‘Ferrari’ dos caminhões desembarca no Paraná

Barigüi Caminhões faz a entrega (hoje) de dez unidades da lendária marca Peterbilt a um grupo de colecionadores

A Barigüi Caminhões - concessionária DAF (grupo PACCAR) – fará a entrega hoje (dia 30/04), de um lote com dez caminhões da lendária marca Peterbilt, sonho de consumo de todo caminhoneiro ao redor do mundo.

A importação foi realizada por um grupo de empresários – alguns colecionadores – de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Eles virão buscar pessoalmente seus “brinquedinhos” logo mais. Cada unidade tem valor estimado em torno de R$ 2 milhões e vieram dos Estados Unidos, onde são produzidos.

Os veículos são equipados com cama de casal, TV e frigobar na cabine. Os caminhões chegaram pelo Porto de Paranaguá e são os primeiros e únicos do gênero no Brasil. Os donos dos caminhões já sairão dirigindo os veículos para seus destinos.

“Será um prazer entregar essas máquinas – que não são vendidas no Brasil - aos seus proprietários”, conta Marcos Monteiro, diretor da Barigüi Caminhões.

Parcerias de sucesso
O grupo PACCAR é líder global em tecnologia no projeto, fabricação e suporte ao cliente de caminhões premium leves, médios e pesados com as marcas Kenworth, Peterbilt e DAF.

Em 1996, o grupo PACCAR adquiriu a marca DAF, ampliando sua presença global e tornando um dos maiores produtores de caminhões do mundo.

Em 2011 a DAF chegou ao Brasil e, em dois anos, construiu sua planta em Ponta Grossa, no Paraná. A unidade está situada em um terreno de 2,3 milhões de m², a maior área do Grupo PACCAR no mundo.

No Paraná e Santa Catarina, a DAF tem como parceiro representante o Grupo Barigüi, que existe desde 1993 e é o maior revendedor de veículos novos e seminovos do Sul do Brasil.

Em virtude da qualidade e robustez, cerca de 12 mil caminhões DAF já foram comercializados no Brasil, dos quais mais de 2500 unidades pela Barigüi Caminhões.

A entrega dos dez caminhões da marca Peterbilt será hoje (dia 30), na concessionária DAF, que fica na rodovia Contorno Leste BR 116, km 98, 7501, Costeira, São José dos Pinhais-PR.

Sugestão de legenda
Caminhões raros da lendária marca americana Peterbilt serão entregues a um grupo de grupo de empresários – alguns colecionadores – de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina hoje à tarde

Créditos das fotos
Fabiano Guma

Cervejaria Curitibana lança a Cruzeiro München

Na receita de família escrita há 151 anos, a composição de uma lager escura e leve, que pode ser harmonizada com sobremesas e carnes assadas, tem leve aroma de café e chocolate é maturada em temperaturas da época em carvalho

A cada ano percebemos que o número de microcervejarias cresce de maneira exponencial, em todo país. A cada ida ao mercado na sessão das cervejas, percebemos uma marca ou um rótulo novo chamando atenção. Na capital dos paranaenses não é diferente, pois já se consagra como uma referência emergente no setor cervejeiro, atendendo a todos os consumidores apaixonados e apreciadores de um puro malte, não só no estado, mas em boa parte do país e mundo afora.

E você sabia que o Paraná abriga uma das cervejarias mais antigas do Brasil? A Cervejaria Cruzeiro foi a primeira do estado, construída por volta de 1870, junto ao Grande Hotel, na região central - um dos primeiros construídos na cidade - quando a produção cresceu, mudaram as instalações da fábrica para um bosque, no coração do bairro Batel. Há exatos 151 anos, os austríacos de Tirol, João e Jorge Leitner deram um pontapé inicial às produções de cervejas especiais para servirem aos seus hóspedes.

As produções aumentaram quando a comunidade germânica da época descobriu e também passou a frequentar o hotel para a consumir a bebida no local. Os Leitner começaram a servir uma cerveja de cor clara e com o passar do tempo, posteriormente, as cervejas foram evoluindo e outros rótulos também foram lançados. Hoje, a cervejaria é conduzida pelo bisneto de João Leitner, o empresário Beto Glaser.

Há dois anos, foi recuperada uma das jóias mais preciosas da família, a receita da Cruzeiro Keller, de cor clara, a mesma que seu bisavô fabricava naquela época. E há pouco tempo, encontraram os manuscritos da cerveja München. A cerveja lager preta, bem escura, estilo Munich Dunkel, com 5% de álcool (ABV) e 30% de amargor (IBU). Por ser uma cerveja puramente curitibana, ela tem se destacado muito bem e caído no gosto do público cervejeiro.

Beto Glaser conta que fica surpreso com os curiosos que chegam na Cervejaria Curitibana e pedem uma receita genuinamente Cruzeiro. "Nós fabricamos e vendemos exclusivamente a Cerveja Cruzeiro no nosso ponto. Todos que chegam perguntam, querem provar o mais novo lançamento das nossas cervejas. Percebo que a aceitação da galera é positiva quando experimentam um copo, pedem o segundo, terceiro e por aí vai. A cerveja está em processo limitado de fabricação, mas a ideia é tê-la com mais frequência e disponibilidade", explica Glaser.

Todas as receitas da Cruzeiro foram escritas à mão e em alemão, pelo João Leitner. Elas estão sendo reorganizadas, traduzidas para que passem pelo processo de fabricação o mais similar possível como naquele tempo. "A ideia é reproduzir nos mesmos moldes. A cerveja é maturada com carvalho, nas mesmas condições de temperatura da época de sua fabricação original, fermentação e mesmo assim, alguns ingredientes, tiveram que passar por uma alteração", ressalta.

As readequações foram necessárias, pois alguns insumos originais são totalmente diferentes de hoje em dia. "Dificilmente iria encontrar esses insumos, por isso pedi uma ajuda ao mestre cervejeiro da Babuína e Solo Um, o Lucas Gonçalves. A receita passou por uma reformulação, onde conseguimos introduzir os ingredientes mais similares possíveis para não perder as características que reajam bem às temperaturas e preserve o sabor da Cruzeiro München", concluiu Beto.

A cerveja Cruzeiro München tem aroma de café e chocolate, corpo médio, espuma densa, tem baixo teor alcoólico de 5% (ABV) e amargor leve com 30% (IBU). Ideal para acompanhar com uma torta de chocolate amargo e sobremesas. É indicada para harmonizar com pratos que tenham molhos mais consistentes e densos, e as carnes assadas também são sempre bem vindas.

Serviço:
Facebook e Instagram: @cervejariacuritibana
Endereço: Rua Nestor Victor 400 - Água Verde
Horário: Seg à Sex: 16h às 22h
Sáb: 11h às 22h
Whatsapp: 41 984 067 041

A curitibana Amanda Albuquerque vence o 1º Campeonato Brasileiro de LatteArt com Deleite Vegetal

O Paraná dominou a disputa, com o maior número de competidores e três dos quatro semifinalistas

Chegou ao fim o “1º Campeonato Brasileiro de LatteArt com Deleite Vegetal”, competição promovida pelo Naveia, primeiro leite vegetal de aveia do Brasil. Depois de vencer as cinco etapas do concurso, que teve a participação de alguns dos maiores profissionais do país, a barista de 24 anos se consagrou campeã em como prêmio, ganhou uma passagem para Taiwan, onde acontece o mundial de Latte Arte em novembro, além de um ano de estoque de Naveia Barista, lançamento da Evolat, um leite vegetal de aveia específico para uso com café. “Só tenho a agradecer ao Naveia e ao Tiago por terem feito esse campeonato acontecer de uma maneira tão linda. Espero ansiosamente pela minha primeira viagem internacional conquistada, que é algo que eu idealizei desde o início da minha carreira e não imaginei que chegaria tão cedo!”, comemorou a campeã. A final aconteceu em três duelos, cada com um desenho-tema: cavalo marinho, arara, e olhinho do Naveia. Amanda venceu os dois primeiros e sagrou-se a campeã.

O estado do Paraná, aliás, dominou a competição. Com o maior número de baristas na disputa, junto com São Paulo, – 7 dos 32 profissionais – o estado chegou às quartas de final com três dos quatro “atletas” disputando: Amanda Albuquerque, Anna Luiza Santos e Leonardo Pires, que disputou a final com Amanda e foi professor dela e mentor de Tiago Rocha, outro curitibano, embaixador do Naveia e atual campeão brasileiro de LatteArt. Após a derrota ele escreveu um belo relato no seu Instagram. “Estar na final com uma das minhas alunas e amigas favoritas não foi uma surpresa, mas uma consequência de anos e anos de trabalho árduo”, parabenizou Pires. “O campeonato da Naveia juntou baristas do Brasil inteiro, fazendo com que todos de alguma maneira cresceram e amadureceram. E trouxe um pouquinho de luz em meio ao caos. Foi um prazer e uma honra enorme fazer parte disso”, completa Rocha.

O evento marcou o lançamento do Naveia Barista, versão mais densa desenvolvida especialmente para uso em drinques com café. Rocha foi o anfitrião do concurso, que, em função da pandemia, aconteceu todo on-line através do Instagram do Naveia (@naveia). Ele selecionou 32 baristas de 17 cidades e 14 estados brasileiros para disputas em chaves definidas por sorteio no formato TNT (Thursday Night Throwdown), dinâmica no sistema mata-mata que é muito comum em competições do gênero.

