CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A 10ª MOSTRA CENA BREVE DEDICADA À LINGUAGEM DOS GRUPOS DE TEATRO

Doze cenas curtas selecionadas entre 43 produções inscritas evidenciam a diversidade das criações coletivas

10ª Mostra Cena Breve Curitiba (Foto: Divulgação)

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 29 de abril e 2 de maio, a 10ª Mostra Cena Breve Curitiba – a linguagem dos grupos de teatro. Após nove anos desde a última edição, o evento é retomado e reúne artistas de diferentes coletivos teatrais contemporâneos para compartilharem suas inquietações, pesquisas e criações poéticas em cenas de 15 minutos.

Criada em 2005, a Mostra Cena Breve consolidou-se ao longo das edições como um espaço de visibilidade e troca para o teatro de grupo, mantendo como proposta a apresentação de cenas de curta duração, que exploram o diálogo entre diferentes linguagens, processos criativos e modos de organização artística. Nessas duas décadas, o projeto já contou com a participação de 110 grupos de teatro de nove estados brasileiros, totalizando 184 apresentações em Curitiba e outras cidades paranaenses.

Para esta edição, foram selecionadas 12 cenas apresentadas em sessões com quatro trabalhos por noite, intercaladas por entreatos conduzidos pelo ator e rapper, Henrique Augusto. A curadoria privilegia a diversidade de coletivos e formatos, reunindo grupos, companhias, parcerias e formações temporárias, além da interlocução entre diferentes linguagens cênicas. A seleção foi realizada por Anne Celli, Greice Barros e Sueli Araújo, artistas com trajetória reconhecida nas artes cênicas.

Adicionalmente, no período da manhã, a programação inclui o Papo Aberto, que promove um encontro com os artistas que se apresentaram no dia anterior. A oportunidade busca ampliar o diálogo sobre processos criativos, manutenção de grupos, saberes e fazeres no campo do teatro, promovendo a troca de experiências entre os participantes e o público interessado.

Com a retomada das atividades em 2026, em sua 10ª edição, a Mostra reafirma sua importância no cenário das artes cênicas, tanto pela mobilização de artistas participantes quanto pela adesão do público, consolidando-se como um espaço de criação, experimentação e fortalecimento dos coletivos teatrais.

Realizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, o projeto conta com apoio da CAIXA Cultural Curitiba e patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil, fortalecendo a criação artística e a diversidade das produções culturais no país.

Serviço:
[Artes Cênicas] 10ª Mostra Cena Breve dedicada à linguagem dos grupos de teatro
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Abertura: 29 de abril às 20h – entrada gratuita com distribuição 30 minutos antes na bilheteria
Data: 29 a 03 maio de 2026
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: caixaculturalcuritiba
Informações: (41) 3041-2155
Greice Barros (41) 99601 6446 - e-mail

Cenas Curtas
Data: 30 de abril a 02 de maio
Horário: 20h
Duração: 75 minutos com 4 cenas por sessão
Classificação indicativa por sessão:
Dia 30/04 - Indicado para a partir de 12 anos
Dia 01/05 - Indicado para a partir de 18 anos
Dia 02/05 - Indicado para a partir de 14 anos
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada e clientes CAIXA)
Bilheteria: Venda presencial a partir de sábado (25) às 10h, e na Bilheteria Digital após as 15h

Papo Aberto:
Data: 1º a 03 de maio
Horário: 10h30
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: livre para todas as idades
Ingressos: gratuitos, com distribuição 30 minutos antes na bilheteria

COMPANHIA DE DANÇA DEBORAH COLKER REALIZA TURNÊ NACIONAL DO ESPETÁCULO MAIS OUSADO DE SUA TRAJETÓRIA

”Remix” reúne cenas icônicas criadas pela companhia carioca ao longo de três décadas
A Companhia de Dança Deborah Colker realiza em 2026 a circulação pelo Brasil do seu mais recente trabalho intitulado “Remix”, que reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4x4” (2002) e “Belle” (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. Nos dias 25 e 26 de abril, a cidade de Curitiba recebe as apresentações no Teatro Guaíra.
A Companhia de Dança Deborah Colker é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras e tem patrocínio da Vale, por meio da Lei Rouanet.
A ideia desse “Remix” surgiu em 2025 quando a coreógrafa Deborah Colker foi agraciada com o título de Cidadã Honorária de Mesquita, cidade situada na Baixada Fluminense. No dia da cerimônia, havia uma exposição fotográfica com uma retrospectiva da atuação de Deborah e crianças que se dedicam à dança fizeram uma apresentação inspirada em espetáculos da Companhia. “Ficamos muito emocionados com a homenagem das crianças. Percebemos que nossas três décadas de trabalho já estão deixando um legado”, relembra o diretor executivo e cofundador João Elias.

O desafio de Deborah e Elias passou então a ser a escolha por cenas dentre quinze trabalhos. Essas cenas precisariam ainda atender a dois critérios: ser ao mesmo tempo impactantes para o reencontro com o público e demonstrar a potência criativa da Companhia. A decisão foi finalizada com a seleção da coreografia “Paixão” do espetáculo “Vulcão” (1994), a cena “Delírios” de “Belle” (2014), “As Meninas” e “Vasos” de “4x4” (2002) e as coreografias “Gravidade” e “Roda” do espetáculo “Rota” (1997).

O resultado dessa remixagem tornou-se a produção mais ousada da Companhia. “São toneladas de equipamentos, muitas pessoas envolvidas e uma grande estrutura de montagem”, conta o diretor executivo. O elenco conta com 16 bailarinos que dançam com uma cortina gigantesca de 12 metros, 90 vasos e uma roda com 5 metros de diâmetro, em dois atos que reservam muitas surpresas. “São atos com emoções diferentes. No primeiro, há o encontro com os sentimentos mais densos e explosivos. No segundo, tem a alegria e a leveza”, explica Elias, que também assina a dramaturgia.

“Remontar não é só repetir os movimentos. O mais difícil é lembrar o contexto da criação. O pensamento que deu origem ao movimento”, pontua Deborah, contabilizando que a viagem mais longa, no tempo e na memória, é de 32 anos, no princípio da Companhia quando coreografou “Paixão” para o espetáculo “Vulcão”.

Para Deborah, “Remix” também direciona o olhar para além do próprio repertório. “Desde 2024, venho enfrentando duras batalhas na vida pessoal que me forçaram a olhar ainda mais para dentro de casa. Minha família e a Companhia são a minha vida”, destaca a coreógrafa, que avisa que o novo trabalho é um convite para o reencontro com diferentes fases de criação. “Como toda obra de arte, um livro que você relê, uma música que você ouve outra vez, um filme que você revê, o público vai sentir novas emoções com ‘Remix’".

A equipe criativa se completa com a direção de arte de Gringo Cardia, que assina todos os cenários originais. Os figurinos ficam sob a responsabilidade de Claudia Kopke, que atualiza os originais de Yamê Reis e Samuel Cirnansck. Berna Ceppas conduz a fusão da trilha sonora. A adaptação dos projetos de iluminação a partir dos originais de Jorginho de Carvalho foi feita por Eduardo Rangel.

“Remix” é o terceiro projeto especial que remasteriza o próprio repertório da Companhia. Mas, diferencia-se de “Mix” (1995) e “Vero” (2016) justamente pela dramaturgia que, desta vez, ao invés de dois, cria um fio condutor para quatro espetáculos emblemáticos, que igualmente mostram ao público a inventividade e a ousadia, características marcantes dos espetáculos da Companhia de Dança Deborah Colker.

SOBRE AS CENAS E OS ESPETÁCULOS
por ordem de aparição em “Remix”

“Paixão”, do espetáculo “Vulcão” (1994), foi extraída do primeiríssimo trabalho da Companhia de Dança Deborah Colker. A coreografia não é sobre o amor. É sobre situações que revelam o ímpeto, o fascínio e o descontrole, oscilando entre o sublime e o patético.

A temperatura se mantém elevada com a cena “Delírios” de “Belle” (2014), espetáculo livremente inspirado no romance “Belle de Jour” (1928), de Joseph Kessel, e no filme “A Bela da Tarde” (1967), de Luís Buñuel. Em seus sonhos, a recatada personagem Séverine trava um duelo entre a razão e o instinto, encontrando seu alter ego, a libidinosa Belle.

A atmosfera onde pairam o sublime e a tensão tem sequência nas cenas originadas no espetáculo “4x4” (2002). “As Meninas” dançam ao som de uma sonata de Mozart, tocada ao vivo em piano no palco, anunciando o começo de uma das coreografias mais icônicas da Companhia. Em “Vasos”, bailarinos dançam alternando velocidade e delicadeza, fechando o primeiro ato de ‘’Remix”.

Após o intervalo, o segundo ato de “Remix” é composto por duas cenas do espetáculo “Rota” (1997). “Gravidade” instaura um outro estado de espírito e uma outra condição física, onde o desequilíbrio se torna uma busca pelo equilíbrio.

O encerramento de “Remix” fica por conta da “Roda”, uma coreografia sobre a ocupação e exploração do espaço. A roda gigante também é uma referência lúdica ao brinquedo do parque de diversões e ao fluxo do nosso planeta, que gira constantemente para garantir a continuidade da vida.

COMPANHIA DE DANÇA DEBORAH COLKER

Criada em 1994, a Companhia de Dança Deborah Colker celebrou 30 anos de atividades em 2024 e recebeu da ALERJ a Medalha Tiradentes, tornando-se Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Com dezesseis espetáculos em seu repertório, a Companhia se mantém como uma das mais premiadas e prestigiadas no Brasil e no mundo, recebendo em 2018 o Prix Benois de la Danse de Moscou, o mais importante prêmio da categoria. Recebeu ainda um Laurence Olivier em 2001, célebre prêmio britânico, concedido pela The Society of London Theatre. Em 2009, Deborah Colker foi convidada pelo Cirque du Soleil para a criação de “OVO”, sendo a primeira mulher a dirigir um espetáculo para a trupe canadense. Em 2016, foi a diretora de movimento da cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro, evento transmitido para mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Em 2024, se tornou a primeira brasileira a dirigir uma ópera no Metropolitan de Nova York (Met), com “Ainadamar". A experiência resultou no convite para criar uma obra inédita: “El Último Sueño de Frida y Diego”, que vai estrear no Met em maio de 2026. Em três décadas, a Companhia já realizou mais de 2 mil apresentações, em cerca de 168 cidades, de 32 países, atingindo um público de mais de 3,5 milhões de pessoas.

https://www.ciadeborahcolker.com.br/
https://www.instagram.com/ciadeborahcolker/
PRINCIPAIS PRÊMIOS
PRIX BENOIS DE LA DANSE
2018 (Moscou, Rússia), espetáculo CÃO SEM PLUMAS
LAURENCE OLIVIER AWARDS
2001 (Grã-Bretanha), coreografia do espetáculo MIX

SINOPSE
REMIX. O espetáculo reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4x4” (2002) e “Belle” (2014). A dramaturgia convida o público a viver e reviver emoções em uma experiência inédita, que demarca a produção mais ousada já realizada pela Companhia para os palcos de teatro.
FICHA TÉCNICA
Criação e Direção
DEBORAH COLKER
Direção Executiva e Dramaturgia
JOÃO ELIAS
Direção Musical
BERNA CEPPAS
Direção de Arte
GRINGO CARDIA
Figurinos
CLAUDIA KOPKE (supervisão de figurino)
YAMÊ REIS (criação original)
SAMUEL CIRNANSCK (criação original)

Desenho de Luz
JORGINHO DE CARVALHO

Serviço:
REMIX - COMPANHIA DEBORAH COLKER
Data e horário: 25 de 26 de abril -Sábado, 20h e Domingo 18h
Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) - Conselheiro Laurindo, 175 – Centro
Classificação etária: 10 anos.
Tempo: 100 minutos (com intervalo)

Ingressos: a partir de R$ 25,00 a meia-entrada + taxa administrativa no 2º balcão.

