sua família, em especial de sua mãe Deise Alves dos Reis Gabriel e da avó Maria Eliza, intérprete do Palhaço Xamego (uma mulher que se vestia de palhaço para trabalhar no circo do pai).

Haverá ainda a exibição de uma série de vídeos com apresentações circenses criadas especialmente para o meio audiovisual, feitas durante a pandemia. A série reúne mais de uma dezena de vídeos produzidos por profissionais de diversas partes do Brasil e do mundo, em trabalhos curtos, registrados nos mais diversos ambientes. Entre os artistas e grupos que que terão seus trabalhos exibidos estão Alice Rende, Daniel Seabra, Margarida Monteny, Kiriaki Baili e Luca Poit, e os grupos, Cia Duna, Cia Barnabô, Cia. do Relativo e Trupe Baião de Dois.

Os vídeos complementam a programação, mostrando a diversidade, a relevância e a amplitude das atividades circenses nos dias de hoje.

Circos – Festival Internacional Sesc de Circo
De 28 de agosto a 4 de setembro
Informações em circos.sescsp.org.br

Pizzaria da Mathilda tem 2º Festival de Margueritas com oito sabores

Releituras e receitas exclusivas fazem parte do evento, que acontece nas duas unidades da pizzaria até 17 de setembro

CURITIBA, 27/08/2021 – Um dos sabores mais tradicionais de pizza tem seu próprio evento na Pizzaria da Mathilda, na cidade de Curitiba (PR). O 2º Festival de Marguerita da Mathilda apresenta oito versões do clássico preparo, com o preço único de R$ 40 cada, até o dia 17 de setembro. As pizzas do festival são exclusivas para consumo nas duas lojas da marca na capital paranaense: Centro (Av. Vicente Machado, 859) e Juvevê (R. Rocha Pombo, 265).

A Marguerita foi criada em 1889 por um pizzaiolo de Nápoles, na Itália, que buscava agradar a rainha Margherita. Utilizando ingredientes das cores da bandeira italiana, ele incluiu na receita mozzarella, tomate e manjericão. Mais de um século depois, o sabor está entre os mais populares do mundo. Mesmo com a tradição, a receita pode ainda ganhar interessantes releituras – que é a proposta do evento da Mathilda.

Uma novidade desta edição 2º Festival de Marguerita da Mathilda é a exclusividade de sabores, com cada loja tendo um sabor disponível apenas naquela unidade. A Pizzaria da Mathilda do Centro, por exemplo, conta com a Marguerita Vicente, feita com azeite, basílico, parmesão, mozzarella de búfala e confit de tomate cereja. Já a Marguerita Juvevê é preparada com passata amarela, basílico, parmesão ralado, mozzarella de búfala e azeite.

Os outros sabores podem ser encontrados em ambas as lojas. A Marguerita Pesto é preparada com pesto de castanhas da Mathilda, basílico, mozzarella de búfala e tomate cereja amarelo, enquanto a Marguerita Brasileira leva molho de tomate, mozzarella, tomate cereja, orégano e azeite. A receita da Marguerita das Montanhas tem molho de tomate, basílico, mozzarella de búfala, farofa de castanha com parmesão e azeite.

A Marguerita Bianca apresenta mozzarella de búfala, azeite, basílico, parmesão, tomate cereja amarelo e tomate cereja vermelho. A Fake Marguerita é preparada com molho de tomate, basílico, parmesão, creme de ricota (de receita exclusiva da Mathilda) e azeite. Já a Marguerita Vegana leva molho de tomate, queijo vegano, basílico e azeite.

O 2º Festival de Marguerita da Mathilda vai até 17 de setembro nas duas lojas da marca em Curitiba (PR). A Pizzaria da Mathilda Centro fica na Av. Vicente Machado (n° 859). Já a Pizzaria da Mathilda Juvevê fica na R. Rocha Pombo (n° 265). Mais informações o perfil oficial da pizzaria no Instagram (@pizzariadamathilda).

Pianístico 2021 terá 12 espetáculos em cinco dias

Festival chega à 4ª edição, ampliando atrações presenciais, além da programação educativa

PianOrquestra fará espetáculo de abertura do Pianístico 2021

“O Tom que nos Une.” Inspirada por esse preceito, está chegando a 4ª edição do festival que se propõe a transformar Joinville na capital do piano. O Pianístico 2021 está programado para 15 a 19 de setembro – um dia a mais que na edição de 2020, quando ocorreu excepcionalmente em dezembro, e apenas on-line. Se a transmissão pela internet permitiu que o festival rompesse fronteiras, alcançando público internacional, a expectativa dos organizadores era enorme para a retomada da presença de plateia. Com a liberação gradual das restrições impostas pela pandemia, espera-se que o evento possa prever uma faixa de 30% a 50% da capacidade dos locais de realização (veja abaixo), que serão palco de 12 espetáculos, além dos cursos e workshops confirmados. Também será mantida a exibição on-line, via YouTube, e o formato drive-in, no estacionamento aberto do Shopping Mueller.