Naveia Barista: lançamento da Evolat, criadora do Naveia, o primeiro leite vegetal de aveia do Brasil, o Naveia Barista é um leite vegetal feito especialmente para o preparo de bebidas com café, do tradicional café com leite aos drinques mais complexos. Mais denso, é ideal para vaporizar ou conferir uma textura mais cremosa à bebida. Vale lembrar que, assim como o original, o Barista não tem lactose nem açúcares ou conservantes adicionados. Totalmente plant based, ele já está à venda para todo o Brasil através do Mercado Livre, Magalu e Amazon por R$ 16,90. A versão original custa R$ 14,90.

Serviço
1º Campeonato Brasileiro de LatteArt com Deleite Vegetal
De 4 de março a 11 de abril, pelo Instagram @naveia

Roteiro de trem entre Curitiba e Morretes volta a operar neste final de semana

Com flexibilização de decreto de Morretes, Serra Verde Express retoma atividades nos finais de semana, seguindo medidas e protocolos de segurança

Após um mês com os vagões parados, o trem que faz o trajeto entre Curitiba e Morretes volta a operar neste sábado. Para fazer o transporte dos passageiros, a Serra Verde Express conta com rígidos protocolos de segurança e higiene e opera com apenas 50% da capacidade. Além do distanciamento social, há a obrigatoriedade de uso de máscara em passageiros e colaboradores, disponibilização de álcool em gel, medição de temperatura e equipamentos de alta tecnologia para sanitização.

Segundo o diretor da Serra Verde Express, Adonai Aires de Arruda Filho, além de ser uma possibilidade de deslocamento entre as cidades, o trajeto ainda garante uma experiência enriquecedora. “O trem está capacitado para receber os passageiros de forma segura e, ainda, proporcionar uma viagem de quatro horas com lazer, cultura e lindas paisagens”, afirma. Para acessar a cidade de Morretes, será necessário entrar no site www.morretesdestinocerto.com.br para realizar cadastro e gerar um QR Code, que será apresentado na barreira sanitária.

Uma atração sobre trilhos por 70 quilômetros, com paisagens naturais, belos cenários, fauna e flora que formam a Serra do Mar paranaense. O trem opera na linha que é a maior área contínua de mata atlântica preservada no país, um atrativo por si só. "O trajeto de trem é uma opção de turismo seguro e responsável no Paraná", ressalta Arruda Filho.

O trem passa a operar, inicialmente, de sexta a domingo, partindo de Curitiba às 8h30, ou realizar o caminho inverso do trajeto, que sai de Morretes às 15h. Ambos os roteiros possuem cerca de 4 horas de duração. Mais informações estão disponíveis no site da Serra Verde Express.

Sobre a Serra Verde Express

Em operação desde 1997, a Serra Verde Express é uma empresa referência em operações turísticas ferroviárias no Brasil. Com sede em Curitiba (PR), tem a concessão dos trens turísticos na ferrovia Paranaguá - Curitiba. Em 2008 lançou o primeiro trem de luxo nacional. De acordo com o jornal britânico The Guardian e o americano The Wall Street Journal, tem um dos 10 passeios de trem mais espetaculares do mundo. Operadora oficial da Grande Reserva da Mata Atlântica, proporciona ao público uma experiência imersiva cultural e voltada ao meio ambiente. Integrante do Núcleo de Turismo da Holding Higi Serv, transporta anualmente mais de 200 mil pessoas no trecho Curitiba - Morretes, além de ser a maior operadora de serviços de receptivo em Curitiba e no litoral paranaense. Em 2020, inaugura o Trem Republicano, que opera no trecho Salto - Itu, no estado de São Paulo.

Empresários paranaenses se unem para agilizar a vacinação no Estado

Movimento Unidos pela Vacina pretende acelerar a imunização por meio do fornecimento de insumos como seringas, agulhas, jalecos e outros

O movimento Unidos pela Vacina, liderado nacionalmente pela empresária Luiza Trajano, chega ao Paraná mobilizando empresas e entidades civis para acelerar o processo de vacinação contra o coronavírus. O objetivo desta mobilização é contribuir de diferentes formas para que todos os brasileiros sejam vacinados até setembro de 2021.

Artur Grynbaum, vice-presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário e Regina Arns, líder do Grupo Mulheres do Brasil-PR na campanha UPV e diretora Executiva da Lapidus Network, se reuniram virtualmente na última quinta-feira (24) com mais de 60 executivos associados da Amcham Curitiba (Câmara Americana de Comércio). “Estamos fazendo um levantamento em todo o Estado para descobrir e mapear as necessidades locais. Algumas cidades precisam de seringas e agulhas, em outras, falta até jaleco e internet. O foco não é comprar vacinas. Nossa intenção é solucionar gargalos para abastecer todos os municípios com os insumos necessários e da forma mais rápida possível”, explica Grynbaum que é uma das lideranças do projeto no Paraná.

O movimento é apartidário e sem pretensão financeira, atua em diversas frentes de trabalho, em interfaces com o governo federal, com os estados, secretarias de saúde e municípios. “Um dos nossos pilares é a comunicação e a conscientização da importância da vacina, e acredito que reunindo forças conseguiremos passar esse recado adiante”, afirma Regina.

Os 399 municípios paranaenses já responderam ao questionário prestando informações sobre os insumos relacionados aos itens da vacinação. “O apoio direto de empresas será essencial, pois elas irão apadrinhar os municípios e auxiliar com as necessidades prioritárias”, reforça Grynbaum.

Empresários, líderes comunitários, entidades representativas e profissionais liberais que queiram contribuir com o movimento podem se cadastrar no https://unidospelavacina.miisy.com/login.

Sobre a Amcham

A Amcham (Câmara Americana de Comércio) é uma das maiores associações de empresas do Brasil, com 15 filiais em todo o País e mais de 5,2 mil empresas associadas. O objetivo da Amcham é criar um ambiente favorável de negócios por meio de boas práticas de mercado, capacitação profissional e cidadania empresarial. A Amcham visa facilitar relações empresariais, gerar negócios, ser ponte no relacionamento governamental e internacional, além de prover conteúdos que amplifiquem o conhecimento de seus associados.

Estagiária da Manu Gavassi? Saiba tudo sobre a escolhida para acompanhar a artista em jobs da sua collab com Intense, do Boticário

Ao todo foram mais de 3 mil candidatos inscritos com conteúdos sobre maquiagem. Dentre os três finalistas, a paulista Tami Dagnes foi a escolhida

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Que Manu Gavassi é uma artista e empresária multitarefas, todos sabemos, mas o que bombou nas redes no último mês foi a ação promocional junto ao Boticário para contratação de um estagiário para Manu. O job description envolvia acompanhá-la por um mês, auxiliando na criação de conteúdo para social media da marca, além de participar em reuniões de briefing e brainstorms. A remuneração para o período de 30 dias era de R﹩ 30 mil, além de R﹩ 5 mil em produtos da linha Intense by Manu Gavassi. A seleção foi feita após análise de mais de 3 mil conteúdos inscritos sobre o tema #ExponhaSuasCores, conceito também da nova coleção de maquiagem da artista em colaboração com o Boticário. No desafio proposto, o candidato tinha que mostrar todo seu poder criativo e suas cores explorando um item de Intense by Manu Gavassi.

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Após a curadoria de todos os conteúdos, seleção de finalistas e entrevistas com a própria Manu Gavassi e a gerente de branding e comunicação do Boticário, Cathyelle Schroeder, a escolhida para compor o time foi a paulista Tami Dagnes. Com 22 anos, Tami, como é conhecida nas redes, está terminando o curso de jornalismo e é criadora de conteúdo de beleza no Instagram há três anos. "Eu via uma escassez muito grande nesse tipo de conteúdo para mulheres negras. Mesmo sendo uma criadora pequena, sempre tive o apoio da minha família e amigos e sempre quis crescer organicamente, com conteúdos leves, de ensinamento e - principalmente - sobre make", relata a geminiana e nova estagiária da Manu, que ressaltou sua boa comunicação e organização como pontos fortes que agradaram a Manu.

Tami sempre quis atuar com jornalismo de beleza e se sente contente ao perceber uma mudança nos mercados de comunicação e publicidade que dão espaço para o uso democrático da criatividade. "Saber que a Manu prezou muito mais pela ideia do que por números ou super produções, mostra que o mercado está evoluindo. Que existe um chamado para a criatividade de uma forma mais livre e autoral", conclui.

"O que mais me moveu para eu chegar nesta escolha foi a Tami ter falado muito sobre criatividade e sobre como isso a movia E é isso que me move também! Então, nesse momento, rolou a identificação e eu acho que não teria como ser outra pessoa.", afirma Manu Gavassi.

"Achei a Tami muito carismática desde o começo. Foram diversos conteúdos criativos, uns até com uma produção incrível, mas não era esse o ponto aqui. Queríamos pessoas com boas ideias e que se comunicassem bem. Uma boa ideia é uma boa ideia, independente de você ter ou não dinheiro para deixar perfeito. Então, eu priorizei os vídeos neste sentido e menos olhando para a produção", completa Manu.

No período em que atuou na campanha, Tami produziu mais de 15 conteúdos sobre a nova linha Intense by Manu Gavassi, alimentando os consumidores com diversas dicas e tutoriais. Além disso, marcou presença nas redes do Boticário e ficou responsável por intermediar as ações entre os fãs e a Manu. Entrevistou a artista, tirou dúvidas do público, contou segredinhos dos bastidores do desenvolvimento da linha, aprovou materiais da campanha e se envolveu no processo criativo de diversas ideias.

