Artefacto Curitiba celebra 50 anos com Mostra 2026

Com o tema “Maturidade”, nova edição reúne nomes da arquitetura e do design de interiores, apresenta a coleção Edition 2026 – Cosmos e marca um novo momento da operação da marca na capital paranaense.

No ano em que celebra cinco décadas de história, a Artefacto anuncia a Mostra Curitiba 2026, que tem como tema “Maturidade”. A edição reúne renomados arquitetos e designers de interiores convidados a desenvolver ambientes autorais que traduzem diferentes interpretações sobre o tempo, a permanência e as experiências acumuladas — e seus reflexos na evolução do morar contemporâneo.

Em Curitiba, o conceito ganha um significado particular. A abertura da Mostra coincide com um importante momento de expansão da operação local, marcado pela aquisição da Villa Margarethe, um dos casarões históricos da Rua Comendador Araújo. Construída em 1917, a residência integra a memória arquitetônica da capital paranaense e passa a fazer parte de um novo capítulo da presença da marca na cidade.

A incorporação de um imóvel centenário à operação estabelece um diálogo natural com o tema da Mostra. Maturidade, neste contexto, também se traduz na valorização do tempo, da memória e da permanência, abrindo novas possibilidades a partir de uma história já construída. A expansão reforça a presença da Artefacto no mercado paranaense e integra o atual ciclo de investimentos da empresa em endereços estratégicos no país.

Mais do que uma exposição de arquitetura e interiores, a Mostra reafirma um dos pilares construídos pela Artefacto ao longo de sua trajetória: o estreito e bem-sucedido relacionamento com os profissionais locais. Nesta edição, os ambientes exploram diferentes perspectivas sobre a maturidade, valorizando escolhas conscientes, identidade, memória, autenticidade e permanência — conceitos que dialogam tanto com as novas formas de morar quanto com o momento vivido pela própria marca em seu cinquentenário.

Em paralelo, a Artefacto apresenta a Edition 2026 – Cosmos, coleção assinada por sua diretora criativa, Patricia Anastassiadis. Inspirada na ideia de ordem e totalidade que estrutura o universo, a coleção reúne móveis marcados por linhas puras, volumes definidos e proporções exatas, em um equilíbrio entre forma, técnica e função. A pesquisa de materiais combina pedra, vidro martelado, metal, couro e camurça em peças de presença serena, concebidas para atravessar o tempo e permanecer relevantes.

“Celebrar 50 anos é reconhecer nossa trajetória e continuar olhando para o futuro. Em Curitiba, esse movimento ganha um significado especial com a Villa Margarethe, um imóvel que carrega mais de um século de história. Sua incorporação à operação da Artefacto dialoga com o tema Maturidade e reforça nossa presença na cidade. É também um gesto para Curitiba, um presente que valoriza e ajuda a preservar sua memória”, declara Paulo Bacchi, CEO da Artefacto.
Da Villa Margarethe
A Villa Margarethe está inserida no Conjunto Urbano da Rua Comendador Araújo, oficialmente tombado pelo Estado do Paraná em 2004. Pela qualidade de sua arquitetura e estado de conservação, é considerada um dos exemplares residenciais remanescentes mais representativos da Curitiba das primeiras décadas do século XX, período em que a prosperidade da erva-mate e o avanço da indústria contribuíram para transformar a paisagem urbana da cidade.

Erguida originalmente para Oscar Charles Mueller, a residência recebeu o nome Villa Margarethe em homenagem à sua esposa, Margarethe Lepper. O imóvel remonta ao período de prosperidade econômica impulsionado pela erva-mate e preserva características da arquitetura residencial da Curitiba do início do século XX, reunindo referências do Art Nouveau, ecletismo europeu e da arquitetura germânica.

Segue abaixo os ambientes da Mostra.

Ana Letícia Virmond / @analeticiavirmond

Serenidade conquistada ao longo da vida: é assim que Ana Letícia Viermond define maturidade. Experiência que se transforma em repertório e conduz a escolhas conscientes e assertivas. O projeto Casa Lounge traduz essa ideia em um espaço gourmet que convida a desacelerar, compartilhar momentos e celebrar o prazer das boas escolhas. Para Ana, o verdadeiro luxo está no que permanece, no que desperta emoções e, acima de tudo, resiste ao tempo. Como os móveis. Cada um deles respeitando a essência da Artefacto e valorizando a excelência técnica e artesanal de seus produtos. A integração entre as áreas, por exemplo, é plena e natural, favorecida pelo módulo Lounge, peça protagonista, que segundo a profissional sintetiza o próprio conceito do projeto, ao colocar arte, matéria e permanência em perfeita harmonia. Nos demais móveis, materiais como madeira, mármore, tecido e couro reforçam a sensação de atemporalidade, enquanto o desenho limpo evidencia a simplicidade das formas. Como ocorre, por exemplo, com a mesa de jantar Jud, a cadeira Lille, a banqueta Hara e a poltrona Calix que se unem ao lounge em uma composição equilibrada onde cada detalhe dialoga com o todo.

André Bertoluci / @andrebertoluciarquitetura

Maturidade é compreender que o tempo e o silêncio revelam a essência das coisas. Fiel à máxima, Living & Convívio, projeto de Andre Bertolucci reflete exatamente isso: espaços que não seguem tendências, mas que acolhem histórias, fortalecem vínculos e permanecem atuais pela verdade de cada escolha. Para o arquiteto, o tempo não diminui o valor das coisas, mas as revela. Uma visão que se materializa em uma sequência de ambientes – living, sala de jantar, lounge e estar bar – que traduzem diferentes momentos da convivência: receber e compartilhar. Privilegiando materiais naturais – madeira, mármore, fibras naturais e cerâmica artesanal – a atmosfera é serena e atemporal. A iluminação combina luz natural, filtrada pelas cortinas, com camadas de iluminação artificial, reforça a sensação de permanência e bem-estar. Escolhido pela sua capacidade de equilibrar design e longevidade, o mobiliário traz como destaque o módulo Evans e o sofá Direc, coluna de jantar Sabang e poltronas como a Mayu e a Arua. Entre todas as peças, porém, a poltrona Arua, ocupa lugar especial no projeto, por sua linguagem, a um só tempo, artesanal e contemporânea.

Angela Chinasso Arquitetura / @angelachinasso

O projeto de Angela Chinasso e Carlos Reichmann é quase uma licença poética: transformar o sótão em uma suíte com três ambientes –quarto de vestir, sala de banho e hall de distribuição–, no qual a habilidade da profissional se revela na liberdade criativa e na harmonia entre espaço e indivíduo. A luz natural que entra pelas mansardas foi preservada, mantendo paredes e tetos brancos para dar respiro aos olhos e permitir que cores, texturas e mobiliário assumam protagonismo. Para a dupla, a maturidade pode ser definida como o silêncio do excesso e a permanência do essencial e o projeto confirma a tese.

Escolhido não apenas pelo seu componente estético, mas pela capacidade de emocionar e criar vínculos, o mobiliário traz peças de perfil atemporal e dimensões compatíveis com as dimensões do ambiente, tais como o buffet Kep e a coluna de jantar Maniang, que organizam e equilibram o espaço; a cabeceira Talalla que imprime continuidade ao quarto, sem obstruir a entrada da luz natural; a mesa de centro Pandia e a mesa componível Kentar: móveis que funcionam como pontos de apoio versáteis, capazes de se adaptar a diferentes momentos.

Ary Jacobs e Renan Mutao / @architetonika

Tempo Vivo, loft com jardim, que leva a assinatura da dupla Ary Jacobs e Renan Mutão, nasce da compreensão de que amadurecer não é imobilidade, nem apego ao passado. Mas sim a segurança de acolher o novo sem perder a identidade. Para os arquitetos, maturidade é permitir que o tempo nos transforme sem apagar aquilo que nos identifica. Dessa forma, integrando living, suíte e varanda, o espaço traduz essa filosofia ao criar uma base sólida sobre a qual novas histórias possam ser incorporadas. E revelando por meio do confronto de épocas, linguagens e estilo, que a verdadeira sofisticação está na continuidade e na autenticidade. A paleta de tons terrosos, marrons profundos e nuances minerais é pontuada por verdes intensos e inesperados. A iluminação em camadas valoriza volumes e texturas, destacando obras e objetos, enquanto zonas de luz e sombra reforçam o caráter cenográfico. Selecionado com critério, o mobiliário, integralmente especificado para compor essa atmosfera, traz móveis como o módulo Coltrane e a cama com cabeceira Talalla. Peças escolhidas pela capacidade de atravessar diferentes momentos, sem perder relevância.

Camila Picoli / @volarque

Um espaço que acolhe, desperta os sentidos e transforma a arquitetura em cenário de memórias, encontros e escolhas que permanecem. Assim pode ser definido Essência: quarto criado por Camila Picoli que traduz maturidade como a expressão do tempo vivido com significado. Uma ideia que se manifesta por meio de escolhas precisas – uma paleta de cores neutra e terrosa, a iluminação indireta e cênica – além de uma profusão de texturas, que ajudam a transformar o ambiente em uma autêntica experiência sensorial. Especificado para sustentar essa visão de sofisticação, o mobiliário marca presença, mas sem excessos: o sofá Illi e a cama Brasília estabelecendo o eixo de conforto, acompanhados por mesas como a Boyang, Vide e Nambu, que oferecem um tipo de apoio a um só tempo funcional e elegante. A estante Apex organizando o espaço com leveza e precisão, enquanto peças como o banco Emile e a mesa bar Lena acrescentam versatilidade. Entre todos os móveis, porém, a poltrona Pollux ocupa lugar especial: seu desenho baixo sugere pleno acolhimento, enquanto um detalhe na parte posterior, em material distinto, a torna escultural sob qualquer ângulo.

Caroline Andrusko Arquitetos / @carolineandruskoarquitetos

Compreender que a verdadeira riqueza está naquilo que permanece. Nos vínculos que construímos, nas histórias que compartilhamos e nas memórias que levamos. Tudo isso é o que define a essência da maturidade, segundo a arquiteta Caroline Andrusko. O projeto Capítulos surge assim como uma celebração da passagem do tempo: um espaço que acolhe o presente e preserva o futuro. Mais do que um espaço residencial, o ambiente foi concebido para acolher experiências que atravessam o tempo: refeições compartilhadas, conversas prolongadas, risadas que fortalecem vínculos. A curadoria do mobiliário reforça essa percepção. Módulo Orfei, mesas de centro como a Jud e a caixa bar Manhattan traduzem leveza e atemporalidade. Em contraponto, peças de personalidade como a mesa de jantar Radix e a cama Tassel revelam expressão artesanal. Essa composição de contrastes, segundo Caroline, resume a própria maturidade: razão e sensibilidade, matéria e memória. Entre todas as peças, porém, a mesa Radix e as cadeiras Nori são, para ela, as que carregam maior significado: representam o gesto de compartilhar alimentos e fortalecer vínculos.

Cris Daros / @crisdaros_arquitetura

Silenciar o excesso para revelar o essencial: é nesse gesto que Cris Daros encontra a maturidade. O projeto O Tempo que Transforma traduz essa filosofia em dois ambientes que dialogam com fluidez e onde o luxo não se impõe, mas acolhe. living e estar íntimo/escritório se conectam em um exercício de amplitude e sofisticação. Mármore, camurça, boiserie e tecidos texturizados criam uma composição elegante que convida à contemplação, à pausa e ao habitar a melhor versão de si mesmo. A paleta em branco e verde, por sua vez, reforça a atmosfera de serenidade, enquanto a iluminação cenográfica transforma o espaço em um oásis de conforto e acolhimento. O sofá Evans surge como o coração do living, com suas proporções generosas e linhas limpas. As poltronas Mayu imprimem movimento ao espaço, com seu design giratório que permite múltiplas interações. A mesa lateral Stewart, com seu desenho preciso e acabamento refinado, funcionando como ponto de apoio e elemento escultórico. E por fim, o buffet Sanur, com suas linhas suaves e acabamento que valorizam a materialidade, tornando-se peça-chave para o equilíbrio visual do ambiente.

Deborah Nicolau / @deborahnicolau

No ano em que celebra seus 50 anos, Deborah Nicolau apresenta o Home DNA, um espaço que traduz a maturidade como processo contínuo de evolução. Mais do que um home theater, o ambiente é concebido como refúgio: um lugar de silêncio e emoção, de leitura e contemplação, de encontros e memórias. Para Deborah, maturidade é viver com intencionalidade, cultivar gratidão e continuar evoluindo sem perder a essência. O Home DNA é a materialização dessa visão particular: um ambiente que emociona hoje e que pretende continuar fazendo sentido amanhã.

