Abluba: uma animação de Curitiba para o mundo

Um case de sucesso que nasceu no Paraná

Com mais de um bilhão e seiscentos milhões de visualizações no Youtube, o canal de animação Abluba é um fenômeno da internet. Por trás desses números está a família de J. Anderson – O Sr. Abluba – e suas filhas Ravena e Fernanda que moram em Curitiba e trabalham incansavelmente para dar vida e alma aos personagens Mongo e Drongo (duas criaturinhas de 11 anos que vivem diversas aventuras em episódios inéditos que vão ao ar três vezes por semana). A equipe de criação familiar e colaboradores é a responsável pelo roteiro, desenhos e dublagem do desenho animado mais popular do Youtube, que conquistou uma legião de fãs – os ablubanautas – que hoje chega a 3.5 milhões de inscritos no canal.
Os primeiros traços de Mongo e Drongo surgiram no ano 2000 quando J. Anderson fazia animações com flash e criou o site Cartoon Show para dar vida aos seus personagens. Ele conta que o resultado foi amadurecendo ao longo dos anos. E, o que no início era um “teste de animação”, aos poucos foi ganhando forma definitiva com histórias bem divertidas voltadas sempre para as crianças.
A partir de 2007 quando lançou o episódio chamado “Drongo se diverte", J. Anderson percebeu que, o que era um hobby, poderia ganhar contornos profissionais. Seu vídeo foi selecionado para o Anima Mundi Web e para o Festival de Animação de Córdoba. E, com o reconhecimento, abriram-se as primeiras portas para o mundo da animação. O site cresceu e ele percebeu que a semente que plantou começou a germinar. Foi um divisor de águas.
E assim – com episódios esporádicos - J. Anderson foi até 2016 quando resolveu encerrar o site Cartoon Show e migrar de vez com seus personagens para a plataforma do Youtube. Nesse momento, o desenhista e roteirista virou o “Sr. Abluba”. Sim, quando J. Anderson fez a mudança de site, ele “batizou” sua nova página com o nome “Abluba”. “É uma palavra que eu inventei. Nome fácil e curtinho, com sonoridade infantil”. Simples assim.
Se nos primeiros anos J. Anderson não conseguia viver exclusivamente da animação, sua principal fonte de renda era prestar serviço de design por encomenda, tudo mudou em 2019. Foi nesse ano que, o agora Sr. Abluba, passou a se dedicar em tempo integral a sua animação, postando um vídeo todos os sábados, ao meio-dia. “Com uma equipe reduzida, eu e minha duas filhas, Ravena e Fernanda, respondíamos todos os comentários do público e criávamos o episódios observando o que estava funcionando”.
Desde o início o canal Abluba criou a missão de ser fiel e atender o público. “O segredo do negócio é fazer rir, ouvir e respeitar o público infantil”. E deu certo. Os primeiros sinais surgiram após o lançamento do filme “A Guerra Civil”, da Marvel. Nessa ocasião foi feito um episódio em que o Mongo e Drongo “atuaram” ao lado dos personagens do filme. O resultado da audiência foi espetacular. “As crianças adoraram e começaram a escrever para a página pedindo outras participações especiais nas histórias de Mongo e Drongo. E, atendendo a esses pedidos, incluímos os personagens de games como Sonic, Mario e até do jogo de terror Five Nights at Freddy’s (esse a gente infantilizou e desenhou os personagens mais fofinhos para não assustar...). Isso foi alimentando nossas ideias e aumentando a audiência da página que chegou a 100 mil inscritos”, lembra o Sr. Abluba.
A pandemia do Coronavírus acabou impulsionando ainda mais a página de animação do Abluba no Youtube. Isso porque, com as crianças em casa, elas começaram a assistir mais histórias de Mongo e Drongo que passaram de uma audiência de 38 milhões para mais de 86 milhões de views mensais. O resultado animou o Youtube que percebeu o crescimento e passou a sugerir a Abluba para mais pessoas.
Ao longo de 2021 alguns episódios chegaram a marca impressionante de 40 milhões de views. E a página saltou de 100 mil inscritos em 2019 para chegar em 2022 com três milhões e meio de inscritos. Hoje no Youtube nacional, o Abluba está em primeiro lugar nas páginas de animação e se tornou uma referência dentro do segmento.
Desde 2020 o Abluba começou a investir no licenciamento de produtos com a marca Mongo e Drongo. “É o nosso próximo passo. Já identificamos que foram criados alguns produtos piratas por isso, e pela demanda do nosso público infantil, começamos o licenciamento de bonecos, camisetas, jogos. Nós precisamos cuidar da qualidade já que quem vai consumir esses produtos são as crianças. A primeira leva dos brinquedos - bonecos, quebra-cabeças, dominós e os cenários para brincar com os bonecos – esgotaram rápido. Esse ano nós vamos ampliar esse licenciamento. A ideia é, em breve, impulsionar uma nova linha infantil de produtos oficiais e, além dos brinquedos e camisetas, vamos investir em HQs, livro infantil ilustrado e até jogos para celular”, finaliza o Sr. Abluba.

Jaca torta! O universo de Mongo & Drongo

Sucesso do Youtube, os principais personagens criados pelo Sr. Abluba nasceram no ano 2000: Mongo e Drongo surgiram a partir de um teste de animação e aos poucos foram ganhando forma e personalidade. Se no início eles tinham uma pegada mais escatológica e masoquista, ao longo de mais de duas décadas houve uma evolução na personalidade dos dois amigos, que aconteceu, principalmente, em função da comunicação com o público infantil. Hoje eles agem como as crianças querem e são. “Existe uma sinceridade na relação das crianças com os personagens – como acontece na vida real. Elas se identificam e aprendem junto com eles”, conta o criador do desenho.
Desde o início o desenhista e roteirista trabalhou Mongo e Drongo com as teorias de variedade. “Eu buscava a diversidade dos personagens: pele, os olhos, feições, sobrancelhas, nariz... para marcar as diferenças”. Eles estão sempre grudados – um em cima da cabeça do outro -, e por isso veio a ideia de colocar o nome de um deles como “Mongo” – que é um sujeito meio bobo – e aquele que fica por baixo ganhou o nome de “Drongo” porque... rimou.
Sr. Abluba esclarece que eles não são irmãos, são amigos. E a origem dos dois é urbana e provinciana, ao mesmo tempo. Ele lembra que sempre gostou de inventar nomes e histórias para suas filhas Ravena e Fernanda. Assim, o vocabulário de Mongo e Drongo também tem expressões próprias, criadas por ele, como “Jaca Torta” e “Aduíde”, que significam uma coisa chata ou boa, respectivamente.
“Em 2006 eu me incomodei num episódio que o Mongo falava ‘droga’ quando ficou brabo. E busquei uma alternativa, e inventei o “jaca torta” – uma expressão usada em situações que dão errado ou para alguma frustração. E, para o Drongo, inventei a palavra ‘aduíde’ que significa o ‘oba’. O engraçado é que o público que assiste as histórias já usa essas expressões”.
Para o Sr. Abluba é preciso estar sempre atento no feedback das crianças. No início dos episódios o Drongo era masoquista e gostava de apanhar, mas isso mudou. “A gente vai aprendendo com o público e vamos na busca pelo que é mais saudável. Lembramos sempre que nosso canal é para fazer rir. Por isso, quando recebi um comentário de alguém que caiu, machucou o joelho, e disse ‘aduíde’, vi que precisava mudar. Uma criança não pode se machucar e ficar feliz. Então alterei essa característica masoquista do Drongo que passou a ter 11 anos e não gostar mais de se machucar”.
Com um público voltado principalmente para crianças na faixa de 7 anos, muitas vezes ele recebe mensagens das mães pedindo moderação na linguagem de “Mongo” e “Drongo”, pois seus filhos estão começando a falar. “Num episódio a gente usou a palavra ‘praga’ e algumas mães se incomodaram. Então também fazemos ajustes na fala dos personagens ao longo da nossa trajetória”, explica o Sr. Abluba.
Por outro lado, a dupla de amigos órfãos continua aprontando situações que muitas vezes servem para mostrar ao seu público o que não fazer, principalmente em relação a higiene. “Num dos episódios eles encontram um ratinho e uma barata que viram bichinhos de estimação. Eles colocam o ratinho e a barata na boca e mastigam. Nessa hora o narrador fala que eles podem ficar doentes ir para o hospital. E as crianças percebem que eles não são heróis, pois nas mensagens que recebemos elas adoram chamar o Mongo de Tongo”, conta o criador dos personagens.
E com uma imensa legião de fãs, ou melhor de Ablubanautas, Mongo e Drongo estão abrindo espaços para outras criações do Sr. Abluba: a Aranha Pôpo (uma aranha que não consegue fazer teia e tem gases...), o Homem Coberta (um cara que acordou um dia e virou uma coberta com cabeça de gente) entre outras criações. Para acompanhar todas as aventuras de Mongo e Drongo é só acessar a página da Abluba no Youtube: https://www.youtube.com/c/abluba. Semanalmente são disponibilizados três episódios inéditos nas segundas, quartas e sextas, às 18h30. Mas na página é possível assistir tudo que Mongo e Drongo já passaram, desde o começo.