"Com essa ação nós tivemos a oportunidade de conhecer creators incríveis e com muito potencial. Para ocupar a posição, a gente quis encontrar - junto com a Manu - alguém em que enxergássemos como um talento pelo potencial criativo. Criar junto a Manu um projeto tão especial foi mais uma forma de trazer os consumidores e fãs para mais perto de Intense, proporcionando uma experiência para além da campanha. A Tami com certeza foi um talento encontrado. Ela representa muito bem a nossa marca e trouxe a maquiagem de forma divertida, colorida e livre. A participação dela contribuiu muito com a nossa campanha, não à toa quisemos que ela integrasse nosso time efetivamente", afirma Cathyelle Barcellos Schroeder, gerente de branding e comunicação do Boticário.

Um talento que rendeu frutos

Durante a ação promocional, o time de Atração de Talentos do Grupo Boticário ficou atento ao desempenho da Tami, que chamou a atenção pela sua forma de se comunicar: "ela sorri com os olhos", destaca Carla de Bastiani, estagiária do time de Atração e Talentos.

"Ela tem total o perfil Geração B. (como chamamos nossos estagiários), ama o mundo da beleza, é provocadora, pensa fora da caixinha e não tem medo de inovar e apostar nessas ideias", ressalta Carla. Tami teve a oportunidade de participar de uma seleção interna do Grupo Boticário para uma vaga de estágio na área de Trade e, a partir de abril, passará a integrar o time, agora de forma real/oficial.

Para Carla, estagiária que faz a gestão do Programa de Estágio e fez toda a condução do processo "no GB o estagiário não serve cafezinho, ele desenvolve a máquina do café!". O objetivo do Programa de Estágio no GB é proporcionar um desenvolvimento acelerado com uma curva de aprendizado exponencial sobre o nosso negócio, preparando o talento para nossas trilhas de carreira.

Fazemos isso, através do melhor ambiente de aprendizado possível, com atividades de impacto e protagonismo no negócio. Além de Mentoria, Projeto de Estágio e treinamentos, temos a Jr.XP, uma entidade interna composta exclusivamente por estagiários, nela, os projetos são feitos de estagiário para estagiário, estimulando protagonismo e a autonomia do talento.

Em maio abrem as inscrições para o Processo Seletivo do Programa de Estágio Geração B. Quem tiver interesse pode ficar atento a todos os detalhes através das redes socias e LinkedIn do Grupo Boticário.

‘Passar na vaga da Manu já foi um sonho e agora ter a oportunidade de entrar para o time de Trade do Boticário, foi sem dúvidas, um dos maiores acontecimentos em toda a carreira, principalmente porquê era uma área que eu almejava há um bom tempo. Sinto que esse é o momento de me tornar uma profissional de comunicação completa, está sendo muito importante para mim ter meu trabalho e minhas ideias sendo abraçadas com tanta sensibilidade e carinho pelo Boti e pela Manu, é algo que nunca vou esquecer.’’, relata Tami.

Sobre O Boticário    

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos, unidade de negócios do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem hoje a maior rede franqueada de cosméticos do país; com mais de 3.700 pontos de venda, em 1.750 cidades brasileiras, e mais de 900 franqueados. Presente em 15 países, há mais de 40 anos desenvolve produtos com tecnologia, qualidade e sofisticação - seu portfólio tem mais de 850 itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais. Eleita a marca mais lembrada em Diversidade e Inclusão** e comprometida com a beleza das pessoas e do planeta, o Boticário não realiza testes em animais e investe na melhoria contínua de produtos e processos, para torná-los cada vez mais sustentáveis.

*Fonte: Kantar, divisão Worldpanel, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2020. Total Brasil, 3079 lares.
**Fonte: Oldiversity. Grupo Croma Nov/2017

Açaí da Barra chega a Curitiba (PR)

O primeiro self-service de açaí de São Paulo chega à capital do Paraná com mais de 10 tipos de açaís, entre outras opções de sobremesas e lanches no cardápio

Curitiba é uma cidade de destaque para quem quer empreender, segundo um levantamento realizado pela consultoria Urban Systems. Na pesquisa, que listou as 100 melhores cidades do país para se fazer negócios em 2020, a capital paranaense foi um dos territórios com a melhor colocação no ranking, com a 11º posição. A listagem considera os índices de desenvolvimento social e econômico, capital humano, de trabalho e de infraestrutura.

Procurando por uma cidade que proporcionasse qualidade de vida e também um bom ponto para investir, o empresário Eduardo Miara Costa encontrou, em Curitiba (PR), a oportunidade para abrir sua franquia do Açaí da Barra , primeiro self-service de açaí do estado de São Paulo.

"Fui em uma loja do Açaí da Barra em outra cidade e, quando vi o formato que a marca trabalha, identifiquei uma boa oportunidade de negócio. O autosserviço é muito interessante, o próprio cliente escolhe suas combinações e as várias possibilidades", diz Eduardo.

Na inauguração, que acontece nesta quarta-feira (17), o consumidor terá 15% de desconto nos mais de 10 tipos de açaí e 40 tipos de sorvetes, todos de fabricação própria e com o "selo de qualidade Açaí da Barra", os quais podem ser combinados com os mais de 60 tipos de complementos disponíveis na unidade. Sucos, vitaminas, milk shakes, lanches naturais, crepes e queijitos são algumas opções que também podem ser encontradas na loja.

A unidade seguirá todas as medidas de prevenção impostas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), visando a prevenção da disseminação do novo Coronavírus. Durante as fases mais restritivas, a loja funciona essencialmente com sistema de delivery por aplicativos.

Serviço: Açaí da Barra Curitiba
Endereço: Avenida Presidente Getulio Vargas 1966 - Rebouças
Telefone: 041 995593733

Sobre o Açaí da Barra
Fundada em 2015 pelo empreendedor Everaldo Putti Alves Souza e seu sócio Jose Eduardo Volpato, em Barra Bonita, interior de São Paulo, o Açaí da Barra nasceu como o primeiro self-service de açaís do Estado de São Paulo. Com um ano, a marca alcançou 11 lojas em operação de forma orgânica e, atualmente, tem uma rede com 90 unidades, entre próprias e franquias. Com produtos de fabricação autoral, o Açaí da Barra conquistou seu público cativo, os Açaí da Barra Lovers, como são chamados, que apreciam produtos de qualidade e passar momentos bons ao lado de amigos e familiares. O cardápio da rede oferece mais de 10 tipos de açaís, 40 de sorvetes e 60 toppings, além de sobremesas, sanduíches, crepes, tapiocas, bebidas, milk-shakes e vitaminas, e as lojas estão espalhadas por todo o Brasil. http://www.acaidabarra.com.br

Grupo Cataratas anuncia a construção do AquaFoz, o Aquário de Foz do Iguaçu

Com investimento de cerca de R$ 100 milhões, o aquário atuará como um centro de Educação, Pesquisa e Conservação dos ecossistemas das bacias dos rios Paraná e Iguaçu.

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Créditos -Jonathan Campos Agência Estadual de Notícias

Curitiba, 3 de março de 2021 - Mundialmente conhecida como destino de milhares de visitantes nacionais e internacionais todos os anos, a cidade de Foz de Iguaçu ganhará um novo atrativo turístico à altura de sua importância: o AquaFoz. O Grupo Cataratas é a empresa que está por trás da empreitada e acumula, entre suas bem sucedidas realizações, o Aquário Marinho do Rio (AquaRio), o maior aquário marinho da América do Sul e um dos três mais importantes atrativos turísticos do Rio de Janeiro

O AquaFoz será construído em uma área particular, na entrada do Parque Nacional do Iguaçu, ao lado do Centro de Visitantes, na BR-469, e receberá um aporte de cerca de R﹩ 100 milhões em investimentos de origem 100% privada. A obra deverá ser iniciada já no segundo semestre deste ano e tem previsão de conclusão em 24 meses. O projeto foi apresentado na manhã de ontem (02/03) ao Governo do Estado e autoridades locais em audiência realizada no Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná.

Em uma área de 23 mil metros quadrados, o AquaFoz contará com diversos tanques com espécies de água doce e de ecossistemas marinhos que somam um volume total de aproximadamente 3,5 milhões de litros de água. O novo aquário dará ao público a oportunidade de desfrutar de uma experiência imersiva, educativa e prazerosa pelos dois principais rios paranaenses, o rio Paraná e o rio Iguaçu, e ainda conhecer as espécies de peixes de água doce de diversos ecossistemas, formados ao longo desses rios.

O projeto do atrativo já nasce com a missão de ser um importante centro de conservação da biodiversidade, apoiado no tripé Educação, Pesquisa e Conservação e traz toda a expertise do AquaRio, contando com o suporte técnico dos biólogos marinhos Marcelo Szpilman, presidente de honra do AquaRio, e Rafael Franco, gerente técnico do atrativo, e com assessoria do Estúdio Cosestudi, escritório de arquitetura responsável pelos projetos, exposições e criação de conceito de importantes aquários no mundo, como: Oceanário de Lisboa (Portugal), Aquário de Genova (Itália), Aquário de Cingapura (Cingapura), Tennessee Aquarium e Aquário Baltimore (Estados Unidos).

