Galeria Poty Lazzarotto: Curitiba ganha espaço cultural que homenageia um dos principais artistas curitibanos

Obras restauradas ficam no Curso Positivo e mostram a vida escolar dos alunos, por meio de 18 painéis

Quando o Curso Positivo completou 25 anos, em 1996, o artista plástico curitibano Poty Lazzarotto retratou a trajetória de seus alunos com um mural em uma das unidades. Os 18 módulos mostram a vida escolar, desde o Ensino Básico até a preparação para o Ensino Superior. Agora, ao comemorar mais de 50 anos de história, a instituição inaugura a Galeria Poty Lazzarotto, com as mesmas obras, totalmente restauradas. O espaço fica na sede mais central, na avenida Vicente Machado, em Curitiba, e está aberto à visitação do público.

A inauguração da galeria reuniu, no último dia 17, mais de 100 pessoas, entre elas a secretária municipal da Educação de Curitiba, Maria Silvia Bacila, a superintendente geral da Cultura do Paraná, Luciana Casagrande Pereira, representantes da família do artista, outras autoridades, imprensa e demais convidados. "Para nós é uma grande honra poder sediar esse espaço com obras desse grande artista, que marcou época não apenas em Curitiba, mas em todo o mundo", destacou Renato Ribas Vaz, diretor do Curso Positivo.

Sobre a Galeria Poty Lazzarotto

A estrutura do mural se destaca pela harmonia e as tonalidades de pastel como fundo. Amarelo, salmão, cinza-azulado e creme destacam a pintura em preto. Os painéis foram executados pelo também artista plástico e cenógrafo paranaense Bira Paes, a partir da projeção dos originais de Poty, sobre os painéis de madeira. Na época, os dois dirigiram todo o processo e acompanharam de perto a instalação dos painéis na antiga sede do Curso Positivo.

No primeiro painel é possível ver um autorretrato de Lazzarotto no processo de criação do mural. O croqui em suas mãos tem a logomarca da instituição de ensino e a janela mostra a paisagem paranaense, onde nasceu o Curso Positivo. Nos painéis seguintes estão as atividades esportivas e artísticas em diferentes modalidades. A largada de uma corrida representa o esporte, e também o vestibular. Os candidatos, lado a lado, buscam uma vaga na universidade. A cena seguinte enfatiza as pernas dos candidatos, demonstrando precisar de "muita perna", isto é, de muita determinação para vencer esta corrida. A mão com o gesto de Positivo significa o resultado conquistado. O painel final mostra a entrada na Universidade Federal do Paraná, a mais tradicional instituição de ensino superior do Estado.

SERVIÇO

Galeria Poty Lazzarotto

Local: Curso Positivo - Rua Vicente Machado, 317, Centro, Curitiba/PR

Horário de Funcionamento: 8h às 19h

Entrada Franca, mediante agendamento

Mais informações e agendamento de visita: 3232-4011

Sobre o Curso Positivo

Fundado em 1972, o Curso Positivo nasceu de um sonho de um grupo de jovens professores, apaixonados pela profissão, que se uniram por um ideal: criar um curso pré-vestibular diferente, que acompanhasse os estudantes até os dias que antecediam o vestibular - algo pioneiro no Brasil, no início da década de 70. Desde então, o Curso Positivo se estabeleceu como uma instituição de destaque, registrando, historicamente, o maior índice de aprovação nos vestibulares mais concorridos das mais importantes faculdades e universidades do Paraná, bem como excelentes resultados nos exames das principais instituições de Ensino Superior do Brasil. O Curso Positivo conta com duas sedes em Curitiba (PR), uma em Joinville (SC) e uma em Ponta Grossa (PR), e dispõe de uma equipe de professores com grande experiência, material didático de alta qualidade para a melhor preparação e um inovador sistema de aulas dinâmicas totalmente focado na aprovação dos vestibulandos. O Curso Positivo utiliza o Sistema Positivo de Ensino.

Musin – Museu do Som Independente realiza bate-papos sobre a pesquisa em música durante a 20ª Semana Nacional de Museus, promovida pelo IBRAM

Programação conta com convidados dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, que tratam de temas relacionados à preservação da memória musical no Brasil

Capa de matéria 600x400.jpg

Entre os dias 16 e 22 de maio, é realizada em todo o Brasil a 20ª Semana Nacional de Museus, ação da Política Nacional de Museus do Instituto Brasileiro de Museus - IBRAM, que tem o propósito de mobilizar os museus de todo o país a partir de um esforço de convergência de suas programações em torno de um mesmo tema: “O Poder Dos Museus”. O Musin – Museu do Som Independente (que originou a Fonoteca da Música Paranaense) realiza uma série de bate-papos com convidados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná que relatam suas experiências sobre a pesquisa e a preservação da memória da música, com destaque para o rock.

Os bate-papos são transmitidos de forma virtual, diariamente, no canal do Observatório da Cultura do Brasil (www.youtube.com/observatoriodaculturadobrasil) sempre às 19h, conduzidos por Manoel de Souza Neto, idealizador do Musin, sendo que os debates têm mediação do jornalista Rodrigo Juste Duarte. Todos os vídeos ficarão disponíveis no canal após exibição.

No primeiro dia (16/05), o jornalista, músico e pesquisador Ayrton Mugnaini Jr. Relata seus trabalhos em livros sobre músicos que escreveu e sobre a curadoria do Arquivo do Rock Brasileiro pela Associação Cultural Dynamite. Na terça-feira (17/05), o biógrafo Pedro de Luna (responsável pelas biografias da banda Planet Hemp, do rapper Speed Freaks e do baixista Chapignon, do Charlie Brown Jr., entre outras) comenta sobre os desafios da pesquisa na era digital. O jornalista Marcelo Mara (do blog e canal de youtube Disco Furado) participa de um debate sobre memória da resistência em oposição à memória oficial, no dia seguinte. A fanzineira e produtora cultural Thina Curtis relata sobre a preservação de fotos, cartazes, demo tapes, fanzines e discos de vinil, na quinta-feira (19/05).

Os dias 20 e 21/05 são reservados para apresentações de três pesquisas realizadas no Musin, sendo uma sobre um dos maiores artistas saídos do Paraná (o maestro Waltel Branco) e duas sobre a cena rock local, mas com abordagens distintas. Na sexta-feira, o Mestre em História Thiago Rafael de Souza fala de sua dissertação “Mil tipos diferentes de músicas: a trajetória profissional de Waltel Branco”, enquanto o jornalista Douglas Maia Rodrigues comenta o trabalho “Sem Ressonância: uma web reportagem sobre o rock curitibano e jornalismo cultural”. No sábado, o publicitário Victor Schroeder discorre sobre sua pesquisa “Curitiba: Cidade do Rock”, um estudo sobre economia da música local.

