7 obras de João Turin que você precisa conhecer

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Foto: Ateliê João Turin

João Turin (1878-1949) é hoje considerado o maior escultor animalista do Brasil devido à forma como retratou onças, aves e outros animais com extremo realismo. No entanto, seu legado artístico contempla também uma diversidade de figuras humanas e outros temas, não só na arte escultórica, mas também em pinturas, desenhos e até em projetos de design.

Nascido em Morretes (litoral do Paraná), mudou-se ainda menino com sua família para a capital Curitiba, onde começou a se dedicar às artes. Conquistou em 1906 uma bolsa para estudar na Academia Real de Belas Artes de Bruxelas (Bélgica), onde foi aluno de grandes mestres. Após concluir o curso, continuou vivendo na Europa, principalmente em Paris, no mesmo período em que a capital da França era frequentada por grandes artistas (entre eles, Picasso, Modigliani, entre outros). Lá expôs em importantes salões de arte e montou um ateliê no badalado bairro de Montparnasse, até retornar ao Brasil em 1922, onde passou o resto de sua vida.

Após sua morte, em 1949, suas obras foram guardadas por familiares, até serem adquiridas pela Família Ferrari Lago, que assumiu a responsabilidade pela gestão do acervo de Turin, realizando um resgate de ponta a ponta de seu legado artístico. Trabalho, até então, sem precedentes no campo das artes local. Das mais de 400 obras que João Turin deixou, hoje 100 delas estão em exibição permanente no Memorial Paranista, administrado pela Prefeitura de Curitiba, além de ter esculturas em locais públicos (do Paraná, Rio de Janeiro e França) e em acervos de 15 museus e instituições do Brasil.

Conheça algumas das principais obras deste importante artista:

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1. Marumbi
Uma das mais conhecidas obras animalistas de João Turin, que mostra o embate entre duas onças. Além de ser uma escultura imponente, possui uma grande carga simbólica e nostálgica: recebe este nome pois o seu contorno remete ao relevo do Pico Marumbi, na Serra do Mar, uma paisagem que fazia parte da infância de Turin, quando ainda morava em Morretes (PR). A obra é o destaque principal do Jardim de Esculturas do Memorial Paranista, presente em uma ampliação em proporção heróica, com quase 3 metros de altura e 700 quilos.

2. Pietá
Dado como perdido por quase 70 anos, este baixo-relevo de temática sacra foi esculpido em pedra, em 1917, na Igreja de Saint Martin, em Condé-sur-Noireau, na Baixa Normandia (França). A escultura sobreviveu aos bombardeios da 2ª Guerra Mundial, que arrasaram a cidade em 1944, mas a obra permaneceu intacta, como que por milagre. “Pietá” foi localizada em 2013 e só então foi possível realizar o molde para fundi-la em bronze no Brasil. Hoje, este exemplar pode ser apreciado no Memorial Paranista. O resgate artístico foi registrado no documentário “A Pietá de João Turin”, disponível no canal de youtube Ateliê João Turin.

3. Luar do Sertão
A grande inspiração de João Turin para o estudo da anatomia animal eram as onças do Passeio Público, primeiro zoológico de Curitiba, que o artista visitava constantemente. Fazia rápidos esboços dos animais, para depois, em seu ateliê, realizar esculturas em argila a partir dos croquis. A obra “Luar do Sertão” (originalmente intitulada "O rugir do tigre") foi premiada no Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1947, com medalha de ouro. Esta escultura faz parte da paisagem do Centro Cívico, em Curitiba, e da Praça General Osório, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro.

4. No Exílio
Quando morou na Europa, João Turin teve suas obras prestigiadas em importantes eventos de arte. Sua primeira escultura de grandes proporções, “No Exílio” (realizada em Bruxelas como trabalho de conclusão de curso), recebeu menção honrosa na Feira dos Artistas Franceses, em 1912. Turin não pôde trazê-la para o Brasil e a obra foi perdida. Em 2022, a artista Luna do Rio Apa realizou uma releitura em gesso, com 2,70m de altura e mais de 300 quilos, fiel às proporções originais. Graças a parceria firmada entre a Família Ferrari Lago (detentora dos direitos patrimoniais de João Turin) e a Prefeitura de Curitiba, a obra foi fundida em bronze e inaugurada no Jardim de Esculturas do Memorial Paranista em 21/09/2023, no aniversário de 145 anos de João Turin.

5. Tigre Esmagando a Cobra
Em quase 50 anos de carreira, João Turin imortalizou animais selvagens ou domésticos, em especial grandes felinos como a onça, o tigre e até o leão, retratados em diversas situações. Uma destas obras mais conhecidas é “Tigre Esmagando a Cobra”, que rendeu sua primeira premiação no Brasil, quando ganhou medalha de prata no Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1944. Nesta mesma cidade, a obra pode ser vista no Zoológico da Quinta da Boa Vista. Está presente também em Curitiba, na Av. Manoel Ribas (próxima a Santa Felicidade, conhecido local turístico) e no Memorial Paranista.

6. Cacique Guairacá
João Turin representou os povos indígenas em algumas dezenas de obras. Segundo seu biógrafo, José Roberto Teixeira Leite, Turin afastou-se das representações idealizadas do Romantismo brasileiro. “Ele buscou retratar em seus hábitos e costumes o primitivo senhor de uma terra que lhe foi usurpada”, escreveu o pesquisador. A principal obra desta temática homenageia o Cacique Guairacá, que combateu a colonização europeia na região de Guarapuava, cidade paranaense que tem um exemplar desta escultura em um espaço público desde 1978. A obra também pode ser apreciada no Memorial Paranista, em Curitiba.

7. Tiradentes
Além de “No Exílio”, João Turin executou na Europa outra obra de grandes proporções: uma escultura de Tiradentes, o mártir da inconfidência mineira, que foi exibida no Salão dos Artistas Franceses, em Paris, em 1922, pouco antes de Turin retornar ao Brasil. Apesar de sua grande estatura, com 2,30 m de altura, o artista embarcou esta obra em um navio quando retornou ao Brasil. Desde 1927, “Tiradentes” pode ser visto pelo público que passa pela praça do marco zero no Centro de Curitiba.

MON realiza encontro para educadores na exposição “Espaço Imantado – Mario Rubinski”

A primeira programação do ano do MON na Escola será no dia 27 de março e contará com a presença da artista e curadora Eliane Prolik. Haverá uma visita mediada na exposição “Espaço Imantado – Mario Rubinski”, em cartaz na sala 7, seguida de uma oficina artística.

O MON na Escola é uma iniciativa do Museu Oscar Niemeyer destinada a profissionais da educação. A atividade é gratuita, mas exige inscrição prévia pelo link abaixo. Os encontros acontecem em duas sessões: das 9h30 às 11h30 e das 14h às 16h.

O programa é direcionado a professores dos ensinos público e privado, alunos de licenciatura e outros profissionais da área de mediação cultural. Os encontros são mensais, com emissão de declaração de participação.

Sobre a exposição
A mostra “Mario Rubinski – O Espaço Imantado” reúne cerca de 150 pinturas, desenhos e estudos do artista curitibano Mario Rubinski (1933-2021). A curadoria é de Adolfo Montejo Navas e Eliane Prolik.

Sua inconfundível obra traz os elementos da paisagem por meio da geometrização e abstração simbólica. A exposição reúne obras realizadas ao longo de seis décadas, entre 1950 e 2021.

Rubinski teve formação na Escola de Belas Artes do Paraná e viveu a efervescência da Biblioteca Pública do Paraná como o principal centro cultural de Curitiba. Expôs e foi premiado em salões, conviveu com grandes artistas e ensinou, incansavelmente, arte por toda a vida.