Para Pablo Morbis, presidente do Grupo Cataratas, Foz do Iguaçu ganha mais um importante atrativo. "Além de sua importância como impulsionador do turismo, já nasce como um centro de conservação da biodiversidade local, promovendo estudos e pesquisas de espécies que só encontramos nas bacias hidrográficas da região, além de educar e conscientizar todos os visitantes sobre a necessidade da conservação do meio-ambiente."

O governador Ratinho Junior destacou que o AquaFoz é parte de um novo ciclo de atrativos e investimentos na cidade. "Foz do Iguaçu está passando por uma grande revolução com a nova pista do aeroporto, a Ponte da Integração e a duplicação da Rodovia das Cataratas. Estamos criando condições para Foz crescer cada vez mais. O aquário é parte dessa aposta e da confiança do setor privado no Paraná", afirmou.

O prefeito Chico Brasileiro acredita que o AquaFoz tem grande relevância, tanto para fortalecer o turismo na cidade como ser uma referência no país e internacionalmente. "Este novo investimento vai gerar novos empregos e renda para Foz do Iguaçu, o que é fundamental, especialmente neste momento de retomada da atividade turística e econômica. Além disso, é mais uma opção que os turistas e moradores terão para desfrutar como espaço de lazer e de conhecimento sobre a nossa biodiversidade", afirmou.

Importante aliado da conservação

Nas últimas décadas, a bacia do Iguaçu tem sofrido impactos causados pela ação humana. Suas populações de fauna aquática e semiaquática correm o risco de extinção, e pelo menos quinze espécies de animais desta bacia se encontram impactadas pela ação humana como desmatamentos, poluição das águas, pesca e construção de barragens e represas. A atuação do AquaFoz, nesse sentido, reforça ainda mais a sua importância como um centro de conservação dos ecossistemas regionais.

Atuando como agente transformador local com impacto mundial, o AquaFoz conduzirá importantes pesquisas sobre ecologia alimentar e reprodutiva, distribuição geográfica, conservação e coibição de espécies exóticas. Estes projetos serão patrocinados e realizados pelo AquaFoz, em parceria com institutos de pesquisas, universidades brasileiras e internacionais.

O projeto também irá enriquecer a oferta turística em um dos mais importantes destinos do Brasil, que já tem uma relação singular no mundo com as águas - que formam o espetáculo das Cataratas do Iguaçu, geram energia na Usina de Itaipu e banham as margens das fronteiras do Brasil, Argentina e Paraguai.

Sobre o Grupo Cataratas

O Grupo Cataratas é a principal empresa de turismo sustentável do Brasil, com cerca de cinco milhões de visitantes anuais. Iniciou sua operação em 1999, na cidade de Foz do Iguaçu (PR), para realizar a gestão de visitação no Parque Nacional do Iguaçu, no lado brasileiro das Cataratas.

Também opera a concessionária EcoNoronha, no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, o Marco das Três Fronteiras, em Foz do Iguaçu, a Paineiras Corcovado (vans oficiais que fazem o transporte até o Alto Corcovado no Parque Nacional da Tijuca), o Aquário Marinho do Rio de Janeiro e o BioParque do Rio, um dos mais antigos zoológicos do país. O BioParque acaba de passar por uma importante transformação, se tornando um centro de conservação da vida selvagem e reabrirá as portas para o público no próximo dia 22 de março. O Grupo tem como acionistas a Advent International, Grupo Soifer, Tucumann, Pattac, Cattalini, FSX e GS Participações.

Eleita nos últimos três anos a empresa mais sustentável na área de turismo e hotelaria no Brasil pela Revista Exame, o Grupo Cataratas tem por missão gerar impacto positivo por meio de experiências transformadoras, ressignificando a relação das pessoas com a natureza para gerar uma consciência de conservação.

Serviço:

AquaFoz, o Aquário de Foz do Iguaçu Mais informações sobre o projeto:

https://www.aquafoz.com.br

Facebook.com/aquariodefoz Instagram.com/aquariodefoz

ØL Beer celebra a chegada do 5º ano com muito estilo (e cerveja)

Estudos, experimentação, adaptações, testes e viagens, desbravando pela primeira vez os litorais do Paraná e de Santa Catarina. Após um ano de provação, a Cervejaria Artesanal ØL Beer se espelha na coragem e perseverança presentes nos mitos nórdicos – fonte de inspirações para a marca – para iniciar seu 5º ano no mercado cervejeiro.

E não faltam conquistas para dividir! Além de consolidar uma linha com 5 estilos de cervejas engarrafadas no mercado (Thor Belgian IPA, Loki APA, Baldr Pilsen, Odin Witbier e Bragi Oatmeal Sout), no último ano a ØL Beer:

Criou 5 variações de sua Oatmeal Stout (marcando um sucesso nas vendas de inverno);
Consolidou sua Session Rye IPA (a Sunna);
Criou dois novos chopps da linha especial USINØL (Barley Wine e White Chocolat Stout);
E lançou sua primeira cerveja sem álcool, a Hop Lager 0,0%.
Fora as novas cervejas e chopps criados em 2020, a ØL Beer também expandiu horizontes. São mais de 10 novos pontos de distribuição em Curitiba e Região Metropolitana, que somam com as novas parcerias conquistadas nos litorais do Paraná e de Santa Catarina.

“Não temos as figuras das divindades nórdicas como ‘embaixadores’ de nossas cervejas à toa. Nos inspiramos na cultura viking e direcionamos nossas estratégias para compartilhar histórias, conquistas e sabores com o máximo de pessoas, como era a tradição desse povo antigo”, esclarece Eduardo Vosgerau, mestre-cervejeiro e sócio-proprietário da ØL Beer.

Isadora Neier, sócia-proprietária e mestre-cervejeira da ØL, reforça que um dos grandes esforços da marca é levar a cerveja artesanal o mais fresca possível até o consumidor. Por isso, o esforço dedicado para criar novos pontos comerciais: “Como produtores e consumidores de cerveja artesanal, sabemos que uma cerveja fresca traz uma experiência de degustação ainda mais intensa”, complementa.

Unindo forças para evoluir junto com a comunidade

O ano de 2020 foi um ano de grandes esforços não apenas na esfera comercial, mas também na parte social. Foram meses dedicados à criação de projetos solidários para ajudar ONGs e instituições a atender a comunidade em situação de vulnerabilidade social de Curitiba e de São José dos Pinhais.

“Mesmo que ainda estejamos em tempos de crise, sempre há espaço para a solidariedade. Para nós, empreender não é apenas produzir e vender cerveja. Sabemos que podemos fazer mais e por isso fomentamos esses projetos para ajudar o máximo de pessoas e também criar ações para estimular a microeconomia de nossa região”, comenta Eduardo.

Dentre os projetos, destacam-se o "Projeto SØUL", o "Delivery Søulidário", o projeto "Entregando SØlidariedade" e o "Guerreiros Mascarados". Juntas, essas ações arrecadaram mais de 500 kg de alimentos não perecíveis.

“A mitologia nórdica nos traz exemplos de superação e de coragem que nos motivam a continuar produzindo e melhorando sempre, como cervejeiros, empreendedores e também como seres humanos”, complementa Isadora.

Senso de aventura para explorar e robustez para entregar

Para envasar cerca de 50 mil litros/mês dos 6 tipos de cerveja da marca (entre barris de chopp e garrafas de 355 ml e 500 ml), a ØL Beer conta com uma estrutura de 1.200m². Localizada em São José dos Pinhais/PR, a fábrica conta com uma capacidade de armazenamento de até 30 mil litros de cerveja, simultaneamente, que estão divididos em 12 tanques fermentadores/maturadores.

Foto da fábrica da OL Beer com taça de chopp claro
“Ao longo desses anos, já produzimos 16 estilos, sendo 6 fixos e 10 sazonais, que variam conforme estação do ano ou demanda específica”, explica a mestre-cervejeira.

Atualmente, além do sistema de delivery próprio, a ØL Beer está presente nas redes Angeloni, Big, Festval, Muffato e VerdeMais, com toda a sua linha de garrafas: Thor Belgian IPA (cerveja premiada da marca), Loki APA, Baldr Pilsen, Odin Witbier e Bragi Oatmeal Sout.

O delivery funciona de segunda a sábado, pelo (41) 99676-8354 (WhatsApp), sendo que os pedidos feitos até às 14h são entregues no mesmo dia. A cervejaria conta ainda com frete grátis para Curitiba e São José dos Pinhais para compras acima de R$50. Quem preferir também pode encomendar os produtos ØL Beer pelo e-commerce da marca. Basta acessar: olbeer.com.br/loja/.

Mais informações: olbeer.com.br

Facebook: @cervejariaolbeer

Instagram: @cervejariaolbeer

ONDE CANTA O SABIÁ

PROJETO DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS TERÁ CANAL NO YOUTUBE VOLTADO PARA ALUNOS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DO LITORAL DO PARANÁ

ONDE CANTA O SABIÁ é um programa de incentivo à leitura direcionado para os alunos das escolas públicas do litoral do Paraná. O projeto, uma realização da Travessia – Arte e Educação em conjunto com a Passaredo – Educação e Arte, teve início em 2019 e seria concluído em 2020, mas foi suspenso por conta da pandemia. As ações presenciais já tinham acontecido nos municípios de Morretes, Guaratuba e Matinhos, mas tiveram que ser interrompidas em Antonina, Guaraqueçaba e Pontal do Paraná. Para dar sequência às atividades e seguir levando literatura brasileira às crianças da rede pública de ensino, mesmo à distância, a maneira encontrada foi por meio de vídeos. Michelle Peixoto e Vinícius Mazzon, os idealizadores, empreendedores e mediadores do projeto gravaram 16 programas de 20 minutos cada, com contação de histórias e rodas de leitura, divididos por faixas etárias. Assim, desde a pré-escola até o 5º ano do fundamental, todos terão conteúdo literário criado especialmente para sua idade.