Grandes nomes do piano brasileiro e mundial integram a programação que, neste ano, será aberta pelo consagrado grupo PianOrquestra. Criado em 2013, é formado por quatro pianistas, um percussionista e um piano preparado – instrumento em que peças como moedas e parafusos são colocadas entre as cordas para produzir diferentes efeitos sonoros. O grupo explora técnicas de preparação, expansão do piano e processamento eletrônico, em apresentações alegres, lúdicas e belas. Destaque, também, para o piano tangueiro de Nicolás Guershberg, que presta homenagem ao centenário de Astor Piazzolla, e uma segunda homenagem, ao grande Luiz Eça, com o Diogo Monzo Trio.

Outro pianista que virá a Joinville é o russo Evgeni Mikhailov. Um dos mais originais pianistas russos, sua intensa atividade em concertos iniciou-se em 1995. Atuou nas mais prestigiosas salas de concerto de Moscou, São Petersburgo e outras cidades russas, como também nos Estados Unidos, México, Argentina, Chile, Turquia, Coreia do Sul, entre outros países. Tem atuado em programas solos e acompanhado de famosas orquestras. Em 2018, realizou turnê pelo Japão. Já a australiana Primavera Shima, que faz um dos concertos programados, coleciona prêmios e se apresentou nos mais prestigiados teatros e salas de concerto. Mais uma presença internacional é a do norte-americano Cliff Korman, pianista e pesquisador de jazz, música brasileira e improvisação.

A produtora cultural Albertina Tuma, coordenadora geral do Pianístico, salienta a expectativa por mais uma edição, ainda em meio à pandemia: “Não é tarefa fácil, por toda situação em que enfrentamos, sofrendo medidas restritivas em vários níveis, e ainda mais com relação ao setor cultural, um dos mais afetados por essa nova realidade”. Ela reforça que o evento será realizado de acordo com os protocolos sanitários em vigor, trazendo, mais uma vez, música de qualidade, “em um momento em que todos anseiam por um alento, uma esperança para dias melhores”.

"O Pianístico 2021 repete sua fórmula de sucesso, reunindo as mais diferentes tendências e gêneros musicais, reunindo alguns dos principais pianistas da atualidade”, afirma o produtor cultural Carlos Branco, presidente da Comissão Central Organizadora e diretor artístico. “Teremos uma variada gama de gêneros e países, com destaque para pianistas eruditos, como Evgeni Mikhailov e Primavera Shima, além da brasileira Erika Ribeiro e de pianistas que se dedicam à música popular e ao jazz.”

Nesta edição, a coordenação técnica é do maestro e músico Voldis Sprogis e a pedagógica, da professora e pianista Giane Gomes, e tem como patrono um dos mais reconhecidos músicos da cidade e região, o maestro José Mello. Gaúcho de Rio Grande, José Mello é um joinvilense de coração. Também é cidadão honorário da cidade em que escolheu viver em 1980. Empresário e engenheiro de formação, é músico desde criança. Pianista e acordeonista, o maestro Mello, com sua banda, sempre foi um incentivador da música e dos profissionais joinvilenses desse segmento.

“Piano nos Estabelecimentos”, workshops e contrapartida social

Presente desde a primeira edição do festival, o “Piano nos Estabelecimentos” tem o desafio de aproximar o Pianístico da comunidade, integrando pianos, pianistas locais e comércio ao cotidiano da cidade. Neste ano, em torno de dez estabelecimentos – restaurantes e lojas – participam da iniciativa.

Na programação pedagógica, os cursos e workshops ocupam papel fundamental, na intenção de aproximar o artista de seu público, compartilhando conhecimento. São cinco workshops, dirigidos à execução e prática musical ao piano, além de um curso focado no ensino e aprendizado do piano. Esses encontros acontecem no auditório da Casa da Cultura e no Teatro Juarez Machado, com acesso virtual e presencial – dentro do regramento sanitário estabelecido.