As curvas percorrem o espaço em movimento contínuo, inspiradas na ideia do infinito. Nada termina em si mesmo; cada gesto conduz ao próximo e o mobiliário vem reforçar essa filosofia. O módulo Baco, peça central do projeto, com suas proporções generosas e encostos móveis, adaptando-se aos mais diferentes momentos: de uma conversa a dois aos filmes assistidos com os amigos. Ao seu redor, poltronas como a Wiggins e a Times, mesas de centro Boyang e Lena, além da estante Apex, compõem uma escultura viva, onde forma e função coexistem em perfeito equilíbrio.

Denise Ribas e Carolina Ribas / @deniselribas / @carollealribas

Na Suíte Permanência, Carolina e Denise Ribas, mãe e filha, celebram a maturidade como a capacidade de fazer escolhas conscientes e valorizar aquilo que resiste ao tempo. Para as arquitetas, o verdadeiro luxo está no que permanece: materiais que envelhecem com dignidade e que atravessam gerações sem perder relevância. No ambiente, o pé-direito elevado amplia a sensação de liberdade e bem-estar, enquanto a madeira, presente no forro, e nos painéis das paredes, aquece o ambiente. Aparente, a estrutura do telhado reforça a honestidade construtiva, enquanto linho, pedra, couro e um grande tapete revelam uma arquitetura que merece ser experimentada pelos sentidos. A paleta cromática privilegia tons terrosos, beges e off-white, criando uma atmosfera serena e atemporal, ao passo que o mobiliário traduz maturidade em estética. Móveis como o sofá Argand e a cabeceira Maschio selecionados por suas linhas orgânicas e atemporais, privilegiando conforto e permanência. A poltrona Coquile simbolizando o equilíbrio conquistado ao longo do tempo, enquanto o módulo e puff Baco complementa a experiência com versatilidade.

Elaine Zanon e Claudia Machado / @arquitetareoficial

Inspiradas pela busca de bem-estar e pela valorização da experiência cotidiana, Elaine Zanon e Claudia Machado, do estúdio Arquitetare, reafirmam, neste projeto, que a verdadeira maturidade na arquitetura é construir espaços que permanecem significativos, revelando sua força na essência, e não na quantidade de elementos. Reflexo da experiência acumulada pelas profissionais na criação de ambientes que reúnem sofisticação e acolhimento, o projeto não apenas atende às necessidades práticas, mas também promove contemplação e pertencimento.

Desenvolvido para valorizar proporção e equilíbrio, o mobiliário foi escolhido com base em seu design atemporal e potencial de permanência como o sofá Patong e poltrona Zac, estruturam as áreas de convivência, enquanto mesas como a componível Lang, e a lateral Moh, traduzem funcionalidade com elegância. Como grande destaque a poltrona Eiru sinaliza a herança oriental da composição. Vistos em conjunto, cada elemento, segundo as arquitetas, foi integrado ao projeto para reforçar a ideia de maturidade como legado ou, em outras palavras, das escolhas que resistem ao tempo e, ainda assim, permanecem relevantes.

Guilherme Bez / @studioguilhermebez

Guilherme Bez parte da ideia de que maturidade é ousar com equilíbrio. Assim, seu espaço foi concebido como uma experiência sensorial, inspirado na superfície lunar e em sua materialidade moldada pelo tempo. Cada relevo é memória, cada textura é registro de transformação. Imperfeições são celebradas como expressão de autenticidade. Tudo nele convida à contemplação: o olhar feminino impresso na cortina sugerindo pausa, o poema em homenagem ao fundador da Artefacto, Albino Bacchi, oculto atrás de uma cortina translúcida.

Reforçando a atmosfera intimista e acolhedora da composição, o mobiliário explora ciclos e permanência. O sofá Papillon, a mesa de jantar Eclipse, as poltronas Ricci e as mesas Louise evocam formas orgânicas e circulares, remetendo às fases da Lua.

A mesa lateral Louise Plissê, em forma de ampulheta, sugere a passagem do tempo, enquanto as molduras Orbit e Aka evocam o movimento dos astros. Entre todas as peças, porém, as molduras Orbit e Aka ocupam lugar especial no imaginário do arquiteto. Além de ampliar o espaço por sua reflexão, elas criam dramaticidade – itens essenciais em seus projetos.

Gustavo Scaramella / @gustavoscaramella

O ambiente Déco Privé, assinado por Gustavo Scaramella, é uma declaração de autenticidade. Com perfume art déco e mistura de épocas e estilos, o projeto não teme sobrepor camadas. As linhas retas da marcenaria funcionam como pano de fundo para obras de arte, mobiliário e objetos compondo uma atmosfera marcante. O jogo de cheios e vazios, texturas e cores imprime intensidade, sem recorrer a falsos neutros. Para o arquiteto, maturidade é autenticidade, ousadia, repertório e segurança. E Déco Privé reproduz essa visão em um espaço marcante, onde moda, arte e arquitetura se encontram para sugerir experiências.

A iluminação é cênica e acolhedora, resolvida em grande parte com peças decorativas que criam uma atmosfera intimista e sofisticada. Escolhido, em função de suas proporções e escala, móveis como a poltrona Moh, a estante Jeri, a mesa de centro Trieste e o buffet Kep compõem um layout fluido e elegante. Juntos, cada item dialoga com a proposta, imprimindo profundidade visual ao espaço e estimulando uma abordagem sensorial. Entre todos, porém, o sofá Direc ocupa lugar especial: versátil, ele é um dos preferidos do arquiteto nos mais diversos projetos.

Ivan Wodzinsky / @ivanwodzinsky

Definições claras, diretas e conscientes. Um espaço residencial com dimensões reais, compatíveis com o mercado atual. O trabalho de Ivan Wodzinsky parte da ideia de que maturidade está nas experiências e no entendimento mais profundo das situações, tanto na vida pessoal quanto no exercício da profissão. Para Ivan, maturidade é continuar trabalhando com a mesma dedicação e entusiasmo dos 20 anos. E essa visão se torna perceptível em cada detalhe deste projeto. Camurça, madeira, couro e microtexturas criam uma atmosfera acolhedora, em tons de bege e marrom, enquanto a iluminação, intimista, divide o protagonismo com a luminosidade intensa das janelas do ambiente. Restrito ao essencial, o mobiliário foi escolhido por sua atemporalidade e pela predominância de materiais naturais na sua confecção. Entre os destaques estão a coluna de jantar Turen, com tampo em mármore marrom imperial, a poltrona Tanah giratória, a escrivaninha Moya e a poltrona Hobie. No living, o sofá Nocmii, a poltrona Tanah e o aparador Delray formam o triângulo conceitual que, segundo o arquiteto, sustenta a harmonia da composição.

Jacy Ebrahim, Cymara Ebrahim Largura e Camila Ebrahim Largura / @ebrahimarquitetura

Chegar à 15ª participação na Mostra Artefacto Curitiba é, para as arquitetas Camila, Cymara e Jacy Ebrahim, um marco de maturidade e continuidade. E, para comemorar a data, nada melhor do que celebrar as raízes da marca por meio da presença simbólica de uma jabuticabeira: árvore que evoca memória e permanência. Assim, foi em torno dela, que o trio projetou um lugar de encontros. Um espaço integrado a uma área gourmet e a uma grande varanda, pensado para receber e reunir. E foi assim que nasceu o Café e Varanda. Um ambiente projetado para reconhecer raízes, preservar memórias e criar novas camadas de encontro e convivência.

Reforçando essa narrativa de tempo e legado, o mobiliário foi escolhido em função de sua atemporalidade e capacidade de atravessar gerações sem perder relevância. A poltrona Kamari, com seu desenho orgânico e proporções generosas, sugerindo momentos de contemplação. O banco Hara adicionando versatilidade e, por fim, arrematando a composição, dois móveis essenciais: a imponente poltrona Indiana e a cadeira Molu, inspirada na cadeira diretor, convidando ao convívio em torno à mesa.

Jayme Bernardo / @jaymebernardoarquitetos

Para Jayme Bernardo, a maturidade não tem hora marcada para chegar: é um estado de espírito que acaba sendo alcançado por todos, cedo ou tarde, mas sempre com enorme valor. No projeto Vida Plena, concebido pelo arquiteto para ocupar a vitrine, essa visão se materializa em um loft inspirado pela cidade eterna de Roma. Uma composição na qual painéis e cortinas setorizam o espaço, produzindo uma atmosfera, ao mesmo tempo, sofisticada e acolhedora. Enquanto a iluminação, pensada em camadas, coloca em destaque volumes e materiais, conferindo profundidade e dramaticidade ao conjunto.

Tal qual a capital italiana, trata-se de um espaço que convida a desacelerar e apreciar o belo e, no qual, o mobiliário ocupa papel-chave, ampliando a sensação de requinte: os módulos Opus e Baco estabelecendo o tom exato de conforto. As mesas de centro como a Tarakan e a Lux criando pontos de apoio permanentes. Enquanto, a cama Capricórnio e as cômodas Ray e Greta reforçam a ideia de permanência. E, por fim, a Caixa Bar Pietra que ocupa um lugar especial no projeto, perfeitamente alinhado ao ideal de maturidade perseguido pelo arquiteto.

Jocymara Nicolau / @jocymaranicolauarq

Neste projeto, que leva a assinatura de Jocymara Nicolau, a maturidade é entendida como a capacidade de reconhecer o valor do essencial e transformar escolhas conscientes em espaços relevantes. Inspirada pela cultura nórdica, Jocymara valoriza o luxo silencioso: materiais naturais, conexão com a natureza e escolhas que transcendem tendências. Tal como ocorre no desenho neste loft, no qual a iluminação, desenvolvida por meio de automação, permite diferentes cenários que revelam camadas da arquitetura e transformam a percepção ao longo do tempo.

Pensado com base na sua capacidade de dialogar com a arquitetura, a escolha do mobiliário reforça a intenção de criar um ambiente sofisticado e, ao mesmo tempo, duradouro. Entre os destaques, estão o contemporâneo módulo Kadan – em versão atualizada que ampliou ainda mais as suas possibilidades de configuração –, a coluna de jantar Mulligan com tampo em cristal, a mesa de centro Lamai, de mármore, e a cama Zafra, com suas formas curvas e leveza visual. Entre todas elas, para a arquiteta, a cadeira Etta tem lugar especial. Segundo ela, por conta do equilíbrio e da precisão de seu desenho.

Juliana Meda / @julianamedaarquiteta

Juliana Meda entende maturidade como respeito ao tempo, às pessoas e às escolhas. Uma ideia que se materializa em um lounge concebido para convivência e criação e onde arquitetura e relacionamento se entrelaçam de forma natural. Em síntese, um espaço de trabalho pensado para receber clientes, promover encontros e apresentar projetos, transformando a convivência em eixo central da composição. Concebida em camadas, a iluminação valoriza texturas e reflexos, tendo por base uma combinação de madeira, mármore, couro e tecidos naturais, em permanente diálogo com os tons de vinho e de verde que envolve o espaço. No coração do ambiente, uma ampla ilha de mármore dialoga com a mesa Arco, apresentando o móvel como símbolo de convivência. Ao redor desse núcleo, diferentes atmosferas se revelam: o sofá Geta, as poltronas Nyx e a chaise longue Harrison oferecem acolhimento e pausa, enquanto mesas como Lena, Lux e Giocco imprimem versatilidade e sofisticação. Arrematando a composição, a escrivaninha Regia, acompanhada da poltrona Solis, configuram o espaço criativo, enquanto a caixa bar Pietra amplia a experiência de receber.

Larissa Galindo Arquitetura / @larissagalindoarq

Determinados espaços se limitam a abrigar, outros, a respirar. O Loft Equilíbrio, assinado pela arquiteta Larissa Galindo, nasce dessa intenção: ser um lugar para reunir, contemplar e permanecer. Em meio ao ritmo acelerado da vida contemporânea, o ambiente propõe devolver ao corpo a calma e à mente o equilíbrio. Para a profissional, maturidade é ter segurança para propor aquilo em que realmente acreditamos. O Loft Equilíbrio surge como materialização dessa ideia: um espaço que não remete apenas ao tempo, mas sobre como escolhemos vivê-lo. Como fio condutor, a própria matéria: o linho, que ganha personalidade com o uso; o revestimento das paredes, que celebra as marcas do tempo em vez de tentar escondê-las; e as pedras, que carregam em sua origem milhares de anos de existência. São escolhas que não almejam a perfeição, mas a autenticidade, assim como os móveis: o sofá Blossom, a poltrona Zac, a coluna de jantar Tibau e a cadeira Batar com suas proporções equilibradas e elegância silenciosa. A mesa componível Paloh e os bancos Kalao e Kawe, projetos adaptáveis às diferentes fases da vida, mas sem nunca perder significado.

Lisiê Pissetti / @lisiepissettiarquitetura

Uma paleta de cores claras, enriquecida por texturas sobrepostas, criando uma sofisticação discreta, silenciosa, que não precisa de excessos para se afirmar. Uma iluminação pensada para ser parte da arquitetura: protagonista durante o dia, intimista à noite. Apresentando três atmosferas distintas – sala de jantar, living e refúgio – Permanência, ambiente assinado por Lissiè Pissetti, é exatamente isso: um convite a ficar, a contemplar e a transformar o cotidiano em legado. Afinal, para ela, a maturidade está em valorizar o que permanece. Nesse contexto, a natureza se torna igualmente presente. Fibras naturais, pedras e vegetação compõem uma narrativa sensorial que celebra o tempo como aliado da beleza. Traduzindo acolhimento e permanência, o mobiliário reforça essa linguagem, por meio de suas formas fluídas e orgânicas: o sofá Nouvel, ponto de partida do projeto, com suas linhas arredondadas e estofamento em plumas de ganso. A coluna de jantar Sabang, a poltrona Luisa, o buffet Anyer, com as mesas componíveis Biak e Kentar, ao seu redor, construindo uma composição coesa e atemporal.

Luiz Mori Neto / @luizmorinetoarquiteto

Nas palavras do arquiteto Luiz Mori Neto, maturidade é olhar para trás. É reconhecer uma trajetória construída com disciplina e paixão. Mas, também olhar para frente e acreditar que os melhores projetos ainda estão por vir. Este escritório materializa essa filosofia: um ambiente que honra o passado, ousa nas cores e abre espaço para o futuro. Um espaço, a um só tempo clássico e contemporâneo, instalado em uma casa tombada pelo patrimônio histórico, concebido sem a preocupação de ser arquitetonicamente correto. Mas, sim, a expressão genuína de um instante criativo. Reforçando este ideal de maturidade, o mobiliário foi selecionado com base na sua qualidade atemporal: a caixa bar Chet, a poltrona Armstrong, o cavalete Manuk, o puff Kallady, a cadeira Miarin, a mesa componível Kentar e o aparador Manui. Todos escolhidos pela precisão de seus desenhos e pela capacidade de unir funcionalidade e permanência. Segundo o arquiteto, peças essenciais para a construção de um espaço que não busca apenas atender às necessidades práticas do dia a dia, mas também traduzir identidade e emoção ao longo do tempo.

Priscilla Muller / @primuller.arq

Em Origem, projeto que engloba living, biblioteca e hall, Priscila Muller explora a maturidade como leveza e confiança. Para a arquiteta, amadurecer é aceitar que não temos controle sobre tudo e, ainda assim, viver com serenidade, reconhecendo quem somos e, principalmente, quem não somos. É também reconhecer os aprendizados ao longo da jornada, mas sabendo que nunca seremos completamente maduros. Reflexo dessas convicções, seu ambiente ousa nas escolhas, valoriza o silêncio e transforma o ato de habitar em uma experiência leve e altamente significativa.

A cor terracota domina a paleta, trazendo calor e intensidade, enquanto a iluminação suave, e delicada, reforça o caráter acolhedor. O mobiliário prima por sua capacidade de produzir conforto e oferecer acolhimento. Assim, o módulo e puff Pluma, as poltronas Calisto e Mios, as mesas de centro Pandia e Davis, além do banco Lucero, compõem um espaço pensado para o uso cotidiano e o bem-estar permanente. Entre todos os móveis, a poltrona Calisto ocupa lugar especial: moderna e exclusiva, segundo a profissional, é ela que confere uma personalidade singular ao conjunto.

Samara Barbosa / @arq_samarabarbosa

Em meio à velocidade e às urgências da vida contemporânea, Samara Barbosa apresenta um espaço criado para celebrar a convivência: o café servido sem pressa, a taça de vinho compartilhada, a conversa que se prolonga, o livro aberto sobre a mesa. Em Tempo de Encontro a maturidade se traduz na escolha de materiais que envelhecem com beleza, uma vez que, para a arquiteta, o importante é perceber que o tempo não tira valor das coisas; pelo contrário, ele revela aquilo que realmente importa. Selecionado para compor essa atmosfera de permanência e acolhimento, o sofá Piero estrutura o living com linhas generosas e curvas que convidam ao relaxamento, criando um eixo de conforto e convivência. As poltronas Harrison e Carrie, por sua vez, acrescentam personalidade: a primeira com imponência e proporções marcantes, a segunda com suavidade e versatilidade, permitindo diferentes formas de uso. Entre todas as peças, porém, a caixa bar Pietra é o móvel que traduz a essência do projeto. Mais do que mobiliário, ela simboliza hospitalidade e acolhimento, afinal, abrir suas portas para servir um café ou um vinho oferece sempre a oportunidade de um novo encontro.

Suelen Parizotto Arquitetos / @suelen_parizotto_arquiteta

Há momentos na vida em que a maturidade se revela como liberdade de viver de acordo com nossos próprios valores, sem precisar da aprovação dos outros. Foi com base nessa visão que a arquiteta Suelen Parizotto concebeu o Living Raízes: um espaço criado para traduzir autenticidade e pertencimento, que presta uma homenagem às histórias que nos moldam e às memórias que nos acompanham. Com base em uma paleta de cores sóbria –, em tons de marrom, fendi e café – e materiais como madeira, couro e tecidos naturais para reforçar a ideia de permanência e essencialidade.

Dando corpo a essa narrativa, a escolha do mobiliário evoca valores perenes e essenciais: o módulo Maddox e as poltronas Kan e Luna estabelecendo o tom de acolhimento. As mesas de apoio como a Fylla, Croma e Nambu oferecendo versatilidade e leveza. E, finalmente, a mesa de centro Grid, tomada pela arquiteta como peça de contemplação, com seu interior de vidro trabalhado, produzindo uma sensação de profundidade acentuada, e surpreendendo o olhar. Para Suelen, um exemplo perfeito do melhor design contemporâneo: sofisticado e capaz de atravessar o tempo.

Talita Nogueira / @talitanogueiraarquitetura

Entre Tempos – espaço residencial híbrido que reúne living, quarto e jantar – criado pela arquiteta Talita Nogueira, é uma declaração sobre liberdade e desapego. Inspirado em referências artísticas locais, como o quadro da artista Ju Maia, o projeto celebra a história como patrimônio maior. É um espaço que aponta a maturidade como autonomia: reconhecer que nossa trajetória, com suas camadas e memórias, é o que nos torna verdadeiramente independentes. Reforçando a narrativa de que a construção de um ambiente não deve se limitar a tendências passageiras, mas sim, traduzir repertório e história, o mobiliário assume papel protagonista. O sofá Eos estabelece o eixo de conforto, enquanto mesas como a Yego, Moon e Brass oferecem versatilidade e sofisticação. A cabeceira Mira e o aparador Arco reforçam a ideia de permanência tão cara à arquiteta, ao mesmo tempo em que a moldura Orbit cria um ponto de contemplação. Entre as peças preferidas da profissional, a mesa Shah, a cadeira Vimen e a poltrona Pol ocupam lugar especial: são escolhas recorrentes, que se tornaram quase assinaturas em seus projetos, traduzindo pertencimento e autenticidade.

Viviane Loyola Arquitetos Associados / @viviane_loyola

Para a arquiteta Viviane Loyola, a maturidade, traduzida na criação de espaços contemporâneos, está em compreender que a verdadeira sofisticação não está em perseguir o novo indistintamente. Mas, sim, aquilo que, de fato, permanece. Em criar espaços que acolhem, equilibram elegância e conforto e, acima de tudo, continuam fazendo sentido ao longo do tempo. Tal como neste refúgio integrado – com living, jantar e suíte –, que celebra a chegada da maturidade não como um marco cronológico, de passagem do tempo, mas como conquista de um olhar mais atento e consciente sobre a vida. Um olhar capaz, por exemplo, de selecionar, em meio ao acervo Artefacto, os móveis mais afinados com a linguagem atemporal e as proporções equilibradas do seu projeto. Como o sofá São Paulo que organiza a área de estar, acompanhado pelas mesas de centro Ginza e Pandia e pelas mesas laterais Halston e Ginza. Assim como, no dormitório, a cabeceira Piet, a cômoda Ray e a mesa de cabeceira Berge que reforçam a ideia de permanência. Sem esquecer, claro, da mesa de jantar Circa que ocupa papel central na composição, sinalizando a troca de experiências e a construção de memórias.

Wolfgang Schlögel / @wolfgangschlogelpaisagista

No trabalho de Wolfgang Schlogel, maturidade significa respeito. Tanto no âmbito pessoal quanto profissional. Essa visão se reflete em seus projetos paisagísticos, concebidos para valorizar o que já existe na natureza e, quando necessário, apenas complementar com sensibilidade. Em seu jardim – que reúne espelho d'água, vegetações diversas, deck em madeira, vasos, esculturas, além de um painel artístico em cerâmica –, rochas e tons terrosos reforçam a conexão com a natureza, enquanto o verde predomina como cor essencial. A iluminação, pontual e calma destaca elementos-chave, criando uma atmosfera serena e acolhedora, adaptada aos mais diversos momentos.

Sintonizado com a proposta do paisagista, o mobiliário outdoor foi escolhido pela sua qualidade construtiva e capacidade de compor o projeto, sem no entanto interferir na leveza geral da composição. Entre os destaques módulos como o Zazah; poltronas como a Gap; e mesas de centro como a Lexter. A poltrona Calisto, porém, ocupa lugar especial: sua transparência e delicadeza permitem uso direto sobre o gramado, integrando-se, como poucas, ao desenho da área.

Serviço

Artefacto

Rua Comendador Araújo, 672 / Curitiba

Artefacto celebra 50 anos e novo momento em Florianópolis

A Artefacto reuniu arquitetos, designers de interiores, convidados e nomes da cena catarinense para a abertura da Mostra Artefacto Florianópolis 2026, em uma noite que marcou as celebrações dos 50 anos da marca e um novo capítulo de sua presença em Santa Catarina.

Com o tema “Maturidade”, a edição propõe um olhar sobre o tempo, a permanência e as experiências acumuladas, traduzidos em ambientes autorais assinados por profissionais da arquitetura e do design de interiores. A proposta ganha significado especial justamente no ano do cinquentenário da Artefacto, ao estabelecer um diálogo entre trajetória, identidade e as novas formas de morar.

A noite também celebrou a expansão da operação em Florianópolis, que ganha uma nova área e amplia a experiência oferecida a profissionais e clientes. O movimento integra o atual ciclo de investimentos da Artefacto em seus principais endereços no país e reforça a importância de Santa Catarina dentro da estratégia de crescimento da marca.

Outro destaque da Mostra é a Artefacto Edition 2026 – Cosmos, assinada pela diretora criativa Patricia Anastassiadis. Inspirada na ideia de ordem e totalidade do universo, a coleção explora linhas precisas e materiais como pedra, vidro martelado, metal, couro e camurça, em peças concebidas para atravessar o tempo.

Inverno: mantas e velas transformam a casa em um ambiente acolhedor

Mostra Artefacto Rio de Janeiro - Claudia Pimenta e Patricia Franco - Credito Marco Antonio (5).jpg
Com a chegada do inverno, os ambientes da casa ganham ainda mais protagonismo. As temperaturas mais baixas convidam a desacelerar e a valorizar espaços que transmitam conforto, bem-estar e uma atmosfera acolhedora, onde cada detalhe contribui para tornar a rotina mais agradável.

Na decoração, pequenos elementos têm o poder de transformar os ambientes. Mantas confeccionadas artesanalmente em lã adicionam textura, aquecem visualmente salas e quartos e proporcionam ainda mais conforto. Já as velas decorativas, mesmo sem fragrância, complementam a composição dos espaços por meio de formas, materiais e acabamentos que reforçam a sensação de aconchego.

Para a estação, a Artefacto Home apresenta uma seleção de mantas produzidas manualmente em lã, que evidenciam o cuidado com o acabamento e a valorização do trabalho artesanal. A curadoria também reúne velas decorativas em diferentes formatos e materiais, como concreto e metal, peças que unem design e sofisticação para compor mesas de centro, aparadores, estantes e cantos de leitura.

A combinação de texturas naturais, iluminação suave e objetos cuidadosamente escolhidos cria ambientes elegantes e convidativos, mostrando que pequenos detalhes são capazes de aquecer a decoração e tornar a casa ainda mais confortável durante o inverno.

Artefacto

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Dia dos Pais | Artefacto sugere suporte para vinho como presente

Para o especial de Dia dos Pais, a Artefacto sugere uma peça que combina funcionalidade, design e sofisticação: o Suporte para Vinho, desenvolvido em aço inox.

Com desenho contemporâneo e presença escultórica, a peça valoriza o ritual de servir e apreciar um bom vinho, transformando-se também em um elemento de destaque na decoração. Uma sugestão para pais que apreciam design, bons momentos e objetos que atravessam o tempo.

