Marcelo Lopes celebra os 10 anos do Hard Rock Curitiba com ambiente sensorial na CASACOR Paraná 2025

Rock, luz e memória

Pelo décimo sexto ano consecutivo, o arquiteto Marcelo Lopes marca presença na CASACOR Paraná — e desta vez, o rock é quem dita o ritmo. Em 2025, o profissional presta uma homenagem cheia de atitude e sofisticação aos 10 anos do Hard Rock em Curitiba, traduzindo a essência da marca em um café bistrô que mais parece um espetáculo sensorial.

Instalado no icônico casarão do Batel, o ambiente propõe uma imersão completa no universo da música, reverberando a energia dos palcos, a intimidade dos bastidores e o poder emocional de grandes shows. Um espaço para viver do palco à plateia — e se deixar levar.

A inspiração nasceu do próprio DNA do Hard Rock, um universo onde a música é protagonista e cada detalhe carrega memória e emoção. Guitarras originais — algumas assinadas por artistas que já passaram pelo palco da casa — se transformam em ícones narrativos, elementos de conexão direta com a história da marca e da cidade.

“Quis criar um ambiente que emocionasse antes mesmo de ser compreendido. Onde cada detalhe fosse como uma nota tocada com alma — carregada de história, intensidade e verdade”, afirma Marcelo Lopes.

As paredes robustas do casarão servem como pano de fundo para esse espetáculo visual, destacando-se a antiga parede de pedras, agora ocupada pela logomarca do Hard Rock. “A estrutura original foi respeitada e valorizada. Essa parede de pedra tem memória, tem presença. É como uma rocha que sustenta a energia vibrante do presente”, pontua o arquiteto.

A atmosfera do espaço é intimista e teatral. Tons escuros — com predominância de preto e vermelho — criam uma experiência visual envolvente, reforçada por materiais de impacto: veludo, pedra natural, metais escovados, madeira e cortinas de corrente. A textura densa e tátil desses elementos traduz sensações, enquanto a iluminação cênica inteligente — com cenários ajustáveis e controle de intensidade — embala o visitante em diferentes estados de espírito.

“Trabalhei a composição como se estivesse criando uma música: com ritmo, pausa, intensidade e suavidade. Os materiais conduzem o olhar e o corpo, como se o visitante dançasse junto com o ambiente”, explica Marcelo.

Funcionalmente, trata-se de um café bistrô, pensado para acolher e convidar à permanência. Mas o que o arquiteto entrega é mais: um espaço-conceito onde o design se torna experiência, e onde o visitante é convidado a se conectar com a alma roqueira da capital paranaense. “Não é apenas um lugar para tomar um café. É um lugar para sentir, lembrar, se emocionar. Para viver a música com todos os sentidos”, define Marcelo.

Ali, arquitetura e música se unem para contar uma história de paixão transformada em legado. O ambiente celebra os 10 anos do Hard Rock Curitiba como se celebrasse um sonho — daqueles que são embalados por guitarras distorcidas, palcos iluminados e plateias em êxtase.

Em tempos de busca por autenticidade, o projeto assinado por Marcelo Lopes aponta uma tendência que ganha força no morar contemporâneo: ambientes sensoriais e afetivos, que vão além da estética e da função. “A casa — e qualquer espaço que habitamos — precisa despertar sensações. Quando conseguimos tocar a memória, provocamos conexões profundas. E isso transforma completamente a experiência de viver”, reflete o arquiteto.

Elementos como a iluminação cênica, por exemplo, podem ser facilmente incorporados à rotina doméstica. Bastam spots direcionáveis, fitas de LED e atenção à temperatura da luz para transformar um cômodo com o toque certo de emoção. Outro recurso poderoso: objetos afetivos que carregam história, como instrumentos ou lembranças pessoais.

Além da estética, o projeto valoriza práticas sustentáveis. A iluminação em LED de alta eficiência e o reaproveitamento dos revestimentos originais do casarão mostram que sofisticação e responsabilidade ambiental podem — e devem — caminhar juntas. “Pensar em sustentabilidade é essencial. Reaproveitamos o máximo possível da estrutura e utilizamos materiais com baixo impacto ambiental, sem abrir mão do impacto estético e emocional”, reforça Marcelo.

Para compor esse cenário sensorial, o arquiteto contou com o apoio de fornecedores que traduziram com maestria a estética e a funcionalidade do projeto:
Rafinatto Móveis, Pastilhart Revestimentos, Espaço Sala, Naturalle, Dalmobile, Merini Correntes, Spot Lighting, Euro Audio, Triângulo, Berneck, Coral e Montrelux.

No fim das contas, o que Marcelo Lopes apresenta na CASACOR Paraná 2025 é mais do que um espaço: é um manifesto. Uma celebração da música, da história e da arquitetura — que pulsa, vibra e emociona. “Esse ambiente é uma homenagem a todos que acreditam que a arte transforma. Que arquitetura é emoção. E que o rock — assim como o design — vive de atitude”, finaliza Marcelo Lopes.

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Bistro Marcelo Lopes na CASACOR Paraná
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MON realiza nova exposição internacional no Olho

“Re-Selvagem”, da artista francesa Eva Jospin, é a próxima exposição internacional realizada pelo Museu Oscar Niemeyer (MON) e a primeira mostra da artista no Brasil. Com curadoria de Marcello Dantas, a inauguração será no dia 5 de junho, às 19h, no Olho e Espaços Araucária.

A exposição reunirá nove obras de grandes dimensões, entre elas instalações e desenhos, além de dois vídeos. A matéria-prima das instalações é o bordado de seda e o papelão, mas a artista também usa madeira, bronze, tecido e outros materiais.

“Eva Jospin no Museu Oscar Niemeyer reforça nossa missão de conectar o público paranaense com o que há de mais relevante na arte contemporânea mundial”, afirma a secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira. “Esta exposição ainda reafirma a diretriz de diplomacia cultural que o Paraná estabelece com a França, em um ano especialmente significativo, marcado pelas celebrações do Ano do Brasil na França e da França no Brasil”.

A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, afirma que a sensibilidade da artista francesa Eva Jospin fica evidente nesta exposição. “Ao abordar a natureza e o tempo em poéticas obras de arte, ela evoca nossa memória afetiva”, diz.

Juliana comenta que o encontro físico com a arte faz a pessoa se reconhecer e reconhecer sua história por meio das obras. “Num mundo acelerado, o espaço presencial dos museus se apresenta como equilíbrio perfeito para nossa saturação digital”, destaca. “Este é e deve ser sempre um dos papéis do museu: despertar sentimentos profundos de nosso inconsciente”.

O curador Marcello Dantas conta que Eva Jospin é conhecida por seu meticuloso trabalho de criar, com as próprias mãos, ilusões de um mundo imaginário — arquiteturas silenciosas e espaços naturais abundantes, que nascem do gesto paciente e obsessivo de devolver à matéria um sentido de origem.