Na contrapartida social, a coordenadora pedagógica Giane Gomes sublinha a necessidade de “desmistificação” do piano, sobretudo diante público de alunos das escolas municipais que, em tese, tem pouco contato com o instrumento. “É importante combater a ideia de que o piano é um instrumento difícil ou acessível apenas para quem tem condições de pagar aulas e ter o instrumento”, reitera, acrescentando que as várias ações pedagógicas previstas pela cartilha deste ano precisam ser complementadas no trabalho presencial ou virtual das escolas. O projeto deve atingir cerca de 500 crianças entre 8 e 11 anos de até 30 escolas da rede municipal.

Confira a programação

15 de setembro
20h – PianOrquestra, Teatro Juarez Machado

16 de setembro
15h – Workshop “Ritmos do piano brasileiro”, Salomão Soares, Casa da Cultura
20h30 – Nicolás Guerschberg, Teatro Juarez Machado

17 de setembro
9h – Curso para professores “Do ouvir ao tocar: estratégias para o desenvolvimento de habilidades desde a primeira infância”, Izabela Pavan, Teatro Juarez Machado
10h – Workshop “Interpretação e análise da música de Astor Piazzolla”, Nicolás Guerschberg
19h – Salomão Soares Trio, Shopping Mueller (drive-in, quarto piso estacionamento)
20h30 – Primavera Shima, Teatro Juarez Machado
22h – Ari Borger Trio, Shopping Mueller (drive-in, quarto piso estacionamento)

18 de setembro
10h – Workshop “Imaginação sonora ao piano”, Erika Ribeiro, Casa da Cultura
11h – Fábio Oliveira e Trio Babitonga, Sociedade Harmonia-Lyra
14h – Workshop “Interpretando a música popular”, Délia Fischer
16h – Diogo Monzo Trio, Sociedade Harmonia-Lyra
18h30 – Erika Ribeiro, Sociedade Harmonia-Lyra
21h – Evgeni Mikhailov, Teatro Juarez Machado

19 de setembro
9h30 – Workshop “A música de Luiz Eça”, Diogo Monzo, Casa da Cultura
11h – Délia Fischer, Teatro Juarez Machado
17h – Cliff Korman Trio, Teatro Juarez Machado
19h30 – Fábio Torres e Trio Corrente, Teatro Juarez Machado

QUEM É QUEM
Conheça os músicos que estarão no Pianístico 2021

Evgeni Mikhailov (Rússia). Um dos mais originais pianistas russos, nasceu em 1973, em uma familia de músicos. Depois de estudar no Kazan State Conservatory, finalizou a pós-graduação no Moscow State Conservatory. Venceu competições internacionais, em países como Rússia, Suécia, Itália e Estados Unidos. Sua intensa atividade em concertos iniciou-se em 1995. Atuou nas mais prestigiosas salas de concerto de Moscou, São Petersburgo e outras cidades russas, como também nos Estados Unidos, México, Argentina, Uruguai, Chile, Turquia, Coreia do Sul, entre outros países. Apresentou-se nas principais salas desses países, como Steinway Hall (Nova York), Verdi Hall (em Milão), St. Martin-in-the-Fields Church (Londres) e Teatro Colón (Buenos Aires). Participou de diversos festivais na Alemanha, na Suíça, na Noruega, na Polônia, entre outros países. Tem atuado em programas solos e acompanhado de famosas orquestras, incluindo a Russian National Orchestra, a Academic Symphony Orchestra de São Petersburgo Philharmonic, Deutsche Symphonie-Orchester e Berlin Symphoniker, de Berlim. O repertório do artista inclui trabalhos de Bach, Scarlatti, barroco francês, Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert, Schumann, Brahms, Liszt, Debussy, Ravel, Tchaikovsky, Rachmaninoff, Prokofiev e compositores contemporâneos. Em 2018, realizou turnê pelo Japão ao lado da Berlin Symphoniker, sob a batuta de L. Shambadal.

Primavera Shima (Austrália). Premiada no 7° Concurso Internacional de Piano de Mayenne, no 16° Concurso Internacional Scriabin em Grosseto, no Concurso Internacional de Piano da Orquestra Filarmônica de Marrocos e no Concurso Internacional de Piano de Vigo. Em 2010, recebeu o Sterndale Bennett Prize e o Sterndale Bennett Scholarship, da Royal Academy of Music. Obteve seu diploma superior de concertista na Ecole Normale de Musique, em Paris, e de bacharelado pela Royal Academy of Music em Londres, após estudar na Colburn School e na Juilliard School. Em 2016, abriu a temporada da Società dei Concerti e regularmente se apresenta no Festival Internacional Palermo Classica. Estreou em Budapeste na Liszt Academy em 2017 com a Orquestra Sinfônica de Rádio Húngara, sob a condução de János Kovács. Recentemente, atuou com a Filarmônica de Gaia no Festival Internacional Gaia de Música.