Suporte para Vinho
Material: aço inox
Medidas: 20 x 50 x 50 cm
Aberto: 20 x 50 x 67 cm

Preço: R$ 15.780,00

link com as imagens em alta - https://drive.google.com/drive/folders/1OSeqdGupZtTYtAzL2STYmVcILRF0Njrz?usp=sharing

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Quando a embalagem vira design: Artefacto Home lança sacolas reutilizáveis e sustentáveis

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Como parte de suas iniciativas voltadas à sustentabilidade e à evolução da experiência de marca, a Artefacto Home passa a adotar um novo modelo de embalagem para seus produtos: sacolas reutilizáveis desenvolvidas para ter múltiplos usos no cotidiano.

Mais do que um simples invólucro, a nova embalagem foi pensada como um objeto funcional e durável, capaz de prolongar sua vida útil muito além do momento da compra. As sacolas podem ser reutilizadas de diferentes formas — como sacola de mercado, cesto de roupas, lancheira, porta-vinhos ou organizador doméstico — transformando o que antes seria descartável em um item de uso contínuo.

Produzidas a partir de papel lavável, as peças apresentam textura semelhante ao couro e combinam resistência, leveza e flexibilidade. O material é durável, lavável e reciclável, podendo ser higienizado como um tecido comum, tanto manualmente quanto em máquinas de lavar roupa.

Além do caráter funcional, o projeto reforça o compromisso da Artefacto com práticas responsáveis. O material utilizado é produzido 100% a partir de polpa de madeira de celulose proveniente de fontes sustentáveis, com certificações FSC (Forest Stewardship Council) e Oeko-Tex, garantindo rastreabilidade e padrões ambientais reconhecidos internacionalmente.

Com design exclusivo desenvolvido para a marca, as novas sacolas estão disponíveis em cinco tamanhos, adaptando-se desde pequenos objetos até peças maiores, acompanhando diferentes tipos de produtos comercializados pela Artefacto.

A iniciativa reflete uma visão contemporânea de design, na qual estética, funcionalidade e responsabilidade ambiental caminham juntas. Ao transformar a embalagem em um objeto durável e reutilizável, a Artefacto reforça a ideia de que o design pode estender seu impacto positivo para além do produto, incorporando novas práticas de consumo mais conscientes.

Artefacto apresenta a Mostra 2026 no D&D Shopping com o tema “Maturidade”

Evento reúne nomes da arquitetura e do design de interiores e marca o lançamento da coleção Cosmos, assinada

por Patricia Anastassiadis.

No ano em que celebra 50 anos, a Artefacto leva ao D&D Shopping mais uma edição de sua
Mostra, que em 2026 propõe uma reflexão sobre o tempo a partir do tema “Maturidade”.
Reunindo arquitetos e designers de interiores, o projeto transforma o espaço em uma vitrine
do morar contemporâneo, onde cada ambiente explora a precisão das escolhas, a força dos
materiais e a construção de narrativas mais depuradas. Aqui, maturidade se traduz menos
como passagem do tempo e mais como síntese, um olhar que elimina excessos e valoriza o
essencial.
Instalada em um dos principais endereços de design de São Paulo, a Mostra apresenta uma
sequência de espaços que equilibram forma, função e permanência, em composições que
refletem diferentes leituras sobre o tema, sempre a partir de uma estética contida e
consistente.
No mesmo contexto, a marca lança a Artefacto Edition 2026 Cosmos, coleção assinada por sua
diretora criativa, Patricia Anastassiadis. Inspirada na ideia de ordem e totalidade, a linha
propõe um mobiliário de presença serena, com desenho preciso e uma pesquisa refinada de
materiais.
“Chegar aos 50 anos é um momento de reflexão e celebração. A maturidade, para nós,
representa a capacidade de evoluir sem perder a essência”, afirma Paulo Bacchi.
Esperamos vocês!
Mostra Artefacto 2026 D&D Shopping

CAMILA PIMENTA (@camilapimentaoficial)
Arquiteta e designer de interiores, Camila Pimenta atua no mercado nacional e internacional
com projetos residenciais e corporativos que evidenciam a arquitetura como ferramenta
estratégica de valorização patrimonial, sem abrir mão da identidade. À frente de um escritório
estruturado em São Paulo, desenvolve soluções que integram arquitetura e interiores com
consistência e precisão.
Para esta edição da Mostra, assina a vitrine concebida como uma homenagem ao legado da
marca em seu ciclo de 50 anos. Intitulado “Reflexos do Tempo”, o projeto parte da ideia de
permanência, aquilo que atravessa o tempo e se consolida, e se traduz em um jantar integrado
ao estar, estruturado por decisões claras e bem definidas. A instalação em planos de vidro
suspensos adiciona leveza ao conjunto, enquanto peças como a mesa de jantar Lena, a caixa
bar Pietra e a poltrona Greek reforçam a narrativa proposta.

DÉBORA VALENTE (@deboravalentedv)
Designer de interiores, Débora Valente desenvolve projetos residenciais e corporativos com
abordagem autoral e olhar atento à materialidade. Baseada em São Paulo, sua atuação se
destaca pela construção de ambientes que equilibram funcionalidade e expressão.
Na Mostra Artefacto, apresenta um living integrado ao quarto e home office, com 68 m2, em
que o conceito de maturidade se manifesta por meio de escolhas conscientes e da valorização
do essencial. Mármore, madeira e tecidos compõem a base do projeto, criando uma atmosfera
acolhedora e precisa. A narrativa é conduzida pelo mobiliário, com destaque para a mesa de
jantar Lena, a poltrona Poline e os puffs Dorset.

HAYASAKI ARQUITETURA (@hayasakiarquitetura / @fabianohayasakiarquiteto /
@taniahayasaki / @belaharumi)
Com base no interior de São Paulo, o escritório Hayasaki Arquitetura, composto por Fabiano
Hayasaki, Tania Hayasaki e Isabela Hayasaki, reúne um repertório sólido na criação de projetos
que articulam design, técnica e linguagem contemporânea. A atuação abrange diferentes
tipologias, sempre com atenção à coerência espacial e à qualidade dos detalhes.
Para a Mostra, os profissionais apresentam o ambiente “Essência do Tempo”, um espaço de
78,10 m2 que integra living, jantar e quarto. O projeto traduz o conceito de maturidade como
evolução e consistência, por meio de uma composição que privilegia madeira, tons de marrom
e nuances greige. Peças como o sofá Argand, a cama Tassel e a mesa de centro Modi
estruturam o ambiente com sobriedade e permanência.

JOIA BERGAMO ARQUITETURA E DESIGN DE INTERIORES (@joiabergamo)
Com mais de três décadas de atuação, Joia Bergamo constrói uma trajetória marcada pela
criação de ambientes que aliam sofisticação e bem-estar. À frente de seu escritório,
desenvolve projetos residenciais e corporativos com forte apuro estético e domínio de
composição.
Na Mostra Artefacto, apresenta o espaço “Entre asas e raízes”, um living de 62 m2 integrado ao
jantar. O projeto traduz a maturidade como equilíbrio, refletido em uma paleta que transita
entre tons naturais e verdes, com madeira em boiserie, pedras e superfícies monocromáticas.
A iluminação, conduzida por um elemento em vidro soprado, valoriza o conjunto, enquanto o
mobiliário, com destaque para o módulo Baco, as poltronas Nyx e a mesa de jantar Halston,
finaliza a proposta com unidade.

LETHICIA PANOSSIAN (lethicia_panossian)
Diretora criativa do Mapa Group, Lethicia Panossian atua no desenvolvimento de projetos de
interiores voltados a um público exigente, com presença no Brasil e no exterior. Sua produção

se destaca pela construção de ambientes equilibrados, com atenção ao detalhe e à experiência
sensorial.
Nesta edição, assina um loft de 59,40 m2 que traduz a maturidade como síntese e clareza. O
projeto valoriza texturas, tecidos naturais e uma paleta em tons neutros, pontuada por metais
e detalhes sutis. A iluminação foi pensada para proporcionar conforto visual e destacar o
mobiliário, que conduz a narrativa do espaço, com peças como a mesa de jantar Minos, o sofá
Eos e a poltrona Pol.

LUCIANA ALMEIDA (@lucianaalmeidaarquitetura)
Arquiteta e designer de interiores, Luciana Almeida conduz seu escritório há mais de duas
décadas, desenvolvendo projetos residenciais e corporativos pautados por precisão e
sensibilidade.
A profissional apresenta um ambiente de 54 m2 que interpreta o conceito de maturidade a
partir de escolhas conscientes e bem resolvidas. O espaço parte do reconhecimento da
trajetória da marca e se traduz em um refúgio contemporâneo, onde o mobiliário assume
papel central. As estantes Maurice estruturam a composição e estabelecem um diálogo
afetivo, enquanto peças como a poltrona Calix e o sofá Papillon reforçam a unidade do
projeto.

OLEGÁRIO DE SÁ (@olegariodesa_arquiteto)
Arquiteto e urbanista, Olegário de Sá constrói uma linguagem reconhecida pela integração
entre arquitetura, interiores e paisagem. Seus projetos valorizam a espacialidade, a luz natural
e a curadoria cuidadosa de materiais e mobiliário.
Para a Mostra Artefacto, assina uma vitrine de 47,20 m2 que traduz a maturidade como
resultado do tempo e da permanência. O espaço é estruturado por uma base neutra, com uso
de madeira e revestimentos naturais, criando um cenário que valoriza o mobiliário. Peças
como a estante Maurice, a mesa de jantar Arco e a cadeira Aurea compõem a narrativa com
equilíbrio e precisão.

SHIRLEI DIAS (@s.a.arquitetosassociados)
À frente da SA Arquitetos Associados, Shirlei Dias acumula mais de duas décadas de atuação
no desenvolvimento de projetos residenciais e corporativos. Sua abordagem combina
estratégia, técnica e acompanhamento integral das etapas do projeto.
Na Mostra, apresenta um living com jantar de 57 m2, no qual o conceito de maturidade é
explorado a partir da relação com o tempo e a memória. A madeira assume protagonismo no
espaço, criando unidade entre paredes e teto, enquanto os materiais e texturas constroem
uma atmosfera acolhedora. O mobiliário, com peças como a poltrona Pollux, o módulo Escape
e o balanço Grano, estrutura a composição e reforça o conceito.

Serviço
Artefacto D&D Shopping
AV. das Nações Unidas, 12.555

Mostra Artefacto 2026: Patricia Penna aposta em materiais nobres e obras de arte marcantes

Patricia Penna aposta em materiais nobres e obras de arte marcantes em seu espaço na Mostra Artefacto 2026 que reflete sobre maturidade
Na celebração de 50 anos da marca, a profissional projetou um grande estar e jantar integrados, valorizados por elementos longevos e etéreos, como boiserie com marchetaria e pedras naturais, além das obras assinadas por Candido Portinari, Eleonore Koch, Amílcar de Castro e Hércules Barsotti

Neste generoso estar integrado com jantar, de 110m², o visitante mergulha em um projeto sofisticado, com materiais e desenhos atemporais, representados por tecidos, mobiliários levemente orgânicos e objetos cuidadosamente selecionados | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: Massimo Failutti
Comemorar meio século é uma realização inesquecível e serviu de norte para a Mostra Artefacto 2026, de portas abertas a partir de março, com o apropriadíssimo tema Maturidade. Desta vez, o título também ajudou a direcionar a escolha dos nomes de profissionais que foram convidados para projetar os ambientes do showroom, a exemplo de Patricia Penna, do escritório Patricia Penna Arquitetura & Design, que completa sua 17ª participação no evento.

“A palavra que melhor define maturidade para mim é autoconhecimento, pois conforme experienciamos as situações ao longo do tempo, somos levados a nos conhecer melhor e encontrar a maneira que devemos viver para sermos mais felizes”, observa a profissional, que procurou abordar esse conceito através do desenvolvimento de um projeto elegante e, ao mesmo tempo, simples. Living, jantar e o lounge dedicado ao estar projetados por Patricia e sua equipe apresentam, sob uma nova óptica, elementos clássicos e duradouros no décor, que venceram o tempo e se firmaram como pilares que não fenecem com o passar das tendências.

A maturidade bem representada por escolhas atemporais
O projeto é composto por um generoso living, em um dos lados, e, do outro, há os espaços de jantar, bar e lounge de estar – tudo junto responde pelos 110m² dedicados ao conforto e bem-estar. Com layout dinâmico e fluido, a sala de jantar mistura cadeiras e mesa de design moderno em contraponto ao icônico lustre de cristais de rocha, que relembra as décadas 1960 e 1970.

Logo após os dois pilares, com a função de biombos que ancoraram o bar, formado pelo aparador com tampo de pedra retroiluminada, Patricia propôs um lounge circular mais intimista. Com uma estante metálica de nichos iluminados ao fundo, essa área fica envolvida por sofás e poltronas curvas que abraçam quem chega, delicadamente abraçados pelo tapete redondo.

“Totalmente integrados, os ambientes apresentam elementos clássicos e atemporais que refletem bom gosto e longevidade”, revela a profissional que optou também por uma iluminação indireta e mais intimista como estratégia para entregar a atmosfera de acolhimento em todo o espaço.