“A ação à distância é limitada, não substitui a experiência de uma apresentação ao vivo, mas, por outro lado, o conteúdo pode ser visto mais de uma vez e por uma quantidade maior de crianças. Também fica mais acessível aos professores, que podem escolher o momento e a forma de apresentá-los relacionando-os ao seu planejamento de aula. Eles podem escolher se apresentam os vídeos em sala de aula ou se indicam aos alunos para que assistam em suas casas”, comenta Mazzon. “Vídeos como estes estão sendo criados também por grandes editoras e vendidos para escolas particulares. Nosso projeto visa atender alunos das escolas públicas”, complementa.

Os vídeos estarão disponíveis em um canal do Youtube, em modo não listado, para acesso restrito das Secretarias de Educação dos municípios, que irá decidir junto com as escolas a melhor forma de transmiti-los aos alunos.

“Os programas de contação de histórias e rodas de leitura são um mergulho na cultura tradicional brasileira. Onde Canta o Sabiá é um projeto que celebra a literatura, compartilhando com as crianças os afetos, surpresas e descobertas que surgem quando uma história é contada ou um livro é aberto”, conta Michelle.

O repertório escolhido para a região do litoral envolve questões ligadas à natureza, poemas e contos com animais silvestres, principalmente os pássaros, além, é claro, de assuntos da cultura popular. Mário Quintana, Alice Ruiz, Zé Bernadinho e outros autores consagrados como Ana Maria Machado, Figueiredo Pimentel, Ricardo Azevedo, Ruth Rocha, Monteiro Lobato, Câmara Cascudo, Mário de Andrade, Silvio Romero e Franklin Cascaes são fontes do projeto. “Este maravilhoso e riquíssimo repertório do folclore e da oralidade popular é uma porta de entrada privilegiada para o universo da literatura escrita”, conta Vinícius.

Em parceria com as Secretarias Municipais de Educação, o projeto também vai oferecer, nesta nova versão digital, uma oficina voltada aos professores para instruí-los em como usar o conteúdo disponibilizado.

“Acreditamos que não há emancipação sem a capacidade de leitura bem desenvolvida, por isso nosso intuito com este tipo de projeto é proporcionar um conhecimento mais amplo e profundo da produção literária infanto-juvenil nacional, valorizando a diversidade cultural brasileira, fruto da multiplicidade étnica que deu origem no Brasil a um repertório particularmente rico de narrativas”, declara Vinícius.

Michelle Peixoto, responsável pelas Rodas de Leitura e pelas Oficinas, é pedagoga e desenvolve trabalhos como esse há mais de 10 anos. Vinícius Mazzon, que faz a Contação de Histórias, é integrante da Associação Malasartes, da Travessia – Arte e Educação e do Trio Dedo de Prosa, com os quais já circulou com apresentações de teatro e narração de histórias por diversas regiões do país.

Este projeto é uma realização da Passaredo – Educação e Arte em parceria com a Travessia – Arte e Educação e foi viabilizado com apoio da Copel por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura.

Contato:

Vinícius Mazzon - Produção
41 99622 2829
viniciusmazzon@gmail.com

CORECONPR defende o modelo de Menor Preço na nova concessão do pedágio no Paraná

O Conselho Regional de Economia do Paraná (CoreconPR), com o objetivo de contribuir com o seu conhecimento técnico em prol do desenvolvimento socioeconômico do Estado, tem participado ativamente das discussões sobre o novo modelo de concessão de pedágio a ser implantado nas rodovias paranaenses, com validade para 30 anos. O posicionamento da entidade é contrário ao projeto de concessão no chamado modelo Híbrido, com menor tarifa de pedágio, seguido de maior valor de outorga. No documento emitido pelo CoreconPR ao governador Carlos Massa Ratinho Junior, é defendida a adoção do modelo de Menor Preço.

O Governo de Estado abriu na quinta-feira (04/02) uma série de debates públicos, para ouvir sugestões da sociedade. Várias entidades já se posicionaram, assim como o CoreconPR na defesa para a adoção do modelo Menor Preço, sem cobrança de taxa de outorga, respeitando as melhores técnicas de projetos, para uma tarifa mais barata pelo custo benefício que irá oferecer para a sociedade. Ainda, alerta que a base produtiva do Estado é essencialmente do agronegócio, setor que emprega cerca de 40%, e qualquer sobrecusto impacta na renda do trabalhador e pode comprometer a competitividade dos diversos negócios.

Na carta enviada ao governador, o CoreconPR enfatiza os pontos negativos do modelo Híbrido, que prevê a licitação por menor tarifa, mas ocorrendo empate das empresas, levará quem pagar o maior valor de outorga. A entidade destaca que o valor proposto na primeira rodada com desconto de 15% a 17%, já poderá estar inflado para poder ter margem para uma outorga generosa ao Governo, em caso de empate, que poderá acarretar em preços maiores na cobrança do pedágio. Reafirma a defesa pelo modelo Menor Tarifa, para que não haja outorga nem para o Governo Federal e nem para o Governo do Paraná.

O documento redigido pelos economistas do CoreconPR, apresenta evidências técnicas, que apoiam um programa de pedagiamento que respeite as melhores técnicas de projetos, resultando no melhor custo/benefício para a sociedade, que é a licitação pelo modelo de Menor Preço para os usuários. Também se colocou à disposição para debater o assunto e colaborar para a grandeza do Estado do Paraná.

Acompanhe a Carta:

Carta do CoreconPR sobre a Concessão de Pedágios ao Governador

O Conselho Regional de Economia do Paraná (CoreconPR), dentro de suas preocupações com o desenvolvimento socioeconômico de nosso Estado e também do País, tem participado ativamente das discussões sobre o novo Programa de Concessões de Rodovias em nosso Estado. Diante de uma situação que impacta toda a cadeia produtiva do Estado do Paraná, que é o preço do pedágio, considerado um dos mais caros do País, a entidade vem manifestar o seu posicionamento contrário ao sistema defendido para as novas concessões, que é o Híbrido. A posição desta entidade é de que o melhor para a economia paranaense e para os usuários das rodovias é o modelo de Menor Preço. Por isso, enviou no dia 05 de fevereiro, o ofício que contém os dados técnicos abaixo, justificando a sua defesa ao Governo do Estado do Paraná.

Introdução

No dia 26 de janeiro do corrente ano ocorreu uma reunião na sede da FIEP com a participação presencial de autoridades do Ministério de Infraestrutura, do Governo Estadual, Parlamentares e Representantes de Entidades de Classe para uma apresentação final do referido Programa. A reunião foi transmitida ao vivo para o público.

Em função dos ocorridos na mesma, a entidade signatária da presente, tomou a decisão de reafirmar a sua posição pela manutenção do julgamento das licitações pelo chamado critério de Menor Tarifa e, fazer considerações sobre alguns pontos críticos do Programa e dos debates.

No início do ano passado foi reunido um grupo de representantes para discutir o Programa, envolvendo um grande número de Entidades, Câmaras Municipais, Prefeituras, Assembleia Legislativa e a Bancada Federal. Esta última apresentou um manifesto descrevendo o histórico da questão, adotando um posicionamento em favor do Modelo de Menor Tarifa, o qual foi endossado por toda a Comunidade referida.

Imediatamente resultou no apoio de diversas Entidades e Movimentos, inclusive com a criação de uma Comissão Especial na Assembleia Legislativa, resultando num respaldo ao Governo do Estado para que não abrisse mão da Menor Tarifa, especialmente porque a população do Estado já foi massacrada durante mais de duas décadas pelos pedágios dentre os mais caros do País e, em contrapartida desfrutando de uma malha rodoviária repleta de deficiências e obras não realizadas.

Se pudéssemos fazer a conta do quanto foi o sobrecusto pago pela nossa economia nesse período, chegaríamos a valores consideráveis (de vários bilhões de reais de diferença) a mais do que se tivéssemos as tarifas do tipo das BRs 116 e 376 que cruzam nosso Estado, as quais estão próximas de um quarto do valor das tarifas do Anel de Integração do Paraná, além de totalmente duplicadas.

Modelo

— Na reunião na FIEP com as Autoridades do Minfra, com atraso de cerca de um semestre, tivemos enfim o conhecimento do projeto, o qual traz efetivamente grandes avanços tecnológicos e estruturais para nossas vias. É evidente que alguns detalhes poderão ser melhorados, mas isso não desmerece sua alta qualidade e inovação.

— A grande divergência permanece no Modelo de Licitação, quando o Minfra insiste no Modelo Híbrido. Primeiramente é fundamental afirmar que neste Modelo ou no de Menor Tarifa, os Projetos de implantação não se alteram, pois é igual para qualquer dos casos. Assim, não se faz necessário misturar os conceitos dos projetos com os dos modelos.

— O que é o Modelo Híbrido? No julgamento das licitações ambos partem de um mesmo preço de referência para se atingir os objetivos, entretanto no modelo de Menor Tarifa os concorrentes que satisfaçam as exigências técnicas e legais apresentam suas propostas de desconto sobre o valor de referência e ganha quem oferecer o maior desconto, propondo a menor tarifa para os usuários.