“A floresta, para Jospin, é mais que uma representação da natureza. É um lugar simbólico, onde o mistério, o inesperado e a transformação acontecem”, diz Dantas. “Como nos contos antigos, suas florestas são territórios onde nos perdemos para nos reencontrar”. Em “Re-Selvagem”, o visitante atravessa trilhas de papel e sombra, entra em universos de folhagens esculpidas, experimentando uma espécie de rito íntimo. As formas evocam memórias esquecidas, despertam imagens do inconsciente coletivo e provocam silêncio.

A artista
Eva Jospin nasceu em Paris (1975), onde formou-se na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts. Nos últimos 15 anos, vem criando florestas meticulosas e paisagens arquitetônicas, que explora por meio de diversas mídias. Desenhadas a tinta ou bordadas, esculpidas em papelão ou em bronze, suas obras evocam jardins barrocos italianos, decorações rocaille do século XVIII e grutas artificiais. Foi residente na Villa Medici, em Roma, em 2017, e eleita para a seção de Escultura da Academia de Belas Artes em 2024.

Entre suas exposições internacionais, destacam-se: “Inside”, no Palais de Tokyo, em Paris (2014); “Sous-Bois”, no Palazzo dei Diamanti, em Ferrara (2018); “Eva Jospin - Wald(t)räume”, no Museum Pfalzgalerie, em Kaiserslautern (2019); “Among the Trees”, na Hayward Gallery, em Londres (2020); “Paper Tales”, no Het Noordbrabants Museum, em Den Bosch (2021); “Galleria”, no Musée de la Chasse and Nature, em Paris (2021); “Panorama”, na Fondation Thalie, em Bruxelas (2023); e “Palazzo”, no Palais des Papes, em Avignon (2023).

Em 2024, apresentou duas novas exposições individuais: “Selva”, no
Museo Fortuny, em Veneza, durante a 60ª Bienal de Veneza, e “Eva
Jospin - Versailles” na Orangerie do Castelo de Versalhes. Também desenvolveu diversas instalações de grande porte como parte de encomendas especiais, incluindo “Panorama” (2016), no centro do Cour Carrée do Louvre, e “Cénotaphe” (2020), na Abadia de Montmajour. Além disso, criou uma série de painéis bordados para o desfile Dior Haute Couture 2021-2022 (Chambre de Soie, 2021).

O curador
Marcello Dantas é um renomado curador, diretor artístico e produtor brasileiro, reconhecido por sua abordagem interdisciplinar que integra arte, tecnologia e experiências sensoriais imersivas. Nascido no Rio de Janeiro em 1968, Dantas possui uma formação acadêmica diversificada: estudou Relações Internacionais e Diplomacia em Brasília, História da Arte e Teoria do Cinema em Florença, e graduou-se em Cinema e Televisão pela New York University, onde também realizou pós-graduação em Telecomunicações Interativas.

Ao longo de sua carreira, Marcello Dantas foi responsável pela concepção e direção artística de diversos museus e pavilhões, tanto no Brasil quanto no exterior. Também é conhecido por curar exposições de grande impacto, que atraem vasto público e crítica especializada. Entre elas “Ai Weiwei: Raiz”, do artista chinês Ai WeiWei, e “Invisível e Indizível”, do artista espanhol Jaume Plensa, ambas no Museu Oscar Niemeyer.
SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “Re-Selvagem” – Eva Jospin
Abertura: 5 de junho, 19h
Espaços: Olho e Espaços Araucária 1 e 2

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Montrelux revela potência criativa e técnica na CASACOR Paraná 2025

Referência em esquadrias e soluções em vidro, marca participa como patrocinadora oficial e assina, com Eduardo Mourão, um dos ambientes mais emblemáticos da mostra

Em um mercado de vidros cada vez mais impulsionado por tecnologia, sustentabilidade e sofisticação, a Montrelux reforça seu protagonismo no segmento ao participar da CASACOR Paraná 2025 com uma entrega inédita: presença em 13 ambientes da mostra com destaque para o “Espaço de Eventos Montrelux, by Eduardo Mourão”. O ambiente leva o nome da marca e foi desenvolvido desde a concepção ao lado do arquiteto, em um projeto totalmente pautado pelas soluções da empresa em aço, alumínio e vidro.

A estrutura, que impressiona pelo uso de grandes vãos, mínima presença de pilares e total transparência, enfrentou desafios técnicos significativos, principalmente no quesito conforto térmico e desempenho do vidro. Para isso, foi utilizado o vidro Neutral 70, da Guardian Glass, parceiro da Montrelux na mostra. O material oferece alta performance térmica e acústica, sem comprometer a estética e a integração visual com o jardim — premissas essenciais para o conceito do espaço, pensado como uma vitrine envidraçada, mas também acolhedora para eventos diurnos e noturnos.

“Foi um grande desafio criar um ambiente todo em vidro que, ao mesmo tempo, proporcionasse conforto térmico e conectasse com o entorno. O resultado é um espaço sofisticado, transparente e funcional — o reflexo da nossa busca constante por inovação”, destaca Juliano Deconti, diretor da Montrelux.

Reconhecida pela excelência em esquadrias de alto padrão, a Montrelux incorporou à CASACOR o que há de mais moderno em tecnologia de medição e fabricação. Entre os avanços, destaca-se a utilização de um equipamento recém-importado da Holanda, que garantiu precisão milimétrica na instalação de peças como espelhos recortados sob medida. Além da inovação, a empresa reafirma seu compromisso com a sustentabilidade. Todo resíduo de material é reciclado e revertido em doações, dentro de um programa interno de responsabilidade social que destina 100% dos recursos arrecadados à comunidade. “Mais do que produto, entregamos propósito. É assim que enxergamos a nossa atuação no mercado”, pontua Juliano.

Reconhecimento e projeção nacional

Estar na CASACOR pelo segundo ano consecutivo como fornecedora oficial e patrocinadora é, para a Montrelux, a consolidação de um posicionamento estratégico. Em 2024, a estreia com participação robusta aconteceu a convite da arquiteta Elaine Zanon. Em 2025, o envolvimento evoluiu para uma parceria ainda mais sólida e ambiciosa.

“O impacto da mostra vai além da visibilidade: ela nos aproxima de especificadores, parceiros e clientes em um ambiente de altíssimo padrão. É uma vitrine nacional que eleva a nossa marca e nos posiciona ao lado de grandes nomes da arquitetura, design e construção”, afirma Juliano.

O ano de 2025 é emblemático para a Montrelux não apenas pela sua presença marcante na CASACOR, mas também pelo lançamento de um novo e ousado projeto em Curitiba: a Montrelux Galeria, na Olavo Bilac, 67. A iniciativa, assinada pela arquiteta Caroline Bollmann, transformará uma casa histórica em um espaço imersivo para receber clientes, arquitetos e parceiros que queiram vivenciar na prática o universo Montrelux e suas soluções para projetos de alto padrão. A empresa também estará presente em outras mostras relevantes do circuito nacional, como a Mostra Black e a Mostra Artefacto, consolidando seu nome como referência no segmento de vidro e esquadrias premium.

