Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello se apresentam em Curitiba com a comédia ‘Conserto para Dois, O Musical’

Espetáculo é apresentado no Teatro Guaíra em data única, no dia 24 de agosto, às 21h

Comédia musical 100% brasileira retorna aos palcos com nova turnê e temporada

Ingressos podem ser adquirido nas bilheterias oficiais ou através do site https://www.diskingressos.com.br/

Crédito: Gabriela Schmidt
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Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello já têm data marcada para voltar ao teatro: dia 24 de agosto, às 21h, com a reestreia de “Conserto para Dois, O Musical”, no Teatro Guaíra, em Curitiba-PR. Depois do sucesso que foi a temporada e turnê em 2022, eles voltam em turnê e temporada com apresentações em cidades inéditas. Além de Curitiba, a agenda da circulação contempla as cidades de Pirassununga e Lençóis Paulista, no interior de São Paulo, as capitais do Rio de Janeiro-RJ e Vitória-ES, e uma temporada na cidade de São Paulo, no Teatro Frei Caneca. O espetáculo é apresentado por Ministério da Cultura e Bradesco Seguros.

“Sentimos que ficou um gostinho de quero mais no público. Encerramos uma temporada com casa cheia e ingressos esgotados. Percebemos que ainda tinha mais gente que gostaria de ver essa comédia que é ‘Conserto para Dois, O Musical’ e decidimos fazer mais um temporada”, explica Claudia, que além de dividir o palco com Jarbas e se revezar com ele para interpretar os 12 personagens da história, ainda produz o espetáculo: “Quando voltamos no ano passado, ficamos na dúvida de como seria para o público voltar ao teatro, se eles iriam novamente, como seria essa retomada… Mas o abraço tão carinhoso deles superou e muito nossa expectativa. Então, estamos de volta!”.

Jarbas, por sua vez, também tem função dupla na montagem: além de estrelar “Conserto para Dois, O Musical” ao lado de Claudia, ele é o diretor do espetáculo. “Foi a primeira vez que dirigi Claudia e deu tudo muito certo. Ela é uma atriz que gosta de ser dirigida, que gosta da troca que essa dinâmica entre ator e diretor propõe. Então, o trabalho sempre fluiu de uma maneira muito boa. Acho que isso se traduz no palco, no encantamento que o público sente ao assistir ao espetáculo”, conta Jarbas: “O teatro já é mágico por si só. E acho que nosso musical traz uma magia ainda maior porque o público mesmo não entende como só nós dois podemos interpretar todos os personagens da história. Isso, aliás, rende histórias hilárias. Minha mãe, por exemplo, não me reconheceu quando eu estava no palco caracterizado como Dona Socorro (risos)”.

“Conserto para Dois, O Musical” conta a história de amor, encontros e desencontros entre o famoso escritor Ângelo Rinaldo (Jarbas) e a atriz internacional Luna de Palma (Claudia). Separados, os dois embarcam em um cruzeiro para esquecerem a desilusão amorosa. Eles só não contavam embarcar no mesmo navio, Sinfonia dos Mares, rumo à Antártida. É nesse cenário que se desenrola toda a história, criada por Anna Toledo a convite de Claudia e Jarbas.

“Eu cresci assistindo à Claudia Raia fazendo ‘TV Pirata’. Eu queria explorar aquele humor absurdo. Claudia e Jarbas são minhas grandes referências no teatro musical. Acho que assisti a tudo que eles fizeram no teatro nos últimos 20 anos. Os dois têm um sólido arcabouço de recursos cênicos, corporais, vocais. Sabendo para quem eu escreveria, muito dos personagens e situações já se desenharam”, afirma a roteirista.

Anna trabalhou lado a lado com o diretor musical, Tonny Lucchesi, e Thiago Gimenes para criar as músicas de “Conserto para Dois, O Musical”. Afinal, no teatro musical elas também contam a história que está se desenvolvendo, elas estão inseridas dentro da dramaturgia.

“Os temas foram pensados para dar todo esse clima de comédia. Como são muitos personagens, cada um tem uma característica musical bem marcante, que pretende dialogar muito com o público. Temos o luxo de ter Kátia Barros coreografando. É muito legal ver a conversa entre música e movimento que desenvolvemos. Além disso, Claudia e Jarbas são muito criativos e trazem humor para as canções”, pontua Tony.

O cenário, criado por Natália Lana, é praticamente um personagem da história. Ele vai se desdobrando para virar cenário para todos os momentos da divertida história que se desenvolve. Os figurinos são fundamentais porque eles ajudam a dar o tom da diferença entre as personas, que têm partituras corporais, timbres e trejeitos diferentes. O figurinista Bruno Oliveira ainda tinha um desafio muito importante: criar roupas que pudessem ser tiradas e colocadas entre 5 e 10 segundos. Sim, é mais ou menos esse o tempo que Claudia e Jarbas têm para sair de um personagem e entrar em outro.

“Trabalhamos muito com a Kátia Barros, nossa codiretora e coreógrafa, para criar os trejeitos e as partituras corporais de cada personagem. O figurino embala tudo isso. Já a preparação vocal ficou por conta do maestro Marconi Araújo, que é também quem assina a direção musical e vocal do disco do espetáculo, que lançamos com 10 faixas”, aponta Jarbas.

Navegando por outras águas

Com “Conserto para Dois, O Musical”, Claudia e Jarbas apostaram em criar novas formas de o público se entreter com o teatro musical. A dupla lançou o disco de espetáculo, com 10 faixas. Algo ainda pouco explorado no Brasil. As gravações aconteceram em um estúdio em São Paulo. O maestro Marconi Araújo é quem assina a direção musical e vocal do álbum.

“Eles já sabiam o texto e as músicas, já tinham feito o espetáculo, as concepções todas já estavam na cabeça. Eu realmente só precisei adaptar para o universo do disco. Acho que foi um processo muito tranquilo para eles. Tanto é verdade que gravamos o disco muito rápido, foi um processo que levou três dias. Eles realmente estavam muito preparados para fazer”, diz o maestro Marconi Araújo, que acredita que o lançamento do disco vai abrir mais um espaço para o teatro musical brasileiro: “Poucos espetáculos puderam fazer isso no Brasil. Alguns fizeram, mas, especificamente no nosso caso, tem um diferencial: no nosso caso, não é um álbum só das músicas, também há a parte de texto que une a história. Então, não é um álbum de músicas, é um álbum de dramaturgia. Isso é uma coisa diferente, acho que inédita, e pode sim abrir porta para outros espetáculos que queiram registrar o seu trabalho. Afinal de contas dá tanto trabalho e a gente acaba não ficando com registro nenhum nas plataformas digitais. Com certeza abre uma nova fronteira para o mercado de teatro musical brasileiro”.

As novidades não pararam por aí. Uma das faixas, “Tô bem melhor sem você”, ganhou um clipe, lançado em dezembro do ano passado. “Essa foi uma grande homenagem à comunidade LGBTQIA+, que sempre me acompanhou nesses quase 40 anos de carreira. Convidei para estarem comigo Marcia Pantera, Gysella Popovick, Catherrine Leclery, Salete Campari, Laysa Bombom, Alexia Twister, Silvetty Montilla, Allyssa Drummond, Lilian Ravani, Thália Bombinha e Rafaelly Poul. A Catherrine, por exemplo, veio da Alemanha especialmente para gravação”, relembra Claudia.

Marcella Rica é quem assina a direção do clipe, que foi gravado na boate Blue Space: “É sempre uma delícia e um privilégio trabalhar com a Claudia e com o Jarbas. Quando ela me ligou pedindo ajuda pra realizar essa ideia, eu não pensei duas vezes, ainda mais com a oportunidade de exaltar a arte drag e trabalhar com esse squad maravilhoso! Foi uma correria louca (risos). Realizamos tudo - da visita de locação, gravação, pré e pós produção - em uns quatro dias, se não me engano. E para isso contamos com a ajuda de uma equipe muito maravilhosa, que merece todos os aplausos! A ideia era também fazer esse paralelo com a linguagem do espetáculo, onde eles trocam de roupa com uma rapidez incrível diversas vezes durante a peça. Por isso, a ideia dos planos sequência com transições rápidas, que trazem um certo ilusionismo”.

Com texto de Anna Toledo, músicas dela, Thiago Gimenes e Tony Lucchesi, que também assina a direção musical do espetáculo, “Conserto para Dois, O Musical” volta em turnê nacional, com apresentações de 24 de agosto a 15 de dezembro. O espetáculo é apresentado por Ministério da Cultura e Bradesco Seguros.

FICHA TÉCNICA

Texto: Anna Toledo
Músicas: Thiago Gimenes, Tony Lucchesi e Anna Toledo
Direção: Jarbas Homem de Mello
Codireção e Coreografias: Kátia Barros
Diretor Musical: Tony Lucchesi
Design de Som: Tocko Michelazzo
Design de Luz: Jarbas Homem de Mello e Jackis Roberto
Cenário: Natália Lana
Figurinos: Bruno Oliveira
Visagismo: Dicko Lorenzo
Elenco: Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello
Participação Especial: Guilherme Terra
Diretor Musical Assistente, Arranjos e Piano: Guilherme Terra
Diretora Residente: Sabrina Mirabelli
Produção: Amanda Leones – Versa Cultural
Produção Geral: Raia Produções
Realização: Magali Elena Produções, Bradesco Seguros e Ministério da Cultura - Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução
Assessoria de imprensa: Motisuki PR

Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros
Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.
Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderella”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Conserto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”.

SERVIÇO - “CONSERTO PARA DOIS, O MUSICAL”

Duração: 100 minutos
Classificação indicativa: 10 anos

CURITIBA-PR
Local: Teatro Guaíra
Endereço: R. XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba - PR, 80060-000
Data: 24 de agosto
Dias de exibição: sábado
Horários de exibição: 21h, sábado

PLATEIA: R$110,00 meia entrada e R$220,00 inteira
PRIMEIRO BALCÃO: R$75,00 meia entrada e R$150,00 inteira
SEGUNDO BALCÃO: R$21,18 meia entrada e R$42,36 inteira

INGRESSOS
Atendimento presencial:
Bilheteria do Teatro Guaíra: nos dias de apresentação, a partir das 14h;
Loja Shopping Muller: Seg. à Sex.: 10h às 14h / 15h10 às 18h; Sáb.: 12h às 16h / 17h10 às 20h
Teatro Positivo: Seg. à Sex: 11h às 15h / 16:10h às 20h; Sáb.: 17h às 21h
Teatro Fernanda Montenegro: Seg. à Sex.: 10h às 14h / 15h10 às 18h; Sáb.: 12h às 16h / 17h10 às 20h
Atendimento online:
https://www.diskingressos.com.br/

Chico Mello e Hélio Brandão – O Reencontro Músicos curitibanos se apresentam em duas sessões, em julho, no Guairinha

O cenário musical de Curitiba será palco de um evento que reúne dois grandes nomes da música paranaense. O projeto "Chico Mello e Hélio Brandão - O Reencontro" acontece em duas apresentações, 27 e 28 de julho, no Guairinha, e promete reviver a colaboração que marcou a carreira dos músicos a partir da década de 80 e que continua a influenciar a música local e internacional até hoje.