A curadora Eliane Prolik vive e trabalha em Curitiba. É graduada em Pintura (1981), com especialização em História da Arte do Século XX (2000) pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Trabalha com esculturas, instalações, intervenções urbanas e vídeos. Teve alguns de seus trabalhos expostos nas Bienais de Curitiba (2019, 2018 e 2015) e de São Paulo (2002 e 1987), entre outras. Realizou exposições nos mais importantes museus e espaços culturais do Brasil, como o Museu Oscar Niemeyer, Pinacoteca de São Paulo, Solar do Barão, entre outros. Também atua em curadorias e projetos culturais que visam pesquisar e elaborar levantamento de obras, além de trabalhar com editoração e publicação de catálogos e livros, exposição e aquisição para acervos públicos sobre artistas paranaenses como: Mário Rubinski (2019), Alfredo Andersen (2018), Antonio Arney (2015-19), Miguel Bakun (1999-2010) e Raul Cruz (1994-2006). Em 1986, foi diretora do Museu Alfredo Andersen e membro da comissão de acervo do Museu de Arte do Paraná, em Curitiba.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
MON na Escola
Encontro na mostra “Espaço Imantado - Mario Rubinski”
27 de março
Sessão 1: das 9h30 às 11h30
Sessão 2: das 14h às 16h
Espaço de Oficinas
Link para inscrição: https://bit.ly/MONnaEscolaMarço2024

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Mostra apresenta obras do acervo de Juarez Machado

Ao todo, 37 telas do acervo pessoal do artista que retratam algumas de suas cidades favoritas estarão na exposição que inaugura na Artestil Galeria de Arte neste sábado

No próximo sábado, dia 16 de março, a partir das 11h, a Artestil Galeria de Arte, no Batel, vai abrir uma exposição com 37 obras do acervo particular de Juarez Machado, um dos artistas mais singulares da cena artística brasileira.

"A exposição, traz quadros produzidos em suas cidades favoritas: Paris, Nice, Veneza, New York, Los Angeles e Rio de Janeiro. O público vai se encantar"” explica a galerista Liliana Cabral, representante do artista e curadora da exposição. As obras poderão ser visitadas até o dia 30 de abril.

Recentemente agraciado com a Ordre des Arts et Letres pelo governo francês, em reconhecimento à sua notável trajetória e à inestimável contribuição para o desenvolvimento da cultura na França, Juarez Machado é um dos mais importantes artistas visuais vivos do Brasil. Este mostra presenteia o público com uma seleção de trabalhos que refletem sua vasta experiência e seu olhar único.

Ao longo de mais de três décadas, o artista teve seu ateliê em Paris, onde se integrou ativamente ao movimento cultural das comunidades francesas. Natural de Joinville, ele também manteve ateliês em sua cidade natal e no Rio de Janeiro. Dedicou-se à construção do Instituto Internacional Juarez Machado, em Joinville, comandado por seu irmão, Edson Busch Machado.

O multiartista catarinense Juarez Machado tem sua história ligada a Curitiba, para onde se mudou no início dos anos 1960 para estudar na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Além de pintor e escultor, Juarez Machado também foi ilustrador, cenógrafo para televisão e teatro, figurinista, escultor e cartunista, entre outros ofícios criativos. Fez um quadro de mímica e performance no programa Fantástico da Rede Globo, nos anos 1980, que é lembrado até os dias de hoje. Sua obra inspirou a fotografia do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, dirigido por Jean-Pierre Jeunet, amigo e frequentador de seu ateliê parisiense, em Montmartre.

Um dos mais importantes e multifacetados artistas brasileiros vivos da atualidade, a obra de Juarez Machado é múltipla e muito extensa. Esta exposição merece ser visitada, especialmente por estar composta por obras de seu acervo pessoal.

Crédito das fotos: Acervo do Instituto Internacional Juarez Machado

SERVIÇO:
Exposição: Juarez Machado - Obras do Acervo Particular
Endereço: Loja Batel fica na Rua Carlos de Carvalho, 1663 - Batel
Data: 16 de março a 30 de abril de 2024
Horário: Terça a sexta, das 9h30 às 18h30 e sábado, das 9h30 às 13h30

Parceria entre o MON e a Fundação Bienal de São Paulo traz a Curitiba as “coreografias do impossível”

Com um recorte especialmente pensado para a cidade, a exposição ocupará o principal museu da capital paranaense

Curitiba será o palco de uma das mostras itinerantes da 35ª Bienal de São Paulo “coreografias do impossível”, em parceria com o Museu Oscar Niemeyer. Com curadoria de Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel, a exposição, que foi um sucesso de público e crítica em 2023, desembarca na cidade, onde permanece aberta ao público de 12 de março a 26 de maio. Este ano, a mostra se expande para quinze cidades, e Curitiba receberá um recorte especial, sendo um dos maiores fora de São Paulo, com dezesseis participantes:

- Aida Harika Yanomami, Edmar Tokorino Yanomami, Roseane Yariana Yanomami
- Amos Gitaï
- Anna Boghiguian
- Dayanita Singh
- Geraldine Javier
- Gabriel Gentil Tukano
- Katherine Dunham
- Luana Vitra
- Maya Deren
- Min Tanaka e François Pain
- Morzaniel Ɨramari
- Rosana Paulino
- Sammy Baloji
- Sonia Gomes
- Tadáskía
- Zumví Arquivo Afro Fotográfico

A 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível explora as complexidades e urgências do mundo contemporâneo, abordando transformações sociais, políticas e culturais. A curadoria busca tensionar os espaços entre o possível e o impossível, o visível e o invisível, o real e o imaginário, dando voz a diversas questões e perspectivas de maneira poética. A coreografia, entendida como um conjunto de movimentos centrados no corpo que desafia limites, considera diversas trajetórias e áreas de atuação, criando estratégias para enfrentar desafios institucionais e curatoriais. As coreografias do impossível geram suas próprias relações, tempos e espaços, oferecendo uma experiência marcante aos visitantes.

Para os curadores, é crucial que a exposição alcance mais cidades, transcendendo os limites do Pavilhão da Bienal. Segundo eles, "os debates propostos pela 35ª Bienal atravessam inúmeros territórios de todo o mundo; assim, não restringir as coreografias do impossível ao Pavilhão da Bienal é de extrema importância para o trabalho realizado".

Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, destaca a relevância não apenas de levar as coreografias do impossível para um público mais amplo, mas também de fortalecer os laços entre as instituições culturais. "Levar a mostra para mais cidades e com um parceiro tão importante quanto o Museu Oscar Niemeyer é de extrema importância para o fortalecimento das instituições culturais do Brasil. A troca de experiências entre públicos e instituições é uma das grandes riquezas das itinerâncias da Bienal de São Paulo", afirma.

A diretora-presidente do Museu Oscar Niemeyer, Juliana Vosnika, comenta que a arte tem a capacidade de comunicar sem palavras e, por isso, proporciona uma conexão profunda e presente, que muitas vezes não seria possível de nenhuma outra maneira. "Ao participar da itinerância desse tão importante evento, o MON ajuda a transpor barreiras por meio da arte e, desta forma, permite um elo entre pessoas, mundos e vivências", afirma.

Ação educativa
No dia 13 de março, às 19h, haverá uma ação educativa relacionada à exposição, no Miniauditório do Museu. O MON irá receber a equipe de educação da 35ª Bienal de São Paulo para uma conversa a partir dos três movimentos da publicação educativa da mostra, reconhecendo e integrando a dimensão aberta da educação.