Com um olhar atento às novas demandas do mercado — que em 2025 será cada vez mais orientado por sustentabilidade, valor agregado e inovação —, a Montrelux se posiciona como uma das protagonistas dessa transformação. A participação expressiva na CASACOR Paraná é a prova concreta de que excelência técnica, sensibilidade estética e responsabilidade ambiental podem (e devem) caminhar juntas. “Acreditamos em um vidro que vai além da transparência. Ele conecta, valoriza, protege, encanta. E é isso que estamos levando para a CASACOR este ano. Uma experiência completa, em inúmeras possibilidades”, finaliza.

AMBIENTES QUE ESTAMOS PRESENTE:

Ambiente: 2 – COZINHA SOCIAL DECA

Arquiteta – Mariana Paula Souza

Materiais – ESPELHOS DO AMBIENTE.

Ambiente: 3 – BANHEIROS PUBLICOS

Arquiteta - Maria Eduarda Caiado

Materiais – ESPELHOS DO AMBIENTE.

Ambiente: 13 – BANHEIRO DO CASAL

Arquiteta - Karolinna Venturi

Materiais – FECHAMENTO EM VIDRO NA FACHADA E ESPELHOS DO AMBIENTE.

Ambiente: 17 – QUARTO MASCULINO

Arquitetos - Zeh Pantarolli e Diego Miranda

Materiais – JANELA EM ALUMÍNIO E VIDROS, ESPELHOS E PORTAS EM VIDROS PARA ARMÁRIO.

Ambiente: 18 – SALA DE JANTAR

Arquiteta - Alessandra Gandolfi

Materiais – PORTA EM ALUMÍNIO E VIDROS.

Ambiente: 19 – COZINHA E LOUÇARIA

Arquiteta - Carla Grudtner

Materiais – JANELA EM ALUMÍNIO E VIDROS.

Ambiente: 24 – MINI LOFT

Arquiteta - Fernanda Gonçalves

Materiais – ESQUADRIAS EM ALUMÍNIO E VIDROS, COBERTURA EM VIDRO E ESPELHOS PARA TODO O AMBIENTE.

Ambiente: 28 – BANHEIRO FUNCIONAL

Arquiteta - Ana Paula Brixel

Materiais – ESPELHOS DO AMBIENTE.

Ambiente: 25 – BAR E TOILETTE FUNCIONAL

Arquiteto - Givago Ferentz

Materiais – VIDROS E ESPELHOS DO AMBIENTE.

Ambiente: 27 – CAFÉ BISTROT HARD ROCK

Arquiteto - Marcelo Lopes

Materiais – FECHAMENTO EM VIDROS FIXOS E PORTA PARA A ENTRADA PRINCIPAL DO AMBIENTE.

Ambiente: 30 – LOJA DE ÓCULOS

Arquiteto - Gustavo Scaramella

Materiais – VIDROS E ESPELHOS DO AMBIENTE.

Ambiente: 32 – TINY HOUSE II

Arquitetas - Amanda Xavier e Débora Borkoski

Materiais – ESQUADRIAS EM ALUMÍNIO E VIDROS PARA TODO O AMBIENTE.

Ambiente: 33 – ESPAÇO DE EVENTOS MONTRELUX

Arquiteto – Eduardo Mourão

Materiais – ESTRUTURA METÁLICA, ESQUADRIAS EM ALUMÍNIO E VIDROS, ELEMENTOS DECORATIVOS EM ALUMÍNIO E ACM, PORTA AUTOMATIZADA E COBERTURA EM VIDRO.

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Espaço Montrelux by Eduardo Mourão
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Gui Lopes
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Fernanda Gonçalves retorna à CASACOR Paraná com novo ambiente repleto de significado

Depois de estrear com destaque na CASACOR Paraná 2024 com o BWC Cápsula Sensorial — um refúgio criativo que combinava cores, texturas e experiências sensoriais —, a arquiteta Fernanda Gonçalves volta à mostra neste ano assinando o Loft.

Sem revelar detalhes antes da abertura oficial, o que já se sabe é que o novo espaço promete despertar memórias, provocar os sentidos e celebrar a riqueza cultural e histórica do nosso território. A proposta é uma fusão poética entre passado, presente e natureza, refletindo o olhar sensível da profissional.

Mais uma vez, Fernanda se destaca por traduzir emoções e vivências em arquitetura, reforçando sua presença como um nome a ser acompanhado de perto na cena paranaense.

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Fernanda Gonçalves
Fernanda Gonçalves
Divulgação

Individual “Personificação da Natureza”, de Dhi Ferreira, abre neste sábado

Neste sábado, 17 de maio, às 11 horas, a Artestil Galeria de Arte, no bairro Cabral, em Curitiba, abre as portas para a nova exposição do artista plástico Dhi Ferreira, intitulada “Personificação da Natureza”. A mostra traz pinturas em óleo sobre tela do paranaense e poderá ser visitada até o dia 21 de junho. Na abertura, os visitantes poderão apreciar as obras ao som de jazz com apresentação do duo formado por Nil Oliveira (piano) e Belém Mardock (baixo acústico).

As obras de Dhi Ferreira propõem uma imersão sensível na relação entre o ser humano — especialmente o feminino — e os ciclos da natureza. Com uma paleta vibrante e formas fluidas, o artista evoca imagens oníricas onde mulher, flores, frutos e paisagens se fundem em um só corpo simbiótico. Para ele, a pintura não deve ser interpretada por um viés racional ou intelectualizado, mas experimentada com emoção e empatia.

“A mulher, a terra com suas flores e seus frutos, são uma coisa só. É a mesma natureza desdobrando-se, comunicando entre si. Cada um desses elementos tem, potencialmente, a maravilhosa capacidade de criar sem condicionamentos em um espaço onírico onde a própria criação se torna o único ato puramente libertário", afirma o artista.

Dhi Ferreira vê o feminino como um universo vasto, complexo e misterioso, que extrapola os papéis sociais que historicamente lhe foram atribuídos. Em suas telas, ele busca traduzir esse enigma por meio de trilhas cromáticas e formas simbólicas, tentando alcançar e celebrar a essência do feminino em sua multiplicidade: mãe, amante, amiga, parceira e muito mais.

“Através de meus quadros construo trilhas imaginárias feitas de cores e formas, caminhos pelos quais procuro me aproximar e penetrar em seu íntimo para entendê-lo e, certamente, consagrá-lo”, explica.

Com essa proposta sensível e poética, “Personificação da Natureza” convida o público a refletir sobre o elo ancestral entre a mulher e o mundo natural, entre a criação artística e a liberdade do sentir.