Chico Mello e Hélio Brandão desenvolveram, cada um a seu modo, uma voz musical que se destaca pela inovação e pela capacidade de dialogar com diferentes estilos musicais. Este reencontro busca dar continuidade a mais de 40 anos de um produtivo debate sobre os novos caminhos da música paranaense e sua relação com o Brasil e o mundo, sempre valorizando a individualidade musical.

O reencontro dos músicos será documentado para celebrar uma parceria que, no início de suas carreiras, resultou na gravação do aclamado LP "Chico Mello - Helinho Brandão" em 1984. O trabalho, inclusive, foi reconhecido como um dos dez melhores LPs independentes do Brasil e recebeu o Troféu Chiquinha Gonzaga, no Rio de Janeiro.

Chico Mello é compositor, violonista, cantor e pianista de destaque no cenário internacional, conhecido por suas composições inovadoras que transitam entre a Europa e o Brasil. Em 1987, Chico Mello foi para a Alemanha, onde faz carreira até hoje, em Berlim.

Hélio Brandão, por sua vez, seguiu outros caminhos no Brasil, focando na música instrumental e no jazz. Hélio possui uma carreira reconhecida, recebendo o prêmio Trajetórias da Lei Aldir Blanc em 2020, por sua carreira de mais de 20 anos.

Participação Especial de Leonardo Gorosito
Para enriquecer ainda mais o espetáculo musical, o duo convidou Leonardo Gorosito, um dos mais importantes músicos da nova geração paranaense. Sua participação promete renovar e expandir as discussões estéticas iniciadas por Chico e Hélio, contribuindo para reflexões que podem influenciar gerações futuras de músicos.
Este reencontro, viabilizado pelo edital da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), busca intensificar esses diálogos musicais e trazer ao público a riqueza dessas experiências.

Serviço
Evento: "Chico Mello e Hélio Brandão - O Reencontro"
Datas: 27 e 28 de julho
Horário: 20h00.
Local: Teatro Guairinha, Curitiba
Ingressos:
Link dia 27 de julho:
https://deubalada.com/evento/395/Chico_Mello_e_Hlio_Brando-_O_Reencontro
Link dia 28 de julho:
https://deubalada.com/evento/396/Chico_Mello_e_Hlio_Brando-_O_Reencontro

Ficha Técnica
Proponente, Direção Artística, e Solista Sax: Hélio Brandão
Produção Executiva/ Arranjos/Solista Piano Voz e Violão: Chico Mello
Solista Percussionista: Leonardo Gorosito

Coordenação Geral de Projetos: Marcelo Lemos da Silva
Assistente de Produção: Ana Paula Machado

Contrapartida Social/Ministrante da Oficina de Musicalização Coral Inclusivo: Luiz Alberto Amorim de Freitas
Contrapartida Social/Pianista: Fábio Rodrigo Cardoso

Produção de Vídeo: Luciano Coelho
Gravação de Áudio e Sonorização do Show: Vinícius Araujo
Iluminação: RODRIGO ZIOLKOWSKI

Assessoria de Imprensa e Redes Sociais: Com Leite Comunicação
Design: Alexis Graf
Locação de Piano: Donizete Bonifácio

Indavirus em “Não me quebra, Lauro” o show em Curitiba

A apresentação, que acontece no dia 04 de agosto no Teatro Bom Jesus

Curitiba se prepara para receber um show de comédia super aguardado que mistura stand-up comedy, sanfona, interação com o público e muito mais com o espetáculo Indavirus em “Não me quebra, Lauro" o show, apresentado pela dupla mais icônica do humor catarinense. A apresentação, que acontece no dia 04 de agosto no Teatro Bom Jesus, promete um imperdível show de humor e música ao vivo para agitar o público. Com realização da Canesso Produções, o evento começará às 19h. Os ingressos estão sendo vendidos pelo site da produtora CanessoProducoes.com.br .

Os curitibanos poderão se divertir com as aventuras e desventuras dos catarinenses que são conhecidos por seu humor único e cativante: Gustavo Pórco e Lauro Antigo. No palco, Gustavo fará de tudo para conquistar a atenção e arrancar elogios de seu amigo rabugento, Lauro, incluindo demonstrações de suas habilidades com a sanfona. Entre uma música e outra, os dois relembrarão histórias hilárias que viveram juntos.

Além disso, o show trará análises ao vivo de comentários nas redes sociais e revelará curiosidades inéditas sobre os bastidores do Indavírus, garantindo surpresas e muitas risadas para todos os presentes.

Sobre Indavírus

Apresentado pelos personagens Indaialenses “Gustavo Pórco” e "Lauro Antigo", o Jornal Indavírus tem a proposta desde a sua primeira edição, de levar alegria, conhecimento, e história para os moradores da região do Vale do Itajaí - SC. Contando lendas locais, curiosidades, e visitando as cidades da região, os programas são sempre apresentados na linguagem local da região, e com muito bom humor. Em 2022, o canal da dupla que leva o mesmo nome, Inda Vírus, foi o canal de humor catarinense mais assistido do YouTube.

SERVIÇO:
INDAVIRUS EM “NÃO ME QUEBRA, LAURO" O SHOW EM CURITIBA
Data: 04 de agosto de 2024
Horario: 19h
Local: Teatro Bom Jesus
Realização: Canesso Produções
Classificação: Livre
Duração: 90 minutos
Valores: A partir de R$ 50,00 (Meia-entrada pelo seguidor pelo @canessoproducoes).
Ingressos: CanessoProducoes.com.br

Leticia Sabatella reúne a arte paranaense e pernambucana neste final de semana

Com ingressos esgotados, o Teatro do Paiol recebe nesta sexta (19) e sábado (20) Leticia Sabatella, Juliano Holanda, Eugênio Fim e Luiz Felipe Leprevost

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(Foto: Divulgação)

Entre o sul e o nordeste brasileiro, existe uma distância longínqua. Mas, pela arte do encontro, os sotaques e as relações culturais abrangem diversas possibilidades. Da poética entre a palavra escrita e a falada, é nesta tenuidade que surge o show ´´Leticia Sabatella convida Juliano Holanda``, onde os artistas compartilham em cena, as canções do álbum ´´Poéticas da Terra em Crise``, lançado durante a pandemia.

O show no Teatro do Paiol, nesta sexta (19) e sábado (20), a partir das 20h, traz também, a participação especial do escritor, dramaturgo, ator e compositor, Luiz Felipe Leprevost, com direção musical de Eugênio Fim. Os ingressos para sexta-feira estão esgotados.

Mineira criada em Curitiba, Leticia Sabatella é de casa, conhece bem os palcos da cidade. Por outro lado, Juliano Holanda, desembarca na capital, diretamente de Pernambuco, e traz consigo, o seu repertório de vida e arte que engrandece o encontro entre os artistas.

Embora não seja a primeira vez que o compositor e instrumentista natural de Goiana (PE), esteja em Curitiba, esta junção entre eles, consolida nesta apresentação inédita, as canções que integram o álbum ´´Poéticas da Terra em Crise``, com produção musical assinada pelo músico Eugênio Fim. Desenvolvido durante a pandemia, segundo Leticia Sabatella, o projeto não é datado. Porém, expressa a realidade de um processo que extrapola os laços artísticos.

“Eu sou extremamente grata ao Emerson Rechenberg e ao Eugênio Fim, por terem me convidado durante a pandemia para fazer parte desse projeto, ter fomentado a minha criatividade neste encontro de ideias. Em um momento tão triste, foi um abraço à distância. Esse sentimento ainda existe, pois temos coisas boas daquele período para rememorar também. Isso é a arte, ela acontece em seus momentos e nos salva das crises, em sua emergência. É muito legal encontrar essa cena com diversos profissionais de diversas áreas entre o Paraná e o Nordeste”, ressalta a multiartista.

Com produção executiva assinada por Emerson Rechenberg, há três anos, quando Letícia convidou Juliano para integrar o projeto, foi um desafio abismal. Além da pandemia, toda a equipe estava em uma localidade distinta. Ainda assim, a sensibilidade entre eles possibilitou a reunião de um repertório atemporal.

“O tema proposto por Letícia é o centro gravitacional, e o repertório foi se desenhando a partir dele. Acaba que ficou um misto de canções pandêmicas e pós-pandêmicas. Durante a pandemia, cada um criou seu próprio formato de produção”, pondera Juliano Holanda.

Sobre o álbum

Com seis canções, além de confrontar o tempo, em ´´Poética da Terra em Crise``, o álbum reúne as composições de Zélia Duncan e Juliano Holanda – em ´´Apesar do Mundo``; Tio Tonho Champoski e Eugênio Fim – em ´´Sobre Hoje``; Chico Paes e Octávio Camargo – em ´´Laika``; e Luiz Felipe Leprevost e Thiago Catarino em ´´Senhores do Ódio``.

´´As crises são cíclicas e permanentes. Estar em crise é uma condição de crescimento e transformação. A gente ainda está vivendo diversas crises e recomeços. Existe um caráter universal. Para nós enquanto humanidade, lidar com tudo isso, com a poética e tantos artistas, é uma proximidade de construções diárias. A gente entende que sempre terá crises pessoais para também ser espelhada nesta poética``, ensina Leticia.

Com produção musical e arranjos assinados por Eugênio Fim, à distância, o processo criativo e a colaboração entre os três, foi norteada por uma sonoridade onde a preocupação estética reflete a poética da palavra escrita. Para o produtor, a realização do projeto durante a pandemia foi um desafio quase distópico, mas o alinhamento artístico foi imprescindível para o conceito do álbum.

“Batendo um papo com a Leticia ela chegou nesse nome que era justamente o estopim do isolamento social. Nós gravamos tudo de forma online e à distância. Foi um projeto árduo e bem intimista. É uma estética eletrônica, o processo é orgânico para o eletrônico nascer. Existem diversos contrapontos nas nuances sonoras”, reflete Eugênio Fim.

Sobre o show

Em ´´Letícia Sabatella convida Juliano Hollanda``, em ambas apresentações, o show conta ainda com a participação especial do escritor, dramaturgo, ator e compositor, Luiz Felipe Leprevost, com a direção musical de Eugênio Fim. Neste encontro de sotaques, a apresentação estreita os laços entre o nordeste e o sul. Para Juliano, realizar este show é um ciclo natural para fortalecer a proposta do projeto.

´´Quando a Letícia me falou do projeto e perguntou se eu tinha canções que coubessem. Acabei escrevendo uma com Zélia e ela escolheu “Porque você”, de minha autoria e que já havia sido gravada por Almério. Nós trabalhamos numa série chamada ´Amorteamo`, anos atrás. E desde lá, já rolou muita empatia e identificação. Aqui e ali estivemos por outros palcos, como no projeto Alfarrábio Sonoro, junto com Lirinha, Anelis Assumpção e Ava Rocha. Também estive com ela na Marcha das Margaridas, em Brasília. Acho natural que haja esse desdobramento”.