A programação se encerra no domingo (22/05) com a palestra “A economia política da música na perspectiva das pesquisas feitas na instituição, contribuições para a produção acadêmica e teoria”, com Manoel J de Souza Neto, cientista Político, pesquisador, escritor e agitador cultural. Fundador do MUSIN – Museu do Som Independente e da Fonoteca da Música Paranaense, foi integrante da Câmara/Colegiado Setorial de Música e CNPC do MINC (2005/17) e é editor do Observatório da Cultura do Brasil.

A20ª Semana Nacional de Museus é uma iniciativa que apresenta para a comunidade como os museus vêm se mostrando como instituições capazes de se reinventar em momentos de crise, ao longo dos tempos históricos, ao qual podemos perceber seu poder de auxiliar as sociedades a se reconhecerem e transformarem as suas realidades

Sobre o Musin e a Fonoteca da Música Paranaense
O Musin – Museu do Som Independente hoje faz parte de uma rede de iniciativas com acervo próprio constituído de um museu com mais de 400 mil documentos de estudos da música e cultura (Musin), biblioteca de economia política da cultura, uma Fonoteca da Música Paranaense, com 3.400 discos paranaenses, laboratórios de pesquisa acadêmica e prática de economia criativa (Observatório da Cultura do Brasil), além de editora, canais digitais. A estrutura está dividida em elementos do mesmo CNPJ. A Editora Umbigo Casa de Cultura foi fundada em 2003, o Observatório da Cultura, foi fundado em 2011, sendo também responsável pelo Musin – Museu do Som Independente (fundado em 2003), e Fonoteca da Música Paranaense (fundada em 2018).

Serviço:
Musin – Museu do Som Independente / Fonoteca da Música Paranaense na 20ª Semana Nacional de Museus

De 16 a 22 de maio, sempre às 19h
Transmissão pelo canal do Observatório da Cultura do Brasil:
www.youtube.com/observatoriodaculturadobrasil (não ocorrerá atividade presencial)

Guia com a programação completa da 20ª Semana Nacional de Museus: https://www.gov.br/museus/pt-br/assuntos/noticias/20SNMGuiadaProgramao_V3.pdf

Programação:

16/05 (segunda-feira) - 19h às 20h
Debate: “Diversidade cultural e preservação da memória e patrimônio imaterial. Políticas culturais no contexto da preservação da memória, para além dos museus estatais”, com Ayrton Mugnaini Jr. (SP)

17/05 (terça-feira) - 19h às 20h
Debate: A produção acadêmica, catálogos, edição de livros e os acervos públicos, privados e comunitários. Desafios e avanços na era digital”, com Pedro de Luna (RJ/SP)

18/05 (quarta-feira) - 19h às 20h
Debate: A música independente no contexto da memória. Subculturas, culturas urbanas e guetos. A memória da resistência em oposição a memória oficial”, com Marcelo Mara (PR)

19/05 (quinta-feira) - 19h às 20h
Debate: “Desafios da preservação da memória das culturas undergrounds. Preservação de fotos, cartazes, demo tapes, fanzines, discos de vinil”, com Thina Curtis (SP)

20/05 (sexta-feira) - 19h às 20h
Apresentação de pesquisas realizadas no museu: “biografias musicais, cenas regionais, cenários independentes e de gêneros musicais específicos”, com Thiago Rafael de Souza e Douglas Maia (PR)

21/05 (sábado) - 19h às 20h
Apresentação de pesquisas realizadas no museu: “Pesquisas de economia política da música”, com Victor Schroeder (PR)

22/05 (domingo) - 19h às 20h
Palestra: “A economia política da música na perspectiva das pesquisas feitas na instituição, contribuições para a produção acadêmica e teoria”, com Manoel J de Souza Neto

Inauguração da exposição “Insólitos” no MAC-PR

Inaugurou na noite desta quarta-feira, 4 de maio, a exposição “Insólitos” no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), em Curitiba. A abertura contou com presenças da Superintendente-geral da Cultura do Paraná, Luciana Casagrande, da idealizadora do projeto, Malu Meyer, da diretora do MAC-PR, Ana Rocha, da curadoria Pollyanna Quintella, do artista expositor Tony Camargo e do público apreciador de arte contemporânea. A mostra, que segue até 31 de julho, marca o início do Clube de Colecionadores do MAC-PR e a primeira ação da Associação de Amigos do MAC (AAMAC). “Insólitos” reúne obras de cinco artistas convidados: Daniel Acosta, Mano Penalva, Maya Weishof, Tony Camargo e Washington Silvera que trazem a temática do incomum, o anormal, o que não é habitual, o infrequente e o raro. Também estão em exposição outras importantes obras de António Manuel, Cybele Varela, Henrique Fuhro, Pietrina Checcacci, Vera Chaves Barcellos, Solange Escosteguy e Ubi Bava, do acervo do museu.
No dia 10 de maio (terça-feira) será feito o lançamento do Clube de Colecionadores do MAC-PR na SOMA Galeria, dirigida por Malu Meyer, a partir das 19h. O endereço é Av. 7 de Setembro, 5708, Curitiba.
Mais informações sobre “Insólitos”: www.mac.pr.gov.br.
Fotos: Maringas Maciel

Legendas das Fotos:
01
Malu Meyer (ao centro, idealizadora do projeto Insólitos) e Pedro Amin (foto Maringas Maciel)

02
Pollyanna Quintella (Curadora), Ana Rocha (Diretora do MAC-PR), Tony Camargo (artista expositor) e Luciana Casagrande (Superintendente-geral de Cultura) (foto Maringas Maciel)

03
Ana Rocha (Diretora do MAC-PR), Pollyanna Quintella (Curadora) e Luciana Casagrande (Superintendente-geral de Cultura) (foto Maringas Maciel)

04
Pollyanna Quintella (curadora) com Vilma Slomp (artista) (foto Maringas Maciel)

05
Tony Camargo (artista expositor) (foto Maringas Maciel)

06
Luciana Casagrande (Superintendente-geral de Cultura) e Karina Amadori Insólitos 05 - Tony Camargo (artista expositor) (foto Maringas Maciel)

07
Ana Rocha com Tuca Nissel e Fabiane Queiroz (ambas da Ybakatu Galeria de Arte) (foto Maringas Maciel)

08
Os artistas Hugo Mendes (esq.) e Tony Camargo (foto Maringas Maciel)

09
Ale Mazzarolo (artista) com Milena Kovalczuk (foto Maringas Maciel)

10
Maurício Pinheiro Lima com Karina Amadori (foto Maringas Maciel)

Exposição Silêncios revela em traços e cores as incertezas que o período de confinamento trouxe às pessoas