O encontro contará com partilhas dos gestos da equipe de educação e colaborações de artistas e autoras dos títulos, influenciados pelo pensamento da poeta, dramaturga e professora Leda Maria Martins, da artista Rosana Paulino, da curadora e pesquisadora Sandra Benites e de Regina Aparecida Pereira e Cíntia Aparecida Delgado, lideranças do Quilombo Cafundó. A ação é direcionada a professores, educadores, mediadores culturais e público em geral interessado no assunto, com entrada gratuita.

Sobre a Fundação Bienal de São Paulo
Fundada em 1962, a Fundação Bienal de São Paulo é uma instituição privada sem fins lucrativos e vinculações político-partidárias ou religiosas, cujas ações visam democratizar o acesso à cultura e estimular o interesse pela criação artística. A Fundação realiza a cada dois anos a Bienal de São Paulo, a maior exposição do hemisfério Sul, e suas mostras itinerantes por diversas cidades do Brasil e do exterior. A instituição é também guardiã de dois patrimônios artísticos e culturais da América Latina: um arquivo histórico de arte moderna e contemporânea referência na América Latina (Arquivo Histórico Wanda Svevo), e o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Fundação, projetado por Oscar Niemeyer e tombado pelo Patrimônio Histórico. Também é responsabilidade da Fundação Bienal de São Paulo a tarefa de idealizar e produzir as representações brasileiras nas Bienais de Veneza de arte e arquitetura, prerrogativa que lhe foi conferida há décadas pelo Governo Federal em reconhecimento à excelência de suas contribuições à cultura do Brasil.

Sobre o Museu Oscar Niemeyer
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:
35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível
Itinerância
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Salas 1 e 2
De 12 de março a 26 de maio de 2024

Ação educativa
13 de março, às 19h
Miniauditório do MON (subsolo)
Entrada gratuita
www.museuoscarniemeyer.org.br

Em 10 anos, duas obras de João Turin dadas como perdidas foram resgatadas

“Pietá” foi localizada na França há uma década, enquanto “No Exílio” ganhou uma releitura em bronze neste ano

Pietá (foto Maringas Maciel) e No Exílio (foto Daniel Castellano-SMCS) web.jpg

O artista João Turin (1878-1949) teve seu trabalho resgatado de ponta a ponta, algo até então inédito na área de artes no Brasil. Além de etapas como catalogação, restauro, pesquisa histórica, fundição de esculturas em bronze, entre outras, o trabalho também incluiu missões à Europa (onde o artista morou por cerca de 15 anos no começo do século XX) em busca de obras que estavam desaparecidas.

Em 2023, completa-se uma década em que foi localizada “Pietá”, em uma cidade da França (até então achava-se que a obra teria sido destruída durante a Segunda Guerra Mundial). Uma equipe foi enviada ao local para fazer um molde da escultura. Outra obra perdida, “No Exílio”, também foi resgatada, mas por meio de uma releitura, inaugurada em setembro deste ano para comemorar o aniversário de nascimento de Turin. Ambas as obras encontram-se em exposição permanente no Memorial Paranista, em Curitiba.

A “Pietá” de Turin
A partir de 2011, quando a Família Ferrari Lago passou a gerir o acervo de obras deixado por João Turin, teve início o audacioso projeto de resgate de todo o legado do artista. Uma equipe coordenada pelo professor, escritor e crítico de arte José Roberto Teixeira Leite realizou uma minuciosa pesquisa histórica que resultou na biografia “João Turin: Vida, Obra, Arte”. Como desdobramento destas pesquisas, em 2013 foi descoberta na França uma de suas obras mais relevantes, “Pìetá”, localizada em Condé-sur-Noireau, na Baixa Normandia. Trata-se de um baixo-relevo de 1917 esculpido em pedra. Dada como perdida por quase 70 anos, a escultura sobreviveu aos bombardeios da 2ª Guerra Mundial, que arrasaram a cidade em 1944, mas a obra permaneceu intacta na Igreja de Saint Martin, que teve suas edificações parcialmente destruídas.

Com a descoberta, foi iniciada uma ação para integrar a obra ao acervo do artista, com a produção de um molde a partir da obra primígena, para que pudesse ser reproduzida no Brasil. “Foi montada uma equipe multidisciplinar com um produtor brasileiro que morava na França na época, Odilon Merlin, e liderada pelo escultor Elvo Benito Damo, de Curitiba, que coordenou a moldagem no local. Depois disso, o molde foi transportado de navio para o Brasil, onde fizemos a primeira fundição inédita em bronze da Pietá”, relata Samuel Ferrari Lago, um dos gestores da obra de João Turin.

Essa missão e o processo de resgate e produção do molde foi registrado no documentário “A Pietá de João Turin”, dirigido por Fabrizio Rosa e produzido por Samuel Lago (disponível em https://www.youtube.com/watch?v=P7Xlh92EzSo).

No Exílio
Também considerada perdida, “No Exílio” foi a primeira escultura de grandes proporções feita por Turin, concebida em Bruxelas e premiada com Menção Honrosa em Paris. “Durante muito tempo procuramos por essa obra tanto em Bruxelas quanto em Paris, mas não conseguimos localizar”, afirma Samuel Lago. Uma forma de trazer a obra para os dias de hoje foi por meio de uma releitura. Por sugestão do pesquisador Maurício Appel, a artista Luna do Rio Apa foi convidada a realizar uma releitura em argila, a partir de fotografias de época, resultando em uma imponente escultura com 2,70m de altura e mais de 300 quilos.

Em um segundo momento, o escultor Edson de Lima fez a moldagem para a produção da escultura em gesso pedra. A última etapa foi a fundição em bronze, através de uma parceria em que a Família Ferrari Lago cedeu o molde em silicone para a Prefeitura de Curitiba/FCC, para que esta pudesse fundir a escultura, que foi incorporada ao acervo municipal da cidade. Em 21 de setembro, quando se comemoraram os 145 anos de nascimento de João Turin, o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, inaugurou a releitura em bronze de “No Exílio” no Jardim de Esculturas do Memorial Paranista.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do Paraná, mudou-se ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura em Bruxelas e em seguida morou por 10 anos em Paris.

Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa, e deu início à etapa mais produtiva de sua trajetória. Foi premiado no Salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949 e é considerado o maior escultor animalista do Brasil, precursor da arte escultórica no Paraná e um dos criadores do movimento artístico e cultural conhecido como Paranismo. Os trabalhos do artista compõem acervos de 15 museus e instituições do Brasil, além de possuir obras em locais públicos do Paraná, Rio de Janeiro e França. Em sua homenagem, foi inaugurado o Memorial Paranista, em Curitiba, que reúne 100 obras.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses e foi citada em um ranking da revista britânica The Art Newspaper. Esta exposição também recebeu o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, de melhor exposição do ano, e teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e em 2016 na Pinacoteca de São Paulo.

Serviço:
Memorial Paranista João Turin: Rua Mateus Leme, 4700 (Curitiba, Paraná).
Agendamento de visitas no site www.curitiba.pr.gov.br/memorialparanista
Site sobre João Turin: joaoturin.com.br
Redes sociais: @escultorjoaoturin e facebook.com/escultorjoaoturin

Documentário “A Pietá de João Turin”:
https://www.youtube.com/watch?v=P7Xlh92EzSo

Vídeo com detalhes da moldagem:
https://www.youtube.com/watch?v=LK5CVSCPo7U

CURITIBA RECEBE EM ÚNICA APRESENTAÇÃO O ESPETÁCULO CARLOTA – FOCUS DANÇA PIAZZOLLA

Após temporada com estreia nacional no Rio de Janeiro, com tango, corpo e música, a premiada companhia carioca traz para Curitiba o espetáculo ‘Carlota - Focus Dança Piazzolla’ para o palco do Guairinha em única apresentação no dia 4 de novembro.

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Na fotografia de Cristina Granato, o elenco de Carlota celebra o corpo em movimentos arrojados e poéticos.

IMAGENS
Fotos https://drive.google.com/drive/folders/1s4gP_3qkzjt14Nw4m8djG0noEY182MAv?usp=share_link
Vídeo https://vimeo.com/focusciadedanca/carlota?share=copy

No dia 4 de novembro, às 20 horas, Curitiba vai receber no palco do Teatro Guairinha a nova coreografia da premiada Focus Cia de Dança, que estreou nacionalmente no Rio de Janeiro o espetáculo Carlota – Focus Dança Piazzolla. Criada por Alex Neoral, a nova montagem tem inspiração em 11 composições do bandoneonista Astor Piazzolla. Como pano de fundo, o fio condutor que ativa a criação deste trabalho sensível e poético é o papel de cada canção na formação do artista, como Carlota Portella. Já são 23 anos de um percurso sólido da Focus Cia de Dança, expoente da renovação da dança contemporânea dentro e fora do Brasil, que une Neoral e Tati Garcias, diretora de produção e gestora. Carlota – Focus Dança Piazzolla é viabilizada pelo edital Sesc Pulsar 2022/2023, com patrocínio oficial da Petrobras, que comemora 70 anos de atividades, além de celebrar uma década de parceria junto à Focus Cia de Dança.

Carlota – Focus Dança Piazzolla celebra o corpo como obra de arte suprema. Por conceito, no conjunto de oito bailarinos, homens e mulheres são indistintos por figurinos. Funcionam como extensão uns dos outros, condutores da energia de movimentos arrojados e poéticos, sempre com excelência técnica, marca da Focus Cia de Dança. O tango, criado há quase 150 anos na Argentina, vai e vem em referências nos passos que exploram solos e aéreos, engates e até momentos de contornos acrobáticos entram em cena.

“Ao mesmo tempo que faço alusão à minha trajetória formativa, sou extremamente sensível à obra de Astor Piazzolla, sempre quis criar uma obra para suas composições. Outro aspecto interessante é que venho de uma jornada de obras imagéticas desde a sala de ensaios, por exemplo, com Vinte, sobre Clarice Lispector, o infantil Bichos Dançantes, uma fábula infantil que até rendeu meu primeiro livro, além das marcantes As canções que você dançou pra mim, inspirada nas letras do ‘rei’ Roberto Carlos, e Saudade de Mim, a partir dos quadros de Candido Portinari e canções de Chico Buarque. Agora volto a criar num exercício absolutamente único, se fosse comparar como Still Reich, dedicado às composições de Steve Reich”, destaca Alex Neoral.

Carlota – Focus Dança Piazzolla fez apresentação de algumas cenas, ainda sem forma final, no Festival Quartiers Danses, em Montreal, no Canadá, em 2022, arrebatando a plateia. “Carlota se apropria da melancolia e rigidez do tango em cada momento da coreografia. Fala muito de abandono, seja pela atmosfera do gênero, seja por momentos que vivenciei ao longo da minha vida profissional, que faz parte também da vida de todos nós”, reflete.

Sobre a Companhia

Com 25 obras e 16 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança segue consolidando, ao longo de 23 anos, uma história autêntica reconhecida pela crítica especializada e com sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Madri e Panamá. Logo quando a pandemia aquiesceu, em 2021, estreou o espetáculo Vinte e o seu primeiro infantil Bichos Dançantes, este último contemplado na Chamada Petrobras Cultural de Artes Cênicas.

Em 2020 lançou Corações em espera, criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube. A obra foi indicada ao prêmio APCA na categoria criação, ficando em cartaz por 17 semanas. Em 2019 a Focus ganhou o 1º Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta parte integrante do espetáculo Still Reich e teve seu elenco indicado ao prêmio APCA durante a temporada na capital paulista, ainda no mesmo ano recebeu a indicação de melhor coreografia para Focus Dança Bach, e melhor bailarino pelo 2º Prêmio Cesgranrio de Dança. Em 2017 se apresentou no Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Em 2012, a Focus Cia de Dança foi escolhida, através da seleção pública do Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção. Mais de 1 milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral traduzidas no corpo de baile da companhia que é formada por bailarinos de todo o país.
Em julho de 2023, estreou nacionalmente no Rio de Janeiro, "Carlota - Focus dança Piazzolla", sucesso de crítica e público, além de representar como convidada especial a dança do Brasil no Festival Hola Rio, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do governo fluminense em Madri, onde apresentou "Trupe" e "As canções que você dançou pra mim" na Casa de Vacas e Casa de América, além de participar de intercâmbio e residência artística com a Dínamo Cia de Danza.

FICHA TÉCNICA
Direção artística e coreografia: Alex Neoral
Direção de produção e gestão: Tatiana Garcias
Assistente de direção: Luisa Villar
Produção Executiva: Giselli Ribeiro
Coordenação de Projeto: Taísa Diniz
Cenógrafa: Natália Lana
Cenotécnico: André Salles
Figurinos: Maria Osório
Confecção de Figurinos: Jacira Garcias e Lucas Pereira
Iluminação: Anderson Ratto
Direção de Palco: Pedro Junior
Técnico de Palco: Paulo Barbeto
Programação Visual: Bárbara Lana
Fotos: Leo Aversa e Cristina Granatto
Assessoria de Imprensa RJ: Mônica Riani
Assessoria de Redes Sociais | Gestão de Tráfego: GuiiuG Comunicação
Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Iure de Castro, Lindemberg Mallí, Paloma Tauffer, Vanessa Fonseca e Wesley Tavares
Realização: Neoral Garcias Produções Artísticas
Serviço

CARLOTA - Focus Dança Piazzolla – coreografia e direção artística: Alex Neoral
Sábado, 04 de novembro
Horário: 20h
Local: Teatro Guairinha - Auditório Salvador de Ferrante
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 - Centro
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 65 min | Lotação: 472 lugares

Ingressos:
https://www.diskingressos.com.br/event/5810
Valores: R$ 20 (meia-entrada), R$ 40 (inteira)
Colaboradores Petrobras: 50% de desconto na compra de até 2 ingressos
Informações e Bilheteria:
Shopping Mueller
Telefone: (41) 3315-0808
Endereço: Av. Cândido de Abreu, 127 - Piso L1 - Alameda de Serviços - Loja 5
Bairro: Centro Cívico - Funcionamento de Seg. à Sab. de 10h às 22h. Domingo de 14h às 20h.

Mostra Fátima Ortiz – 50 Anos em Cena

Maior artista curitibana de teatro comemora 50 anos de carreira artística com atividades gratuitas na cidade, incluindo peças, palestra, encontro de dramaturgia e oficinas para professores e população

De 22 de agosto a 3 de setembro a cena cultural curitibana estará em festa. Fátima Ortiz, atriz, diretora teatral, produtora, arte-educadora e dramaturga estará comemorando cinco décadas de carreira artística com diversas atividades gratuitas para o público da cidade.

Serão peças para maiores de 14 anos e uma para crianças, em que Fátima, atua, dirige, escreve, ou produz, ou todas as opções com suas múltiplas atividades. Também terá um “Encontro de Dramaturgia” e o evento “Curitiba é uma Festa”, uma homenagem a outros artistas que também estavam em ação desde a década de 1970. Além disso, serão ministradas por ela oficinas para professores e população em geral interessada no teatro.

“Ter o marco de 50 anos fazendo teatro é muito importante. Sabemos que muitas pessoas mudam de profissão, saem da cidade. E como eu brinco, eu sou história viva, estou aqui esse tempo todo e preciso comemorar. Dentro desses 50 anos em cena, comecei como atriz e fui me encaminhando para diversas áreas: como a dramaturgia, escrever para crianças, a docência, os cursos livres de teatro e a direção. Além disso sou dirigente de um espaço importante em Curitiba - o Pé no Palco - isso já há 28 anos, e essa carreira foi bastante marcada pela minha facilidade, minha vocação em conduzir processos em grupo”, avalia Fátima.

A Mostra Fátima Ortiz - 50 Anos em Cena é realizada pelo Pé no Palco, por meio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e prefeitura Municipal de Curitiba. Tem o apoio cultural do Palco Escola e CESBE, com incentivo fiscal das empresas Servopa e Uninter.

Programação

Durante a programação da Mostra serão apresentadas a peça “Nave Mãe, “A Morte de Ivan Ilitch”(montagem em processo), “Com que Roupa? Mulheres Travestidas em Shakespeare” e o espetáculo para crianças “O Olho D’Água”. De acordo com Fátima, a curadoria da Mostra foi realizada com o critério de os espetáculos que tivessem “na mão”, ou seja, que iam ser produzidos ou eram recém-produzidos. “Ainda, era fundamental que os espetáculos trouxessem eu como atriz, diretora, produtora, preparadora de elenco, etc além da importância do espetáculo infantil nessa mostra, uma vez que sou conhecida nacionalmente pelos trabalhos dirigidos à infância”, explica.

Curitiba é uma festa

Durante as comemorações, serão reunidas diferentes gerações de Curitiba, para que os mais jovens conheçam os artistas que trabalharam na década de 70 e estão por aí ainda produzindo. Eles serão homenageados no evento Curitiba é uma festa, com mediação do Otto Wink, na abertura da Mostra.

Sobre Fátima Ortiz

Fátima Ortiz é atriz, diretora teatral, produtora, arte-educadora e dramaturga, é artista reconhecida por suas iniciativas e realizações que englobam o fazer teatral em suas dimensões criativas, educativas e política. É conhecida nacionalmente pelo seu teatro dirigido à infância. Participou em diversos Festivais Nacionais de Teatro, Concursos de Dramaturgia, Seminários, Congressos, Oficinas e Interlocuções e Curadorias.

É uma das mais premiadas diretoras de teatro de Curitiba. Sua postura artística é norteada pelo princípio da supremacia dos valores do mundo sensível e pelo comprometimento com a liberdade de criação. Acredita na força da convivência criativa, aquela que revela a integridade das pessoas aproximando-as da essência espiritual. O teatro que faz e ensina modifica e intensifica o desejo de fruição da beleza e a utopia de um mundo perfeito onde cada um pode edificar uma poética original.

Dirige, há 28 anos, a empresa Pé no Palco, referência de qualidade em Curitiba. O espaço valoriza o teatro realizado na cidade em sua diversidade e qualidade, e acredita na importância do investimento na formação de plateia, nas atividades formativas e na busca de subvenção junto às iniciativas de políticas públicas culturais e também na invenção de novas formas de financiamento e de articulação entre arte e mercado.

Serviço: Mostra Fátima Ortiz - 50 Anos em Cena

Apresentações de 22 de agosto a 3 de setembro

Onde: Teatro José Maria (Rua Treze de Maio, 655)

Quanto: Entrada Gratuita

Programação:

· 22 de agosto (terça-feira)
19h30 - Curitiba é uma Festa (Palestra Otto Wink)
· Dia 25 de agosto (sexta-feira)
20h - Nave Mãe
· Dia 26 de agosto (sábado)
20h - Nave Mãe
· Dia 27 de agosto (domingo)
15h - O Olho D'água (infantil) *Peça acessível em Libras.
19h - Nave Mãe
· Dia 29 de agosto (terça-feira)
20h - A Morte de Ivan Ilitch *montagem em processo
· Dia 30 de agosto (quarta-feira)
20h - A Morte de Ivan Ilitch *montagem em processo
· Dia 1º de setembro (sexta-feira)
20h - Com que Roupa? Mulheres Travestidas em Shakespeare
· Dia 2 de setembro (sábado)
14h - Encontro de Dramaturgia com Fátima Ortiz
20h - Com que Roupa? Mulheres Travestidas em Shakespeare
· Dia 3 de setembro (domingo)
15h - O Olho D'água (infantil) *Peça acessível em Libras.
19h - Com que Roupa? Mulheres Travestidas em Shakespeare

Curitiba recebe feira com degustação de mais de 60 rótulos promovida pela Rootstock Vinhos

A Rootstock Feira de Vinhos contará com lançamentos da renomada Montes Wines, do Chile, e de outras vinícolas reconhecidas mundialmente

CURITIBA, 18/07/2023 - A Rootstock Vinhos vai promover no próximo sábado, dia 22 de julho, uma feira especial no deck do Vino! Batel, em Curitiba (PR), para apresentar lançamentos de diversas vinícolas renomadas mundialmente, assim como uma enorme variedade de rótulos já conhecidos por apreciadores de bons vinhos. As novidades passarão a compor o portfólio da Rootstock, que hoje conta com mais de 400 rótulos.

Na tarde de sábado, a feira contará com degustação de 60 rótulos produzidos por vinícolas de 5 países, incluindo a linha completa da chilena Montes Wines, com os já conceituados Purple Angel, Folly e Montes M, além de lançamentos de vinhos de Covela (vinho verde), da vinícola Quinta de Tecedeiras (douro), de Portugal, e dos vinhos húngaros Tuzko.

A Rootstock Feira de Vinhos também irá receber embaixadores dos países participantes no Brasil e embaixadores das vinícolas, como Erika Libero, da Montes Wines; o diretor da Lima & Smith, Camilo Lima, responsável pela produção de Covela e Quinta de Tecedeiras; e o sommelier e diretor comercial da Rootstock, Paul Tudgay. Para completar a programação oficial, o evento contará ainda com muita música e uma seleção especial de finger foods.

O evento será realizado neste sábado, dia 22 de julho, das 14h às 17h, no deck do Vino! Batel, localizado no Shopping Hauer (R. Comendador Araújo, 891 – Loja 5). Os ingressos custam R$ 199 por pessoa, com cashback de 10% para compras durante a feira, e estão disponíveis para compra no site https://rootstockvinhos.com.br/produto/rootstock-feira-de-vinhos/ ou via WhatsApp (41 3024-1237). Mais informações no perfil oficial da Rootstock Vinhos no Instagram (@rootstockvinhos).

ARTEFACTO CURITIBA APRESENTA VITRINES ASSINADAS POR CRIS DAROS E ELIZA SCHUCHOVSKI

A Artefacto Curitiba apresenta duas novas vitrines assinadas pelas profissionais Cris Daros e Eliza Schuchovski, dentro do tema “Natureza Modernista” - Nossa natureza é Modernista. Os projetos complementam a Mostra 2022.

@artefactooficialbrasil
@bcartefacto
@crisdaros_arquitetura
@eliza_schuchovski
#artefacto
#artefactocuritiba

Serviço
Artefacto
Rua Comendador Araújo, 672 – Batel
Telefone (41) 311-2300

Priscila Morrone
(11) 99693-1409
anexos
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Exposição Quebrar e Realizar apresenta a autêntica produção do trabalho artístico com o mosaico

Ao exibir sua primorosa prática diária, a mosaicista reproduz nos detalhes o belo e o charmoso em cada peça que este cuidadoso processo pode revelar

Por Emanuelle Spack

A Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná – APAP-PR realiza em Curitiba a Exposição Quebrar e Realizar da mosaicista Denise Raasch Marcelino que trabalha com a técnica artística do mosaico desde 2004. A abertura acontece no domingo, dia 07 de agosto, às 10h:00, na sede da APAP-PR. A mostra apresenta 16 obras que valorizam as cores e a transparência no puro conceito do mosaico, ou seja, quebrar, juntar, criar e realizar.
A arte musiva é uma técnica que existe há milênios e constitui-se em organizar, cortar e colar tesselas sobre alguma superfície para criar e formar lindos objetos decorativos. De acordo com Denise, essa expressão artística requer calma, tranquilidade, criatividade e esmero para transformar as peças em algo que traga bem-estar para o local onde for colocado. “A exposição foi idealizada no decorrer do ano passado quando percebi que o mosaico, ou a arte, consegue ‘Realizar’ a vida das pessoas. A arte em si, completa nossa vida trazendo paz e harmonia.”
Denise sempre busca aperfeiçoar seu trabalho e escolheu para esta exposição obras do mosaico contemporâneo trabalhadas desde cores quentes até a transparência trazendo como ideia principal a reciclagem e a importância do reaproveitamento. Para ela tudo pode ser transformado quando reaproveitado, “A Exposição Quebrar e Realizar traz a definição da reciclagem com o estilo contemporâneo. A importância aqui é a ideia de reaproveitar, criar, fazer do reuso uma arte. Podemos fazer arte com qualquer coisa que passa por nossas mãos, como o exemplo do mosaico Picassiette, que é feito com louças quebradas”, diz a mosaicista.
Essa é a décima quarta exposição de Denise que apresenta ao público exemplares lindos do mosaico transmitindo a mensagem de que a arte é para todos e para todas as idades. Ao visitar a Exposição Quebrar e Realizar o público vai poder ver a grande possibilidade de realização que a arte com o mosaico proporciona e se inspirar, pois ela quer que as pessoas considerem que sempre é tempo de começar. Nunca é tarde!
O tempo para confeccionar cada peça é demorado, demanda dedicação e paciência, mas é compensador. “Quando se trata de vidro reciclado, o trabalho é sempre maior. Preciso recolher o vidro, limpar, cortar, queimar e junto com o projeto fazer a obra. Muitas vezes preciso repetir o processo até que fique harmonioso, até que ele passe a mensagem que eu quero. Daí o tempo para confeccionar as peças não importa. O processo criativo é sempre a observação da natureza que muito inspiradora”, explica Denise.

Sobre a artista:
Denise Raasch Marcelino, proprietária da Tessel-Art - Mosaicos Decorativos, é natural de Curitiba e sempre trabalhou usando a criatividade – ora com a criação de moda infanto-juvenil, ora com outra ocupação paralela a este universo. Sentindo a necessidade de se envolver mais com a arte, optou pelo mosaico depois que se encantou com uma pequena peça que viu e apreciou aquele trabalho maravilhoso. Ela passou então a pesquisar a arte em mosaico e buscou conhecer alguma pessoa que a ensinasse aquela técnica. Ao aprender e exercitar, ao longo desses anos foi vendo as imensas possibilidades que esse tipo de arte proporcionava.
Hoje o mosaico é para ela um alento, um prazer e uma alegria. Já realizou diversas exposições, conquistando inclusive a premiação de 3º lugar no Concurso “Luz Sustentável”, em Curitiba. Seus trabalhos “Primavera” e “Flores Brancas” foram publicados no Mosaic Yearbook de 2006. Seu talento também figura no livro “Mosaico sem Segredos”, da autora Bea Pereira. Quanto mais mosaico faz, mais ela gosta e se aperfeiçoa!

Redes Sociais:
Instagram Tessel-Art
Facebook

Serviço
Exposição Quebrar e Realizar
Local: Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná – APAP-PR
Endereço: Av. Jaime Reis, 107 Salas 7 e 11, bairro São Francisco – Curitiba/PR - CEP:80510-010
Entrada: Franca
Data: de 07 de agosto a 11 de setembro
Dias e Horário: Aos domingos das 10h:00 às 13h:30; de segunda a sexta-feira das 09h:00 às 12h:00 e das 13h:30 às 17h:30; aos sábados não abre.
Abertura: Domingo, 07/08, às 10h:00.

Hashtags
#exposicao #arte #artes #mosaico #artemusiva #marmore #vidro #pedra

Inspire-se: 6 projetos com escadas que se tornaram protagonistas no espaço

Há muito tempo as escadas deixaram de ser apenas um elemento funcional nos projetos de arquitetura e decoração. Com uma riqueza de modelos, materiais e formatos, elas podem se tornar verdadeiras protagonistas nos espaços, tornando sua função de conectar ambientes ainda mais charmosa e significativa.

Dentre as opções, os revestimentos em pedra natural chamam atenção pela exuberância do resultado final. Seja em mármore, travertino ou limestone, o toque único da natureza faz toda a diferença no protagonismo da peça. Pensando nisso, reunimos alguns projetos que destacam as escadas em pedra natural, confira:

Texturas

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Projeto: Priscilla Muller, com Travertino da NPK Mármores | Foto: Eduardo Macarios

Neste projeto, assinado pela arquiteta Priscilla Muller, a escada se torna um verdadeiro monumento dentro de casa! O tradicional formato helicoidal ganha um mix de texturas, com revestimento de cimento queimado em suas laterais e o Travertino, da NPK Mármores, pelos degraus. O Travertino surge ainda no piso, dando uma continuidade à linguagem visual do ambiente.

All White

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Projeto: Marcos Tomanik, com Calacatta da NPK Mármores | Foto: Fran Parente

Uma escadaria de tirar o fôlego! A exuberância, o equilíbrio e a proporcionalidade dos veios do Calacatta NPK são distribuídos sobre um fundo branco uniforme neste projeto do arquiteto Marcos Tomanik. A composição perfeita dos veios do mármore são um show a parte, garantindo a estética impressionante.

Minimalista

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Projeto: Marcos Bertoldi, com Travertino da NPK Mármores | Foto: Ricardo Almeida

Para esse projeto, o arquiteto Marcos Bertoldi optou por explorar toda a rusticidade do Travertino! A variação mais marcada do material confere uma estética impactante e forte, que é reforçada pela continuidade do revestimento no piso e na parede.

Mix de mármores

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Projeto: Manoel Coelho, com Pighês da NPK Mármores | Foto: Eduardo Macarios

A criatividade na hora de compor o espaço é o ponto chave deste projeto! O arquiteto Manoel Coelho optou pelo clássico mármore Pighês para revestir a escada, de forma que sua neutralidade converse com o mix do piso: Bege Supreme, Bronze Armani e Crema Marfil. O resultado não poderia ser diferente, um ambiente cheio de personalidade sem perder a elegância.

Delicadeza

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Projeto: Debora Aguiar, com Travertino da NPK Mármores | Foto: Alain Brugier

Em suas múltiplas versões, no projeto da arquiteta Debora Aguiar o Travertino NPK surge como um elemento delicado, compondo de forma harmônica com o corrimão em vidro. A paleta de tons sobrepostos com o painel amadeirado reflete a proposta suave do espaço.

P&B

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Projeto: BST Arquitetura, com Calacatta Vagli da NPK Mármores | Foto: Celso Pilati

A moderna escada flutuante ganha no projeto do escritório BST Arquitetura um toque de elegância com o italiano Calacatta Vagli NPK. Os delicados degraus compõem com o extenso painel do mesmo material, que se destaca pela perfeita ligação de seus veios – formando um desenho único criado pela natureza.

Grupo Artrilha participa da CASACOR Paraná 2022

O Artrilha, grupo de artistas independentes, coordenado e criado pela artista plástica Edna Carla Stradioto, está presente na CASACOR Paraná 2022. A aposta do grupo para o mundo da arquitetura, tendências e design de interiores é um ‘caminho sem volta’, afirma Edna. “Hoje, mais do que nunca, o artista precisa de todos os contatos da rede que sustenta o consumo de arte. E um destes contatos, muitas vezes, é constituído pelo arquiteto ou design de interiores”.

O Artrilha conseguiu colocar 19 artes de artistas da sua galeria, a Galeria Artrilha, nesta edição da CASACOR e comemora esta participação com tantas obras expostas. “A recepção dos profissionais foi acolhedora e calorosa, além, de ser uma experiência muito importante para o Artrilha”, pontua Edna.

A artista Ara Celis Vilela está com seu trabalho exposto na CASACOR e fala sobre a importância desta participação. “A CASACOR Paraná é o maior evento no segmento de arquitetura e estar presente como fornecedora é extremamente relevante para mim como artista plástica. Fazer parte do Artilha é um grande privilégio e prazer para mim como artista e como pessoa, pois, além de todas as ações profissionais que nos engrandecem a cada dia, somos também uma grande família, na qual, o maior objetivo é o sucesso mútuo. O Artrilha tem crescido de forma exponencial, e isto se deve, à impecável administração e coordenação da Edna. Ela é um tipo raro de profissional, totalmente competente, focada e visionária. Também preciso agradecer a arquiteta Shaianne Kelm, da Quadrat Arquitetura, por ter escolhido uma das minhas obras de arte para compor o seu projeto do ambiente Café”.

Paulo Vítor Carneiro também está com o seu trabalho exposto nesta edição da CASACOR Paraná. “No início do ano passado, a artista Maria Cavallaro, amiga da minha irmã, apresentou meu Instagram à Edna, que me convidou para a Exposição Catavento na Art Lab Gallery em São Paulo. Imagina a felicidade e responsabilidade de participar de um evento desta magnitude com o seleto grupo de artistas da Artrilha. A partir de então, muito honrado, sigo em todos os eventos do grupo, tais como leilões, exposições e revista. Para coroar esta parceria, a Edna enviou meu portfólio aos arquitetos da CASACOR Paraná. Estou imensamente feliz e agradecido pela escolha das minhas obras pela arquiteta Fernanda Niclevicz e equipe. O ambiente Office Garage é totalmente sintonizado comigo e está lindo. Ressalto ainda a maestria da Edna no comando do grupo Artrilha”.

A edição de 2022 da CASACOR Paraná vai até 14 agosto.

Grupo Artrilha

É um grupo de artistas independentes e que foi criado em dezembro de 2018 pela artista plástica Edna Carla Stradioto. É um projeto democrático e acessível aos artistas que querem incluir seu nome no cenário brasileiro de produção cultural.

Hoje, a Artrilha tem 160 membros do país inteiro e suas ações estão concentradas na Revista Artrilha, Leilão Artrilha de Arte, e-commerce, exposições presenciais e virtuais, Prêmio Artrilha, Salão Nacional de Artes Visuais Virgínia Artigas, Exposição Catavento, licenciamento de produtos, NFT, entre outros.

Todas as ações do Artrilha preveem a projeção curricular e argumento profissionalizante.

Serviço:
Grupo Artrilha na CASACOR Paraná 2022
Data: até 14 de agosto
Local: Rua Álvaro Alvim, 91 – Seminário
Horário: De terça a sexta-feira das 15h às 21h; aos sábados das 13h às 21h; aos domingos das 13h às 19h
Mais informações: https://www.instagram.com/artrilha e https://www.instagram.com/artrilha_galeria

Pátio Batel projeta fotografias em homenagem ao aniversário de Curitiba

Projeção acontece dia 29 a partir das 19h.


Para celebrar o aniversário de 329 anos de Curitiba, comemorado terça-feira (29), o Pátio Batel promoverá uma experiência para toda a cidade envolvendo uma ação de projeção com mais de 12 metros, de fotos de grandes nomes como Daniel Castellano, Pedro Ribas, Ricardo Marajó, Hully Paiva e Guilherme Pupo, a partir das 19h na fachada do shopping.

Entre as imagens que serão projetadas estão símbolos importantes da capital paranaense, como o Jardim Botânico, o Museu Oscar Niemeyer, a Praça Osório, a Ópera de Arame, Parque Barigui, entre outros.


"A projeção vai homenagear Curitiba em mais uma experiência inusitada que o shopping promove, ao oferecer a fachada como palco para imagens que revelam a beleza única da cidade. Os fotógrafos selecionados são referência em captar a essência da capital e em transmitir um olhar criativo do cotidiano", afirma Henrique Kuntzler, Gerente de Marketing e Relacionamento do Pátio Batel.

A homenagem também estará presente no digital, com ações no Instagram do Pátio Batel. Além de um Reels convidando os seguidores a assistirem à projeção no dia 29, em uma Collab com a conta da Prefeitura de Curitiba na rede social, os seguidores também serão convidados a publicarem suas fotos favoritas da cidade utilizando o recurso do Sticker “Use a Sua”.
Para quem quiser acompanhar a projeção, ela acontece na fachada do shopping Pátio Batel (Av. do Batel, 1868 - Batel) na terça-feira (29), das 19h às 22h.


Mais informações no Instagram https://www.instagram.com/patiobatel/
Confira quem são os fotógrafos participantes da ação: @dicastellano - Daniel Castellano @p_ribas - Pedro Ribas, @ricardo_marajo - Ricardo Marajó, @hullypaiva - Hully Paiva e @guilherme_pupo - Guilherme Pupo.

Para mais informações acesse o site e também confira as redes sociais:
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Retrospectiva: MON triplicou o seu acervo e realizou 16 exposições em 2021

Ao longo de 2021, o Museu Oscar Niemeyer realizou 14 exposições, além de duas itinerantes. São elas: “Yutaka Toyota – O Ritmo do Espaço”; “Fernando Velloso por ele mesmo”; “Japonésia, de Naoki Ishikawa”; “Schwanke, uma Poética Labiríntica”, “A Travessia do Desastre, de François Andes”; "Radical”, de Sonia Dias Souza; “Formas & Anjos: Obras de Kika Costa (1984-2021)”; “Mens Rea: A Cartografia do Mistério”, de Mac Adams; “África, Expressões Artísticas de um Continente”; “Concursos como Prática: A Presença da Arquitetura Paranaense”; “OSGEMEOS: Segredos”; “Afinidades”; “Forma e Matéria”, de Claudia Moreira Salles, e “Labirinto da Luz”, de Orlando Azevedo.

O sucesso da exposição “OSGEMEOS: Segredos”, a maior já realizada pelos artistas, fez com que o MON, pela primeira vez na história do museu, fizesse venda exclusivamente on-line de ingressos, com horários agendados.

Também foram realizadas pelo MON, no ano de 2021, duas exposições itinerantes, ambas na Região Metropolitana de Curitiba: “Estruturas e Valores”, do artista paranaense Antonio Arney, na Casa da Memória Manoel Alves Pereira, em Piraquara; e “O Mundo Mágico dos Ningyos”, no Museu Atílio Rocco, em São José dos Pinhais.

No mesmo ano, o Museu Oscar Niemeyer recebeu a grandiosa doação de uma das mais importantes e significativas coleções de arte africana contemporânea, com aproximadamente 1.700 obras, oriunda da Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY), de São Paulo. Um recorte desta coleção está em exposição na sala 4, na mostra “África, Expressões Artísticas de um Continente”, de longa duração.

Além das muitas atividades educativas on-line, realizadas desde 2020 pelas redes sociais do MON (52 oficinas artísticas, 20 mediações e
19 exposições no Google Arts and Culture), em 2021 tiveram início duas novas atividades: MON ao Vivo (oficinas artísticas em tempo real por meio de videoconferências) e MON na Escola (versão reformulada e virtual do tradicional MON para Educadores). No final do ano, o MON voltou a receber grupos agendados, escolas e a realizar mediações presenciais.