SERVIÇO:
Exposição: Personificação da Natureza – Dhi Ferreira
Abertura: 17 de maio, às 11h, com apresentação de jazz (Nil Oliveira e Belém Mardock)
Período de visitação: de 17 de maio até 21 de junho
Horário: de segunda a sexta das 9h30 às 18h30 e aos sábados, das 9h30 à 13h30.
Artestil Galeria de Arte – Avenida Nossa Senhora da Luz, 850, Cabral, Curitiba
Estacionamento no local

*Open House da última cobertura duplex decorada do Mirage Silva Jardim

Oi, Vanessa. Tudo bem? Queremos começar o dia na sua companhia! 😃
Você é nossa convidada especial para o *Open House da última cobertura duplex decorada do Mirage Silva Jardim*, edifício de luxo da *incorporadora Swell Construções*, em Curitiba: o último edifício com vista para a Praça do Japão.
*A cobertura duplex decorada tem todo o mobiliário assinado pela Artefacto.*
E nós queremos te apresentar todos os detalhes desse projeto incrível, em primeira mão, num delicioso _brunch_ exclusivo para a imprensa.
📅 Quando? Dia 15 de maio (quinta-feira), a partir das 9h da manhã.
📍 Onde? Av. Silva Jardim, 2733 - Água Verde - https://maps.app.goo.gl/YDPUfLFynM35e2baA

Caio Borges celebra 45 anos de carreira com individual na Artestil, em Curitiba

De 26 de abril a 11 de junho, a Artestil Galeria de Arte, em Curitiba, abre suas portas para a exposição individual do artista catarinense Caio Borges, “Jardins”, que marca seus 45 anos de trajetória nas artes visuais. A abertura acontece no sábado, dia 26, às 11 horas, reunindo admiradores da arte e da poesia, já que a mostra trará não apenas obras inéditas em técnica acrílica sobre tela, mas também poemas autorais que dialogam com a produção do artista.

Nascido em 1958, em Içara (SC), Caio é um artista autodidata que iniciou sua relação com a arte ainda na infância, desenhando e pintando com uma curiosidade quase lúdica, que permanece presente até hoje em sua produção. Essa aura de prazer e liberdade criativa atravessa as décadas e se reflete nas obras que compõem a mostra em Curitiba: jardins coloridos, fragmentos da Mata Atlântica, atmosferas figurativas e abstratas – sempre carregadas de sensibilidade, memória e contemplação.

Aos 22 anos, Caio mudou-se para o Rio de Janeiro, onde participou de exposições e foi reconhecido com o prêmio Artista de Barro pela Tapeçarte. Desde então, construiu uma carreira sólida e internacional, com passagens e mostras em Portugal, Grécia, Itália, França, Estados Unidos e Rússia, além de diversas cidades brasileiras.

Em 2018, estabeleceu-se nos Estados Unidos, inicialmente em Seattle, e depois em Miami, onde abriu uma galeria e ateliê. Ali, desenvolveu fases importantes de sua obra. Atualmente, mantém seu ateliê em Florianópolis, cercado pela Mata Atlântica, o que reforça ainda mais a conexão com a natureza que marca sua obra.

A exposição na Artestil apresenta 27 obras em tinta acrílica sobre tela e traz uma fase madura e introspectiva de Caio Borges, com a temática flores e uma atmosfera onírica. “No que pinto hoje é para onde vai meu pensamento”, afirma o artista em um dos textos que acompanham a mostra. “Cada pincelada é também um gesto de agradecimento à beleza da vida recomeçada”, explica.

O público poderá mergulhar nesse universo sensorial onde cor, poesia e memória se entrelaçam. A curadoria da exposição também destaca os poemas de Caio, que ampliam o entendimento de sua obra ao revelar sua relação profunda com o tempo, a natureza, a cultura brasileira e os ciclos da vida.

Em 2020, o artista doou mais de 180 obras de seu acervo pessoal ao município de Içara, sua cidade natal. A doação resultou na criação de um espaço cultural dedicado a ele, aberto permanentemente ao público, e que hoje integra o circuito artístico e educativo da cidade.

Ao completar 45 anos de ofício, Caio Borges oferece ao público curitibano um reencontro com a arte como forma de celebração da vida e da natureza. “Na pintura, se realizar é como terapia para descansar, sem a necessidade de análise, apenas deixando fluir o que vem de dentro”, reflete.

SERVIÇO
Exposição “Caio Borges – 45 anos de arte”
Abertura: Sábado, 26 de abril
Período: De 26 de abril a 11 de junho de 2025
Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira das 9h30 às 18h30, aos sábados das 9h30 às 13h30

Janna Reghini apresenta a exposição “Tayngava”

Artista cria obra original a partir de uma pesquisa com a arte dos povos originários do Brasil

Obras inspiradas pela arte indígena brasileira, este é o ponto de partida da exposição individual Tayngava da artista plástica Janna Reghini, que será aberta na próxima quinta-feira, dia 24, às 19 horas, na Galeria do Multiespaço São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Na ocasião serão expostas 25 obras, produzidas nos últimos três anos de sua pesquisa sobre a pintura de várias etnias brasileiras, com técnicas variadas em tamanhos diversos. A mostra tem entrada franca e pode ser visitada de terça a sábado, das 14 às 20 horas, e aos domingos das 14 às 18h, até o dia 25 de maio.
Janna Reghini conta que o nome da exposição “Tayngava” se refere a um tipo de grafismo indígena brasileiro. Sua intenção não é representar literalmente as etnias que ela pesquisou durante três anos, mas produzir com inspiração das pinturas de vários povos originários. “No meu trabalho, uso uma mistura de grafismos de várias etnias... são milhares de possibilidades. Os mais presentes visualmente são Asurini do Xingú, Kaiapó, Kadiweu, Marajoara entre muitas outras... É difícil citar todas pois são mais de 300 etnias hoje no Brasil e, diante de tantas possibilidades, tentei ao máximo não copiar o grafismo de uma etnia específica. Minha esperança é que, nas minhas pinturas e peças, as pessoas vejam a ‘ideia’ da arte indígena”.
O interesse pelo tema surgiu quando Janna participou de um documentário para o MAI-Museu de Arte Indígena. “Ali fiz uma imersão e descobri um mundo diverso demais.... me encantei. E claro, indo atrás das minhas raízes para ver o quanto me aproximo disso tudo”. A partir daí ela começou a pesquisar sobre as diferentes pinturas corporais, seus significados, funções e rituais. “A diversidade é enorme: tem grafismos funcionais e não funcionais, que falam de mitos, que representam posições ou que são só para embelezar. O legal é que todos eles refletem uma relação milenar entre os seres humanos e a terra, expressando visões de mundo muito profundas”, finaliza.

