Curitiba sedia Encontro Internacional de Mulheres da Cena – Edição Reverbe em dezembro; inscrições para participação estão abertas

Encontro acontece entre os dias 13 e 18 de dezembro e promete oferecer uma experiência completa de imersão e compartilhamentos

Entre os dias 13 e 18 de dezembro, a capital paranaense recebe o Encontro Internacional de Mulheres da Cena - Reverbe, promovido pela Alfaiataria Espaço de Artes em parceria com a Núcleo - Produção, Cultura e Desenvolvimento. O evento reúne trabalhos pensados, produzidos e atuados por mulheres do Brasil e do mundo. Quem quiser participar pode se inscrever antecipadamente até o dia 13 de outubro, investindo um valor de inscrição que garante participação em 2 oficinas, acesso a toda a programação que contém ações exclusivas para participantes, alimentação e hospedagem (para quem é de fora de Curitiba).

A proposta do Encontro é criar um ambiente de convívio e imersão criativa. Para isso, as participantes e convidadas permanecerão durante toda a duração do encontro, acompanhando todas as ações e compartilhando as refeições, como forma de estimular a troca e o fortalecimento das redes por meio de uma experiência imersiva. O evento vai ocupar o prédio da Alfaiataria, o Teatro José Maria Santos e o Sesi Paula Gomes com uma programação intensa, que contempla 4 oficinas, 7 atividades formativas, 5 ações paralelas e 4 espetáculos. As ações paralelas e espetáculos são gratuitos e abertos ao público em geral

A edição curitibana do evento é idealizada e produzida por Janaina Matter e Greice Barros, que assinam a curadoria juntamente com Stela Fisher (Paraná) e Nana Sodré (Pernambuco), e Luana Navarro (Paraná) nas ações paralelas. O evento está diretamente vinculado ao The Magdalena Project, uma rede mundial, dinâmica e intercultural de mulheres nas artes cênicas e na performance, criada em 1986 no País de Gales por Jill Greenhalgh, com o intuito de abrir espaço para trabalhos criados à partir da perspectiva de mulheres e facilitar a discussão crítica, apoio e treinamento.

A atriz e diretora artística do festival Janaina Matter explica a ideia do Encontro: “nos apropriamos da palavra “reverbe” como uma provocação, um tema, uma invenção, para refletir sobre o que está acontecendo neste momento em nossos corpos e obras artísticas, para entender como o que passa por nós afeta nossas ações e também como nossa poética cênica pode reverberar para fora, criando redes em ressonância e ampliando as possibilidades de alcance”, diz.

A idealizadora acrescenta que “reverberar também pode ser reverbar, como forma de repensar e traduzir discursos, dando novos nomes às sensações, aos nossos comportamentos, quem somos e como nos definimos”.

Sobre Alfaiataria
Alfaiataria é um espaço de pesquisa e práticas artísticas interdisciplinares localizado em Curitiba, Brasil, onde são realizadas atividades de formação, apresentações de teatro, dança, música, oficinas, cursos, mostras de vídeos, performances, oficinas, cursos, exposições e palestras. Além de uma programação própria idealizada e organizada pelos artistas Janaina Matter, Luana Navarro e Guilherme Jaccon, a Alfaiataria também recebe projetos e ações propostas por artistas de outros contextos. Mais informações no site: www.alfaiataria.art

SERVIÇO
Encontro Internacional de Mulheres da Cena - Edição Reverbe
Programação completa: mediante inscrição
Ações paralelas e espetáculos: gratuitos e abertos ao público
De 13 a 18 de dezembro
Na Alfaiataria Espaço de Artes (R. Riachuelo, 274 - Centro, Curitiba)
Inscrições via formulário Google:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSflyUVX5ECOp6sIqFPyyDKyXT8l4BmpN7oTTN7XjKgfT_TcPA/viewform

*A inscrição contempla toda a programação e a participação em 2 oficinas (nacional e internacional) de até 12h

🔸 Passaporte 1 (Para quem é de Curitiba) – acesso à programação completa, 2 oficinas e refeições*;

Valor: R$ 250,00 podendo parcelar em até 5x

Forma de Pagamento: via pix à vista ou com link de pagamento (Parcelado)