No Modelo Híbrido os concorrentes também apresentam propostas de descontos, mas tendo um limite de 15% a 17% (quinze a dezessete por cento). Ocorrendo empate entre concorrentes passa-se para um segundo critério, aquele que oferece a maior outorga ao Governo. Ora, se algum concorrente se dispõe a dar maior valor de outorga mantendo o preço que vai cobrar dos usuários, é óbvio que o preço proposto na primeira rodada com desconto de 15% a 17% já é inflado e tem margem para permitir dar outorga generosa ao Governo, mas cobrando essa diferença nas tarifas do pedágio em caso de empate.

Este fato se assemelha a uma tributação disfarçada que o governo tende a cobrar, intencionalmente ou não, justamente sobre um segmento deficiente de nossa economia, qual seja a infraestrutura de transportes terrestres, encarecendo o valor do esforço de investimento e levando a que se gaste muito mais para um mesmo resultado macroeconômico (maior custo benefício).

Estudo feito para a FAEP em 2005 avaliou que aproximadamente 40% do valor das tarifas pagas no Anel de Integração se referiam à amortização das outorgas. Outro elemento de custos significativo foi a absurda tributação dos pedágios pelo ISS das Prefeituras, que se torna maior se maior for a sua base (tarifa).

Algumas vozes se mobilizaram para ao menos ampliar o valor de desconto permitido na primeira fase, passando para a faixa de 20% a 30%, entretanto isso também é descabido por pelo menos dois pontos: é uma ofensa à livre concorrência e, nas licitações de BRs nos últimos dois anos pela Menor Tarifa, os descontos ultrapassaram 40%, pois muitos dos concorrentes têm “fatores externos” que lhes permitem cobrar menos e remunerar adequadamente os seus serviços, beneficiando a economia.

Os exemplos estão aos nossos olhos, usando a BR-116 entre Curitiba e São Paulo (± 400 km) se paga R$ 19,80, um valor total de pedágios menor do que de Curitiba a Paranaguá BR 277 (± 100 km) = R$ 21,70. A razão básica está em que na licitação BR-277 houve pagamento de Outorga, ou seja, foi o tal modelo do quem paga mais pela outorga ganha a concessão. Várias empresas e cooperativas que partem do interior do Estado para Paranaguá fizeram contas de avaliações sobre o impacto dessas diferenças de preços, demonstrando quanto às cadeias produtivas poderiam ter economizado se a BR 277 estivesse nos padrões de preços da BR 116. Os resultados são dramáticos.

— A garantia de cumprimento dos contratos tem sido usada como argumento de defesa do Modelo Híbrido, o que não tem propósito. O que realmente garante os resultados é a qualidade dos competidores, o volume e qualidade das garantias entregues, o histórico cadastral deles — ficha limpa — e a rigidez no controle da execução dos projetos.

A tentativa de dizer que o novo Modelo dá tal garantia é uma fantasia para tentar justificar a retomada do pagamento de outorgas. O tipo de garantia aqui defendida, a qual se considera mais consistente, é a criação de “depósitos financeiros de caução”, constituídos em valores fortes, em títulos de Governo e representativos na dimensão do projeto.

No formato proposto, 70% dos valores seriam paulatinamente liberados em sincronia com a execução dos investimentos previstos no edital, mas os restantes 30% do lastro só o seriam depois de executado e auditado o integral cumprimento dos investimentos. Como o Programa compreende grandes extensões de vias para cada concessão, somente grandes grupos terão condições de enfrentar o risco, logo não terão dificuldades em constituir as garantias. Aliás, a repartição em grandes extensões é uma questão que deveria ser revista nas próximas licitações, porque dificulta a formação e o ingresso de consórcios regionais e favorece a desnacionalização da atividade.

Projeto Técnico da Concessão

— O Modelo Híbrido apresentado tem uma questão interessante: se o ganhador da licitação recorrer a empréstimos em moeda estrangeira, poderá ser criado um acréscimo de tarifa para constituir um fundo de garantia para eventuais prejuízos em flutuações cambiais (hedge), o qual será incorporado à tarifa. Inicialmente deve-se registrar que quem não tiver lastro financeiro para suportar os riscos do negócio não pode concorrer, também vem a pergunta: Mas se não ocorrer o risco, o adicional pago pelos usuários será devolvido a cada um?

Os contratos de concessão usualmente preveem que periodicamente sejam feitas revisões tarifárias em função de fatos imprevistos, exatamente para cobrir tais casos, logo não cabe se estabelecer mais este ônus prévio e incabível. Adicionalmente, há pouco tempo tivemos em nosso Estado decisões judiciais que determinaram reduções tarifárias de pedágios — compliance — como punição por desvios de conduta em cobranças efetuadas, fato que está mobilizando especialmente empresas de maior porte e usuários frequentes a ingressarem com procedimentos judiciais para reaver os sobrepreços pagos, causando uma jurisprudência fazendo com que o Modelo Híbrido, além de onerar mais o custo Brasil e o custo Paraná, pode trazer mais desgaste político a esta governança, além de custos superiores ao benefício oferecido pela outorga.

— Os reajustes tarifários como propostos para a duplicação de trechos são uma impropriedade do projeto, pois entende-se que as tarifas são resultantes de uma fórmula que considera custos fixos e variáveis comparados aos volumes de tráfego. A proposta de permitir um reajuste automático de 40% quando da conclusão da melhoria projetada fere a relação técnica e provavelmente vai levar a que algumas tarifas fiquem próximas das atuais. O projeto já ampliou os prazos de concessão para os longínquos 30 anos, exatamente para permitir uma melhor condição de diluição de custos, atenuando impactos tarifários. O usual nesses casos é a adoção dos chamados gatilhos de compatibilização, para adequar a remuneração dos Concessionários paulatinamente às melhorias introduzidas na operação, levando em conta outros fatores, inclusive o aumento de tráfego que disparou o gatilho. A forma como é apresentada esta proposta conflita com os anseios da sociedade, do setor produtivo, logístico e dos princípios de sua governança.

A TIR — Para determinação do valor de referência da tarifa de pedágio, o Minfra, usando metodologia da ANTT, estabeleceu para as novas concessões de rodovias, a TIR, neste caso estabelecida como “não alavancada” e anual de 8,47%.

Aplicando-se a TIR de 8,47% em todo o período de 30 anos de duração da concessão de 30 anos, obtém-se 10,46 vezes o capital investido, isto é, R$ 100,00 após 30 anos, a valores atuais, serão R$ 1.146,00. O retorno do capital investido seria de: 9,06 vezes, caso da TIR não alavancada fosse reduzida para 8%, portanto qualquer redução na TIR, mesmo que centesimal, terá elevado impacto na tarifa de referência na nova concessão de rodovias.

Tal redução é factível e necessária. Acrescente-se ao fato de que a concessão será um monopólio, i.e., não existirá outra concessionária operando na mesma rodovia compartilhando ou angariando usuários, mas será decorrente da ínfima redução da TIR de 8,47% para 8%, aplicada ao CAPEX.

Novos investimentos no valor de R$ 0,2 bilhões poderiam ser realizados, ou mesmo aplicados na redução de tarifa para os usuários, se houvesse ínfima redução da TIR de 8,47% para 8% ao CAPEX do projeto de R$ 42 bilhões.

Na apresentação foi destacada a TJLP de 2,25% e 0,75% para financiamentos com prazo até 5 anos ou superior, respectivamente. Considerando-se na análise da TIR essas TJLP e a TIR não alavancada de 8,47%, resulta numa TIR anual alavancada pelo empréstimo superior a 15%. Essa TIR alavancada permite a redução da TIR não alavancada dos atuais 8,47%, para 8% e mesmo para 7%.

Duplicações — Também na proposta o Minfra fixou um acréscimo tarifário de 40% quando a rodovia passa de pista simples para pista dupla, o denominado grau tarifário. Esse acréscimo de um lado serve para assegurar com maior probabilidade para o futuro concessionário priorizar as obras de duplicação, de outro é uma carga adicional para os usuários. Acrescenta-se que o grau tarifário em outras concessões no Brasil é ao redor de 25%. Os 15% a mais no degrau tarifário no Paraná serão um valor a onerar os produtos transportados no Estado, espécie de tributo compulsório, que afetará a competitividade dos mesmos e o nosso desenvolvimento.

Base legal

Em síntese específica, as propostas acima estão em sintonia com o que dispõe a Lei 10.233/2001, artigos 2º e 3º, in verbis:

Art. 2o O Sistema Nacional de Viação — SNV é constituído pela infraestrutura viária e pela estrutura operacional dos diferentes meios de transporte de pessoas e bens, sob jurisdição da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Parágrafo único. O SNV será regido pelos princípios e diretrizes estabelecidos em consonância com o disposto nos incisos XII, XX e XXI do art. 21 da Constituição Federal.

[ ... ]

Art. 4o São objetivos essenciais do Sistema Nacional de Viação:
I – dotar o País de infraestrutura viária adequada;
II – garantir a operação racional e segura dos transportes de pessoas e bens;
III – promover o desenvolvimento social e econômico e a integração nacional.

§ 1o Define-se como infraestrutura viária adequada a que torna mínimo o custo total do transporte, entendido como a soma dos custos de investimentos, de manutenção e de operação dos sistemas.