Vendas:
DIA 25/04 - https://www.diskingressos.com.br/evento/2967/25-04-2026/pr/curitiba/remix-cia-deborah-colker
DIA 26/04 - https://www.diskingressos.com.br/evento/2968/26-04-2026/pr/curitiba/remix-cia-deborah-colker

Festival “É no choro que eu vou” homenageia os paranaenses

Evento vai promover durante cinco dias 26 shows em Curitiba

O Dia Nacional do Choro foi criado em 23 de abril do ano 2000, em homenagem a data de nascimento de Pixinguinha – um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos. Dezesseis anos depois, as comemorações se estendem em Curitiba com a realização do Festival É no Choro que Eu Vou para celebrar o mestre e, ao mesmo tempo, fortalecer e difundir o choro em Curitiba. O evento, que completa onze anos, nesta edição apresenta o tema “Choro das Araucárias”, destacando a produção do gênero no Paraná. A programação, que acontece de quarta (22) a domingo (26), reúne exclusivamente grupos paranaenses e ocupa diferentes espaços culturais da cidade, com atividades que incluem shows, rodas de choro, oficinas e ações formativas.
Durante cinco dias vão acontecer 26 rodas de choro junto com a 6ª edição do Encontro de Choro da Unespar. O Festival acontece em vários pontos de Curitiba como Teatro Paiol, Rua da Música, Conservatório de MPB, na Feirinha do Largo da Ordem e em vários bares e restaurantes da cidade, nos horários mais variados. Os shows principais acontecem no Teatro do Paiol, reunindo grupos de diferentes cidades do estado, como Cascavel, Maringá, Londrina e Curitiba. Todas as apresentações contam com músicos convidados, promovendo encontros inéditos no palco e reforçando o espírito colaborativo do festival.
O festival
O principal objetivo do Festival É no Choro que Eu Vou é divulgar o choro, reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil (IPHAN, 2024), por meio de apresentações em espaços públicos, teatros e bares. Muitas dessas apresentações terão entrada gratuita, enquanto outras contarão com ingressos a preços populares, garantindo que um grande número de espectadores tenha acesso a essa música de inegável importância histórica e cultural. Ao longo de sua trajetória, o festival tornou-se uma das principais iniciativas dedicadas ao choro no Paraná, promovendo circulação artística, formação de público e valorização da música instrumental brasileira. Já passaram por suas edições nomes relevantes da música brasileira, como Nailor Proveta, Maurício Carrilho, Daniela Spielmann, Silvério Pontes e Eduardo Neves, além de homenagens a mestres como Pixinguinha, Paulinho da Viola, Altamiro Carrilho e Radamés Gnattali.
Criado em 2016 por músicos da cena curitibana — Clayton Rodrigues, Jonas Lopes, João Luis Rodrigues, Marcela Zanette e o designer gráfico Renato Próspero — o festival nasceu com o objetivo de fortalecer e difundir o choro em Curitiba, conectando artistas, espaços culturais e público em torno da música instrumental brasileira. Desde então, o projeto consolidou-se como um movimento coletivo. Ao longo dos anos, diversos artistas passaram a integrar ativamente sua realização, contribuindo na produção, comunicação e programação, como a percussionista e produtora cultural Thatá Medeiros, o músico e produtor audiovisual Rodrigo Milek e o cavaquinista e apresentador Julião Boêmio, entre outros nomes importantes da cena local. O festival também conta com a presença constante do Conjunto Choro e Seresta, grupo mais tradicional do gênero em Curitiba, que participa de todas as edições e se consolidou como um dos pilares do projeto.

SERVIÇO: Festival 2026 – Choro das Araucárias

APRESENTAÇÕES:

DIA 22/04 – QUARTA-FEIRA
15:30
Regional Roseira - Beatriz Schneider (violão), Dayane Naeser (saxofone), Gisele Fontoura (cavaquinho), Sílvia Rolim (flauta transversal), Thatá Medeiros (pandeiro).
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)

20:00
Clube Do Choro De Cascavel - Artur Gobbi (bandolim), Pedro Defonso (percussão), Gustavo Zago (violão 7 cordas), Denis Almeida (cavaquinho) e Murilo Damasceno (violão 6 cordas). Músicos convidados: Carla Zago (violino) e Julião Boêmio (cavaquinho).
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº - Prado Velho)
Entrada: R$30 e R$15.

22:00
Rodrigo Milek Trio - Rodrigo Milek (clarinete), Vinicius Chamorro (violão) e Otto Lenon (pandeiro).
Local: Brasileirinho Bar (R. Mateus Leme, 67)
Entrada: gratuita

23/04 QUINTA-FEIRA
10:00
Choro Cruzado - Lucas Melo (violão), Marcela Zanette (flautas), Otto Lenon (percussão), Rodrigo Milek (clarinete e clarone) e Victor Romero (cavaquinho)
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)

12:40
L.O Trio – Choro De Guitarra - Luis Otávio Almeida (guitarra), Vinícius Araújo (violão) e Mateus Azevedo (pandeiro)
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)

18:30
Roda de Choro convida Marcos Aurélio Almeida (trompete), Julião Boêmio (cavaquinho) e Lucas Melo (violão).
Local: Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66)
Entrada: gratuita

19:30
Clube Do Choro Do Brasileirinho – Apresentação do regional e convidados.
Brasileirinho Bar (R. Mateus Leme, 67)
Entrada: gratuita

20:00
Maraka Trio (Maringá) - Rafael Marinho (violão 7 cordas), Andro Gustavo (pandeiro) e Isaías Alves (saxofone). Músico convidado: Daniel Migliavacca (bandolim)
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº - Prado Velho)
Entrada: R$30 e R$15.

20h00
Jazz Cigano Quinteto - Leonardo Santos (gaita harmônica), Lucas Miranda (violão), Mateus Azevedo (bateria), Vinícius Araújo (violão) e Wagner Bennert (contrabaixo)
Don Max (R. Petit Carneiro, 394 - Água Verde)
Entrada: R$20

24/04 - SEXTA-FEIRA
12:40
Günther Pedroso Trio - Günther Pedroso (violão), Lucas Miranda (cavaquinho) e Maurílio Oliveira (pandeiro)
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)

15h30
Renan Bragatto Quinteto - Renan Bragatto (acordeon), Heloisa Draghetti (pandeiro), Jonas Lopes (bandolim), Luiz Ivanqui (violão) e Tiago Portella (cavaquinho)
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)

20h00
Conjunto Choro e Seresta (Curitiba) - Clayton Rodrigues (flauta transversal), João Luis Rodrigues (pandeiro), Lucas Melo (violão), Lucas Miranda (cavaquinho) e Marcos Aurélio Almeida (trompete). Músico convidado: Tiago Portella (cavaquinho)
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº - Prado Velho)
Entrada: R$30 e R$15.

22h00
Silvia Rolim Trio - Silvia Rolim (flauta transversal), Matias Cherem (violão) e Tiago Portella (cavaquinho);
Brasileirinho Bar (R. Mateus Leme, 67)
Entrada: gratuita

25/04 – SÁBADO
12h30
Feijoada com choro no Otelo - Tiago Portella (cavaquinho), Matias Cherem (violão), Melissa Anze (flauta transversal)
Local: Bar Otelo (Al. Carlos de Carvalho, 625).
Entrada Gratuita

12h40
Choro De Coromandel - Catarina Liesenberg (clarinete), Günther Pedroso (violão), Julia Nagel (bandolim e violino) e Heloisa Draghetti (pandeiro)
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)

13h00
Feijoada no Sambiquira – Choro Cruzado - Lucas Melo (violão), Marcela Zanette (flautas), Otto Lenon (percussão), Rodrigo Milek (clarinete e clarone) e Victor Romero (cavaquinho)
Local: Sambiquira (R. Visconde do Rio Branco, nº 1199)
Entrada Gratuita

13h00
Roda de Choro no Ostra Bêbada – Choro e Seresta Trio
Local: Ostra Bêbada (R. Desembargador Ermelino de Leão, 95)
Entrada Gratuita

20h00
Regional Flor Do Café (Londrina) - Felipe Ziliotto (violão 7 cordas), Vinicius Oliveira (cavaquinho), Débora Almeida (flauta), Priscila Grossi (violino) e Rogério Ivano (pandeiro). Musicista convidada: Helena Passos (violino).
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº - Prado Velho)
Entrada: R$30 e R$15.

21h00
Brejeiras - Beatriz Schneider (violão), Gisele Fontoura (cavaquinho e voz), Jô Nunes (percussão e voz) e Mariana Zibah (flauta transversal, percussão e voz)
Local: Quintal do Almirante (R. Almirante Gonçalves, 2045)
Entrada: R$25

26/04 - DOMINGO
10:00
Conjunto Choro e Seresta – Clayton Rodrigues (flauta transversal), João Luis Rodrigues (pandeiro), Lucas Melo (violão), Lucas Miranda (cavaquinho) e Marcos Aurélio Almeida (trompete). Músico convidado: Geraldo Vargas (bandolim).
Feira do Largo da Ordem (Praça Garibaldi, s/n - São Francisco)
Entrada: livre

11:30
Domingo Onze e Meia- Regional É no Choro que Eu Vou - Clayton Rodrigues (flauta transversal), João Luis Rodrigues (pandeiro), Jonas Lopes (bandolim), Lucas Melo (violão), Lucas Miranda (cavaquinho), Luis Rolim (percussão), Marcela Zanette (flauta transversal) e Rodrigo Milek (clarinete).
Conservatório de MPB de Curitiba (R. Mateus Leme, 66 - São Francisco)
Entrada: livre

12h40
Berta Vidal Trio - Berta Vidal (flauta transversal), João Jacques (violão) e Thatá Medeiros (pandeiro).
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)

13h00
Roda de Choro - Jonas Lopes (bandolim), João Luis Rodrigues (pandeiro), Lucas Melo (violão). Músico convidado: Geraldo Vargas (bandolim)
Brasileirinho Bar (R. Mateus Leme, 67)
Entrada: R$12

14h00
Domingo no Centro – Mulheres no Choro - Beatriz Schneider (violão), Gisele Fontoura (cavaquinho), Marcela Zanette (flauta) Carla Zago (violino) e Gabriela Bruel (pandeiro)
Calçadão da Rua XV de Novembro (Praça Osório s/nº)
Entrada: gratuita

17h00
Na Madrugada Trio - Julião Boêmio (cavaquinho), Vinicius Chamorro (violão), Ricardo Salmazo (pandeiro)
Brasileirinho Bar (R. Mateus Leme, 67)
Entrada: gratuita

19h00
Roda de Choro de Encerramento do Festival - Günther Pedroso (violão), Marcos Zimmer (bandolim), Maurílio Oliveira (pandeiro)
Local: Casa Guizo (Rua Venezuela 309 casa 10 – Bacacheri)
Entrada: R$15

VI ENCONTRO DE CHORO DA UNESPAR
Local: Escola de Música e Belas Artes do Paraná - EMBAP - Campus Curitiba I – Unespar (R. Barão do Rio Branco, 370, Centro)
Todas as atividades são gratuitas.

