A DAJU DOA ÁLCOOL GEL E TECIDOS PARA A CONFECÇÃO DE MÁSCARAS

E ESTÁ COMERCIALIZANDO O ÁLCOOL E KIT DE MÁSCARAS A PREÇO DE CUSTO

Devido ao enfrentamento do coronavírus (covid-19) a Daju, marca querida dos paranaenses, tem realizado diversas ações para auxiliar a população no combate a essa pandemia.
A empresa fez doação de tecidos para confecção de máscaras e de 500 unidades do álcool gel para o Hospital do Trabalhador.
Segundo o marketing da Daju, a empresa procurou disponibilizar em caráter de urgência o álcool gel e máscaras de proteção, pois são itens fundamentais no combate a pandemia.
Para seus clientes, tanto o álcool gel como o kit de máscaras, estão sendo comercializados a preço de custo. O álcool gel de um litro está R$ 16,95 e o kit com três máscaras R$ 7,38.
Quem quiser comprar o álcool gel, o kit de máscaras de proteção, ou um dos 100 mil produtos da loja, que contemplam os setores de: cama, mesa, banho, tapetes, cortinas, homewear, utilidades, eletroportáteis e presentes, poderá ir até uma das unidades da Daju.
A empresa possui quatro lojas, em diferentes pontos da cidade e região metropolitana, nos bairros Água Verde, Cabral, Barigui e em São José dos Pinhais. E a partir do dia 15 desse mês inaugura sua quinta unidade – a Megaloja Daju Atuba.
A equipe da Daju está preparada para seguir todas as medidas de higiene, recomendadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para prevenção do Coronavírus (COVID-19), proporcionando aos seus clientes e colaboradores, um ambiente seguro para a realização de suas compras.
Segundo a diretoria da empresa, essas ações são fundamentais para preservar a saúde de todos e assim retomar o mais breve possível a normalidade da vida, em todas as esferas da sociedade. Nós da Daju, estamos fazendo a nossa parte e todos podem contribuir fazendo a sua. Juntos somos mais fortes!
Para mais informações sobre a Daju, basta acessar o site daju.com.br

Fonte: Cris Osike Nova Comunicação

Cesta Social no Quintana Gastronomia

Ainda há disponibilidade para pedidos da Cesta Social! Além de garantir produtos frescos de hortifruti, com ela você está indo muito além do seu propósito inicial. Com a compra da cesta, você apoia a agricultura familiar, e ajuda os produtores a se manterem e continuarem sua produção nos próximos meses, garantindo que a próxima safra seja plantada e diminuindo os impactos da crise; apoia comunidades carentes, que se beneficiam com as doações (a cada quatro cestas vendidas, uma quinta é encaminhada a comunidades de Curitiba que tanto precisam); e fortalecer a sua saúde com produtos de qualidade a preço justo. Confirme seu nome para retirar a sua no Quintana (Av. do Batel, 1440), nesta terça e quarta, das 9h30 às 11h30.

Câmera de alta precisão para medição de temperatura pode ajudar a conter disseminação de doenças como a Covid-19

Experiências atuais na Argentina, México e Brasil mostram que a tecnologia ajuda não só na detecção, mas na proteção ao contágio dos profissionais de saúde e da população

Epidemias e pandemias assustam o mundo de tempos em tempos. Pela primeira vez em anos um vírus tomou proporções globais inimagináveis, causando milhares de mortes, perdas econômicas sem precedentes e imprevisões quanto aos danos residuais àqueles que sobrevivem à Covid-19.
No mundo, diversas áreas da ciência buscam soluções, que vão de medicamentos a vacinas, ainda experimentais, enquanto a Organização Mundial de Saúde, médicos, enfermeiros e profissionais da segurança pública atuam em condições de risco buscando identificar os possíveis casos nas triagens, fazendo isso, na maioria das vezes, por meio de um contato muito próximo aos possíveis infectados. E os danos, nesses casos, podem ser ainda maiores, como ocorre na Espanha, que anunciou, no dia 30 de março, um número assustador de profissionais da saúde infectados com a doença, chegando a quase 12,3 mil. No Brasil, diversas ocorrências estão sendo notificadas em vários estados.
Em situações como essas, poder manter uma distância segura, principalmente na triagem, pode ajudar a salvar muitas vidas. “Uma das coisas que esse vírus está ensinando ao mundo é que nós, humanos, precisamos muito da tecnologia para detectar, antecipadamente, focos de risco e minimizar as chances de que um vírus evolua se transformando no que vemos hoje, uma pandemia. E temos experiências bastante positivas nesse sentido, como é o caso das câmeras térmicas para medição de temperaturas”, comenta Jobel Araújo, gerente da Mobilis.
A Mobilis é uma empresa brasileira especializada em tecnologia, oferecendo desde soluções para o reconhecimento facial, realidade aumentada e gestão de trânsito, entre outras. Agora, a Mobilis é também uma parceira credenciada da Dahua Technology - maior empresa global de segurança eletrônica, cujos produtos e serviços são usados em mais de 180 países -, e vai oferecer uma solução que pode fazer a diferença na detecção de temperaturas alteradas de pessoas que circulam por locais como aeroportos, metrôs, rodoviárias, shoppings centers, escritórios, indústrias, hospitais, escolas etc.
A câmera térmica da Dahua Technology é uma tecnologia de baixo custo, altamente confiável e pode ser usada em longa distância, ou seja, é um recurso seguro para uma triagem preliminar. “É um equipamento de medição de temperatura de alta precisão, com uma margem de erro muito pequena (+ou- 0,3ºC). Utiliza Inteligência Artificial para identificar rapidamente pessoas com temperatura corporal anormal a uma distância de 3 metros”, explica Araújo.
Além disso, o executivo ressalta a possibilidade de medição de temperatura de múltiplos indivíduos, até 15 simultaneamente, e de até três faces por segundo em monitoramento de fila, mantendo a alta precisão na detecção de faces mesmo que as pessoas estejam usando máscaras. “Já temos exemplos bastante positivos no uso dessa tecnologia, como é o caso do Aeroporto Internacional de Ezeiza, na Argentina, que consegue medir a temperatura de mais de 800 pessoas em apenas 10 minutos. Outro exemplo é o Plaza Carso, na Cidade do México, um dos maiores empreendimentos de compras e escritórios da América Latina, que usa as câmeras para medir a temperatura dos funcionários e clientes”, conta.

Experiência brasileira no uso da tecnologia para medir temperatura
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) está atuando como apoio operacional nas ações de triagem de casos suspeitos de coronavírus, além de oferecer suporte na identificação e detecção de casos urgentes. A chefe da Comunicação do Corpo de Bombeiros, Major Lorena Athaydes, conta que a corporação já dispunha de câmeras térmicas, empregadas na avaliação da dinâmica do incêndio. “Assim, realizar monitoramento do público flutuante em locais determinados foi a maneira que a corporação encontrou para, dentro dos recursos disponíveis, auxiliar o governo e a comunidade do Distrito Federal”, explica.
Segundo ela, as ações de monitoramento acontecem com emprego de câmeras térmicas e termômetros, e são executadas em três vertentes. A primeira, realizada com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, é o monitoramento da temperatura dos passageiros de ônibus interestaduais, que chegam pelas BR 040 e 060. “Os ônibus são parados e os passageiros têm sua temperatura aferida. Para aqueles que apresentam estado febril ou febre são feitos os atendimentos e caso haja necessidade o CBMDF faz o transporte até hospital de referência”, conta.
No aeroporto, o monitoramento ocorre na área de desembarque nacional e internacional. “Neste caso, os passageiros que apresentam elevação da temperatura corporal são conduzidos ao posto médico da ANVISA, que possui protocolo próprio para atendimento à COVID-19. O transporte, caso necessário, é realizado pelo Corpo de Bombeiros até hospital de referência”.
A Major destaca, ainda, que recentemente foi inserido o monitoramento dos transeuntes nas feiras do Distrito Federal, que ocorre de forma semelhante ao dos aeroportos. “Estas ações de medição de temperatura são acompanhadas de orientações gerais sobre prevenção, principais sintomas e recomendações de como reduzir o risco de contaminação. Nesse sentido, as câmeras térmicas têm se mostrado positivas sobre o viés preventivo e educativo. Dentro dos recursos disponíveis, e tendo como alvo a prevenção, essas são as ações propostas pelo CBMDF como ferramentas para o enfrentamento à COVID-19”, diz.

Uso de máscara na pandemia de coronavírus: como deve ser o acessório

Diversos estados e municípios decretaram a obrigatoriedade do uso do acessório, porém, para que seja eficiente, alguns cuidados são essenciais

A pandemia de coronavírus tem levado os governantes a tomarem uma série de medidas que envolvem a sociedade civil e as empresas. Entre elas estão a obrigatoriedade do uso de máscaras em vias e espaços públicos, transportes coletivos, ambientes fechados com aglomeração e organizações. Até o momento, os Estados do Paraná, Piauí, Minas Gerais, Rondônia, bem como o Distrito Federal e as capitais do Espírito Santo, Pará, Amazonas, Rio de Janeiro, Ceará e Santa Catarina estão adotando a medida.

Essa visa reduzir o contágio entre as pessoas, já que se sabe que o coronavírus é transmitido por gotículas e contato próximo. Inclusive, muitos são assintomáticos e, ao deixarem de usar o acessório, acabam contaminando terceiros. Para se ter ideia, um estudo desenvolvido por pesquisadores chineses e publicado na revista Science, no mês de março, apontou que até o isolamento forçado em Wuhan, 86% das infecções por Covid-19 se deu por pessoas assintomáticas. Dessas, 55% eram tão contagiosas quanto aqueles que apresentavam sintomas comuns da doença, como dificuldade respiratória e febre.

No entanto, apesar das regulamentações governamentais, é comum haver dúvidas sobre o tipo de máscara a ser utilizada, já que nem todas são efetivas contra o coronavírus. De acordo com orientações do Ministério da Saúde, para serem eficientes como uma barreira física, as máscaras caseiras, por exemplo, devem ter ao menos duas camadas de pano, ou serem dupla face. Os tecidos utilizados podem ser algodão, tricoline, TNT e outros, desde que desenhados e higienizados de forma adequada. É importante frisar que se trata de um acessório de uso individual.

Para garantir que a máscara de proteção seja, de fato, eficiente, é possível investir em produtos desenvolvidos com essa finalidade, na mesma medida em que oferecem um bom custo-benefício tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Um exemplo é a máscara de proteção tripla, desenvolvida pela WAP, que está sendo comercializada pela empresa 18 Gigas para todo o território nacional.

O acessório é antialérgico, possui cinco níveis de ajustes auriculares e dispensa a necessidade de elástico. O objetivo é atuar como uma proteção efetiva e confortável das vias bucais e nasais, pois, a composição de duas camadas externas de TNT e uma camada interna de Microfibras P.P têm maior eficácia contra vírus, bactérias, pólens e poeiras.

Mais informações sobre o produto pelo e-mail comercial@18gigas.com.br ou pelo telefone/WhatsApp (41) 99505-0350.

Voluntárias produzem 2.800 máscaras para evitar propagação da Covid-19

Além dessa ação de voluntariado, já foram doadas mais de 3.500 máscaras para instituições de saúde

A pandemia da Covid-19 fez com que a Frísia se antecipasse às recomendações para evitar a propagação da doença. Com o uso obrigatório de máscaras em áreas comuns, desde o mês de abril, quem acessa as dependências da cooperativa tem ao alcance álcool gel e recebe máscara respiratória. Para seguir essa determinação, foram adquiridos insumos para voluntárias produzirem 2.800 máscaras, que estão sendo entregues a pedido de cooperados e da sociedade.

Até o momento, 13 voluntárias já produziram as máscaras de tricoline e estão se preparando para fabricar mais unidades. Para o trabalho, a Frísia já doou mais de 150 metros de tecidos, elásticos e fios. O trabalho está sendo colaborativo, quem não tem máquina de costura empresta de outras da comunidade.

A maioria das voluntárias é de Carambeí (PR). Com exceção de uma delas, as demais são esposas e filhas de cooperados, que confeccionaram cerca de 100 máscaras por dia, chegando as 1.200 já nos primeiros dias, quando iniciaram em 5 de abril.

Antes de entrar em alguma unidade, como lojas agropecuárias e a matriz, por exemplo, uma colaboradora aborda a pessoa para a entrega de uma máscara e álcool em gel. A proteção facial é de modelo universal e reutilizável, após lavar com água e sabão ou água sanitária.

Junto às mascaras também estão sendo entregues encartes para orientação sobre a forma correta de utilização. Após duas ou três horas, devido à umidade, as máscaras devem ser trocadas seguindo a etiqueta de preservação da saúde e de não contato com a área da boca e narina.

Além dessa ação de voluntariado, já foram doadas mais de 3.500 máscaras para instituições de saúde, e outros equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários às atividades de profissionais da área.

Prevenção
Além das doações para combater a Covid-19, a Frísia implementou uma série de medidas para a preservação da saúde dos colaboradores, associados e familiares. Somadas às ações básicas, como lavar bem as mãos com água e sabão e utilizar álcool em gel, foram reduzidas ao máximo as aglomerações de pessoas, sendo proibida a recepção de comitivas e visitantes. As viagens foram canceladas, assim como a realização de reuniões presenciais.

A cooperativa determinou o trabalho em casa para colaboradores em grupos de risco e a realização de videoconferência para as reuniões. Em setores onde não é possível o home office, todos os colaboradores tiveram que redobrar as atenções: não tocar nos olhos, nariz e boca; não compartilhar objetos pessoais; aplicar a etiqueta da tosse; e limpar e desinfetar objetos que são utilizados com frequência.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial
Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

Lide Multimídia passa a atender o movimento Fechados Pela Vida

Curitiba, maio de 2020 – A Lide Multimídia, agência especializada em Relações Públicas e Assessoria de Imprensa, com 27 anos de atuação, passa a atender o movimento Fechados Pela Vida, que é um grupo formado por mais de 150 estabelecimentos, entre bares, restaurantes, casas noturnas e outros tipos de comércios de Curitiba, que foi criado para lutar contra a reabertura e flexibilização da quarentena do COVID-19 antes do recomendado pelas autoridades de saúde na capital paranaense.
Outra demanda do movimento é por medidas econômicas para a permanência do fechamento dos seus estabelecimentos, como subsídios de despesas, ajuda para redução de aluguéis, bem como redução ou subsídio de todos os tributos municipais, estaduais e federais pelo tempo que durar a epidemia. Estes empresários entendem que não são eles que devem determinar o que é melhor para saúde das pessoas e sim autoridades de saúde competentes.

Ford lança programa inédito com ações focadas na saúde e proteção dos clientes

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A Ford lançou hoje um programa inédito que equipa a sua rede para oferecer um novo padrão de segurança aos clientes, com várias ações focadas na prevenção de doenças, principalmente nesses tempos de coronavírus. O objetivo é que o consumidor que precise ir a uma concessionária para realizar um serviço, ou uma compra agendada, sinta-se totalmente seguro nas instalações da rede Ford (ver vídeos: FordClean, CertificaçãoFordClean e DesinfecçãoFordClean).

Para isso, foi criado o programa Ford Clean, composto de dois pilares que incluem uma certificação pioneira com protocolos de higienização e atendimento seguro para as concessionárias e um serviço de desinfecção inédito de veículos. Essas ações atendem a um anseio e mudança de comportamento dos consumidores, que estão dando muito mais importância à higienização em áreas de contato pessoal.

“Para a Ford, as pessoas vêm em primeiro lugar e trabalhamos para atender as demandas e necessidades dos nossos consumidores, especialmente nesses tempos sem precedentes”, diz Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul e Grupo de Mercados Internacionais.

“Durante a quarentena, o transporte individual proporcionado pelo automóvel ajuda as famílias a se manterem seguras e ter acesso a serviços essenciais. O programa Ford Clean é uma iniciativa pioneira criada pelo nosso time para que os consumidores sintam-se ainda mais protegidos ao usar o seu carro e os serviços da nossa rede”, completa.

O novo programa se une à iniciativa “Compre Sem Sair de Casa” em que, a partir de agora, os clientes também têm a opção de receber em casa um veículo desinfectado.

Certificação de padrões de higienização

A Ford, por meio do programa Ford Clean, é a primeira montadora no Brasil a ter uma certificação de padrões de higienização e atendimento seguro aos clientes em sua rede. A certificação abrange todas as instalações e operações da concessionária, desde vendas a serviços – inclusive os que são feitos externamente –, com critérios rígidos para garantir a saúde e segurança de todos os empregados, clientes, fornecedores e visitantes.

A certificação foi desenvolvida com base nas orientações do Ministério da Saúde e da Anvisa, contendo as melhores práticas para a higienização e prevenção de doenças. Cem por cento da Rede Ford já está certificada com estes novos protocolos, identificados por meio de um selo especial.

Estas recomendações incluem desde rotinas de limpeza dos ambientes e veículos e a disponibilidade de álcool em gel em diferentes pontos até a disposição das mesas, balcões e móveis para garantir o distanciamento social nas concessionárias.

Os funcionários também seguem normas de controle de saúde e conduta, como o uso de máscaras, luvas e cuidados para que o cliente sinta-se à vontade e protegido durante todo o tempo em que permanecer no local. Todos os clientes também receberão máscaras antes de entrar em uma concessionária.

Desinfecção de veículos

A desinfecção de veículos é um serviço inédito que a Ford começa a oferecer na sua rede com foco na segurança e prevenção de doenças transmissíveis – incluindo a nova familia coronavírus. Para essa finalidade é utilizado um desinfetante não disponível ao público em geral, produzido pela 3M, o “Peróxido Pronto Uso”, registrado na Anvisa e de ação comprovada contra bactérias, fungos e vírus. Ele atualmente é empregado nos hospitais mais renomados do Brasil para desinfecção de UTIs, salas de emergência e outras áreas de alto risco.

Este produto foi testado e aprovado pela engenharia da Ford para garantir compatibilidade com os materiais utilizados nos veículos da marca. A sua aplicação será feita por técnicos treinados, devidamente protegidos, e inclui no mínimo 50 pontos de maior contato nas áreas internas e externas do veículo, como: volante, painel, comandos do câmbio, freio, som, apoios, bancos, cintos de segurança, maçanetas, retrovisores, capô, porta-malas, tapetes, chave e ar-condicionado, incluindo filtro e difusores.

O serviço de desinfecção de veículos começa a ser oferecido na rede de concessionárias da Ford a partir de 11 de maio, com preço público sugerido de R$129.

FORD BRASIL
A Ford Motor Company está estabelecida no Brasil desde 1919, onde mantém as marcas automotivas Ford e Troller e uma estrutura de três fábricas, além do Campo de Provas de Tatuí. Para mais informações sobre os produtos da Ford, acesse http://www.ford.com.br.

SOBRE A FORD MOTOR COMPANY
A Ford Motor Company é uma empresa global com sede em Dearborn, Michigan, EUA. A empresa projeta, fabrica, comercializa e presta serviços de pós-venda a uma linha completa de carros, picapes, SUVs, veículos eletrificados e veículos de luxo da Lincoln, fornece serviços financeiros através da Ford Motor Credit Company e busca posições de liderança em eletrificação; soluções em mobilidade, incluindo serviços de carros autônomos; e serviços conectados. A Ford emprega aproximadamente 188.000 pessoas em todo o mundo. Para obter mais informações sobre a Ford, seus produtos e a Ford Motor Credit Company, acesse www.corporate.ford.com.

Drive-Thru de Dia das Mães garante a compra dos presentes no Shopping Curitiba

O shopping lançou também a campanha Ciclo do Bem, com brindes da Maybelline NY e cashback

O Shopping Curitiba está com um formato especial de compras neste Dia das Mães: o drive-thru. O formato de venda, em que o cliente não sai do carro para receber o produto, evita aglomerações e facilita a experiência do consumidor de forma segura. Cerca de 40 lojas de diversos segmentos já aderiram à modalidade, como Anacapri, Imaginarium, Arezzo, Gregory, O Boticário, Kopenhagen, Pandora, entre outras.

O drive-thru foi estruturado na área do valet do estacionamento, no piso G3. O cliente compra diretamente com a loja, por meio de whatsapp ou telefone, e agenda o dia e horário para a retirada da encomenda, além da forma de pagamento. No horário combinado, o funcionário de cada estabelecimento, com máscara, realiza a entrega do presente devidamente higienizado.

O horário de funcionamento do drive-thru é das 10h às 20h (lojas) e das 10h às 22h (alimentação), de segunda à domingo. A lista completa com os contatos das lojas participantes está disponível nas redes sociais e no site do shopping www.shoppingcuritiba.com.br/eventos/drive-thru.

Kits da Maybelline e cashback

A compra antecipada é outra ação do Shopping Curitiba, administrado pela brMalls, referência no setor de shopping centers do Brasil. Denominada de Ciclo do Bem, a intenção da campanha é ajudar o pequeno e médio empreendedor oferecendo vantagens e benefícios exclusivos aos consumidores.

As compras poderão ser realizadas durante todo o mês de maio no site www.ciclodobemshopping.com.br, onde são encontradas as opções de vale-presente das marcas que participam da ação. Ao adquirir um vale-compra, o cliente ganha parte do valor de volta na sua conta digital, oferecido pela Ame, aplicativo de conta digital. No Shopping Curitiba, a compra do voucher ainda dá direito a um kit da L’Oreal com quatro itens da Maybelline NY, marca mundial líder de maquiagem.

Os vale-compras podem ser utilizados nas lojas até o dia 31 de outubro de 2020. Já o lojista, receberá o valor após a compra dentro do mesmo mês, gerando receita e fluxo de caixa. O Ciclo do Bem no Mês das Mães é mais uma ação do programa Juntos pelo Varejo, um conjunto de iniciativas lançado pela brMalls para dar suporte aos lojistas durante este período desafiador.

Shopping Curitiba

Rua Brigadeiro Franco, 2.300.

Curitiba (PR)

(41) 3026-1000 | www.shoppingcuritiba.com.br

@ShoppingCtba | www.facebook.com/ShoppingCuritiba

A pandemia Covid-19 fez o mundo parar e as pessoas se isolarem

Mas fez também o sentimento da solidariedade crescer. Diariamente, temos notícias de pessoas comuns e anônimas fazendo algo em benefício ao próximo, e é este tipo de atitude que precisa contaminar a todos.

Um grupo formado por 19 mulheres, que fazem curso de costura e patchwork no atelier da Javanesa Tecidos, já se movimentava, em 2018, em prol dos mais necessitados. Essas mulheres se juntaram com as artesãs Karen e Satiko Sakuma, e formaram o grupo de voluntariado Unidas para o Bem. Durante o segundo semestre de 2019 produziram dezenas de naninhas e entregaram em doação às mães carentes semanas antes do Natal, assim como fizeram no ano anterior.

Com a pandemia e a suspensão das aulas de artesanato e costura, as mulheres do grupo Unidas para o Bem resolveram continuar o trabalho de voluntariado. Com tecidos e materiais doados pela Javanesa, cada uma delas produziu, em casa, máscaras de pano, que foram doadas à hospitais e outras organizações filantrópicas.

“Com a reclusão imposta pelo coronavírus não podíamos ficar em casa, sem fazer nada, sabendo que os hospitais e outras instituições sofriam com a falta de equipamentos essenciais. Conversamos pelo grupo de whatsap e todas se propuseram a confeccionar máscaras de pano para doação. Na primeira semana entregamos mais de 345 máscaras. Depois foram mais 400, e na semana passada chegamos a 1.200 máscaras produzidas e entregues no Hospital Erasto Gaetner, no Hospital Infantil Waldemar Monastier, aos profissionais da Hands Home Care, aos voluntários do Alimentos do Bem, que distribuem alimentação à moradores de rua, e a outros profissionais de saúde e grupos de voluntariados. Cada vez que fazemos alguma coisa, por menor que seja, pelo próximo, fazemos muito mais por nós mesmos”, declarou Karen Sakuma, artesã e líder do grupo.

E o trabalho não para. As mulheres do grupo Unidas para o bem continuam, em casa, a produção das máscaras e naninhas que serão doadas nas semanas seguintes. “Quando a gente se concentra na dor, a gente sofre, mas quando a gente se concentra na lição, evoluímos. Então, se vamos nos contagiar de algo, que seja de compaixão, esperança e fé de dias melhores”, comentou Munir Mushashe, dono da Javanesa Tecidos.

Beleza delivery: serviços de beleza solicitados na palma da sua mão

Bnyou foi o primeiro app brasileiro de beleza em que o consumidor pode escolher pelo profissional desde o primeiro serviço

A pandemia do coronavírus trouxe novas realidades tanto para a população quanto para os empresários e profissionais liberais, que estão se reinventando diante da crise que atinge o país. O uso de apps e serviços de delivery nunca foi tão utilizado como nos últimos dois meses. Com a maioria dos salões de beleza fechados, e a recomendação do Ministério da Saúde que a população fique em casa e evite sair o mínimo possível, receber profissionais de beleza em casa pode contribuir com o aumento da autoestima.

O bnyou foi o primeiro app brasileiro de beleza em que o consumidor pode escolher pelo profissional desde o primeiro serviço. Ele foi criado para proporcionar autonomia e liberdade para os profissionais da beleza, além de aumentar seus rendimentos e preencher as cadeiras vazias do salão. “Em tempos de isolamento, serviços de beleza como um corte de cabelo ou fazer as unhas têm se mostrado essenciais para auxiliar na sanidade mental de todos, pois aumentam a autoestima e autoconfiança. Além disso, o bnyou é a principal, se não a única, fonte de renda de muitos profissionais”, explica Gabriella Garibaldi Garcia, umas das sócias-proprietárias da empresa desenvolvedora do app.

Para que os profissionais possam manter a sua renda e continuar auxiliando seus clientes nesse tempo de isolamento, a equipe do bnyou fez um pacto de cuidados a serem seguidos rigorosamente em todos os atendimentos, como usar luvas e máscaras, evitar o aperto de mão e beijos ao falar “oi”, tirar os sapatos antes de entrar no local ou colocar uma touca descartável nos pés, higienizar mãos e antebraço com água e sabão antes de iniciar o procedimento e solicitar ao cliente que o atendimento seja realizado em uma área arejada e com ventilação.

“Todos os profissionais são treinados e de confiança. Garantimos um serviço de alta qualidade, com praticidade, conveniência e a comodidade de ser realizado na casa das pessoas, além do atendimento individual e personalizado”, diz Gabriella, destacando que são oferecidos serviços de manicures, cabeleireiros, barbeiros, maquiadores (incluindo cursos), massagistas, limpeza de pele, depilação e até mesmo yoga.

O app está disponível para download gratuito nas lojas de aplicativos da Apple e Google Play. Para visualizar os profissionais, basta inserir o endereço de onde o atendimento será realizado e ver quem está disponível na região. O pagamento é feito direito pelo aplicativo e assegurado pelo Ebanx.

Especialista em bacteriologia alerta para a importância de lavar as mãos

Dia 5 de maio é o Dia Mundial de Higienização das Mãos - uma forma de chamar a atenção para a importância dessa forma de higiene tão eficaz. A data, definida pela Organização das Nações Unidas (ONU), ganha importância redobrada em meio à pandemia da COVID-19. Porém, o ato de lavar as mãos previne também inúmeras outras doenças. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o ato pode reduzir o número de mortes relacionadas a diarreia em mais de 40% e os casos de doenças respiratórias agudas em 25%.
Segundo o especialista em bacteriologia do LANAC – Laboratório de Análises Clínicas de Curitiba, Marcos Kozlowski, lavar a mão reduz o risco de contágio de doenças como hepatite B, meningite, diarreia e resfriados. “É importante lavar as mãos de forma correta, com água limpa e sabão. Esfregar a palma e o dorso das mãos e também entre os dedos, por pelo menos 40 segundos”, explica.
É necessário lavar as mãos sempre que estiverem visivelmente sujas, pegar no dinheiro, antes de comer, depois de mexer com animais, usar o banheiro, usar o transporte público e antes de pegar em bebês. “O álcool 70 pode ser usado para limpeza das mãos, ele tem propriedades microbicidas eficazes para eliminar os germes mais frequentes que causam infecções, e pode substituir a lavagem com água e sabão quando não tiver acesso a água e sabão", completa. “O álcool 70 não é complementar para a lavagem das mãos. Lavar as mãos com água e sabão e usar o álcool são duas maneiras distintas de higiene”, explica.

Sobre o LANAC:

Há 28 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 45 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 400 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.

As medidas tomadas noutros séculos para combater as epidemias são replicadas no presente

As medidas tomadas noutros séculos para combater as epidemias são replicadas no presente

Combater a propagação de uma epidemia nunca foi tarefa fácil. Se analisarmos o que acontece hoje em dia, não é difícil imaginar o esforço gigante feito em outras épocas. Segundo a arqueóloga portuguesa Joana Freitas se analisarmos como combatiam o alastramento das doenças em séculos passados podemos ficar surpreendidos com as semelhanças.

"Ao analisarmos dados e documentos que se referem a outros surtos epidêmicos ao longo da história verificamos que algumas medidas que tomamos hoje eram as usadas à data para reprimir o avanço das doenças. Em diversas alturas o isolamento, a quarentena e o estabelecimento de cordões sanitários foram uso recorrente."

Estas medidas eram aplicadas e replicadas em muitos países do mundo. A realidade que vivemos hoje em dia não é novidade.

" Havia cuidados, as pessoas tinham consciência de que se não travassem um surto no seu início seria muito difícil não evitar uma catástrofe. Temos variados exemplos além dos referidos acima. Em Portugal,por exemplo, já no século 15 existia um controlo sanitário das embarcações. Embora incipiente demonstrava a clara noção dos pontos que podiam ser rastilhos de uma epidemia. Mais tarde,os barcos teriam mesmo de ficar em quarentena para que houvesse certeza que tanto marinheiros como mercadorias não seriam um veículo de transporte para convidados indesejados.", explica Joana Freitas.

Ainda segundo a arqueóloga, "as próprias linhas que delimitavam cidades, uma muralha ou estrutura semelhante funcionavam como cerco sanitário. Há inclusive documentos que atestam que em algumas cidades era exigido que apresentassem uma declaração da sua boa saúde, garantindo que não estivera em nenhum lugar exposto a alguma doença nos 30 dias anteriores antes de ser autorizado a entrar.".

A realidade que vivemos com a pandemia de covid-19 é nova para nós mas não é nova para o mundo.

"Como costumo dizer, ciclicamente o ser humano lida com situações desta natureza. A história é boa professora. As medidas de hoje foram as medidas de ontem. Mesmo algumas como o fecho de fronteiras entre países ou o esforço para diminuir as pessoas que circulavam. Não é nova a noção de que quanto mais pessoas estiverem em contato umas com as outras maior será a dimensão do surto.", explica.

Ainda segundo a arqueóloga, " já no combate a outras pestes, verifica-se um esforço de deixar circular apenas quem era indispensável. Trabalhadores agrícolas, forças de segurança como exército ou marinha, padres e madres que muitas vezes auxiliavam nas práticas da medicina, padeiros e vendedores de alimentos. Como vemos embora com séculos de diferença a realidade é bastante semelhante.", conclui.

Joana Freitas, formada em arqueologia pela Universidade do Porto e pela Universidade Autónoma de Barcelona, tem por áreas de estudo a pré-história e a evolução da espécie humana. Membro e sócia da CPAH – Centro de Pesquisas e Análises Heráclito, com sede em Portugal e unidades no Brasil e na Holanda.
De entre dezenas de trabalhos de campo de diversas épocas, os mais importantes foram os trabalhos e estudos nos lugares calcolíticos de Foz Côa. Desenvolve ainda trabalhos nas áreas da arquitetura de terra e a sua presença no desenvolvimento humano.

Combater a propagação de uma epidemia nunca foi tarefa fácil. Se analisarmos o que acontece hoje em dia, não é difícil imaginar o esforço gigante feito em outras épocas. Segundo a arqueóloga portuguesa Joana Freitas se analisarmos como combatiam o alastramento das doenças em séculos passados podemos ficar surpreendidos com as semelhanças.

"Ao analisarmos dados e documentos que se referem a outros surtos epidêmicos ao longo da história verificamos que algumas medidas que tomamos hoje eram as usadas à data para reprimir o avanço das doenças. Em diversas alturas o isolamento, a quarentena e o estabelecimento de cordões sanitários foram uso recorrente."

Estas medidas eram aplicadas e replicadas em muitos países do mundo. A realidade que vivemos hoje em dia não é novidade.

" Havia cuidados, as pessoas tinham consciência de que se não travassem um surto no seu início seria muito difícil não evitar uma catástrofe. Temos variados exemplos além dos referidos acima. Em Portugal,por exemplo, já no século 15 existia um controlo sanitário das embarcações. Embora incipiente demonstrava a clara noção dos pontos que podiam ser rastilhos de uma epidemia. Mais tarde,os barcos teriam mesmo de ficar em quarentena para que houvesse certeza que tanto marinheiros como mercadorias não seriam um veículo de transporte para convidados indesejados.", explica Joana Freitas.

Ainda segundo a arqueóloga, "as próprias linhas que delimitavam cidades, uma muralha ou estrutura semelhante funcionavam como cerco sanitário. Há inclusive documentos que atestam que em algumas cidades era exigido que apresentassem uma declaração da sua boa saúde, garantindo que não estivera em nenhum lugar exposto a alguma doença nos 30 dias anteriores antes de ser autorizado a entrar.".

A realidade que vivemos com a pandemia de covid-19 é nova para nós mas não é nova para o mundo.

"Como costumo dizer, ciclicamente o ser humano lida com situações desta natureza. A história é boa professora. As medidas de hoje foram as medidas de ontem. Mesmo algumas como o fecho de fronteiras entre países ou o esforço para diminuir as pessoas que circulavam. Não é nova a noção de que quanto mais pessoas estiverem em contato umas com as outras maior será a dimensão do surto.", explica.

Ainda segundo a arqueóloga, " já no combate a outras pestes, verifica-se um esforço de deixar circular apenas quem era indispensável. Trabalhadores agrícolas, forças de segurança como exército ou marinha, padres e madres que muitas vezes auxiliavam nas práticas da medicina, padeiros e vendedores de alimentos. Como vemos embora com séculos de diferença a realidade é bastante semelhante.", conclui.

Joana Freitas, formada em arqueologia pela Universidade do Porto e pela Universidade Autónoma de Barcelona, tem por áreas de estudo a pré-história e a evolução da espécie humana. Membro e sócia da CPAH – Centro de Pesquisas e Análises Heráclito, com sede em Portugal e unidades no Brasil e na Holanda.
De entre dezenas de trabalhos de campo de diversas épocas, os mais importantes foram os trabalhos e estudos nos lugares calcolíticos de Foz Côa. Desenvolve ainda trabalhos nas áreas da arquitetura de terra e a sua presença no desenvolvimento humano.

Fãs têm encontro marcado com Lucas Netto, Xandy Avião e Kevin O Chris nessa sexta e sábado

Fãs têm encontro marcado com Lucas Netto, Xandy Avião e Kevin O Chris nessa sexta e sábado

Ame Digital promove lives para diferentes públicos, inclusive o infantil; espectadores podem receber 50% de cashback ao ajudar na luta contra o coronavírus

O final de semana será marcado por lives para diferentes públicos. A Ame Digital preparou uma agenda especial de encontros entre fãs e artistas, pensando em animar o feriado de sexta-feira e o sábado também. Lucas Netto, Xandy Avião e Kevin O Chris prometem animar da garotada até os mais velhos.

Essas personalidades vão convidar o público ao gesto solidário, por meio de doações feitas pelo app da Ame a ONGs e movimentos que têm lutado diariamente no enfrentamento à covid-19. Durante as transmissões, um QR Code ficará visível na tela, levando os usuários para a página da doação. Como incentivo, a Ame oferecerá 50% de cashback, com limite de R$ 10. Ou seja, quem doar R$ 20 receberá R$ 10 de volta na sua conta no app.

Começando com tudo, nessa sexta-feira (01/04), nada menos do que o fenômeno Luccas Neto, que soma mais de 30 milhões de inscritos em seu canal oficial de YouTube. Crianças e adolescentes poderão se divertir junto com o influenciador a partir das 18h. Durante a live, o GRAAC (https://graacc.org.br/) - que trata justamente do diagnóstico e tratamento do câncer infanto-juvenil - poderá ser beneficiador por meio das doações. O evento acontece na página https://www.youtube.com/user/luccasneto/featured.

Já no sábado (02/04), Xandy Avião se apresenta com o melhor do forró, às 20h. O encontro para os admiradoresdo cantor será realizado na página https://www.youtube.com/channel/UCfuRRJ76VluLiHW2pqwZNwg. Durante toda a transmissão, o público será convidado a doar para o Fome de Música (https://www.fomedemusica.com/), projeto que objetiva acabar com a fome no Brasil, por meio de uma tecnologia social unindo artistas, produtoras, shows, festas e festivais ao público, para arrecadar e destinar alimentos a quem precisa.

Fechando a agenda, um dos maiores nomes do funk brasileiro na atualidade, dono do sucesso “Tu ta na Gaiola”, Kevin O Chris comanda um show ao vivo, a partir das 22h. Basta entrar na página https://www.youtube.com/channel/UCCx90zE99aHD2NCKXoCmmag/featured. Os espectadores poderão contribuir com o trabalho da ONG Voz da Comunidade, que está arrecadando doações para que as famílias mais vulneráveis tenham condições de manter no período da pandemia os cuidados orientados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

As lives promovidas pela Ame já resultaram em uma arrecadação de aproximadamente R$ 2 milhões. A cada apresentação, diferentes projetos sociais e causas são beneficiadas pela doação de milhares de pessoas que, de suas casas, têm ajudado a fazer a diferença no combate à Covid-19, dentro do movimento #AmeFazerSuaParte. Confira a iniciativa da Ame por meio do site https://www.amedigital.com/doacoes/.

Sobre a Ame: A Ame (www.amedigital.com) é uma fintech e plataforma de negócios mobile criada para simplificar a maneira como as pessoas e empresas se relacionam com o dinheiro. Com pouco menos de dois anos de existência, já tem presença nas mais de 1.600 unidades da Lojas Americanas em todo o país, além dos sites Americanas.com, Submarino, Shoptime, Sou Barato e em diversos outros lojistas do mundo físico. Além de possibilitar o pagamento via celular com uso do QR Code, a Ame também apresenta o cashback, benefício no qual uma parte do dinheiro de todas as compras volta para a conta Ame do cliente. Com o app Ame Digital também é possível fazer pagamentos de contas e boletos bancários, compra de cartão de transporte, recarga de celular e depósito de dinheiro em espécie. Na versão Ame Plus, destinada para quem quer vender com o app, os lojistas podem realizar transferência de valores da sua conta Amepara sua conta bancária. Uma das primeiras iniciativas da IF - Inovação e Futuro, Ame conta com mais de 7 milhões de downloads e oferece serviços e soluções que facilitam o dia a dia das pessoas.

Para incentivar o uso de máscaras, Todos Pela Saúde lança videoclipe com Ivete Sangalo e Luan Santana

Para incentivar o uso de máscaras, Todos Pela Saúde lança videoclipe com Ivete Sangalo e Luan Santana

Composta pelo cantor Jair Oliveira, com direção musical de Wilson Simoninha, canção ganha vida na voz dos artistas em vídeo para incentivar população a se proteger

São Paulo, 1º de maio de 2020 - Em busca das melhores práticas para a contenção da pandemia do novo coronavírus, a iniciativa Todos pela Saúde lançou nesta quinta-feira (30) a música “Usar a máscara salva”, parte de uma grande campanha de incentivo ao uso de máscaras faciais como medida de proteção contra a covid-19. Interpretada por Ivete Sangalo e Luan Santana – com composição do cantor Jair Oliveira e direção musical de Wilson Simoninha – a canção ressalta de maneira positiva a necessidade de cobrir o nariz e a boca ao sair de casa quando necessário. Confira: https://youtu.be/Alpm9XShSBc

O uso de máscaras de proteção passou a ser recomendado para toda população nas últimas semanas pelo Ministério da Saúde. A medida alinha-se aos estudos médicos recentes que comprovam a alta capacidade de transmissão também entre pessoas assintomáticas, tornando indispensável o uso da máscara de proteção mesmo para quem não apresenta febre, tosse, dor de cabeça ou de garganta. Desta forma, a iniciativa é importante para reduzir os níveis de contaminação no contato social.

Criado pela Africa, agência responsável pelas campanhas de divulgação da Todos pela Saúde, o vídeo foi inteiramente gravado à distância. Nele, Ivete e Luan Santana se dividem entre os versos “Quem usa máscara ama / Tá na cara que quem usa máscara cuida / Tá na cara que quem usa máscara sabe que a vida é valiosa”. A música também ganha uma versão remixada por Alok, que será revelada em sua próxima live no dia 2 de maio.

O incentivo ao uso de máscaras é um dos temas que está sendo trabalhado pela Todos Pela Saúde, aliança de especialistas criada com o objetivo de combater o novo coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade brasileira. Por meio do movimento #MascaraSalva, o tema ganhou força nas últimas duas semanas com diversas ações, incluindo uma live do cantor Roberto Carlos na qual ele reforçou a importância do equipamento de proteção. No último domingo, o médico infectologista Dráuzio Varella passou a protagonizar uma campanha sobre o assunto, na qual explica a importância da conduta correta no uso de máscaras e responde as dúvidas mais frequentes do público, incluindo perguntas de celebridades.

O movimento conta com diversas outras frentes, que incluem ações com influenciadores, formadores de opinião e mídia out of home, além de ampla atuação nas mídias digitais.

Todos pela Saúde
A campanha de incentivo ao uso de máscaras faz parte da iniciativa Todos pela Saúde, criada com o objetivo de combater o novo coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade brasileira. Composta por quatro eixos – informar, proteger, cuidar e retomar – a iniciativa abrange desde orientação e valorização de iniciativas já existente até a compra de equipamentos de saúde, capacitação de profissionais e compra e distribuição de insumos.

O Itaú direcionou R$ 1 bilhão para financiar as atividades da Todos pela Saúde. Os recursos aportados estão sendo administrados por um grupo de especialistas liderado pelo médico Paulo Chapchap, doutor em clínica cirúrgica pela Universidade de São Paulo e diretor-geral do Hospital Sírio Libanês. Esta equipe já está definindo ações a serem financiadas, de forma que as decisões estratégicas sejam respaldadas por premissas técnicas e científicas.

Além de Paulo Chapchap, integram o grupo o médico, cientista e escritor Drauzio Varella, o ex-presidente da Anvisa Gonzalo Vecina Neto, o ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS) Maurício Ceschin, o consultor do Conselho dos Secretários de Saúde (CONASS) Eugênio Vilaça Mendes, o presidente do Hospital Albert Einstein, Sidney Klajner, e o presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Pedro Barbosa.

FRAMES EM ANEXO
FRAMES EM ALTA: https://we.tl/t-2QEWAx3q85

Ficha Técnica
Título: Clipe #MascaraSalva
Agência: Africa
Anunciante: Todos Pela Saúde
Produto: Institucional

CCO: Sergio Gordilho
Direção Executiva de Criação: Alexandre Peralta / Marcelo Bruzzesi
Criação: Sergio Gordilho / Alexandre Peralta / Marcelo Bruzzesi / Lucas Succi / Mariana Carvalho

Atendimento: Renato Broggin / Natália Vasconcelos / Sofia Seligman
Mídia: Heloisa Lima / Vinicius Tavares / Riva Almeida / Sheila Uyeda / Dandara Silva / Beatriz Isima / Cesar Rodigues
Planejamento: Aldo Pini / Caroline Ferraz / Eduardo Cabral

Insights: Eduardo Berardinelli / João Pacca / Asaph Ferreira / Marina Castro / Camylla Eiro

Produção Agência: Rodrigo Ferrari / Patricia Gaglioni

Produtora: Nomads
Diretor de Cena: Pedro Becker / Henrique Smith / Andrea Musatti
Produção Executiva: Pedro Becker
Atendimento: Claudio Costa
Coordenação de Produção: Equipe Nomads
Diretor de Fotografia: -
Coordenação de Pós Produção: Juliana Tocalino
Montador: Pedro Becker
Finalizador: Equipe Nomads
Finalizadora: NASH

Produtora de Som: S de Samba
Diretor de Produção Musical: Wilson Simoninha
Compositor: Jair Oliveira
Produção Musical: Pedro Caldas / Diego Guimaraes
Produtora Executiva: Meg Magro
Finalização: Flavio Gondim / Antonio Arruda

Aprovação/cliente: Eduardo Tracanella / Juliana Cury / Felipe Nogueira / Maria Luiza Castro / Leonardo Simões / Monique Pereira / Brunna Sá

Zezé Di Camargo doa máquina de um milhão para hospital de campanha em SP

O cantor e o amigo Júlio Aidar, diretor da Sterileasy, doam usina portátil para hospital de campanha do Ibirapuera, em SP

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Máquina doada por Zezé Di Camargo e Júlio Aidar para hospital de campanha do Ibirapuera

O Lixo hospitalar cresceu, nos últimos meses, pelo menos dez vezes, e se tornou bomba relógio da Covid-19. A pandemia do novo coronavírus não tem sido um desafio apenas para os profissionais de Saúde e cientistas. Os funcionários de empresas que lidam com resíduo hospitalar contaminado precisam, mais do que nunca, de muito cuidado, uma vez que estão correndo sérios riscos de contaminação de doenças.

No Brasil, hoje, cerca de 90% dos munícipios do país não tratam o seu lixo, um dado alarmante que resulta em uma baixa qualidade de vida para os habitantes. Tendo em vista este grande problema, o cantor Zezé Di Camargo e o seu amigo Júlio Aidar se uniram para promover uma ação do bem. Juntos, o artista e o empresário fazem este ato solidário, amanhã, dia 1º de maio, na inauguração do Hospital de Campanha, no Ibirapuera, em SP. Eles vão doar uma máquina de usina portátil de reciclagem.

A máquina, que será doada em comodato, é avaliada em 1 milhão de reais. Importada, ela traz consigo, através da modernidade e inovação, a solução para o tratamento do resíduo infectante hospitalar e de laboratórios, diretamente no local de geração do tal material. Isto é, não será necessário transporte dos resíduos hospitalares contaminados.

Os resíduos hospitalares não causam só danos para os seres humanos que possuem contato, mas também caos ambiental, quando em contato desses materiais com o solo ou a água, podendo resultar em danos à vegetação, por exemplo. Ou seja, visto que o vírus está no ambiente, a infecção se espalha de forma mais agressiva.

Se os resíduos forem parar em lixões comuns, o que na maioria das vezes acontece, os patógenos e agentes infectantes estão expostos, correndo o grave risco de alguém entrar em contato com eles. Os catadores de lixo ou mesmo os profissionais do local podem ser afetados. Além disso, até mesmo os animais que possam frequentar os aterros sanitários a céu aberto estão expostos a condições de risco.

Esse tipo de situação é bastante grave, configurando uma irresponsabilidade altíssima por parte dos geradores do resíduo. Quando não se toma o devido cuidado para onde vai o resíduo hospitalar contaminado, configura-se até mesmo um crime. Mesmo que seja por acidente, colocar outras pessoas e o meio ambiente em uma situação tão perigosa é algo que não deveria jamais acontecer. Esses casos, infelizmente, não são tão raros.

"Fico curioso em saber como as autoridades ou ambientalistas estão tratando os resíduos hospitalares contaminados em seus municípios?", indaga Zezé Di Camargo, que, por preocupação, se juntou ao amigo para colaborar em um momento tão delicado mundialmente.