§ 2o Entende-se como operação racional e segura a que se caracteriza pela gerência eficiente das vias, dos terminais, dos equipamentos e dos veículos, objetivando tornar mínimos os custos operacionais e, consequentemente, os fretes e as tarifas, e garantir a segurança e a confiabilidade do transporte. (Grifo nosso)

Conclusões

Os Deputados Federais do Paraná em reunião no final de 2020 com a Empresa de Planejamento e Logística — EPL enfatizaram a posição de que não abrem mão de um leilão de menor tarifa para as Rodovias de Integração do Paraná. Segundo eles, a tarifa mais baixa é a pauta deles até convencerem o Governo Federal. Hoje está encaminhado um sistema misto (híbrido), com limite de desconto e cobrança de cessão onerosa.

Para nós, o modelo deve ser o de investimento em menor tarifa. Não pode ter outorga nem para o Governo Federal e nem para o Governo do Paraná. O paranaense já pagou demais por causa dos contratos firmados na década de 1990 e, por isso, não vamos aceitar outorga alguma neste novo processo.

Em procedimento similar, os Deputados Federais e os Senadores do Paraná foram signatários de ofício ao Ministro da Infraestrutura defendendo o modelo de concessão pela menor tarifa, pois as tarifas de pedágio se constituem hoje num fator de perda de renda e competitividade de nossas cadeias produtivas. Como nossa base produtiva é essencialmente do Agro, somente cerca de 40% do emprego está na lavoura, portanto qualquer sobrecusto impacta na renda de trabalhadores de uma infinidade de outros segmentos, além de comprometer a competitividade geral dos diversos negócios.

Hoje as tarifas dos pedágios do Paraná estão entre as mais caras do País, enquanto em contrapartida o padrão de nossa malha não condiz com a tarifa paga pelo paranaense, salvo raras exceções.

Diante das evidências técnicas, fizemos solicitações ao governador, que diante de tais fatos, lidere a implantação de um programa de pedagiamento de rodovias que respeite as melhores técnicas de projetos, resultando no melhor custo/benefício para nossa sociedade, que é a Licitação pelo modelo de Menor Tarifa para os Usuários e, assim passe para a história de nosso Estado como o Governador que fez a grande reforma do sistema rodoviário de nosso Estado, reduzindo custos operacionais e aumentando a competitividade de nossa economia.

Nativas Grill chega a Curitiba & Com mais de 30 anos de história, rede abre sua primeira unidade no Paraná

Na próxima quinta-feira (11/02/2021), Curitiba vai ganhar a primeira unidade da churrascaria Nativas Grill. A franquia, com mais de 30 anos de história, tem lojas em cidades como Goiânia, Franca, Brasília, São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas, Sorocaba, Campo Grande e Cuiabá. Na capital paranaense, a Nativas Grill está localizada no endereço da antiga KF Grill, mas passou por uma grande reforma, que permite receber até 500 pessoas. "Nossa equipe está preparada para atender com excelência e oferecer uma experiência para os clientes", afirma Jaime Prezotto, diretor da rede, que ainda contempla os restaurantes JP Steak House. "Nosso lema é qualidade e preço justo. E essa é nossa oferta para a cidade de Curitiba. Acredito que as pessoas vão se surpreender", completa Prezotto.

A casa vai operar no sistema rodízio e, além da qualidade e atendimento impecáveis, o cardápio oferece 25 cortes de carnes nobres, pista japonesa com sushi e sashimi, frutos do mar, massas, queijos e frios.

Empregos

O terceiro trimestre de 2020 foi considerado como o pior período da pandemia do novo coronavírus, não só pelo número de casos e mortes, mas também pela crise econômica. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que a taxa de desocupação e desalento familiar, no Paraná, chegou a 12,1% no terceiro trimestre de 2020.

Por esse motivo, a inauguração da Nativas Grill é comemorada pelo gestor Ari Euzebio. "Vamos gerar 80 empregos diretos, sem contar a movimentação de toda a cadeia de fornecedores necessários para manter nossa estrutura ", conta Ari. São dezenas de insumos, desde alimentos, logística, bebidas, entre outros.

A Nativas Grill estará aberta de segunda a segunda. O almoço é das 11h30 à 16h, de segunda a quinta. Sexta e sábado, das 11h30 a 23h. Domingo, das 11h30 às 22h. O endereço é Major Heitor Guimarães, 946.

Sobre a Nativas Grill

A Nativas Grill Churrascaria iniciou suas atividades no ano de 2006 na cidade de Goiânia; e hoje conta com mais de 20 unidades pelo Brasil. O grande diferencial do grupo é a parceria com grandes frigoríficos, o que garante cortes selecionados a preços competitivos, além de toda variedade do seu buffet; com destaque para as ilhas de comida japonesa, peixes e frutos do mar.

Para maior comodidade e conforto, oferece serviço gratuito de manobrista e brinquedoteca com monitora, além de adega climatizada e carrinhos volantes de bebidas e sobremesas.

Venda de seminovo e usado fecha positivo em dezembro, no Paraná

Diante de todas as dificuldades decorrentes da pandemia da COVID-19, as vendas de veículos seminovos e usados no Paraná reagiram a partir do segundo semestre, apresentando grande crescimento do setor, o que levou a um fechamento anual satisfatório, diante do momento. O mês de dezembro apresentou resultados positivos segundo dados divulgados pela Associação dos Revendedores de Veículos Automotores no Estado do Paraná (Assovepar). Nele, houve crescimento nas vendas no comparativo com o mês de novembro de 2020, com 3,3% de aumento, e também em relação ao mesmo mês do ano anterior, como 26% de incremento. Em dezembro de 2020 foram comercializadas 114.596 unidades, contra 110.882 unidades em novembro, e em dezembro de 2019, o resultado foi de 90.452 unidades vendidas.

Embora o ano tenha tido alguns meses de recuo por conta da pandemia, o volume de vendas cresceu depois de julho e conseguiu atingir um resultado satisfatório com apenas 4,3% de retração no acumulado de 2020, se comparado com o acumulado de 2019. O número foi inferior às expectativas projetadas antes do início da pandemia. Foram comercializados durante o ano de 2020 o total de 1.101.283 unidades vendidas, contra 1.149.095,00 comercializados no fechamento de 2019.

O presidente da Assovepar, Cesar Lançoni Santos, comenta que embora o mercado tenha apresentado essa pequena redução no fechamento das vendas anuais, os dados demonstram que o consumidor está otimista e traz expectativas positivas para o mercado em 2021. “Vimos que a partir de agosto de 2020 todos os meses de vendas no Paraná superaram as vendas de 2019, e com esses números pudemos sentir a rápida recuperação do setor no segundo semestre, mesmo diante das dificuldades enfrentadas pelos lojistas na pandemia. E esses dados demonstram boas projeções para o nosso setor nos próximos meses”.

A pastelaria que saiu de uma “portinha” no litoral do Paraná e hoje vende mais de 50 mil pastéis por mês

Mesmo durante a pandemia, a rede Bangalô dos Pastéis vendeu 640 mil pastéis em 2020 e ampliou a presença da marca pelo litoral e interior do Paraná, além de Curitiba

CURITIBA, 14/01/2021 - Com uma receita carregada por gerações, a família Kuntermann saiu de uma pequena pastelaria em Guaratuba, no litoral do Paraná, em 2005, para a construção do Bangalô dos Pastéis, rede de franquias que está se disseminando no Paraná e, para 2021, tem novos planos para Santa Catarina. Atualmente, a marca conta com oito unidades, sendo duas em Curitiba e as demais espalhadas pelas cidades de Campo Mourão, Matinhos, Guarapuava, Ponta Grossa e Paranaguá – além da loja administrada pela família, em Guaratuba, no litoral do Paraná.

“Começamos só a família mesmo: eu, meus pais e a minha irmã, em uma loja de 5 por 5 metros quadrados. A partir disso, a pastelaria foi crescendo de uma maneira que nem mesmo nós podíamos esperar. Fomos para uma loja maior até abrirmos várias unidades e decidirmos pelo modelo de franquia da marca”, afirma o diretor comercial do Bangalô dos Pastéis, Thiago Kuntermann.

Em 2020, mesmo durante a pandemia, as oito lojas superaram as vendas do ano anterior, somando cerca de 175 toneladas de massa, 640 mil pastéis comercializados e mais de 60 toneladas de recheio, um dos diferenciais da marca. Os planos para o futuro são de expansão do número de lojas, com foco no mercado paranaense e catarinense. “Recebemos inúmeros pedidos de franquia pelo país todo, mas queremos expandir de maneira lenta, focando primeiramente na qualidade dos produtos. Por isso, para 2021, já temos planos de abrir 4 novas lojas no interior do Paraná e Santa Catarina”, afirma.

Entre as prioridades da empresa está o trabalho mais próximo das lojas já existentes e um maior investimento na linha de congelados. “Em 2020, nós começamos a atender um novo segmento, atuando na venda direta para os supermercados tanto da massa quanto de pastéis congelados. Nós estamos acreditando muito nesta ideia, considerando a possibilidade de crescimento e de ganho de visibilidade”, explica Kuntermann. Um dos motivos por trás da decisão de diversificar a atuação está em otimizar o uso da fábrica. “As franquias respondem por apenas 40% da capacidade industrial. O propósito é aproveitar melhor a estrutura existente”, opina o Chief Financial Officer (CFO), Bráulio Augusto Pedrotti.