DIA 23/04 – QUINTA-FEIRA
09:00- 12:00
Prática de Conjunto de Choro
Prof. Jean Pscheidt e Eduardo Lobo

13h00 – 15h00
Palestra: Radamés Gnattali 120 anos
Prof. Daniel Migliavacca e Eduardo Lobo

24/04 - SEXTA-FEIRA
9:00- 12:00
Cavaquinho – Prof. Victor Romero (Sala 11)
Violão – Profa. Beatriz Schneider (Sala 12)
Sopros – Prof. Rodrigo Milek (Auditório)

13:00- 16:00
Oficina de Percussão – Prof. Otto Lenon (Sala 12)

Concerto “Jovens Solistas” destaca novos talentos da música clássica paranaense

Na busca por abrir um espaço cada vez mais raro para os novos talentos na música clássica, a orquestra Ladies Ensemble apresenta neste sábado (18/4), às 18h30, no Auditório Regina Casillo, o concerto “Jovens Solistas”. O espetáculo traz em destaque a violoncelista Bianca Devai e a violinista Maria Eduarda Bergel, duas das promissoras musicistas reveladas pela orquestra.

No repertório, elas apresentam duas obras consagradas do compositor alemão Max Bruch. Para iniciar a apresentação, será interpretada também a abertura da ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Gioacchino Rossini. Os ingressos custam a partir de R$ 15 e estão disponíveis no site Disk Ingresso (www.diskingresso.com).

A apresentação integra o projeto Música e Literatura, do Solar do Rosário. Esta iniciativa tem patrocínio das empresas Oregon, Cartório da Barreirinha, Impextraco, Grasp, Supermercados Tozetto e Brose.

Jovens solistas

Com regência e arranjos de Alexandre Brasolim e direção artística de Fabiola Bach Akel, o concerto “Jovens Solistas” foi criado especialmente para destacar a qualidade técnica das integrantes da orquestra, que é a primeira do Brasil formada exclusivamente por mulheres. No violino, Maria Eduarda Bergel, de 16 anos, acompanha a orquestra solando em “Concerto Nº 1 para Violino e Orquestra, Opus 26”. A composição de Max Bruch é um dos mais populares concertos para violino solo. Esta será a estreia de Maria Eduarda em um palco profissional como solista.

Já Bianca Devai, de 25 anos, faz o solo de violoncelo na “Kol Nidrei”, também um ícone musical de Max Bruch. Bianca já foi solista em outras apresentações das Ladies Ensemble, como em “Sinfonia das Águas”.

Max Bruch (1838–1920) foi um compositor, maestro e professor alemão do período romântico. Conhecido por sua adesão à tradição musical clássica, escreveu mais de 200 obras, ficando imortalizado pelas duas composições que integram o repertório deste sábado, além de “Fantasia Escocesa”.

Papel social

Para a diretora da Ladies Ensemble, Fabiola Bach Akel, a orquestra têm também o papel social de abrir espaço e destacar os jovens talentos. “Os novos músicos têm cada vez menos oportunidades em orquestras. E, no caso de mulheres, o campo é ainda mais restrito”, explica Fabiola. “Por isso, fazemos questão de dar este protagonismo a estas duas integrantes, que, apesar da pouca idade, apresentam grande talento e maturidade musical. Tocar os solos destas obras é um grande desafio técnico”.

Neste sentido, a manutenção de um repertório em cartaz com apresentações frequentes é fundamental, como salienta a diretora geral do projeto, Lucia Casillo Malucelli. “As temporadas anuais presenteiam o público com espetáculos de qualidade e, ao mesmo tempo, dão suporte profissional para que as musicistas sigam trabalhando com sua arte em Curitiba e no Paraná”.

SOBRE A ORQUESTRA LADIES ENSEMBLE

Ladies Ensemble é a primeira orquestra profissional formada exclusivamente por mulheres no Brasil. Nasceu em 2009, em Curitiba, do sonho da violista Fabiola Bach de Andrade Akel: criar um espaço onde talento, excelência e protagonismo feminino caminhassem juntos. Reunindo musicistas experientes e jovens promessas, a Ladies Ensemble transforma a música clássica em algo vivo e próximo de todos. Seu repertório ousado resgata a world music e cria experiências culturais únicas e inesquecíveis.

Já foram mais de 300 mil pessoas impactadas em apresentações por todo o Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Entre outros espaços a orquestra mantém uma programação anual em parceria com o Solar do Rosário – que abriu o Auditório Regina Casillo para ser a “casa” oficial da Ladies Ensemble –, além de já ter passado por diversos teatros, escolas e praças públicas. Seu currículo também destaca as marcantes duas apresentações num dos palcos mais destacados da América Latina, a Sala São Paulo, realizadas em 2024 e em março deste ano. Nesta última, os ingressos foram esgotados em apenas 45 minutos de venda.

Mais do que concertos, a Ladies Ensemble forma novas plateias e inspira gerações. Democratiza repertórios eruditos e abre caminhos para que meninas e mulheres ocupem, cada vez mais, seu lugar de destaque na música. Ladies Ensemble é uma celebração vibrante do talento feminino e da força transformadora da música.

O projeto também tem apoio do Solar do Rosário, Cia da Roupa e Casillo Advogados.

SERVIÇO: “Concerto Jovens Solistas”, com a orquestra Ladies Ensemble

Quando: Sábado (dia 18 de abril de 2026), às 18h30

Local: Auditório Regina Casillo

Endereço: Rua Lourenço Pinto, 500 - Centro, Curitiba - PR

Ingressos: a R$ 15

Vendas: www.diskingressos.com.br/evento/3004/2026-04-18/pr/curitiba/ladies-ensemble-jovens-solistas

Informações: (41) 3225-6232 - Solar do Rosário espaço de arte e cultura

Lançamento do livro 40 anos de Orquestra Sinfônica do Paraná

🎻 Venha celebrar as quatro décadas de história da OSP! Nesta segunda-feira (13), às 19 horas, o Centro Cultural Teatro Guaíra lançou o livro “Orquestra Sinfônica do Paraná - 40 anos”. O lançamento será no foyer do auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão), com entrada gratuita.
A publicação nasceu de um ano de trabalho colaborativo feito a muitas mãos, com edição, pesquisa e entrevistas de Alvaro Collaço, pesquisa e texto final de Joanita Ramos, o projeto gráfico de Adalberto Camargo e revisão de Luciana Clausen.
Criada em 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná chegou a quatro décadas de existência em 2025. O lançamento coroa as comemorações, preservando a história e o legado deste corpo artístico mantido pelo Governo do Paraná.
SERVIÇO
📖 Lançamento do livro “Orquestra Sinfônica do Paraná - 40 anos”
📆 13 de abril de 2026 (segunda-feira), às 19 horas
📍 Teatro Guaíra - Foyer do Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão)
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 175, Centro - Curitiba/PR @aldicelopes @teatroguaira @fabiomartino_pianist @corpuszenstudio #livro #osp #teatro #teatroguaira

In Flames desembarca no Brasil para shows em São Paulo e Curitiba

Um dos maiores nomes do metal europeu contemporâneo, o grupo sueco retorna ao Brasil para duas apresentações nos dias 23 e 26 de abril

Curitiba, abril de 2026 - Um dos maiores nomes do metal europeu contemporâneo, o In Flames desembarca no Brasil neste mês para sua turnê pelo país, que terá início na próxima quinta-feira (23) em São Paulo. Na sequência, a banda se apresenta em Curitiba, na Ópera de Arame, no domingo (26).

Formado em 1990, na cidade de Gotemburgo, o In Flames é referência mundial na consolidação do death metal melódico e um dos principais responsáveis pela criação do chamado “Gothenburg Sound”, vertente que marcou gerações do metal escandinavo. Idealizado pelo guitarrista Jesper Strömblad, o projeto nasceu com a proposta de unir a agressividade do death metal às harmonias do heavy metal tradicional, combinação que se tornaria assinatura do grupo.

Com uma discografia que soma 13 álbuns de estúdio, a banda construiu uma trajetória marcada pela evolução sonora sem perder sua identidade. Desde os clássicos “Lunar Strain” (1994) e “The Jester Race” (1996), passando por trabalhos que ampliaram seu alcance global, como “Soundtrack to Your Escape” (2004) e “Come Clarity” (2006), o In Flames consolidou um repertório que dialoga com diferentes gerações de fãs.

As apresentações em São Paulo e Curitiba integram a turnê mundial do álbum “Foregone” (2023), trabalho que reafirma a potência criativa do grupo e celebra sua longa trajetória. No palco, o público pode esperar um setlist que percorre diferentes fases da carreira, combinando peso, melodia e intensidade, características que tornaram o In Flames um dos nomes mais respeitados do gênero.

A formação atual reúne Anders Fridén (vocal), Niclas Engelin (guitarra), Björn Gelotte (guitarra) e Joe Rickard (bateria), músicos responsáveis por manter viva a essência da banda enquanto exploram novos caminhos sonoros, agora impulsionados pelo novo álbum recém-finalizado, ainda sem data oficial de lançamento.

Confira os detalhes da turnê do In Flames pelo Brasil:

São Paulo - 23 de abril - 19h
Local: Áudio
Realização: Bangers Open Air Brasil
Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/inflames-sideshow-sp

Curitiba - 26 de abril - 19h
Local: Ópera de Arame
Realização: Planeta Brasil
Ingressos: https://www.diskingressos.com.br/evento/2708/26-04-2026/pr/curitiba/in-flames-em-curitiba

Mais informações nos perfis oficiais das produtoras e da banda no Instagram: @planetabrasilentretenimento, @honorsounds, @bangersopenair e @inflames.

Últimos ingressos para ‘Minha Vida em Marte’ com Mônica Martelli no Guairão

CRÉDITO: CAMILA CARA

O espetáculo, que já levou cerca de 500 mil pessoas ao teatro e originou uma versão cinematográfica com milhões de espectadores, terá a última exibição na capital paranaense.

Curitiba recebe no dia 18 de abril o espetáculo "Minha Vida em Marte", protagonizado pela multipremiada Mônica Martelli, sendo a última apresentação da peça, que está em cartaz desde 2017 e já foi vista por mais de meio milhão de espectadores. Com direção de Susana Garcia, o monólogo hilário e profundo, está com os últimos ingressos à venda. A apresentação na capital paranaense, que será às 21h, no Teatro Guaíra, conta com realização da Martelli Produções e produção local da Orth Produções. Os ingressos são vendidos pela DiskIngressos.com.br.