🔸 Passaporte 2 (Para quem está no Brasil mas não é de Curitiba) - acesso à programação completa, 2 oficinas, refeições* e hospedagem em quarto comunitário;

Valor: R$ 580,00 podendo parcelar em até 5x

Forma de Pagamento: à vista via pix ou com link de pagamento (Parcelado)

🔸 Passaporte 3 (Para quem é de fora do Brasil) - acesso à programação completa, 2 oficinas , refeições* e hospedagem em quarto comunitário;

Valor: R$ 580,00 à vista

Forma de Pagamento: envio da passagem para garantir inscrição, pagamento à vista em dinheiro no primeiro dia do festival.

*As refeições incluem café da manhã, almoço e jantar do dia 14 a 17/12. Dia 18/12 somente café da manhã.

🔶 Todos os passaportes dão preferência na participação da programação aberta ao público de espetáculos e Leitura Pública de abertura, além do acesso ao conteúdo exclusivo para participantes como falas, mesas, mostras e oficinas.

🔶 As participantes inscritas também poderão compartilhar um pouco dos seus trabalhos na "Mostra das Participantes", assinalando este interesse no formulário de inscrição.

Vagas limitadas

Mais informações: encontromagdalenacwb@gmail.com

FICHA TÉCNICA
Idealização e curadoria: Janaina Matter
Idealização, curadoria e produção: Greice Barros
Curadoras convidadas: Nazaré Sodré e Stela Fischer
Curadora das ações paralelas: Luana Navarro
Direção de produção: Núcleo - Produção, Cultura e Desenvolvimento
Produção executiva: Guilherme Jaccon
Produção técnica de Som: Jo Mistinguet
Produção técnica de Iluminação: Lucri Reggiani e Nadja Naira
Assessoria de imprensa e Social media: Platea Comunicação e Arte
Artistas Convidadas: Julia Varley (Odin Teatret, Dinamarca); Violeta Luna (México); Nina Caetano (BH); Monica Siedler (SC) e o Coletivo Ensaio para Algo que Não Sabemos; Thaís Ivana Medeiros (SP); Laremi Paixão, Nathalia Luiz e Maíra Lour de Curitiba, Naná Sodré e o grupo O Poste Soluções Luminosas (PE), Stela Fischer e o Coletivo Rubro Obsceno (SP/Ctba/SC), Patrícia Braga Alves (SP), Julia Raiz, Bruna Alcântara e Camila Macedo de Curitiba.

Com entrada franca, Teatro José Maria Santos exibe Mirandolina

Adaptação da Comédia italiana de Carlo Goldoni faz parte da programação do Mia Cara 2022

O festival de cultura italiana Mia Cara abre espaço para as artes cênicas e exibe a comédia de maior sucesso do dramaturgo veneziano Carlo Goldoni. Com direção de Edson Bueno, Mirandolina é baseada no texto “La Locandiera” do século XVIII e se destaca pelo enredo surpreendentemente feminista para a época em que foi escrita.

O espetáculo tem entrada franca e fica em cartaz de quinta (8) a domingo(11), no Teatro José Maria Santos.

A peça conta a história da personagem Mirandolina, uma belíssima jovem dona de pensão, que tem como propósito usar de seus galanteios para manipular os homens ao seu redor. A jovem ao se deparar com um nobre, inimigo do amor romântico, desenvolve um plano mirabolante para seduzi-lo.

Mia Cara 2022
Promovida pelo Consulado Geral da Itália, com o tema “Salute a Tutti” (saúde para todos), a décima edição do Mia Cara 2022 retorna com eventos presenciais, de 02 a 11 de setembro, nas cidades de Curitiba e Colombo (PR). Durante dez dias, o festival oferece uma rica programação cultural com festivais de cinema, teatro, danças folclóricas, apresentações musicais, exposições, ações de gastronomia, esportes e a iluminação de pontos turísticos. A programação completa está no site https://miacara.com.br/

Serviço:
Peça de Teatro: Mirandolina
Local: Teatro José Maria Santos
Endereço: R. Treze de Maio, 655 – São Francisco
Datas e horários: quinta-feira (8) a sábado (10), às 20h
domingo (11), às 18h
Entrada franca

Musical “Roberta, uma Ópera Rock” faz nova temporada gratuita dias 19, 20 e 21 de agosto em Curitiba, depois do sucesso no Festival de Teatro

As apresentações gratuitas acontecem dias 19, 20 e 21 de agosto, no Teatro José Maria Santos, com ingressos distribuídos 1h antes no local

O espetáculo musical “Roberta, uma Ópera Rock” faz três apresentações gratuitas no Teatro José Maria Santos nos dias 19, 20 e 21 de agosto às 20h. Os ingressos são distribuídos no local 1h antes das apresentações. O espetáculo estreou com sucesso no tradicional Festival de Curitiba deste ano.