Em contraposto ao pendente de cristais de rocha, o piso de tauari claro tem a sofisticada paginação escama-de-peixe. A base neutra, proporcionada pelos tons de cinza e chumbo dos demais revestimentos, permite que o tom amadeirado transmita a sensação de amplitude e aconchego do ambiente | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image
Materiais etéreos e longevos
Para Patricia Penna, a maturidade no ambiente pode ser transmitida através dos materiais resistentes, atemporais e duradouros, selecionados de maneira minuciosa para compor o espaço. As boiseries, por exemplo, são de madeira, com marchetaria, já os painéis que dão a forma curva às paredes apresentam interseções metálicas.

Outros elementos também encantam pelo seu impacto visual e sua composição inigualável, como o lustre executado em cristal de rocha, suscitando um peso histórico ímpar para sua composição com pedras de ônix translúcido. O espelho circular na parede lateral da mesa de jantar reflete a luminária, os frisos e as canaletas douradas do teto, resultando em um verdadeiro cenário cinematográfico.

Executada com aplicações de marchetaria, a boiserie rememora um elemento clássico sob um olhar atual. A iluminação valoriza cada detalhe do trabalho. À direita, destaque para a obra de Amílcar de Castro | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image

Surpreendente, a estante vazada de serralheria reúne nicho piso-teto, executado no exótico quartzito “Jungle Stones”. A iluminação indireta assegura a vocação intimista do ambiente, transformando a estante no lugar perfeito para receber peças decorativas e obras de arte | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image

Entre o jantar e o estar circular, o aparador que conta com o tampo executado no “Quartzo Cristallo” retroiluminado, fica suspenso pelos pilares revestidos de papel com textura “croco”. | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Fotos: JP Image
Mobiliário como expressão artística
O mobiliário escolhido para o estar foi pensado para explorar todas as potencialidades do design das peças, apostando, na mesma medida, numa estética marcante e clean. Como essência, todo o setor se torna um recanto convidativo e relaxante. “Somando a qualidade do mobiliário da Artefacto e a iluminação, o ambiente promove ótimas conversas e um estar planejado para ser aproveitado por horas a fio”, exalta Patricia.

A escolha das peças teve como ponto de partida o desenvolvimento de uma linguagem que contasse um pouco da história da trajetória da marca. Assim, a profissional selecionou móveis que são verdadeiros clássicos como o Sofá São Paulo, um modelo reto e atemporal. Peças, como os sofás e poltronas da linha Carrie e as cadeiras de jantar com referências ao movimento art nouveau, também integram a proposta de contar a história do design de interiores através do mobiliário.

Mais do que um espaço de estar, o projeto é uma narrativa de maturidade: um depoimento em três dimensões no qual arquitetura, arte e mobiliário se encontram para afirmar o que é essência e celebrar o autoconhecimento | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Fotos: JP Image

De formato esguio e altura mais baixa, o mobiliário da Artefacto favorece a circulação, enquanto o design orgânico das peças concebe uma constituição que honra o passado e apresenta uma nova roupagem para as curvas | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Foto: JP Image
Obras de arte que atravessaram décadas
Para a arquiteta Patricia Penna, seria impossível construir um ambiente que exemplificasse a maturidade sem as obras de arte apresentadas. No seu entendimento, uma curadoria exímia é capaz de contar histórias, reflexões sobre períodos importantes das épocas e a proeza de revelar a proeminência da proeminência da arte como meio de expressão do ser humano.

“Estou muito feliz por contar com uma seleção grandiosa de expoentes brasileiros, entre eles, Candido Portinari, Eleonore Koch, Amílcar de Castro e Hércules Barsotti, que ocupam pontos estratégicos dos espaços para que possam ser admirados numa visualização 360°”, explica ela sobre o posicionamento das obras.

Em cooperação com a Galeria Almeida & Dale, o ambiente também engloba instalações e obras de Marlene Almeida e Amílcar de Castro que, juntamente com os demais artistas, formam uma seleção de obras de peso. Os visitantes também podem apreciar a escultura Mulher Reclinada, de Victor Brecheret, e a obra Tempo da Terra, de Marlene Almeida. “Nosso intuito foi desempenhar uma retrospectiva com expoentes da arte moderna e contemporânea, valorizando o peso cultural de artistas de nosso país”, acrescenta Patricia.

Em dos espaços do living, a obra Retrato de Yolanda Cozzo (1930), de Candido Portinari, rouba a cena. Atrás do sofá curvo da Artefacto, a gallery wall reúne obras de Eleonore Kock e Farnese de Andrade | Projeto: Patricia Penna Arquitetura & Design | Fotos: JP Image

Mostra Artefacto Haddock Lobo 2026
Até novembro de 2026.
Rua Haddock Lobo, 1405, São Paulo
De Segunda-feira a Sexta-feira das 10h às 19h; De Sábado das 10h às 18h
@artefactooficialbrasil
www.artefacto.com.br

Sobre Patricia Penna
No mercado há mais de 25 anos, a arquiteta Patricia Penna é destaque de mostra de decoração no Brasil e no exterior. Com a equipe multidisciplinar que faz parte do escritório Patricia Penna Arquitetura & Design, assina projetos de arquitetura e design de interiores nas áreas residenciais, corporativos e institucionais.
Seu principal objetivo é atender às expectativas de cada cliente, traduzindo seus anseios e concretizando-os. Transitando por estilos variados, trabalha com grande apuro e cuidado ao lado da equipe para atingir um resultado marcado pelo ecletismo e, sobretudo, pela identificação particular de cada cliente com o seu próprio projeto.

Patricia Penna Arquitetura & Design
Alameda Santos, 2326 – São Paulo | (11) 99792-0208

Rua Armando D’Oliveira Cobra, 50 – São José dos Campos | (12) 3209-9785
www.patriciapenna.arq.br
@patricia_penna_arquitetura

ARTEFACTO APRESENTA CURADORIA EXCLUSIVA PARA A COR DO ANO 2026 DA PANTONE

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Pantone revela “Cloud Dancer” como a cor do ano 2026 — um branco suave, puro e etéreo que simboliza serenidade, recomeço e clareza emocional. A tonalidade, inédita na história do programa por ser o primeiro branco eleito como “Color of the Year”, reflete um movimento global de busca por calma, leveza e equilíbrio em meio ao excesso de estímulos contemporâneos.

Em sintonia com essa tendência, a Artefacto apresenta uma seleção especial de peças que traduzem o espírito do Cloud Dancer por meio de materiais naturais, texturas acolhedoras e design brasileiro contemporâneo.

Com sua curadoria, a marca destaca mobiliário que expressa o conceito de “silêncio visual”, ambientes que abraçam, respiram e recebem a luz com suavidade.

Para a Artefacto, a cor do ano reforça a relevância dos neutros sofisticados e das superfícies que acolhem. Cloud Dancer conecta-se diretamente ao DNA da marca, que valoriza madeira natural, tecidos puros e marcenaria de excelência; elementos que traduzem o desejo contemporâneo por bem-estar, tranquilidade e design atemporal.

A Artefacto está disponível para envio de imagens em alta resolução, informações detalhadas das peças e suporte para pautas sobre tendências, design de interiores e lifestyle.

Entre os produtos que dialogam com a paleta 2026, estão:

Link com diversos produtos - https://drive.google.com/drive/folders/1jQmUXfhSqv2ibHMf0Ue8yzn-iixItUuW?usp=sharing

Jogos que viram objetos de desejo neste Natal

Neste Natal, a Artefacto Home convida a transformar o ato de presentear em uma experiência de estilo, elegância e diversão. A coleção especial de jogos e kits de presente combina design impecável e funcionalidade, criando momentos únicos para quem aprecia o equilíbrio entre estética e lazer.

Entre as sugestões, destacam-se os clássicos como xadrez, gamão e dominó — reinventados em versões sofisticadas, que se transformam em verdadeiros objetos de decoração.

Mais do que simples passatempos, os jogos da Artefacto Home celebram o convívio e o prazer de viver bem — em casa, no campo ou à beira-mar. Ideais para quem valoriza o design em cada detalhe, eles se tornam o presente perfeito para surpreender com charme e personalidade.

Artefacto Home — o design como estilo de vida.

Visite as lojas e descubra os presentes que inspiram momentos inesquecíveis neste Natal.

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Jogo Dominó
Material Acrílico
Medidas: 29x4.5x10cm
R$ 990,00
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Jogo Gamão
Material Acrílico
Medidas: 30x24x5.6cm
Preço: R$ 1.693,00

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Jogo Xadrez
Material Acrílico
Medidas: 30x30x3cm
Com gaveta para guardar as peças
R$ 1.899,00

Obras do Jardins Artefacto by Swell têm início

Os sócios diretores da Swell Construções Leonardo Pissetti, Vanessa Pissetti, Paulo Bacchi (CEO Global da Artefacto) e Thiago Pissetti - Sócio diretor da Swell
Construções - Crédito Gerson Lima

A Swell Construções dá início às obras do ‘Jardins Artefacto by Swell’, empreendimento que une a tradição de mais de 40 anos da incorporadora curitibana ao design autoral da Artefacto, referência internacional em mobiliário de alto padrão.

Localizado em uma das regiões mais desejadas da capital paulista, o projeto traduz a essência do conceito “Morar com Design”, oferecendo residências que integram sofisticação arquitetônica, interiores assinados e a curadoria estética exclusiva da Artefacto.

Com 70% das unidades já comercializadas, o empreendimento confirma sua relevância no mercado e a forte adesão ao estilo de vida proposto pelas marcas. Assinado pelos escritórios Baggio Schiavon e FN Arquitetura, o Jardins Artefacto by Swell é composto por três torres com 36 casas verticais, de 190m² a 380m² privativos, com três ou quatro suítes. O projeto ocupa um terreno de 8 mil metros quadrados, sendo metade preservada como área verde, e oferece diferenciais como spa, espaço beauty, concierge e áreas comuns mobiliadas pela Artefacto, com projeto de interiores da arquiteta Juliana Meda.

“O Jardins Artefacto by Swell representa a união entre arquitetura e design como pilares de valorização de um imóvel, entregando aos clientes uma experiência única de morar com estilo e autenticidade”, afirma Paulo Bacchi, CEO da Artefacto.

Para Vanessa Pissetti, diretora-administrativa da Swell Construções, “a missão das duas marcas vai além de lançar um novo empreendimento. Queremos criar um novo estilo de vida, onde luxo é ser dono do seu próprio tempo e viver com autenticidade, com significado. É desacelerar e priorizar o que realmente faz sentido em nossa vida. E os nossos clientes estão se conectando com essa nova proposta de morar”.

O início das obras marca um novo capítulo para a Artefacto e para a Swell, reforçando o compromisso de ambas em oferecer inovação, qualidade e diferenciação ao mercado imobiliário brasileiro.

Artefacto Curitiba abre Mostra anual

Uma exibição de design ou uma exposição de arte.

O tema da Mostra Artefacto 2025, "Viver com Arte”, propõe uma nova janela para um mundo idílico: a arte, em todas as suas formas - desde que seja a que mais converse com você.

Espaços que integram o melhor do design ao melhor da produção artística contemporânea, com ideias escapistas que estão na cartilha de todo arquiteto. Uma leitura mais intelectual, que se apropria panoramicamente dessas expressões para agregar valor ao mobiliário da marca, de um jeito estético e ergonômico.

Inspirada fortemente pelo histórico Manifesto das Belas Artes, do italiano Ricciotto Canudo (1877-1923), a Mostra Artefacto 2025 conecta essa visão ao tema. Canudo defendia a ideia de que as artes deveriam se unir em uma sinfonia que capturasse a essência da experiência humana: a mostra reflete essa integração, promovendo ambientes em que design e arte contemporânea dialogam de forma harmônica, transcendendo
o utilitarismo e transformando cada peça em uma expressão artística e emocional.

A Artefacto, com seu compromisso de inovar, dá um passo adiante ao unir a alta decoração ao manifesto das belas artes, transformando cada peça em uma expressão única de criatividade.

Um novo olhar - e um olhar para o novo.

Esperamos vcs!

MOSTRA ARTEFACTO 2025

Ana Letícia Virmond, Ary Jacobs e Renan Mutao, Bo. Arch Studio, Carol Bollmann, Caroline Andrusko Arquitetos, Cris Daros, Deborah Nicolau e Ana Carolina Wojciechowski, Elaine Zanon e Claudia Machado, Ester Kloss Arquitetos Associados, Fabio Petillo, Jacy Ebrahim Largura e Camila Ebrahim Largura, Jayme Bernardo Arquitetos, Jocymara Nicolau, Juliana Meda, Larissa Galindo Arquitetura, Lisiê Pissetti, Samara Barbosa, Suelen Parizotto Arquitetos, Talita Nogueira, Viviane Loyola Arquitetos Associados, participam desta edição da Mostra Artefacto.

Mostra Artefacto Curitiba - Ana Letícia Virmond - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Ana Letícia Virmond (@analeticiavirmond)

Ana Letícia Virmond traduz o conceito de “Viver com Arte” por meio de um loft integrado onde arquitetura, arte e cotidiano se entrelaçam com harmonia e fluidez. A paleta em tons de areia e off-white é acentuada por madeira escura e aço, enquanto texturas como linho, couro e mármore branco polido criam uma atmosfera acolhedora e elegante. Os móveis da Artefacto, com suas linhas esculturais e refinadas, tornam-se pontos focais e sensoriais, elevando o espaço à condição de obra viva. Influenciada pela convivência afetiva com seu pai, um apaixonado pelas artes, Ana desenvolveu desde cedo uma sensibilidade estética que permeia sua abordagem profissional. Para ela, arte é linguagem, memória e presença – e deve habitar o dia a dia de forma orgânica e emocional. “Minha identidade profissional é guiada pela sensibilidade, pela elegância atemporal e pelo equilíbrio entre forma, função e emoção.”

Mostra Artefacto Curitiba - Ary Jacobs e Renan Mutao - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Ary Jacobs e Renan Mutao (@architetonika)

Para Ary Jacobs e Renan Mutao a arte não é coadjuvante: é ponto de partida, estrutura e desfecho neste projeto para a Mostra Artefacto onde o mobiliário foi curado com precisão, compondo uma narrativa calorosa e habitável. O módulo Key Biscayne amplo funciona como convite ao relaxamento e ao convívio; as poltronas Calixto e Crandon, estrategicamente posicionadas diante da caixa-bar Chet, sugerem encontros e pausas afetivas. A mesa de centro apoia momentos cotidianos – de uma leitura a um brinde –, enquanto a estante acolhe livros e objetos afetivos que conectam o morador ao mundo. O resultado é um espaço que transcende a estética e se revela como um refúgio contemporâneo. Um ambiente multifuncional que acolhe tanto o convívio quanto o recolhimento.

Mostra Artefacto Curitiba - Bo. Arch Studio - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Bo. Arch Studio (@bo.archstudio)

Inspirado na força evocativa da arte, o ambiente assinado por Marina Carvalho e Thalita Peron, do Bo. Arch Studio, propõe um respiro sensível em meio ao cotidiano acelerado. Um lugar que silencia o ruído externo e convida à escuta interna. No espaço, cada curva, textura e escolha estética nascem de uma narrativa afetiva, ancorada na obra “Jardim Secreto”, do artista curitibano Emerson Persona – ponto de partida criativo que reverbera em contornos orgânicos, cores improváveis e atmosferas quase oníricas. O mobiliário, com acabamentos artesanais e traços fluidos amplia essa experiência sensorial – mais do que decorar, acolhe. Pensado como um refúgio íntimo, o ambiente desperta uma sensação de abrigo. Não apenas físico, mas emocional. “Queríamos criar um espaço que escuta, conforta, cura e abraça”, dizem as arquitetas.

Mostra Artefacto Curitiba - Carol Bollmann - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Carol Bollmann (@carol_bollmann)

Na Suíte Master criada por Carol Bollmann para a Mostra 2025, a arte não só ornamenta: ela conduz. O espaço nasce da contemplação da obra de Carlos Araújo, cuja sensibilidade para o sagrado ecoa profundamente na alma da arquiteta. Inspirada por esse diálogo entre espiritualidade e beleza, Carol concebe um ambiente que vai além do repouso físico: ali, o descanso é também da alma. A curadoria de móveis reforça a narrativa: a cama elevada define o centro da composição, enquanto peças como o sofá e a chaise Papillon, as poltronas Vimen, a caixa bar Pietra e as mesas laterais Louise, revelam-se como esculturas funcionais. Não por acaso, Carol descreve essas escolhas como verdadeiras obras de arte: por seu desenho, proporção e capacidade de traduzir sentimentos em forma. A suíte, intitulada “Descanso da Alma”, é também uma síntese da própria trajetória da arquiteta, que também é pianista formada e pintora desde a juventude.

Mostra Artefacto Curitiba - Caroline Andrusko Arquitetos - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Caroline Andrusko Arquitetos (@carolineandruskoarquitetos)

Na intersecção entre o natural e o moldado, Caroline Andrusko propõe uma morada que se lê como paisagem: o espaço não se exibe, ele respira. Para a Mostra, a arquiteta transforma o “Viver com Arte” em gesto essencial, convertendo materiais em linguagem e matéria em silêncio. O ponto de partida é simples e radical: reconhecer na natureza uma estética suficiente: e então, tensioná-la delicadamente com o refinamento do design contemporâneo. O módulo Opus abraça o ambiente com suas linhas generosas; o Austral, comedido, guia o olhar e os movimentos. As mesas de centro Lena e Pandia e a mesa lateral Boyang sintetiza o conceito do projeto: o diálogo entre o bruto e o entalhado, entre a força do mineral e o traço humano. Há quase 20 anos à frente de projetos no Brasil e no exterior, Caroline Andrusko reafirma aqui sua assinatura: uma arquitetura sensível, estratégica e profundamente comprometida com o pertencimento.

Mostra Artefacto Curitiba - Cris Daros - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Cris Daros (@crisdaros_arquitetura)

No espaço assinado por Cris Daros para a Mostra, a arte não ocupa um lugar: ela conduz o pensamento. Habita as entrelinhas do projeto como uma partitura silenciosa, onde cada linha, sombra e textura parecem contar uma história íntima – o ambiente reflete uma busca por leveza: formas orgânicas, proporções precisas e materiais naturais compõem um cenário que não grita, mas sussurra. O sofá Nocmii, com curvas generosas e acolhimento tátil, é o fio condutor dessa narrativa, operando como um ponto de repouso e de encontro que organiza a fluidez ao redor. O espaço foi concebido como uma “galeria viva”, onde morar e sentir se entrelaçam. Nada é imposto: tudo convida – ao toque, ao silêncio, à escuta. “Valorizo a escuta atenta”, diz. E o espaço, de fato, escuta. Cada curva, cada respiro no layout, parece ter sido pensado para acolher não apenas o corpo, mas o estado de espírito de quem o visita.

Mostra Artefacto Curitiba - Deborah Nicolau e Ana Carolina Wojciechowski - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Deborah Nicolau e Ana Carolina Wojciechowski (@deborahnicolau)

Inspiradas pela música, Deborah Nicolau e Ana Carolina Wojciechowski compõem um ambiente que soa como melodia. O espaço assinado pela dupla para a Mostra é mais do que visual: é sinestésico. Evoca ritmo e pausa, volume e silêncio, em formas orgânicas que fluem como notas suaves, onde cada escolha é guiada por esse princípio. A caixa bar Pietra, elemento-chave da composição, não é apenas mobiliário: é presença escultórica, ponto de força e refinamento. A luz, distribuída em focos estratégicos, cria cenas intimistas e acolhedoras, valorizando volumes, texturas e a paleta sensorialmente orquestrada. “Mais do que projetar, buscamos emocionar”, dizem. E o fazem com autenticidade: seus ambientes são extensões do humano – verdadeiros em forma e intenção, pensados para tocar quem chega, como uma partitura feita de afeto.

Mostra Artefacto Curitiba - Elaine Zanon e Claudia Machado - Crédito Marco ANtonio (2).jpg
Elaine Zanon e Claudia Machado (@arquitetareoficial/ @elainezanon /@claudiamachadoarqui)

Há espaços que simplesmente se habitam. Outros se experienciam como se fossem obra viva. É essa a proposta da Arquitetare para a Mostra: um loft espetáculo, onde o “viver com arte” se desdobra em camadas de forma, luz e intenção. No coração do projeto, uma escultura suspensa rompe com a lógica tradicional da exposição estática. Instalada diretamente do teto sobre uma mesa central da Artefacto, ela se impõe não por peso, mas por leveza. O mobiliário reforça essa sensação de pertencimento e conexão por meio de uma paleta clara, com tons neutros e naturais, pontuados por um chocolate caramelo intenso, aquecendo o ambiente e acentuando o contraste entre suavidade e potência, entre delicadeza e presença. Para Elaine e Claudia, arte é presença que interroga. E arquitetura é cultura em movimento. “Queremos que o visitante se sinta dentro de uma obra viva”, explicam.

Mostra Artefacto Curitiba - Ester Kloss Arquitetos Associados - Crédito Fabio Jr Severo (3).jpg
Ester Kloss Arquitetos Associados (@ester.kloss.arquitetos)

No ambiente assinado por Ester Kloss, escultura e habitar se entrelaçam: tudo foi pensado como se o tempo tivesse esculpido o espaço com as próprias mãos. A referência ao manifesto das belas artes não se apresenta de forma literal, mas sensorial – em tramas, fibras, volumes, texturas. O quarto do casal é mais do que refúgio: é poema tátil. Os móveis Beach & Country não foram apenas inseridos: foram o ponto de partida. Mais do que mobiliário, essas peças representam uma filosofia estética – o luxo despretensioso de quem valoriza o tempo, a origem, a matéria. A cabeceira central, emoldurada pela arquitetura, transforma-se em foco da composição, como se repousar ali fosse também um ato escultórico. “Este espaço é uma escultura habitável”, afirmam. E é exatamente isso: um espaço onde se sente a matéria viva, onde se percebe o gesto do fazer manual e onde a natureza se manifesta no projetual.

Mostra Artefacto Curitiba - Fabio Petillo - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Fabio Petillo (@petillo.arq)

Na contramão da pressa cotidiana, “Aether Haus” sugere uma pausa. Assinado por Fabio Petillo para a Mostra, o ambiente é menos um espaço e mais um estado: de presença, contemplação e leveza. No centro da cena, uma escultura co-criada com o artista João Moro serve de âncora. Não adorna: comunica. É a tradução física de um ambiente que, embora projetado para ser um living com jantar e bar, se assume como santuário contemporâneo. A mesa de jantar Eclipse inaugura o ritmo do espaço: elegante, atemporal, silenciosamente potente. Os materiais, escolhidos com o rigor de quem traduz conceitos em textura, reforçam a busca por transcendência, sendo que a estética não está ali para impressionar, mas para ressoar interiormente. “É uma morada para o que não se vê – sensações, memórias, intuições. É arquitetura como arte viva, feita para ser sentida antes de ser entendida.”

Mostra Artefacto Curitiba - Jacy Ebrahim Largura e Camila Ebrahim Largura - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Jacy Ebrahim Largura e Camila Ebrahim Largura (@ebrahimarquitetura /@cymaralargura)

O trio formado por Jacy, Cymara e Camila Ebrahim apresenta um ambiente que traduz a arte como linguagem de identidade e presença, em um projeto que parte da luz natural como fio condutor. No mobiliário, a curadoria reforça a intenção estética e funcional do espaço: a mesa orgânica de centro, com sua presença escultural, atua como ponto de convergência do living, em torno da qual o ambiente se organiza com fluidez. Módulo Kubrick, poltronas Coquille e demais peças de design limpo completam a composição com elegância e conforto, integrando funcionalidade e sofisticação – um refúgio contemporâneo, onde arte, design e natureza se entrelaçam, transformando o morar em uma experiência sensorial e afetiva. Para elas, viver com arte significa habitar um espaço que inspira e emociona.

Mostra Artefacto Curitiba - Jayme Bernardo Arquitetos - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Jayme Bernardo Arquitetos (@jaymebernardoarquitetos)

Em sua participação na Mostra, a arte não é um adereço – é estrutura, conceito, intenção. A vitrine assinada por Jayme Bernardo se divide entre living e jantar com uma planta fluida, porém rebelde. O módulo Meteora, por exemplo, quebra expectativas: de costas para quem observa de fora, ele subverte a lógica da vitrine e redefine o gesto de acolhimento. Aqui, a surpresa é o projeto. Mais do que explorar o tema “Viver com Arte”, Jayme o incorpora como premissa vital. A arte – com “A” maiúsculo – está presente em cada decisão: nas obras escolhidas com precisão cirúrgica, nos objetos cheios de personalidade, no painel de madeira geométrico que se repete ao fundo como textura, ritmo e luz. A mesa de jantar Arco com prato giratório e as cadeiras Carrie ocupam o centro do jantar com a postura de um clássico redesenhado. Jayme tem aversão ao óbvio e faz disso sua maior assinatura. Seu ambiente não é sobre tendências, mas sobre tempo. E sobre estar sempre um passo adiante.

Mostra Artefacto Curitiba - Jocymara Nicolau- Credito Fabio Jr Severo (2).jpg
Jocymara Nicolau (@jocymaranicolauarq)

Na composição assinada por Jocymara Nicolau para a Mostra, arte e arquitetura se dissolvem uma na outra. O espaço nasce da natureza – sua paleta, suas formas, seus intervalos – e transforma o orgânico em design, o design em experiência, e a experiência em tempo. A composição se desdobra em quatro ambientes, costurados por um mesmo espírito: o de uma arte que não se impõe, mas se revela. Obras de artistas como Juliano Lopes, Renata Kandelman, EneGoes e Thiago Bruno surgem como prolongamentos visuais da arquitetura, jamais como apêndices decorativos. Sofás Direc, a cama Zafra, mesas laterais Nusa e cadeiras Batar são mais do que peças: são presenças. Formas que tocam. Texturas que acolhem. Ao fundo, o jardim natural emoldurado pela janela transforma-se em obra viva, dissolvendo os limites entre interior e exterior. Um lugar onde o visitante é convidado a sentir com o corpo, a escutar com o olhar.