A divertida comédia protagonizada pela atriz Mônica Martelli, que vive no palco a personagem Fernanda, uma mulher de 45 anos, casada há oito e que se encontra imersa em uma crise conjugal, abordando temas universais como a rotina que esfria a paixão, a falta de libido, o acúmulo de mágoas, o machismo estrutural e o medo da solidão e de como recomeçar.

O espetáculo se passa durante as sessões de terapia de grupo de Fernanda, onde ela desabafa e revive, de forma catártica e engraçada, as alegrias e frustrações de sua relação, questionando: é possível reacender a chama ou a solução é seguir em frente? “A personagem luta contra o medo da separação, o medo da solidão, o medo de ressignificar sua vida e, claro, o medo de se separar com 45 anos numa sociedade machista onde a mulher não tem permissão para envelhecer”, explica Mônica.

Tendo como inspiração suas próprias experiências, Mônica leva ao teatro um monólogo bem-humorado que aproxima através do riso e leva homens e mulheres à reflexão. E assim a atriz se confirma como uma das autoras brasileiras que melhor traduzem o comportamento feminino moderno. Será que é possível voltar a se apaixonar pelo marido? Ou a solução é se separar? A comédia toca ainda em temas como traição, machismo, trabalho duplo da mulher e educação dos filhos. Minha Vida em Marte é um texto libertador que foi escrito sob a premissa de que ser feliz é fundamental.

Desde que estreou, em 2017, Minha Vida em Marte passou por dezenas de cidades brasileiras, sempre com sessões esgotadas, sendo vista por cerca de 500 mil espectadores e recebendo cinco indicações a prêmios. Além disso, a peça inspirou o filme homônimo que levou mais de cinco milhões de espectadores aos cinemas e que marca a sua última atuação com o amigo Paulo Gustavo (1978-2021). Assim como no teatro e na televisão, Mônica foi dirigida por sua irmã, Susana Garcia, celebrando mais uma vez o sucesso da parceria.

O enredo de Minha Vida em Marte
A comédia conta a história de Fernanda, casada há oito anos e enfrentando uma crise no seu casamento. A personagem luta contra as intolerâncias diárias que a rotina traz, como a falta de libido e o acúmulo de mágoas de um relacionamento. Difícil separar, mas será que a gente tem que suportar tudo em nome da família? Ou por medo de ficar sozinha?

Esse é o pano de fundo para Fernanda se questionar na terapia de grupo. São nas sessões de análise que ela narra e vivencia deliciosamente as alegrias e os muitos problemas do seu casamento. Ali ela expõe assuntos íntimos como a intolerância no casamento, a falta de tesão, as tentativas de “trabalhar a relação” e percebe que nas relações estagnadas adia-se o afeto e acumulam-se as mágoas. “É muito comum no casamento a gente deixar para amanhã a ternura, o sexo: a gente adia o afeto.” revela Mônica sobre Fernanda.

Sobre Mônica Martelli
Nascida em Macaé, no Estado do Rio de Janeiro, Mônica Martelli é atriz, jornalista, criadora, roteirista e apresentadora. Uma voz potente de seu tempo que com seus trabalhos autorais lota salas de teatro e cinemas pelo Brasil afora. Criou e atuou no monólogo Os Homens São de Marte... E é pra Lá que eu Vou!, que conquistou um público superior a 2,5 milhões de espectadores. A montagem ficou em cartaz durante 12 anos, passando por 40 cidades em 20 estados brasileiros, além de Portugal. O sucesso de Mônica em seu primeiro monólogo foi tamanho que a história migrou para o cinema em 2014 com mais de dois milhões de espectadores. Em seguida, protagonizou a série de quatro temporadas no GNT, um dos maiores sucessos do canal até hoje.

Em 2017, estreou a peça Minha Vida em Marte, também de sua autoria, que segue em cartaz – após um hiato por conta da pandemia – e já conquistou cerca de 500 mil espectadores pelo Brasil. Ao lado de Paulo Gustavo, lançou a versão cinematográfica da peça como roteirista e protagonista, resultando em outro grande sucesso: mais de cinco milhões de espectadores e uma das maiores bilheterias do cinema nacional dos últimos anos. Por nove anos, Mônica atuou como uma das apresentadoras do programa Saia Justa, no GNT – participou ainda de novelas globais como Beleza Pura e TITITI, integrou o elenco do seriado Mandrake, da HBO, e de filmes como Trair e Coçar e Só Começar, entre outros. Nas redes sociais, criou o quadro Mônica Total com vídeos autorais sobre diversos assuntos que são publicados em seu Instagram.

Sobre Susana Garcia, a diretora
Susana Garcia é a diretora do espetáculo e do filme Minha Vida em Marte. Essa parceria profissional entre as irmãs começou quando Susana codirigiu o filme Os Homens São de Marte..., e continuou com as quatro temporadas da série do GNT, com o mesmo título e com Susana à frente da direção. Agora, essa parceria completou um ciclo artístico no teatro e no cinema. Diretora da maior bilheteria do cinema nacional, Minha Mãe É Uma Peça, com Paulo Gustavo, Susana também dirigiu 220 Voltz, especial de fim de ano na Globo, estrelado por Paulo Gustavo. Susana foi responsável ainda pela direção do filme Minha Irmã e Eu, que conquistou mais de dois milhões de espectadores nos cinemas.

SERVIÇO: MINHA VIDA EM MARTE COM MÔNICA MARTELLI
Data: 18 de abril de 2026
Horário: Abertura do teatro às 20 horas e início do espetáculo às 21 horas
Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) - Conselheiro Laurindo, 175 – Centro
Classificação etária: 14 anos. Proibida a entrada de crianças menores de 5 anos.
Realização: Martelli Produções e Orth Produções

Ingressos: a partir de 110 a meia-entrada + taxa administrativa no 2º balcão.
Vendas: https://www.diskingressos.com.br/evento/2563/2026-04-18/pr/curitiba/monica-martelli-em-minha-vida-em-marte

Whindersson Nunes se apresenta em Curitiba neste fim de semana

Espetáculo acontece no dia 12 de abril, às 19h, no Teatro Positivo
Curitiba recebe um dos maiores nomes do humor brasileiro no próximo domingo, 12 de abril. Whindersson Nunes sobe ao palco do Teatro Positivo, às 19h, com o espetáculo “Isso Definitivamente Não É Um Culto”, em uma apresentação que promete risos, emoção e identificação com o público.

Conhecido por sua autenticidade e presença marcante, o artista leva à capital paranaense um show que ultrapassa os limites do stand-up tradicional. No palco, Whindersson propõe uma imersão em seus pensamentos e vivências, transformando dilemas contemporâneos em risadas e reflexões sobre saúde mental.

Ingressos disponíveis em: https://www.diskingressos.com.br/event/2585

Pela primeira vez em Curitiba, músico apresenta show exclusivo,preparado especialmente para o Samba de Bamba

CAIXA CULTURAL CURITIBA COMEÇA A TEMPORADA 2026 DO PROJETO
SAMBA DE BAMBA COM FRED CAMACHO

O sambista carioca Fred Camacho. Foto: Vitor Aka
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta a nova temporada do projeto Samba de Bamba, que estreia com o sambista carioca Fred Camacho. O músico faz show na terça-feira (14), mostrando ao público seus sambas autorais e surpresas musicais com obras de compositores que influenciaram sua carreira.

Para a estreia do projeto, Fred Camacho virá pela primeira vez a Curitiba, acompanhado por sua banda completa, com músicos que se destacam no cenário do samba carioca: Leandro Pereira (violão, cavaquinho e direção musical), Hudson Santos (violão 7 cordas), Henrique Arcanjo (percussão) e Azeitona (pandeiro). Ele promete um show exclusivo, preparado especialmente para o Samba de Bamba, no qual irá cantar os sambas de sua trajetória musical, que teve influência direta do Cacique de Ramos, tradicional bloco carnavalesco e roda de samba que revelou nomes como Jorge Aragão, Luiz Carlos da Vila, Grupo Fundo de Quintal, Almir Guineto e Arlindo Cruz, entre outros bambas.

“Estou muito feliz de me apresentar na CAIXA Cultural Curitiba nesse projeto tão importante. Esse show vai ser uma grande festa!”, comentou Fred Camacho.

Samba de Bamba
O curador e coordenador geral do projeto, Rodrigo Browne, comemora a nova edição do evento e adianta que até novembro irá promover uma série de oito shows com artistas de várias cidades que chegam à CAIXA Cultural de Curitiba acompanhados por suas bandas, com a proposta de apresentar o que se convencionou chamar de "samba de raiz", mas que, na verdade, trata-se do samba tradicional sem imposições comerciais do mercado. Rodrigo lembra que o projeto se chama Samba de Bamba por conta do programa que produz e apresenta há 30 anos na emissora Paraná Educativa FM – e que foi eleito, em 2023, pelo Prêmio Profissionais da Música, o Melhor Programa de Rádio do Brasil.

Browne enfatiza que, mensalmente, os artistas convidados têm o compromisso de apresentar no repertório composições que respeitam o nosso passado cultural e que, ao mesmo tempo, renovam o samba com qualidade. “Com esse projeto, a CAIXA Cultural possibilita, muitas vezes, um encontro inédito entre artista e público, promovendo uma importante e fundamental democratização da nossa cultura”, finaliza.

A próxima atração do projeto é a sambista baiana Maryzelia, no dia 19 de maio.

Serviço:
[Música] Samba de Bamba – Fred Camacho
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: terça-feira 14 de abril
Horário: às 20h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA)
Vendas: se iniciam no sábado (4), a partir das 10h na bilheteria presencial e a partir das 15h on-line pela Link
Bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h, e nos domingos das 10h às 19h
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| caixaculturalcuritiba​

1º/04/2026

Semana Santa e Festa da Divina Misericórdia recebe fiéis com programação especial em abril

Celebrações começam na Quinta-feira Santa (2 de abril) e se estendem até 12 de abril, com missas, Via Sacra, encenação do Teatro da Paixão, Vigília Pascal, a tradicional Caminhada Vocacional e finaliza com a festa.

O Santuário Divina Misericórdia, no bairro Umbará, se prepara para viver um período intenso de fé e devoção a partir do dia 2 de abril, quando terá início a programação da Semana Santa, seguida pela 26ª Festa Nacional da Divina Misericórdia, que se estende até 12 de abril. A expectativa é de que milhares de fiéis, muitos vindos de diferentes partes do país, participem das celebrações que incluem momentos de oração, procissões, apresentações artísticas e, no grande final de semana, a aguardada abertura da praça de alimentação com o início festivo e a tradicional Caminhada Vocacional.