Intercâmbio cultural -
Em novembro de 2021, o governador Carlos Massa Ratinho Junior autorizou uma exposição com obras itinerantes do Acervo do Museu Oscar Niemeyer (MON) no Teatro Municipal de Cascavel. A iniciativa atende solicitação da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (AMOP) e deverá ser replicada em outras regiões do Estado.

As obras serão expostas em uma sala do terceiro piso do Teatro Municipal de Cascavel, que comporta até 300 pessoas e está localizado no Centro da cidade. A expectativa de inauguração da exibição é para fevereiro de 2022.

Maior museu de arte –
O Museu Oscar Niemeyer tem um consistente acervo que reúne pintura, gravura, desenho, fotografia, videoarte, escultura, instalações, mobiliário, objetos de design e maquetes de arquitetura. Na atual gestão, o acervo do MON foi triplicado, sendo composto hoje por cerca de 9.400 obras.

Abrigado em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados apenas para exposições, o MON é o maior museu de arte da América Latina.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo, Grupo Focus e Moinho Anaconda.

Serviço:
Museu Oscar Niemeyer (MON)
www.museuoscarniemeyer.org.br

Preparada para a retomada de confiança do público, CASACOR Paraná faz contagem regressiva para sua 27ª edição

Entre 5 de setembro e 17 de outubro em Curitiba, a Mostra será realizada no formato híbrido.

O evidente anseio pelo retorno às origens, a busca pela ancestralidade e o equilíbrio necessário entre passado e futuro pautam a 27 ª edição da CASACOR Paraná, que este ano acontece sob o tema “A Casa Original” e será realizada entre os dias 5 de setembro e 17 de outubro de 2021.

Posicionada em um antigo centro poliesportivo (Rua Álvaro Alvim, 91), que inclusive já foi considerado o maior da capital paranaense, o endereço, bastante conhecido por atletas, tem estrutura de quase 6 mil m² e está prestes a se tornar o endereço referência para inspiração do público que aguarda pelo retorno presencial da edição paranaense da maior Mostra de Arquitetura, Design de Interiores e Paisagismo das Américas.

Essa edição, que surpreende com elenco formado por célebres arquitetos e novos talentos, destaca 39 ambientes. Dentre eles, três generosas praças de convivência, sendo duas frontais e uma interna, espaços internos que evidenciam propostas para morar e trabalhar, além de um agradável setor de gastronomia com confeitaria e café.

Elenco traz soluções para os ambientes na nova realidade

Os arquitetos, designers de interiores e paisagistas que integram a edição foram convidados a mergulhar em sua própria história para entender a função da casa na contemporaneidade. Confira!

Alessandra Ramos e Renato Sabadin - Joalheria Autoral;

Alessandro Cavalcanti e Ricardo Makhoul - Estar Intimo DURATEX;

Alexandre Weiss e Nelson Machado - Living da Lareira;

André Henning - Cafeteria;

Arthur Calliari - Gin Bar e Lavabo Social;

Ary Alberto Jacobs, Renan Mutao e Bianca Moraes - Loft Lobo Guará;

Bruno Bressan - Estar e Toilettes para Eles e Elas;

Carlos Tietjen - Point DIVISYSTEM;

Christian Schonhofen e Richard Schonhofen - Living PORMADE;

Claudia Pimentel Bueno e Raíssa Bueno Ribeiro - Gourmeteria Raízes Evivva;

Cynthia Karas - Resto Café;

Daniela Cerbatto e Rafael Cerbatto - Jardim dos Chás;

Denise Leal Ribas, Carolina Leal Ribas, Luana dos Santos Luciano e William Greboge - Living Las Condes ARAUCO;

Felipe Guerra - Pool Party;

Frederico Carstens e Antônio J. Gonçalves Jr - Realiza Arquitetura Arte e Inovação;

Givago Ferentz - Palco da Vida;

Gustavo Scaramella - Gabinete;

Ismael Gustavo Zanardini e Thatiane Botto de Barros - Lounge STM;

Karol Venturi - A Loja da Casa;

Katherine Heim Weber e Nicolle R. Nogueira - ROTTAS Prime Lounge;

Kátia Herzog - Estar da Lareira;

Larissa Gomes - Estar Íntimo;

Larissa Loh - Suíte Relicário;

Leonardo Tulli - Lounge Corporativo;

Luana Vansin - Vínculos Home e Jantar;

Luciana Gibaile - Descompression Room;

Luiz Maingué - Studio Tech SEBRAE;

Marcelo Lopes - Loft DECA;

Mariana Paula Souza - Churrasqueira Gourmet CRIARE;

Ninha Chiozzini - Refúgio Urbano FORMA LEGNO;

Paloma Albuquerque, Luciana Oliveira Wosch e Méry Barone - Lavabos Habitat;

Roberta Jiraschek e Daniela Niederauer - O Quintal;

Rodolpho Gutierrez - Concierge;

Sheila Jesus e Juliana Gabardo - Boudoir da Mulher;

Thiago Zoller - O Jardim;

Viviane Busch - Quarto do Casal REVEEV;

Viviane Tabalipa - Lounge VIP;

Wolfgang Schlogel - Alameda e Praça CASACOR;

Yara Mendes e Ana Claudia Marini - Loja de Aromas.

Mostra híbrida - física e digital

Outra novidade da 27ª CASACOR Paraná é a criação de um novo formato, que agora é híbrido – ou seja, além da experiência física, a Mostra também terá um importante suporte digital, que ampliará completamente a experiência de visitação.

Assim, o presencial e o online se complementam, visto que a versão digital, em especial no completíssimo Tour 3D, aumenta as possibilidades de visitação através de um formato inédito. Além disso, é possível visitar a CASACOR Paraná através das fotos e vídeos disponíveis no site oficial. O Anuário Digital também vem para completar a experiência, reunindo tudo sobre a edição 2021 da Mostra em um único local.

A CASACOR Paraná 2021 tem patrocínio Master Deca, Coral é a Tinta Oficial, STM Empreendimentos é o Apoiador Estrutural, o Apoio Institucional é garantido pelo Instituto Municipal Curitiba Turismo e o Fornecedor Oficial é a Tecnogran Revestimentos.

Segurança em tempos de pandemia

A 27ª CASACOR Paraná tomou todas as providências para ser reconhecida como uma Mostra totalmente acessível e segura, conforme os decretos em vigor e a implantação de medidas sanitárias contra a COVID-19. Além de ter investido em um robusto sistema de renovação de ar, que garante ventilação forçada nas áreas enclausuradas da Mostra, a CASACOR Paraná está atenta para o controle de fluxo de visitação e irá dispor de aferição de temperatura, displays de álcool gel, sanitização, higienização e desinfecção de ambientes oferecidos pela empresa Premyer.

“Estamos prontos para liderar a retomada dos eventos presenciais assim como a confiança do público com a entrega de uma Mostra de prestígio, que lidera a preferência de quem consome conteúdos premiums de arquitetura e design”, completa Marina Nessi, diretora da CASACOR Paraná.

Serviço CASACOR Paraná 2021

Data: de 5 de setembro a 17 de outubro de 2021 – de terça a domingo;

Endereço: Rua Álvaro Alvim, nº 91 – Seminário, Curitiba/Paraná;

Horários: de terça a sábado, das 13h às 21h. Aos domingos, das 13h às 19h. Nos feriados de 07 e 08 de setembro e 12 de outubro, das 13h às 19h;

Tempo de permanência: o tempo total de permanência na Mostra é de 3 horas.

Ingressos: vendas online, mediante agendamento prévio de horário por meio do link https://casacorparana.byinti.com