No portfólio de congelados do Bangalô dos Pastéis, o público encontra, atualmente, sete opções de pastéis congelados, prontos para fritar: carne, mussarela, frango com queijo, chocolate preto, pizza, camarão e palmito. Os pasteis são comercializados em embalagens de 550g, com 5 unidades cada. Já a linha de massas é composta pela massa de pastel tradicional bem crocante, vendida em embalagens de 1kg e 2kg; pelas massas coloridas nas cores azul e rosa, disponíveis em embalagens de 1kg; pela massa de chocolate, também encontrada em embalagens de 1kg; e a massa de lasanha, de rápido cozimento e sabor inconfundível, disponíveis em embalagens de 500g. Para completar, a indispensável pimenta para acompanhar os pasteis salgados. O preparo do Bangalô dos Pastéis, sucesso nas lojas da rede, é vendido em frascos de 270ml e traz uma receita bem familiar, passada de geração para geração, com textura e traços visíveis de produto caseiro de altíssima qualidade.

O segredo

Com o slogan “Recheado de Verdade”, os pastéis da marca chegam a ter 460 gramas. “Estabelecemos um processo muito bem definido para que cada pastel tenha a quantidade de recheio exata. Dessa forma, garantimos o mesmo processo e o mesmo sabor em todas as lojas”, conta Pedrotti. Os produtos podem ser usados em massas nas cores branca (tradicional), chocolate, azul e rosa. “As massas azuis e rosas têm o sabor da tradicional, mas contam com um segredo para dar certo. Tanto as crianças quanto os adultos adoraram a ideia”, destaca Pedrotti.

Trabalhando ao lado de seu pai, Leonildo de Oliveira, da mãe, Eliane Aparecida Kuntermann de Oliveira, e das irmãs, Thais e Thatiane Kuntermann de Oliveira, Thiago conta que a mãe aprendeu a receita da massa com a avó, que também atua no ramo de pastéis. “Minha mãe ajudava na pastelaria em fins de ano e feriados e foi aprendendo a fazer a massa com ela. Ela fez modificações e se tornou um diferencial”, ressalta. Além da massa, as lojas da marca são conhecidas pela venda de um molho de pimenta especial, também receita de Eliane.

Para mais informações sobre a rede, acesse o site www.bangalodospasteis.com.br.

Ventura Shopping traz nova exposição sobre a capital paranaense

Mostra do designer e ilustrador paranaense Maycon Prasniewski acontece até março

Curitiba se destaca pela qualidade e quantidade de pontos turísticos e culturais. Ao todo, são pelo menos 40 espalhados pela cidade. O designer e ilustrador paranaense Maycon Prasniewski reuniu alguns desses locais em uma série de ilustrações em homenagem à capital. A exposição “Nossa Curitiba”, que conta com 12 obras, fica no Ventura Shopping, no bairro Portão, até o dia 31 de março.

Diante da diversidade cultural, Prasniewski apresenta em suas obras uma peculiaridade de cada ponto turístico. “Meu objetivo foi, de certo modo, fazer a minha pequena contribuição para valorizar o patrimônio local. Sobre a estética, busquei reforçar as características únicas que cada um desses lugares proporciona”, acrescenta o artista.

Todas as peças são representadas com muita delicadeza, com tons pastéis e traços modernos. “Realizei algumas obras com freehand para dar um aspecto mais humanista ao trabalho e a paleta de cores usada nos dá esta atmosfera mais lúdica e encantadora dos cenários”, comenta o artista.

Serviço

Exposição “Nossa Curitiba”, de Maycon Prasniewski

Data: até 31 de março

Local: Ventura Shopping, setor verde do shopping, em frente as Lojas Americanas

Endereço: R. Itacolomi, 292 - Portão - Curitiba - PR

Entrada gratuita

Sobre o Ventura Shopping

Considerado o maior shopping de descontos de Curitiba, o Ventura Shopping possui mais de 200 lojas, incluindo as âncoras Lojas Americanas, Havan, Casa China, Studio Z, Sorama Móveis, Fatec e Ímpar Odonto - primeira clínica odontológica em um shopping center de Curitiba. Localizado no bairro Portão, o Ventura é administrado pelo Grupo Tacla Shopping - que possui outros sete empreendimentos no sul e sudeste - e JCR Empreendimentos. Mais informações: www.venturashopping.com.br

Sobre o Grupo Tacla Shopping

Conglomerado com mais de 80 anos de tradição, experiência no varejo e referência no setor em todo país, o Grupo Tacla possui oito empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, sendo eles: Catuaí Palladium Foz do Iguaçu (PR), Jockey Plaza Curitiba (PR), Palladium Curitiba (PR), Palladium Ponta Grossa (PR), Ventura Shopping Curitiba (PR), Itajaí Shopping (SC), Porto Belo Outlet Premium (SC) e Shopping Cidade Sorocaba (SP). Outras duas operações estão em fase de construção no Paraná: Citycenter Outlet, em Campo Largo, e Palladium Umuarama. Mais informações: www.taclashopping.com.br

Palladium tem crescimento no Paraná

Com resiliência e expectativa de recuperação do setor, shopping de Curitiba fecha 2020 com vacância zero

O varejo foi fortemente impactado durante a pandemia do novo coronavírus, por causa do fechamento do comércio em diversas regiões do Brasil. No período de lockdown, os shoppings chegaram a ter perdas de 89% das vendas em relação ao período que antecedeu o pico da pandemia, conforme o Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA) – Impactos da Covid-19. Em novembro, por outro lado, 82% da receita já tinha sido recuperada, quando comparada ao período pré-pandemia. O retorno gradual se reflete nas vendas dos lojistas, que mostram resiliência à crise.

No Paraná, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do comércio varejista cresceram 0,9% em outubro - sexta taxa positiva consecutiva desde maio. Com isso, o patamar do varejo bateu recorde pela terceira vez seguida, ficando 0,9% acima de setembro e 8% superior a fevereiro. Em relação a outubro de 2019, o comércio cresceu 8,3%, alcançando a quinta taxa positiva consecutiva e a maior para um mês de outubro desde 2012 (9,2%).

Em Curitiba, o Palladium Shopping Center segue com a expectativa de recuperação do setor e celebra os bons resultados. “Precisamos nos reinventar e oferecer serviços diferenciados para os consumidores. Observamos que as datas comemorativas não passaram em branco e muitos clientes aderiram ao delivery e drive-thru, e que o movimento nos corredores cresceu”, conta a gerente de marketing do empreendimento, Cida Oliveira.

No Paraná, entre os setores do comércio que mais cresceram estão: eletrônicos (56%), informática e telefonia (11%) e cosméticos e higiene pessoal (10%), de acordo com os boletins do mês de setembro das secretarias de Fazenda e do Planejamento e Projetos Estruturantes do Paraná. Embalado pela reação do varejo, o Palladium Shopping Center Curitiba registrou um aumento de 12% nas vendas em novembro, frente a outubro, e 56% com relação a setembro. O destaque foi o segmento de telefonia, com aumento de 34%.

Vacância zero

Além disso, o Palladium Shopping Center Curitiba anuncia a abertura de novas lojas, de diversos setores. “Fechamos o ano de 2020 com vacância zero e arrisco dizer que conseguimos atingir, em meio à pandemia, o melhor mix de lojas de todos os tempos. Inauguramos a Pernambucanas, a nova âncora do shopping, além da Santa Lolla, La Mandinne, Flora Pura e muitas outras”, ressalta Cida.

No Palladium Curitiba, as principais aberturas já confirmadas para 2021 são: Magazine Luiza, Lindt e Johnny Rockets.

Para a gerente de marketing do shopping, este é um momento de celebração. “Depois de meses fechados e passarmos por momentos de incertezas, estamos muito felizes em anunciar as inaugurações e conquistas deste ano. Além de melhorar o nosso mix de opções para os clientes, estamos contribuindo para o avanço do varejo e da economia local, gerando empregos e novos negócios”, celebra.

Sobre o Palladium Shopping Center

Um dos empreendimentos do Grupo Tacla Shopping, o Palladium Curitiba foi inaugurado em 2008 na capital paranaense. Destaca-se pela área construída de 154 mil m² distribuídos em três pisos, sendo o centro de compras com maior mix do sul do país. O shopping possui 350 lojas, entre âncoras e satélites, praça de alimentação com mais de 30 opções de fast-food, Boulevard com 10 restaurantes, além de oito salas multiplex de cinema UCI e sala IMAX – que também faz parte do Grupo Tacla e possui a maior tela do Brasil. Sua estrutura foi planejada para garantir o conforto dos mais de 1,5 milhão de clientes que passam pelo empreendimento todo mês. Mais informações em: https://palladiumcuritiba.com.br

Sobre o Grupo Tacla Shopping

Conglomerado com mais de 80 anos de tradição, experiência no varejo e referência no setor em todo país, o Grupo Tacla possui oito empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, sendo eles: Catuaí Palladium Foz do Iguaçu (PR), Jockey Plaza Curitiba (PR), Palladium Curitiba (PR), Palladium Ponta Grossa (PR), Ventura Shopping Curitiba (PR), Itajaí Shopping (SC), Porto Belo Outlet Premium (SC) e Shopping Cidade Sorocaba (SP). Outras duas operações estão em fase de construção no Paraná: CityCenter Outlet, em Campo Largo e Palladium Umuarama. Mais informações em: http://www.taclashopping.com.br