Cliff Korman (Estados Unidos). Pianista, educador e pesquisador de jazz, música brasileira e improvisação, participa e desenvolve numerosos projetos envolvendo músicos brasileiros e norte-americanos, apresentando grande variedade de composições e arranjos. Entre os brasileiros, constam Toninho Horta, Leny Andrade, Carlos Malta, Wagner Tiso, Gilson Peranzzetta e Cristovão Bastos. Atua no Instituto Paulo Moura como diretor musical, arranjador e coordenador do projeto de digitalização do Acervo Paulo Moura. Entre suas gravações próprias, destacam-se “Mood Ingênuo, o sonho de Pixinguinha e Duke Ellington” (Jazzheads, 1999) e “Gafieira Dance Brasil” (Almonds and Roses Music, 2001), com Paulo Moura, “Migrations” (Planet Arts, 2003), que busca conexões entre as tradições musicais do Brasil e do jazz americano, e “Trains of Thought” (Almonds and Roses Music, 2014), uma coleção de improvisações para piano solo. Como produtor e diretor musical, realizou para a gravadora Chesky Records as gravações “Entre Amigos”, com Rosa Passos e Ron Carter, “The Feeling’s Back”, com Chuck Mangione, “Blue Bossa” da Ana Caram, e “I Thought About You” com a cantora Christy Baron. No espetáculo, estará ao lado de Augusto Mattoso (baixo) e Márcio Bahia (bateria).

PianOrquestra (Brasil). Dez mãos e um piano. É a proposta pioneira do grupo, criado em 2003, sob a direção artística do músico Cláudio Dauelsberg, com a participação dos músicos Verónica Fernandes, Patricia Mol, Matheus Kern e Mako. Seu trabalho envolve quatro pianistas, uma percussionista e um piano preparado. Com luvas, baquetas, palhetas de violão, fios de náilon, sandálias de borracha, peças de metal, madeira, tecido e plástico, a PianOrquestra explora infinitas possibilidades de timbres e sonoridades produzidas pelo piano, transformando o instrumento em sua própria orquestra. O novo trabalho inaugura uma experiência no conceito de “Coletivo de Piano Brasileiro”, com reflexões sobre divisão do espaço, compartilhamento do teclado, soma de individualidades e virtuosismo, explorando as sonoridades do piano em seus limites e extensões. No repertório, obras de compositores brasileiros como Pixinguinha e Villa-Lobos, chegando à cena pop contemporânea mundial, com Beatles, Queen e Michael Jackson, e os mineiros Milton Nascimento e Toninho Horta.

Salomão Soares Trio (Brasil). Jovem pianista paraibano, Salomão é vencedor do Prêmio MIMO Instrumental 2017 e do Prêmio Novos Talentos do Festival Savassi 2018. Foi finalista do Piano Competition no Festival de Montreux, na Suíça, sendo o único representante da América Latina em 2017. Já realizou performances ao lado de artistas como Hermeto Pascoal, Leny Andrade, Hamilton de Holanda, Toninho Horta e Arismar do Espírito Santo. Estará acompanhado de Paulinho Vicente (bateria) e Felipe Brisola (baixo acústico). O repertório reúne músicas autorais e inéditas, com improvisos e arranjos que transitam por diferentes referências na formação do trio.

Trio Corrente (Brasil). Formado em 2001, pela união do baterista Edu Ribeiro com o pianista Fabio Torres e o contrabaixista Paulo Paulelli, o grupo vem criando um som original, interpretando de forma única os clássicos do choro, da MPB e do repertório autoral. Referência entre músicos e amantes de música, desde os primeiros concertos, o grupo vem juntando um número de seguidores cada vez maior, formado não só por apaixonados pelo jazz e pelo choro, mas também pelo grande público em geral. Conquistou destaque no circuito nacional e internacional. Um de seus álbuns, de 2011, levou o Grammy Award como melhor álbum de jazz latino.