Após três anos, o palco do Teatro do Paiol, será marcado por um dos principais shows deste ano. Desde o conceito do projeto, até a realização desta performance, condensar a apresentação entre eles, é o início de um novo ciclo.

“A sensação em realizar este show é de preencher uma lacuna, embora a gente tenha ficado extremamente grato por realizar nas condições que fizemos e termos sobrevivido enquanto perdíamos muitas pessoas próximas, havia sempre a sensação de frieza da distância que o show vai complementar agora com o público”, explica Emerson Rechenberg, responsável por assinar a produção do show que integra a programação cultural dos 20 anos da Casa Helena Kolody.

Para Eugênio Fim, o show é complementar ao álbum. Porém, a construção para os dois dias de apresentação, é um processo em constante desenvolvimento. ´´Poder guiar todo esse processo e estarmos ao vivo pela primeira vez, é criar um espaço dramatúrgico de imersão. A estética final com as projeções e o som é um processo de maturação. É uma instalação audiovisual performática. Nós tivemos poucos ensaios, a emoção é de pura adrenalina e satisfação``.

Da terra em crise às possibilidades poéticas, a reunião cultural de repertórios e vivências distintas, afloram as perspectivas geográficas que serão celebradas com nomes essenciais da cena artística brasileira.

“Eu sou apaixonada pelos nossos poetas de Curitiba. Temos algo peculiar, muito próprio. Apesar da mesma língua de alma, e também da portuguesa, são outros sotaques neste encontro”, festeja Leticia.

Com ingressos esgotados para o show de abertura na sexta-feira (19), ainda é possível adquirir para o sábado (20), pela plataforma Deu Balada, neste link. Ambas as apresentações têm início às 20h, no Teatro do Paiol.

No sábado, além do show, Leticia Sabatella, Juliano Holanda e Eugênio Fim participam de um bate-papo aberto ao público no Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme 66), a partir das 10h, com entrada gratuita.

Em ´´Leticia Sabatella convida Juliano Holanda``, o show é um projeto realizado com recursos de apoio à cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Com a realização da Casa de Artes Helena Kolody.

Serviço

Leticia Sabatella convida Juliano Holanda
Quando: 19 (sexta-feira) e 20 (sábado) de julho
Onde: Teatro do Paiol
Endereço: Cel Zacarias, nº 51 - Prado Velho
Abertura do Teatro: 19h
Início do show: 20h
Valores: Entre R$10 e R$20
Ingressos disponíveis em Deu Balada

Ficha Técnica

Realização: Casa de Artes Helena Kolody
Produção Executiva: Emerson Rechenberg
Direção Artistica: Letícia Sabatella
Direção Musical: Eugênio Fim
Musicos: Alonso Figueroa e Vina Lacerda
Cenografia: Guenia Lemos
Iluminação: Nádia Luciane
Libras: Jonatas Medeiros
Assistência de Produção: Mariane Antunes
Assessoria de Imprensa: Lucas Cabaña (Cabana Assessoria)
Artes: Andye Di
Videomaker: Roni Nascimento
Apoio: Soy Loco por Ti, Nina e Jacobina

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DE APOIO À
CULTURA - FUNDACAO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA
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Espetáculo teatral traz Édipo: uma Ópera Rap no Guairinha

Aliando o clássico ao contemporâneo, a peça traz uma perspectiva feminina do mito de Sófocles, adaptação de Marcelo Bourscheid, produzido pela Entre 2 Produções para desmistificar e ampliar o olhar sobre as mulheres na história que sempre padeceram sob a tragédia grega, estreia dia 8 de agosto, gratuitamente, no Guairinha, em Curitiba.

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Equipe de “Édipo: Uma Ópera Rap”, reunida para a montagem com estreia marcada para dia 8 de agosto no Teatro Guairinha, em Curitiba. Foto de Rapha Fernandes (acesse aqui para mais imagens: Fotos e arte - Édipo: uma ópera rap )

Já imaginou misturar música clássica, com o rap, um mito trágico sob a perspectiva das mulheres praticamente esquecidas na história? Essa é a resposta cênica proposta pelo espetáculo Édipo: uma ópera Rap, montagem da Entre 2 Produções, que estreia dia 08 de agosto às 20 horas no teatro Salvador de Ferrante, o Guairinha. A obra é conduzida pela diretora Jossane Ferraz, dramaturgia de Marcelo Bourscheid, direção e composição musical de André Ricardo Souza e direção de movimento com Raphael Fernandes. Todo o processo foi feito de forma colaborativa e conduz o público para um olhar crítico feminino. Ismene e Antígona, representadas pelas atrizes e cantoras Taciane Vieira e Jaquelivre dão voz e corpo às filhas do rei Édipo, o mais infeliz de Tebas, soma-se a elas para narrar a história a cantora lírica Vanessa Rafaelly.

Um dos mais emblemáticos mitos da antiguidade greco-romana, Édipo ainda intriga estudiosos e artistas, e ainda é fonte inesgotável nas artes cênicas para análise das relações entre a cena contemporânea e o imaginário grego. De acordo com a diretora, o espetáculo se fundamenta na transposição dos elementos presentes no mito de Édipo para o contexto contemporâneo, “a base é uma dramaturgia própria resultante em um universo cênico com inúmeras pulsões e imagens poéticas oriundas do mito”, revela Joss. As protagonistas femininas cantoras juntam-se com uma orquestra majoritariamente formada por mulheres, ao corpo de baile - um grupo diverso de bailarinos de diferentes estéticas da dança hip-hop com influências de danças clássicas, jazz e dança contemporânea - agregar força e movimento a esta obra, assumindo, formações diferenciadas em cena e executando coreografias que vem completar o fio dramatúrgico do espetáculo.

“Nosso trabalho tem um caráter híbrido e dialoga com elementos da ópera, da tragédia, do hip hop e seu processo de criação promove a fricção criativa de artistas do hip-hop, músicos e compositores de formação erudita, cantoras líricas, atrizes cantoras, como agentes criativos nesta investigação pela tragédia de Sófocles”, conclui a diretora Jossane Ferraz.

Serviço
ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP
Estreia: 08 de agosto 2024 - 20 horas
Dia 9, 16h e 20h.
Dia 10, 16h e 20h.
Dia 11, 19h.
Local: Guairinha - Auditório Salvador de Ferrante
Rua XV de Novembro, 971 - Centro
Ingressos: Gratuitos

Sinopse
Édipo: Uma Ópera RAP

A clássica narrativa de Édipo, o rei tebano que mata o pai e se casa com a própria mãe, é um dos mitos mais conhecidos da antiguidade clássica. No espetáculo “Édipo: Uma Ópera RAP”, essa história é recontada a partir da perspectiva das filhas de Édipo, Antígona e Ismene, últimas remanescentes do legado imemorial de mortes e infortúnios que permeia a família de um dos personagens mais conhecidos da mitologia grega. Apostando na potencialidade do diálogo entre a tragédia grega, a ópera e o rap, esse espetáculo traz um elenco com artistas oriundos de diversas linguagens artísticas (hip hop, canto lírico, rap, dança, música, teatro) para dar voz ao que foi silenciado nesta moderna-antiga história: a voz das mulheres. Édipo, Laio, Etéocles, Polinices e todos os homens dessa história estão mortos. Restam a mulher e sua dor. Restam a mulher e sua voz. Vamos ouvi-las.

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Ficha Técnica ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP

Direção: Jossane Ferraz
Composição e direção musical: André Ricardo Souza.
Direção de movimento: Rapha Fernandes.
Dramaturgia e orientação cênica: Marcelo Bourscheid.
Produção: Jossane Ferraz e Iara Elliz.
Iluminação: Lucri Reggiani
Cenografia: Jossane Ferraz
Cenotécnico: Reinaldo Silva
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Design Gráfico: Rapha Fernandes
Estagiando: Giovanna Beatriz e Luiz Toniato.

Atrizes/cantoras: Taciane Vieira e Jaquelivre.
Cantora lírica: Vanessa Rafaelly.
MC: Junior Zehut
Bailarines: Gui Negão, FlaPê, Maikinho FlyingBoys, Silvester Neto e Flávia Martins.
Instrumentistas: Denusa Castellain, Dalila Lopes, Violinista Chavosa e Luís Fernando

RAIZ, nova criação da artista Greice Barros, estreia com entrada gratuita

RAIZ, nova criação da artista Greice Barros, abre curta temporada no dia 18 de julho de 2024 no Espaço Obragem. A peça fica em cartaz até dia 28 de julho, de quinta a domingo, 20h e sábados com sessão dupla, às 18h e 20h. A entrada é gratuita, com ingressos distribuídos uma hora antes.

Em maio de 2024, a peça foi apresentada no Mosteiro Monte Carmelo, no Sitio Cercado - instituição que atende mulheres em situações de vulnerabilidade, cumprindo ainda com outras sessões em espaços alternativos da cidade e também em Pindamonhangaba, em São Paulo.
RAIZ é uma obra que age no trânsito entre dança, teatro e performance. Ancorada na imagem e no movimento da raiz, a peça se cria na relação entre estudos da biologia e da anatomia dos corpos vivos, do corpo-voz enquanto produção de sentidos e das experiências poéticas e da ancestralidade das nossas raízes.
O processo de pesquisa de RAIZ teve início em 2020, no Projeto de Residência em dança IMP. Desde lá, Greice experimentou vários formatos em diferentes contextos até chegar no Espaço Obragem, em sua primeira temporada. Nesta etapa, de compartilhamento com o público, a artista contou com interlocuções e processos imersivos de criação com Elza Fernandes, participantes do Movimento Xondaria Kuery Jera Rete (Antonina), Maíra Leme (RJ) e Mônica Montenegro (SP). Inaugurando um processo de criação continuado de seis meses, junto aos co-criadores, o projeto foi se articulando com Lígia Souza, na pesquisa dramatúrgica, Faetusa Tirzah, na visualidade e as elaborações ritualísticas e Lu Faccini, na criação sonora, além de inúmeras colaborações e atravessamentos artísticos decorrentes deste percurso.
A imagem de ramificação, de rede, de plataforma de criação, de movimento contínuo e lento, se associa com o processo de pesquisa e criação e também com a cena em si. RAIZ é um acontecimento em experiência. Promove encontros com as pessoas para que, através da ativação de sensações relacionadas às raízes, possam emergir percepções - subjetivas, políticas e ancestrais - a partir da conexão entre modos de vida a fim de pensar, coletivamente, em futuros possíveis.
Greice Barros, com sua criação, busca criar uma dança ancestral e futurista que nasce do silêncio - sobretudo do silenciamento das mulheres. A peça convida a um rito coletivo que testemunha, afirma e celebra, na união dos corpos, a vida.
Este projeto foi realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivadores: Kirsten Painéis Elétricos, BRT Consolidadora | Operadora de Turismo, Sigma Telecom, Softmarketing e PESA.
SOBRE A ARTISTA
Greice Barros é intérprete, articuladora cultural e criativa, pesquisadora dos estados de presença artística no corpo/voz, produtora e gestora cultural, atuando principalmente em ações de continuidade em perspectivas de rede e práticas horizontalizadas de criação artística e produção cultural. Formada em Artes Cênicas pela FAP/UNESPAR, especialista em Políticas Culturais de Base Comunitária pela Flacso – Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (AR) / Programa IberCultura Viva e participante de inúmeras oficinas, residências e formações ligadas ao corpo, a dança, performance e teatro em Curitiba, São Paulo, Paraty e Rio de Janeiro, Brasília e Lisboa. Integra a CiaSenhas de Teatro desde 2002, como atriz e por dez anos na gestão de sua sede. Sócia fundadora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, produtora por onde idealiza e produz a maioria de seus projetos e parcerias com instituições e artistas. Atuante nos processos de produção, aplicação e pesquisa das políticas culturais voltada às linguagens artísticas e as culturas dos povos originários.

EQUIPE DE CRIAÇÃO

Criação, Pesquisa e Performance - Greice Barros
Interlocutoras de Criação/Imersões - Elza Fernandes, Maíra Leme e Mônica Montenegro
Dramaturgia - Lígia Souza
Visualidades e Elaborações Ritualísticas - Faetusa Tirzah
Criação Sonora - Lu Faccini
Colaboradoras de Criação - Katiane Negrão, Luah Guimarãez e Maíra Lour.
Produção - Cindy Napoli e Gilmar Kaminski
Desenho de Luz - Wagner Corrêa
Colaboração Técnica no Desenho de Som - Ary Giordani
Trilha Mesa Raiz - Ary Giordani, Bruna Buschle, Greice Barros e Roseane Santos
Assistente de Criação e Desenhos - Mainu
Assistente Técnica - Iyamí
Assistente de Produção - Dânatha Siqueira
Designer Gráfica - Adriana Alegria
Assessoria de Imprensa - Fernando de Proença
Redes Sociais - Tayná Miessa
Site - Gabriel Machado
Registro (foto/vídeo) - Lidia Ueta
Captação de recursos - Meire Abe
Realização - Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento

SERVIÇO
RAIZ

18 a 28 de julho de 2024
Quinta, sextas e domingos 20h
Sábados 18h e 20h

Espaço Obragem
(Al. Júlia da Costa, 204 - São Francisco, Curitiba/PR)

Entrada gratuita - ingressos distribuídos uma hora antes
Classificação indicativa: 14 anos

Teatro Paiol recebe o Palco Difusor da Bananeira Brass Band para show de lançamento de novo EP

Música

As cinco músicas gravadas com os cinco novos nomes da música autoral curitibana entram nas plataformas digitais dia 16 de julho e são apresentadas em grande show de lançamento, no dia 25 de julho, fruto da imersão em produção musical realizada pelo coletivo em 2023.

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Cinco artistas selecionados para o Palco Difusor dividem o palco do Teatro Paiol em grande show com Bananeira Brass Band para lançamento do novo EP.
Créditos: Miriane Figueira (para mais imagens acesse aqui: FOTOS ARTISTAS)

Dia 25 de julho, é o dia de celebrar e apresentar ao público o resultado de um ano de trabalhos imersivos na produção musical, realizado pelo coletivo Bananeira Brass Band em parceria com a Diversa Produções, o Palco Difusor. Artistas da cena autoral curitibana: Betania Hernandez, Dharma Jhaz, Princesas do Ritmo, Lele Farah e Sem Registro, são os nomes que estão no novo EP - Palco Difusor, que traz além de musicalidades diversas, uma troca de experiências que serão compartilhadas com a plateia que se formará no Teatro Paiol, em apresentação única e gratuita.

Antecede o grande show, o lançamento do EP - Palco Difusor, nas principais plataformas digitais no dia 16 de julho, e também as sessions no YouTube, com início no dia 18 a 23 de julho. De acordo com a produtora e gestora cultural, Pri de Morais, o acesso antes do show, vai permitir que o público conheça o trabalho e chegue no Paiol com as músicas em mente. “A ideia do projeto é impulsionar a carreira destes artistas com a produção de singles, vídeos, ensaios fotográficos e toda a vivência com outros musicistas em estúdio. Também trazer pro conhecimento do público o que a música autoral de curitiba está fermentando de mais atual”, conta.

O projeto Palco Difusor nasceu do desejo de descentralizar ações culturais na capital. Dessa forma o coletivo Bananeira Brass Band e a Diversa Produções, criaram em 2023 o projeto, que circulou por cinco Regionais e selecionou em edital os cinco artistas com trabalhos autorais para uma imersão completa no processo da produção musical, incluindo vivência no Estúdio Aroeira e grande show de encerramento para apresentar ao público as novidades musicais.

De acordo com Audryn Souza, musicista integrante da Bananeira e idealizador do projeto, o intuito do circuito foi difundir o funcionamento do mercado da música autoral curitibana em três frentes de profissionalização: “os artistas selecionados ganham com a produção de material profissional; a Bananeira Brass Band ganha com o intercâmbio artístico; toda a equipe de produção, comunicação e estúdio ganha com o amadurecimento de sua atuação na cena da cidade”, revela.

Na primeira etapa foi lançado o edital de chamamento. Os 81 inscritos passaram por uma seletiva com os produtores musicais e curadores do Palco Difusor - Erica Silva, Bface e Gian Lucca, que levaram os cinco artistas selecionados para a próxima fase com encontros de criação junto a Bananeira Brass Band em estúdio para trabalhar e ensaiar repertório de show, gravação de single e live session.

Dentro do Palco Difusor, os artistas também tiveram acesso a apresentações nas Regionais de Curitiba. Segundo Pri de Morais, a ideia foi fazer do Palco Difusor um multiplicador nas comunidades, a fim de democratizar o acesso à produção e consumo cultural. “É uma proposta que visa a amplificação do ecossistema da música independente curitibana através da integração de diversas regiões da cidade buscando fortalecimento da economia cultural e profissionalização de todos os agentes culturais envolvidos”.

Com isso o projeto contou com ações sociais e integração com o público em cada Regional, com a realização de cinco oficinas de percussão direcionadas para instituições que atendem adultos em situação de vulnerabilidade social, seguidas de apresentações da Bananeira Brass Band, em cortejo acústico.

Palco Difusor é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com o incentivo da Celepar e Phil Young’s.

SERVIÇO:

Lançamentos:
Dia 16 de julho: EP disponível em todas as plataformas digitais.
Dias 18 a 23 de julho: lançamentos sessions no Youtube

Show Palco Difusor
Local: Teatro Paiol (Rua Cel. Zacarias, 51 - Prado Velho)
Data: 25 de julho de 2024
Horário: 20h
Ingressos: gratuitos (distribuição 1h antes)
Classificação: 12 anos

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Sobre a Bananeira Brass Band
A Bananeira Brass Band é um coletivo de sopros e percussão que surge no cenário musical de Curitiba no ano de 2015 com o propósito de trazer a experiência que seus integrantes tiveram em sua formação musical através das bandas marciais e fanfarras difundindo e valorizando a música instrumental por meio de um show dançante em espírito festivo. A discografia da Bananeira Brass Band conta com o EP #PotassioNeles (2018) e o álbum Feira Livre (2021), indicado ao Grammy Latino 2022 na categoria Melhor Projeto Gráfico de um Álbum.
A formação instrumental da Bananeira Brass Band é inspirada nas bandas de rua de New Orleans e na cultura das Brass Bands (bandas de sopros). Apesar da influência de grupos estrangeiros, a banda busca trazer em seu repertório autoral a música brasileira, explorando ritmos dançantes de todas as regiões do Brasil, misturando gêneros musicais que vão do funk ao baião.

Formação atual da Bananeira Brass Band:
Audryn Souza (trompete)
Denusa Castellain (saxofone)
Emilyn Shayene (trombone)
Fernanda Cordeiro (trombone)
Lucas Ramos (trompete)
Luís Fernando Diogo (percussão)
Luís Rolim (percussão)
Pierre de Cerjat (sousafone)

Sobre os cinco novos nomes da música:

Betania Hernandez
É musicista e começou muito cedo. Aos 8 anos, entrou no Sistema Nacional de Orquestra da Venezuela e formou-se em bacharel em Composição e Criação Musical, na Uniarte, em Caracas, na Venezuela. Logo depois da graduação, migrou para o Brasil, tornou-se mestre em Estudos Latino-Americanos pela Universidade Unila, em Foz do Iguaçu. A artista já lançou dois álbuns: Passos do Vento e Lua, Sol, Mar e Estrelas pela sua própria produtora. Fez parte do Palco Difusor e com a Bananeira Brass Band compôs a música: Tudo de Nós. Segundo Betania, enquanto mulher imigrante, é a liberdade que foi dada às mulheres artistas criadoras, o que tornou a experiência tão rica e necessária para o território curitibano e para todos.

Sem Registro
O grupo veio somar ao projeto trazendo influências da música eletrônica, rap e do funk adicionando ao som orgânico da Bananeira Brass Band as nuances do sintético numa pegada mais cyberpunk do estilo "Garage". O grupo tem como pilar principal e a ponte entre todos os integrantes o Rafael Ludvich. Foi ele quem uniu os fundadores há aproximadamente 6 anos. Sobre a trajetória do grupo, em 2022, em um evento organizado pelo artista "Bface" em parceria com a Budweiser fizeram a abertura do show da dupla de artistas do Rio de Janeiro "Pumapjl". Para os integrantes do grupo, a participação no projeto deu uma experiência singular de conhecer um estúdio profissional e desenvolver um projeto com outros artistas.

Dharma Jhaz
Travesti multi-instrumentista, cantora, produtora musical, rapper e performer sonora, desenvolve através dos instrumentos de sopro, voz, corpo e performance, experimentações empíricas baseadas em elementos intercontinentais da cultura latina, afro-brasileira, jazz e punk. Tem em suas referências a música brasileira no free jazz mestiço, manifestado nas Jam Sessions e Lives que participa em colaboração com diversos artistas da cena da música experimental e eletrônica nacional e internacional. A artista acredita que a possibilidade de consolidar o conceito autoral Punk Jazz no projeto, pode inspirar as novas gerações a conhecerem o que uma travesti pode fazer, muito além dos estigmas e preconceitos que nos limitam a estatísticas trágicas, e a marginalização.

Lele Farah
Desde da infância envolvida com música por conta do trabalho do pai, que é produtor musical e multi-instrumentista. Após a pandemia juntou-se com um grupo de amigos que já estavam no processo de iniciar uma gravadora voltada ao gênero rap. Em sua trajetória, ela lançou uma sequência de singles que vem elaborando nos últimos 2 anos. As maiores conquistas profissionais foram as participações no palco do festival de bolso no Jazz Festval, aberturas de shows para artistas como Dalsin, Yago Oproprio e ADL do Favela Vive. A artista afirma que a participação no Palco Difusor possibilitou a troca artística com grandes músicos e de certa forma ter a experiência completa de fazer shows, gravação de estúdio, gravação de videoclipes, sessão de fotos e todo processo em si.

Princesas do Ritmo
As integrantes da Banda se conheceram na Ong Passos da Criança, na Vila Torres, em Curitiba, que tem como princípio básico fortalecer o empoderamento feminino através da musicalidade afro. Maíra, Geovana, Sabrina e Jamile se uniram para formar uma banda de percussão e levar a música a diferentes espaços públicos, descentralizando a cultura, aproximando a comunidade a sua ancestralidade. A banda já recebeu Menção Honrosa e também elas já participaram de eventos em parceria com a Sanepar em diversos espaços e projetos culturais celebrando o mês da Consciência Negra. No Palco Difusor, as Princesas trouxeram o swing do axé, do samba reggae promovendo autoestima e o protagonismo de mulheres pretas. De acordo com as integrantes da banda, houve um grande crescimento musical.

Almir Sater faz show no Guairão em agosto; ingressos estão nos últimos dias de venda a preço promocional

Espetáculo terá um repertório que contempla clássicos do artista e também canções mais recentes, que vão da música de raiz pantaneira à MPB

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Almir Sater - Foto: Marina Biava

A tradicional apresentação que o músico Almir Sater realiza todos os anos em Curitiba está marcada para 31 de agosto (sábado) no palco do Guairão. O público ainda tem poucos dias para adquirir ingressos a preços promocionais, a partir de R$ 140,00 (meia-entrada para pessoas vacinadas contra Covid-19, estudantes, idosos e demais condições previstas em lei). Em breve, novos valores vão entrar em vigor.

A apresentação será marcada por clássicos da trajetória do cantor e violeiro, como "Tocando em Frente", "Chalana," e "Trem do Pantanal", além de canções menos conhecidas, como as de seu álbum mais recente, "Do Amanhã Nada Sei". O evento é produzido pela Banalíssima Arte.

Além da música, Sater é um rosto conhecido da televisão, por ter atuado em diversas novelas brasileiras. Esteve nas duas versões de “Pantanal” (em 1990 e em 2022), “A História de Ana Raio e Zé Trovão”, “O Rei do Gado” e “Bicho do Mato”. Atualmente, pode ser visto em “Renascer”, em que interpreta o carismático personagem Rachid, um estrangeiro que não cansa de corrigir um erro recorrente dos brasileiros com a frase “Nós não é turco... Nós libanês!”

Uma carreira musical sólida
O estilo musical de Almir Sater incorpora uma ampla gama de influências, originando-se das ricas culturas regionais das fronteiras de seu estado natal, Mato Grosso do Sul. Essa essência cultural pantaneira e sertaneja é enriquecida com elementos da MPB, folk, blues e música instrumental brasileira de raiz, entre outros gêneros, resultando em uma identidade musical distintiva, reconhecível por qualquer apreciador de sua música.

O músico foi responsável por resgatar a viola de 10 cordas, ou viola caipira, realizando pesquisas de novos ritmos e sons para o instrumento. As composições refletem o popular e o erudito de maneira ímpar na MPB, com letras que tratam do estilo sertanejo pantaneiro, de amor e de reflexões sobre a vida, entre outros temas.

A carreira de Almir Sater foi construída de forma sólida, coerente e sem apelos comerciais, compromissos estratégicos ou imposições do mercado. Ainda assim, é um artista muito popular, recordista de público em diversos teatros e festas onde se apresenta, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste.

Mesmo tendo chegado à excelência técnica, não deixou a emoção de lado. Compõe de forma intensa e apaixonada. O público, ao sair do show, muitas vezes tem a impressão de ter saído da sala de estar do cantor, completamente à vontade.

Lançou pouco mais de uma dezena de álbuns, iniciando sua discografia em 1981. Passou por diversas gravadoras, como Warner Music, Som Livre, Universal, entre outras. Foram dos lançamentos dos anos 80 e 90 que saíram suas músicas mais conhecidas. Um de seus maiores clássicos é “Tocando em Frente”, de 1990, composição realizada em parceria com o também cantor, compositor, violeiro e amigo de longa data Renato Teixeira (ambos gravaram juntos os álbuns “AR” e “AR+” em 2005 e 2008, respectivamente)

“Do Amanhã Nada Sei” é seu mais recente álbum, sendo o primeiro lançado de forma inteiramente digital. “Eu acho que isso é liberdade para os músicos”, observa Almir Sater. “O computador deu acesso para qualquer pessoa gravar um disco. E o fato de não precisar mais de indústria para ter um produto físico permite lançar sua música para o mundo, acessada de forma virtual, gostei dessa experiência”, completa.

Serviço:
Show com Almir Sater
Data: 31 de agosto (sábado)
Horário: 21h (abertura da casa às 20h)
Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Rua Conselheiro Laurindo, 175 – Centro, Curitiba-PR)
Ingressos a partir de R$ 140,00 (meia-entrada) + taxa adm
Classificação etária: Livre
Venda de ingressos:
https://www.diskingressos.com.br/event/6875

Moana O Musical: Uma Jornada de Coragem e Aventura chega aos palcos de Curitiba no dia 20 de julho

Moana O Musical: Uma Jornada de Coragem e Aventura chega aos palcos de Curitiba no dia 20 de julho
A Miller Produções tem o prazer de anunciar a estreia de sua mais nova produção em Curitiba: Moana O Musical, uma adaptação encantadora do aclamado filme da Disney. Este espetáculo promete levar o público a uma jornada mágica pelos mares do Pacífico, com músicas emocionantes, cenários deslumbrantes e uma história inspiradora sobre coragem e autodescoberta.

O musical ​é um espetáculo construído com total liberdade pelo diretor Diney Vieira que também adaptou o texto do filme com elenco e equipe técnica selecionados cuidadosamente. Houve um extenso trabalho de pesquisa sobre a cultura da ​Polinésia francesa​, onde a história é ambientada, que inspirou as coreografias e figurinos. Os atores se envolveram profundamente no processo de concepção do espetáculo trazendo bagagens, experiências e contribuições para coreografias, trabalhos corporais e arranjos vocais.

Moana O Musical conta a história de Moana, uma jovem determinada que, com a ajuda do semideus Maui, embarca em uma ousada missão para salvar seu povo e descobrir seu verdadeiro destino. Este espetáculo vibrante é repleto de canções memoráveis, coreografias envolventes e efeitos especiais que transportam a plateia para um mundo de fantasia e aventura.

Sinopse:
Embarque nesta aventura em alto mar! Moana não gosta de ser chamada de Princesa, diz apenas que ela é a "filha do chefe", mas não foge da sua responsabilidade. Sua aldeia sofre uma terrível maldição que afeta diretamente o solo e o mar. Escassos frutos e peixes a destemida filha do chefe resolve atravessar os recifes e salvar suas terras. E Moana é escolhida pelo mar para ir atrás do semideus Maui que roubou o coração da terra. Venha se divertir com a gente. A Miller Produções acredita que levando crianças ao teatro, além de incentivar a literatura, essa atividade cultural estimula a imaginação, trabalha a concentração e a capacidade de compreensão dos pequenos.

O público pode esperar um espetáculo leve, dinâmico e ágil além de muito divertido com aproximadamente uma hora de duração, para toda as idades.
​Moana O Musical ​é, mais do que uma história de princesa, uma história de uma menina guerreira que, por meio de um chamado do oceano, mergulha em si mesma para se descobrir mulher e guerreira.

O diretor trabalha com a desconstrução de alguns elementos como o personagem Tamatoa (na história, um caranguejo gigante) e o barco da Moana que se materializam de maneiras inusitadas no palco.

O espetáculo teve pré-estreia em Nova Lima/MG, onde foi muito bem recebido. Apesar de ser um título da Disney e um espetáculo comercial, o diretor toma cuidado especial com os elementos artísticos, envolvimento e imersão dos atores, realizando uma preparação físico-mental intensa. É importante salientar que este é um espetáculo inspirado e não original da Disney.

O musical já foi apresentado em Belo Horizonte, Vitória, Goiânia, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Além de algumas cidades do interior de Minas Gerais e de São Paulo.

Sobre a apresentação do espetáculo:
Data/horário: 20 de julho de 2024, às 16h
Local: Teatro Santo Anjo, Curitiba/PR [Marginal, Rodovia Curitiba – Ponta Grossa Br-277, 1115 – Mossunguê]
Horário: 16h
Classificação etária: Livre
Ingressos e Informações: Os ingressos já estão disponíveis para venda no site Disk Ingressos (https://www.diskingressos.com.br/event/6974). As entradas variam de R$ 40 a R$ 120, com opções de meia-entrada para estudantes, idosos, professores, doadores de sangue, PcD, ID Jovem, Portador de Câncer, além de ClubeDisk, Meia entrada troca e ainda tem a opção de compra com cupom de desconto.

Citação do Diretor: "Moana O Musical é um espetáculo pensado para agradar toda a família. Trazemos a história do filme, que todos já conhece, e acrescentamos elementos que possam encantar tanto crianças como adultos, coisas que não tem no filme. E assim, o retorno dos pais também tem sido muito satisfatório, e tem nos deixado muito feliz”, Diney Vieira – Diretor do espetáculo e Produtor da Miller Produções.

Sobre a Miller Produções: A Miller Produções é uma empresa dedicada à criação de espetáculos teatrais de alta qualidade. Com uma equipe talentosa e apaixonada, a companhia tem se destacado por suas adaptações inovadoras e por proporcionar experiências culturais enriquecedoras ao público.
Não perca esta oportunidade de se emocionar e se encantar com esse espetáculo inspirado em Moana!

Redes Sociais: https://www.instagram.com/5estrelasproducoes

Marina Lima traz show inédito a Curitiba

Apresentação acontece 17 de agosto no Teatro Positivo. Ingressos à venda a partir de R$ 100

foto: Cande Salles

Uma das grandes vozes da música nacional está de volta a Curitiba com um show inédito. Marina Lima retorna à capital paranaense, no dia 17 de agosto, sábado, às 21h15, no Teatro Positivo, com a turnê “Nas ondas da Marina”. Os ingressos estão à venda a partir de R$ 100, pelo Disk Ingressos. A apresentação em Curitiba tem a produção da RW7 Production & Entertainment.

Marina Lima apresenta o show aprumado pelo mar de hits que colecionou em mais de 40 anos de carreira. O repertório foi especialmente definido a partir da relação afetiva que seus ouvintes mostraram ter com suas canções durante a pandemia, ao recorrer a seus sucessos em playlists, festas particulares e momentos de recolhimento.

Nesse show, Marina sintoniza com todas as suas ondas. Agradece as gerações que a acompanham desde o início, com hits clássicos como “Fullgás”, “Uma Noite e Meia” e “À Francesa”, e acolhe aquelas que passaram a segui-la mais recentemente, com canções do novo EP “Motim”. Diversa, navega por vários moods de sua música, que vai desde baladas românticas, como “Acontecimentos” e “Pessoa”, a canções libertárias, como “Pra Começar” e “Mãe Gentil”.

Neste momento especial, o novo show dá continuidade à celebração de toda a sua obra como cantora, compositora e arranjadora, lançada como um songbook e disponibilizado gratuitamente durante a pandemia. Para arrematar essa retomada de fôlego, Marina é acompanhada pela banda, formada por Gustavo Corsi (guitarra), Alex Fonseca (bateria e programação) e Carlos Trilha (teclados e programação).