A programação tem início na Quinta-feira Santa (2 de abril) com a Missa de Lava-pés, Última Ceia e Transladação do Santíssimo Sacramento, às 20h, seguida de adoração. Na Sexta-feira Santa (3 de abril), às 14h, acontece a Via Sacra com saída da Capela São Carlos Borromeu em direção ao Santuário; às 15h, a Celebração da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo; e às 19h30, a encenação do Teatro da Paixão (entrada: 1 kg de alimento). No Sábado Santo (4 de abril), destaque para a bênção dos alimentos às 15h e, às 20h, a Vigília Pascal, quando os fiéis são convidados a levar velas e recipientes para água benta. O Domingo de Páscoa (5 de abril) conta com missas ao longo do dia e, às 19h, missa com o terceiro dia da Novena à Divina Misericórdia.

De 6 a 9 de abril, a programação segue com a Hora da Misericórdia às 15h e missas diárias às 19h, dando continuidade à novena. O grande final de semana começa na sexta-feira (10 de abril), com a abertura da praça de alimentação às 18h, seguida de missa com o padre Clayton Munhoz (19h) e show com a cantora Gabrielly Cruz (21h). No sábado (11 de abril), a praça de alimentação reabre às 14h; a programação inclui a Tarde da Misericórdia com o padre Jairo Silva (15h30), o teatro “Tempo de Flores” da Comunidade Shalom (17h45), missa (19h) e show com a dupla Álvaro e Daniel (21h).

O domingo (12 de abril) reserva a Caminhada Vocacional, que sai às 6h da Paróquia São Jorge, no Portão, reunindo peregrinos de diferentes regiões. Ao longo do dia, estão programadas missas com destaque para a celebração das 10h, com Consagração das Famílias e bênção dos quadros de Jesus Misericordioso, além de tarde oracional, missa solene às 15h, show com as Irmãs do Beatbox (17h) e a missa de encerramento às 19h. A praça de alimentação funcionará durante todo o domingo, oferecendo estrutura de acolhida aos fiéis.

O Santuário Divina Misericórdia fica na Estrada do Ganchinho, 570, no Umbará. A participação nas celebrações é gratuita; para o Teatro da Paixão, é solicitada a doação de um quilo de alimento não perecível. A programação completa pode ser acompanhada pelo perfil oficial @santuariomisericordia.

Serviço:
Semana Santa e 26ª Festa Nacional da Divina Misericórdia
Período: de 2 a 12 de abril de 2026
Santuário Divina Misericórdia – Estrada do Ganchinho, 570 – Umbará, Curitiba (PR)
Abertura da praça de alimentação: 10 de abril, às 18h
Caminhada Vocacional: 12 de abril, às 6h, saída da Paróquia São Jorge (Portão)
Entrada gratuita | Informações: @santuariomisericordia

PROGRAMAÇÃO SEMANA SANTA E FESTA DA MISERICÓRDIA 2026

02 de abril – Quinta-feira Santa
20h: Missa de Lava–pés, Última Ceia e Transladação do Santíssimo Sacramento
21h30 - 0h: Adoração

03 A 12 DE ABRIL
03 de abril – Sexta-Feira Santa
7h - 12h: Adoração
14h: Via Sacra com saída da Capela São Carlos Borromeu em direção ao Santuário – com Bênção das Cruzes
15h: Celebração da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo
19h: Primeiro dia da Novena à Divina Misericórdia
19h30: Encenação do Teatro da Paixão (ENTRADA 1KG DE ALIMENTO)

04 de abril – Sábado Santo
15h: Bênção dos alimentos
19h: Segundo dia da novena à Divina Misericórdia
20h: Celebração da Vigília Pascal (trazer velas e recipientes para colocar água benta)

05 de abril – Domingo de Páscoa
7h, 10h e 15h: Missa
8h30: Missa na Capela São Carlos Borromeu
19h: Missa e terceiro dia da Novena à Divina Misericórdia

06 de abril – Segunda-Feira
15h: Hora da Misericórdia
19h: Missa e quarto dia da Novena à Divina Misericórdia - Pe. Francisco Pio, SDM

07 de abril – Terça-Feira
15h: Hora da Misericórdia
19h: Missa, quinto dia da Novena à Divina Misericórdia e Grupo de oração - Pe. Rodrigo Natal

08 de abril – Quarta-Feira
15h: Missa na Hora da Misericórdia
19h: Missa e sexto dia da Novena à Divina Misericórdia - Pe. Anderson Pitz

09 de abril – Quinta-Feira
15h: Hora da Misericórdia
19h: Missa e sétimo dia da Novena à Divina Misericórdia – Pe. Elinton

10 de abril – Sexta-Feira
07h: Missa (Santuário)
15h: Missa na Hora da Misericórdia
16h: Tarde da Misericórdia – Adoração
18h: Abertura praça de alimentação
19h: Missa e oitavo dia da Novena à Divina Misericórdia em preparação para a Festa – Pe. Clayton Munhoz
21h00: Show com Gabrielly Cruz e Adoração com Pe. Clayton Munhoz

11 de abril – Sábado
14h: Abertura praça de alimentação
15h: Hora da Misericórdia
15h30: Tarde da Misericórdia – Pe. Jairo Silva
17h45: Teatro: TEMPO DE FLORES (Comunidade Shalom)
19h: Missa e último dia Novena à Divina Misericórdia
21h: Show com Alvaro e Daniel

12 de abril – Domingo
06h: Caminhada Vocacional – Saída Paróquia São Jorge
06h: Missa (Santuário)
08h: Missa (Santuário)
09h15: Acolhida dos Devotos
10h: Missa com Consagração das Famílias, entronização e Bênção dos quadros de Jesus Misericordioso
13h: Tarde Oracional com Pe. Cleberson Evangelista
15h: Missa com Bênção dos quadros de Jesus Misericordioso;
17h: Show com Ir. Marisa e Ir. Marizele – As Irmãs do Beatbox (COPIOSA REDENÇÃO)
19h00: Missa de encerramento da Festa da Misericórdia

Dos bastidores ao palco: exposição revisita a história da maquiagem teatral no Brasil

Projeto idealizado por Livien Ullmann destaca a trajetória da maquiagem cênica no Brasil, desde o século XVI até os dias atuais, dentro da programação do Festival de Teatro de Curitiba 2026

Foto de Melvin Quaresma, do espetáculo “A Inesquecível Fábrica de Emoções” com maquiagem de Livien Ullmann.

A exposição “Maquiagem Teatral: Uma História Nacional” integra a programação da 34ª edição do Festival de Teatro de Curitiba, em 2026, e abre ao público no dia 3 de abril, propondo um mergulho na trajetória da maquiagem cênica no Brasil, desde o primeiro espetáculo registrado no país, em 1564, até os dias atuais. Idealizado pela artista Livien Ullmann, o projeto lança luz sobre uma prática fundamental para as artes cênicas, cuja presença nem sempre esteve em evidência ao longo do tempo.

A mostra se organiza como um percurso que atravessa diferentes tempos, reunindo imagens, narrativas e vestígios em uma experiência acessível e dinâmica. Ao longo do trajeto, registros históricos, objetos e espaços de interação constroem um diálogo entre passado e presente, ao mesmo tempo em que recuperam a memória de uma profissão que por muito tempo permaneceu invisível. “Durante décadas, a maquiagem no teatro foi feita pelos próprios artistas, sem reconhecimento e sem registro. Essa exposição busca preservar essa história e valorizar esses profissionais na construção da cena brasileira”, afirma Livien.

À frente da coordenação geral e direção de produção Michele Menezes destaca o desafio de transformar a pesquisa em experiência: “Dar forma a essa história foi um exercício de escuta e composição. A gente organiza vestígios, cruza tempos e constrói um percurso, que só existe porque é coletivo”.

Além da exposição, o projeto promove quatro ações formativas ao longo do período expositivo. A programação inclui duas conversas abertas ao público e duas masterclasses de maquiagem e caracterização teatral, reunindo artistas convidados e maquiadores reconhecidos nacionalmente. As atividades têm como foco a formação de maquiadores cênicos profissionais e amadores, além de aproximar o público dos processos criativos do teatro.

A exposição foi pensada para ser acessível em todo o percurso. O espaço tem circulação adaptada, audiodescrição nas obras por QR Code e audioguia. Os vídeos contam com tradução em Libras e, ao longo da temporada, acontecem visitas guiadas em Libras nos dias 05 e 12 de abril, às 17h. A mostra também considera diferentes formas de percepção, com recursos voltados a pessoas neurodivergentes e uma equipe preparada para acolher o público.

Diálogos, práticas e memórias da maquiagem na cena brasileira

O projeto conta também com uma programação formativa gratuita, com encontros e masterclasses realizados sempre na Alfaitaria - Espaço das Artes. No dia 3 de abril (sexta-feira), das 17h às 19h, acontece o primeiro encontro: A Importância da Maquiagem e do Maquiador, mediado por Livien Ullmann, com participação do diretor George Sada e da maquiadora Mona Magalhães.

No dia 4 de abril (sábado), das 17h às 19h, a programação segue com a primeira masterclass, ministrada por Livien Ullmann, que apresenta ao vivo o processo completo de criação de uma maquiagem teatral. Já no dia 11 de abril (sábado), no mesmo horário, acontece a segunda masterclass, com o maquiador Marcelino de Miranda.

Encerrando a programação formativa, o acontece o segundo encontro: A História da Maquiagem e do Maquiador, será realizado no dia 18 de abril (sábado), das 17h às 19h, com mediação de Valesca Xavier Moura Jorge e participação do maquiador Anderson Bueno e da atriz Léa Albuquerque.

O projeto é realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), realização da Lillart, produção da Pró Cult, incentivo da Buffalo Motores e Cia Beal Alimentos.

Sobre Livien Ullman

Livien Ullmann é empresária, maquiadora e produtora cultural, formada em Design e Teatro, com uma trajetória sólida e reconhecida nas artes cênicas. À frente da Lillart Maquiagem há mais de 10 anos, desenvolve projetos que atravessam teatro, circo, dança e eventos corporativos, unindo criação artística, pesquisa e produção. É idealizadora da Convenção Lillart, a principal convenção de maquiagem artística do Brasil, e da exposição “Maquiagem Teatral: Uma História Nacional”, que evidencia e valoriza o papel do maquiador na cena cultural brasileira. Sua carreira é marcada por premiações, participações em televisão e atuação como jurada em competições da área. Também forma novos profissionais por meio de cursos presenciais e online em todo o país. Seu trabalho se destaca pela consistência, inovação e pela forma como posiciona a maquiagem como linguagem artística de relevância.
SERVIÇO - Exposição: Maquiagem Teatral: Uma História Nacional

Abertura: 02 de abril, às 18 horas.

Datas e horários: de 03 a 18 de abril, das 10h às 19h.