Os últimos dois anos foram diferentes e inconstantes, pois a pandemia trouxe muitas mudanças e circunstâncias incertas para todos nós. Há pessoas que continuaram na ativa incansavelmente e há aquelas que se beneficiaram desse período para estudar, refletir, mudar algo em si, exercer outras atividades que até então não exerciam, e assim por diante. A exposição coletiva Silêncios revela um pouco disso, ela propõem uma reflexão sobre o período de confinamento. Essa produção foi desenvolvida nesses últimos dois anos, momento em que os artistas buscaram na arte o refúgio para passar esse período tão difícil. Ela constituiu-se no lar e traz para o visitante a perspectiva de um olhar contemplativo sobre objetos afetivos ao redor da casa. Está aberta para visitação no Espaço de Arte Francis Bacon até o dia 27 de maio.
Mais de 20 pinturas sobre tela, 10 colagens e uma instalação com mais de 50 desenhos e aquarelas de tamanhos variados compõem o ambiente que tem a curadoria do professor de pintura e desenho do Museu Alfredo Andersen, em Curitiba, Luiz Lavalle. Ele explica que para idealizar essa mostra foram estudados vários artistas contemporâneos que exploram a temática da casa, entre eles o artista curitibano João Paulo de Carvalho, que foi usado como referência nos trabalhos. “A exposição corresponde à produção dos artistas do ateliê do Museu Casa Alfredo Andersen, sob minha orientação no período pandêmico. As produções correspondem a pinturas de médio e pequeno formato, em suma monocromáticas, desenvolvidas a partir de cenas de interiores, em torno da casa e objetos afetivos, retratando a ausência, o silêncio e a transitoriedade do tempo.”
Essa exposição se enquadra no contexto da arte contemporânea porque explora suportes diferentes, além da pintura tradicional, como colagens, desenhos, poesias, anotações e uma instalação coletiva de grandes dimensões. E a mensagem que o grupo de artistas quer transmitir revela muito mais do que os olhos podem ver. “Essas obras refletem o universo pessoal de cada artista, suas incertezas, medos, crenças e também a esperança em dias melhores. A exposição é como um grande diário coletivo aberto e desmembrado, propondo uma visão otimista de mundo, onde o coletivo e a arte são fundamentais para o desenvolvimento humano”, finaliza Lavalle.

Artistas:
Adriana Joaquim
Andrea Gotti
Anna Petraglia
Claudete Farhat
Graciela Scandurra
Graziela Borche
Káthia Coelho
Miriam Saad
Nori Roseira
Regina J. Oleski
Rosângela Soares Pinto
Sissi Kleuser
Sônia M. Romaniuk

Sobre o curador:
Lavalle é graduado em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas pela FAP. Tem pós-graduação em Artes Visuais pelo SENAC. É professor de pintura e desenho no Museu Alfredo Andersen. Como artista visual, pesquisa as linguagens da pintura, desenho e fotografia.

Serviço
Exposição Silêncios
Local: Espaço de Arte Francis Bacon – Ordem Rosacruz (AMORC)
Endereço: Rua Nicarágua, 2620 - Bacacheri - 82515-260 - Curitiba, Paraná.
Entrada: Franca
Data: até 27 de maio de 2022.
Horário: de terça a sexta-feira das 13h30 às 17h. O Espaço não abre nos feriados.

“Insólitos”, nova mostra do MAC Paraná, inaugura Clube de Colecionadores do museu

Exposição marca primeiro evento do Clube de Colecionadores do MAC Paraná com trabalhos de Daniel Acosta, Mano Penalva, Maya Weishof, Tony Camargo e Washington Silvera

Exposição Insólitos - MAC-PR.jpeg

O Museu de Arte Contemporânea do Paraná inaugura no dia 04 de maio (quarta-feira) a exposição "Insólitos". Com a curadoria de Pollyanna Quintella, a exposição, aborda o incomum, o anormal, o que não é habitual, o infrequente e o raro na visão de cinco artistas convidados: Daniel Acosta, Mano Penalva, Maya Weishof, Tony Camargo e Washington Silvera e outros artistas importantes do acervo do MAC Paraná.

Junto aos cinco artistas convidados, estarão na exposição importantes obras históricas de António Manuel, Cybele Varela, Henrique Fuhro, Pietrina Checcacci, Vera Chaves Barcellos, Solange Escosteguy e Ubi Bava, produzidas nos anos 1960 e 1970 e que fazem parte do acervo do MAC Paraná. Artes que trazem produções revolucionárias e um grande papel de experimentação no campo artístico em uma época de luta sociopolítica.

A abertura, na próxima quarta-feira (04), será a partir das 19h com entrada gratuita. O MAC está funcionando atualmente nas salas 8 e 9 no Museu Oscar Niemeyer. “Insólitos” fica em exibição até 31 de julho.

Clube de Colecionadores
Além de dar continuidade ao projeto de remixar obras do acervo do MAC Paraná com artistas convidados, “Insólitos” traz em si uma potente novidade: os artistas convidados nesta exposição inauguram o Clube de Colecionadores do MAC Paraná, que visa incentivar o colecionismo de arte contemporânea e a arrecadação de fundos para novas aquisições de obras que serão, futuramente, incorporadas ao acervo da instituição. Essa é a primeira ação da Associação de Amigos do MAC (AAMAC), uma organização sem fins lucrativos criada exclusivamente para arrecadar fundos para a preservação do acervo do MAC Paraná.

Historicamente, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná é um espaço de fomento e preservação da arte produzida no Brasil desde a década de 1940. Para Ana Rocha, diretora do museu, “o Clube de Colecionadores reforça ainda mais profundamente essa vocação do museu e fortalece a preservação da memória artística contemporânea que é salvaguardada aqui”. Mais informações sobre como participar do Clube serão divulgadas em breve, na página do AAMAC dentro do site: www.mac.pr.gov.br.

Sobre as obras
As obras evidenciam uma visão de outro ponto de vista, a tradução do invisível, a interpretação fora do padrão e da obviedade daquilo que a imagem e um objeto representam. O artista baiano Mano Penalva utiliza a dualidade de significados por meio de obras feitas em materiais e utensílios presentes nos mercados populares, nos afazeres domésticos e na vida cotidiana. Entre elas, a intitulada “Namoradeira, Tramas”, exemplifica esse olhar além do óbvio. “As duas cadeiras unidas por uma única faixa de nylon representam o encontro dos corpos frente a frente”, explica ele.

A visão do oposto também é traduzida pelo artista Washington Silvera, que exibe nas esculturas a linguagem surrealista e a poética hercúlea. Em sua obra “Luva e Espelho”, ele revela o reflexo, a dualidade entre o leve e o pesado da luva e a direita e a esquerda das mãos.

Já a artista curitibana Maya Weishof, com o fascínio por imagens antigas, traz em suas pinturas a adaptação para a atualidade com traçados coloridos, delirantes, deformados e inusitados. Em “Noite Estrelada”, a artista debruça-se sobre a releitura do corpo da mulher, e relata que traz “erotismo e humor para uma imagem a princípio asséptica”.

Nas “Fotoplanopinturas” do artista paranaense Tony Camargo, há a captura através de luz e movimento, a marcação de um momento performático por meio da fotografia e sua passagem para o suporte tridimensional. Para ele, busca nesses trabalhos “reencarnar” vistas. “Talvez o sentido desses objetos, como arte, está na vontade de recombinar compactando imagens ou lugares narrativos”, explica.