SERVIÇO – Marina Lima em Curitiba

Data: 17 de agosto de 2024 (sábado)

Local: Teatro Positivo (Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido)

Horário: abertura da casa às 20h15 e show às 21h15

Ingressos: os ingressos variam de R$ 100,00 a R$ 600,00, de acordo com o setor e modalidade escolhidos

Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Pontos de Vendas:

Shopping Mueller: de segunda a sexta, das 10h às 22h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h

Teatro Positivo: de segunda a sexta, das 11h às 15h e das 16h10 às 20h. Sábado das 17h às 21h. Domingo somente em dias de espetáculos

Teatro Fernanda Montenegro: de segunda a sexta, das 10h às 14h e das 15h10 às 18h. Sábado das 12h às 16h e das 17h10 às 20h

Call-center: (41) 3315-0808 - de segunda a sexta, das 9h às 22h, e aos domingos, das 9h às 18h

Classificação: 16 anos

Realização: RW7 Production & Entertainment

Marisa Orth e Tania Bondezan arrancam risos em comédia que chega a Curitiba em agosto

Espetáculo dirigido por Odilon Wagner já está com ingressos à venda

Em temporada com sua primeira montagem no Brasil, o espetáculo “Radojka – Uma Comédia Friamente Calculada”, confirmou apresentações em Curitiba no mês de agosto. Trazendo Marisa Orth e Tania Bondezan como protagonistas, estará em cartaz entre os dias 23 a 25/8, no Teatro Guairinha. Sexta e sábado com sessão às 20h, e no domingo, às 19h.

A direção é de Odilon Wagner e o texto, já encenado em 13 países, foi criado pelos cultuados autores uruguaios Fernando Schmidt e Christian Ibarzabal.

Uma comédia ágil, de humor insólito e cheio de surpresas, estreou em 2016 em Montevidéu e, desde então, teve montagens bem-sucedidas no Uruguai, Chile, Argentina, Espanha, Colômbia, Peru, México, Costa Rica, República Dominicana, Porto Rico, EUA e Panamá. Além disso, conquistou os prêmios Estrella de Mar (2022), Carlos (2023) e ACE Awards (2023), na Argentina, e Bravo (2023), no México. E, em 2024, ainda deve estrear na Bélgica e no Paraguai.

Trama delirante

A trama da peça acompanha duas cuidadoras, Glória e Lúcia, que trabalham em diferentes turnos para atender Radojka, uma senhora sérvia que vive longe de sua família. Tudo funciona maravilhosamente bem até que, certa manhã, Glória descobre que Radojka faleceu, após um fatídico acidente doméstico.

A comédia é baseada nos planos delirantes que as cuidadoras tramam para não perder o emprego, o que acaba resultando em situações bizarras. O desespero de ser demitido em uma certa idade, a ganância e a impunidade que certas situações dão como desculpa para quebrar nosso sistema de crenças e valores são temas apresentados pela obra.

Sobre os autores

Fernando Schmidt é dramaturgo e roteirista de cinema e televisão. Escreveu uma dezena de peças teatrais e mais de vinte peças colaborativas, encenadas em diversos países. Também foi coautor de cinco filmes longas-metragens de diferentes gêneros. Desenvolveu formatos e conteúdos para mais de trinta programas de televisão na Argentina, Uruguai e Chile.

Já Christian Ibarzabal é roteirista e dramaturgo. Desenvolveu roteiros para programas de televisão e estreou dez obras de sua autoria e quase vinte em colaboração, nos principais teatros de Montevidéu e do interior do Uruguai. Assim como Schmidt, recebeu diversos prêmios em seu país e na América Latina.

Serviço: “Radojka – Uma Comédia Friamente Calculada”

Temporada: 23 a 25 de agosto de 2024 – Sexta-feira e sábado às 20h, domingo às 19h.
Teatro: Guairinha
Ingressos: de R$ 60 a R$ 120.
Vendas: nas bilheterias do teatro e no site Disk Ingressos, nos links abaixo.
Sexta-feira: https://site.diskingressos.com.br/evento/7585/23-08-2024/pr/curitiba/radojka-uma-comedia-friamente-calculada
Sábado: https://site.diskingressos.com.br/evento/7586/24-08-2024/pr/curitiba/radojka-uma-comedia-friamente-calculada
Domingo: https://site.diskingressos.com.br/evento/7587/25-08-2024/pr/curitiba/radojka-uma-comedia-friamente-calculada

Classificação: 12 anos
Duração: 70 minutos
Capacidade: 470 lugares
Acessibilidade: teatro acessível para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

Ficha Técnica
Texto: Fernando Schmidt e Christian Ibarzabal
Tradução: Tania Bondezan
Elenco: Marisa Orth, Tania Bondezan, Tadeu Tosta e Rafael Alvim
Direção: Odilon Wagner
Assistente de Direção Música e Trilha Sonora: Raphael Gama
Arranjos: Jonatan Harold
Cenário: Chris Aizner
Figurinos: Marichilene Artisevskis
Visagista: Eliseu Cabral de Jesus
Desenho de Luz: Ney Bonfante
Iluminação: Daniel Gonzales
Desenho de Som: André Omote
Sonoplastia: Nayara Konno
Arte Gráfica: Lais Leiros
Fotografia: João Caldas
Mídias Sociais: Felipe Pirillo
Direção de Palco: Tadeu Tosta
Camareira: Consuelo de Cássia
Contra-regra: Jonathan Alves
Produção Executiva: Radamés Bruno
Produção Local : Meire Abe (Pro Art Cultural)
Assessoria de imprensa: FC Comunicação
Produtores Associados: Tania Bondezan e Odilon Wagner

Troy e os Calvos no Teatro do Paiol

Os músicos Troy Rossilho, Leo Barros, Mauro Castilhos e Thiago Menegassi se apresentam no dia 23 de julho de 2024, selecionados no edital Terça Brasileira

O Teatro do Paiol será o palco, no dia 23 de julho de 2024, do show da banda Troy e os Calvos. Formada por Troy Rossilho, voz e violão, Leo Barros, guitarra, Mauro Castilhos, bateria, e Thiago Menegassi, baixo, a banda realiza esse projeto aprovado no Edital 003.2024 Domingo 11h30 e Terça Brasileira, com objetivo de apresentar ao público músicas autorais de Troy Rossilho, solo ou em parceria com artistas como Luiz Felipe Leprevost, Cesar Rossilho, Alexandre França, entre outros. A direção musical de Troy e os Calvos é de Thiago Menegassi, com produção de Mariane Antunes.

Troy Rossilho, cantor e compositor paranaense, é autor e parceiro de canções gravadas por vários artistas. Também é criador de trilhas para peças de teatro e cinema. Tem no seu currículo dez álbuns autorais. O músico é idealizador do canal no YouTube “No Estúdio do Troy”, que prestigia bandas e artistas locais em sua maioria; e também do canal “Troy Rossilho”, onde apresenta seu trabalho autoral em vários formatos e em parceria com diversos convidados. Atualmente tem um projeto em parceria com o “Kilânio Orquestra de Violões”, com direção de Fabiano Silveira, o Tiziu e participação especial da atriz e cantora Letícia Sabatella.

O trabalho com a banda os Calvos iniciou em 2015, com a realização de shows em diversos espaços da cidade, além da gravação de videoclipes, em 2021, disponíveis no youtube.

Para esse show, músicas do repertório autoral, entre músicas inéditas e novos arranjos para o repertório já conhecido da banda, cheio de poesia, e influências da música brasileira.

Serviço:
23 de julho, às 20h
Terça Brasileira no Teatro Paiol
Troy e os Calvos
R$35,00 inteira e R$17,50 meia-entrada
https://deubalada.com/evento/371/Troy_e_os_calvos

Ficha técnica:

Troy e os Calvos
Troy Rossilho (voz e violão)
Leo Barros (voz e guitarra)
Mauro Castilhos (bateria)
Thiago Menegassi (voz, baixo)

Direção geral: Troy Rossilho
Direção musical: Thiago Menegassi
Direção de produção: Mari Antunes
Fotografia: Faena Rossilho

Para ouvir:
http://www.youtube.com/troyrossilho
http://www.youtube.com/user/NoEstudiodoTroy
@troyeoscalvos

“Samuel Rosa Tour” desembarca pela primeira vez em Curitiba

Cantor se apresenta dia 31 de agosto, no Teatro Positivo; ingressos à venda a partir de R$ 100

fotos: Lorena Dini

Depois de uma longa espera, Samuel Rosa viaja o Brasil com a nova turnê “Samuel Rosa Tour”. No dia 31 de agosto, é a vez de Curitiba receber o cantor mineiro no palco do Teatro Positivo, às 21h15. Os ingressos estão à venda a partir de R$ 100, pelo Disk Ingressos. A apresentação em Curitiba tem a produção da RW7 Production & Entertainment.

O show novo traz algumas das músicas do álbum novo, “Rosa”, como o primeiro single lançado “Segue o Jogo”, e a elas vão se juntar composições próprias, que foram lançadas durante os últimos 30 anos. “Quero trazer para o show novo as músicas que compus ao longo desses anos, muitas já conhecidas pelo grande público, agora tocadas com a assinatura que minha nova banda imprime naturalmente”. Assim como tem feito nos shows solo, Samuel também interpreta releituras de músicas que gravou com outros artistas.

Samuel Rosa destaca que é um show híbrido e, assim como o álbum, a ideia é privilegiar as levadas, os beats e a parte mais suingada do disco e da sua carreira. “Estou ansioso para ganhar a estrada e encontrar o público de todo o Brasil que se interessa pelo meu trabalho e, obviamente, aqueles fãs que querem ouvir as canções que eu fiz durante toda a minha carreira. Como diria Sting, é um show para fazer as pessoas se sentirem, naquele momento, no melhor lugar do mundo”, reflete.

Vale dizer que, desde 2019, já prevendo a parada do Skank, Samuel Rosa vem tocando com a sua banda. “São músicos com muita experiência. Doca Rolim já tocou comigo muitas vezes; Alexandre Mourão já fazia parte da minha primeira banda e tocamos juntos no projeto solo com Lô Borges; o Pelotas (Pedro Kremer) era do Cachorro Grande e eu já admirava o trabalho dele, e o Marcelo Dai, um virtuoso baterista, foi apresentado pelo meu filho Juliano e, apesar de jovem, já é muito conhecido na cena belo-horizontina, além de já ter tocado com Liniker e outras atrações internacionais”, descreve o Samuel, destacando também que, por conta desse tempo já juntos, eles estão entrosados e com a química muito boa. “O comprometimento de cada músico deixou o trabalho muito fluido”. Mais três músicos formam o naipe de metais e completam a banda que acompanha Samuel no palco: Pedro Aristides (trombone), Vinícius Augusto (saxofone) e Pedro Mota (trompete). Todos eles fizeram parte da gravação do álbum “Rosa” nos meses de janeiro e fevereiro.

