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O sommelier em azeites, Lino Rebolo, tem dicas para deixar a família feliz no Dia das Mães
O D’Olival Azeites e Cia, em Lisboa, participa dos bons momentos da vida das pessoas. De datas comemorativas, festivas, encontro de amigos, almoços de família.
E é para o almoço do Dia das Mães que o sommelier em azeites, Lino Rebolo, tem indicações de duas regiões diferentes de Portugal produtoras de azeites: Alentejo e Trás-os-Montes.
A indicação alentejana é para o Amor é Cego, azeite monovarietal de Galega, produzido a partir de um olival de sequeiro, com plantio em modo tradicional, com grandes compassos de 12 metros entre as árvores.
É um azeite exclusivo de pequena produção. São necessários 100 quilos de azeitonas para produzir apenas sete litros de azeite virgem extra de alta qualidade. “É um azeite com um frutado verde e cheiro a folha de oliveira, maçã verde e um ligeiro toque de alfarroba e frutos secos. Na boca revela a doçura da Galega com um interessante picante final”, ensina Rebolo.
Outra indicação para você fazer bonito no preparo do almolo do Dia das Mães é o azeite Casa de Santo Amaro – Grande Escolha (DOP Trás-os- Montes).
Este azeite premiado é produzido na região norte de Portugal, em Mirandela – Trás-os-Montes, a uma altitude média de 340m, a partir de azeitonas de oliveiras centenárias das variedades que constituem o DOP transmontano: Cobrançosa, Verdeal e Madural.
“Este azeite tem frutado verde, com aromas a erva e tomate fresco. É harmonioso ao paladar, com um picante exuberante, notas de frutos secos e um final que persiste na boca”, afirma.
A loja estará aberta neste sábado, dia 4, das 11h às 19h30. Domingo estará fechada.
D’Olival Azeites e Cia
Rua dos Poiais de São Bento, 87
Lisboa / Portugal
www.dolival.pt
@dolival.azeites
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Balé Teatro Guaíra abre as comemorações dos 50 anos com A Sagração da Primavera
As apresentações serão nos dias 03, 04 e 05 de maio e serão acompanhadas pela Orquestra Sinfônica do Paraná
A programação especial do Balé Teatro Guaíra (BTG) para seu aniversário de 50 anos começa na próxima sexta, sábado e domingo, dias 03, 04 e 05 de maio, no Guairão. A companhia irá apresentar a montagem de A Sagração da Primavera com coreografias da portuguesa Olga Roriz, versão que veio aos palcos do Guairão pela primeira vez em 2012. As apresentações serão às 20h30 na sexta e no sábado, e às 19h no domingo. Ingressos R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Todas as os espetáculos contarão com a presença da Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP).
Entre os anos de 2012 e 2014, o BTG apresentou A Sagração da Primavera por 09 estados brasileiros, alcançando mais de 30 mil espectadores. Com esta obra, a companhia recebeu um lugar de destaque no cenário nacional da dança.
"No meu ponto de vista, A Sagração da Primavera é uma das obras mais inquietantes e impactantes do repertório musical e coreográfico. A composição musical de Stravinsky e a concepção dramatúrgica e coreográfica de Olga Roriz me tocam profunda e genuinamente", diz Cintia Napoli, atual diretora do Balé Teatro Guaíra.
Esse sentimento de inquietação que a obra traz pode ser explicado, segundo Stefan Geiger, maestro-titular da Orquestra Sinfônica do Paraná, pela maneira como a música foi escrita. "Stravinsky transformou toda a orquestra em uma grande percussão. Podemos ouvir violinos imitarem o som das caixas claras e tambores, o que nos leva para dentro da época tribal na qual a história do balé se desenvolve".
O destaque para os sons da percussão faz sentido com a história de A Sagração da Primavera. A obra fala sobre um ritual pré-histórico de sacrifício ao Deus da primavera, movido pelos sons de bumbos e tambores. Uma jovem é escolhida pelos anciãos de sua tribo para dançar até a morte, na esperança de trazer boas colheitas e fertilidade ao seu povo. Essa atmosfera ritualística aparece na coreografia de Olga Roriz na forma dos movimentos carregados por fortes respirações dos bailarinos.
A versão que será apresentada nas comemorações dos 50 anos do BTG é diferente da original em vários aspectos. O mais evidente é o palco coberto com serragem e a névoa que envolve os bailarinos e ajudam a aproximar a plateia do clima primitivo que envolve a dança, a música e a história.
Outras duas mudanças acontecem com os personagens do Sábio e da Eleita. Em vez de ser um mero espectador da narrativa, o Sábio traça o percurso e prepara o terreno para o ritual de sacrifício ao deus da primavera. Já a Eleita não é mais uma vítima, e sim uma jovem mulher que se sente privilegiada por dar sua vida em troca de prosperidade ao seu povo. Para as três bailarinas que interpretarão o papel, esta é a chance de mostrar não só seus conhecimentos técnicos, mas também uma entrega total à personagem.
"Acredito que o grande desafio em dançar A Sagração da Primavera de Olga Roriz é lidar e se entregar à força expressiva imposta pela própria obra", afirma Cíntia Napoli. “Não existe outra possibilidade que não seja se entregar 100% até o final, este é o maior desafio, mas também o maior prazer em dançar esta montagem", complementa.
Mostra de Repertório - Balé Teatro Guaíra 50 anos
Além da Sagração da Primavera, o Balé Teatro Guaíra apresenta em maio os espetáculos Carmen (08/05, 20h30) e O Segundo Sopro (11/05, 20h30 e 12/05, 19h), duas grandes montagens de sucesso na história da companhia. Todas as apresentações serão abertas com trechos de O Grande Circo Místico, em memória a um dos balés mais famosos do Brasil e que foi concebido originalmente para o BTG.
Serviço:
Balé Teatro Guaíra 50 anos - Mostra de Repertório
Homenagem O Grande Circo Místico + A Sagração da Primavera -
com participação da Orquestra Sinfônica do Paraná
De 03 a 05 de maio, sexta e sábado às 20h30 e domingo às 19h
Homenagem O Grande Circo Místico + Carmen
Dia 08 maio, quarta-feira, às 20h30
Homenagem O Grande Circo Místico + O Segundo Sopro
Dias 11 e 12 de maio, sábado às 20h30 e domingo às 19h
Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto - Guairão
Classificação: Livre
Preço: R$20 (vinte reais) e R$ 10 (dez reais)
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