Mostra Artefacto Curitiba - Juliana Meda - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Juliana Meda (@julianamedaarquiteta)

O espaço de Juliana Meda para a Mostra é atmosférico – um refúgio onde o tempo desacelera e o silêncio se torna matéria-prima. A escultura de Kyria Oliveira, em tom terroso, opera como pausa: suspensa entre arquitetura e ar, ela ancora o olhar e pausa a pressa de quem passa. Móveis com traços orgânicos, mesas que funcionam como pequenos respiros, tecidos crus, cerâmicas artesanais e superfícies minerais compõem uma partitura tátil onde o olhar repousa e o corpo desacelera. “Quis materializar o ar”, diz Juliana. E conseguiu. O espaço é leve, poroso, quase inaudível. “A arte”, ela afirma, “não vem depois – nasce junto”. E isso se sente em cada centímetro do projeto, que não impõe, mas revela. Ao atravessar o ambiente, o visitante entra num outro tempo: algo mais interno, onde o vazio também fala e onde a beleza não ostenta, mas permanece.

Mostra Artefacto Curitiba - Larissa Galindo Arquitetura - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Larissa Galindo Arquitetura (@larissagalindoarq)

Em sua participação na Mostra, a arquiteta Larissa Galindo propõe um gesto calmo, sutil, porém memorável – seu ambiente convida à desaceleração. Dividido em três espaços integrados – sala principal, hall dos banheiros e lavabo – o projeto nasce do desejo de provocar bem-estar. Na ausência de janelas, Larissa cria uma solução delicada, por exemplo: uma falsa abertura zenital, que simula a luz natural e integra visualmente o verde externo. A natureza aparece não só nos jardins, mas também na paleta de cores, nos materiais orgânicos, nas texturas artesanais e na presença de obras como a tapeçaria que domina a parede do hall. “Para mim, viver com arte é conseguir perceber o extraordinário no ordinário”, sintetiza.

Mostra Artefacto Curitiba - Lisiê Pissetti - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Lisiê Pissetti (@lisiepissettiarquitetura)

O ambiente assinado por Lisiê Pissetti para a Mostra nasce do espaço, da memória e da música. Inspirado nas antigas tertúlias que aconteciam em salões privados e casas de família, onde arte e afeto se misturavam com naturalidade, o projeto é uma homenagem à cena artístico-musical do Paraná e ao gesto atemporal de reunir. No centro, o módulo Zazah, peça-chave da Artefacto Beach & Country estabelece o tom: convida à conversa, à permanência, à contemplação. Ao fundo, uma escultura de violoncelo em grande escala não apenas pontua a presença da música, mas a reafirma como alma do espaço. A homenagem se estende à família Brandão, notável por seu protagonismo na música erudita local. “Um projeto com identidade, presença e intenção”, define Lisiê.

Mostra Artefacto Curitiba - Samara Barbosa - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Samara Barbosa (@arq_samarabarbosa)

O projeto desenvolvido por Samara Barbosa se revela como um gesto contínuo de elegância onde viver com arte é mais do que cercar-se de peças visíveis: é transformar o próprio espaço em um organismo sensível. Inspirada pela arte moderna brasileira e pelos princípios do modernismo europeu, Samara concebe um refúgio que equilibra sofisticação estética com conforto. As linhas são fluidas, a marcenaria é escultural, e a paleta – sóbria e aquecida por tons terrosos – conduz o olhar com suavidade. Em meio a essa composição, a arte não se impõe: ela emerge. A mesa de centro e a chaise assumem protagonismo na narrativa ajudando a contar a história de um lugar pensado para receber, acolher e desacelerar. Tudo convida à permanência e, ao valorizar o traço arquitetônico, Samara também realça o silêncio entre as formas – espaço onde mora o pertencimento.

Mostra Artefacto Curitiba - Suelen Parizotto Arquitetos - Crédito Fabio Jr. Severo (3).jpg
Suelen Parizotto Arquitetos (@suelen_parizotto_arquiteta)

Suelen Parizotto converte seu living numa celebração. Não só do encontro, mas da natureza, da brasilidade e da arte que nasce do simples. Em seu primeiro ambiente totalmente Beach & Country, a arquiteta revela um gesto maduro e afetuoso, onde a estética não domina, mas acolhe. Inspirada pelos encontros em família, pelas texturas da terra e pela beleza contida nas imperfeições, Suelen concebe um grande living dividido em dois espaços integrados. A arte, neste projeto, não está na assinatura de um nome, mas sim no gesto que molda uma garrafa de barro, no tear que borda um tapete, na curva de um sofá que abraça o ambiente. “Viver com arte é permitir que a natureza também participe – que o vento atravesse, que a terra respire, que o silêncio dos elementos diga o essencial”.

Mostra Artefacto Curitiba - Talita Nogueira - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Talita Nogueira (@talitanogueiraarquitetura)

Talita Nogueira apresenta um espaço inspirado por um poema japonês, numa proposta que nasce do silêncio, da contemplação e do tempo desacelerado. Um abrigo sensorial onde a arquitetura se transforma em verso e o habitar se revela como gesto poético. Uma galeria afetiva atravessa a sala: quadros compostos por frases escritas por clientes ao longo da história do escritório – é arquitetura que se constrói a partir do vínculo. A paleta é clara, etérea, mas pontuada com toques de bordeaux que aquecem e surpreendem. Para Talita, “viver com arte é habitar a poesia”. Seu projeto na Mostra entrega isso com delicadeza e coragem, transformando o uso em experiência, o cômodo em contemplação, a arquitetura em presença. Sua identidade reside nos detalhes – este ambiente, calmo e potente, é um convite à pausa.

Mostra Artefacto Curitiba - Viviane Loyola Arquitetos Associados - Crédito Fabio Jr. Severo (2).jpg
Viviane Loyola Arquitetos Associados (@viviane_loyola)

Viviane Loyola traz uma proposta que parte da fluidez. O ambiente se constrói como uma experiência contínua, em que a cor, a forma e a luz dançam de maneira orquestrada. Com base neutra, quase inteiramente branca, o projeto é um campo aberto onde a arte ganha protagonismo: obras fluidas, esculturas orgânicas, peças de pedra com veios que lembram pinceladas espontâneas. O mobiliário da Artefacto desempenha um papel essencial nessa composição, com peças repletas de detalhes, mas que nunca pesam. A sofisticação surge da contenção, da harmonia entre matéria e presença. “Amor e cuidado” são as palavras-chave da arquiteta que se manifestam em cada gesto seu profissional. Um espaço que, em meio à correria do cotidiano, oferece abrigo, contemplação e respiro.

Serviço

Artefacto

Rua Comendador Araújo, 672

Curitiba / PR

www.artefacto.com.br

@artefactooficialbrasil

ORIGIN RESIDENCES BY ARTEFACTO

Obras iniciadas e 80% das unidades vendidas no novo ícone de luxo à beira-mar em Miami

O Origin Residences by Artefacto celebra dois marcos estratégicos: o início oficial das obras e a notável marca de 80% das unidades já comercializadas. Localizado nas exclusivas Ilhas Bay Harbor, em Miami, o empreendimento boutique à beira-mar redefine o conceito de viver com sofisticação, combinando o lifestyle vibrante da Flórida com o design atemporal da marca brasileira Artefacto.

Desenvolvido pela VDA | Origin Miami, liderada por Mauricio Moya e Sergio Guzmán, o projeto tem curadoria da Artefacto, sob direção de Paulo Bacchi, e estratégia comercial e marketing conduzida pela Cervera Real Estate. A Thornton Construction foi selecionada como empreiteira geral da obra, cuja entrega está prevista para o quarto trimestre de 2025.

“Acreditamos que viver com elegância é uma escolha diária — e projetos como o Origin materializam essa filosofia. É uma honra levar o DNA da Artefacto para Miami em um empreendimento que traduz, com autenticidade, nosso olhar contemporâneo sobre sofisticação, design e bem-estar.”, Paulo Bacchi, CEO da Artefacto

Com apenas 27 residências de dois a quatro dormitórios, o Origin oferece plantas amplas com vista deslumbrante para a orla, acesso a uma marina privativa com 10 vagas para barcos e conexão direta ao Oceano Atlântico. As unidades contam com varandas generosas, janelas do chão ao teto com vidro resistente a impacto, cozinhas assinadas por Carla Guilhem e equipadas com eletrodomésticos Sub-Zero e Wolf, além de banheiros com acabamentos sofisticados e estacionamento privativo.

O projeto contempla ainda uma piscina na cobertura com bar e cozinha de verão, lounge exclusivo para moradores, espaço de jogos, coworking e academia com equipamentos de última geração; tudo cuidadosamente pensado para proporcionar uma experiência residencial com atmosfera de resort.

“O avanço das vendas e o início da construção são reflexo direto da força do projeto e da crescente valorização de uma vida à beira-mar em Miami, aliada ao olhar único da Artefacto e da designer Carla Guilhem”, destaca Mauricio Moya. “Origin Residences by Artefacto nasce para ser um marco atemporal em Bay Harbor Islands — um legado de sofisticação, design e lifestyle contemporâneo.”

Segundo Jesse D. Ottley, presidente de desenvolvimento de vendas da Cervera, “com a escassez de empreendimentos com marina privativa e design autoral em Miami, Origin tem despertado o interesse de um público exigente que busca exclusividade. O início das obras marca um novo capítulo para este projeto que já se consolida como referência na região.”

Para mais informações, visite https://originresidences.com/

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Sobre Origin Residences by Artefacto

Origin Residences by Artefacto é um novo condomínio boutique de luxo nas exclusivas e empolgantes Ilhas Bay Harbor de Miami. Este novo empreendimento de luxo à beira-mar apresenta uma coleção exclusiva de 27 amplas unidades residenciais de dois a quatro quartos, variando entre 1.300 e 2.330 pés quadrados, e oferece aos residentes uma marina privativa com acesso direto ao Oceano Atlântico e aos canais de Miami e Fort Lauderdale. O empreendimento contará com comodidades de primeira linha, incluindo uma piscina panorâmica na cobertura com cozinhas e bar de verão, lounge de proprietários, salão de jogos para crianças, espaço de coworking, academia com equipamentos de última geração, lobby com atendimento 24 horas por dia, 7 dias por semana, área para animais de estimação e muito mais. Cada unidade apresenta um layout amplo com portas e janelas de vidro deslizantes do chão ao teto, sacadas privativas panorâmicas, piso de porcelanato e muito mais.

Sobre VDA | Origin Miami

A VDA | Origin Miami desenvolveu diversos projetos voltados principalmente para o setor imobiliário e hoteleiro. Fundada em 2003, a VDA | Origin Miami concentra-se no desenvolvimento de projetos habitacionais residenciais. A qualidade dos produtos produzidos pela VDA | Origin Miami permitiu que a empresa se expandisse para o setor hoteleiro, projetando e construindo dois grandes hotéis da prestigiada rede de hotéis Radisson. Hoje, a empresa possui ampla experiência no desenvolvimento de projetos que variam entre residências, escritórios, apartamentos, estabelecimentos comerciais e hotéis. Cada projeto tem um selo de distinção: a empresa busca agregar valor e proporcionar identidade única e diferencial de mercado a cada empreendimento, seja na localização ou no seu negócio. Quanto à arquitetura, a empresa privilegia acabamentos refinados e espaços amplos em cada um de seus projetos, entregando consistentemente um produto de excelência.

Sobre Artefacto

A Artefacto é reconhecida internacionalmente como a referência do sul da Flórida por unidades residenciais cativantes e multimilionárias nas mais icônicas torres arquitetônicas, bem como propriedades personalizadas de Miami a Palm Beach. Os fiéis à marca abrangem os principais corretores e incorporadoras do sul da Flórida, designers de interiores e arquitetos, celebridades e socialites, que contam com a Artefacto para designs de interior singulares, que elevam e definem o estilo de vida no sul da Flórida. Uma casa exclusiva da Artefacto apresenta texturas e mobiliários orgânicos em camadas, cercada por luxos contemporâneos aconchegantes. Os ambientes são decorados em torno de uma peça de destaque, e adotam uma estética totalmente monocromática, rica em tons neutros.