FAROL DE HISTÓRIAS – CONTOS PARA ACENDER A CACHOLA

Programa de Incentivo à Leitura disponibiliza gratuitamente vídeos com contação de histórias e rodas de leitura. Destinado ao público com idade entre 5 e 12 anos, o objetivo é aproximar as crianças do universo literário com gosto e diversão.

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Foto:Lucas Rachinski

Farol de Histórias – Contos para Acender a Cachola é um Programa de Incentivo à Leitura realizado pela Travessia – Arte e Educação com 46 episódios em vídeo que estão disponíveis, gratuitamente, no site www.faroldehistorias.com.br . Basta acessar! São 23 episódios com contação de histórias que apresentam contos da literatura oral brasileira narrados por Vinícius Mazzon. E mais 23 episódios com rodas de leitura, nos quais Michelle Peixoto apresenta uma seleção primorosa de livros infantis de autores brasileiros e estrangeiros. O repertório inclui ainda literatura africana e autores indígenas do Brasil.

Nestas rodas em vídeo, além da leitura das obras, Michelle conduz o espectador com perguntas e reflexões. O programa é destinado ao público da faixa etária entre 5 e 12 anos e visa contribuir para que as crianças se aproximem do universo literário com gosto e diversão. Também busca servir de apoio a pais e professores que pretendem apresentar a literatura para seus filhos e alunos de forma prazeirosa.

A novidade já está sendo noticiada nas escolas da rede pública de ensino de Curitiba e nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI) para que os alunos tenham acesso ao material, os vídeos também serão disponibilizados no canal da TV Escola Curitiba no Youtube.

“Essa recepção positiva nos deixou muito felizes, pois garante que um grande número de crianças terá acesso ao conteúdo que criamos com tanto carinho. É um repertório literário escolhido com esmero, que certamente irá aproximar um pouco mais as crianças curitibanas da literatura infantil”, comemora Vinícius, idealizador e mediador do projeto.

Outra forma de ver os vídeos é pelo Canal Parabolé, (https://www.youtube.com/user/paraboleCuritiba/videos), todo sábado pela manhã tem lançamento de vídeo novo por lá. “O canal tem quase 100 mil inscritos, em sua maioria educadores e crianças, exatamente o público que procuramos atender, conta.

O projeto também irá disponibilizar para a Secretaria de Educação uma Oficina Literária gravada em vídeo, na qual é explicada a metodologia utilizada nas ações de incentivo à leitura para crianças. “A ideia da oficina é ajudar as professoras e os professores que se dedicam à literatura, oferecendo algumas ferramentas úteis em sala de aula”, explica Michelle, também idealizadora e mediadora do projeto.

“Ao apresentarmos histórias da tradição oral, inserimos as crianças no universo narrativo através da imaginação e da fantasia ativa. Esse é o primeiro passo para despertar o interesse dos pequenos leitores na leitura propriamente dita, que exercitamos nas rodas de leitura, com textos cuidadosamente escolhidos para conquistar essa faixa etária. Não se pode subestimar a capacidade crítica dos leitores iniciantes, pelo contrário; se desde cedo os estimulamos com variedade e qualidade de textos e de imagens (sim, as ilustrações também são muito importantes na Literatura Infantil), e com perguntas que promovam a reflexão e a capacidade de expressar suas impressões, as crianças pouco a pouco criam um vínculo com o objeto livro e com a sua linguagem literária e visual. É isso que tentamos oferecer neste projeto”, conclui.

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Foto: Lucas Rachinski

Farol de Histórias – Contos para Acender a Cachola foi realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba e conta com incentivo do Instituto Joanir Zonta – Rede Condor.

Michelle Peixoto e Vinícius Mazzon são os idealizadores e mediadores do projeto. Ela é pedagoga e desenvolve trabalhos como esse há mais de 10 anos. Ele é integrante da Associação Malasartes, da Travessia – Arte e Educação e do Trio Dedo de Prosa, com os quais já circulou com apresentações de teatro e narração de histórias por diversas regiões do país.

Contato:

Produção
Vinícius Mazzon
41 99622 2829
viniciusmazzon@gmail.com

NÚCLEO DE PROJETOS AUDIOVISUAIS (NPA) PROMOVE MESA REDONDA SOBRE CINEMA PARANAENSE.

O evento será online, gratuito e pretende discutir o cenário e as perspectivas da área.

O Núcleo de Projetos Audiovisuais de Curitiba (NPA) está encerrando a edição de 2021 com uma mesa redonda (online) sobre o Cinema Paranaense: cenários e perspectivas. O evento será dia 26 de março (sábado), das 10h às 12h, via Google Meet. A participação é gratuita, mas estará sujeita à lotação da sala virtual, por isso é necessário fazer inscrição pelo site: https://tambormultiartes.com/mesa-redonda-cinema-paranaense-cenarios-e-perspectivas/

Como conquistar cada vez mais mercados internos e externos de forma consistente e estruturada? Compreendendo que avanços acontecem a partir de ações que unam mercado e produção, formação e pesquisa, política e representatividade o NPA reúne nesta mesa redonda profissionais desses três fronts de atuação.

O encontro terá a participação do produtor Antonio Gonçalves Junior, do professor e diretor Eduardo Baggio e da distribuidora e produtora audiovisual Paula Gomes, com a mediação do coordenador do Núcleo, Marcelo Munhoz.

Os desafios e oportunidades no mercado da produção de conteúdo, o cenário do ensino de cinema e audiovisual no Brasil, a partir das perspectivas de cursos de graduação e pós-graduação e a atuação da Associação de Cinema e Vídeo do Paraná (AVEC-PR) são alguns dos assuntos que serão abordados no evento, bem como a interação entre produção, pesquisa e a atuação política na promoção do desenvolvimento de projetos e da área audiovisual como um todo.

“O ano de 2021 foi de grandes desafios, mas também de conquistas inéditas para o cinema paranaense. Ao lado do desmonte de políticas públicas de incentivo à produção, vimos a ascensão definitiva do streaming e a presença crescente dos filmes do estado em premiações e festivais nacionais e internacionais. Também vimos a formação na área ganhando mais demanda e espaço, com novos cursos de graduação e pós-graduação, e a renovação de iniciativas de fomento, além da percepção crescente do valor das entidades de representação política. Esta mesa redonda traz a possibilidade de encontro e de ampliação do diálogo na área para que ela se torne ainda mais potente e inclusiva”, declara Munhoz, coordenador do NPA.

Sobre os participantes

Antonio Gonçalves Junior
Mais de 13 anos de experiência no mercado cinematográfico. Produziu os filmes: Deserto Particular (Giornate degli Autori Veneza), Ferrugem (Sundance, Melhor Filme Festival de Gramado), Para minha amada morta (7 prêmios Festival de Brasília, Zenith de Prata em Montreal, San Sebastian), Circular (Festival do Rio), A gente (Prêmio da ONU no Dok Leipzig) Zona Árida (Menção Especial no Dok Leizpig), A mesma parte de um homem (Prêmio Helena Ignez na Mostra de Tiradentes), Jesus Kid (Gramado), Pátio (Cannes), O Estacionamento (Melhor Curta Festival do Rio), A Fábrica (Oscar shortlist, Menção Especial Clermont Ferrand), Ainda Ontem (Clermont Ferrand), Tarântula (Veneza). Participou do Talents Berlinale 2018. Produziu a coprodução Portugal-Brasil-Moçambique Avó Dezenove e o Segredo do Soviético e o longa Nunca Nada Aconteceu (Portugal-Bélgica-Brasil) e três novos longas e uma série para os próximos meses. Também é Fundador e Diretor Artístico do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.

Eduardo Baggio

Professor do Bacharelado em Cinema e Audiovisual e do Mestrado em Cinema e Artes do Vídeo, ambos da Unespar. Colíder do grupo de pesquisa Cinecriare (Unespar/CNPq). Membro do ST Teoria de Cineastas da Socine e do GT Teoria dos Cineastas da AIM. Publicou textos em revistas como Cine Documental, Aniki, Doc Online, Vazantes e Cognítio. É um dos organizadores dos livros Teoria dos Cineastas (Vols.1, 2 e 3) e do livro Cineastas do Paraná: Primeiros Tempos. Entre seus filmes destacam-se A Alma do Gesto (2020), João & Maria (2016) e Santa Teresa (2014).