O espetáculo retrata a trajetória de um grupo de jovens que, na década de 80, circulam pelas ruas da cidade em busca de respostas para seus dilemas. Na trama, Roberta, uma jovem usuária de drogas, encontra em Giovanni uma oportunidade de fugir do vício e deixar o grupo liderado pelo traficante Ugo que, por sua vez, fará de tudo para mantê-la por perto. A tragédia contemporânea funde as linguagens da Ópera Clássica e do Rock and Roll para falar de amor e do uso de drogas na juventude.

"A superprodução conquistou o público com talento paranaense de sobra e merece ganhar os palcos nacionais”, afirmou o crítico de São Paulo, Miguel Arcanjo, em seu blog, depois de assistir ao espetáculo, em abril deste ano.

O texto é de Roberto Innocente e a obra tem composição e direção musical de Alessandro Sangiorgi, com direção artística de Nena Inoue e Maurício Vogue. Além do ator convidado Marwem Hd, o elenco selecionado a partir de audições e oficinas, conta com os artistas Duilio de Pol, Gustavo Godoy, Larissa Carangi, Madu Forti, Margheurita Dissá, Marina Gobetti, Paulo Soares, Wilyah Schmitt e o casal protagonista Matheus González, como Giovanni e Priscila Esteves, como Roberta.

“Patrícia, uma Ópera Rock” era o título original da obra, porém Nena Inoue e Alessandro Sangiorgi decidiram pela mudança para “Roberta, uma Ópera Rock” em homenagem ao dramaturgo e idealizador do projeto, Roberto Innocente, diretor, ator e produtor italiano radicado em Curitiba, que faleceu em abril de 2021, vítima de COVID-19.

Ao todo, são 18 músicas originais, que remetem aos anos 80, tocadas e cantadas ao vivo. O diretor musical do projeto, Alessandro Sangiorgi, fala sobre os principais desafios. “O rock sempre fez parte da minha vida e a ideia de escrever músicas de uma ópera rock me instigou muito. Sou maestro de música clássica e pianista por ofício, então o desafio já começou por aí. Depois veio a necessidade de readequar o projeto por conta do falecimento do Roberto que, além de parceiro no projeto, era um grande amigo. E o grande desafio de fazer um musical é combinar as músicas com o texto, mas está sendo uma experiência muito interessante”, declara o maestro.

A diretora artística da obra, Nena Inoue comenta sobre a trama: “este espetáculo fala sobre o uso de drogas na juventude e suas consequências e estão presentes os altos e baixos da vida, o amor como saída, o tempo, a noite, a morte. E mostra onde esses jovens estão, porquê estão, o que querem e o que conseguem… ou não”, completa a artista.

O projeto tem o apoio da Copel e Unicultura Soluções Culturais e o incentivo do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice) - Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura - Governo do Estado do Paraná e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Sobre Roberto Innocente
Nascido em Padova, Itália, formou-se como ator na “Academia Veneta dello Spettacolo” em 1985. Chegou ao Brasil em 2005 convidado pelo Teatro Guaíra para dirigir “La Boheme” e coordenar no ano seguinte o projeto de montagem de “La Serva Padrona”, atelier de formação sobre todos os aspectos cênicos de encenação da ópera. Em 2013/14 colaborou com o Projeto Ademar Guerra, em São Paulo e em Curitiba, e em 2015, com a Ópera Orquestra Curityba com apresentações na Ópera de Arame. Dirigiu “L’occasione fa il ladro” e “Suor Angelica” e convidado pela direção cênica da Camerata Antígua de Curitiba, dirigiu “A comédia do senhor Carlo Goldoni” e “La Barca di Venezia per Padova” (2018). “Livietta e Tracollo” (2013) e “Marc’Antonio e Cleópatra” (2015), na Capela Santa Maria. Criou junto com Nena Inoue, o Grupo Comédia Dell’ACT (2006 a 2008) onde recebeu vários prêmios por seu trabalho em direção e em seguida, o Grupo Arte da Comédia, referência de Comédia dell’Arte no Brasil, onde se manteve como diretor e idealizador até o ano de seu falecimento em 2021.

SERVIÇO
Roberta, uma Ópera Rock
Apresentações gratuitas dias 19, 20 e 21 de agosto às 20h
Teatro José Maria Santos - R. Treze de Maio, 655 - São Francisco, Curitiba - PR
ENTRADA GRATUITA, com retirada de ingressos no local uma hora antes do espetáculo.
Classificação indicativa: 14 anos.
Duração: 90 minutos

FICHA TÉCNICA
Texto: Roberto Innocente
Direção Musical: Alessandro Sangiorgi
Direção Artística: Nena Inoue e Mauricio Vogue
Elenco: Duilio de Pol, Gustavo Godoy, Madu Forti, Margheurita Dissá, Marina Gobetti, Paulo Soares, Wilyah Schmitt. Matheus González, como Giovanni e Priscila Esteves, como Roberta.
Ator Convidado: Marwem Hd
Músicas: Alessandro Sangiorgi
Banda: Denis Mariano - Bateria, Luís Follmann - Guitarra, Murilo Macari - Guitarra, Vic Vilandez - Baixo.
Pianista: Priscila Malanski
Preparação Vocal: Babaya
Coreografia: Raphael Fernandes
Iluminação: Beto Bruel
Cenografia e Figurino: Paulinho Maia
Visagista e Arte Visual (tambores): Fabi Melatte
Assistente / Programador / Operador de Luz: Anry Aider
Técnico de Áudio: Luigi Castel
Designer Gráfico: Martin Castro
Fotografia: Roberto Reitenbach, Lis Guedes, Anelize Tozetto e Nay Klym.
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Platea Comunicação e Arte
Assistente de Produção: Vinícius Jardim e Ana Luiza Metzger
Diretor de Produção: Marcos Trindade
Proponente: Alessandro Sangiorgi
Apoio Cultural: Centro Cultural Teatro Guaíra, UFPR, Padaria América, Bar Quermesse.
Apoio: Copel - Companhia Paranaense de Energia e Unicultura Soluções Culturais
Incentivo: Profice - Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura - Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura - Governo do Estado do Paraná e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

“PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA ESTADUAL DE FOMENTO E INCENTIVO À CULTURA (PROFICE) – SECRETARIA DE ESTADO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL E DA CULTURA – GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ”.

O CASAMENTO DA FILHA DO PALHAÇO. UMA ÓPERA ROCK

Inspirado em um dos capítulos do livro “O Circo e a Cidade – Histórias do Grupo Circense Queirolo em Curitiba” de Luiz Andrioli, a peça teatral em formato ópera rock “O Casamento da Filha do Palhaço: Uma Ópera Rock”, conta a história de uma família circense ambientado nas décadas de 1950 e 1960. A história se passa em Curitiba, onde uma bela trapezista de circo itinerante se casa com um playboy sedutor. O casamento desagrada ao pai da artista que é o dono de uma das maiores companhias de circo do país. 
A montagem resgata a história de importantes personagens do universo circense,  unindo as linguagens da ópera rock, do circo e também do teatro.
O espetáculo recebeu 10 indicações ao principal prêmio das artes do Estado do Paraná: o Troféu Gralha Azul, sendo vencedor na categoria de Melhor Espetáculo do ano de 2019, Melhor Direção para Laura Haddad, Melhor Ator Coadjuvante para Maurício Vogue e Melhor Maquiagem para Lilian Marchiori.

SERVIÇO: 
Temporada de 12 a 22 de março no Teatro José Maria Santos. 
De quinta à sábado às 20h e domingo às 19h. 
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). 
Duração: 1h - Classificação indicativa: Livre
INGRESSOS ANTECIPADOS PELO TICKET FÁCIL 

FICHA TÉCNICA
Autor: Luiz Andrioli
Direção: Laura Haddad
Ass. de Direção: Giovana de Liz
Elenco: Marcelina Fialho, Diegho Kozievitch, Edson Bueno, Mauricio Vogue, Mauro Zanatta, Taciane Vieira.