Local: Alfaiataria - Espaço das Artes (Rua Riachuelo, 274)

Entrada: gratuita

Inscrições: Encontros e Masterclas em www.lillart.com.br

Ficha Técnica

Idealização, Direção Artística, Pesquisa e Curadoria: Livien Ullmann | Concepção, Coordenação Geral e Direção de Produção: Michele Menezes | Curadoria e Artista Convidado: Anderson Bueno | Projeto Expográfico: Denise Bramatti | Identidade Visual e Design Gráfico: Luciano Maccio e Myrella Araújo | Artistas Convidados: Áldice Lopes, Alisson Rodrigues, Ana Maclaren, Anderson Bueno, Cacá Zech, Clarisse Abujamra, Claudinei Hidalgo, Cleber de Oliveira, Cristóvão de Oliveira, Fernando Ocazione, George Sada, Henrique Mello, João Marcos, Jorge Abreu, Julio Cesar Silveira, Léa Albuquerque, Lilian Blanc, Livien Ullmann, Louise Helène, Marcelino de Miranda, Marcio Desideri, Mona Magalhães, Mozart Machado, Regina Vogue, Rosamaria Murtinho, Tiça Camargo, Valesca Moura Jorge, Vitor Martinez, Westerley Dornellas | Produção e Assistência de Pesquisa: Valesca Xavier Moura Jorge | Produção Executiva: Iara Elliz | Administração Financeira: Nelcy Mendonça | Assessoria Jurídica: Thiago Portugal | Captação de Recursos: Manassés Sato | Produção Técnica e Montagem: Fabiano Hoffmann, Faho Produções Cenográficas | Iluminação e Impressão: Nicolas Caus, João Elias | Monitoria: Ales de Lara, Naiara Oliveira | Assistência de Produção: Ana Costa, Katarina Duarte, Naiara Oliveira | Produção Local (SP): Bruno Sena | Modelo Masterclass: Milena Xavier | Acessibilidade: Vozes Diversas | Audiodescrição: Cintia Alves, Ana Claudia Domingues | Tradução em Libras: Janaina Silveira | Edição de Som: Bianca Milanda | Registros em Foto e Vídeo: TB Filmes, Vitor Dias | Redes sociais: Ana Glória Braga | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo

Espetáculo de Páscoa “Ressurreto” apresenta a história de Cristo com mais de 700 artistas e recursos como teatro de sombras

A história mais conhecida da humanidade — a trajetória de Jesus Cristo — ganha uma nova roupagem no espetáculo “Ressurreto”, produzido pela Primeira Igreja Batista de Curitiba. As apresentações são gratuitas e acontecem nos dias 3, 4 e 5 de abril, no templo da igreja. A montagem conta com interpretação em Libras, audiodescrição e espaço calmo para pessoas neurodivergentes.
Neste ano, o espetáculo traz como tema “Ele É” e apresenta uma abordagem centrada na pessoa de Cristo como o plano perfeito de salvação. A narrativa percorre momentos marcantes da trajetória bíblica, como milagres, a Santa Ceia, o Getsêmani, a crucificação e a ressurreição, em uma encenação dinâmica com duração aproximada de 1h10.

Um dos destaques desta edição é a grandiosidade da produção. Ao todo, cerca de 700 pessoas participam diretamente do espetáculo, entre artistas e equipes técnicas. A montagem conta com uma orquestra de aproximadamente 50 músicos, banda ao vivo, coral com mais de 200 vozes em revezamento, além de elenco teatral, bailarinos e crianças. A proposta reflete a diversidade da própria igreja, incluindo também a participação de pessoas com deficiência e interpretação em Libras.
Entre as novidades deste ano, o público poderá conferir uma cenografia híbrida, com uso de painéis de LED, além de técnicas como o teatro de sombras, que criam momentos visuais imersivos ao longo da apresentação.
“A proposta deste ano foi destacar uma técnica diferente, o teatro de sombras, integrada aos nossos artistas de circo. Vai ser lindo de ver. Essa mistura torna o espetáculo único e nos permite surpreender o público”, destaca o diretor artístico do Ressurreto, Guto Silva.
Diferentemente de outros anos, nesta edição o texto foi adaptado a partir de um material já produzido. “Neste ano, optamos por utilizar um material do pastor Junior Camargo, do Ministério Funcional, de São José dos Campos (SP), que construiu um auto de Páscoa com diversas cenas. Selecionamos algumas, adaptamos com o nosso olhar e construímos o nosso musical”, explica Silva.
Mais do que uma produção artística, o espetáculo tem como propósito apresentar a mensagem central da Páscoa. “Queremos apresentar Cristo, mostrar esse Jesus que vive por nós, morre por nós, ressuscita por nós e continua nos amando”, reforça o diretor.
Sobre o Primeira Igreja Batista de Curitiba
A PIB Curitiba conta com cerca de 26.000 membros e uma equipe pastoral comprometida e atuante. A visão da igreja é “levar pessoas a um relacionamento intenso com Deus, amar e servir ao próximo, e fazer Jesus conhecido de todos os povos, no poder do Espírito Santo”. A instituição religiosa possui como pastor titular, Michel Piragine, autor de diversos livros e presidente da ABASC (Associação Batista de Ação Social), entidade responsável pelas atividades humanitárias praticadas pela Igreja.

SERVIÇO
Espetáculo: Ressurreto 2026
Datas: 3 (sexta), 4 (sábado) e 5 (domingo) de abril
Horários: 19h30 (dias 3 e 4) e 19h (dia 5)
Libras: todos os dias
Audiodescrição: sexta-feira (dia 3)
Espaço calmo: sexta-feira e sábado (dias 3 e 4)
Local: Primeira Igreja Batista de Curitiba – Av. Bento Viana, 1.200.
Entrada: gratuita, mediante inscrição pelo site
Informações e reservas: www.ressurreto.com.br

FESP recebe a Mostra de Teatro Narrativo e torna-se novo espaço do Festival de Curitiba 2026

Entre 1º e 12 de abril, a FESP – Faculdade de Educação Superior do Paraná estreia oficialmente como um dos novos espaços do Festival de Curitiba, o maior festival de artes cênicas da América Latina. Neste ano, o palco da faculdade recebe a Mostra de Teatro Narrativo - Narrativas Invisíveis, com três espetáculos inéditos, conduzidos pela Palco Cia. de Teatro, além de dois espetáculos dentro do Circuito Independente do FRINGE, ambos da Companhia de Teatro Autoral. E mais: entre os dias 2 e 4 de abril, no hall da FESP, acontece a Mostra Literária, que contará com 15 autores e autoras paranaenses.
"A chegada da Cia Palco à FESP durante o Festival de Curitiba celebra o teatro narrativo e a literatura universal. É um convite para o público mergulhar em histórias potentes, dando voz a narrativas invisíveis socialmente”, afirma Amauri Ernani, Diretor da Palco Cia. de Teatro.
A participação da FESP no Festival reforça o compromisso histórico da instituição com a cultura, com a formação crítica e com a integração entre educação, arte e sociedade. “Receber a Mostra de Teatro Narrativo e integrar oficialmente o Festival de Curitiba em 2026 é mais do que sediar espetáculos: é reafirmar quem somos. A FESP nasceu, em 1937, com o compromisso de formar cidadãos críticos, e não apenas profissionais. A arte é parte essencial desse processo. O teatro amplia repertórios, provoca reflexões, humaniza debates e nos ensina a escutar o outro - algo indispensável em qualquer área do conhecimento”, explica a diretora executiva da FESP, Lilian Luitz.

Mostra de Teatro Narrativo - Narrativas Invisíveis
A Mostra de Teatro Narrativo abre a programação do espaço com uma experiência íntima, centrada no encontro entre ator e palavra. Um convite para imaginar, sentir e atravessar memórias vivas. Entre os dias 1 e 6 de abril, serão apresentados quatro espetáculos autorais, marcados por urgência, humanidade e profundidade:
De Esperança, Suor e Farinha – Dramaturgia premiada pelo Centro Cultural São Paulo, revisitada para tratar de fome, resiliência e sobrevivência. Dias 01/04 às 20h e 06/04, às 18h.

Como a Vida – Contos premiados no Prêmio Cataratas de Foz do Iguaçu e na Universidade de Salamanca, Espanha que dão forma a histórias sensíveis e universais sobre vínculos entre humanos e cães. Estreia nacional nos dias: 02/04 às 20h e 05/04, às 18h.

Pequenas Mortes Cotidianas – Narrativas poéticas sobre perdas silenciosas, inspiradas em obra finalista do Prêmio Oceanos de Literatura. Estreia nacional nos dias: 03/04 às 20h e 05/04, às 20h.

Esperança — Na Fronteira da Humanidade – Texto original de Paula Giannini, com direção de Amauri Ernani, abordando fronteiras, ética e migração. Estreia nacional nos dias 4 e 6 de abril, às 20h.
Os ingressos já podem ser adquiridos pelo portal do Festival de Curitiba ou na sala virtual da Mostra Narrativa: https://esperancateatro.wordpress.com/sala-de-video-festival-de-curitiba 

Circuito Independente FRINGE
Na semana seguinte, de 7 a 12 de abril, será a vez dos espetáculos da Companhia de Teatro Autoral. Nos dias 7, 8 e 9 de abril, às 20h, o espetáculo Diário de um Louco retrata o processo de alienação de Aksenty Ivanovich Popritchin, um funcionário público que, diante da insignificância social e afetiva de sua existência, transita entre realidade e delírio até a ruptura de sua identidade.
Ainda Antígona fecha a programação do espaço FESP, nos dias 10, 11 e 12 de abril, às 20h. Em uma cidade ferida pela guerra e obcecada pela ordem, Antígona desafia a lei dos homens para cumprir o luto, o afeto e sua justiça íntima. Sua voz atravessa o tempo e ainda nos pergunta: O que é justo - e quem decide?
Vale ressaltar que todos os espetáculos da Mostra de Teatro na FESP acontecem no Auditório da FESP e os ingressos também estão à venda pelo site oficial do Festival de Curitiba.

Mostra Literária no Hall da FESP
Além das atrações teatrais, entre os dias 2 e 4 de abril, das 15h às 18h, o hall da FESP se transforma em ponto de encontro entre leitores e escritores. Trata-se da Mostra Literária, que reunirá autores e autoras do Paraná para lançamentos, sessões de autógrafos e leituras públicas, criando um espaço de troca, proximidade e circulação de ideias. Mais do que apresentar livros, a proposta é aproximar o público das histórias e de quem as escreve, fortalecendo a cena literária local dentro do ambiente acadêmico. O evento tem entrada franca.
"No Teatro Narrativo, a palavra é o nosso alicerce; é ela que constrói cenários na imaginação do público e dá corpo às subjetividades. Integrar uma Mostra Literária à nossa programação é um movimento natural e essencial. Queremos celebrar o texto em todas as suas formas, convidando autores contemporâneos para que, juntos, possamos fortalecer o diálogo entre a literatura e o palco, reafirmando o poder da escrita como ferramenta de transformação e visibilidade”, revela Paula Giannini, Dramaturga. Cia Palco.

Espaço de expressão cultural
A entrada da FESP no Festival de Curitiba resgata sua tradição na promoção de eventos culturais, projetos artísticos e iniciativas que estimulam pensamento crítico, sensibilidade e educação ampliada, criando um espaço de diálogo, circulação de ideias e encontro entre comunidade e estudantes.
Além da participação no Festival de Curitiba, a Faculdade mais antiga do Paraná celebra também a retomada do grupo de teatro universitário da FESP, conduzido pelos atores e produtores culturais Amauri Ernani e Paula Giannini, fundadores da Palco Cia de Teatro.
“Ao abrir nossas portas para o Festival de Curitiba, conectamos nossos estudantes a uma das maiores experiências culturais da América Latina e aproximamos a comunidade da faculdade. A retomada do grupo de teatro universitário também simboliza esse movimento: queremos que a cultura esteja viva no cotidiano acadêmico, como espaço de criação, diálogo e pensamento”, finaliza Lilian.