Serviço: Tayngava. Exposição individual da artista plástica Janna Reghini. Abertura quinta-feira, dia 24 de abril, às 18 horas, na Galeria do Multiespaço São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Visitação: de terça a domingo, das 14 às 20h (domingo até às 18h) até o dia 25 de maio.
Entrada gratuita.
Classificação indicativa: Livre.
Mais informações no site: tijolocwb.com.br/ ou Instagram: @tijolocwb

ExpoApras 2025 será a maior feira da história da Apras

A ExpoApras 2025 será um marco na história da Associação Paranaense de Supermercados (Apras), ao ocupar 100% do pavilhão do Expotrade Convention Center, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O evento, que será realizado nos dias 22, 23 e 24 de abril, terá uma área de vendas de 14 mil metros quadrados, tornando-se a maior feira já promovida pela associação.

Com o tema “Inovação e Tecnologia Conectando Gerações”, a ExpoApras 2025 busca refletir as demandas do cenário atual, apresentando soluções inovadoras e tecnologias que visam o fortalecimento do setor varejista. A feira contará com mais de 450 marcas expositoras, que estarão com condições especiais de negociação, lançamentos de produtos e tecnologias para o varejo.

O presidente da Apras, Carlos Beal, destaca a importância do evento para a concretização de negócios. “O foco principal da feira é a concretização de negócios, além de proporcionar relacionamentos e oferecer muito conteúdo de qualidade com palestrantes de renome, fóruns e painéis.”

A expectativa é de que a ExpoApras 2025 não apenas promova negócios, mas também crie um ambiente propício para a troca de ideias e o fortalecimento de parcerias. “Com um cronograma robusto de palestrantes e atividades programadas, o evento é uma oportunidade imperdível para os profissionais do varejo em busca de atualização e inovação”, completa o presidente.

Palestrantes confirmados
ZICO (Arthur Antunes Coimbra)
Tema: Ser Líder: Desafios e Oportunidades

Ana Beatriz Barbosa
Médica psiquiatra e autora de mais de 2,5 milhões de livros vendidos.
Tema: A problemática da saúde mental no Brasil e nas organizações

Dr. Juan Pablo Boeira
PhD em IA
Tema: Acorde para a IA: O futuro não perdoa os despreparados

Caito Maia
Fundador e empresário da Chili Beans
Tema: Empreendedorismo Ousado

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE EXPOSIÇÃO QUE EXPLORA A RELAÇÃO ENTRE PINTURA, NATUREZA E O IMPACTO AMBIENTAL DA PRODUÇÃO ARTÍSTICA

Mostra da artista Ciça Tucunduva tem visitação gratuita até 8 de junho

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 13 de abril a 8 de junho de 2025, a exposição Matéria ao Redor, de Ciça Tucunduva. A mostra reúne 11 obras produzidas a partir de 2023, refletindo as experimentações da artista com textura, cor, forma e espaço e explorando a relação entre pintura, natureza e o impacto da produção artística.

Para Ciça, sua pintura é voltada à sensação em vez da mera representação e suas obras encontram no diálogo entre cor e forma um gesto "familiar e cotidiano, situado entre o onírico e o incendiário". A série de monocromáticos apresentada na exposição marca uma nova fase em sua produção, caracterizada por uma abordagem mais complexa, diversificada e experimental.

As imagens criadas por Ciça, tanto figurativas quanto abstratas, nascem da observação da natureza a partir das janelas de seu ateliê e das paisagens do cotidiano. Sua transposição para a tela ocorre por meio da técnica do esgrafito, em que a forma se revela pela raspagem da camada superior de tinta com pincel ou espátula — o mesmo recurso explorado por artistas como Rodrigo Andrade e Miguel Bakun.

Além do impacto visual, o trabalho de Ciça estabelece um diálogo com a economia circular, refletindo sobre a geração de resíduos na produção artística. Esse conceito se manifesta em obras como o tríptico Relíquias (2024), em que restos de paletas de tinta em resina se transformam em objetos ovalados, evocando desde mapas mundi até porta-joias de veludo vermelho. “Essas peças guardam em si tudo aquilo que normalmente seria descartado na produção artística”, explica a artista. Segundo ela, “as resinas não polidas e o acúmulo de tinta gerado no processo são reaproveitados para dar origem a novas obras”.

Relíquias (2024)

Sobre a artista:
Ciça iniciou sua formação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro (RJ), em 2013. Desde então, participou de exposições coletivas e ocupações ao lado de nomes da cena carioca, como Marcela Cantuária. Agora, pela primeira vez, apresenta uma mostra inteiramente dedicada à sua obra.

Ciça Tucunduva em seu ateliê. Foto: Francisco Camolezi

45 anos da CAIXA Cultural
Os espaços da CAIXA Cultural se abrem para os diferentes modos de produzir, sentir, exibir e criar a partir das práticas artísticas em celebração às culturas brasileiras.

Com sedes em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a CAIXA Cultural articula uma rede de conexões e possibilidades para promover a arte pensada e produzida por e para o povo brasileiro.

Em 2025, a CAIXA Cultural celebra 45 anos de atuação como um espaço de fomento à cultura, promovendo a diversidade artística e o acesso à arte em todo o Brasil.

Em 1980, foi criada a primeira CAIXA Cultural em Brasília, iniciativa pioneira na valorização e no apoio à cultura de forma inclusiva, diversa, democrática e sustentável.

A CAIXA Cultural atua também na divulgação e preservação de um grande acervo artístico e na realização do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, promovendo o estímulo à reflexão e criatividade.

Culturar é viver grandes histórias com você.

SERVIÇO:

[Exposição] Matéria ao Redor
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Abertura: 15 de abril às 19h
Visitação: 16 de abril a 8 de junho de 2025
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação: Livre
Entrada gratuita
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

00:23

No dia 8 de abril, o Auditório Regina Casillo, no Solar do Rosário, será palco de um bate-papo exclusivo entre o renomado historiador Lira Neto e o acadêmico Ernani Buchmann. O evento integra a Série Literatura e Música, promovida pelo Solar do Rosário e pela Academia Paranaense de Letras.

A conversa, que terá início às 19h, propõe uma troca instigante de ideias, abordando temas de profundidade histórica e cultural.
O historiador Lira Neto, conhecido por suas importantes contribuições à literatura e à história do Brasil, será o grande destaque da noite, compartilhando seus conhecimentos e experiências com o público presente.

Este evento faz parte do "Plano Anual do Solar do Rosário", que conta com o apoio fundamental do UniBrasil. A presença da instituição é um reflexo de seu compromisso contínuo com a difusão da cultura e da educação superior de qualidade, incentivando debates e reflexões que envolvem diversos segmentos da sociedade.

Série Literatura e Música
Os participantes do evento terão a oportunidade de assistir a um debate enriquecedor e, ao final, receberão certificados de participação, emitidos pelo Solar do Rosário e pela Academia Paranaense de Letras. O evento é gratuito, oferecendo uma programação cultural de alto nível acessível a todos os interessados.