O escultor gaúcho Daniel Acosta também visa dinamismo. Na mistura de arquitetura e design, trabalha com cores vibrantes, inspirado na arte oriental e traçando linhas em objetos. Segundo ele, “nos trabalhos a sobreposição dos elementos ornamentais sintéticos, que cruzam da direita para a esquerda e vice-versa, criam um dinamismo por contraposição”.

Serviço – Exposição “Insólitos”
Abertura: 04 de maio às 19h
Período de exposição: 05 de maio a 31 de julho
Horário de visitação: de terça a sexta-feira das 10h às 19h e sábado das 10h às 15h
Local: Museu de Arte Contemporânea do Paraná – MAC-PR (que atualmente está funcionando no Museu Oscar Niemeyer, nas salas 8 e 9)
Endereço: Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico (Curitiba, PR)
Ingressos: gratuito na abertura (04/05) e nas quartas-feiras, das 10h às 18h. Nos demais dias R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada). Gratuito para menores de 12 anos e maiores de 60 anos.

Maior jardim de esculturas público do Brasil, com obras de João Turin, vai completar um ano

Espaço de 8 mil m2 conta com 13 obras de bronze ampliadas com métodos que usaram tecnologias 3D avançadas, algumas chegam a 3 metros de altura
banner jardim de esculturas.jpg

Perto de completar seu primeiro aniversário de inauguração, o Memorial Paranista, espaço de preservação e difusão de obras de arte em Curitiba, tem entre seus atrativos o maior jardim de esculturas público do Brasil, com 13 obras ampliadas em bronze de João Turin (1878-1949) em um espaço de 8 mil m2 no Parque São Lourenço, local de grande circulação de pessoas na capital paranaense.

No Jardim de Esculturas, o público pode apreciar alguns dos trabalhos mais representativos deixados pelo artista, com destaque para animais selvagens, como onças, que o artista representou com grande realismo. Profundo conhecedor da anatomia animal, Turin destacou-se como o maior escultor animalista do Brasil. A obra de maior destaque no local é “Marumbi”, que apresenta a luta de duas onças. Completam o conjunto de obras expostas a céu aberto dois baixos relevos (um deles com a lendária imagem da fundação de Curitiba) e duas representações de indígenas do povo Guairacá, sendo que um deles tem 3 metros de altura, na entrada do parque.

Construído pela Prefeitura de Curitiba e inaugurado em 14 de maio de 2021, o Memorial Paranista conta com três edificações interligadas por uma galeria com cobertura de vidro. O local reúne cerca de 100 trabalhos de João Turin, sendo que 13 estão no Jardim de Esculturas, que possui obras ampliadas. Algumas ganharam proporções heróicas, sendo a maior de todas “Marumbi”, com 3 metros de altura e aproximadamente 700 quilos.

Processo de ampliação das obras
As obras originais deixadas por João Turin, em sua maioria eram gessos que tinham em média 40 centímetros de altura. Para se chegar às obras em grandes proporções do Jardim de Esculturas, foi feito um processo de ampliação, em que se fabrica o molde da obra no tamanho desejado, para em seguida fazer a fundição, que resulta na escultura ampliada. “É muito complexo fazer isso da forma tradicional. Existem métodos antigos de se fazer ampliação manualmente usando proporções e determinados instrumentos”, comenta Samuel Lago, um dos detentores dos direitos autorais do artista.

As obras ampliadas de João Turin foram feitas com tecnologias avançadas, aliadas com técnicas tradicionais. Os moldes foram produzidos com impressoras 3D a partir de um minucioso processo de digitalização tridimensional das esculturas originárias, com um scanner específico. Samuel Lago explica que as novas tecnologias trazem um resultado mais fiel à obra originária, além de poupar tempo na produção. “Os benefícios são imensos. Porém o que fizemos foi aliar os métodos mais modernos com as técnicas milenares como a da cera perdida, muito utilizada para fundições em bronze. Unimos o melhor dos dois mundos, sempre pensando pra frente, mas sem descartar métodos clássicos que funcionam bem. O resultado é notável”. Após a feitura dos moldes, foram realizadas as fundições das obras em bronze. Todo o processo foi feito por uma experiente empresa da Califórnia, nos EUA. As obras ampliadas foram transportadas de navio até o Brasil.

Obras em outros locais públicos do Paraná e Rio de Janeiro
João Turin foi um dos primeiros artistas a levar a arte de seu estado para o Brasil e o mundo. Suas esculturas estão em locais públicos de municípios paranaenses, no Rio de Janeiro e até na França, onde o artista tem exposta uma Pietá, feita em 1917, para a Igreja de Saint Martin, em Condé-sur-Noireau, uma verdadeira relíquia, que resistiu aos bombardeios da Segunda Guerra. Um exemplar desta obra estará exposto no Memorial.

Curitiba, onde Turin passou boa parte de sua vida, possui muitas obras do autor espalhadas por parques e praças da cidade, como “Tigre Esmagando a Cobra”, localizada próxima ao portal do bairro de Santa Felicidade, “Luar do Sertão”, em frente à Prefeitura Municipal e “Tiradentes”, na praça de mesmo nome. A cidade do Rio de Janeiro também conta com esculturas de João Turin a céu aberto. Um exemplar de “Luar do Sertão” está na Praça General Osório, no bairro Ipanema, enquanto a escultura de uma onça pode ser apreciada no Jardim Botânico.

Turin também está no acervo de arte do Vaticano. A escultura “Frade Lendo” foi entregue como presente do povo brasileiro para o Papa Francisco, em 2013, na primeira visita do pontífice ao Brasil.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do estado do Paraná, ele veio ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura na Bélgica. Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa. Foi premiado no salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses. Esta exposição também teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e na Pinacoteca de São Paulo.

Serviço:
Memorial Paranista João Turin: Rua Mateus Leme, 4700 (Curitiba, Paraná).
Entrada gratuita.
Agendamento de visitas guiadas no site www.curitiba.pr.gov.br/memorialparanista
Site sobre João Turin: joaoturin.com.br
Redes sociais: @escultorjoaoturin e facebook.com/escultorjoaoturin

Vídeo sobre o Memorial Paranista João Turin:
https://youtu.be/0ZevRuwdti8

MON abre normalmente nos feriados de abril

O Museu Oscar Niemeyer (MON) estará aberto normalmente ao público nos feriados de Sexta-feira Santa, Páscoa e Tiradentes, dias 15, 17 e 21 de abril. O horário de funcionamento é das 10h às 18h, sendo o último horário de acesso às 17h.

A MON Loja também abrirá nestes dias, seguindo o horário de funcionamento do Museu. Nela, o visitante encontra presentes, peças de design assinadas, livros de arte e livros infantis, além de catálogos e souvenirs de exposições de arte com a marca do Museu Oscar Niemeyer. Para mais informações, acesse www.museuoscarniemeyer.org.br/visite/ingressos-horarios.