Iluminação: Beto Bruel e Lucas Amado
Cenários: Guenia Lemos
Figurinos: Eduardo Giacomini
Sonoplastia e Composição Musical: Gilson Fukushima e Thiago Menegassi
Produção e Realização: Duplo Produções Culturais (www.duploproducoes.com.br)

“Eu Acho Curitiba Bem Legal” traz gerações e diversidade em show cênico com homenagens e críticas à cidade

Equipe do espetáculo "Eu Acho Curitiba Bem Legal". Fotos: Juliana Biancato

Curitiba recebe em fevereiro uma estreia e uma homenagem, com críticas embutidas. O show cênico musical "Eu Acho Curitiba Bem Legal" fará apenas seis apresentações de 29 de fevereiro a 5 de março – mês de aniversário da cidade -, no Teatro José Maria Santos. A entrada é gratuita.

O espetáculo tem no repertório criações da atriz, cantora e compositora Kátia Drumond em parceria com artistas que moram em Curitiba. O espetáculo transita entre as linguagens do teatro, da música e da dança. “O espetáculo é uma maneira irreverente de louvar o ‘tipo curitibano’ com uma crítica mordaz, letras provocativas e ao mesmo tempo cômicas e lúdicas”, diz Kátia, responsável pela direção artística, cênica e pelo roteiro do espetáculo.

As composições contam breves histórias curitibanas e foram criadas em parceria com os artistas Luiz Felipe Leprevost, Ricardo Verocai, Chiris Gomes, Octávio Camargo e There Drumond. As canções abordam personagens típicos, fictícios, situações cômicas, irônicas, românticas e insólitas do cotidiano da cidade. “Curitiba pode ser legal se tiver música, cultura, arte na rua, parcerias, as pessoas se misturando. Tem uma parte da cidade que tá muito chatona, mas cantá-la, mesmo que de modo crítico, é necessário”, diz Leprevost.

A EQUIPE

Ao todo 25 pessoas participam do projeto. No palco estarão 14 artistas entre músicos, atores e bailarinos. A atriz Geisa Costa, premiada atriz negra da cidade, também compõe a cena. “É uma equipe multirracial, de maioria negra, que ajuda a ilustrar uma Curitiba cheia de diversidade. E essa interação social e artística entre músicos e atores em cena é importante para a cidade”, destaca Ricardo Verocai, diretor musical e responsável pelos arranjos.

A bailarina e coreógrafa Inês Drumond faz a direção de movimento e auxilia no roteiro. A artista Kátia Horn é a convidada para fazer os adereços. O projeto é realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com o incentivo das empresas EBANX, Instituto Joanir Zonta e CONDOR.

SERVIÇO

Eu Acho Curitiba Bem Legal
Quando: 29 de fevereiro a 5 de março (de sábado a quinta-feira)
Local: Teatro José Maria Santos (Rua 13 de maio, 655, Curitiba)
Horário: Todos os dias às 20h, domingo às 19h
Entrada gratuita

FICHA TÉCNICA
Direção Musical e Arranjos: Ricardo Verocai
Direção Artística e Cênica e Roteiro: Kátia Drumond
Direção de Produção e Roteiro: Luiz Roberto Meira
Direção de Movimento e Roteiro: Inês Drumond