Paula Gomes

Distribuidora e produtora audiovisual, graduada em Marketing pela FGV, é co-fundadora da Olhar Distribuição, onde lançou no circuito comercial brasileiro mais de 20 filmes nacionais e estrangeiros. Atuou na produção executiva de curtas, longas e conteúdos para televisão. Coordenou o Escritório Regional Sudeste da Linha de Produção de Conteúdos Destinados às TVs Públicas de 2014 a 2016. É presidenta da gestão 2021/2022 da AVEC/PR (Associação de Cinema e Vídeo do Paraná).

Mediação

Marcelo Munhoz

Produtor, diretor, preparador de elenco e professor em cinema. Formado em Jornalismo pela UFPR, é mestre em Filosofia PUCPR, onde é professor nos cursos de Cinema e Teatro e coordenador da pós-graduação em Cinema e Produção Audiovisual. Criador de projetos audiovisuais de impacto na cena regional, como o Projeto Olho Vivo, o Minha Vila Filmo Eu, o Ficção Viva, o Cinema nos Faxinais e o Núcleo de Projetos Audiovisuais de Curitiba. Dirigiu o documentário de longa-metragem “A Grande Nuvem Cinza” (2016), ganhador do Grande Prêmio do Júri do 6º Family Film Project – Festival Internacional do Porto (Portugal).

Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivo: Barigui Veículos e Heads.

SERVIÇO:

Mesa Redonda (online)

CINEMA PARANAENSE: CENÁRIOS E PERSPECTIVAS.

Data e Horário: 26 de março (sábado), das 10h às 12h

Participantes: Antonio Gonçalves Jr, Eduardo Baggio, Paula Gomes, e Marcelo Munhoz.

Local: Google Meet

Inscrição: https://tambormultiartes.com/mesa-redonda-cinema-paranaense-cenarios-e-perspectivas/

Quanto: Gratuita, com vagas limitadas.

Realização: Tambor Multiartes

CONTATOS:

Produção e Coordenação

Marcelo Munhoz

41 99903 5516

Vivian Britsch

41 98414 4004

Bruna Junskowski

41 99526 0791

Marianna Holtz

41 99811 0212

contato@tambormultiartes.com

https://www.facebook.com/npacuritiba/

instagram: @npacuritiba

João Turin tem a obra Homem-Pinheiro em exposição do Sesc 24 de Maio, em São Paulo

Obra de João Turin no Sesc 24 de maio em SP - foto Drika Alves(1).jpg
Foto: Drika Alves

O artista João Turin (1878-1949) integra a exposição “Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil”, que está em cartaz no Sesc 24 de Maio, Centro de São Paulo. A mostra reflete sobre a noção de arte moderna no Brasil para além da década de 1920 e do protagonismo muitas vezes atribuído pela história da arte a São Paulo, reunindo obras de vários estados brasileiros, nas mais diversas linguagens. A entrada é gratuita.

A obra escolhida é o baixo relevo “Homem-Pinheiro”, uma das mais icônicas do artista. A consultora Fernanda Pitta explica que na pesquisa realizada, a equipe de curadores já tinha conhecimento da obra de João Turin por meio de uma exposição que esteve em cartaz na Pinacoteca de São Paulo em 2016. Segundo ela, a curadoria observou em Turin “um certo projeto moderno ligado ao regionalismo”, fazendo referência ao Paranismo como ideia de renovação das artes modernas no estado, focado em uma negociação com aspectos locais e regionais

“Nós selecionamos a obra ‘Homem-Pinheiro’ por nos parecer uma das mais representativas desse esforço do João Turin de criar uma linguagem dentro do campo da escultura que dissesse respeito a esse contexto regional paranaense, fazendo isso numa linguagem experimental dentro da escultura, que relaciona passado e presente, faz referência ao Homem Vitruviano, mas ao mesmo tempo atualiza essa imagem com a figura dessa simbiose com a natureza a partir do pinheiro. Por esse motivo nós selecionamos a obra do João Turin para integrar a exposição”, comenta.

A mostra integra o projeto Diversos 22, do Sesc São Paulo, que celebra o centenário da Semana de Arte Moderna e o bicentenário da Independência, refletindo criticamente sobre as diversas narrativas de construção e projeção de um Brasil, e traz cerca de 600 obras de 200 artistas, como Lídia Baís, Mestre Zumba, Genaro de Carvalho, Anita Malfatti, Tomie Ohtake, entre outros.

Serviço:
Exposição “Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil”
Datas e horários: A exposição pode ser visitada até 07/08, de terça a sábado das 10h às 20h, e nos domingos e feriados das 10h às 18h.
Local: Sesc 24 de Maio (Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – SP)
Classificação livre
Entrada gratuita

Curadoria: Aldrin Figueiredo, Clarissa Diniz, Divino Sobral, Marcelo Campos, Paula Ramos e Raphael Fonseca
Curadoria-geral: Raphael Fonseca
Curadores-assistentes: Breno de Faria, Ludimilla Fonseca e Renato Menezes
Consultoria: Fernanda Pitta

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PROGRAMAÇÃO DO FIM DE SEMANA DA MOSTRA PÔR DO SOL EXIBE O MALEFÍCIO DA MARIPOSA

Com ingressos esgotados Trupe Ave Lola se apresenta na segunda semana da Mostra que segue com programação gratuita até dia 16 de abril.

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Foto: Larissa de Lima

A Mostra Pôr do Sol, evento que inaugura oficialmente o Campo das Artes, projeto do ator Luis Melo, em São Luiz do Purunã/PR, é um sucesso absoluto de público. Com ingressos esgotados em apenas oito horas, após a abertura do site para reservas, a Mostra entra em sua segunda semana de programação. Existe uma lista de espera, no caso de alguma desistência, mas até mesmo ela anda disputada. Mas, mesmo sem ingresso é possível ir até lá, apenas para conhecer o Campo das Artes. Além de apreciar a bela paisagem dos Campos Gerais, o passeio ainda permite degustar, no espaço de convivência, deliciosos pratos típicos da região. Hoje (18/03) e amanhã (19/03), às 20h, a atração é a peça O Malefício da Mariposa, da Trupe Ave Lola.

Considerado o melhor espetáculo teatral do Paraná pelo Prêmio Gralha Azul de 2012, “O Malefício da Mariposa”, do espanhol Federico García Lorca, já circulou em todos os estados do Brasil, incluindo comunidades ribeirinhas da Amazônia. Em 2019, compôs a programação do Festival Internacional La Rebelión de Los Munecos, em Santiago do Chile e em 2020 foi convidado para integrar a programação do Festival Santiago a Mil, um dos maiores festivais de teatro da América Latina.

Há nove anos no repertório da Trupe Ave Lola, O Malefício da Mariposa é uma peça que tem a capacidade de dialogar com um público de diferente faixa etária e por isso é um programa que pode ser desfrutado por toda a família. “As crianças se encantam com o universo lúdico dos bonecos, enquanto que os adultos absorvem a sutileza e a densidade da poesia do espanhol García Lorca”, explica Ana Rosa Tezza, diretora do espetáculo.

As mesmas apresentações estão sendo realizadas durante a semana para público dirigido das escolas da rede pública de Balsa Nova e região, alunos do ensino Fundamental II e Ensino Médio.

O Campo das Artes é um espaço de encontro voltado para arte, educação e cultura que vem sendo construído desde 2008, em São Luiz do Purunã, no município de Balsa Nova, a cerca de 40 km de Curitiba/PR.

“Existia uma grande expectativa sobre a abertura do Campo das Artes, as pessoas estavam ansiosas por isso, então a Mostra foi uma maneira bonita de fazer esse convite e abrir oficialmente as portas. Acredito que vamos fazer esse movimento de abrir as portas muitas vezes porque o espaço é multidisciplinar e oferece muitas possibilidades de encontro e de troca. Estou muito feliz com o resultado, as peças estão sendo bem recebidas e as pessoas, muitas delas da própria região, estão gostando bastante do espaço. O público tem saído feliz daqui e isso me deixa feliz também”, comemora o ator Luís Melo, idealizador da Mostra.

“O sucesso da Mostra Pôr do Sol reúne muitos fatores: a beleza natural da região, a arquitetura do Campo das Artes, a curadoria do Luís Melo, a qualidade dos trabalhos apresentados pelas companhias convidadas e, principalmente, a presença do público ávido por compartilhar a experiência das artes vivas. Em um momento de mundo com tantos desafios e atravessamentos, com teatros fechados por tanto tempo e recursos para a criação de trabalhos artísticos cada vez mais escassos, retomar o encontro com as pessoas neste projeto tão bonito é afirmar nossa existência como classe trabalhadora da Arte e da Cultura no Brasil e celebrar o encontro entre os artistas e a comunidade”, define Marcio Juliano, coordenador geral da Mostra.