Depois de tantos anos tocando de forma assídua, em vez de tirar um ano sabático, Samuel optou por seguir na estrada com essa mesma banda, exatamente para criar essa conexão e química que tem hoje. Agora pretende inserir nessa nova tour aquilo que virou sua marca: um show vibrante, com energia e sempre aliado a algumas baladas clássicas.

SERVIÇO – Samuel Rosa em Curitiba

Data: 31 de agosto de 2024 (sábado)

Local: Teatro Positivo (Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido)

Horário: abertura da casa às 20h15 e show às 21h15

Ingressos: os ingressos variam de R$ 100,00 a R$ 660,00, de acordo com o setor e modalidade escolhidos

Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Pontos de Vendas:

Shopping Mueller: de segunda a sexta, das 10h às 22h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h

Teatro Positivo: de segunda a sexta, das 11h às 15h e das 16h10 às 20h. Sábado das 17h às 21h. Domingo somente em dias de espetáculos

Teatro Fernanda Montenegro: de segunda a sexta, das 10h às 14h e das 15h10 às 18h. Sábado das 12h às 16h e das 17h10 às 20h

Call-center: (41) 3315-0808 - de segunda a sexta, das 9h às 22h, e aos domingos, das 9h às 18h

Classificação: 16 anos

Realização: RW7 Production & Entertainment

“Deslady” celebra 6 anos com apresentações no Guairinha pela primeira vez

O espetáculo, que faz uma releitura do clássico "Macbeth" de William Shakespeare, será gratuito nos dias 13 e 14 de julho

O palco do Guairinha recebe, pela primeira vez, o espetáculo "Deslady" nos dias 13 e 14 de julho. A apresentação é uma livre e diferente releitura de "Macbeth", considerada uma das obras mais contundentes de William Shakespeare. A peça, que celebra 6 anos em agosto, também faz parte de um projeto de difusão da arte para a comunidade, por meio do livre acesso do público.

O espetáculo "Deslady" marcou a estreia solo da atriz Nathalia Luiz, com mais de 20 anos de carreira no teatro, e conhecida pelo papel da palhaça Tinoca, da Cia. dos Palhaços. "Para mim, este trabalho vai além de uma peça de teatro, é a concretização de um sonho. Apresentar essa nova perspectiva de um clássico tão poderoso como 'Macbeth' é uma honra e um desafio imenso", afirma Nathalia Luiz.

A peça se destaca pela forte presença feminina e é resultado de um intercâmbio cultural enriquecedor entre a diretora Andréa Macera, reconhecida por seu trabalho com palhaças, e a assistente de direção Margie Rauen, pesquisadora de processos de criação em cena e feminismo. A equipe de produção é composta por 12 talentosas mulheres. "Trabalhar com uma equipe inteiramente feminina tem sido uma experiência transformadora. A energia, a colaboração e a criatividade que surgem desse grupo são inspiradoras," acrescenta Nathalia.

Nathalia Luiz também comentou sobre a importância do acesso gratuito ao espetáculo: "A arte deve ser acessível a todos. Levar a montagem ao Guairinha sem custos para o público é uma maneira de envolver a comunidade e de inspirar novas gerações a apreciar e se envolver com o teatro."
Sobre o espetáculo

"Deslady" é uma palhaça fascinada por dramas que decide encenar "Macbeth" sozinha. Contudo, seu conhecimento se limita à personagem Lady Macbeth, o que leva a uma interpretação intensa do poder e da violência representados por essa figura. Ao longo da trama, a palhaça se esforça para equilibrar a energia profunda de Lady Macbeth, valendo-se do poder transformador de Deslady.

Sobre a atriz Nathalia Luiz: Nathalia Luiz, também conhecida como a palhaça Tinoca, é uma atriz com trajetória marcada por interpretações intensas e inovadoras, sempre buscando novas formas de expressão e provocação através do teatro.

Sobre a Cia dos Palhaços: A Cia dos Palhaços é um grupo de circo-teatro-música cuja pesquisa é focada na Arte do Palhaço, do circo, da comicidade, da música e da improvisação, primando pela excelência artística. O grupo nasceu em 2004 e hoje é formado por três artistas: Eliezer Vander Brock, Felipe Ternes e Nathalia Luiz.

Seus espetáculos possuem temas bem distintos, indo desde a comédia musical até adaptações de obras clássicas como o Pequeno Manual do Cavaleiro Andante (Dom Quixote de La Mancha), Entretantos Contratempos (Molière) e Deslady (Macbeth).

A Cia também realiza desde 2011 a “Mostra Seu Nariz” – Festival Internacional de Palhaços que traz para Curitiba grandes nomes da arte do palhaço. Em 2013 recebeu o Prêmio Gralha Azul como Cia Destaque do Ano e em 2014 recebeu 3 Prêmios Gralha Azul (Cenário, Sonoplastia e Ator) com o espetáculo Entretantos Contratempos.

A missão da Cia dos Palhaços é promover a felicidade através da pesquisa, criação, e difusão da Arte do Palhaço em suas mais variadas vertentes com profissionalismo, qualidade técnica e artística.

Serviço
Espetáculo: Deslady
Datas: 13 e 14 de julho
Local: Guairinha
Horários: Sábado às 20h e Domingo às 19h
Ingressos: Retirada na bilheteria com 1 hora de antecedência

Com linguagem de bonecos, espetáculo infantil “Hoje, Godot Não Vem!” reflete sobre o tornar-se adulto

Peça da Cia Caravan Maschera de Teatro faz temporada a preços populares na CAIXA Cultural Curitiba entre os dias 17 e 28 de julho

Reflexões sobre o amadurecimento a partir do texto clássico de Samuel Beckett, Esperando Godot, são o ponto de partida do sensível espetáculo infantil Hoje, Godot Não Vem!, da Cia Caravan Maschera de Teatro. A peça faz uma temporada na CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280) entre os dias 17 e 28 de julho. No dia 26 de julho, na sessão das 17h, o espetáculo será apresentado com tradução em Libras.

Na trama, duas crianças estão no deserto acompanhadas de uma árvore solitária, à espera de Godot. Enquanto aguardam, sem saber direito o que ou quem é Godot, os pequenos passam a refletir sobre o ato da espera e do tornar-se adulto.

“Durante a pandemia de Covid-19, nos anos de 2020 e 2021, a ideia da espera transmudou todos os indivíduos do planeta para sempre. Isso aumentou a nossa vontade de falar sobre o fato de que ‘as gaiolas estão em todos os lugares, mas nem sempre se pode ver até onde as grades alcançam’. Afinal, no período de confinamento, todos ficamos ansiosos pela liberdade”, conta o diretor Leonardo Garcia Gonçalves.

Tornar-se adulto

Com essas questões em mente, o diretor e autor da adaptação começou a pensar sobre o impacto de uma longa espera nas crianças. Leonardo se lembrou, por exemplo, de que, na infância, sempre ganhava sapatos maiores do que os seus pés, para que eles pudessem ser usados por mais tempo. “Eu ficava muito angustiado e um dia fiz várias perguntas para a minha mãe: e se eu não crescer o bastante? Ou se eu crescer mais do que os sapatos? E se os sapatos me apertarem quando eu crescer?”, afirma.

Em meio às reminiscências, para o espetáculo Hoje, Godot Não Vem!, a Cia Caravan Maschera estabeleceu uma relação entre a espera pelo pé crescer de forma correta e essa expectativa de virar logo adulto e, consequentemente, ser independente. O coletivo quis adicionar outra camada a essa ansiedade: a pressão que os próprios pais e mães fazem nos seus filhos e filhas, projetando suas angústias e desassossegos na tentativa de controlar as escolhas e as decisões das crianças.

Todas essas aflições são trazidas para a cena de maneira lúdica. Por cerca de uma hora, adultos e crianças mergulham em um mundo diferente, regido mais pela subjetividade e menos pela lógica. Trata-se de um momento para dar vazão à intuição e à livre interpretação, essas grandes criadoras de sentidos.

Sobre a encenação

Nesse contexto, o grupo utiliza a linguagem do teatro de bonecos para se conectar com o público a partir de uma atmosfera enigmática e existencialista da peça. Os personagens são inspirados nas obras do pintor surrealista belga René Magritte e foram todos desenvolvidos por Leonardo Garcia Gonçalves, Giorgia Goldoni, Orlando Talarico e Kledir Salgado.

São nove bonecos construídos para a narrativa. Apenas os dois que representam as crianças que esperam Godot têm falas, dando forma aos seus anseios relacionados à solidão, à morte, ao tornar-se adulto e à autoaceitação. Os outros contribuem para o clima onírico da montagem. “Os protagonistas percebem diferenças entre si, como os cabelos, o brilho nos olhos em relação aos adultos e o fato de um não gostar de usar sapato e outro não se importar com seus sapatos grandes demais. Assim, querem se sentir acolhidos”, comenta o diretor. Os atores Leonardo Garcia Gonçalves e Rafael Salgado dão vida a todos esses seres.

Para potencializar a atmosfera reflexiva e intimista, a Cia Caravan Maschera de Teatro inclui no cenário projeções em vídeo que exploram a técnica de stop motion. Essas imagens foram produzidas pelo Estúdio ANIM’ARTE – Venezia. A luz, desenhada por Corentin Praud, trabalha muito com a noção de claro e escuro, dando mais destaque aos bonecos e criando volume a partir de cores distintas. Tons de amarelo e rosa são bastante utilizados e evocam ternura e alegria.

A trilha sonora original, composta exclusivamente para o espetáculo, é assinada por Rafael Vanazzi, que criou melodias levando em consideração a ideia de tempo dilatado, ou seja, incluir alguns momentos de silêncio para deixar espaço para a imagem/ação acontecer. Há também quatro canções com letras de Leonardo Garcia Gonçalves e arranjos criados por Luisa Albuquerque e Rafael Salgado.

Sobre a Cia Caravan Maschera de Teatro

A Cia Caravan Maschera Teatro foi fundada em 2010. No início de suas pesquisas, a Companhia trilhou os caminhos enigmáticos que oscilam entre a máscara, o palhaço, o bufão e os bonecos. Iniciou em 2012 seus primeiros trabalhos no Brasil, na zona rural da cidade de Atibaia, interior de São Paulo. Desde o início, estabelecem como princípio de criação de espetáculos uma interação constante com a comunidade que os cerca por meio de oficinas, cursos de formação e residências artísticas com artistas de diversas regiões do Brasil e do exterior.

Até hoje, a Cia Caravan Maschera Teatro criou nove espetáculos que já circularam por 12 estados do Brasil e o Distrito Federal, além de ter participado de festivais internacionais na França, Itália, Eslovênia e Suíça.