Luiz Felipe Leprevost: Cantor, Ator e Compositor
Kátia Drumond: Cantora, Atriz e Compositora
Chiris Gomes: Cantora, Atriz e Compositora
Kabuto: Cantor, Bailarino e Ator
Ricardo Verocai: Tecladista e Compositor
There Drumond e Octavio Camargo: Compositores
Eduardo Ansay: Guitarrista
Virgílio Milléo : Guitarrista
Evangivaldo Santos: Baixista
Samir Souza: Baterista
Otávio Augusto: Saxofonista e Clarinetista
Geisa Costa: Atriz e Coro
Gil Rhodrigues: Ator e Coro
Flávia Martins e Bianca Ribeiro: Dancers e Coro
Tassy Dal Negro: Figurinista
Kátia Horn: Adereços
Crys Avelleda: Maquiagem
Luigi Castel: Diretor de Palco e Técnico de Som
Bianca Lima: Iluminadora e Op. Vídeos
Tonico Rasta: Roadie
Cindy Napoli: Produção Executiva
Gil Rhodrigues e Simone Avelleda: Assistentes de Produção
Juliana Biancato: Fotos, Vídeos e Mídias Socias
Eduardo Simões: Assessoria de Imprensa
Daniel Castellano: Imagens da Identidade Visual
Paula Roque: Atriz Surda / tradução em LIBRAS
Fotos: Juliana Biancato

Ellas: o universo das vozes femininas com AVEduo

Ellas, o novo espetáculo do AVEduo, tem cerca de 80 minutos de duração. Para Viviana Mena essa é uma oportunidade para o público reencontrar parte do repertório dessas três grandes interpretes da música de todos os tempos. “Muita gente de uma geração anterior a minha se lembra de Eydie Gormé, americana filha de espanhóis que fez muito sucessos nos anos 50/60 cantando boleros mexicanos com o Trio Los Panchos. O mesmo vale para Ella Fitzgerald que teve uma longa carreira e fez uma verdadeira escola de interpretação dentro do jazz. Sem contar com a Elis um divisor de águas na minha carreira. Ela me ensinou a respirar e me deu liberdade para cantar”, finaliza.

CONTOS 

CONTOS
Contos da tradição oral com música executada ao vivo pela OABS (Orquestra à Base de Sopro de Curitiba) estreia dia 14 de setembro, no Teatro José Maria Santos.

Um convite para sonhar, CONTOS é o novo trabalho da Cia Ilimitada montado em parceria com a OABS (Orquestra à Base de Sopro de Curitiba). O trabalho leva ao palco contos da tradição oral com música executada ao vivo pela Orquestra. A estreia será dia 14 de setembro (sábado), às 20h, no Teatro José Maria Santos. A temporada segue até dia 29 de setembro, sempre aos sábados, às 20h e domingos, às 19h. Entrada gratuita. Embora a classificação seja livre, o trabalho é voltado mais para o público jovem, a partir de 10 anos, e adulto. Além das apresentações abertas o projeto prevê 14 apresentações fechadas para público dirigido das escolas públicas e outras instituições.
A montagem reúne narrativas que fazem parte do imaginário universal, suscitam interesse, conflitos, perguntas, anseios permeados pelas complexidades da vida. São velhas histórias adaptadas que buscam instigar a imaginação e a reflexão. Como se faz para ser feliz? É a questão comum presente nas histórias escolhidas. Elas são alimento para a alma, fragmentos de mapas, sinalizam caminhos e encorajam o desenvolvimento do indivíduo.

“Ao contar essas histórias universais, rapidamente entramos em contato com nossa essência ancestral. Algo que está no centro de nossa cultura e é comum a todos. Nossos anseios e medos, nossa busca pela felicidade, nossa necessidade de revelar a verdade. Uma verdade que está dentro de todos nós e, por isso, pode ser compartilhada sem nunca ser subjugada. Por anos e anos essas histórias foram oralmente transmitidas, contadas, reinventadas e hoje temos a oportunidade de atuar como um elo, contando e semeando para que elas sigam vivas por muito e muito tempo”, explica Marcio Juliano, diretor do espetáculo.
O projeto reúne um time de artistas do cenário teatral e da música com ampla trajetória na cidade. Além da direção de Marcio Juliano, que também compõe o elenco e é o responsável pela dramaturgia, a equipe artística é formada por antigos e atuantes parceiros da Cia Ilimitada, como Sérgio Albach, regente da Orquestra à Base de Sopro, que assina a direção musical e o premiadíssimo iluminador Beto Bruel. As composições são de Davi Sartori, Gilson Fukushima e Albach. A assistência de direção e a preparação corporal é de Mônica Infante. O elenco, além dos 17 músicos da OABS, conta ainda com a atriz Glaucia Domingos e o ator Marcel Szymanski.