Ari Borger (Brasil). Em atividade desde 1985, é mestre em piano blues, boogie-woogie e hammond B3. Foi pioneiro no piano blues brasileiro, inspirando vários instrumentistas, com destaque nos principais festivais do gênero nos Estados Unidos e Europa. Borger improvisa sem “decorar” suas linhas melódicas, soando doce em alguns momentos, incendiário em outros. Abriu shows para artistas como B.B.King e tocou com lendas do piano blues, como os mestres Johnnie Johnson e Pinetop Perkins – pianistas de Chuck Berry e Mudy Waters. Morou em Nova Orleans, onde se apresentou em renomadas casas de shows. Tocou por duas vezes no maior festival de piano blues e boogie-woogie do mundo, o “Cincy Blues Fest”, em Cincinnatti. Em 20 anos de carreira, já gravou sete discos, que figuraram entre os top 10 de publicações americanas e britânicas, alternando-se entre blues tradicional, boogie-woogie, soul, groove e jazz.

Nicolas Guerschberg (Argentina). Pianista, diretor e arranjador, já atuou em grupos como Quinteto Astor Piazzola e Escalandrum e ao lado de artistas como Richard Galliano (França), Paquito D’Rivera (Cuba-EUA), Hermeto Pascoal (Brasil) e Julieta Venegas (México), além de várias orquestras, na Costa Rica, na Argentina e no Uruguai. Bacharel com especialização em artes musicais, foi professor sênior de Piano e Teoria Musical. Compôs obras para piano solo, conjuntos de câmara, sinfônicas e variadas formações instrumentais, desde o tango, ao jazz e à música de câmara e orquestral. Três Prêmios Gardel pelo disco “Studio 2”, gravado nos estúdios Abbey Road, de Londres, em 2019, entre várias outras distinções internacionais. Em maio de 2019, foi declarado “Personalidade excepcional da cultura pelo Legislativo Porteño”.

Delia Fischer (Brasil). Nascida no Rio de Janeiro, a compositora, cantora, pianista e diretora musical recebeu indicação ao Grammy Latino de Melhor Álbum da MPB de 2019 por seu álbum “Tempo Mínimo”. Ao longo da pandemia, esteve presente em “lives”, nas quais explorou seu repertório autoral, além de temas que compuseram seu universo afetivo e de influências artísticas, e lançou novos trabalhos. Seu novo álbum, “Hoje”, é um registro íntimo de voz e piano. A trajetória foi iniciada em 1988, com o premiado “Duo Fenix”, formado com Claudio Dauelsberg. O duo lançou dois álbuns, logo estabelecendo para Delia a reputação como grande instrumentista no mundo do jazz brasileiro. Delia já participou de festivais como Montreux Jazz (na Suíça) e Sofia Jazz Festival (na Bulgária). Na música nstrumental brasileira, gravou e trabalhou com os maiores nomes e nos mais prestigiosos palcos. Foi pianista das bandas de Ed Motta e Toninho Horta, e formou um duo com o saxofonista Nivaldo Ornellas. Atua em projetos como cantora e intérprete de suas próprias composições, além de um vasto trabalho como arranjadora e diretora musical de musicais em cartaz no eixo Rio-São Paulo, todos laureados por prêmios importantes do teatro nacional. Tem mais 60 participações em gravações de artistas como Bob Baldwin, Ana Carolina, e Ed Motta, Lisa Nilsson.

Diogo Monzo Trio (Brasil). Doutorando em música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), selecionado entre os Top 5 no “Made in New York Jazz Competition”. Autor do CD “Luiz Eça por Diogo Monzo”, lançado pela gravadora “Fina Flor”, do CD “Hinos Tradicionais Sob uma Nova Concepção” e do livro “Hinos Tradicionais Sob Uma Nova Concepção”. O pianista estuda o músico Luiz Eça desde 2004. Admirador e estudioso da obra de Eça, Diogo teve grande influência do mestre em sua forma de tocar e improvisar ao piano. Em 2007, tornou-se mestre em música ao defender a sua dissertação sobre Luiz Eça. Como fruto de sua pesquisa, gravou um CD com as obras do Luizinho, o qual foi reconhecido como uma importante releitura do trabalho de Eça pela crítica. Ao lado dos músicos Bruno Rejan e Di Stéffano, Diogo Monzo propõe apresentar um concerto em homenagem a Luiz Eça, que neste ano de 2021 completaria 85 anos.