Links para fotos e teaser AQUI

FICHA TÉCNICA

Produção: Caravan Maschera Teatro
Direção e encenação: Leonardo Garcia Gonçalves
Texto: Leonardo Garcia Gonçalves
Elenco: Leonardo Garcia Gonçalves e Rafael Salgado
Colaboração de dramaturgia visual: Laurent Michelin
Bonecos: Leonardo Garcia Gonçalves, Giorgia Goldoni, Orlando Talarico e Kledir Salgado
Cenografia: Leonardo Garcia Gonçalves, Orlando Talarico e Giorgia Goldoni
Figurino: Kledir Salgado
Trilha sonora: Rafael Vanazzi
Canções: Luisa Albuquerque e Rafael Salgado
Interpretação musical: Luisa Albuquerque
Edição de diálogos: Rafael Salgado
Produção de vídeos Stop Motion: Estúdio ANIM’ARTE – Venezia
Roteiro de vídeos e projeções: Leonardo Garcia Gonçalves e Giorgia Goldoni
Edição de vídeo: Ian Marcel Iordanu
Designer de luz: Corentin Praud
Operação de luz: Bruno Garcia
Vozes dos bonecos: Leonardo Garcia Gonçalves e Rafaella Uhiara
Residência de criação e concepção do espetáculo: TRAC Residenze Teatrali (Itália), Le LEM - Théâtre et Lieu d'ExpérimentationMarionnette (França), Théâtre Halle Roublot (França)

SERVIÇO:  

Teatro: Hoje, Godot Não Vem!

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro

Datas: De 17 a 28/07/2024

Horários: Quartas, quintas, sextas e domingos, sessões às 17h. Aos sábados, sessões às 15h e às 17h. No dia 26/7 (sexta-feira) com tradução em Libras

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) à venda na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba. Início das vendas dia 06/07

Classificação: livre para todos os públicos

Duração: 65 minutos

Acesso a pessoas com deficiência 

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Informações: Site Curitiba Caixa Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

OFICINA DE TEATRO DE BONECOS

Data/Horário: 27 de julho. Das 10h às 12h

Duração: 2 horas

Local: Sala de Oficinas da CAIXA Cultural Curitiba (R. Cons. Laurindo, 280)

Público: Crianças e adultos a partir de 10 anos

Vagas: 20

Inscrições: Gratuitas, realizadas no local 30 minutos antes do início

SÉRGIO ALBACH LANÇA CLARONE NO CHORO 2 – NOVAS MÍDIAS NA 41ª OFICINA DE MÚSICA DE CURITIBA

O show de lançamento do trabalho será no dia 28/06 (sexta-feira), às 19h, no Teatro Paiol. A partir desta data áudio e vídeo das composições inéditas estarão disponíveis nos canais digitais.

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O clarinetista Sérgio Albach lança Clarone no Choro 2 – Novas Mídias
na 41ª Oficina de Música de Curitiba. Foto: Gilson Camargo

Sérgio Albach foi o primeiro músico brasileiro no mundo a gravar um CD de chorinho tendo o clarone como instrumento solo. O feito, de 2018, resultou no CD Clarone no Choro. No ano passado, o maestro e diretor musical deu início ao Clarone no Choro 2 – Novas Mídias, um novo trabalho que compreende gravações de áudio e vídeo para os aplicativos de música e vídeo. As gravações foram realizadas ao vivo em estúdio (no Gramofone) e agora serão disponibilizadas digitalmente. O show de lançamento está na programação da 41ª Oficina de Música de Curitiba – Edição de Inverno, será dia 28 de junho, às 19h, no Teatro Paiol.

Para comprar ingresso acesse: https://deubalada.com/lista.php?busca=S&txt_busca=Albach

A gravação das músicas e dos vídeos foi realizada em agosto de 2023. O novo trabalho reúne 10 composições inéditas feitas sob encomenda por músicos convidados, especialmente para o projeto. Entre eles: Pedro Paes, Léa Freire, Edu Neves, Claudio Menandro, Alessandro Penezzi, Gilson Peranzzetta, Lucas Melo, além do próprio clarinetista Sérgio Albach e do bandolinista Daniel Migliavacca, que também assina a direção musical e arranjos. Além de Albach no clarone, o trabalho, executado por um regional de choro, conta com Migliavacca no bandolim e cavaquinho, Gustavo Moro no violão, Lucas Melo no violão de 7 Cordas e Ricardo Salmazo no pandeiro. O mesmo quinteto do disco anterior.

Os compositores convidados foram escolhidos de acordo com a linguagem que cada um domina e para cada músico foi solicitado um gênero musical com base no seu estilo. Maxixe, valsa, choro, polca, xote e frevo estão no sofisticado repertório. A flautista, arranjadora Léa Freire se destaca com ‘Desviando’, choro lento que flutua entre tonalidades. ‘Cigana do Guatambu’, maxixe que usa escala cigana na estrutura da composição, feita pelo carioca Pedro Paes, é uma homenagem a Albach. A clássica ‘Valsa Viva’ de Alessandro Penezzi também é dedicada a ele. Já a valsa com pegada mais contemporânea ‘Vila Real’ de Migliavacca, que brinca com o tempo através das flutuações de andamento, foi inspirada na cidade portuguesa onde o clarinetista vive atualmente. A arisca gata de rua que mora por lá virou choro ‘GS’, por Albach, que também compôs ‘Frevo Furado’. O renomado Gilson Peranzzetta traz um choro lento, ‘Sempre Juntos’. Cláudio Menandro fez um xote, ‘Chora, Clarone!’, com características bem nordestinas. Edu Neves contagia com um choro sambado, bem dançante, ‘Bailando ao Luar’. E Lucas Melo com Porfiosa, uma polca clássica.

“São obras inéditas e bem variadas ritmicamente. Fazer a direção do Clarone no Choro pela segunda vez é um grande prazer e uma grande responsabilidade. O resultado tem nos deixado muito satisfeitos. É um trabalho único e sabemos que, certamente, já é uma referência dentro do universo do clarone, da música instrumental brasileira e do Choro”, afirma Migliavacca.

Ampliar, renovar e diversificar o repertório de músicas tendo o clarone como solista é o principal objetivo do projeto, de acordo com o clarinetista. “A ideia é instigar os músicos a comporem para o clarone, pois é uma necessidade, coisas novas tem que ser feitas visando este instrumento que ainda vem sendo descoberto como solista”, declara Sérgio.

Clarone no Choro 2 – Novas Mídias por tratar-se de um trabalho pensado particularmente nos recursos do instrumento reforça sua linguagem. “O ganho para a música é imenso, a execução se torna mais orgânica, o movimento dos dedos é mais natural. Estou muito feliz com a dedicação desses grandes compositores e do diretor musical que trouxeram para o trabalho um pensamento musical de alta qualidade.

“É muito bom ver um trabalho tendo continuidade, fluindo. Foi realizado com muito zelo e cuidado. Tocar no Teatro Paiol dentro da programação da Oficina de Música vai ser mágico”, comemora.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivo: IOP (Instituto de Oncologia do Paraná).

Sérgio Albach

Clarinetista, arranjador, compositor e curador. Graduou-se na EMBAP-PR em Licenciatura em Música. Desde 1988, quando inicia sua carreira profissional, tem uma atividade musical intensa, principalmente como instrumentista. Depois de 4 anos como músico da OSINPA, começa uma dedicação para a música brasileira, em especial o Choro. Assume a Direção da OABS (Orquestra à Base de Sopro) em 2002, que já está em seu 11° lançamento fonográfico; e a Direção da Oficina de Música de Curitiba até 2014. Excursionou por vários países da Europa e América Latina com o Mano a Mano Trio e também com um concerto solo de clarone. Conta com parcerias no palco com músicos do calibre de Amilton Godoy, Léa Freire, Altamiro Carrilho, Arrigo Barnabé, Egberto Gismonti, João Bosco entre outros. Em 2018 lançou em CD e Vinil o ‘Clarone no Choro’.

Daniel Migliavacca

O bandolinista e compositor Daniel Migliavacca é natural da cidade de São Paulo/SP, iniciou seus estudos musicais tocando cavaquinho e em 2003 passou a se dedicar ao bandolim. Atua em diversos projetos como solista, arranjador, compositor, acompanhador, diretor e produtor musical passando pela música brasileira, jazz, música erudita e contemporânea. Já esteve em shows ao lado de Renato Borghetti, Hamilton de Holanda, Dominguinhos, Raul de Souza, Altamiro Carrilho, Marcel Powell, Nelson Sargento, entre outros. Em 2006 conquistou o primeiro lugar como melhor instrumentista no “Prêmio Nabor Pires Camargo” em Indaiatuba/SP. É Bacharel em Música Popular pela UNESPAR (2011) e Mestre em Música pela UFRJ (2019). Possui 9 CDs lançados com diferentes formações: “Bandolim” (2009); “Divertimento” (2011); “Tocando à vontade” (2013), “Daniel Migliavacca interpreta Walter Scheibel” (2016), “Alma Lúdica” (2018), “Dez Estudos para Bandolim Solo (2021)”, “Pra ser Feliz” (2022), “Ludicamente” (2023) e “Duos” (2023).

Para ouvir faça o pré-save em:
https://tratore.ffm.to/sergioalbach

Redes Sociais:
https://www.instagram.com/sergioalbach/
www.facebook.com/sergioalbach.mus

Canal YouTube:
https://youtube.com/@sergioalbach

Vídeo: Bailando ao Luar (Edu Neves)
https://youtu.be/m1YHtaDCdu0?si=AWlfe5ZhkomWm-JE

Composições do Clarone no Choro 2 – Novas Mídias:

- Cigana do Guatambu (Pedro Paes)
- Desviando (Léa Freire)
- Bailando ao Luar (Edu Neves)
- Chora, Clarone! (Cláudio Menandro)
- Vila Real (Daniel Migliavacca)
- Valsa Viva (Alessandro Penezzi)
- Frevo Furado (Sérgio Albach)
- “GS” (Sérgio Albach)
- Sempre Juntos (Gilson Peranzzetta)
- Porfiosa (Lucas Melo)

Serviço:

Show de Lançamento nos aplicativos de música e vídeo Clarone no Choro 2 – Novas Mídias

Quando: Dia 28 de junho (sexta)
Que horas:19h
Onde: Teatro Paiol (R. Cel. Zacarias, 51 - Prado Velho)
Quanto: R$35 e R$17 (meia entrada)
Para comprar acesse: https://deubalada.com/lista.php?busca=S&txt_busca=Albach
No dia do show, o ingresso será vendido na bilheteria física do teatro, 1 hora antes de começar.

Ficha Técnica

Clarone no Choro 2 – Novas Mídias

Músicos:

Sérgio Albach – Clarone
Daniel Migliavacca – Bandolim e Cavaquinho
Gustavo Moro – Violão
Lucas Melo – Violão de 7 Cordas
Ricardo Salmazo – Pandeiro

Produção Musical: Sérgio Albach
Direção Musical e Arranjos: Daniel Migliavacca
Direção e Captação de Imagens: Alan Raffo
Técnico de som: Chico Santarosa
Ilustração: Pryscila Vieira
Arte Gráfica: Adriana Alegria
Assessoria de Imprensa: Glaucia Domingos
Fotógrafo: Gilson Camargo
Coordenação do projeto: Ju Cortes

Contatos:

Produção
Juliana Cortes
41 99511 1873
jucortesproducao@gmail.com