Sobre a OABS
A realização de um espetáculo de teatro com música ao vivo é um desejo antigo da Orquestra à Base de Sopro de Curitiba (OABS). O grupo formado há 19 anos é especializado em música popular brasileira e carrega em seu currículo mais de 30 programas realizados com convidados ilustres como: Maria Rita, Egberto Gismonti, Arrigo Barnabé, Emílio Santiago, Nelson Ayres, Joyce Moreno, Vocal Brasileirão, Toninho Ferragutti, Vittor Santos, Itiberê Zwarg, Nailor Proveta, Roberto Sion, Mauro Senise e Laércio de Freitas. Este projeto inédito no currículo da OABS vem ressaltar a versatilidade deste grupo que já tem um espaço de destaque no cenário da música instrumental brasileira. “A ideia vai além de compor uma trilha sonora para as histórias, mas sim trazer aos espectadores um rico universo de sonoridades, matizes e possibilidades que uma orquestra de sopro é capaz. O espetáculo resultou ousado, repleto de surpresas e encantamento”, declara Sérgio Albach. “Contos é um projeto que além de aproximar o público da música, sim, convida o espectador a sonhar”, conclui.

Sobre a Cia Ilimitada
A Cia Ilimitada foi criada em 2005, em Curitiba, pelo cantor, produtor, ator e diretor teatral Marcio Juliano e pela atriz e jornalista Glaucia Domingos, companheiros em trabalhos realizados nos últimos vinte anos. Além de conceber e produzir seus próprios projetos, realiza produção local para diversas companhias. Alguns trabalhos próprios: Noël, No Samba, Tempo de Voo, Noite de Reis.

Este projeto é uma realização da Cia Ilimitada e foi incentivado pela Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

SERVIÇO:
Espetáculo teatral CONTOS com a Orquestra a Base de Sopro de Curitiba
Data e horário: de 14 a 29 de setembro (sábados, às 20h e domingos, às 19h)
Local: Teatro José Maria Santos (R. Treze de Maio, 655 - São Francisco) Telefone: 41 3324 8208
Ingresso: gratuito
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Realização: Cia Ilimitada

CONTATOS:

Produção
Marcio Juliano da Silva
marciojulianocontato@gmail.com
41 99902-5147

Assessoria de Imprensa:
Glaucia Domingos
glauciadomingos@hotmail.com
41 99909-7837

Ficha Técnica
 
Concepção, Dramaturgia e Direção: Marcio Juliano
Direção Musical: Sérgio Albach
Composições: Davi Sartori, Gilson Fukushima e Sérgio Albach
Iluminação: Beto Bruel
Assistência de Direção e Preparação Corporal: Mônica Infante
Operação de Som e Luz: Tiago Bruel
Cenário: Cia ilimitada
Direção de Produção: Marcio Juliano
Assessoria de Imprensa e Produção: Glaucia Domingos
Fotografia: Marcelo Almeida
Design Gráfico: Adriana Alegria
Captação de Recurso: The Way
Elenco: Glaucia Domingos, Marcel Szymanski, Marcio Juliano e Orquestra à Base de Sopro de Curitiba.
 
A Orquestra à Base de Sopro de Curitiba é composta por:
 
Direção Artística: Sergio Albach
Assistente de Direção: Davi Sartori
 
Sebastião Interlandi Júnior / Claiton Rodrigues - flauta transversal
Jacson Vieira / Otávio Augusto - clarineta
Sérgio Albach - clarone
Sérgio Freire / Victor Gabriel / Aloíso de Pádua Jr - sax alto e sax tenor
Ozeias Costa / Douglas Chiullo - trompete
Rodrigo Viccaria Brasão - trombone
Bruno Brandalise - eufônio
Davi Sartori - piano (teclado)
Mario Conde - guitarra
Thiago Duarte - contrabaixo acústico
Luis Rolim - bateria e percussão
 
Produção da OABS - Elizabeth Carlos
Contrarregra da OABS - Mario de Oliveira e Caio Henrique de Oliveira
Copista - Zé Gomes
 
Composições Musicais
 
A Ilha – Gilson Fukushima
A Pele da Alma – Davi Sartori
O Sábio e o Rei – Marcio Juliano, com Arranjo de Gilson Fukushima
O Comprador de Sonhos – Sérgio Albach