O MON Café segue o horário de funcionamento das 9h às 19h.

Em cartaz
Várias exposições estão em cartaz atualmente no MON. São elas: “O Labirinto da Luz”; “África, Expressões Artísticas de um Continente”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Segunda Edição”; “O Mundo Mágico dos Ningyos”; “Lados Lados”; “Afinidades”; “Da Vinci Experience”; “Espaço Niemeyer”; “Cones” e obras do Pátio das Esculturas.

Ingressos
Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para professores e estudantes com identificação; doadores de sangue; pessoas com deficiência; titulares da ID Jovem; pessoas com câncer com documento comprovatório). Menores de 12 anos, maiores de 60 anos, jornalistas, taxistas credenciados à URBS, membros da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP) e membros do International Council of Museums (ICOM) têm direito à entrada gratuita, mediante apresentação de documento que comprove a condição.
Eles podem ser adquiridos online ou diretamente na bilheteria, sem a necessidade de fazer agendamento prévio.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 14 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço:
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Aberto nos feriados de abril, das 10h às 18h.
Rua Marechal Hermes, 999
www.museuoscarniemeyer.org.br

Carros antigos, customizados e para todos os estilos neste fim de semana na 3ª Edição da Old & Low Car em Curitiba

O evento automotivo, que reunirá aproximadamente 140 veículos, acontecerá, entre os dias 01 e 03 de abril, no Parque Barigui.

Neste final de semana, de sexta a domingo, os apreciadores e apaixonados por carros antigos ou customizados poderão acompanhar a 3ª edição da Old & Low Car, no pavilhão de feiras do Parque Barigui, no Centro de Eventos do Positivo. Serão aproximadamente 140 veículos de diversos estilos e culturas automotivas, expostos que vão dos antigos aos customizados, além de produtos e serviços com empresas ligadas a esse universo, neste evento que é considerado um dos maiores e mais completos do segmento da região Sul.

Além dos automóveis expostos, a Old & Low Car reunirá empresas com produtos e serviços que serão comercializados com preços de feira, abaixo do mercado. Estarão presentes fabricantes de peças, autopeças, comércio de rodas e pneus, som automotivo, consórcios, oficinas, restauradores, lataria, pintura, acessórios, artigos para decoração automotiva, além de vestuário e artigos para colecionadores.

O evento que reúne marcas que estarão apresentando suas novidades, tendências e muitas outras atrações voltadas para todas as idades, foi totalmente pensado para que os apaixonados pelo universo automotivo possam se divertir junto com toda a sua família, conhecendo e explorando essa cultura e suas peculiaridades.

Será ponto de encontro para os apreciadores e apaixonados por carros, clubes e colecionadores. Nesta edição, as novidades ficam por conta do evento Auto Detalhe, que acontece em paralelo, contando com cursos profissionalizantes e bate-papos com profissionais da área de Estética Automotiva Nacional, e também o 1° Campeonato de Detalhamento Automotivo.

Durante a feira, o público poderá acompanhar uma verdadeira viagem no tempo, acompanhando a história dos veículos em exposição, seus estilos e conceitos como potência, características aerodinâmicas, estruturais. Vários clubes automotivos estarão presentes com suas belas máquinas a fim de reunir os fãs desse universo.

Cursos e bate-papos da área de Estética Automotiva Nacional

Paralelamente à feira, acontece o Auto Detalhe, evento que abordará cursos e bate-papos com profissionais da área de Estética Automotiva Nacional. Haverá dois cursos profissionalizantes de polimento técnico em todos os níveis, sendo um deles exclusivo para os hobystas.

O evento estará ainda apresentando aos visitantes lançamentos de equipamentos, produtos e serviços em um momento intenso de trocas de experiências, dicas e conhecimentos de um dos segmentos de maior ascensão do mercado.

SERVIÇO:

3ª EDIÇÃO DA OLD & LOW CAR EM CURITIBA

Data: 01 a 03 de abril de 2022 (Sexta a domingo)
Local: Centro de Eventos do Positivo (pavilhão de feiras do parque barigui – (Rodovia do Café (BR 277) KM 0 – Santo Inácio).
Horários: 01/04 sexta-feira (14h às 22h) / 02/04 sábado (10h às 22h) / 03/04 domingo (10h às 20h)
Classificação: Livre

Ingressos: Antecipados R$ 20,00 nos pontos de venda nas seguintes lojas:
Loja Autocar Automotivo
KTM Sportbay
Fixados Lava Car
* Após esta data, os ingressos custarão R$ 30,00 e serão vendidos nos dias e horários de funcionamento do evento na bilheteria do Centro de Eventos do Positivo.

Realização: 2A Eventos

MUPA recebe neste sábado a escritora Noemi Jaffe para mesa-redonda sobre plantas e linguagem

Na escrita e na vida, já tem sido possível perceber os impasses que a crise do capitalismo tem provocado na nossa relação com a natureza. Em Írisz: as orquídeas, a escritora, professora e crítica literária paulistana Noemi Jaffe enreda a história de uma bióloga fugitiva da guerra que desaparece deixando diários nos quais é possível perceber sua arguta percepção da língua húngara, da crise do comunismo e de sua relação com as orquídeas. A escritora curitibana Julie Fank, em seu ainda inédito A história da cebola, escreve um protagonista sem memória que se utiliza dos verbetes enciclopédicos sobre plantas para se reconhecer e se reinscrever no mundo.

No próximo sábado (26), Noemi Jaffe vem a Curitiba para uma mesa-redonda gratuita e aberta a todos os públicos no Museu Paranaense (MUPA), com mediação de Julie Fank. Durante o evento, as escritoras devem debater questões que atravessam nossa vida hoje e dialogam com a literatura, a única pólvora possível para quem escreve. Diante da situação de um mundo com os fósforos acesos para o conflito, como isso perpassa nossa relação com as plantas e com a linguagem?

A ação integra a programação geral do Programa Público “Se enfiasse os pés na terra: relações entre humanos e plantas” que segue ativa até o mês de maio deste ano no Museu Paranaense. O programa é formado por uma série de ações artísticas, educativas e culturais, nas quais o público é convidado a aproximar-se das múltiplas formas de vínculos entre seres humanos e seres vegetais. Uma das ideias gerais do projeto é reafirmar a importância da cultura imaterial, dos saberes ancestrais de pessoas enraizadas em seus territórios, bem como da potência do museu enquanto espaço de relações. Por meio de mesas-redondas, conversas, atividades práticas e ações artísticas, o projeto tem como objetivo promover o encontro entre os sujeitos que carregam consigo uma relação estreita com as plantas — das mais diferentes formas — e o público do MUPA.

Para conferir a agenda completa, acesse este link.

SOBRE NOEMI JAFFE — Escritora, professora de literatura e de escrita e crítica literária. Doutorou-se em Literatura Brasileira pela USP. Publicou "O que os cegos estão sonhando" (Ed. 34 — 2012), "A verdadeira história do alfabeto" (Companhia das Letras — 2012), vencedor do Prêmio Brasília de Literatura em 2014, "Irisz: as orquídeas" (Companhia das Letras — 2015), "Não está mais aqui quem falou" (Companhia das Letras — 2017) e "O que ela sussurra", entre outros. Desde 2016, mantém o Centro Cultural Literário Escrevedeira, em parceria com Luciana Gerbovic e João Bandeira.

SOBRE JULIE FANK — Graduada em Letras, mestra em Literatura Comparada pela Unioeste-PR, doutora em Escrita Criativa pela PUCRS. É escritora, artista visual e diretora da Esc. Escola de Escrita.

SERVIÇO - Mesa-redonda “Letras em Fotossíntese” com Noemi Jaffe
Mediação: Julie Fank
Sábado, 26 de março, às 15h

Para assistir à mesa-redonda não é necessário inscrever-se previamente. A liberação dos lugares será realizada a partir de 14h30, por ordem de chegada, até completar a capacidade do local.

O Museu Paranaense fica na Rua Kellers, 289, Alto São Francisco – Curitiba.

Contatos da assessoria
Tel: +55 41 99695-2884
Email: fmaldonado@secc.pr.gov.br (Fernanda Maldonado)

João Turin tem a obra Homem-Pinheiro em exposição do Sesc 24 de Maio, em São Paulo

Obra de João Turin no Sesc 24 de maio em SP - foto Drika Alves(1).jpg
Foto: Drika Alves

O artista João Turin (1878-1949) integra a exposição “Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil”, que está em cartaz no Sesc 24 de Maio, Centro de São Paulo. A mostra reflete sobre a noção de arte moderna no Brasil para além da década de 1920 e do protagonismo muitas vezes atribuído pela história da arte a São Paulo, reunindo obras de vários estados brasileiros, nas mais diversas linguagens. A entrada é gratuita.

A obra escolhida é o baixo relevo “Homem-Pinheiro”, uma das mais icônicas do artista. A consultora Fernanda Pitta explica que na pesquisa realizada, a equipe de curadores já tinha conhecimento da obra de João Turin por meio de uma exposição que esteve em cartaz na Pinacoteca de São Paulo em 2016. Segundo ela, a curadoria observou em Turin “um certo projeto moderno ligado ao regionalismo”, fazendo referência ao Paranismo como ideia de renovação das artes modernas no estado, focado em uma negociação com aspectos locais e regionais

“Nós selecionamos a obra ‘Homem-Pinheiro’ por nos parecer uma das mais representativas desse esforço do João Turin de criar uma linguagem dentro do campo da escultura que dissesse respeito a esse contexto regional paranaense, fazendo isso numa linguagem experimental dentro da escultura, que relaciona passado e presente, faz referência ao Homem Vitruviano, mas ao mesmo tempo atualiza essa imagem com a figura dessa simbiose com a natureza a partir do pinheiro. Por esse motivo nós selecionamos a obra do João Turin para integrar a exposição”, comenta.

A mostra integra o projeto Diversos 22, do Sesc São Paulo, que celebra o centenário da Semana de Arte Moderna e o bicentenário da Independência, refletindo criticamente sobre as diversas narrativas de construção e projeção de um Brasil, e traz cerca de 600 obras de 200 artistas, como Lídia Baís, Mestre Zumba, Genaro de Carvalho, Anita Malfatti, Tomie Ohtake, entre outros.

Serviço:
Exposição “Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil”
Datas e horários: A exposição pode ser visitada até 07/08, de terça a sábado das 10h às 20h, e nos domingos e feriados das 10h às 18h.
Local: Sesc 24 de Maio (Rua 24 de Maio, 109, São Paulo – SP)
Classificação livre
Entrada gratuita

Curadoria: Aldrin Figueiredo, Clarissa Diniz, Divino Sobral, Marcelo Campos, Paula Ramos e Raphael Fonseca
Curadoria-geral: Raphael Fonseca
Curadores-assistentes: Breno de Faria, Ludimilla Fonseca e Renato Menezes
Consultoria: Fernanda Pitta

João Turin - Homem Pinheiro_2.jpg

A árvore que anda: artista indígena Uýra vem ao MUPA com performance inédita no Brasil

Neste final de semana, o Museu Paranaense recebe uma convidada muito especial para duas ações no Programa Público: uma performance e uma roda de conversa. Uýra, artista indígena contemporânea, bióloga e educadora, define-se como “a árvore que anda” e vai trazer ao público reflexões e provocações que permeiam três frentes: floresta, ecologia e arte contemporânea.

No sábado (19), acontece a roda de conversa “Simbioses: arte, ecologias e políticas na paisagem cidade floresta”. Além de Uýra, o MUPA recebe também a artista visual e cineasta amazonense Keila Sankofa. Nesse encontro, Uýra irá compartilhar suas vivências enquanto bióloga, educadora e artista visual que busca articular sabedorias ancestrais indígenas com conhecimentos científicos.

Ela irá falar sobre sua vivência enquanto indígena, artista e pesquisadora em Manaus, território industrial localizado no meio da floresta, seus interesses pelos sistemas vivos e suas violações, decolonialidades, memórias e diásporas indígenas. Já Keila Sankofa dialoga a partir de sua atuação como artista visual e cineasta. Suas produções utilizam a fotografia e o audiovisual como ferramenta para propor autoestima e questionar apagamentos de pessoas negras.

A atividade é gratuita e para participar não é necessário inscrever-se previamente. A liberação dos lugares será realizada a partir de 16h30, por ordem de chegada, até completar a capacidade do local.

No domingo (20), a partir das 11h acontece a performance “Ponto Final, Ponto Seguido”, com Uýra. A proposta da artista é pensar e ativar ressurgimentos de vida coberta pelas materialidades e imaginários coloniais — as terras, memórias, águas e florestas que dormem debaixo dos asfaltos. Já apresentada pelo Kunnstraum Museum, nas ruas de Viena, e também no Castelo Di Rivolli, Itália, essa será sua primeira apresentação no Brasil. “Ponto Final, Ponto Seguido” começa dentro do MUPA e segue trajeto para a Praça João Cândido, em frente ao museu. Para assistir não é necessário inscrever-se previamente. Chegue com antecedência para garantir seu lugar.

CONVIDADAS
Uýra é uma indígena da Amazônia Central. Formada em Biologia e mestre em Ecologia, atua como artista visual, arte educadora e pesquisadora. Mora em Manaus, território industrial no meio da floresta. Ela descreve a si mesma como uma manifestação em carne de bicho e planta que se move para exposição e cura de doenças sistêmicas coloniais. Por meio de elementos orgânicos, utilizando o corpo como suporte, encarna esta árvore que anda e atravessa suas falas em fotoperformance e performance. Interessa-se pelos sistemas vivos e suas violações, e a partir da ótica da diversidade, dissidência, do funcionamento e adaptação, (re)conta histórias naturais, de encantaria e atravessamentos existentes na paisagem floresta-cidade.

Uýra já realizou inúmeras exposições individuais e coletivas. Dentre elas, destacam-se “Faz Escuro Mas Eu Canto” (34º Bienal de São Paulo, 2021), “Resurgences of Amazonia!” (Kunstraum, Innsbruck, 2021) e “Árvore que Anda” (Galeria de Artes Visuais do Largo São Sebastião, Manaus, 2019).

Keila Sankofa nasceu em Manaus (AM), onde vive e trabalha. Artista visual e cineasta. Compreende a rua como espaço de diálogo com a cidade, produzindo instalações audiovisuais que exibem filmes, fotos e videoartes. Atualmente, Sankofa utiliza seu corpo como protagonista na construção de suas obras. Reconhece o espaço urbano como encruzilhada de possibilidades, que proporciona um diálogo não-hierárquico com o público.

Indicada ao Prêmio Pipa 2021. Tem uma vasta experiência na direção de produção em projetos audiovisuais como séries e curtas, além de produção de mostras, festivais e espetáculos de diversas linguagens artísticas.

As atividades integram a programação geral do Programa Público “Se enfiasse os pés na terra: relações entre humanos e plantas”. Para saber mais, acesse o site: www.museuparanaense.pr.gov.br/Programa-Publico .

SERVIÇO
Roda de conversa “Simbioses: arte, ecologias e políticas na paisagem cidade floresta” com Uýra e Keila Sankofa
Sábado, 19 de março, às 17 horas
Atividade gratuita. Para participar não é necessário inscrever-se previamente. A liberação dos lugares será realizada a partir de 16h30, por ordem de chegada, até completar a capacidade do local.

Performance “Ponto Seguido, Ponto Final” com Uýra
Domingo, 20 de março, às 11h
A performance começa no Museu Paranaense e segue para a Praça João Cândido, em frente ao museu.

O Museu Paranaense fica na Rua Kellers, 289, Alto São Francisco – Curitiba.
Para mais informações sobre o Programa Público “Se enfiasse os pés na terra: relações entre humanos e plantas” acesse este link.

MON promove visita mediada e oficina na exposição de Orlando Azevedo

A edição de março do programa Arte para Maiores, do Museu Oscar Niemeyer (MON), destinado especialmente ao público com mais de 60 anos, terá visita mediada e oficina prática na exposição “O Labirinto da Luz”, do fotógrafo Orlando Azevedo.

Será no dia 15 de março, das 14h às 17h, com a equipe do Educativo do Museu. As vagas são limitadas e não é necessário possuir conhecimento prévio em artes visuais. Para se inscrever é necessário preencher o formulário online.
Haverá também uma videoconferência com o fotógrafo e com o curador da exposição, Rubens Fernandes Junior, no dia 22 de março, das 14h às 15h30. Mais informações e inscrição em: bit.ly/APMmarco.

O Labirinto da Luz
A mostra “O Labirinto da Luz” celebra os 50 anos de fotografia de Orlando Azevedo. São 237 imagens, com curadoria de Rubens Fernandes Junior, que podem ser vistas pelo público na Sala 1 do MON.

O curador criou um labirinto que divide a exposição em núcleos referentes a algumas das vertentes criativas do fotógrafo. São eles: “Ruínas”; “Religiosidade”; “Índia”; “Cósmica”; “Retratos”; “Marinhas”; “Corpo e Movimento”; “Paisagem”; “Festas e Populares”; “iPhone”; “Surreal” e “Voo”.

Orlando Azevedo possui obras em diversos acervos do Brasil e de outros países, como no International Center of Photography, em Nova York; Centre Georges Pompidou e Museu Francês de Fotografia, em Paris; Museu de Arte de São Paulo (MASP); Museu de Arte Moderna de São Paulo; Instituto Cultural Itaú; Museu de Fotografia Cidade de Curitiba; Empresa Portuguesa das Águas Livres/Lisboa; Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro; Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo; Fototeca de Cuba, em Havana, além do próprio Museu Oscar Niemeyer (MON), e também várias e importantes coleções privadas nacionais e internacionais.

No total, Orlando tem 12 livros publicados e entre eles estão: “Mestiço – Retrato do Brasil” (2019); “Augusto Weiss 1890/1990” (2017) e “Rio Grande/RS” (2014).

Arte para Maiores
Em 2019, o programa Arte para Maiores conquistou um importante reconhecimento nacional na área de educação em museus, o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM). Em 2020, o programa tornou-se on-line, em decorrência das restrições impostas pela pandemia. Em 2021, o Arte para Maiores retornou em sua versão presencial, seguindo o protocolo de segurança.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço
Visita mediada e oficina
Data: 15 de março
Horário: das 14h às 18h

Videoconferência
Data: 22 de março
Horário: das 14h às 15h30
Inscrição: bit.ly/APMmarco

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
Curitiba – Paraná
museuoscarniemeyer.org.br

APAIXONADOS POR CARROS Curitiba recebe em abril a 3ª Edição da Old & Low Car

O evento automotivo mais completo da capital paranaense acontecerá, entre os dias 01 e 03 de abril, no Parque Barigui.

Os apaixonados por carros antigos ou customizados, já têm um encontro marcado em Curitiba. Acontecerá entre os dias 01 e 03 de abril, a 3ª edição da Old & Low Car, no pavilhão de feiras do Parque Barigui, o Centro de Eventos do Positivo. Considerado um dos mais completos e maiores eventos do segmento da região Sul, ele reunirá neste ano em exposição aproximadamente 140 veículos de diversos estilos e culturas automotivas, além de produtos e serviços com empresas ligadas a esse universo. Apresentando suas novidades, tendências e muitas outras atrações voltadas para todas as famílias. Será ponto de encontro para os apreciadores e apaixonados por carros, clubes e colecionadores. Nesta edição, as novidades ficam por conta do evento Auto Detalhe, que acontece em paralelo, contando com cursos profissionalizantes e bate-papos com profissionais da área de Estética Automotiva Nacional, e também o 1° Campeonato de Detalhamento Automotivo.

Durante a feira, o público poderá acompanhar uma verdadeira viagem no tempo acompanhando a história dos veículos em exposição, seus estilos e conceitos como potência, características aerodinâmicas, estruturais. Vários clubes automotivos estarão presentes com suas belas máquinas a fim de reunir os fãs desse universo.

Além dos automóveis expostos, a Old & Low Car reunirá empresas com produtos e serviços que serão comercializados com preços de feira, abaixo do mercado. Estarão presentes fabricantes de peças, autopeças, comércio de rodas e pneus, som automotivo, consórcios, oficinas, restauradores, lataria, pintura, acessórios, artigos para decoração automotiva, além de vestuário e artigos para colecionadores.

O evento foi totalmente pensado para que os apaixonados pelo o universo automotivo possam se divertir junto com toda a sua família, conhecendo e explorando essa cultura e suas peculiaridades.

Cursos e bate-papos da área de Estética Automotiva Nacional

Paralelamente à feira, acontece o Auto Detalhe, evento que abordará cursos e bate-papos com profissionais da área de Estética Automotiva Nacional. Haverá dois cursos profissionalizantes de polimento técnico em todos os níveis, sendo um deles exclusivo paras os hobystas. O evento estará ainda apresentando aos visitantes lançamentos de equipamentos, produtos e serviços em um momento intenso de trocas de experiências, dicas e conhecimentos de um dos segmentos de maior ascensão do mercado.

SERVIÇO:

3ª EDIÇÃO OLD & LOW CAR CURITIBA

Data: 01 a 03 de abril de 2022 (Sexta a domingo)
Local: Centro de Eventos do Positivo (pavilhão de feiras do parque barigui – (Rodovia do Café (BR 277) KM 0 – Santo Inácio).
Horários: 01/04 sexta-feira (14h às 22h) / 02/04 sábado (10h às 22h) / 03/04 domingo (10h às 20h)
Classificação: Livre

Ingressos: Antecipados R$ 20,00 nos pontos de venda nas seguintes lojas:
Loja Autocar Automotivo
KTM Sportbay
Fixados Lava Car
* Após esta data, os ingressos custarão R$ 30,00 e serão vendidos nos dias e horários de funcionamento do evento na bilheteria do Centro de Eventos do Positivo.

Realização: 2A Eventos

Catálogo com imagens inéditas da exposição “OS GÊMEOS: Segredos” no MON já está disponível

O Museu Oscar Niemeyer (MON) acaba de lançar um novo catálogo da exposição “OSGÊMEOS: Segredos”, com imagens inéditas da mostra realizada no MON, que já foi vista por mais de 143 mil visitantes. Este é o último mês da exposição, que irá até o dia 3 de abril.

Produção original da Pinacoteca de São Paulo, a exposição em Curitiba é uma parceria com o Museu Oscar Niemeyer, apresentada pela Copel e viabilizada pelo Governo do Estado do Paraná. Estão expostos mais de 850 itens, entre pinturas, instalações imersivas e sonoras, esculturas, intervenções site specific, desenhos e cadernos de anotações.

O novo catálogo é um complemento do anterior, que já está esgotado, e traz imagens específicas da exposição no MON. Os exemplares são limitados e estão disponíveis na MON Loja. Outros produtos relacionados à exposição também estão disponíveis na loja, como camiseta, garrafinha e marcador de páginas.

Os artistas
A dupla de artistas formada pelos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo (São Paulo, 1974) construiu uma trajetória no mundo das artes sem nunca ter perdido de vista o desejo de manter-se acessível ao grande público.

Esse percurso inclui a participação em mostras nas principais instituições internacionais, como o Hamburger Bahnhof, em Berlim, em 2019, com um projeto concebido em parceria com o grupo berlinense de breakdance Flying Steps – um dos mais premiados mundialmente; a Vancouver Biennale, no Canadá (2014); o MOCA – Museum of Contemporary Art, em Los Angeles (2011); o MOT – Museum of Contemporary Art Tokyo, em Tóquio, no Japão (2008); a Tate Modern, em Londres, no Reino Unido (2008), onde os artistas pintaram a fachada, e a Trienale de Milão (2006), entre outros. Ao longo de sua carreira, os irmãos também receberam convites para criar para os principais espaços públicos de mais de 60 países, incluindo Suécia, Alemanha, Portugal, Austrália, Cuba, Estados Unidos – com destaque para os telões eletrônicos da Times Square, em Nova York (2015) –, entre outros.

Gustavo e Otávio sempre tomaram o espaço urbano como lugar de vivência e de pesquisa desde o início de sua produção, em meados da década de 1980. Os artistas partiram de uma forte imersão na cultura hip hop, que havia chegado ao Brasil no momento em que os irmãos começaram a produzir, e da influência da dança, da música, do muralismo e da cultura popular para desenvolver um estilo singular, com atmosfera alegre, que acabou se tornando um emblema dos espaços urbanos pelo Brasil e pelo mundo.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço:
Catálogo “OSGEMEOS: Segredos, a Exposição”
Disponível na MON Loja
Valor: R$ 70
Contato: (41) 3350-4467, ou lojadomon@gmail.com
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON estará aberto ao público no Carnaval

O Museu Oscar Niemeyer (MON) estará aberto normalmente ao público em todos os dias do feriado de Carnaval, incluindo segunda, terça e quarta-feira (dias 28, 1° e 2), em horário normal: das 10h às 18h.

Maior museu de arte da América Latina, o MON oferece atualmente aos seus visitantes 12 exposições simultâneas. Para acessá-las, os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria física ou on-line, a partir do site da instituição, mas existem algumas especificações. São elas:

Para a exposição “OSGEMEOS: Segredos”, o ingresso é vendido exclusivamente online, com dia e horário marcados. Não é possível fazer a compra na bilheteria física. Ingressos isentos e as entradas gratuitas das quartas-feiras também precisam ser agendados. O ingresso dá direito a visitar as demais mostras em cartaz no Museu.

Para as demais exposições, inclusive “Da Vinci Experience e suas Invenções”, os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria física do MON ou de maneira on-line, no site do Museu, não sendo necessário o agendamento prévio. O acesso à exposição pode ser feito até as 17h. Esses ingressos não dão acesso à exposição “OSGEMEOS: Segredos”, localizada no Olho.

“Da Vinci Experience e suas Invenções”, a mais recente exposição inaugurada pelo MON, apresenta a trajetória de uma das mentes mais brilhantes da história, de forma interativa e inovadora, com reproduções de suas principais obras e réplicas artesanais das famosas máquinas criadas por ele, como bicicleta, paraquedas, volante, tanque blindado e asa-delta.

Essencialmente didática, interativa e imersiva, a exposição conduz o público a penetrar em espaços digitais, vivenciando as mais diversas experiências multissensoriais.

Além de “Da Vinci Experience e suas Invenções”, as exposições atualmente em cartaz no MON são: “O Labirinto da Luz”, de Orlando Azevedo; “Forma e Matéria”, de Claudia Moreira Salles; “Afinidades”; “OSGEMEOS: Segredos”; “Mens Rea: A Cartografia do Mistério”, de Mac Adams; “África, Expressões Artísticas de um Continente”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Segunda Edição”; “O Mundo Mágico dos Ningyos”; “Espaço Niemeyer”; “Cones” e obras do Pátio das Esculturas.

O MON fica aberto até as 18h, mas o último horário de acesso é às 17h. Os momentos mais tranquilos para visitação do Museu são terças, quintas e sextas-feiras, ou aos fins de semana, na parte da manhã.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço
Museu Oscar Niemeyer (MON)
www.museuoscarniemeyer.org.br