Erika Ribeiro (Brasil). Uma das artistas mais expressivas da nova geração de pianistas brasileiros. Sua musicalidade singular e versatilidade fazem com que ela seja conhecida pelos diversos estilos que aborda, tanto em sua maneira de tocar quanto nos repertórios que interpreta. Iniciou seus estudos musicais com a mãe, aos 4 anos de idade. Doutora em Música pela Universidade de São Paulo (USP), realizou especialização em piano na Hochschule für Musik "Hanns Eisler" Berlim e aperfeiçoamento na Écoles d' Art de Fontainebleau, França. É vencedora de dez concursos nacionais de piano, entre eles o 3º Concurso Nelson Freire. Tem se apresentado como solista e camerista nas principais salas de música do Brasil. Seu disco com a violinista americana Francesca Anderegg intitulado “Images of Brazil” foi lançado internacionalmente em 2018 pelo selo Naxos Latin Music Series, e recebeu elogiosos comentários da crítica especializada.

Fábio Oliveira (Brasil). Natural de Joinville, é pianista, compositor, intérprete, arranjador, integrante da Joinville Jazz Big Band, pianista na Escola do Ballet Bolshoi no Brasil e dirigente fundador do projeto de música instrumental Trio Babitonga. Entre as parcerias realizadas nos últimos cinco anos, destaca-se a participação no último álbum do baixista itajaiense Arnou de Melo (nome expressivo na música catarinense). No Pianístico, vai homenagear pianistas como Michel Petrucciani, Bill Evans e Chick Corea, Tom Jobim, ao lado dos músicos Rafael Vieira (bateria) e Rafael Calegari (contrabaixo), no Trio Babitonga.

Izabela Pavan (Brasil) – Natural de Belo Horizonte (MG), é bacharel e mestre em Música (Piano) pela UFMG. Desenvolve pesquisa de doutorado sobre o Método Suzuki de Piano no Programa de Pós-Graduação em Música da UFMG. Nos últimos anos, dedica-se à área da Pedagogia do Piano, promovendo e participando de cursos de capacitação de professores. Professora do Ecos Centro Musical desde 2013, lecionando piano para crianças a partir dos 3 anos de idade e, desde 2016, integra o corpo docente da Escola de Música da UEMG, atuando nos cursos de graduação e na extensão. Como pianista, foi premiada em importantes concursos nacionais e atua regularmente como camerista.

Curitiba recebe 2ª edição do CaipiFest

Promovido pelo tradicional Bar Quermesse, o evento contará com diversas opções de caipirinha pelo preço único de R$ 15

CURITIBA, 24/08/2021 - Os dias quentes que surpreenderam a semana dos curitibanos serão brindados com a segunda edição do CaipiFest, festival de caipirinhas do tradicional Bar Quermesse. Durante o evento, que será realizado entre os dias 27 de agosto e 07 de setembro, os curitibanos terão a oportunidade de saborear releituras da clássica bebida brasileira pelo preço único de R$ 15. Se a onda de calor passar, não tem problema, uma caipirinha deliciosa é irresistível também nos dias mais gelados.

Entre os sabores disponíveis no 1° CaipiFest, evento perfeito para um happy hour incrível com os amigos, estarão algumas receitas bem exóticas, entre elas uma que leva manga com pimenta (a Manga Rosa) e outra desenvolvida com morango e picolé de leite condensado (o já famoso Caipilé). Outros destaques do festival ficam por conta da Caipirinha 3 Limões (tahiti, siciliano e rosa) com cravo; e a caipirinha de uva, um dos sucessos do Quermesse, que também estará disponível no evento. As bases das caipirinhas poderão ser feitas com cachaça ou vodka.

Para acompanhar as caipirinhas, o Bar Quermesse conta com um menu incrível, inspirado no melhor da culinária regional de boteco. Entre os destaques do cardápio da casa, que conta com mais de 12 anos de história na cidade de Curitiba, estão o Torresmo de Rolo, a Pururuca, o Bolinho de bacalhau, o Lambari frito, o Rollmops, o pão com bolinho e o Canudinho de Carne de onça.

O Bar Quermesse fica na Rua Carlos Pioli (nº 513), no bairro Bom Retiro. A casa funciona de terça a sexta, das 17h às 23h, e aos sábados e domingos, das 11h30 às 23h. Mais informações no perfil oficial do empreendimento no Instagram (@barquermesse) ou pelo telefone (41) 3026-6676.

Sabores do PkB 4ª. edição Festival gastronômico do ParkShoppingBarigüi

Acontece de segunda a sexta, no horário de funcionamento do shopping, com cardápios variados e preços especiais

O ParkShoppingBarigüi deu início a mais uma edição do Sabores do PkB, festival gastronômico que reúne cafés, quiosques, operações gastronômicas da praça de alimentação e restaurantes do shopping. Um verdadeiro tour de delícias com opções variadas de pratos a preços especiais para os fãs da gastronomia, com qualidade.

Para o festival, os chefs dos restaurantes do Park Gourmet – Outback, Baraquias, Barolo Trattoria, Fréres, La Pasta Gialla, Acqua & Farina, além do Coco Bambu e Johnny Rockets - prepararam menus completos com entrada, prato principal e sobremesa a preço fixo de R$ 69,90. Já os restaurantes da Praça de Alimentação oferecem um cardápio com prato principal e bebida por apenas R$ 24,90. Ainda, para quem deseja saborear um cafezinho com um salgado ou doce, os cafés e docerias do shopping apresentam um combo pelo preço fixo de R$ 16,90. O cliente PkB tem à disposição diversas opções de cafeterias e confeitarias, incluindo Bubble Mix, The Coffee e Café Cultura.

Os pratos do festival “Sabores do PkB” são exclusivamente para consumo nos restaurantes e não valem para pedidos de delivery e drive-thru. Os menus estão disponíveis durante todo o horário de funcionamento do shopping sempre de segunda a sexta. Confira todos os participantes e menus do “Sabores do PkB” no Instagram @parkshoppingbarigui e no site www.parkshoppingbarigui.com.br ou nos links abaixo.

Cafés: Café + Acompanhamento = R$ 16,90
Cardápio: https://www.parkshoppingbarigui.com.br/dicas-e-novidades/sabores-do-pkb-cafes
Praça de Alimentação: Prato principal + Bebida = R$ 24,90
Cardápio: https://www.parkshoppingbarigui.com.br/dicas-e-novidades/sabores-do-pkb-praca-de-alimentacao
Park Gourmet: Entrada + Prato principal + Sobremesa = R$ 69,90
Cardápio: https://www.parkshoppingbarigui.com.br/dicas-e-novidades/sabores-do-pkb-gourmet

SERVIÇO:
Sabores do PkB
De segunda a sexta-feira durante o horário de funcionamento do ParkShoppingBarigüi
Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 – Mossunguê

Curitiba recebe Doce Festival com opções a partir de R$ 6

O evento, que acontece entre os dias 12 e 22 de agosto, contará com a participação de 19 empreendimentos gastronômicos

CURITIBA, 11/08/2021 - Que tal saborear os melhores doces e sobremesas de Curitiba com preços a partir de R$ 6? A partir desta quinta-feira, dia 12 de agosto, os curitibanos poderão deliciar-se com os preparos especiais do Doce Festival. São 19 empreendimento gastronômicos participantes, entre eles docerias, confeitarias e cafés, com preparos que prometem adoçar a capital paranaense, até o dia 22 de agosto.

Seguindo todos os cuidados relacionados a pandemia, o evento contará também com opções via delivery ou take Away, além do modelo tradicional. O Doce Festival aposta em opções para todos os gostos e bolsos, entre elas macarons, cookies, bolos, tortas, churros, pudins, brigadeiros, sorvetes e, até mesmo, doces típicos bem exóticos.

Para atender o exigente público curitibano, o evento contou com uma curadoria especial, comandada pelo idealizador do festival, Vinicius França, que conseguiu reunir alguns dos grandes destaques do cenário gastronômico da capital paranaense. “A ideia do Festival é incentivar o curitibano a conhecer novos sabores, além de estimular o comércio local que vem sendo afetado com a pandemia. Temos certeza de que o Doce Festival vai surpreender os apaixonados por doces e sobremesas”, conta Vinicius.

Ficou com vontade de comer um doce incrível? Então confira a lista de participantes com os respectivos descontos e como pedir. Lembrando, o Doce Festival acontece entre os dias 12 e 22 de agosto.

AFAGO: Caixa com 4 éclairs (R$ 32); Kit com 4 éclairs, 1 pacote de Pé de Moça de 150g e um pote de Caramelo Toffee 175g (R$ 52). Válido somente para consumo no local.

ANTONETA CHURROS: Churros de doce de leite e chocolate (R$ 6). Válido somente para consumo no local.

BRUNO BOLOS: Slices de Amora 4 Leites e de Brigadeiro Ninho com Morangos (R$ 16). Válido para consumo no local e delivery.

CHEIA DE GRAÇA: Fatia do bolo de morango com amêndoas (R$ 13,60). Válido somente para consumo no local!

CHIFFON: 3 fatias dos clássicos bolos confeitados: morangos com suspiros, frutas vermelhas e Banoffi (R$ 45,00). Válido para consumo no local e delivery.

DAMARATE: Combo fatia bolo bombom de morango + palha italiana de (R$ 22,70); e Cookie 3 chocolates (R$ 11,60). Válido para consumo no local e take Away.

DÉLICES DE SUCRE: Éclair de creme brulée (R$ 10,40) e bolo triplo chocolate belga (R$ 14) para consumo na loja. No delivery éclair por R$12,40 e o bolo por R$ 15,20.

DOCE CASTELO: Linha de bolos Caseirinhos: Kinder com Ninho, Raffaello, Ferrero Rocher e Nutella com Ninho (R$ 18,40). Válido para consumo no local e take Away.

DONUTS BY LU: 1 caixa com 3 donuts: 1 recheado e dois tradicionais (R$ 24). Válido para consumo no local e pedidos via WhatsApp.

DOUCE VIE: Caixa degustação e caixa de macarons com 20% de desconto. Válido para delivery e pedidos via WhatsApp.

GELATO BORELLI: Waffle com gelato (R$ 14,40) e Cestino (R$ 22,40). Válido somente para consumo no local.

INTEGRAL FIT: 2 Brownies bombom (R$ 24). Válido para consumo no local e delivery.

KOFFEE: Um cappuccino 400ml e um cookie por apenas R$ 14,30. Válido apenas para consumo no local.

MEDIALUNA: 2 Rollito Doble (chocolate e coco) por R$ 26. Válido para consumo no local, delivery e take Away.

NEW YORK: Kit NY Cheesecake (R$ 31,60); e Kit Pancakes Lover (R$ 71,60). Válido para delivery, somente com encomendas.

OKASHI: Minibolos sabores tradicionais (R$ 15,10). Válido para consumo no local e delivery.

O FAMOSO BRIGADEIRO: Fatia triangular com os brigadeirinhos enrolados em cima + um café; e quarteto de brigadeiros + café. As duas opções com 20% de desconto para consumo no local.

O PUDIM PERFEITO: Na compra de 4 pudins, ganhe 20% de desconto. Válido apenas para consumo no local.

SOTILIE: Entremets Gold and Rice por R$ 15,20 para consumo no local e por R$ 22,72 no delivery de R$ 25,90 por R$ 20,72.

Para saber mais detalhes, acompanhar as delícias do Doce Festival e participar de sorteios exclusivos, siga o perfil oficial do evento no Instagram (@saboresdecuritiba).

Começou o Festival de Tapetes e Cortinas Daju de 04 a 31 de agosto

O mês de agosto começou com muitas novidades na Daju, com o início do Festival de Tapetes e Cortinas, que iniciou dia 4 e vai até 31 deste mês.
Quem estava aguardando o início do Festival para renovar os tapetes e as cortinas de casa, não precisa esperar mais. São diversos produtos, inclusive da linha premium, com descontos que passam dos 40%.
O grande destaque é que a campanha engloba tapetes e cortinas para todos os ambientes da casa, como quarto adulto e infantil, sala, banheiro, cozinha e escritório. Quem deseja renovar um desses ambientes ou todos, precisa passar em uma das lojas da Daju e conferir os descontos.
Além dos tapetes e cortinas, outros acessórios que os complementam também estão com descontos, como almofadas, mantas para sofá, capachos, jogos de cozinha, jogos de banheiro, varões e presilhas para cortinas.
Quem ama estar em casa, sabe o quanto esta dupla de destaque (tapete + cortina), costuma roubar a cena em todos os ambientes da casa, e nada melhor do que aproveitar este período de “lar doce lar” para deixar os ambientes mais bonitos e aconchegantes, e ainda por cima gastando menos.
As opções de pagamento também são facilitadas, podendo parcelar em até 10x sem juros ou em até 15x fixas nos cartões Daju.
As lojas Daju de Curitiba e São José dos Pinhais estão abertas de segunda à sábado das 9h às 22h e domingo das 10h às 20h. Para quem preferir pode visitar a loja on-line através do site daju.com.br ou ainda ficar por dentro desta e de outras campanhas, através das redes sociais da Daju, basta procurar por @daju.oficial no Instagram e no Facebook.
A Daju é a maior loja do Brasil nos departamentos e produtos em que atua. Especializada em cama, mesa, banho, tapetes, cortinas, sofá, utilidades, presentes, eletroportáteis, tecidos e homewear, a Daju possui uma variedade com mais de 150 mil produtos em suas lojas, além das vendas através do e-commerce para todo o Brasil.
Para mais informações você pode enviar uma mensagem para o WhatsApp da Daju através do número (41) 99108-3815.