A Mostra segue até dia 16 de abril e reúne cinco trabalhos de três companhias de teatro de Curitiba: Trupe Ave Lola, Cia Ilimitada e Súbita Companhia de Teatro. Confira os próximos eventos da programação:

18 e 19 de março – 20h

O Malefício da Mariposa – Trupe Ave Lola

25 e 26 de março – 20h

Mulher, como você se chama? – Súbita Companhia de Teatro

1 e 2 de abril – 20h

Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada

*durante o Festival de Teatro de Curitiba

8 e 9 de abril – 20h

Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada

*durante o Festival de Teatro de Curitiba

15 e 16 de abril – 20h

O Arquipélago - Súbita Companhia de Teatro

MOSTRA PÔR DO SOL VIRTUAL

Local: Canal Campo das Artes no Youtube

https://www.youtube.com/channel/UCAVR2jOa08eYZ46p31YuzLw

Horário: 20h

Datas:

19 de abril

Manaós – Trupe Ave Lola (Duração: 80min)

20 de abril

Noël.doc – Marcio Juliano e Cia ilimitada (Duração: 53min)

21 de abril

Aqui - Súbita Companhia de Teatro (Duração: 60min)

O evento integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba – edição 2022 que terá início no dia 28 de março.

Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

Sinopse

O Malefício da Mariposa, do espanhol Federico García Lorca, mescla atores e bonecos revelando uma forma teatral transposta e poética que dialoga intrinsecamente com o texto. A aventura se passa em um jardim no qual os personagens são insetos que falam de amor e da paixão pela poesia. A música cria um espaço sonoro onde a magia e o trágico destino de Curianito (personagem central da obra) se revelam suavemente, transportando o público para um lugar onírico e cheio de surpresas.

Ficha Técnica

Direção: Ana Rosa Genari Tezza
Dramaturgia: Federico García Lorca

Composição Musical: Jean-Jacques Lemêtre

Elenco: Evandro Santiago, Helena Tezza e Ailén Roberto

Cenário e Figurino: Cristine Conde

Marionetes: Maria Adélia

Iluminação: Rodrigo Ziolkowski

Produção: Dara van Doorn, Laura Tezza e Carlos Becker

Comunicação: Jamilssa Melo e Larissa de Lima

Realização: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas LTDA.

SERVIÇO:

MOSTRA PÔR DO SOL - 11 de março a 16 de abril

Espetáculo O Malefício da Mariposa (Trupe Ave Lola)

Data: 18 e 19 de março

Horário: 20h

Local: Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR)

Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383

Email: contato@campodasartes.com.br

Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site: https://www.campodasartes.com.br/

Capacidade: 70 pessoas por apresentação

Duração: 60 minutos

Classificação Indicativa: Livre

Teaser: https://youtu.be/4K-EJlbwCGk

SAIBA MAIS:

https://www.campodasartes.com.br/

https://www.instagram.com/_campodasartes/

Facebook: @campodasartesbrasil

Padre Reginaldo Manzotti apresenta o single e clipe de “Eu Sou da Luz”

Padre Reginaldo Manzotti lança hoje em todas as plataformas digitais o single “Eu Sou da Luz”. Composta pelo sacerdote em parceria com Danilo Dyba, a música traz uma importante mensagem de fé e esperança. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/EuSouDaLuz .

Hoje, o sacerdote que arrasta multidões também estreia o clipe da faixa, gravado no Auditório Jesus das Santas Chagas, em Curitiba (PR), sob a direção artística e de vídeo de Sérgio Murilo Almeida. Assista aqui: https://www.youtube.com/watch?v=IYs5OMChY7E.

“’Eu Sou da Luz’ é uma conversa íntima com Deus. O principal intuito desta música é levar uma mensagem de luz em meio as trevas, uma mensagem de perseverança em meio à tribulação. O refrão proclama que se temos o farol, que é Jesus Cristo, atravessaremos qualquer treva”, diz o sacerdote.

Em agosto do ano passado, Padre Manzotti lançou o single “Quem impedirá”. Composta por Marília Mello, a canção tem como mensagem o poder da oração e encoraja todos a lutarem contra os próprios medos. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/QuemImpedira. Junto da canção, o sacerdote também fez a estreia de seu respectivo videoclipe, gravado no Santuário Nossa Senhora de Guadalupe e Jesus das Santas Chagas, em Curitiba (PR), com equipe reduzida e respeitando todas as orientações das autoridades sanitárias. A direção artística e de vídeo é de Murilo Almeida. Assista aqui: https://youtu.be/TF2r3DqTGIU . Em junho do mesmo ano, o sacerdote apresentou o single e clipe de “Pedi e recebereis”, canção composta por Vagne Bittencourt. Assista aqui: https://youtu.be/QcSMq4Twa5o .

Em 2020, Padre Manzotti apresentou os clipes de “Tempo de Inovar”, o quinto DVD de sua discografia. Gravado na Live Curitiba, em Curitiba (PR), em 2019, com a presença de mais de cinco mil pessoas, o DVD contou com três convidados especiais: DJ Alok e os cantores Gustavo Mioto e Naiara Azevedo. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/TempoDeInovar . Assista a todos os clipes no canal oficial de Padre Manzotti: youtube.com/Padremanzottivevo .

Sobre o Padre Reginaldo Manzotti

Sacerdote, escritor, músico, compositor, cantor e apresentador de rádio e TV, o padre Reginaldo Manzotti ao completar 25 anos de sacerdócio, decidiu se reinventar e inovar mais uma vez em prol da evangelização.

Antenado com as mídias digitais, o sacerdote tem mais de 7 milhões de seguidores no Facebook, mais de 4 milhões de seguidores no Instagram, mais de 3 milhões de pessoas inscritas em seu canal do Youtube, 705 mil seguidores no Twitter e mais de 100 mil em seu canal Vevo. Seu portal, www.padrereginaldomanzotti.org.br, que recebe mais de 1 milhão de acessos mês.

Sacerdote que evangeliza pelos meios de comunicação, o padre apresenta programas de rádio e televisão que são retransmitidos e exibidos em mais de 1680 emissoras do país, além de outros países como: Inglaterra, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Angola, Paraguai, Bolívia e Uruguai.

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Twitter: twitter.com/padremanzotti
Instagram: @padremanzotti
Youtube: youtube.com/PadreManzotti
VEVO: youtube.com/Padremanzottivevo

Empresária lojista do Jockey Plaza Shopping é homenageada pela ACP

Rute Misleh foi destaque na categoria empreendedorismo na 27º edição do Troféu Mulher Simplesmente Mulher

A proprietária das lojas Modella (moda intima) e Produtiva (moda feminina) do Jockey Plaza Shopping, Rute Misleh, foi a homenageada na categoria empreendedorismo na 27º edição do Troféu Mulher Simplesmente Mulher, promovido pelo Conselho da Mulher Empresária da Associação Comercial do Paraná (ACP).

Além das duas operações no Jockey Plaza Shopping, Ruth comanda mais cinco lojas da Modella e cinco da Produtiva, em diversos shoppings e bairros de Curitiba. A empresária emprega mais de 40 colaboradores e atua há mais de 20 anos como empreendedora. “Os caminhos nem sempre são fáceis e o desafio é diário. Recebo essa homenagem em nome de todas as empreendedoras que enfrentam todos os dias os percalços do empreendedorismo e, com alegria, comemoram suas conquistas nesse universo tão desafiador e fascinante”, afirma Rute.

Com o objetivo de destacar mulheres que são fontes de inspiração, a 27ª edição do evento, realizada em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, aconteceu na sede da ACP, no centro de Curitiba. Rute recebeu a homenagem ao lado da secretária de Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak, como Personalidade Pública; a bióloga Darlene Gonçalves, na categoria Sustentabilidade; e a jornalista Cristina Graeml, como destaque no Jornalismo.

As duas lojas da empresária no Jockey inauguraram junto com o shopping, em junho de 2019. “Admiramos empresários como a Rute, que mesmo em tempos difíceis que passamos na pandemia, encontram saídas para se manterem ativas no mercado e se destacam na área em que atuam", afirma a gerente de marketing do empreendimento, Michelle Cirqueira. O Jockey Plaza Shopping fica no Tarumã, na Rua Konrad Adenauer, 370 e tem estacionamento com valor fixo de R$13, por todo o período de utilização dentro da mesma diária.

#2 – Boletim do 30º Festival de Curitiba

Hoje é 17 de março e faltam 12 dias para o Festival de Curitiba

Risorama, 18 anos. Viva a Gargalhada!

Com 18 anos de história, o Risorama já é “de maior” - e considerado um dos mais importantes eventos de humor no Brasil. O primeiro evento do segmento no país que mistura variados estilos de humor com os melhores artistas do gênero como Fábio Porchat, Nany People, Murilo Couto e outros humoristas. Tudo com curadoria de Diogo Portugal, um dos pioneiros do stand-up comedy nacional. O Risorama começa dia 31 de março e vai até 5 de abril, na Live. Todas as informações sobre ingressos, datas e atrações estão aqui: https://bit.ly/3teqym4

Hora de rever (e ouvir) um clássico
Mais de 50 anos após a primeira montagem de Brasileiro, Profissão: Esperança, o clássico do teatro nacional renasce adaptado ao momento atual do país. Com direção da dupla de magos do musical, Charles Möeller e Claudio Botelho, o texto escrito por Paulo Pontes é um dos grandes destaques da Mostra Lúcia Camargo nos dias 31 de março e 01 de abril, às 21h, no Guairinha. A peça é toda baseada em textos e canções dos compositores Antônio Maria e Dolores Duran. Para entrar no clima, criamos uma playlist com a nata da MPB cantando os temas da peça, além da gravação do espetáculo dos anos 1970 com Paulo Gracindo e Clara Nunes.

Ouça a playlist aqui: https://spoti.fi/3tZH5cN
Saiba tudo sobre a peça aqui: https://bit.ly/3MVyoZs

Baseado em Histórias Reais

Mona Lisa, Noel Rosa, Hitler e Angeli... Você é do tipo que adora uma biografia? Então é aqui o seu lugar. O 30º Festival de Curitiba traz entre os dias 29 de março e 10 de abril uma seleção imperdível de espetáculos baseados em histórias reais. Tem de tudo, musical, comédia, drama, é só escolher e correr para adquirir os ingressos. Aqui a programação: https://bit.ly/34O63Df

O Dia em Que Norma Bengell Chorou
Uma das maiores atrizes e diretoras do teatro e do cinema brasileiro, Norma Bengell chorou no palco do Guairinha no festival de 2008 enquanto interpretava a personagem Madame Clessi da peça “Vestido de Noiva” montada pela Cia. De Teatros Os Satyros. Quer saber o que aconteceu leia a matéria sobre o episódio aqui: https://bit.ly/3Jn0nPG

Os Satyros, aliás, estão de volta, no 30º Festival de Curitiba com duas peças na Mostra Lúcia Camargo, ambas no Teatro Zé Maria, às 21h: “Aurora”, nos dias 7 e 8 de abril; e “Pessoas Brutas”, nos dias 5 e 6 de abril.
Saiba tudo sobre Aurora aqui: https://bit.ly/3iisfs8

E sobre Pessoas Brutas aqui: https://bit.ly/3CQk7cc

Mostra Ave Lola
A Mostra Ave Lola está de volta ao Festival de Curitiba com o tema “Celebrando a Resistência”. São mais de 30 horas de programação, incluindo espetáculos teatrais do Brasil e do Chile, shows musicais, ações formativas, leituras dramáticas e exibições audiovisuais. A mostra acontecerá na Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda, situada na Associação Eunice Weaver do Paraná (Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10 – Bacacheri, Curitiba – PR), de 1º a 10 de abril. Para mais informações sobre programação e reservas, o público interessado deve acessar o site www.avelola.net.br

Uma homenagem a Emílio di Biasi

Emílio di Biasi (1939-2020) é uma eminência do teatro nacional. Ator e diretor foi um dos fundadores do Grupo Decisão, nos anos 1960, ao lado de nomes como Antônio Abujamra e Lauro César Muniz. Dirigiu novelas como Renascer e Rei do Gado e coordenou a Oficina de Atores da Rede Globo, onde deu oportunidade a gerações de atores e atrizes. Em 1998, foi dele a direção, no Festival de Curitiba, da estreia de ppp@wlmshkspr.com.br, a peça do grupo Parlapatões que compila toda a obra de William Shakespeare em 90 minutos. Segundo o grupo, a remontagem da peça no 30.º Festival de Teatro é, também, uma homenagem a Emílio. Veja aqui por que a peça é imperdível: https://bit.ly/3CL4wKQ

Bye-bye, baby, bye-bye...

O 30º Festival de Curitiba nem começou e já tem gente ansiosa pela festa de encerramento. Não é pra menos, pois a atração da festa é a Blitz, a banda mais teatral do rock brasileiro. Na árvore genealógica da banda um dos ascendentes é o grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone. A festa rola no dia 9 de abril, no Jockey Eventos, parte da turnê de 40 anos da Blitz.
Com sucessos como A Dois Passos do Paraíso e Mais Uma de Amor (Geme-Geme), Evandro Mesquita e Cia prometem fechar com muita classe a edição mais celebrativa do Festival de Curitiba, Detalhes sobre preços e locais de compra de ingressos aqui: https://bit.ly/3N8inzN

Material do Festival de Curitiba 2022 para imprensa:
Os releases, fotos das atrações do Festival de Curitiba estão aqui:
https://bit.ly/36js5hE

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G.A.L.A: a volta de Gerald Thomas é um grito no meio do caos

Arte Viva! Viva a Arte!

Com monólogo estrelado pela atriz Fabiana Gugli, diretor vem pela décima vez ao Festival de Curitiba para romper e provocar

O autor e diretor Gerald Thomas vem a 30.ª edição do Festival de Curitiba para, entre outras coisas, romper com sua maior influência criativa, Samuel Beckett, o gênio irlandês do teatro do absurdo, com quem se correspondeu por anos e de quem foi amigo pessoal.
“Chega de Beckett”, chega a gritar a protagonista do monólogo “G.A.L.A'', que faz sua estreia nacional em duas noites, 29 e 30 de março, no Guairinha, às 21h durante a Mostra Lúcia Camargo.

G.A.L.A é estrelada pela atriz Fabiana Gugli, originalmente concebida por Thomas como uma montagem audiovisual em 2021. Toda a ação transcorre em um barco à deriva em que a mulher que dá nome a peça faz um desabafo existencial que, como de costume, é um desafogo autobiográfico do próprio Thomas. Escrito durante o período mais incerto e caótico da pandemia, o texto expõe “ruínas contemporâneas” como a solidão e a desesperança. Rápido (apenas 45 minutos), desenfreado, surreal e tropicalista, o monólogo será apresentado pela primeira vez a uma plateia de “pessoas de carne e osso” dentro de um teatro escuro.

O título é uma referência a Gala Dalí (1894-1992), a múltipla artista russa que influenciou todas as vanguardas artísticas do começo do século 20, despertou ódios e amores célebres e foi esposa e parceira criativa de Salvador Dali (1904-1989).

Um autor revolucionário
Gerald Thomas nasceu em Nova York, em 1957. Filho de pai alemão e mãe galesa, Gerald migrou com a família para o Rio de Janeiro e começou a estudar artes com Ivan Serpa e Hélio Oiticica. Aos 14 volta a Nova York para ser assistente de Oiticica. Aos 16, mudou-se para Londres e começou a trabalhar com teatro.
De volta a Nova York, nos anos 1980 constrói uma carreira de sucesso. Autor, produtor e diretor de várias peças teatrais, Gerald Thomas tem uma carreira controversa e revolucionária no teatro brasileiro. Nas últimas três décadas consolidou sua carreira internacional e iniciou uma trajetória como diretor de óperas. Aos 68 anos, Thomas já assinou 84 trabalhos teatrais em 16 países. Esta é a sua décima participação no festival de Curitiba.

As 10 vezes de Gerald Thomas no Festival de Curitiba:

1992 – The Flash And Crash Days
1993 – Império das Meias Verdades
1995 – Don Juan
1996 – Nowhere Man
1997 – Os Reis do Iê-Iê-Iê
2000 – Coro e camarim – Uma Tragédia Rave
2008 – Rainha Mentira/ Queen Liar
2012 – Gargólios
2014 – Entre Dentes
2022 – G.A.L.A

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA
G.A.L.A
Texto, Criação e Direção: Gerald Thomas
Atriz: Fabiana Gugli
Som e Espaço Cênico: Gerald Thomas
Figurino: Fabiana Gugli
Sonorização: Ale Martins
Iluminação (versão online): Nicolas Caratori
Assistente de Direção: Lucas Brandão
Contrarregra: Raíssa Milanelli
Costureira: Judite Lima
Adereços: Clau Carmo
Cenografia: Casa Malagueta
Coordenação Técnica: Rafael Dias, Ronaldo Zero
Direção de Produção: Dora Leão
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotos de Cena: Roberto Setton
Vídeo: Maestria.TV
Transmissão e Vídeo: Leandro Oliveira
Infraestrutura e TI: Raphael Borges
Áudio: Murillo Corrêa
Assistente de Vídeo: Irina Alfonso
Assistente Técnico: Zito Barbosa
Produção e Administração: PLATÔ Produções
Realização (versão online): Sesc SP
Agradecimentos: Adriane Gomes, Borut Krzisnik, Liliane Guglielmetti de Carvalho, Beatriz Gugli Oliveira e SP Escola de Teatro.

Serviço:
O que: G.A.L.A no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 29 de março e 30 de abril às 21h
Onde: Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 - Centro).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 16
Duração: 45’

“Conselho de Classe” traz para o palco os problemas e desafios da educação

A montagem, concebida em 2013 para comemoração dos 25 anos da Cia dos Atores,
volta aos palcos do Festival de Curitiba

O premiado espetáculo “Conselho de Classe”, da Cia. dos Atores, volta aos palcos do Festival de Curitiba com duas apresentações: nos dias 29 e 30 de março, ambas às 21h, no Teatro da Reitoria. A montagem, concebida em 2013 para comemoração dos 25 anos da Cia. e que retorna a Curitiba com elenco original, trilhou trajetória nacional que ultrapassa 200 apresentações e 50 mil espectadores. Destaque nas premiações de teatro em 2014, a peça recebeu os prêmios Shell (cenário), Cesgranrio (espetáculo, texto, direção e cenário) e APTR (texto, direção e ator), entre outros.

Conselho de Classe traz o texto de Jô Bilac dirigido por Bel Garcia (in memorian) e Susana Ribeiro e, no elenco, Cesar Augusto, Marcelo Olinto, Leonardo Netto, Paulo Verlings e Thierry Tremouroux.

A história ocorre em uma escola pública do centro carioca, problematizando questões macro e micropolíticas da educação. No texto, há a abordagem realista do ambiente escolar, a fim de gerar um diálogo a respeito da educação no Brasil e da sua atual situação no mundo.

Em cena, uma reunião de professores é desestabilizada pela chegada de um novo diretor. Esse encontro faz eclodir dilemas éticos e pessoais em meio a decisões que se confundem nas relações de poder da instituição escolar. É o ambiente escolar fervilhando. Problemas no processo ensino-aprendizagem, no processo avaliativo das instituições escolares, na avaliação do rendimento do aluno, nos conteúdos, na metodologia de ensino e na filosofia de educação, fundem-se com as dificuldades políticas existentes entre grupos “rivais” liderados pelas pessoas que almejam os cargos mais altos da escola.

Desafios da educação

Susana Ribeiro, uma das diretoras da peça, explica que Conselho de Classe surgiu do desejo da companhia de produzir um espetáculo realista, com tempo cronológico e pessoas do cotidiano. Segundo ela, o ensino brasileiro está em colapso por falta de valorização dos professores.

Desde 2013, quando a peça estreou, Susana acredita que a educação tenha piorado no país. “Sabíamos que não era fácil mudar a realidade em 2013, mas não imaginávamos que estaríamos tão mal e que se desvalorizaria tanto o professor. A educação nunca foi prioridade no país e continua não sendo. Não só não é uma prioridade como para alguns é uma ameaça. Não termos direito a uma educação mínima é surreal”.

Na opinião da diretora, a importância da peça é continuar discutindo o assunto do ponto de vista de quem faz a educação. E, de acordo com ela, o espetáculo costuma ter a aprovação de espectadores ligados ao tema. “O maior elogio que recebemos é quando os professores dizem que se sentem representados em cena. Infelizmente, pois o que a peça retrata é triste. O ensino público no Brasil vive situação de calamidade. O corpo docente está adoecido por conta das condições precárias de trabalho. É um tema duro, difícil de contar”.

Susana Ribeiro afirma que a peça mostra a necessidade de a escola ser construída com envolvimento da comunidade. “A peça é um desejo de que possamos construir uma educação com mais escuta. A escola não é feita só de professores. Precisa de engajamento da comunidade, pois é uma referência, um lugar de encontro, de pensamento e de troca de conhecimento”.

Aliás, é dessa premissa – envolvimento da comunidade – que surge o nome da peça. Conselho de Classe é um colegiado que deveria abranger professores, funcionários, pais e até representante dos alunos – embora essa formatação nem sempre se apresente. “Esse é o verdadeiro conselho e é isso é o que deveria acontecer, uma vez que abrange todos os lados e pontos de vista sobre esse espaço de conhecimento”.

Ainda que a peça denuncie o abandono político da educação, também levanta pontos sobre o que pode ser feito por quem faz parte do sistema educacional. “A escola não está bem há muito tempo, por isso precisa olhar para ela mesma, se revisar, discutir e ter lugar para isso ser feito de forma inteligente e comprometida”. E o despertar das reflexões durante o espetáculo acontece, de acordo com a diretora, sem defender lados. “Tentamos distribuir as razões e entender que um professor de Educação Física pode ter um ponto de vista diferente de um professor de Artes ou Biologia. Isso é rico e cria dinâmica forte. Acaba, muitas vezes, que a plateia concorda com todos, mesmo que os personagens discordem entre si”.

Tema instigante, daqueles para ficar debatendo horas após o espetáculo e que é apresentado de maneira dinâmica e com humor - uma das passagens que costuma arrancar risos da plateia é quando uma reunião de professores é realizada na quadra de esportes, pois o ventilador da sala está quebrado.

Volta do Festival
A Cia dos Atores esteve presente na primeira edição do Festival de Curitiba, em 1992, e em diversos outros anos, e agora volta para a célebre edição de 30 anos. Para a diretora, a volta do maior evento de artes cênicas da América Latina com espetáculos presenciais representa um marco da retomada da cultura.

“Dá uma alegria de viver. É uma beleza voltarmos para o palco e criar relação de corpo a corpo com o público. Além da possibilidade de conviver com outras produções, pois essa é a beleza de um festival. É o momento de encontrarmos pessoas, nos apoiarmos e trocarmos”.

A pandemia, conforme disse, provocou diferentes momentos – como o de ficar em casa, de fazer arte no computador e de escrever novos projetos. Agora, segundo disse, chegou a hora de apresentar um pouco dessa vivência e das reflexões produzidas no período. “Por isso, é muito importante a presença de um festival. É no palco que vamos construir algo para o nosso futuro”.

Mostra Lúcia Camargo

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA:
Texto: Jô Bilac
Direção: Bel Garcia e Susana Ribeiro
Assistência de direção: Raquel André
Elenco: Cesar Augusto, Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Paulo Verlings e Thierry Trémouroux
Voz off: Drica Moraes
Cenário: Aurora dos Campos
Figurinos: Rô Nascimento e Ticiana Passos
Iluminação: Maneco Quinderé
Trilha sonora original: Felipe Storino
Consultoria pedagógica: Cléa Ferreira
Direção de produção: Luísa Barros
Direção de palco: Wallace Lima
Operação de luz: Genilson Barbosa
Operação de som: Diogo Magalhães
Agenciamento artístico: Claudia Marques
Realização: Cia. dos Atores

Serviço:
O que: Conselho de Classe no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 29 e 30 de março, às 21h
Onde: Teatro da Reitoria ( R. XV de Novembro, 1299 - Centro, Curitiba - PR, 80060-000)
Valores: R$ 80,00 (inteira) + taxa
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos.
Duração: 70’

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, educação, reitoria, cultura, show, atrações, conselho de classe, professores

A árvore que anda: artista indígena Uýra vem ao MUPA com performance inédita no Brasil

Neste final de semana, o Museu Paranaense recebe uma convidada muito especial para duas ações no Programa Público: uma performance e uma roda de conversa. Uýra, artista indígena contemporânea, bióloga e educadora, define-se como “a árvore que anda” e vai trazer ao público reflexões e provocações que permeiam três frentes: floresta, ecologia e arte contemporânea.

No sábado (19), acontece a roda de conversa “Simbioses: arte, ecologias e políticas na paisagem cidade floresta”. Além de Uýra, o MUPA recebe também a artista visual e cineasta amazonense Keila Sankofa. Nesse encontro, Uýra irá compartilhar suas vivências enquanto bióloga, educadora e artista visual que busca articular sabedorias ancestrais indígenas com conhecimentos científicos.

Ela irá falar sobre sua vivência enquanto indígena, artista e pesquisadora em Manaus, território industrial localizado no meio da floresta, seus interesses pelos sistemas vivos e suas violações, decolonialidades, memórias e diásporas indígenas. Já Keila Sankofa dialoga a partir de sua atuação como artista visual e cineasta. Suas produções utilizam a fotografia e o audiovisual como ferramenta para propor autoestima e questionar apagamentos de pessoas negras.

A atividade é gratuita e para participar não é necessário inscrever-se previamente. A liberação dos lugares será realizada a partir de 16h30, por ordem de chegada, até completar a capacidade do local.

No domingo (20), a partir das 11h acontece a performance “Ponto Final, Ponto Seguido”, com Uýra. A proposta da artista é pensar e ativar ressurgimentos de vida coberta pelas materialidades e imaginários coloniais — as terras, memórias, águas e florestas que dormem debaixo dos asfaltos. Já apresentada pelo Kunnstraum Museum, nas ruas de Viena, e também no Castelo Di Rivolli, Itália, essa será sua primeira apresentação no Brasil. “Ponto Final, Ponto Seguido” começa dentro do MUPA e segue trajeto para a Praça João Cândido, em frente ao museu. Para assistir não é necessário inscrever-se previamente. Chegue com antecedência para garantir seu lugar.

CONVIDADAS
Uýra é uma indígena da Amazônia Central. Formada em Biologia e mestre em Ecologia, atua como artista visual, arte educadora e pesquisadora. Mora em Manaus, território industrial no meio da floresta. Ela descreve a si mesma como uma manifestação em carne de bicho e planta que se move para exposição e cura de doenças sistêmicas coloniais. Por meio de elementos orgânicos, utilizando o corpo como suporte, encarna esta árvore que anda e atravessa suas falas em fotoperformance e performance. Interessa-se pelos sistemas vivos e suas violações, e a partir da ótica da diversidade, dissidência, do funcionamento e adaptação, (re)conta histórias naturais, de encantaria e atravessamentos existentes na paisagem floresta-cidade.

Uýra já realizou inúmeras exposições individuais e coletivas. Dentre elas, destacam-se “Faz Escuro Mas Eu Canto” (34º Bienal de São Paulo, 2021), “Resurgences of Amazonia!” (Kunstraum, Innsbruck, 2021) e “Árvore que Anda” (Galeria de Artes Visuais do Largo São Sebastião, Manaus, 2019).

Keila Sankofa nasceu em Manaus (AM), onde vive e trabalha. Artista visual e cineasta. Compreende a rua como espaço de diálogo com a cidade, produzindo instalações audiovisuais que exibem filmes, fotos e videoartes. Atualmente, Sankofa utiliza seu corpo como protagonista na construção de suas obras. Reconhece o espaço urbano como encruzilhada de possibilidades, que proporciona um diálogo não-hierárquico com o público.

Indicada ao Prêmio Pipa 2021. Tem uma vasta experiência na direção de produção em projetos audiovisuais como séries e curtas, além de produção de mostras, festivais e espetáculos de diversas linguagens artísticas.

As atividades integram a programação geral do Programa Público “Se enfiasse os pés na terra: relações entre humanos e plantas”. Para saber mais, acesse o site: www.museuparanaense.pr.gov.br/Programa-Publico .

SERVIÇO
Roda de conversa “Simbioses: arte, ecologias e políticas na paisagem cidade floresta” com Uýra e Keila Sankofa
Sábado, 19 de março, às 17 horas
Atividade gratuita. Para participar não é necessário inscrever-se previamente. A liberação dos lugares será realizada a partir de 16h30, por ordem de chegada, até completar a capacidade do local.

Performance “Ponto Seguido, Ponto Final” com Uýra
Domingo, 20 de março, às 11h
A performance começa no Museu Paranaense e segue para a Praça João Cândido, em frente ao museu.

O Museu Paranaense fica na Rua Kellers, 289, Alto São Francisco – Curitiba.
Para mais informações sobre o Programa Público “Se enfiasse os pés na terra: relações entre humanos e plantas” acesse este link.

#1 – Boletim do 30º Festival de Curitiba

Hoje é 16 de março e faltam 13 dias para o Festival de Curitiba

A volta do público à plateia e dos atores aos palcos do 30º Festival de Curitiba, maior evento de artes cênicas da América Latina, são um marco na retomada e resistência do setor cultural após a suspensão de espetáculos presenciais por causa da pandemia.
Na programação, algumas das principais companhias de teatro do país, muitas delas com história no Festival de Curitiba. De hoje até 10 de abril, tudo o que é preciso saber sobre o 30º Festival de Curitiba estará nesta newsletter publicada todas as manhãs. Arte Viva! Viva a Arte!

Teatros com 100 % de ocupação
E falando em presença de público, a melhora dos indicadores da pandemia permitiu que, na semana passada, a prefeitura de Curitiba flexibilizasse as regras de ocupação dos espaços do Festival de Curitiba. Assim, uma nova leva de ingressos foi liberada para todos os espetáculos.
Os 30% de ingressos que estavam bloqueados por questões sanitárias estão agora à disposição do público. Quem queria ver peças que tinham ingressos esgotados como o clássico “O Mistério de Irma Vap” ou “Aurora”, dos Satyros, tem mais uma chance. Mas é preciso correr… Saiba mais aqui: https://bit.ly/3id5yFQ

Espetáculos com lotação esgotada:

Emicida – AmarElo:
https://festivaldecuritiba.com.br/evento/emicida-em-amarelo/
Abjetos Sujeito: Clarice Lispektor por Denise Stoklos: https://festivaldecuritiba.com.br/evento/abjeto-sujeito-clarice-lispector-por-denise-stoklos/

Guilherme Weber apresenta “Tudo”
Nascido e formado como ator nos teatros de Curitiba, o ator e diretor Guilherme Weber dirige a pré-estreia nacional do espetáculo Tudo, baseado no texto do ator e autor argentino Rafael Spregelburg. A carreira de Weber se confunde com a história do evento: ele foi ator em peça na primeira edição em 1992 e, depois de dezenas de participações como ator e diretor, foi curador do Festival de Curitiba entre 2016 e 2020. No elenco de Tudo estão Julia Lemmertz, Vladimir Brichta, Dani Barros, Márcio Vito e Cláudio Mendes. Mais informações aqui: https://bit.ly/3q9aoZ3

Festival é bom quando é NA RUA
E nas praças, parques, bares... ou qualquer lugar onde as pessoas transitem e que também possam abrigar a arte. Em 2022, o Festival na Rua vai. De 1º a 9 de abril, 60 companhias locais se apresentam em 10 palcos espalhados por Curitiba e Região Metropolitana. Serão, ao todo, cerca de 130 apresentações entre espetáculos teatrais, de música e outros. Tudo totalmente gratuito! Dá uma olhada na programação: https://bit.ly/364joI9

Olho na alteração de locais na mostra Festival na Rua:
Algumas peças da mostra Festival na Rua precisaram alterar os horários e espaços de apresentação originalmente programados. Veja abaixo a lista das mudanças e os novos locais e horários das peças: https://bit.ly/3CMjzE3
● Quem ainda não trocou seus ingressos do Festival de 2020 confira como é a política de trocas aqui: https://bit.ly/3u35D4u

Filhos de Peixes
O grupo Parlapatões já montou 9 peças em oito edições diferentes do Festival de Curitiba. Em 2022, eles voltam com três peças, entre as quais “Parlapatões revistam Angeli”, grande sucesso no Festival de 2013 que volta com novidades como uma banda para executar ao vivo a trilha da peça.
E não é qualquer banda: o power trio tem na guitarra Yohan Kisser, filho de Andreas Kisser, do Sepultura, no baixo, Bento Mello, filho do “titã” Branco Mello, co-autor das canções da trilha e na bateria Gabriel Haddad. Todos tocam na banda de hard rock Sioux 66. Saiba mais no link ao lado: https://bit.ly/36pe6ad

Dançar para não dançar
De ballet passando por flamenco até a dança contemporânea, o Festival de Curitiba tem espetáculos para quem gosta de dança, e de dançar. O mix inclui desde espetáculos com grupos e coreógrafos consagrados até espetáculos gratuitos na rua. Saiba mais aqui: Confira abaixo os espetáculos de dança que vão movimentar os corpos no 30º Festival de Curitiba: https://bit.ly/3JepzaR

Festival de Curitiba no Telegram
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Marina Sena e público dividirão o palco em show na Ópera de Arame

Apresentação faz parte das comemorações de aniversário da festa Brasilidades; ingressos estão à venda a partir de R$ 100

Está surgindo um jeito diferente de aproveitar e comemorar o aniversário de uma das festas mais amadas pelos curitibanos: a Brasilidades. Criada há nove anos, o evento movimenta inúmeras pessoas, seja em casas noturnas da capital, ou em cidades do exterior, como Lisboa (Portugal), Espanha (Madri), e até mesmo no maior palco ao ar livre da América Latina, a Pedreira Paulo Leminski. E como todo aniversário é sempre diferente, neste ano, no dia 01 de abril, sexta-feira, a partir das 22h, a cantora mineira Marina Sena, famosa pelo sucesso “Por Supuesto”, será a atração principal da festa, que será montada inteiramente no palco da Ópera de Arame. Os ingressos estão à venda pelo Sympla, a partir de R$ 100.

"De primeira" é o álbum de estreia da carreira solo de Marina Sena. Ele é sobre desejo, romance e paixão, elementos que fervem na personalidade dessa típica libriana, nascida em Taiobeiras, norte de Minas Gerais. No ano passado, a cantora já foi escolhida artista radar do Spotify e um dos nomes da América Latina pelo YouTube Foundry, estampando anúncios no metrô de São Paulo e na Times Square, em Nova York. Até o momento, o hit “Por Supuesto” marca mais de 67 milhões de reproduções no Spotify.

E, como em toda festa, as surpresas não param. O show de abertura será do cantor recifense Romero Ferro. O artista pop da nova geração conecta elementos da música tropical brasileira aos timbres icônicos dos anos 80, com batidas envolventes e refrões irresistíveis. Seu último álbum já soma mais de 12 milhões de plays nas plataformas digitais e apresenta hits como “Pra Te Conquistar” (TOP 50 Viral Spotify BR), "Verdadeiro Amor", "Love Por Você" (feat Luiz Caldas), “Corpo Em Brasa” (feat Duda Beat) e “Tolerância Zero” (feat Mel e Hiran). O evento seguirá até 4h da manhã com muita música brasileira no palco da Ópera de Arame.

Brasilidades

Uma festa que tem Curitiba como casa não podia ter nascido em outro lugar a não ser no espaço boêmio da cidade: o Largo da Ordem. Durante uma conversa, em 2013, entre os produtores Gil Preto e Luiz Bertazzo, surgiu a Brasilidades, com a intenção de levar o melhor da música brasileira e que fosse uma festa acolhedora, com toda a energia na pista que quem já foi sabe como é.

Além da nova atração Marina Sena, as festas já tiveram diversos nomes, como Johnny Hooker, Dona Onete, Letrux, Mulamba, Karol Conká, Janine Mathias, entre outros.

“Nesta edição, a Marina Sena, o Romero Ferro e os DJs ficarão em cima do palco, junto com todos os convidados, com a energia que a nossa pista tem e com a qual todos já estão acostumados, além de um cenário lindíssimo, que é a Ópera de Arame!”, comenta Gil Preto sobre o que o público pode esperar no dia 01 de abril.

Serviço – Brasilidades convida Marina Sena

Quando: 01 de abril de 2022 (sábado)

Local: Ópera de Arame (Rua João Gava, 920)

Horários: das 22h às 04h

Ingressos: os preços variam de R$ 100 a R$ 200 de acordo com a modalidade escolhida

Vendas: Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/brasilidades-9-anos-convida-marina-sena/1406466)

Forma de pagamento: Pix, Boleto, Cartão de Crédito em até 12x

Classificação Etária: 18 anos

Realização: Brasilidades

Arte Viva! Viva a Arte!

Remontagem de Brasileiro, Profissão: Esperança é destaque da programação do Festival de Curitiba

Quase 50 anos após sua primeira apresentação, um clássico absoluto do teatro nacional renasce adaptado ao momento histórico atual do país: o musical “Brasileiro, Profissão Esperança”, escrito por Paulo Pontes, é um dos grandes destaques da Mostra Lúcia Camargo do 30º Festival de Curitiba.

Com direção da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, a peça chega ao palco do festival nos dias 31 de março e 01 de abril às 21h, no Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 - Centro). O espetáculo conta com intérprete de Libras.

“O momento é este. A nossa profissão de artista e nossa profissão de brasileiro é ter esperança, é o que nos resta”, destacam os diretores no material de apresentação do espetáculo.

“Brasileiro, Profissão: Esperança” já teve versões com Maria Bethânia e Ítalo Rossi (1971), Clara Nunes e Paulo Gracindo (1973) e Bibi Ferreira e Gracindo Jr (1998). Em 2021, a peça foi recriada para comemorar os 50 anos da montagem original. Com figurinos e cenografia despojada, e com Cláudia Neto e Claudio Botelho como protagonistas, a versão agora dirigida por Botelho e Charles Möeller ganha uma inusitada importância diante da situação atual.

Na peça, Pontes conta a história de dois grandes nomes da cultura popular, a cantora Dolores Duran (1930-1959) e o cronista Antônio Maria (1921-1964), por meio de suas canções e crônicas. No repertório musical, grandes clássicos como Ternura Antiga, Manhã de Carnaval, Valsa de uma Cidade, Castigo, Lama, Fim de Caso e A Noite do Meu Bem.

Segundo Paulo Pontes, a ideia era que qualquer brasileiro se visse “um pouco nessa generosa, irônica e desesperada aventura existencial contida na vida” dos dois. A montagem original foi dirigida por Bibi Ferreira e fez um ano de temporada no Rio e outro em São Paulo.

Em 1974, a versão mais célebre da peça foi montada com Clara Nunes e Paulo Gracindo, acompanhados por uma grande orquestra e bateu recordes de público pelo país afora. Foi uma das primeiras peças multimídia que projetaram filmes de 35mm em telões laterais, numa direção cênica inovadora.

A construção teatral é habilidosamente arquitetada sobre canções e textos das duas figuras-síntese da vida carioca nos anos 50. O espectador vai tomando contato “com as pegadas de Dolores e Maria pelos bares e areias do Rio”, como descreveu a crítica de Júlio Viegas.
50 anos depois, o texto traz à tona um Brasil que parecia perdido no passado, mas que se encaixa, infelizmente, nas circunstâncias do Brasil de hoje. Um país incerto e inseguro, mas cheio de esperança.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA
Brasileiro, Profissão: Esperança
Um musical de Paulo Pontes com canções de Dolores Duran e Antônio Maria.
Elenco: Claudia Neto e Claudio Botelho.
Músicos: Guilherme Borges (piano e teclados), Márcio Romano (bateria, percussão e vibrafone) e Thiago Trajano (violão e guitarra).
Direção: Charles Möeller e Claudio Botelho.
Direção Musical e Arranjos: Thiago Trajano.
Iluminação: Paulo César Medeiros.
Som: Erick Lima.
Figurino: Constança Whitaker e Alex Santos.
Produção Executiva: Cris Fraga.
Operação de canhão: Jimy Menezes.
Produção e realização: M&B.

Serviço:
O que: Brasileiro, Profissão: esperança no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 31 de março e 01 de abril às 21h
Onde: Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 - Centro).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: Livre
Duração: 90’

DANIEL SE APRESENTA EM CURITIBA COM O SHOW “VERSÕES DE MIM”

O show intimista faz parte das comemorações dos 40 anos de carreira

Depois de um longo tempo longe dos palcos devido a pandemia, o cantor Daniel retorna a Curitiba com o show intimista “Versões de Mim”. Um romântico declarado, Daniel faz uma releitura de grandes sucessos da carreira e novidades musicais, com a versatilidade de sua voz, o cantor promete um show que fala de amor.

O próprio nome já carrega a intenção do show, “Versões de Mim” é uma apresentação que revisita os anos de carreira de Daniel, passando por obras que fazem parte não só de sua trajetória pessoal como também de seu público.

“A primeira coisa que penso é sobre o repertório, quais canções trazer e, nesse caso, não tive dúvidas, queria contemplar as que tornam a minha carreira vitoriosa. Acabei escolhendo músicas que marcam uma época e que não podem faltar jamais”, afirma Daniel.

Versões de Mim é um show emocionante, único e elegante, que conta com os sucessos “Que era Eu”, “Vida Minha”, “Eu sem você”, “Fricote”, “Estou Apaixonado”, “Te amo cada vez mais”, “Adoro amar você”, “Declaração de amor” e no roteiro, ele ainda inclui a recente “Casava de Novo”.

“Fazer um show que diz muito sobre mim e ainda ser parte da história de uma geração que vem me acompanhando, me deixa muito feliz e comovido”, complementa Daniel.

Em 2022 Daniel da início a comemoração dos 40 anos de carreira e no início do ano Daniel lançou uma canção emocionante, “Tempo”, que fala da relação dos filhos com o pai e que no clipe conta com imagens do arquivo pessoal do cantor com a família e as filhas.

Serviço:

Daniel “Versões de Mim”

Quando: 19/03/2022 (sábado)

Onde: Teatro Positivo

Horário: 21:00

Classificação: Livre

Vendas: Disk Ingressos

Produção: Massa FUN e Plateia Entretenimento

Avant-première de “Carmen encontra Butterfly”

A orquestra Ladies Ensemble convida para a avant-première do espetáculo “CARMEN ENCONTRA BUTTERFLY” no Auditório Regina Casillo, no dia 16 de março (quarta-feira), às 20h. A pré-estreia é exclusiva para convidados e imprensa.

O concerto cênico-musical tem a orquestra Ladies Ensemble, a soprano japonesa Masami Ganev no papel de Cio-Cio San e a mezzo soprano paulista Mere Oliveira no papel de Carmen. A regência é de Priscila Bonfim, maestrina assistente do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

As sessões abertas ao público ocorrem nos dias nos dias 17, 18 e 19 de março, às 20h. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) e estão à venda pelo serviço Disk Ingressos.

Avant-première de Carmen encontra Butterfly
Dia 16 de março, às 20 horas.
Auditório Regina Casillo (R. Lourenço Pinto, 500 — Centro — Curitiba)
Estacionamento no local.