O UniBrasil reforça seu papel de apoio a iniciativas que valorizam a cultura local e o desenvolvimento do pensamento crítico, sempre buscando contribuir com a formação e o enriquecimento cultural da comunidade.
Vale ressaltar que o apoio do UniBrasil ao evento conta com a coordenação de Liana Leão e coordenação geral de Lucia Casillo Malucelli.

Serviço
Plano Anual Associação Cultural Solar do Rosário: Ernani Buchman recebe Lira Neto

· Onde: Auditório Regina Casillo
· Quando: dia 8 de abril, às 19h.

Sobre o Solar do Rosário:

Há mais de três décadas, o Solar do Rosário se destaca como um oásis de arte e cultura em Curitiba. Fundado por Regina de Barros Correia Casillo, o centro cultural oferece uma programação diversa e acessível para todas as idades. Em 2021, o Solar ganhou um novo espaço, ampliando suas possibilidades e consolidando-se como um polo cultural imperdível na capital paranaense.

O Auditório Regina Casillo, com capacidade para 300 pessoas e foco em eventos de música e literatura, já recebeu diversas orquestras e grandes nomes da música clássica. Recebe também, anualmente, o vencedor do aclamado Concurso Rainha Elisabeth da Bélgica, sempre com casa lotada. Apoia jovens talentos locais e realiza mensalmente contrapartidas sociais recebendo alunos e professores de escolas públicas para concertos didáticos.

O bate papo faz parte do projeto "Plano Anual Solar do Rosário" e é realizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, com patrocínio das empresas Oregon, Fertipar, Impextraco, Grasp, Supermercado Tozetto, Supermercado Festval, Cartório da Barreirinha, Grupo Servopa e Brose.

“Isso não, é arte!” celebra a força da arte urbana no Espaço de Arte Francis Bacon

Em foco na nova exposição, o graffiti instiga novas perspectivas sobre expressão, resistência e cor, criando um apelo envolvente que destaca o impacto da arte de rua no cenário expositivo.

Por Emanuelle Spack

No coração da cidade, onde as paredes contam histórias e as obras de arte são peças-chave dessa narrativa, nasce a exposição “Isso não, é arte!” assinada pelos artistas Anderson Afonso da Rosa e Márcia de Morais Tirapelli. De 1º a 29 de abril, o Espaço de Arte Francis Bacon recebe uma imersão vibrante no universo da arte urbana expandindo os limites do conceito tradicional de arte.

A mostra reúne graffiti, esculturas, instalações e telas em um verdadeiro manifesto visual que desafia convenções e amplia os horizontes sobre o que é – e o que deveria ser – considerado arte. “A arte de rua é um grito, uma assinatura do tempo e do lugar. Está viva, pulsa e incomoda. E incomodar também é arte”, provoca o artista plástico, tatuador e multiartista Anderson.

“Isso não, é arte!” convida o público a uma experiência sensorial e simbólica. Mais do que obras, o visitante encontrará histórias, identidade e resistência – impressas em cada traço, cor e textura. Sob os codinomes “Gata e Véio”, a dupla transforma o espaço expositivo em um reflexo da vivência de muitos artistas urbanos que encontram no graffiti e na intervenção visual suas formas de expressão. A mostra também homenageia nomes icônicos da cena street art, reforçando a importância da representatividade e da democratização da arte. Márcia, neuropsicóloga e artista, destaca a relevância sociocultural da exposição: “Muitas vezes, o graffiti é marginalizado e tratado como um ruído visual, quando, na verdade, é uma forma legítima de expressão. Com essa mostra queremos provocar a reflexão - quem define o que é arte?”.

O tema busca enaltecer a arte urbana, que, assim como outras formas de expressão artística, manifesta ideias, crenças, cultura e emoções. A exposição retrata um universo próximo ao cotidiano e à vivência da dupla, além de representar a realidade de muitos artistas que encontram poucos espaços para expressar sua arte. Assim, a mostra se torna uma plataforma para dar voz a diferentes talentos.

Sobre os Artistas:

Anderson Rosa é artista plástico desde 1995, explorando diferentes estilos como graffiti, pintura a óleo barroca e paisagismo em acrílico. Tatuador desde 2006 e proprietário do estúdio Old Tattoo e Piercing desde 2009, também é guitarrista da banda Fish’n Creepers. Já participou de diversas exposições, incluindo Pin Up e Famosos do Rock'n Roll Anos 50.

Márcia Morais Tirapelli é neuropsicóloga e apaixonada por arte desde a infância. Começou com acrílico, evoluiu para pintura a óleo e aprendeu técnicas de graffiti com Anderson Rosa. Seu amor pela arte urbana vem da adolescência, quando desenhava letras inspiradas no estilo do que via nas ruas. Hoje, tem murais espalhados por Curitiba e incorpora influências do horror, cinema, psychobilly, punk e hip hop ao seu trabalho artístico.

Serviço
🖼️Exposição “Isso não, é arte!”

🏘️Local: Espaço de Arte Francis Bacon – Ordem Rosacruz (AMORC)

🧭Endereço: Rua Nicarágua, 2453 - Bacacheri - 82515-260 - Curitiba, Paraná.

🎫Entrada: Franca

📅Data: de 01 até 29 de abril de 2025.

🕛Horário: de terça a sexta-feira das 13h30 às 17h.

⚠️*O Espaço não abre nos feriados.

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Curitiba ganha exposição fotográfica de Daniel Castellano em homenagem aos 332 anos da cidade

Mostra gratuita de um dos principais nomes da fotografia brasileira é sediada no NH Curitiba The Five e reúne imagens inéditas da capital paranaense

Reconhecido como o poeta dos cenários curitibanos, Daniel Castellano se destaca por registrar o cotidiano urbano com fotografias inspiradoras e ângulos geométricos inesperados. Para homenagear os 332 anos da capital paranaense, o fotógrafo, em parceria com o NH Curitiba The Five, promove uma nova exposição com 15 imagens que retratam diferentes perspectivas da cidade.

A mostra celebra o aniversário de Curitiba, comemorado em 29 de março. “A proposta da exposição é revelar uma cidade viva e pulsante, do calçadão da Rua XV de Novembro aos detalhes das festas étnicas promovidas pelos imigrantes que ajudaram a construir a identidade da capital. É uma seleção fotográfica dos últimos 10 anos, ilustrando a evolução da cidade”, explica Castellano. As imagens foram captadas ao longo dos anos pelo fotógrafo, reconhecido por seu olhar sensível sobre Curitiba. Entre 2017 e 2024, ele integrou a equipe de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba, documentando obras e eventos institucionais, o que contribuiu para a formação de um extenso acervo. Com atenção especial ao cotidiano, suas fotos registram cenas espontâneas, como crianças brincando, pessoas contemplativas e momentos sutis de interação nas praças e ruas da cidade.

"Oferecer acesso livre à arte é uma excelente oportunidade para enriquecer o dia de quem passa pelo nosso hotel, sejam colaboradores, hóspedes ou frequentadores do complexo. É gratificante abrir espaço para artistas locais, como Castellano. Suas fotografias são inspiradoras e únicas”, destaca o diretor do NH Curitiba The Five, Antonio de Albuquerque.

A exposição ficará em exibição até 11 de abril no lobby do hotel. As obras também estarão disponíveis para compra.

Serviço:

Exposição - Daniel Castellano

Local: NH Curitiba The Five — Rua Nunes Machado, 68 - Batel | Curitiba/PR

Datas: de 28/03 a 11/04

Valor: entrada gratuita

Mais informações: @nhhotelsbrasil ou www.nh-hoteles.pt/

SOBRE NH HOTELS

NH Hotels é a marca de luxo do NH Hotel Group, destacada por seus hotéis modernos e singulares em localizações perfeitas na Europa e na América Latina, que se conectam facilmente com as cidades e bairros. Cada NH Hotel é cuidadosamente projetado para oferecer uma experiência confiável que sempre atenderá às expectativas dos hóspedes. Seu estilo descontraído, urbano e fresco faz deles um marco para se hospedar, trabalhar e interagir agradavelmente fora de casa. Quer os viajantes visitem os NH Hotels a negócios ou a lazer, esses hotéis oferecem a seus hóspedes um serviço caloroso e excelente para garantir uma estada perfeita e prática, com uma boa relação custo-benefício. Eles estão prontos para atender adequadamente às necessidades dos hóspedes, felizes em ir além, para que as estadas dos hóspedes sejam sempre um prazer.

ARTEFACTO BEACH & COUNTRY APRESENTA INSTALAÇÃO “TESSITURAS DO TEMPO”, DE TIDA RICCO

Crédito IAra Morselli (1).JPG

A Artefacto Beach & Country recebe uma instalação inédita da artista visual Tida Ricco, trazendo para sua vitrine uma obra que traduz memórias, afetividade e a força do fazer manual. Com um trabalho que emaranha histórias, tecidos e formas orgânicas, Tida constrói narrativas visuais inspiradas em sua própria trajetória, onde a arte se entrelaça ao tempo, à ancestralidade e ao cotidiano.

Com curadoria do Sergio Gonçalves, a instalação dialoga com sua pesquisa artística, marcada pelo conceito de um “dossiê em forma de colcha de retalhos”, no qual fragmentos de vivências se alinham como fios invisíveis entre passado e presente. Suas esculturas e rendilhados carregam a sensibilidade de quem cresceu observando as mãos habilidosas da avó tecendo crochê e a mãe trabalhando com fios de seda – memórias que, ao longo dos anos, foram ressignificadas em sua arte. Seus casulos, formas entrelaçadas e texturas evocam o tempo, o acolhimento e a delicadeza do artesanal, trazendo um olhar poético sobre a materialidade.

Ao ocupar a vitrine da Artefacto Beach & Country, a instalação de Tida Ricco se funde ao universo do design contemporâneo, revelando a harmonia entre arte e mobiliário. Uma composição que reflete identidade, inovação e um olhar atento para a atemporalidade – valores que também definem a trajetória da Artefacto.

A exposição pode ser visitada na loja Artefacto Beach & Country, onde os visitantes poderão experimentar essa fusão de estética e memória, e mergulhar no universo da artista.

Serviço:

📍 Local: Artefacto Beach & Country

📅 Data: 10.03 a 05.04

📌 Endereço: Avenida Brasil, 1823

Entrada Gratuita

Seg-Sex, das 10h às 19h. Sáb, das 10h às 18h

A Artefacto Beach & Country recebe uma instalação inédita da artista visual Tida Ricco, trazendo para sua vitrine uma obra que traduz memórias, afetividade e a força do fazer manual. Com um trabalho que emaranha histórias, tecidos e formas orgânicas, Tida constrói narrativas visuais inspiradas em sua própria trajetória, onde a arte se entrelaça ao tempo, à ancestralidade e ao cotidiano.

Com curadoria do Sergio Gonçalves, a instalação dialoga com sua pesquisa artística, marcada pelo conceito de um “dossiê em forma de colcha de retalhos”, no qual fragmentos de vivências se alinham como fios invisíveis entre passado e presente. Suas esculturas e rendilhados carregam a sensibilidade de quem cresceu observando as mãos habilidosas da avó tecendo crochê e a mãe trabalhando com fios de seda – memórias que, ao longo dos anos, foram ressignificadas em sua arte. Seus casulos, formas entrelaçadas e texturas evocam o tempo, o acolhimento e a delicadeza do artesanal, trazendo um olhar poético sobre a materialidade.

Ao ocupar a vitrine da Artefacto Beach & Country, a instalação de Tida Ricco se funde ao universo do design contemporâneo, revelando a harmonia entre arte e mobiliário. Uma composição que reflete identidade, inovação e um olhar atento para a atemporalidade – valores que também definem a trajetória da Artefacto.

A exposição pode ser visitada na loja Artefacto Beach & Country, onde os visitantes poderão experimentar essa fusão de estética e memória, e mergulhar no universo da artista.

Serviço:

📍 Local: Artefacto Beach & Country

📅 Data: 10.03 a 05.04

📌 Endereço: Avenida Brasil, 1823

Entrada Gratuita

Seg-Sex, das 10h às 19h. Sáb, das 10h às 18h

Peças milenares, Andy Warhol, Tarsila do Amaral; conheça as raridades do acervo do MON

Maior museu de arte da América Latina abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de coleções asiática e africana. O acervo é de aproximadamente 14 mil obras de arte.
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Está no acervo do MON a serigrafia “The Shadow” (1981), de Andy Warhol, artista plástico americano e principal nome do movimento Pop Art
Foto: Gabriel Rosa/AEN

Qual é a menor e a maior obra do acervo do Museu Oscar Niemeyer (MON)? E a mais antiga? Você sabe, por exemplo, qual poderia ser considerada a mais rara ou artisticamente valiosa?

O MON é o maior museu de arte da América Latina e abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de coleções asiática e africana. São mais de 35 mil metros quadrados de área construída e um respeitável acervo com aproximadamente 14 mil obras de arte.

Embora projetado em 1967 para ser a sede do Instituto de Educação do Paraná, o edifício principal que hoje abriga o MON passou a ser utilizado para sediar algumas secretarias estaduais assim que inaugurado na década de 1970.

Em 2001, a área foi transformada em museu. O prédio antigo passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho (devido ao seu formato arquitetônico). Inicialmente batizado de NovoMuseu, o MON foi inaugurado em 22 de novembro de 2002.