Serviço
Mostra de Teatro Narrativo – Narrativas Invisíveis - Palco Cia. de Teatro
Ainda Antígona e Diário de um Louco – Cia de Teatro Autoral
Mostra Literária - Autores do Paraná

Quando: de 1 a 12 de abril
Local: Auditório da FESP (R. Dr. Faivre, 141, Centro, Curitiba/PR)
Ingressos: disponíveis no site oficial do Festival de Curitiba
Produção: Palco Cia de Teatro
Informações: festivaldecuritiba.com.br e também direto com a produção local dos espetáculos na FESP pelo Whatsapp: (41) 99981-5273.




Festival de Curitiba recebe o espetáculo “O Sexo do Vento”, estrelado por Dude São Thiago

Monólogo que entrelaça a canção e a poética em releituras de músicas consagradas da MPB e textos autorais fará apenas duas apresentações no Teatro Enio Carvalho

Após o sucesso das temporadas em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, o cantor e ator Dude São Thiago leva o seu monólogo musical “O Sexo do Vento” ao Festival de Curitiba em apenas duas apresentações nos dias 01 e 02 de abril, quarta e quinta-feira, às 20h, no Teatro Enio Carvalho, no Centro Cívico.

O espetáculo apresenta uma mescla de releituras de canções consagradas da música brasileira e textos inéditos escritos por Dude. Concebido como um livro de canções, convida o público a uma experiência diferenciada dos tempos atuais, onde música e poética se entrelaçam de forma orgânica. O título foi inspirado pela música Invento, do gaúcho Vitor Ramil, que fala da potência de movimento trazida pelos ventos e está presente no repertório. Dude conta que “é uma provocação para a ambiguidade do mundo – afinal, qual seria o sexo do vento?”.

Para compor a narrativa do espetáculo, Dude costura canções como O que será (à flor da pele), de Chico Buarque; Cais e Conversando no Bar, de Milton Nascimento; O Charme do Mundo e Grávida, de Marina Lima; Magrelinha, de Luiz Melodia, dentre muitas outras. Destaque também para Cabaré, de João Bosco e Aldir Blanc, que ganhou um videoclipe com direção de Emerson de Lucca Brandt, vencedor dos prêmios de Melhor Music Video em Toronto (EDMVA), e Melhor Music Video da América Latina em Budapeste (IMVA).

Com uma encenação concebida a partir de quatro cenas - Denúncia, Fe(me)nino, Milagre e Invenção, a proposta do espetáculo é contar “a história de como contamos nossas histórias”, afirma o artista que estará no palco acompanhado por uma banda de três músicos.

- Não é um show, pois tem um tanto de teatro; não é uma peça, pois tem algo de récita. É nessa brecha identitária que se dá o acontecimento cênico, um rito ao encontro com uma chance de futuro. A inspiração foi, de fato, uma necessidade de olhar o mundo de forma diferente e fazer um resgate da poesia – elabora Dude.

O Sexo do Vento tem direção musical e arranjos do pianista Iuri Salvagnini, direção de movimento de Tutu Morasi, supervisão cênica do ator e diretor João Paulo Lorenzon e mentoria artística da cantora, compositora e poeta Ana Luiza. O projeto estreou em novembro de 2023, em São Paulo, e, em 2025, ele ganhou um álbum – de estreia de Dude – disponível em todas as plataformas digitais.

- Quando músicas que conhecemos tão bem são colocadas lado-a-lado numa narrativa, é como se elas voltassem a ser inéditas. Meu desejo é trazer o foco de volta para a canção, que é filha de duas mães: a música e a poesia – compartilha o cantor.

Dude aposta na poesia como uma potente forma de subversão e com ela expõe questões como a masculinidade, as violências do patriarcado, preconceitos e exclusões que ele produz, o materialismo, mas também como forma de comemorar a resiliência transformadora do amor, o feminino e a liberdade. Para o artista, o trabalho busca uma proposta de utopia, uma singela contribuição para os nossos sonhos.

- “O Sexo do Vento” celebra a inventividade da vida e sua transformação poética em amor. E convida o público à reflexão, com toda a calma que falta nos dias de hoje – conclui.

SINOPSE

Através de célebres canções da MPB e textos poéticos inéditos, o ator e cantor Dude São Thiago propõe uma verdadeira travessia neste monólogo musical. O espetáculo parte de uma denúncia dos sistemas viciosos que oprimem nossos laços, liberdade e criatividade, e aponta para um futuro utópico em que a humanidade possa se reinventar com suavidade, sensibilidade e amor. No repertório, composições de Marina Lima, Chico Buarque, Vinicius Calderoni, João Bosco, Vitor Ramil e outros grandes nomes da música brasileira.

Serviço:
“O Sexo do Vento”, de Dude São Thiago
Sessões: 01 e 02 de abril, quarta e quinta-feira, às 20h
Local: Teatro Enio Carvalho - Rua Mateus Leme, 990, Centro Cívico, Curitiba – PR
Entrada: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada), compras antecipadas no site do Festival: https://ingresso.festivaldecuritiba.com.br/evento/1348/
Gênero: musical
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 80 minutos
Mais informações: https://festivaldecuritiba.com.br/programacao/o-sexo-do-vento/

Ficha técnica:
Companhia: EST Produções Artísticas Ltda
Concepção, dramaturgia e direção geral: Dude São Thiago
Direção musical e arranjos: Iuri Salvagnini
Direção de produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi
Produção: Diálogo da Arte Produções Culturais
Realização: EST Produções Artísticas
Assessoria de comunicação e gerência de produção (EST Produções): Candice Vitale
Supervisão cênica e preparação de ator: João Paulo Lorenzon
Direção de movimento: Tutu Morasi
Mentoria artística: Ana Luiza
Projetos gráficos: Emerson Brandt
Fotografias: Juliana Hilal, Rinaldo Martinucci e Pablo Grotto
Supervisão cenográfica: Flávio Castro
Obra de arte cenográfica: Mariana Palma (série “Transparências")
Figurino: Andrea Levy e J. Boggo
Desenho de Luz: Wagner Antonio
Desenho de Som: Ricardo Jubram
Faixa sonora original (A Caverna): Paulo Assis
Voz (A Mulher na Duna): Patricia Kurah
Elenco: Dude São Thiago (voz e cena), Iuri Salvagnini (piano), Mathilde Fillat (violino), Adriano Busko (percussão)
Assessoria de imprensa: Carlos Pinho

Conheça mais de Dude São Thiago:
https://www.dudesaothiago.com.br
Redes Sociais e Youtube @dudesaothiago
Para conferir o álbum, acesse https://tratore.ffm.to/osexodovento

Após mais de 30 apresentações, “Na Toada do Coração – O Pequeno Príncipe” volta a ocupar praças e escolas em Curitiba

Com um espetáculo que encanta e emociona adultos e crianças, o Gufo Coletivo Teatral retorna em sua 4a temporada

Personagens Pequeno Príncipe (Felipe Renã), Rosa (Kauanny Buccini) e Aviador (Daniel Keller) - Fotos Igor Bleggi
Com quatro apresentações agendadas de 9 a 12 de abril, Na Toada do Coração – o Pequeno Príncipe retorna à Mostra Fringe, este ano estreando na Praça 19 de Dezembro. O espetáculo premiado (que já acumula mais de 30 sessões desde sua primeira montagem) se mantém em cartaz pelo quarto ano consecutivo, encantando adultos, jovens e crianças por toda Curitiba (PR).
Com figurinos e caracterizações inspiradas na estética steampunk, a montagem apresenta a clássica história de O Pequeno Príncipe por meio de música autoral, poesia, humor e delicadeza, tudo em formato de teatro de rua.
O espetáculo de rua convida o público para viajar pelo universo criado por Antoine de Saint-Exupéry, em 1943, conhecendo novos planetas, personagens e lições ultrapassam gerações.
"O Pequeno Príncipe é uma das histórias mais conhecidas, lidas e traduzidas do mundo. Por isso, nos debruçamos com tanto carinho e dedicação para contar essa história de forma intensa, mas sem perder a delicadeza e a poesia tão características da obra”, conta Adriana Sottomaior, diretora e atriz.

Locais e datas da Toada do Coração na Mostra Fringe
Durante o Fringe 2026, o Na Toada do Coração - o Pequeno Príncipe acontecerá:
09/04 | 11h00 | Praça 19 de Dezembro
10/04 | 14h30 | Teatro da Vila - CIC
11/04 | 18h00 | Bebedouro do Largo da Ordem
12/04 | 16h00 | Praça João Cândido
Para João Mauro Cruz, ator, músico e assistente de direção do espetáculo, um dos maiores focos do grupo é a democratização da arte.
"É isso que a rua sempre nos proporcionou e por isso permanecemos há mais de 10 anos nesse ‘formato’. Queremos continuar contando histórias que levantam reflexões profundas e desejamos levar isso a todas as pessoas, independentemente de condição econômica ou social”, compartilha.

Temporada 2025 (Passeio Público) - fotos Maringas Maciel

Vale ressaltar que a entrada é gratuita em todas as apresentações. A Mostra Fringe 2026 acontece entre os dias 01 e 12 de abril, abrangendo diferentes mostras, espetáculos de rua e circuito independente de teatro.

Espetáculo viabilizado pelo Edital Arte Local
Este ano, Na Toada do Coração – o Pequeno Príncipe também chega a comunidades das Regionais da capital. Com 7 apresentações previstas, viabilizadas pelo Edital Arte Local, o espetáculo chega a comunidades, praças e escolas de Curitiba.
Para a diretora do espetáculo, a oportunidade possibilita que pessoas que nunca tiveram contato com o teatro, finalmente possam viver essa experiência.
“Esse edital foi criado para descentralizar o acesso ao fomento, reconhecendo os artistas dos bairros e fortalecendo a economia criativa. Ficamos muito felizes por termos sido contemplados e pelo retorno que já tivemos em nossas 3 primeiras apresentações”, conta Adriana.

Elenco de Na Toada do Coração - o Pequeno Príncipe na temporada (foto Gabi Sotto - 2026)
Com sessões gratuitas já realizadas em uma escola no Sítio Cercado e em um centro médico no Bairro Novo, a próxima apresentação pelo Edital Arte Local acontecerá dia 19 de abril no Parque Lago Azul, no bairro Umbará (aberta ao público).
Vale ressaltar que, somadas, as ações contempladas no Edital Arte Local (iniciativa inédita da Fundação Cultural de Curitiba que destinou 1 milhão de reais para apoiar 40 projetos culturais) devem resultar em 280 apresentações culturais por toda a Curitiba.