O CEO, Paulo Bacchi, começou a construir seu legado aos 18 anos, quando se juntou à empresa fundada por seu pai, Albino, em São Paulo, em 1976. Ele triplicou os negócios da Artefacto nos anos 90 e assumiu a empresa uma década depois, expandindo-a para os EUA em 2002. Hoje, Paulo transmite sua paixão e ética de trabalho aos filhos gêmeos, Bruno e Pietro, que começaram a trabalhar aos 14 anos, seguindo o exemplo do pai. Seus filhos agora trabalham em estreita colaboração com ele em todas as áreas do negócio, incluindo a operação do amplo centro de distribuição local e vasto estoque, para criar estilos de vida exclusivos nos bairros mais cobiçados do sul da Flórida.

Sobre Cervera Real Estate

A Cervera Real Estate é uma empresa imobiliária familiar com sede no sul da Flórida. Especializada em imóveis de luxo, a empresa passou mais de meio século transformando a paisagem do sul da Flórida, representando mais de 115 empreendimentos e mais de 70.000 propriedades vendidas. A ampla abrangência e incomparável rede internacional da Cervera, aliados a décadas de experiência no local, cultivaram relacionamentos únicos e duradouros com incorporadores, arquitetos, investidores e empresas imobiliárias que são cruciais para o sucesso dos clientes e parceiros da empresa.

Sobre Carla Guilhem Design

Carla Guilhem é uma premiada designer de interiores, cujo talento excepcional e paixão pelo design a levaram por todo o mundo, trabalhando em projetos nos EUA, Europa e Brasil. Guilhem estudou arquitetura em São Paulo, no Brasil, e mais tarde formou-se em Design de Interiores pelo prestigiado Instituto Europeo di Design (IED) em Madrid, na Espanha. Ao longo dos seus 15 anos de carreira, foi curadora de inúmeras exposições de design originais em eventos globais específicos da indústria, como o ‘Salone del Mobile’ em Milão e a ‘Biennale di Architettura di Venezia’ em Veneza, na Itália. O trabalho de Guilhem abrange diversos projetos de design e construção, incluindo residências de luxo, condomínios de alto padrão, espaços comerciais, hotelaria e design de interiores de iates. Seus designs inovadores lhe renderam vários prêmios e reconhecimentos, como o ‘Melhor Interior de Iate’ do Boat International Superyacht Design & Innovation Awards de 2023.

ARTEFACTO É DESTAQUE EM TRÊS DOS PRINCIPAIS PRÊMIOS INTERNACIONAIS DE DESIGN E ARQUITETURA

Reconhecida por sua linguagem estética autoral e por unir inovação e sofisticação em mobiliário, a Artefacto conquistou, em 2025, três dos mais respeitados prêmios internacionais do setor: Prize Designs for Modern Furniture + Lighting, Iconic Awards: Innovative Architecture e Good Design Award.

O Prize Designs for Modern Furniture + Lighting 2025 — criado em 1950 pelo Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) e com curadoria inicial do lendário Edgar Kaufmann Jr. — premiou a mesa Lux (melhor mesa de centro) e a poltrona Solis (melhor poltrona). Ambas fazem parte da coleção Arcanum, lançada em março deste ano, e levam a assinatura da arquiteta e diretora criativa da marca, Patrícia Anastassiadis.

A poltrona Solis também foi destaque no Iconic Awards: Innovative Architecture 2025, promovido pelo German Design Council, instituição centenária referência em excelência criativa na Europa. Nessa premiação, além da Solis, foram reconhecidos o módulo Baco e a mesa de centro Hipos — peças que se destacaram na categoria Furniture por suas formas esculturais e originalidade formal. O Iconic já premiou nomes como Zaha Hadid Architects, Foster + Partners e Philippe Starck.

Somando ao reconhecimento internacional, a mesa Radix — integrante da coleção Vér — foi contemplada pelo tradicional Good Design Award, promovido pelo Museu de Arquitetura e Design do Chicago Athenaeum. Criado em 1950, o prêmio celebra os projetos mais inovadores do design mundial em diversas áreas.

"Ser reconhecido por instituições como o MoMA, o German Design Council e o Chicago
Athenaeum é uma validação profunda da nossa trajetória e do compromisso com a inovação estética que move a Artefacto", afirma Paulo Bacchi, CEO da Artefacto. Segundo ele, conquistar o Prize Designs for Modern Furniture + Lighting 2025 com a Solis e a Lux, o Iconic Awards com Solis, Hipos e Baco e o Good Design Award, com a mesa Radix é uma honra que projeta, com ainda mais força, o design brasileiro no cenário internacional. "São criações que traduzem o equilíbrio entre forma, função e identidade — desenvolvidas com excelência pela nossa diretora criativa Patrícia Anastassiadis", complementa Bacchi.

Com presença consolidada no Brasil e nos Estados Unidos, a Artefacto reafirma, por meio desses reconhecimentos, seu papel como referência global em mobiliário de alto padrão com DNA autoral.

Como deixar a casa mais aconchegante neste inverno com a curadoria da Artefacto Home

Como deixar a casa mais aconchegante neste inverno com a curadoria da Artefacto Home

Mostra Artefacto D&D - Norah Carneiro Design de Interiores e Arquitetura - Crédito Raphael Briest (4).jpg
Com a chegada dos dias mais frios, a casa ganha novos sentidos — e o conforto passa a ocupar o centro da cena. Pensando nisso, a Artefacto Home apresenta uma curadoria especial de produtos que combinam estética contemporânea, materiais nobres e o calor das texturas para transformar os ambientes em refúgios acolhedores.

Entre os destaques estão mantas feitas à mão em fios de lã, como os modelos Nido Trico e Sheep, que além de aquecerem, adicionam um toque de elegância descomplicada aos sofás e poltronas. Para compor, as almofadas decorativas em camurça, lã e tricô, em diversos tamanhos, trazem volume e personalidade à decoração.

As velas escultóricas também são protagonistas dessa seleção. Modelos em concreto, vidro, metal e madeira se destacam pelo design artesanal e minimalista. Algumas são perfumadas, outras puramente decorativas, todas pensadas para criar atmosferas intimistas e sensoriais, que convidam à pausa e ao bem-estar.

Cada peça da seleção traduz o DNA da Artefacto Home: atemporal, sofisticado e sensível às sensações que tornam o morar mais especial. São itens que não apenas decoram, mas evocam memórias, conforto e elegância — em perfeita sintonia com a temporada.

ARTEFACTO BEACH & COUNTRY APRESENTA INSTALAÇÃO “TESSITURAS DO TEMPO”, DE TIDA RICCO

Crédito IAra Morselli (1).JPG

A Artefacto Beach & Country recebe uma instalação inédita da artista visual Tida Ricco, trazendo para sua vitrine uma obra que traduz memórias, afetividade e a força do fazer manual. Com um trabalho que emaranha histórias, tecidos e formas orgânicas, Tida constrói narrativas visuais inspiradas em sua própria trajetória, onde a arte se entrelaça ao tempo, à ancestralidade e ao cotidiano.

Com curadoria do Sergio Gonçalves, a instalação dialoga com sua pesquisa artística, marcada pelo conceito de um “dossiê em forma de colcha de retalhos”, no qual fragmentos de vivências se alinham como fios invisíveis entre passado e presente. Suas esculturas e rendilhados carregam a sensibilidade de quem cresceu observando as mãos habilidosas da avó tecendo crochê e a mãe trabalhando com fios de seda – memórias que, ao longo dos anos, foram ressignificadas em sua arte. Seus casulos, formas entrelaçadas e texturas evocam o tempo, o acolhimento e a delicadeza do artesanal, trazendo um olhar poético sobre a materialidade.

Ao ocupar a vitrine da Artefacto Beach & Country, a instalação de Tida Ricco se funde ao universo do design contemporâneo, revelando a harmonia entre arte e mobiliário. Uma composição que reflete identidade, inovação e um olhar atento para a atemporalidade – valores que também definem a trajetória da Artefacto.

A exposição pode ser visitada na loja Artefacto Beach & Country, onde os visitantes poderão experimentar essa fusão de estética e memória, e mergulhar no universo da artista.

Serviço:

📍 Local: Artefacto Beach & Country

📅 Data: 10.03 a 05.04

📌 Endereço: Avenida Brasil, 1823

Entrada Gratuita

Seg-Sex, das 10h às 19h. Sáb, das 10h às 18h

A Artefacto Beach & Country recebe uma instalação inédita da artista visual Tida Ricco, trazendo para sua vitrine uma obra que traduz memórias, afetividade e a força do fazer manual. Com um trabalho que emaranha histórias, tecidos e formas orgânicas, Tida constrói narrativas visuais inspiradas em sua própria trajetória, onde a arte se entrelaça ao tempo, à ancestralidade e ao cotidiano.

Com curadoria do Sergio Gonçalves, a instalação dialoga com sua pesquisa artística, marcada pelo conceito de um “dossiê em forma de colcha de retalhos”, no qual fragmentos de vivências se alinham como fios invisíveis entre passado e presente. Suas esculturas e rendilhados carregam a sensibilidade de quem cresceu observando as mãos habilidosas da avó tecendo crochê e a mãe trabalhando com fios de seda – memórias que, ao longo dos anos, foram ressignificadas em sua arte. Seus casulos, formas entrelaçadas e texturas evocam o tempo, o acolhimento e a delicadeza do artesanal, trazendo um olhar poético sobre a materialidade.

Ao ocupar a vitrine da Artefacto Beach & Country, a instalação de Tida Ricco se funde ao universo do design contemporâneo, revelando a harmonia entre arte e mobiliário. Uma composição que reflete identidade, inovação e um olhar atento para a atemporalidade – valores que também definem a trajetória da Artefacto.

A exposição pode ser visitada na loja Artefacto Beach & Country, onde os visitantes poderão experimentar essa fusão de estética e memória, e mergulhar no universo da artista.

Serviço:

📍 Local: Artefacto Beach & Country

📅 Data: 10.03 a 05.04

📌 Endereço: Avenida Brasil, 1823

Entrada Gratuita

Seg-Sex, das 10h às 19h. Sáb, das 10h às 18h

ARTEFACTO CURITIBA APRESENTA VITRINES ASSINADAS POR

A Artefacto Curitiba revela suas novas vitrines dentro do conceito “Meu Lugar”, em sintonia com a Mostra Artefacto 2024. Os espaços levam a assinatura das arquitetas Caroline Bollmann, do Espaço A Arquitetura, e Jocymara Nicolau, do escritório Jocymara Nicolau Arquitetura, em uma interpretação única e inspiradora do tema.

Para Caroline Bollmann, a proposta de sua vitrine foi conceber um ambiente que simbolizasse o escritório da homenageada, Jocymara Nicolau, que, por sua vez, assina a segunda vitrine. O resultado é um espaço imponente de mais de 100m², que reflete a essência de um escritório de arquitetura sofisticado, atemporal e equilibrado.

“Busquei criar um ambiente sem excessos, mas repleto de personalidade, formas e texturas — elementos que, de certa forma, conectam o meu trabalho ao da Jocymara”, destaca Caroline Bollmann.

O espaço da homenageada é estruturado em quatro amplas áreas, onde a presença marcante do mobiliário Artefacto Beach & Country se destaca. A curadoria das peças reflete uma paleta harmoniosa, combinando diferentes texturas e materiais, como o couro soleta, linho e madeira freijó. Elementos icônicos, como o banco Porter, o banco Kalao e as mesas de centro Lang, reforçam a sofisticação do projeto.

A varanda — ponto de partida do conceito de integração das vitrines — funciona como uma instalação que propõe uma reflexão sobre a importância das texturas e tramas. A composição explora o impacto das matérias-primas e do design no despertar de novas percepções e sensações.

Na vitrine assinada por Jocymara Nicolau, o conceito traduz a essência do universo arquitetônico por meio de uma composição equilibrada entre formas retas e orgânicas, texturas autênticas e materiais em seu estado mais puro. Este espaço presta uma homenagem a Caroline Bollmann, consolidando o intercâmbio criativo entre as duas profissionais.

Juntas, Jocymara e Caroline conceberam uma instalação efêmera que une ambas as vitrines, criando uma continuidade visual e física com a área externa. Esse espaço, por sua vez, recebe com destaque as poltronas Ella, lançamento exclusivo da Artefacto Beach & Country.

A escolha por elementos naturais também foi um ponto central na concepção do projeto. Um exemplo marcante são as mesas Paloh, que trazem tampos em pedra mineral, enfatizando a conexão com a natureza — um dos pilares do trabalho de Caroline Bollmann.

Cada detalhe das vitrines foi pensado de forma conjunta, respeitando as individualidades e preferências de cada arquiteta, ao mesmo tempo em que evidencia os pontos de convergência entre seus estilos. O resultado é um encontro de criatividade e sofisticação que traduz, com maestria, a identidade da Artefacto Curitiba.

Serviço

📍 Artefacto Curitiba

Rua Comendador Araújo, 672 – Batel

📞 (41) 311-2300

📲 @artefactooficialbrasil

📲 @bcartefacto

📲 @carol_bollmann

📲 @jocymaranicolauarq

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