Saiba algumas curiosidades sobre os edifícios, ambos projetados pelo Oscar Niemeyer, figura-chave da arquitetura moderna e um dos responsáveis pelo projeto da capital federal Brasília, bem como da coleção permanente da instituição:

OBRAS MAIS ANTIGAS
A obra mais antiga do acervo do MON faz parte da coleção asiática, doada ao Museu em 2018, e que conta com aproximadamente 3 mil peças, algumas datadas de 3 mil anos antes de Cristo. Mas se olharmos apenas para o setor pictórico do acervo, a obra mais antiga é o grafite sobre papel “Floresta do Litoral Paranaense” (1901), do artista Guilherme William Michaud.

OBRAS MAIS RARAS
Entre as obras mais raras ou artisticamente valiosas está o óleo sobre tela “Cena de Mar” (sem data), do artista paranaense Miguel Bakun - artista cuja obra será exposta na exposição “Miguel Bakun: O Olhar de uma Coleção”.

Também podem ser destacados o grafite sobre papel “Autorretrato Sentada” (1923), de Tarsila do Amaral, um dos principais nomes do modernismo no Brasil, e a serigrafia com pó mineral diamante sobre papel “The Shadow” (1981), de Andy Warhol, artista plástico americano e principal nome do movimento Pop Art iniciado nos anos 1960 nos Estados Unidos.
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Foto: Gabriel Rosa/AEN

OBRA DE MENOR E MAIOR TAMANHO
No quesito tamanho, dentro de setor pictórico do acervo, a menor obra é o nanquim sobre papel “Paisagem na Janela (apart hotel Paineira – Curitiba), da série diário gráfico” (1984), com 8 x 8,7cm, da artista Didonet Thomaz. A maior é a pintura encaustica sobre madeira “Paisagem Deslocada” (2006), de Marcus André, com 3,2 x 13,2m.

JARDINS DE INVERNO
Os jardins de inverno do prédio antigo do MON são uma solução encontrada por Oscar Niemeyer para que o interior do edifício - que contém fachadas cegas - ganhasse iluminação natural. Isso permitiria que as salas de aula, segundo o projeto original para o Instituto de Educação, se ligassem com o exterior, recebendo a iluminação e ventilação necessária, mas sem a ocorrência de ruídos, o que poderia perturbar os alunos.

VÃO LIVRE
O famoso vão livre do MON foi projetado para ter 100 metros, mas acabou sendo construído com 65 mestros, o que o colocava, quando inaugurado (1978), como o segundo maior do Brasil, atrás apenas do Museu de Arte de Sçao Paulo (Masp), que tem 74 metros. O vão livre foi possível graças a uma viga protendida criada com cabos de aço importados da Suíça.

Atualmente, a Biblioteca Latino Americana Victor Civita, no Memorial da America Latina, em São Paulo, também arquitetada por Oscar Niemeyer, possui um vão livre de 90 metros de extensão, sendo, provavelmente, o maior vão livre da América Latina. Outro recorde do arquiteto Oscar Niemeyer nesse assunto é o maior vão livre flutuante do mundo, o Palácio Tiradentes, sede do governo estadual de Minas Gerais, com 147,50 metros.
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Foto: Gabriel Rosa/AEN

ESTILO
Apesar de a aparência do edifício antigo remeter às características do Brutalismo, estilo desenvolvido a partir da década de 1950 e que defende a visão natural da estrutura, dispensando ornamentações, a produção de Niemeyer não se enquadra nesse estilo.

A Escola Paulista de Arquitetura, encabeçada pelo arquiteto curitibano Vilanova Artigas, outro nome referência da arquitetura modernista no país, foi a que mais trabalhou com o Brutalismo. Oscar Niemeyer, por sua vez, da Escola Carioca de Arquitetura e influenciado pelo francês Le Corbusier - um dos principais nomes da arquitetura do século XX - segue outras vertentes, sendo sua produção melhor inserida no International Style. Há, contudo, na produção de Niemeyer do final da década de 1960, características que se assemelham ao Brutalismo, como o concreto aparente e monobloco.

No edifício que abriga o MON, há ainda a iluminação zenital, vão livre e balanço amplo (extremidades suspensas), tais características forçam pesquisadores a encontrar um possível entrelaçamento de estilos, a buscar semelhanças que qualifiquem e aproximem a obra de Niemeyer com o Brutalismo.

MAIOR PÚBLICO
Em 2024, o Museu Oscar Niemeyer registrou o maior público de sua história: 712.196 pessoas. O número é 41% superior ao total de 2023, que havia sido de 503 mil visitantes. Nos últimos três anos, o MON vem numa curva ascendente, superando seus próprios recordes anteriores. Do total de 2024, 75% foram ingressos gratuitos.

Noites musicais no Espaço SFco 179

O espaço Multieventos da SFco 179 (Rua São Francisco 179 – Centro Histórico) oferece ao público duas noites musicais com os projetos “SOM Francisco Jazz” e “SOM Francisco brasilidades” todas as terças e quintas, a partir das 19h30, com entrada franca.
Às terças é a noite do jazz com Jazzbop Trio que promove uma jam session e bebop no jardim do Tijolo, com apoio cultural da vinícola Gheller (RS), com dois rótulos de suas novas safras, das uvas Chardonnay e Pinot noir, oferecidos à preços promocionais na noite do evento. O menu fechado também é uma opção nas noites de jazz. O Jazzbop é um grupo de jazz que tem no repertório clássicos dos grandes nomes do gênero como Charlie Parker, Miles Davis, John Coltrane, Wayne Shorter, Joe Henderson, Clifford Brown entre outros.
Nas sextas, o é a vez do “brasilidades” com cerveja e música brasileira da melhor qualidade para harmonizar a noite. Em cada edição um DJ apresenta sua pesquisa musical de brasilidades, tocando no jardim do espaço. A cervejaria “ØL Beer” - local e artesanal - é a apoiadora do projeto, e traz 5 torneiras de chopp para apresentar suas novas cervejas, com três lançamentos e dois rótulos já comercializados na Tijolo.
E nesta sexta-feira, dia 14, sexta-feira, acontece a palestra e bate papo com Toco Lenzi: “do Brasil ao Quirguistão de motocicleta”. São 54 mil quilômetros e 12 países viajando sobre duas rodas, e a experiência do aventureiro será trazida num bate papo cheio de histórias, momentos, fotos e vídeos.

Serviço:
SOM Francisco Jazz – com o Jazzbop Trio
Terças-feiras – dias 11, 18 e 25 das 19h30 às 22h. No repertório standards do jazz.

SOM Francisco brasilidades - Sextas-feiras – dias 14, e 21 das 19h às 22h. DJs apresentam o projeto brasilidades.

Do Brasil ao Quirguistão de motocicleta – Bate-papo com Toco Lenzi – Sexta-feira (14), às 19 horas. Evento com entrada colaborativa.

Espaço SFco 179 – Rua São Francisco, 179 – Centro Histórico
Mais informações: sfco179.com.br
Whats Tijolo 41 98871 0497
Em caso de chuva os eventos acontecem no espaço interno.