Sinopse e Ficha Técnica

O pequeno Príncipe é a inocência, é o estar entregue as novas descobertas, sem preconceitos ou discriminações. Uma lição de vida contada através de alegorias que atravessou os séculos encantando e cativando corações. “Na Toada do Coração” quer encantar e fazer sorrir com música, ardor e paixão!

Companhia: Gufo Coletivo Teatral
Duração: 50 min
Classificação: Livre
Direção: Adriana Sottomaior
Assistente de Direção: João Mauro Cruz
Elenco: Daniel de Mattos Keller, Duílio de Pol, Felipe Renã, Igor Bleggi, João Mauro Cruz, Kauanny Buccini e participação especial de Erick Herculano
Design Gráfico: Igor Bleggi
Social Media: Kauanny Buccini
Assessoria de imprensa: ACCIO Comunicação Cultura e Impacto
Apoio: Creative Hut Inteligência Digital

Dramaturgia de Resistência: Artistas de Minas Gerais levam quatro espetáculos autorais ao coração do Fringe 2026

Mostra Insubmissa ocupa o Memorial de Curitiba com disruptura narrativa, lançamento literário e formato "Pague Quanto Vale" como manifesto político.

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Na foto de Marcella Calixto, as atrizes Pri Helena, Rebeca Figueiredo e Layla Paganini em cena do espetáculo Doce Árido, um dos destaques da Mostra Insubmissa no Fringe do Festival de Curitiba. (Para mais imagens acesse: Material para imprensa - Mostra Insubmissa)

O que é preciso desobedecer para transformar estruturas opressoras e obsoletas? É a partir dessa provocação que se organiza a Mostra Insubmissa, que reúne no Fringe da 34ª edição do Festival de Curitiba um conjunto de obras criadas por artistas de Juiz de Fora (MG), marcadas pela força da dramaturgia autoral. Entre cozinhas que guardam segredos de família, personagens que escapam das páginas de Machado de Assis, mitos religiosos revisitados com ironia e jogos imaginativos da infância, os trabalhos transitam por universos muito distintos, mas compartilham uma mesma pulsão: questionar o que parece estabelecido e reinventar narrativas.
A Mostra Insubmissa acontece entre 1º e 6 de abril de 2026, no Memorial de Curitiba, reunindo quatro espetáculos, cenas curtas, leitura dramatizada e música ao vivo. “O projeto nasce de duas necessidades complementares. A primeira, reunir histórias ligadas pela insubordinação, pela reflexão crítica, pela recusa em baixar a cabeça. A segunda, mostrar que essa resistência à opressão vem do interior, chega com o pé na porta e sotaque mineiro, vindo de longe do eixo dos grandes centros e celebrando o impulso criativo artesanal de Minas”, afirma Tairone Vale, um dos idealizadores.

A ocupação também promove o trânsito entre linguagens. O espetáculo Doce Árido, que encerra a mostra, marca o retorno aos palcos de atriz Pri Helena com trabalhos recentes de destaque no audiovisual nacional, como o premiado longa Ainda Estou Aqui e a novela Volta por Cima.

Narrativas da insubmissão
Entre os espetáculos está Doce Árido, parceria do coletivo Grilla! com o dramaturgo e diretor Tairone Vale. A montagem acompanha três gerações de mulheres que sustentam a casa com a produção artesanal de doce de leite no interior de Minas Gerais. Em cena, o trabalho cotidiano na cozinha se transforma em metáfora para discutir herança familiar, sobrevivência e resistência feminina. O elenco reúne as atrizes Pri Helena, Rebeca Figueiredo e Layla Paganini.

A mostra ainda traz de volta a Trupe Qualquer a Curitiba, onde esteve em 2024, no FRINGE com sua Minas Mostra. Desta vez, em uma ousada releitura do maior autor brasileiro, Um Homem Célebre é construída a partir dos mais famosos contos de Machado de Assis. A peça costura personagens e situações do romancista para explorar temas universais e atemporais como identidade, arte brasileira, sucesso, fracasso e as contradições da natureza humana. A ideia era contribuir para a vida de uma obra que persiste em apontar feridas, sobretudo em um momento que Machado de Assis pode ser relido a partir de sua negritude, tarefa que a peça se encarrega. Para a supervisão dramatúrgica é assinada por Pedro Kosovski, diretor e dramaturgo carioca vencedor do Prêmio Shell de Teatro.

Já o solo Versão Demo, primeiro monólogo escrito e protagonizado por Tairone Vale, apresenta uma perspectiva provocadora: o próprio Senhor das Trevas decide contar sua versão da história. Com humor ácido e ironia, o espetáculo revisita narrativas religiosas e questiona conceitos de culpa, moralidade e livre-arbítrio.

Voltado ao público infantil e familiar, Como Cozinhar uma Criança parte de uma premissa inusitada: em um programa culinário fictício, dois cozinheiros discutem se devem ou não seguir uma receita que manda preparar… uma criança. O tema gira em torno da importante pergunta: como preparar uma criança para não virar um adulto duro e intragável? Inspirado no livro do escritor português Afonso Cruz, o texto e direção de Tairone dão vida ao espetáculo que mistura teatro, música e humor para abordar imaginação e infância de forma lúdica. A montagem marca também a estreia teatral da Banda Trupicada.

Além dos espetáculos, a Mostra Insubmissa inclui as cenas curtas Pharmakon e Memento Mori, da Trupe Qualquer, com textos de Rafael Coutinho, a leitura dramatizada de Big Bang, texto infantojuvenil de Tairone Vale, e ainda um pocket show da Banda Trupicada.

Do palco para as páginas: lançamento literário

O Fringe de Curitiba marca também o nascimento editorial de Versão Demo. Após quase dez anos de gestação, o monólogo de chega ao formato de livro pela Helicônia Editora. A publicação reúne o texto integral da peça e ilustrações de Bel Benetti, que transformam o sarcasmo do espetáculo em um jogo visual igualmente irreverente.

Acesso como manifesto: Pague quanto Vale

Na contramão da elitização do acesso à cultura, todas as sessões da Mostra Insubmissa adotam o formato "Pague Quanto Vale". Mais do que uma facilidade econômica, a escolha é um posicionamento político dos coletivos mineiros para democratizar a fruição artística e convocar o espectador do Fringe à corresponsabilidade pela manutenção da pesquisa teatral independente. “O teatro de resistência vive muito da insistência e da coletividade. A mostra também é um gesto de encontro entre artistas, obras e público”, afirma Rafael Coutinho, diretor de Um Homem Célebre e integrante da Trupe Qualquer.

SERVIÇO: Mostra Insubmissa

Programação integrante do Festival de Curitiba - Fringe Festival

Local: Memorial de Curitiba - Teatro Londrina (R. Dr. Claudino dos Santos, 79 - São Francisco)

Data: 1º a 6 de abril de 2026

Ingressos: Pague quanto vale

Acesse: www.mostrainsubmissa.com | @mostrainsubmissa

Programação

01 DE ABRIL

11H - Pocket Show: Banda Trupicada

SINOPSE: Com Lívia Gomes e Felipe Tavares à frente, a Banda Trupicada apresenta um pocket show vibrante que mistura música, histórias e muita brincadeira. Em formato compacto, o duo cria um encontro leve e envolvente com diversão garantida para toda a família.
Foto: divulgação

DURAÇÃO: 30 minutos
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre

17H - Cenas Curtas: Memento Mori e Pharmakon

SINOPSE MEMENTO MORI: Uma mulher com muitas atribulações de trabalho sofre um acidente em frente ao cemitério. Com esse acontecido ela tem uma revelação: todos um dia vão morrer, e, com isso, começa uma peregrinação para lembrar a todos que a vida é passageira. Livremente inspirada em Hamlet, de Shakespeare, a cena recria o delírio de Ofélia sob uma perspectiva do contemporâneo: o neoliberalismo que espera que os trabalhadores assimilem uma onipotência para nunca poderem parar de trabalhar.
Foto: divulgação

DURAÇÃO: 15 minutos
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos

SINOPSE PHARMAKON: Uma mulher com a vida cronometrada precisa dormir. Urgentemente. Para isso, usará de artifícios não usuais de sua rotina que lhe trarão um encontro com o inesperado. Autocontrole e autogestão. Esses conceitos que sugerem uma ação autômata, em que o sujeito é “empresário de si mesmo” são novas facetas do patriarcado e da sociedade de controle. Esses desdobramentos filosóficos e sociais quando encontram com a estética dramatúrgica da Trupe Qualquer encontram o oposto. Quando se fala de patriarcado, é preciso falar de feminino, quando se fala de social, é preciso falar de subjetivo.
Foto: divulgação

DURAÇÃO: 15 minutos
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos
02 DE ABRIL

11H E 17H - ESPETÁCULO: COMO COZINHAR UMA CRIANÇA

SINOPSE: Em um programa de culinária ao vivo, dois cozinheiros ensinam uma receita cujos ingredientes principais são,nada mais, nada menos que… CRIANÇAS. A ideia é preparar devidamente os pequenos para que não se tornem adultos intragáveis. O problema aparece quando os chefs não concordam quanto aos métodos de preparo. E agora? Quem será que vai acabar indo pra panela?
Foto: Marcella Calixto

DURAÇÃO: 45 minutos
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre

03 DE ABRIL

11H E 17H - ESPETÁCULO: VERSÃO DEMO

SINOPSE: Ele já foi o favorito do Patrão. Agora é persona non grata. Neste solo irreverente, o chamado Senhor das Trevas atravessa tempos e vozes para narrar, com humor e acidez, a sua versão do livro mais vendido do mundo; uma história antiga demais para ser esquecida — ou aceita sem questionar.
Foto: Thais Andressa

DURAÇÃO: 90 minutos
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos

04 DE ABRIL

11H E 17H - ESPETÁCULO: UM HOMEM CÉLEBRE

SINOPSE: Na peça, um ator que está prestes a entrar em cena fica em pânico ao não conseguir se ver mais no espelho. Com isso, ele ata a ponta de sua vida à de Pestana, músico do teatro, que teve sua vida celebrada por compor polcas, e, também, por um suposto pacto com o Diabo - que na peça disputa com Deus a narrativa da Terra.
Foto: Marcella Calixto

DURAÇÃO: 100 minutos
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos

05 DE ABRIL

11H - LEITURA DRAMATIZADA: BIG BANG

SINOPSE: E se a criação do Universo não passasse de um grande jogo? Dois seres espaciais, identificados apenas como ELA e ELE, já entediados com a brincadeira de inventar estrelas, resolvem criar algo mais divertido. Assim surgem a Terra, a água, plantas, dinossauros e, finalmente, a humanidade. Só não contavam que sua maior criação, o ser humano, fosse tão complicada!
Foto: divulgação

DURAÇÃO: 40 minutos
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre

17H - ESPETÁCULO: DOCE ÁRIDO

SINOPSE: À beira do tacho, três gerações de mulheres sustentam a casa com a produção artesanal de doce de leite. Entre o risco de um parto, a escassez que ronda e a promessa de uma encomenda capaz de mudar suas vidas, mãe, filha e avó se equilibram entre o peso da tradição e o desejo de liberdade.
Foto: Marcella Calixto

DURAÇÃO: 90 minutos
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos